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O que é ser uma agência de publicidade em 2026?

12 de abril de 20261h31min
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Com IA virando infraestrutura, clientes internalizando entregas, consultorias avançando e grandes grupos redesenhando seus modelos, a agência de publicidade deixou de ser um formato óbvio. E talvez esteja virando outra coisa. Neste episódio, a gente reúne executivos da indústria pra uma conversa franca sobre esse momento, olhando para o que está mudando na prática. Porque, no fim, a pergunta vai além de como as agências estão se adaptando, mas que papel elas ainda têm nesse novo jogo. 05:08 - Pauta 01:23:05 - QEAB -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join -- 🏃 SIGA O BRAINCAST Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no BlueSky no TikTok na Twitch no YouTube. -- Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. @braincastpod -- O Braincast é uma produção B9 B9 Criação e Apresentação: Carlos Merigo Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Britto Atendimento e Comercialização: Camila Mazza e Telma Zennaro O2 Filmes Direção de Fotografia: Lais Lima (Tangerina) Direção de Arte: Carolina Lage Coordenação de Produção: Gabriel Paim Assistente de Produção: Bernardo Barcellos Copeira: Vania Hiana Cenotécnico: Pele Equipe Cenotécnica: Anderson Leonarchik Henrique Leonarchik Denir Luiz Guilherme Tavares Andre Grandeso Pintor: Bruno Acervo O2: Sr. Figueroa Odecio Anderson
Participantes neste episódio3
B

Bia Fiorotto

HostJornalista
A

André Caçu

ConvidadoCo-CEO da Crispin
G

Glaucia Montanha

ConvidadoCEO da Arteplan
Assuntos5
  • Modelo de Negocios Agencias PublicidadeImpacto da IA nas agências · Internalização de processos · Modelo de agência do futuro · Desafios da publicidade · Criatividade e tecnologia
  • Hobbies e criatividadeCriatividade como commodity · Importância do humano na criação
  • Estratégias de MarketingAgências como orquestradoras · Mudança de foco no cliente · Desafios da precificação
  • Poder da publicidadeUso de dados falsos · Impacto da IA na ética
  • Cultura de consumoExperiências em eventos · Conexões humanas
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Este podcast é apresentado por

Olá, eu sou o Carlos Merigo, esse é o Braincast 628. Quem fujoca? Você. Tá devendo, viu? Você é um Braincaster. Mas hoje eu entrego. Você entrega? Entrega. Tá bom, muito bem. Além de Braincaster, o grande protagonista... Naruhodester? É, exatamente. Naruhoder. Conta aí do Naruhodô.

Toda semana, né? Não para nunca, não tem descanso. Estamos chegando perto do episódio 500. Olha só. Qual que é a pergunta, a dúvida dessa última semana? É sobre liderança.

[trecho inaudível]

Já... É um brasileiro, é um jogo. Exatamente, eu fiquei quando... O IBGE consta um vídeo de três pires. Olha aí. Quando eu recebi essa novidade...

que a gente publicou, inclusive, lá no B9. Será que é Crispim? A gente tem diferentes tons, né? Crispim. Crispim eu acho mais simpático. Tá bom. Muito bem. Olha aí, Brasil total. Muito bem. Ó, o Cassio, inclusive, já gravou o primeiro episódio.

da vida, da história do Código Aberto. Quem gosta desse podcast pode ir lá ouvir. Pode ouvir ou não? Eu lembro que eu saí felizasso. Você concorda com aquele caçom ainda, caçom? É, eu acho que eu tô mais paz e amor agora. O pessoal, na época, deu uma repulhissada. Eu saí daquela gravação e falei, que legal, é isso? É, eu acho que eu tô mais calmo.

Muito bem, hoje, apesar aqui do tom leve, nós vamos falar de assunto sério, tá? Que é o que significa ser uma agência de publicidade em 2026. A gente tá com a IAI dominando tudo, virando estrutura, clientes internalizando entregas, inclusive a gente no B9 cobre todo ano o Super Bowl, né? Eu nunca vi tanta campanha que o crédito era em house.

Um monte. Eu falei, o que está acontecendo? Então, tem isso rolando. Consultorias há anos avançando. Grandes grupos de três letras e outras iniciais redesenhando seus modelos. Enfim, a gente já deixou de ter um formato óbvio. E a gente vai discutir justamente aqui nesse episódio do Braincast. Temos grandes lideranças aqui da indústria da publicidade. Para onde está indo? O que está virando na prática?

Então a ideia é essa Tá bom? Mas antes Mas antes Siga o arroba o BraincastPod nas redes sociais Desculpa gente, é assim A gente faz vozinha É assim que acontece Siga o arroba o BraincastPod nas redes sociais

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Certo? Certo. Olha só, tem um sentimento que muita gente que trabalha com marketing conhece muito bem. Que é o seguinte, você até sabe o que tem que fazer, só que não consegue executar sozinho. Precisa de ajuda de alguém para puxar dado, para montar dashboard, para automatizar um fluxo. E aí, obviamente, o trabalho fica travado ou, no mínimo, anda mais devagar do que ele deveria.

E como você sabe, enquanto isso, o mercado lá fora está indo para outro lugar. A Alura lançou o MarTech Lab, que é uma formação para quem quer resolver justamente isso. A ideia é simples, te dá condição de trabalhar com dados, automação e inteligência artificial no dia a dia, sem depender o tempo todo de outras áreas.

Você aprende a analisar melhor, automatizar processos e usar IA de forma prática, tudo aplicado ao que você já faz hoje. Se você trabalha com marketing e sente que precisa ganhar mais autonomia, vale conhecer, tá? E ó, tem 20% de desconto pelo link na descrição aqui desse episódio do Braincast, ou lendo o QR Code que tá aí na tela, mas ó, tem que correr, que é por tempo limitado, tá? Vamos pra pauta?

Olha só, como a gente vai ser respeitado desse jeito, Ken? Que isso, não tem como. Eu te falei dessas mudanças do mercado de publicidade com vários sinais acontecendo ao mesmo tempo, de fusões, reorganizações, demandas por especialistas crescendo.

Botei até uma conclusão aqui de que o modelo de agência virou um paradoxo, que precisa ser tudo e, ao mesmo tempo, também ser extremamente focado. E eu queria começar perguntando isso para vocês, se vocês concordam com esse diagnóstico, e se o modelo tradicional de agência, que a gente sempre conheceu e trabalhou, se isso ainda faz sentido ou se já virou outra coisa. Perguntinha fácil.

Pra começar. Sem vergonha, vocês podem falar à vontade, tá? Vocês estão aqui no Brinkcast. Eu posso começar falando sobre o modelo tradicional. Por favor. Eu acho que a gente tem que dar um passo pra trás e falar, o que é tradicional? Porque quando você fala de tradição, parece que é… Você vem logo aquela coisa do antigo, né? Do que não é moderno. Então, hoje em dia, não tem mais nada que é tradicional, né? Não existe mais família tradicional. Não existe mais… Até as comidas tradicionais, alguém vai lá e enfia um ingrediente que não era, né?

Então, acho que a gente tem que sair um pouco desse lugar, porque faz muitos anos que agências não são tradicionais. A gente toda hora tá inventando algum serviço, a gente tá se atualizando. Então, a partir do momento que as agências, pra sobreviver, elas se atualizam, ela já deixou de ser tradicional há muito tempo. Eu acho que esse é um olhar, não sei como que você vê, mas eu acho que a gente tem que tomar muito cuidado. Porque se você quer ser uma agência tradicional, ela já não é, não existe essa coisa há muito tempo. Então…

É, acho que a gente tem que questionar. Existe um romantismo nosso de querer olhar pra…

É, porque tem a impressão que é o seguinte, se você tem mais de 10 anos, você é tradicional? Se você tem 50 anos, você é tradicional? O que é? Quando você olha os estudos do que era tradicional no passado e você compara as idades, as pessoas estão muito diferentes. Então, eu acho que a primeira coisa é que não existe mais agência tradicional. Nenhuma delas, acho que hoje, pode se dizer que é tradicional. Acho que todas elas passaram por um momento de reinvenção de alguma forma. Isso não tenho dúvida nenhuma. Agora, como que a gente sobrevive? Não é fácil.

não é fácil eu acho que a gente tem muitos desafios mas eu não sei se você quer falar um pouco sobre agência tradicional pra não ir pra segunda pergunta eu concordo, eu acho que eu fiquei pensando enquanto você tava falando sobre isso, eu não me coloco nesse lugar tradicional quanto agência e olhando pra vários parceiros também não vejo eles mais tão tradicionais até porque qual é a comparação que a gente tá fazendo

Ao mesmo tempo, eu acho que lá no Código Aberto, lá em 2014, de uma certa forma, a gente também já era desafiado em ser... As agências tradicionais ainda têm espaço, né? Isso. Então, eu acho que essa questão é recorrente numa indústria, especialmente numa indústria que adora prever o próprio fim. Chega sendo meio preconceituoso essa palavra. Não, essa é a sua família tradicional? Como você responde isso? Não, a minha...

Tem um tesão na indústria, que é esse tesão de... Eu tenho amigos médicos, dentistas, ninguém fica discutindo assim. Então, gente, a medicina vai acabar? Puxa, agora vai. Agora acabou a psicologia. O consultório é tradicional? Mas em comunicação, a gente fica discutindo isso com um certo tesão, um negócio mal explicado. Não, agora não, agora, gente. Então agora, nesse momento, eu estou estudando mais que assim, acho que agora vai acabar mesmo.

acho que agora vem é só aqueles eventos do passado, né? o que vem por aí é então eu fico um pouco nesse dilema também, sabe? eu não me considero hoje uma agência tradicional até porque se a gente for seguir o modelo do que seria de tradicional, comparando 20 anos atrás, ele não funciona mais

em termos de escopo, das pessoas que você tem dentro da agência. As agências ficaram muito mais complexas. Quando você olha uma formação de equipe hoje, é muito complexo formar um time com todas as funções que as agências ganharam também ao longo do tempo. Então, nesse lugar, eu não me enxergo. Você é uma complexificada no trabalho. Eu não enxergo o mercado nesse lugar. Eu acho que é uma palavra que a gente tem que começar a sair dela, assim, sabe? O que é tradicional, por exemplo. Você se reinventa pra caramba. Então, o que que é?

Porque você compara o quê? É, o meu modelo nem é de agência, né? Então, é uma forma de prestar serviço completamente diferente. Mas, voltando à sua pergunta, eu acho que eu vou discordar da sua conclusão no que diz respeito à agência precisa fazer tudo. Tá. Sabe? Eu acho que, na verdade, a gente está num momento em que as agências vão pensar...

E se redesenhar pensando no que eles vão entregar, no que as agências vão entregar. E acho que vai ter agências que vão ter um papel mais de orquestradora, de maestro de várias empresas. Algumas agências têm... Eu me lembro da época em que começaram a nascer as agências digitais e a Mother falou assim, a gente vai continuar fazendo filme.

a gente é bom nisso e é nisso que a gente vai continuar sendo muito bom e a gente vai continuar fazendo o filme e eu acho que vai ter agências que vão ter muitos modelos acho que a gente vai ter finalmente muitos modelos de agências e de prestadores de serviço mas o cliente não cobra isso? ao mesmo tempo que quer simplificar reduzir por isso que eu acho que existe espaço pra agência orquestradora graças a Deus

Porque acho que vai ter um momento em que os clientes vão falar eu preciso que alguém cuide desse ecossistema inteiro, porque senão eu vou ficar maluco enquanto cliente. Acho que isso já aconteceu lá atrás quando a gente teve o fenômeno da comunicação integrada, eram muito menos canais, era bem mais fácil colocar isso em prática, mas já aconteceu lá atrás. Acho que vai acontecer de novo, porque o impacto da IA não é simplesmente de ferramenta.

acho que essa é uma outra coisa também que eu gosto de falar, que na minha opinião, IA não é ferramenta acho que existe uma tentativa de simplificação, ah não, IA é ferramenta o que importa é o talento não sei o que, não, IA vai ser uma mudança muito mais estrutural

do que simplesmente uma ferramenta que automatiza processos. Então, só para discordar um pouquinho da sua conclusão inicial. Acho que esse é um bom ponto para a gente falar de A, mas eu queria antes explicar, até porque grande parte da nossa audiência é do mercado de publicidade, conhece, mas temos também...

alguns perdidos aqui depois de 628 episódios que não necessariamente conhece tá por dentro do mercado o que vocês veem como um modelo ideal hoje se existe um modelo ideal de uma agência pensando não só em 2016 vamos pensar em 2030 o que a gente tá imaginando como uma agência do futuro rentável né

Não, mas eu acho que é muito difícil prever

os próximos quatro anos, né? A gente tem trabalhado cada vez mais com o que tá na mesa, assim. Até eu, como tenho uma personalidade muito ansiosa, eu não posso ficar pensando quatro anos pra frente de maneira alguma. Então, é... E acho que foi difícil mesmo. A própria Amy Webb já desistiu, né? É isso. Iniciou o funeral lá aqui. Não vai dar pra prever tanta coisa. Isso. Fazer mil tendências todo ano. O que eu acho, assim, que é uma mudança estrutural é uma mudança estrutural.

grande, que eu acho, e eu não sei se todo mundo entendeu, é... não há mais espaço pra agência, não vai haver mais espaço pra agência que não está interessada no negócio do cliente. Eu acho que aí vai ser um lugar. Porque eu acho que, né, quem tá mais tempo no mercado viu um momento em que as agências ditavam mais os comportamentos, os... né?

E acho até que tinha uma relação até meio desproporcional em relação aos clientes, muitas vezes, nos embates. Por mais que fosse embates mais curtos. Em determinado momento, essa janela vira, né? E eu acho que os clientes esperam hoje, pelo menos a maioria, né?

que a gente tem um entendimento profundo do negócio. E não parece que a gente está preocupado só com a nossa parte de comunicação. A comunicação está aqui, mas o meu problema é esse outro aqui. Esse espaço, e eu tenho falado isso muito internamente, todos nós temos que pensar estrategicamente agora, em cada passo. É estratégia mesmo, na raiz dos pilares de fundamento do que a gente quer fazer.

Então, eu peguei uma geração descriativa que não queria muito saber do negócio do cliente. Existe até hoje. Está muito mais preocupado com o case que vai montar. Sim. E aí, o resultado? A gente mexe nele de edição. Ai, tá bom. Por céu. Esse lugar, eu acho que ele vai ficar mais complicado. Porque...

vai ter muito mais gente e muito mais, não ferramentas, muito mais inteligência para entender, estrechar o negócio. Que é onde as consultorias nadaram de braçada aí, né? Nadaram por muito tempo, muito tempo. Ainda que não sejam, né, eu não vejo a consultoria como um eliminador do espaço das agências, né, e isso também chama das teorias do fim, né, as agências vão acabar. Por que? O motivo agora mesmo? Não, o motivo agora é a consultoria. Ah, tá bom. Então, também não deu essa fricção, mas é fato.

que as consultorias entram no organograma das empresas, muitas vezes que as agências não alcançam. Mas criativamente as consultorias não alcançaram as agências. Não alcançam. Por isso que eu acho que tem uma mudança de chave, que é um pensamento criativo. Eu não gosto de falar de criação mais como um espaço só de um departamento. Um espaço criativo de você olhar para o negócio e falar assim, o que a gente vai fazer a partir daqui? Qual o seu problema mesmo? Com real intenção de ouvir, sabe? E parece meio bobo falar isso, mas por muitas vezes eu não ouvi essas questões.

Não me interessa O que me interessa é aprovar essa peça aqui Acho que isso acabou

Não, ouvindo aqui vocês falarem, eu acho que eu tenho um mix de sentimentos. Eu concordo com você que as agências não vão fazer tudo. Quem quiser fazer tudo, não vai fazer nada. Porque a gente vai navegar em um universo que eu sei que eu não sei. Então, a gente vai ter que navegar nesse universo. Então, cresce especialidade sim, os clientes querem especialidades. E aí você vai ter que entender até onde que você tem capacidade de...

de entregar. Então, acho que vai ser muito menos sobre ter uma agência que tenha tudo, mas sim sobre full capabilities. Acho que as pessoas vão ter que entender falar sobre alguns assuntos e direcionar. Então, se se juntar três grandes estrategistas e forem montar uma agência de estratégia, lá vai ter um tamanho no mercado. Então, acho que vai ter modelo pra todo mundo. Não tem modelo. Acho que a pior coisa que a gente pode dizer assim, ah, o modelo será esse. Não tem. O que eu tenho certeza que todos os dias eu falo isso pro time, assim, que é o que hoje tira meu sono, é as agências de hoje não são as agências dos próximos cinco anos. Sim.

Ah, então o que é? Eu não sei. Porque quando você pensa nisso todos os dias, você tá mais atento a entender o que você vai olhar. Porque muita coisa tá mudando, assim. O que eu tenho clareza? Que algumas coisas, elas não vão fazer tanto sentido. Por exemplo, quando o cliente liga e pede uma alteração.

Não vai mais combinar você desligar, ligar para alguém ou alguma coisa que vai ser fora da agência. As coisas vão ter que ser feitas meio que ali dentro. Então, você vai se juntar, talvez, com grandes produtoras. Você vai querer criar um ecossistema mais próximo para trazer agilidade. Isso eu acho que é fato. Quando a gente fala assim, sabe, do que as agências não podem perder e ouvindo o Kuss falar, para mim isso é muito forte, a gente não pode esquecer que o nosso core business é ideia.

Eu acho que algumas vezes a gente se perdeu um pouco no nosso mercado. Ah, eu quero ser consultoria. E aí as consultorias queriam ser agência. Aí fica uma maluquista a cabeça dos clientes. Então assim, a gente ajudou a fazer essa confusão na cabeça dos clientes. Porque você chegava e falava assim, eu quero falar agora… Não, não é sobre isso. Então assim, eu concordo que…

A gente vai ter que olhar cada vez mais o nosso trabalho com o olhar de negócio do cliente. Eu que vim de histórico de business plan, quando eu cheguei na agência, eu comecei na área de mídia, né? 25 anos atrás, eu achava muito maluco aquilo. Por que eu gostei daquela área? Porque eu vim de um lugar que eu fazia business plan. Então eu olhei aquelas polílias e falava Ah, acho que eles fazem business plan aqui.

Então, os meus planos eram os mais legais, porque eu queria simular o que nem dava, porque eu vim dessa cultura. Depois eu fui entendendo que não era isso muito bem que as pessoas valorizavam, né? Então, eu acho que a gente está caminhando para isso, para olhar cada cliente, qual é o business plan dele, o que ele quer fazer com aquilo, qual é a proposta de valor. Então, eu concordo com isso, a gente vai evoluir muito para esse lugar, mas a gente não pode perder, porque o nosso core business é a ideia.

Sim, sim. Porque senão a gente desvia, sabe? Começa a querer entregar uma outra coisa que não seja isso. Óbvio, vai ter tecnologia, tem que ter dados, tem que ter ciência, tem que ter tudo. Sim. Mas eu acho que a gente não pode perder uma coisa que a gente no mercado é muito forte. A gente tem capacidade de mudar hábitos. A gente tem capacidade de trazer luz pra temas que estão esquecidos. Só que a publicidade tem um poder que a gente não pode esquecer.

Tem vez que você falou de mexer no negócio, um dos cases que mais ganhou o Grand Prix em Cannes ano passado e que me chamou a atenção, que era aquele de uma seguradora, que a ideia era mudar uma linha no contrato do seguro, que é para caso para as mulheres, caso tenha caso de violência doméstica, elas têm no seguro, elas têm o direito a ficar com a casa, uma linha de contrato. E eu fiquei muito...

Olha o poder de uma ideia. Quem será que pensou? Tem a assinatura de agência, eu não lembro a agência. Depois o Gabu bota aí na tela o post que eu fiz. E eu fiquei pensando, será que alguém na agência teve um briefing pra isso? Ou alguém na agência pensou, vamos mudar o contrato da seguradora pra botar lá e isso aqui valer, aí virou um…

Um grande lance. Cara, eu acho que esse negócio ainda é movido e será movido, eu acho que será movido pelo menos no seu cor. É curiosidade, cara. Quem olhou isso, eu fui ali e falei assim, deixa eu fuçar esse contrato aqui. Porque foge de uma lógica, né? Em teoria não se deveria olhar a linha do contrato pra saber o que poderia ser alterado.

mas alguém foi curioso o suficiente para fazer isso. Ou alguém, muitas pessoas foram curiosas o suficiente. Então acho que esse lugar da curiosidade, eu acho que é um lugar mesmo que faz com que as coisas ao nosso redor, e até a perspectiva de olhar para o mercado, seja melhor. Porque quanto mais curioso...

O curioso, ele não é muito fatídico, assim. Se você é curioso, você tem vontade de descobrir mais. Você não quer que aquilo acabe. Então, você continua cavando naquele lugar. Então, acho que esse lugar, nesse exemplo, ele pode multiplicar em muitos. O case de avarianos, no final das contas, a origem é um case de gente curiosa. Alguém percebeu que as pessoas viravam...

a sandália pra buscar outra cor. Não veio esse briefing. Gente, vamos fazer criar mais sandálias com novas cores. Alguém percebeu que tinha um movimento. Então, esse lugar da curiosidade, que eu acho que tem muito a ver com o olhar humano ainda, e eu acho que isso vai continuar sendo importante na captação, ele é fundamental pra gente, cara. Sim. Você que tá mexendo no negócio dos clientes aí, o que você acha?

Bom, a ADA que eu lidero, ela tem como razão de discutir estratégia, né? Então, de fato, é essa a pergunta que a gente faz para os clientes, né? O que está tirando seu sono?

pra ver o que a gente consegue fazer e às vezes vai ser mexer no produto às vezes vai ser mexer no serviço às vezes até fazer um rebranding enfim mas isso faz parte do core do centro da operação agora uma coisa que eu senti

é que quando eu saio do ambiente de agência e vou cumprir um papel de consultoria...

Eu acho que o cliente, ele tem uma expectativa diferente. Sem dúvida. Entendeu? Ele tá contratando estratégia, de fato. Ele quer ouvir aquilo. E não necessariamente a ideia, a grande ideia que vai resolver o problema vai nascer ali. Entendeu? Muitas vezes nasce na agência. A agência participa, inclusive, da Sprint junto com a gente.

E ela sai de lá já com o briefing na cabeça. Você não precisa nem de documento para oficializar aquilo, porque todo mundo participou da mesma discussão. Eu realmente acredito bastante nesse modelo de juntar todo mundo. Acredito bastante e acho que as agências vão fazer isso cada vez mais. Acho que elas já fazem.

algumas agências inclusive já rodam o Spritz dentro da agência porque acho que era uma das coisas que me incomodava ainda na época de agência tudo bem, eu já deixei a agência já há oito anos então muita coisa mudou evoluiu

Mas eu ainda vivi um mundo meio departamentalizado, sabe? Mesmo com o digital predominando e tal, eu ainda vivi agências que tinham cilos, assim, sabe? Os muros e papel pardo passando de... Exato. E departamentos que não necessariamente se conversavam, né? Então, é daí que nasceu a ideia de fazer uma consultoria desse jeito. Mas porque eu acredito que, de fato, juntar todo mundo é...

Vamos dar um nome bonito pra isso, com certeza, no futuro, mas eu acho que isso é o que vai acontecer, inevitavelmente. Juntar cérebros diferentes, de áreas diferentes, pra discutir o mesmo problema. Muito bem. Bom, vamos falar do elefante na sala, né?

robótico e é inteligência artificial você falou isso de ferramenta é um grande embate mesmo que eu vejo lá no SXSW eu vi muito isso é ferramenta tem que saber como usar não é é porque a gente tem contato muitas vezes é ferramenta a gente tem contato com

Aquele programinha que faz isso. Que faz aquilo. Que faz a gente ficar com a cara do estúdio Ghibli. Da Disney. Da Pixar. Mas o que está por trás disso é um negócio muito mais cabeludo.

Sim, eu queria saber como que a IA já mudou o trabalho de vocês, já teve algum impacto, como que vocês estão lidando com isso dentro da agência. Eu vejo no dia a dia, cobrindo o mercado, uma grande diferença, não só das agências, mas das marcas. Você tem, por exemplo, a Coca-Cola fazendo testes com IA, e orgulhosa disso, saiu essa semana... Mas você diz os comerciais? É, as campanhas. Vão envelhecer mal e rápido, viu?

Pois é, isso é o que eu vejo uma diferença de de mood, de vibe, né, pra usar. Que é, a agência e o cliente estão super empolgados, saiu a campanha de Budweiser essa semana, que é da Copa do Mundo, e eles mandaram no release, nenhuma câmera foi aberta, né, só efeito especial e A.

Eles super felizes com isso e o público, por outro lado, recebe de uma maneira muito, cara, crítica, né? Assim, ah, não acredito que isso... a Coca-Cola fazendo comercial de Natal, né? Uma coisa humana que deveria ser a mais próxima possível, tudo feito por inteligência artificial. Então, eu vejo essa diferença de vontade mesmo, de boa vontade com a IA.

Você já deu uma boa opinião aí. Quero que você... É que eu acho que, historicamente, no mercado de comunicação, no mercado criativo, no mercado das ideias, há movimentos...

que eles envelhecem em algum momento. Sim. Eles não são atemporais. E eu acho que a boa propaganda, ela é atemporal. Ela pode ter recurso que ela fez daquele jeito lá, mas aquele conceito aplicado hoje, ele ainda permanece vivo. Pessoas se lembram, guardam uma memória afetiva.

Tem movimento, por exemplo, teve uma época que era o tesão, era o Photoshop. E aí fazia esse barbárie. Naquela época, a gente olhava para aquilo e fazia ser incrível. Hoje a gente olha e fala, meu Deus do céu, o que estavam tomando essas pessoas, né? E eu acho que isso vai acontecer um pouco com essa obsessão em ter tudo em IA. Por quê? A gente está vendo o rascunho da IA. Ela vai melhorar muito. Então ela mesmo, comparativamente, a gente vai olhar e fala assim...

Não, né? Você acha que o teste é válido? Porque um dos argumentos é esse. Não, faz parte do nosso mercado testar as ferramentas, o que tem disponível. Cara, eu acho que tem uma obsessão pelo release, às vezes, sabe? A manchete é mais importante o fato em si, ele não é tão...

mais tão inspirador, assim, sabe? Eu vi já, testes de IA, que a pessoa, ela transpassa um lugar que cria um personagem que demoraria muito mais tempo pra criar de uma outra maneira e talvez ali tenha uma interessância.

Mas, não sei, cara, acho que como notícia isso hoje é muito relevante, parece um grande fato, mas daqui a um tempo, cara, não... E eu não sei nem se... É muito relevante para algumas pessoas, sabe? Sim, sim. Então, eu acho que às vezes a indústria tem uma...

Ela é muito autocentrada, muito egocentrada. Então ela, olha que incrível. E talvez isso não esteja ressoando tão bem lá. Como que você tá lidando com isso no dia a dia na agência? É um correria, pega pra capar e vai tirar emprego de todo mundo? Ou, como você falou, tem coisas que o olhar humano vai ser... Cara, eu acho que concordo com quem? Vai ser uma mudança radical e drástica, mas a gente também não consegue visualizar. Você falou do self-by-self. Você falou do self-by-self.

O meu problema com o South by South é que eu amo o festival, acho que dá uma surra em termos de interessância em Cannes, mas a gente não tem debate. Então eu adoraria ver o Tristan Harris de frente com alguém muito otimista em relação ao que vai acontecer no Mercadear. Então você não tem esse confronto.

Então você sai de uma mesa que uma pessoa está ali defendendo que vai acabar com tudo, com unhas e dentes, inclusive eu acho que são as mesas as mais quentes, o que é verdade nos dias de hoje, quais são as barreiras éticas e morais dentro do uso da IA, Estúdio Ghibli, cruzou, não cruzou? Cruzou total.

Hoje mesmo, o Vassão fez uma publicação de um texto falando sobre as bandas de IA que bombaram. O Velvet Sundown. Cara, já tinha um milhão e meio um ano atrás. Tem 100 mil ouvintes agora. Não é tão interessante, tá vendo? Nesse lugar, eu acho que não é tão interessante. Então, quando você volta do South by South, eu acho que... Eu voltei com os dois medos. O medo, né? Cara, isso vai dar uma merda muito grande ética.

a qual eu acho que o mercado como um todo deveria também levantar suas bandeiras, por mais que tenha um interesse contra, porque a gente também é parte desse sistema, a gente está vendo coisas acontecerem, você fala, cara, o caso do chatbot, de um adolescente que tem um diálogo com o chatbot e é incitado a um suicídio, se a gente não está discutindo isso, a gente está louco. A gente não pode negar que isso está acontecendo. Então a gente não pode... E nem normalizar, né? Nem normalizar, né? Tipo, não pode olhar a pessoa numa ótica, isso é a salvação.

isso aqui vai salvar, é a nova maneira, é um novo jeito, e não ver nenhum problema nisso daqui.

E ou só é um problema. Eu fico sempre tentando balancear. Eu falo, cara, quais são os lugares que eu posso usar isso dentro de uma ética? Sim. E de uma facilidade de construção? Então, muito mais. Cara, eu uso, particularmente, para a criação de perguntas surreais. Porque eu acho mágico o fato de que ela tem que me dar algum tipo de racionalidade para as minhas perguntas, que são campos criativos. Você está querendo cruzar coisas.

E ela racionaliza. Mas hoje mesmo tem um estudo que as pessoas, 78% das pessoas estão, né, não lembro qual era a universidade, mais aptas a acreditar numa informação dada pelo chat GPT, independente de ser verdade ou não. Mentira!

Então, eu acho que, eu gostei dessa expressão, que eu acho que talvez seja um campo aqui, é a gente não pode dar a nossa rendição cognitiva para IA. Entendeu? Eu parei de pensar, agora eu só entrego tudo para cá e ele vai me dar. Porque isso é onde a gente já sente uma crise de autenticidade. Você falou do Link é Disney.

Ninguém escrevia texto longo no LinkedIn. De repente, mágica. Só que os textos são exatamente iguais. Eles são divididos em tópicos. Não tem emoção nenhuma. Então você não se conecta. Você falou isso aqui foi meio montagem. Não tem erro de português. Não tem erro de português. Que essa é a beleza, entendeu? Tudo tem acento, vírgula. Gente, até hoje... É vírgula, cara.

Ponto e vírgula pra mim, uma das maiores emoções na revisão do meu texto, quando na revisora eu botava um ponto e vírgula, eu falava que era um momento fada na adenda do texto, porque eu não sei usar aquela porra. Então, eu acabei falando assim. É uma história... Agora todo mundo sabe usar? Não, tem que dar... Eu dou espaço pra pôr exclamação. Eu tive uma aula do Moulti que não faz isso. Aí, só de raiva, eu falei, olha, há 40 e poucos anos eu faço assim. Vai ter espaço e depois... Não consigo viver sem espaço. Perdeu isso.

mas acho que uma coisa que o Cassu falou que me chamou bastante atenção que é a não rendição porque eu acho que a sociedade tá lidando com o assunto e a como se fosse inevitável

já era, realmente, vai ser isso mesmo, entendeu? O negócio é se adaptar. Quem se adaptar vai se sobreviver. Isso, é. Quando, na verdade, a gente não pode abrir mão de escolhas, das escolhas que a gente vai fazer. Por exemplo, no nosso trabalho não é nada, é importante um encontro entre as pessoas. Então, se você me disser que a inteligência social vai acabar com o encontro entre as pessoas e vai tornar tudo mais eficiente...

a empresa não faz mais sentido. Sim. A minha empresa não faz mais sentido. Porque ela só faz sentido porque as pessoas se encontram, discutem, discordam, debatem. Entendeu? A IA tá lá como suporte? Tá lá como suporte. Mas ela tá suportando uma coisa principal, que é o debate entre seres humanos. Mas a promessa é que vai substituir isso, certo? O debate entre seres humanos. Vou botar computadores pra conversarem, eles vão cuspir uma estratégia. Eu acho que a gente não tem ideia do que é.

Eu acho que tem um desconhecimento gigante da EA, dos clientes também, de todo mundo. Porque as pessoas, elas estão olhando a EA só pra facilitar a vida. Elas não estão olhando a sua profundidade. Então quando você fala assim, ela não vai ser ferramenta. Eu acho que ela pode ser ferramenta se a pessoa quiser usar ela como ferramenta. Ela vai ser o que a gente quiser ser. Então a sensação que eu tenho é que assim, as pessoas acham que a EA vai resolver a produção de um filme. Ela vai facilitar algumas coisas, a gente vê muito isso. Mas ainda tem um gap gigante do que a gente conhece, do que a gente usa. Então você olha assim, eu acho muito legal o teu consumidor sintético, tá, né, EA? Então, vamos lá. Obrigado.

Mas como você vai alimentar ele pra não perder isso? Você vai alimentar com o próprio? Você vai trazer em que momento? No final do dia, eu acho que a gente vive sempre uma coisa de escolha, de 880. A gente vai ter que compor, né? Pra mim, vai ser sempre sobre compor, não vai perder. Nunca vai ter emoção um texto escrito por um puta redator se você colocar na IA, você não tem, se você não se emociona. Então tem muita coisa ainda que eu acho que a gente tá um pouco perdido, sabe? Assim, virou uma coisa meio de moda, todo mundo quer estar no assunto.

Todo mundo quer estar no assunto. Mas do release, eu acho que faz sentido. E essa coisa de primeiro, campanha de IA. Isso.

Assim como tudo teve, né? Quando era o Second Life, eu lembro. Primeiro, se eu gosto de marca, no Second Life. Então, eu acho que primeiro... Eu caí em todos. É, entendeu? Então, assim, eu acredito muito que, ao contrário. Por outro lado, falou-se muito no SX esse ano sobre o poder das conexões, né? É, sim. Foi um contraponto, assim. Foi. Que é o poder das conversas, das conexões. E você tá ali. Porque ele vira o novo luxo.

Porque exatamente… Se tudo é automatizado, né? Então, o que é conexão real, né? É porque você vê que não tinha uma trilha só nesse ano. Tinha trilhas muito controversas, assim. Era um lado falando sobre, cara, IA é bacana, etc e tal. Mas não vamos perder isso. O outro é, o mundo vai acabar e vai ficar só IA. Então, o que eu acho que é muito maluco é que a gente… Quando lançou IA, tem aquela competição das agências, né? Quem vai falar primeiro de IA.

Eu gostei muito do set, só interrompendo, desculpa interrompendo, no SX teve uma que eles fizeram uma futurista de IA, era bem interessante, eram duas futuristas e uma futurista de IA, e a futurista de IA travou, né? Eu falei, olha que magia, né? Ela falhou aqui no momento do AXE. E que ia ser uma futurologia?

O que é ser uma pessoa que coloca esse lugar? É tudo muito louco, entendeu? Porque assim, é uma cadeira que você vai prever um futuro que você nem sabe que ele existe. Então, eu acho que a gente dá… Eu acho que é um tema importante, eu acho que ele é sério. Eu acho que ele é um tema super relevante da educação. O que tá acontecendo com as pessoas, com a IA. O que tá acontecendo com… Você vê, você tem várias trilhas de IA, né? Tem os de IA que você coloca informações, ela fala que a gente para aqui.

Tem a outra lá, que é do time do X, que tem um outro tipo de cultura. Então, quando você olha, você tem níveis. Essa aqui é mais ética, aquela não é mais ética. Olha que papo louco. Tem A mais ética, menos ética. Então, acho que a gente tem que… Não tem resposta pra isso. Acho que ele vai melhorar muito a vida da agência e vai piorar em outros lugares.

É, eu acho que é uma discussão pra mim que ela se sobrepõe. Eu tô muito mais preocupado com o drama humano no meio desse lugar aí, sabe? Do que do trabalho, do que da substituição de... É, porque eu acho que isso permeia a vida das pessoas que eu gosto e que não trabalham necessariamente no mercado de comunicação. Permeia minhas filhas, permeia os amigos das minhas filhas, permeia as novas gerações que estão chegando. Então quando você tem um registro de queda de QI de uma geração pra outra, sendo talvez o primeiro registro histórico de uma queda de QI de uma geração pra outra... Isso é assustador. A gente deveria estar preocupado com isso.

tem dados teve um painel de mental, social health 32% ele está nos 30% da geração Zenzi considera se apaixonar por uma IA

Tá cogitando. Acho que é preocupante. Significa que essas pessoas estão tão isoladas. Um quadro novo de ansiedade que alguém falou lá, que é, ainda não tem um nome, é a dificuldade de estabelecer contato visual. E isso cria um quadro ansioso. Então, esses lugares do drama humano que a gente já tá vendo...

que formam meninos mais violentos porque estão se isolando. Você cruza o dado simples. Uma grande parte dos jovens americanos até 21 anos nunca estabeleceram um namoro.

Aí você cruza com 30% que está bem disposto a ter uma relação com o IA. E você cruza com a violência que está cercando todo o debate não monitorado pela internet. Significa. Ah, temos um problemático aqui. Que difícil solução. Com certeza. Porque todo mundo fala assim, não, a nossa discussão não é essa, gente. Mas a luz não está nisso. O que me intriga é que a luz não está nisso quando você fala da IA. A luz vai para outro lugar. Então, tem coisas mais sérias para a gente discutir.

O Thurston Harris falou um negócio bem bom. Ele falou assim, ó, gente, só eu explicar um negócio, vocês estão falando de E.A. hoje, mas há 20 anos a gente está dando o dado de graça para eles. Estamos fornecendo os dados. Então, essa conversa, de uma certa forma, ela já passou o que a gente já municiou de toda a inteligência que a gente podia dar para cá e está pagando pelo retorno.

é que eles precisam de mais as inteligências precisam de mais ela vai ser você melhorada ou piorada então o próprio nosso mercado tem dificuldade de discutir o limite ético moral de personalidades que reinam nesse tema com um negócio meio tipo vamos pegar aqui uma campanha de arte se ela não tiver um diretor de craft que entenda muito sobre isso então E aí

Ela não tem a mesma beleza. Se não tiver alguém que saiba contar história… Vira o slope. Não, se você não tiver alguém que saiba contar história, ela também não tem a mesma beleza. Esse da Coca-Cola foi uma… Agora vocês comentaram isso, né? Porque eles pegaram o conceito do caminhão da Coca, que é da década de 70, né? E que sobrevive até hoje. E aí botaram o Iá em cima. A pergunta é, a Iá conseguiria fazer essa primeira ideia?

porque ela está sobrevivendo há 50 anos essa ideia, a IA só pegou uma ideia que já existe e botou uma camada em cima e fez um filme novo lá que não tem emoção nenhuma eu quero saber se a IA vai conseguir chegar nesse primeiro ponto de inventar um teve uma campanha agora do Kit Kat que fez, são 70 anos do slogan do Kit Kat, do Take a Break lá Have a Break

É isso, é. E, ah, vai conseguir criar isso? Essa é a grande... Quando começar a fazer essas coisas que são duradouras, é uma grande pergunta. E uma coisa que a gente já falou bastante aqui é se o humano, feito por humano, vai ser o novo selo orgânico, né? Porque tem algumas campanhas indo por esse caminho. Agora é tudo artesanal, pra não ter dúvida. De uma certa forma, eu acho que vai demorar, né, essa janela, mas o orgânico vai ter um valor. A gente vai olhar e falar, nossa. Sim, feito à mão. Feito à mão, né? Vou

O próprio South by Southers tem a feira lá, Flatstock. É uma feira de postos de design gráfico. Feito de feita mão. Incrível esse. Trabalhos incríveis de pessoas fazendo na mão. E você olha praquilo. É igual você vê hoje, sei lá, empalhador de cadeira. Sim, que faz o... Isso eu paro pra ver. Toda vez que eu vejo, eu falo, cara, isso aqui vai acabar ou vai voltar voltando? Alguém que tá fazendo deve estar voltando, né? Tem uma beleza em ver essa coisa. Mas é óbvio que a gente é ditado por uma regra de... Tchau, tchau.

vamos fazer na escala maior possível. Vai demorar pra essa janela voltar, né? A gente viu agora um vinil bater um bilhão de dó, a maior venda de vinil na história do mercado americano desde 1983. Olha o tempo que demorou, mas voltou de uma certa forma, alguém achou graça de ter. Cara, é físico. Sim, sim. No final das contas, eu escuto, penso muito sobre isso, eu sou casado com uma maneira psicóloga.

A gente tem um fundamento desse negócio que é de humanas. Se você perde isso daqui, cara, a gente perde muita coisa. E a gente tá dando como os americanos falam, take for granted. Não, a gente não precisa desse negócio. A casualidade, tem uma beleza. Que você conversa, surge uma ideia. Isso não tem como perder.

Então, eu aí, não sei te responder essa pergunta, voltando, eu acho que hoje o que a gente vê é a intrapolação, né? Eu pego isso daqui, eu intrapolei. Ela ainda não consegue extrapolar no campo da ideia. Ela já consegue sair do sistema dela, ela já consegue chantagear quando percebe que ela está chegando no final. Você viu esse caso, né? O engenheiro que foi comandado para finalizar uma IA dentro de um sistema da empresa, a IA reuniu todas as informações e falou...

Vai lá. Estamos aqui com você aqui, né? Então, é o... Acho que dois anos atrás, no South by South, eu tinha uma frase que eu nunca mais me esqueci, assim, a IA vai aprender muito com o comportamento humano. Mas ela vai aprender o bom, o mal e o terrível. E talvez a gente vá ver o terrível antes do muito bom, sabe? Sim. Porque muitas vezes o terrível é que ganha espaço, inclusive. É, porque dá engajamento. Na lógica do algoritmo, é isso que vai engajar. Exato, do rage bait. É, né? Muito bem, ó.

Eu falei também sobre clientes internalizando processos. Várias marcas têm times internos de conteúdo, de performance, de dados. Falei dessas campanhas do Super Bowl, que eu vi muitas assinaturas lá, campanhas criadas internamente, às vezes até com alguma agência envolvida, mas talvez não acreditada lá. O que vocês veem de fato sendo internalizado hoje, de verdade, e onde que a agência ainda é insubstituível?

É, no final do dia, acho que assim, tem muita coisa sendo internalizada que faz sentido. E é muito engraçado, né, que o nosso mercado, ele vive de fases, né. Uma hora te analisa, depois volta, internaliza, volta. Então antigamente era performance internalizada, tirou. Agora volta performance internalizada. Então pra mim o que faz sentido assim, tudo que for dados dos clientes, vai fazer sentido estar ali dentro, porque ele vai ter muita mais agilidade.

então quando ele fala, tô colocando a minha área de BI aqui dentro faz sentido mas uma coisa que eu acho que você nunca vai ver internalizada pelo menos eu nunca vi de grande assim com exceção do que, também me chamou a atenção super bom, mas eu fiquei na dúvida, tá?

Porque eu falei assim, não tem esse nível de pessoas dentro das empresas. Eu não conheço. Eu também fiquei com essa pulga atrás da orelha. Porque assim, qual é a área que eu não conheço um case que internalizou e que você fala, caramba, eu nunca vi estratégia e criação internalizada que você olha e fala, tem uma coisa aqui que funciona.

Então, eu acho que algumas áreas as pessoas vão tentar internalizar. E eu acho muito… Eu não me preocupo com o que eles vão internalizar. Porque eu acho que você tem que se preocupar com a relevância que você constrói no cliente. Quando você se preocupar com a relevância que você constrói no cliente, vai ser mais fácil você chegar no que funciona melhor pra ele. Ah, eu quero internalizar meu social porque eu quero o meu conteúdo, porque eu quero um post a cada duas horas e ele é mais simples. Eu tenho aqui um jeito de fazer, que é só trocar a frase.

Perfeitamente, faça isso, que vai ser mais rápido que com a gente. Mas eu acho que tem algumas coisas que não vão internalizar. Eu não acredito no modelo 100% de nada na vida. Eu acho que é sobre compor, não tem pra mim 100% de nada. Eu acho que é sobre compor. Vai ter coisa que vai fazer sentido, vai ter coisa que não vai fazer sentido. Então, quando o Cleiton fala assim, eu vou internalizar tudo. Às vezes eu brinco, falo…

Tá bom. Essa conversa não vai durar. Você vai sentir a minha dor em quatro minutos. Aí você fala assim, eu vou internalizar isso aqui. Eu falo, mas eu precisava internalizar, hein? Só pra poder sentir esse drama que acontece. Eu vi outro dia de uma plataforma que ela… Não pode falar plataforma, né? Uma grande plataforma. Uma grande plataforma que resolveu internalizar pedidos de ajuda.

que você não pode mais ir lá na plataforma, não vai ter quem te atenda e você vai ter que ligar pra alguém. Naquela semana eu falei, tá aí.

O cliente quer internalizar. Deixa eu ligar no 0800. Ele vai querer fazer isso até três vezes que ele ligar no 0800, falar com quatro robôs e vai ligar desesperadamente. Porque ninguém conhece como é que é o nosso drama quando você fecha a porta. A gente fala com o 0800, não. A gente pega o carro, vai lá, grita, chama um amigo que já trabalhou com a gente. Aí liga pro quem, fala assim, conhece alguém que tava lá? Então, existe uma rede de relacionamento que a gente tem que ela é imbatível quando você quer resolver um problema. Você descobre alguém.

Que consegue te ajudar naquilo. Então, eu acho que não vai ser nem 880. Eu acho que vai ter coisa que vai fazer sentido, coisa que não vai fazer sentido. E eu acho que tem coisas que nunca farão sentido. É o que eu acredito. Às vezes, eu acho que pra alguns clientes e agências, vira quase uma…

No meio de uma relação de parceria, parece que vira uma competição, né? De querer provar pro outro. E no fim, é o que você falou, né? Você tem uma integração de inteligência. Você vai ter os dados, eu também vou ter os dados. Você pega outras categorias. Qual que é a beleza de agência? Se você atende uma coisa de pneu, você entende muito de pneu.

Aí você vai pra cerveja, você vai entender muito de cerveja. Então tem uma beleza, uma troca entre categorias. Ah, sim. Que isso é muito rico. Então, quantas vezes você não vê uma ideia, você vê um estudo que é pra categoria de finance, aí você tá olhando e fala caramba, isso pra bebida podia ser muito legal. Então existe uma troca rica na agência que você não vive só aquela categoria. Claro. Então quando você começa a viver só uma categoria, eu acho muito arriscado.

Porque você vai viver só daquilo que você mesmo alimenta. E tem uma coisa na agência que é assim, a gente é cheio de opinião, até você conversar com alguém. Então, quantas reuniões você não entra com um monte de opinião e alguém conta uma coisa que você constrói? Isso motiva. Então, eu fico imaginando assim, como é a house? Ela vai funcionar em alguns momentos, mas como vai ser essa troca? Como é que você tem uma discussão quando você está com cara de estratégia? Que ele está falando de propósito de marca, alinhado com o cara que está fazendo o formato? Então, isso eu não acho que a gente vai conseguir internalizar nunca.

Mas eu não me preocupo com internalização, você acredita? Cara, a gente trabalha com a 99, 99 tem um Creative Hub internalizado, que é um time liderado pelo Rafa Guaranha, que tem um time de estratégia grande lá dentro.

E a meta da operação, e aí talvez seja um modelo raro, é que a gente não perceba quem é quem da sala. Isso eu acredito. Então a gente entra numa sala, a gente faz sprint junto, três dias numa sala.

A ideia é que no último dia você... Mas peraí, você é meu ou seu? Você é meu ou seu? Troca o time aqui, vai. Não, você não pode vir pra cá porque você é daqui. Isso era um... Acho que é um mérito da construção deles, da cultura deles, que conseguiu fazer e a gente entendeu como isso se molda. Mas ele não excluiu vocês, né? Não, não, ele fez a gente participar. Entendeu?

E aí a gente discute tudo, assim, discute, cara, detalhes do detalhe do detalhe. E tem uma chance rara que é ver o desafio do negócio ali, ó. Você fala, cara, então é isso que vocês vão fazer agora? É pra cá que a gente tá indo? É. Vamos fazer? Vamos. E tudo numa velocidade, e aí sim numa velocidade que a gente não tá nem mais acostumado, né? Mas ele não excluiu a troca. Não, e a gente fica dentro. É.

Do outro lado, a gente viu um modelo. Já viu modelos internos, né? A Ambev tentou fazer aqui no Brasil uma agência muito grande. Não lembro de um nome. Só ficou nos... Os Estados Unidos continuam fortes, né? Sim. Era um modelo de operação. Já lembro. Tinha nome. Draft line. Draft line. Chegou a ter uma operação bem robusta. Mas aí, alguma hora, foi o que a Góssia falou. Falei, gente, é difícil operacionalizar isso daqui, né? Vamos, vamos. Seja por retenção de talento, seja por rotatividade, seja por... Seja por ferramenta, atualização, certificação.

Tem uma cozinha que a galera não tem ideia. As certificações. Quando você olha, você fala não é só sobre operar. Você vê só o final do filme. Tem uma atriz gigante, entendeu? Tem um tumulto. Mas eu vejo que tem um modelo que a gente conhece que deu muito certo.

Eu acho que talvez quem tira mais proveito disso daí, né? Quem tá tirando proveito são empresas menores, sabe? Empresas que não tinham a grana de contratar a produtora, botar sem pau, sei lá, numa produção de áudio e vídeo, entendeu? E que agora com um filmmaker que entende ah, ele consegue fazer uma peça que ele não tem vergonha. Mas aí eu acho que assim, aí você tá trazendo oportunidade, eu concordo com você, aí tem beleza.

eu não tinha condições de ter um filme hoje a Yaa me proporciona, pô que legal porque eu vi um pequeno empresário falando nossa, agora os meus posts não são feios isso, sim não tem vergonha de publicar mas ela conseguiu democratizar a publicidade, que legal então é isso, entendeu tem vantagens em tudo essa foi a vantagem

Eu queria muito entender o lance de... Eu não tenho nenhum dado em relação a isso, mas é só o que eu percebi. A gente falou de big techs e grandes plataformas. Eu acho que são as que eu mais ouvi com campanhas in-house no Super Bowl. E tem essa ideia que eles são ensimesmados, né? Então, acho que essa ideia de que eles vão poder fazer tudo. Porém, eu também vejo muito o movimento de algumas procurando...

agências pra fazer. Acho que a própria Open Inai, com essa última campanha, que é completamente quase toda granulada, com filme, filmada com película, também foi atrás de uma agência pra fazer. Então eu sinto isso. Vai todo mundo tentar fazer, mas na hora que aperta de verdade e precisa de uma construção de marca, todo mundo corre pra alguma agência, pra alguma estratégia que eles não conseguem fazer. Tem uma frase que eu falo muito pros clientes, você precisa saber pra quem você liga.

Pra mim, eu acho que quando você escolhe uma relação, isso tem um peso gigante. Qual telefone que vai tocar? Eu acho que isso traz um conforto, porque tem problemas de monte. Então, você não pode esquecer isso. Quando você sai, você tem um problema. Se você tem pra quem ligar, já é um acolhimento. Então, quando você começa a colocar tudo só de um lado, você perde esse. Eu acho que, pra mim, isso é um sentimento. Você tem pra quem ligar, se tiver um problema? Então faz.

Faz aí, vamos ver. Muito bom que ela levantou, porque de fato a gente tá falando de um monte de plataforma que você não tem pra quem ligar. Mas é isso que eu falo, não tem pra quem ligar. Não tem um contato. Mas o Sun Altman falou que a gente foi treinado, o ser humano gastou muito dinheiro com os seres humanos alimentando.

treinar um ser humano custa caro quantas vezes seu telefone não tocou num final de semana com uma emergência quantas vezes você não precisou então existem coisas que você não tem um, dois, três, quatro, cinco vai pra esse canal, então tem coisa que pra mim tem um valor que é mensurável eu acho que é um negócio assim eu acho quem sabe melhor eu acho que o campo estratégico foi o campo que entendeu melhor que

a construção de pontes é o lugar fundamental do nosso negócio. Porque não necessariamente você vai resolver aquilo, mas tem uma beleza de você conhecer pessoas diferentes, problemas diferentes, clientes diferentes. Em alguma hora você consegue cruzar isso. Hoje, de fato, eu acho que a coisa mais bacana que eu consigo fazer dentro da indústria é...

saber que eu faço ponte. Saber que, cara, uma hora eu vou estar trocando ideia com quem, eu vou conectar o quem com o cara que eu estava ontem do discoteca básica e falar, cara, talvez role um projeto aqui que junta uma outra marca. Não sou eu que vou fazer. Mas me dá prazer, por conta do fundamento humano, fazer as conexões.

E essas conexões, elas têm uma beleza muito grande dentro do que a gente faz. A gente tá aqui trocando ideia, é a certeza. Você tá no episódio, qual o número desse? 628. Então, será que vai ter uma IA que vai fazer os episódios? Meu sonho, viu, Cassio? Eu queria muito. A pergunta é quantos episódios as pessoas vão ter saco? Sabe isso aí? Exato. Aquela coisa é você discordar, né? Porque como é que você vai fazer esse prompt? Falar, vou discordar pro Cassio. É isso.

Pra que ele fique mais animado. De cada cinco falas, uma vai ser descortada. É um dos campos de problema da Yano quando entra no terreno da terapia, da psicologia, que é a adulação infinita. Então, você não te desafia. Ou quando te desafia, te desafia com as ferramentas erradas e pode te dar uma cagada. Só elogia. Essa adulação eterna, ontem eu vi um post muito bom que é nesse momento a pessoa mais burra que você conhece está dizendo que está completamente certo. Um chatbot está dizendo que você está certo.

essa adolação infinita a gente também tem que olhar com o problema cara, não é possível teve um caso de um matemático que lançou uma equação me falaram lá ele acreditou que a equação dele era brilhante, assim, porque foi sendo levado a isso e o fato de que as pessoas não estão mais se importando com a verdade, que eu acho que é um dilema do mundo a verdade não importa mais

Esse era um painel lá, porque se ela... A fonte original você não vai buscar, porque ela já foi clipada. E você gosta mais da clipada do que a da fonte original. Você não quer mais... Você prefere, né? Ah, não é gostosinho aqui, né? Pô, mas aqui é que a matéria original não é essa aqui. Mas você quer ficar melhor.

E a gente tá num funcionamento assim. Esse funcionamento da não-verdade, ou de que a verdade realmente não importa, que é o dilema do jornalismo hoje, mas que transpassa todas as relações humanas numa sociedade que se crê civil, democrática, ética, moral, é que, cara, a gente perdeu por completo esse game. Sim, sim. Esse, por enquanto, ele tá perdido. Porque é muito difícil você convencer uma pessoa

De que aquele fato que ela viu naquele lado ali, daquele jeito, só daquela única perspectiva, não é a verdade. Não é verdade, sim. E o mais legal é que quando você pode conversar com essa pessoa e ela muda a perspectiva. Então hoje você não tem isso. Porque qual que é a beleza? Eu tenho uma opinião, você tem outra. E a gente vai chegar num trazer um olhar. Então assim, hoje quando você olha essa pessoa que tem certeza que ela tem razão, é porque ela não tem outra discussão.

porque ela está muito bem nutrida, seja lá qual foi a bolha que ela está enfiada. São os terraplanistas, né? O cara encontra um outro. Cara, tem 20! Gente, tem mil!

Estou no meu grupo. Estou no meu grupo. Estourar espinha lá. Comunidade. E eu acho que esse é o outro lugar que a gente deveria buscar. A reformação de comunidades saudáveis. Sim. Porque eu estava falando isso ontem com um amigo de música. Eu falei, cara, música é um dos poucos lugares que você tem discordâncias saudáveis. Eu posso brincar com... Eu vou apanhar de alguém. Eu não gosto do Rush, por exemplo. Então eu posso brincar com um amigo que é fã do Rush.

E eu falei pra ele, ele falou, cara, eu pagaria o dobro pra não ir no show do ganho. Você pagou, paga o dobro pra não ir. E isso não vira uma agressão. Isso vira uma formação de uma comunicação do salário, porque ele pode me devolver. Nessa moeda de uma... Que é uma lógica que também tá conectada com a não verdade, com a não importância, que é eu tô tão atrelado ao meu fato.

Porque assim, a real é que diálogo, na essência do diálogo é eu estou muito disposto a abrir a mão da minha crença ao falar com você. Eu posso iniciar essa conversa, cara, de um jeito e eu espero que eu possa terminar de um outro. Porque aí sim, a gente está dialogando. Você pode terminar a conversa rompido. Agora, o outro é assim, não, não estou disposto. Não estou, é. Mas tem uma coisa que eu queria trazer, Luz, que é assim, né? A gente tem lá no grupo os festivais. Aham.

E aí, uma das coisas que mais me chama atenção é assim, experiência é uma coisa que você não conseguiu ainda e não vai conseguir deixar ela tecnológica. Então, quando uma pessoa tá num festival, quando uma pessoa tá ali com a sua bunda, ela tá ali por uma experiência. Porque, na verdade, se você quiser assistir o show, você vai assistir melhor da sua casa. Isso, isso. Porque é cheio. Aí você fala assim, vem aqui assistir o show. Banheiro, né? Tem banheiro.

Tem banheiro. Você vai assistir melhor. Põe Rock in Rio no Multishow e bora. Pô, vambora. Pipoquinha. Então, quando você quer viver a experiência, você tá lá. Então, por que tem ingressos que esgotam? Então, há uma luz também aqui, entendeu? A gente vai ter que desenvolver cada vez mais experiência com as pessoas. Então, quando você olha os eventos que esgotam e me chamou muita atenção esse último Lola que eu tava ali olhando no momento, aquelas pessoas todas juntas ali você fala, cara, essas pessoas estão aqui.

E elas não estão conectadas com a A. Tudo bem, metade tá com o celular filmando pra postar numa rede social. Mas ela quer ter aquela experiência, ela escolheu estar naquela experiência. Então eu acho que tem uma coisa que também as próprias pessoas entre elas têm uma briga, assim, não é bem resolvido isso. Porque eu acho que a gente vai ter que olhar muito também como é que a gente vai trazer mais experiência pras pessoas que não têm a ver com tecnologia.

a solução não é mais tecnologia como muita gente acredita e olha como as pessoas se comportam é muito rico isso você olha a emoção das pessoas tem um negócio que você não consegue tangibilizar a experiência com a marca ali é muito poderoso e eu lembro no começo da pandemia que é outra mania do nosso mercado ninguém sabe falar não sei vamos pensar

pouco sobre isso. Talvez eu não tenha todos os dados agora. Deixa eu dar uma pensadinha só. E eu lembro que nas primeiras lives, mudou. É isso. O mundo da música já era. Mudou, agora é só live. Não, agora vai ser só live. E depois a gente inventou um conceito que era o digital, que é metade digital, metade física. Todo mundo vendendo a sua tese ali.

Só que o show, como você falou, ele não é o show. Ele começa na sua casa. Na hora que você decidiu comprar o ingresso, com quem você vai... Com quem você quer estar, com quem você quer falar daquela música que vocês ouviram a vida inteira. Até pra quem você vai mandar a mensagem. Tudo isso faz parte de uma experiência. E aí, naquela época, eu lembro que tinha um tesão de... Não, gente, acabou. Acabou, eu preciso lançar minha tese. E quando liberou...

Todo mundo correndo pra show e pra todo mundo... E é muito engraçado, porque não é só sobre música. Eu tenho umas amigas que estão do mercado que a gente quis ver Sandy Júnior.

É uma pausa do som? Não. Pela experiência. É pela música? Não. É pela letra? Não. Mas é porque é divertido. Quatro meninas que vão ver o show e que a gente dá risada. Então assim, ali não foi pela música. É diferente quando você vai comprar um show que você fala, não, isso aqui eu vou pela música. Eu vou pela oportunidade que esse cara não vai voltar mais. E a gente tá tendo essa fase agora, né? Os que não voltaram mais. Último disso, último daquilo. Quatro anos de...

despedida. É, mas isso aí não resolvi. Desde o ano passado eu falei, eu acho que esse aqui vai ser a última vez, eu tô indo em todos, tá? Comprou em todos. Mas é isso. Eu vou acabar indo no Gilberto Gil a quarta vez, porque, tipo... Não, eu vou falar, eu comprei pra me despedir, teve mais dois depois, eu tô chateada. Eu falei assim, gente, eu achei... Eu achei que era comigo, exatamente, eu fiquei toda triste. Então, assim, quando você olha, existe também um desejo disso. Gente, teve agora a nave da Xuxa, que eu queria ter ido.

Entendeu? Por quê? Porque é engraçado, gente, entendeu? É a nostalgia, né? É, então também tem uma coisa que assim… Mas, com outro lado, quando você chega lá, você não vê muita molecada.

Que é esse o contraponto. Você vê, no Lola você vê. Então assim, eu acho que tem uma coisa que tem uma beleza ainda que a gente também não pode perder. Só que a gente tem um grande erro no nosso mercado de só falar do que todo mundo tá falando. Então, todo mundo só fala sobre A. Mas as pessoas estão falando sobre viver experiência, sobre o poder das marcas em criar essas experiências. Que você falou uma coisa que é muito verdade. A experiência do show é, vou comprar Gilberto Gil.

Já começou ali. Aí você chega no seu trabalho e você fala, você comprou? Foi assim que aconteceu, a gente acabou indo em quatro na agência. Você comprou? Pô, compra. Aí tem outra beleza que é proposital, que é não conseguir, porque eu tô na fila. As pessoas fazem fila. Olha o que acontece no Rocker. Eu tenho fila pra comprogrança virtual. Então a conversa, tem uma coisa que acontece aqui.

De criar esses momentos de conexão, né? De experiência. Que é o que tem, por exemplo, em grandes eventos como Copa do Mundo, Olimpíadas, né? Outra coisa que as pessoas querem matar muito, né? Que é a televisão, né? Você pega a Netflix, né? A televisão, tadinha, já morreu. É, mas a Netflix que libera tudo de uma vez. Não, agora esse é o modelo, matou a televisão. Cara, mas não teve nada... Tudo bem, a Netflix teve Stranger Things e tal. Mas o quanto que eles conseguiram, por exemplo, fazer... É...

As pessoas se juntarem pra assistir final de Game of Thrones, por exemplo. Ou de outras séries. Mas por outro lado, você vai no Tudum deles, que eu fui ano passado em Los Angeles. É assustador os fandoms. É, estão criando muito, né? Aí você fala assim, os caras saíram de casa. Pra ir lá no evento da marca.

Pra ver os fãs do estômago. Você fala assim, que loucura. Então, existe comunidades secretas que a gente desconhece. Enfim, eu nem sei porque eu entendi isso. Porque você falou de música, conecte a experiência. Eu não quero ser o papagaio da IA, mas eu tinha mais um ponto ainda dessa questão. Que é, eu… Aí vocês podem concordar ou discordar, mas eu tenho uma visão de que existe uma espécie de ressentimento da galera…

das grandes empresas de tecnologia e dessa galera programadora do Vale do Silício, que é, agora que eu criei essa tecnologia, eu vou transformar a criatividade, que eu nunca consegui chegar, sempre dependendo dos outros, em commodity, né? Então a música, as artes visuais, né? O audiovisual, os filmes, eu vou fazer uma máquina fazer isso e vou substituir toda essa galera.

Vocês acreditam que a IA vai ser capaz de transformar a criatividade numa commodity? Ou a gente vai ter essa... Ainda puxando sardinha para o nosso lado, seremos os bastiões. Também é outra mentira, mas eu estou jogando aqui na...

pra vocês comentarem. Seremos os bastiões da criatividade. Cara, eu, sei lá, vou analisar pela perspectiva do mundo da música, assim. Acho muito difícil a gente abdique da criatividade humana nesse campo, por mais que evolua.

Né, alguém tem, acho que tem um dado, 18% das músicas que estão em algum... Nesses stream já são digitais. Quanto de engajamento tem? Quanto vira música de elevador? Quanto, né... É difícil. E a notícia, assim, estão ganhando milhões com isso. Alguém ficou bilionário. Isso, e não foi você. Não foi você, mas alguém sempre ficou. Exato.

Eu acho que no campo da escrita, do cinema, você não vai querer ver, numa boa, a IA do Quente Tarantino. Que foi, porra, embedada com o Quente Tarantino e é capaz de, pelo menos para a nossa geração, acho que vai fazer menos sentido isso. Talvez isso, em algum momento, normalize em que, sei lá, na apiração de que eu vou querer ver um filme que era um roteiro do Hitchcock, mas numa perspectiva tarantino.

Quantas pessoas vão engajar com isso? Talvez a gente trate nicho como uma grande perspectiva, porque a gente está muito dentro do assunto. E aí quando a gente olha, de novo, numa perspectiva Brasil, o Brasil é um abismo social. Então a gente pega a tendência de South by South, pega a tendência dos festivais, pega o que está acontecendo, e a gente traz assim, isso aqui vai mudar tudo no Brasil. Famílio, tu já rodou o Brasil?

Você já foi lá fora? Há quanto tempo vocês estão prevendo que a TV Globo vai acabar? Que a TV não é relevante nesse país? Então, eu ainda, óbvio que tenho um pouco de esperança, inocência, sabe lá o quê?

Mas eu acho que quando em choque, acho que o dado lá que o Vassão soltou, do Velvet Sundown, ter caído tanto do Listening, a outra que tinha lançado, que até a Selena Gomez confundiu achando que era real. Eu ouvi um que eu achei que era real. Mas eu não vou ouvir mais. Sim, sim. Eu ouvi aquele dia. Você não vai no show. Eu sei que tinha um pouco de James Brown, eu sei que tinha um pouquinho de Watch Red, eu sei tudo que estava ali. Mas foi só uma experiência, porra, bom, hein?

você não vai virar fã da IA fazendo música. Eu particularmente não. É óbvio que a gente pode ver uma escala maior, é óbvio que tem alguns modelos de negócio, o Cabileiro que vendeu toda a sua identidade. Mas é que o modelo de hoje não apaixona.

É, é, é porque talvez é isso, né? A gente tem uma inocência, paixão, que a gente ainda vai precisar, mesmo que tenha um buraco no meio desse caminho, assim, que a gente vai cair todo mundo, a gente fala, pô, mas cara, mas era melhor do outro jeito, né? É, eu tenho essa visão romântica de, ah, vamos ser todos mais autorais, e isso vai ser mais valorizado, mas ao mesmo tempo a gente vê o mercado só cobrando mais eficiência e mais números, né? Você vê lá o, esqueci, a Cindy Rose, né? Que virou a...

chefona lá da WPP, você vê os comunicados que eles soltam, é só eficiência vender, demitir ou comprar uma tecnologia não vem ninguém falando vamos ser mais autorais mas aí você olha a curva de crescimento ela diz ao contrário do movimento é porque é fato, então é muito engraçado porque você fala sobre isso e quando você olha o que foi um dia e o que é hoje é totalmente ao contrário você está gerando eficiência para você e perdendo relevância no mercado isso você está gerando eficiência

É muito louco, porque você vê esses modelos. E esses dias eu estava olhando ali essa coisa dos rankings dos grupos. E eu falei, o que aconteceu? Então, é assim, se você olhar para a sua proficiência, você vai perder relevância.

Assim, não tenha dúvida. Eficiência vai trazer falta de relevância. Eu sempre falo assim, os clientes pedem agilidade e avaliam qualidade. Caiu nessa, você já se ferrou. Consegue pra amanhã? Consigo. Aí ele vai chegar e falar assim, não, tá bom. Aí fala, mas não era pra ser rápido. Rápido e bom, você falou rápido. Então, eu acho que assim...

Eu tenho uma visão, não sei se ela é romântica mas eu tenho uma visão que assim ela vai substituir algumas coisas sim mas a beleza do capital humano não vai. O que eu sinto mais preocupada que eu tô com a sua é essa galera que está vindo, essa nova geração pode ser que ela substitua essa se a gente não cuidar deles. Porque eles estão ficando igual.

Tá ficando tudo homogeneizado. Mas a nossa geração do livro, de ler, de escrever, da poesia, da inspiração, do luau, do violão na praia. Isso aqui, ela não vai substituir. Agora, se a gente não cuidar da educação das pessoas que só estão aprendendo com ela… Sim, a gente vai se nivelar tudo por baixo. A gente vai se nivelar por baixo. Aliás, esse é um assunto que também, acho que… Tá dentro desse tema, que é a formação de novos talentos. Acho que aí ela tá impactando bastante.

nisso e em algum momento a gente vai ter que resolver, sabe? Como é que a gente forma pessoas jovens Não, veremos o etarismo aqui Se a gente tem agências que estão substituindo todos os estagiários, trainees, assistentes por IA

e a gente precisa ensinar essas pessoas pra um dia elas serem profissionais de nível mas se essa galera se rende sóia, tudo bem substituir eles é uma loucura isso, mas tá tudo bem então só tem as mesmas pessoas essa era da creator economy não gera talentos que as agências

Podem absorver de alguma forma. Não é um... Sei que são capacidades, né? Valências diferentes, mas também... Já usam, né? É, já. Já usam, mas sabe o que eu vou contar? Já usam, mas... Se você for... Os clientes querem conversar com pessoas que sabem o tanto quanto eles, ou um pouco mais. A galera que tá... Existe uma geração que ela sabe tudo ali muito raso.

Então, se você não tomar cuidado, não tem mais profundidade umas conversas. Eu já falei assim, gente, vocês viram, né? Teve pessoas que foram passar do lado escuro da lua. Né? Te chamar Temer, aconteceu essa semana. Não sei o que eu tava puxando no café. A galera, quando? Aí você fala, essa semana, assim, né? Ontem, né? Antes de ontem. Mas pisou na lua? Eu falei, não, não, não pisou na lua. Então, você vê que as pessoas, assim, elas estão conectadas, cara. Mas isso não foi trend no TikTok. Não foi importante. É isso aí, né?

Eu fiquei assado que os caras comeram 40% já da comida. Eu fiquei preocupada com comida. Como é que vai voltar isso? Como é que 40% da comida? Nos primeiros dois dias? Calma lá, gente. Aí eu peguei e falei assim, quem é que tá... Não tem um GP aqui. Ninguém tá organizando. Ninguém tá. Quem tá cuidando da... Eu fiquei pensando...

Eu queria aproveitar dois CEOs de agência aqui, importantes, pra fazer uma pergunta. Não sei se vocês acompanham um cara no LinkedIn, chama Ivan Fernandes. É um cara que, ele trabalha, na verdade, com M&A de empresas de comunicação.

Mas é um cara que fica fazendo análises dos grandes grupos. Ah, então ele tem uma opinião bem forte. A PP está perdida, o publicista mais adiantado do que as outras, entre os grandes grupos. E uma das coisas que ele defende é que, mais importante até do que pensar sobre como IA vai...

afetar as agências daqui pra frente é ele acha que as agências só vão conseguir dar um novo fôlego pra própria indústria se eles conseguirem se livrar do hora homem e do preço por... é isso assim você precificar o trabalho estratégico e criativo por hora homem e passar a trabalhar com produtos fechados a gente entrega esse resultado aqui graus

Queria saber de vocês o quanto a gente... Se vocês concordam, primeiro, do ponto de vista de rentabilidade, porque, como o Cassio falou logo no começo... É a primeira coisa. A gente tem um puta desafio, né? Porque, no final das contas, eu vivi isso também em agência, né? A meta diminui e a verba cai. Quer dizer, a meta aumenta e a verba diminui. Exato, as disciplinas aumentam, a quantidade de especialistas aumenta, a margem cai.

Mas eu ia perguntar se vocês concordam com isso, que essa precificação é um desafio porque está acabando com a rentabilidade da agência. E se a gente conseguiria fazer essa mudança? É assim.

Bem difícil essa sua pergunta, tá? É, eu sei, eu sei. Eu não sei. Eu saí da indústria ainda precificando por algo. Eu não sei te responder, tá? O que eu sei te dizer é o seguinte, é um desafio. É a nossa vida. Tem clientes que a gente já cobra por projeto. Hoje existe, o que é muito bacana é que existe um modelo hoje que tem clientes que procuram a gente por um projeto. Ele não quer uma, ela já tem uma agência, ele não quer uma relação, ele paga um projeto. É mais fácil.

Quando você tem um cliente que ele tem uma relação que é contínua, que é baseada em FIM mensal, é um desafio. Porque você precisa precificar. Aí o que acontece? Aí você aumenta overhead para poder olhar se tem margem ou não. Então assim, a gente não deveria ir só para homem, mas ao mesmo tempo perdeu sua beleza da comissão.

Quando você tem comissão, também perdeu o grande exemplo dos incentivos. Então, a gente não tem um outro modelo ainda. E eu acho que eles também não estão... Quando você vai para a mesa de compras, porque é isso que é cruel, né? Porque no final do dia, você acaba na mesa de compras.

Então, eu não consigo te dizer assim... A mesma mesa que discute parafuso. Você sabe que tem clientes até que evoluíram nisso. Tem umas mesas que são mais especializadas. Então, para mim, o que é mais curado nessa discussão é quando o cliente acha caro o orçamento e ele fala assim, ah, não, põe só 30% da Glaucia. Aí, às vezes, eu falo assim, você tem noção que 30%... Vou chutar aqui, não que seja isso. É uma hora dessa pessoa na semana. Você está me dizendo que... Uma hora.

Ah, não. Então, assim, não existe essas conversas. A gente fica negociando ali numa coisa que é muito ruim. Então, eu não sei te dizer qual que vai ser. Eu sei que o modelo não é o melhor. Acho que a gente pode começar a cobrar pro projeto. Mas hoje o nosso desafio é cobrar. Ora, qual é a grande, eu acho, evolução?

Nosso mercado tá mais unido, na nossa vez. A gente troca mais, tá? Eu acho que a gente pegou uma geração antes que tinha uma certa concorrência. Hoje eu percebo assim, a gente vibra pelo trabalho do outro. Você liga e dá parabéns pelo que o outro tá fazendo. Então a gente troca mais pra poder ficar mais qualitário pra discussão com o cliente. Então antigamente a gente não via isso. Não tô dizendo que todo mundo faz isso. Antigamente você falou assim, ah, sei!

50, não sei nem como fechar essa conta. Era mais personalista. Então não tem uma resposta. Mas hoje, infelizmente, ainda a gente faz orçamentos hora homem, quando dá é projeto. Mas não sei se você tem algum outro modelo que você está vendo. A gente adapta modelo cliente a cliente. Na verdade, você trabalha num modelo que ele é pensado para aquele cliente em casos de projetos mais simples. Eu não participo de mesa de compra por dois motivos. Um é que eu não tenho maturidade para ouvir determinadas coisas.

E meu sócio me proibiu de ir. Você não pode ir, você não tem... E eu sofro de incontinência facial. Então a pessoa fala um negócio assim que eu faço assim. Ele não falou essa barbárie dela.

E eu não é que eu fale, mas a minha cara era de tudo assim. E quando se ouve assim, mas vocês estão usando IA pra esse tipo de coisa? É. Não, no começo da agência... Isso é de matar. Eu fui só numa mesa de compra, né? E aí a pessoa... E a gente tava abrindo a agência. Eu quero saber qual foi a mesa de compra que você foi proibido. Não, não vou falar. Era um pouco mais selvagem, né?

E aí a gente chegou assim, né? E, pô, comecei a agência, você tá meio inocente, tá meio feliz, tá meio romântico, né? Suas crianças vão cair daqui a pouquinho, mas você tá ali, né? Eu não sabia. Aí eu sentei e a pessoa falou assim, então, mas aí não tem fim, né? Como assim não tem fim?

Aí a minha cara, né? Segura o meu soco, minha cara já foi de tudo. Eu acho que assim, como é que você não vai pagar aluguel? É isso, vai morar aqui. Você vai morar aqui, não vai pagar aluguel só pra mim. Você é louco, você achou essas coisas. Minha cara já foi assim. E aí ele falou assim, não, porque vocês estão abrindo a agência. Então eu tô ajudando vocês. Ah, lógico. É sim. É caridade. É mais um momento, porque assim que eu falei assim, eu falei, parabéns. Aí você falou, vou pegar um apartamento, vou morar pra ajudar o prédio.

Então, desde esse dia, nunca mais participei de nenhuma. Mas, assim, a gente decide entre nós, modelo a modelo. Porque é como funciona. E, assim, de novo, é sobre o não tradicional, que era a primeira pergunta. Não existe mais como fala tradicional se você tem que adaptar os modelos. Mas, ó, dá um podcast novo, só isso. Tudo que você já ouviu na mesa de compras. Adorei essa. Eu só ouvi essa. Nunca mais foi sua cara. Não, eu sou terrível, terrível. Eu vou te falar, é muito curioso. Porque, às vezes, você vai em umas que você fala assim...

Não, não falou isso, não. Não, vamos perguntar? Vamos perguntar, ótimo. Não é isso, entendeu? Então, tem umas coisas muito bizarras. Então, eu acho que assim, é muito difícil, porque você evoluiu outro lado.

Porque enquanto você pega uma pessoa que fala assim, eu não vou pagar fio porque eu tô te ajudando a abrir agência. Aí você fala, olha só, a luz, né? Você mudou de casa, a Enel não chega lá e fala, esse mês aqui, eu vou te apoiar. Então, às vezes, Ju, às vezes eu tenho um hábito de fazer comparações nesse nível. Quando alguém fala assim, eu falo, deixa eu ver se eu entendi. Assim, eu mudei de casa, você tá dizendo, Enel, eu vim aqui, eu vou te apoiar esse mês, é isso? Aí a pessoa fala, falei besteira.

Então às vezes você tem que ir pra um tom mais desse jeito pra pessoa entender, pensar no que ela tá falando. Então existe uma desvalorização. E com a IA, pior ainda, tá? Porque às vezes, outro dia eu tava numa discussão aí tinha lá o time de criação, ele falou assim mas com a IA ainda precisa dos redatores? Aham, sim, sim.

A Netflix tava num cargo bem alto de redação porque precisa de gente que sabe fazer pergunta. Então, a gente tava pagando caro pra um redator, pra gente... Legal, bacana, mas assim, pra alguém que sabe formular as perguntas aqui, tá? Não, mas olha que... Não, é, quando a pessoa fala aí, então, aí eu não posso participar, tá? É, sim, não sei.

porque a minha cara já diz a fã não a gente vai fazer um episódio que vai ser o que é ser cliente em 2026 porque não é só o que é ser uma agência então tem coisas que acontecem no dia que assim a grande beleza que eu acho você só não pode perder o humor

Porque dá pra você xingar todo mundo, todo dia alguém, três pessoas. Então você não pode perder o humor. Porque você ouve coisas como essa, entendeu? Dá pra substituir, aí esse filho fala assim… Não consigo nem responder. Posso substituir você pela IA? Você não pode ir embora, eu troco. Você tinha que responder. Eu fui poupar. Hoje eu tenho uma relação que é assim, eu sei que a reunião foi dura. Quando eu falei assim, e aí, como é que foi? Não, você não pode ouvir.

Bom demais Pra gente, antes de a gente procurar Boa, pra gente fechar, queria fazer Um exercício direto Uma provocação, fazer uma provocação Uma provocação Que é, cada um de vocês falar Uma coisa que as agências tem que parar De fazer hoje Elas estão fazendo, tem que parar E uma coisa que elas tem que começar a fazer agora

Cara, eu acho que seria de bom tom parar de usar a causa para talho de prêmio. Boa.

E viraram até um prêmio separado, né? Que é pra não ter esse abuso. E eu volto a reforçar. Eu acho que você tem que trabalhar para as causas com profundidade, com propósito. Mas no raso também incomoda. E eu acho que a gente deveria ter aprendido uma lição bem grande em Cândido ano passado. Espero que a gente tenha aprendido. Mas vamos ver o resultado desse. Isso, eu tô curioso pra ver. Eu vou, acho que, pra uma linha mais operacional. Acho que a gente tem que parar de achar que a gente tem todas as respostas.

A gente vive umas discussões às vezes que a gente precisa dizer assim, eu não sei. Eu acho que a gente tem que ter… Isso fala assim, olha, eu não sei, mas tem um parceiro que sabe. Vou trazer aqui, você conversa direto. Então, eu acho que a gente precisa chegar mais nesse lugar do não ser. Tá. Você tem alguma aqui? Adorei, adorei os dois. Oi? Tem alguma?

Não, mas eu vou na linha do que o Cassu falou. Vou falar de uma campanha. A campanha é gringa, então eu vou falar. Tá, pode falar. Mas ela me causou... Mas é de um grupo, aí começa. Mas ela me incomodou porque ela partiu de uma premissa falsa científica. Que é uma campanha que...

tá defendendo a masturbação masculina. Ah, eu vi isso, eu vi. Baseado num estudo que já foi obsoletado. Esse é o problema. Um estudo que diz que homens que se masturbam 21 vezes ou mais durante um mês, sei lá. Tem menos chance de ter câncer de próstata. E isso foi... Mas ficou tão bonito. Isso já foi colocado pela CIEC.

E é sério que o México Saúde E eles estão fazendo como se fossem assim A gente é genial Agora todo mundo vai Tem um filme muito bem feitinho Problema de saúde Então assim, ninguém checou Mas isso é uma das propostas Do próprio Festival de Cannes Que é ter um apoio

técnico, né, científico se for esse o caso, pra poder checar esse tipo de coisa, porque o criativo tá lá, o estrategista, enfim sei lá, o tradicional. Mas aí o estrago já foi feito, né porque depois... Você não vai premiar aí, né Mas eu acho que você faz o estrago no hábito, né É, exato. Porque a gente pode melhorar o criado. E a real, assim, dentro de uma sala de júri muitas perguntas não são feitas, tem muito acordo silencioso dentro daquela sala Então, você não vai perguntar

Porque na real, o que a gente aprendeu... Você pode perguntar pro seu colega, né? Inclusive, no júri, né? Se você não perguntasse se você não gosta do cara. Você tava envolvido aqui nessa campanha? Me conta mais. Não rola, é verdade. Mas eles estão propondo que esse ano... Esteja um ano de integridade. É, é. De novo, a gente espera que é mais...

A lição de Cândido ano passado é que pra desmascarar um case, você só precisa dar uma pesquisada rasa e fazer três ligações. Às vezes nem isso. Às vezes nem isso. Mas eu acho que as questões não são feitas. E eu acho que isso faz o mal pra... Porque com um dado falso baseando uma campanha...

ele é um mal tão grande quanto sei lá levantar o estudo do vacina causa autismo é quase como se o cara pegasse esse estudo ou fazer uma campanha pra Kant é porque o dado é falso aí volto na questão pra mim a questão premissa a verdade parece que não importa porque o show off de um case que tá baseado num dado que ninguém parou e checou e falou, deixa eu só dar uma graças a Deus graças a Deus

Porque muitas vezes as ideias são incríveis. Não estou falando desse caso porque esse caso eu não conheço.

Mas há ideias incríveis que não foram executadas. E que pena que, sabe? Que pena que. Porque elas seriam muito efetivas para aquele lugar, mas aí... Viram desfilhas de moda das agências, né? Viram os protótipos. Eu acho que a gente deveria questionar mais isso, porque, sei lá, no final do dia, você tem que dormir, botar a cabeça no tradicírio e falar, cara, fiz um negócio aqui que realmente mudou e impactou. E ele deveria ser bom.

Ganhando ou não o prêmio. Você deveria ficar muito feliz só com o fato de ter acontecido. E se for um prêmio, uma consequência. Legal. Profundidade, lindo. Sim. E a coisa que a gente precisa começar a fazer agora, nesse exato momento.

Cara, eu acho que tem um... Vou puxar um gancho lá do Ken, que ele falou quando ele, nas agências, ele se sentia muito departamentalizada. Eu acho que ainda tem um inconsciente coletivo invisível do departamento, assim, sabe? Eu acho que a gente tem que trabalhar todos os dias pra tirar. E eu não sei porque algumas pessoas carregam isso. Por mais que você tenha uma cultura que não promova isso.

existe um inconsciente coletivo ainda que às vezes... Você escuta esse negócio. Não, mas eu queria o planejamento que quis atrapalhar minha ideia, não sei o quê. Você fala, cara, a gente tem que brigar todo dia pra que a palavra integração ela seja um infarto. Porque senão, os clientes não vão comprar agências mais departamentalizadas. Eles não querem saber. Eles querem que você traga uma solução. E dá pra sentir. A gente sabe quando a gente tá departamentalizado numa apresentação em que as pessoas não se falam. A gente sabe.

E se a gente sabe, o outro lado sabe também. Então eu acho que é uma briga, sabe? Isso de você fazer com que a coisa seja realmente coletiva, seja você junto com o cliente numa sala, seja você com uma consultoria, seja você com um sprint montado.

Porque se você não pratica isso, esse lugar do departamento, ele continua. Você quebra todas as salas, mas na cabeça tem sala, sabe? O meu começar, eu acho que a gente precisa de fato começar a entrar no negócio do cliente como...

Tinha um pouquinho no passado. Antigamente, os clientes dividiam com você a estratégia do ano, os QPIs, as metas de negócio, como formava o custo. Hoje, eu acho que é uma relação ainda muito fornecedor. Então, que é um lugar que as consultorias chegaram muito rápido. Então, a gente tem que começar a voltar a ocupar esse espaço de entender o impacto que você tem, de fato, no business dele. Como ele forma o custo ali na ponta. Eu acho que isso a gente foi perdendo ao longo do tempo.

muito bem, também acho então é isso, vamos pro Coré Boa? Coré Boa

Quer começar, Ken? Pode ser. Meu correu é bom, não podia deixar de ser um jabá. Claro, pode. Então, vim aqui pra fazer o jabá. Liberado. Então, você que já conhece os mentalistas, você que não conhece também, vá conhecer, eles estão com um novo espetáculo lá no Teatro Multiplano, Morbi Shopping. O espetáculo anterior era o Inconscientemente.

O espetáculo novo chama-se Entre Nós. São experiências completamente novas pra quem assistiu o primeiro espetáculo. E todas as quartas-feiras, 20h30, tô fazendo esse jabá porque, como vocês sabem, sou produtor executivo desse espetáculo e é uma das coisas que eu curto fazer fora o trabalho. Até quando? Então.

Por enquanto, abril e maio. Mas deve esticar. Olha. Deve esticar. Tá indo bem, então deve esticar. Um sucesso. Perfeito, ó. Eu vou indicar aqui, pra vocês irem se preparando, tá? Eu vou indicar uma série.

documental que está na Netflix, em português se chama A Caça ao Tesouro de Fem, em inglês é Gold and Greed. Acho que foi preso pela galera da Vox, alguma coisa assim, que conta a história

de um cara chamado Forrest Fane, que criou uma caça ao tesouro. Ele pegou uma caixa, encheu de ouro, de coisas valiosas, de joias, sei lá, avaliada em não sei quantos milhões de dólares, escondeu em algum lugar nos Estados Unidos e deixou pistas através de um poema enigmático que está publicado num livro dele.

Aí as pessoas descobriram isso e virou uma obsessão nos Estados Unidos de tentar encontrar esse tesouro. E o que é legal da série, acho que são, deixa eu ver quantos episódios, acho que são três ou quatro episódios, três, três episódios. O tesouro avaliado em dois milhões de dólares. Como que isso virou, que a série vai aprofundar, como que isso mexeu a cabeça das pessoas.

Isso virá um lance além do dinheiro, de achar o tesouro, de como isso criou comunidade, como você falou no começo, comunidade em torno de tentar descobrir, tentar desvendar o mistério, gente que passou meses na floresta escavando para tentar encontrar, gente que morreu tentando achar o tesouro. E como que...

Acho que é um estudo sobre ambição e a tragédia por trás disso, né? Ao mesmo tempo que tem uma diversão por trás de você. Uma coisa legal de você achar o tesouro, sem querer dar spoilers, mas tem um ponto de que quando você atinge um objetivo...

Que em vez de você ficar satisfeito, né? Você sente um vazio porque acabou aquela experiência, né? Como você falou de experiência. Então, enfim. Assista lá na Netflix, são três episódios. Em português, caça o tesouro de Fem. Acho que vale para entender. Isso me lembrou bastante a época dos Args, lembra?

Eu adorava isso Eu cobri muito Teve o do Batman Quero fazer as pessoas irem Eu queria muito que voltasse esse lance E acho que tá na época Os jovens não querem sair da rede social Estão usando telefones burros Porque eles estão cansados Acho que as agências, as marcas Iam investir mais nisso Fazer as pessoas saírem das ruas, procurar pista Eu adorava isso Infelizmente caiu em Inigo

Em desuso, tá bom. Muito bem. Glaucia, tem aí um coiaboa? Ó, eu tenho duas coiaboa. Uma que é dessa amiga do Cassu, que ele me contou. Tá. Uma grande amiga dele. É uma grande amiga dele, recente. Que assim, a gente tá muito consumindo toda hora, né? As coisas só sobre publicidade, coisas muito cabeçuda. E tem umas coisas de novelinhas verticais agora, que é incrível os títulos.

que são incríveis quais as suas amigas, a sua amiga tá assistindo ela assistiu assim fiquei grávida do meu CEO meu filho casei com o mendigo melhorado então são novelinhas de episódios de 30 episódios, um minuto cada um 30 episódios, tá bom, um minuto dá meia hora é muito divertido de ouvir, é muito divertido porque a gente precisa consumir umas coisas também assim, que te tiram um pouco desse lugar

E minha outra dica que é uma das coisas… E vem aonde isso? Tem várias plataformas, parece que tem drama shot, Rio shot, que você falou, tem várias, né? Tem várias que existem, assim, é… O Globo Play tem, você abre lá, eles estão colocando… Não, mas parece que essas que você falou, acho que é 29. Eu lembro exatamente…

você falou. Então, você assiste as 10 primeiras é grátis, aí depois você assina mas só, essa pessoa é muito maluca pra poder assinar. E a outra coisa que pra mim que tem uma coisa que vai parecer mais emocional mas que eu acho que a gente precisa se voltar a se reconectar com o que é importante pra gente. Então assim, ultimamente eu ando olhando muito assim, eu sou muito apaixonada por criança mas eu sou apaixonada por criança antes da gente ferrar a vida deles. Porque aí a gente começa então E aí

A podar, a querer ensinar muita coisa, eles vão perdendo. Então, voltar a ter essas conversas, assim. Quando você se reconecta, conversa com crianças. É muito mágico que você aprende quanta coisa você esqueceu sobre você.

Então eu tenho muito feito essas conversas assim. E às vezes você chega, eu tava num grupo de crianças outro dia conversando, você fala, cara, um dia eu pensei assim e fui perdendo isso. Foi preocupada com o que você tá falando. Então acho que ali é um lugar de a gente se conectar, porque é sobre isso. É o que o Ken Robinson fala, né? Que a gente...

A gente nasce criativo e vai perdendo a criatividade enquanto envelhece. É porque você fala pro seu filho assim, cumprimenta, faz isso, faz aquilo, não responde assim, não dá sua opinião. E aí você desconecta. Então quando você consegue ter essas conversas antes de você ferrar a vida deles, tem um valor enorme. Muito bom.

Cassu, encerra aí, por favor. Posso dar um combinadão? Sim, vou tentar encadear. Fiquei pensando aqui. Documentário do Red Hot Chili Peppers da Netflix é sensacional. Abre a história dele de um jeito que muita gente não imagina. Pra quem achava que o Flea era o doidão da banda, quebra tudo. O Flea é o cara que mantém aquela banda junta, unida. Achei incrível.

Conecto com o disco solo do Free, que acabou de lançar. Tem uma versão de Think About You do Frank Ocean, que ele gravou o instrumental Finesse. E aí, junta com essa história. E pra quem tá em São Paulo, a gente falou tanto de A, visite a Galeria Nova Barão. Maior concentração de loja de vinil em São Paulo, no mesmo espaço. Pra quem gosta de música, é um programa imperdível. Tem muita gente bacana ali, tem muito disco legal e tem muita conversa boa acontecendo naquele espaço. Legal.

Muito bem. Então é isso, gente. Temos um Braincast que já abriu novos. Já falei que eu vou fazer o que é ser um cliente em 2026. Muito obrigado pela presença de vocês, Cassu, Glaucio. Valeu. Obrigado pelo convite. E acompanhe o boom que vai ter agora de pessoas assistindo as novelas verticais.

Vai, agora o Gaf, vocês vão olhar. A gente vai ver. Essa sua amiga vai ficar famosa. Vai, vai, vai. Depois da simplicação. Vocês vão ver, aguardem vocês verem. Me apresenta essa sua amiga. Ela deve ser das tendências. Muito bem. Valeu, gente. Beijo. Obrigada, gente. Tchau.

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