Copa de Buzzwords: Uma Palavra Após a Outra
- Copa do Mundo 2026Ativação · É sobre · Gratidão · Agêntico · Fricção · People-driven / People-centric · Vibe coding · Slop / AI Slop
- Discussão sobre BuzzwordsEscuta ativa · Mentoria · Pontos de dor · Resenha · Ritual · Copy / Copizinha · Imersão · Deck / Deckzinho
- Crítica ao uso de nomenclaturas corporativasBanalização de termos · Perda de significado · Comunicação estratégica · Marketing e publicidade
- Citações fabricadas pela IA em mídiaPalavras da pandemia · Impacto da IA · Novas gerações de termos
- O papel da IA na criação de BuzzwordsAgêntico / Agêntica AI · Promptar · Slop / AI Slop
- Expressões Idiomáticas e GíriasPalavras eliminadas no passado · Palavras finalistas · Critérios para abolição
- Novo Formato da Copa do MundoSorteio de cabeças de chave · Grupos e confrontos · Mata-mata
- Impacto das palavras e da comunicaçãoComunicação não violenta · Habilidades socioemocionais · Linguagem e significado
Olá, eu sou Carlos Merigo, esse é o Braincast 638.
Olha essa mesa: Marco Melo, Luiza Gino, Jovem, Diago Vinícius, Queria mandar um boa noite para turma de Uberlândia, de Vitor Eduardo e outros ouvintes. Se você for de Uberlândia comenta aí!
E Beatriz Fiorotto?
Tcharã tcharam tcharã tcharam tcharam tcharam tcharam tcharam tcharam tcharam—
Hey!
Ah entendi agora... Boa!
Tem que tirar ensaiado né?!
A gente não reúne essa galera aqui à toa tá?
É isso!
Porque estamos ainda em clima de Copa do Mundo.
Clima de copa! Uhul!
E vamos trazer aqui: Copa de Buzzwords 2026!
Ai ai ai ai ai!
É isso hoje?
É isso hoje!
Achei que era outra coisa.
Achou? É Copa de Buzzwords. Ó, a primeira a gente vai te entregar.
Surpresa!
Surpresa!
Pode ser comemoração de 10 anos, porque a primeira a gente fez em 2017.
Impossível, impossível, impossível.
Muito foda.
Mas aí faz essa conta, não é ainda? Pede para o ChatGPT fazer essa conta para você.
Quase 10 anos.
É que a gente não vai fazer 10 anos porque como é bianual, a gente vai perder os 10 anos.
Se fosse bianual não teria agora.
É, sim, gente, nenhuma conta vai fechar aqui.
Não fechou a conta.
Vamos explicar para nossa audiência que tá chegando agora e nunca ouviu Copa de Buzzwords. Essa aqui deve ser, sei lá qual edição, vocês vão ter que me ajudar porque eu perdi. Talvez a quinta edição, tivemos uma na pandemia, né? Palavras da pandemia. Isso que a gente faz na Copa de Buzzwords, a gente escolhe palavras no formato de Copa do Mundo que você conhece, que está acontecendo agora nesse momento.
Você conhece, você confia.
Um segundo evento não tão importante quanto esse. Vamos definir quais são as palavras que são as mais irritantes, né, que estão desgastadas, são abolidas, perderam seu significado, estão deixando o ambiente mais tóxico. Que foi tóxico, foi a palavra vencedora da última Copa do Mundo de futebol.
Nunca lembraria.
Não está aqui porque ela já foi eliminada, né, para nós, então ela não participa. Mas quem disputou a final com ela tá aqui, tá?
E vale dizer que mais do que um programa de apontamento de falhas, de problemas da sociedade, é um programa de combate. Porque a nação brasileira se compromete, a sociedade se compromete a parar de utilizar a palavra que a gente aboliu aqui.
Assim como tem que acabar, a gente tira comportamentos da sociedade ou coisas físicas, né, coisas mais complexas que palavras.
Programa conservador, né?
Uma vez mais.
Vocês se lembram das palavras que a gente eliminou no passado?
Cara, eu não sei nem como sei.
Eu sei, acho que eu lembro de uma. Lembra de uma? Meritocracia.
Meritocracia.
Qual que a gente não eliminou, não?
Eliminou?
Não eliminou, não eliminou, perdeu.
Mas avançou muito.
Foi para final, né? Pois é.
Tá, a gente eliminou brilho nos olhos, né? Isso.
Foi a Bolívia, brilho nos olhos?
Foi. No da pandemia, a gente eliminou o lado bom da pandemia, né?
Teve dor também, não ganhou alguma coisa?
Não, essa aí foi a grande final da última Copa de Buzzwords, foi tóxico versus pontos de dor.
Pontos de dor.
Nossa, foi uma Copa bastante emocional, né?
Eu tô achando fascinante que a gente tinha um trabalho, que era saber quantas vezes a gente fez esse programa e quais foram as palavras que a gente mais usou.
Semana passada eu tava muito doente, pessoal.
Ó, eu convido você, ouvinte, e ouvinte, conferir os programas anteriores. Inclusive, porque muitas das palavras que participaram não estão hoje, porque elas já, né, seleções cansadas, né?
Faltou tal coisa, a gente já falou, aquela vulgar de 94, né?
Já não participa mais.
Então, e deixando claro, qualquer palavra que aparecer aqui já está eliminada. Assim, a gente só vai escolher uma campeã, mas nenhuma palavra tá aqui presta.
Tem toda uma nova geração chegando.
A gente recomenda que você ponha a mão na consciência antes de usar as palavras aqui apontadas.
É programa pra mandar um slack da firma, do grupo geral, sabe?
Pessoal, dê uma olhada. Oficialmente, do ponto de vista jurídico, é só campeã que é o que o Richard Price nos recomenda.
Dá tadinha, só pode apelar ao STF com essa palavra. As outras você tem que aturar durante mais um tempo. A gente tem dois potes, né? Um pote...
Esses potes são seus ou da Juliana?
Com a cabeça de chave.
Isso aqui foi a Juliana que me deu. São potes inquebráveis. São potes inquebráveis.
Isso é um pote da granada?
Eu que te dei?
Foi você que me deu.
Ou foi a outra?
E aqui o pote...
Peraí, a gente tem um pote de chocolate e um pote de margarina. E a gente tem uma marmita oriental.
Isso.
É um bentô, é um bentô.
Bentô.
Muito legal.
Que nós vamos sortear desse jeito aqui, ó. É isso, colocar aqui dentro e fazer assim.
Quando que eu te dei isso?
Você me deu um dia.
Esse aqui trava.
Pode dar mais, aliás, se quiser.
Vai ficar incrível no vídeo, viu, gente? Você que tá no Spotify, vai lá, deixa o like.
Eu não lembro se você dá as coisas de comerigo. Mas enfim.
Auditado.
Eu amo.
Então é isso.
Inviolado, tá vendo? É um pote.
Peraí, pessoal, chacoalha pros bebês da Fisher-Price, por favor.
Não, eles que têm que cortar e mostrar.
Muito bem, 4 crianças passaram a tarde cortando esse pote.
Isso, vocês vão ver que tá tudo torto por conta disso.
Todos os vermelhos que você faz.
Com as mãozinhas pequenas, né?
Usando aquela tesoura que corta papel, mas não corta cabelo. Faz um monte.
Exato, muito bem. Então rapidinho, mas antes...
Mas antes...
É seguir @brincastpod nas redes, seguir youtube.com.br/b9 no YouTube e dar o like. Meta de likes, esse programa aqui é a nossa maior franquia de todos os tempos.
Vou falar pra vocês, se chegar em 300 mil likes hoje, aí eu vou ficar maluco.
Aí esquece, aí esquece. Mas olha, eu acho que assim, é um momento especial. Não é sempre que Copa de Buzzwords acontece. A gente tá no meio da Copa do Mundo. Se a gente puder chegar a 5 mil likes, que eu sei é bastante, mas eu confio em vocês. Eu confio em mandar no grupo da família e falar assim: "Gente, nem precisa assistir, só dá o like." Pode ser campanha. É isso, entendeu? Eu acho que... Eu confio em vocês todos, vocês confiam na gente. Vamos botar isso à prova.
Muito bem, isso aí.
Alright, so let's pauta!
Vamos!
Pauta!
Bom, aqui, como eu falei, temos os spots.
Temos os grupos que a gente vai preencher.
Olha que lindo!
E qual a diferença de conteúdo dos potes?
Aqui cabeças de chave e aqui os outros.
Ok, aqui é arrepescagem.
Então no pote de chocolate cabeças de chave, no Bento os outros.
Então começa aí.
Bento e Bento são os grupos, são os potes.
Eu vou deixar aqui a—
Isso não é uma publicidade, mas Bento poderia patrocinar esse podcast.
Verdade.
Não precisei fazer na mão, hein. Não precisa, você viu?
Vai. Quem vai sortear aí primeiro cabeça de chave?
As pontas sorteiam primeiro.
É isso, vamos deixar aberto, né?
Mas espera, cabeça de chave aqui.
Isso, ok. É o formato de mata-mata que tá na tela, né? O formato tá na tela, né?
Primeiro grupo, depois formato, depois vem mata-mata, como toda Copa. Tá na tela, vai estar na tela. Vai, Bia, sorteia aí a primeira palavra.
O primeiro sorteado é Ativação!
Ativação de cara!
As passivas na chuva.
Ativação! Vocês querem discutir já ou...?
Eu acho que é melhor a gente deixar pra discutir quando tiverem os confrontos.
Muito bem.
Ativação. Não, cabeça de chave é depois.
Perfeito.
Não, vamos sortear todos os cabeças de chave. Eu vou colocando nos grupos.
É que é a sua primeira vez aqui, né?
Exato.
Legal que o rebolamento tá na ponta da língua.
É isso.
Vamos lá. Nós estamos aqui com a É Sobre versus Não É Sobre.
Ixi, é sobre.
Esse aí, o grupo B vai se colocando como o grupo da morte. Nem temos outras palavras. Não, mas esse daí é sobre todos os outros.
Que ganhou força, né? É uma palavra, um termo que a gente já trouxe aqui em outras copas, mas que por advento da IA ganhou uma força de Sam Altman. É verdade, mas estamos fazendo isso agora.
A terceira palavra, terceira cabeça de chave da Copa de Rosewoods 2026 é gratidão.
Isso aí, calma, calma. Essa foi pedida demais, tá?
É que não é sobre agradecer, é sobre sentir gratidão.
Perfeito.
Essa daí vem porque a gente pode fazer uma atividade, frenesi do público, da torcida.
Tá organizado do LinkedIn, tá como?
Ela se perpetua.
Agêntico barra agentic AI.
Agêntico, boa, perfeito.
O futuro é agêntico.
Nossa Senhora.
É com agêntico.
O problema é o buzzword mesmo, não é pra discutir ainda, né? Não. Mas eu tenho uma discussão.
Mas eu vou discutir. Aqui, fricção.
Let's get fricção.
Frequência.
Eu acho inclusive que essa dinâmica dos pods pode gerar alguma ficção, né, meu time?
Aí vai ficar—
essa é uma palavra com a qual eu lido desde os 12, 13 anos de idade, com frequência.
Calma aí, calma aí.
Eita, vai, vamos lá, caralho!
Não, essa é boa, essa é maravilhosa.
People-driven, people-centric, qualquer coisa driven. Fun-centric.
Isso, amplo, né? Conceito amplo.
É porque o Braincast é fun-centric, né?
Verdade.
É fun-driven.
Boa. Penúltima aí. Ai, Jesus, eu tô animado, hein? Cabeça de chave.
Tô sentindo que essa é a boa.
Olha só, vibe coding, vibe coding.
Tem até programa do Braincast sobre isso.
É verdade, tem 3 programas, muita gente defendendo. E a última palavra.
E a última cabeça de chave.
O último cabeça de chave da Copa de Boas-Vozes 2026.
É AI Slop ou somente Slop, que é um termo que a gente não usava, né? Nunca tinha, nem existia. Agora está no nosso vocabulário.
Perfeito, estão inventando palavra agora.
Isso aí.
Agora vão começar com os que vieram das eliminatórias.
Exatamente, agora não, eles estão abaixo do ranking, vieram da Copa Bento.
Tá em número certinho?
Tá em número certinho, tem que preencher.
Se faltar, a gente já sei, hein?
Se faltar, a gente já sei. Eu sei, eu sei.
Vamos lá, o primeiro dos piores.
Que vai pro grupo A junto com ativação.
Perfeito. Exclusivo. Exclusividade.
Exclusivo, oferta exclusiva.
Pessoal, você pode ganhar um popsocket exclusivo.
Massa cochila exclusiva, benefícios exclusivos.
É verdade, você garante um desconto exclusivo de 5%.
Vai para o grupo B, onde está sobre a galera já desejando não estar nesse grupo, né?
É difícil.
É isso, eu tô prestando atenção em você.
Escuta ativa.
Puta que pariu, vamos exercitar essa escuta ativa.
Escuta no grupo B ativa, grupo B que eu apontei. Vai ser o grupo da morte.
Já, já segue.
Agora quem vai pro grupo C de gratidão?
Quem você acha aí de casa?
C de gratidão?
Gratidão.
C do chat. Você comenta no chat aí com a gente.
Falando em chat, promptar.
Não, não, não, isso nem existe. Tô inventando.
Existe. São várias palavras.
E como existe.
Até eu que me machuca tanto os ouvidos de ouvir essa porcaria.
Tem que promptar.
Muito bem.
Ou prompta. Prompta aí.
Vai pro grupo D de agêntico.
Agente KI.
O problema de um modo agêntico são os pontos de dor. Pontos de dor.
Voltando aí, voltando.
A vice-campeã, fortíssimo concorrente.
Eu tô me sentindo honrado de tirar essa palavra.
Que coisa linda.
A vice-campeã da última Copa volta com força, volta com 6 adivinhações.
Fortíssimo concorrente.
Vem aí, no grupo E.
Na Copa de Boas-Vozes, grupo E, fricção, ou é Você é do reino. É um prazer para mim. Eu queria agradecer a todo mundo, cara, que não dá para ser ateu, viveu, não dá, não tem como. Deus tá em todas as coisas. Resenha, resenha, esquece, esquece, esquece, esquece. Você tem copa de boas-vindas? Tem. Esquece, esquece, esquece.
Resenha que também volta.
Nossa, olha, volta voltando, né?
Nossa, mas ela volta turbinada, né?
Eu vou pegar o segundo saco de bala já.
E um saco de aquele jeito.
Isso é exatamente.
Vamos lá, esse vai entrar em qual grupo?
No grupo F de people-driven, centric.
Já teve mais forte, eu acho, mas ele vem como azarão. Ressignificar.
Ressignificar.
Eu acho forte, eu acho uma pessoa forte.
Eu acho forte.
É o peso da camisa, né? Eu acho que tem que ter.
É isso, tá muitos anos aí. Tá envelhecido, tá envelhecido, mas vai voltar forte.
Mas às vezes não sente o peso?
É palavra de fora-temer.
Eu aprendi vários termos, pessoal, de copa. Sentiu o peso da camisa. Olha aí, eu tenho escutado o especial que o Me Conte Uma Fofoca tá fazendo com a nossa amiga Anitta Freire.
Então eu tô aprendendo muita coisa.
Vai, qual que é o grupo?
Grupo G, onde está a vibe cold.
Parentalidade, né?
Tá, sim, é uma Copa, né? Então é a celebração do esporte.
Acabou.
"Tem um vozinho na parede, Thalita?" "Só vê isso." Pode fazer diferença, né, pessoal?
Gente, demorei muito tempo pra entender o que vocês estavam falando de vozinha, mas fiquei muito enternecida com a situação.
Nossa, um beijo, vozinha.
Que vocabulário. Se a gente tá aqui hoje gravando essa Copa de Buzzwords, é graças a você.
E aí, um jornal dos Estados Unidos traduziu assim: "Vozinha", que traduz-se "voice".
Virou "voice". "Tiny voice".
Essa aqui...
Procura o H onde está "slap", né?
"H" de água, né? É uma palavra de verdade que existe, só que ela vai pra qualquer lugar ultimamente, que é curadoria. Curador, curador.
Curadoria.
A gente precisava de uma curadoria melhor, não tem mesmo?
Exato, é isso.
Todo mundo tá fazendo curadoria, né.
Gente, é o seguinte, a gente quer lançar uma newsletter com uma curadoria.
Se tiver um contador de rima, eu não vou discutir, quebra pau.
Calma.
Pro grupo A agora, onde está ativação e exclusiva. Exclusividade.
Que é uma ativação muito forte. Será que continua forte com esse próximo concorrente? A palavra agora na Copa de Vosvodes é... Faz sentido pra você?
É uma expressão.
Pior que eu uso muito essa desgraça.
É uma expressão, mas...
E eu tenho raiva de mim quando eu uso.
Funciona pra você?
Eu terminava todas as frases falando: "Faz sentido isso?" Eu também, professor.
Funciona pra você?
Eu sou professor de faculdade lá em Vinicius.
Funciona, eu adoro "funciona".
Professor, funciona?
3 da tarde de sexta, funciona?
Gente, estamos no paralelo aqui.
O Higino vai contar a história dele, do que aconteceu nele.
Vocês estão no mundo paralelo. Não, conversem aí, falem, falem. É como se vocês tivessem essa missão, que é outras 6 coisas acontecerem e não percebessem a causa.
Que a Copa é feita de histórias.
Mas isso vai queimar pauta agora, né?
Não vai, faz aí o que você achar melhor, bicho. Vamos, você vai.
Vou comer minha balinha aqui.
Resenha!
Voltamos lá pro grupo B. B, onde está é sobre escutativa.
Aí o grupo da morte, né, é o grupo da empatia. Mentoria, mentoria, um estrago diário que esse aí faz, coisas que existem, deixaram de existir.
Poderoso, hein, esse grupo tá foda mesmo.
Grupo C agora, onde está gratidão e pronto estar. Vamos ver quem vem aí.
Quem?
Camadas.
Ah, não é sobre isso.
Nossa, não é sobre, não é sobre.
Eu acho que Camadas vem comendo por fora.
Tem muitas camadas, é. Então vai ser na competição, pode passar. Onde está a gente? Que aí, pontos de dor.
Às vezes se beneficiando do sorteio e do chaveamento, Camadas Pode ir longe, pode ir longe.
Acolhimento, que pariu, hein.
Vai, grupo E, ou é ficção e resenha.
Nossa, que são competidores, eu tô com dó de Ritual.
Ritual, ah, mas é bom.
E aí, ó, eu acho que podia ser Ritual barra rito e ritualística também, né, o ritual do do bem-estar, o ritual do— você não compra mais um toma um cafezinho, é o ritual do café que você faz.
E o ritual precisa ser pactuado, né?
É porque o ser humano, ele sempre, ele é uma criatura de rituais, né? A gente tem o nosso ritual diário.
Nossa, qualquer coisa, experiência, sabe? Que tudo é uma experiência, né?
Elas estão—
não, é perto, mas eu acho que é a mesma coisa.
Falaremos disso.
Grupo F. People-driven ou center-key, ressignificar.
É um grupo forte.
É um grupo bom.
É um grupo bom.
Japão e Holanda. Japão e Holanda. Tá bom. Elas vêm com uma palavra forte.
Caramba, eu tive que olhar aí. Nossa. Uma coisa que você que tá me ouvindo não tem.
Entra na Copa de Boas-Vontades 2006, agora.
Hiperfoco.
Hiperfoco.
Uau, cara, que é a seara de palavras que são associadas a diagnósticos e que as pessoas passaram a usar.
Estão hiperfocadas no hiperfoco, né?
Isso, ó, não, a pior pessoa que você conhece aprendeu o vocabulário terapêutico, né? Isso.
Sabe o hiperfoco que eu tenho? Likes no vídeo no YouTube, ó, agora.
Muito bem, grupo G de vibe coding e parentalidade.
Comunidade.
Comunidade. A comunidade, que ela é uma competidora das antigas, desde a primeira Copa de Buzzwords ela está Isso. E vem trocando, vem. Assim, eu acho que ela tá cansada, envelhecida, mas, cara, se usa, continua se usando pra tudo. E tudo é uma comunidade.
Muda de significado.
Na minha infância era favela, e agora é WhatsApp.
Pra mim, é um verso de um dos grandes sambas do Vargai, que é: Feliz da vida, lá vem o bichinho. Exemplo de comunidade, a música venceu.
O dom é luz.
É, só que agora comunidade chat.
Qualquer grupo de WhatsApp tem chat, tem uma comunidade. Nossa marca tem que criar uma comunidade em torno do nosso produto.
A gente tem que agradar a nossa comunidade. Mas qual é essa comunidade? Não, as pessoas que saem comigo, todas as pessoas que passam canela de velho.
Comunidade driven.
Mas você pode participar da comunidade do brinquedo, da brinquisteria.
É verdade.
Eu acho que os dois, o quê, um cafezinho, dois?
É um cafezinho salgado.
Depende do café.
O último foi por mês, então foi um de coffee.
Um de coffee.
É uma tarde, você passa fome, traz, a galera fica legal.
E Slope e Curadoria, vamos ver quem vem. Narrativa! Ela vem forte, todas as copas, nunca ganhou. Não sei por que que a gente quer, ela não morre.
Sabe que nunca ganha um Kakofag, né?
Nunca ganha.
Nunca ganha. Nunca ganha.
A narrativa seria uma Holanda da Copa das Batalhas que venceu.
Nunca vence, mas chega sempre ali na top 3, 4.
Joga como nunca, perde como sempre.
Perfeito.
Qual o grupo?
Grupo A, agora fechando o grupo A. Ativação exclusiva. E faz sentido para você?
Posso só pedir uma coisa antes? Qual a cor das balas na minha boca?
Cara, que absurdo.
É vermelho e roxo.
Nossa, tá muito gostoso.
Perfeito.
Que combinação!
Um beijo aí pra Skirtless.
É a melhor combinação.
Que combinação! Vermelho e roxo. Boca!
Fechando o grupo A. Transbordar.
Transbordar.
O que eu acho? Eu acho que essa campanha, pra além da que a gente vai fazer do criativo tático, ela também transborda pra questão do corporativo, entende? A gente pode fazer muita comunicação interna, tudo seguindo assim, o mesmo narrativa, sabe? Porque eu acho que alimenta a comunidade também.
Impressionante o amor que eu tenho por você ter resistido a essa interação, porque assim...
Sinceramente. Ó, vamos fechar o grupo B, onde tem é sobre, escutativa e mentoria.
Não tem resenha não, né?
Resenha já foi. Porque onde tem resenha, esquece!
Ah, muito bem!
Só esquece!
Caralho, eu posso aplaudir?
Não, não é esquece, é esquece!
Esquece, velho!
Eu não vou fazer o staccato, senão vão falar que eu não faço staccato.
Eu acho que tem um erro da FIBS aí, né, que é a Federação Internacional de Buzzwords, que é não colocar o esquece como cabeça de chave, que poderia cair aqui. Rezenha, Esquece no mesmo grupo.
Aqui não, é que a FIBS é a Federação Internacional. As confederações regionais às vezes têm grandes competidores que estão no mesmo lugar, como Rezenha, Esquece.
Porque é o Brasil e Colômbia, né?
Vem do mesmo lugar.
Se tá na FIBS, esquece.
Exato.
Tá bom.
Vamos fechar o grupo C. De gratidão para um Pitari Camadas.
O que vai acontecer aqui na Copa de Buenos Aires 2026 hoje? Uma grande imersão.
Imersão.
Em palavras que você deve evitar.
Nossa, outra que foi pro caralho.
Não tem mais, sei lá, um curso.
Não tem significado.
Uma imersão.
Gente, isso é uma verdadeira imersão. Sempre é verdadeira também, né?
Não tem mais uma viagem.
Não, é literalmente uma imersão.
É uma imersão.
Não, a gente pode fazer uma "intimação". Que é literalmente uma imersão.
Uma masculinidade.
No trabalho do Leonardo da Vinci. Aí você vai ver e é um projetor.
Você sabe que eu cresci viajando muito pra Águas de Santa Bárbara. Uma estância balneária no interior de São Paulo, quase fazendo divisa com Minas Gerais ali. 400 km, mais ou menos, 300 km de São Paulo.
Dados geográficos.
E lá, o que eu sempre fiz foram banhos de imersão nas águas medicinais externas de Santa Bárbara.
Aí é quando pode usar o imersão.
E essa é a lista. E as Águas de Santa Bárbara que vendiam muitas glebas. Nos intervalos do Fofão na Band sempre tinha propaganda de termas de Santa Bárbara, entregando a idade de cada localmente.
Incrível a quantidade de informações que eu tenho sobre uma cidade que eu não conhecia há 2 meses.
Agora, grupo D, vai lá! Quem é?
Quem são?
Tem agente, KI, pontos de dor e acolhimento.
Vou sortear o segundo desse grupo também.
Bom grupo, grupo forte. Será que continua forte?
Masterclass.
Masterclass.
Masterclass.
Gente, não tem mais aula?
É uma aula magna.
É uma aula magna.
Só que você não é o Antônio Cândido, entendeu? Então você não dá uma aula magna.
Qual é uma masterclass?
Por R$19,90 você tem acesso à minha masterclass.
Você não precisa falar mais, tá?
Não ganha nada.
Exato.
Fala.
Não vou queimar pauta também.
Muito bem, ó, grupo E. Cofi! Cofi!
Olha aí, olha aí! Jogou bem essas eliminatórias aí, continua pisando.
Nossa Senhora, esse mexe dentro do meu alma.
E o soft power, né, dessa Buzzword, que ela nunca ganha, mas ela tá nas reuniões de todo o Brasil.
Falando disso, que é reuniões que eu tô, que as pessoas ouvem o Breakast, ai, Bia, e o Cofi?
Vou falar com a Cofi, não, já soube.
Chamem ela pra reunião nossa em inglês, inclusive. Isso é legenda, isso é louco. Bom, né? Porque realmente é uma situação que a gente vive, né? As pessoas, quando estão na reunião com a gente, elas se envergonham, mas elas vão se envergonhar mesmo, tem que se envergonhar, é isso. Mas parece que elas não conseguem a tempo chegar um ao outro e falar outra. Não conseguem falar "intenso" mesmo, mesmo que seja no próprio idioma, né?
No próprio idioma, elas não conseguem.
Muito bem, fecha o grupo F aí, Bia, Fiona.
Puta que pariu. Produtificar, meu.
Produtificar.
Como é que a gente produtifica isso?
Quer dizer, como é que a gente vende algo que não é vendável, né? Que nem uma masterclass.
Puta, e depois tem que chamar a gente pra fazer reunião, enfim.
É, exato.
Me chamem pra fazer reunião também.
Fecha o grupo G aí, Iago Vinícius.
Veio?
Veio de um lugar, né? Lugar, vem de um lugar.
Lugar. Johnny Brito, nosso amigo. Essa é pra você.
Que não venceu também.
Toda vez, né?
Nossa, o Johnny quase arrancou o topete dele. Pela última vez.
E fecha o grupo H. Tem uma aí?
Nenhuma aqui.
Ah, então perfeito.
Mais uma vez nesse pote.
Bento.
Muito interessante.
Uma gracinha, né?
Lionel Messi.
Loveliness.
Parece mesmo.
O que que é a palavra que vem agora para vocês?
É um prazer para mim encontrar. Nossa, que lindo! Que é o Deque ou Dequezinho.
Dequezinho, cara, esse diminutivo, né?
Explica o que é para nossa audiência aqui.
Não tem apresentador do Yu-Gi-Oh!
Infelizmente, apresentação, apresentação, afinal de contas esse é um podcast. Que nasce da publicidade, da cultura digital de negócio. Inovação também. O trabalho do publicitário em geral é fazer apresentações de PPT. Ele é um Ourives do PPT. Em algum momento da vida, apresentação ou PPT ou qualquer outra palavra virou deck.
Eu não sei explicar também por quê.
E o deck virou Deckzinho, que é em inglês, né?
Eles usam deck, né? Pipiti?
Pipiti?
Não usa pipiti, é o deck.
Tá bom. Tem que fazer, apresentar o seu deck.
Eu nunca ouvi falar de deck, eu não quero me avançar, mas eu nunca ouvi falar de deck sem que de alguma forma a pessoa que tá falando sobre o deck tá pedindo deck, vai apresentar o deck. Tente minimizar para pessoa a complexidade, o trabalho. É, fala assim: não, ó, não se assuste, é só um deck, é só um deckzinho. A gente vai só trazer um deck.
Então isso aí é do copy também, sofre dessa mesma coisa.
É sempre tentando minimizar o sofrimento que as pessoas vão sentir de ter que se interagir com aquele produto, com aquele, né. Aquela produção do profissional da publicidade, da comunicação.
Perfeito. Ó, aqui os grupos formados, tá aí na sua tela.
Meninas, legal, tá aparecendo aí para você.
Ah, eu tô ouvindo Spotify, não sei com essas palavras. Então ouça no YouTube, deixa seu like.
Ó, vamos lá, de cada grupo se classificam duas para as oitavas de final. Então a gente tem que definir, vamos começar pelo grupo A, quais são as duas classificadas.
Legal.
Canta aí para nós.
Ativação exclusiva faz sentido para você? E transbordar, quem são as grandes?
Ativação exclusiva faz sentido para você?
E transbordar.
Ativação, eu quero trazer aqui já ativando aqui a nossa, que é: eu sou uma vítima talvez de ativação, porque utilizo, né? Como você falou, publicitário, negócios, cultura digital, virou uma palavra comum. Sei lá, uma marca vai fazer um stand num evento, aí ativação da marca. Então vamos conhecer as ativações da marca, vamos ver quais são as ativações do SXW, quais são as ativações do Lollapalooza, que são as quais marcas estão ativando, quais marcas estão ativando durante. Então ter um comum no meio.
A gente podia dar uma ativadinha.
Mas assim, ativar o quê?
Pois é, a marca. Ativar a marca.
O que que é?
Apertar um botão, né?
O verbo ativar, eu só quero ver se a gente tá na mesma página. Automaticamente, na cabeça de vocês, vem uma mão apertando um botão com dois dedos.
Isso.
Tá, beleza.
Pra mim, tá formado.
Na minha não, mas é porque eu sou homossexual, né?
Ative.
Mas é que tem um negócio que Tem uma coisa que é do mercado, que é tentar fazer bonito o que é feio, né? Então você não pode dizer stand, que stand é feio.
Exatamente.
Aí você tem que falar uma ativação. Cara, qual o problema com stand?
É, não pode ser stand.
É que stand parece uma coisa, uma feira, uma coisa, não, é uma feira de estágio, né?
São 4 paredes subidas num lugar, 4 telão, né?
É tão horrível quanto, mas ativação parece algo com muito propósito assim.
Parece algo Photoshop, tá aí a proposta.
Cara, vou fazer uma ativação.
Ficaria melhor atividade da marca.
A marca fez uma, não, não promoveu uma atividade aí, aí é foda, porque aí você tem que fazer o stand de gol ali para pessoa fazer.
Tá chegando mensagens para você no, durante, minha esposa falando com a gente.
Um beijo, valeu, Flu!
Imagina, ela é fã do show, cara, que tem tudo que tem de bom.
Mas vamos lá, mas ativação, eu, eu, a gente crisou nessa ativação, né?
Tudo, tudo ativação.
Se você tem um stand com uma coisa tipo, aí, um chute a gol para brincar com todo mundo, ou se o iSandy só te dá uma bolsa e ativação.
A gente vai ter uma ativação na entrada do evento que as pessoas vão entrar no evento.
E digo mais, eu acho que ativação de alguma maneira já extrapolou a bolha publicitária.
Sim, com certeza. Porque aí virou um nome bonito, é o que o Iago falou.
E vem também do inglês, que eles falam activation, né? Activation.
Pô, fala activation, mas não fala pipiti? Que língua de merda é essa?
A gente assumiu a grande raiz do mal das nossas vidas.
Perfeito. É sempre aquele cara que a gente não pode falar o nome, porque senão a gente não pode monetizar.
É verdade, eu não vou falar mais sobre isso.
Bom, enfim, ativação, eu sinto que a gente exclusiva.
Eu também quero trazer aqui a palavra exclusiva porque foi uma—
eu não quero dizer, você pleiteou essa palavra.
Eu não quero dizer que eu tô lutando por ela, né?
Existe pelo exclusivo.
Eu jamais manipulei as palavras classificadas de alguma maneira.
Até porque nenhuma das palavras poderia ficar de fora. A gente tava com número exato de palavras aqui.
Que que acontece com exclusivo? É uma palavra normal, normal, usada há séculos, e serve. Só que ela foi banalizada completamente. Tudo virou exclusivo. Isso você pode pegar. Escuta agora, você assistindo Copa do Mundo, o gestão dele é de advogado.
Parece que ele tá bonito de ver.
Assistindo agora Copa do Mundo, Os anunciantes estão com polvorosa, né, anunciando. Quando o locutor lá da TV vai falar—
Qual locutor e qual TV?
No Luizinho, na Casa da TV. Esquece!
Esquece!
Pode todo o spot que dão para ele falar lá, todo merchan, pode ser exclusivo.
Chama CTA, call to action.
Também merecia, hein?
Chamada para ação.
É que CTA é das antigas, né? E é uma técnica, né, CTA? Tá bom. E aí, então se inscreva para ganhar benefícios exclusivos, uma sacochila exclusiva.
Isso é muito foda, exclusivo, porque serve para você maquiar muita coisa, né? Você tá fazendo uma parada, vamos fazer uma ação aqui, tá defendendo pra caralho. E aí a gente vai dar uns brindes. Mas que brindes exclusivos? Mas qual? Então a gente vai ver no estoque que tem. Então aqui É, então é brindes exclusivos, benefícios exclusivos dentro da plataforma.
Tá em todos os comerciais, você pode ouvir. Tem a Gisele Bündchen no comercial do banco falando benefícios exclusivos. Vai, calma também.
Tem o, qual que é, muito amiga da filha do—
eu também não gosto de exclusivo. Primeiro porque eu não acho que não tem que excluir ninguém.
Tá.
Segundo porque vira, vira, obrigado, obrigado.
É maquiagem, é E para alguns homens também, e para pessoas transgênero.
Enfim, e eu também não gosto que, como você falou, tudo vira exclusivo e é para gerar essa ânsia de você ir lá e clicar, que eu acho sacanagem, porque eu acho escroto.
Eu culpo a vítima nesse caso, que é o público em geral. Você que é o público em geral. Eu ponho a palavra exclusivo em um post, newsletter, em qualquer situação que eu ponho de comunicação, as visualizações sobem 15%.
Ah, mentira! Não é?
É impressionante.
É verdade, é impressionante. Então vou usar.
Dica exclusiva para vocês.
Exclusiva. Eu sou um guru do marketing, né?
Vai, que mais que é mesmo?
Faz sentido para você?
Eu acho até infantil.
Acha infantil?
Acho até infantil, porque acho bonitinho.
Acho assim, eu também acho bom, tem essa gentileza. É chato não poder usar, mas é você que quer falar. O que você quer falar é Eu acho você um pouco burro. Eu preciso entender se você entendeu o que eu falei.
Não, não, não.
Ah, não, não gosta?
Eu uso muito quando eu acho que eu falei de forma esquisita.
Aí eu falo: "Nossa, faz sentido, você entendeu?
Você precisa de ajuda?" Não, deu pra entender o que eu falei? Eu acho que é o contrário.
Eu acho que o "faz sentido pra você" que a gente tá falando aqui, que entrou em campo, é assim: tem a Guiana e tem a outra Guiana lá, certo? E são duas Guianas diferentes.
Tem Congo e República Democrática do Congo.
Acho que agora você tá com tudo.
Só tem um só.
Não, não tem dois?
Não, não.
Não faz sentido pra você? Eu acho que é uma coisa meio assim: olha, eu tenho aqui um apartamentinho, eu tenho um Corsel aqui. 74.
74.
Pinturinha em dia.
Tá.
Algumas mexinhas elétricas.
Ah!
Com preço camarada, uma joia de altinho. "30 mil, tu me dá metade em dinheiro vivo e o resto a gente pica em lâminas de cheque.
Faz sentido pra você?" Saquei, como técnica de negociação.
É um outro faz sentido. Não é assim que eu ouço. Hoje em dia não é assim.
Eu concordo mais com o Iago, que é você tá... A minha explicação pode parecer confusa. Faz sentido o que eu tô falando? E não tô chamando a pessoa de burra.
É que nós que somos da economia do conhecimento, a gente tem esse problema.
Eu tô nessa daí também.
Eu sou revendedor de carro, só te falar.
Não sei, eu interpreto dessa forma. Falei, falei, falei. O funcionamento, se você sacou, não, você tá me explicando direito, não sei, eu acho que faz sentido.
Você tá mostrando assim, às vezes a gente não tá fazendo sentido pra gente, tem uma diferença, tem uma diferença de autoestima talvez, que a gente que é burro, a gente quer confirmar que faz sentido, você que é mais inteligente, você tá falando assim, não, pessoa estúpida, isso faz sentido.
Não, mas eu já vi sendo na minha frente duas pessoas conversando em que ele é aplicado do Faz sentido para você?
Vai do burro à inteligência.
Cara, é ruim, é ruim, é ruim, é ruim.
Eu acho que ainda é pouco utilizada.
Acho que as duas primeiras têm muito mais exclusivas.
Transbordar é de se ficar de olho, que eu já recebi informação de campanha que, ó, ó, transbordar para outros A gente fala com o James Zimmer, a gente transborda.
Isso, tem que transbordar para outras verticais, cara.
Senão eu acho que transbordar é muito mais perigoso do que o exclusivo.
Não, é assim, exclusivo não vai acabar, infelizmente ele já tá, não vai. Inclusive ele vai dobrar, vai continuar, porque é muleta, né? Assim, que eu não tenho que colocar esse benefício, é o quê?
É uma palavra ótima.
É que não é fácil, tiozão, que coisa.
É uma palavra que tá sendo usada aí há centenas de anos, não é à toa.
Mas é que tá cada vez mais, e toda vez que eu vejo, ah, exclusivo, eu falo, só você.
É muito melhor exclusivo que diferenciado. Bolo gigante de aniversário de São Paulo é exclusivo do dia do aniversário de São Paulo, não vai ter outro dia. Mas tem dia do ano que você vai lá se bater com senhoras e saco de plástico.
Eu acho que é isso, vão às lojas, edição limitada exclusiva dessa loja. 'Pode ser coisas do Corinthians lá na loja?' Aí eu falo: 'Puts, só vai ter aqui, vai acabar.' Aí eu— aí tudo bem, você pode usar exclusivo. Agora, benefícios exclusivos, quais benefícios exclusivos?
Só tem aqui o quê? 10% de desconto? Enfim, eu acho horroroso.
O problema é quando tudo vira exclusivo. A gente vai dar de presente, um sorteio na festa junina, a gente vai dar de presente um Um galeto, exclusivo. Não é assim, mas você não falasse que era exclusivo, você também sortearia um galeto com polenta, entendeu?
Mas é exclusivo daquela pessoa.
E o galeto você continua comprando para todo mundo, vai comer o galeto.
Todo mundo pode comer um galeto.
Não, mas o galeto da festa é exclusivo.
É só ali que vai ser.
Como vota um deputado?
Vamos lá, isso, quem vai?
Eu vou de Ativação e Transbordar.
E Transbordar?
É.
E você? Um voto para Ativação, um voto para Transbordar.
Eu também.
Também, dois.
A Espiral do Silêncio mais uma vez, ela vai, vai, vai indo, hein.
Transbordar cresceu, hein.
É, não achava também.
Tá transbordando. Mentira.
Eu vou votar em Ativação e Exclusiva.
Isso, eu vou votar em Ativação e Exclusiva.
Nossa, eu sou o Voldemort aqui.
É.
Que faz sentido para você, já está eliminado, não tem como.
Eu vou continuar usando, hein.
Você vai escolher ou Exclusiva ou transbordar?
Cara, ou você fecha comigo, você fecha com a Beatriz.
E aí eu—
coitado, não faz isso com ele!
Ou você fecha com os tricolores, ou você vai fechar com essa corda, né?
Não, eu acho que transbordar, pelo seu potencial, tipo, eu não queria, eu não queria, eu não queria que ela tivesse aqui na próxima Copa de Buzzword, porque vai ser muito mais seguro.
Tá.
E aí, eu acho que é um bom argumento porque Tá escutando lá, bebê?
Ready? Eu acho que isso não vai dar para impulsionar mais esse vídeo, tá?
Então, ativação em primeiro lugar, legal. E passou transbordar na segunda colocação, tá?
Ok, vamos para o grupo B, para morte!
Bora! Tem é sobre barra não é sobre, que já estava aí.
Mas é que agora tá, né? As pessoas copiam e colam e se juntam.
Se trata ou não se trata?
Isso, cara, o Fusca Amarelo já tava aí, mas ele só virou o Bumblebee depois que o meteoro Constansópolis chegou na Terra. Perfeito. E é isso que é o sobre.
Escuta ativa, escuta ativa, a gente tem que praticar, né?
Tem que praticar escuta ativa para poder ouvir o outro e ter empatia, né? É um acolhimento da pessoa quando você tem uma—
Escutativas sobre as dores.
Escutativas, exato. Escutar os pontos de dor. Mentoria.
Vai se foder.
Esquece.
Caralho, é o grupo da morte, hein? É o grupo da morte.
Esse tá no grupo da morte, esquece.
Porque assim, vamos começar pelo esquece, vai.
Exato.
O esquece, palavra comum, certo?
Comum.
Só que você não usava assim, só picando nas coisas.
Tá falando É o Tatar.
It is.
Mas é que é uma coisa que já foi debatida aqui e também já foi debatida nos fóruns, que é, pelo amor de Deus, você fala as expressões cariocas, não traz personalidade e não é um traço de personalidade engraçado.
Ou esquece, ele já existia antes do advento da TV lá? Sim, da Vileleque. No Rio de Janeiro?
Existia.
Porque eu nunca usei nesse, eu só sei, esqueci alguma coisa.
Ainda gosto, cara.
Ou você sempre esquece, né? É assim, não era?
Só esquece.
Mas tinha, tinha, já era uma gíria muito popular.
E nas rodas de boleiro também sempre usou assim, ah, colocar na cara do gol, esquece. Eu nunca, mas não era o esquece, tem um esquece.
Você é um idoso, então esquece.
Bom, esquece, vai.
Pô, assim eu já usei.
Então esquece isso aí, vai.
É que eu sempre falei isso.
Isso é significativo, cara. Isso é significativo.
Isso é tão bem, já. Ela foi ressignificada.
Faz sentido isso, Gabi. Faz sentido.
Aí, ó, viu? Viu? Olha como tá usando.
E ela não recebeu nenhum voto, hein.
Papai do céu.
É sobre, não é sobre, que vem fortíssimo, porque ela já vem de jeito mais leve.
Nossa, gente, e eu tive uma discussão tão grande num trabalho por causa dessa porra desse acerto.
Você brigou?
Eu não briguei porque eu sou uma mulher muito classuda, mas eu tive forte—
Os afetos se atravessaram.
Cara, e você— Acho que só o Marco ouviu essa história também, eu contei para vocês essa história. Eu tive uma discussão de assim, cara, a pessoa foi lá e ela escreveu com a própria mão, não é sobre— Como é que eu vou usar a palavra? Me veio direto a palavra. Não é sobre prateleiras.
Gente, todas as pessoas do mundo fala assim.
Isso, é sobre—
Não é sobre tijolos, é sobre construir sonhos.
Ótimo, excelente. Não é sobre tijolos, é sobre construir sonhos. A pessoa veio com isso para mim e aí eu falei: ótimo, mas deixa eu te contar uma coisa, isso aqui já virou uma coisa muito batida de— ah, eu entendi que você escreveu com suas próprias mãos, mas é que quando as pessoas olharem, elas vão pensar que foi o maior sucesso. E aí o que eu ouvi foi: putz, mas a gente vai então complicar uma coisa que é tão simples. E assim, cara, não é complicado.
Mas deixa uma coisa, eu acho que é sobre a problemática antes da IA, porque não podia ser sobre o debate. A gente usa no português o 'se trata', né? Isso não se trata de tal coisa, não se trata de outra.
Isso tá tudo bem, que é o de hoje, não se trata.
Tem a ver, tem vários jeitos, né? Você já leu mais que 3 livros na sua vida? Mas enfim, tive essa discussão. E aí existe uma coisa que é... Existe uma decisão.
O neguinho não perdeu.
Eu perdi forte.
Ninguém vai ganhar ou perder nessa situação.
Não, cara, essa pergunta perdeu.
A Bia perguntou: "Faz sentido pra você?" A pessoa falou: "Não faz." E aí eu percebi, não, era uma situação muito específica que eu podia me recolher ali, podia evitar a fadiga. Mas o que acontece é, ainda é percebido como uma forma de falar mais simplificada, porque você já fala direto do que você quer falar.
E do que você não quer falar.
É, então assim, parece uma coisa que te diferencia.
Isso, eu percebo que parece que você tá colocando uma...
Não é sobre tijolos, é sobre construções.
Que frase bem construída, hein? Não, você tá louco.
E aí a frase curtinha, né? Que é assim, papá, papá, né?
É isso aí, papapá.
Uma coisa que tá me irritando é que tá girando. Eu quero fazer esse desabafo aqui agora. Eu amo meu trabalho. Ganho milhões, então também gosto.
Só pode aparecer com esse figurino.
Pois é, um homem rico que ganha milhões.
Eu tô de paletó, deixa o like pro meu paletó. Que gerou uma neurose no meu trabalho que a gente tá chamando de paralelismo. É paralelismo?
Não é assim.
E aí eu não posso colocar— eu adoro escrever, né? É uma coisa que eu faço na minha vida, escrevo textos. Aí toda vez que eu falo isso, o pessoal fala assim: ah não, porque aí, ah, não sei o quê. Virou um pavor isso, gente.
Isso é um recurso da língua portuguesa, existe, entendeu? Aí ela escreve assim porque ela foi treinada com bilhões de exercícios.
A culpa foi nossa, nós importamos aquilo lá. Então assim, também eu queria deixar esse valor de contexto. A gente pode legalizar o paralelismo.
Pois é, mas de outras formas, porque como a gente falou—
Eu sempre usei travessão.
Agora eu chego no Clod quando ele faz um texto, eu falo: agora tira o travessão e tudo que é difícil.
Eu sempre usei. Eu gostei a muleta, mas eu gosto também e parei.
Mas enfim, o É Sobre ele ganha uma nova camada muito chata, que é, para além de ser essa tradução mal feita, ter virado uma muleta esquisita, e ainda tem uma série de carrocês no Instagram.
Nossa, puta que pariu!
LinkedIn então, esquece.
O último slide é: eu criei tudo isso aqui.
É, não, e o último, se esse conteúdo fez sentido para você, salva para ler de novo, manda para os seus amigos.
Perfeito. Ó, escuta ativa, qual é o debate? Agora que eu perdi você, não escuta ativamente, você tá escutando o celular, escuta ativa é uma coisa, é uma metodologia, as pessoas não sabem qual a metodologia.
E elas acham que fala bom dia, como é que você tá, escuta ativa.
É que uma escuta passiva na cabeça das pessoas que usam o escutar ativa seria não escutar.
É porque eu achei, ó, problema aqui, ó, 1, 2, 3, 4, 5.
Você escutou?
Escutei.
Só que as pessoas acham que isso é ativa.
Aí eu tô aqui assim no Instagram e você falando, não, não, eu não acho que é isso, eu não acho que é necessariamente isso, eu não acho que é prestar atenção. Eu acho que as pessoas só estão colocando uma palavra lá de escuta—
Mas tão usando como sinônimo de prestar atenção!
Isso, isso é verdade! Escutar já é escutar, entendeu?
Não precisa ter o "ativa".
Se você escuta... Você escuta ela ou não?
É justo, justamente!
Entendeu?
Me escutou?!
Me escuta ativamente!!! Pô, me escuta ativa é mais uma das ferramentas da odiosa técnica de comunicação não violenta. Que quando a pessoa fala, fala, fala, fala...
Odiosa!?
Óbvio, mano!
Calma, aí você... O filho da mamila sujado!
Não, beijo pra Gil, pra Cris. Ela é necessária.
Olha os leitinhos.
Beijo ao caralho! A gente fez um programa... Muito necessária e odiosa.
É que eu comecei muito... Vamos chamar de tiba-baca.
É verdade.
Mas é que a escuta ativa é a pessoa foi lá, despejou um caminhão de coisas, aí você fala assim: "Eu entendo o que você tá falando e acolho o que você tá falando." Ai, meu Deus. Mas...
Isso, isso.
E aí você vai lá e ignora o que a pessoa falou.
Tem que acolher sim. Isso é escuta ativa. Tá bom.
A gente tem que fazer uma escuta ativa da nossa comunidade pra gente entender o que é que eles estão querendo. Eu escuto mais desse jeito.
Que é uma buzzword que vem para a próxima Copa, já tô adiantando aqui, que é social listening, que as pessoas não sabem o que é e tudo a ver na social listening.
Que é só você tentar salpicar palavras para dar uma importância, né? Que pode falar: vamos escutar o que as pessoas estão dizendo no nosso grupo de WhatsApp.
Vamos fazer uma pesquisa, vamos não sei o quê. Mas é que isso também acho que tem a ver com o avanço da valorização da Soft skill.
É isso.
Que é isso, agora você não basta só saber usar, não é mais sobre você saber fazer o seu trabalho certinho, saber qual pergunta fazer e botar no Excel e tudo mais.
Você tem que florear.
A gente fala mais, e aí quem que fala muito? Coach, mentoria. Você também tem que dominar as características, não é na característica, habilidades socioemocionais.
Que é isso, sabe?
Que aí você usa esse temperinho do... Que a gente vai falar ainda do afetivo. Afetivo já foi, né? Em outras copas.
Já foi.
Acolhimento, escuta ativa. Porque parece que você tá, pra além de usando as suas habilidades técnicas... Ai, gente, você viu como o Meriga é legal? Ele quer fazer uma escuta ativa. Você não vê isso em outro lugar. Ele tá só fazendo uma pesquisa.
E a escuta ativa é sempre pra ser feita. Ela nunca foi feita, né? Ela sempre será feita. Exato, porque a gente nunca tá se tornando ativamente.
E por último aqui, mentoria.
Vai tomar no cu, gigante!
Caramba!
Não, cara, o tanto— Por que que eu falei aquela coisa dano diária? Porque é uma galera cobrando uma grana. Fala ativo aqui. É uma galera cobrando uma grana, uma grana.
Ah, sim, é um curso de—
Vendendo mentoria. Eu tenho certeza que tem gente que faz mentoria, que é séria, bibibibibobobó. Mas o que virou um ralo de dinheiro. Começa com um ebook, começa com uma pessoa fazendo... Os posts de pessoa que vai fazer mentoria, que é sempre o mesmo post. Que é uma foto da pessoa fodida em 2009. "Ai, 2009 não era ninguém, eu tava horrorosa, não sei o quê. Eu não tinha ninguém." Aí fica a mentoria de dias e... "Mudei, mudei." Aí tem sempre alguma coisa que muda, uma viagem, um negócio...
Não é mais uma viagem, é uma experiência.
"Um pai e uma mãe que morre, não sei o quê." E aí eu decidi mudar. E agora eu sou rica, tomo Monjaro e faço não sei o quê, e posso fazer, faturar R$50 milhões com a minha mentoria.
Daquele de dias e pro milhão.
É isso! E aí os posts são iguais, as promessas são iguais, a ideia de comunidade, tem vários desses que usam isso no YouTube.
Você tem uma mentoria que faz parte da comunidade.
Que é uma comunidade exclusiva, tá ligado?
Maria Hills, cara, é inacreditável.
Você entendeu?
Eu sei porque ela entrou no perfil, falou assim: cara, olha esse bagulho, não tem como, se indigna comigo com isso aqui. E aí eu fiz uma escuta ativa do perfil dela, não tem, é a maior picaretagem que eu já vi na minha vida. É um vazio, é um nada. Por que que as minhas técnicas, você vai sair daqui, você vai chegar lá, quais "O que que eu vou fazer?" Mas são técnicas exclusivas, hein.
Que vão te levar da onde?
Do ponto A ao ponto B.
E aí é mentoria e mentor. Olha que sacanagem! Tá se colocando num lugar pra guiar a vida. E é sempre isso, é a mesma coisa.
É que eu vejo pessoas usarem dessa maneira. Mas como você falou, eu acho que tem... Vou fazer disclaimer, né. Tem mentores, mentorias que são sérias.
Sérias, sérias.
Tem terapeutas.
Exatamente, saiu o filme do He-Man agora. O que é um mentor?
Mas, cara, mentoria é foda.
Todo mundo virou mentor de alguma coisa, que é o novo dar um curso.
Isso, isso.
Tem a coisa do você sabe, cara, você sabe virar o celular assim, aí você vende o curso de 5 aulas para virar o seu celular. Morreu essa história de curso, ninguém quer mais plataforma nenhuma. Agora é mentoria. Aí promete 5 aulas mais uma live exclusiva no final, sei lá, bem fodidinha.
Uma masterclass, entende?
É horrível, é horrível. E quanto mais eu vejo todos esses mentores fazendo a mesma coisa, mais sim, e mais também tem a ver com essa coisa do te pega na vulnerabilidade, que você tá tentando fazer, refazer sua vida, que você se fudeu de algum jeito, torra o dinheiro, isso, na verdade, porque a pessoa ela vem se vender para ver a pessoa lá com o dinheiro que ela parte.
Quer a parte já dar o seu voto?
Eu lembrei do esqueleto no Show do Milhão. Eu me vingarei, mentor!
Vou botar esse no próximo tier list de memes.
Quer votar?
Vote aí.
É sobre escuta ativa, mentoria, esquece.
Mentoria. E escuta, tio.
Boa.
Luiz Egino, diametralmente oposto. Eu voto em É Sobre o Maior Perigo da Humanidade. E Esquece, que virou a bengala, a muleta para ser descolado, para você se ressignificar, se reinventar, falar com jovens.
Esquece, a mãe tão enjaulada.
Também são todas as filhas.
Então, criar um canal para falar com os jovens, porque a concorrência tá forte. O que que a gente vai fazer?
A gente vai falar: esquece, bota o Galvão Bueno falando resenha e esquece.
Acho que resolveu.
Dá o soquinho. Aqui é maluco.
Que horror!
Que situação inacreditável, insalubre.
Se tem marcomelo, esquece.
Muito bem, deixa eu botar aqui também, cara. Eu vou botar no é sobre porque ela vem vindo aí. Ela vem vindo?
Não é de hoje, né?
A gente tem 3 novas concorrentes aqui que nunca estiveram antes, que é Escuta Ativa, Mentoria e Primeira copa. Ah, é sobre, cara, é a experiência do grupo. Ela vai passar, cara. Cara, eu acho que a mentoria me faz mais mal.
É, tem mais muito mal, cara.
E como vocês falaram, tipo, já esquece, sério, ninguém pensa neles. Iago Vinícius deu seu voto.
Camarada, eu vou votar em Mentoria.
Mentoria disparando.
E escuta, tio, boa! Ó, é porque não é sobre, eu acho que assim, acho que tá cachorro morto, entendeu?
Nossa, está nas suas mãos.
Se você ainda usa, o problema é seu.
Mentoria tem 3, não tem como ser ultrapassada, tá classificada.
É o meu voto também.
É só, já é a líder do grupo, Mentoria.
Você vai votar na Mentoria? Mentoria, líder do grupo com 4, está disparado.
Aí deu um xilique do caralho para votar em outra coisa, realmente.
Você, parabéns!
Tem É Sobre e Escutativa com 2 votos cada. Você escolheu uma das duas, automaticamente uma passa. Esquece, só com um voto você pode empatar.
Eu peço, triplo, se você for um homem hétero você pode empatar.
Eu peço que você respeite a sua sua própria história.
Isso, bote a mão na consciência.
Isso, da maneira certa.
Espero que você tenha feito uma escuta ativa de tudo que a gente trouxe aqui, cara. Vou votar no "é sobre".
É sobre! Então passa em segundo lugar. Muito bem. Mentoria. Caramba, não esperava essa força de mentoria.
A expressão "sobre", né? Só sobre que me irrita essa daí.
Grupo C: gratidão, promptar, camadas e imersão. Eu queria entender de vocês, como os especialistas paraninfos, porque não fez sentido para você. É porque eu sei que as pessoas estão usando de maneira qualquer coisa, tá? Não usa mais obrigado, usa gratidão. Mas quando eu fiz a minha pesquisa ativa, nunca usei gratidão.
Você tem cara de quem usa gratidão.
Não uso gratidão, posso garantir para você. As pessoas estão com ódio de gratidão. Acho que talvez seja a palavra mais citada de todas essas, é gratidão.
Esse ano?
Esse ano.
Então eu acho que esse é um ódio atrasado.
Ah é?
Eu também acho que ficou para trás.
Eu acho que odiar gratidão já foi Já foi cool, já foi maneiro, já foi indie.
É, agora esquece.
E agora tá todo mundo sentindo o que a gente sentiu em 2002, normalizou. Não, não, agora tá todo mundo com ódio de gratidão, de gratidão, mas é um ódio que já deveriam ter tido antes. Então esse ódio atrasado para mim não serve.
Gratidão é falar até mercórnio, né?
Exatamente.
Tem algo a dizer, Bia Fiorotto, agora que você tá aqui? Gratidão, botou uma balinha na boca.
Cara, eu sinto muita gratidão. É, eu acho que o problema é que também virou uma muleta do jovem muito místico, né?
Do LinkedIn, é muito a gratidão ao meu— nessa saída do emprego, gratidão a todo mundo.
Me sinto grato, morreu, foi isso, obrigada.
Isso, exato. Obrigado a todos, valeu, valeu, esquece.
Eu acho que gratidão tá ultrapassado.
É mesmo?
Também acho.
Eu não vejo mais tanto quanto eu via uns 4 anos atrás, porém 'Quando vejo, sinto forte ódio.' Porque assim, eu frequento muito pouco. Faz bem para você, mas são as pessoas que você tem como amigo ou são aqueles posts sugeridos que estão lá em geral de pessoas?
Você frequenta tanto assim?
Ele vai bastante lá, bastante lá. Ele posta toda vez.
Vamos tomar uma cerveja, né?
Vai ter gratidão.
Além da gratidão, tem promptar.
Promptar. Tem camadas, certo? E tem imersão. Pronto, tá? A gente já sabe de onde vem, né? De A, de prompt, já faz um prompt aí. Vamos promptar.
Não é possível, gente, eu nunca ouvi isso.
Não é possível.
Eu vejo usando ironia. Não, pronto, vamos promptar aí.
Não, não tem ironia nenhuma.
Eu queria que vocês me explicassem o camadas.
Da onde que camadas? Assim como uma cebola A ideia tem camadas.
Ah, tá, são muitas camadas, né? Isso, isso, isso, isso.
A gente tá falando uma mensagem X, mas tem camadas de outras mensagens, camadas na ideia.
Aí, mas tá errado, não força camadas não. Tá errado.
Como que se usa camada de uma forma cretina?
Eu uso muito camadas porque eu sou photoshopeiro, né, desde de grande.
Mas que que você tá falando, cara?
Em português Photoshop, mas não é a copa de polissemia, copa de buzzwords.
Que que é polissemia?
É quando uma palavra tem vários significados.
Ah, meu Deus, você fez letra, faz sentido para você.
Mas é uma que eu tomei na jugular esses tempos no meu trabalho, que eu já falei que eu amo. A gente tem uma vez por semestre, a gente fica uma semana fechado numa sala, seus 9 empregos, numa reunião de imersão. É, a gente chama de imersão essa semana.
Que só que aí, que só que aí, como a gente faz a imersão?
É disso que eu vou falar.
Vocês literalmente fazem imersão?
É, só que aí, como a gente tá trabalhando com um planejamento móvel, verdadeira, como a gente tá, como a gente tem essa coisa de fazer essa imersão uma vez por semestre para resolver o planejamento da empresa, quando a gente vai tirar aí para fazer um planejamento de um dia, a gente vai presenciar um dia, fazer um planejamento específico, a gente fala, a gente vai fazer uma imersão de tal coisa, É a mesma coisa. E aí esses dias eu fiz uma reunião que era, sei lá, da 1 da tarde até as 6 da tarde, fazendo planejamento estratégico também.
E aí eu fui lá e falei para um amigo meu, acho que foi o Tito Fonseca, falei: ah não, tal, tô numa imersão aqui hoje. Ele falou: nossa, mas que tanto você imerge! Então o problema da imersão é que virou qualquer coisa. A gente que faz sprint, por exemplo, às vezes a pessoa não sabe o que é um sprint.
E aí eu vou lá e falo assim: ah, eu tô em imersão.
E começou a virar tudo. Contra mim, você vai votar imersão, porque nem tudo é imersão, só uma reunião mesmo, uma reunião.
Você falou uma palavra que não está aqui, mas que me também me traz esse negócio, mesma coisa do seu amigo. Não te criticar, mas que é estratégico. Como se tudo, né, conceito estratégico, planejamento estratégico, estratégia.
Puta que pariu, puta que pariu! É por isso que você tá rico, sabia?
É isso, cara. O imersão, estratégia.
Você pode tirar a estratégia da sua formulação da frase que vai continuar funcionando.
Não existe essa palavra na Copa.
Não existe.
Cultura come estratégia no café da manhã.
Imersão é uma bosta, porque assim, a gente vai fazer uma imersão, cara, uma reunião de uma hora, não é uma imersão. Eu entendo Eu acho que o uso da palavra imersão da forma corporativa para pensar, para mim imersão no mínimo um dia inteiro, no mínimo um dia inteiro que você vai descobrir essas coisas de sprint que a gente faz, é, me chame, tá com problema, qual é o problema, ele gosta muito de usar a palavra estratégico, mas desde quando ele usa, e aí blá blá blá, o dia inteiro que você sai com a cabeça lá, tipo sabe fim de semana que a gente chamava de retiro, é o duro e duro lá, retiro corporativo, poderia Pode ser, mas a mulher faz o imersão.
Imersão é isso, eles vão para outra zona sul lá no sítio, fica todo mundo lá 4 dias discutindo tudo que tem que discutir.
Eu gosto do uso de imersão dessa maneira.
Então, imersão, a gente tava falando, eu acho que mais uma vez a gente tá num conflito grande do nosso comandante entre o conceito de buzzword e o conceito de polissemia mesmo. Você só tá falando sobre tipo de significado que você gosta, como se a gente tivesse que escolher. Você vai me criticar?
Você vai me criticar?
Não é isso, não é isso.
Eu sou o infantino aqui, hein.
Eu gosto de imersão no contexto de banheira.
Aí eu aprovo. Aí eu aprovo imersão no contexto de um retiro.
Então, cara, o contexto certo que a gente tá falando aqui, você não tá imergindo no nada, não faz sentido para você.
Tá fazendo sentido para você?
Presta atenção, imersão virou um polimento, como a gente falou da ativação, virou um polimento de palavra, porque agora "Vamos fazer uma reunião." Reunião é chata. "Vamos fazer uma reunião, poderia ter sido imersão." É que nem ativação estúdio.
Imersão parece legal.
"A gente vai fazer uma imersão, vai ter coffee break." Imersão vai ter comida, exatamente.
Vai ter um pão de metro lá no canto, já virou imersão, já é.
E aí, cara, vocês estão lá fundidos numa reunião igual sempre.
Pra mim, definiu o conceito de imersão. Tem pão de metro, é imersão.
Pão de metro, pão de queijo, aquela jarra com suco de laranja, que é aquele do mercado da São Sebastião.
É um suco ruim pra caramba.
Que cai tudo quando você vira.
Nossa, suco horrível esse.
E botaram aquele suco, como que é o suquinho famoso lá que vende? Do Benko?
Do Benko é o caro.
Do Benko é demais, do Benko.
E quais são as outras?
Vamos lá, gratidão, promptar, camadas e imersão. Começa botando aí.
Imersão e promptar.
Promptar?
Porque eu acho ridículo, acho babaca, acho horrível. Você usaria como?
Criar um prompt, fazer um prompt, fazer um pedido, pedir para IA.
É isso, faz da IA.
Pede para IA, faz na IA. Usa IA para fazer essa planta.
Faz um prompt.
Faz um prompt.
Não é para fazer um produto, né?
Você vai fazer produtos e aí você usa.
Produtificar, né?
Vamos, já é outro grupo.
Bota aí, Luiz.
Camadas e imersão.
Cara, tô achando camadas tão fraquinho.
Eu também.
Mas vocês não votem nela, vocês votem em outra também.
Muitas camadas.
Agora me deu legal, vai, cara.
Agressão ativa, tá difícil aqui nesse grupo, hein?
Tá difícil, grupo fraco.
Eu vou botar no pronto-tá porque agressão ativa é um conceito que nasce da comunicação estratégica. Tem muito que conversar, até concordar e votar com vocês, mas aí seria várias pessoas falando, né, velho?
Isso, para mim tem que ser uma pauta, viu?
A morte, falta um, não falta?
Eu tenho que votar, eu também tenho que votar por exclusão.
Como é que é? Por falta de afinidade, eu vou votar no Gratidão, porque— mas também não, só para confundir o grupo.
Isso, beijo para a Chayenne.
Imersão, imersão, e pronto, tá? E pronto, tá? Então temos duas com três.
Já tem duas coisas. Você não tem, ela vai definir quem é o primeiro.
Você quer calar?
Não, não, só para— eu quero—
não, mas eu estou jogando muito no colo dela essa decisão dos grupos.
Tá bom, eu vou depois, eu faço uma rodada.
Você vai ficar ouvindo mais com tudo, você vê como que é.
Estratégicamente, essa foi a estratégia imersão.
Imersão e promptar?
Eita!
Que é coisa de IA. Vai tomar no cu!
Empatou! Como a gente vai fazer para definir o primeiro qual jogo ser— Não vamos fazer na...
que não, não, caralho, peça instrução pra gente mesmo. Tá louco, Luiz Egino, deixa eu te dar um combustível aqui.
Obrigado. Nossa, uma vez dois já, cara!
Os seus favoritos então.
Vamos lá, vou falar babando agora hein.
Atenção atenção, Skittle se patrocinar a gente eu esqueço tudo isso.
É uma loucura né.
Céu, terra, pico, pico, picolé. Que sabor você quer?
Abacate.
Abacate.
Olha lá, qual você vai, você vai botar para ser a primeira colocada? Pronto, tá na imersão. Imersão. Então imersão, cara. A gente falou tão bem aqui de imersão defendendo e você não, só você.
Chegou na ponta do Petro. Que caralho, eu achei que eu tinha conseguido.
Escuta passiva, passiva.
É, deve ter imersões que são imersões.
Eu achei que ele tinha conseguido convencer vocês.
A gente não defendeu imersinha, é isso.
Tá bom. É, tem imersinha, é bom.
Grupo D, agêntico, né, de agêntica.
Não sei o que é isso.
Eu queria fazer uma defesa já.
Não, eu nunca ouvi esse aí.
A gente saiu.
Não é, não é.
A gente saiu. A gente saiu.
Você não viu?
A gente saiu.
Não, a gente Agêntico é da IA Agêntica.
A gente saiu da era da IA Generativa.
Você ia chegar no lugar disso aí.
Todo mundo achando que era o trocadalho do carilho.
A gente saiu da era da IA Generativa. E agora a gente está na era da IA Agêntica.
São os agentes de IA, é isso?
Exatamente.
E se conversam.
Tudo vira agêntico. Assim, a gente vai criar uma campanha agêntica. Porque ela entende tudo.
Nossa, eu não cruzei ainda.
Os agentes conversam entre eles. Entre si.
E nossa, que ótimo!
Eu tô desenvolvendo uma estratégia agêntica, eu tô funcionando de uma forma agêntica.
Então é meu ponto, é esse aí. E é o mesmo ponto que eu tinha que aproveitar, mas acho que pra gente que é mais forte, que é o perigo da gente usar essas coisas para além da IA, que é tipo como se fosse um comportamento. Você ajuda a gente como se fosse um comportamento, você perguntar: gente, não façam isso.
E se a gente nesse projeto trabalhasse de uma forma agêntica? Quer dizer, cada um faz um pouco.
E mesmo você usando como IA, eu acho que é complicado porque tão se usando para você não saber nem sabe o que é, não vai usar. Não, estamos numa estratégia aqui de usar agentes de IA. Eu vi hoje outro post que era, não, porque a nossa empresa vai usar IA como infraestrutura.
E a sua empresa é uma empresa de tráfego de redes sociais, né?
Meu querido, infraestrutura é o Pix, né?
Perfeito, que é uma política de estado. O Pix é nosso, viu?
Pontos de dor, o que foi que você faria na sua passada?
E é horroroso.
Acolhimento e masterclass. Pontos de dor é os pontos de dor do cliente, né? Os pontos de dor da marca.
Os pontos de dor da marca.
A não ser que você seja uma agência para aplicar uma urgência, uma coisa que é um problema de uma agência publicitária que não sabe, entendeu?
Não tem dor nenhuma aqui.
Ninguém tá sentindo dor aqui.
É que o verdinho tá sendo menos comido, entendeu?
Não é uma dor.
Como a gente faz para que o verde seja mais—
Não é, o processo de dor geralmente ele vem de uma coisa que é, vem de um lugar que é você buscar problema onde não tem. Que é tipo, você tem um produto novo que é o Squirtles, e aí todo mundo gosta de Squirtles. Aí eu falo, qual é o ponto de dor de consome Squirtles? Cara, nenhum, as pessoas gostam.
Segura, é uma baboseira.
Precisa inventar um problema para justificar o briefing e cobrar mais, né?
Ou seja, Buzzword tem que acertar todo ano, é publicidade mesmo.
Que é isso, publicidade, um beijo para salvar o mundo.
Eu tenho certeza que sim.
É acolhimento.
Todo mundo olhou porque você sabe que eu vou xingar, né?
O que?
Acolhimento?
É, porque de novo, temos que acolher a dor do Marco, né?
Que ele não gosta de Skittles.
Gente, a gente quer ter uma marca que passe muito a questão do acolhimento, né? Geralmente marca de remédio para cólica menstrual.
Tem que acolher a dor da mulher.
Remédios ou cosméticos que ajudem em algum problema meio mãe e bebê.
Fralda geriátrica.
Atendimento ao cliente.
Mas isso é muito louco.
Não tem um negócio assim, por exemplo, a pessoa é racista e aí assim, não, você não pode criticar o nariz dela. Isso, você tem que acolher, né?
Os racistas estão fazendo isso.
Mas não só, né?
As tias de tubarão tem que acolher?
Isso, tem que acolher. Tem que acolher a sua tia fascista, você tem que acolher. É o acolhimento.
A lei da dosimetria é um acolhimento?
As compensações tributárias.
Isso, aparentemente.
Total.
Sabe que o meu sumeiro...
Não tem esse uso, esse souvenir.
Eu não vejo muito, eu não ando com tantos racistas assim.
Porque se numa mesa tem 10 pessoas e um racista, como é que você não se levanta? Todo mundo levanta e não se levanta.
Porque eu conheço.
Nossa, vocês são todos os idiotas racistas.
O negócio pra mim é o acolhimento como função de narrativa, de marca. A gente quer fazer uma campanha de acolhimento e aí assim...
Não, você quer acolher a dor do outro. Outro. Não teve mais sketch do ET da Tata Werneck lá e do Pompejo? Eduardo, cara, é do Estágio, caralho. Tem uma que ela faz uma personagem que tem um sotaque.
Que personagem, cara?
Faz uma personagem que o seu filho vem te dar um soco na cara.
Ah, é aquela pedagoga, velho.
A pedagoga, exatamente. Você tem que acolher a criança.
Ela tem que chegar no acolhimento.
Usos gerais de acolhimento: aqui, mercado, publicidade, criatividade, negócio, promoção.
E cultura digital.
E cultura digital. O acolhimento eu vejo vir nesse negócio. Tá, entendeu?
O meu sobrinho de 7 anos, quando chega na escola, antes de ir pra sala de aula, tem isso, tem 10 minutos de acolhimento em que as crianças falam pra professora o que eles estão sentindo naquele dia.
É importante.
Isso é o acolhimento. Não é o que a gente está debatendo aqui.
É isso.
Mais uma vez, mais uma vez, o duelo é polissemia ou basbode.
O que que aconteceu, cara?
Mas pera aí, você tá defendendo esse uso do acolhimento? Esse aqui sim, você tá defendendo literalidade da palavra. Eu sei, gente, mas virou tipo os afetos.
Sim, mas aqui a gente tá falando do jeito errado.
Então, mas esse acolhimento assim, qualquer coisa é um acolhimento? Não, é uma reunião de pessoas, recepção, receber as crianças.
Ai, tão bonitinho.
Não tô vendo graça nessa. Vocês estão se unindo contra mim, é isso?
É um motim?
É, exato. Então tô se defendendo que o acolhimento seja usado quando assim, aí, Smurf, é que assim, a gente não tá debatendo isso. Por que não?
Por que não?
Porque não é a guerra semântica Não é uma guerra o quê, cara?
Não é uma guerra de narrativas.
Não, deixa eu tentar trazer aqui. Morreu, morreu. Porque assim, você trouxe um jeito que não é buzzword de poder usar, certo?
Ele tá exemplificando.
Da mesma forma eu poderia falar: olha, mas eu acho que ponto de dor não poderia ser porque eu faço acupuntura. E quando eu pego no meu ponto de dor, eu saio melhor.
Não, não, não, é diferente. Gente, só que assim, você tá usando muito, mesmo que seja num contexto certo, mas não é uma palavra comum.
Isso aqui já virou um órvão, né?
Vamos dizer a verdade. Gente, acolhimento tem um jeito cretino, assim como todas as palavras do mundo, elas existem. Exato, elas existem.
Elas ganham sentido quando elas passam a ser usadas de um jeito escroto.
Não necessariamente, ela pode ser usada em excesso em contextos estranhos e diferentes, entendeu? Não apenas.
Eu acho que os caras são bons. Porque gratidão, ela é usada no contexto de ser grato. Isso. Só que, só que ela é usada tanto à exaustão, de um jeito que não tem uso correto.
No contexto que é: ó, caiu, o senhor deixou cair aqui a sua carteira no chão, tá?
O que você vai falar?
Gratidão.
Escroto!
Então, o acolhimento que você me falou, você me exemplificou.
Você achou escroto?
É, também eu acho assim, sério. Não, gente, porque não é como assim, para mim é um jeito pedagógico de pedagogo. Ah, é quase no negócio dos afetos. Temos um acolhimento, né, diferenciado. Crianças, não, eu quero que você bote a mão na consciência e perceba onde a palavra pode— ela é perniciosa.
Ela tá vendo a menina, não dá para perder vista aqui no processo.
Tá bom, vamos votar, chega, vamos passar por isso.
Não discutimos nem masterclass.
Desculpa, masterclass é o seguinte, você é um grande Cândido, você é o Antônio Cândido, você dá uma masterclass. Você é a Helena Ferranti, que ninguém sabe quem é, você é o Cusina Silva Júnior, você não dá uma masterclass?
Quem popularizou é a plataforma que chama masterclass, que traz aulas de 2 horas, aula magna, que traz um grande nome para fazer uma aula com mestre. Mas você, como você falou, né, tipo, eu não dou uma masterclass. Não, você poderia, porque eu acho que você tem essa bagagem.
Quem quiser, mas é isso, masterclass virou de novo o reunião não, imersão, stand não, aula não, palestra, curso, aula magna não, masterclass.
Perfeito.
E de novo eu vou repetir, mas é super importante mais curso.
Para mim, especialmente curso. É, curso virou masterclass.
E eu vou culpar a vítima, que é o trouxa que compra.
Curso virou imersão.
Tudo é masterclass.
Masterclass é curso, não é aula.
Não é uma coisa.
Não, mas é que a definição de masterclass é uma, um grande aulão.
Mas é que tá sendo usado para tudo.
Então vai tomar no cu também.
Para tudo, que eu acho que especialmente no que tá sendo usado hoje é em curso.
Não, quando tem mais aulas é imersão. Então quando tem uma aula, masterclass.
Vai, começa comigo aí. Como é que é mesmo?
Ágente, pontos de dor, acolhimento e masterclass.
Cara, apesar do acolhimento ter gerado forte comoção, agêntico acabou comigo. Conheci aqui agora e eu já quero que morra. Então agêntico vai se foder. E o LinkedIn agora, você deixar 5 posts e masterclass, que também tá sendo usado numa coisa que não é uma aula só, que também já É uma bosta.
Perfeito.
Você é— eu vou de agente com, além de masterclass, é o quê?
Acolhimento e ponto de dor.
Ponto de dor é muito de fuder, né? É foda, mas assim, masterclass também não fica para trás não. Fique de olho.
Manda aí você.
Não, você votou?
Eu votei em ponto de dor e agente, que eu acho que é um perigo.
Ponto de dor e a gente.
Risco. Você acha que é um perigo também? Perigo.
Perfeito.
Marco Mello, ponto de dor e masterclass.
Bom, Merigola, nas minhas mãos. Eu acho que a gente é muita gente, é horrível, tem significado, é o nome de um jeito de usar IA, de tecnologia. As pessoas estão salpicando em qualquer coisa porque elas são Burros.
Fala burros.
Cara, masterclass, eu acho tão legal essa palavra. Tipo, quando o conceito da plataforma, né? Pô, vou ter uma aula com o Scorsese, dando uma aula, que animal! Quero fazer.
Kamala Harris dando uma aula de como perder uma eleição.
É isso. We did it, Joe!
Eu não queria matar essa palavra, então eu não vou votar nela. Eu vou votar em ponto de dor, porque é idiota, tem muito jeito de fazer. E vou dar o meu voto de acolhimento, que vocês sabem que eu tenho razão.
Então, passou. Te vejo, você é visto por mim.
Então passou Pontos de Dor em primeiro lugar e passou a gente. Muito bem. Grupo E, ou é fricção Resenha, Ritual e Coppe. Essa é só Coppe, mas todas são muito claro.
Mas no passo, tá, no passo, assim, ainda é como se fosse um grupo com 4 campeões mundiais que jogam partidas maravilhosas e disputadíssimas entre si, mas que são sempre os mesmos dois que acabam ganhando.
É isso, é isso, é isso.
Eu não consigo.
Ah, já sei qual Tá bom.
Alguém quer discutir alguma coisa? Não tem discussão, né?
Vamos discutir um pouquinho.
Eu, fricção, tava odiando, né?
Fricção, o contrário de azeitado.
Azeitado tem que ter fricção, né? Mas azeitado é muito bom, cara.
Eu vi não ter fricção, né? As pessoas querem tirar a fricção.
Mas eu vi um negócio legal numa, numa, como que eu posso dizer, qual é a palavra que tá aqui? Não é Mastec. Eu ia falar palestra, mas eu queria usar a palavra. É, não era masterclass, o keynote. O cara falou de um jeito tão legal sobre fricção que ele tava defendendo a fricção, né?
Acho que a fricção acaba gerando criatividade. Isso que é soluções não pensadas.
Eu até falei aqui no Braincast que era a empresa de lápis, que eles fazem lápis, os melhores lápis.
Ela aponta o lápis, né?
A fricção é o que escreve, né? O grafite no papel. E aí ele fala: "O quê? A fricção é..." A fricção, você...
Pega a lascada.
O negócio, a coisa que você escreve...
Você se apaixonou por uma metáfora.
Me apaixonei. Você faz a fricção, você deixa...
Põe a mesa, por favor.
Você deixa uma... Tá com muita vontade de rabiscar a mesa. Você deixa um pedaço seu na coisa e a coisa deixa um pedaço dela em você.
Mas a coisa deixou o pedaço?
O papel deixou o grafite em mim? A fricção é exatamente isso, viu?
As fibras do papel ficam lá.
Tirem as crianças da sala porque o assunto agora é fricção.
O cara é especialista em lápis.
Sabe que as pessoas me param na rua para perguntar da sua obsessão com lápis, sabia?
Mas ele deixou você sentir muito de ter colocado aquilo no teu tanque.
É o caralho, o cara é um vendedor de lápis.
Mas quando a gente vem, a gente lembra mais.
Você caiu no carro, o cara é vendedor de lápis.
Não, eu queria muito propor que ninguém votasse em ficção, porque a gente precisa devolver a ficção ao mundo, assim, a gente precisa—
American Graffiti venceu, sabia?
Ó, viu como funciona? Meu discurso emocionante.
A verdade nasce da fricção.
Não machuca.
Aí eu fico lelé da minha cabeça. Isso, mas é da fricção que nasce a criatividade.
É da fricção.
Vamos conter o uso basuárdico.
Mas vamos insistir com a fricção.
O uso basuárdico é o contrário, certo?
Não necessariamente.
Não necessariamente.
Não, o uso basuárdico é eliminar a fricção.
Eliminar, eu vejo bastante isso. Não pode ter fricção na experiência do cliente.
Principalmente funil de venda, né? A gente não quer criar fricção entre a tomada de decisão e a compra.
Isso, verdade. Eu já ouvi sendo usado como, é tipo uma estratégia de confusão e incentiva competitividade dentro de equipes.
Ah, vamos crer, gente.
Porque a fricção vai fazer nascer resultados mais criativos.
Então tem isso aí também, acho que os dois usos estão rolando.
Bom, fricção, resenha.
Que já veio de Copa passada, né? A resenha, você mesmo foi um grande—
eu não lembro, eu não lembro, eu não lembro. Para mim é a primeira vez que eu faço esse programa, sem nada do que aconteceu.
Você falou do resenha, você explicou.
Ai, gente, resenha é isso aí, né, cara?
Resenha tem que acabar.
Também a gente vai criminalizar o mantra agora?
Não pode ser. Não, mas é que resenha, sabe quando aquele candidato lá que tá preso, ele é muito resenha?
Tá resenhando, mas ele é resenha pra caralho.
Isso aqui, a gente, né, a gente, né, certas pessoas falavam, é, isso aqui não é jornalismo, isso aqui é uma conversa de bar, pessoal.
Sim, é uma resenha.
Sabe isso? Isso elevado a 1 milhão é assim, mas a gente é resenha. E aí vira qualquer coisa, e você pode fazer o que você quer. Você pode ser o racista lá do acolhimento. Ah, mas é que ele é resenha, né? Você tem Tem que acolher ele. É isso.
A resenha, a resenha que é o mal.
Ritual, que vem nesse negócio do tudo é um ritual. Você não cuida mais da sua saúde, é um ritual de bem-estar, né? Você não vai no spa, né? O ritual de bem-estar. O seu cafezinho do domingo é um ritual de autocuidado.
Isso, o ritual ele vem acompanhando. Eu que estou imersa no negócio do cuidados com a pele, cabelo, só que lá tudo é o ritual de alguma coisa. O Monange, só com o narizinho pintadinho de criança. E eu acho bem, como é que é, é bem maldoso, porque a gente vive uma rotina horrorosa que todo mundo trabalha a porra do dia inteiro, volta, parece que tomou um soco no nariz todo dia quando volta para casa. Mas você pode ter o seu ritual de autocuidado por apenas R$119,90 por mês.
Vai, por mês, com benefícios exclusivos. Então vai se foder, vai se foder muito.
Ritual às vezes, tomar banho, banho quente, com a luz apagada, uma musiquinha, já é um ritual de autocuidado.
E por último, coffee.
Por exemplo, gente, eu já dei Recebi muitos ataques aqui na Copa de Buzzwords por causa de copizinha. Eu continuo ouvindo esta merda e eu continuo usando a palavra no contexto. A pessoa fala copy, eu olho para ela e eu falo assim: o texto. Aí ela fala: não, copizinha. E assim, a gente não tá fazendo isso agora.
Mas cara, que as pessoas não sabem, que elas pensam que o copy é só tipo uma linha, é um copy, e quando você fala um texto, ela imagina livro.
E texto tá proibindo as corporações, né? Você fala texto, é uma coisa que as pessoas não gostam.
Não é texto, é copiezinho só.
O que aconteceu com o título, que era isso que tinha na sua história?
Eu já tomei esse comentário, que é: cópia é uma técnica, copywriting.
Ah, tá.
Que não é o que as pessoas fazem mais, porque não é 98.
E a gente pode usar várias palavras, assim, ó, de palavra no português, que olha que engraçado, pessoa que trabalha com texto geralmente consegue. E aí consegue falar escrita persuasiva, escrita para vendas, escrita não sei o quê. Usar copy é um jeito de diminuir tanto.
E é de botar, é meio que para dizer que é criar uma escrita criativa, né?
Escrita criativa, escrita persuasiva, escrita que vai poder, que vai fechar a folha de venda.
Até para você não misturar batata com jalapa, que é você fazer, vamos lá, copy é uma legenda de post. Você fazer uma legenda de post para vender uma geladeira, você fazer uma legenda de post lá, projeto são copies diferentes. Então não dá para tudo ser copy.
Não é. E aí o que o Eugênio falou é muito importante aqui, que é você pega um trampo grande, uma pessoa estuda para fazer, tem bastante experiência, faz para várias, pensando no contexto publicitário, faz para várias marcas, editoras diferentes, e você faz, gente, é só um copyzinho, e você dá descarga no trampo dessa pessoa, e qualquer pessoa pode fazer. Aí você chama o agente de AI, ele pede para ele cuspir um copyzinho, aí a pessoa estudou, entendeu?
É assim, tudo gera uma espiral de coisas horrorosas pra quem trabalha com texto.
E ao mesmo tempo, eu acho que tem uma camada que é o abuso no ambiente.
Tem o quê que você falou?
Uma camada do abuso no ambiente de trabalho, em que você chega pra uma pessoa...
Apesar disso, eu vou te acolher, tá?
Me acolhe. Às 7:30 da noite. "Senhor, eu sei que você já deveria ter ido, mas você não foi." "Ah, mas é só uma copinha." "Não, nossa, cara, uma coisinha pra mim é só um copyzinho." Sim, sim, claro. E aí, o que que é o copyzinho? Tudo, entendeu?
Você cria todo o texto, caralho.
É um texto com 14 linhas.
Título chamativo.
Pra fazer teste A/B.
E outra coisa, nada que vai ser aprovado ou possivelmente reprovado e alteração e refação é zinho.
Isso.
Copyzinho é: "Cara, faz um negócio aí pra gente postar e vai pro ar agora." "Ô Gabu, faz uma ediçãozinha aí." É isso, é mais uma vinhetinha aí, né?
Entendi, cara, copy é foda. E assim, não, não, não, eu não aguento mais. Parece que as pessoas não entendem.
Essa é uma frase muito forte. Eu não aguento mais, de coração, cara. Foi um momento mágico a gente viu aqui, porque ela deu uma respirada, ela parou a frase. Ela tem 2, uma copizinha de final ali.
E no final, não, você falando que no Brasil é muito fácil você dar uma mordidinha.
É isso, é isso. Nas suas mãos, tá? Então vou botar em resenha, resenhudo, desenhado, desenhante, em copo.
Eu vou com relator.
Relator.
Quais são os outros 2 mesmo?
Fricção e ritual.
Não, é copy e resenha, não tem como.
Esquece, esquece.
Cop e, cara, ritual.
Sério?
Que ritual existe? Eu queria preservar o ritual também.
Perfeito.
Mas é um rito simbólico, ritual para invocar um demônio menor.
Exatamente, entendeu? É isso. Perfeito.
Não, então não é isso, um ritual de Gente, não é assim.
Não é verdade. Às vezes é verdade.
Bia?
Coppe e Ritual também.
Uau, caramba!
Mas venceu outro, né?
Venceu Resenha, mas Coppe com 5, acho que foi a mais votada.
O quê?
A Resenha venceu?
Esquece, Maria!
Coppe foi a que mais teve votos até agora, pontos, né?
Você já vê esse filme 3 vezes já.
É difícil.
É a terceira copa da Coppe.
Se fosse Libertadores, ela ia decidir em casa até o final. Grupo F: people-driven, centric.
Tudo que é driven, tudo que é centric.
Ressignificar, hiperfoco e produtificar.
Porra, que grupo horroroso!
Cara, esse grupo, eu queria— Aqui tá em inglês, né? Mas eu vejo muito também sendo usado em português e eu não entendo o porquê que as empresas fazem isso, que é porque aqui a gente coloca o cliente no centro. Óbvio, é o mínimo que eu espero.
Não, mas espera aí.
Vai botar o quê no centro?
É isso, tipo hospital humanizado. Que que você acha? É isso que eu espero de um hospital.
Você joga aqui o sangue de batata, gente?
Claro que não.
People-centric. A nossa empresa é people, lógico.
Não, mas aí talvez você tá falando de cultura de empresa. É que eu acho que tem estratégias, tipo, a gente não visa lucro, a gente visa o bem-estar.
E é mentira, mas eu acho que também é Outro clichê, né? É óbvio, você espera que você minta pelo menos que você é...
Do ponto de vista mercadológico, você pode ter empresas orientadas ao produto, empresa orientada a dados, empresa orientada ao marketing, empresa orientada a resultados financeiros, empresa orientada ao cliente. Essas separações existem, são estratégias diferentes de comportamento e produção, mas eu acho que isso não tem nada a ver com isso.
Não, eu acho que tem a ver com essa...
É só confusão, né?
Com essa coisa do, talvez até meio beirando o acolhimento, da coisa do assim, cara, a gente pensa nas pessoas, a gente quer fazer o melhor produto para melhorar a vida das pessoas.
É por isso que a gente vende sal do Himalaia.
People driven, é isso.
O nosso sal do Himalaia é people E tem isso, que não é sobre salgar o alimento, é sobre criar memórias.
A gente tá sempre fazendo uma escuta ativa, talvez mais do que uma busca de que a gente vai ficar usando por aí, tipo outras aqui. Acho que é mais um clichê mesmo, né? Tipo, cria aqui um conceito para nossa empresa, para nossa campanha, essa ideia de você promptar uma empresa, não sei o quê, voltado para as pessoas. Eu acho que é um clichê, é um É, né?
A meca da resenha é people-driven.
People-driven e o quê? Como é que é?
Driven by o quê?
É, não, é, sabe?
O ressignificar também já veio de outras copas, né?
Nossa, já deu.
Vamos ressignificar tal coisa. Foi ressignificado.
Ressignificante.
É quantas vezes dá para você ressignificar um negócio? Agora tá cansado já, né?
O hiperfoco é novidade.
E ele veio muito Muito forte, muito forte.
Que estraga tudo pra todo mundo, né?
É isso, é.
Não é bom pra ninguém. É, ninguém tá feliz.
E você pode ter interesses.
É, exato. Mas ele fala que você está obcecado. Estou obcecado por esse assunto.
Cara, eu tô obcecado, eu tô muito interessado. Eu tô doido nesse negócio, quero descobrir.
Tô doido nesse negócio.
Mas aí a gente tem um negócio que é, vem avançando o vocabulário psicológico, teórico.
Mas as pessoas acham que vocabulário é SID. Não deixa essa câmera assim não, que eu tenho toque.
Toc, o vocabulário em inglês.
Isso é um transtorno real, as pessoas têm. Você não tem toc, você só é isso, você não tá nem aí.
A sua interpretação foi tão convincente que eu achei que era um apóstolo no meio do programa. Eu achei que era uma situação, entrou só ver a primeira conversa e falei: caralho, o que que o Matos tá fazendo?
Parabéns, foi muito bom.
Características de pessoas neurodivergentes são um problema na vida delas, ou pelo menos algo que causa algum tipo de transtorno que ela tem que fazer.
O ITT são características do ser humano, as pessoas têm. Só que pessoas neurotípicas têm exacerbado, que é atípico.
Então, e aí se emprestam esses termos.
O que que se diferencia o hiperfoco do estou doido, estou obcecado?
Eu não sei porque eu sou hiperfoco, é o lance de uma pessoa com hiperfoco em ônibus, ela fica maluca, não pode passar um ônibus na frente dela.
Sua vida. Você não consegue fazer coisas que são importantes e funcionais porque tá passando um ônibus.
Então, tô conversando com você, passou um ônibus, eu paro o que eu tiver fazendo porque o ônibus tá passando.
Mas enfim, essa história do ônibus também é ampla, mas tem várias outras características.
A história do ônibus é ampla?
Existem os busólogos.
Mas busólogo não tem perfil.
Não, e outra, psicologicamente ele Por isso que eu falei que é amplo.
Não, mas é que é exatamente isso. Porque o busólogo, ele não fica sem capacidade de fazer outra coisa porque o adulto tá ali.
Isso.
Ele é só busólogo, ele só senta e se move.
E se você fica, procura ajuda.
Outra coisa que também é muito séria aqui entre esse negócio.
Não é isso?
Que pena. Congelamento.
Tem que estar no final de semana?
Infelizmente.
Congelamento.
Congelamento de função. "Não, cara, isso é um problema sério." E aí, "Ai, amiga, fiquei congelada." Não, você só não queria fazer, sabe?
Tava com preguiça.
Então é isso.
Produtificar.
Como é que produtifica? Cara... Foi você que botou essa palavra, tá? Queria te lembrar disso.
Foi? Foi.
Ah, eu parei de falar mal de mim porque eu tô falando essa palavra aí.
É mesmo?
Tô aí. Cara, eu não faço produtos, eu invento coisas.
Quando a gente vai produtificar esse podcast e mudar para as barrancas?
Marcas, por favor.
Tentando há décadas.
Estamos produtificados já. Mim de aqui te peçam aí negócio, eu tô usando produtificar, eu não faço produtos. Isso que me incomoda.
Eu preciso me produtificar, eu preciso também, porque a gente é mais produto aquilo que você faz, né, o seu dom.
É uma coisa que as pessoas fazem, que é uma palavra escrota, mas é uma coisa que publicitários fazem, sei lá.
Ela existe, mas aí você acabou de descrever todas as duas.
É verdade, tem razão.
Eu produtifico, tu produtificas, eles—
o verbo produtificar não tá na Bíblia, não tá na Bíblia.
Tá bom, não tá bom.
Como é que é?
Produtificar, hiperfoco, hiperfoco, significar e people-driven. Eu vou botar no hiperfoco e vou botar aqui.
Tá difícil, tá ruim também isso aí, tá, né?
Tá encruinhado.
Produtificar e hiperfoco são os meus votos.
Você me ajuda aí?
Deixa o Gino por último dessa vez.
Eu não dei meu segundo voto ainda, talvez eu guarde ele para—
não é, não quer ouvir os pares? Os pares.
É, queria ouvir os pares.
Você pediu vistas?
Vai, vai, bota aí no começo.
Vai, cara, difícil, tá? Como que você é encruinhado, né? Eu vou botar, meu Deus, eu vou botar no people-driven pelo lance que eu falei, que eu vejo usado por aí em campanhas, em slogans. Então vai, você, Luiz Egino, né?
Eu não sou o último?
Só eu vou botar no driven central, porque Toda vez que tá sendo usado, nunca é, nunca é. E no hiperfoco também, porque também nunca é.
Hiperfoco, people driven.
Para você ter as informações, tá? Que tem 3 votos, tá em segundo lugar. Esse significado zerado. Hiperfoco liderando com 4 e produtificar 1.
Eu vou votar no Foco, que liderou disparado. E vou botar no Produtificar.
Não vai fazer diferença, mas você deixa o seu manifesto sociológico, né?
Manifesto sociológico é que eu acho que assim, chega de produto, chega de produto, vamos deixar de optar entre Tia Milena e Juliana Flor sabendo que Ana Paula Renaud vai ganhar.
É isso.
Com essa, vamos para o grupo Vibe Coding, parentalidade, comunidade, lugar. De um lugar, vem de um lugar.
Eu queria aplicação numa frase de parentalidade.
É, eu uso bastante.
Em que página nós estamos aqui?
É sobre a parentalidade de um projeto, por exemplo? Galera, pelo que eu tô vendo, o visto da parentalidade vai acabar sendo negado. Ele vai poder então ficar preso nos dois.
Esse é o Irã. Dá como. É, eu acho que vem de um lugar.
É tipo uma coisa que a parentalidade da Apple é do Steven Wozniak e não do Steve Jobs?
Eu acho que nesse vocabulário do pedagogo, vocabulário do pedagogo, eu acho que é um esquema meio gratidão. Isso, perfeito, gratilusa. E usar em temos que valorizar a parentalidade, não sei o quê, essa coisa do novo pai, da nova masculinidade. Isso, perfeito.
Parentalidade, não é?
As diferentes parentalidades, né?
É que são, que é mundinho educação positiva BR, sabe?
Isso, a coisa de tipo, pode deixar nos comentários.
Mas é isso também.
Restringir a pluralidade da parintalidade.
É verdade que assim, eu acho que não existem novas parintalidades, existe parintalidade conforme estão nas pessoas.
As pessoas estão descobrindo que elas existem há muito tempo, é isso.
Exato, perfeito.
Exato, tem novas pessoas.
Praticar a boa parintalidade.
A boa parintalidade quer dizer?
Porque a má, as pessoas estão muito praticando.
São os ETs do Mike Leão?
Tem gente que nunca foi pai antes. São novas parintalidades, é isso?
Tem gente que é pai sendo muito pai.
Pô, já me irritou essa palavra já, tá?
Vai, quem mais?
Vibe Coding, comunidade, lugar de um lugar.
Cara, Vibe Coding é chato de ouvir, mas aí é o bagulho, né?
É a parada, você que é o Pitão, mas a gente que é o que tem que fazer.
É uma coisa específica, né? Vibe Coding é o—
é você programar sem programar.
Codar sem codar.
Pronto, os caras estão metendo.
Ninguém fala assim, galera, agora eu vou tomar um banho com Monange, eu vou dar uma vibe codada. Não é isso, né?
Ela tá ousada dentro do contexto dela, gente.
Então acho que infelizmente ela não vai pra frente.
Não precisa dizer que a gente gosta, mas foi muito votada, tá?
Mas eu também acho que não tem força pra— é que que outro nome daria, né?
Codar sim!
Codar agora aqui enquanto eu faço suco de melancia.
É que eu acho que deve ter ganhado muita força porque tem as empresas agora usando tipo: não, a gente precisa resolver isso com o MyBicômetro.
Usando à toa né? Tipo se fosse uma somatória simples...
Tem muito engenheiro na área.
Entendi, mas que mais?
Comunidade, que das antigas, desde a primeira Copa de 2006.
Eu já quero votar nessa, tá?
É, mas ela tá cada vez mais aí, né?
Eu quero votar.
Qualquer coisinha, comunidade.
E lugar de um lugar que tá sempre esbarrando ali, chega na semifinal e alguém salva. Não vou apontar dedos aqui.
Eu nunca participei desse programa.
Eu também, é a primeira vez que eu venho na Copa.
Então vai, vota aí.
Eu sou Cabo Verde aqui.
Nossa, que difícil.
Vibe coding, orientalidade.
Pode deixar comunidade e lugar de lugar.
Lugar, comunidade.
Apesar de parentalidade tá muito irritante, hein, e irritante mesmo quando você ouve assim fora de contexto.
Inclusive, votei com você, tá? Comunidade, lugar.
Votei com vocês, jamais faria algo ao contrário.
Thiago Vinícius, o Gabriel Panha acabou de ser uma parentalidade aqui comigo. Que lindo! Então já votei em comunidade. É, e eu vou de lugar, mas a parentalidade, cara, de fuder o pau da Jabiá.
Não tem o que você faça.
Então tá bom, mais uma vez, valeu, muito obrigado pela sua presença. Daqui a pouco a gente volta.
Posso tirar meu brinde exclusivo ali na saída?
Pode definir um primeiro colocado, se você votar ou em parentalidade ou vai be cold em um dos seus votos, né? E aí o outro que você votar vai ficar em primeiro lugar.
Eu vou votar com você, é que eu tô pensando O que que eu tô pensando agora? Eu vou voltar em lugar e comer.
Você fez uma pergunta pra você mesmo?
Não, o que que eu tô pensando?
Faz sentido pra você?
É isso, gente, não é uma publicidade aqui. Gini e eu estamos numa fase, numa fase da baliza. A gente tá na fase da baliza.
Não é publicidade ainda.
Vamos precisar de ainda, mas se Deus quiser. O que que eu tô pensando? Essa história do lugar é tão antiga que eu já, que eu já até sublimando já. Olha que horror que é quando a gente se acostuma, a gente se acostuma, mas não devia. Isso, sabe?
O lugar é uma coisa muito, muito que também quero já deixar um beijo para a comunidade de Recife. Vocês não usam lugar já muito tempo, não ia falar de vocês.
No Brasil tem isso, eles usam. Como?
Tipo, ah, não, é o que eu tô falando, vem de um lugar assim, sensacional.
E comunidade, eu também tô pensando, porque vira uma coisa de qualquer 10 pessoas, comunidade, né?
Isso.
E aí você quer ser especialista?
Não, e a história do criar uma comunidade querendo pular etapas de uma coisa que acontece, que é com o tempo, com consistência, trabalho.
Pra além da quantidade de pessoas, tipo, são 3, são 1000, são 30 milhões, pra mim tem a ver com o que tipo de interação, que tipo de situação isso é uma comunidade, entendeu?
Não é uma comunidade dos copinhos.
A fila do poupatempo não é uma comunidade.
E olha, ainda cruza com a história A história do mentor, da mentoria, né? A gente vai criar aqui uma comunidade, você vai ter acesso a uma comunidade exclusiva, que é muito, cara, comunidade, lugar. Mas assim, está vencida com quanto o lugar se tornou um lugar comum para mim, parte de um lugar de indignação.
Se você pegar o cartãozinho de fidelidade aqui do Quilo Ganesha, você, a cada 10 almoços, você ganha um almoço de graça com limite de R$60 e faz parte da nossa comunidade no WhatsApp. É isso, você recebe todo dia às 11 da manhã o nosso cardápio do dia. Então, exclusivo, a comunidade que mais cresce na Vila Mariana, hein?
Vem fazer parte você também.
Vamos ver, perfeita explanação, viu? Parabéns. É, vai ter que fazer pico picolé para definir o primeiro lugar. Vamos lá, entre comunidade e lugar.
Céu, terra, pico pico picolé. Que sabor você quer?
Quer você mesmo?
Abacarejo, que é misturadinho de abacaxi com caranguejo.
Abacarejo.
Não, eu nunca pensei em nada disso.
Tá bom. Comunidade ou lugar de lugar? Quem fica em primeiro?
Comunidade.
Falei tanto agora, pode mudar lá na frente.
Ah não, até o último lance.
Grupo para depois a gente ligeiro.
Vai, vamos, vamos. Já tem gente com sono aí.
Slope, curadoria.
Eu queria manipular, eu queria tirar o AI e deixar só o slope.
Só o slope?
Só slope.
Não tem AI em slope?
É que eu tô vendo as pessoas usando slope.
Isso é slope? Isso é slope?
Tipo, você fala uma merda, você tá Tendência, análise de tendência.
Acho que o slope era do ano passado.
Fala isso, eu acho que eu tô no Reels, que não tem a qualidade do TikTok, porque o Reels tem muito mais qualidade, tá? E aí, tipo, ah não, eu tô lá no slope, eu já vejo gente falando como se fosse tipo brain rot. Exatamente.
Nossa Senhora, mas passou a ser usado fora do contexto de é de tecnologia.
A gente falou dele no Tendaíça do ano passado.
Eu falei do programa do ET lá, falei que é humor e sapiência.
Porque tinha muita magia.
Não, muito quando disse, porque é meio assim, bora falar qualquer coisa e ver o que é.
O desenho de tio avô do Cartoon Network.
Não, mas eu acho que além do—
acho que porque você acha que são sketches nonsense para você ser a união dessas duas características é swap.
Fui falar isso para Ju, fiquei parecendo ridículo porque eu não consegui explicar. Falei, é um, até um nonsense tem uma lógica, tem um jeito.
Não, o nome é nonsense.
E ali é meio que, é meio swap.
É, não sei, ouve o que você tá falando.
Eu acho, é diferente, é diferente.
E o quê?
Swap narrativa e deck, deckzinho.
Slop, Narrativa, Deck e Curadoria. Curadoria.
Nossa, que grupo filha da puta, hein!
Slop, Narrativa, Deck, Curadoria.
Pô, eu queria muito que vocês não usassem Curadoria, vocês não forem curadores.
Vamos começar daí.
É, escolher uma coisa não é fazer curadoria, né?
Eu fiz curadoria pra ONU, eu fico triste porque vocês estão—
Nossa!
Lamento, eu tô de paletó.
Será que a gente pode aplaudir?
Eu tô de paletó. E aí eu tenho que dar essa carteirada.
Tudo Não, faz uma curadoria de reels. De reels, curadoria de reels.
Eu adoraria ver aquele programa Gu na MTV com Gaia Passarelli.
Uuuh, essa foi!
O que que é isso?
Era um programa que curava as coisas e trazia. Um programa curado, trazia as grandes novidades do mundo da música, da arte. Um curador de exposição, isso.
Mas não é isso, um programa com kit vinil na rádio.
Curadora pra mim é A palavra, vou ser triste da mesa.
Curadoria, ela originalmente é usada só para tipo artes assim, galeria, de curador de museu.
Curadoria pressupõe que você vai fazer uma escolha de qualidade, uma seleção de qualidade.
A escolha de um especialista, eu acho que é isso. Um especialista escolhe dele, sei lá, algo.
Pode ser qualquer especialista. Isso aqui parece ser para a gente dar o dicionário.
A gente poderia ter acesso ao dicionário, seria importante.
Cara, é isso, exatamente isso aí que o Luizinho tá falando. Você e o Google estão iguais.
É mesmo?
Quer recitar aí?
Por favor, você é a mão do especialista, né? Muricy Ramalho.
Atenção aqui, a palavra curadoria deriva do latim curator, eu não sei falar, tá, que significa tutor, e do verbo curare, que quer dizer cuidar, zelar, tratar ou administrar. Ou seja, é um tutor, uma pessoa designada para tal.
Então, por exemplo, o curador de museu não é só a pessoa que escolhe, ela tem que cuidar.
É sobre cuidar.
E você tem um enfoque específico, né?
Não é: "Ai, top 10 músicas não sei o quê." Existe uma ordem que você vai ouvir as músicas, existe um comentário ou não.
A qualidade do que vai acontecer.
Quem tá fazendo?
A luz tá acesa ou tá apagada?
A experiência, pra ativação ficar imersiva.
Monarch é importante.
Como é que vai ser a exposição? Que ela começa, que ela termina, o que que tem?
Aí tem uma outra dúvida.
O que tá fazendo?
Porque assim, às vezes eu gosto da opinião de uma pessoa, ela não é nenhuma especialista, eu só gosto do gosto que aquela pessoa traz, a visão dela sobre um assunto.
Ela não é um curador pra você.
Isso.
Eu acho que a curadoria curador não se estabelece numa relação entre um ou outro.
Então, curador é uma profissão.
Curador, ele é—
Já falaram da gente, curadoria que vocês fazem no qual é boa, é que aí vira um jeito, e as pessoas acabam confundindo algumas coisas.
Você tem que ter experiência, você tem que estudar para saber fazer, você tem que despertar.
Mas todas as vezes que eu fiz para fazer curadoria, não.
Muito bem, vamos votar então.
Vamos, vamos, ó, narrativa, né?
Eu vou botar em deck porque eu acho que ela é nascedora também, assim, ela é uma semente do mal, é porque eu já tenho a força, sou invencível.
Eu gostei muito do que você falou, que manda o seu deck aí, dá a entender que uma coisa que te deu muito trabalho é uma coisinha pequenininha.
Então, o que que você tá fazendo aqui? Eu não sei se você lembra, tinha uma ferramenta online que para você publicar os seus PPTs que chamava não sei o quê Speaker Deck, sei lá, que é onde as pessoas subiam uma apresentação, um PDF, para mandar o link para alguém.
Mas eu não lembro qual era o nome.
Era uma das primeiras e talvez tenha ajudado a popularizar na nossa turminha publicitária.
Mas pode ser que seja.
E cara, eu gosto de Slop. Eu gosto, é tipo brain rot. Eu adorei porque é um jeito de você brain rot. É o jeito de você resumir alguma coisa, né, um conceito.
E não é necessariamente ruim, o sloping.
Mas e o cérebro?
Relaxado, relaxado, relaxado.
Seu cérebro tá derretendo.
Exato.
Você tá com cérebro de pudim. Parece uma expressão do Brasil. Aí você gosta porque tá em inglês?
Não, não sei.
Será que não?
Você gosta porque é uma palavra linda.
Não, mas é que às vezes o cérebro derretendo é legal, entendeu?
Tipo, não, mas o conteúdo do brain rot É um skibidi.
É isso que ele fala para os meus sobrinhos. Eles estão vendo esse negócio assim. Tá falando do cérebro de miojo.
Cérebro de geleia, cérebro de gelatina.
Mas é que virou um tema mesmo, né? Que o Antônio até fala: "Ah, é porque esses moleques ainda estão no brain rot." Ainda estão vendo essas coisas que são mesmo, estão no brain rot.
Estão no brain rot.
Assim como eu saí do brain rot.
No lugar de Rain Ross, eu vou botar meu segundo voto é Narrativa, porque eu acho que ela tá aí também cansada, mas continua, né? Já virou, ela tá no lugar do lugar, né? De normalizou, cara.
E Narrativa virou qualquer coisa. A gente precisa de uma narrativa, porque assim, cara, é um post de cupom.
Vamos segurar, é um post de dia das mães, né? É isso, amigão, você está aqui atrás de narrativa, você foi pego. As 4 da manhã saindo do bordel.
Narrativas, narrativas, narrativas.
O que que você tá falando?
Sorteio de palavras, Raquel Brito faz sorteio de palavras ao vivo, sem zatar. Já é isso, eu posso votar? Eu vou votar em narrativa.
Eu quero votar na Raquel Brito agora.
O que que eu faço?
Não, mas é, deixa ela, deixa ela.
Como é que é a narrativa?
Deque, Deque, Slop, Pradoria.
Deque é uma monstra e ainda deixa as pessoas confusas, que tem várias pessoas que não conhecem, conhece apresentação, aí só ela põe no Deque, aí a pessoa fica, eu voto em Deque.
Deque narrativa, você?
Sim, você vota em Deck e vota em Slope só porque você gostou de Slope. Eu pensei nisso.
Você é contra essa agenda, essa narrativa? Essa agenda, essa narrativa aqui?
É, narrativas.
Você é contra mim? Iago Inícius, finalize aí.
Primeiro que eu trabalho com narrativa, então sou super a favor, eu não quero votar nela não. Eu vou votar em Deck e vou votar em Curadoria.
Ganhou seu voto de—
Eu nem lembrava que tinha Curadoria no grupo.
Deck em primeiro lugar. Curadoria, trouxe narrativa em segundo lugar.
Agora deixa eu ver uma coisa aí, ver os cabeça de chave, quem ficou pelo caminho aí.
Isso é importante.
Ativação passou, é sobre passou, gratidão ficou, não passou, agêntico passou, fricção ficou, people driven passou, vibe code nenhum voto, e slope ficou pelo caminho. Agora você aqui como curador, interessante, mas aí eu gostava mais do brinquedo.
Enquanto isso a gente Voltar aqui agora o nosso cooling break.
A gente tem a pausa para hidratação.
Saurei, hein, galera! Exatamente. Voltamos ao nosso cooling break, direto aqui com a nossa já tabela montada, com os primeiros e os segundos lugares aqui no chaveamento perfeito que a gente fez aqui durante o cooling break. O nosso Carlos Henrique precisou fazer um cooling break e nós estamos aqui já com os grandes esses confrontos aqui.
Perfeito, foi muito bom de narrador, viu?
Parabéns! Bora lá, primeiro, primeiro, primeiro confronto aqui das oitavas de final. Temos aqui Ativação contra Narrativa, uma clássica, é isso, contra uma nova novo postulante, um novo conceito, né?
Eu já vou dar o meu voto de cara, vai, porque eu quero continuar usando ativação.
Ativação, que senão ele consegue subir as notinhas no B9.
É isso, eu não tenho outra palavra.
Mas você vota em ativação?
Não, você votou em narrativa. Quero salvar ativação. Tudo bem, foi por eliminação.
Você exigindo ativação ou narrativa?
Para que ativação passe.
Passa. Ativação?
Acho insuportável que—
Você quer que a gente use stand?
Eu acho insuportável que um stand de água de coco seja uma ativação na chegada de uma corrida.
Sim, seja uma ativação de marca.
Um stand da PlayStation na Brasil Game Show— Tem a mesma nomenclatura.
A mesma nomenclatura.
Mas você concorda em usar ativação pra stand de PlayStation?
Eu não concordo usar ativação para nada, nada. Eu quero que vá tomar no meio do cu dela.
Caramba, já viu isso?
Perfeito. É, eu, pelo contrário do Merigo, eu adoro a narrativa.
Ah, é verdade.
Então eu tô para eliminar ativação. E eu também acho que é isso. Descer um cofre na Avenida Paulista, uma ativação, não sei o quê, tinha que existir essa ativação? Para não. Então vamos embora.
Distribuir folheto com a planta do apartamento é ativação? É ativação.
A gente vai fazer uma ativação? É isso, fora com ativação.
É isso aí, é ativação, vai tomar no cu!
Passou de fase, Narrativa ficou pelo caminho. Eu vou botar Narrativa aqui só para—
Narrativa nunca vai, né?
Ela tá aqui porque eu trabalho numa agência de ativação, mas sempre tem alguma coisa.
Garante leitinho das crianças.
Agora nós vamos lá para o outro lado, tá?
Fora abolida, vocês vão continuar podendo entregar. Só que com outras palavras, mas é um pouco lá no sinal.
Vocês preferem fazer drac tchá drac tchô? Pode ir para lá. Agora é para Monterrey, México.
Os coreanos invadiram Monterrey. Mentoria contra os coreanos.
Mentoria. Você vota primeiro.
Mentoria, cara, você vai salvar lugar de novo.
Eu vou, porque mentoria é que nem narrativa, lugar horrível. Narrativa é horrível.
Ela aceitou, vai botar no missionário se bobear.
Mas o problema é que sempre tem alguma coisa pior para mim. Mentoria tá fazendo um estrago muito sério para a gente ignorar, entendeu?
Eu gosto da relatora também. Mentoria tá foda.
Cara, eu gosto da ideia de mentoria.
Fala agora.
É que você tem que saber escolher quem vai, com quem você vai fazer uma mentoria. Mas é uma coisa legal assim, tipo, entendi, uma mentoria com Scorsese.
Meu Deus do céu, cara, sobre isso, cara, pelo amor de Deus!
Mas o meu voto em mentoria, a gente proibir a palavra, ela não vai poder ser utilizada nem do jeito certo.
Perfeito, muda de palavra. Eu culpo a vítima. Se você viu um cara que fez um anúncio no Instagram com anúncio feito no ChatGPT, que aquelas tirinhas falando: faça minha mentoria, você merece.
Mas sabe o que você faz quando você não quiser usar mentoria? Usa Masterclass.
É, vou botar no lugar.
Ainda bem, né?
Você botou no mentoria?
Não, e esses dias eu fui atrás de uma mentoria, pedi uma orientação, porque a mentoria já pegou mal, entendeu? Vou falar isso mesmo, parece que eu tô desvalorizando a pessoa.
É verdade, pedir uma orientação.
O que que é? Quem que você quer que seja eliminado?
Mentoria?
Fricção aí.
Eu tô ficando em último, para trás em todos aqui.
Por que será, né?
Essa mesa está contra mim.
Pronto, vamos aqui, voltamos ao— vamos para a parte de baixo aqui.
Quem vai entrar? Você não quer fazer um concurso?
Ainda não, ainda não, ainda não. Calma, vamos definir depois.
Clube da FIBS.
Vamos lá, agora estamos aqui na outra para definir a outra quarta de final. Primeiro postulante, Copizinha, essa maldita contra Agêntico.
Copizinha, sem dúvida.
Copizinha, essa aqui.
Vou voltar no Agêntico.
Crítico, não crítico, que é só para dizer que, cara, não é legalzinho para gente.
Se você não vai fazer um agente no clube, não é para usar essa palavra.
Você não tá fazendo.
Então, copa, passou o carro, passou o carro.
4x1, segundo 4x1 das oitavas de final, tá? Teve um 3x2. Agora vamos para outro bracket: Hiperfoco contra Promptar.
Puta que pariu, cara!
Então assim, esse aqui, esse aqui temos, temos muito diferente.
Eu acho diferente.
Não, não, mas são coisas muito— é fácil também, eu acho fácil. Votar. Para mim também, para mim também. Talvez não seja a mesma opinião que a sua.
E eu posso votar?
Vocês querem falar tudo junto?
Você vai ser o último.
1, 2, 3, hiperfoco!
Alguém votou em outro?
Não, eu nem falei nada.
Então foi 5 a 0. Porque só ridícula. Qual o outro que o Cris falou que era Tipo assim, scriptar, sabe?
Ninguém usa fora dos scriptam, só todo mundo pronta.
Mas hiperfoco é primeira quarta de final a ser definida aqui agora, hein?
Quem vai enfrentar quem?
Quem vai enfrentar Ativação vai ser Imersão para ficar na rima ou People Driven. People, como é que é?
People-centric.
Então fala aí. Imersão é meu voto.
Imersão é meu voto também.
E é o meu também.
Ah, gente, vocês estão acabando com o vocabulário do publicitário. Eu vou ter que—
é isso, eu quero sair. Para que serve esse programa? A outra coisa, você perdoa a memória do vocabulário do publicitário primeiro, você não perdoa o seu, pode esquecer dele.
Gente, o que que aconteceu?
Ai, meu Deus, juro que a gente tá chegando num ponto que não vai ter mais o que falar. Perfeitamente.
Só o que eu quero é silêncio nessa merda. Eu não quero ouvir nada. Eu quero que todos os publicitários calem a boca. A gente quer é—
é— vocês são não queridos e outros meus amores, vocês serão acolhidos E outra, meus amores, nosso trabalho não é criar novas palavras quando a gente elimina as antigas, né? Na verdade, enchar palavras até elas perderem o sentido, a gente usar novas. É isso que a gente faz.
A gente vai se reinventar.
Merigo, publicitário é resistência.
Você vai votar na imersão, jovem?
Eu vou votar imersão.
Publicitário!
Eu vou até comer uma balinha aqui porque tá sujo.
Como disse o André Cassou aqui, onde estava sentado o Marco Melo, é a única classe, única profissão que adora agora se odiar, se matar. É todo ano. Não vai cair, isso acabou. Você não vê médico falando: puta, acabou a medicina aí, acabou arquitetura, já era.
É porque talvez tenha uma diferença relevante.
Certas profissões sejam importantes.
Aquele episódio do Studio, que é o Seth Rogen lá brigando com a namorada.
Filme.
Não sei, a gente vai no hospital quando você tá lá, tá vendo o quê na televisão do hospital? Um filme.
É isso, não tinha nem televisão no hospital.
A segunda quarta de final a ser definida aqui para enfrentar Mentoria, nós temos dois postulantes: Pontos de Dor contra Resenha.
Jogaço!
Nossa, jogaço! Primeiro clássico das oitavas.
Isso aí vai ser o França e Alemanha dessa final antecipada.
Não, são dois territórios assim que horríveis.
Eles são diametralmente opostos.
Eu posso fazer uma argumentação aqui?
Uma provocação?
É, uma provocação. Vocês não acham que resenha...
Não.
Vocês não acham que resenha...
Não.
Tá sendo já tão usada que já virou zoeira assim, tipo, já tá...
Não, resenha é resenha.
Não, não.
Ah, vem seu resenhudo, vamos lá.
Não, gente.
Não é? Não.
Que loucura, cara! Ah, namorado do Volkaren, né? Vem ser o resenhudo.
Não, você é resenhudo, hein? Não virou um deboche já assim?
Não, não virou, mas não bastante não.
Olha, não, eu acho que a gente tá virando uma curva do perigo de tudo: "Ah, ele é resenha." É. Pelo contrário, eu acho que a gente tá vendo...
Léo Lins é resenha?
É, as pessoas resenham.
Pra gente ter que falar merda, é isso?
Liga a TV durante a Copa do Mundo em qualquer um dos canais esportivos que o canal oficial da resenha vai estar usando resenha de forma não irônica. O canal que imita o canal da resenha algumas vezes, pouquíssimas, vão usar com ironia, mas tem uma tonelada de pessoas usando resenha achando que ao usar resenha vai fazer parte da resenha.
Ainda você não tem primos? Seu primo, quando chama para fazer um churrasco, não vai falar: vem aqui que eu vou fazer uma fumaça. Vem aqui que eu vou fazer uma resenha.
Então tem essa coisa na criançada, na faculdade de letras, né?
Como é que fica? Na revista Biz. Vamos para o bar ali fazer uma resenha.
Resenha, quem mesmo? E ponto de dor, ponto de dor, cara.
Eu preciso voltar a contar resenha. Resenha.
Eu vou até contar resenha também.
Não tem como. Eu preciso eliminar a resenha. O meu papel hoje na vida é eliminar a resenha. Eu vou acabar com a resenha.
Eu vou botar na resenha pela coisa, matar agora. Não, não por isso, mas é porque é o momento, né?
Agora Talvez mais tarde.
É isso, perfeito.
Então teremos mentoria e resenha no próximo jogo, 1 da manhã. Agora aqui, para enfrentar Copizinha, nós temos Comunidade contra É Sobre. Caraca, não é sobre.
Para mim é sobre.
É, deixa aqui, não tem muito, porque é mais bruxo lá.
Iago, eu vou ter que ficar. Acho que é sobre a cachorro morto, mas eu sei que não é.
Você fica com essa história de cachorro morto aí, o cachorro se faz morto.
É verdade, a gente vai usar comunidade.
Eu voto em comunidade.
Meu Deus, eu acredito na comunidade.
Eu acho que eu e Iago Vinícius, nós que somos, que estamos vindo de um lugar de muita dor, tanto com a resenha quanto da comunidade.
Muita dor e pouca resenha.
Tô lembrando aqui de situações que eu passei essas semanas aí. Comunidade tá fresco também, como se fala no desenho.
Marco Mello é um diretor de arte. Como é que a comunidade chegou na vida dele, entendeu?
A gente tem que falar desse negócio, tá se espalhando.
Precisamos agradar a nossa comunidade. Quem é comunidade?
Comunidade.
Ela tá aqui na sala com a gente.
3 pessoas que comentam no Instagram lá e reclamam. Essa comunidade tem que ser agradada. Não é comunidade, gente, são pessoas que seguem a tua página.
Isso mesmo, seguidores. Então passou a comunidade? Passou, cara.
Não acredito que vocês deixaram essa uma das maiores lições e condensações de significado que o Marco Melo trouxe aqui agora. É verdade, alguém que te segue não é necessariamente a sua comunidade.
Comenta lá reclamando, é É ótima, ela tem mais a comentar, porque dá engajamento. Se você agradar ela, ela para de comentar.
É isso. É... eu compreendo, mas eu queria deixar claro...
Que o é sobre é o mal.
Que o é sobre é uma coisa muito séria.
Não parou, porque todo ano vocês estão fazendo isso.
Vocês quem?
Vocês.
Eu?
A comunidade da organização.
Todo ano.
Eu tô aqui.
Aí depois vem, aí, aí... Pela morte do é sobre.
Cacete.
Vamos lá, última parte da final. Bora enfrentar hiperfoco! Nós temos os times de deck contra transbordar.
Nossa, transbordar chegou? Eu nem lembrava.
Transbordar passou.
Festa na ilha. Boazinha deles lá, velho.
Eu que não sou de agência, eu consigo ver o quão horrível o mundo de agência, porque as pessoas dentro, elas acham que conseguem, mas não conseguem.
Consegue.
E aí teve uma situação que eu vi de uma pessoa que fez uns deckzinho meio correndo para mostrar a ideia, e aí não foi aprovado porque o deck não tava bem feito. Tipo, conta disso, quando dá, vamos lá, traduzir, quando dá apresentação da ordem dos slides, ah, mas isso aí é layout dos slides, você vai reprovar a ideia. Mas você tá, essa discussão do filosófico, a minha arte, eu tô falando que um documento no Google box é muito mais eficiente do que fazer um deck.
Sempre. Não, mas aí não é o conceito de apresentação, é o uso da palavra deck.
Você é um—
sim, sim, mas é isso, é porque foi meio cardíaco agora, né?
Você vai anulando a minha narrativa, minhas narrativas.
O que eu tô dizendo é, se não fosse essa cultura do deck, que é gastei muito tempo para falar uma coisa simples—
não, a cultura do deck existe, mas tem que valorizar.
Super confuso agora.
Não, calma, ele é autor de documentos, eu sou um burocrata.
Legislação, um PPT.
Eu acho que tem que enfiar no cu e rodar.
Ele quer documentar. Quem que é a empresa que proíbe PPT? Não é o— eu não vou defender a Amazon, mas as empresas aí diz que não aceita PPT.
Tá fazendo ação, certo?
É a segunda discussão.
Anular minha existência.
A minha discussão é essa. Eu não acho que tem que ter o PPT.
Não, mas aí é uma segunda discussão.
Quartas de final Na tela da Casa TV temos aqui agora, mas pera aí, bora, Casa, Casé TV, né?
Se inscreva agora no podcast, deixa o like, pelo amor de Deus, podcast canal, Brainstorm 9, como diriam os antigos.
Estamos aqui, like no YouTube, senta o dedo no like, teremos mais likes que o Vozinha que esteve ontem aqui na B9. Inclusive Premier League ano que vem na B9, hein?
B9 TV.
Imagina isso.
Inclusive, ó, as odds para ativação na B9 Bet, 1.4.
Meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus.
Ativação contra imersão.
Cara, ele passou a semana inteira fazendo isso em casa.
Eu quero, eu sei que o Merigo vai votar na imersão.
Por quê?
Que isso?
Você vai votar na imersão?
São, são duas cartas marcadas.
Cara, pro Merigo, essa é—
são duas palavras que eu não acho que merecem estar aí.
Merigo é um lobista, né?
Elas poderiam ter participado, tá bom, do fase de grupos, mas ficariam para trás.
Mas é isso, essa é uma Gera Copa, meu amigo.
Nessa classificação aí eu botaria para passar, para ser eliminada, Imersão, salvando Ativação.
E uma coisa, essa é a minha, eu também, uma coisa importante para deixar Claro, tamo junto, Marco. Quem ganha a Copa de Boas-Vistas não é a palavra que mais merece ser eliminada da história das palavras, é a palavra que mais merece ser eliminada durante a Copa, durante a Copa, naquele contexto, naquele ano.
É por isso que existem vários fenômenos, como existem coisas horrorosas, tipo lugar, mas existem coisas mais periclitantes e dolorosas perfeito.
Como?
Como a resenha.
Vai, espera, mas não chegamos lá ainda. Imersão tem 2 a 0 para imersão. Eu, eu sou ação de ativação agora, hein?
Eu vou voltar à imersão, mas eu quero ser convidado para ativações porque eu adoro eventos, eu adoro participar. Deixa eu falar para você ser convidado. Adoro fazer stories, então me chamem para ativar.
Estou votando em ativação.
Quero ativar a sua marca.
É isso, me chamem para ativar.
Jogo duro, jogo duro.
Mas passou imersão. Tudo não é ativação.
Então imersão passou.
Chegou nas semifinais imersão, hein, tio. Tá vendo?
A gente vai aí, ó.
Copa do Mundo. Vamos lá do outro lado, hein. Temos aqui mentoria e resenha. Nossa, duas palavras estão muito em alta. Estamos aqui, o espírito do tempo tá funcionando aqui nesse jogo.
Isso aí, perfeito.
Você vai de resenha, né, Luizinho?
Meu voto é na resenha.
Quem não vai de resenha?
Eu vou te acompanhar na resenha.
Eu também vou na resenha.
Eu vou na mentoria.
4 a 1 para resenha.
Eu vou na mentoria.
O jogo que prometia tudo e entregou bastante.
Passou o carro, né?
Porque parecia que ia ser um embate forte, né? Tipo, um 3x2.
Foi difícil, foi assim, foi difícil.
Eu entendo vocês, o tamanho dos dois times.
É que a defesa tava forte aqui, os zagueiros estavam atuando bem, mas o goleiro também exatamente, não passa nada.
Então, pera aí, pera, pera. Temos em cada semifinal, de um lado Imersão, do outro Resenha. Agora vamos descobrir quem que elas vão enfrentar.
Eita, que delícia!
A terceira quarta de final é Cop contra Comunidade, é o clássico cocô.
E vai enfrentar Imersão se passar. Quem passar daí, isso, exatamente. É um pensamento para se ter na hora do voto.
Nossa, você tá manipulando, hein?
Não, espera aí, a gente tem que trabalhar. Isso, exatamente, visão estratégica.
COP contra comunidade?
COP, não tem dúvida. Esse aí é 5x0. COP, se não fosse 5x0, COP, gente.
COP, COP, COP. Vou votar um votinho na comunidade só para ficar, para dar comunidade.
Me pegou essa semana aí, tava, ah, verdade, tinha esquecido. Desse trauma.
Vem aí a semifinal imersão contra a COP.
Calma, não é agora.
Meio-dia aqui na B9. Um ponto, um ponto.
O B9 é menino, ele dele, ele dele, ele dele.
Isso é uma coisa, mas as pessoas falam.
Que que é B9?
Que eu tô vendo aqui você no meio daquele blog do Brainstorming agora vamos definir o adversário de resenha que talvez já venha adiantado se nós temos aqui Hiperfoco contra Deque porra!
Porra sério?!
Voto em Deque e olha que a resenha tá periclitando aqui cara deixa eu falar uma coisa Posso falar uma coisa?
Claro.
Eu já ouvi e já usei, e gostaria que vocês pudessem te acolher e hiperfoco de maneira—
quando você passou 3 horas seguidas jogando videogame.
Não, mas de maneira zoando assim, sabe? Tipo, ironia. Eu sei que não, mas já usei.
Mas se você tá zoando, não Algum sinal de que tá sendo usado cagada?
Mas pela resenha, né?
Assim, eu ia usar um exemplo aqui, eu ia usar um exemplo que eu nem vou usar porque tá difícil, cara.
Não sei, eu não sei, cara.
Agora é completamente doido.
Porque, cara, esquece, não tem como.
Não, você votou no Deque, tá mudando. Eu vou votar no Tá vendo? Então você não tem que riscar o— Eu, mas assim, não é uma decisão fácil.
Estamos chegando na final! A primeira semifinal aqui no Leves Stadium. Não pode falar Leves Stadium.
Tem que cobrir lá.
O2 Arena.
O2 Sports Arena. Lakers são versus Copi, imersão, veio, veio, veio.
Você faz imersão, é verdade, veio imersindo.
Perfeito.
Imersão é cretino, mas tem que ser copi, tem que passar copi.
Perfeito, só Deus.
Final, finalista, copi finalista.
De novo, de novo, de novo.
Sim, não, não chegou a ser finalista, foi, foi, não foi sempre.
Foi uma que a gente tava no estúdio que era do B9, não foi quando vocês chutaram, que eu fiquei muito Bravo!
Estúdio era do B9?
É, nunca foi da nossa.
Eu vou voltar em copy também.
O senhor bota em copy.
Caramba, vai ser 5 a 0!
Vai ser 5 a 0! 5 a 0 numa semifinal de Copa! Última vez que eu vi um amasso desse foi 7 a 1, Alemanha e Brasil. Atletas, afinal, é, mas não foi em semifinal de Copa, em casa.
Imersão fez um gol, cara, foi atropelada.
Esse jogo é bom, tem imersão, é bom.
Mas você sabe que falando no 7x1 de Curaçao aí, eu fui elevado ao patamar de especialista, eu fui profeta, as pessoas ficaram maravilhadas. E agora elas acham que eu entendo muito de esporte porque eu chutei o resultado Negócio. Então queria deixar meu alerta para você, não acredita na sua casa, nada é mais patético do que você aí na sua casa medir o conhecimento esportivo de alguém baseado no chute que ela deu sobre um jogo de futebol.
A segunda semifinal, gente, aqui vai disputar com Klopp na final. Essa vem forte, hein?
Essa vem forte.
Mas eu acho que já vem também com...
Não, ela vem forte, ela vem forte.
É que o Higino tá fazendo muita campanha por ela durante todo o...
Ela vem forte, mas ela vem forte.
É um duelo, é um duelo. Ela vem forte, talvez.
Não tem... Calma, vai, qual é o duelo?
A gente tem... Resenha contra Hiperfoco!
Copa do Mundo é momento. Perfeito, entendeu?
Não é a melhor seleção do ciclo inteiro, é a melhor seleção de junho e julho 2000 de 2006.
Jogo a jogo, você brilha, no outro jogo—
É que eu não acho lícito você dizer que o Luizinho tá com hiperfoco e criticar a resenha. Então vou botar no hiperfoco, por mais que eu saiba que a resenha saiu na frente.
Hiperfoco saiu na frente, isso aí foi um—
entendeu?
Ninguém esperava, é tipo, eu não acho que eu só tenho direito você fazer isso?
Chama outra pessoa.
Caramba, Luiz!
Vai, Luiz, dá o seu voto agora.
O meu voto é na resenha. A resenha é um mal da sociedade, como as bets, entendeu?
Como a baby.
Tem que ter campanha.
Como governador e tal.
Como presente, Lucas, também, também.
Olha, eu, falta de saneamento básico em algumas cidades, exatamente, exatamente.
A gente tem que combater esse tipo de coisa. São presenças da nossa sociedade que não trazem nenhum tipo de benefício.
Exato.
Ou a gente acaba com a resenha, acaba com a gente.
Gente, ó, apesar de ter sido maltratado nessa mesa por esse cidadão aqui que não merece, eu vou botar na resenha.
Eu vou botar no hiperfoco.
Meu Deus do céu, olha, o voto de Minerva está nas mãos de Marcos Melo.
E Marcos Melo, pensa bem, você não quer fazer uma pausa para hidratação? Ele já tomou A decisão já foi tomada. Ah, não acredito!
A decisão já foi tomada.
Depois do minutinho do patrocinador.
Você que ainda não apostou, resenha 1.44 na B9 Bet, hiper forte, está pagando 3.54. Quem você acha que vai ganhar? Quem você acha que é favorito? Na hora, vai lá, subiu de cabeça!
Um excelente combate.
Foi o jogo mais emocionante dessa Copa.
Foi o jogo mais emocionante. Faltam 24 minutos a resenha chegar.
E digo mais, eu perdi, mas o Diarista é um dos caras que me venceram.
Que jogo emocionante, gente. Nenhum tinha ficado empatado assim.
Nem eu sabia que ia votar no Hiperfoco até eu terminar meu voto. Eu comecei falando, não sabia onde eu ia parar.
Mas é esporte, né?
Futebol é assim. É assim, né?
Quer dizer, agora eu chamo o meu colega Luiz Higino, repórter, jornalista, analista e pitoniza, que foi atleta de todos os esportes, para ele fazer para a gente a crônica dessa final. Coppe versus Resenha, com a palavra Luiz Higino.
Cara, eu não quero ter essa responsabilidade, eu não consigo.
Calma, calma, Thiago.
Crônica da final, assim como Tiro Marcos fazia seu texto, assim como Luca Bopp faz seu texto, assim como Pedro Bial faz seus textos.
Nossa, que seleção de nomes, né?
Assim. Não, e ela termina no Luiz Higino, então assim.
Eu espero que Luiz Higino nos presenteie com sua sabedoria, sua cabeça formada fazendo copy o dia inteiro na resenha.
Tem como abaixar a luz? Isso, não, tá bom, perfeito.
Gabi que edita, tem que colocar a luz.
Não, deixa como tá, vai, abaixa a luz aí, bota uma vinheta.
Voz de Deus, né?
Vamos lá. Alguns duelos são só duelos, outros duelos transcendem o esporte, a disputa e a modalidade na qual estão inseridos. São aqueles duelos que saem das conversas nas ruas, dos comentários entre poucas pessoas, da resenha, e atingem um novo patamar: são escritos nos livros de história, nos anais da humanidade. Somos como copizinhos, muitas vezes são repetidos à exaustão, passados de pessoa em pessoa e atingem assim o infinito.
Hoje, na Copa de Buzzwords 2026, a sétima edição, ou quinta ou sexta, não temos certeza por aqui, porque não molhamos antes do programa começar. Quantos programas desses já tínhamos gravado? Mas hoje, aqui na Copa de Buzzwords 2026, um duelo mais do que esperado, um duelo aclamado, um duelo que jamais eu conheci em toda minha vida. A definição de qual palavra Essa palavra deverá ser erradicada não só do nosso vocabulário, mas de todo vocabulário da comunidade chamada Brasil.
A B9 tem o prazer de apresentar: Coffee contra Resenha. Apenas um sairá campeão.
Meu Deus do céu, é muita responsabilidade, é muita responsabilidade.
Por isso que você é o host, é verdade.
Eu vou, eu tô me sentindo batendo o pênalti.
Presidente da Benayme, é o pênalti presidente aqui, pênalti do presidente, é isso, é o pênalti do presidente numa Hotel um dia antes da sua esposa.
Vamos, vamos, vamos, vamos!
Nossa, horrível!
Eu sei, eu sei em quem vai botar. Meu Deus, absoluta desculpa.
Assim, é que não dá, o copy não dá. Eu, eu, eu não sei.
Então eu vou empatar esse jogo. A resenha vem forte pelo lado direito, cruzou na área de bicicleta. 1 a 1, a bola caiu no colo de Bia Fiorotto. Eu posso me voltar?
Tu quer ficar com o voto de Bia?
Você quer ficar com o voto de Bia?
Também não.
Você quer o último pênalti possível?
Eu quero ir embora.
Bia Fiorotto, corre!
A Bia não quer ver, não. Bia, senta.
Antes de você fazer o pênalti.
Não, não, não, senta, velho, eu tô querendo narrar aqui, irmão.
Ela tem que chutar o pênalti, eu tô no ouvido dela já falando: Aqui, ó, escuta o seguinte: lembra que foi você que trouxe copo para mesa?
Caralho!
Mas durante a campanha eu fui apresentada aos danos muito graves.
Não é isso, não é isso. A gente é o time.
Então tá até tocando aí o som do marimba.
Vai lá, é o som de que a gente tem que ir embora. É o alarme para cortar, para ir trabalhar.
E a gente ainda tá aqui.
Vai, são 9 da manhã, a gente não dormiu.
Momentos históricos merecem.
É copy, eu preciso, é uma coisa muito séria.
Um silêncio ensurdecedor no estádio de Kansas City.
Por que que a torcida tá contra no estádio?
Porque eu que tô narrando, não tá dividido na minha mente.
São Paulo é estado de São Paulo, não pode.
É jogo da única, sem bebida, sem bandeirão.
Aqui para o seu próprio pênalti, tá 2 a 1 para COP.
Se ele votar em COP, encerrou.
Faltou, é assim que funciona.
Ah, eu votei, você votou. Não, são 2 votos COP e o seu voto o do Luiz Egino.
Quer ser o Luiz Egino, o último? Porque o meu é misterioso.
E se o meu não for misterioso? Você acha que eu sou?
É verdade, mas espera, eu não sei.
Você me conhece?
Não sei, porque foi muito pesado. Existe um lado.
Eu acho que se ela já te chamou, o destino já escolheu.
Não somos nós que escolheremos.
Você botou na lista do Ancelotti.
E assim, eu sentei aqui no meio É verdade, eu passei esse programa inteiro falando que não tinha medo, sendo a única pessoa que não tá sendo pego no escorço aqui, ó, no 3/4 legal.
Mas tem o seu momento crônico, crônico, mas eu tô aqui, tô reto.
No começo você falou que você não tinha medo de estar, que o Iago falou, você falou: não tô com medo.
Mas eu não tenho medo, mas eu tenho, eu tive outros, talvez tenha um Tá certo. Talvez você queira ter um monos. Vai, vai, eu tô trabalhando.
Mas você pode definir ou você pode deixar empatado nas mãos desse senhor aí, que eu não sei se ele merece todo esse poder.
Mas isso é uma pressão em cima de você.
Meu voto agora e meu voto depois vai valer a mesma coisa, entendeu? Eu quero deixar isso muito claro para a comunidade que acompanha a gente.
Mas o Carlos Meigo tá sendo canalha com você, né?
Mas ele acha que eu nasci desse tamanho, né?
Eu tô botando na mesa Tem várias opções, você tem que avaliar.
Candidato, pela ordem.
Ok.
Ele tá atrás de narrativa.
É... eu tenho razões pra lá de pessoais, pra lá de profissionais, pra lá de amorosas pra ser contra a LGTB.
Mas não vai.
Ah, mas eu sou um forte defensor da cultura heterossexual. Acho que ela tem que existir.
Tem que ser acolhida, né?
Então, eu tô com medo da gente inviabilizar o homem hétero de novo. Interditar o homem hétero, como eu falei. Não tem edição de merda.
O que eu sou, só Deus sabe.
Exatamente.
Agora, a intervenção do público publicitário muito me interessa.
É verdade.
De modo que a copizinha, assim, por que que ela existe ainda? Minha questão é essa. Então ela já tá atrasada, entendeu? A gente já tinha que ter se livrado desse mal. É como o saneamento básico, a fome, entendeu? Não tinha que ter isso no Brasil. Então eu vou de copizinha.
Meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Cadê seu voto de O que ninguém talvez imaginasse—
Você emocionou, você viu? Com a voz embargada.
O que talvez ninguém imaginasse é que, por mais difícil que seja a minha vida e a vida de tanta gente por culpa da resenha, Ainda mais dolorida é a minha vida.
É, yeah, por culpa dela, por culpa da existência da publicidade.
Então, entre salvar o país desse movimento nefasto que é a resenha e macular Ferido um pouco. A publicidade, eu voto no Coppe.
Que isso, meu Deus! A maçã madura, Coppe, afinal! Acredite nos seus sonhos, acredite nos seus sonhos!
É a terceira vez que a Coppe vem aqui e agora ela conquista o seu lugar no sol, seu lugar nas sombras.
Coppe, que na verdade perdeu o direito de ser usada.
Em todo o território nacional a partir de agora.
Vai sair no Diário Oficial essa parte aqui, não. 4 a 1 para a Copa em cima da Rezende. A Rezende foi amassada.
É texto, é legenda, é parágrafo.
Gente, temos pessoas chorando aqui no final da vinheta. A gente não tá superdimensionando um problema Reserva aqui não é dessa dimensão toda, tem isso também. Que a gente tá botando a reserva no lugar dela, pois ela é pequena. Olha, é isso, você não vai me destruir, por mais que tenha tentado.
Muito bem, gente, galera, ficamos por aqui. Calma, semana que vem voltam isso, a gente espera vocês.
Tá rolando like!
Like no vídeo e vai lá nas lojas da Pinale Bag se você também quiser. Nós estamos de volta semana que vem e também faça tudo o que você possa fazer pela gente porque a gente é épica além de épico! Porque amanhã come das copas, a cobra de todos os tempos, a cobra mais top da época, a grande das copas...
A Copa das Copes?
O Cupcake Baker! Cascou!
Eu casco o bico!
Eu quero ir embora do Brasil! Eu casco o bico! A gente casca o bico e cascar o bico! Vamo, Brasil! É muito cascador de bico!
Até semana que vem!
Beijo!
Tchau!
Valeu, valeu!