Uma noite no lago - T02E54
Pedro Esteves
André Santos
Flávia
- Vida de CristoMultiplicação dos pães e aclamação popular · Jesus sobe ao monte para orar · Tempestade no lago e medo dos discípulos · Jesus anda sobre as águas · Pedro caminha sobre as águas e afunda · A identidade de Jesus revelada
- Revista Lar, Doce LarLidar com traumas familiares · Salvar um lar em crise · Importância do perdão para recomeçar
- Secrets of the SeaManter os olhos em Jesus como ponto de referência · A promessa de Deus em Isaías 43 · Jesus nunca perde de vista os seus filhos · A oração 'Senhor, salva-me'
- Mensagem de esperançaReflexão espiritual e inspiração · Mensagens que fazem a diferença
- Música 'Não te deixarei'Amor e fidelidade a Deus · Esperança e descanso em Deus
Sintonize a frequência da esperança e deixe-se inspirar pela reflexão profunda e espiritual da Palavra de Deus. Ouça a voz da esperança com Pedro Esteves.
Olá, seja bem-vindo. É um prazer estarmos de regresso aqui à Voz da Esperança. Muito obrigado por contar com a sua companhia aí desse lado. Eu sei que há seguramente pessoas que neste momento estão no rádio e, portanto, só conseguem ouvir-me, mas há também pessoas que estão aqui do outro lado do quadrado mágico e estão na TV, na Rádio RCS ou na TV Novo Tempo.
É para mim um prazer enorme estar consigo para mais um episódio da Voz da Esperança. Quando digo que é um prazer, acredito que não estou a meter uma frase feita, nem está escrito em nenhum guião. Tenho um grande prazer sempre em vir aqui a este estúdio, preparar estas mensagens.
sempre na esperança, na verdade, essa é a esperança que me anima para vir aqui, é saber que estes textos, estas histórias da vida de Jesus, porque continuamos a falar sobre ele, podem fazer uma diferença na sua vida, fazê-lo pensar. De vez em quando recebo uma mensagem de algum ouvinte, de algum espectador de Novo Tempo.
ou alguém até que recebeu de outra pessoa uma mensagem a dizer como o que aqui dissemos e partilhámos foi importante. É isso que também me dá ânimo para estar aqui. Muito obrigado pela sua companhia. Agora, vamos ouvir as maravilhosas vozes do nosso quarteto, as quatro meninas da Voz da Esperança, claro, e as mãos e a maestria do André, nosso maestro André Santos, porque Oc Esperança é a mensagem com que queremos abrir mais este episódio.
Oh, despedança, vibra em nosso ser, pois aguardamos o Senhor.
Fé possuímos que Jesus nos dá. Vem a promessa que nos fez. Eis que o tempo logo vem e as nações daqui além.
Aleluia, aleluia, aleluia.
Servos de Deus, a trombeta tocai, breve Jesus voltará. Em todo o mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará.
Montas e valos o som ecoai, breve Jesus voltará. Ondas do mar a canção entoai, breve Jesus voltará.
Breve Jesus voltará. Breve Jesus voltará. Oh, que esperança há.
O nosso coração está cheio de esperança, graças a Deus por isso, mas também é verdade que às vezes temos na nossa vida pessoal e especialmente muitas vezes na nossa família, temos lutas e dificuldades que tornam a nossa vida, às vezes, muito longe desta esperança de que aqui dizemos e cantamos. Sabemos bem disso. É verdade na sua vida, certamente.
Muitas vezes, espero que poucas, e também é verdade na minha, acredito. Também por isso nós partilhamos aqui alguns materiais e conteúdos que nós acreditamos que podem fazer a diferença na sua vida e na verdade têm ajudado muitas pessoas. Hoje, por exemplo, creio que é a primeira vez aqui na Voz da Esperança, até porque é um novo guia, uma revista.
Lar, doce lar. São temas para ajudar as famílias precisamente nos seus desafios. Vou-lhe dar alguns exemplos, uma vez que é a primeira vez que falo dela aqui, como lidar com os traumas familiares. É um dos artigos que vai encontrar aqui dentro. Ou o que fazer para salvar um lar em crise.
Precisamente esses tais momentos, às vezes de profundo desespero, onde parece que já não há grande saída. Ou, por exemplo, um outro tema que temos aqui nesta revista é a importância do perdão para recomeçar. São temas fascinantes, numa sequência de um pouco mais de oito temas, são oito lições, é isso mesmo, oito lições, para tratar vários desafios da família.
usando, então, este ditado conhecido Lar do Celar, para o ajudar a desenvolver este lar. Aqui está a Novo Tempo, a sua rádio também. Então envio a mensagem 933-9392-91. É este o nosso número. Basta enviar um WhatsApp, normalmente é assim a maneira mais fácil, uma mensagem, um SMS. Se quiser, também ligar, se for a maneira mais fácil. 933-9392-91.
E estaremos ao seu lado, neste caso com a revista Lar, Doce Lar. E agora vou aproveitar que já estou aqui sentadinho na minha cadeira para abrir a Bíblia consigo, porque hoje vamos tratar de um tema.
que eu acredito que vai ser também uma bênção para a sua vida, assim espero. Na verdade, estamos a falar da vida de Jesus. Estamos a fazer aqui uma longa temporada, eu, para lhe dizer a verdade, até já me perdi aqui nas contas, de quantos episódios é que já partilhei aqui consigo, porque estamos a fazer uma viagem mesmo muito grande na biografia de Jesus. Vamos história a história, acompanhando alguns dos momentos extraordinários que Jesus viveu.
E vamos procurando aprender com ele. Por isso, tenho aqui o versículo 22 do capítulo 14 do Evangelho de Mateus. E diz o seguinte, logo ordenou Jesus que os seus discípulos entrassem no barco e fossem adiante para a outra banda, enquanto ele despedia a multidão. E despedida a multidão, subiu ao monte para orar.
Depois do grande milagre da multiplicação dos pães, é exatamente aí que nos encontramos. O entusiasmo da multidão estava ao rubro, como costumamos dizer, no seu auge. E muitas pessoas estavam agora finalmente convencidas de que Jesus era o Messias, aquele que tinha sido prometido nas profecias do Antigo Testamento. E por isso também muitos começavam a proclamá-lo como o Rei. Havia essa confiança a nascer ou a aumentar. O Evangelho registra precisamente reações deste tipo.
Por exemplo, João capítulo 6 diz que aqueles homens, vendo o milagre que Jesus tinha feito, diziam este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo.
Mas o plano de Deus não era, já sabemos, não era um reino político. O reino que Jesus veio para estabelecer, ele não viria pela força, nem com soldados, nem mesmo por aclamação popular, por mais popular que Jesus estivesse a ser. Por isso é que Jesus tomou aqui, neste momento, uma decisão talvez um pouco surpreendente. Jesus enviou os discípulos para o mar.
e ficou sozinho a despedir-se da multidão. É aqui que chegamos ao texto que eu ainda há pouco aqui li e partilhei consigo, recordando que Jesus disse aos discípulos para entrarem no barco e que fossem eles indo para o outro lado enquanto ele despedia a multidão. Ora, para os discípulos esta ordem talvez não seja assim tão fácil como possa parecer. É que eles tinham acabado de presenciar um milagre extraordinário.
Portanto, a expectativa era muita. E a multidão dava sinais de querer coroar Jesus como rei, de o aclamar mesmo. Então isto parecia a oportunidade perfeita para toda a gente, para finalmente um reino de Israel forte e imbatível se instaurar. Só que Jesus, nós sabemos, Jesus via sempre mais longe.
E se este movimento popular avançasse, com certeza viria muita revolta, muita violência e muita confusão. Ora, o reino espiritual que Cristo veio estabelecer com essas condições seria totalmente distorcido.
Por isso é que Jesus, com a autoridade que ele sempre usava, separou-se da multidão, enviou os discípulos para o lago. E depois disto, Jesus fez, teve uma atitude que revela talvez o segredo, o grande segredo espiritual da sua vida. Já me referi a ele aqui várias vezes na Voz da Esperança.
precisamente como ainda há pouco lia, que Jesus despediu a multidão, subiu ao monte para fazer o quê? Para orar, para estar com Deus, para estar sozinho, para sair deste burburinho das multidões. Neste momento os discípulos estavam no lago, Jesus estava em oração. Esta foi aquela célebre viagem no mar, que não foi nada tranquila, durante a noite levantou-se uma tempestade violenta, no mar no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no
Não era a primeira vez que isto acontecia. O Evangelho diz-nos que o marco começou a ser açoitado pelas ondas, o vento era contrário. Os discípulos, mesmo se nós sabemos bem que muitos eram pescadores, pessoas experientes do mar, lutaram durante horas contra aquela tempestade, mas a noite parecia interminável.
E o medo começou a apoderar-se deles, o desespero. O que normalmente sempre é lido como uma metáfora para a nossa vida, porque a nossa vida às vezes é exatamente assim. Temos momentos de grandes bênçãos espirituais, estamos fortes, animados, mas de repente surgem provas inesperadas e isso pode pôr tudo em causa.
A verdade é que um dia de milagres na nossa vida, ele pode ser seguido por uma noite de tempestade. E a história mostra isso, mesmo com aqueles que estiveram ali com Jesus, e ilustra bem aquilo que quantas vezes acontece connosco. Mas a grande verdade é esta, Jesus não tinha esquecido os discípulos. Ou seja, mesmo a partir do monte e à distância, Jesus acompanhava-os.
porque o Salvador sabia exatamente onde é que eles estavam e o que é que eles estavam a passar e esperou pelo momento certo para vir ao seu encontro. É aqui que agora vamos continuar este relato que eu há pouquinho estava aqui a ler. Lembra-se Mateus capítulo 14, eu li os primeiros versículos, mas depois, um pouquinho mais à frente, a partir do 25, o que é que nos diz? Que à quarta vigília da noite...
Portanto, já para o final da noite, Jesus dirigiu-se a eles andando por cima do mar. É esta expressão extraordinária que nos abana um pouco.
Mas não é só a nós, porque quando os discípulos viram o vulto, se quiserem, a presença de Jesus no meio da noite e da tempestade, aproximando-se deles em cima das águas, o texto não esconde que os discípulos ficaram aterrorizados. A ideia deles foi que aquilo seria um fantasma, alguma coisa sobrenatural e, portanto, o medo começou a tomar conta deles.
E então Jesus teve que usar uma forma de os acalmar e de lhes mostrar como havia ali algo familiar. Ora, Jesus falou e a sua voz tornou-se o instrumento para eles reconhecerem que era o mestre. Jesus disse-lhes, tendo bom ânimo, sou eu, não demais. Estas palavras são incríveis, não é? Eu acho que são... É uma promessa que podemos dizer que ainda hoje continua a ecoar.
Pense comigo aqui, no meio das tempestades da nossa vida, dos desafios, lutas, Cristo aproxima-se de nós e nós ouvimos essa voz. Claro que já não é uma voz literal e física, é uma voz espiritual que se apodera de nós com esta mesma convicção, não temas, eu estou contigo.
É por isso que o Evangelho e a presença de Jesus podem tornar-se tão reais para nós. Foi neste momento, então, que, claro, quem mais? O apóstolo Pedro tomou aquela decisão ousada e vai responder. E depois a história continua a dizer que Pedro disse, Senhor, se és tu, o que já não é uma maneira muito boa de abordar, porque tem um se, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas. E Jesus disse-lhe, vem.
E então aí aconteceu também a célebre história. Pedro sai do barco, começa a caminhar sobre as águas e enquanto ele manteve os olhos fixos em Jesus, conseguiu, ainda durante um tempo, não sabemos exatamente quanto, caminhou sobre as águas, com segurança, tal como Jesus tinha feito. Mas depois, a certa altura, olhou para o vento, para as circunstâncias, para as ondas, olhou à sua volta, o medo começou... A noção no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no
a falar mais alto. E então o texto o que é que nos diz? Que sentindo-o, vendo forte, Pedro teve medo e começou a ir ao fundo e clamou dizendo, Senhor, salva-me. Talvez seja esta uma das orações mais curtas em toda a Bíblia, provavelmente também uma das mais sinceras, porque num momento de grande aflição,
Senhor, salva-me. E a história, o Evangelho diz que Jesus logo, imediatamente, estendeu a mão e segurou-o. Interessante que nós vemos que Cristo não deixou Pedro afundar, mas ainda assim usou esta oportunidade para...
para que houvesse uma reflexão, sobretudo para que Pedro refletisse, que era um homem que bem precisava disso. E Jesus disse-lhe, homem de pequena fé, porque duvidaste? E nesta história e neste encontro tão particular entre Jesus e Pedro, também encontramos uma lição profunda que eu gostava de partilhar consigo. Veja, o problema de Pedro não foi sair do barco.
como se fosse uma decisão precipitada ou sem sentido. O problema de Pedro foi desviar os olhos de Jesus e da razão que o fez sair do barco. Eu acredito que isto acontece muitas vezes connosco. Não sei consigo, acredito que sim, comigo muitas vezes.
Ou seja, enquanto nós mantemos os olhos em Jesus, o nosso Salvador, mesmo quando à nossa volta as coisas estão difíceis, nós encontramos como que um ponto de referência. E esse ponto de referência dá-nos segurança para avançarmos. É como uma força. Mas quando nós começamos a olhar, não para o ponto de referência, mas para realmente as circunstâncias, é evidente que o medo começa a crescer e a nossa fé enfraquece.
Por isso que a promessa de Deus continua a ser verdadeira hoje para nós também, quando nos colocamos um pouco na situação de Pedro. Há uma promessa, é uma das minhas favoritas em toda a Bíblia, no profeta Isaías, no capítulo 43, que diz o seguinte, quando passares pelas águas estarei contigo, e quando atravessares os rios eles não te submergirão.
uma música, há um hino que eu gosto muito, há muitos anos que me inspira, precisamente usando as palavras desta promessa. Ora, o que é que nós percebemos? Que depois que Jesus entrou no barco, o vento então cessou imediatamente. A tempestade terminou.
E os discípulos compreenderam então uma coisa que talvez neste momento ainda não estivesse totalmente claro para eles. A história mostra-nos isso. Mais à frente, versículo 33, diz-nos que os discípulos aproximaram-se os que estavam no barco e adoraram-no. E diziam o quê? Verdadeiramente tu és o Filho de Deus.
O que quer dizer que esta tempestade revelou, no fundo, a identidade de Jesus para eles. Ou pelo menos reforçou na sua convicção quem era Jesus. Por isso, esta história não teve apenas a ver com a realidade do que eles viveram, mas tornou-se uma forma de eles compreenderem quem Jesus é.
E a verdade é que há momentos em que nós também enfrentamos condições que podem ser comparadas com isto, com noites escuras, com tempestades inesperadas. Isto não é novidade para ninguém. A questão é que muitas vezes esses momentos levam-nos a perguntar onde é que está Deus. Esse é o questionamento que tantas vezes se coloca no nosso coração. Porquê, Senhor?
Talvez alguns até que questionem, será que Deus existe ou está presente? Ou porquê que, razão, então Deus permite que eu tenha que atravessar este vale, estas ondas, esta prova? Esta história no Evangelho lembra-nos, mais uma vez, esta verdade essencial. Jesus nunca perde de vista os seus filhos. Crer nisto, mesmo quando Jesus parece distante,
Ele está numa posição de quem intercede por nós, tal como Ele estava no monte e os discípulos estavam lá embaixo. Mesmo quando a noite é escura, Jesus vai no momento certo encontrar a maneira de se aproximar de nós. E quando nós sentirmos que estamos a afundar, nós podemos fazer a mesma oração de Pedro. Senhor, salva-me.
Podemos ter a certeza de uma coisa, amigo, creia nisto. Cristo continua a fazer o mesmo que fez a Pedro, a estender a mão. Ou talvez, aí desse lado, você esteja numa tempestade na sua vida, a viver o medo, a angústia, a dúvida, o sofrimento ou a incerteza. Mas eu hoje, aqui na voz da esperança, quero dizer-lhe que a voz de Jesus continua a ecoar.
os seus ouvidos da fé têm que estar atentos. E essa voz diz, tem ânimo, tem bom ânimo, sou eu, eu ainda aqui estou, não temas. Por isso eu desafio a manter os olhos em Jesus, a confiar nele. Porque quem caminha com Cristo pode atravessar as águas mais profundas, mas não será vencido pela tempestade. É por isso que eu agora o convido a escutar a voz da Flávia.
e a deixar-se levar pelos pensamentos destas palavras que ela vai dizer. Não te deixarei. Escuta estas palavras como se Deus hoje as dissesse a si também. Quando só em pensamento eu contemplo o teu...
Vejo as tuas maravilhas Vejo o lindo entardecer E pergunto assim calada O que fiz para merecer Esse amor tão de coração
Esse amor que vem de Deus Meu desejo é ser ideal Meu desejo é ser fiel É viver o dia a dia Já sonhando com o céu
Se amigos meus me deixarem E do teu nome até zombarem Ainda assim eu não te deixarei E como fez a cor Eu não te deixarei
bênçoe ares Senhor eu só vou poder dormir em paz e só vou descansar se comigo tu ficares meu Deus
Só o brilho dos teus olhos é capaz de devolver A esperança já perdida, a vontade de viver Só o teu braço tão amigo é capaz de...
O abrigo onde eu posso me esconder Meu desejo é ser leal Meu desejo é ser fiel É viver o dia a dia Já sonhando com o céu
Se amigos meus me deixarem E todo o mundo me desombarei Ainda assim eu não te deixarei
Eu não te deixarei se não me abençoares, Senhor. Eu sou foda.
E só vou descansar Se comigo tu ficares Meu Deus
Obrigado, Flávia, por nos teres lembrado. Esta promessa tão maravilhosa e a música sempre nos ajuda, não é? Que as coisas tornam-se mais profundas, parece que fazem mais sentido. Nós estamos a chegar ao final da Voz da Esperança e foi um prazer para mim ter estado aqui hoje para lhe lembrar como Jesus está consigo e não o deixará. A sua mão está estendida.
O meu desafio é que creia nisso e faça disso um lugar único na sua vida. Estenda também a sua mão para Jesus.
Hoje estou a oferecer-lhe aqui na Voz da Esperança esta revista que o vai ajudar aí em casa, na sua família, nas lutas que pode ter que atravessar, nesses desafios e ondas que às vezes estão em casa e em família. Por isso, se quiser receber, envie uma mensagem para nós. É o 933-9392-91. É o número para onde o pode fazer.
Nosso encontro por hoje está terminado. Foi uma bênção ter estado aqui consigo. Fica o nosso encontro marcado. Se Deus quiser, na próxima semana ou no próximo episódio, venha estar connosco. Que Deus o abençoe. Sintonize a frequência da esperança e deixe-se inspirar pela reflexão profunda e espiritual da Palavra de Deus. Ouça a voz da esperança com Pedro Esteves.
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