Bro Tax: quanto custa parecer homem?
- Crise da MasculinidadeBro Tax · Pink Tax · Consumo e Insegurança Masculina · Branding e Diferenciação de Mercado · Masculinidade Frágil · Pressão Estética nos Homens
- O provocador e a objetividadeLiquid Death · Dane-se · Dude Wipes · Man Cereal · Slather Protetor Solar · Warpaint Maquiagem Masculina · Axe Click · Old Spice · Dove Men · Gillette · Nubank · Apple
- Estratégias de Varejo e Experiência do ConsumidorFetiche de Humilhação · Barbearias Temáticas (Viking, Marinheiro) · Restaurantes com Propostas Radicais · Ritual de Loja e Constrangimento · Storytelling em Marcas · Valor Percebido e Luxo
- Dicas culturaisMan on the Run (Documentário Paul McCartney) · Mr. Scorsese (Documentário Martin Scorsese) · IA em Curso (Infoproduto) · Podcast Vida Palmarina · Bluey (Série Infantil) · Naruhodo (Podcast Ciência) · Rooster (Série HBO) · Magic Love Cabaré · Liderança Subversiva (Podcast) · Momento Faustão
- Podcast Vida Palmarina e História do BrasilPalmares · Proto-civilização · Quilombismo · Dandara · Tatiana Nascimento · Central 3 Podcasts
- Futuro do TrabalhoFuturo do Trabalho na América Latina · Portunhol · Maíra Blase · Liv Brandão
- Humor e Comédia
Este podcast é apresentado por
Olá, eu sou o Carlos Merigo, esse é o Braincast 633. Cris está de volta aí, Cris. Boa noite, internet. Boa noite, Brasil. Você vai fazer isso na mesa para o Gabu ficar feliz? Gabu! Isso é para você! Iago Vinícius, no episódio de hoje, Juliano Casarré. Mentira, mentira.
Quem Fujoca? Ah, eu tô aqui de novo. Olha lá, quem Fujoca? Quantos programas quem Fujoca tem? Dois. É, já veio recente. Não, né? E Bia Fiorotto? Tudo bem, boa noite. Esse Braincast, ele é feito com extrato de cerveja.
De forma que você não pode usar muito, senão ele também é radioativo. Tem cheiro de gasolina e vai limpar você como um macho. Isso, exato. Boa noite. A gente vai falar justamente… Tem água, tem cereal, tem lenço umedecido. E masculino, muita masculinidade. Assim, ó. Isso. E como que caveira, né, virou… Como que essa Bia fala? Parece sair da parede de um posto de…
De uma oficina mecânica, né? De uma oficina mecânica, foi. De uma oficina mecânica ainda tem essa live? Cara, eu vou entrar nessa já, porque eu moro na Moca, né? E Moca tem uma coisa ainda. E batendo na mesa pra caralho, que é pra acabar com o editor. E Moca tem duas coisas que é pizzaria e oficina mecânica. E tem um rebrand da oficina mecânica. A oficina mecânica ficou mature também.
É? É, tipo, agora é Shiggy Ah, é verdade! Chama Garage Garage, tipo barbearia É, virou barbearia Você não consegue diferenciar barbearia de mecânica de casa É verdade Garage, perto de casa tem isso aí também Exato De moto, de... Assim, eles estão mais realistas do que o rei Mais mecanistas que a mecânica Então, a gente vai falar da taxa dos bros Meu Deus
E uma conversa sobre como as marcas estão transformando produtos básicos em identidade. Então eu falei, tem água, tem lenço umedecido, creminho, né? Porque homem, obviamente, não pode usar o creminho se não for macho. Tá usando o creminho, né? Isso. E a masculinidade virou uma das embalagens mais lucrativas da nova cultura de consumo. Tá bom? Mas antes…
Mas antes, mano. Bem rapidinho. Mas antes, mano. Seguir o AmicastPod nas redes sociais. Por favor, por favor. Dá joinha. E se inscrever no nosso canal no YouTube. youtube.com.br O seu like. Vamos botar meta de likes aqui? O seu like. Então, mas qual que é uma boa meta de like pra gente? Eu acho que tem que dobrar do anterior. Tenho que ver a meta.
Mas tem que ver, abre aí, abre aí. Enquanto isso, deixa eu me humilhar. Pessoal, siga o arroba BraincastPod. Lá você não vai ver a porrinhação de saco. A gente não fica pedindo… Ai, gente, comente aqui o seu emoji favorito. Não tem isso. Pouquíssimos likes, tá? 300 likes. Vamos ver o dos revisitando os virais brasileiros.
É, que é o mais isso aqui. Quase 60 mil views e 700 likes. Então, 700 likes é a meta. Mas vamos consumir. Só pra melhorar esses likes. Muito. Vamos fazer a meta de mil likes. Mil likes. Mas o que a gente promete pra ter mil likes? Não, Bias! Para de perder essa rápida. E para de bater na mesa.
A Bia, ela não consegue fazer um pedido sem oferecer. O Juca Kifuri fala esse segredo do like, que é pedir like. É assim que funciona a internet. Não, mas mais de uma vez, eu vou te progredir mais de uma vez. Tá? Galera, tem que ter muito like.
Pra nada? Não, pra continuar, a gente é quinta da semana. Já estamos entregando o serviço aqui, grátis. Mas a gente vive numa sociedade utilitária, transacional. Eu me nego a oferecer. Sem de bater meta de likes, a Bia que está aqui me vendo, combinei escola nos bastidores, então ela está com certeza sabendo o que eu vou falar agora e não está nada preocupada. Ela vai liberar o making of do Braincast, que é uma coisa que a gente nunca viu.
Boa, boa, boa, boa Vou fazer da semana que vem É isso? Ou é dessa semana já? Uma semana especial que eu tenho na minha cabeça já Arruma trabalho Isso
Like agora. Like agora. Like agora, gente. Like agora. Para bastidores. Sem novos conteúdos e entregas. Já só entregamos. Eu vou entregar. Eu vou entregar. Eu vou me comprometer junto com o Iago. Deixa ele em paz. Ou conta nos comentários o que você quer que a gente faça. Isso. Mas vai ser no arroba brincastpod a entrega desse bastidor. Se não tiver me lá, que não tem programa semana que vem. Pronto.
Eu amo. O pai, né? É isso. É isso. Parabéns, você inventou o sindicato dos gafes. É isso, é isso. Sabe aquela coisa quando você se comporta mal e a sua mãe fala Se fizer de novo, acabou o passeio. É isso. É isso. Então se não tiver mil likes, acabou o passeio. É isso. É um pouco isso. Então tá bom. Que clima gostoso a gente começar. Vamos pra pauta? Vamos.
Vou começar com a historinha que eu contei pra vocês no grupo onde tudo começou. Onde tudo começou. Que é, eu estava lá no South By, em Austin, e eu estava lá numa ativação de marca. E eu vi lá, tinha gente pedindo bebidas e fila e tal, e aí eu vi lá, latas pretas com caveira e tal. Fui lá e pedi, quero uma dessa. Qual que é o nome do produto? Liquid Death.
Então é a morte líquida. Você não quer uma cerveja colorada, né? Eu não tive dúvida. É uma cerveja, né? E aí quando eu abro, primeiro que não faz...
Aí eu pego água. Água pura. Cricinalina. Sendo que a água do William Bonner faz... Por que que essa aqui a água machona não faz? Pois é, não faz. E aí, acho que o legal, o nome é morte líquida, tipo assim, água é vida, né? Isso, isso. Não, isso tem que ser. O contrário do... E aí, assim, ainda bem que não era cerveja, porque era meio-dia, né? Ah, sim, é. Você foi super na inocência, né? Foi, foi, é. É verdade. Não, aí, eu não...
No destino não me permitindo beber. Foi Deus que botou a mão no ombro do merido. Então é isso. Eu fiquei chocado. Não conheci ainda a marca, que hoje é um case, né? Não só pra… Tudo bem, acho que fala com o público masculino. Mas é muito mais voltado pra geração Z, né? Que quer se sentir descolada. Sempre ela. A galera do rock. Isso, bebendo água, com atitude. Todo mundo tá bebendo cerveja, você não quer beber?
Você tem uma água descolada pra você ficar segurando. E aí, eu descobri essa marca aí. Depois vi que é um grande lance, né. Eles fizeram um quê? Eles são avaliados em sei lá quantos milhões de dólares. Com IPO previsto, né. É, exatamente. E aí, virou um lance, né. Tanto que aqui no Brasil chegou a água, dane-se. Eu mandei a fotinho lá. Que é a versão brasileira. A versão sem coragem. Que não patrocina esse podcast e vocês vão entender o porquê.
Mas essa dane-se aí Eu tomei esse mesmo susto Que eu tava num show de rock Você tava no show do Maré Tavia E aí eu pedi lá uma água No bar do negócio E aí me entregaram essa dane-se E eu tomei o mesmo susto Que eu olhei e falei Mas você vê E aí lembrei dessa história E tomei água Mas é muito isso também Você ficar segurando E você não ficar parecendo um Pô meu, você não tá bebendo? Não é a garotinha de minalga, né?
Minaba Top of mind Não tem nada a ver com a pauta Mas assim Na vida de todo ser humano Existe um momento onde você fala Ok, aqui eu fiquei velho Foi o dia que me serviram água mineral em lata
Que é melhor, é mais sustentável. Mas eu falei assim, não, cara, tá errado. Em lata, não. Na caixa, você já não curtia? Também, mesma coisa. O Lewis Smith, não é a marca do Lewis Smith? Não sei, mas tem essa lá ainda aí, né? Boxed Water. Que é a marca água. Porque é de uma outra tendência, né? Que é a tendência que você não podia ter tendência.
Era tendência no vazio. Só água nude. É a única tendência da Mweb que vai sobrar. Isso. Quando eu fui no podcast do Beach to Brands, da Beatriz Guares, que negou estar aqui porque tá com a família. Foi uma negociação. Uma negociação de semanas, o merigo, o paro, o telefone. Mas aqui, como a gente prioriza a saúde mental...
Isso. Palavra mental. Aí, quando eu fui no podcast dela, ela me deu de brinco. Mamba Water. Água de caixa. Tá marcado. E o… Só que um dos argumentos é esse, né? Da Liquid Death. Que é… Eles matam o plástico. Então, é mais sustentável, né? Um dos discursos… É isso. O alumínio, a lata é resplendível. O alumínio é realmente melhor. Mais fácil. Mas assim, no fim, é uma… Queria uma atitude. Eu queria saber de vocês. O que vocês acham?
Se água precisa ter atitude, né? Você não pode ser só um copo d'água. Eu vou lhe falar uma coisa. Me fale. Quando eu era adolescente, eu queria usar All Star. Porque eu não era como as outras garotas. Eu era diferente. Eu era descolada.
Eu era… Não gostava dessas coisas de patricinha, cor de rosa. Ninguém te entendia. Ninguém… Iago, ninguém me entendia. E a única coisa que eu podia… Só você estava passando por aquilo. Nunca nenhuma outra pessoa na humanidade passou pelo… É uma coincidência que a Starry estava vendendo em todas as gôndolas. É isso.
O atravessamento aqui. O atravessamento do afeto agora foi real. O que aconteceu? Então eu queria usar o All Star, encher o saco da minha mãe, ganhei o porra do All Star. Usei o All Star. Cara, é isso. Eu sou uma grande delinquente juvenil. Skate. Não andava de skate. Skate. Urbano. Drones. Em certa altura, um amigo meu do colégio vira e fala, você sabia que o All Star é da Nike?
as ventrinhas caindo tudo, caco de vidro caindo, eu confusa todo conceito caindo a questão é, eu não posso usar só um sapato? é claro que não, eu tenho que usar o sapato que faz alguma coisa é contra cultura
Eu tenho a impressão que essa história da água tem uma coisa que é essa coisa do água é vida, das fontes mais puras e cristalinas de freiras, do monte, do não sei o quê. Os Alpes. E tudo mais. É um assunto que talvez seja meio batido. E aí, e eu tô falando que é a gente também, tá? Eu não tiro a gente que trabalha com comunicação e com publicidade olhar essas coisas mais diferentes e falar assim pô, meu, é isso, marca com coragem. A Lola Cosmetics… A Lola Cosmetics.
Ah, é verdade. Sabe a Lola Cosmetics? Sei, tem. Que faz os rótulos super engraçadinhos os nomes diferentes. Quando você vai ler a instrução de uso, gente Lola é coisa de cabelo, perfumaria, enfim. Os homens aqui presentes. Patrocínio Luiz de Gino. E a época de Gino eu gosto.
São embalagens fofinhas e diferentes. E aí, quando você vai ler o modo de uso, também é um jeito… Ai, no seu momento de relaxamento, gata, use um pouquinho na sua mão pra você ficar bendiva, sabe? É um jeito diferente que eu acho que pega, inclusive a gente que sabe como a receita da salsicha e como é feita. Sabe? Porque a gente tá ligado com… Ai, água é vida. Ai, foda-se, é só água. Mas Liquid Death?
Nossa, meu, puta crazy! Esse negócio das águas muito limpas, dos Alpes, Suíça, tal. É meio sabonete com um quarto de hidratante, né? Todos tiveram um quarto de hidratante, aí tem dois quartos. Aí vai subir num quarto e meio que foda-se, né? Que hidratante são esses, né? Exato, eu já entendi que hidrata. Mas eu acho que você faz uma diferenciação muito boa aqui. Porque o caminho que a gente vai chegar na pauta daqui a pouco.
Que é, isso é uma tendência de marca. Isso é uma coisa que acontece desde que o mundo é mundo, desde que o samba é samba. Tem várias tendências, toda vez vai trocando. Na época que a gente tava vindo ao mundo aí, aprendendo a ler. A gente aprendeu a ler a palavra metrosexual. A gente, eu e o Iago, só porque tá no ódio. Nós fomos afabetizados exatamente no mesmo ano. Eu estava lendo a palavra metrosexual, que era a tendência da época. Isso. E aí, tinha aquele comercial do Victor Belfort, que me passaram esses dias aí, pra eu ver. Eu fiquei um pouquinho…
Mas eu acho que existe um outro componente E aí por isso que chama tanto a nossa atenção Uma tendência a mais e essa chama a nossa atenção Que é Por que que precisa ser o liquid death? Por que que eu preciso ser o café? Porque aí eu fiz a brincadeirinha do casarré no começo Que é tipo, mas qual que é o problema De homens conservadores se encontrarem pra discutir masculinidade?
tem mais é que se encontrar mesmo fazer a prometeragem tem que fazer só que o problema é que discurso que você está colocando e em que momento está sendo associado porque eu acho que tem um lance que sempre é conhecido no mercado faz tempo que é a Pink Packs que é a taxa rosa que é os produtos femininos inclusive já foram feitas as pesquisas sobre isso de quanto que é mais caro um produto o mesmo produto, sei lá, gilete lá, o lâmina de barbear O que é isso?
É o mesmo produto, só que pra mulher custa até 25% mais caro porque vem na embalagem rosa de leite menos. Remédio pra cólica. É isso, que é o mesmo remédio. Só que é pra cólica, mas só o mesmo remédio. É o mesmo ibuprofeno. É o mesmo ibuprofeno. É o mesmo remédio. Não sei quantos miligramas. Só que assim, eu vejo que quando esses produtos são voltados pra mulheres, eles usam o marketing, né? Usa isso como desculpa pra cobrar mais caro. Mas sempre é uma proposta de autocuidado, né? De se cuidar mais, né? De...
Sim, uma safadeza filha da puta. Que a gente tá louca pra fazer esse programa também. E até um lance meio machista, assim, tipo, de melhore, né? Melhore não, se cuide. É isso. Não, esse é o problema, não é o meu problema. Você tem que se cuidar, se vira isso. Essa nova taxa, que ainda não tá documentada, mas a gente tá criando aqui hoje, que é a Brotex. É o que a gente faz. É, ela é mais um lance de permitir que o homem… Produtos que permitam que o homem seja ele mesmo. Isso. Produtos que permitam que o homem gaste com aquela categoria, amigo.
É isso, e sem ser julgado pelos pares. Eu falei da Liquid Death, que eu acho que é um pouco... Como ela tem esse negócio da geração Z, talvez fique um pouco... Dá pra gente relevar. Mas tem outros exemplos que são claríssimos de como a Brotex tá trabalhando. Tem o Doody Wipes, que é o lenço umedecido pra homem.
Eu tô lembrando Duas de tipo humano, né? Leitinho dos manos Eu sou do tempo da TV Pirata O precursor do Cacete do Planeta Mesma equipe E aí tinha o TV Macho Que era do TV Mulher Tinha TV Mulher, com a Marília Gabriela Tinha o TV Macho E aí tinha o Zeca Bordoada Era o Guilherme Caran O Baixo Astral E aí era Aperto
Não, sabonete de macho. Isso aqui é um barrão. Então é tipo isso. Tem várias cores. Não, não tem não. O macho que é macho, só usa preto ou cinza. Que tecido. Macho não usa tecido, macho não usa pano. Então é isso. Então é isso. É tipo assim, a versão moderninha dessa. Isso é 80i? Não. E não é horrível que em 2026 seja igualzinho, só que sem ironia? Eu acho que é igualzinho. Exatamente.
Agora isso tá sendo validado com uma embalagem moderninha. Saiu do setor de comédia da Globo. Isso, uma virada. E foi o segundo setor de comédia que é o mundo capitalista. Tem o do Dwight que eu falei, tem o Men's Cereal. Que esse é o maior exemplo. Então, mas o que é Men's Cereal? O que ele tem? Tem proteína e creatina. Ah, vai tomar no cu. Não, mas é outro programa. Tudo tem proteína. Semana que vem o programa tudo tem proteína.
e o slogan deles é que é um cereal pra recuperar as bolas então que é o problema do bobadilha lá no campo esses dias então assim ele tá, tem um pouco dessa linguagem do biohacking, né, que agora é isso não pode consumir nada que não seja seja a sua melhor eu queria só separar o o case do liquid death é um pouco diferente porque não tem exatamente o viés de gênero
No primeiro momento. Isso, no primeiro momento. No primeiro momento não teria... É água, né? É água. Mas é água radical. Mais água que a caveira. Pelo que eu vi, o inimigo que eles escolheram. Porque assim, estamos falando de um exemplo clássico de marca Challenger. Isso. E uma das coisas que a marca Challenger faz é escolher um inimigo. É bom escolher... Eles escolheram um inimigo, que são as águas de luxo.
as Fiji a Voss aquela garrafa que vocês boiam na garrafa depois pra tomar em casa eu tô batendo essas águas e elas são caras essas águas são realmente muito, muito caras e eles vieram com essa proposta pra combater as marcas de água overpriced com essa com essa atitude que a princípio eupsy
É uma decisão inteligente, assim. Sim. De encontrar um nicho de mercado num segmento completamente saturado, assim, né? Mas a questão é até onde chega isso, né? Até onde vai essa brincadeira, assim. Porque uma das coisas que eu li que tá se discutindo é eles vão conseguir manter a graça.
dessa marca, porque eles escolheram esse tom de comunicação e eles estão tentando, eles estão tendo que, a cada campanha, ser mais Liquid Death que a anterior. Mais loucura. Então, ultimamente, eles fizeram coisas do tipo skates do Tony Hawk que bebe Liquid Death, banhadas de sangue, pra ser
ser vendida, fazer uma venda especial. A gente disse que a venda esgotou em um dia e depois já tava valendo dez vezes mais no eBay. Aquelas coisas de americano. E agora fizeram uma outra, acho que com a Martha Stewart, fizeram uma mão decepada, sabe? E a Martha Stewart brincando com isso, porque a Martha Stewart é o meio que nos Estados Unidos, ela é meio o símbolo da Ana Maria Braga.
Da Threadwife, assim, né. Então eles falam assim, pra onde eles vão? Até onde vai isso? Então, mas é uma pergunta mesmo. Você mostrou como tem uma construção de marca totalmente diferente. Mas nesse radicalismo também não vai indo pra um lugar de violência aqui. Tipo, meu, por que você tá vendendo violência?
Acho que pior ainda, né? Porque eles vão pra um caminho que eu não sei se eles vão ter futuro, assim. A piada perde a graça. Eles vão querer fazer IPO, aí quando faz IPO, entra executivos, né? Porque hoje, o dono da Liquidev vai lá e aprova tudo.
Você falou de My Per Challenge, essa atitude lembra um pouco o Nubank no começo, né? Que era isso. Ah, contra os bancos, provoca todo mundo, não sei o quê. E agora eles estão bem mais... Exato. Os adultos na sala, né? Os que falam que estratégia challenge é uma estratégia de entrada no mercado.
Depois que você virou líder, ela não serve mais. Não pode ser assim. Ela não serve de novo. Ela não serve de novo. Ela não serve de novo. Ela não serve de novo. É, pô. A Apple é um... A Apple. A Apple era... Porra, nos 80 era a challenge. O Merigo tá assim na mesa. Hoje ela é líder, né? Hoje ela é líder intelectual, assim. Então, tipo... Ela é o status quo, você é batido. Ela não pode vender rebeldia.
Você falou de violência, tem um outro exemplo que eu coloquei aqui. É um protetor celular australiano que se chama Slater. Que é… Na Austrália tem um problema de… Cangurus. Sol. Sim, também. Muito sol. Sols e cangurusas. Crocodilos. A folga da Austrália é corretora. A reia gigante. A Austrália é corretora. O lugar, né? O hostil, o seu vaginão. Isso, isso. E lá eles têm um problema que os homens não usam protetor celular.
Um país onde a sua sola derrete na rua. Em questão da Austrália, tá? E eles andam descalços. Eles vão votar descalços. Votar, claro. E aí, o IFAW que o Brancast faz política também. Essa marca, eles fizeram um estilo…
Nesse lance de... Os comerciais são meio filme de terror, assim, com... O sol não é seu amigo. Então ele chega na janela e derrete o cara que sai pra olhar o sol. Nessa tentativa de fazer com que o homem ache legal descolado e não pegue só o sundown rosinha lá. Mas eu acho que todas essas marcas, o próprio Liquid Death Town, tem esse lado de ninguém bebe água.
principalmente quanto mais novo, jovem você é, você acha que você é imortal, não vou beber água, só bebo cerveja e tal. Como é que eu vou convencer essa pessoa que não usa filtro solar, apesar do Bial estar aí há anos. Não bebe água, não faz isso, não limpa a bunda com lencinho umedecido.
Como é que você torna esse produto sexy, divertido, interessante e tal? Então você acha que é uma coisa boa? É uma situação? É uma situação. É identificar um território pouco explorado. Tipo, o jovem não bebe água.
Pô, legal. Então, se a gente arrumar um jeito de convencer o jovem a beber água, a gente vai vender água pra caramba, em vez de estar brigando com todas as outras marcas do mercado. Homens não usam filtro solar. Pô, se a gente... Então... E aí você faz se colar na linguagem, aí erra pra lá, erra a mão e tal. Mas também tem isso de que...
E até coisas que a gente já falou aqui, não quero ser visto na balada segurando uma latinha d'água ou uma garrafinha d'água e tal. Então, é identificar esses sinais e falar, não, beleza, então a gente vai criar um produto, uma comunicação de produto que resolve esses problemas e fala assim, não, tudo bem, você pode beber água. Eu concordo com você, porque se não a gente cai num território, a gente tem que tomar cuidado de que todo produto assim, ah, ele é voltado por conta da masculinidade frágil, né? Eu acho que, mas...
É uma ferramenta, precisa aproveitar disso. As mais, as outras menos. É o capitalismo. Você vai criar um problema. Nesse caso, o problema já vem sendo criado, que é tudo menos parecer uma mulherzinha, né? Isso, isso. Ser parecido com uma mulher de alguma forma é a pior coisa que pode te acontecer. Isso. E aí você se aproveita que já tem isso.
transforma numa coisa vendável. É, acho que tem produtos masculinos, sei lá, de barba, cabelo, que tem uma segmentação que é ok, né? Que é útil e tal, mas esse que a Bia falou, acho que é total verdade. Quando você precisa criar essa...
Essa máscara de que isso é um produto feminino, fraco, vergonhoso. Então você não pode usar. Então ele vai ter que ser preto, com carvão. Quando no mundo real… Conheco barbudo na embalagem. Certas pessoas ficam usando creminho escondido. À noite, no banheiro. A coisa mais comum é mulher que fala que vai ficar com o cara. O cara vai lá no banheiro dela, usa todos os creminhos. Sai com cheiro. Não sabe o que usa. Sai com cheiro de skin cell. Meu Deus, eupsy. Meu Deus, eupsy. Meu Deus,psy. Meu Deus,psy.
Passou meu negócio que custa 300 reais? Caralho. Aquele creminho assim? Aquele potinho daquele tamanho? Não. Não, não posso ir, não. Eu acho que nessa conta tem um pouco de um... Eu só uso o shampoo do Cristiano Ronaldo. Eu vou falar disso aí depois. Tipo, do Juipes. Sim. Eu acho que tem uma zoeira.
Tipo assim, não estou me levando a sério. Será? Meio Antônio Faguzzi no quarto dos fundos. O que no fim das coisas você quer chamar a atenção. Óbvio que vai ter. Porque, enfim, tem pessoas aí...
Pô, sei que eu tô falando de política, bebendo detergente. Maluco, maluco é o que não falta no mundo. Tem alguém que fala, isso aí... Enfim, tem... Não entendeu a piada, né? Tem gente que não vai entender a piada. Tem homens que não limpam a bunda porque falam que quem arruma a casa tá convidando pra festa. Tá esperando visita. Tem, tem, tem. Mas eu tô falando dessa galera. Eu acho que alguns produtos...
usam do humor para chamar sua atenção e você falar. Dito isso, pegando o cara no que a Bea falou, existe um estudo que não tem nada a ver com produto, mas que é tipo assim, profissões que eram totalmente masculinas, que começam a ser vistas como femininas e os homens abandonam.
a profissão, tipo, nutrição nutricionistas eram homens mais mulheres começaram a fazer o curso de nutrição nutricionista virou, a nutricionista virou uma palavra feminina e homens fogem, e aí começa a ter dermatologista, dentista, dermatologista não sei o que, então sim, homens fazem isso, ah, isso é coisa de mulher, porque é isso, a pior coisa que pode acontecer pro homem é ele servir isso como não homem, então tem, ah, não vou usar esse produto porque esse produto é de mulher e aí e aí
E aí agora tem essa embalagem preta com caveira, então tudo bem, porque isso não afeta a minha masculinidade. Mas é a ferramenta da comunicação. Mas eu acho que tem tipo isso que o Ken falou, de tipo, eu sou só a marca que está desafiando o líder. Tem um pouco de humor e tal, e tudo se mistura. Na cabeça do consumidor tudo se mistura. Quando o líder se mete a fazer isso, ele geralmente é ramão mesmo. Então, não sei se vocês se lembram, teve uma campanha aqui no Brasil de Dove Hair, de shampoo Dove.
e era assim, era um cara barbudo cabeludo, inclusive ele é cientista mas é ator também e era assim ele chegava no escritório e ele balançava a cabeça e o cabelo fazia e aí o som e aí a locução é tá usando o shampoo da sua esposa e aí dovin man e aí e aí e aí
Não faz sentido. Porque o cabelo não sabe o que é. Adoro também. Então é um tipo de humor. Também não casou. Então a Dove abandonou essa comunicação. Foi uma campanha que durou um filme. Vocês, homens. Sou homem. Começando agora o bloco Entrevistas com Homens. Hoje a gente vai entender melhor como eles pensam, se pensam.
Se é que tem essa... Gente, vocês já tiveram vontade de usar algum produto ou fazer alguma coisa? Tipo, ah, tô achando que minha pele tá meio seca. Tô achando que meu cabelo tá meio assim, assado. E aí, ficaram meio com... Não sei se a palavra é vergonha, não sei se a palavra é resistência. Mas de procurar uma coisa pra você usar.
Você, como uma pessoa que frequenta a minha vida, capa-rabo de fio ao pavio, sabe o quanto eu, enquanto homem homossexual, passo por esse problema. Que eu tenho uma recusa a usar símbolos, que não seja um chapéu Panamá e uma camisa social. Ainda que eu já tenha tirado a lista. Exato, a Bia já fez lista pra mim, já falou. Meio, compra essa blusa, vai ficar linda e você. É difícil, não sei de onde vem. Porque eu sei exatamente que não é nenhum problema, tá? Não sei o quê. Mas é difícil, assim, até hoje.
É, eu acho que conforme você envelhece, talvez... Lince umedecido, não. Mude um pouco, né? Não uso tanto, não, na verdade. Quanto mais jovem, mais você tem resistência a isso, né? Você fica, ah, não, não vou usar esses... Por exemplo, protetor solar é um deles, que eu comecei a usar já bem velho, porque a dermatologista falou, você não usa? Eu falei, não. Ela falou, você tá louco. Você tá pichurucu? Você tá pichurucu? Porque assim... Você tá louco.
Essa máfia do protetor celular que eu falei, que todo mundo tem, carrega. E é 40 protetor celular. É, pra passar no rosto. Isso que me assusta. Eu tô me sentindo pessoalmente atacada, querendo entender. Pra mim, eu só passo protetor celular. Porque eu vou na praia. Eu não passo como uma coisa do dia a dia. Todos os dias. Lembrando, todo mundo. Todos os dias. Três dedinhos. Olha a minha pele como é que tá.
Eu não passo. Você não passa? Eu não uso protetor solar, mas eu cuido da minha pele o quê? Eu desligo as notificações do site Notícia, que nem eu me ligo. Por isso, a minha pele, ó. Tá, tá. Mas aí, você e o Ken já tiveram a coisa de olhar um negócio e fazer... Não, a minha resposta, ela é bem cretina. E talvez a resposta mais masculina de todos é que eu simplesmente não me importo com... Ah, o meu cabelo, cara, é o meu... Foda-se o meu cabelo. Tipo, ah, é uma palha, essa merda. Todo mundo usa um chão.
Não, eu uso o shampoo que tá lá, que meu irmão me deu. No Cristiano Ronaldo. Não, eu uso o shampoo que, ou no momento é um que meu irmão me deu, da Granado, bem legal. Mas assim, me deram, apareceu no meu banheiro. Você não procura ativamente. Não, não. Shampoo com aloe vera, antiqueda. Quem é a Vera, né? Vamos começar a ver. A Ana comprou um shampoo Johnson's Baby pra passar na barba.
Eu passo sabonete mesmo. Tem a parte do lavar a barba, que tem homem que não lavar a barba. Não é de assim, não, que eu não sou... Sei lá, não me importo, não ligo. Não tô dizendo que tá certo, mas é... Acho que eu tinha vergonha só quando era moleque também. Agora você se... Você é metrosexual.
Hoje eu tenho duas saias no meu closet. Tá entregue. É verdade, eu já vi você. Eu fiquei de gracinha a primeira vez que tive que passar maquiagem. Pra uma gravação, assim, que foi… Que o pandão foi passar na sua cara. É, que vem esse cara lá. Ah, eu vou fazer maquiagem, não sei o que. Mas pra mim, você é uma tua charada. Quando você fala da questão, conforme você vai envelhecendo você vai criando uma resistência. Porque eu estava conversando com um grande amigo meu, o Claudio.
O Claudião. O Claude. Ah, o Claude. Um amigo meu francês. Porque eu tenho esse incômodo que é tipo, cara...
Tem esse produto, tem produto de mulherzinha desde sempre. E a gente não, assim, a gente fez vários problemas na indústria. Mas não o problema existia. Por que a gente tá incomodado com esse negócio? E aí ele falou um negócio que ele falou, ah, não. Porque são centenas de anos de construir isso nas mulheres. Então é mais fácil você desconstruir, porque a gente já tá colocado. Eu falei, porra, mas tá propondo então que a gente tem que ficar 100 anos oprimindo os homens pra gente chegar num ponto de comunicação mais neutro? A Bia tá a favor, mas... Só que aí eu acho que tem uma questão, Merigo, que é consequência.
Tipo, cara, você vai começar a sentir seu bumbum arder se você não passar bem sumidecido. Aí, conforme vocês vão vendo isso e abrindo essa perspectiva, vai ficando menos resistente às coisas, assim. Agora eu, agora falando de um amigo de verdade…
Eu que sou uma pessoa muito neurótica, obsessiva. Eu tenho um grande amigo meu, Henrique, que vira pra mim e fala sempre aquela cena do Mad Men que fala às vezes um cachimbo é só um cachimbo. E eu falo pra ele, eu não acredito nisso. Eu acho que nunca o cachimbo é só o cachimbo. Você tem que ver de onde veio o cachimbo, que madeira é essa aqui, sabe? Quem é que vai fumar esse cachimbo? Porque a minha questão é, sempre que a gente falava dessa coisa de masculinidade bobona, vamos dizer assim. Bobona, é. Esse é o grande ponto. Qual que eram os grandes exemplos?
O shampoo do Cristiano Ronaldo, que eu usei durante muitos anos, inclusive. Que é tipo o licenciado do Mickey. É, totalmente. Que agora é do Vinnie Jr. É, agora é do Vinnie Jr. Perfeito. E o Old Spice, com seus temperos. Verdade. Leador. Como é que era? Sei lá. Não sei, borracha queimada. Isso. A Láctea fez isso durante muito tempo, nos anos 2000. Mas eu acho que era uma outra… É isso que eu quero chegar.
Porque era bobão só. Tipo, nossa, gente, que coisa besta. Eu mesmo comprei o Old Spice uma vez. Porque eu falei, cara, eu quero me sentir um pouquinho mais alinhador. Eu falei, eu comprei o meu doce. O Terry Crews, né? É, isso. Ele gravou aqui, inclusive, não foi, Paim? Tava aqui, tava aqui. Pisou nessa sala. Terry Crews não gravou? O meu da minha pipoca.
Só que agora eu tô falando de produtos que falam assim Você vai lá e mata a sua esposa E se banha no sangue dela Você tá exagerando Não tô exagerando E não faço muito bem Eu acho que tem essa diferença As campanhas dos anos 2000 Principalmente vocês citaram aí a questão do metrosexual Que o David Beckham popularizou na época Personalizou
Boa. Tinha mais esse lance de… Ah, você vai usar esses produtos pra ser mais desejável, pegador… E as mulheres vão cair. Láxido e chocolate, que as mulheres queriam morder o carro. Lembra anos disso aí. Tinha esse lance, que eu acho que tava nesse limite do… Legal, divertido e tal. E agora tá num lance meio bobão, que…
que beira essa questão quase violenta, assim, tipo de... Ah, tu tem que ter caveira, engrenagem, sujo, carvão... Essa é a famosa economia da atenção. Vemos a economia da atenção. Old Spice, Axe, era a realidade de propaganda na televisão. Você tá vendo lá, tem o Terry Crews gritando, exagerando, e o slogan era maravilhoso. Como é que é o... É...
você vai ter o cheiro do homem que você sei lá, enfim. Seja você ou o outro país que você quer ver no mundo. As well as a man you want, sei lá. Man in the mirror. Mas agora, tipo assim, você tá no feed, você tá escrolando, você tem que parar, então você tem que chocar e chamar atenção. Mas conectando com o que o Ken falou de marca desafiante,
Eu já trabalhei com uma dessas marcas desafiantes.
Só que no depois, quando deu certa a campanha, ela virou praticamente líder de mercado. Só que eu e a galera da agência, a gente ficou, pô, legal, vamos usar de exemplo, não era o caso, mas tipo Axe. Axe era loucura. E assim, era misógico pra caramba, mas beleza, tempos mais simples. É a época do Oliveto, né? É. E aí, tão legal, Axe, cara, muito louco, não sei o que, mas você, não, não, tem que tomar cuidado, ué.
Assim, tem que tomar cuidado. Cadê a Axie que deixa aqui? Não, mas é que agora... Agora a gente não é mais... Agora tem como mente. A minha Axie lírica era tipo assim, cara, essa marca ia fechar, não tava vendendo nada, aí pegaram um cara que ia ser mandado embora também, botaram aqui, tá, vai lá, vai lá, fica nessa marquinha aqui. O cara revolucionou, deu super certo, virou o que virou, esse cara agora foi promovido e essa marca agora vende pra caramba. Então não pode ser usado, você tem que... Mas cara, era o que tava...
deu certo você ser loucão. Não, agora é careta. Então tem esse ciclo de você, de você, nossa, deu tão certo que eu tenho que vai, trair o movimento e virar essa marca careta, mas beleza, porque você já conquistou os fãs e tal, e a galera, porque também tem outra coisa que é principalmente de bem de consumo, que é, você tem a pessoa forma, a fidelidade ao produto até, sei lá, 18 anos, 24 anos de idade. Então você tem que fisgar a pessoa e fala, e fala, e fala,
O mais cedo possível que ela vai usar aquela tua marca até o fim da vida. Então aí é isso, é loucura. Jovem, não sei o quê, austário. E depois, cara, você faz o que você quiser que a pessoa vai continuar comprando. Vira careta. Tem outra marca também, você leu sobre ela, né, Bia? Sobre a Warpaint. Que era isso. E essa marca foi mais…
complicado ainda, porque a campanha as embalagens, tudo era muito reforçando esse código de maquiagem war paint pintura de guerra exatamente, e era bem agressivo você não gosta da sua olheira você se sente inseguro você quer cobrir e você precisa primeiro, o conceito de maquiagem para homens, né? você sabe, Juliette, o poder da maquiagem para um homem?
E para alguns homens também. E para pessoas transgérias. Mas o conceito de maquiagem para homem tem muito. Se você jogar no YouTube agora, abre uma outra aba. Vou esperar se abrir.
Enquanto isso, você que não vai abrir a aba, dá um like aí no vídeo. Meta de likes. Ah, tô no Spotify. Porra, dá uma abridinha no YouTube. YouTube, mas no Spotify também se dá. E comenta lá. Eu achei que vocês eram diferentes. É, eu achei que vocês fossem mais novos. Eu adorei minha promessa, ao contrário. Deve ter feito isso antes. Líder, líder. Você foi marca-te. É, exatamente. Só tem novo programa quando chegar a mil likes. Na câmera, o pessoal do O2 vai adorar.
eu tô meio perdido abre a aba do YouTube que é se você jogar maquiagem masculina no YouTube existem um milhão de tutoriais que são cara, maquiagem masculina pra você ir trabalhar e o pessoal não sacar que você tá de maquiagem
E assim, é a mesma coisa do que o que a gente chama de maquiagem natural. Que é, cara, você deixa o olhar mais acordado, porque você tira a olheira. Fica um pouco mais brilhante, dá uma corada e meio que é isso. Se quiser e tal. Mas não, essa história da maquiagem masculina. E aí, essa marca ser, né, do… Ah, eu tenho que estar pronto pra guerra. E passar um dois dedos de base da Mari Maria falando que é… Porque aí você não tá com a minha olheira, né? Você tá indo…
e aí essa é a parte que eu paro de brincar do negócio de vamos fazer 100 anos de opressão de homem, que é a parte que toca vocês do machismo que é muito horrorosa é mano, você tá achando sua olheira feia? passa o negócio
Tá tudo bem. Não precisa. Eu tenho dó, porque é uma rocambolesca, que enfim, no final das contas, você vai descambar lá o legendário e a puta que pariu. Você não entra em contato com o mínimo do básico, que é você olhar e falar, putz, eu queria fazer tal coisinha. Vou fazer. Que chega num ponto que você precisa desse tipo de violência na comunicação, e o capitalismo não é besta nem nada, e o publicitário também não, e ele vai lucrar em cima sim.
Não é uma coisa feita pra desfazer. É uma coisa feita pra você comprar. Então você tá inseguro e não gosta de usar... Não vai comprar a Boca Rosa? Então toma aqui uma solução. Toma aqui o negócio e tal. Não é um... Não existe um movimento. E eu nem sei se isso cura alguma coisa. Dentro de homens que talvez passem a usar maquiagem. E passem a pensar em outros produtos. Mas é um pouco de dozinho de vocês também. Mas nessa de... A publicidade, o capitalismo...
Uma das ferramentas para vender a insegurança que você acabou de falar. A principal, talvez. Me lembra uma história que é assim. Eu passei a vida inteira vendo a famosa foto da mulher, linda, produzida, maquiada, bem vestida, não sei o que lá, namorando, casada com um cara.
barrigudinho, não sei o que. E careca também. Careca, feio. E assim, olha só a pressão estética em cima das mulheres. As mulheres são imprimidas porque elas têm uma pressão para serem lindas, impecáveis. E o homem pode ser o bagulho que for.
que tá tudo bem. E aí passam os anos e esse jogo muda. Agora os homens também têm pressão. Em vez de ser, cara, as mulheres não precisam ter pressão, o homem faz não sei o que, depilação, harmonização parcial. Todo mundo vai ser pressionado. Ninguém vai ficar feliz.
E eu falei assim, caraca. O capitalismo olhou e falou assim, gente, tem outra metade. Eu não acredito que eu tô colhendo essa grana, né? É isso, vou vender maquiagem pra homem, vou vender do CQ pra homem, harmonização fácil pra homem, depilação, sobrancelhos, etc. Caraca, bicho.
Deu mais errado ainda do que já tava. Mas enfim. O que, assim, de novo, eu não gosto de... A Bia falou esse negócio de ser... Quando o negócio funciona é porque você tem uma trava cultural que é até meio triste, né? No fim das contas. Então...
pra gente não ser moralista, eu acho que quando você vai vender um produto de cuidado masculino com uma cara masculina, eu acho ok, assim, sei lá, tem as embalagens que são... parecem coisas antigas, ou você tem um negócio que ele é mais neutro, né? Não é, não é um crime. É isso. Eu não acho muito a mulher vai comprar e gostar também. Exato. O negócio tem o saborzinho de menta. É legal. Não, eu acho que é o...
Pinheirinho, né? Que você adora. Isso, isso. Eu concordo com o... É tipo a água-voz. Voz. O jeito que a água-voz se diferencia...
Me conta como essa água você que já experimentou. Ela tem sabor de água. Nenhum. Toda água depende do inodoro. Como toda água. Tá escrito bem pequenininho. Indolor. Inodoro e inodoro e inodoro e inodoro e inodoro e inodoro. Pra mais informações sobre ciência, deixa um like aqui e vai ver o naruhodô depois. E é uma garrafa linda. O jeito que ela se diferencia, a água fígia. A água fígia vem das ilhas fígias. A água fossa da geleia. Já vem com uma quebrada de carbono.
Já fez.
Então assim, é o diferencial dela. A Liquid Death é radical, o diferencial dela. Então assim, eu concordo com vocês aqui. Mas o benefício é o mesmo, é água. É água, e você precisa. E aí tem também um outro negócio que é de que tudo hoje em dia e também a culpa é muito da Apple, tudo precisa virar produto de luz. Lá vem você. É tudo a culpa da Apple. É, tudo a culpa da Apple.
Como é que eu vou cobrar mais caro por produto... Por uma coisa commodity. Tipo, é isso. Água. A experiência de luxo. É, entendeu? Você está sendo visto com a Liquid Death, com a marca não sei o quê. Com a garrafinha da voz, mesmo que tenha reabastecido na torneira. É isso. Então você...
você poder cobrar mais caro por um produto na hora que você diz, não, isso aqui é um produto de luxo tem um diferencial então isso também me irrita e tal a gente tá comprando identidade o tempo todo é pra isso que mas aí tem coisas e coisas como você falou, fazer um negocinho mais vintage isso tem mais
partindo do pressuposto que meninos vestem azul, meninas vestem rosa é uma coisa muito comum que a gente tem o tempo inteiro beijo da Maris que horror, nem brinca com essas coisas e aí tem essa coisa masculino, vintage como que é aquela série lá o Peaky Blinders compra e compra o shampoo, ganha uma boina
Eu só fico um pouco impressionada quando vai pra um lado muito extremo. Porque, principalmente falando agora, a gente tá vivendo um contexto um pouco complicado. É isso. E aí, é difícil as pessoas entenderem que os produtos não existem num vácuo cultural, né? Eles estão juntos. Então existe a captação desse público, como a gente tava falando aqui.
Não entendeu que é uma piada? E na verdade gostou muito, achou legal e vai colar nessa mensagem. Você levantou um negócio muito importante, que é a comunicação no contexto. O contexto acaba desvirtuando, às vezes, a ideia original. Aliás, eu queria fazer uma pergunta nada a ver com o assunto. Mas que tenha a ver. Qual o síndrome? Tem um Axe que não teve no Brasil.
mas que lá fora teve um mercado acho que UK, Reino Unido porque eu sei que eles ganharam um case, ganharam um Grand Prix lá do prêmio de planejamento que foi o AxiClick que era que a comunicação era um cara com aquele contador
Eu lembro desse comercial. E cada mina que ele pegava, ele usava o Axie, pegava um mini clique. Eu fiquei pensando, caraca mano, esse bagulho aqui... Eu acho que teve uma versão limitada no Brasil. Ah é? Aham, porque eu lembro desse comercial muito. Inclusive eles começaram a sortear os clickers. A Bia tava com a mulher física ali. Sim, eu queria muito ganhar um clique. Eu tava pensando assim, cara, aquilo não teria a menor chance de ser aprovada hoje.
É nojento, isso é nojento. A Axie fez aqui também o negócio das anjas caírem. Que o não salvo... Das anjas caídas, né? Que o não salvo fez elas caírem em Pintópolis. Ah, caraca! Lembra disso? O começo da internet é realmente... O durante também tá sendo bem longo. Vamos ver se lá na ponta acontece alguma coisa. E aí é engraçado, porque eu uso Axie.
Tá. E aí eu uso uma… Estou deixando bem claro aqui pra margar. Eu uso realmente essa. E aí eu uso um sabor que é o sabor… Eu não sei como é que chama sabor tempero. Marini. Fragrance. Fragrance. Eu gosto de falar tempero. Tempero. Marini. E aí os nomes agora é tudo isso. Sabe? Ele é meio… Marini, wind. Mambu.
Porque aí se você chama o executivo da Axe aqui na mesa, vai falar, porra, eu tinha mó acesso de marca, eu tinha lá o chocolate, eu tinha lá o clique, vocês tiraram isso de mim, agora eu vou, como é que eu vou diferenciar por mim? Ah, é verdade. Que aí as marcas, que a gente já falou sobre isso, as marcas virando do mal, porque nossa, é impossível também. Virando do mal.
E aí fica nessa, né? Tipo, tá dando a volta no cabo da boa esperança e no cabo da boa esperança de novo, assim. Que é tipo, cara, eu não consigo me diferenciar porque tudo vocês criticam. Então já que vocês vão criticar de qualquer jeito, eu vou enfiar o pé na jaca, assim. Vou começar a falar violência. E o sol vai derreter, você vai se banhar nas águas do sangue. Aliás, falando sobre a indignação da Bia, eu não sei se é verdade, mas eu já li que Axie abandonou essa linha de comunicação. Axie, se você patrocina o podcast, a gente deleta o episódio.
Porque rolou na Unilever um mal-estar com pessoas que estavam começando a criticar uma mesma empresa ter uma marca Dove, falando sobre a beleza, a mulher de verdade de verdadeira beleza se aceite todo mundo é bonito e Axie Aperto Aperto
meio que pregando o inverso a objetificação essas duas pessoas vão se encontrar as duas pessoas trabalham no mesmo prédio eles deram uma suavizada continua sendo uma pegada de conquista, de atração de confiança mas não é mais esse lance de clique, de somar quantas mulheres você
eles continuam um pouco nesse lance mas só com uma comunicação menos perceptível fica mais forte Old Spice também Old Spice teve uma campanha muito boa que era das mães chorando que os filhos saíam de casa teve até uma musiquinha, chiclete e tal e que também era uma pegada dessa meio esquisito as mães bizarras derretendo no sofá e tal Obrigado
Eles lançaram uma versão nova Que é uma parada de um clipe Que eu esqueci agora o nome Que é meio A mesma pegadinha, mas Um pouco mais suavizada Entendendo que é o homem É a versão depois do pré-teste
É, um pouco depois. Então, eu acho que tem um jeito de você conseguir comunicar com homens, né? Sem botar nada de boba. Eu acho que essa pauta é isso. Tipo, como é que faz essa beleza? A gente já viu que tem o bobo, que tem o perigoso, que tem o ruim. Como é que faz, então, o feio? Como que é? O good, o ugly. The good, the bad. The bad. The bad. Imagina o que vocês deram. Eu acho que Gillette tentou fazer um negócio, mas virou meio lacração, assim, não é? Tipo...
Quem faz campanha legal que eu vejo é o de Dove, que é Man Care, na Argentina. Eles brincam com... Eles são agora com campanhas de Copa do Mundo. Então... Que lá é Tico, cuidado. As campanhas Copa do Mundo lá da Argentina. É, que é brincando com sensibilidade, com precisar tirar barba, com precisar se cuidar, que é engraçado, que é um bom humor, que não ofende ninguém. Aliás, eu recebi falando em Copa do Mundo, fugindo da pauta,
fazendo o merinho mais gostoso eu recebi uma campanha acho que é de uma cerveja da Argentina que são os caras pedindo pra Argentina não ganhar a Copa eu queria subscrever nessa campanha
Os caras pedindo pra não ganhar a Copa porque eles querem continuar tendo vontade de ganhar mais Copas e a gente não pode ganhar todas as Copas. Senão vai ficar sem graça. Nossa, eles são muito diferentes da gente, né? Que coisa. E a gente fazendo campanha de... Vamos lá, gente, acredita! Mas vocês passaram o pano agora pra... Ah, o contexto, de repente, a marca, coitada, ela...
A marca coitada. Ela sofre. E tem marcas que, enfim, por exemplo, vou dar nomes aqui, que eu nem sei o nome, mas tem mais de um, mas tem um restaurante específico ali em Pinheiros, que é tipo assim, você entra, eu já fui lá. Tipo, tava gravando um podcast, decimos, ah, vamos comer aqui, vamos comer aqui. Olá, bem-vindos ao nosso restaurante.
Vocês conhecem a casa? Não, não conheço. Aí é o seguinte, o ponto da carne é o que a gente decide. Ah, já vi esse lance. Você não pode escolher o ponto da carne. Você não pode ser o quê? Aí você começa a olhar, tem a placa assim. Não tem senha do Wi-Fi. Criança não pode entrar, não sei o quê. É, não coma. Talher é coisa de idiota. Eu fui numa hamburgueria agora, na Vila Madalena. Man's Burger. Já entra assim, tipo, aceitamos pagamento em criptomoeda. Eu falei... Ih, pronto.
Bem-vindo ao Salvador. Gente, a carne não sei o que, aqui é brutalidade. E normalmente, não sei porquê. Você sabe o que é isso, né? Fetiche de humilhação. É um negócio bastante antigo. Fetiche de humilhação. É, a carne atrai esse tipo de... Não, carne tem que ser, não sei o que, não sei o que lá. E assim...
É de propósito, não. Eu vou em um lugar com atitude porque carne não sei o quê. Mas você não acha que nem o barbeiro, né? Eu não tô muito. Então, quem já estuda bastante o tema, você pode me corrigir se eu falar bobagem, que é...
Esses lugares de barbearia, né? Que agora tudo é viking, né? Pra homem tem que ser assim, dar cerveja, viking. Porque pra você ir lá… E aquela machazenzinha que ninguém quer de fazer. Massagenzinha. Mas de não é macho. É, de Bruna Brotherad. Que não é um, que aliás, delicioso, né? Foi a primeira vez que eu fiz isso. Um beba!
Polícia, brother, já manda delícia. Na crise da masculinidade, não é uma permissão para os homens poderem se encontrar. Tudo bem que eles camam, às vezes, por legendários, mas pode ter a barbearia da esquina, não é? Que você vai encontrar com outros homens, jogar sinuca enquanto você corta o cabelo. Eu só queria cortar o cabelo, gente, mas acontece isso. Eu me vejo num campeonato sinuca com você, o cabelo meio cortado.
Eu queria cortar cabelo, eu queria um pouco de resenha também. Eu gosto de sentar, trocar uma ideia, eu pego a cerveja, e falo, e aí, tá, não sei o que, não. Aqui eu tomo... Não tem um pouco isso? Você que manja aqui. Você que entende da antropologia do macho.
O problema é que geralmente esses lugares, eles incentivam um tipo de comportamento, né? E eles meio que acabam influenciando, né? Sim, a infantilização masculina. É, e o que é bem-vindo, sabe? Que tipo de comportamento é bem-vindo aqui, sabe? Eu já fui numa barbearia e que os caras começaram a me insistir, assim, pra eu pedir uma cerveja. Eu falei assim, eu não quero, gente. Eu não quero, só vou cortar.
Não tem uma liquid water aí? É, não é liquidez, não. É como se eles estivessem querendo me forçar a ter a experiência que eles querem que eu tenha. Em perto de casa, eu passo lá numa que é vikingaria. Sei lá. Tem, tem na Lorena, aqui em São Paulo, tem uma que é de marinheiro. Que caiu, pra você que gosta de marinheiro. Mas isso acontece em ambientes… Você tem, Diego? Tem um pouco de comportamento de seita também, né? Você vai ter que entrar no esquema aqui.
Isso pra lugares que são de experiência feminina. Experiência feminina. Tem isso também, que é lojas mais chururubas. Você entra pra comprar alguma coisa e eu falo, você quer um espumante? Você quer alguma coisa? E quase afirmando, você quer um espumante, né? Você quer um espumante. Essa história de passar um tempo dentro daquela loja. Ah, sim. Custa 3 mil reais o corte de cabelo. Hoje, antes de vir pra cá, eu precisava repor o meu hidratante corporal, que acabou.
E aí, hidratante corporal Esse é velho Eu não uso o serum Minha pele não precisa Eu produzo Eu usava reparador de barreira Que eu dei dica aqui no Mas aí, eu acho que eu Mudei pra outro hidratante da mesma marca Que faz Enfim, fui comprar esse hidratante De novo, passei na frente de uma marca conhecida Que eu não vou falar, porque eu vou meio que Xoxar agora o negócio Rádio
E aí eu falei, escuta esse cheirinho aqui de gengibre com amora. Posso experimentar? Posso sentir? Pode. Aí senti e tal. Pra tirar uma pazinha, tipo na serveteria, né? Não, que gostoso. É rico o sabor. Ela passou aqui, eu senti, não achei o cheiro do tanto, essas coisas. Eu falei, beleza, então. Muito obrigada, viu? Aí ela falou, não, mas você não quer sentir outros cheiros? Você pode sentar aqui. E aí uma água, um café, um negócio.
E você se afastando assim, né? E aí eu fiquei assim, não, não, eu só queria ver esse mesmo. Não, é porque aqui a gente tem o spa marca tal, que aí você pode fazer, a gente pode cuidar de você pra você entender mais esse processo do cuidado do dia a dia. Mil reais. E assim, eu tenho que gravar. Eu quero ir embora!
Então tem essa... O ritual feminino imaginado na cabeça dessas pessoas também existe. Mas acho que é essa retenção que o Iago falou da seita, de passe tempo aqui, até você ficar com vergonha o suficiente de sair sem o produto. A estratégia do constrangimento. Toma uma cerveja, senta aí. Porque na hora que eu falar que a sua barba talvez precise de uma hidratação você fica meio... Ah, então faz. Falta candomblé na vida das pessoas.
Pra mim, a história, de novo, é justificar por que o corte de cabelo é 100 reais. Sim. Porque é uma experiência. Se fosse 100 reais, tava bom pra caralho. Se fosse. Até porque oferecer a experiência é grátis, né? Você pega lá a toalhinha, bota o bagulhinho, a experiência é aquilo ali. Teve esse papo lá em casa, acho que ontem, assim.
Minha filha falou assim, o cara vendia comida na praia. Ele falou que ele tinha dificuldade de vender a paçoquita por 5 reais, mas vender um brownie por 20, ele vendia muito mais. Porque a paçoquita, você fala, ah, eu sei que a paçoquita ali, na esquina, custa 1, e você tá me vendendo por 5. O brownie, ele existe isoladamente.
Você fez a sua casa. Então é isso. É você transformar até a comida que você compra na praia. Não, isso aqui é um produto de luxo. Valor percebido. Visitei esse lugar maravilhoso chamado A Praia recentemente. E é isso. Todo mundo já recalou como se fosse um inimigo. Eu sou universitário. Eu tô juntando dinheiro. Porra, gente, para de vender brigadeiro pra casar. Eu não...
que você vai se casar. É isso. Beijo ali no Brancas. Não é biscoito grogo. Não, esse biscoito aqui, tudo precisa ter uma história, um storytelling. Eu vou direto. Eu estava palestrando agora em Gramado. O cara perguntou, um ouvinte, inclusive, perguntou, às vezes tem storytelling demais. É isso? Tudo precisa ter... Não, tudo. Tudo é antigo. Cancelar a dileta, né? Cancelar a dileta, sim. Não, a dileta foi processada.
Não foi? Até aí, o João Vicente também. Virou a Bat-Delata. É, não existe mais, mas até onde eu lembro... É verdade, gente. É, aqui a gente espalha fake news e verdadeira. Pelo que eu sei, ela foi, de alguma forma, responsabilizada por essa história de ficar contando histórias que não existem. É, mesmo, uma historinha. Mas isso aí pega, não sobra uma máquina. Mas isso que você tá falando... Não, é que teve algum... Olha, se a gente fosse um podcast sério, eu até poderia pesquisar, mas como não? Apurar.
Mas isso que você tá falando, tem uma coisa que a Bia perguntou, né? Se a gente tem dificuldade de entrar, de comprar as coisas e tal, não sei o quê. E eu tenho uma coisa de querer ser um pouquinho machão, assim.
Um pouquinho machão, é isso que eu quero ser. Ora, ora. É, é isso. Só que na minha cabeça, na minha construção de masculinidade, do que eu tenho de referência, o machão, ele é simples. Então ele não vai tomar a cerveja trumbática. Eu tomo Skol. Eu tomo, sabe, eu vou comprar uma camisa barata. Skol e a de Figueiredo. Exato, eu vou comprar cueca do Braz. Tipo, entendeu? Não tem essa coisa de produtificação e tal. Mas também não é uma masculinidade performática? Não, é totalmente performática. Mas tô falando que a minha performance é barata. Entendeu?
A questão é que pra mim eu tenho dificuldade de entender porque as pessoas querem tanta diversificação. É um estroxa. É um estroxa. É a forma, isso tudo é, eu não ligo pra isso. Mas estão comprando cada vez mais caro por isso aí. O banquinho da praia, o copinho. No meu caso, pegam muito pelo excesso. Então como eu tomo, eu aguento, então eu tenho que tomar várias. Tem essa coisa também. Não, e outro dia eu falei, ah, cara, eu tô precisando de uma camiseta. Cara, a camiseta básica, eu vou ali na Ering e compro...
Porra, a camiseta básica é da época. Você não acha? Eu só quero passar na Globo. Eu quero passar na Globo e pegar uma ponta de stock. Não tem mais. Não tem uma loja que é básica? Só tem a camiseta branca. A Cotton On tem uma coisa de tudo básico. Eu não tenho nenhuma que só tem a camiseta branca. Eu quero uma que só tem a camiseta. Um sonho meu é nos créditos, quando subirem os créditos do Brain Cash, ter assim Cris Dias vest.
A BK8 também, ela já… Acervo. Acervo. Acervo A2. A Aidename tocou as camisetas boas, acabou. Virou dica agora, né? É. Eu queria só antes da gente ir para a boa. Antes de ir para a boa, o Conar descobriu em 2014 que a Diletto estava de papinho.
E aí determinou que a marca teria que deixar claro em todo o seu material publicitário que a história do Nono Vitório era mentira. É, Nono Vitório, exato. Foi um pito. Uma outra marca também. Muito grande, né, essa história aí.
Você tá falando… Eu não sei. Que faz panetone. É do Ben? É do Ben, não é? Ah, essa. Isso. Que existe também, né. E eles soltam aquele cheirinho também na Ronda Magia, né. Fizemos um brinquedo sobre isso. Mas não tem fábrica lá, não tem nada. Não tem forno. Aí depois chamaram a coitada da Juliette e ela se lascou.
A do Ben também não rolou um lance desse. O mesmo sacudacutralhe. O Conar forçou eles a admitirem que são do mal. Eu lembrei, vocês falaram desse bagulho de cortar cabelo, eu lembro de uma vez que eu quis entrar e entrei. Mas não antes de pedir pra Ju ir comigo, porque eu estava com vergonha.
De um desses cabeleireiros de shopping aí Que promete mundos e fundos Porque eu queria cuidar Do meu cabelo De uma maneira que eu nunca fiz Porque meu cabelo tava Deixa crescer um pouco e tal Aí vem, senta lá, cheirinho Decoração maravilhosa Tudo branco, parcelas da ECO
Não, era ao contrário Tudo natural e orgânico Outra proposta Aí vem a mulher, senta, bate a mão no seu cabelo e pensa E anota Tem visagista Aí ela sai Demora um tempo Ela volta com um papel Põe na minha frente, na mesa Como se fosse um orçamento Sim
Aí eu abri aquilo, eu falei, cara, não é possível. Você dobrou e falou, moça, é cabelo e barco. E aí aconteceu um negócio do constrangimento, que era um pacote completo de tratamento, que eu teria que continuar voltando lá por vários dias. Naquele dia eu ia ter que gastar 3 mil reais. Tratamento. Tratamento. E eu tinha que voltar toda semana. Tem que fazer plano de saúde com o cabelo? Tem que fazer plano de saúde com o cabelo?
Eu acabei pagando uns 300 reais num corte de cabelo só pra não sair, porque é isso, é constrangimento. E esse de 3 mil ela nunca vai vender, né? Porque não era o plano desde esse. Exatamente. Só pra você não levantar da cadeira e ir embora. Porque depois de tudo que ela passou... Não achar que eu sou pobre se eu levantar aqui... Porque o certo seria falar, não, jamais. Se eu sou um professor... Se eu sair na gargalhada e falar... Isso, é stongue. É, seria... Segue feliz. Segue brincadeira.
Porque uma das brigas recentemente da internet foi de uma influenciadora malévola que foi ao cabeleireiro fazer cabelo. Esfaqueou. Muito bom história. Ah, teve isso. Ele falou assim, tá beleza, o orçamento ficou... Era fazer o cabelo, mudar o fundo do cabelo. Enfim, 3 mil reais pra fazer. Beleza, beleza, eu sou rica, eu vou pagar. Foi. Quando acabou o procedimento completo, beleza, dona malévola, vai ficar 6 mil e bloco. Dona malévola. Vai ter que pagar o quê?
6 mil e blau reais. E aí a história foi que ela pagou, que ela gostou. O cabelo dela, de fato, ficou muito bonito. Mas não combinamos 6 mil reais. Que história é essa de 6 mil reais? Porque é muito comum. Eu já vivi isso num cabeleireiro bem descoladinho, inclusive. Que é, você vai lá fazer um negócio, combina. E aí ela vai passar o tratamento Plex. Aí ela vai passar o negócio. Aí ela vai passar só um olhinho.
é porque assim, como descoloriu vai precisar fazer, é isso você chega no caixa então fique feliz, tá, com o seu papelinho de orçamento lembrando de uma cidade do exterior da América Latina cartão corporativo, ah, vamos lá naquele restaurante famoso aqui, vamos lá
E aí, a mesa tentando segurar a gargalhada, que era assim, não, esse restaurante, ele é no formato de uma caixa de feira que remete... Meu Deus! ...mãe terra. Aí bota um diapasão na mesa, que a gente... Eu não ia. Eu não ia. Eu não ia. Eu não ia. Eu não ia de tapioca. Eu só queria comer um cevinho.
A era tá botando um diapasão na meia. Isso, é experiência, entendeu? Nossa, experiência e tal. Dito isso, a era instagramável é assim, não. Legal, olha o diapasão, enfim. Agora, se eu sou um professor da ESPM, o que um dia serei? Alô, ESPM?
É ESPN É ESPN É com I, hein? É português Ah, não pode inglesar? Tudo é buzzword menos a faculdade de buzzword É difícil Ficou mais difícil agora que critiquei Ser professor da instituição Se não tem que chamar FAP de FAPE FAPE Mas eu pegaria esse programa e daria na aula de teoria da comunicação 1 Porque o que a gente fez aqui é básico da publicidade
Que é, toda vez que puder vender e ganhar mais dinheiro, faça. Não, eu queria... É a conclusão de hoje. Pra você, marqueteiro, sim. Pra você que tá fazendo faculdade por causa do Braincast. Eu acho que o que fica desse episódio é...
Legal, podemos ter produtos... Fica nesse episódio, a culpa é do capitalismo. Mas meninos, você pode consumir produtos para homens, mas fique esperto, né? Não seja feito de otário. Não seja troncha. E quando possível, consuma produtos. É, isso. Não é o cereal do homem com proteína e creatina.
Comeu por cereal, gente? Come cereal, normal. Gente, essa história da proteína e creatina é uma outra pauta que eu já levantei. Que é o jeito que a internet tá levando, o jeito que a gente come. Porque eu tô pra semana que vem comprar já. Eu já pedi, vai chegar na minha casa. Então se for pra cancelar, cancelar agora. Muito bem. Qual é boa?
E aí
Começa aí, Cris. Você que é o... Pô, você sempre traz... Eu fiquei pensando hoje de quais as boas que você mudou o mercado editorial. Eu lembrei... Mas o Valharari foi cancelado, né? Tem. E o Valharari... Tá cancelado? Ah, ele... Sei lá. Ah, hoje em dia pega super mal gostado. Ah, não. É porque ficou demodê. A galera acha que é super basiquinho. Não, é porque acham que ele não é decolonial o suficiente. Existem críticas...
No dia que eu Despertar de tudo aqui E aí vieram depois me falar Que bom que você destruiu o Valharari Nossa, mas não era isso que eu tava vendo É um livro escrito para destruir o Valharari Gosto dos dois livros Eu vou dar então duas Dois colégios a boas Previsivos
Que são... Televisivos? É, que são biografias de grandes figuras criativas que eu admiro. Primeiro é a série, não, é um filme, no Prime Video, chamado Man on the Run, que é do Paul McCartney. É... A série, A série,
Men on the Run é o nome de um livro do Tom Wolfe, lançado, sei lá, 10, 15 anos atrás, que conta a história do Paul McCartney, começa o livro com os Beatles acabando e termina 10 anos depois, ele se reencontrando.
Sim, eu li esse livro. Esse filme se chama Man on the Run. Começa com o Paul McCartney dos Beatles, termina 10 anos depois, mas aparentemente não tem a menor relação com o Tom O. Fica aí a questão. Manda DM explicando qual a diferença. Mas imagine você, Carlos Merigo. Imagino. Você tem 27 anos.
E você sai, você pede demissão da maior banda de rock and roll da história, do maior fenômeno pop da história. Não vai dar certo isso aí. Como fica a cabeça do palhaço? Desgraçada. E começa daí a série.
Então, a vida do Paul McCartney, ele tentando se reencontrar. E o plus a mais é que o jeito como o filme é montado, editado... Como é que é um documentário normalmente? Como, por exemplo, o segundo documentário que eu vou citar, já dando spoiler, que é o do Martin Scorsese. O de Martin Scorsese falando, ah, e aí? Eu tava lá. Conheceu o Robbins De Niro. Aí corta pro Robbins De Niro. Esse final é muito bom no primeiro episódio, né?
Já conheci um carinha, aí corta a cena. O Robert De Niro show rindo assim pra câmera e acaba o episódio. O Man on the Run não tem cabeças falantes. São só fotos, vídeos.
E áudios de arquivo editados. Às vezes tem um motionzinho, tipo aquela recortada na foto. Não tem locução, não tem off. É tipo fitas e vídeos montados, muito bem montados. Dessa jornada do Paul McCartney.
Enfim, foda. Veja Man on the Run do Prime Video. O segundo é em português, como é que é o incrível Senhor Scorsese. É Mr. Scorsese em inglês da Apple. Tem um nome em português, né? Genial, né? Então na Apple escreve Scorsese. É isso aí. É um documentário em cinco episódios de mais ou menos uma hora cada um.
Que é a biografia do Martin Scorsese. E, cara, é o Martin Scorsese, né? É isso, fim. Eu fiquei… Sabe o Benjamin? Eu instalei o MDB no celular dele, porque ele tava… Querendo ficar pequeno, já vi esse cara em algum lugar e tal. Tem explicativo aqui. Quantos anos tem essa criança?
vai fazer 14. E você deu IMDB pra ele? IMDB. Porque ele fica perguntando, esse aqui é o banco de dados dos filmes. Aclarece não, viu? Aí ele entrou na lista lá do top 250 filmes do IMDB. Aí ele foi fazendo comigo uma chamada oral, pra saber se eu já tinha visto. Aí ele falou, esse filme, esse filme. Eu falei, esse filme é do Scorsese, tal, não sei o quê.
Esse filme é do Scorsese. Esse filme é do Scorsese. Quem é esse cara? Tudo ele fez? Tudo ele fez. E Oscar, que é bom? Você vê os conterrâneos dele, que inclusive aparecem no documentário. Sei lá, o Coppola, George Lucas, Steven Spielberg.
O Spielberg até que fez bastante filme, mas o Scorsese, ele não só fez, ele lançou um filme tal, incrível, no ano seguinte ele já estava fazendo outro. Ele está fazendo filme até hoje, 70 e tantos anos e tal. Não, então, quase 80. O cara não para uma máquina de criatividade ao mesmo tempo que mostra as cagadas dele, as inseguranças, as coisas que ele fez na vida.
Um cara genial, mas um cara com... Que, acima de tudo, precisou se provar pra si mesmo, né? Tipo, o cara... Ele não era ninguém. Era o cara da quebrada, entre aspas, de Nova York, né? Dos italianos lá.
E aí, no final do primeiro episódio, me indicaram um cara chamado Bob, Bob do Chapéu. E aí é o Alex Lenin. Ele fez o filme inicial dele lá, baseado na vida dele, da MAF e tal, que foi um sucesso independente ali na cena, no circuitinho. Isso, aí ele foi fazer um filme que ele foi contratado, né? E aí viram aquele... E aí
Você tá fazendo, você tá traindo movimento e tal. E foi nessa parte que ele... Que é o John Cassavetes, né? Que chega... Larga isso. Enfim, toda a relação dele com o Leonardo DiCaprio. Enfim, baita documentário. Muito bem feito também. Aquele episódio dele naquela série The Studio lá. Sensacional, né, cara?
Muito bom, e inclusive desse estúdio já deve ter dado a escolha boa. Então gravando a segunda temporada, né? Hoje é Vicenas. Colégios Amoros. Muito bem. Iago, tem aí? Ah, peraí, falta... A gente falou antes de começar a gravar aqui.
que é o qual é a boa mais importante, que é o IA em curso. Exatamente. Aliás, Cris Dias vai provar pra gente que o infoproduto é o futuro, né? Vem aí. O ano do infoproduto no Brasil. Deixa eu fazer um preâmbulo. Ficando bilionário com o infoproduto. Pra explicar onde eu vou chegar. Tá lá. Uma das coisas que eu e a Ana Freitas fizemos no IA em curso foi uma experiência, não. Foi um workshop presencial para ninguém imaginário menos que Cris Barsi e Gilba Lauro.
ensinando elas as manhas da inteligência. Ah, não, foi você ocupado, eu lembro. A Ju, se um dia cair a internet, invadir o REC, e acabar com a rede global, foi ela. Foi ela, o Mythos, ela e o Mythos. Isso, isso, isso. E aí a gente falou assim, tá, agora vocês vão fazer um aplicativo.
E aí Juliana pensou e falou assim, eu vou fazer um aplicativo pra controlar o tempo de tela. Cara, você não pode contar isso pra lá em casa de jeito nenhum. Pois já tá um amigo, eles ficaram pé da vida, cara. Mas chegou em casa com essa ideia de criar um app pra controlar. E aí ela criou, uma das coisas que ela pediu pra fazer foi o quê? Incentivar a rivalidade entre irmãos.
Então tem um ranking, tipo, né? Duolingo. E o que eu vou fazer aqui agora? Construindo pontos. Eu vou fazer a mesma coisa com o casal. Porque esta semana que estamos gravando foi ao ar um mamilos, onde eu e a Ana Frentas estamos falando de inteligência artificial e lá demos um cupom.
de 20% de desconto pro IA em curso. E aqui, darei agora um cupom também. Se você der like. Meta de like. Mil likes. O cupom em homenagem a esse programa é Caveira. Caveira. Bote o cupom Caveira. Não é Caveira 20, é Caveira. Caveira. Caveira, lembrando.
C-A-V-E-I-R-A É um ditongo Eu fui nos três elementos e falei assim Você vai escolher o Carlos José, você vai escolher o cupom Ele falou, então o cupom é você Aí o Emílio disse, cara, que pior
Mas o que é Caveira? Caveira. Também 20% de desconto em Ia em curso. E aí vamos fazer o quê? A revelidade. Nação Mamilos, Nação Braincast. Descobri quem é assim. Vem quem usa mais. Aparece direto, mostra. Qual é o site? Ia em curso. Ia em curso. Aqui, ó. Bota aqui embaixo. Ia em curso.com.br E cupom caveira. Caveira. Braincast tem que ganhar. Vamos ver. A vida não é uma competição. Não é. Mas se fosse.
Se fosse, a gente ganharia. Muito bem. Muito obrigado. Diego Vinícius, você. Primeiro, eu também queria referendar, porque eu fui uma cria de...
Formação de água na Freitas. Você foi? Ia. Ia. E aí, realmente, minha vida é outra. Comecei a pegar muito mais gente que não clique lá do Axis. Cara, eu tenho… Como eu falei aqui, eu sou obsessivo. Tenho muitas obsessões na minha vida. E uma obsessão que eu tenho é que as pessoas… Quando eu venho aqui falar coisas de negros…
vem alguém e de forma legítima fala, cara, é difícil de eu, sei lá, ouvir o projeto Terino até o final. Tá. É difícil de eu... Por quê? Uai. É difícil, sei lá. Um amigo meu virou e falou assim, nossa, eu cheguei, eu fui no terreiro ver uma festa de candomblé e eu fiquei com medo do Atabac.
Por quê? Porque o racismo, ele é grande, né? Ele existe, é uma coisa introjetada na vida das pessoas. E a gente é ensinado mesmo a odiar tudo que é do negro, a ter preguiça, achar que é tudo igual. Vida de negro, a gente já sabe como é que é. Porque mais ou menos estava no Vale da Record e tal, não sei o quê. Mas, boa parte da nossa audiência é interessada em games, construção de mundos, Sin City, os caralhos. Games, carne e motos. Civilizações antigas, Império Romano. Império Romano. Então, eu quero que vocês pensem nessa chave.
Com uma coisa que quando eu vi, eu falei, bom, eu vou ter que consumir isso. E vou ter que indicar no brinquedo, vou ter que dar de coabou de partida. Senão eu vou perder uma carteirinha de negro. Tá bom. Ih, porque eu já sabia que ia ser uma coisa... Ah, meu filho. Sindicato é pesado. A galera na jugular aqui. Carteirinha. Só que aí, eu fui, de fato, consumir esse produto. E eis que, como só ia acontecer com negros, me surpreendi muito além do que ele tava planejando gostar.
Que é o podcast Vida Palmarina. Que saiu pela Central 3 Podcasts. Uma produção com a Janga. Um Beijo pra Central 3. Que voltou agora com Fronteiras Invisíveis do Futebol também. Fica aí um coé boco lateral. Idealizado pela Tatiana Nascimento. E cara...
É muito legal, assim, porque explora, de fato, Palmares como uma proto-civilização paralela que aconteceu no Brasil. Sabe? Que a gente aprende na escola, vê canudos como aquela coisa maravilhosa, e Antônio Conselheiro, Deus e tal, não sei o que lá. Não é nada disso nesse caso. É, de fato, cara, como era o dia a dia, como é que era a vida, como é que a galera se organizou, como é que a galera fazia pra ter negociações com o Brasil, porque ele continuou acontecendo no solo brasileiro durante um século.
Como é que você não tomba isso durante esse tempo? Quem morava lá, quer dizer, não é só um… Como se fosse um filo genético da biologia específico ali. Então, pessoas brancas moravam lá. Como é que isso acontecia? Como é que se era a organização? Não é só o zumbi. Quem é Dandara, essa figura mítica? Por que se fala de pessoas que a gente não tem comprovação e tal? E aí, tem uma coisa muito bacana. Que é o podcast que a gente sempre falava, né?
nas vendas, nos pitches de venda do B9,
Que é o podcast, ele tem uma coisa que o ouvido é o órgão mais delicado do corpo. E aí, o podcast é você entrar… Ao contrário de mim, que fica estrelando que nem um babaca aqui no microfone. Que isso? É você entrar no ouvido das pessoas com muita delicadeza. Porque não sei o quê. E aí, tem aquela coisa da construção do som. Do passarinho que tinha. Do farfalhar da folha que tem lá. E falar do cheiro, do sabor das coisas. É, de fato, uma experiência muito imersiva. E que dá pra você entender um pouco.
De muita coisa, da forma que a gente pensa, da forma que a gente é. O que é esse jeitinho brasileiro? De onde vem e tal? E aí, são cinco episódios, todos documentais. Muito...
Ele não tenta ser exaustivo Então tem sempre um arco Aí traz Beatriz Nascimento Sempre traz um grande pensador negro brasileiro Pra fazer o diálogo Chega no mundo contemporâneo Puta, assim, foi genial Cada segundo saboroso Eu sou meio... Eu gosto um pouquinho desse período Desse assunto de quilombismo e tal Por que se fala em quilomba até hoje O que é quilombar, enfim, tá tudo lá
De uma maneira muito gostosa, assim. E como diz os apresentadores do Xandeiro Verbal. Não é por acaso que o podcast de política internacional mais ouvido do país. É feito por dois historiadores. Porque a gente nunca se pareceu tanto com o século XIX. E nesse caso também com o século XVIII. Então tem certas coisas lá. Que é bom vocês ouvirem. Pra vocês ficarem um pouco de olho, viu?
Às vezes vocês acham que vocês estão meio louco, mas a gente não estão tanto. E aí, quando acabar de ouvir isso aí, fazendo mais um aqui vai ouvir o Angola Djanga na áudio. Vai ouvir Angola Djanga na áudio. Ampere e Viola Davis, minha amiga pessoal, Viola Davis. O que você chama de Viola, minha Viola, né? Isso, a mãe do Paulinho. Isso.
E aí tem MEDEUS do Terceira. E aí dramatização, tal, atores, elenco. Tem dezenas de pessoas no elenco e tal. E também apartagem de Tropical na Audible com o Thiago André. Boa. Quer dizer. Tá anotando aí? Tá tudo aí. Tem tudo panegra pra você. Nesse dia 13 de maio, né? Exato, 13 de maio. Me deem parabéns, mentira. É.
essa foi pesada ainda bem que o Iago deu um monte de colé boa porque os meus colé boa estão meio tristes desde que a Zendaya nasceu meu colé boa é é, fralda pampers George Curioso mas Bluey é fofo explica aí o lance do Bluey
Eu não peguei essa época porque foi depois. O Blue, ele... Sei lá, ele virou um sucesso global. Eu não sei exatamente por quê, mas o que me chamou atenção é que nos episódios de Blue, os pais são muito legais. Sabe assim? Então eu meio que falo assim, porra, eu...
Essa é uma boa resposta, sabe? Se o pai assiste junto. Eles brincam juntos, sabe? Os pais entram na brincadeira de imaginação, assim, então... É legal, isso também se aplica a Peppa Pig. Peppa Pig é... Mas a Peppa Pig é odiada hoje em dia, né? A Peppa Pig, ela tem... Eu acho que o que zoou com a Peppa Pig é que tem alguns episódios em que os filhos desobedecem e meio que desrespeitam os pais. Nossa.
vida real. Nem uma criança jamais faz isso. É um pouquinho mais robotizado. Mas tem cenas tensas em que o pai precisa chamar atenção. Sem palmar. Mas o meu qual é a boa? Eu vou dar, na verdade, em cima do Narodô.
Porque a última... Não sei se você sabe, mas assim... O seu podcast pra quem tem fome de aprender. Isso. O Narodô, a gente alterna episódios onde a gente responde perguntas de ouvintes com entrevistas com cientistas. Então eu já entrevistei mais de 60 cientistas nessa série. Tem mais de 60 cientistas. Tem bem mais. E a última entrevista que tá no ar é com a Aline Guilherme. A Aline Guilherme!
entrevistei ela no Judão ela é uma paleontóloga e portanto pesquisa fósseis e resíduos de vidas pra tentar reescrever a história e foi assim entrevistas com paleontólogos são sempre legais é impressionante tem dois cientistas que ele é a única pessoa no Brasil que pode falar essa frase
e repórteres da revista Galileu entrevistas com paleontógenos, entrevistas com biólogos são as melhores, mas a entrevista com o Felipe do xadrez verbal é a maior audiência de entrevistas da história do Noro Rodo eu queria muito ser amigo dele se ele estiver ouvindo ele ia falar claramente nunca convidou o Michel com o Foragem pra participar
Na verdade, eu tô tentando... Quem é de convidado? É, porque, assim, o Michel tava indo em todos, né? Então eu tava esperando dar um hiato. Isso, descansar a imagem dele, né? Enfim, mas a entrevista com a Aline é sensacional e ela é muito corajosa, porque denuncia também um assédio que ela sofreu durante a pós-graduação, né? E, infelizmente, é uma coisa muito comum.
mestrandos e doutorandos sofrendo assédio por parte dos professores especialmente as mulheres que sofrem assédio moral e sexual por parte de orientadores que fazem chantagem então assim, uma entrevista muito bacana
E ainda tem esse componente da coragem dela de ter falado sobre esse caso que ela sofreu. E acho que foi... E tá tendo muita repercussão entre os ouvintes, né? Principalmente entre as ouvintes. É muito foda. Porque é um assunto que é...
Não é muito falado. Essa que é a verdade. Não é muito falado porque o universo da academia é ainda mais hermético, ainda mais fechadinho do que outras indústrias. Então as pessoas têm muito medo.
De serem prejudicadas. Acho que é isso. Muito bem. Agora, esse paralelo que ele fez com o Peppa Pig. É muito interessante porque o Joano Cazarré e sua turma. Eles têm hiper foco na Peppa Pig. Isso é uma coisa que eles falam muito. Por quê? A mãe se sai muito melhor do que o pai nas situações.
Papai bovinho. E é uma crítica que minha mãe faz sobre o Gumball. Que é o pai é um palerma. E aí vem de um lugar de tipo, cara, a mãe que é foda na família, né? E aí você tá falando do Blue, que é uma coisa, cara, os pais juntos positivamente fazem uma coisa legal. Nós assistimos Simpsons? Não, mas aí Simpsons não é pra criança. Historicamente, enfim, na ficção, na dramaturgia é isso. O pai é sempre um sem noção. No Freud também.
eu quero você vai ficar por último porque hoje o programa é de homem mas peraí, só deixa eu falar a Lina Iglarge foi a mulher que me ensinou que galinhas são dinossauros todas as aves são dinossauros todas as aves são dinossauros as aves são dinossauros sobreviventes e as árvores são nossas e a gente tá comendo dinossauros se a gente fosse comer um tiranossauro rex ia ter gosto de frango
é, provavelmente, um frangasso porque é senão você pegar ele vai, te dou a chance vai calar o homem eu vou agora no jogo, tá Bia? porque eu não tenho outra coisa pra falar o meu, qual é a boa? é um cinemático, é o Rooster que é a série da HBO com o Steve Carell acabou de acabar, a gente gravou o episódio ou saiu o cinemático sobre ou assista a série antes, depois vai ouvir o episódio
Que é o Steve Carell fazendo um bom roteiro, né? Finalmente, de comédia. Que ele é um autor que vai pra universidade. E a filha dele é professora nessa universidade. E ele é convidado a fazer uma palestra lá. E depois convidado a ser um autor residente, né? Durante um período. E aí vai mostrar essas altas confusões que ele vai viver. A filha dele fez um negócio lá. É, tentando proteger a filha. Ao mesmo tempo que ela não quer.
Não quer ser uma nepo baby. E é do... Tá de laço verso, né? É da galera do Scrubs, né? É o Bill... Bill Lawrence. Bill Lawrence, isso. Shrinking. E o outro cara lá. Matt Tarsis. Isso, Scrubs. Desculpa. Isso aí. Cara, então, a gente até brincou com isso no episódio cinemático. Por isso que o Shrinking...
Tem vários episódios dirigidos pelo Zach Braff. É, tem também. O Rooster também tem o Zach Braff dirigido. A gente até brincou isso no Cinemático. Olha, eu já tô aqui. A HBO sempre fala... It's not TV, it's HBO. E aí até a Bia falou... Às vezes é TV. Pode ser detalhes em TV, sim. O Rooster é meio isso. É HBO no modo TV conforto. Mas é bem gostoso. Seria gostosinha de domingo. Não confundir essa série.
muito importante, porque é fácil confundir com a série que sai no mesmo dia, ou saia, do Disney Plus, Rooster Fighter, que é um anime de um galo de briga. Ah, sim, não confundi. Dinossauro. Eu não sabia. Que é dinossauro de briga. Então é isso, a série minha que não sabe pra onde quer ir, passam dez episódios, ela meio que anda de lado, mas é bem gostosinho viver naquele universo. Só tem personagens legais, tipo o Ted Lasso, e quando os personagens são legais...
Tem um ator que faz o Jamie Tartt no Ted Lasso. O argumento parece um filme do Pateta, na verdade. Pra quem gosta de clima universitário, cara, filme do Pateta, com humor. Ele vai lá, o filme vai pra universidade. É uma boa, sim. Mas é isso, o humor vai construindo. Muito bom, Emery. Você trouxe o clima de história do Brasil colonial e você trouxe o clima de universidade. A gente tá na melhor nota, sim. Que é bem diferente.
Então é isso, Rooster na HBO e O Céu Cinemático, o nosso segundo episódio que será publicado ainda. O que a gente falou mesmo? Não, mas agora, quando a pessoa tá ouvindo, já saiu. E o nosso segundo episódio da semana a gente falou sobre...
Criaturas extraordinariamente brilhantes. Que é o filme da Netflix, baseado no livro lá. Filme do polvinho. Com a participação de uma criatura nada brilhante. Semana fofinha, né? Semana gostosinha. Semana aconchegante. Cozy, como diriam os jovens. Bia, finaliza aí, por favor. Bom, vai ser um clássico caso de coronel pra checagem. Porque os meus dois qualas, essas bozas, são trabalhos de Beatriz e Oroz. Você tá produzindo aí. Eu tô. A gente volta com a produção do Mamilos. Não conta isso no ar, né?
Estou aos poucos Retomando, é verdade Gente, primeira coisa Que é eu, o meu novo trabalho Dentre os vários que eu tenho É ser apresentadora De uma noite Quente De uma noite especial Eu sou co-apresentadora Da Magic Love A noite voltada Só pra artistas masculinos do Love Caparela E aí
Se você é de São Paulo, é bem provável que você se lembre da Love Story. Você precisa ter uma certa idade pra lembrar também. Mas que era a casa das casas. A casa de todas as casas. O Love Story morreu, Deus o tenha. Mas o local onde era o Love Story tornou-se o Love Cabaré. Sob a batuta, entre outras pessoas, de Lily Scott, que me chamou pra ser apresentadora dessa noite. Então assim, gente, o Love Cabaré, inclusive o Instagram caiu, tá?
Porque a gente nem posta nada de nada, mas a galera denuncia e cai. Sério? Quando é coisa LGBT, fica mais complicado. Não, não tem. Não tem nada disso. Não tem nada. Baniram mesmo, sim. É, caiu. Só saliência. É, saliência. Então, se você quiser saber mais enquanto eu tô falando aqui, você vai em Love Cabaret.
com o T mudo no final, .com.br e aí você vai vendo. O Love, ele tem uma programação fixa que chama-se Ato 3, que é você vai lá, você não precisa pagar ingresso, ou você reserva no site, né, a sua mesinha, ou você entra lá e você paga e você vai enquanto você come e a comida é foda, e eu não tô falando tipo, ah, é foda pra um cabaré, não, é foda foda. O Caio quando foi, tem todas as impressões do Caio, né, que é ele ficou desesperado pela comida, ele é muito foda. Ele é um homem react, né. Ele é um homem react, exato.
Enfim, ele também ficou muito impressionado. Eu fico muito impressionada com o cardápio, que é muito bom. Enquanto você tá lá, você começa a assistir apresentações. Então tem pole dancing, tem lap dance, tem acrobacias. A maior parte dos artistas ali são bailarinos acrobatas pole dancers. Então, além de tudo, é um show de caralho. Como é que ele faz isso? Tem um dos artistas que ele vai no poste de lado e fica andando no ar assim, sabe?
E o segredo é fazer parecer fácil assim. É. Ah, duvido. Duas semanas treinando eu não consigo fazer isso normal. Eu sei qualquer um. E além de tudo, enfim, existe uma diversidade de corpos muito interessante pra todo mundo explorar o que tem vontade. A noite do Magic Love é a noite do Magic Mike. É por isso que Magic, né? Que o filme, né? Quem não viu. Exato. E tanto que o primeiro número é aquela música.
E aí a gente tem só corpos masculinos ali fazendo diabo, meus amigos. Lembrando pra vocês que a entrada é apenas para maiores de 18 anos, né? Ah, então não posso ir. É verdade, que é só ano que vem que você vai fazer 18, né amigo? Aí quando você for fazer, a gente te leva lá. Isso, é cada perna, né? Mas ele parece que ele paga 3 mil reais.
no corte de cabelo. É verdade. É investir, né, gente? É verdade. Pegar a maquiagem do homem lá e ir pra guerra. É obra, é orçamento de obra. Isso. Nas duas noites, tanto no Ato 3 quanto no Magic Love, tem nudez, mas não tem sexo explícito. Então, só pra você entender o que você vai ver. Se quiser gravar, pode gravar, mas seu Instagram vai cair. Então, tipo, sei lá.
Mas o grupo de WhatsApp da família? Noite divertida com a família. A pessoa foi lá, jogou o IP, você joga isso aí embaixo. Beber detergente, pode. Vou fazer o drink com detergente. Enfim, é uma noite muito legal. A noite do Magic Love, a próxima acontece dia 28 de maio.
Eu mesmo estarei. E estaremos todos lá. Já combinamos o aniversário de uma amiga que vai ser lá. Enfim, gente, é divertido, é gostoso. Você só é convidado pra fazer as coisas se você tem vontade, se você quiser. Se você quiser só observar, pode também. Vá de coração aberto e outras coisas abertas também. Aí... Tem uma... Aí tem uma segunda coisa que é eu sou produtora de um novo podcast que está na podosfera. Que cara é essa? Ei!
Você não é ciumento, não tô te reconhecendo. Liderança Subversiva é o novo podcast de Maíra Blase. Que eu não conhecia, fui a última da fila a conhecê-la. Tem um acento, Maíra. Maíra Blase.
se eu puder mais ver nome dela tá escrito no Instagram ela é produtora do programa ela deve saber falar a Liv Brandão nos conectou porque a Maíra queria fazer um podcast e a Liv falou a Bia sabe fazer podcast e assim nasceu essa dupla o liderança subversiva, a Maíra antes disso, né, ela é uma especialista em futuro do trabalho sob o recorte de América Latina
Então ela vai... Tá? Ele falando, ah, que não sei o que lá de university. E aqui a gente vai trazer... Na universidade. É isso. Tem dois episódios. Então, tem várias dessas coisas. Tem vários easter eggs na cenografia que a gente montou juntas. Tem várias coisas assim. O primeiro episódio fala sobre o portunhol. E essa coisa engraçada da gente da América Latina falar línguas muito parecidas, mas na hora de se comunicar é o inglês.
Que loucura, né, bicho? Triste, né? E aí a gente fala sobre o portunhol também como um fenômeno linguístico. Aquela história, eu amo. Toda vez eu vou falar, que é a língua de fronteira, que eu adoro falar disso. Mas também vários outros, atenção, atravessamentos. Olha, de afetos. É, de tudo que acontece com a gente culturalmente, que impacta o nosso trabalho e faz com que certas regrinhas importadas de fora. E, ai, essa técnica aqui é muito boa pro trabalho. Bicho, chega aqui e morre.
porque não é assim que a gente faz as coisas não é assim que a gente se comporta nosso combinado não é esse então pra você aprender mais sobre o futuro do trabalho dentro do nosso contexto e também pra aprender sobre o presente do trabalho, trabalhar melhor, ser um melhor líder e tudo mais, ouça liderança subversiva no Spotify no Youtube, no Deezer, no Apple Podcast e na puta que eu pariu Maíra Blasi, um beijo mas antes deixa o like
Deixa o like aqui, deixa o like lá. Chame para ser amigos, como diria o Arnaldo Tironi. Ouça dentro do Love Cabaret, o Liderança Subversiva, e depois... Isso. Vai, momento de falsão. Inclusive, um recolhido hoje.
Ao vivo, fresquinho. Vai, momento Faustão. Colhido no pé. Momento Faustão. Nossa, tô vendo os nomes aqui. Tem tempo que eu não venho aqui, hein? É! Marcel Dias Camelo. Não somos parados. Aquele lá da banda? Não. Não. Marcel Dias Camelo. Está trabalhando comigo. Estava trabalhando comigo e Ana Freitas. Perdeu tudo morando de aluguel.
Rodrigo Ribeiro estava comigo no evento da Monkin, algumas semanas atrás. Aí, semana passada, estava em Gramado, como já falei aqui no Gramado Summit, fui lá palestrar. Encontrei Gustavo Kinnak. Cris Dias World Tour, então. Cris Dias World Tour. Encontrei a pessoa que me levou a Gramado, o inigolável Selbach, que era o curador-chefe do palco Geek, onde palestrei.
Meio de Pudim, momento Faustão. Encontrei lá também Nicole Dias, também não somos parentes, da agência Gump. Estava lá, estava eu e o Marcelo Salgado e ela, uau, momento Faustão. Ao lado dela estava Juliana Bonalume, ouvinte do Rancast. Bonalume? Bonalume. Bonalume, eu gostaria de sobrar uma bonita. Talvez eu tenha anotado errado. Cris Dias, está certo? Escreva aqui nos comentários. Escreva nos comentários. E hoje estava Tchau.
No melhor lugar para eventos em São Paulo, o Estádio Pacaembu, que é do lado da minha casa. Não, estádio Mercado Livre, Mercado Livre, Planto Médio, Arena Pacaembu. Se não é processado. E lá encontrei Martin Salgueiro, no São Paulo Innovation Week. Encontrei Martin Scorsese. Encontrei com ele e não encontrei quem for já. Impediu o momento Scorsese. É, porra, é show.
É isso, esse foi o momento falso. E você perdeu a chance de encontrar Cris Dias, né? Você quer contar essa história? Puta! Gente, se vocês soubessem o acerto no peito que deu. Estava eu voltando de Gramado, via aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Estou indo para o meu portão de embarque.
Sabe quando eu passo a pessoa e o cérebro assim? Conheço. Conheço, não digo, eu tava com um óculos escuro gigante e tal, conheço. Aí tipo, cinco segundos depois, era Cris Dias. Pessoa famosa, anda disfarçada, né? Que é a Ruxa, que é de Porto Alegre. Então, caraca, tipo, as engrenagens de... Caraca, será que era Cris Dias? Aí eu mandei imediatamente mensagem...
no grupo de WhatsApp, no grupo de WhatsApp, falando, talvez eu tenha perdido a maior oportunidade da minha vida de zerar a internet e tirar uma foto lá de Cris Dias. Aí quando eu chego no portão de barco, eu falei, cara, eu vou abrir o Instagram dela pra ver, vai que tem alguma coisa, vi os stories e tinha ela no aeroporto de Congonhas falando, tipo, estou indo, não sei o que, ou seja, era a própria Cris Dias.
Será que ela também está assim nesse momento? Ela não está com cara de muitos amigos. Ela deve estar assim, perdi a oportunidade de tirar uma foto com alguns dias. Você arrependeu? Ou de me bater, porque eu sempre pego os arroba grisinhas. Exatamente. Eu acho que é mais isso. Ah, sim. Então é você. Fala pra ele desse celular.
E aí, não tirei, mas fiquei... Como é a arruba dela, já que não é Cris Dias? Cris Dias S. Putz, coitado. Cris Dias Real. Ela teve uma vez que ela botou Cris Dias Real. E aí, eu que não presto... Quem é o Real? Eu que não presto, respondi. Então, eu não sou o Real.
Eu sou uma piada. Então eu te odeio. Você já interagiu. Ela meio que já te evitou, eu acho. Ela fez uma quantidade de gente achando que é você, né? Porque você é mais famoso. Ao contrário. Já recebi pedido de orçamento. PIX. Você recebeu PIX. PIX. Não, enfim.
Não, eu tenho história, eu tenho história. O programa nunca vai acabar. Ao mesmo tempo, tem tempos mais simples quando as pessoas me confundiam com essa Cris Dias. Hoje em dia, elas me confundem com um cara, Cris com Y Dias, C-H-R-Y-S Dias, que é influencer, funkeiro, sei lá o que ele é.
E no momento… Foi preso! E no momento… Tá encarcerado. Encarcerado. Vocês não sabem o prazer que a gente tá nessa mesa. É na mesma… No mesmo boteão do MC Kevin. Do lado… MC Kevin não. MC Kevin não. MC Kevin não. É choquei. Não, é o MC Kevin. Operação Choquei e tal. Fizemos um broadcast excelente sobre isso. E qual é a parte triste dessa história? O Chris Dias é famoso por ser um cara muito filantropo.
ajudar as pessoas. Meio Porta da Esperança, Lata Velha, e coisas assim. Tipo, ele ajuda as pessoas. Ele é gringo? Não, não. E aí, as pessoas buscam o nome dele, caem no meu e-mail, e mandam e-mails pedindo coisas. Sem ir, pedindo cadeia de rodas. Minha filha tá doente, precisa de dinheiro, eu só apago e falo.
Bom, beleza. Não há nada que eu possa fazer. Você vai responder todo mundo, né? Mas a vida também nos dá presentes. Algumas semanas atrás recebi um e-mail falando Cris Dias, sou um startupeiro do estado do, que não direi o nome, pra não parecer que eu tô zoando o estado, o estado tem nada a ver com a história. Depende. Do estado XYZ.
a maior startup de não sei o que, não sei o que lá, e eu quero oferecer pra você sociedade da minha empresa. Porque com a sua fama, não sei o que, o Shark Tank ao vivo. É, ele tem tipo 5 milhões de seguidores, e o cara fez o pitch dele, fez o Shark Tank por e-mail, arroba Shark Tank. E aí eu tive o prazer de responder, falar um, cara fulano, um, eu não sou o Cris Diz que você está procurando.
Eu sou o podcaster e CEO da Ampere e tal. Dois, o critico que você está procurando está preso com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. E a gente não está rindo da situação. O cara respondeu, falou, desculpa, não sei o que. Mas você baixa de pé. Se você quiser. O cara pediu desculpa, boa sorte aí no negócio tal. E eu sei me divertir. Boa sorte aí na sua pensão.
De 10% a mais Então é isso? Sobe os créditos? Sobe os créditos Beijo Tchau
Axe Click
Dane-se
Dude Wipes
lenços umedecidosLiquid Death
águaMan Cereal
cerealSlather
protetor solarWarpaint
maquiagem