Sábado 14 #276 - A Cela (The Cell)
Bem-vindos ao Sábado 14. No 276º episódio Rômulo Konzen, Marcel Pfütz e Patricia Giovanetti batem papo sobre o filme The Cell, lançado em 2000.
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Vinheta: Gélis Machado
Locução: Kiko Ferraz
Trilha: Gustavo Blank
Logo: Talles Garcia
Vitrine: Marcel Pfütz
Edição: Rômulo Konzen
- Análise do filme A CelaAnálise da estética e visual · Discussão sobre a trama e roteiro · Motivações do serial killer · A tecnologia de entrar na mente · Jennifer Lopez · Vince Vaughn · Vincent D'Onofrio · Tarsen Singh · Mark Protoss
- Paparazzi e Cultura de CelebridadesVestido Versace no Grammy Awards 2000 · Busca por imagens no Google
- Jennifer Connelly em LabirintoCantora pop · Atriz · Selena · Shakira
- Discussão sobre o ator Vince VaughnOld School · True Detective 2
- Literatura de fantasiaImortais (2011) · Fúria de Titãs (2010) · Conan, o Bárbaro · Drácula Untold · Espelho, Espelho Meu
- Produção e Roteiro do FilmeOldboy (remake) · Poseidon (2006) · Eu Sou a Lenda · Thor (2011)
- Identidade e NomeAtor com olhos esquisitos
- O filme 'História Sem Fim'Terror para adultos · Construção do vilão
- Ressurreição dos mortosPersonagem policial
Bem-vindo ao Sábado 14.
Começa! Agora mais um episódio do Podcast Sábado 14. Eu sou o Romulo Conzentei, aqui comigo o Marcel Fitts. Bem-vindo, viajandinhos. E temos aqui também a afogada, Patrícia Giovanetti. Afogada?
Fogada em alegrias? Sei lá. Ah, não. Eu queria só agradecer a Jennifer Lopes pelo nosso Google Imagens. Só isso. Ok. Queridos ouvintes, se você gosta do Sábado 14 e quer que a gente continue produzindo e quer ter acesso a conteúdo exclusivo ou até interferir no nosso conteúdo, acesse orelo.cc barra Sábado 14 ou baixe o aplicativo do Orelo ou pesquisa pro Sábado 14. Lá tu ouve podcasts, diversos podcasts e pode apadrinhá-los, também apoiá-los.
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E também pode acompanhar as gravações no Discord, enquanto a gente está gravando ao vivasso, sem edição, sem porra nenhuma, interagindo conosco pelo chat. Então, orelo.cc barra sábado 14. Também temos camiseta, eco bag, uma geladeira, bota, um monte de caneca, um monte de coisa bacana, produtinhos do sábado 14, para vender lá na podcaststore.com.br. Uma loja do Léo Lopes, com selo de qualidade Chico Rey. Todos produtos muito bons e bonitos, bacanas e baratos. Então...
podcaststore.com.br Lembrando que quem quiser ter seu e-mail lido, mande para contato arroba sábado14.com.br que a gente lê no final do episódio o e-mail de todo mundo com opinião de você sobre o filme, sobre o episódio e o que mais tiver vontade. E a gente fala de todo o filme com spoiler, então se você não assistiu o filme de hoje siga por sua conta e risco. Estamos aí hoje para gravar do filme A Cela de 2000, do ano 2000, ou no original The Cell.
Marcel! Esse teu nome não é tão sonoro. Não é um soco que nem o Pat. É. Antes de perguntar se vocês assistiram, eu quero saber o seguinte. Esse filme foi o Marcel que escolheu. E ele falou, eu lembro que esse filme era muito ruim. Vamos gravar dele pra ver se eu tava certo. Aí eu quero saber por que tu tava assim numa vaga. Porque eu concordo. Não sei se é o motivo, mas eu concordo. De vez em quando a gente tem que gravar propositalmente num filme que a gente sabe que é ruim pra se divertir. Pra falar mal. Qual é que foi a tua motivação?
Não, a motivação, assim, esse filme tá na minha lista pra ser visto desde aquela época, pra eu tirar a prova real.
pra tirar a prova real. E estávamos discutindo off gravação semana passada. Daí eu já tava até... A gente tava já com o filme definido. Não sei se vocês lembram. Que aí não vamos falar aqui, porque em breve ele pode aparecer aqui. E daí a Pathy comentou do Vicente D'Onofrio ou... Ah, não. Vamos mudar. Vamos gravar a cela. Vai ser agora. E foi, né? Mas foi pra tirar a prova real, então. Tu tinha visto uma vez só? Cara, eu acho que sim. Eu não tenho certeza. Mas eu vi na TV esse filme.
A cara de globo de noite Ou sábado A qualquer horário Paty, tu já tinha assistido? Não, nunca tinha assistido Eu nunca tinha ouvido falar desse filme Foi pela primeira vez Passou batidas por mim Eu já tinha ouvido falar, mas não tinha assistido Eu ouvi falar porque Jennifer Lopes
já esteve aqui na Anaconda. Já, já esteve aqui. É, e eu quero só explicar sobre o Google Imagens, que assim, o Google Images, que é essa coisa que a gente busca, imagens hoje em dia, foi criada por causa da Jennifer Lopes. Como assim? Eu preciso de contexto, por favor. Num Grammy Awards que ela participou de 2000, ela usou um vestido da Versace.
Versace, sei lá como se fala. E as pessoas, no dia seguinte, começaram a pesquisar loucamente no Google sobre aquele vestido da Jennifer Lopez. Aquele vestido da Jennifer Lopez. E aí os caras que são experiência do usuário pensaram se a gente pode melhorar essa busca e criar uma busca fazendo a imagem. Olha aí.
J-Lo trazendo tecnologia para nós. Vivendo e aprendendo. E aí foi isso. Aqui tem informação. Marcel, ficha técnica, por favor. Vamos lá, a cela de 2000 ou do original The Cell. Dirigido por Tarsen Singh.
que também dirigiu Imortais, que é outro filme que eu odeio de coração. Mas será que é aquele Imortais? É o Imortais do Henrique Cavill. A única coisa que esse filme prestou foi trazer o Henrique Cavill pro mundo. Não, Hellraiser 5 já tinha feito. Ah é, tem ele. Mas foi um pouquinho depois, o Imortais pavimentou. Botou assim, esse cara é bom ator.
Um ator que para a versão até hoje, não é não. Esse cara muito bonito e carismático. Eu não sei se é esse filme, Paty, porque eu sempre confundo o Mickey Herc nesse filme ou no Conan. Pra mim é uma mistura, os dois filmes na minha cabeça. Eu sei que um é o Hencaville e o outro é o Momo.
No cono, no cono. Esse é o que tem o... Que o Drácula O Drácula Untold É o... É Zeus, eu acho. Ou é um cara muito parecido com ele. Não é ele mesmo. Muita flash em câmera lenta. Muita... Pim, pim, pim, pim.
Ele veio na mesma época daqueles furos de titãs horrorosos também. Cara, ele consegue ser pior que furos de titãs. É, aquelas fases do cinema, tipo filmes de catástrofe. Alguém chegou e não paga ninguém se fizer filme sobre mitologia. Olha que loucura.
É domínio público já, gente. E fez comercial da Pepsi, da Compal. O diretor de publicidade, basicamente. É. Assim, famoso. Eu preciso. Famoso, ele tem imortais. Ah, ele tem espelho, espelho meu. É famoso.
É, com Julia Roberts, mas eu não lembro desse filme. A Julia Roberts e a... Ah, e a filha do Phil Collins. É. Aí, ó. E ele tem uma coisa mais importante ainda, porque eu passei esse filme inteiro. É pior, agora eu vi. Parece um clipe. E eu juro que eu fiquei o filme inteiro. Meu Deus, daqui a pouco vai aparecer o Michael Starpe correndo e dançando aí do R.E.M. E ele dirigiu o clipe de Lucy Mary Lee junto com o R.E.M. Que filha da puta. Exatamente. Que filha da puta.
Que filha da puta. Eu garanto que naquele dia ele olhou assim, eu vou guardar isso aqui, que um dia... Um dia eu vou fazer um filme inteiro disso aqui. Era a minha outra observação anotada sobre música e eu falando podcast.
E no roteiro nós temos Mark Protoss... Eita, Protossimitch. Tu deveria anotar esse nome, Marcel, pra fugir de tudo que ele faz. É, porque ele fez o remake de Oldboy. Que tu odeia. Que eu consegui não fugir. Poseidon. Eu sou a lembrança. Cara, Poseidon, na minha lembrança, eu gostei quando eu olhei. Poseidon é com o George Clooney, né?
lembro de ator. Eu sou a lenda. Olha, é coisa boa. E o Thor 1. Meu Deus do céu. Poseidon é o Kurt Russell. O que é o Kurt Russell? Kurt Russell? Não é o que eu acho bom, então. Esse eu não vi. Esse do Kurt Russell é legal. Só que assim, ele é uma cópia bem fiel do filme do Poseidon lá da década de bolinha, entendeu?
A cena clássica era um iate com uma onda gigantesca batendo meio que de lado nele. E qual que é o do George Clooney? Sei lá. Vem pro inferno. George Clooney e Alto Mar.
Acho que é alto mar. Acho que é alto mar. Acho que é alto mar. Eu ia falar uma linda mulher e eu, Richard Gui. Olha, é bom quando a gente desvia do assunto do filme, né? É um bom sinal sempre. É mar e fúria. É mar e fúria. Mar e fúria. Mar e fúria. Esse aí é bom, esse eu gostava. E no elenco nós temos J-Lo como Catherine, que já esteve aqui no Anaconda. Eu posso fazer uma pergunta bem leiga que vai parecer que eu moro em outro planeta. Vocês me ajudam? A Jennifer Lopes é cantora pop, né? Diva pop. Sim.
Ela é... É, top. Ela veio antes como atriz ou antes como cantora? Eu conheci o primeiro como cantora. Então ela virou atriz já, tipo a Lady Gaga. Vou fazer participações, vou fazer filme e tal. É. Muito obrigado. Eu sempre ficava na dúvida. Até assim? Eu tenho impressão porque a Jennifer Lopes é famosa.
Eu nunca fui muito atrás da carreira dela, não conheço muito, mas na minha lembrança é essa hora, né? Cantora e depois fui pro cinema. Posso estar errado. Peraí, não, peraí. Ela participou de coisinhas pequenas como atriz, mas ela se desencantou, né, como cantora, né, que ela veio na onda da...
Ah, desistiu? Da Selena, que foi uma cantora latina, muito famosa, que faleceu cedo e tal. E aí ela veio como essa... Tipo o que a Shakira também é, né? As cantoras latinas, né? Shakira que fará show aqui dia 2 de maio no Rio de Janeiro. Já fez.
Temos também Vicente Donofio como Carl Stark. Eu preciso dizer que a hora que ele apareceu eu falei assim, ah não! Tava tão bom! Tu não gosta dele, Paty?
Não. Eu gosto dele. Do Vice Donofrio? Tu tava falando bem dele antes? Antes do... No ano passado? Dele? Tá confundindo com o Vince Valg. É isso. Que também está no filme. Que também... É o Vince Val. Que também está no filme. Esse me pegou de surpresa que eu não lembrava. Mas o Vince Valg é o ator odiado pelo Marcel.
Não, não é tu que você falava que odiava ele e que a única coisa boa que tu viu que ele fez foi True Detective 2? Não, você fala isso sim, Marcelo. Não, a única coisa séria que ele fez de bom é True Detective. As comédias, tem umas comédias dele boas. Não, Vicente, nossa, eu gosto. Eu não estou falando Vicente.
Porra, Old School é maravilhoso, cara. Não vou insistir nessa discussão, mas eu tenho quase certeza que o Marcel falava muito mal desse filme. Sim, o Marcel fala que o True Detect foi uma das coisas mais maravilhosas que ele já fez, que o resto é tudo qualquer coisa. Não, amor. O humor, ele tem Old School, que é muito bom. O que mais? Acho que só esse também que eu gosto, mas...
Discordo, mas me dou por vencido. E grande elenco também. Pô, tem um cara que... Tem um cara do Madrugada dos Mortos aqui também. Não, tem o Hank, né? Do Breaking Bad. E a Dora faz um papel de policial. Precisamos de um policial. Bota ele lá. Tem cara de policial. Isso não dá pra negar. Mas tem um ator assim, ó, que acho que só eu devo ter reconhecido. E só porque a gente gravou do Identidade há pouco tempo.
O doidinho do Identidade tá aqui, é o doutor qualquer coisa. E ele ou tá fazendo estrábico de novo, ou ele é estrabe. Tá com os olhos tremendo aqui também. Ele não é estrábico não, é que ele tem um formato de olho esquisito. É act. Ele gosta de fazer personagens estrabe. Ele fica nervoso e o olho dele treme.
É que nem o George Clooney com a cabecinha dele. É sempre os cacoinhos. Ou o Vince Volg com a boca aberta, que esse filho da puta não fecha a boca um minuto e nenhuma cena esse filho da puta não fecha a boca. O Vince Volg fazê-lo em todo filme, né? Tá sempre assim. Sim. Ele parece que tá sempre babando, sabe? De algum jeito ele tá assim. É.
Então vamos lá. O lábio caído. Vamos lá. Que filme qualquer nota, né? Qualquer coisa. Qualquer coisa. Puta que pariu. Ele é muito... Muita forma pra pouco conteúdo. Porque ele tem conceitos legais. Ele tem até... Acho legal aquele clima de clipe. Acho umas estéticas bacanas. Uns bichos bacanas. Mas o filme é tudo jogado. Uma história sem pena em cabeça. Nada faz sentido. Isso eu quero... Na cara da Pai de Quem Adorou o Filho.
Eu quero dar com a língua nos dentes aqui, porque uma das coisas que me pegou muito quando assisti o filme, que eu devia ter em 2000, tinha 13, 14 anos, que eu odiei a estética desse filme. Era um negócio que me marcou pra vida inteira. E hoje, gostei. Achei bem show. Assim, ó, peço desculpa ao diretor, que eu já esqueci o nome. Me desculpe. Também alguma coisa.
Porque eu achei, e o diretor de fotografia envolvido, achei assim, ó, meus parabéns, muito legal. Tem os efeitos datados, mas foda-se, tá? A ideia, a ideia tá maravilhosa, mas assim, ó, o restante eu mantenho a minha mesma...
Minha mesma qualificação. Eu quero te perguntar se a sua percepção inicial do filme melhorou ou não. Melhorou só a parte da fotografia. O resto, nossa, cara. O filme é de 2000, ele tem cara de 2000, mas ele não é azul nem verde. Então já é uma grande vantagem. Ele é bem diferente dessa leva. Ele é bem... Ele tem edição um pouquinho em 2000, jogos mortais, né? Isso, isso eu ia contar. Câmera lenta e câmera acelerada.
a montagem é nojenta dos anos 2000. Isso não dá pra negar. Mas eu acho que vai me irritar. Nesse aqui passou. Ah, tem coisas que me irritam. Aquele primeiro momento que ela entra na cabeça do Donofrio lá, eu achei nojento. Porque, tipo, é tudo legal, os visuais estão legais, mas é só aqueles cortes bizarro. E daí mostra, e pá. E daí tem umas partes que eu acho que, sabe? Tipo, tudo me pega torto ali na montagem.
Eu adorei o filme. Isso me pegou de surpresa, eu não imaginei que tu gostava do filme. Eu me envolvi com o filme de um jeito muito legal, assim, e essa parte da estética então gritou pra mim. A estética é muito boa, cara. Aquele início... Eu amei, cara. Amei. Aquele início já dela chegando no cavalo... Eu achei que o Minuto Work ia entrar a qualquer momento.
a minha visão desse filme é que ele no início parecia que eu tava vendo Duna e depois ele virou uma história sem fim do terror é um crime, é
Até porque História Sem Fim é de terror. É de terror. Esse é o História Sem Fim pra adultos, né? Pra adultos. História Sem Fim pra adultos. Mas História Sem Fim é de terror. História Sem Fim deveria ser pra adultos também, né? Mas eu consegui correlacionar isso, se não é sacanagem, com História Sem Fim de uma boa, na questão da construção ali do vilão. Naquela parte final, que ela já tá de santa e tudo isso.
Aquilo ali me lembrou muito, me remeteu muito. Isso me pegou muito. Porque do nada vem uma Nossa Senhora lá parada e eu, caralho, onde é que nós estamos? Não é do nada. Ela vê que tem um santinho do cara lá que remete a algo pra ela poder correlacionar e se ligar a ele. Não é do nada. Não, tudo bem, mas pra mim foi... Ai, meu Deus, eu não tô com energia pra defender nada. Tu não precisa defender, pai.
não é uma disputa e vocês viram que coincidência eles precisam gostar desse filme a Jennifer Lopes e a Fernanda Montenegro fizeram a mesma personagem já né, não eram santas diferentes não é, tudo Maria é tudo Maria não, não, não, não todas que apareceram são aparecidas
Só uma levou esse título, mas todas apareciam. É que uma apareceu, mas aparecida. Chegou a parissola lá. Aí tinha que ser a nossa senhora parissola. Olha lá a parissola brilhando no rio. Olha lá ela.
Cara, eu acho, assim, uma casca muito boa nesse filme. Só que tudo é meio de qualquer jeito, sem profundidade. Esse serial killer não tem motivação nenhuma. Ele é só um doidinho com uma doença que o filme inventou ali. Tudo bem inventar a coisa, mas...
Falta conteúdo, sabe? Mas o principal que mais me incomodou é que não precisava ter nada disso de entrar na cabeça. Era só a polícia fazer o trabalho de polícia. Tanto que oficialmente nos registros do filme botaram como se fosse aquilo.
E assim, né? Era a polícia fazer trabalho de polícia, mas levar o filme inteiro pra fazer uma parada que, cara, é o básico. Que é assim, tem material com o nome de uma fábrica. Quem sabe a gente investiga essa fábrica aqui. A minha reclamação do filme foi isso. Foi, tipo, descobrir onde a mulher está por algo que ele já tinha visto, passado a mão.
Só não leram, né? Ele passou a mão no negócio, prestou atenção e depois lá quando ele entrou no sonho, olha, tem um símbolo aqui. Sai do sonho. A ligação do sonho é mais difícil do que ele olhar o nome. Vamos ligar pra ver quem fabrica essa parada? Tá escrito lá, escrito bem grande. Tramontina. Tramontina. É difícil.
Sem contar que eles fizeram essa mesma ligação pro cachorro e funcionou. Era só fazer de novo, né? Eu tô me perguntando agora, assim, você que só entendia de animais, é tão difícil ter um pastor alemão assim que tem que ser registrado? Porque não é?
Onde? O registro de compra de um pastor alemão? Aí o Felipe, não, deve ser porque ele é albino. Eu falei assim, não é possível. Não é possível que não nasceu outro cachorro branco na face da terra. Eu acho que eles foram nos criadores. Vamos ver quem cria pastor alemão. Vamos lá, vendeu algum albino? Que é errado algum albino. E daí minha dúvida é, a produção foi tão fudida de atrás de um pavão albino ou pintaram aquele pavão de branco? Cara, eu não sei. Mas eu quero acreditar que eles acharam um pavão albino.
Porque, porra, beleza, tá, cachorro, sei lá, eu não imaginaria que era raro. Mas pavão, com certeza, não é tão barbara quanto um cachorro. Sei lá. Existe, existe pavão albino. Existe. Problema é se achar, Paty, não é essa questão. Ah, mas sempre tem esses ricaços excêntricos com zoológicos particulares. Sempre tem esses bichos bizarcos. É do vice-volg o pavão.
O Pavão foi até vilão de um filme do Kung Fu Panda. Mas aquele não era o Bino, eu acho, não lembro. Ele é branco. Ele tá maquiado, né? Ele tá maquiado. Ele é branco, não, ele é branco. É branco mesmo? Tanto que o filme mesmo, no fim, fala, ah, pra não dar merda, né? Porque eles fizeram um negócio meio, não vou dizer legal, mas por baixo dos planos ali. Ele só, não, não, nos registros do caso, ficou que o cara viu o código lá. E aí, que foi o que fizeram, caralho.
No final das contas, toda aquela viagem pelo cérebro do cara era ilegal. Sim. É, porque era uma tecnologia experimental. Só pra fazer ela matar ele. Só pra fazer ela matar ele no final. A mulher matou o cara. E aí depois, não, eu quero testar com o guri agora.
Mas ela fala A minha intenção não é a mesma com o Grisinho Ah, mas vamos arriscar, né? Vamos testar Mas lá ela se controla Ela quis matar o cara porque é o vilão É o diabo aqui, eu vou matar o diabo
Mas assim, eu vou discordar um pouquinho. Tudo bem, eu concordo com o Romo no sentido de tentar aprofundar mais a questão do serial killer. Mas quando eu vi que ele ia ser pego... Eu matei o filme rápido, assim. Eu não sabia nada do filme, mas eu matei o filme rápido. Eu falei assim, vamos pegar esse serial killer rápido e ela vai ter que desvendar onde é que a mulher tá através da cabeça dele.
É, tava desenhado lá. E quando o vice-vald pergunta por que que tem três camas, eu na hora respondi. Porque vai ter que entrar pra salvar ela. Nessa hora eu lembrei que acontecia isso. Tem uma terceira que deu, ah, é, ele entrou lá dentro. E aí, Felipe, por que que é ele totalmente despreparado e não é a médica que vai lá?
Paty, além disso, a roupa cabia em todos eles perfeitamente, tá ligado? A roupa eu acho foda. É a armadura do Drácula, quase, né? É a armadura do Drácula. Por isso que eu gosto tanto. Aí que tá. De novo, o visual é muito foda. Aquele visual semifinal da J-Lo presa lá, com aquela máscara, é caralho, muito bonito. Todos os... Tirando...
Pra mim é foda. A parte que ela já tá na mente dele presa, que ele tem que ir lá resgatar ela, essa parte que a hora que ela aparece com aquela máscara, eu falei assim, gente, eu queria ser isso, sabe? É gótico, é, sabe? É um gótico hardcore, né? É um negócio, e ela é tão linda, tão maravilhosa, que meu Deus do céu, aquela mulher consegue ficar mais linda. Como é que ela conseguiu ficar mais bonita ali do que no Anaconda?
Seis anos... Sem roupa, né? Que é sem roupa, né? O quê? Qual que é? É anaconda sem roupa, é isso? Mas ela tá de roupa, anaconda. Não, ela tá de regatinha e shortinho. Ah, mas ali ela tá muito linda. Ela tá no mato aí, sua, escadela.
Ela tá no sonho, ela é mulher do sonho. Aquele cheiro de citronela pra tudo que é lado, né, porra. Mas assim, o que eu ia falar? Eu concordo com o Rollo nessa questão de aprofundar o serial killer e tal, mas eu acho legal porque assim, na maioria das vezes que a gente vê, né...
Tanto em documentários de true crime, quanto em filmes que relatam o serial killer, a gente sabe que tem ali por trás uma infância filha da puta, que não vem do nada, que o cara começou a fazer aquelas atrocidades. Ele fica doente através do comportamento dos outros do entorno dele. E aí eu achei legal justamente isso, mostrar ali o início dele, que ele sim foi uma criança normal, uma criança que tinha sonhos, que tinha sentimentos, e tanto que essa criança que defende ela.
do eu dele atual, né? Eu gostei muito dessa parte. O que eu acho uma maluquice... A parte da busca dele, sabe? O que eu acho uma maluquice também, na cabeça dele tem o ele vilão adulto, diabão, tem ele criança sem muito... Nada tem explicação direito, sabe? Eu acho que me pegou... Mas o que me pegou... O que me pegou de... Era tudo lúdico. Ela não entrou na cabeça dele?
O que me pegou com a história é o fato que eu acho que o grande, né, grande diferencial do filme é o lance do Inception ali, que fazem ali nele. De vamos entrar na cabeça do cara pra procurar. E eu acho que só serve pra visual, porque é tão raso. Tipo, ela entra, logo ela é pega, e logo o Vince Valg tem que entrar pra resolver o problema.
Foda demais a fisiculturista, tá? Caralho Eu acho que esses dias Eu vi Todo Mundo em Pânico Primeiro, e eu acho que ela tá Todo Mundo em Pânico fazendo A professora de ginástica Não sei se é a mesma Mas é uma mulher gigante igual E eu achei parecida até Mas eu achei que Que poderia Tem a Cinda no filme também, tu viu Pat? É, tem a Cinda
O bagulho, ele é tão... Tão raso ali dentro, que eu acho que poderia toda essa parte se aprofundar mais, tanto nela resolver o problema, que eu acho que ela, tipo, ela resolve no final, só quando ela inverte o processo ali. E eu acho que daí serve só pra visualizar, sabe? Tipo, faltou muito e daí é muita enrolação com a polícia. Ai, vai, o vice-valgue dando opinião. Ai, meu Deus do céu. E daí tem toda uma tensão entre os dois que me dá nos nervos.
uma tensão sexual entre os dois, e tem todo aquele segundo policial do Madrugada dos Mortos lá, que o cara não serve pra nada e tá sempre no telefone falando com a mulher. Por quê, cara? Por que que tu tá falando com a mulher? Por quão isso é importante? Eu concordo com você no sentido que eu acho que a segunda parte em que ela chama ele pra dentro da cabeça dela, que vira aquele Windows Media Player do nada, sabe?
e que assim pra mim isso é que não fez sentido porque pelo seguinte, já tinha sido solucionado o caso entre aspas tipo, a gente já sabe vamos lá buscar na fábrica e não sei o que e tal, tal, tal, ela volta ali só pra salvar uma criança ela se apegou, uma criança imaginária que vai morrer? é tipo eu, eu acho que eu faria isso, né? ia me pegar a criança e ia voltar lá pra salvar a criança é tu se sacrificando pra salvar o cachorro que...
Não corria risco nenhum no Madrugada dos Mortos. É porque ela ia se sentir culpada. Isso aí foi tudo o ego dela. Que ela não pôde resolver o assassino. Mas aí ela acabou matando ele. Ela matou. Ela matou os dois.
o ser, a Lidl, percebeu que era uma pessoa só. Era uma coisa só. E como o Romulo falou, aquela criança não existia mais. Não, e eu acho muito boa. Não, existe porque a gente acaba tendo, tipo, os erros interiores da gente aqui. Não, ok, Paty, mas isso não vai... Não tem como salvar.
não tem como salvar o cara porque daí o filme ia pra um lado que eu ia achar bem pai, até fiquei com medo porque eu não lembrava direitinho da história assim, mas eu fiquei com medo de tipo ela, ai resolveu o problema do psicopata tá salvo agora, tá curado mas o que eu acho até legal que o
O próprio serial killer, quando ela tá enfiando a espada nele, ela fala assim, olha lá, você tá matando ele também. Pra lembrar ela de que ela está matando todo mundo. Ela foi pra lá pra salvar ele, mas ela tá matando ele. Então assim, e aí? Me conta depois o que aconteceu com esse serial killer. Ele ficou babando na maca? Não, ele morreu. Eu prefiro o melão.
Eu só quero reclamar de uma coisa, que é nessa cena, antes que eu esqueça, que foi a única coisa visual que eu não gostei do filme, por que aquela cena dos dois conversando tem moldura? Eu não entendi uma moldura natalina, né? Eu fiquei, que porra é essa, cara? Eu achei que o cara ia chegar e segurar com a mão, assim, tirar daqui. No globinho de neve do menino.
Uma das dilemas que ele era com o Globinho de Neve Ela me criou O cenário que o garoto Tinha de bom Tava se aprendendo a tudo que teve De meia boca na vida do guri O cara é tão psicopato Que a única coisa que ele tinha de bom era um Globo de Neve
Mas eu preciso dizer assim, que eu achei do caralho a hora que ele surge de novo com uma capa preta, tipo um pavão negro. Eu achei aquela cena linda, que ele vai levantando assim, é tipo soltando o mar. Eu curti mais ele todo dourado, torturando o Vince Valdi. Aquela que vem a cortina das paredes, a capa das paredes, achei muito foda aquele conceito. Foda também. Esse cara tem um tesão por pano que é diferenciado, né? É pena que é pano CGI.
É muito pano, né? Porra, se fosse prático daí eu dava 10 nesse filme só por isso. A da capa saindo das paredes era um sujeito safado. O resto não. Mas cara, todos os figurinos do Donoffel estão muito foda. Muito foda. Ele é diabão quando eu vi que o Chifre é no cabelo. Caraca, que coisa bizarra. Muito maneiro.
E ficou menos bizarro do que com o cabelo lisinho no ombro. Aquilo ali eu achei muito bizarro. Eu não tinha reconhecido ele no início do filme. Isso é outro problema. Eu lembrava ele gordinho lá no Full Metal Jacket.
E esse é outro problema que ele... O Marcelo já falou, né? Porque eu falei do Rei do Crime, ele falou assim, ah, vamos gravar que tem ouvido do Dono. Eu falei assim, o que ele vai ser no filme? Ele já tá lá no serial killer e o Felipe falou assim, não é o Rei do Crime? Eu falei, você acolhe esse aquele zoninho fundo, assim, esquisito? E esse é um problema também, porque ele não tá entregando muito ali, né?
Mas o papel não exige dele. Sim, exato, mas poderia. Eu acho que ele entrega bem quando ele tá na cabeça dele, assim, tipo... Faz um caraca, né? Na hora que ele tá de dourado, de rei dourado lá, ele tá...
E era uma das cenas que me incomodava quando era criança, adolescente, porque eu curtia pela tortura, achava massa o efeito ali prático e tal, e o tipo de tortura achava bizarro. Mas eu odiava aquele visual dele, e daí hoje eu fiquei, achei curioso que hoje eu curti bastante tudo. É muito entrando no clima que todo o visual do filme é meio malucão, né, lúdico. É, o cara não entende quando é adolescente, só quer ver tiro. Só quer ver as tripas saindo.
aliás, quanto tempo a pessoa sobrevive não é possível que dê certo, algum médico me explique, pô, tu tá tirando teu intestino num carretel não pode durar muito tempo se ele não cortar o intestino é? tudo bem, assim coisa horrível
Porque daí, se arrebentar... E se arrebentar, tu vai morrer sangrando. Não é nem por nada, porque só tem... Não tem nada ali que é vital. O pior, você pode morrer... Não é só sangrando, você pode morrer de infecção generalizada que você vai explodir a merda no seu corpo.
Paty, tá o cara passando teu intestino pra um carretel. Infecção seria o menor dos problemas. Aí vem as bactérias e vai matar rápido, cara. Se ele sobreviver de um dia ali com aquela tripa pendurada, já era. Imagina o cara acordou com uma dor de barriga e nem sabia por que.
Esse é o legítimo não nas tripas, né? Mas acho que o filme é muito... Acho que o filme ele tenta ser muito simbólico com tudo, sabe? É a questão da empatia e redenção de ela buscando que ela não conseguiu com o garoto, o primeiro garoto lá tentar resolver nesse e foi uma resolução merda, né? Porque ela mata uma pessoa, né? E acha que salvou a criança. Se ela for fazer isso com o barquinho do outro menino lá, tá fodido. Aquele moleque tá ferrado.
vai afundar o barquinho. Você aparece aquele Goblin de novo lá. Aquele menino no início do filme parece o garotinho do Aliens, do Suad, do clipe do Suad. Sim, sim. Eu acho que eu ia gostar mais do filme, porque pra mim o que pega no filme bacana é a estética doida. É interessante o visual. Todos os cenários dentro de sonho eu achei do caralho.
mesmo quando é mais limpo e clipe do R.E.M., no Dalbit, até quando é mais sujo, quase um de Jogos Mortais, um climinho ali. Mas eu acho que se o filme fosse mais maluco, deixasse de lado essa parte mais, que ele tenta ser mais sério ali, um filme mais normal de...
de investigação, de serial killer, e fosse de loucura total, tipo Beyond the Dark Rainbow, Marcel. Sim. Que fosse só viagem visual e experimental, acho que eu ia gostar mais da experiência. Porque eu achei tudo muito jogado. Tipo, o Vincent D'Onoffre, claramente tem algum background religioso, porque ele aparece como um demônio várias vezes. Ela...
E ele é batizado, o trauma dele é no batismo, né? É, só que só mostra o batismo na água e é isso a infância dele. Tipo, tá, foi. Aquele batismo, Renato te afogou e isso aí te fudeu a vida inteira. Eu achei muito raso. Não, não foi só isso. Não, peraí. Não foi só isso. O pai dele tratou ele como um lixo a vida da criança inteira ali. Eu não lembro disso.
Na hora que ela entra na mente dele... Ela vê o cara... Ela vê o cara, tipo, o garoto quebrou... Ela quebrou o prato, aí o garoto já enfiou ela dentro do armário. E aí o pai já começou assim, você acha que a gente é rico? Quer quebrar prato? Batia no gripe pra brincar de boneca?
batia nele porque ele tava brincando de boneca, enchia ele de porrada e, tipo, ele levava uma prostituta pra dentro de casa, fazia ele ficar lidando com aquela figura ali e isso desencadeou ao modus operandi dele, sabe? De transformar as mulheres em bonecas e sexuais e tudo isso, entendeu? Verdade, tinha esquecido dessa cena. Agora lembrei da prostituta lá, ele cagando a pau aí. E as argolas pra se pendurar?
Só pra fazer uma rima visual com a máquina, que eles ficam pendurados também. Ah, acho que é. Não, eu acho que ali eles já ficavam pendurados antes. Não, com certeza. Tanto que no final ainda, eu passei o filme inteiro achando que era na roupa, mas no final, quando ela sai, dá pra ver que é um suporte pro corpo, que não é na roupa, dá pra ver o suportezinho.
menina, assim. Ai, eu não gosto da explicação dela. Que mão, né? Vocês pegaram as argolas dele porque não deveriam, porque ele gosta de se sentir seguro, suspenso. Minha amiga, você não gosta de se sentir seguro, minha filha.
vai que ele quer gozar de novo, né vai que ele quer gozar de novo, não tem onde pendurar o cara o moço tava batendo a mão na maçaneta dele cara, então tava pendurado não era pra se sentir seguro e aliviado não é isso, aliviado era? aliviado sim, meu maior medo quando eu vou nas convenções de tatuagem é ver ao vivo alguém se pendurando assim porque eu acho que eu desmolio na hora
Que aflição, tá maluco. Meu máximo foi ver vela sendo jogada em cima de alguém e... e salto alto. Eu não irei me pronunciar. Não foi comigo, foi no aconventão. O máximo que eu vi... P.O.V. P.O.V.
Foi numa festa gótica. Eu acendi a vela. O povo do Rio de Janeiro vai lembrar da DDK, festa alemã. Aí teve a temática erótica e as pessoas faziam essas apresentações malucas, entendeu? Eu prefiro ficar quieto e não me pronunciar num momento desse. A cena do cavalo é muito boa, do cavalo sendo cortado. Foi uma das coisas que me marcou quando eu era adolescente. Aquilo lá eu levei um cagasse quando eu vi aquilo lá. Porque ele tá vivo, né? Ele vem respirando ainda, né?
Pô, tadinho dele, cara. Tadinho. E que memória também, né? Por que o cara pensou num fatiador de cavalo ali, né? Então, é bem que assim, na minha concepção, o cavalo tem uma força, né? Ele é um símbolo de força, né? Então, pra ele, é como se aquilo ali fosse quebrado em várias partes, assim como ele foi quebrado em várias partes, entendeu? Durante a infância dele toda.
Então aquela simbologia de deixar o cavalo em partes é como se a força dele fosse dividida ao longo do que ele foi apanhando e tudo isso. E não tem como juntar aquilo. Ficaram totalmente separadas, mas ele ainda tenta ter a força vital dele de alguma forma.
que bonito que tu tirou tudo isso daquela cena que bonito, nenhum laterista tirou isso que viagem pra mim também foi isso aí, vamos fazer um negócio pra chocar galera, vamos, vamos dividir um canal
Eu adorei ficar pensando no filme no dia seguinte, eu fiquei lá, eu fiquei pensando, fiz umas anotações, eu falei assim, eu posso estar viajando, mas o filme me deixa essa coisa de viajar. Mas eu fico feliz com isso, porque pra mim, tanto que eu agora acabei de perguntar um negócio que eu já não lembrava, porque, cara, eu vi o filme no domingo, na segunda eu já não lembrava mais nada dele, ele não marcou nada, nada, tirando umas coisas visual, assim.
Ele tem uma identidade totalmente quebrada, né? Ele não sabe quem ele é. Quando ela entra na cabeça dele a primeira vez, que eu acho o máximo, quando ela entra lá, são várias, tipo, todas as mulheres, né? De formas diferentes ali.
em cubos e tudo isso, ele não tem uma identidade, ele não enxerga aquelas pessoas como as mulheres como seres humanos, sabe? O pai dele não mostrou isso pra ele, o pai dele disse que elas eram só bonecas, que elas eram usáveis e tudo isso. Então, a cabeça dele transformou, eu acho muito maneiro essa parte das mulheres ali nos cubos.
aquilo ali, o pensamento dele hoje, quando ele mata uma mulher ele enquadra ela em alguma daquelas entendeu? Então é bem sinistra aquela parte, pra falar a verdade só não entendia a Gora, mulher lá
Sei lá, curtia o foro todo. Será que ele matou uma assim também? Pode ser, não sabemos. Se foi por isso, uma otaku foi também, né? E eu achei também muito conveniente que a polícia tá entrando e daí do nada, ah, é piripaque do Chaves, agora ele tá aloado, vai ficar pra sempre assim. Como assim, cara? Na primeira ele tava gritando com voz de demônio.
É, tipo, aspirina. Apareceu a aspirina, eu pensei que a aspirina é essa, que a cara tem que tomar pra passar na hora, um instante, negócio. Mas lá eles explicam uma questão científica ali que realmente dá pro cérebro do nada parar e tal. Porque eu achei muito conveniente, como é que vamos lidar com o cara, vai ser preso, mas a gente precisa dele parar o tempo inteiro. O guri tá em coma, então ele tem que ficar meio que, tá, vamos fazer ele ficar luado e era isso. Tá bom, tá bom.
Se o menino tá aluado, por que ele não pode ficar? E eu quero dar os parabéns, que é um negócio que me pegou durante o filme, que eu não lembrava também, que é a frieza da mina achar o caninho e ficar respirando por ele lá até alguém salvar ela. Porra, isso aí. Começou a encher de água, eu pensei, cara, boia até onde tá, enfia a boca num canto e vai respirando, tá ligado?
Já tô imaginando. Corta, tá a mina chupando no caninho. Parabéns, essa aí saiu bem. Achou o negócio. Eu já tava imaginando que aquele cano que ela ia quebrar ia fazer a água descer mais rápido. Eu falei assim, o que essa impensista quebrando? Quebrar cano, não é muito intuitivo isso.
eu pensei nisso na pia eu pensei nisso na pia que eu pensei, tipo, porque que ela não arranca a pia e tenta tocar, né, pelo menos tentar vai não, estoura o cano mais rápido ainda deixa que a pia só pensei no vaso, água subindo na altura do vaso água do vaso misturando com a água da cela que nojeito é o ponto sem retorno ali ali eu morri atire em mim, policial, atire em mim e aí e aí e aí
Eu já tive que desentupir um vaso no meu antigo trabalho, com a merda dos outros, ainda por cima. Caralho, trabalho, olha o acumulo de evoluções. Eu sempre fico imaginando esse... Isso não muda nada pro filme, tá? Tô só sendo chato de bobeira aqui. Eu sempre fico imaginando como... Fui ele que construiu essa porra toda? Ele chamou prestadores de serviço, olha, eu quero um aquário aqui, tipo uma cela, embaixo desse meu galpão.
Eu não entendi uma coisa. É tipo o Joey Kramer lá do Jogo de Polar. Que de hora em hora vai encher de água. De hora em hora vai encher de água, aos pouquinhos. Eu, assim, me perdi. Na hora que o Vicente Vogue fala assim, procura aí a propriedade, não sei o que lá. E o cara vira pra ele e fala, a propriedade estava no nome dele, do assassino? Deram, deu uma merda e deram pra ele a propriedade, ele assumiu e ficou no nome dele.
Foi a investigação mais fácil do mundo. Eu só acho, eu acho, é tão fácil que eu acho muito massa. A gente tem que ir pra estrada tal, piloto do helicóptero. Eu sei onde é. Mas isso é antes de Waze, Marcelo. Todo piloto, todo motorista sabia os caminhos de tudo.
Eu sei onde que é. Caralho. Quatro rodas no capô do carro. Quatro hélices. Os taxistas conheci a cidade inteira de Cabo Arrapo. Não, e aí... E o cara do helicóptero não precisa nem saber o que é contramão, o que não é, só ir reto. É só vira e toca.
Meu amigo, só sai da frente dos pássaros, só isso. Essa parte da investigação foi bem... A parte dele, pior de tudo pra mim, não é ele saber, o piloto saber onde é que é. É o Vicente Volga andando por lá e de repente ver o negócio de... Levantando o arzinho. E ele tipo, ah, é aqui, eu preciso seguir esticando. Ele vai me levar a algum lugar.
Paty, ele chega no lugar, tá cheio d'água. O instinto do cara não é apertar uma válvula ali pra esvaziar, é atirar no aquário. Foda-se, eu vou atirar aqui. Porque aparece, a primeira vítima que aparece, ele tem uma válvula pra esvaziar. O que ele ia fazer? Testar uma válvula e encher mais? Já tá fudida, tá ligado?
sendo que a gulia tá respirando a gulia tá respirando, não tem nem urgência a bala pode ricochetear nele a bala pode sair atravessada e seguir uma outra trajetória e parar no corpo da mulher porque ela está de frente para ele atirando para o vidro pelo menos ele pediu pra ela ir mais pra trás pelo menos ele fez assim ela devia ter mandado ela ficar no cantinho
e o cara, e ela ficou lá assim. Eu adorei ele mostrando o distintivo pra ela. Ó, eu sou polícia, tá? Pode ficar tranquilo, caralho. Quando só faz alguma coisa, rápido. Aí que tu se mata afogado porque tem medo. Tá com um beck no bolso. Ainda bem que tu é loura e branca, hein, amiga?
E eu queria entender qual era o propósito dele também, ele filmar aquelas mulheres, ficar torturando e se enchendo devagarinho. Pra quê? Porque o dos Jóus Mortais ainda dava o tempo porque a pessoa teria condições de se salvar. Ali, aparentemente, não tem. É só esperar ela morrer afogada. Eu achava... Eu achava que ele já tava enchendo aquilo de água sanitária. Acho que elas já saíram de lá, mas daí não é água normal. Água oxigenada?
É, não, ele descoloria as mulheres com água sanitária. Ele pega lá e enche as mulheres de água sanitária lá. Eu achei que já era água sanitária ali. Não, não. Mas aquela mulher ter morrido com água na canela, já morria intoxicada ali. É que ele tinha o prazer em ver o sofrimento delas. Tipo, meio que pra ele fazia muito mais sentido quando era tortuoso pra outra pessoa. O processo todo. Mulher boa, mulher sofrendo na cabeça dele.
Exatamente. Então é meio que isso. E aí ele gostava de ver aquela tortura, porque a pessoa realmente vai morrer de um jeito muito merda. E aí depois que ele faz o branqueamento dela lá com o alvejante, você pode olhar as bonecas que ele tem. É meio como se ele estivesse transformando ela numa boneca também, sabe? Um negócio de porcelana ali e acabou.
Aí vida te segue, vai pra próxima. É isso aí. E ele tinha todo o lance, que daí também o filme Atropelma, tinha todo o lance que ele tava querendo... Ele batia punheta quando eu vi a menina já esbrançada. Pendurado. Mas todo o lance que ele tava querendo, ele já tava no nível de serial killer, que ele tava querendo ser achado. Ele tava deixando pista pra ser achado. Segundo FBI, né? Aquele FBI.
Não é questão de deixar pista para poder ser achado. É que toda a maior parte dos serial killers gostam de ser reconhecidos por aquilo que eles fizeram. Então eles começam a criar uma assinatura, começam a deixar em determinados lugares sabendo que ali vai ser achado, porque eles querem que a obra de arte deles, entre várias aspas, seja vista. Ele não quer ficar só guardando o negócio, entendeu? Então, alguns deles fez isso. Não estou falando uma coisa com o Marcel, com outras palavras.
só isso pra combinar isso não é que ele quer ser eu discordo dele de que ele quer ser achado eu acho que ele quer ser visto que tipo, olha tem um serial killer fazendo isso ele diz ou ele quer ser achado ou ele acha que a gente é muito burro as duas coisas algum policial gritar no fundo é as duas coisas
Amiganto, ficou prestando tanta atenção em outra coisa que não viu a Tramontina escrita. Então, sim, você é o Bruno. Aquilo ali, assim, é uma incompetência de roteiro gigante. Como a gente vai atrasar uma investigação? Os policiais simplesmente não investigando. Sim, ponto final. Hora do mal é isso. Pô, e que cachorro filha da puta, né? Que cachorro adestradinho pra fingir atropelamento.
Que coisa mais fofa. Ele é todo, todo calminho e ele senta lá, fica olhando, todo mundo viajando na maionese. Colhendo as mulheres morrendo, sendo torturada e tá lá. E vem a louca, pega pra criar o cachorro. Ele mostra um desconforto, sabia?
Para, Paty, que desconforto. Cachorro tem desconforto. Na hora que ele tá fazendo o negócio com a mulher, ele fica... O cachorro fica... O meu dono tá se passando, mas eu sou fiel. A Paty passando pano pro cúmplice. É isso, Paty?
Mas qual o problema dela ficar com o cachorro? Ele é só um animal, tadinho. Não tem culpa. Mas não tem por que ela ficar. O problema é esse. Mas ela se apegou com o bichinho, cara. Ela se apegou, deveria se apegar. Marcel, uma mulher que se apegou a uma criança que não existe em 10 minutos, dentro de um inferno na cabeça, o cachorro não me admira também. Cachorro bonito.
O Romulo, o que que tu achou da cena dela saindo pequenino na sala? Depois de você falar disso, agora eu quero só botar o Marcelo na parede aqui. Duvido por que você tem andado na rua, não viu um gatinho andando, falou assim, quero levar pra minha casa. Viu um cachorrinho, ah, queria levar ele pra minha casa. Um cachorrinho de um cerealquino.
treinado pra matar. Deu ter me envolvido com serial killer. Ele não mata. Marcelo Respe... Repete a pergunta pro Romulo, por favor. Não, o que o Romulo achou da Jennifer Lopes saindo da maca pequenininha, que nem a Nina do Rá-Tim-Bum, indo pro cantinho, desligar o desjuntor lá. Aquilo também foi muito... Quando ela acordou, já tá dentro da cabeça. Com certeza já tá dentro da cabeça.
Mas como é que ele sabia que aquilo lá era a cabeça? Como é que ele sabia que aquilo lá era a sala? Aí que tava no meio... Ela tava indo ainda? Ela não sabia nada. Tudo no instinto. Aquele lance também, ah, tu tem que entrar lá porque ela tá acreditando que é real. Por que que ela tá acreditando? Como é que tu sabe que ela tá acreditando que é real? Ela tá só agindo como ela agiu o tempo inteiro lá dentro. Ela tá morrendo. Ela não apertou a mãozinha.
Ela tá começando a ter os sinais vitais dela lá alterados e ela não apertou o negocinho da mão.
É, essa parte do confundir que é real, eu acho legal, só eu acho mal explorado no filme. Que é aí que tá, se o filme fosse tudo isso, que o João falou, fosse uma maluquice, só dentro da cabeça. Põe em três minutos de polícia...
Dentro da cabeça, 1h37min, e depois 3 minutos pra terminar o filme. Ia ser maravilhoso. Porque daria pra explorar muita coisa só dentro da cabeça do cara, tá ligado? Inclusive todas essas questões. Ela descobri tudo dentro da cabeça dele, toda a motivação, tudo onde é que tá. Sim, sim. E aí no final, a gente não sabe nada, a gente só acompanha essa maluquice. Aí no final mostra ele acordando, que era o serial killer. Ele tava preso já, a polícia tava investigando, pô, ia ser...
Não, ou até o Lan... Cara, ela podia estar lá e, sei lá, ele está escutando tudo aquilo de alguma forma e eu vi esse vlog com um radinho na mão indo atrás, sabe? Porque eu achei que é por esse lado, na hora que ele está no clipe do R.E.M. lá na banheira, lá com a primeira pessoa, que ela pergunta, cadê a fulana? Porque eu achei, pô, calma, tenta investigar isso um pouquinho melhor.
Eu achei que ia ser esse esquema. Era ela tentando descobrir durante o filme todo, tá ligado? Só que não foi. Se fosse assim, ela teria achado mais fácil do que a polícia, né? Precisou o policial fazer um negócio que não é dele, se meter na cabeça do cara pra ver o Tramontina escrito. O cara era advogado, promotor, e aí vou virar policial, porque julgar não me basta. Eu quero caçar. E dá pra outro julgar.
Na verdade, ele parou de querer ser promotor a partir do momento que ele viu que o trabalho dele não valia de nada. Porque ele tentou incriminar lá um assassino e não deu em porra nenhuma. O cara levou... Foi absolvido, não sei o que falar. Ele foi pra uma hierarquia abaixo. Vai pegar e entregar pra outro promotor que vai absolver. Sim, mas aí pelo menos a parte dele de trabalho deu certo, entendeu?
Cara, eu achei a história. Tipo, nós estamos já num filme que é bem pesado. Qual que é a história? Ah, o cara abusou de uma criança. Soltaram o cara. O cara foi lá, pegou a criança de novo. Matou. Guardou o coração na geladeira. E pros pais acharem. Eu, caralho. Eu largaria do serviço também. Na hora também, tá ligado?
Eu largaria antes do julgamento, tipo, pô, tá demais pra mim isso aqui. Ele achou pesado julgar isso. Eu não sou o policial que encontrou o coração dentro da geladeira. Imagina ele chegar nascendo crime, né? Tá maluco. E aí ele resolveu ser isso. Entendeu?
Vou resolver antes. Vou matar vagabundo na rua. Essa é a solução. Então vou ficar traumatizado de uma vez. Vou fazer do jeito certo, né? Que é olhando as coisas. Que é correndo até de zero quilo. Olha tudo, menos a porra da bancada com o logo da empresa do cara. Agora talvez a pior coisa desse filme seja o pôster, cara. Eu já tô com a pena da capa do nosso episódio, porque que troço horroroso. Não, isso não é o pôster de cinema. O pôster de cinema é a cara da J-Lo só, cara. Eu tô vendo o MDB ali.
Não, não é aquele, o cubo ali. Ah, porque nem sentido tem aquilo. Não, é a capa, é a capa, é a... É ela, só uma foto dela. Só isso. Nem com a máscara. Essa época era as grandes estrelas vendiam os filmes. Ah, ela de Padme... É, exato. É isso aí. Quer saber o seguinte? Existe a Sela 2. Nossa! Ah, tá brincando. Tem mesmo. Existe a Sela 2.
Eu vou ter que ver essa merda. Agora eu fiquei curioso. Vai, dá pra gente gravar, Marçal. Não tem ninguém do primeiro filme. Tá óbvio, né? Todo dia... Não sei. Vai que a JLo resolve salvar mais alguma criança. Toda terça-feira, 28, a gente grava num A Cela. Não funcionou minha piada, desculpa.
Foi muito específico. Eu fui ver se tinha alguma outra terça-feira 28, entendeu? Eu só inventei porque é o dia de hoje. Tem, dia 28 de julho. Olha aí, Sela 2, tá marcado. A Sela 2, Jesus Cristo.
Queridos ouvintes, como de costume em todo episódio de filme, cada um de nós dá uma nota de 0 a 10, a gente soma nossas notas de vídeo pra ver a nota que o Sábado 14 deu, dessa vez para The Cell de 2000. Marcel, tu que é o maior fã desse filme e tem apego sentimental com ele. The Cell, Marcel. Marcel. Marcel é o maior fã.
Vai daí. O filme continuou ruim, assim. Eu não gostava dele por outros motivos. E agora, esse foi o motivo que eu gostei do filme. Isso foi uma experiência estranha pra mim. Mas assim, não é a pior coisa do mundo. A parte visual, pra quem gosta de coisa maluca e bonita e uma fotografia legal, vale a pena. Só pela parte maluca ali. E vale a pena olhar, vale a pena olhar. Dá pra dar uns seis e meio.
Pois é, ele é um filme genérico na história, né? Um filme genérico, raso, bem raso. Mas tem as ideias boas, tem um visual bacana. Numa época, talvez seja a época que o pior visual da história do cinema, ele ainda conseguiu fazer um visual bacana. Então, puta merda, é um diamantezinho no meio do churume, assim, na parte estética. Apesar de ser bem datado, 2000, mas até aí. A gente adora filme datado dos anos 80, 90, 70.
Então esse aí acertou a estética, ficou bacana. Eu vou dar um 6 também, é. Dá pra ver. Pra adolescente eu acho que deve funcionar bem. Adolescente que não vai ser tão chato que nem a gente de procurar lógica em tudo e profundidade, vai só pegar mais o raso, acho que vai se divertir legal. Talvez por isso... Não, nada a ver. O Marcelo não gostou na época. Nota 6, vai daí, Pat. Queria só dizer que também tem 28 de setembro e 28 de 21. Dá pra gravar no 3 e no 4 se tiver, então.
Não sei, eu só vi, sei lá, a Célula 2. Mas enfim. Cara, eu gostei do... A Célula 7? Que isso? Ah, é um outro filme. Meu Deus do céu, levei um susto. Eu gostei do filme, eu amei, amei toda a questão visual dele. Eu acho que foi o que mais me prendeu nele.
Tipo, como toda essa questão visual é uma alegoria pra tanta coisa, assim, que me deu até vontade de reassistir pra ter essas maluquices na minha cabeça, tipo a do cavalo que eu fiquei pensando meia hora por que eu cortei o cavalo.
Mas eu sei que ele é um filme fraco na questão da história base dele, que é o serial killer. Ele é mais um filme para ser contemplativo do que aflitivo. Ele não te causa uma tensão. A cena que eu mais fiquei...
com tensão, foi a hora que o garotinho bota ela dentro do armário e ela fica vendo toda aquela parte de violência com a criança, sabe? Aquilo ali que me deu mais nervoso do que tudo, que a parte que ele tá de rei, tá de diabão, ali eu tô esteticamente alucinada, sabe? Eu não tô prestando atenção em mais nada. Mas quando tem a coisa mais realística...
realista ali, que é um pai batendo numa criança, tudo isso, aí o filme fica mais pesado, e eu acho interessante que fazer isso, só que eu acho que ele fugiu demais, ele foi muito pra lá, pra dentro do não realístico pra poder tentar resolver algumas coisas, eu acho que ele podia trazer mais do que o Romulo falou no início, do porquê.
que ele faz isso e tudo mais sobre o modo desoperante dele porque a gente vai só pescando o filme, né? Então... Ou aprofundar os personagens também, porque o policial e o Vince Vogel, ele fala aquilo que ele... porque ele saiu da profissão e tal. A Jennifer Lopes também.
uma assistente social que é boa naquilo. O background que tem é o Vince Vaughn, lá na ficha dela o negócio do irmão que... É verdade. Muito foda, você tá ligado? Isso é qualquer outra coisa. O ser que é mais importante no filme foi o cachorro. Tipo, medo do cachorro morrer. Tipo, real. Então... Porra, ele caidinho ali no traje do carro é... Oscar. Pô, ele atuou atuando.
Foi o Inception de atuação. Mas eu gostei do filme, achei muito legal, mas também não é extraordinário. Então é o meu set, ele é um bom set. Mas eu gostei muito, muito de tudo que é visual. Se tu é uma pessoa que gosta de toda essa coisa visual e artística, sabe? Esquece Diabo Vestiprada e vai ver isso aqui.
A média ficou fácil, 6,5 pro A Sela de 2000. Uma parada que eu achei bem ruim, mas era nos 2000 total, né? Que não precisava daquela luta no final do filme. Podia só ter resolvido aquilo de outra maneira, né? Mas sacou de uma espada e vamos pra porrada. Nada melhor do que uma porrada. É uma virgem mártir, gente. Ela tem que ter a espada ali. Não, ali ela virou, não era nem de virgem, ali ela tinha virado o Anjos da Noite, né?
Mas ficou feia de santa. Só queria dizer isso, tá? Beijo. É pecado chamar santa de feia? Não, ela ficou feia de santa. Entendeu? Ah, eu fiz outra pergunta. Não, é pecado. É pecado chamar santa feia de santa. Tem que ter tesão na santa. Depois eu conto uma história. Vamos para os e-mails e novidades das plataformas de streaming.
E vamos para mais uma semaninha de leitura de e-mails e novidade das plataformas de streaming aqui no Sala14. Marcel! Uou! Quem quiser assistir a cela, onde encontra? Pode assistir na Darkflix ou pagando lá no serviço do Prime Video e da Apple TV. Então tá fácil, fácil e sucesso. Assista, depois ouça o episódio e nos conte. O que mais entrou essa semana nos streamings?
Vamos lá! Na Claro tá entrando Substância, que temos episódio. E Pânico 2, que também temos episódio. Na Paramount Plus tá entrando Cemitério Maldito, o remake, que eu não lembro o ano. No Prime tá entrando O Abutre.
Temos episódio. Terror em Silent Hill Regresso para o Inferno é o do ano passado. A Volta dos Mortos Vivos A Experiência, que temos episódio. Hannibal Estigmata, que temos episódio. Tá maravilhoso. Uma Noite de Crime que temos episódio. Abismo do Medo, que temos episódio. E precisamos falar sobre o Kevin que teremos episódio.
Na Netflix está entrando A Caçada e entrou todas as temporadas do Conto da Aya. É praticamente um documentário sobre os Estados Unidos, mas dá pra assistir que é meio terror. No Mubi está entrando Eu Vi o Diabo, História de Duas Irmãs e Até os Ossos. E a semana é isso. Primeiro e meio da semana, Paty. E meio do Gu Souza, qual é a relação desse filme com o Big Brother? O Tom Six.
Ah, o Centopeio, mano. Não sei porque o Tom não entendi a piada. Ele tá dando uma informação, será que no decorrer do e-mail ele explica? Porque eu não entendi. Tomara, vamos ver no final. Olá, pessoas, me desculpem por não ter mandado e-mail esse ano. Estou todo fodido na vida. Bem-vindo ao clube. Depois de quatro anos me preparando para um curso, percebi que não era o que eu queria e agora eu estou fazendo uma outra melhor. Ah, que bom.
Mas enfim, acontece. Eu acho que os problemas do adolescente é fiso com o cerrado, né?
O problema é quando é o adulto fazendo isso. Eu tô julgando ele sendo adolescente, tá? Desculpa. Tomara que sim. Mas enfim, se a vida está uma bosta, por que não falar de um filme de bosta? He he. Eu lembro que eu assisti esse filme lá pros meados de 2015 e me peguei refletindo na porcaria que vi. Assim, ele não tem nada de mais. Pois só nojeira uma alardeada.
isso aqui eu tenho que falar em gaúcho esse alardeada pela premissa da galera comendo cocô exatamente ele tem uma direção muito ruim, atuações inacreditáveis de ruim e também um senso amador tão grande que me surpreende a gente já gravou de filme com mais cara amador assim como o Marcel, fiquei muito mais feliz da conversa e devanei os imbecis de vocês, caralho é que a gente é ótimo é que a gente vai melhorar tudo, até o filme bom a gente melhora é o segredo é o pessoal
Muito melhor ouvir a gente falando de Exorcista do que assistir Exorcista. Eu acho que eu não girei muito bem a palavra imbecis, assim. Do que reassistir o filme em si. E olha, devo dizer que quase apaguei de tanto rir umas três vezes vendo esse episódio. Caralho! Aquelas cabras que se assustam e desmaiam.
adoro esses vídeos as mensagens da palavra cozinho e o Marcel divagando que seria a locomotiva do pênzinho porque tem pouca bunda pode ir lá tem pouca bunda e tem seu último né, não vai ter onde a gente botar a boca não, é mais fácil de costurar né cara vai direto na coxa, não tem que dar a volta pra chegar lá tem pouca pele pele ele tem
Eu também não estudei isso, né? Não fui tão longe. Até porque eu não quero ninguém colar na minha bunda e nem na minha boca. Mas eu também não tenho bunda, então. Eu tenho pouca, mas tenho um pouquinho. Passo aqui para deixar meus agradecimentos por serem meus companheiros nesse ano, que já está uma bosta pra mim. Parece que a gente é um dos motivos, né? Obrigado por ser companheiros nesse ano, que está uma bosta. De nada, vamos seguir juntos.
E assim, o primeiro semestre vai ser melhor do que o segundo, tá? Só queria dizer. Prometo que irei escrever mais vezes e tudo mais. Bom, deixa aqui um beijo e desejo um excelente tchau. Observação. Um beijo e um excelente tchau pra ti também. Eu gostei dessa coisa. Quando eu mandar minhas perguntas, eu vou mandar excelente tchau. Senão é um tchau mediano, né? Deve ser aquele tchau assim, ó, sabe?
observação, sei que isso não tem nada a ver com o sábado 14, mas envolve o podcast vizinho, Romulo, façam mais episódios sem falta, pois estou sentindo falta de ouvir divagações aleatórias num dos meus podcasts favoritos, não sei do que está falando encaminhe para o podcast em questão
Manda e-mail pra lá. Mano, tem as coisas. Não, mas demina, comenta no Spotify. Senão vou me acusar de conflito de interesse. Próximo e-mail de Claudio Alves, Garotos Perdidos. Olá, meus amigos perdidos. Garotos Perdidos é meu filme que depois de um dia de adulto pesado, aquela briga no trabalho, aquela ligação de cobrança, aquele sorvete que caiu no chão, só quero chegar em casa e ser abraçado pela nostalgia da minha época de infância.
Esse filme tem esse efeito em mim, dá aquele abraço quentinho e aconchegante que eu não consigo ver defeito nele.
Que bonito. Eu tenho isso com Gomes. Com o quê? Com Gomes. Ah. Acho que eu devo ter com Toy Story, sei lá. Jurassic Park. Ah, Jurassic Park, com certeza. Mas é que Jurassic Park não tem defeito, né? Daí nós temos um problema bem grande. Ótimo episódio, se não levam 10, só não levam 10, pois eu quis parar de escutar o episódio quando o Romulo me fez uma comparação entre o Joe Schumacher com o já mencionado em leituras de e-mail passado, meu diretor favorito, Calado, é um poeta. É um poeta.
Calado é um poeta Ridley Scott. Ah, é verdade, faltou ali, Ridley Scott. Mas, cara, eu vou parar de fazer comparação porque as pessoas não entendem o que eu quero dizer. Ele falou alguma coisa que eu não tô sabendo? Ah, nem quero saber. Aquilo me doeu mais que a nota que ele deu pra Evil Dead. Gente, presta atenção no que eu falo. Quando eu comparo, não é em todos os aspectos. É sempre um muito específico.
O cara tem dois braços, esse outro tem dois braços também. E nesse caso, ainda a Paty questionou e eu na hora já falei, é, viajei, essa comparação fez sentido. Então para, cara, relaxa. Um abraço em todos vocês e não desistam jamais. Um abraço e não garanto nada. Só hoje a gente quase desiste três vezes.
Próximo e-mail, Marcel. E-mail de Berg Macedo. Garotos Perdidos. Eu na vida adulta. Alô, alô, sabadeiros. Como estão? Espero que bem e com a terapia em dia. Estamos bem e com a terapia em dia. Tá em dia. O que significa? Não sei. Eu paguei minha consulta hoje. Tá em dia. Eu tenho amanhã a consulta.
Antes de falar dos dois últimos episódios, preciso discordar de um dos últimos e-mails do último episódio que dizia que Drácula de Bram Stoker era melhor na versão cinematográfica. É mentira! Leia em tom distendido. Vou ficar batendo boca por e-mail agora. É. Rinha de ouvinte. Eu quero oferecer a vocês um grupo de WhatsApp e vocês podem fazer isso na hora.
E lá é liberado xingar o outro lá. Pode falar, pode xingar. Menos a gente. E só vão ter represária se fizer o outro sair do grupo. Daí vai ter problema. Não, se sair do grupo não. Se parar de pagar. Se parar de pagar, a gente vai ficar puto daí. Tá tudo bem. E a gente vai fazer uma cota maior pra poder xingar livre todo mundo.
Quem paga 50 mil pode xingar o que quiser. O livro é muito, muito, muito superior. O filme, apesar de adaptar bem, inclui coisas como, por exemplo, uma motivação desnecessária para o tinhoso bebedor de sangue, fora a fragilidade das personagens femininas, que só basicamente só tem a função de gemer no filme. Enfim, o livro é melhor e ponto. Naquela época as mulheres só gemiam. Elas conquistaram o direito de falar só anos na frente. E a época boa, né?
É, a Paty tá falando, eu tô bem quietinho. Eu também tô quieto, a Paty falando. Acabou de gemer, você é de gemir, mano. Agora vamos falar de vampiro, de vampiro pra baixinho, os garotos perdidos. É um sabor, né? Esse meme, olha. Já morreu, não é? Morreu? Eu gosto de vampiro mais monstruoso, mas aqui temos algo especial.
Terei que discordar do Marcel e afirmar que o que mais me deixa encantado pela história é especificamente a estética da década dos 80. Esse jeito cinema em casa é muito nostálgico e me traz muita diversão sempre que vejo. Ah, inclusive, vocês já viram A Hora do Lobisomem em filme? Já não gravou? Acho que não. A Hora do Lobisomem. A Hora do Lobisomem? Não. Não é, né? O Howling é outro nome. O Grito de Horror, né? É o Grito de Horror, é. Não, acho que eu não vi A Hora do Lobisomem.
Eu vi os dois filhos de Lobosão e o Marcelo, não sei qual era. Dois? Eu só lembro de um. Então, talvez a gente tenha visto.
Não, a gente viu... Bala de Prada e Mais Um. Bala... A gente viu Mais Um, cara, não lembro. Que perigo. Filme este que é adaptado de um romance do Stephen King. Ah, tá, o do Stephen King eu não vi. Então também não vi. É, e que tem o Corey Hain no elenco. Ah, ele é o protagonista, né? Eu adoraria ver vocês em um episódio desse filme. Uma hora vai sair. Acredito que vai dividir opiniões, mas vai ser muito divertido. Como 90% dos episódios.
Eu acho que eu assisti quando era pequeno, mas eu lembro pouquíssimo. Pouquíssimo, pouquíssimo.
Agora só pra finalizar, quero dizer que nunca vi a centopé humana, mas que ouvir o episódio foi o suficiente. Foi como se tivesse visto e me dou por satisfeita. Tá tudo bem. Quase morri durante o episódio e no laudo teria crise de risol segunda e na gente tá um perigo pros ouvintes. Antes de me calar, preciso falar que Jennifer Lopes é linda, né? É.
Adoro como... Estamos se precipitando. Adoro ela como cantora. É verdade, né? Olha a ansiedade. Tá, mas vamos ver. Ele não falou muita coisa, só tá com dentro. Adoro ela como cantora, mas como atriz tenho um pouco de medo. Tanto que vou assistir o filme através do episódio que sair. Não. Ah, se é filme de terror, tem que ter medo mesmo?
Tarde demais, né? Mas não deveria ter ouvido antes de assistir, porque ele é bonito. E dizer também... Não, deveria ter assistido. E dizer também o quanto adoro o trabalho de vocês. Assim que tu se estabilizar, sairei lhes apoiando como todo fã que se presta deve fazer. Amém. Valeu por melhorarem nossa vida uma vez por semana. Não é terapia, mas é terapêutico. Que bonito. Muito obrigado. Mais barato que terapia, hein? Valeu, véi. Um abraço.
Vai dar empate. Em meio do Fabrício, os rapazes da noite. Olá, meus companheiros. Reveria esse clássico da tarde. Foi pura nostalgia pra mim. Aluguei uma fita com a dublagem clássica da Herbert Richards e o áudio meio abafado. E pra completar, tinha um vizinho assando pão. Então tive a sensação muito forte de estar assistindo o filme dos anos 2000 com a minha mãe enquanto ela assava pão.
Que bonitinho. Obrigada por lembrar deste clássico, Vida Longa e Próspera Fabrício Deuner Santo Antônio do Planalto e Rio Grande do Sul. Fabrício Doina!
Onde é o Sototone do Planalto? É longe? Não sei. Não é na Serra? Sei lá. Rio Grande do Sul é o tamanho do Uruguai. Porra, é do Planalto na Serra? Confundi Planalto com a campanha. Confundi Planalto com a campanha. Desculpa. Último e meio. É perto de não me toque, gente.
Tá, então é longe da serra. É centro do estado. Eu adoro esse nome, não me toque. Don't touch me. It's art. Último e-mail da semana de Regis Valentim Leal. Assunto agradecimento. É o melhor assunto que a gente gosta. Olha aí. Regis Valentim Leal, 36 anos, Ponta Grossa, Paraná. Olá, ele. Olá, pessoal. Tudo bem com vocês? Tudo ótimo. Tudo. Neste meu primeiro e-mail, gostaria... Seja bem-vindo. Gostaria de agradecer demais pelo trabalho de vocês no podcast. Ele mandou um primeiro e-mail.
primeiro meio agradecendo, no próximo a gente já vem com tudo, né? Escuto há cerca de um ano e maratonei quase todos os episódios, sempre que possível, assistindo os filmes e curtindo as boas indicações. Tem curtidas ruins também. Aí sim. Nunca assisti tanto filme como agora, o que é ótimo. Olha que bonito.
Isso daí eu fico feliz de estar fazendo podcast. Levando as pessoas para ver e filme. É o que vale para nós, além do dinheiro. É isso. Dinheiro é bem pouco. Confesso que não lembro exatamente qual episódio me levou a conhecer o podcast, mas quando vi o nome, lembrei imediatamente daquela sketch do TV Pirata. Depois do sucesso de Sexta-feira 13, é daí que veio o nome. É daí que veio o nome. E adorei a referência. Além disso, o que me chamou a atenção foi a qualidade desde o primeiro episódio. É que a gente já tinha 10 anos de experiência.
E olha, que tem episódio que é complicado também, não é? Mas é que quando deu um probleminha técnico, outro. O que é difícil hoje em dia. Em pouco tempo, já fez parte da minha rotina semanal aguardar um novo episódio e ouvir o Pathy. Já tinha assistido. Os dois episódios que eu não grito, Pathy. Eu acordo com isso de vez em quando. Bota, deixa eu gravar pra sair teu desportador. Caralho. Grava, eu boto. Grava, eu boto. Eu boto. Pathy, já acordou? Bota.
Grava que eu bode. Eu fico imaginando o Felipe vai ter ódio do Romulo.
Bem como as piadinhas de bem-vindo do Marcel e o humor incrível da Pathy. Ah, obrigada. E fazendo um breve parêntese, há uns dois meses comecei a ouvir o CMM. Caramba, que podcast maravilhoso. Aquele não é bom desse começo, já ficou alerta. É, maravilha. Que grata surpresa conheceram esse projeto tão longevo. Maratonei dezenas de episódios. Que coisa boa ouvir sobre Black Crowes. Banda que tenho tatuada no braço. Olha aí, muito obrigado. Eu tô num episódio.
A gente não lê mais e-mail no CMM, só vem tomando pra cá esses cornos, né? Muito obrigado por produzir tanta coisa boa toda semana. Vocês são o meu podcast de cinema favorito. Grande abraço. Muito obrigado. É bom que os três aqui estão a fazer parte do CMM. O ciúme é menor. A gente recebe ideia. Obrigada, Red. Pô, que legal. Espero que você esteja realmente gostando, né? Que não seja só a educação. A pessoa não aceita elogio, é foda.
pelo humor incrível da Pathy eu assim, nossa, como eu sou sem graça no podcast, meu Deus do céu é só ouvir aí os episódios e tu já mudaria de ideia Pathy! semana que vem, o que os ouvintes têm que assistir? não tem que assistir nada olha aí, folga ou tem que assistir muita coisa, depende depende do toque do ouvinte eu diria
Eu diria que eles têm que estar em dia com os episódios do sábado 14. Exatamente. Boa. Porque falaremos... Assista do Coisa. Mas a gente vai contar? Ah, não, né? Não precisa. Deixa no seu... Vamos deixar a surpresa. Mas é episódio genérico. Verdade. Episódio daqueles genérico. Venha para dar risada e se divertir que está bem bom. Já editei ele e está bem divertido. Quarta-feira que vem vocês vão descobrir qual que é o episódio.
Exatamente. Até semana que vem e tchau! Tchau. Preciso lembrar de uma pautiza dele.