Vibe Coding: autonomia, gambiarra e vazamento de dados
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- Democratização da CriaçãoAcesso a ferramentas para criar apps e protótipos · Redução da dependência de profissionais técnicos · Oportunidades para o Sul Global · Diminuição do caminho entre ideia e protótipo
Não tem olá hoje, tá bom? Esse é o Braincast 634. O Merigo tá triste com você, gente. Cristiano Dias, tudo bem? Boa noite, internet. Boa noite, Brasil. Diago Vinícius. Se o Merigo tá triste, como é que eu vou estar feliz? Boa. E luz e açuda. E aí?
Esse Braincast, vamos falar de Vibe Coding, tá? Vibe Coding. É isso. E não teve o lá porque botei a meta aqui de mil likes e a galera não chegou. Até no dia da gravação desse Braincast, que é uma terça-feira, 19 de maio, data ali.
atrás, pra provar. Ali, quando tá, é verdade, tá? Pode mostrar. Isso, isso. Então, não chegamos em mil likes. 748. Mas tamo quase lá também. Então acabou o programa. Isso é chantageoso. Não, não, olha que melhor de luz.
Não tem o lá e tem Iá, que é o que as pessoas são muito pra gente não fazer. Quanto menos likes, mais Iá. Eu gostei dessa chantada. Gostei. Gostei muito bem, muito bem. Eu acho fantástico. Então tá bom. Ó, mas antes... Mas antes... Deu like. Por favor. Deu joinha. Já que falamos bastante de futebol aqui no secreto, vou parafrasear Arnaldo Tironi. Chame parites e amigos pra dar like. Exatamente. Nesse braincast. Nossa, e você falou de um tal de secreto. Se eu quiser ouvir isso, como é que eu faço?
Tem que se tornar assinante, tem um botãozinho aí Seja Membro, tô vendo ele aqui agora Seja Membro, ó, você clica Você escolhe aqui, ó Tem acesso a vídeos exclusivos, o YouTube ainda mostra Eu vou gravar um sem camisa Michael Jackson, cara ecologista Tá? Sem camisa? Vou gravar um Esse vai valer mais, hein Então torne-se membro, dê um joinha, siga a gente nas redes sociais Isso, é isso Cristiano, o embate lá
Mamilos e Braincast no IA em curso. Usar o cupom Braincast. Faz o chamado aí. Cupom Caveira. Caveira, mas hoje eu vou dar outro cupom. Vai ser outro cupom. Mas eu quero que você... Você tem que somar os cupons Braincast, Caveira e o outro cupom. Ele faz um Excel que é uma loucura esse menino. Jogando dentro das quatro minhas. Constituição debaixo do braço. Tá? Tá bom. Eu quero somar esses cupons aí. Então, beleza.
Você já percebeu que a inteligência artificial virou uma mistura doida de revolução, ansiedade de grupo de WhatsApp, todo mundo dando opinião ao mesmo tempo. Toda semana aparece uma ferramenta nova e todo dia alguém promete que aquilo que apareceu vai mudar tudo. E no meio disso tudo você, profissional, tenta entender o que realmente importa no meio de tanto trabalho.
Porque usar IA é até fácil, difícil é saber usar bem. É por isso que a PUC Paraná lançou a Escola de IA, justamente com essa proposta, para ser um guia nesse universo acelerado. São cursos de pós-graduação que combinam teoria, prática e atualização semanal com foco em áreas como marketing, liderança, negócios e customer experience.
A ideia é que você aprenda a aplicar IA em problemas reais do dia a dia, como tomada de decisão, automação, análise, projetos, produtividade e estratégia. E com professores que não estão falando de IA de longe, tá? São profissionais que usam isso no mercado, no dia a dia, em empresas como Google, Amazon, Microsoft e Disney. Como, por exemplo, o Neil Royne, que é chefe de estratégia do Google, e a Letícia Amoroso, que é gerente de experiência do cliente na Disney.
Além disso, os alunos têm acesso à comunidade, networking, atualizações semanais e dois meses gratuitos de acesso a modelos premium de IA. Então é isso, justamente nesse momento em que tem muito hype e pouca direção, a PUC Paraná quer oferecer um caminho com método, repertório e prática. Para conhecer os cursos da Escola de IA da PUC Paraná, acesse o link que está aqui na descrição desse episódio ou siga o QR Code que está aí na sua tela.
Vamos pra pauta? Vamos pra pauta. Pauta!
Ó, a gente... Era pra eu falar mais, né, no começo, mas eu esqueci de explicar a pauta sobre o Vibe Code, né? Tudo bem, né? É do jeito que os chatos da audiência adoram. A introdução curta vai direto pra assunto. Mas eu quero que você, que é chato...
que vai pra criticar, elogia. Programa curta, meia hora e depois vai embora. Critica pra lá, dei play e demorou demais. Eu não consigo pular pra frente. Eu adoro a pessoa que bota o timecode de quando começa, porque é uma pessoa útil. Sendo que na descrição da pauta tá o timecode. Então você não precisa ser... Ele quer botar, deixa o menino se expressar. Comente lá.
Combinado. Engajamento. Vai no escode. A gente vai explicar o que é, do que se alimenta, de onde veio, o que é bom e o que é ruim. E vamos decidir determinar se é uma coisa boa ou se é uma coisa ruim. Exatamente. É isso que a gente vai fazer. Porque o que eu coloquei aqui, vocês que são especialistas vão me corrigir.
A gente passou décadas usando softwares que outras pessoas criaram. Então elas decidem onde fica o botãozinho, que função tem ou que não tem, quanto custa, o plano aí você é obrigado a assinar, algum recurso que você queria que tivesse e nunca tem. E agora eu posso fazer o meu app.
um app que controla o tempo que as crianças passam na tela então em vez de procurar o app perfeito eu posso simplesmente descrever o que eu quero, eu falo e vou dizer já que estou fazendo isso será que pode? estou fazendo isso, está vibe codando
Tô vibe codando, inclusive Estou usando o Cloud Design Ah, sim Quase levando minhas cuecas embora Porque tudo ele fala Acabou seus... Acabou A droguinha Droguinha, põe mais dinheirinho que eu faço E assim, gente É um negócio...
que eu não sei se vai dar certo, é só um protótipo, depois eu vou dar para profissionais avaliarem, mas esse lance da mágica, eu acho que... Eu sinto, eu sinto a mágica. Mas essa discussão que você acabou de dar, de as pessoas vão fazer o aplicativo, tinha um meme outro dia, que era a mesma papo da impressora 3D.
Verdade, a gente fez até episódio sobre isso. Você imprimindo em casa. Uma lava-louça, você não compra mais. Imprime todas as peças. Imprime todas as peças, entendeu? Fala engrenagem, as mangueiras. Eu tava vaticodando hoje. Você estava lá. Mas é importante dizer que essas promessas... E veja bem, são coisas extremamente complexas. E alguns apps o são, né? Sim.
Há uma chance de você empilhar muita merda. Isso. E coisas mais complexas, talvez seja bom você chamar um profissional, né? Não é pra você resolver. Então a gente vai discutir as duas questões aqui, tá? Porque tem, de um lado, como a impressora 3D, que a gente falou, uma pequena revolução criativa acontecendo, que pessoas sem formação técnica podem criar apps, protótipos... E aí
Arrumar layouts como estou fazendo Criar comunidades Dashboards E do outro que é uma fábrica de gambiarra Em escala industrial Pode dar problema Não sei se está nesse seu segundo grupo aí
pessoas que dizem estar criando companhias que valem bilhões a briga pelo primeiro unicórnio de uma pessoa só que vem aí e Tolkien Maxx Tolkien Maxx Tolkien Maxx que conceito
Antes de passar para vocês a primeira pergunta, queria só contar a historinha, né? Foi um termo popularizado pelo André Gikarpati, que hoje anunciou que vai trabalhar na Antropic. Ah, é? Vai para a concorrente, porque ele estava na OpenAI. Isso. Fazendo... Ele era, tipo, lá do início. É, ele começou trabalhando como diretor de IA na Tesla.
Foi pra OpenAI e agora vai pra Anthropics. Ou seja, o que tá no hype, ele vai. Ele vai. E ele descreveu esse tipo de programar em que a pessoa se entrega às vibes. Ela aceitar que ela não entende o que tá sendo gerado, vai guiando a IA por tentativa e erro e o código aparece no meio do caminho. Vai guiando a IA ou vai sendo guiada? Interrogação. Muito bem. Outras ferramentas que tem. Tem o Cloud Code, tem o Codex, Cursor, Lovable. Eu já vi muita gente falando, criando. Cria lá no Lovable.
Rap, Leach e Bolt. Então é isso. Tem mais também. Tem mais. Tem mais, tem. Então a primeira pergunta que eu faço é, você que é o programa que você estava me mandando lá.
Estou vibe codando. E eu também estava. Só que sem saber nada que eu estava fazendo. E quando você mandou, eu falei, nossa, deve ser legal fazer isso sabendo. E olhar. Você que é programador. Aí você já foi a dor. Agora você voltou a ser programador. Como é que é? A pergunta é, é direção criativa ou é programação? Quantos anos eu tenho um Braincast? É a primeira vez que eu vou usar meu diploma de TI. Tá caindo diploma na mesa. Como é que é direção criativa ou?
É programar ou é uma direção criativa? Ou só você mandar alguém fazer? Cara, é programar. Uma comparação que muita gente faz. O próprio Linus Tomlouts, o famoso criador do Linux, ele estava falando o seguinte. A programação...
ao longo da sua história, ela foi tendo camadas de abstração. Porque o programa mesmo, ele roda lá no chip com os códigos binários muito loucos. E num passado distante, era assim que se programava. Você dava exatamente a linguagem de máquina que chama... Sim, você tem que entender o sistema, né? Aí foram criando linguagem de programação, compilador, sistema operacional, biblioteca... Você comprava revista com código. Hoje você faz...
a cada vez mais se aproximando de uma linguagem natural, inglês, você escreveu em inglês, do que números que você colocava. Então, anos atrás, quando éramos crianças juvenis, para fazer o jogo caber na memoriazinha microscópica do Atari ou do Nintendo, tinha que programar nesse código.
mais básico possível, porque não podia ter desperdício de nada. O Roller Coaster Tycoon tem, sei lá, 54 cabais, não vou lembrar agora. Grande jogo. Microscópico, porque o cara fez tudo em código Chris Sawyer. Então o Linus Solos fala, cara, por um lado, é mais uma camada de abstração de você dizer para um aplicativo, para um software,
para ele fazer alguma coisa que vai virar esse código de máquina. Por outro lado, tem vários problemas normalmente ligados a esse hype de que não vai resolver tudo, vai mudar, acabou, você vai perder seu emprego e tal. Eu sou da linha que pensa que a profissão de engenharia de sistemas
Provavelmente agora é mais útil ainda porque você tem que saber o que está acontecendo. Você brincou. Eu mandei uma imagem da minha tela. Saber o que está acontecendo. Então assim, várias vezes eu interrompo o Clô de falar não, não, peraí. Exato. Não é tentativa e erro de... Você está viajante, você está complicando e tal. Você dá um plano para ele. Fala assim, Clô de, é isso aqui que você vai fazer. Sei lá, controle de ouvintes, contador de likes do YouTube.
Dê seu like. Vai ter isso aí, vai ter aquilo, a regra. Então, por exemplo, quando um dos últimos empregos que eu tive na área de TI, eu brincava que eu era programador de Word. Eu era o cara, eu era o primeiro funcionário da empresa. Eu trabalhava numa empresa que desenvolvia sistemas para bancos, governos e tal. Eu era o primeiro cara que era um cliente, entrevistava um monte de gente e escrevia um documento Word dizendo...
ou a companhia de seguros precisa catalogar, não sei o que, aí é passando por outras pessoas que iam sistematizando isso, entendendo as repetições das coisas e tal, então a gente precisa guardar essa informação desse jeito e tal, até chegar na mão dos programadores. Então o engenheiro de sistemas hoje vai precisar fazer isso para...
Dizer para o Codex, para o Codex, executar e depois ver se tudo aquilo faz sentido. Mas mais do que tudo isso, eu acho que as pessoas vão talvez finalmente entender que um aplicativo, um software, ele não é só um bando de linha de código fonte. Vou dar um exemplo. Eu, alguns meses atrás...
Fiz, concluído. Sabe o Manichat, quando você entra e... Como é que é? Comenta... Comenta tal, ele vai te mandar um link. Eu vou te mandar uma DM. O Manichat faz várias outras coisas. Mas a função mais famosa do Manichat é essa.
E eu falei assim, eu não vou pagar 150 reais pra fazer isso. Clode, brilha. Faz pra mim. E em um dia o Clode fez e tá funcionando até hoje. Eu subi um post hoje no meu Instagram que usa esse treco que eu criei. Gente, cuidado, porque muito comentário massivo rolando ao mesmo tempo. Dá spam. Tipo, o ManyChat faz isso porque tem API. Vamos dar... Ah, tem isso. A pessoa vai se interessar, vai botar lá no...
Eu já tô interessado já, porque eu não tô pagando... Aí vai impulsionar com 100 reais, vai chegar 100 comentários em um minuto e vai dar uma banho no Instagram. Eu não tô pagando minichat por conta disso, porque eu vou falar, não vou pagar pra isso. Mas se tiver um app do Cris cobrando mais barato... Não, o minichat é show e o Cris é mais show ainda, mas o Cris sabe fazer essas coisas. Não, mas o que... A história que é contada nas redes sociais, do Twitter ou LinkedIn, é assim.
acabou pro Mendes Chat porque em 4 horas eu fiz aqui no CQS como é o nome? Sazpocalipse acabou, ações da não sei o que da Seu Esforço e tal
Eu fiz a mesma funcionalidade específica que eu precisava do Manichat? Fiz. Ele até mais específico para o meu uso, meio que você falou na abertura, cara, eu queria um negócio que não tem no Manichat. Sim. Eu vou acabar com o Manichat? Não vou, porque eu sei, até porque, de novo, eu já trabalhei com isso, que o Manichat não é só um bom cliente de código, é atendimento ao cliente.
O servidor está 24 horas no ar. Ele tem uma interface que todo mundo entende. Se eu te der uma senha, você fala, caraca, coisa horrível isso aqui. Segurança dos seus dados, né? Isso, segurança dos meus dados, advogados. Eles vão autenticar com a meta, o uso do bagulho. Então várias vezes alguém vira e fala assim, cara, fiz um negócio aqui, dá para ser uma startup. Não, cara, tem que dar só de suporte. Tipo, alguém falou assim, ah, criei aqui uma rede, vai substituir o Twitter.
Cara, o trabalho do BluSky é moderação. Não é subir 140, 280 caracteres. É moderação, é suporte. Você tira a resumência. Tem um negócio que eu tava pensando, vibe codando. Eu acho. Que é... Enquanto você vibe codar, você pensava. É, pensava. O post arrombado de LinkedIn começa assim. Estava aqui conversando com o IA.
Que é o lance de... Eu não tenho ainda a mentalidade de conseguir vibe codar. Porque eu não... Eu já falei aqui, né? Fiz um cursinho de Visual Basic há muitos anos atrás. Que me deu a linguagem básica. A lógica de programação. Então eu sempre soube... Eu tô rindo pra quem não sabe o que é Visual Basic.
Que é o linguagem de programação E que você entende mais ou menos a lógica E você entende as limitações Então é assim que se faz E quando você não tem mais isso Que é simplesmente você descrever as coisas Eu ainda não consigo descrever De um jeito natural Porque eu fico tentando Não, eu tenho que falar desse jeito Porque ele vai ter que fazer assim E não é, você pode simplesmente ir jogando as coisas Fala, fala, fala, fala E o bagulho vai tentar Mas ajuda, né Porque...
De alguma maneira, você saber ordenar coisas. Ajuda, mas também limita um pouco, né? Eu acho que quem chega lá simplesmente, não, eu vou aqui falar como se estivesse chateando com alguém. A história de origem do Vibe Code que você contou agora, como é o nome do cara? O Carpatti. André de Carpatti. Ele, inclusive, ele fala que ele usa o microfone.
Pois é. E o vibe é isso. Eu vou falando. É a luz da rima, né? Chega mais pra lá. Chega esse botão pra cá. Aumenta o não sei o que. Isso, isso, isso. É planelinha de layout. É, isso. Planelinha coding. A brincadeira do vibe coding é isso. Você vai conversando e vai saindo. Porque a coisa provavelmente mais mágica do vibe coding é que é... Hoje eu tava fazendo lá um dashboard interno meu e tá na frente expurado em curso.
E é assim, cara, será que em vez de você organizar a tabela desse jeito, se você fizer um gráfico de barras, será que não fica melhor? Conversando com... Cara, o programador ia demorar o dia inteiro para fazer isso, procurar como é que é a biblioteca do código de barras. E para chegar no trânsito, ela putada, acha que não era bem isso. Cara, ele fez, entendeu? E não ficou perfeito. Então, você mesmo matou assim, não é para... Tem uma...
É uma dica, sei lá, que eu dou no IA em curso pra um monte de gente, até em treinamentos presenciais, eu já fiz isso, que é assim. O Claude, o Chatepet, não é Alexa. Você não precisa. Agora dispararam em todas as casas. Não é Leleca. Que você tem que dar aquele comando certinho. Exato!
Isso é um diferencial muito grande. O que a gente passou pela fase da Alexa, que é isso, você tem que falar Alexa, dar o comando certinho. Fala mais uma vez, porque... Não entendi. Não entendi, aí você tem que repetir. Então você fica com esse negócio. Quando você sai dessa lógica, desse comando duro, e é simplesmente... Esse bagulho do microfone eu achei genial, eu quero testar isso.
Vou falando, ah, muda pra cá, passa pra lá e depois você manda mensagem. É, mas ele é o gerente da Antropic, né? Assim, o microfone dele é o seu. Você tá vibe codando? Cara, Vinícius, conta aí. Suas peripécias. Há muitos anos atrás, quando era um bandista, agora estou tocando um blessista, é diferente?
Um Zé Pelintra, que é uma entidade muito antiga, tá? Não sei o quê. Virou pra uma amiga minha que foi lá no terreiro. E falou, olha, você tem um problema que você não consegue viver a vida direito. Como ela é? Você tem que estar lá. E você tem que... Como é que é a palavra que você me falou esses dias? Virou pra uma pessoa do terreiro, né? A vibe, seu Zé. Ele falou, então, você tem que sentir a vibe da vida. Pra você ser feliz. Tá? E tem as coisas da vibe. Que ela é uma coisa etérea, né?
Esse nome Vibecoading, fica uma coisa meio tipo Ai, você vai lá, eu imagino uma pessoa Te lelê com um dreadzinho forte Dá uma escondida na complexidade Do negócio, isso parece E não é assim, né Gravei, derruba a panela, mas não levanta fogo É Tem uma coisa Que eu vou já E aí
sequestrar a pauta, que é o que eu chamo de dilema do monstro. Não, não sei o nome. Que é o seguinte, no audiovisual, quando você trabalha com audiovisual, você, às vezes, você quer, sei lá, apresentar pra um patrocinador uma ideia de um filme sobre um presidente que tomou uma facada.
aí você vai lá hoje em dia você consegue gerar isso no chat de EPT, mas antes você ia lá no banco de imagens, baixava umas imagens pessoa levando a calar esse monstro aqui, faz muito monstro aqui nessa
E aí você pegava uma peça de vídeo, que não era exatamente o que você queria dizer, mas que mostrava mais ou menos o que você queria dizer. Com um monte de imagens de banco. Isso. Que não era, assim, não era atorno. Tinha nada, porque não tem nada. Você vai buscar patrocinador. E aí você mostrava pra pessoas. Esse é o famoso monstro. E aí o Daniel Vorca... Desculpa. O patrocinador te dava o dinheiro.
Ou não. O irmãozão. O irmãozão. E isso a gente chama de monstro, que é aquela primeira peça que não é a peça, mas é só pra gente mostrar. Na publicidade tem... É o mood board. É o mood board. Na publicidade, às vezes... É, mas... Ele pelo menos já tem uma coisa de ah, tô vendo um vídeo. Não é só um storyboard. Eu sei onde isso vai dar. Porque você apresentar um roteiro, por exemplo... É, porque você apresentar um roteiro, por exemplo, não vai fazer sentido. O roteiro só faz sentido pro roteirista, porque é um documento técnico. Então, pra galera ver e sentir o impacto. Tudo bem.
O que acontece nesse tempo, e todo mundo diz que daqui a seis meses vai melhorar, e já tem dois anos que eu ouço que daqui a seis meses vai melhorar. Já passei por essa situação, não uma, não duas, não três, não com uma, não com duas, não com três pessoas diferentes, que é o chefão legalzão, que vai chegar e falar assim, galera!
Criei um negócio aqui na IA agora, que é um site maravilhoso, que chupa a cana e a sovia, e aí eu só se pereirei, a moda sem cabeça. Tá quase bom, tá quase pronto pra publicar.
E aí, meu filho, nesse quase, e o que é realmente a publicação, é onde mora o diabo, né? Nossa senhora, assim. Então, assim, então, eu vibe-codo um pouquinho, de vez em quando, e tem sua função, sua missão. Às vezes, muitas vezes você consegue fazer produtos prontos, mas existe uma...
Eu conheço pessoas, uma pessoa muito querida da minha vida, inclusive. Queria mandar um beijo. Que trabalha numa grande empresa. Por isso que eu não vou dar o nome. E aí rola hackathons de vibe coding. Freneticamente. E é muito abertamente explícito que assim. Ah, isso aqui é pra roubar os empregos de vocês. Pra vocês desenvolverem o aplicativo matador. Que vai matar o departamento inteiro.
No começo, a galera ficava em pânico. Tipo, meu Deus, né? Eles estão fazendo negócio, a gente vai ter que trabalhar pra gente ser demitido. Aí faz uma, duas, três, quatro, cinco. Agora quando tem... Vê que não é. Eles ficam tipo, ah, gente, tá bom, vamos lá fazer o negócio. Porque eles querem muito que roubam nossos empregórios. Vai chegar o momento que sim. Que vai estar pronto e não estar longe esse momento. Mas existe uma parada que... E talvez essa seja a sensibilidade de quem é programador de verdade.
Que é chegar ao ponto de você falar, bom, só consegue ir até aqui. Não dá pra fazer o que eu imaginei. Você acha que tá dando um excesso de confiança numa galera achando que... É, e tá dando um excesso... Não é excesso de confiança sempre, né? Geralmente a pessoa já traz de casa. Mas uma falta de parâmetro.
Do que dá e do que não dá. Porque a IA sempre vai te dizer que dá pra fazer. É. Exatamente. E aí, eu sei que eu não tô abrindo pra discussão. E eu vou abrindo pra discussão dizendo o seguinte. Eu tenho um problema muito sério com a IA. Pra fazer coisas mais complexas, assim. Pra texto, eu já deixavei. O texto tá, que é a minha área, então...
aparentemente, quando você trabalha com a Yara numa área que é a sua, seu resultado fica melhor. Eu não entendo por que é isso, mas tem essa coincidência. Você vai me codar. Por exemplo, pra coisa de design, hoje eu passei por isso que eu fui fazer, juro por Deus, o adesivo que vai na lembrancinha do chá de bebê da minha filhada. Minha prima falou, tô com dificuldade, eu falei, não, deixa que eu faço aqui no Canva. Não foi nem no chá de bebê, foi no Canva, que eu tenho Canva Pro.
E eu tenho uma dificuldade muito grande com a palavra iteração. E eu achei que era só eu porque eu sou burro. Mas muitas pessoas que não são da área de tecnologia, eu tenho muito a hora de iterar. É muito difícil. Qual que é a dificuldade? Eu fiz um negócio. Falei, olha, o Jardim PT, faça aqui ou o Canva, sei lá. Faça aqui o suporte de bolacha de cerveja. E aí ele vai fazer um pacote de bolacha. Eu não consigo fazer ele parar de fazer pacote de bolacha pra fazer isso.
E aí não adianta melhorar o aplicativo Porque o programa sou eu, claramente Entendeu? Então eu queria abrir a conversa nisso Qual que é a sua experiência com o Vibeco Você que é dos dados Agradável Vamos lá Eu acho que Tem um ponto e é fato Que
Eu acho importante que você tenha algum grau de controle sobre o que está sendo cuspido ali. Porque, de fato, assim, como vemos atrocidades em texto, vem atrocidades em código, que é uma beleza. Exato. Mas também, assim, estamos numa era muito louca. Acabou de ser mencionado o token maxing aqui.
essa história de você estar sendo valorizado por torrar tokens e aí você pode criar por torrar economizar saber como fazer para economizar saber como fazer para torrar que isso? é isso que está acontecendo para quem o dinheiro não nasce em árvore vai no Instagram
Anacronia, que é o Instagram da Ana Freitas de IA, que ela ensina como economizar tokens do cloud, que são dicas assim, barulhas. E o Lens Talk na verdade é você pode usar o Vibe Code para justamente token maxar a parada tipo, eu quero que você faça eu quero que você verifique sete vezes no Nano Banana a geração dessa imagem pra termos certeza pra ter opções não é pra gastar tokens não
Imagina. Para fazer um painel que vai mostrar quantos tokens eu estou gastando. Aí a gente entra num papo que toda vez que fala de Atenc é de sustentabilidade, né? Porque fazendo gente usando para gastar. Mas esse lance... Vamos lá. O Eleninho vem daí. Esse lance do Token Max tem o... Vamos dizer assim. É bem... Chega a ser bizarro. Porque é...
As empresas botaram na cabeça que, cara, sim, a EA vai substituir seres humanos. Uhul. Então, beleza. Como é que a gente chega lá mais rápido? Se eu fazer as pessoas usarem a EA pra caceta, e aí logo eu teria o conhecimento necessário para substituir esses humanos. Beleza. Então, eu vou colocar aqui como uma meta...
para seu bônus, uma meta para você ser promovido, você torrar token. Porque isso significa que você está usando mais a IA. Não, mas não faz... Aí você faz qualquer bosta. É isso, é isso. Agora é famoso. Aí, na vida real, tem umas empresas relatando aí, sei lá, que...
A quantidade de tralha que começaram a aparecer nos sistemas, assim, por conta de... E departamentos fazendo sem que o TI saiba o que está rolando, né? Estou procurando aqui uma... Fiz aqui. Eu não salvei, mas eu vi no... Eu achei que era na New York e eu não vi. Isso que o Yasuda falou agora de... Ah, os caras vamos usar e tal, que a manchete era...
pessoas que não gostam de pessoas estão tomando todas as decisões principais decisões do mundo, que é isso eu quero ter uma empresa sem funcionário funcionário reclama, funcionário não sei o que tal ia ia não reclama e aí tem essas limitações mas assim, o Vibe Code ele não surgiu do nada, né? porque tem toda uma linhagem de ferramentas a gente falou já em Brinkcast passado de low code então, assim, até o Excel a gente pode considerar que tinha uma parada de inclusão de novo
na filosofia você não precisa saber você precisa legalizar eu sou décadas usuário de wordpress dá pra dizer que é um jeito de low code porque instalo plugins o fpt é lá quando funciona o fpt é lá quando funciona o fpt é lá quando funciona
Enfim, acho que o papo não é aqui a definição, é que o WordPress é mais um aplicativo que já está pronto para você nem precisar saber programar. O low-code, o low-code é assim, eu quero fazer o meu aplicativo, não existe o que eu quero fazer, é mais leve. O EFTT lá não pode ser um low-code. É, é mais por aí. Eu vou conectando as PC, mas isso é...
Teve umas épocas que surgiam, sei lá, uns negócios, por exemplo, pra você fazer o seu app de Android ou de iOS, que era meio arraste as coisas aqui. Você não tinha que codar mesmo. Daí em diante... E FTT é um negócio que eu só descobri quando eu comprei uma...
uma assistente de voz muito específica, que eu não vou falar o nome de novo, que é If This Then That, ou seja, se algo acontecer, faça tal coisa. E esse é o básico da programação, né? Você toma uma ação. Vamos começar pelo lado positivo de todo mundo poder se programar. Isso aí. Quais são? A palavra que o Iago usou, a democratização. É você poder fazer coisas que até então estavam fora do seu alcance. E essa minha travadinha foi porque aí eu lembrei de uma pesquisa.
que eu não vou lembrar de quem, porque eu nunca lembro. Vamos que seja uma pesquisa de sentimento, tem medo da IA, gosta da IA, tal. E uma das coisas que essa pesquisa levantou é que quem mora no norte global
Tem, palavras minhas, medo da EA é contra a EA, tem resistência a EA. E o Sul Global é a favor da EA, que é nóis. Porque o cara fala assim, cara, finalmente eu vou poder fazer meu aplicativo, meu site, minha loja, não sei o quê. O sentimento é um pouco esse. E sem pagar em dólar pro cara, o dinheiro vai lá fora e tal. Então, é esse tipo de democratização. Eu não sou contra.
essa vai ficar estranha contratar um profissional eu sei que eu sou a favor de dar na mão de profissional o Daniel Vorkaro da mesma forma a diminuição do caminho entre você ter uma ideia e começar um teste, um protótipo antes de sair, por exemplo, tendo que levantar dinheiro eu já chego no profissional fiz aqui um protótipo é mais ou menos isso e tem uma coisa que é dessa e a
O nome agora é IA Agêndica, mas de novo pouco importa o nome. IA de novembro do ano passado pra cá. Agêndica é um nome muito ruim, vocês podiam dar um novo, né? Vocês que são visitados, dá um like, tipo Vibe Code, que é um negócio que deixa o negócio parecendo super legal. Que é assim, quando a gente, eu e a Ana Freitas fizemos o workshop lá com a Cris e com a Ju do Mamilos.
que a gente chamou de segundo turno, turno extras. Cara, tem essa tarefa aqui do Mamilos totalmente burocrática.
que eu não tenho equipe pra fazer isso e não tenho dinheiro pra contratar essa equipe. Eu que tenho que fazer. Ou eu boto a IA pra fazer, ou eu vou trabalhar até às 11 da noite todo dia. Então, também é democrático. E aí não é só no vibe cold isso, né? Porque elas até, depois, só foram vibe coldar. Mas é isso. Até a democratização disso. Cara, eu não conseguia ter um relatório. Eu tinha que ficar chutando. Agora, eu conversei aqui com a IA e ela fez um relatóriozinho, não sei o que, não sei o que lá.
mas aí volta no início que é, você tem que saber o que está saindo. Então eu vou dar outro exemplo. Lá no início do IA em curso, eu cheguei lá, Cláudio, eu preciso que você pegue, acesse esses dados aqui e me mostre um gráfico de quanto dinheiro está entrando. Já estou rico ou não estou rico. Ele trouxe números maravilhosos, mas teve uma hora que ele falou assim, não, mas tem muita venda de 10 reais.
Não tem nada de 10 reais. Não tenho nada de 10 reais. Aí eu fui ver e era pessoas que estavam pagando em dólar. Estavam pagando 10 dólares. E ele não sabia. Ele não sabia que podia... E aí eu vi que... Aquele meu relatório estava... Não é que estava completamente errado. Eu não podia confiar naquele relatório.
Aí você tem que voltar, tem que conversar com ele. Não, peraí, como é que é o teu critério? Como é que você faz? Onde você tá lendo? Como é que você sabe se é real, se é euro? Então aí volta nessa conversa. Até chega e faz, mas você tem que ficar sendo o... Direcionando o que é... Isso, que é a direção criativa, o que você falou. Pra mim, você matou a charada, que é... Você tem que saber o produto que sai. E isso não é front-end, ou seja, não é a cara do negócio. É como esse aplicativo que eu criei.
interage como é que ele vai salvar os dados como é que as coisas vão acontecer e tal porque eu acho que essa frase é perfeita assim porque por exemplo é isso o texto eu sei muito bem porque eu sei a qualidade do texto quando ele vem isso você sabe olhar pro texto e falar tá ruim eu tinha uma semana pra fazer uma newsletter hoje eu tenho um dia eu preciso muito da IA
E aí eu consigo, nossa, gerenciar Nossa, tá melhorando a qualidade Eu também Então tem uma parada de que Isso não significa que você tem que ser especialista em programação Mas tem que ver uma videoaula Pra áreas criativas, tipo, sei lá Você pega, mesmo jornalista Eu lembro que, cara, como eu achava lindo Aquelas
matérias especiais do New York Times ou sei lá de quem dá o ARD, que tem aquelas páginas então cara, isso aqui não tem como fazer vou ter que contratar um programador pra cada uma não dá pra pagar, nunca tem agora você pode conseguir fazer um negócio então acho que democratiza isso só que a pergunta que eu faço é, quando a gente fala
da galera das áreas criativas, se você falar de IA, todo mundo entorta a cara. Não, isso não pode, é ruim, não tem alma, é contra a própria vida. E todas as agências contratando todas as IAs, licenças caríssimas que eu queria ter. Os programadores estão nessa... Os programadores estão nessa vibe também? Tipo, não, não pode, de jeito nenhum, vão roubar nossos empregos, contrate programadores. Eu não vejo programadores nessa vibe. Não? Não. Eu vejo programadores numa...
Olha, claro, tem evoluído e tal, mas assim, a tecnologia tem um limite. Tem um limite. O jeito que tá hoje, pouco que eu usei, não tenho coragem de botar nada no ar que não passe por alguém que vá... Eu fiquei pensando assim, qualidade do código. Tem isso? Tá tudo funcionando aqui. Se eu precisar fazer um remendo, eu vou me fuder. Se eu olhar por trás, tá tudo... É...
Não, vamos lá. É o Homer Simpson com o pregador atrás. Vamos lá, vamos lá. Muitas perguntas. Complementando o que o Assuda falou. Tem muito... Bom, todo programador hoje está usando IA pra programar de um jeito ou de outro, nem que seja com o autocomplete do... Sim. E é meio... A primeira vez, sei lá, quanto tempo atrás... Que já se fazia antes do tal do Vibecode, né? Isso, que é o Vibecode 0.1. Que é isso, ele...
E é mágico você ver que ele começa a entender o que você está tentando fazer. E já auto... Ah, tá, agora você verificou o nome, o telefone, agora você vai verificar o endereço. Ah, porra, caraca! Ao mesmo tempo que você vê, ah, então o trabalho de programador não é tão criativo assim, é só uma sequência de passos. Então está todo mundo usando de um jeito ou de outro, está todo mundo pagando algum serviço desse de ajuda ou outro. Os programadores que eu conheço, vamos chamar assim, na pessoa física,
estão reclamando mais do aumento de demanda, de que agora você usa AI, então tem menos prazo e tal, do que do uso da AI em si. Mas se você for entrar no Red, no Hacker News, nas redes sociais, parece que muitos programadores odeiam, que qualquer coisa, isso aí não presta, e aí tem a galera que faz o review bomb do jogo, que usou AI, sei lá.
Então existe uma comunidade muito barulhenta sendo contra. Mas na prática, de novo, eu vejo isso no próprio perfil de quem é do Iaincurs, tem de fazendeiro a programador. E a galera... Tem fazendeiro? Tem fazendeiro. Nossa, que bom que você desse curso. Vai ser muito divergido.
A galera é assim, cara, eu quero entender o uso prático da coisa que tal, e não entra nesse hype nem de destruição do mundo, nem de revolução. Mas, e aí você falou uma outra coisa que eu já esqueci, mas... Eu também já esqueci, falei tanta coisa. Dá um like, bota nos comentários. Eu lembrei, é o negócio do código todo zoado. O bagulho funciona, mas é um código que é pesado, que é... Que eu queria fazer uma metáfora, que é Homer Simpson cheio de pregador atrás. Esse...
O jeito que se faz software hoje em dia, já acaba... Você pega uma empresa gigante, uma coisa só é eu e você, vamos fazer um códigozinho aqui para controlar, sei lá o que. Outra coisa é ser um banco, uma empresa gigante, que tem centenas de programadores, às vezes milhares de programadores.
o trabalho já é meio redundante, que você vai fazer esse pedacinho que tem que conversar com aquilo, são camadas em cima de camadas e a galera já enlouquecia antes. Então se a IA faz isso, ela...
nisso ela também não tá mudando tanto o jogo. Tá. E já tá num ponto... O código já era cagado, é isso que você quer dizer? É, e já tá num ponto, eu contei agora pouco que eu hoje fiz o tal do dashboard lá, pro Iain Kursa, que não sei lá. Literalmente, minutos antes de vir pra cá, eu entrei no meu computador e digitei lá, Clode, faz uma auditoria de segurança disso que você acabou de fazer.
E ele me fez uma lista de sete coisas, inclusive assim, cagada, isso aqui é... Quem fez tem que demitir. Não sei o quê. Do código que ele escreveu. Mas é só uma questão de você virar pra...
Você dá a tarefa. Falar, agora que a gente garante que tá funcionando, agora que tá fazendo o que eu quero que você faça, organiza o código. Tem até o nome bonito. Refatorar. Refatora o código. Sabe o que é isso? Faz uma auditoria. Sabe o que é isso? É a mãe falando assim. Cris Dias. Sua mãe chama assim, né? Cris. Cris Dias, você arrumou seu quarto?
Ah, mãe, arrumei. Se eu for aí olhar, nem comprar bagunça, a racinta vai comer. Muito boa, vou fazer isso. O tal do Claude Mythos lá, não tá encontrando problema em tudo quanto é lugar? Eu vi que, por exemplo, o MacOS sempre foi um exemplo de segurança. Ele disse que já encontrou sete grandes falhas de... Enfim, eu não sei. Quando saiu essa história, não, não vamos lançar o Mythos.
porque ele vai ele vai tomar uma facada aí postaram botaram um print acho que de um post da OpenAI falando assim não vamos lançar esse modelo porque ele é muito perigoso era o GPT2 não tinha nem chat GPT não, esse modelo é sempre eu fico muito emocionado esse hype aí é isso é marketing é só
mover o ponteiro dos investimentos dos rounds dos bankers pra mostrar que estamos à frente é uma corrida estamos à frente de nós mesmos a gente não sabe e está rolando uma corrida tem ali 4, 5 empresas que estão correndo pra ver quem vai chegar nessa utopia que é o EDI que vai ser um escritório é uma utopia é uma ficção científica é
Agora, a gente falou de coisas boas, coisas ruins. Você falou que o código ruim não é tão ruim, mas tem, acho que a questão mais urgente é o lance da segurança, né? Porque tem um monte de gente que tá criando, não tem cultura de segurança digital. Isso, não pensa que isso é um problema. Não pensa que isso é um problema, então sei lá.
Vai colocar coisas que vai... Dados vão bazar. Estão públicos, né? Você nem sabe que o dado tá público. Já fica a dica. Se você vai fazer um aplicativo que você quer lançar no mundo e tem login... Isso. Chega... Assim, você tem que saber. Pergunta lá no Clod, que você já tava lá no Clod, lá. Como é que eu faço verificação de segurança? Ele vai te dar uma lista. Aí você fala, ah, eu adorei isso. Faz isso. Ou não.
Não, é isso. Eu vou responder a sua pergunta, mas se eu for dar resposta para o Zona, que é assim, eu moro no Brasil, cara, meu CPF é vendido no DVD, a privacidade, cara, já foi. Tá, mas tudo bem, mas tem outros dados. Eu acho que o principal problema...
é a história que o Iago contou mais cedo do chefe virar e falar assim, galera, olha o que eu fiz. Tem uma piada no mundo da programação que é assim, o cara vira e fala assim, meu chefe me deu um ano de prazo pra eu fazer esse sistema e com um mês eu já fiz 80%. Aham.
Nossa, tô animado, vou tirar férias. E aí os colegas botam a mão no ombro e falam assim, agora é que o bicho pega. Os 20% finais pra garantir que, por exemplo, que o resultado vai dar sempre igual, a consistência, a segurança, toda... Então assim, você...
chegar no produto final é que é o problema. Outra coisa que eu falei, um aplicativo não é só linha de código, é isso, está sempre no ar, é suporte, é manual, sabe, um monte de coisa para você garantir. Então, mas ao mesmo tempo, eu acho que o verdadeiro poder do Vibco de hoje viu?
Não é eu criar uma startup que vai concorrer com o ManyChat. Eu fazia um trequinho que só serve para mim, que só tem utilidade para mim. É um e-mail, por exemplo. A última coisa que eu fiz foi... Você já fazia aí, desde o Bitcoin você fazia isso? Sempre. Isso. Eu tenho automação. Mas umas automaçõezinhas que são práticas. Eu tenho alguns canais de YouTube.
que eu gosto de acompanhar. A maioria deles técnicos, assim, review de... Inteligência LTVA. Flow Podcast. O MKHBD, o Marquise Brownlee, o Dave2D e tal. Que eu gosto, mas, sei lá, você tá falando de um telefone que nem vende no Brasil, né? Sim, não me querendo. Então eu fiz um robozinho que faz assim, todo dia de manhã, quatro horas da manhã, ele vai no YouTube desses caras.
baixa a legenda, se sai algum vídeo, ele baixa a legenda, interpreta a legenda e manda um e-mail com um parágrafo dizendo o que é o vídeo. Se for bom, você vê. Ah, esse aqui eu quero ver. Esse aqui, um canal que tá nessa lista é o do PH Santos. Aí ele bota lá, resumo, comentário do episódio de The Boys. Eu não vejo The Boys, então eu não clico. Dane-se. Mas quando ele fala da série que eu tô vendo, eu clico.
esse treco só faz sentido pra mim tá do meu jeito, tá com a interface que eu quero e tal, não tem segurança não tá nem, tá rodando no meu computador não lida com dados sensíveis é tudo, é tudo CSS que também é isso, a gente não vai sair fazendo aplicativo que usava sua empresa, pelo amor de Jesus Cristo bota a planilha da empresa no no negócio o lado, eu acho que o principal risco do Vibe Coding E aí
essa história de parecer que é fácil. Ah, então cancela parecer que é bobo. Isso. Fácil, tudo bem. Mas parece que é bobo. Que é o que muita gente tá fazendo. O que eu mais vejo a gente emocionado no LinkedIn dizendo cancelei todo o meu stack aqui de não sei o que e agora só uso e aí daqui seis meses o que eu predico é minha falência.
Bom, mas aqui, assim, como rolou esse monte de reportagem sobre Saspocalipse e aquela coisa acho que a galera comprou um pouco essa ideia. E, vamos lá. Aquela porra daquele dado. 90% das coisas da Tropic é feita pelo Cloud. Sim! E os 10%? Então, mas calma lá. Em Software as a Service existe também aqui e ali. Então, assim, existe uma escala do que é a complexidade de um SaaS que
convenhamos, né? Tem uma parte dessa coisa que realmente tem razão. Porque antes, você ia pegar um... Vou pegar um exemplo bem besta. Você que opera com WordPress há muito tempo. Você que é besta. Um plugin de WordPress extremamente específico para o seu site que você ia ser obrigado a pagar lá uns 40 dólares.
Imaginatura manual. É, pra fazer aquele, aquela virgulazinha. Isso, isso. Sei lá. E uma coisa besta, às vezes, uma coisa que não lida. Deixa eu te falar uma coisa que eu já paguei e depois não paguei mais. Eu queria botar o feed do Instagram numa página. Sim. Só tinha num plugin que era pago e eles pagam por feed. Aí é isso. Tipo, cara, uma coisa básica. Eu só quero embedar o feed do Instagram.
E aí você foi lá Pra um fim muito específico Se você não vai ter uma coisa Se você não vai Operar com dados Delicados É o fim muito específico Muitas vezes Põe um pi Porque senão depois o Youtube É Lucas
muitas vezes enfim você vai muitas vezes você vai operar como o Cristal falando localmente quase nada vai sair da tua máquina assim coisa pra ah ali só pra pegar o resumo dos meus vídeos favoritos enfim fazer mas pra WordPress se eu fizer isso é problema porque eu vou ter um negócio exposto sim posso ter né pode ou você ou você pode ou você pode ou você pode ou você pode ou você pode
você pode abordar de outras maneiras. Eu, por exemplo, fui fazer a reforminha do meu site pessoal. E aí eu já estava decidido que, cara, o WordPress para um site pessoal é muito pesado. É uma tralha. É uma tralha, sabe? Com jetpack, essas coisas. Então eu já estava pesquisando em, sei lá, soluções de CMS mais leves.
Ou até CMSs que... Aí eu fui achando umas coisas open source, assim, de um CMS. Lembra do Movable Type? Nossa, usei muito antes de ir para o WordPress. Exato. Aí imagina... Aqueles dias teve que lidar muito com esses traumas. Mas lembra como ele funcionava? Ele transformava todo o banco de dados em páginas estáticas e aí publicava. Sim, sim. Então imagina isso, só que é no seu computador. Então assim, você não precisa de poder de servidor.
Você só precisa... O aplicativo está rodando na tua máquina, então quando você manda um publicar, aí ele sobe os arquivos HTML para o seu computador. Isso é rápido. E é o mais rápido possível. O seu site vai ser super rápido. Sim, vai ser muito tranquilo de navegar. Isso como site pessoal... É...
Ok, resolve, resolve a vida. Não preciso, mas eu não vou ter o fluxo de escrita do B9. Eu não vou, meu banco de dados não vai ser uma coisa complexa. Quantas vezes eu vou ter que atualizar isso de fato, né? E aí, beleza. Aí partindo disso aí para o site que eu botei de fato no ar, que foi todo vai me condado.
A Squarespace está ferrada? Caiu as ações? O Wix? Não digo Wix, mas vai ser assim, porque de fato e aí eu estava falando com um amigo que fez a mesma coisa, que ele precisava lançar o site dele pessoal, que também é site portfólio, site Oi, eu sou esse aqui e tal, a informação é meu e-mail, entre em contato.
Tem que assinar algum serviço. E cara, hoje em dia, se você perguntar para a Claude, olha, eu gostaria de ter um site com o meu domínio, ou seja, eu vou comprar o domínio e eu não quero pagar nada por isso. Cara, eu já vivi uma situação de uma reunião que a gente estava em imersão, qualquer coisa, tal, não sei o que lá. Ah não, porque pá, vamos fazer uma landing page assim, assim, assado. Não, mas a landing page é assado ou frito?
E aí, a minha querida Laila Cury catou, tava assim, quietinha na reunião. E a gente falou, nossa, Laila tá quieta, né? De repente, ela projetou assim na tela. É tipo isso? E aí, tava lendo de page todinha.
pronta, ela fez na hora, certinho, com tudo que precisava, assim, funções muito específicas. Que ela iterou, uma coisa que eu não consigo fazer muito, duas, três, quatro vezes, ficou bonitinho. Aí, a reação nossa foi, é isso, publica agora. Ela falou, não, vamos ligar para os nossos programadores que nós temos, passar para eles, mesmo que seja isso. Para eles darem uma olhada no canal aqui. Porque o ponto é exatamente esse, assim, por um site.
pessoal, estático, que não vai operar com nenhum dado sensível, ou seja, que todo código só cuspiu HTML, que é... Pra carinha dele ali. Que é um negócio simples, que é um negócio que eu consigo bater o olho e falar, ah, ok, tá tudo certo.
aí beleza o TI vai virar guardião para outros passos a coisa é um pouco dependesse por exemplo do tamanho do banco de dados do B9 que é gigante imagina toda vez que eu tenho que publicar um novo post publicando 300 mil HTMG cada um dos post que foi feito na história do B9 imagina você ter que dar mil likes num vídeo
Se cada um der um like, não precisa. Aí, só para completar essa coisa toda. Agora, como eu falei, tem muitos serviços que você acaba contratando para fazer umas coisas muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito simplificadas. Agora, pensa isso numa escala mais global.
O quanto de gente, sei lá, paga a faixa de entrada de um Canva pra fazer as coisas mais basiquetas possíveis? Tipo, fazer uns cardezinhos de social media um pouco... Ah, mas eu queria dar uma customizada. 20 dólares. Tinha que pagar. O que é isso? Quis customizar. Ah, eu tenho um logo meu. 20 dólares. Você tem que entrar na faixa paga.
Ah, eu uso uma determinada fonte e tal. 20 dólares. E aí, para esse fim, para esse fim aí, eu vejo um certo problema. Porque quando você precisa de uma base mais parruda, quando você precisa de um software que preserva uma série de questões de segurança, que preserva uma série de funcionalidades das quais você vai beber, putz...
Eu não vejo essa substituição. Agora, para essas pequenezas, que tem muito 10 dólares indo aqui, 5 dólares e ali, cara, vai de 10 em 10, você vai de 10. Está tudo indo para Antropa, está tudo indo para... Dito isso, eu sou o maior defensor aqui de ir na mesa, afinal de contas é o meu empreendimento do momento, mas assim...
Calcula, porque não vai ser instantâneo. Você não vai chegar lá e vai sair o que você quer. Provavelmente pagar os 10 dólares vale mais a pena. Toma aqui, cara, 10 dólares. Não pensei na sua barra do Instagram. O filho do Instagram está aparecendo lá. Tchau, para o próximo problema. Mas eu acho, eu concordo com tudo que a senhora falou. O verdadeiro poder está...
quanto menor a sua empresa, e se preferir se for uma empresa de uma pessoa só, mais utilidade você vai ter, porque você vai conseguir fazer a coisa exatamente para a sua necessidade, com o famoso nada mais, nada menos do que você quer. Por exemplo, eu falei aqui que a gente tem um aluno que é fazendeiro. Estou muito interessado nele. Ele nem usou Cloud Code, ele fez no chat do Cloud.
E a gente falou, não, agora nesse ponto muda para o Coldman, enfim, ele fez o controle de história, ele tem uma fazenda de azeitona, de azeite.
ele fez o controle de estoque de insumos da fazenda, porque se ele comprar determinados produtos fertilizantes, sei que numa época do ano é muito mais barato do que deixar para comprar em cima da hora. Ele tem que controlar se já passou do prazo, sei que... E aí o próprio Claude virou para ele e falou assim, cara, se você plugar numa API de reconhecimento de imagem, você sobe a nota fiscal, você tira uma foto da nota fiscal, sobe o PDF da nota fiscal...
eu já cadastro tudo pra você, você não precisa ficar digitando. Então assim... Isso aí, as ações da Salesforce foi lá pro... É, mas esse track só funciona na Fazenda dele. E assim, ele tá se divertindo, ele gastou, sei lá.
Uma semana pra fazer isso. Talvez, não sei quanto é seu esforço, ah, paga lá 300 reais, que eu não sei quanto é. Então vai ver isso também. É divertido. Nesse caso foi o momento mais divertido da semana dele. Pro Merigo, que já tá imerso nessa desgraça, às vezes não, vai ser um estresse a mais. É, porque assim, tem esse lance de que você falou do... Às vezes dá vontade de só paga aqui e já tá funcionando. Por que isso? Vai de novo. Ah, não deu, mexe aqui, aí fica lá. Vai de novo, já.
O WordPress mudou porque teve, não é mais o X, agora é o Y. E o treco que eu fiz para o X. Você sabe fazer essa atualização. E você tem alguém que está cuidando daquilo lá e fazendo. Outro problema que tem de vibe code no mundo da programação hoje em geral é até movido por inteligência artificial ninguém
Ninguém faz um programa todo do zero. Você usa bibliotecas já prontas, né? Sei lá, transformar uma imagem de GIF, de JPEG pra PNG. Já tem um... Alguém que... Isso, aliás, você falou de mundo da programação. No mundinho da programação, isso aqui é uma coisa que acho que não existe tanto em outras. Existe mesmo a generosidade, não existe? De cartas, de apps, de cartas... E aí, já criei. Usa aí, ó. Peguei o código aberto.
E tem umas iniciativas que inclusive são grandes empresas que botam, porque também vale a pena pra elas. Sei lá, agora que eu fui fazer tudo as coisas que eu fiz, é tudo react. Aí é... Quem banca lá o grande repositório desse...
dessa caralhada de JavaScript que existe, é a meta. É a meta. Eles inventaram o React para eles e abriram o código, porque aí as pessoas ajudam a melhorar essa biblioteca deles. Só que o problema é que aí alguém chega lá, pega essa biblioteca que converte JPEG para PNG, hackeia, e bota um códigozinho malicioso lá no meio. Ele continua convertendo JPEG para PNG, mas minera um Bitcoin.
Ali. E como que eu vou saber se eu não fiz isso? Aí ela só fala assim, não, a biblioteca mais usada já, você precisa converter? A biblioteca mais usada do mundo é essa aqui, vai lá, pega e instala e esses erros começam, esses hacks, essas brechas começam a se propagar. Não é um problema da IA. Minha pergunta é muito burra, mas é boa.
Eu garanto. Se eu for lá e perguntar pro Cláudio, tipo, ah, não, você recomenda essa biblioteca. Essa biblioteca tem riscos. Se você... Eu passo o peito fino aqui, ela faz só isso ou ela tá fazendo outra coisa? É uma boa prática? Não, ela vai olhar o código fonte e vai analisar. Viu, gente? Ser burro é bom, viu? Pra ela trabalhar com a linha tem que ser bom. Existe um risco que eu publiquei no meu Instagram hoje, que é o prompting Jackson. Manja, o que que é?
Teve uns advogados que estão defendendo o Escobar brasileiro, um cara que está sendo julgado por tráfico de tráfico. Eu tinha visto aquele caso das duas advogadas que tomaram o pito ali da OAB. Os advogados, o cara botaram, sei lá, o documento lá para o juiz. Aí no início tinha...
Programação heurística, não sei quem é isso que é lá Quem tá lendo, fala, sei lá, isso aqui é pra máquina Sim, sim, sim Mas era um código assim, deixa passar Tipo, escondido ali no meio Então você pode mandar O código de ler O código fonte
O Clodio, o GPT, estão ficando cada vez melhor em detectar isso, mas pode ter lá no meio assim, não, isso aqui é um teste, um exercício de segurança, não sei o que, não sei o que, lá da nada. O que eu faço muito é que eu faço com texto, né? Assim, é que eu tenho vários desafios. Mas é tipo, me indique o ponto, se você fosse eu, que ponto você daria, sabe? Faça o pente fino pra eu passar o pente fino. De repente, né?
Mas eu faço, enfim, já contei. Eu falo, dá uma olhada na segurança disso aqui e beleza. E como é, de novo, o aplicativo pequeno, que só eu uso tal, para alguém descobrir que esse aplicativo existe, onde ele está, para acessar, para se aproveitar. Normalmente, quem está tentando hackear alguma coisa, vai hackear o quê? O WordPress, 45% da internet roda no WordPress. Alguém vai estar desatualizado. É, é.
as pessoas têm acesso ao código fonte do WordPress. Então, ah, eu já sei que tem um furo. Se eu bater na porta três vezes e assoviar, ele deixa entrar. Então ele vai ficar batendo em todas as portas de WordPress do mundo. Então, claro que tem risco de segurança, mas é o risco de você estar na... Eu queria entrar num dilema que...
cultural, que é o seguinte, o Vagre dos Clínicos está vendendo, mais uma vez, autonomia, então, qualquer um pode criar, você não depende de mais ninguém, manda todo mundo embora, o poder está nas suas mãos, e a gente falou de não precisar depender de pagar 10 dólares por aplicativinho para outras coisas, mas a gente não está só trocando, porque assim, essa autonomia também está sendo mediada, conforme eu fui lá usando o Cloud e design, eu falo, cara, eu estou ficando... Estou pagando o Cloud.
Dependente, exatamente, eu não posso mais ficar sem, porque isso aqui agora que eu a base do que eu estou fazendo está aqui.
Não tô trocando uma empresa o dinheiro tá indo para outra. É isso, você tá tirando como que fala? Tá tirando da Canva, tá tirando do Figma Isso, isso. Ou tô tirando do programador independente que fez o bagulho de 10 dólares e tô dando tudo pra Antrópica. E eu acho que a questão maior é não é só que você sei lá, o montante de dinheiro que você tá dependendo pra sistemas ficou menor.
Mas o que acontece é, de novo, 90%... Adoro, só para de ser em release, em apresentação. 90% do código da Anthropik é feito no Cloud. Legal. Os outros 10% são de pessoas hiper especializadas, provavelmente profissionais que não existem em lugar nenhum do mundo, que conhecem coisas que ninguém mais sabe.
Que ganham milhões de dólares. Tudo bem. Felicidade pra eles que o imposto de renda deles esteja declarado. A questão é que, tipo, cara, vai chegar um ponto em que você não vai contar pessoas que saibam. Você não vai mais contar o pesquisador dele. Sim, sim, sim. Tipo, se a gente for migrar todo mundo pra lá, demora. Quem tá prendendo, né? É, não tô falando, não tô dando um cenário catastrófico aqui. Mas tô falando que, cara, essa questão de dependência foi com as redes sociais. Tipo, a gente começou, de fato, a depender num ponto.
Em que a vida é mediada por elas. Olha, eu... Bom, é que eu ouvi uma parábola. Eu nem mencionei qual é a empresa, tá? Porque assim... Se eu ouvi uma parábola... Uma grande empresa. Mas é uma grande empresa. Muito legal. É a igreja católica, né? Uma baita empresa de tecnologia. E aí, eu estava conversando justamente com um amigo, falando com uma pessoa lá de dentro. Que vão chamar de Papa Leon 14. Essa grande empresa de tecnologia e tal. Sabe qual o produto mais? Como é que eles ganham dinheiro? O que mais eles vendem?
Aí eu comecei a pensar Sei lá, cara, que diabos Tigrinho Que diabos eles mais vendem E aí, falei, pô, não sei Meu chute seria alguma coisa mais moderninha Sei lá, uma coisa ligada a IA Uma coisa ligada a Algum SaaS mais moderninho E tal
aí ele falou, não cara, a informação que eu tive de dentro é que o produto mais rentável dessa, novamente, enorme empresa de tecnologia é um sistema muito antigo que ainda roda em COBOL, então você precisa de uns caras muito especializados em COBOL pra manter essa parada girando
Seu curso de CorelDRAW não foi inútil. E simplesmente não existe uma atualização. Ninguém vai contratar outro porque dá muito trabalho. É mover um Titanic de coisas para o outro serviço. Enfim, mas é basicamente isso. Tem coisas, escolhas tecnológicas de empresas, aí o Cris pode até falar um pouco melhor do que eu. De fato, mover é montanhas.
Muita coisa, é uma decisão muito detalhista, muito especializada. E eu vou me repetir aqui, na história de que software não é só linha de código. Vamos pegar a Microsoft. Os dois principais produtos da Microsoft são o Windows e o Office, que agora chamamos, sei lá, Microsoft 365. Copilot. Não é? O Windows.
existe um concorrente do Windows que é completamente de graça, chama Linux. Linux. E que, cara, hoje em dia, o que todo mundo aqui usa é abre o navegador e começa a fazer as coisas no navegador. Você mete um Linux na máquina?
vai fazer. O Office tem alternativas grátis. O próprio Canva tem um plano. Tem. Você não... Existe alternativa se você não quiser pagar pelo Windows, não quiser pagar pelo Office. Existem alternativas. As maiores empresas do mundo assinam o pacote corporativo do Windows e do Office. Não é linha de código. É suporte. Com quem eu vou gritar? Alguém se responsabiliza.
eu preciso de estar com alguém na seleção, né? então, ah, contratei não sei o que e tal, agora eu cara, eu não quero ter que conversar, o site saiu do ar cara, eu quero ligar pra alguém bota no ar
Me devolve dinheiro, eu vou te processar. A culpa não é minha. Na verdade, é assim, dizer, cara, a culpa não é minha. Eu paguei o pacote. Eu sou o gerente de TI aqui da P9 Industries of America. Chefe, eu pago. Está aqui o recibo da Microsoft. Eu pago todo mês. Se saiu do ar, a culpa não é minha. Agora, se eu faço no Claude... Aí...
O cara fez o clodinho de novo. E isso é muito importante sobre as verdades do mundo corporativo, cara. Você botar o teu na reta por uma escolha tecnológica, você tem que estar muito seguro. Nem é o tropico. Como que é a frase? Nunca ninguém foi demitido por escolher a IBM. Não tem sentido que foi demitido por escolher a IBM, Microsoft, Google, Google, mídia.
Botei na novela das nove. É culpa não é minha. Agora, tem uma lição de sabedoria e uma lição de burrice que eu vou compartilhar. Lição de sabedoria. Meu irmão de 14 anos. Gosta muito de música, tá? Não sei o que lá. Um dia eu cheguei em casa e ele tinha, sei lá, 10 anos. E ele tava no aplicativo fazendo músicas apertando o botão. E ele ficou apaixonado. Agora ele é roqueiro.
Foi um descuido da nossa família, ele foi o roqueiro. E ele quer ter uma banda. Tá certo. E só falta o baterista. Ah, um clássico. Ah, mas um clássico. Um clássico do roqueiro. O Gabriel Paim é o baterista da banda do meu irmão. Bem-vindo. Mas o clássico não é o problema do baterista, como assim, ter a bateria no local. Exatamente isso. Tem bateria no local? Eu falei pra ele primeiro. Tem local? Meu irmão chama Cairan. Cairanzinho.
Que é meu bebê, né? Tem 14 anos, mas é meu bebê. Procure alguém numa igreja, né? Que é geralmente a gente que tem bateria. Segundo, você não sabe fazer lá os botãozinhos, teco, teco, teco? Programa a base da bateria. Pra ficar tocando. Pra ficar tocando lá na sua banda. Bateria eletrônica. Aí ele virou pra mim e falou assim, mas isso não faz nenhum sentido. Aí eu olhei pra ele e falei, mas... Aí eu...
Não faz mesmo. Porque aí não é música, não é banda, né? Aí deve ser uma banda quando você é adolescente. É, socializar. Você tem uma banda de amigos, né? De fato. Aí pega o cara e ele é. Viver aquele sonho do rockstar. É, porque aí você vai fazer a base pré-gravada. Ele que toca a baixa e a gente não sei o que. Agora ele é sonho de burrice.
Tem uma coisa que me angustia e que eu queria muito que vocês tirassem a minha angústia agora. Vai lá. Que foi quando a minha gurua, eu tenho a sorte, a honra, o privilégio de ser um guruzado de A com a Ana Freitas. Que só não está aqui. Gente, o amor de Deus. A gente não é... Que só não está aqui. É, só não está aqui porque ela tinha um compromisso hoje. Um compromisso. Só não está aqui.
Com a educação da inteligência artificial. Com a família da Beatriz Guarefes, lá em Floridão. A gente não é doido de... Eu falei, olha, se precisar mudar o dia... Eu tô aqui como filho dela até hoje. Mas quando ela apresentou o Manus...
Que conecta, é uma atividade que a gente precisa muito fazer lá na internet. Que a meta comprou, né? Que conecta lá no Instagram. A China mandou descomprar. Mas eu fiquei muito absurdado quando ela abriu o Manus pra gente. Mostrou como o Manus entra no seu Instagram ou no seu Twitter. E pega posts, e minera, e faz análise qualitativa, tal, não sei o que lá. Porque eu falei, caramba, então, com a IA virando, meu trabalho vai ser fiscal de África, olhando ela trabalhar.
E aí isso pra mim, cara, me pegou num lugar assim, sabe? Infantil até. De tipo, meu, o que a gente tá fazendo? Ficou triste. Por quê? Porque aí como é que eu vou saber fiscalizar? O Maia que escreve texto? Se eu não tô escrevendo texto, se eu não sei editar um texto, porque eu não escrevi. Sabe? Virou uma campainha alta na minha cabeça. Antes de começarmos a gravar, porque eu fui o primeiro a chegar hoje no estúdio. Já estamos gravando há um tempo, viu? Foi o primeiro a chegar hoje no estúdio e tudo mais. Estávamos conversando.
com o Gabriel e tudo mais. E aí justamente, um paralelo que eu fiz foi com a arte que é desenvolvida neste belo lugar aqui, que é o O2. Que é bonito, né? Tudo bem. Hoje existe, sei lá... Dê um like pelo estúdio. Existe um trilhão de câmeras digitais, existe a própria IA para fazer vídeo, existe um trilhão de tecnologias para você fazer fotografia e você fazer cinema. Mas eu perguntei, vocês que produzem, vocês que estão aqui, que estão no certo... E aí
ainda não vocês não veem muito uso em conhecimento de fotografia analógica pô, é isso mesmo o tempo inteiro, porque faz toda a diferença quando você tem o conhecimento da fotografia analógica pra ir operar qualquer coisa a campanha da Open Enay que eles gastaram milhões é toda feita em... tudo bem, tem em película
Aí pra fazer a graça, pra falar que eu fiz em película e tal, mas mesmo que você não vá fazer em película, você vai usar toda a parada digital, depois vai editar nos Adobe Premiere, vai usar After Effects, vai usar o que você quiser. Saber como são os processos analógicos, químicos como a gente tava discutindo. Você sabia que você tinha que jogar umas paradas químicas no negócio pra fazer. Mas o que o Yaku falou, ninguém vai aprender mais, aí como é que fica? Vai desaparecer essa habilidade.
O seu filho vai aprender, vai ficar milionário. Então, o ponto... Aí, a minha questão é a seguinte. Para outros fins, assim, extremamente profissionais, a galera ainda vai beber de um conhecimento muito específico. Agora, vamos lá. Sim. Um conhecimento generalista em relação a...
escrever, ou um conhecimento generalista em relação a... Vai estar na mão de cada de todo mundo. Talvez não tenha. Cai muito naquilo que a gente estava, naquele programa que gravamos, sobre inteligências que a gente está deixando passar, porque a gente já não usa mais. Ninguém mais precisa se localizar bem porque você abre um Waze. Ninguém mais precisa escrever a mão pelo que você digita.
É, e tem coisas do gênero. Eu acho que vai mais por aí. Aliás, hoje vamos precisar daquele aplicativo que você adorou, que é o caderno no tablet, que você fica anotando. A letra horrorosa. Pra fazer aquilo, melhor digitar. Eu queria pra gente estar no último bloco e ir pra... Deixa eu pegar o gancho do que você falou. É que o último bloco é bem enganchado. Ah, então tá. Não, mas...
Fala então aí Eu acho que o motivo Vocês três falaram assim Mas aí quem vai saber, quem vai aprender Vai saber o básico Eu fui o adolescente mala Antes de fazer TI eu fiz Por insistência dos meus pais Escola técnica de mecânica E a gente aprendia a usar o torno mecânico E a gente falava Professor Escola
Apesar, aperta o botão, vai lá e sai a peça. CNC, aquela parada toda. Isso. E o professor falava, não, você tem que saber como é feito para poder apertar o botão do jeito certo. Eu queria falar, eu odiava aquilo, queria apertar o botão e ir para o cinema. Isso. Então eu virei agora com minha barba branca e entendo, você tem que saber o que está acontecendo ali dentro para tudo o que a gente falou aqui, saber analisar e tal.
O problema é que as empresas, homens que não gostam de pessoas que estão tomando todas as decisões do mundo, os caras valem do silício.
os patrões em geral, eles não querem ter esse custo de treinar alguém. Então, por exemplo, números que saem toda semana. Não estão contratando mais ninguém júnior, porque a IA faz o trabalho repetitivo do júnior. O júnior fica ali olhando o sênior fazendo, fazendo o trabalho repetitivo. Pra aprender. Pra aprender e virar sênior.
E aí, tudo isso pra dar uma grande volta, pra dar uma carteirada mais uma vez, acho que aqui, que provavelmente o meu ponto alto do ano passado foi quando no Boa Norte da Internet eu entrevistei o Ted Chiang, autor de ficção científica americana, que escreveu o conto que deu origem ao filme A Origem, que eu sei que Carlos Merigam é um grande fã. Não é A Chegada? A Chegada, A Origem, é o... O outro cara faz... É isso.
A chegada, que ele falou, abre aspas, a maior parte do medo que a gente tem contra a tecnologia pode ser explicado como o medo que a gente tem do capitalismo. É como quem detém o dinheiro, os meios de produção, o capital, vai usar essa tecnologia. Então é isso, eu quero mandar todo mundo embora e já está saindo relatório assim, a imprensa falou que estava economizando dinheiro, mandando as pessoas embora.
pra botar IA no lugar. Mas elas estão gastando mais com IA porque gastavam de forma de pagamento antes. E contratando gente. Porque o objetivo é tirar as pessoas que não têm cargo, não tem aluguel, não tem isso aqui, não tem... Eles pegam em torrar nesse momento. Porque aí vira investimento. Então você tá torrando em IA mais do que você tava em pessoas. Aí isso sai no relatório como essa empresa está gastando... Investindo em IA. Já na hora investindo em IA. E aí... Mesmo gastando mais. Porque é isso. E aí você vai justificar.
Não, mas só que é um investimento... Patético, né? Porque qual que é a promessa? Porque lá na frente, você não vai estar gastando tudo isso porque você investiu agora. Sim. Mas essa conta pra se pagar... O que são... Fica a grande corporação fazendo milhões de hackathons de vibe coding. Assim, tinha... É que é isso que me deixava maluco das 10. Eu tô no Token Max, cara. Não, mas é que assim, eles chamavam a minha suda. Programadores pra fazer vibe coding. Tipo, eu ensinei a pessoa a fazer um bagulho.
E aí eu vou falar pra pessoa fazer o oposto. Pra gente fechar aqui, ó. Eu queria... A gente talvez seja meio clichê isso. A gente já falou em outros casos. Mas que é cada vez mais o valor... Se você falar regulação... Não, não é regulação. Que é o valor de ter bom gosto, critério e saber...
dirigir é a famosa piada também a IA não vai tirar o emprego dos designers porque o cliente vai ter que saber explicar é meio isso e não vai saber explicar como é que é o critério bom gosto é, repertório você saber olhar para o negócio primeiro saber da direção saber o que é bom e o que é ruim você tem que ter um repertório, uma bagagem para conseguir saber o que extrair e eu sempre falo é
Se o que a IA faz é exatamente igual Que você faz, você é medíocre Porque a IA não serve pra ser medíocre Eu vou Fazer uma cronopaxecada aqui A palestra que eu mais gosto de dar Liguem e Contratem Contratem o abinato.com.br Contratem minha palestra lá
ela fala que a profissão do futuro é a curiosidade. Pergunta que você deve ouvir nos 35 anos que tem de B9 é qual a profissão do futuro? Meu filho tá querendo estudar não sei o quê, será que ele devia estudar? Será que ele devia fazer publicidade? A profissão do futuro é...
fazer as perguntas que nunca foram feitas e ter um processo para responder essas perguntas de jeito mais rápido e mais barato. E isso envolve todas as coisas. Sim, execução barata, pensamento mais valioso. Envolve critério, bom gosto, repertório e tal. Então você identificar o problema, você entender o que é o problema de verdade.
E você descrever esse problema, seja para a máquina, seja para um consultor. É uma quinta aí. E é essa habilidade, porque é o clichê falar isso as máquinas nunca vão tirar, porque é por definição. Só eu sei o que eu quero. Eu não posso perguntar para o Xaxe PT o que eu quero. Então, a curiosidade até nesse sentido. Cara, eu acho que o que essa empresa aqui precisa agora é...
Essa coisa aqui, máquinas, pessoas, equipe e tal, me ajudem a fazer. E aí você precisa saber o que é bom ou ruim, o que é feio, o que é bonito. Tá faltando um tchan aqui no projeto. Um tchan, como é que a Bia falou? Eu quero um negócio que... Tá faltando um tchan, que eu abro e falo uou, não é!
E o que o cara fala assim, eu olhar para um texto e falar, cara, esse texto está ruim. Eu brinco assim, eu sou muito ruim de design. Então, se eu olho e falo assim, cara, eu faria isso? É pior coisa. É pior coisa. Eu faria isso aí. Eu já dei feedback uma vez. Eu falei, cara, se fosse para isso, eu faria. Eu sou a pessoa mais horrível para a campa.
Então você tem... Vou resgatar um episódio que a gente fez muito antigo, acho que foi o mais ouvido do ano, que é o Alacuna. É verdade. Você não sabe fazer, mas você tem bom gosto. Você sofre nesse momento até você conseguir fazer.
fazendo, mas enfim, não é esse episódio é um grande episódio e não dá pra suprir a lacuna no Cloddy porque tem Tolkien o Tolkien vai acabar antes de você suprir a lacuna paga o plano de quentinho reais talvez o problema é gastar o quinhentos reais e ele querer mais talvez os governadores do país tenham que pegar as escolas técnicas as mais ansiosas e fazer escolas de curiosidade, escolas de falar pode
Porque você não vai ter uma profissão a partir daquilo. Você vai ter técnica. Mas isso é uma coisa importante. Ah, não, não. A técnica funciona, né? Não, não. Porque, enfim, educacionalmente, a gente não tá sendo ensinado a ser curioso. A gente tá sendo ensinado a executar coisas. Certo. Tem muita gente que entra na faculdade para pegar o diploma, para ir executar coisas. Ele não tá interessado no processo. E os pais estão exigindo das escolas... Não, tem que ter aula de educação financeira, de MBA, não sei o que. Não tem de...
Chame curiosidade do jeito que você quiser, mas assim, pensamento crítico, não, eu quero... Primeiro, vamos lá. De qualquer... E assim, uma coisa que pode ser até, sei lá, sabe? No colégio eu tive história da arte. É uma boa introdução, sabe? Você é um adolescente começar a ler história da arte, sabe? Vai mudar sua cabeça para sempre. Vai, vai mudar. Tem escola hoje que vende networking. Não, aqui...
Filho do Chico de trabalhar. Eu sempre falo que quando eu mudei pra São Paulo eu fiz escola pan-americana de arte. E... Isso é o que você fala mesmo. E eu fiquei feliz, mas ao mesmo tempo um pouco...
chateado porque ia demorar um pouco pra eu aprender a mexer nos softwares nos Macs translúcidos porque o primeiro ano era todinho só de papel e lápis e tinta e não sei o que e conceito e prender sombra e ficar vendo modelo nu e desenhar, eu falei quando eu vou poder mexer no Mac lá
As pessoas também ficavam muito frustradas na faculdade de publicidade, né? Com que os dois primeiros anos era ficar estudando escola de Frankfurt. É, exato. Teoria da comunicação. Gente, eu uso tanta coisa no meu dia a dia da faculdade de letras. Se vocês soubessem, vocês iam todo mundo fazer letras. Você é um biletrista, né?
Pois é, cara. É, mas é que é isso. Eu sou um biletista militante. Mas no fim das contas, aí o zero se passa e você percebe que sim, a parte que você mais usa é a teoria. E você vai ter a vida inteira para mexer no Mac. É. Você vai ter dois anos para mexer no Mac. E que muda. E que muda. E aí manter-se curioso, manter-se aberto, manter, saber a lógica da coisa para ok, saber operar o novo.
Esse tipo de coisa não tende a morrer. É claro que eu também não menosprezo o ponto que o Cris colocou aqui. Agora é pouco, né? Pessoas que não gostam de gente tomando decisões, o capitalismo sendo essa coisa que, enfim, pressiona a uma concentração maior e nós todos aqui estamos justamente do lado de que...
Cara, se tirarem a tua muleta e chamarem a trabalho, você está na merda. Então, assim, ninguém aqui é dono de capital, ninguém aqui controla os meios de produção, aquela coisa toda. Mas ainda assim, o que você mais vê por aí é gente...
pedindo e gente oferecendo o prompt. Qual prompt? Ah, é o prompt ideal. É que nem você falou, fez a pergunta aqui, essa câmera aí, a imagem do B9G, essa câmera aí é muito boa, vou comprar essa câmera. As pessoas...
pedem os prompts e aí tem um monte de gente vendendo o prompt, entendeu? E o prompt é... E o prompt é... E dá algum resultado. Mas que resultado é esse? O que você vai fazer com esse resultado? De redes sociais, por exemplo. E vender a história de que a profissão do futuro era o prompt engenheiro e subiu há um ano. É mesmo. Aí volta a história da Alexa. Não precisa ter o prompt perfeito.
Clodi, eu quero fazer... Isso. Você pode ficar falando sem parar um monte de coisa. Vamos falar da nossa maior vibe coder aqui da família B9, Juliana Balau. Sim. Ela falou, eu quero um aplicativo que vai controlar o tempo de tela dos meus filhos. E o Clodi foi perguntando. É. E aí, mas como é que é a regra de não sei o que? E se fizer não sei o que lá? Aí, algumas coisas ela falava, caramba, eu nunca tinha pensado nisso. E para outras ela falava, não, você está complicando demais.
Que eles estavam assim, não, tem que mandar uma foto, não sei o que, ela não, confiança. Também se ela puder confiar, que o meu filho fala que fez também e tal. Então ela foi conversando e foi desenvolvendo o negócio. E aí caiu a fase da energia da Vila Leopoldina ali, porque ela... Acabou a água da região. Muito bem. Coi é boa?
Então, vou roubar de novo no jogo porque só vi coisas pro cinemático essa semana gravamos o episódio do filme Obsessão, que está nos cinemas e também do filme Espanhol Surda acesse aí no seu Youtube pra você ouvir e assistir a gente falando desses filmes e o meu cor é boa é Obsessão porque cara
Um dos melhores filmes do ano. Estou obcecado pela obsessão. Ele é... Ninguém imaginou que você ia falar isso. O diretor, o Curry Barker. Ele é TikToker e YouTuber. Qual é o nome dele? Curry Barker. O primeiro nome. Curry. Complicado, né? Cara, é um filme...
Ele já fazia coisas de terror pro canal dele no YouTube. Tem um curto que tem 2 milhões de views. Aí ele arrumou um produtor da Blumhouse. Falei, vou te dar um dinheirinho aí. Deu um dinheirinho pra ele? Que é pouco dinheiro. Acho que a verba do filme era 600 mil reais. É pouco, né? Pra um filme de Hollywood. Cara, só que ele faz... Não, o filme custa 35 milhões de reais, né? Acabei de descobrir.
Ah, é verdade, né? Então, você tem como é muito pouco dinheiro. Então, cara, só que ele faz mágica com esse filme, de conseguir criar uma atmosfera de terror só com o noço e tem a atriz como é o nome dela? Indy Navarrete. Cara, ela é o motivo número um pra você ver esse filme, porque ela, só com o grito dela e com as caretas, ela te faz querer se esconder debaixo da cama. O filme é assim.
Ele pega uma fantasia mais infantil de amor, que é se eu pudesse desejar que essa pessoa gostasse de mim. Então o cara faz esse pedido. Ele é um bobão, nice guy, não sabe falar direito, tem vergonha e tal. E aí ele resolve um dia, ele compra um brinquedinho, que você quebra no meio e faz um pedido, e aí ele fala quero que ela goste de mim mais do que qualquer outra coisa.
Isso, exatamente. A teoria lá da pata do macaco. E esse desejo realizado, só que como diz a pata do macaco, da pior maneira possível. Você entrega, você tem que ceder algo. Você perde algo. Exatamente. Então, cara, e aí você tem que assistir pra... Dei muita risada, porque o filme também é engraçado, mas...
Poucas vezes, assim, vi um filme que não usa nada de jump scare, de grandes, né? Tipo, a parte sobrenatural é só essa, é de fazer o pedido e ele se realiza. Não tem mais espírito, né? Não tem criaturas. É só...
o cara fazendo isso com, teoricamente, vida real. Então, Obsessão do Curry Barker, eu acho que é, vá assistir esse filme e é um cara pra se acompanhar a carreira porque acho que tem talento, viu? Não sei se, de repente, com muito dinheiro, né, ele, de repente, vira... 184 milhões, assim.
Não consegue fazer um filme, o filme fica ruim, né? Fica, enfim. Então, assista Obsessão nos Cinemas e assista também o episódio do Cinemático, que está no nosso canal no youtube.com.br Muito bem. Você quer ir? Quer, Iago? Quem que vai? Vocês podem se escolher aí. Eu vou começar a dizer que eu comecei a ver o Rooster, que você indicou no...
Muito legal. Curtindo? Curtindo. Show. Mas hoje o meu tema é videogames. Trouxe alguns jogos aqui. Um para desespero de carro de merigo, que eu não paro de falar. É o Crimson Desert. Nossa, tá falando. O merigo veio. Será que eu devo? É isso. Eu já tinha decidido não, mas cada vez que você fica lá colocando o negócio, você fala, ah, tá ouvindo. Aí saiu uma resenha da IGN.
A pior resenha da história agora eu sei que é dizer, não, é um mundo vazio, não tem nada pra fazer o que é o maior mentira. É, que era a crítica inicial. E aí eu... Tem um subcóiabô aqui, que é o site Nuvem, não, é com dois só, Nuvem, que vende jogos de PC, um site, uma empresa brasileira.
que vende jogos de PC, que sempre tem uma promoçãozinha ali e, melhor, parceladinha. Joga os parceladinhos. Paga no Pix, que não tem IOF. Você vai pagando enquanto você tá jogando, né? Tá jogando, vai amortizando. Isso. Então eu promoci na nuvem e eu comprei. E, cara, a descrição de Crimson Desert.
na melhor maneira possível, é Red Dead Sky. Para! Para! Eu já mandei, eu já tirei capturas de tela. Você falou um dos videogamer lá. E o Luiz e o Gino falaram assim, eu achei que era um print do Red Dead Redemption. Não, porque vamos lá. É tão bom quanto o Red Dead Redemption 2? Não, impossível, não tem como.
É o lugar quentinho no meu coração, que nem Skyrim? Não. Mas é o que merecemos. É o suficiente. É o suficiente. É o suficiente. E eu dou risada, eu acho divertido, porque assim, os caras, eles não fingem que eles estão culpando. Então, tipo, tem uma missão...
que é você pegar uma carruagem, uma carroça de carga e levar mercadoria. Cara, é muita imitação do Red Dead Redemption. E os caras assim, copie aí, amigão. Aí eu mandei o print, o Engino falou assim, cara, eu achei que era um print do Red Dead Redemption. A música de luta, eu achei que eu tava jogando Assassin's Creed.
Eles pegaram um pouquinho de cada coisa e vibe codaram o jogo. E fica legal, cara. E vibe codaram. Enfim, acho que não vibe codaram. Acho que esse jogo... Esse não foi com a polêmica da IA nos quadros? É, tive uma imagem de fundo. É, eu vi isso.
Mas cara, o jogo é gigante. Eu já tô com sei lá quantas horas de jogo. Jogo de desempregado, como a gente costuma brincar. Eu não saí nem do primeiro país do mapa. E não tô com a menor vontade de sair, tá gostosinho. Joguinho show, bonito. E cara, animal, vai ser... Vou ficar o ano inteiro jogando esse jogo, Crimson Desert. Dito isso, diz dizendo o que eu acabei de falar. Aí esse fim de semana que deu a conselhinha, eu tenho a conselhinha do consumismo do jogo.
comprei The Last Caretaker é de um estúdio independente de poucos desenvolvedores, acho que dois caras enfim, você é um robô, sabe esses robôs agora de para ajudar pessoas e tal, o mundo acabou
O mundo virou Waterworld, só água com uns prédios meio pra fora. Você é o último robô, o último caretaker que sobrou. Você acorda, tem vários robôs jogados pelo caminho. Isso, aliás, é um jeito de matar robô, né? Quando a gente estiver no... Na revolta das máquinas, é água. A gente vai ter que... Porque aí eles não... Ah, achei que ele sobreviveu porque... Os humanos morreram. Tem celular hoje em dia sobrevive a água. Não, tem limite, né?
E aí o seu objetivo é reconstruir o mundo, reconstruir a humanidade. Logo que você sai, praticamente o tutorial, você tem um barco, um pequeno navio, que você vai ficar navegando entre esses prédios que tem para cumprir as missões. E aí ele coça a coceirinha gostosa do meu cérebro, que é...
acumulador, eu sou um acumulador de videogame, eu gosto de andar pelo mapa recolhendo, lotando meu inventário de não conseguir andar, do bonequinho não conseguir andar. Então você precisa, eu não vou dar grandes spoilers, mas eu tô no momento do jogo, razoavelmente no início do jogo.
que eu chego num desses prédios, que é o prédio mais importante do jogo, e eu já entendi que eu vou virar o Irmão Zobre. Eu tenho que fazer uma grande reforma, um grande conserto no prédio para todos os equipamentos voltarem a funcionar. Então tem que achar, sei lá, aço, gasolina, água, oxigênio, conectar fios, esse aí. Ligar moinho de vento, painel solar, não sei o que, né? E aí fica andando pelo mapa, e dá para você...
fazer aquela tarefa bem inútil. Cara, era só ligar a bateria, o powerbank no negócio. Não, eu vou fazer o cabeamento. Eu vou ligar o nome de vento. É jogo-trabalho, né? Você adora. Você joga jogo de dirigir o ônibus, de limpar coisa. Lá, mas já simulei. Porra, show. The Last Caretaker. Anota aí. E rapidinho saiu hoje o Forza 6. Show, delícia. Mesmo o Forza Horizon 6.
Só que no Japão, delícia. Obrigado. Nota 9 na Steam. O Last Card Taker. Não, é bom. Muito bem. E aí, Agu Vinícius, tem coisa boa? Vocês estavam com saudades da Indica Livros? Hoje eu vou ficar mais ou menos, porque ninguém estava com saudade, né? Cara, vocês estavam com saudade, dê like. Primeiro, dê like no Braincast. Gostoso demais. Muito bom. Segundo.
Que eu tenho o trabalho mais específico do mundo, eu sei. É difícil explicar pra minha mãe o que eu faço. Mas eu não estou sozinho no mundo. Talvez no Brasil. Nenhuma experiência. Mas existem pessoas e organizações e iniciativas que fazem mais ou menos o que eu faço lá na Cuid, no Projeto Brief. E aí essas pessoas estão associadas a partir de uma iniciativa chamada Democracy Hub ou G-Hub.
G-Hub. Exato. Que é um projeto pra vamos dizer assim, um negócio de corporativo, um buzzword, uma aceleradora de democracias no mundo. Porque a democracia tá bem desacelerada. Não sei se vocês perceberam. Tá precisando de um fomento.
E o GitHub, além de ter essa missão de plugar iniciativas e pessoas e contatos e me fazer dar palestra em inglês de vez em quando, que é um idioma que eu não falo. Quer dizer, agora eu falo, né? Porque eu dou palestra. Lança produtos excelentes. Então, primeiro, você vai ter uma experiência de usuário, que é incrível. Segundo, você vai ter uma experiência de conteúdo e de combate ao autoritarismo, que é única.
E aí eu vou pedir a ajuda dos universais aqui pra avaliar meu inglês, qual coisa a gente corrige, tá? Vai que vai. Que é o Anti-Authoritarian Toolkit. Show? Show, Zazio. Perfeito, muito obrigado. Agora deixa o seu like no vídeo. Em tradução livre? Em tradução livre é o kit pra você combater, chutar a bunda de autoritários ao redor do planeta Terra. O que acontece? O D-Hub tem...
fundadores de uma série de lugares do mundo, inclusive do Brasil, e eles têm feito escutas de experiências de pessoas que ganham, que perdem eleições e tal, não sei o quê, de países que têm líderes autoritários, como, enfim...
Vários. Não vou citar nomes pra não desmodineteizar o vídeo, né? Que tem limite de tempo no YouTube. Exato. É, o YouTube não gosta. E aí, ganhando ou perdendo, a gente sempre aprende várias coisas. E aí eles vão fazer uma coisa que eu adorei. Que é uma série de dez livros. E são livros de verdade. De temas diferentes. Eles estão lançando um a cada duas semanas. Já tá no quinto. A gente tem aqui, por exemplo.
O primeiro que é o playbook do autoritário, ou seja, qual que é o manual de discussões que ele segue, porque eles têm um esquema coordenado. E essa é a iniciativa, é um pouco uma ideia de coordenar um pouco iniciativas progressistas também ao lado do mundo. Então o segundo livro é o playbook democrático. O terceiro é sobre dicas de atuação digital, guerreira digital. O quarto que é inclusive meu favorito, que é sobre narrativa, que é sobre como você criar uma história de fato.
sirva como plataforma enfim, então já tá no quinto que é oposição coordenada então como é que você vira oposição num país autoritário sem você tomar no seu rabo e o que é muito legal é que esse material tá em inglês, como eu falei o site é anti-autoritarian playbook anti-autoritarian.com mas ali você consegue acessar os livros em vários formatos, tem formato podcast tem formato vídeo e aí
Ele foi dividido em capítulos dentro do site. Então você consegue ver landing pages pra cada capítulo. E tradução pra diversos idiomas. Inclusive o português do Brasil. Boa. Então tá tudo lá bacana. Tem newsletter. O Projeto Brief vai aprontar com esse negócio, com certeza. Então vai ter iniciativas nossas e tal.
Mas tudo muito gratuito, tudo muito disponível. Você baixa o PDF, você faz clube de leitura, você leva lá pra sua organização, você manda pra sua mãe, você pega o site e passa uma página que você gostou pro seu professor de semiótica, sabe? É assim, a gente precisa muito aprender a se comunicar pra se repetir, pra fazer o que todo mundo faz. Então não parem de ter ideias.
de vibecodar. Pega o vibecode do amiguinho, sabe? E replica. E aí você inventa o seu vibecode e manda pros seus amiguinhos pra eles replicarem também. O vibecode também é legal por isso. Uma coisa que eu achei muito legal.
É que você fala de fazer... Você sempre fez esses robozinhos seus. E eu trabalho com redes sociais. Infelizmente. Infelizmente não, porque botou pôr na minha mesa. Tô sendo ingrato com Deus. Mas há 10 anos tava botando pôr na minha mesa em redes sociais. Eu sempre falava. Gente, a gente trabalha com um lugar que a gente chega todo dia diferente no nosso escritório. Porque todo dia muda. Os seus robozinhos, eles são seus. Eles ficam lá paradinhos. Então tem uma parada também disso aí. Então, cara, eu recomendo demais esse material. Acho que é um puta acerto.
de conteúdo, de você aprender coisas, aprendizados úteis, muitas coisas que a gente já estava falando lá na Cuid já há muitos anos, brócolis no arroz, toda essa parada, mas também uma forma de você apresentar uma coisa legal, sabe? E que dá pra você fazer hoje em dia, por exemplo, um site bacana, multimídia, com vídeo e tal, não sei o que lá. Aí no Zé, tem do Brief, por exemplo, onde eu soltei uma dana freita sobre Vibe Coding.
Aliás, que ela entrevistou uma uma VP da Mutato que fez um projeto a partir de Vibeco, sem saber programar nada que observa projetos de lei de mulheres sobre mulheres. E quais são os progressistas, os autoritários e tal, não sei o que lá, tá bem legal. E aí eu vou lá, pego a newsletter, boto o notebook LM e mando o notebook LM gerar um vídeo.
Suba esse vídeo no YouTube. E aí tem uma versão em vídeo para as pessoas que têm dificuldade de ler assistirem. Então são várias iniciativas da WCN Fazendo e tal. E aí é um jeito legal de apresentar coisas também. Então vai lá. Se divirta. Autoritarian é com TH. E ele no final.
E aí eu recomendo demais. Boa. Eu sou autoritário em Toolkit. Toolkit. Antes de passar por isso, eu lembrei que eu sou alérgico a dinheiro. Certo. E eu não dei o... Cupom. Cupom do iaincurso.com. Lembra do caveira? Já era. Agora é? Aparecendo aqui, ó.
Não pode ter acentuação Vibes Vibes Vibes Vibes Você não vai no podcast Vibes e análise não Pode, tudo bem O cupom Brinkcast parou de funcionar? Parou, já tem E o Caveira? A Caveira segue ativo Pode usar o Caveira ou Vibes Vibes
O que não pode usar é o likes, que aí você tem que dar lá no YouTube. Finaliza aí, Luiz Yassuda. Finaliza. Bom, vou falar de série. Dá até uma vergonha. Porque assim, é um guilty pleasure. Ridículo, não. Um reality show, sempre falando aqui de anti-authoritarian. O que eu vou falar de The Traitors. Que é...
um reality show The Traitors que tem versões é um sucesso, tem versões de países já, eu estou assistindo a versão americana, que na verdade é filmada na Escócia e que é apresentada pelo Alec Cummings
Que é um ator, enfim, que se veste muito bem, inclusive. Um lorde escocês, assim, de vestimentas e tudo mais. E se passa num castelo mesmo. Tem uma vibe... Afinal, é Escócia. Tem uma vibe que é peça de uma coisa meio... Né?
E qual que é o lance do Letraitors? Aquela brincadeira que existe, né? Se joga em noites de jogos de tabuleiro, tipo de detetive e tal. Tipo, tem algumas pessoas na mesa que ou é o assassino ou tipo o traidor. E ele tem poder de matar as pessoas. Todo mundo vem fechando o olho. Ah, mentira.
Então é o reality show disso. Ah, mentira. Detetive? É. Nossa, animais. Então qual que é o lance do The Traitors? Todo mundo lá, todo mundo é... E já vou dando mais detalhes. É o Among Us. É o Among Us. É o milionário. É mais ou menos o seguinte. Bom, são 20... Entram 20 pessoas lá e tal.
e aí, qual que é o lance? Existem alguns traidores entre eles toda noite então eles vão dormindo no castelo, toda noite os traidores vão lá escolhem alguém pra morrer legal demais, aí no dia seguinte essa pessoa não aparece no café da manhã, ela sai do programa, e aí todo final de dia todos eles se sentam e debatem sobre quem que eles tem que expulsar do castelo, porque pode ser que seja um traidor E aí
Eu preciso muito que o Boninho cancele a casa do patrão e faça isso. Tá rolando, aliás, essa casa do patrão?
Deixa pra lá. Agora vou começar a colocar camadas. Porque é isso. A mecânica é super simples. O prêmio em dinheiro eles vão fazer... A parte chata do programa é o seguinte. Durante o episódio, entre o anúncio de quem os assassinos mataram e quem vai ser eliminado na roda, tem esse meio de programa que eles precisam preencher com umas provinhas.
Que é tipo pra eles ir aumentando o pote do programa. Tipo, o prêmio. Porque o prêmio final, qual que é o lance? É, sei lá, 250 mil dólares que...
vai ser ganho por todo mundo que chegar na última rodada vivo. Porém, contorno entretanto, se tiver um traidor que seja entre esses eventos, esse traidor ou esses traidores levam sozinhos a bolada. Muito incrível! E aí, assim, enfim, essa é a premissa. Agora vai começar a ficar. Agora vai começar a ficar. Na versão americana, eles fazem esse programa só com ex-ganhadores de Reales.
Ah, velho. Animal, animal, animal. É uma galera rata. Imagina, dá vibrito nisso. Não, então é uma galera rata. Porque tem galera do Big Brother, tem galera do Survivor. Tem até galera... Da Fazenda. Então, tem até galera... The Thousand. Tem até reality show que não tem vencedores. Tipo, Real Housewives.
Cara, é maravilhoso. Imagina, sabe, a Marqueoli na Valor. É isso. É maravilhoso. Gente, é assim, é um guilty pleasure. Na verdade, o seu cor é boa é pras TVs brasileiras, né? Sem mexer. Não, não, porque aí eu fui pesquisar aqui pra dar toda a dita. Não me diga isso. Porque eu estou assistindo a versão.
americana, a versão americana aqui no Brasil está disponível no Universal Plus no Prime Video, tem? aquele é pura pauta, viu? e aí eu descobri, conferindo aqui que a NBC Universal está, meio que pegou os direitos que acho que, se não me engano, a produção é da Peacock, talvez? NBC Peacock, é, aqui no Brasil vai ter que mudar esse nome eu sei que eles cederam os direitos e vai haver, parece que vai começar a ser produzida uma versão mexicana e uma versão brasileira meu Deus do céu vem aí, vem aí E aí
Igual escondam o Davi. Mas enquanto isso, vai na versão americana, que é fantástico. Os looks do Alex Cummings são primorosos. O cara é um lord. Cada look mais bafônico que o outro. Incrível. É isso. Você viu que ele falou bafônico. Então é isso. Tem momento? Enquanto estamos falando aqui...
William entrou em cursos ou cupom caveira. Olha aí. Um beijo pro William. Muito bem. Ó, William. Usei mais. Ele não é o favorito porque ele não é fazendeiro, mas ele é o segundo favorito. Um momento de Faustão? Eu tenho. Eu tenho um muito antigo que acho que muita gente já deve ter dado um momento de Faustão pra ele, porque ele pediu na mesma noite pra todo mundo que estava lá.
Na noite do Oscar de Cinemático, então, um abraço para Martin Casilli. Nossa! Ajudou a ser a hospedária, a festa. Exatamente. Ali no Sky Hall. Então, um grande abraço. Pediu o momento falsão para mim, pediu o momento falsão para a turma que estava lá. E me chama para beber, para comer não, que senão você vai trabalhar. Muito bem. Boa noite, gente. Obrigado. Valeu, beijo. Tchau.
ESCOLA DE IA DA PUCPR
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