Episódios de Quebrando a Cuca

Empreendedor nasce pronto… ou pode ser desenvolvido?

08 de maio de 202636min
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Pra esse bate-papo, vamos receber @angela.nardelli , criadora do DATE — Diagnóstico Avançado do Talento Empreendedor. Uma ferramenta psicométrica desenvolvida para identificar potenciais empreendedores e apoiar o autodesenvolvimento de forma estruturada.

Ao longo da sua trajetória, Ângela vem contribuindo diretamente para projetos ligados ao desenvolvimento humano, inovação e estratégia. Em dezembro de 2025, foi convidada para apresentar sua metodologia em Harvard, levando uma solução brasileira para um dos maiores centros acadêmicos do mundo.

Vai ser uma conversa necessária sobre comportamento, visão de futuro, desenvolvimento de talentos e o que realmente forma um empreendedor. 👀

VOCÊ NÃO PODE PERDER!

Já manda esse post pra alguém que precisa assistir essa conversa com você. 🔥

#QuebrandoACuca #Empreendedorismo #Inovação #DNADeInovação #DesenvolvimentoHumano

Participantes neste episódio3
C

Cal

Host
D

Dayane

Host
Â

Ângela Nardelli

ConvidadoCriadora do DATE
Assuntos5
  • Mentalidade EmpreendedoraNascemos empreendedores ou podemos ser desenvolvidos? · Talento empreendedor · Mentalidade empreendedora · Comportamento empreendedor · Autoconhecimento
  • Ferramenta DATEDiagnóstico Avançado do Talento Empreendedor · Identificação de potenciais empreendedores · Autodesenvolvimento estruturado · Escala de intensidade de 30 características · DATE Empresarial
  • Primeiros Passos para EmpreenderIdentificar o desejo e o sonho · Dar um pequeno primeiro passo · Testar a ideia · Viabilidade técnica e de mercado · Alinhamento com o interior e planejamento
  • Mulheres e EmpreendedorismoFalta de mulheres CEOs em startups · Autoexigência feminina · Múltiplos papéis · Rede de apoio · Hierarquia de prioridades
  • Desafios e Falhas de NegóciosFalta de mercado · Falta de maturidade de sócios · Estrutura inadequada · Objetivo dos founders · Sinergia entre sócios
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coisa da Shinerai já passou? não, não está ao vivo amiga foi eu esqueci mas eu falo

Bom dia, gente! Chegou a nossa sexta-feira esperadíssima! Como é que você estava esperada? Eu estava super esperada, super ansiosa, super aqui, gente! Eu estava super esperada! Super esperada! Gente, é a nossa sexta aqui com muito conteúdo. Sabe que a gente fala o tempo todo sobre startup, investimento, empreendedor, negócios... Mas e aí? Falta um assunto que é a cereja do bolo, né?

É um cerne, é um detalhe que faz toda a diferença. Que é a pessoinha que está na frente disso aqui tudo, que é o empreendedor. E eu gosto muito de trocar aqui com a Day, que quando o pessoal vem apresentar pitch, eu sempre falo assim, não importa a ideia. Se aquela pessoa à frente da ideia for boa, olha, qualquer ideia em um certo momento vai estourar e essa pessoa vai arrasar, vai ganhar dinheiro, vai fazer esse negócio crescer.

E hoje nós vamos falar, né, Dai, sobre... Super! Que muito mais do que ter uma boa ideia é você ter um comportamento, é você ter uma desenvoltura, uma disponibilidade, querer muito aprender, se desenvolver, se melhorar pra conseguir chegar onde você quer. Mas...

Antes de entrar no assunto, vamos agradecer aqui o nosso patrocinador, que é o Grupo Condor. Graças a ele, né? Eu digo isso toda semana, gente. Não é nem decorado, vocês acreditam? Nem precisa mais, né? Já faz parte do coração. Toda semana, graças a Deus e graças ao Condor, nós estamos aqui junto com vocês falando sobre esses assuntos que são tão relevantes aí no mercado.

E também nós queremos agradecer a Shineray, porque graças a ela temos aqui... Isso mesmo, Shineray Tarumã, aqui em Curitiba. Muito obrigada pelo suporte, pelo apoio, por nos respaldar aqui também. E graças a ela, a dona Daiane, faz parte aqui do nosso podcast Quebrando a Cuca toda sexta-feira junto com vocês. Então, assim, se está no LinkedIn, já compartilha geral com todo mundo. Se está no YouTube, já aciona o sininho.

Deixa a textão, diz o que vocês querem, se convidem para participar aqui conosco. Que nós gostamos. Nós, peraí, vamos abrir um parênteses. Ela ama isso tudo. Socializar. Ela ama. Pessoas. Então, mas assim, está feito o convite, venham mesmo, venham contar um pouquinho da startup de vocês, venham contar do fundo de investimento, vamos falar de inteligência artificial, que eu adoro. Vou gravar um podcast com um monte de gente junto, assim, uma coisa mais...

Eu tenho uma coisa um pouco mais complicada, mas ela vai conduzir, que é uma beleza. Ela vai me dar sempre esse apoio. Veja, gente, é um para um. Ela consegue administrar a multidão. Por isso que dá tão certo aqui. Mas hoje nós estamos com uma super convidada que domina, domina esse olhar do empreendedor, do desenvolvimento. Mas a pergunta que a gente vai começar hoje é...

Nascemos empreendedor ou podemos nos desenvolver no decorrer? Antes da gente entrar com a nossa convidada, eu achava, eu achava que eu nasci assim, gente, com um defeito ferrado de ser empreendedora.

Mas, né, depois me contaram também que eu fui desenvolvendo outras habilidades. Mas vamos perguntar para a especialista que vai contar para a gente. Se a gente tem só um bichinho do empreendedorismo ou se a gente desenvolve esse bichinho. Se a gente foi picada, né, em algum momento. Mas se você também tem essa dúvida, se você quer saber se nasceu, se se desenvolveu, se nasceu, mas desenvolveu no caminho. Tudo bem.

pergunta aqui, deixa vários questionamentos que a Ângela, que está aqui com a gente, nossa convidada, vai nos responder. Bom dia, Ângela. Tudo bem? Bom dia, Day, bom dia, Cal. Primeiro eu quero agradecer e também agradecer essa introdução maravilhosa de Jair colocando aí na mesa.

E o que a gente faz? Já começa respondendo? Então, primeiro, né? Isso aí, vamos por partes. Vai, volta com ela. Conta um pouquinho da sua jornada. Como é que você foi? Se você nasceu empreendedora ou foi picada pelo bichinho do empreendedorismo?

Então, na verdade, eu não vou dar spoiler dessa resposta já, no sentido de se a gente nasce assim ou não, né? Mas eu devo dizer que tive uma forte influência na minha família. Meu pai era servidor público, minha mãe tinha a ver empreendedora muito grande. Então, tem sempre aquele modelo. Porém...

Eu fui colaboradora durante muitos anos, fui CLT, servidora pública, tive uma trajetória grande em termos de como colaboradora mesmo. Angela, deixa eu abrir um parênteses. Eu também, viu, gente? Fui, não, servidora pública não fui.

Mas eu também fui, não fui. Mas eu fui funcionária há muito tempo. E eu vou contar aqui pra vocês. Fui mandada embora de todas as empresas que eu trabalho. Sabe que isso é uma característica um pouco típica, né? Do bichinho do experimentador. Ó, é o especialista que tá falando. Um pouquinho, sabe? Vamos descobrir isso aí. Tem aí umas...

um indicadorzinho, assim. Eu trabalho com evidências, né? Não me entregue. Eu não sei qual é a minha evidência, porque eu acho que eu trabalhei pouquíssimas vezes pras pessoas. A maioria das vezes eu fui empreendedora mesmo e tá tudo certo. Eu nasci empreendedora.

Então, mas dentro desse contexto, até trazendo algum tipo mundo real mesmo, mundo do dia a dia, eu tinha medo de empreender. E vou falar por quê? Porque a minha mãe falava assim, não, imagina, o dinheiro incerto, a gente não sabe quando vem. Então, tinha muito essa coisa. E é, a gente sabe. Se você não quiser, ele não vem, inclusive. Exatamente. O Ângela, gente, ela vai me analisar.

aqui, gente. Não, não, não. Ela vai contar pra vocês que eu sou doidinha da cabeça. Não, mentira. Mas assim, esse olhar que você trouxe é incerto, não vai ter o fixo garantido no final do mês. Olha a minha cabeça maluca. Isso pra mim é desesperador dentro de uma empresa, eu pensar

que o meu salário ou a minha vida profissional está na mão de um terceiro. Decidindo. Eu gosto de saber que quanto eu ganho, o que vai acontecer com a minha carreira, com a minha vida profissional, depende só exclusivamente de mim. E aí, quando você fala, não tem segurança, eu percebo no mercado...

é que isso acontece. As pessoas têm medo de não saber quanto vai receber no final do mês. E esse contraponto meu é... Eu tenho, desde... Tinha sempre, desespero em pensar que eu tenho que depender do humor daquela pessoa para dizer se eu sou boa ou sou ruim. Sim. Fiquei garantir. Como é que você...

analisa isso. Tem uma característica aí que eu diria que, assim, vamos colocar isso como um receptivo e um ativo, por exemplo, né? Um passivo e um ativo, vamos dizer. Quando uma pessoa tem uma tendência um pouco mais passiva, ela gosta de alguém tomando decisões por ela. Então, tem esse perfil, sim.

Que é muito importante. Está tudo certo também. Não estou dizendo que tem como um estanque. Pode ser que tenha. Tem um conjunto, tem que analisar o contexto. Não dá para dizer que é só isso. Mas tem gente que gosta de ter alguém tomando decisão. E também está tudo certo. Ok.

Mas tem gente que não, que tem essa inquietude mesmo, que gosta de estar no gerenciamento, na agência da coisa, na gestão da coisa. Eu gosto de tomar minhas decisões, eu gosto da liberdade que isso implica, eu gosto de fazer meus horários, eu gosto de escolher com quem eu vou trabalhar e como eu vou trabalhar. Então, são características, daí já indo um pouquinho, né?

que sim, meio que nascem com a pessoa, algumas características. E elas são, digamos, o fermentinho que vai ali, de acordo com o que a gente vai vivendo a experiência, já vai ali, você vai ampliando mais algumas das características que depois vai dar na fórmula.

empreendedor ou não empreendedor, entre empreendedor. E deixa eu aproveitar essa deixa que você falou, que muitas pessoas lhe nascem e tal. Você acha que tem gente que deixa de empreender por não saber o seu jeito de empreender? Com certeza. Inclusive, eu acho que massivamente...

A gente tem altíssimos potenciais empreendedores, e daí eu já estou falando baseado em dados mesmo. Porque a gente tem dados hoje, com a experiência que a gente tem, onde a gente trabalha, a consultoria para o Sebrae. Tem um diagnóstico. Tem um diagnóstico que já foi aplicado para perto de 2 mil empreendedores. Empreendedores ou possíveis empreendedores. Não, 2 mil aspirantes a empreendedores. E assim, os dados já mostram, o potencial é alto.

Mas na prática tem ainda algumas travas, tem questões ali que vão... E a pessoa tem um jeito certo, um formato teu de empreender?

É construído, Dai. Eu acho assim, ela pode ter tendências, pode ter propensões, mas é construído. No final das contas, tudo tem um ponto de partida, sim. E quando você percebeu que, dentro da sua trajetória, que o comportamento das pessoas influencia sucesso ou fracasso? Como é que foi essa construção?

ele não teve um momento único. Então, em primeiro lugar, eu tenho uma característica que eu desenvolvi meio que cedo, que é de ser observadora de pessoas. Eu gosto de gente, de verdade mesmo. Adoro, gosto. Nós também. Então.

Então, assim, essa coisa de observar a pessoa e como que ela reage, como que ela vai se colocando, porque ela faz determinadas escolhas. Então, começou ali. Mas teve um momento, teve dois momentos mais específicos mesmo. Eu estava contando um pouquinho antes para você, tive uma empresa de eventos durante vários anos, e eu dava oportunidades ali para determinados profissionais. A gente trabalha com um staff que não é fixo. Isso. Prestadores de serviço. Exatamente.

Tem um grupinho ali que é mais perto, um administrativo. Tem um grupinho, alguns que são mais próximos da gente, que são fixos, administradores e tal. Mas tem aqueles que vêm só durante o evento mesmo. E tinha especificamente uma pessoa...

que eu achava incrível. Era ela e mais duas irmãs, e elas vinham trabalhar. E elas se comportavam completamente diferentes. Uma delas vinha porque tinha uma finalidade específica, ela precisava da grana, tinha os objetivos dela. E tinha uma outra que tinha um envolvimento tão grande, ela fazia com uma desenvoltura, que aquilo começou a me despertar a curiosidade de o que é que tem uma pessoa diferente da outra que faz ela...

fazer determinadas escolhas, vamos dizer assim. Então, uma meio que vai para pagar a conta, a outra vai, e vai para pagar a conta também, mas tem uma desenvoltura na hora de realizar a tarefa que faz toda a diferença. Eu acho que diria que é uma hierarquia de valores, vamos pensar assim. Hierarquia de valores, boa. Então, a primeira, vamos usar esse exemplo de memória aqui. Então, essas três, uma delas ia, porque realmente ela que precisava do dinheiro, ela queria...

Ia lá e fazia o que tinha que fazer. Fazia, fazia bem feito, entregou, vou para a vida, vou tocar o resto da minha semana. A outra não, a outra ela via. Se envolvia. Ela via e ela se interessava, queria entender os bastidores, como é que acontece, e já começava, chegava um cliente, tinha alguém para atender, ela já chegava, já tinha uma conversa mais amistosa, né? E tinha uma terceira que era justamente o que eu diria que era o...

O equilíbrio entre as duas. Ela era simpática, ela precisava do dinheiro. As três precisavam. Estava fazendo por causa do dinheiro. Mas você percebia características diferentes em cada uma delas. E três irmãs. Que legal. Quando a gente fala sobre, aproveitando as três irmãs, sobre talento empreendedor...

Do que exatamente nós estamos falando? Nós estamos falando daquilo que... Vou usar uma metáfora, que eu acho que é... Você olha uma semente, você sabe aquela semente de laranjeira, de laranja, certo? Então, ela tem o potencial de vir a ser.

Mas se ela não tiver determinado, se ela não tiver uma terra, adubado, uma água, alguém que cuide, ou seja, um ecossistema, traduzindo isso para o mundo empreendedor, se ela não tiver ali uma rede, um ecossistema, se ela não tiver a própria oportunidade, principalmente se ela não se enxergar como uma semente com potencial para dar...

frutos e flores e sombra e tal, ela não vai vingar. Então, o talento, às vezes, ele é confundido na literatura, em vários... Aquilo que aparece, eu digo que é o que está em potencial.

e que pode vir a ser desenvolvido e bem trabalhado. Então, tem gente que gosta para olhar para aquilo que está pronto já, o que foi entregue, o resultado da entregue, e ele identifica aquilo como talentoso. Eu já consegui refinar, não sei se eu diria assim, talvez a minha semente veio assim, eu gosto de olhar para aquilo que está em potencial e ver...

Olha, isso aqui é uma... Trabalhado se desenvolve. Exato. Se trabalhado. Eu vejo muito... Nós vemos, o tempo todo que a gente trabalha com startup, nós vemos muito pseudo-empreendedores. Mas o que eu percebo é um ou outro que sobressai. Na maioria das vezes, eu quero ser...

Mas eu não sou, gente. E assim, não tem nada de errado nisso, não ser empreendedor ou ser empreendedor. Porque são habilidades que você pode ir se desenvolvendo. Mas eu estou dizendo daquelas natas. É um ou outro que eu falo. E essas pessoas, quando eu olho, eu não me interesso pela ideia. Eu quero essa pessoa perto da gente, dentro desse tema, que eu acho que vai agregar muito. Mas são poucos.

Agora eu vou falar da estrutura, da ferramenta que eu desenvolvi, por que que ela... O date, é o que eu ia te perguntar. Mas só, eu vou responder isso que a Cal falou, perguntou, né? Muitas vezes, a pessoa que tem essa aspiração, ela pode ter a vontade, o desejo de ser. Mas ela não tem... Eu trabalho com três elementos. A mentalidade empreendedora, o mindset que a gente vai chamar, que também dá para dizer que é a genética, DNA, aquela coisa.

A vontade, o desejo, porque às vezes ela olha alguém e se inspira, ela acha que é um modelo, ela quer se modelar naquele formato. E vai. Mas não tem ação. Isso. Não vai. Não vai. Não vai. Não vai. Não vai. Porque ela pode estar movida.

Pela inspiração, modelando alguém. Ela está modelando alguém. E não está olhando para si mesmo, quanto potencial. Pode até ser que seja ou não. Aí é um trabalho... Ela está olhando para fora, por enquanto. Tá, entendi. Nesse momento. Ela está copiando. Certo. Está emulando o comportamento. E aí não se sustenta. Essa é a palavra-chave. O que a gente pode desenvolver que vai ser sustentado ao longo do tempo?

Então, complementando o que é um talento empreendedor, é aquilo que pode ser desenvolvido, fortalecido, descoberto, eu diria descoberto, desenvolvido, fortalecido, e que dá sustentação ao longo do tempo. Porque bem no começo da nossa conversa, nós falamos das dificuldades de empreender. Eu costumo dizer que são picos e vales. Vale, picos, então... Mas, Angela, sabe o que eu percebo? E aí acontece muito empreendedor.

Ele está cheio de ideias. Tem uma inquietude na alma, e eu me considero. Mas dentro da nossa trajetória como aceleradora, como levando esse conhecimento para o empreendedor, o que eu percebo? Quando está na ideação, quando está na parte ainda que não está comprovando, de fato, o seu valor, o seu resultado como empreendedor, tudo é possível.

No momento em que a gente começa... Não, agora você vai ter que provar para você mesmo ir para o mercado.

As pessoas... Recuam. 100%. Que tipo de empreendedor é esse? De novo, aquela coisa. Está muito na ideia, pode estar na emoção, mas ainda pode ter alguns bloqueios, falta de confiança, autoconfiança, falta de oportunidade. Às vezes, sabe a história do pintinho, quando nasce? A mãe empurra do ninho mesmo e vai aprender a voar caindo. Sabe disso, não é? Que a mãe do ninho empurrou... Isso, para aprender a voar.

Vai voar na arra, né? Tem uns que precisam de empurrão, tem uns que precisam de puxão, né? É verdade. Então, assim, mas pode ser sim que ela... E para isso que serve um diagnóstico inicial. Para isso que eu acho que no ponto de partida, uma identificação diagnóstico inicial, ele serve para ver... Aonde você está, para onde você vai, e o que você vai fazer para alcançar. Exatamente isso. Onde é que está pegando, né? Então, assim...

Já um merchanzinho aqui, né? Agora é com a Dai, né, Dai? Não, mas assim, já entrando, posso? Pode, pode. Pode entrando. Mas dá uma explicação pra gente de forma mais educativa. O que é o Dai? Isso, não, isso que eu ia falar. Nesse momento, justamente pra usar esse gancho. Esse exemplo. O Dai, ele não é um diagnóstico que vai nomear. Ah, você é perfil tal, perfil isso, perfil aquilo. Não.

Então, ele tem, são 30 características que eu trabalho com uma escala de intensidade. Então, ele foi desenvolvido nesse sentido. E ele tem ali dentro daquela, do algoritmo, dentro do arranjo de desenvolvimento dele, ele tem justamente uma parte que ele vai medir a intensidade da mentalidade, a intensidade da parte, da personalidade empreendedora e outra só do comportamento.

Gente, eu vou deixar um parênteses. Você tá em dúvida aí se você é empreendedor ou não, ou se você pode vir a desenvolver, deite. E aí você entra em contato com a Ângela. Isso aí. Depois ela vai deixar aqui todos os contatos. Os arrobas todos. Porque isso é muito legal. Porque a gente realmente... Eu lembro, ontem, né?

que foi ontem que isso aconteceu, né? Sim. A gente estava na faculdade, amor. Ontem. Ontem. Eu ficava assim, será que sou? Será que não sou? Será que posso ser? E aí, só que, olha só, a minha trajetória, que foi de dois dias, importante que foi ontem, então deu ontem pra hoje, dois dias. Dois dias. Eu fui ler um livro de 500 páginas pra entender quais eram as minhas habilidades. Mas como a vida tá muito mais fácil hoje, Sim. Com inteligência artificial, com plataforma, com profissionais que já fizeram esse trabalho pra nós. Já.

Tem o date. Tá pronto agora. Agora você. Agora você. Agora já tá contratada pra ser a garota propaganda do date. Adorei. Amei. Amei, né? Nem eu queria melhor. Facilita a vida.

Sim. Ajuda demais. É, olhar para dentro de uma maneira muito mais rápida. E ele faz bem isso, assim, dessas 30 características, ele vai dar uma intensidade no que você está alto, no que está baixo, e aí, como uma equalização mesmo, e nada é estanque, né? Então, ali você aumenta, você diminui, mas tudo é um trabalho, preciso dizer. Aí já tem o empreendedorismo também, o protagonismo.

Então, precisa você ter um interesse genuíno em si mesmo e desenvolver um objetivo específico, uma meta. Sabe o que eu percebo muito, Angela? As pessoas confundem.

Ser empreendedor a ter um CNPJ. Sim, isso. E uma coisa não está, gente. Olha, eu estou até olhando para vocês aqui. Uma coisa não está atrelada à outra. Aí, quando nós estamos falando de ser empreendedor, eu estou falando muito mais, e a Angela pode me corrigir, de comportamento autoconhecimento.

Aí, quando a gente entra no date, e assim, é só porque essa plataforma veio facilitar a vida de todo mundo mesmo, você começa, a partir disso, você começa a olhar para dentro e deixa de olhar para fora, e aí você começa a desenvolver as suas habilidades. Porque se você não se conhece, se você não entende que, por exemplo, embora eu esteja à frente da aceleradora Condor Connect, em frente a tantos empreendedores, eu sou uma pessoa que não gosta.

não gosta de liderar. Eu gosto de pessoas autogerenciáveis. A Day é uma pessoa que gosta de liderar. Mas se você não tem esse conhecimento, o que você vai fazer? Você vai estar lá na frente, aí você vai dizer, gente, isso é muito difícil, mas dá uma... Nossa, que trabalho! Isso esgota a sua alma. E você não desenvolve o seu melhor.

Aí quando você faz esse tipo de análise dentro do date, que aí vai mostrando para você pontos de comportamento, que vai mostrando coisas que você pode vir a desenvolver, gente, isso dá anos luz na frente, sabe? Dessa busca por quem nós somos, como é que eu olho para dentro. Sim.

E eu devo dizer que o Deity, ele surgiu, na verdade, assim, ele tem fundo científico porque ele surgiu numa pesquisa de mestrado e foi evoluindo, ele tem uma trajetória aí. Mas eu diria que eu olhei para mim e falei, se eu tivesse tido isso quando eu comecei, eu teria tido muito menos hematomas. E a gente acompanha, acompanhamos isso no Jovem Empresário, acompanho isso no Garage, que você estava comigo lá, e aqui a NECA Cacau também.

Se a gente tivesse o date, eu acho que até para a gente escolher os sócios, seria muito mais fácil, porque o que a gente vê é de startup, gente. Isso desde 2018, né, Gatona? Porque a gente acompanha startup desde 2018, e eles caem no mesmo problema. E eu acho que isso aqui ajudaria até nessa fase. Então, o autoconhecimento, seja o date ou uma outra forma...

Porque o date, ele vai dar um indicador. Ô, gente, vocês viram aqui, ó, que eu e ela estamos babando o date. É porque a gente fez. E foi muito legal. Mas a gente fez com 20 anos de atras sobre isso. Então, a gente tá aqui babando demais. E ela já tá indo, não, não, é que não é só... Ela tá ficando com vergonha.

Não, não, não. Eu tô falando do seu negócio. Eu queria retomar um outro assunto, um outro aspecto. Pode falar do dente. Hoje a gente vai falar do dente. Mas vocês acabaram de demonstrar como as características individuais de cada uma se complementam. E vocês só conseguem identificar isso porque olharam pra essas características.

Um nível de maturidade também. Exatamente isso. Também. Isso. E ainda tem isso. Na nossa trajetória, assim, depois do date, né? Já falando do date. Eu entendi, a gente entendeu também, assim, que já está na hora de ter um date empresarial também. Então, está em desenvolvimento já, né? Eu adoro.

que é importante da história. Cheguei com a novidade para dar esses dias do Dente Empresarial, que é para quem já está no campo, que é para quem já está... Está operando, já está trabalhando. Porque daí são outras necessidades, são outras características a serem trabalhadas. Mas falando da fase da descoberta, especificamente, o ponto de partida é justamente assim, será, voltando para a metáfora, será que eu sou uma semente de laranja ou sou uma semente de...

mexerica, de manga, é meio que isso, sabe? Que tipo, qual que é o meu formato? Deixa eu pegar o gancho que você está falando, o que acontece, gente? Dentro do universo das startups, a gente tem muitos homens à frente, são poucas mulheres, sabe?

E eu, assim, não levantando bandeira de gênero de jeito nenhum, mas eu sinto falta de ter mulheres ciliou-se à frente. E quando eu faço parte do ecossistema, então eu falo com muita propriedade, quando eu peço, quando eu conheço e digo assim, vamos lá, ela diz, vai o fulano, sempre coloca o homem na frente. E aí, quando a gente está falando...

até das empreendedoras, como você relaciona muito com mulheres empreendedoras, o que mais aparece de dor, de dificuldade, quando elas tentam crescer, liderar, ou vamos abrir o guarda-chuva maior, empreender. Por que isso acontece, delas não quererem estar na frente, das startups ainda ser muito gênero masculino à frente? Como é que você vê isso, enxerga isso? Não tem uma resposta única, mas a que predomina, autoexigência.

Então, assim, a mulher começa a achar... E aí, vamos agora falar meio autorreferenciados. Eu preciso ser eficaz 100% em múltiplos papéis. Mas nós somos! Nós somos!

Mas nós somos, nascemos assim. Nós nascemos com radar, com... Fazemos várias atividades ao mesmo tempo. Fazemos e temos competências para, mas nós não vamos fazer todas elas ao mesmo tempo. O homem já não, ele vai de uma forma mais linear, e nisso ele é estratégico.

Então, assim, não é uma questão sexista, vou deixar bem claro. Nada de gênero. Não é, não. É do desenvolvimento organismo. Papéis. Isso, são filhos do gênero masculino. Exatamente isso. Aquela célula que nasceu daquele jeito. Exato. E, ao mesmo tempo, então, a mulher vai querer ser a mãe nota 10, ela vai querer ser a filha nota 10, ela vai querer ser a esposa nota 10 e ainda vai querer ser a empresária nota 10.

E aí, então, as startups... Oh, gente... A gente é exigente. Vamos fazer um apelo aqui, ó. Mas tem uma outra. Não ponha startup lá no final. Não, isso. Isso é a próxima fala. A gente é boa só de nascença, porque está na nossa célula. Está no nosso DNA. E aí, está intrínseco na gente. E o complementar disso é o quê? A rede, que às vezes a gente não lança a mão de uma rede, não organiza a própria rede para poder...

fazer essa tua sede. Na rede de apoio. Rede de apoio, rede de apoio, rede de apoio. E você tocou no nevrálgico da coisa, que é a hierarquia. Quem que eu coloco em primeiro lugar? E, assim, não vamos também ser românticos, românticas com isso, né?

Depende muito da fase da vida da mulher também. Depende. Depende muito da fase da vida. E aí eu vou falar, hoje meus filhos são adultos. Eu me sinto muito, inclusive eu digo, olha... Só estou pegando mulheres em fase que não é para empreender, gente. Estou arrasada com isso. Não. A fase delas é outra. De constituir família, às vezes. Prioridade é a faculdade. Porque como a gente busca demais, já deixa um alerta, já deixa o sininho aí.

mulher à frente de uma startup, vem pra cá contar pra gente, né? Perfeito, legal, hein? Um debate de mulher. E se ficar em dúvida, faz o date. Faz o date, até a gente se vir. Se não souber como fazer o date, chama a Angela. Chama a Angela. Chama a gente que a gente pode falar um e-mail dela que tá com a pessoa.

Então, assim, estabelecer a cegueira. E perceba, a gente volta de novo para aquele ponto central, o autoconhecimento. Porque como é que eu vou saber o que é prioridade na minha vida neste momento? Como é que eu vou saber o que é prioridade na minha vida? Primeiro, eu preciso avaliar o momento que eu estou? É.

Primeiro, então, assim, percebe? Autoconhecimento. É, autoconhecimento. Então, eu acho assim, se a gente fosse dizer o que é o date, é um espelho, ele vai mostrar para você o seu momento. Você vai olhar e vai ter o seu reflexo daquele seu momento. Que legal, porque às vezes dentro nós, assim, vamos pensar, o empreendedor pensa demais, quer criar um monte de coisa, isso aqui, está um nó. A gente pode acordar criando três negócios. Isso, durante falas, durante falas, esse debate aqui já que...

E é muito legal, porque o que nós estamos trazendo aqui hoje, gente, é o que acontece 24 horas por dia. Às vezes eu estou ouvindo o pitch e as pessoas falam o quê? Ou eu estou fazendo mentoria. E assim, é todo dia. As pessoas dizem assim, então, é que eu queria tirar dúvida dessa ideia. Mas eu tenho essa e essa ideia? Olha que interessante, né? Começou uma frase com então. Então. Já estou.

embolado aqui dentro. Não, não, não. Você tá ouvindo um pitch, você tá com alguém. Vai fazer uma pergunta sobre potencial mesmo, né? Eu também, né? Quando eu vou perguntar sobre uma ideia, vou tentar fazer diagnóstico, estou fazendo um diagnóstico tentando identificar o momento da jornada da pessoa.

E ela começa, então, eu falo, está enroscada. Está enroscada. Está enroscada. Porque daí está perdido, às vezes, no meio de um monte de ideias mesmo. E ideias, elas precisam ter a estar alinhada com o nosso interior, o sentimento, e, consequentemente, elas precisam ter viabilidade técnica. Porque, às vezes, tem um outro perfil também que a gente não comentou ainda. O fazedor ou a fazedora.

Que eu acho bem importante também. É super importante. Mas, muitas vezes, quando ela não também olha para si mesma, ela ou ele olha para si mesma, esse projeto, essa minha ideia, ela tem propósito, ela está alinhada com o meu interior e não vai fazer um planejamento de novo, o centramento ali. Vai fazer um planejamento de longo prazo.

pode gerar estafa, sobrecarga. Então, às vezes, o perfil da mulher, né? Ela vai querer criar dez projetos ao mesmo tempo, gera sobrecarga e para ali um ou outro, porque vai ter que priorizar. Ô, Ângela, ô, gente, estamos quase chegando ao final. Não, o tempo passa rápido demais. Legal aqui, mas espera aí, que eu vou trocar uma figurinha aqui com ela.

elas são ótimas dentro do seu fez todas as perguntas aí ou você tá cheia de curiosidade? eu tô cheia de curiosidade ainda uma pra fechar e uma minha pra fechar, valeu? dá pra ser? dá pra ser, dá pra ser, dá pra fechar uma pra eu fechar? e se alguém tiver uma dúvida no meu prazer

Pode, manda para a gente. Manda aí se a gente não responder hoje ou ela, porque a Angela, não é para nós, né? Certo, não é para nós, é para ela. A gente traz ela de novo sobre isso, porque é muito conteúdo, é muita coisa e muita informação. Você? Uma para fechar. Tá.

Muitos negócios, eles quebram hoje por falta de mercado ou por falta de maturidade das pessoas e dos sócios, ou da estrutura. O que você colocaria hoje? Tantos negócios que se abrem e se fecham tão rápido. Primeiro, é difícil ter uma resposta única sem um contexto específico. Mas, dentro dos exemplos que você trouxe, o primeiro de todos, qual é o objetivo dos founders ou dos sócios?

E vamos falar um pouquinho sobre sociedade, sobre relacionamento, eu acho que vai dar mais caldo. Então, vamos pensar assim, mercado, ele é competitivo, ele é isso, ele é aquilo. Mas, por exemplo, tem um sócio, nós já falamos aqui sobre essa sinergia entre sócios, conhecer-se e complementar-se. Os dois estão olhando para o mesmo horizonte? É um objetivo em comum?

Estamos caminhando com objetivos em comum? Porque, às vezes, é isso, sabe? Alinhamento de expectativas e direção entre os sócios, por exemplo. Aí fica mais fácil você mapear mercado, fica mais fácil você mapear concorrente, remanejar planejamento, porque a cisão, muitas vezes, de uma sociedade vem, ou, às vezes, até a exaustão de um empreendedor solo.

Vem a exaustão, vem justamente de não ter um objetivo, um horizonte muito claro, muito alinhado com o seu objetivo pessoal.

Respondi? Acho que respondeu. Respondeu? Não, respondeu sim. Eu acho que sim. E aí, para a gente encerrar, e aí esse aqui vai para você, que está aí com o então. Se uma pessoa está assistindo aqui, a gente sabe que ela tem o potencial, ela sente isso, mas ela está com o então, está meio perdida, não sabe, não tem uma clareza ainda, o que é muito natural.

Não tem nada de errado. Já passei por isso, ela já passou por isso. É normal. Todas as pessoas que vêm aqui passam por isso. Qual é o próximo passo? O que você deixa de mensagem para esse futuro empreendedor, esse empreendedor incubado? Eu não sei o termo.

Essa sementinha empreendedora, né? O primeiro passo mesmo é pensar assim, que pequeno primeiro passo eu posso dar essa semana em direção a esse meu desejo, a esse meu sonho, né? Ah, quero, sei lá, quero criar uma cafeteria.

Então, eu testo essa ideia Porque, às vezes, você pode ter uma... Vamos usar o exemplo da cafeteria Você pode ter um grande projeto Você vai lá, planejou a marca Você já até criou a logomarca Contratou uma agência para criar uma logomarca Tem a logomarca legal, tem o nome do café Mas você não testou o primeiro café

Você não testou se você tem, e não é dar para o seu amigo, para a sua mãe, para o seu pai provar e dizer se está gostoso ou não. Mas vale perguntar para a mãe, eu sempre digo isso. Aliás, então assim, você, primeiro de tudo, é vendável? Esse negócio, ele é viável? Tem mercado? Tem mercado, gente, quer dizer o seguinte, alguém vai pagar por essa solução, por essa ideia? Por isso que eu tenho vontade aqui dentro de mim de oferecer?

E ao mesmo tempo, vou dar os três exemplos do pensamento, aquele que está tendo a ideia, aquele que gostou tanto de receber gente, de fazer um café, gostoso, vou abrir um café. Essa sou eu. Eu não vou abrir um café. Mas veja...

Percebe como, na verdade, é o prazer, é o lazer. Não está conectado com um planejamento factível e, consequentemente, com uma ação direcionada para vender. Com certeza. Então, tem que estar alinhado esses três pontos. Então, estou ali muito com a ideia, você olha essa ideia, vou dar conta emocionalmente dela, tem mercado, faz a primeira venda, vende os primeiros cafezinhos, ali, no seu meio mesmo, no seu ambiente de trabalho, no colégio, onde for.

Faz um testinho, essa semana. Deu, aí você vai dar os próximos passos. E aí, vai testando antes de começar. Sempre, sempre. Vai construindo passo a passo. E ó, só um parênteses importante aqui. Você está dentro, está no mercado de trabalho, está trabalhando, está representando uma empresa, não vai me pedir a conta para abrir um negócio. Isso é importante. Vai fazendo em paralelo, com cuidado, com muita cautela.

Porque às vezes pode ser só aquela empolgação de eu gosto muito. E aí se prepara para empreender. Transição. E assim, Angela, onde é que as pessoas te... Faz um date primeiro, tá? Isso, faz um date. Faz um date, ó. Faz um date. A headline do date é o seu primeiro encontro com o empreendedorismo. Ah, muito legal. É muito bonitinho. Onde as pessoas te encontram, qual é o seu arroba, se o pessoal quiser fazer o date, onde que ele busca.

Então, Angela.Nardelli ou Angela, enfim, Nardelli, LinkedIn, Instagram. Provavelmente eu serei a primeira a aparecer, né? E manda um indirect, manda um tô interessado. Hoje, especificamente, o date tá muito acoplado com empresas ainda.

Mas a plataforma está ficando prontinha para você fazer o B2C, né? Então já manda, pessoal, porque assim que estiver pronta, ela leva direcionando o link para vocês. Dias, daqui uns dias. Daqui uns dias vocês já conseguem fazer isso aí. Já manda interesse. E para quem está acompanhando também. Já manda interesse isso. Para quem está acompanhando a gente no Quebra Culca, que conhece pessoas que querem empreender, que querem falar, que querem se destravar, que querem evoluir nesse mercado, nesse mundo, compartilha aqui o podcast que ela vai ter todo esse acesso de informação. Com certeza.

Gente, eu sou empreendedora. Eu sou empreendedora. Nós somos empreendedoras. Ficamos por aqui. Até a semana que vem, então. Beijo, beijo. Muito obrigada. Tchau, tchau.

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