RapaduraCast 907 - Nostalgia 2006: Acontecimentos + Filmes
Jurandir Filho, Rogério Montanare, Thiago Siqueira e Fernanda Schmölz batem um papo nostálgico sobre o ano de 2006 nos cinemas!! Esse podcast é mais uma edição da série We Have to Go Back, onde voltamos no tempo e revisitamos os grandes filmes de um ano específico. Além disso, é um programa nostálgico, pois relembramos os acontecimentos desse ano, as músicas, as evoluções tecnológicas, as curiosidades, os costumes e muito mais!!
Falamos sobre "À Procura da Felicidade", "Piratas do Caribe - O Baú da Morte", "Os Infiltrados", "O Diabo Veste Prada", "Rocky Balboa", "Carros", "007 - Cassino Royale", "O Labirinto do Fauno", "300", "Missão Impossível 3" e muito mais.
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- Acontecimentos de 2005Lançamento do Twitter · Max Pontes no espaço · Compra do YouTube pelo Google · Copa do Mundo FIFA de 2006 · Morte de Bussunda · Lei Maria da Penha · Final da Copa do Mundo de 2006 · Falência da Varig · Blogosfera no Brasil · Migração do Orkut para o Facebook · Investimento da Amazon em nuvem · Transição do analógico para o digital · Lançamento do Playstation 3 · Lançamento do Nintendo Wii · BlackBerry no meio corporativo · MySpace · Acidente do voo Gol 1907 · Morte de James Brown · Morte de Jack Palance · Morte de Raul Cortez · Morte de Nair Belo · Morte de Basil Poledoris · Morte de Ed Warren · Morte de Newton da Mata · Morte de Palhaça Carequinha · Morte de Tele Santana · Morte de Sid Barrett · Morte de Matico Soga · Morte de Aaron Spelling · Anime Tokyo Mew Mew (As Super Gatinhas) · Fã site Metamorfoses · Rivalidade Lindsay Lohan e Paris Hilton · Paris Hilton, Lindsay Lohan e Britney Spears · Reality show The Simple Life · Paris Hilton e sua inteligência de negócios · Nascimento de McKenna Grace · Nascimento de Jacob Tremblay · Nascimento de João Fonseca · Nascimento de Kimi Antonelli · Anime Death Note · Comunidade de amigos otakus no Orkut · Anime Elfen Lied · Plutão deixa de ser planeta · Lançamento do jogo Bully · Lançamento do jogo Wii Sports · Lançamento de Gears of War · Lançamento de Guitar Hero 2 · Conserto de iPod Nano · Lançamento do livro O Menino do Pijama Listrado · Lançamento do livro Guerra Mundial Z · Lançamento do livro A Estrada · Lançamento do livro Água aos Elefantes · Biografia não autorizada de Roberto Carlos · Decisão do STF sobre biografias não autorizadas · Álbum Future Sex Love Sound de Justin Timberlake · Álbum Back to Black de Amy Winehouse · Música Crazy de Gnarls Barkley · DVD live do RBD no Maracanã · Movimento Emo · Álbum The Black Parade de My Chemical Romance · Álbum Ciano de Fresno · Álbum The Open Door de Evanescence · Música Danny California de Red Hot Chili Peppers · Álbum homônimo de NX Zero · Álbum The Duchess de Fergie · Música Smile de Lily Allen · Música Se Ela Dança, Eu Danço de MC Leozinho
Rapadura Cast, o podcast do portal Cinema com Rapadura.
Seja bem-vindo ao Seres Apaduritão do Brasil. Está começando mais uma edição do Rapadorcast. Eu sou Júlio de Filho. E no programa de hoje vamos falar sobre o ano de 2006. Estamos aqui com o Chaco Sequeira. 2006 não pode ter sido há 20 anos atrás. A Anne Hathaway está com a mesma cara. Rogério Montanari. 20 anos que se passaram em 20 anos. 20 anos que se passaram em 18 anos, se for pensar bem, né? 18, 17. Fernandes de Asimultes.
Em 2006, eu era ao mesmo tempo otaku e fã de RBD. Olha só, hein? Agora você é otaku e fã de... BGS. Exatamente. Pouco mudou. Mudou o grupo só. Só mudou o grupo. Exatamente. Gente...
Essa daqui é mais uma edição da nossa série We Have To Go Back, onde a gente faz uma nostalgia de um ano específico. Dessa vez, estamos voltando 20 anos no tempo para o lojínquo ano de 2006, em que muita coisa de 2006 se reflete.
Em 2026, temos muito a falar. Vamos falar de filmes, músicas, acontecimentos, costumes. Tem muita coisa bacana pra gente conversar nesse podcast nostálgico. E olhando pra 2006, tinha muito filme que não dava nem pra ficar olhando pro lado, né? Piratas do Caribe, Carros que eu amo, A Noite do Museu, era sentar e prestar atenção do começo ao fim. Isso me lembra muito aqueles velhos momentos do cinema em casa, eu na sala.
Minha avó, minha mãe, conversando, aquele cheirinho de café recém passado, espalhado pela casa. E lá em casa sempre era o quê? Sempre era pilão, rapaz. Juras, já que você tá falando disso, vocês reconhecem essa xícara aqui? Como não?
Não é? Claro que sim, gente. Lá em casa, inclusive, sempre era desejo uma xícara dessa aqui. Toda vez que aparecia no comercial, todo mundo comentava. Mas, gente, essa aqui, na nossa mão, é novidade, né? Ela tá à venda agora? Tá sim. Finalmente dá pra ter uma pra chamar de nossa. E vamos combinar. Ela é linda, né? Pelo amor de Deus. É linda. Pelo amor de Deus aqui, ó. Todo mundo já quis ter uma dessa em casa, hein? A gente tem, né? A gente tem. E a... Agora a gente tem. Os passos realizados, né?
E agora virou realidade mesmo, Júlia. E faz sentido, né? Pilão sempre esteve presente na casa dos brasileiros nesses momentos do dia a dia. Desde cedo, na correria, entre trabalho, estudos, casa e até acompanhando um bom filme, né? E se você quer ter essa xícara vermelha de pilão pra chamar de sua, aponta agora o celular pro QR Code que está aqui na tela. Ou se estiver ouvindo, clica no link que está na descrição do episódio. Garanta a sua e aproveita os packs promocionais.
De lançamento, pilão, o café forte do Brasil, valeu! É isso, vamos falar sobre o ano de 2006, agora aqui no Rapadorocast. Fala, seres rapadorianos de todo o Brasil. Eu sou o Tiago de São Paulo. Eu sou o David de São Paulo. E bem-vindo ao mundo espetacular do cinema.
Rapadura Cast
Vamos lá, gente. 2006, 20 anos... Meu Deus, 20 anos atrás. Primeiramente que esse podcast tinha sido lançado, né? Em 2006, né? É verdade. 20 anos de rapadora cast. Basicamente...
Nerdcast e RapaduraCast eram os podcasts de cultura pop do momento ali. Era tudo mato. Era tudo mato. A gente fazia inclusive crossovers, né? O Nerdcast participava de lá, a gente participava do Nerdcast. Primeira edição do Jovem Nerd Azaghal no RapaduraCast foi a edição número 24. A gente falou sobre adaptações de games no cinema e por que aquelas não funcionam. Sejam bem-vindos, seres rapadorianos de todo o Brasil.
Tá começando mais uma edição do RapaduraCast. Eu sou o Jurandifilho e eu não consegui zerar Alex Kidd, pois não entendi o jogo Pedra, Papai e Tesouro. Lambda, lambda, lambda! Eu sou Alexandre Antônio, Jovem Nerd, e eu nunca comi uma rapadura. Eu sou Azaghal e eu te odeio!
Bom bom! Esse é o último! CPO! Caraca, pra você ver que tudo na vida tem um espelho de 20 anos. A gente sempre acaba num mesmo lugar. E aí corta pra 20 anos depois, num ano em que Super Mario Galaxy tá no cinema, o filme, que Mortal Kombat tá no cinema, vai ter Street Fighter nos cinemas. Que isso, gente?
Que ano é esse, né? Filme de Zelda tá em produção. Isso, The Last of Fans, terceira temporada de The Last of Fans tá sendo filmada, que é realmente o mundo é curioso, né? Mas vamos falar de acontecimentos do ano, antes da gente falar dos filmes especificamente. 2006 foi o ano do lançamento do Twitter. Twitter, a rede social
O esgoto da internet, eu amo. O Twitter, ele foi lançado pra você mandar mensagem com 140 caracteres. Era só isso, era o SMS. Era um desafio. E aí foi fenomenal, porque a parada do... Acho que o maior exemplo da representação da internet em tempo real, era o Twitter. Porque tudo...
acontecia primeiro no Twitter, né? Os jornais postavam primeiro no Twitter e depois apareciam nos portais e tudo. Até que os políticos, né? As declarações, os estúdios começaram a criar suas contas no Twitter e postar também.
Lembra quando você não tinha foto, era um ovo o seu avatar? É. E o servidor não dava conta. O servidor não dava conta. E aí a gente falava que o Twitter baleiou. É porque tinha uma baleinha carregada com os passarinhos. Falava tipo assim, ah, bad, bad server. Bad, bad server, no donuts for you.
Em que mundo um passarinho tão bonitinho, que era o Twitter, aquele passarinho azul, ia virar um X. Um X patético. Descaracterizou tudo. Patético, patético. Patético. Sabe uma coisa que aconteceu também que foi bem diferenciada em 2006?
pela primeira vez, não só um brasileiro, como um cidadão sul-americano, como a primeira pessoa que tinha a língua portuguesa como a sua língua principal, foi ao espaço, que foi o Max Pontes. Lembra do nosso... Uau, sim. 2006? 2006. Que loucura. 2006, o astronauta Max Pontes. Eu lembro do Casseto e Planeta falando. Eles colocaram lá o Max Pontes, entre aspas, em cima da nave, dizendo, se a nave não virar, olê!
Eu leio lá. Eu chego lá. O motorista. Imagina o Max Pontes lá. O fulano roubou falando na casa do João. Em 2006, era impossível falar de internet e não falar do YouTube, que foi lançado em 2005. Mas em 2006, foi comprado pelo Google.
Foi quando eu comecei a usar, e eu usava, sabe pra quê? Pra assistir Rock Lee vs. Gara ao som de Linkin Park, tá? A MVs de animes. E pra ver episódios de animes picotados em seis partes. E cada vídeo de três a cinco minutos demorava uma hora pra carregar. Você tinha que fazer muito esforço pra ser otaku em 2006, tá? Mas você viu como o YouTube foi um sucesso absurdo? Em um ano o Google comprou, cara.
Eu acho que o Google viu que ali tinha muito potencial, né? Pra algo grandioso, assim. E aí, naquela época, nem tinha ainda as políticas de pagar a galera pra fazer... Não, é. Pra fazer conteúdo, nem nada. Era só simplesmente assim, ó, é um lugar pra você colocar seus vídeos. Porque antigamente, por incrível que pareça...
Pra quem está ouvindo aí, nasceu nos anos 2000 e tinha, sei lá, 6 anos na época do YouTube ou coisa do gênero, não existia lugar pra você embedar os seus vídeos. Embedar, que eu digo, é você colocar os seus vídeos. É, tinha algum serviço aqui no Brasil, a gente utilizava o Videolog. Videolog, tinha o Colmeia, não era Colmeia? Mas nenhum deles era realmente bom. O Homem-Night fazendo Colmeia.
era muito concorrente do Vimeo, né? Que era tipo... Sim. Vimeo. Qualidades maiores, assim, né? Porque no YouTube, a resolução era 360p, gente. Era, tipo assim, era minúsculo o negócio, né? Mas foi com a compra do Google que o Google passou a colocar o AdSense dentro do YouTube, né? De uma forma de tentar monetizar isso. E acabou dando certo, porque o Google pagou 1.6 bilhão de dólares pra comprar o YouTube.
E hoje o YouTube vale 550 bilhões, né? Caraca. Será que valorizou? Não é. Acho que deu certo. Sabe o que teve em 2026, ou 2006? Ah, pessoal. Copa do Mundo! Na Alemanha! Na Alemanha! Era o maior salto alto da história do futebol brasileiro. Meu Deus do céu!
Ó, pra quem não sabe, também, de novo, os caras ficaram, a seleção brasileira, ela tinha tantas estrelas, tantas, tantas. Quadrado Mágico, lembra dessa parada? É, Kaká. O bagulho era tão monstro. Roberto Carlos. Adriano, Ronaldo, Ronaldinho. Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho. Roberto Carlos. Não, só a galera fodida. O Cafu. Cafu. Putz. Era tão grande esse time que eles foram, passaram um mês lá na Suíça, em Lipsic. Lembra disso?
fazendo apresentações pra galera, ir lá e assistir. Tipo, os caras treinavam assim. Chegava batucando, batucando. Todo dia era festa. Meu, lotava lá o... Não, era um espetáculo todo show, né, mano? Todo jogo é um show, né? Se você pensar. Aí pegou a França e, ó. Jogou fechado!
Mas cara, esse foi foda. Essa Copa foi foda. A Copa do Meião, né? Essa foi a Copa do Meião. O Roberto Carlos foi botar a meia enquanto o cara batia uma falta. Ajeitar a meia durante o escanteio e simplesmente a França foi lá e fez o gol. E eliminou o Brasil. Que desgraça, né? 98, o Roberto Carlos deu aquela bicicleta.
Foi, no escanteio. O Ronaldo, em 2006, ele tava acima do peso, tanto que quem fazia paródia dele era o Bussunda. O Bussunda fazia o... Ele tava na Copa, inclusive, o Bussunda, né? Que situação. Que foi exatamente quando ele faleceu, né? Ele faleceu. Ele tava lá fazendo o Caceta e Planeta, né? A paródia do Ronaldinho, acima do peso e tudo mais. E aí, em 17 de junho de 2006, o Bussunda acabou falecendo.
Parece que a história foi que teve um rachão lá da galera da Globo, estavam fazendo um racha. O Bussunda se sentiu mal e disse, não, cara, eu vou voltar pro hotel e tal. Foi a última vez que falaram com o Bussunda. Depois disso, faleceu. 2006 foi um ano muito importante.
na luta das mulheres, porque em 7 de agosto foi sancionada a Lei Maria da Penha. Olha aí! E isso ainda é uma grande vitória para as mulheres. Grandissíssima vitória. Com certeza, cara. Ainda estão resolvidas as coisas? Estão resolvidas as coisas? Não. Não, pelo menos agora tem uma lei. Mas pelo menos hoje em dia, as pessoas ainda pagam pelo menos um pouco pelas merdas que elas fazem, né? Sim. Eu acho bom, acho bom. Tem uma coisa também que é o seguinte... Aliás, quem ganhou a Copa da Alemanha foi a Itália, tá? Que...
Matou a França na final. A Itália que estava horrorosa. Tipo assim, a Itália está com uma seleção horrorosa e foi campeã, né? Mas é sempre assim. A Itália está sempre com uma seleção horrorosa e é campeã. Mas é porque o Zidane chegou lá na final e deu uma cabeçada no Materazzi. Porque o Materazzi chegou para ele e falou assim, Zidane, eu vou comer tua irmã. Falou, né?
se virou e deu a cabeçada no peito do... Então, mas já tava, né? Extremamente sério isso, né, cara? A Itália já tava ganhando, né, quando aconteceu isso. Uma coisa... A França era muito melhor. Inclusive, a Itália ganhou nos pênaltis, né? Foi pros pênaltis.
Foi na prorrogação a cabeçada, inclusive. Que triste. Uma das coisas que aconteceu esse ano é que, pô, pra quem é nostálgico, a Varig, aliás, isso é bizarro, tá? É importante dizer. Sabe essa empresa que você tem hoje como uma empresa que ela nunca vai quebrar? É. Que ela é tipo assim, líder de mercado. Sei lá, pensa numa empresa que ela é líder de mercado. Netflix.
Netflix, isso. Beleza. Aí você vai lá, banca das ações da Netflix, Netflix nunca vai acabar. E aí, de repente, ela acaba? Foi o que aconteceu com a Varig. A Varig era simplesmente a maior empresa aérea do Brasil. A maior. E já tinha acabado a VASP, que era uma das maiores, que depois se tornou a TAM. Mas a Varig era um monstro. A Varig, tipo, quando você ia pegar um avião e você ia pegar um avião da Varig, pô, você tava de boa. Era a melhor empresa aérea que existia.
E ela faliu em 2006. Quando eu me mudei de Fortaleza pra Salvador por um tempo, eu fui de Varig. Gente, era 98. Sabe? Ainda era recebida refeição dentro do avião, com prato, com prato de verdade, com talher. Era um luxo. Sabe que hoje em dia...
Não existe mais. Vou falar uma coisa aqui. 2006, focando ainda na internet. 2006 era a época que a blogosfera era muito forte no Brasil. Blogosfera? Dominava. A gente tinha diversos blogs famosos. Tinha o Tecnoblog, tinha o Meio Beat.
Tinha o Sedentar Imperativo, tinha o Jacaré Banguela, tinha vários desses blogs famosos, o Não Salvo, lá do Cid. A época dos anos 2000 tinha muitos eventos, né? Que era o Blog Camp, foi pré-Campus Party, assim, que juntava a galera em vários estados. Inclusive eu fui pra um aqui em Fortaleza, teve um Blog Camp Fortaleza.
lá em 2005, se não me engano, 2005 ou 2006. E foi muito curioso porque a gente, nessa época, a gente decidiu lançar o blog do Cinema com Rapadura, dissociando do portal para postagens mais descoladas, assim. Engraçadinho.
imagens, dando videozinhos e tudo. E, inclusive, o Rapadura Cast passou a ser postado dentro do blog do Cinema com Rapadura, né? Pra gente tentar se adaptar, né? Porque o site, ele era um portal, um sistema e tudo. E, nessa época, a gente acabou fazendo a migração depois pro WordPress. Mas, em 2006, era muito popular. Blogs, né? Os blogs bombavam. E, também, em rede social, a gente tava vendo a migração das pessoas do Orkut pro Facebook.
As pessoas estavam abandonando o Orkut e... Eu lembro que quando o Facebook chegou, as pessoas... Ah, gente, Facebook, não sei o quê. Ah, nossa. Nossa, eu tinha atrasado. Eu só fui pro Facebook em 2009. É, mesmo porque pra você entrar no Facebook no começo, você tinha que ter um convite, lembra? Tinha que ter um convite. No Orkut também. No Orkut você tinha que ter um convite no início. Mas depois liberou, né, geral, assim, né? É, depois liberou. Vai pra todo mundo e acabou.
Foi um erro tão grande, sabe? Dá vontade de pegar uma máquina do tempo, chegar lá e dizer, volta, volta! Volta que vai dar merda. Cara, 2006 foi o ano em que a Amazon decidiu fazer um investimento de achar assim, será que as pessoas gostariam de colocar as suas coisas na nuvem? E esse conceito começou a ser falado em 2006 e todo mundo falou assim,
Você acha que eu vou colocar minhas coisas na internet? Será que eu vou fazer isso de pegar meus dados pessoais e colocar dentro de um local na internet? Sim. Sim, vamos. Você acha que foi diferente quando as pessoas criaram o banco e elas falaram, eu vou colocar meu ouro no banco? Eu vou comprar na internet? Colocar meus dados nesse site? Nossa, exatamente. E vai deixar na minha casa? Quem garante que vai deixar na minha casa? Né?
2006 é um ano muito interessante porque a gente tava vendo a transição do analógico pro digital, né? 2006 foi o ano que eu tive o meu primeiro MP3 que em vez de ter que ficar queimando CD você baixava as músicas e colocava no MP3 e você podia tirar e colocar de volta, você não precisava ficar comprando CD, comprando coisa pra queimar
Não, esse aqui não é MP3, é MP4. MP5, MP6, MP7. Só voltava ter aquele aparelhinho que você apertasse e saísse um canivete. Só voltava isso. Em 2006, nessa parte tecnológica que o Juras está tão focado, tiveram dois lançamentos importantíssimos. 11 de novembro, Playstation 3 foi lançado no Japão.
A famosa fritadeira porque esquentava que só a peste. Não, e era o Gril de Osforo. Eu sei que as pessoas acham... Eu sei que hoje em dia tem uma galera que acha bonito. Meu, é muito feio. É horrível. Ele é nostálgico porque ele tem a fonte do Homem-Aranha 3, né?
O PS3 FAT-P é aquele que tem uma coisinha prateada. Meu, é horrível. Ele não tem o formato. Ele tem um formato de bisnaga. É super esquisito. Ah, sim, sim, sim. E depois, oito dias depois, a Nintendo lançou o Nintendo Wii. O primeiro Wii. O Wii. Que loucura, né? E salvou a Nintendo, né? Porque a Nintendo tá vindo de fracassos. Que ano foi esse, né?
menos no portátil, porque o Nintendo DS também tava bombando ali, mas... É que a Nintendo, ela vende, ela vai assim, né? Ela pula pra um sucesso, um fracasso, sucesso, fracasso. Ela vinha do GameCube, que tinha sido um fracasso. Pô, mas ela vinha do Nintendo 64, que foi um fracasso também de vendas, né? A Nintendo 64 não foi um fracasso, vai. Não foi um fracasso. Foi um fracasso. Não foi um fracasso.
Quando você vê o concorrente vendendo três vezes mais do seu... Mas aqui você tem uma arquitetura totalmente diferente. Mas é que você tem uma arquitetura que a Nintendo ficou parada no tempo, porque ela preferiu a fita no Nintendo 64, enquanto as outras migraram para o CD.
Até por conta da treta da Sony com a... Sim, sim, sim. Toda uma história. Então eles mantiveram... Mas assim, não dá pra dizer que o Nintendo 64 foi um fracasso. Ele teve ótimas vendas. Mas é claro que não chegou nem perto de videogames como o... Playstation. Playstation, que era CD, né? Principalmente porque, pô, tu ia na banca e comprava pro D-Real. Pô, tu jogasse Nintendo 64, você tinha que pagar...
Agora eu vou dizer o seguinte 2006 ele se posiciona e essa parte da tecnologia internet é legal porque faz a gente refletir, porque 2006 ele se posiciona entre duas épocas, 2005 foi o lançamento do YouTube, em 2006 o Google compra
Em 2007, saiu o iPhone, que revolucionou o smartphone. Mas naquela época, existiam diversos celulares que estavam bombando. E a ideia era você transformar no smartphone, de você poder digitar. Tinha uns tecladinhos. O mais perto que você tinha disso, Júrias, era o BlackBerry. O BlackBerry que naquela época ainda fazia sucesso no meio corporativo.
Mas só nas empresas, porque ele nunca teve uma ele nunca teve uma penetração muito boa no público geral. Mas você tinha Nokia, você tinha celulares da Ericsson por exemplo. Sim, Sony Ericsson. Eu tive um Sony Ericsson Walkman. Eu tinha, eu tive também. E você podia colocar MP3 era época que as pessoas... O meu era roxo.
meu, é laranja, né, laranjinha inclusive era a minha cor favorita porque era a cor do cinema com rapadura, né da logo do rapadura sempre foi laranja, e aí uma coisa curiosa é que, como a Fernanda falou que pegou MP3 play naquela época, aquela época era a época que a gente guardava coisas em MP3, né, tinha ah,
USB, tinha uns pendrives tipo USB, mas ainda era muito caro, mas você queimava os CDs no Nero, aí esses eram os backups então todo mundo tinha uma pastinha de backups, assim, de arquivos e aí, né, a Amazon veio com essa ideia da nuvem que vem pegar anos depois então
Demorou um pouco pra pegar, né? Era muito louco. Como coisas que eram tidas como arriscadas, né? Acabaram se tornando a tendência. Sabe qual era a rede social que mais bombava em 2006? O MySpace. É verdade. O site em que as pessoas descobriam muitas músicas, né? Foi tudo ali, né? A galera começou a descobrir muitas bandas ali. Porque a forma de você ter acesso, né? Porque tinha as páginas oficiais. Você podia dar play, né?
em algumas dessas músicas, e aí escutar trechinhos e tudo isso. Se você voltar lá pro primeiro Mão de Ferro, tem aquela cena que ele tá lá no comboio, né? Aí tá tirando foto lá com os policiais, com os militares, e ele diz não quero ver isso na sua página no MySpace, viu? Aí hoje em dia você assiste aquele negócio, você pega uma pessoa com uma criança.
Uma criança de 15 anos de idade, 15, 16 anos de idade, vai dizer, vai o quê? Mas pensa que já vai isso. É muito louco, né? Como eram coisas que eram a tendência, era a principal coisa naquela época e simplesmente não existe mais. Não, exatamente. Só que, que nem o negócio da Varig que eu tô falando, né? Só que essas empresas eram novas. A Varig era uma coisa que era muito assim, isso nunca vai ter.
É que nem você pegar um banco de hoje em dia, por exemplo, um banco Itaú, que você vê que é uma coisa extremamente sólida, que você nasceu crescendo, vê e tal, e de repente você falar que o Itaú acabou. Como é como? É um negócio que não faz sentido. Teve uma coisa, na verdade, uma tragédia horrível que aconteceu nesse ano.
Que foi aquele acidente do voo da Gol em 1907 com o Legacy, lembra? Sim. Que eles tiveram uma colisão no ar, ali em cima da Mata Amazônica, se eu não me engano. E ali na área do Cachimbo, se eu não me engano. Perto da base aérea do Cachimbo. Onde o Legacy, que era um jatinho, ele conseguiu continuar a sua viagem e pousar.
Mas o avião da Gol não, e aí foi um acidente terrível, que perdemos muitas vidas aqui no Brasil. Falando em perder vidas, Rogério, muitos mortos, muitos falecidos em 2006. Foi um ano em que James Brown, um dos maiores nomes da música, faleceu. Sabe um que foi duas pessoas, na verdade, que são bem importantes de Hollywood?
O Jack Palance, pra quem não lembra, acredite se puder. Lembra do ator Jack Palance? Ele é um cara que fez muitos faroestes e ele ficou muito conhecido no Brasil porque ele era o cara que fazia o Acredite Se Puder que passava lá no Silvio Santos. E ele também é o cara que quando recebeu um Oscar, ele fez flexão de braço. Ele botou o Oscar do lado e... Cicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicicic
Meteu uma flexão de braço, a galera ficou pirada. Dois grandes artistas brasileiros faleceram em 2006. Raul Cortez, ator de diversas novelas. Rei do Gato, Terra Nostra. Nair Belo faleceu em 2006. Puta merda. Nair Belo fazia parte daquele trio de ferro lá, né? Das amigas, né? Com a Hebe. A Nair Belo, a Lolita Rodrigues e a Hebe Camargo. É.
O Basil Poledoris, que é o compositor do Robocop. Exatamente. E de várias outras trilhas maravilhosas também. Ah, sabe quem faleceu em 2006? O Ed Warren. Sabe o... Ah, do Invocação do Mal. Do Invocação do Mal, é. O verdadeiro, né? Que o escritor... Aquele strambiqueiro? Ah, tá.
Você que tá falando, eu não sei de nada. Depois ele vai vir puxar sua perna? Depois ele vai vir puxar sua perna? Não quero nem saber. Sabe quem faleceu em 2006? Meu salto é forte. Newton da Mata. Eterno dublador aí do nosso querido... Caraca. O Bruce Willis, né? Os maiores dubladores. Palhaça carequinha faleceu em 2006.
Tele Santana, cara. Tele Santana. Caraca, meu Deus. Um dos maiores técnicos da história do futebol aí. Campeoníssimo. Sabe quem morreu também? O Sid Barrett, que foi o fundador do Pink Floyd. Ele teve problemas mentais, aí precisaram tirar ele da banda, ele ficou durante vários anos numa clínica, mas ele foi o criador do Pink Floyd.
Cara, em 2006 faleceu a Matico Soga, que é uma atriz e dubladora japonesa que aqui no Brasil ela ficou famosa pelos seus papéis de vilã. Foi vilã no Jiraiya, foi a Rita Repulsa no Power Rangers. Caraca, Rita Repulsa. Caraca.
Sabe a gente já faleceu no M6, 20 anos atrás. Aí teve o Bursunda, né, que a gente já falou também. Sim. Cara, o Aaron Spelling, produtor de televisão responsável por sucessos como o Barrazo Baile. Um nome fortíssimo em Hollywood lá nos anos 90. Também faleceu em 2006. Voltando pra tecnologia.
Em 2006, eu comecei a de fato usar mais a internet, porque em 2006 já tinha, finalmente tinha, finalmente não, né? Finalmente, finalmente tinha banda larga na minha casa. Então foi nessa época que eu comecei a assistir anime no YouTube, naquele modo que eu falei pra vocês, que era uma hora pra carregar um vídeo de 10 minutos.
E, ao mesmo tempo, eu fiquei obcecada com um anime chamado Tokyo Mew Mew, que aqui no Brasil se chamava As Super Gatinhas. Ele era um marrou shoujo que parecia Sailor Moon, só que as meninas, cada uma tinha um bichinho que elas se transformavam. E era uma coisa meio ecológica, de proteger a natureza, cada uma representava um animal que estava em extinção e tal. E aí, eu comecei a assistir em japonês, foi a primeira vez que eu comecei a assistir animes em japonês na minha vida.
E eu entrei no primeiro fã site de Tóquio 1000 aqui do Brasil. Eu vou mandar o link pro Joel, ele vai colocar aí pra vocês verem. Era muito lindinho. Chamava Metamorfoses. É uma graça. E foi quando eu comecei a trabalhar traduzindo. Eu traduzia artigos e coisas do inglês pro português. Pra deixar acessível pras pessoas. Eu ajudei até a traduzir um mangá que não tinha chegado aqui. Foi uma época muito legal. Muito legal. Eu e minha irmã, gente, trabalhava nesse site.
A briga maior de 2006 era entre Lindsay Lohan e Paris Hilton, que eram best friends forever. Mas a Lindsay foi vista com o ex-namorado da Paris na boate Hyde, que era muito famosa lá nos Estados Unidos. E aí é curioso porque elas viviam brigando, mas eram amigas e a imprensa adorava, né? Porque elas iam pras festas e tiravam foto e estavam sem calcinha. Era uma loucura. Nossa, foi a época mais doida.
E aí foi a época em que entrou uma pessoa na dupla e se formou a santíssima trindade das baladas lá de Los Angeles. Das socialites de Los Angeles. Que era Paris Hilton, Lindsay Lohan e Britney Spears. Meu Deus do céu. A Nicole Rich também saía muito com elas. É que nessa época a Paris e a Nicole, eu não lembro qual foi o ano que saiu, elas tinham um reality show chamado The Simple Life, que eram duas riquinhas na Apple Babies.
fazendo coisas, tipo assim, vivendo na fazenda. Era muito bom isso. Gente, 2006 era uma época boa demais. É muito triste que esses programas, a gente não tinha acesso, não tinha streaming, então nunca estreava no Brasil essas coisas. A gente tinha que ficar caçando pedaços na internet. E era um negócio, assim, inacreditável.
Não, o The Simple Life demorou um pouco pra chegar, mas chegou. Chegou na MTV. Passava na MTV? Depois? É, não, então, eu não tinha. A TV a cabo, né? A TV a cabo. Eu não tinha a Fox. Cara, eu lembrava, porque teve um episódio que tava lá as duas e tinha um cara bonitinho lá na Fazenda e tal, né? Aí um olhava pra outro aí e devia fazer um A3 com ele, né?
Agora eu vou dizer o seguinte, a Paris Hilton, ela foi um fenômeno midiático, né, de celebridades. Ela já era... Ah, Paris Hilton, ela é icônica. Podre de rica, né, filha lá da família Hilton, né. Da galera dos hotéis Hilton, né. Dos hotéis e tudo. E aí...
Teve um esposo de absurdo com ela, né? Porque uma sex tape dela vazou e tudo mais. E aí, cara, com a chegada da internet, tudo se polarizou muito mais, né? As notícias, era tudo muito mais rápido. Então, as vidas ou elas explodiam ou elas iam pra debaixo do buraco muito rapidamente. Curiosamente, anos depois, a Paris Reuters escreveu um livro contando basicamente os bastidores de Hollywood dos anos 2000.
O que eu acho mais fantástico na história da Paris Hilton é que ela é uma mulher extremamente inteligente que se fazia de burra porque ela sabia que essa imagem pública daria dinheiro pra ela. Porque quando vazou esse negócio da sextape, eu acho que foi isso, ou não sei se foi alguma outra coisa, a família meio que cortou o dinheiro dela. Cortou o acesso dela ao dinheiro.
E aí ela fez o que ela sabia melhor, né? Que é se expor na internet, virar meme. Ela era muito It Girl, então tudo que ela usava, viralizava. Vendia que nem água e ela construiu o próprio império dela. Sem precisar do dinheiro da família, cara. A Perry Gilton é foda. Uma catphrase que era That's Hot. That's Hot. Lembra quando ela lançou um CD? Gente, eu amava tanto. 2004.
Gente, que delícia. Cara, ser adolescente em 2006 foi uma época muito gostosa, tá? Não queria falar nada não, mas foi muito bom. Agora o seguinte, a gente falou dos mortos em 2006, quem nasceu em 2006? O jogador Andrew. Mackenna Gracie também. Mackenna Gracie também, atriz. O Jacob Tremblay também. O Jacob Tremblay. Mas ele não é criança ainda, ele era criança. Como é o...
No quarto do Jack. Do quarto do Jack, né? Não, ele ainda é criança, eu me recuso. Tenista João Fonseca, que tá aí disputando e brigando com todo mundo, que tá pistolaço, né, ultimamente. Simplesmente o líder da Fórmula 1, o Kimi Antonelli, nesse momento. Cara, em 2006, dá ser um cara que já é velho o suficiente pra dirigir um carro de Fórmula 1. Ai, que ódio, gente. Por que a gente tem que ficar velho? Por que a gente tem que passar tão rápido?
Não é possível. Essa parte dos nascimentos é a parte que eu menos gosto. Exato. Porque o resto a gente releva. O resto a gente... Ah, quem morreu. As músicas. Agora, quem nasceu é...
E você vê que são adultos funcionais no mercado de trabalho. McKenna Grace fazendo cenas picantes em filmes. E você fala, mas não pode, ela é menor de idade. Aí você vai ver, não é. Tem 20 anos. Em 2006, surgiu um dos animes que ainda hoje é muito comentado. Porque é uma franquia gigantesca, apesar de ter poucos episódios. Death Note. Death Note. Olha! É o único anime que eu já assisti na vida. Em 2006, eu criei uma comunidade de amigos otakus na internet. Por causa desse site, a gente...
brincava, a gente tinha fake de anime no Orkut. Então assim, aí as pessoas perguntam, meu Deus Fernanda, mas por que você sofria bullying? Uma das explicações tá aí. Eu já sofria bullying desde antes, tá? Mas é, eu era uma menina esquisita. E era muito legal, a gente fazia muita amizade, a gente fazia, é... Brincava de roleplay no... tópico na comunidade do Orkut, era uma loucura, assim. E eu lembro que alguns animes realmente viralizaram nessa época. O que a gente gostava de assistir em 2006 pra falar...
Olha, eu gosto disso. É muito adulto. Era Elfin Lied. Vocês lembram de Elfin Lied? Elfin Lied. Estranhíssimo, tá? Violento que só. Com umas meninas adolescentes. Obviamente, uma delas era extremamente sexualizada. Mas era um negócio bem torture porn. Violência. Órgãos decepados. Era um caos. Era um caos. Um baita anime. Mas, assim, bem problemático. 2006 foi o ano em que Plutão deixou de ser planeta. Putz.
Todo mundo sabia que Plutão era um coitado de planetinho pequenininho, né? Coitado de Plutão. Plutão é um planeta no meu coração. No meu coração também é. Plutão caiu de... Inclusive, Sailor Plutão, já que estamos falando de anime, é uma das melhores sailors. Eu acho uma sacanagem ela ser demovida.
Só pra falar rapidamente aqui sobre os jogos de videogame lançados, como a gente já comentou antes, Playstation 3 e Wii foram lançados ali em 2006, mas foi o ano que foi lançado também o Bully, que é o GTA na escola, feito pela Rockstar, né? GTA na escola? Como que eu nunca ouvi falar disso? Você tá zoando que você nunca ouvi falar de Bully. Eu nunca ouvi falar nesse jogo.
Meu Deus do céu. É da Rockstar, inclusive. E o nome dele é Bully, porque ele faz as coisas. Eu quero jogar, eu quero jogar. Não, é bom. Você vai ficar com as menininhas. Ele é meio errado, né? Porque o garoto, afinal, ele é um Bully, né? Gente, tu atirava nas pessoas com xilingue, que foda.
Ah, mas saiu... Eu tirava com estilinha das pessoas no pátio. Cara, é o GTA na escola, pô. Tem até a parte das aulas, tem um monte de coisa. Nessa época eu não jogava videogame, gente. Eu não tinha mais videogame. Um jogo que talvez tenha sido um dos maiores de todos os tempos, um dos mais vendidos, com certeza, é o Wii Sports, né? Que é o famoso... Ele vinha com videogame e ele é o famoso jogo que botava a vozinha pra jogar videogame, que ela nunca tinha jogado na vida, mas ela queria jogar o tênis, entendeu?
2006 foi um lançamento de Gears of War. Primeiro Gears foi lançado ali, que é incrível. Jogo do Burinho. Foi um ano de lançamento de Guitar Hero 2. Guitar Hero tava muito popular. Que saudade, cara. Guitar Hero era um fenômeno. Guitar Hero 2. Eu tenho um arrependimento de ter vendido as coisas do... Puta que pariu. Ué, não é você que é contra o colecionismo, Rogério Montalvo? Mas aí não é nem colecionismo, sabe qual que é o problema? Tiago Siqueta.
Você tá achando uma coisa meio extraível, né? Não, mas aí não era questão de colecionar. Era só uma questão de ter uma coisa que não tem mais, né? Você vai comprar hoje... Porque também se chama colecionar. Não, não é colecionar. É, sim, senhor. Vai dar! Não vai dar! É!
Não, não, peraí, colecionar é você querer ter todos. Não, necessariamente. Você querer jogar, por exemplo, se eu quiser jogar um jogo antigo, eu consigo jogar um jogo antigo, certo? Consigo, pego marrom aqui e tudo mais. O problema é que pra eu poder jogar um... Olha aí, ele tem um jogo velho, mas não...
Eu não tenho, mas... Super Mario... Super Mario... Super Mario Osh Island 2. Mario Bros. Você ainda tem o console pra jogar também? Mario World. Eu tenho o meu R36S aqui, tá? Então eu posso jogar o que eu quiser. Só que o... Só que o... Caraca, muito bom. Só que o problema de Guitar Hero é que pra você poder jogar Guitar Hero direito, você tem que ter uma guitarra. E era caríssimo, né?
Então, mas chegou uma época que eu consegui comprar uma pirata. Eu comprei uma... Olha que amarelo. Caraca, amareladaço. Parece que ele fumou o negócio. E ainda tá funcionando, viu, esse Super Nintendo? Eu vendi o meu lá na Game Tech Zone. Tá limpinho, você cuida dele, Jurandir? Tá limpinho aqui, tá vendo como tá limpinho? Amarelo. Tá ótimo. Essa não é a cor dele, Fernando. A cor dele ele é... Vira ao contrário, Júrias. Não, eu sei, mas ele não tá... Então, mas ele tá amarelado por causa do tempo. Não é de tá todo empoeirado.
Pelo menos olhando daqui, ele não parece todo empoeirado. É porque este plástico, que saudade, cara. Ele tem uma certa porosidade que faz com que ele... Isso não é sujeira, é um... Ele muda de cor. É que nem aquelas capinhas de celular transparente, meio molinha de silicone. Todas elas com o tempo...
Ficam todas amarelas e depois elas se desfazem. É assustador. Eu fui me mudar recentemente, há uns meses atrás. Achei uma caixa com várias capinhas. Eu abri, peguei, esparei tudo no meu olho. Então molenga assim, nojenta. Então, mas o Guitar Hero e o Rock Band é uma coisa que se você não tem a guitarra...
Não tem como você jogar. Não tem graça, é. Então... O Sikers disse que ele jogava no controle. Ele disse que jogava no controle. Não, o Rock Band teve um ponto que você só conseguia jogar com o... É, porque o Rock Band 1... Mas o Guitar Hero 1 e 2, você conseguia jogar bem com o controle. Isso, o Guitar Hero 1 e 2, você conseguia jogar aqui em cima, e beleza.
Mas quando chegou o Guitar Hero 3 e Rock Band, essas coisas, aí é só com os instrumentos, né? E a gente tinha comprado, eu e um amigo meu, a gente tinha comprado em parceria. Só que chegou uma hora que a gente olhou, nossa, que trambolo isso aí, e vendeu por nada. Hoje em dia, todos os instrumentos custam mais de 2 mil reais. Caraca. Usado, usado. Você tem que ser esperto e guardar as coisas até o ponto em que elas valorizem para você vender.
Porque vira vintage. Eu tô doida pra conseguir consertar o meu iPod Nano segunda geração. Inclusive, ouvintes, espectadores, se alguém souber de alguém que conserta iPod antigo, daqueles que não era nem touch ainda, que tinha o negócio redondinho, pelo amor de Deus, manda uma DM pra mim no Instagram, manda uma mensagem no Twitter, cata minhas redes sociais aí na descrição e me diga, por favor, que eu quero muito consertar.
Falando aqui de literatura, em 2006 foi lançado O Menino do Pijama Listrado, o livro, que depois virou filme. Foi lançado o livro Guerra Mundial Z, que depois virou filme também. O A Estrada, o livro foi lançado em 2006, que depois virou filme também.
Cormac McCarty. Esse livro é um chute na orelha. Água aos Elefantes também virou filme depois, né? Água para Elefantes, na verdade. Água para Elefantes. O livro se chama Água aos Elefantes. Aí depois virou um filme e virou Água para Elefantes. Será que não é isso aí o português de Portugal, não? É Água para Elefantes. E foi lançado a famigerada biografia do Roberto Carlos. Não autorizada. Roberto Carlos em detalhes.
Que gerou uma polêmica absurda. Esse sim, quem tem, tem, hein? Foi por causa dessa biografia que as pessoas ficaram especulando sobre o fato dele não ter uma perna, né? Na verdade, não é uma especulação, é fato, né? O que ele não gosta é que fale sobre isso. E nunca teve uma foto, né? Nunca deixou uma foto. Ele não gosta que comente sobre isso, mas de fato ele não tem. Sofreu um acidente, um trem passou em cima da perna dele.
Mas virou conhecimento popular, né? É por causa desse livro, né? Na verdade... Ele mandou retirar, né? Lembra que ele mandou retirar? Todo mundo já sabia. É que ele ficou puto e mandou retirar o livro, entendeu? E esse livro... Quem tem esse livro? Porque ele teve uma noite de lançamento. Então quem tem... Esse aí o Sikas não tem. Esse vale uma nota. Esse vale uma nota pra quem tem. Porque ele é proibidaço, né?
E aí tu sabe que isso foi em 2006, aí depois foi em julgamento em 2007. O julgamento foi até 2013, com diversos artistas endossando a proibição das biografias não autorizadas, né? Gilberto Gil, Caetano Veloso. Óbvio, Caetano Veloso não quer uma biografia, né, Caetano? Mas quem encabeçou essa ideia não foi ele, de fato, foi a mulher dele.
É a Paula Lavigne, que é a empresária dele, né? E aí, até hoje, é proibido você fazer uma biografia de alguém, o que é um absurdo, né? Porque são pessoas, né? Eu sei que você contar histórias de algo que você nem conhece tão a fundo, sem autorização, é uma bosta. A gente vê muito isso nos Estados Unidos, né? Tem muitas biografias de vários nomes e tudo. Mas, né...
E existe toda uma briga sobre a liberdade de expressão, sobre o que pode ou não pode fazer, etc. E foi por causa dessa obra aí, né? Em 2015, o STF decidiu que elas são legais e não exigem autorização prévia, valorizando a liberdade de expressão e história, superando tentativas de censura, como a do livro do Roberto Carlos. Isso. Tanto que depois saiu a do Silvio Santos, e o Silvio Santos falou assim, é, não, oficial, mas tá aí. E aí depois virou o sequestro dele.
porra. Geroso aí, não é? Acho que não foi muito bom ele ter liberado essa. Gente, vamos falar de música?
Vamos falar de música. Gente, as músicas em 2006, meu Deus do céu, não se fazem músicas. Agora vai começar aquela putaria de saber se a música é de 2005. Que época boa. Essa época eu queimava CD e depois botava as coisas no MP3. Depois desse podcast vá lá no Spotify, coloque aí 2006 músicas que você vai ver. Você vai ficar embarcado 20 anos atrás, olha como eram as músicas aqui. Já posso falar o álbum que eu mais ouvi em 2006? Pois não.
Future Sex Love Sound, do Justin Timberlake. Que álbum fantástico, tá? Sexy Back. Ele tinha Sexy Back. What Goes Around Comes Around. Épica boa, Justin Timberlake. Nossa senhora, que álbum bom. Meu Deus do céu. Foi um ano de lançamento de um dos maiores álbuns da história da música, tá? Que é o Back to Black, da Amy Winehouse. É verdade, meu Deus. Que álbum bom, cacete.
O álbum derradeiro e único, né, da A Money House, com os maiores clássicos da música que você possa imaginar aí, que fizeram parte da vida de muita gente aí. O próprio Back to Black, o próprio Rehab, o próprio Valerie, que é sensacional. Valerie é bom demais, meu Deus. O álbum inteiro é muito bom, né? Não, não tem uma música pulável, esse álbum é incrível.
É triste. Ah, teve aquela música do Gnaus Barclay, Crazy. Lembra que ele foi num programa, não lembro que programa, que foi no Saturday Night Live, que ele foi cantar, e ele tava vestido de Darth Vader, e os caras estavam dançando vestidos de Stormtroopers. Você lembra disso?
Acho que foi em algum evento da MTV A música já tava fazendo sucesso Mas ela estourou com tudo com isso Quando ele fez esse Eu acho que foi no MTV Awards Alguma coisa do gênero Que ele foi cantar e ele tava com a roupa toda preta Ele não tava com capacete E tinha os Stormtroopers que estavam tocando com ele É porque é o seguinte Rogério Star Wars saiu em 99 A trilogia prequel saiu em 99, 2002, 2005
Então, 2006, era quando eu tava tendo as primeiras ações, esse negócio de melhor beijo, essas coisas do MTV Movie Awards, melhor cena de ação, etc, etc. Então, deve ter sido no MTV Movie Awards de 2006. Fernanda? Oi? RBD gravou um DVD live em Rio, no Maracanã.
Eu fui nesse show. Que caraca. Eu estava lá. E eu estava lá na frente, inclusive, na pista VIP. Na época que a pista era uma coisa só. Você tinha que acampar, chegar cedo. E eu lembro que deu uma OBO nesse dia. Porque o que aconteceu? Uma galera que trabalhava dentro do estádio. A gente lá na fila, igual uns otários, né? Desde de manhã.
Começou a entrar um monte de van de gente que ia trabalhar lá, levando gente pra furar a fila. Quando a minha galera entrou, que tava lá na frente, os melhores lugares já estavam todos tomados por uns filhos da... Olha, eu não sei como não saiu porrada. Até hoje eu não sei como não saiu porrada. Mas a gente via eles entrando na nossa frente. Foi uma derrota.
Da metade dos anos 2000 até mais ou menos a época de 2010, 11, um movimento se fortaleceu. Um movimento dominou o mundo, que é o movimento emo, né? Gente. Foi o ano de My Chemical Romance e o seu The Black Parade, né? Que explodiu. Foi aquele ano também que Fresno... Good Charlotte. Good Charlotte. O Green Day também que ele... Green Day, nossa. O Green Day não assume, mas ele é parte do movimento emo. É...
É que eles eram uma música de rock skatista. Eles ficaram em um American Idiot. É o American Idiot em 2006? Não, American Idiot eu acho que é 2005. E quando que foi então? Quando que eles viraram? Eles nunca foram em um emo não, que porra é essa? Simplesmente o cara tinha lápis de olho. Gente, não só isso. Cabelo preto espetado, terninho com gravata vermelha, isso não era emo não. Eles diziam que não, mas era assim, tá?
E eu vou dizer, viu, o CPM22 era emo também, viu? Porque eram as músicas só de romance e de rock. Porque exatamente, cara, Fresno lançou em 2006 o seu terceiro álbum chamado Ciano, que tem uma das melhores músicas, que é cada poça dessa rua tem um pouco das minhas lágrimas. Uau! Caraca, isso é o auge do emo, rapaz!
Não, olha, peraí, peraí, peraí. Eu preciso falar, agora eu vou falar de clássico. Clássico? De clássico. Eu tô falando de clássico também, rapaz. Não, não é clássico. Respeita a frase daí, rapaz. Em 2006, saiu o álbum The Open Door do Evanescence. Uuuuh, mas é outro. Esse álbum é fantástico.
emo também, cara, eu achei que você ia falar fazendo o álbum fazendo esse álbum que foi muito baseado nas experiências do término dela tem lítio nesse álbum, pelo amor de Deus eu achei que você ia falar da maravilhosa Danny California do Red Hot Le Pepe não teve uma recusação de plástico com o Danny California? não me interessa, a música é incrível
O Rogério Pôs. Em 2006, Brasil, NX Zero, lançou seu álbum homônimo, NX Zero, que tinha razões e emoções. A saída é fazer valer a pena. Exatamente. Além de mim, que é também uma grande música.
Vamos lembrar também que um dos maiores grupos barra bandas dessa época era o Black Eyed Peas. E apesar de eles não terem lançado um álbum nesse ano, saiu o icônico álbum The Duchess, da Fergie, com Forgalicious, Clumsy, London Bridge, Glamorous. Cara, surreal. Surreal, surreal. A Fergie dominava as paradas. E os music videos, os clipes, nossa, era tudo tão bom. Cara, que saudade de 2005, meu Deus.
Tem uma artista que voltou com tudo aí por causa de uma bela chifrada que é a Lily Allen. Ela lançou Smile, cara, que foi um baita sucesso. É verdade. E LDN também. Posso falar de Brasil aqui? Quero falar de Brasil. O que é Brasil, compadre? Você quer falar de Brasil, ainda falta... MC Leozinho lançou. Se ela dança, eu danço. Se ela dança, eu danço.
Falei com o DJ. A Ana Carolina e o Seu Jorge lançaram. É isso aí. Meu Deus. A versão do The Blowers Tower, classiquíssima. Com sucesso absurdo. A Vanessa da Mata lançou. Se você quiser o amor daquele de cinema. Clássico aí.
É do Ribeiro, lançou. Me namorar, toda vez sai que você chora. Reguizinho, reguizinho clássico. Caraca, copo de vinho do MC Leozinho também. Eu e minha namorada, a gente estava agarradinho até que o meu amor bebeu um copo de vinho. Cara, muito bom. O Armandinho. Armandinho, sim. Era Deus que... Quando Deus te desenhou, ele estava namorando na beira do mar.
Caraca, meu Deus. Nossa, eu fui muito feliz na adolescência. Ó, teve o sol do Jota Quest. Pois é. Meu Deus. Eidô. Eidô. Eu não discurto mais.
Você não me leva nada. Mas sabe quem era um baita sucesso em 2006? Nelly Furtado. From Esquice Girl, wherever you are, I'm all alone.
Aquela música Man Eater também, que reviveram quando saiu Rivais, do Luca Guadagnino, aquele da Zendaya e tal. Também boa demais. She's a man eater, make you work hard, make you sweat hard. É falso porque tem muitas músicas que bombaram aqui no SB6, né? É tipo o Beat...
Mas é de antes, né? Da Kelly Clarkson, né? Agora, Fê, teve uma coisa aí no Rio, no começo do ano, que foi aquele show gratuito dos Rolling Stones. Pô, é verdade. É verdade, é verdade, é verdade.
Deu mais de um milhão de pessoas. Virou agora um evento anual, né? Virou recentemente um evento anual. Todo mundo no Rio. Todo mundo no Rio. Você chamar um nome grande da música e tal. Assim, eu espero de coração que continue. Mas até o momento, tá marcado pra ir só até 2028. Mas com o sucesso que tá fazendo, eu duvido que eles cancelem, tá?
Pô, mas já vão ter mais dois anos aí. Tá bom aí, né? Então, mas é um evento que tá gerando muita receita pro Rio. E é muito legal ir no show na praia. Por mais que você não consiga entrar lá naquela área VIP, né? É, então, esse negócio aí precisa de rever, né? A ideia de você ouvir na praia... Eu acho erradíssimo, mas os patrocinadores nunca vão abrir mão desse negócio. O problema é que a área deles é quase o tamanho de um estádio. E aí, quem chega cedo, ninguém consegue ver nada. Essa é a grande verdade. A não ser que você seja queridinho deles lá.
Inclusive, se quiserem me convidar no próximo ano, estamos juntos aí, patrocinadores, mas... O sonho do oprimido é ser o opressor. Exatamente, ué. Claro que é. Eu não fui convidada ainda, mas eu sou brasileira e eu não desisto nunca. Mas até estando na praia, é muito gostoso. Eu costumo, inclusive, fica a dica aí, pra quem quiser vir todo mundo no Rio, eu costumo ficar no segundo telão, perto da água. Você ouve o barulho do mar.
Enquanto tá rolando o show. Não fica um monte de gente te espremendo. Ah, sim. Não, mas eu vou falar uma coisa pra vocês. Eu tava no show da Shakira. Não, eu tava no show da Shakira. Com duas amigas da época da escola. De repente, a minha amiga fala. Meu Deus. É o Felipe nosso amigo ali na frente. O Felipe, ele é uma figura fantástica. Por quê? Porque a gente conheceu ele no show do RBD. E ele virou nosso amigo. Tipo assim, ele não era do nosso colégio. Mas ele falava pras pessoas que ele era. Que era como se fosse. Ele vivia lá.
E aí, o que que acontece? Ele já estava pra lá de Bagdad, chegou, ficou lá com a gente e ainda prometeu pagar uma viagem pra Espanha, pra todos nós. Eu sei que ele tava muito bêbado, porque ele prometeu sair pagando viagem pra todo mundo. Um abraço, Felipe! Saudades. Mas uma música que ficou bem viralizada na época da internet, principalmente pra quem gostava de anime, porque tinha muito MV com ela. A MV com ela era aquela Every Time We Touch, do Cascada, sabe?
Esse era um clássico também. Eu pensava que 2006 com músicas eram mais explosivas.
E, porra, saiu um álbum maravilhoso em 2006, que foi o Black Hole in Revelations, do Muse. É verdade. Pô, a Muse é foda demais. Muse 2006. Muse é foda demais. Quais são as músicas que tinham aí nessa época? Our hopes and expectations.
Black Holes and Raleigh Tem Starlight nesse álbum, meu Deus do céu Supermassive Black Hole, que é a música do Crepúsculo A música do Crepúsculo! Bom demais, amo Inclusive vejam aí no próprio YouTube o Muse 2013 em Roma é o show mais antológico do Muse da história e tá registrado em 4K
2006 foi um ótimo ano pra quem chegava em casa do colégio e assistia Disney Channel. Porque foi um ano que teve High School Musical. Então tocava Breaking Free. Sim. E The Star of Something New em todos os lugares. E aquela... We're all in this together. Todo mundo sabia fazer a dancinha. E também teve Hannah Montana.
Todo mundo da minha geração, durante filho. Inclusive, teve um especial agora recente da Hannah Montana, 20 anos depois, né? Da Marley Cyrus. E era a época que tava bombando o You Get The Best Of Both Worlds. Muito bom. Saudades de ser adolescente. Bem famosa. 2006.
Sai um álbum que eu considero meio agridoce, que é o Revelations, o terceiro álbum de estúdio, terceiro disco do Audioslave. Porque depois teve a saída do Chris Cornell e tal. Então o último álbum do Audioslave foi em 2006, o Revelations, que é um álbum que eu adoro. Tem a própria Revelations, tem Sound of a Gun, tem Original Fire, cara. Nothing Left to Say But Goodbye, Wide Awake. Cara, que álbum do caralho, picho.
Gente, vamos falar de filmes? Filmes desse ano de 2006. Estamos aqui para isso. Mentira, a gente está aqui pela nostalgia. Se não a gente não ficava uma hora antes falando de outras coisas. Exatamente. É um podcast nostálgico para a gente voltar no tempo mesmo, a gente se sentir um pouco mais velho.
Mas é o que a gente tem, né? As nossas vivências, nossas experiências. É isso que sobra pra nós, né? A memória. Eu queria começar rapidinho com o Oscar de 2006. Oscar de 2006. Que era um de filmes de 2005, né? Ah, boa. Esse aqui foi o ano do Crash no Limite.
Talvez um dos Oscars mais polêmicos da história que o Segredo de Broken Back é totalmente homofóbica. Segredo de Broken Back Mountain perde para Crash no limite de melhor filme. Estavam indicados Monique Capote, Crash, né? O Segredo de Broken Back Mountain e Boa Nete, Boa Sorte, que é o filme do George Clooney.
O Bonitê de Boa Sorte e o Capote, ok. O Munique é uma pancada. Pancada. Aí o Ang Lee ganhou pelo menos deram o prêmio de consolação, que ele ganhou por o diretor de Instagram de Breaking Bad Mountain. De melhor ator ganhou o nosso saudoso Philip Seymour Hoffman. Ele tá incrível. O filme eu acho chato o Capote, mas ele tá incrível no filme.
A Rizzi Winterspoon ganhou por Johnny Juni, né? Que ela fez incrível lá, a Juni Carter. O George Clooney ganhou por Siriana, que ele também é um papel muito bom no filme. A Rachel Weisz ganhou de ator escadjuvante no Jardinheiro Fiel, que é um filme do Fernando Meirelles. Melhor animação, Fê, só tinham três de casa nessa época, tá? Tipo, não valia nada, né? Ganhou Wallace Gromit, Batalha dos Vegetais. E ganhou da Noiva Cadáver e do Castal Animado.
Pô, do Castelo Animado, eu acho polêmico, mas eu acho Wallace Gromit um filmaço, tá? Esse primeiro filme do Wallace Gromit é absolutamente... O Castelo Animado é sensacional da Amy Azak. O negócio é que são todos filmes de 2005, né? É foda. Só pra completar, o filme que ganhou de efeitos visuais e som, e os dois prêmios de som, foi o King Kong lá do Peter Jackson.
Olha aí, hein? Peter Jackson. Boys sem os anéis. Gente, 2006 foi o ano em que tiveram muitos blockbusters. As bilheterias de 2006 foram muito altas. Liderado ali pelo Piratas do Caribe, o baú da morte.
Cara, eu amo tanto esse filme. Ele é o único filme que passou bilhão, né? Passou bilhão, sim. É o único desse ano que passou bilhão. Esse filme, ele é um dos meus favoritos. Eu amo a franquia Piratas do Caribe, mas o que eu acho mais impressionante nesse filme são os efeitos do David Jones. Porque o David Jones foi o grande personagem da franquia que apareceu nesse filme. Virou YouTube. Toda essa estética do... Abraço, David Jones.
Mago. Cara, eu gosto do Donatello, por causa do tamanho do pau dele. De eles serem meio cheios de musgo, mergidos com um navio. Caraca, que esses eventos são tão legais. Não existe computação gráfica nos dias de hoje. Com a qualidade e o esmero do começo da franquia Piratas do Caribe, principalmente do Baú da Morte com o David Jones. Não existe. Piratas do Caribe. A tripulação dele, meu Deus. Até hoje, cara. O primeiro com a parte do Barbossa e a galera... Nossa.
Amaldiçoada também. Porra, tem efeitos muito bons. E a gente tinha Stellan Skarsgård sendo pai do Will Turner. Muito, muito legal esse filme. Volta Piratas do Caribe. Volta Piratas do Caribe. Menos. O Sicas tinha 20 anos em 2006. E não gostava de Piratas do Caribe. Ou seja, o Sicas hoje tem 40 anos.
O mundo é um lado de marmada. A memória se esvaiu de um jeito. O 2 tem de legal o quê? Tem o duelo triplo no final dele, que é bem legal. O duelo triplo é bem legal. Caraca, toda a parte deles atrás do coração é bom demais. Como não? Tem a ilha lá dos canibais. Eu gosto do... Tem muita coisa legal, cara. Tem vários instantes muito bons. Rogério, puxa um filme aí, Rogério. Vou puxar um filmaço. Código da 20. Pá.
o cabelo do Tom Hanks não dá pra não dizer que foi um fenômeno foi um fenômeno é um fenômeno inacreditável eu li o livro, eu imprimi eu acreditei eu imprimi os quadros, cara, do do Da Vinci tinha impressora colorida
imprimi tudo e coloquei... E aí, tipo, eu ia lendo, ia vendo as fotos. E aí o filme é uma porcaria, tá? Mas ele até que traduz bem a... Não, não é não, cara. É muito sem graça. Eu gosto, eu gosto. Os filmes do Robert Langdon. O Código da Vinte é um nota 6,5.
É um 6, 6,5. Não, o filme nota 8. É bem legal o filme, gente. Pelo amor de Deus. 6,6,5. Anjos e Demônios, 7, 7,5. O Anjos e Demônios é legal, vai. O Anjos e Demônios eu gosto. Inferno é nota 2, 2, 1,5 e 2, cara. Mas esse, o Código da Vinci, primeiro que o livro já era um fenômeno literário, assim, absurdo.
Anos 2000 tinha muito esses fenômenos literários, né? Que as livrarias bombavam ali nos anos 2000. Mas o filme quando chegou, e é o segundo filme de maior bilheteria de 2006, né? Faturou 760 milhões nas bilheterias. Ele tinha uma coisa que é algo que eu gosto. Que é você pegar algo da realidade e você tentar dar um novo olhar, um novo prisma.
que seja de ficção, que seja pra gerar um filme, né? Pra gerar um negócio empolgante. O problema é que muita gente acha que o Código da Vinci ele é real. Tipo assim, ele é um negócio realmente... Na época pegou muita gente. Pegou, pegou. Até hoje tem gente que...
Meu amigo teve um pico lá de... De pessoas querendo ir lá no Lula. Da Maria Magdalena, não sei o quê e tudo mais. E teve gente se ajoelhando lá na pirâmide. Aquele meme bom demais que é o cara todo descabelado, com o olho assim abertão. Aquele quadro atrás e as várias fitinhas conectando. E o cara tipo assim, que ficou a noite inteira. Era essa energia, né? Era isso, cara. Era o código da Vinci. E outra.
O elenco desse filme foi muito bem escolhido, por quê? Você pega o Tom Hanks, que é o ator que todo mundo gosta, porque não tem ninguém que desgosta do Tom Hanks, desculpa. Mas ele tá super apático nessa trilogia. Não, eu tô dizendo, é escolha de elenco, não é o Elenco em si. Você chama o Ian McKellen, recém saído dos seus anéis. E de X-Men. De X-Men. E você chama a Audrey Tato, cara. A Amelie Poulain. A Amelie Poulain. A Amelie Poulain.
Mano, não tem ninguém com menos carisma dos dois. Menos química do que o Tom Hanks. É impressionante. É impressionante. Mas não é um filme ruim. Botar na peruca do Tom Hanks. É a puta peruca do Tom Hanks. O cabelo dele do Anjos de Muita bem melhor. Vai, puxa um filme aí, Sicas.
Cara, Superman O Retorno. Nossa, a cena do avião. Esse filme só existe por causa dessa cena. E ninguém lembra de absolutamente nada. Exceto a peruba do... Do Brandon Routh. Que teve que ser diminuída no post. Eu posso contar o segredinho? Eu não vou pegar aqui, mas eu tenho o CD atriz sonora do Superman O Retorno autografado pelo Brandon Routh.
Eu pensava que o Cicl ia falar Posso contar um segredinho? Eu tenho uma foto do Brandon Roth sem a cueca Eu tenho uma foto do Brandon Roth autografada por ele Mas olha Tem uma coisa no retorno
Porque, em tese, o filme era pra ser incrível. Porque você pegou o Bryan Singer, a Warner pegou o Bryan Singer, que tinha saído de X-Men 2, pegou os roteiristas de X-Men 2. Qual o grande problema disso é o meu retorno? É o fato de que ele não consegue evoluir além do seu Christopher Reeve. Ele é uma eterna homenagem. É uma homenagem ao Christopher Reeve. A Kate Bosworth foi a pior Lois Lane que a gente já viu no cinema. A pobre. De longe, porque ela tem carisma negativa e ela tem química negativa com o Brandon Routh.
Mas o Brandon Routh é um Superman legal. Eu gosto dele como Superman. Agora, gente, o espetáculo de desperdício desse filme foi tão grande que o Bryan Singer fez uma cena de abertura pro filme com o Superman no espaço. A cena custou 10 milhões de dólares. E cortou. Ele trocou essa cena por um letreiro. Mas tocando a música clássica, que era incrível. A gente tava rasgando dinheiro, né? Esse filme arrecadou 391 milhões em bilheteria. Mas ele acabou vendendo bem em DVD, né?
A turma acabou comprando. Não, ele entrou no top 10 do ano. Certo? O grande problema disso pro meu retorno é ele custou muito porque contabilizaram junto também todas as tentativas de você fazer um filme do Superman até aquele ponto. Ou seja, é um filme que ele tinha que ter arrecadado quase o que Piratas arrecadou pra poder dar lucro. Fernanda, vamos lá, Fernanda.
Vamos lá. Ó, eu vou puxar um que é um queridinho meu também. E que inclusive eu já quero deixar registrado aqui que eu sou a favor de termos um salavip desse filme, que é Pequena Miss Sunshine. Ooooooh! Eu amo esse filme. E esse filme PQP, gente, olha, eu vou falar um troço. Ele tem Steve Carell.
Tony Coletti, Ponteino, Alan Arkin e Abigail Breslin, pivetinha. Cara, que filme bacana. Meu Deus, que saudade de que era o Sunshine. Cara, é um puta filme. Não, ele é um filme de família meio disfuncional, né, que eles querem... Meio?
Uma road trip Numa vanzinha amarela Pra levar a menininha Pra concorrer a um concurso de Miss Em que na hora de demonstrar o talento dela Ela faz um strip Que foi coreografado pelo avô É absolutamente fantástico Exatamente Gente que filme excelente
E ele faz umas reflexões muito lindinhas, assim, sobre aceitação mesmo, sobre família. Nossa, que filme? Vamos fazer um podcast dele. Se a turma quiser que a gente faça, manda aí mensagem pra gente aí. Comenta aí, gente. Vou citar um filme? O primeiro filme de Daniel Craig como James Bond, Cassino Royale. Excelente. Melhor, melhor. Excelente, excelente.
Esse filme, putz grila, ele é talvez o melhor filme do James Bond, porque ele muda a roupagem do James Bond, não só visualmente. Ele dá uma crueza, porque é o James Bond inspirado em identidade born, né? Ele vem dos born, ele vem de 24 horas, então tem que ser bruto, tem que ser um negócio brabo, né?
Ele volta um pouco mais pra pegar os livros do Ian Fleming, um Bond mais brutão. Existe muita reclamação na época da escalação do Daniel Craig, porque ele é loiro, e James Bond não podia ser loiro, segundo os padrões, não podia ser loiro. Não é. Teve aquela coisa do Daniel Craig... O Roger Boone não era loiro? O Bond não era loiro. Mas o Roger Boone não era loiro? Eu tô ficando louco! Eu tô ficando louco!
teve toda aquela coisa de que o Daniel Craig era considerado feio é, eu lembro disso, dele ser feio não, e tanto é que os olhos azuis dele viraram um ponto de plot depois cara, ser feio é foda mas tem toda essa questão teve uma coisa que ninguém falou na época ah, vamos rebutar James Bond mas vamos manter a gente como M porque a gente gosta da gente, sabe? e foi a segunda vez que o Marty Kamp ele deu um revival no James Bond porque o diretor do Cassino Royale foi o mesmo diretor do Golden Eye e aí
Bom, vou puxar agora. Por favor. Vou puxar a melhor ficção científica, talvez, de todos os tempos. Uma das maiores. Filhos da Esperança. Caraca. Esse tá precisando entrar em algum streaming pra gente poder comentar, né? Exato. A gente fez podcast há pouco tempo aí da ficção científica, né? E a gente já botou ele logo de cara que era assim, vamos tirar da frente, porque talvez seja uma das melhores de todos os tempos, assim. Verdade. Cara, o Alfonso Cuarón, ele tava muito inspirado quando ele fez esse filme.
Muito inspirado, porque o cara tem umas tomadas inacreditáveis, né? Daquele negócio de sem corte, quer dizer, com corte escondido e tudo mais. Mas é um filme que conversa muito com os momentos atual, né? Que a gente vive. A gente falou um pouco mais dele lá. Quem sabe não saia um podcast. Mas, infelizmente, é um filme que vive não estando em lugar nenhum, né? Menos só na estante do seu Tiago Sequeira.
Parece que a turma quer esconder, né, o filme. É impressionante. Não sei qual é o rolê. No Torresmo tem aí, né? Ah, no Torresmo sempre tem. O caminhão derrubou tem muito tempo, né? Faz muito tempo. Eu tenho ele guardado num HD aqui. Tipo assim, de não apagar. Sabe qual é? Sicas, por favor, filme aí. Cara, eu vou puxar um filme que, na minha opinião, envelheceu relativamente bem e mal ao mesmo tempo. Que é o X-Men 3. Olha.
final da trilogia original dos X-Men que ia ser dirigido pelo Bryan Singer, mas acabou sendo dirigido pelo Brett Ratner galerinha bem legal aí dos X-Men e é um filme que a gente sabe hoje em dia que é cheio de polêmicas por trás dele tipo, na festa pro Alex conhecer e tal ele chegou pra o Eliott Page e chegou, ó aqui lésbica, viu? Lésbica! Lésbica!
Simplesmente o convite. Caraca, juras. Que as distribuidoras mandavam pra gente um monte. Até um monte. Na época do site, né? Tem o Crepús, tem o Pantera Cor de Rosa. Aí tem o Arthur e os Minimóis. Era uma coisa que se mandava muito, né? Apenas amigos. Mandava muito as distribuidoras pra gente sortear.
pros, né, pra galera que acompanhava pro site, pro podcast. Já percebeu que aí não sorteava nada, né? Não, eu sempre guardava, eu sempre guardava, porque eu fazia coleção, né, eu tenho um, acho que eu tenho uns 400 ingressos aqui de... Eu sempre guardava um, galera, guardava só um. Não, às vezes mais. Olha ele falando aí, a gente tá tentando ajudar. Pra que eu guardar dois iguais, mano? Fala a verdade. Porque eu sempre pensava assim, será que um vai estragar e aí eu tinha o outro. Quem tem um, tem dois, né?
Quem tem um, não tem nenhum. Quem tem dois, tem um. Nossa, loucura de Dick Jane. Loucura de Dick Jane. Ela gastou dinheiro. Tem até do meu nome na Júnior. Caraca. Caraca, esse ele guardou todos. Ele não sorteou nenhum. O Sika sabe. O Sika sabe. A gente recebia... Se tinham cinco filmes, a gente recebia...
20 ingressos de cada filme, assim. Legal. E eram todos, assim... Era bizarro, porque era o ingresso que valia só de segunda a quinta, na época que sexta-feira era o dia do lançamento. E aí você podia ver o filme no cinema. E aí tinha o X-Men, o Confronto Final, que era um filme que fez muito barulho ali, né? A franquia X-Men tava fazendo muito sucesso, né? Primeira vez. Aliás, os filmes de super-heróis estavam fazendo sucesso por causa dos filmes do Homem-Aranha e por causa dos X-Men, né?
No top 10 de 2006, a gente tem dois filmes de super-heróis. O Superman Retorno e o X-Men Confrontal Final. E eu tô dizendo, esse filme, ele pecou por querer abraçar o mundo com as pernas. Porque ele queria, ao mesmo tempo, adaptar a saga da Fênix e adaptar a saga da Cura. É bizarro você ter duas sagas extremamente relevantes com o X-Men sendo fundidas em uma só. Você mata o ciclope em 10 minutos de filme.
Sabe que aquele foi vingança, né, Juras? Por ele ter ido fazer o... Superman. O Superman lá pra um... Aonde, por acaso, ele ficou corno. O James Marsden é o padrão dele. Aquela cena lá do Wolverine chegando perto da Jean Grey e saindo lá a pele dele. Aquela cena é muito foda. É difícil, sabe, que o Brett Ratham é um diretor que tem filmes que eu gosto muito.
Mas que é um pau no cu. É. Muito pau no cu. Ô, Fê. É um tremendo pau no cu, mas enfim. Oi. Filmei. Cara, eu como fã de animação me vejo obrigada a falar de Carros. Ai, como eu amo Carros, meu Deus do céu. Eu amo o primeiro Carros, tá? Carros é muito bom. Inclusive, uma música que eu nem comentei lá, mas que eu amo e tá sempre na minha playlist.
Life is a Highway, do Rascal Flatts, que é a música que toca no encerramento. E eu lembro que quando eu fui no parque da Disney, da Califórnia, que tem a área do Carlos, e tocava essa música no fundo, e é uma réplica exata de Radiator Springs, eu fiquei assim, caraca, é verdade. As pessoas subestimam carros demais, tá? Eu acho uma história muito bonitinha.
Os outros dois são meio pra vender os bonecos? O dois, principalmente? Sim. Eu gosto de algumas coisas do 3 também. Mas o primeiro, ele segue sendo absolutamente fantástico. E ele tem uma das melhores dublagens do mundo. Aqui foi o único lugar que permitiram o Matt ter sotaque. E ele fez um sotaque porque o Matt é aquele tratorzinho.
Tem um sotaque caipira, né? E ele fez um sotaque... É mineiro, assim, né? É bonitinho, é mineiro. É muito legal. E tem a música do James Taylor, Out Town. Que é foda, porque era uma época que eu falava assim, nossa, essa é a melhor música do James Taylor. Não era a melhor música do James Taylor, mas eu pensava assim, nossa, fez tanto sucesso. Queria ver o James Taylor cantando ao vivo em algum lugar. Aí não canta em nenhum lugar nenhum.
Hum, que triste. O cara cantou só pro filme e... Mas, gente, uma coisa que eu amo fazer é viajar e quando eu tô na estrada, eu boto Life's a Highway pra tocar. Eu sei que é clichê, eu não tô nem aí, mas eu continuo fazendo isso. Aquela Rio Gun da Shadow Crew também, cara, tem muita... Aí quando você ultrapassa o carro na estrada, você faz... Exato!
Não, Relâmpago McQueen, que se chama Relâmpago Marquinhos pra gente. Pô, tem o Relâmpago Marquinhos aqui perto, que é igualzinho, tá? Igualzinho, o cara fez igualzinho. Eu tô até hoje atrás do Crocs do Relâmpago Marquinhos, se alguém souber onde tá vendendo, me fala, porque tá sempre esgotado. Se você quiser emocionar alguma geração Z, dá um carrinho do Relâmpago Marquinhos, que você emociona, você emociona. E é a velocidade, catial. Exatamente.
Vamos lá, vamos falar de Missão Impossível 3. Ou o melhor, o melhor, o melhor. O Tisguila, que filmaço incrível. Tem a melhor introdução da franquia, a melhor intro. A melhor vilão. A melhor abertura da franquia é com Missão Impossível 3. JJ Abrams dirigindo ali o Missão Impossível 3.
E é um filme que tem uma cena de ação incrível. Tem aquela que ele vem correndo assim, e explode, e aí ele é arremessado assim. Tom Cruise tava no raújo ali, né? Tava incrível, cara. Cara, tem o McCuffey nesse filme, que é o pé de coelho. Bicho, é o melhor McCuffey, porque nunca é explicado. É maravilhoso. Você não precisa. O cara, o vilão. Nunca é explicar. Nunca.
Nunca é explicado. Um vilão que, tipo, ele não tem nada, né? Ele é vazio, ele não tem um motivo, ele não tem uma motivação, ele só é o que ele é. Ele é ruim e ponto final. Esse filme, pra mim, é o melhor missão possível. Ele tem o pior plot twist? Tem o pior plot twist? Ah, não acho não, eu gosto. Porque acaba enfraquecendo o vilão. Eu gosto. Eu não gosto do plot twist que ele enfraquece o vilão do Philip Seymour Hoffman. Mas, cara, é um puta filmão.
Rogério, vamos lá, Rogério Eu vou escolher o senhorzinho Martin Scorsese Martin Scorsese Porque ele fez Os Infiltrados Que a galera fala que é o filme menor dele E está louco, a galera está louca É um filmão, filmão Porque é um puta de um filme Eu lembro que o final desse filme eu fiquei assim A boca totalmente escancarada Porque eu não estava esperando aquilo de jeito nenhum
E, cara, é assim, é um remake... O rato? Tu tá esperando o ratinho no final? Eu não tava esperando aquela coisa no elevador, entendeu? É um remake de filme lá, de um filme de Hong Kong, um filme chinês, e que é tão bom quanto o original, cara. Tão bom quanto o original. O elenco desse filme? Leonardo DiCaprio. Matt Damon. Matt Damon. E ninguém mais, ninguém menos do que Jack Nicholson.
E o Martin Schindt e o Mark Wahlberg fazendo o melhor papel da vida dele, que ele nunca mais conseguiu fazer igual. 20 anos depois, o Mark Wahlberg tá fazendo um filme do Prime Video, a bolas pro alto, no Brasil, estereotipando brasileiro. Maluco, Mark Wahlberg.
E nessa época aí o Scorsese Tava hollistonizado Então a trilha sonora Tá cheia de rock A música irlandesa É maravilhoso Esse filme é incrível Eu não sei porque as pessoas subestimam esse filme Rogério, pega na minha mão Pega na minha mão e balança Fonte da vida Olha Fonte da vida Foda Foda
Tatuagem de chiclete. Cara, esse filme é maravilhoso. Esse filme é maravilhoso. É maravilhoso. Daran O'Noff's que fez e disse algumas coisas meio merda de fez, mas nada paga, nada paga o fato que ele fez Fonte da Vida. E ele fez na unha. O cara fez na unha. Ele tinha o roteiro todo pronto, o filme ia sair, tinha contratado Brad Pitt, o roteiro gigante, aliás, orçamento gigantesco, né?
Pois é, contratou Kent Blanchard e Brad Pitt, por seus papéis principais. Aí deu tudo errado. Deu tudo errado. Tudo errado mesmo. Tudo pedido errado deu. Os sites foram destruídos. Não, sabe uma coisa? Eu vou lançar esse roteiro que eu gosto tanto. Vou lançar ele em HQ. E lançou o roteiro em HQ. E aí o pessoal da Fox e da Warner resolveram ajudar. Resolveram ajudar.
Nosso amigo Daronovski, se uniram e deram um troquinho de pão, porque o filme foi feito com troco de pão. Os efeitos especiais são feitos com efeitos químicos. Gente. Ele filmou efeitos químicos de colocar uma coisa dentro da outra, aquela coisa de chibalba. E é belíssimo, né? É lindíssimo, lindíssimo. Rogério, vamos aqui comigo. É melhor do que ter feito com orçamento grande, com o efeito digital e tudo.
E eu... A Rachel Weisz, ela entregou uma coisa ali. Eu amo a Cate Blanchett. Eu amo Cate Blanchett. Mas o que a Rachel Weisz entregou nesse filme, eu acho que ela chegou num lugar que a Cate Blanchett não conseguiria ir. Eu acho que tem um e-se foda, porque eu queria muito saber como seria esse outro filme. Mas o que ele fez com o que ele tinha... Cara, o cara teve que fazer lá Floresta Amazônica com o povo nativo. O cara era desse tamanhinho assim, ó.
É sério É assim o tamanho, o set do negócio É desse tamanho assim Mas cara, é o que deu e show Às vezes é bom você tirar o dinheiro Do cineasta É verdade Quando você dá dinheiro da merda Eles relaxam Vai Fê, você
Cara, então, vou puxar outra pedradaça aqui, tá? Eu ainda acho que esse é o melhor filme desse diretor fantástico. O Labirinto do Fauno, do Guilherme Del Pino. Puta que eu pariu. Que filme do caralho. No momento que estamos gravando, no exato dia que nós estamos gravando, tá rolando uma sessão desse filme remasterizado 20 anos depois. O Guilherme Del Pino remasterizou ele, agora ele vai estar em 4K, instalando por se querer assistir na TV Delay.
E um milhão. Gente, até hoje, são alguns dos efeitos mais inacreditáveis que eu já vi. Os personagens, os monstros desse filme são inacreditáveis. A Camila tem tatuado os monstros. É absolutamente lindo. Eu recebi aqui uma mensagem do Spotify. O Spotify está comemorando o ano do aniversário, não sei o que e tudo. E aí, simplesmente, as coisas acontecem, não sou por acaso.
Não existe coincidência, como diria o Magnolia. E aí eles mandaram um negócio de a festa dos 20 anos do Spotify aqui. Porque eu fiz o meu usuário em 2014. Então tem um tempo aí já aí. E aí é curioso que ela disse que a primeira música que eu ouvi no Spotify foi, ó. Em My House, Back to Black.
Back to Black. Quero falar de Rock Balboa, rapaz! A volta do rock, rock 6. Melhor rock também. Rock véi. Eu preciso tirar uma fera que está guardada aqui. Cara, que filme incrível. Trouxe de volta Sylvester Stallone, que estava no ostracismo, ninguém queria saber dele e tudo mais. E criou essa parada de luta de boxe de véio, mano.
isso aí veio com tudo, cara tinha lá o programa que até mostra no próprio filme que era da ESPN o artista mais ouvido de todos os tempos Los Hermanos tem tudo a ver com o podcast tinha já na ESPN um programa que fazia com computador, quem ganharia mas nunca tinha, ninguém tinha feito de fato e aí o Rock foi lá e fez E aí
E aí a galera começou a fazer essa luta de velho, cara. Agora tem um monte de luta de velho por aí. Luta de youtuber. Eles dão uma desculpa, eles explicam. Porque o campeão imbatível dos pesos pesados, jovem, no seu auge, ele foi mano a mano com o Rocky. O cara basicamente arrebetou a mão no meio da luta. Então...
Aquilo fez com que a luta ficasse parelha. Melhor direção do Stallone até aquele ponto. Aliás, melhor direção do Stallone, ponto. Melhor trabalho de atores que ele já fez, ponto. Melhor trabalho de atuação dele, ponto. Eu amo a trilogia Creed. Eu amo a trilogia Creed, mas a história do rock, ela atingiu um ponto melancólico, mas triunfante nesse rock balboa. É um filme maravilhoso, cara. E o Stallone devia ter... Cara, o Stallone devia ter ganho... É um filme maravilhoso.
Duas vezes que o Stallone devia ter ganho o Oscar. Era o Oscar dele, né? O melhor ator pro Rock Balboa e pro melhor ator pro Adil Valle. Não, acho que o do Creed era mais justo, né? Ele receber ali, porque, enfim, né? Vai lá, Roger. Os dois eram justos, se ele ganhasse. Eu vou puxar um aqui que eu achei que a Fernanda ia puxar. Porque é James Caan.
Ah, você vai falar desse? Eu achei que você não ia falar, não. Um filme que pouca gente conhece, infelizmente, porque é muito bom esse filme. É o primeiro filme dele, né? De direção. Terrível, né? Mais ou menos. Seres rastejantes, cara. Slither. Slither. Cara, esse filme é muito legal. Os monstrinhos, umas lesminhas que entram na pessoa lá e começam a comandar ela e tal. É daqueles roteiros muito...
James Gunn mesmo, que tem umas sacadas de cultura pop, ao mesmo tempo que tem uma coisa de gore. É muito legal esse filme. E tem já a primeira parceria dele com o ator lá.
Nathan Fillion. Michael Rooker faz o vilão desse filme aqui, né? Isso. E também tem Elizabeth Banks no elenco. Cara, é muito divertido o Slitter. Muito gosmento também. É só lembrando, o James Gunn tinha escrito o roteiro de Madrugada dos Mortos, do Zack Snyder.
Então ele é um cara que já estava acostumado com terror. É terrir, mas ele também escreveu os roteiros dos filmes do Scooby-Doo, que foram bem, bem, bem reduzidos no seu terror James Gunn pra poder virar filme censura livre, a gente sabe disso. E Slither é ele solto na buraqueira. É um filme com orçamento baixo, não tão baixo como o que ele tinha na época da Troma, mas filme de orçamento baixo.
quem ele pôs se divertir é valer. E é bem legal isso. Sicas, diga aí. A gente tem a nossa livezona, a gente falou dessa franquia ontem e não tem como não lembrar de Velozes e Furiosos, Desafio em Tóquio. Que da trilogia clássica de Velozes e Furiosos é sem sombra de Zumbi em Tóquio. É o melhor. É muito legal.
E é aquela coisa, é um filme que não tem Brian, é um filme que não tem... Que não tem os protagonistas clássicos, mas é um filme que... Tem personalidade. Tem personalidade. E é um filme que lembra muito, sabe o quê? O cara da Kid. Porque você tem o cara novo, o novato, se mudando pra uma nova cidade. O menino é um péssimo ator, né? Garoto entre aspas, é porque... Péssimo ator, cara. E envelheceu e ficou pior ainda. Ele não deu certo, né? O pessoal pensava que ele ia ser o novo Paul Walker, né? O Lucas Black.
quando ele ficou velho, ele ficou... É incrível. Ele piorou com a idade. Chega assim... Mas olha, as cenas de ação são incríveis. Eu gosto muito. Essa trilogia Velocity Furiosa ainda tentava manter o dedinho do pé ainda em alguma realidade. Minimamente, né? Minimamente. Então você sentiu os riscos. E não sei se a Fê assistiu um anime chamado Iniche Aldi. Eu já ouvi falar, mas acho que eu não vi, não. Que era justamente sobre Trifte.
Então, apesar de Ninja OG ter tido uma adaptação pra cinema bem ruim, eu assisti do Veloz Furioso Desafio em Tóquio, Tóquio, Tóquio, Drift. Eu me sentia assistindo Ninja OG, uma adaptação americana de Ninja OG, porque lida justamente com essa cultura do Drift. É, cara, muito divertido e trilha celular bem bacana. Fê.
Bom, eu sei que todo mundo aqui gosta do Christopher Nolan. Sim. Não é segredo pra ninguém. E eu adoro a origem. Então eu fiquei muito entusiasmada quando eu descobri que, na verdade, ele foi inspirado num filme do Satoshi Kon, que é o Paprika. Que é maravilhoso, né? Toda aquela cena do corredor girando e tal. É tudo de lá. E é, cara... Nunca existiu e nunca vai existir outro diretor de animação como o Satoshi Kon. Então a gente precisa mencionar o Paprika aqui, com certeza.
Filmaço. Eu pensava, Fernanda, que você ia falar da animação Rap Fit e o Pinguim. Pô, o Rap Fit... Cara, eu adoro Rap Fit. Puts, grila. É muito fofinho. Tem uma trilha sonora incrível, porque eles são pinguins, cantores e dançarinos, né? Dançarinos. George Miller, o cara do... O cara do Mad Max. O cara com a chance.
Mano, tem várias músicas famosas, tem My Way do Frens Sinatra, tem a música do Prince.
que é cantado pelo Robin Williams, né? Ele canta a versão, se não me engano, em espanhol. Yo se terminou. Meu Deus. Diminou. Tem Kiss. Boogie Wonderland. Boogie Wonderland. Pô, a trilha sonora é incrível do Rap Fit. Eu adoro esse filme, eu tenho muito carinho, e principalmente porque é nostálgico pra mim, porque 2006 é um ano bem nostálgico na minha cabeça, por causa do Rapadora Cash. Eu colocava todas essas músicas pra tocar nos podcasts, por isso que os primeiros podcasts do Rapadora não estão disponíveis no Spotify.
que tristeza né galera muito triste é aquela coisa né você achou que era tipo a Varig não vai acabar nunca mas antigamente não tinha isso você podia colocar a vontade depois né de forma retroativa tudo caiu vai lá Rogério
Cara, eu vou puxar um filmaço aqui. Sofia Coppola com a sua Maria Antonieta. Olha. Porra, Maria Antonieta é um filmaço, tá? A Kirsten Dunst, ela nasceu pra fazer personagem da Realiza. Porque ela é uma princesa.
Ela é uma princesa. E ela, quando ela era mais novinha nessa época, e anos 2000, inacreditável. Um carisma, assim, absoluto. E eu lembro que essa estética da Sofia Coppola de tons pastéis e essas roupas cheias de anáguas e coisas, eu ficava assim, a fotografia é toda pastel. Ai, que delícia esse filme, cara. Dá vontade de morder a tela. Cara, esse filme é muito legal. E ele meio que, tipo assim, traz a visão feminina dessa história que é extremamente machista, né? Do que aconteceu com a Maria Daneta.
historicamente, né? Então, eu acho esse filme incrível. Pra mim, ainda é o melhor filme da Sofia Coppola. Apesar que eu sou apaixonado pelo... do Japão lá. Eu gosto de ter dúvida. Sigas, vai lá. Eu vou dar uma roubadinha aqui pra acertar filmes que eu considero gêmeos. Certo? No sentido de que são filmes que tinham muito potencial e não entregaram porra nenhuma. Que são...
A Dama da Água. Ok. O Charmau. Dá dinheiro pra ele. Dá dinheiro que você vai ver que acontece. Não pode dar dinheiro pro homem, gente. E o Sacrifício, que é a nova versão, o remake de Homem de Palha. My eyes! Got the bees! Got the bees! Quando esses filmes foram anunciados, todo mundo esperava muita coisa deles. Por quê? Era o Nicolas Cage fazendo um remake, protagonizando um remake de Homem de Palha.
E era o Eminem Chiamala entregando um conto de fadas. É um filme de fantasia, né? Que ele falava que era a história que ele contava pra filha dele, pra filha dele dormir, não sei o quê. E a gente entendeu porque ela dormia.
Cara, isso aí foi uma cagada na carreira do Shyamalan, que é inacreditável, né? O cara meteu como vilão do filme um crítico de cinema. Mano, simplesmente ele... Não é que ele saiu queimando ponte, ele saiu explodindo ponte atrás dele. A galera já tinha...
Já tinha ranço. Já tinha ranço. Aí fudeu mesmo, né, cara? Porra. E no caso do Nicolas Cage, demorou até o Nicolas Cage pegar esse limão que virou o fato dele ter virado uma piada nesse filme e ter transformado numa limonada. Porque, por algum tempo, era a gente olhando pra essa interpretação do Nicolas Cage How did I burn? How did I burn?
Cara, e pior que eu assisti eu assisti há pouquíssimo tempo atrás porque eu tava curioso, assisti o original o Homem de Palha e cara, é muito esse filme ele é ele é quase o todo mundo em pânico do Homem de Palha Caraca, surreal, surreal, surreal É foda
Cara, eu vou puxar um que é Patrimônio do Brasileiro, tá? É um filme estrangeiro, mas ele é patrimônio aqui da gente, que é o Clique, do Adam Sandler. Olha! Esse filme é muito legal. Esse filme é um clássico. É muito legal. Quem não gosta, o problema é seu. Da Sessão da Tarde. E quem fala mal de Clique... Eu perdi porque eu dei esse filme. E quem fala mal de Clique na minha presença vai ser esculachado. Quem não saiu com aquele final do Clique lá... Caraca, não, vai se lascar.
final do clique é emocionante pra cacete. É tipo desleal. É o bagulho do pai, né? Ele é momento e faz uma piada de gordofobia aí em cima, né? É, bom, tem tempo que eu não revejo, tem tempo que eu não revejo. Mas assim, uma coisa que eu acho sensacional é essa mensagem de que tipo assim, ah, a gente não pode só querer pular as partes chatas, entre aspas, da vida que você perde as pessoas no caminho, sabe?
É muito triste quando ele começa a ver que o controle começa a pular as coisas sem ele querer. É. Cara, esse filme é muito... Ele tem uma mensagem muito interessante. É muito legal, eu gosto muito desse filme. Tem três coisas desse filme que eu gosto. Três. Primeira coisa, Christopher Walken. Que tá... O Christopher Walken é incrível. O filme e o twist envolvendo ele é maravilhoso. Ele é muito bom.
Segunda coisa, a cena com o Terry Crews. Ele para o carro dele do lado do carro do Adam Senna e começa a cantar e cantar e cantar e o Adam Senna vai e aperta o mútuo. Não, olha, dá vontade de ter um controle desse pra algumas situações muito específicas. É verdade.
E a terceira coisa é a cena com o David Hasselhoff, que faz o chefe dele, que ele aperta o pause e começa a tecer o cacete do David Hasselhoff. Tem uma cena maravilhosa que ele pausa o chefe e ele peida na cara do chefe, aí o chefe fica assim. Quando ele volta, ele fica assim. Ele começa a dar porrada do chefe e começa a peidar na cara do chefe. O que é isso?
Se você falou de filmes duplos, dá pra falar de O Grande Truque de Christopher Nolan, que foi lançado nesse ano, e O Ilusionista, né, que também foi lançado nesse ano. Ambos, um com Edward Norton, o outro com o Christian Bale e o Hugh Jackman, né? Cara, por que o Edward Norton é uma pessoa tão difícil? Porque ele é um ator tão bom, eu queria ver ele em mais coisas. Tem tanto filme bom dele, né?
Tem, pois é. Anos de 90, anos de 2000, ali tem muitos filmes bons. Tu vai ver, o cara é mó difícil de trabalhar, as pessoas não contratam mais ele, é um porre isso. E esse ano foi daquelas coincidências de Hollywood, né? De dois filmes com o mesmo assunto, e que aí as pessoas ficavam com essa ideia de qual é o melhor, é o ilusionista? Eu lembro que na época, o ilusionista ganhou, assim. Tipo, as pessoas...
Só que eu acho que... Aquele outro lá, que teve aquele Voo United de 93, e teve o As Torres Gêmeas, com o próprio Nicolas Cage. Era a temática do 11 de setembro. Mas o As Torres Gêmeas é desse ano também? Eu acho que o As Torres Gêmeas é depois. É, 2006. Mas no caso do Voo United, é um filme do Paul Greengrass que é sobre o que está acontecendo dentro do avião. O Voo United, eu já falei isso algumas vezes aqui. Eu tive uma crise de choro inacreditável.
É foda. Parece ser muito real, mano. Parece ser muito real o filme. Eu não conseguia parar de chorar, porque era muito... É um filmaço. É um filmaço, é um grande filme. Eu acho que é um filme que gera muita tensão, né? Então, quando você chega no fim, que aquilo passa e você sabe o que aconteceu de verdade, porra, dá um negócio assim no estômago. E o Storris Gêmeas é...
do... o Nicolas Cage, ele era um dos bombeiros, né? Esse é péssimo, esse é horroroso. Cara, e é ufanista até que você chega... É ufanista ao ponto de que você acaba despersonalizando os personagens e nisso você acaba não se importando tanto com eles. Sim. É bizarro, é uma situação que acaba... Sabe aquele filme que acaba dando a volta de tão ruim e acaba virando burro? É.
Esse filme, ele dá tanta importância aos personagens que acaba você não se importando mais com eles, porque eles não viram mais pessoas. É um negócio esquisitíssimo. Vai lá, Roger. Tem um filme que ninguém dá muita bola, não sei porquê, mas que eu acho um filme máximo, principalmente falando sobre relacionamentos, que é o Separados pelo Casamento. Com a Jennifer Aniston e o... Vince Vaughn.
Vince Vaughn, exatamente. Eu lembro que uma dessas cenas desse filme viralizou de novo recentemente. Que é ela andando pelada. Não, que é ela brigando com ele, ele tá no sofá. Esse filme, ele é... Sabe aquela coisa da pequena coisinha não resolve e ela vai crescendo, crescendo? Sim. E esse filme é exatamente... Esse filme é uma pancada. Esse filme raso o coração, tá?
Porque ele é muito... Ele parece ser só uma comédia de duas pessoas que se odeiam e tal, mas não é de fato isso. São duas pessoas que foram relevando com o tempo as pequenas coisinhas e que aí chega num momento que não tem mais como voltar atrás, né? E aí começam... É triste. Esse filme é bem... Ele é pra ser uma comédia, mas ele é bem triste, tá? E é um filme máximo. O nome é perfeito, né? Separados pelo casamento, né?
Não, e, cara, infelizmente é uma coisa que eu tenho que lidar no meu dia a dia, que você tem um casal que eles continuam dentro do apartamento. Por quê? Porque estão brigando pelo apartamento, basicamente. E tem uma cena que ele vai lá e começa a lavar a louça, que era uma das reclamações dela, que ele não ajudava tanto em casa e tal, e ela olha assim, de uma forma bem melancólica, e diz, cara... Por que você não fez isso antes, né? Ela pensando na cabeça, onde estava você ter feito isso? Isso é muito comum da gente ver...
casais que estão casados há muito tempo, e aí eles falam, ah, vamos divorciar. Um fala, vamos divorciar. E aí o outro resolve e fala assim, não, mas eu faço tudo o que você quiser. Agora? Porque antes quando a pessoa não estava falando que ia embora, a pessoa ou falava que ia fazer, não fazia, ou fazia cara feia. Aí você querer salvar quando acabou, já era.
A gente não vê exatamente as coisas que já estão... Com certeza é um casamento que já tem alguma coisinha aqui. Pequenas, pequenas coisinhas que foram irritando. E a primeira coisa que começa a estourar é porque ela pediu pra quando ele voltasse do trabalho, trouxesse limão. E ele não trouxe.
É essa cena que viralizou. E aí ao invés dele, tipo assim, falar assim, ah, desculpa, ele não trouxe e tal, ele rebate com alguma coisa. E aí pronto, aí fudeu a vida por causa de alguma coisa dessa. É bem pesado, porque isso acontece de fato na vida de muita gente. Vamos lá, Sigas? Cara, vamos aqui pra um filme que, de um diretor que eu gosto.
que eu gosto do filme, embora ele pese um pouco na escatologia no final, que é o Balconista 2. O Balconista 1 do Kevin Smith, ele fez o filme com um troco de pão. Literalmente ele não tinha dinheiro pra nada. Tanto é que o filme é feito em preto e branco, porque o filme em preto e branco era mais barato. Ele não tinha dinheiro pra filmar em cores. Já o Balconista 2, ele já pega de toda uma trajetória de relativo sucesso que o Kevin Smith teve até aquele ponto. Traz de novo o Jay Silent Pop, traz de volta o Dante Randall, que são os Balconistas. Acrescentam novos personagens.
Coloca um ponto de inflexão na vida deles, que é, gente, a gente tá com... Eu tô com uns 30 aqui. Eu não posso ficar vivendo só aqui sentado, como balconista de uma loja, trocando referência de cultura pro meu melhor amigo. No caso, ele tá trabalhando agora numa lanchonete. Trocando referência de cultura pro meu melhor amigo e vivendo a vida como se fosse só isso. E vira um ponto de inflexão.
O que é que eu posso mais fazer da vida? O que é que eu tenho a oferecer pro mundo além dessa minha vida medíaca? Eu vou me casar, vou ser um membro produtivo da sociedade, armar um emprego como as pessoas adultas fazem, etc, etc. Ou eu vou tentar ser feliz de algum modo?
Cara, apesar de ter a cena lá do... de sexo com animais no final, é um filme que oferece algumas boas reflexões sobre amadurecer e fazer o que você quer ou não da vida. Eu acho de extremo mau gosto esse filme. Por isso que eu prefiro quando ele faz o cara virar uma morça. É muito mais divertido. Eu acho também. Adoro esse filme do Tusk, inclusive.
Eu vou puxar um que sempre foi hit na minha casa e que as pessoas gostam muito de ver no fim do ano, que também é um filme de romance. Só que esse é um filme fofo, com um final feliz, que é O Amor Não Tira Férias. Cara, que filme gostosinho, Raul? É legal, Raul. Na boa, que filme gostosinho. Cameron Diaz. Você tem ali Cameron Diaz. Kate Winslet. Kate Winslet. Jack Black. Jack Black. E Jude Law. Jude Law.
O que o Jack Black tava fazendo aí? O plot dele é muito fofo, porque assim, as duas mulheres, né, elas tão tendo problemas, elas duas tiveram desilusões amorosas perto do Natal, e elas resolvem trocar de casa. Só que uma delas mora num casarão em Los Angeles e a outra mora numa casinha super aconchegante no interior da Inglaterra. Então elas vão passar duas semanas uma na casa da outra, e lá elas conhecem esses rapazes, né, o Jude Law e o Jack Black.
elas começam a rever aí as coisas e viver novos romances. Jack Black fala sobre trilha sonora, né? Ele é compositor de trilha sonora. É muito legal esse filme. Esse filme, ele tem umas coisas. Primeiro, ele torna crível o fato do Jack Black, ele tem um romance com...
com a Kate Winslet. Porque ele tá muito charmoso no filme. Ele tem um charme legal, sabe? Certeza que a Ellie Fennin cresceu vendo esse filme e é daí que ela tem crush no Jack Black. Eu também acho, só pode ser. Certeza absoluta. E outra, esse núcleo do Jack Black, da Kate Winslet do Jack Black, é o melhor do filme?
Porque eles conhecem um velhinho. Ah, é verdade. Um velhinho que costumava ser um grande roteirista em Hollywood, que tá já no acaso da vida, que tem toda aquela coisa de ah, todo mundo me esqueceu e tal, e tal, e tal. Eu tô aqui jogado, as traças. Sendo que tá todo mundo tentando homenagear ele, e ele não querendo ser homenageado por conta... Porque ele não se sente à vontade de ser homenageado por conta de várias coisas, idade e tal. Esse velhinho...
É o feio do Bom, o Mal e o Feio. Três Homens em Conflito da trilogia dos Dólares, o Sérgio Leone. Meu Deus. Vou falar de 300. Zack Snyder. O demorou, hein, juras? O maior Snyder do ano que conhecemos. Snyder, Dine Hell, Jad Butler, nosso queridíssimo Rodrigo Santoro. Sendo retratado de uma maneira levemente xenofóbica, talvez, mas não vamos falar sobre isso.
E sem falar uma frase, você quer? Chashes. Todos os tons desse filme. Esse filme tem todos os tons do homoerotismo. Tem.
Eu acho engraçadíssimo que eles vendem esse filme como se fosse a coisa mais heterossexual do mundo e a coisa mais homossexual. Um abraço. Um abraço, Zack Snyder. Tamo junto. Mas é porque a linha é muito tênue, né? Se você pensar. Mas é as frases edificantes de Gerard Butler gritando. Ele até falando baixo, ele fala grosso, né? Eu quero uma água. Tipo assim, do nada.
Cara, o Michael Fassbender nesse filme, as flechas deles vão cobrir o sol, então lutaremos na escuridão. Então lutaremos na sombra. This is Spartan, né? This is Spartan. Bom! É aquela parada de não atacar, não mata o mensageiro, pra ele não funciona. Ele mata o mensageiro, mata todo mundo que vier junto. É, mata primeiro, pergunta depois. Esse filme gerou a série Spartacus, né? O estilo todo veio dali. Inclusive muitos atores do filme, Cojuvantes...
foram pra série Spartacus, né? Então fica aí o registro de 300. E por causa desse filme, apareceram as cópias não exatamente de história, mas de estilo, que é aquela coisa do fundo totalmente verde e o filme rolando só na frente, né? Então apareceu lá o...
Seen City, aquele lá, Capitão Sky. Capitão Sky. Com Jude Law. Teve alguns filmes nesse. Não, Seen City também é baseado, assim como 300, é baseado em uma obra do Frank Miller. E, só lembrando, tá, galera? Saiu um ano antes, né? Seen City. Saiu um ano antes. É, é. Não só os cenários são falsos.
tanquinhos também são falsos. Olha aí, Rogério reclamou dos gominhos verdadeiros do He-Man no filme. Por que não fizeram no He-Man? Antigamente tinha um prótese, aí eles fizeram desenhos, né? Eram desenhados assim os tanquinhos e tudo. Caralho, Fernando. Vai se lascar, cara. Não dá, pra mim não dá. Pra mim não dá, pra mim não dá.
Esse filme aí é muito... Esse filme é muito, é muito, muito, muito. Spartans! What's your profession? Já que você queira robô... Hoje tá a galera subindo montanha e fazendo... Subindo montanha e fazendo... Que vergonha! Que vergonha!
Que vergonha, galera. Que vergonha. Já que o Siqueira roubou, eu vou roubar também, mas é porque basicamente é um filme visto por dois pontos de vista, que são os dois filmes do Clint Eastwood, o Conquista da Honra e o Cartas de Yodima, né? Sim. Que mostram o mesmo conflito ali no Pacífico, só que pelo ponto de vista dos americanos.
Caraca, meu pai tava vendo esse filme anteontem. Cara, o Conquista da Honra, eu acho um filme bom, tá? As pessoas não gostam muito dele, eu acho ele bom. É que o Cartas de Ojima é outro nível. É muito melhor. Mas eu gosto muito do Conquista da Honra, acho interessante apesar de ser um fanista pra caralho.
Mas aí também é o Clint Eastwood, né? Então... Mas os dois filmes são excelentes. Eu acho que é uma boa maneira de... Acho que até vindo de um Clint Eastwood, o Cartas de Ojima é uma coisa corajosa, cara. Porque, olha, você pega, por exemplo, filmes que... Um filme, na época, relativamente recente, que tinha retratado militares japoneses.
Bill Harbour, lá do Michael Bay. Eu sei, eu tô comparando Michael Bay com o Clint Eastwood, mas cara, os militares japoneses são retratados de uma forma ridícula. Ele chamou o Mako pra fazer um almirante que era lutador de sumô, pelo amor de Deus. Vai, Osikas. Filme aí. Um filme que eu amo, mas que é extremamente subestimado. E uma das primeiras críticas que eu escrevi pro Rapadura, aliás. Mais estranho que a ficção. Olha aí. Bill Farrell, sim.
Cara, eu amo esse filme. Ele é uma dramédia. E mostrou que o Will Ferrell consegue ser um cara que se segura muito bem no drama também. Ele é um cara engraçado, mas que se segura também muito bem no drama. É a história de um cara chamado Harold Crick, que ele tem a vida toda contada no relógio. Tudo que ele faz é com precisão exata. A profissão dele. Auditor da Receita Federal. Ou seja, um cara muito amado, né? É.
divorciado, ele vive uma vida muito solitária. Até o dia que ele começa a ouvir alguém narrando a vida dele. Não é apenas ninguém, é a Emma Thompson narrando a vida dele. Com toda aquela precisão, é, aquele sotaque britânico, com aquela precisão maravilhosa.
e certo dia ele tenta se acostumar com isso tenta sublimar isso, só que chega um momento que ela diz, mal sabia ele que isso levaria a morte de Howard eita morte? o que? ele fica tentando lidar com essa informação e saber se essa informação é real ou não entendi
Era a época muito boa desses filmes, né? Alguns anos antes teve a adaptação lá do Kaufman, né? Spike Jonze. Tinha muito desses filmes, né? Vamos lá, Fê? Vou puxar um, que eu tenho certeza que a gente só não puxou ainda, porque a gente falou da sequência dele muito recentemente, que é o Diabo Vésprada. Olha aí! Esse é um filmaço, assim, de 2006.
Gosto muito desse filme. Até hoje ele é relevante. 300 mil memes que a gente fala até hoje. É... Icônico. Icônico. E a trilha sonora da Belafonte. Fantástica. I love my job, I love my job, I love my job. Filha sonora perfeita. E tudo que a gente sabe sobre ele agora, porque fizeram entrevistas perguntando as coisas, não sei porque na época não perguntaram, ou eles não queriam falar.
Mas agora a Mary Strieff saiu falando, a Annie Hattel saiu falando, a Emily Blunt saiu falando. Nunca se esperava que esse filme ia ser um fenômeno. Mas a sessão de entrevistas é muito boa, porque eles contam coisas que a gente não sabia. A ideia de salário, de que a Mary Strieff não queria fazer, da continuação que não foi feita por causa disso.
E só vai deixando o filme mais rico ainda, o original, sabe? Sim. É muito legal. Eu também adoro esse filme. Vamos citar aqui nossa última rodada aqui. Vou falar de A Procura da Felicidade, filme do Will Smith. Demorou. Demorou. É um filme que é muito querido por muita gente. Não é uma boa biografia, porque ele mudou muita coisa do original. Mas foda-se, tô falando do filme, né?
Ele tem uma mensagem legal. Paulo Cudo original, cara. Esse é o podcast que o Jurandir trouxe achando que ia ser uma maravilha, todo mundo lambendo o filme, todo mundo desceu o cacete no meu corpo. Fizemos o sala VIP dele, né? E ele ficou...
ter que ver um cara chateado era o Jurandir no dia que a gente gravou esse podcast mas eu ainda acho um filme muito legal com muitas mensagens boas de perseverança e tudo mais sobre paternidade também e sobre da super exigência que existe sobre você ter que conseguir as coisas você tem que trabalhar você tem que conseguir porque o mundo vai te inculindo
se você não for bem sucedido, né? Então eu acho que é um filme que tem coisas interessantes e muitas críticas também dentro dele, né? Então vale a menção. E tem uma trilha sonora também muito boa. Vai lá, Roger. Eu quero falar... Então a última escolha aqui vai ser um filme que eu tenho muito carinho, mas que eu acho extremamente subestimado, que é o último filme do Richard Donner, que é o 16 quadros. Olha aí. Um filme com o Bruce Willis.
O Bruce Willis tá incrível nesse filme, que ele faz já um policial. Tem um rapper com ele, né? É o... Mozdef. É o Iazili Bey. Ou Mozdef. Mozdef. Mozdef. É que o nome dele é Iazim Bey. O nome dele, de verdade. É muito legal esse filme, porque é um policial que tem que levar uma testemunha de um crime até o julgamento, né? Porque ele ia fazer uma delação premiada, digamos assim.
Só que no meio do caminho, a polícia toda de... Acho que é de Nova York, se não me engano, tá querendo matar ele. Ou é de Los Angeles, uma coisa assim. E aí esses dois, eles acabam... Tipo, um é um policial que tá na merda, que também é corrupto, né? Que é o Bruce Willis e tal.
E esse cara que vai fazendo ele mudar... Cara, esse filme é muito legal, é muito subestimado. Muito triste que ele seja tão subestimado, porque é um filme muito legal. Eu gosto demais desse filme. Apenas uma vez. O filme do John Carney, incrível. É aquela coisa, é uma história pequena de um casal de músicos tentando sobreviver e tal. Mas é tão triste, gente.
tão triste esse filme. Ele capricha muito nesses assuntos, né? Porque ele fez aquele Mês Se Nada Der Certo, ele fez o Sing Street, né? Ele fez aquela série, Modern Love, né? Do Prime Video. John Carney é muito bom nesses temas. E Falling Slowly é uma música tão bonita, cara, e tão deprê. Mas olha, eu lembro de ter saído do cinema com o olhinho inchado de chorar. É, é um filmão mesmo. Fê? Eu vou puxar um.
Que eu lembro que eu vi, não foi nem no cinema, foi em DVD. Mas eu não lembro se ele passou no cinema. Que é o Ela é o Cara, da Amanda Bynes. Que ela resolve se disfarçar como o irmão dela. Que resolveu matar a aula. E ela vai pro internato lá, só de meninos.
se disfarça de menino vai jogar no time de futebol a galera olha pra ela com uma peruca ridícula acredita que ela é um menino e aí ela se apaixona pelo astro do time que é ninguém mais, ninguém menos do que Shannin uma pérola dos anos 2000 não tem como não mencionar esse filme
Não tem como, não tem como. Deixa eu fazer aqui uma menções honrosas aqui pra esse ano. Ano de lançamento de Premonição 3, aquele que começa com aquela cena lá da Montanha-Russa. Que a gente queria tanto a Montanha-Russa, né? Terror em Silent Hill, que é a famigerada, a grande adaptação. A maior adaptação de games de todos os tempos. De games de todos os tempos. O Mel Gibson lançou Apocalipto, que é um filmão também, Apocalipto. É, que é um filme falado na língua maia. O Babel.
Temos o Babel lá Babel que até acho que ganhou Se não me engano é o que ganhou Nairito Com o Ned Pitch É o Depré Porn Depré Porn Isso Bem do jeito que Nairito gosta Depré Porn do Nairitu Exatamente E tem um monte de filme É uma aleatória né Eu lembro que eu vi esse filme Com o meu ex E ficou uma vibe tão ruim Eu falei pra ele Cara por que você botou esse filme Pra gente ver Ele adorava o Nairitu E eu ficava assim Meu Deus E eu ficava assim
romancezinho, tipo aquele A Casa do Lago com a Sandra Bullock. Esse é bem legal, cara. Porque é a volta da Sandra Bullock com o... Keanu Reeves. E eles tinham um, né? Um Tchiricutipo. Tinha. Sabe um que teve também que até ficou em quinto lugar de bilheteria, a gente ainda não mencionou? Uma Noite no Museu.
Boa Noite no Museu, né? Nosso crentista aí. Muito sucesso na noite no museu. Shao Levi, né? Tem o Era do Gelo 2, que foi um baita sucesso também, o Era do Gelo 2. Tem um que eu sou apaixonado, que com certeza o Jurandir odeia, que quase todo brasileiro odeia, que é o Rick e Bob e Toda Velocidade. Não gosto do Will Ferrell. Shake it back! Shake it back! O Scoop e o Grande Furo, né? Filme do Jalen, com a escala de churrança. Incrível esse filme.
Tem o Eragon, que é a adaptação lá do livro. Era bom emprestar. Serpentes a Bordo, que... Esse aqui é um... Serpentes a Bordo é um capítulo à parte. Snakes on the motherfucking plane. Ele é um capítulo à parte porque isso foi no começo da internet e esse filme explodiu na internet. Todo mundo falava desse filme. E chegou na hora de assistir e ninguém foi no cinema.
Cara, sabe o filme que vira e mexe a gente comenta aqui, mas que também não... A gente não comentou? Idiocracia. Idiocracia de 2006. Cara, nem no Google ele aparece na lista, né, cara? É, não. Eu achei ele numa lista no IMDB.
Ó, o Diamante de Sangue, do Leonardo DiCaprio. Esse ficou errado com o tempo. Era bom na época, mas ele ficou errado. Muita coisa ficou errada. Aquela coleção de curtas. Paris, eu te amo. Um filme, cara, duas animações maravilhosas. A Casa Monstro. A Casa Monstro, sim. Que é um filme de terror de verdade. Tem um que é incrível, que é o Por Água Abaixo.
Que também acho extremamente subestimado. É da Aardman. É muito subestimado esse filme. É bem legal. Arthur e os Minimóis e o Lucas no Formigueiro, que era um filme gêmeos, né? Que eram os pequenininhos ali. As animações, né? O Lucas... O intruso do formigueiro.
Teve, cara, a gente falou rapidamente desses personagens no Salaví, aliás, rapidamente nada. A gente falou dos personagens do Richard Linklater, o Jesse Asseline, lá no Salaví. Ah, sim. E a gente tem o homem duplo aqui, que eles fazem uma aparição rápida no filme, nesse filme do Linklater. Que é de rotoscopia, né? Esse filme aqui é legal, esse filme. Tem o Deja Vu lá do... Desafenômena. Desafenômena.
O Borat também, do Sacha Baron Cohen. Borat nesse ano? O Borat é de 2006? É de 2006. Então ele fez o Borat e o Chicken Bacon no mesmo ano? Caraca, eu não lembro. Cara, tem esse Notas do Escândalo, que é incrível também, que é um filme da... Kate Blanchett e a Judd Dent. Cara, esse filme é muito legal, que toca um assunto bem pesado. Cara, o plano perfeito do Spike Lee. Que pariu. Os melhores filmes de Spike Lee. O Massacre da Serra Elétrica, o início.
Que é muito... Esse filme é bem bom, tá? É. Bem bom esse filme, de verdade, assim. Tem o Jogos Mortais 3, que tem a capa com aqueles três dentes arrancados, assim, pendurados. Uau. É, muito bom. Isso é foda, mano. Puta que pariu.
Ai, gente, falamos aí sobre 2006, o ano glorioso de muitos filmes. Que ano, né? Muitos acontecimentos. Sentiu alguma nostalgia aí? Deixa nos comentários. O que você mais lembra desse ano de 2006? Deixamos passar alguma coisa? Coloca nos comentários. Tá espaço aberto aí no YouTube, no Spotify. Fica à vontade para comentar. É isso, nos encontramos na próxima semana. Tchau! Tchau!
Pense um pouco. Se a gente estivesse fazendo esse programa em 2006, a gente estaria falando de 1986, galera. E que tem grandes filmes ali também, né? Acho que tem melhores, inclusive. Por exemplo, a gente estaria falando de Raul de O Pato. E a gente não falou dos filmes brasileiros. Se Eu Fosse Você, é de 2006. O Céu de Sueli, é de 2006. O Ano Que Meus Pais Saíram de Férias. O Ano Que Meus Pais Saíram de Férias. Maravilhoso, cara. O Stamira, que é um documentário maravilhoso também.
Se fosse o 86, Top Gun, Conta Comigo, Aliens no Resgate, Highlander, Calma aí que a gente vai fazer o 86. O Tino Avedado, Platum. A gente vai fazer o 86, Juros, calma. Mas nem lembro daqui pra lá. Tem coisa melhor do que uma pausa no seu dia pra apreciar um café? Passe no Pão de Açúcar mais próximo ou acesse o app e descubra uma seleção de aromas, origens e sabores especiais. Tudo de café, do clássico ao importado, está no Pão.
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