Episódios de Voz da Esperança

Crise na Galileia - T02E55

08 de maio de 202627min
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Participantes neste episódio2
P

Pedro Esteves

Host
A

André Santos

Co-hostMaestro
Assuntos7
  • Jesus, o Pão da VidaComparação com Moisés e o maná · Verdadeiro pão que desce do céu · Metáfora de receber Jesus pela fé · Fé viva e união com o Salvador
  • Busca por Jesus e o pãoMotivação errada da multidão · Diferença entre o doador e o dom · Desejo por milagres vs. salvador · Interesse material vs. espiritual
  • Crise após milagresMultiplicação dos pães · Expectativas religiosas · Fé purificada · Ilusão religiosa vs. salvação
  • Confissão de Pedro e a vida eternaPergunta de Jesus aos doze · Resposta de Pedro sobre Jesus · Palavras de vida eterna em Cristo · Paz e vida em Jesus
  • Reação ao discurso de JesusDificuldade em aceitar a mensagem · Recuo de muitos discípulos · Crise que revela a verdadeira fé · Renúncia e humildade em seguir Cristo
  • Obra de Deus e a fé em CristoTrabalho pela comida eterna · Crítica à lógica do mérito · Caminho para o céu pela fé · Religião da graça vs. mérito
  • Estudo Bíblico EfésiosManual 'À Procura da Verdade' · Oferta gratuita do manual · WhatsApp para contato
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Sintonize a frequência da esperança e deixe-se inspirar pela reflexão profunda e espiritual da Palavra de Deus. Ouça a voz da esperança com Pedro Esteves.

Estamos de regresso aqui à Voz da Esperança. Obrigado por regressar connosco também para continuarmos aqui a explorar os fundamentos da esperança. Já sabe que está connosco na TV, na rádio, talvez a ouvir-nos algures num podcast ou mesmo no seu telemóvel, porque não faltam aqui, são meios e diferentes instrumentos e canais para poder estar connosco.

Aliás, a esse propósito, hoje queria lembrar-lhe aqui que o site novotempo.pt é uma autêntica plataforma de conteúdos. E queria hoje deixar-lhe essa nota, porque pode estar a ver-me hoje meio por acaso, de alguma maneira, ou porque alguém lhe aconselhou, ou se calhar até regularmente aqui está connosco, na sua TV ou mesmo na rádio a ouvir-nos. Mas em novotempo.pt, se quiser, pega agora aí já no seu telemóvel enquanto me vai ouvindo aqui.

escreva aí este site, porque vai encontrar a programação da Novo Tempo, praticamente todos os programas podem encontrá-los ali, organizados, se for à área de TV, então pode ver os vários episódios que estão para trás, conhecer a nossa programação, talvez haja ainda muitos programas que nunca viu, mas também se for à área dos áudios, aí vai precisamente encontrar toda a nossa programação de rádio, que está na forma de podcast, mas também tem cursos, tem uma área e aí e aí

com esse nome mesmo, cursos, onde tem não apenas muitos materiais que pode mandar vir gratuitamente, mas também tem cursos que pode fazer ali online, de forma interativa. Então, é realmente uma grande quantidade de conteúdos que podem ser muito úteis para si, e são conteúdos, aliás, nas mais diversas áreas de conhecimento, da vida, esta visão que nós aqui sempre partilhamos.

tão holística e integral do ser humano. Tudo isto, então, em novotempo.pt. Não esqueça, fica essa nota, dê um saltinho lá para descobrir todos esses conteúdos. Por aqui, hoje estamos centrados na vida de Jesus e em continuar a descobrir momentos e histórias incríveis na sua vida.

uma das minhas histórias preferidas, ou um dos meus capítulos preferidos do Evangelho, João capítulo 6, já vamos descobrir isso a seguir, e as razões porquê. Mas antes vamos escutar as vozes da Voz da Esperança, o nosso quarteto, que nos vai colocar aqui realmente dentro da sintonia que hoje queremos partilhar consigo. Esta é a Voz da Esperança. Obrigado por estar connosco desse lado.

Oh, despedança, vibra em nosso ser, pois aguardamos o Senhor.

Fé possuímos que Jesus nos dá. Fé na promessa que nos fez. Eis que o tempo logo vem e as nações daqui além.

Aleluia, aleluia, aleluia

Servos de Deus, a trombeta tocai, breve Jesus voltará. Em todo o mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará.

Montas e valos o som ecoai, breve Jesus voltará. Ondas do mar a canção entoai, breve Jesus voltará.

Breve Jesus voltará. Breve Jesus voltará. Oh, que esperança há.

Há momentos na nossa caminhada espiritual, na nossa fé, neste relacionamento que temos com Cristo, em que as crises não surgem por falta de milagres. Às vezes as crises vêm depois dos milagres.

Se isto pode ser verdade na nossa vida, acredito que foi exatamente isto que aconteceu lá na Galileia. Hoje vamos viajar até esse momento e voltamos, aliás, no último episódio e já estávamos nesse ambiente, voltamos a um momento que aconteceu depois da multiplicação dos pães, um dos mais célebres milagres de Jesus. Havia uma multidão que estava entusiasmada e os discípulos cheios de expectativas.

E neste momento aproximou-se uma crise. Eu até atrevo-me a dizer que Jesus permitiu que viesse uma crise. E permitiu-a porque Jesus amava aqueles que o seguiam.

E sabe que aqueles que amam sabem que há crises que são muito necessárias na nossa vida. Há crises que não vêm para destruir a fé, mas vêm para purificá-la. E Jesus sabia isso. Há momentos em que Deus deixa cair as nossas falsas expectativas para que possa ficar de pé apenas a verdade.

E hoje, nesta história, neste momento, mais do que uma história, é um momento muito particular da vida de Jesus, que está registado num capítulo do Evangelho de João, Cristo aqui mostra-nos que às vezes é melhor perder uma ilusão religiosa do que, na verdade, perder a salvação. Ora, depois do milagre, o povo estava convencido. Vamos lá, João, no capítulo 6.

E no versículo 14, é aí que nos vamos situar. Começamos a partir daí. E o texto diz que as várias pessoas que testemunharam todas estas coisas começaram a dizer de Jesus, este verdadeiramente é o profeta que devia vir ao mundo. Uau, extraordinário, uma grande verdade. Mas o problema é que eles criam um Messias que fosse segundo os seus próprios interesses. Já temos falado isso aqui diversas vezes.

Na verdade, estes homens e mulheres criam pão, criam poder, criam libertação política, criam prosperidade nacional, criam uma honra que fosse visível para um povo. Eles criam Jesus como o Cristo, o Messias. Sim, criam. Mas criam também o mundo. Portanto, criam um Cristo que se conciliasse com a sua ideia de nação.

Ora, Jesus não alimentou esta ilusão, porque a sua missão não era essa.

Desde o princípio, Jesus tinha prometido que as recompensas para as quais ele veio a este mundo não eram recompensas terrenas para as coisas desta vida. Estou a lembrar-me, por exemplo, que Jesus, a certa altura, disse as raposas têm covis e as aves do céu têm ninhos, mas o filho do homem não tem sequer onde reclinar a cabeça. O que significa que ele nunca viria para ser rei, para ser um senhor, ter um palácio.

O caminho que Jesus veio trilhar e ao qual veio chamar os homens nunca foi um caminho de ambição humana. Foi, ao contrário disso, um caminho, na verdade, de entrega, de despojar-se a si mesmo. Ora, no dia seguinte, o povo então voltou a procurá-lo.

Porquê? Eles começaram a atravessar aquela região e procuraram num lugar chamado Bethsaida e foram então atrás dele até à cidade de Cafarnão, um lugar onde Jesus esteve em diversas ocasiões. E quando o encontraram, fizeram-lhe uma pergunta.

Rabi, quando é que chegaste aqui? Jesus não responde à mera curiosidade e então inicia um diálogo com estes homens que vai direto àquilo que Jesus queria dizer-lhes. E então é isso que lemos, já estamos aqui mais à frente, no capítulo 6, agora no versículo 26, Jesus dizia Na verdade, na verdade vos digo que vós me buscais não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes.

Uau! Uma palavra muito forte, Jesus. Veja...

Eu li nesta linguagem um pouco mais antiga da Bíblia, pode às vezes não ajudar a perceber. O que Jesus estava a dizer é que vocês vieram ter comigo, mas não foi para me ouvir ou à procura de saciar espiritualmente a vossa vida. Vocês vieram ter comigo porque querem comer e porque como eu já parti o pão, vocês querem mais pão. É isto. Estes homens e mulheres buscavam Jesus, mas pelo motivo errado. O que nos mostra que estas duas coisas podem parecer inconciliáveis, mas não são.

Eles procuravam o doador, mas por causa do dom, da oferta. Eles criam o milagre, eles não criam o salvador, aquele que opera o milagre. Eles criam a benção, mas não criam a transformação, que vem com a benção.

É por isso que esta história ainda hoje tem muita validade e atualidade, porque acredito nisto, há muitas pessoas que procuram Jesus, ou que estão na fé, ou que se alimentam da religião, mas apenas pelo pão, o pão que parece, esse pão físico, interesse particular.

Por isso é que Jesus continuou o seu discurso e começou a dizer o seguinte, trabalhem, mas trabalhem não pela comida que parece, mas pela comida que permanece para a vida eterna. Isto começou, claro, a questionar, a gerar questionamentos no povo e então perguntar-lhe o que é que faremos então para executarmos as obras de Deus.

E a resposta de Jesus veio, de alguma maneira, destruir esta lógica que tantas vezes nós temos, humana, uma lógica humana, que mesmo na fé, no mundo cristão, no mundo da religião, muitas vezes esta lógica também é usada, uma lógica de mérito, como se fosse o mérito humano que permitisse construir qualquer coisa no reino de Deus. Então Jesus responde-lhes, a obra de Deus é esta, creiam naquele que ele enviou.

Em outras palavras, Jesus estava a dizer o caminho para o céu não é uma coisa que se pode comprar. Também não é uma coisa que se possa merecer. Vocês não podem acumular esforços, fazer alguma coisa para que esse caminho fique aberto. O preço do céu, se podemos colocar com esta terminologia, veja, o preço do céu é Jesus. É isso que ele está a dizer.

A porta da vida é Cristo. E a nossa salvação começa quando começamos a deixar de confiar, precisamente em nós próprios, mesmo nos méritos religiosos. E começamos a entregar-nos de uma maneira pessoal a Jesus. Aceitamos que Ele é o Filho de Deus. É por isso que Jesus, talvez não pareça assim à primeira, mas Jesus está a tocar aqui numa grave crise.

crise espiritual de muitos homens e mulheres, mesmo que tenham fé. Eu acredito que hoje estarei a falar, se calhar, uma grande maioria daqueles que me escutam consideram-se homens e mulheres de fé. Qual é essa crise a qual Jesus fala? É abandonar a religião do mérito. Tentamos fazer coisas, como se Deus ficasse muito contente com as coisas que nós fazemos.

E precisamos então de aprender a religião de Jesus, que é a religião da graça. Só que o povo, neste momento, estes discípulos que ainda seguiam Jesus, eles começam a insistir em fazer o quê? Em pedir sinais. E então começam a falar do maná. Começam a tentar comparar Jesus a Moisés.

É como se eles estivessem a dizer, bom, se tu és, se realmente és o Messias, esse que dizes, e que muitos também dizem, então tens que fazer mais. Moisés até fez cair pão do céu. Continuamos a perceber, o que está em causa continua a ser o pão, o interesse material.

Então Jesus vai elevar, se quisermos, o nível do seu discurso à medida que este diálogo vai continuando. Então Jesus vai começar a falar de Moisés, sim. E vai dizer que Moisés não vos deu o pão do céu, mas é o meu pai, dizia ele, é que vos dá o verdadeiro pão do céu. Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. E ele estava a falar de quê?

Então, para que não ficassem dúvidas, porque esta gente, a maior parte das vezes, não conseguia entender, então Jesus disse de uma maneira mais direta, eu sou o pão da vida. E aquele que vem a mim não terá fome. E aquele que crê em mim nunca terá sede. E aqui está o centro desta mensagem de Jesus.

Cristo não veio apenas para nos dar alguma coisa. Jesus veio para dar-se a si mesmo. Ele não veio para resolver as nossas necessidades temporais, materiais. Ele veio para tornar-se vida, mas na nossa alma, quer dizer, na nossa pessoa, naquilo que nós somos. É uma vida profunda e interior. Comer o pão da vida não é uma referência a nenhuma refeição.

É uma metáfora, uma linguagem espiritual para falar da ideia de receber Jesus na nossa vida e, pela fé, apropriarmos-nos dele, daquilo que ele ensina, que ele representa, até ao ponto disso se tornar a nossa própria vida, a essência da nossa existência, se quiser, a nossa identidade.

Logo, não basta admirar Cristo, não basta debater sobre temas cristãos, não basta defender Cristo e a Igreja Cristã.

É preciso receber Cristo na vida. Isto tem a ver com alimentar-se dele. Tal como o alimento físico que nós comemos entra no nosso corpo e torna-se parte de nós. Não é uma coisa que está separada. Assim, esta metáfora que Jesus traz com a ideia de ser pão e de ser comido é a ideia de que nós precisamos de assimilar Jesus pela fé. Ora, isto vem através de quê?

da leitura da sua palavra, da meditação nela, da nossa comunhão com Jesus diariamente, de o buscarmos em oração. Uma fé teórica, pertencer a uma igreja, dizer-se cristão desta ou daquela fação, não salva ninguém, na verdade não faz nada por nós. É uma fé viva que se reflete numa união, uma união profunda entre a nossa vida e o nosso Salvador.

Por isso Jesus dizia, as palavras que eu vos digo, essas é que são espírito e vida. São elas que alimentam espiritualmente. Agora, pode parecer estranho, mas esta verdade foi dura para muitos e não gostaram nada de ouvir isto.

Às vezes dá para questionar porquê o que é que Jesus disse assim tão horrível. Não é que o discurso ou a mensagem de Jesus fosse obscura. O problema é que confrontava os interesses daquelas pessoas.

E então o texto diz que a partir daqui, muitos dos que seguiam Jesus começaram a recuar, sim. O texto de João diz que muitos começaram a dizer, duro é este discurso, quem é que o pode ouvir? E então o texto, já para o final do capítulo 6, diz que muitos dos seus discípulos...

tornaram para trás e já não andavam com ele. Ou seja, a crise, esta crise de compreensão sobre o que as pessoas pretendiam da fé e o que Jesus realmente tinha para lhes oferecer, revelou quem é que estava com Jesus. Pelo pão, para comida, para bens materiais e quem é que estava com Jesus à procura da verdade.

E isso ainda acontece muitas vezes connosco. Quando seguir a Cristo exige renúncia, exige humildade. Quando seguir Cristo e o seu exemplo exige de mim, impede de mim mudança de vida, muitos recuam. Porque é mais fácil, é muito mais fácil haver entusiasmo quando há milagres.

quando há a expectativa de um benefício para a minha vida, claro que aí há uma iniciativa, uma motivação para eu seguir Jesus. Mas quando Jesus Cristo vem pedir o coração, quando Jesus vem expor o pecado, quando Jesus desmonta as nossas ambições humanas, então é mais fácil, na verdade, ficar ofendido. E esta crise que nós encontramos neste capítulo, esta crise não veio criar um problema.

As palavras de Jesus e o que elas geraram veio revelar qual era o problema. E finalmente Jesus volta-se para os doze, os seus doze discípulos, e pergunta-lhes, e vós, quereis vós também retirar-vos? E esta talvez seja uma das perguntas mais solenes que encontramos no Evangelho.

E Pedro, o apóstolo, também vai responder com uma das mais belas confissões, quando disse, Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna e nós queremos que tu és o Filho de Deus. A resposta é incrível. Pedro não disse que entendia tudo, nem disse que tudo era fácil.

Mas Pedro disse, nós não temos outro lugar para onde ir. É neste que queremos ficar. E quando a nossa vida realmente conhece verdadeiramente Cristo, podemos até ter que chorar num ou outro momento, podemos não compreender tudo o que está a passar, ou até passar por crises, mas sabemos que não há para onde ir. Fora de Jesus há religião, mas sem vida.

Há mundo e coisas que se podem viver, mas não há paz. Há tradição, até religião, mas sem poder. É em Cristo que nós encontramos as palavras da vida eterna. E hoje queria falar-lhe disso. De uma possibilidade, também na sua vida, acolher aquilo que Jesus tem para si. Na verdade...

Tenho aqui comigo um autêntico manual para poder conhecer melhor estas grandes verdades que Jesus ensinou. Este guia de estudo da Bíblia chama-se À Procura da Verdade e hoje quero-lhe recomendar sinceramente que peça gratuitamente este manual porque hoje decidim aqui neste momento oferecer-lhe porque ele é um prolongamento daquilo que lhe estou a dizer.

esclarecer as questões que temos no nosso coração para termos um encontro mais profundo com Jesus. Por isso, já sabe como é que pode fazer? Envie uma mensagem para nós, um WhatsApp, o número é o 933-9392-91 e nós teremos muito gosto em fazer-lhe chegar esta revista. À procura da verdade, porque a verdade é o que Jesus o chama para conhecer.

Ao ouvirmos agora esta música, eu também quero convidá-lo a refletir sobre as grandes verdades que precisa de acolher na sua vida, porque Jesus tem um plano maravilhoso para a sua vida. Mas é preciso aceitá-lo, acolhê-lo, mesmo quando ele não traz aquilo que nós queremos, mas aquilo que ele sabe que é o mais importante para nós.

Pudesse eu não ter laços nem limites. Pudesse eu transformar a minha incência. Pudesse eu ficar na tua presença.

Pois um dia nos teus átrios vale mais Podesse eu esquecer os meus planos Podesse eu deleitar-me nos teus olhos Podesse eu...

Somia os teus átrios, ou mais. Anseio por ti profundamente. A minha voz e a alma, levante Senhor, como sou feliz.

Se finge a tua presença Podesse eu calar o que me afasta

Pudesse escutar só a tua voz Pudesse eu beber a tua palavra Pois um dia nos teus atrios vale mais Enseio por Deus

A minha voz e a alma louvam-te, Senhor Como sou feliz, como sou feliz Como sou feliz da Tua presença

Pois um dia nos teus átrios vale mais Pois um dia nos teus átrios vale mais

Que a sua vida seja esse espaço que acolhe o Senhor da sua vida.

Nós chegamos ao final do nosso episódio hoje da Voz da Esperança e foi um prazer para mim ter estado aqui consigo, assim como toda a equipa. Se os quiser, voltaremos a estar juntos na próxima semana ou sempre que quiser, nos nossos diversos canais. Por isso, que Deus o abençoe muito e fique o nosso encontro marcado. Combinado? Até lá. Que Deus o abençoe.

Sintonize a frequência da esperança e deixe-se inspirar pela reflexão profunda e espiritual da Palavra de Deus. Ouça a voz da esperança com Pedro Esteves.

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