CAIXA
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- Vestidos de noiva icônicosDona Serafina · Lígia · Juscelene · Roubo e modificação do vestido · Recuperação e conserto do vestido
- Relação de Lígia com JusceleneLígia · Juscelene · Aproximação e amizade · Apoio e proteção
- Organização FinanceiraContabilizei · Abertura de CNPJ · Emissão de nota fiscal · Comprovação de renda
Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia.
Oi, gente, cheguei! Cheguei para mais um Picolé de Limão e hoje eu não tô sozinha, meu publi! Quem tá aqui comigo hoje é a Contabilizei. Se tem uma coisa que a gente faz aqui no Picolé de Limão é contar história de perrengue, e a Contabilizei tá aqui para garantir que a sua vida profissional não vire uma dessas nossas histórias. Tem muita gente que começa a trabalhar por conta própria. A gente sabe que essa também é uma realidade do nosso país.
Você começa fazendo o que dá porque precisa fazer acontecer, e às vezes surge oportunidade de você começar algo do zero ou de fazer um freela. Daí, quando você percebe, você já tá vivendo do próprio trabalho. Só que junto com isso começa a bater ali uma preocupação: Então, como eu deixo tudo organizado? Dá para emitir nota fiscal? Como eu faço para comprovar renda? Como eu faço para ter as minhas coisinhas organizadas? A Contabilizei é essa parceira para quem tá aí construindo um novo caminho, quer deixar tudo organizado, fazer tudo com segurança, com praticidade.
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Quando a Lígia tinha ali 19 para 20 anos, Dona Serafina ficou muito doente e faleceu. Foi muito doloroso para o Seu Adalberto, para a Lígia, mas eles eram ali muito próximos da família da Dona Serafina, as tias, as primas, todo mundo muito unido. Essa união foi o que ajudou bastante ali a Lígia e o Seu Adalberto. O tempo foi passando, Lígia fez faculdade, Seu Adalberto demorou muito tempo para se recuperar. Passados 10 anos, quando Lígia já tava com 30 e Seu Adalberto com 56, Seu Adalberto conheceu Juscelene.
Ele 56, Juscelene 47. De cara, a Lígia já gostou da Juscelene. Juscelene muito alto astral, uma mulher muito boa, que trabalha independente com a casinha dela lá. Seu Adalberto morando junto com Lígia ali.
Seu Adalberto falou para Lígia: o pai tá namorando, mas tá vendo aí, né, como é que vai ser. Por enquanto é só um namoro.
Chorou, falou da Dona Serafina. Mas a Lígia falou: pai, você tem que tocar sua vida para frente, né?
A Juscelene é uma moça muito legal. Então assim, vamos que vamos. Juscelene, com 47 anos, já divorciada e com o filho já casado, falou assim para o Adalberto: olha, eu gosto muito de você, a gente vai namorar, mas pode ser cada um na sua casa? Eu tenho minha casa, meu filho—
vamos dar um nome para o filho— Pablo.
Pablo já casou, eu tenho meus netos. Se a gente puder, a gente fica nessa de namoro até quando você quiser, eu quiser, sem problemas.
Seu Adalberto, mais tradicional, queria talvez casar no futuro e morar com Juscelene. Sim, mas Juscelene não queria, porque agora ela morava sozinha, né? Aí, Seu Adalberto aceitou, não tinha o que fazer, né? Juscelene dormia lá, ficou muito amiga também das tias e das primas, da Lígia. Familhona, mega feliz. Lígia tinha um namorinho aqui, um namorico ali, mas também nada sério. Até que um dia, quando Juscelene e seu Adalberto já estavam juntos ali há uns 2 anos, Lígia descobriu que tava grávida.
Ela tava com 32 e ela ficou com muito receio de contar para o pai, por mais que ela já fosse adulta, né? Ela morava com o pai. Contou primeiro para Juscelene. Juscelene ficou muito feliz e falou, não, vamos chamar seu pai aí e contar.
Não tem que falar nada, ele vai querer te botar para fora? Duvido muito que o Adalberto faça isso, mas se ele fizer isso, você vai morar comigo.
Lógico que o pai não fez isso, ficou muito feliz que ele tinha um neto. Agora ele já conhecia os dois netinhos da Jucilene. Fiquei pensando, Jucilene com 47 anos já com neto, né? Mas o filho dela já tinha 20 e tantos, casou cedo, teve filho cedo. Então é isso, a família toda ficou feliz com a gravidez da Lígia. Passados 9 meses nasceu Carolina. Quando Adalberto conheceu Jucilene, Jucilene ficou um pouco mais íntima da Lígia, né, e começou a frequentar a casa, tanto o seu Adalberto quanto a Lígia falaram para Juscelene: olha, essa caixa grande aqui tem alguns pertences da minha mãe, da Dona Serafina.
Então aqui de casa é a única coisa que a gente pede para você não mexer, para você não ficar manuseando as coisas da minha mãe, Serafina.
Então, gente, imagina uma caixa grande assim de 50 por 50, assim essas caixas bonitas, sabe, de papelão, mas que são Tipo de presente.
Juscelene falou: Lígia, você pode ficar tranquila, essa caixa para mim é sagrada.
E essa caixa tava dentro do guarda-roupa da Lígia e tinha algumas coisinhas que Lígia queria passar depois para Carolina, agora que ela tinha uma filha.
E Juscelene até falou: olha, então agora você vai poder, aquele sonho que você tinha de passar suas coisas, as coisas da sua mãe para Carol, se você tivesse uma filha.
Então assim, felicidade. E para vocês terem uma ideia como Juscelene nem tocou naquela caixa, e olha que ela tinha intimidade, ficava lá na casa, enfim, mas era uma caixa que ficava no quarto da Lígia, que ela nem sabia o que tinha dentro, as coisas da Dona Serafina. Ela, né, é lógico que a mãe dela tinha alguns quadros, né, pela casa. Dona Serafina, uma mulher muito bonita. Juscelene falava isso, né, sua mãe, Lígia, muito bonita, tal.
Carolzinha virou ali a luz daquela casa, fazendo até com que Juscelene ficasse mais tempo com eles. Então assim, ah, porque Carolzinha, Carolzinha. E ali já falou que a Juscelene foi uma grande ajuda para ela, né, além das tias e das primas também.
Juscelene, não, pode deixar que agora que eu sou avó.
E virou avó ali de Carolzinha. Lígia morava numa casa que Dona Serafina e Seu Adalberto compraram na mesma época que duas irmãs da Dona Serafina compraram na rua de trás. Todo mundo morava muito pertinho, né? Carolzinha, quando não tava com Juscelene, tava com as tias e com as primas na rua de trás. Carolzinha agora com praticamente 3 anos, 6 anos de relacionamento de Juscelene e Adalberto. De repente, a família tava toda alvoroçada.
Uma das primas da Lígia ia se casar. Ia ser um casamento grande, com festa, tudo que a prima tinha direito. Todo mundo convidado. Juscelene, Adalberto e Lígia se juntaram para comprar ali um presente bom. Carolzinha ia ser daminha, porque o casamento ia ser dali um ano. Carolzinha já ia estar com 4 anos, então ela ia ser daminha. Enfim, gente, uma festa! Lígia, Adalberto e Juscelene trabalhavam, então assim, eles tinham um tempo mais de final de semana.
Durante a semana eles se revezavam ali para pegar, né, na escola a Carolzinha. Juscelene tinha um pouco mais de tempo, era que pegava mais. Lígia lamentava que ela não tinha tanto tempo para acompanhar a prima nas coisinhas de casamento. As outras primas estavam ali todas juntas, mas Lígia não tinha esse tempo, né? Os meses foram passando e chegou a época de decidir ali o vestidinho de daminha da Carolzinha.
Juscelene falou para Alice assim: pega com a sua prima o modelo que ela quer, se tem que ter alguma coisa específica, se ela quer com couro, vai ser branco, que eu tenho uma costureira que eu vou mandar fazer o vestido da Carolzinha e eu mesma vou pagar. Então só vê direitinho com ela como ela vai querer e me passa um desenho, uma foto, alguma coisa, e no final semana eu pego a Carolzinha e vou lá na costureira.
E já deu uma enrolada ali, trabalho, esqueceu e tal. Quando faltava 4 meses para o casamento, a prima falou, olha, a gente precisa ver o vestido da Carolzinha, eu vou ter prova de cabelo e maquiagem aqui em casa, você não quer vir aqui? Você traz a Carolzinha e a gente já vê tudo.
E já falou, Jocilene pode ir? Lógico, ela já é da família, já é de casa. Aí é bom que já vem todo mundo, né? Só fala para o seu não vir, porque aí só fica as garotas e tal.
Lígia tava muito empolgada para esse sábado. Juscelene passou lá e falou, vamos, né, que era na rua de trás. Elas iam a pé ali, as três, Carolzinha, Lígia e Juscelene. Chegando lá na casa da prima, estavam todas as primas, as duas tias, tava a moça do cabelo e da maquiagem também. Tinha mais uma mulher ali, uma costureira, a mulher que ia fazer um ajuste ali que precisava no vestido da prima da Lígia. E a Lígia tava muito empolgada porque ela também queria ver o vestido da prima.
A prima foi lá, botou o vestido. Quando a prima saiu do quarto com aquele vestido branco lindo, Lígia perdeu a cor. Juscelene, que tava olhando toda emocionada para prima, foi olhar para Lígia e viu que Lígia estava sem cor. Lígia tava procurando um lugar agora para se escorar. A prima estava usando o vestido de noiva da Dona Serafina, o vestido que estava naquela caixa com as joinhas, algumas coisinhas da Dona Serafina. A prima estava usando o vestido da mãe, que tinha um decote característico, tinha umas flores bordadas características.
Detalhe: o vestido que tinha manga comprida estava sem manga, não fazia sentido na cabeça da Lígia.
Como que o vestido da minha mãe?
Juscelene já tava segurando o braço dela porque a Lígia quase caiu. E a Lígia, com a voz muito fraca, conseguiu falar: é o vestido da minha mãe? Aí uma das tias rapidamente falou: sim, é o vestido da Serafina. Eu peguei lá no seu guarda-roupa. Gente, como assim. Você já teve a Carolzinha mesmo, você não vai entrar de noiva na igreja, né, gente? Era o vestido da Dona Serafina que ela tava guardando agora para Carol, se a Carol quisesse ou não quisesse.
Enfim, como que a tia entrou junto com a prima e elas pegaram o vestido e ainda tiraram a manga do vestido?
Ele já tava tão chocado, aquelas só conseguiu falar: cadê as mangas do vestido da minha mãe?
Alguém veio lá com as duas mangas e entregou na mão da Lígia. Nisso, Juscelene já sacou aquela caixa que ela nunca abriu, tinha o vestido de noiva e algumas outras coisinhas ali da Dona Serafina que a Lígia tinha guardado tudo naquela caixa. Lígia teve uma crise de choro. As tias começaram a falar bobagem, não sei o quê, não sei querer, não sei Não, não fica assim, não, não, não. Ela ficou ali sentada chorando. Juscelene ficou ali só observando tudo.
Ficou um clima horrível. A moça do cabelo falou assim, agora já viu o decote do vestido, pode tirar que a gente vai fazer só maquiagem e tal. A prima foi até o quarto, tirou o vestido, voltou, e já tava sentada chorando. Carolzinha desesperada vendo a mãe chorar. Juscelene, andando lentamente, foi lá até o quarto, pegou o vestido e voltou para sala e falou, olha, vocês não vão usar esse vestido. Lígia só chorava. A noiva já começou a gritar, que era a prima, né? A tia foi tentar tirar o vestido da mão da Juscelene.
A Juscelene falou, olha, você quer tentar mesmo tirar o vestido da minha mão?
Foi levantando, já pegando a Lígia que tava aos prantos e saindo de lá com a Carolzinha e o vestido na mão e as mangas, né? A tia ficou xingando Juscelene porque agora aquela harmonia toda acabou, né? E aí agora era saber se o Adalberto, pai da Lígia, tinha dado essa autorização, né? Juscelene muito brava ligou para o Adalberto e ele não tava sabendo de nada. As duas tias tinham chave lá da casa, né? Porque quando Dona Serafina morreu, elas que ajudavam ali o Seu Adalberto, né, aquele começo tal com as coisas da casa. O Seu Adalberto tinha saído, era um sábado, né?
Ela falou, pode voltar para casa.
Elas com vestido de noiva assim enrolado no braço da Juscelene, sem sacola, sem nada. Elas chegaram, Juscelene deu uma água ali para Lígia e falou, vai lá no quarto, vê na caixa, vê se tá faltando mais alguma coisa. Tava faltando uma pulseira da Dona Serafina.
Deixa o vestido aqui que eu vou lá.
O Adalberto já tinha chegado.
Jusceline falou: nem entra, vamos lá que eu vou pegar a pulseira da Lígia.
Foram lá, a tia tava já fazendo escândalo, gritou com o Adalberto.
Adalberto falou: olha, você não podia ter entrado na minha casa e pegar o vestido sem falar pelo menos com a Lígia. Eu não ia me importar dela usar o vestido, mas tinha que pedir para Lígia. O vestido é da Lígia agora. E aí a Juscelene falou: a pulseira, devolve a pulseira!
Séria, sem alterar o tom. E a tia ali gritando. E aí alguém lá de dentro, uma outra prima, veio e entregou a pulseira que era da Dona Serafina também. Ela tinha ido no carro com o Seu Adalberto, largou o Seu Adalberto lá com o carro e saiu andando de tão nervosa que ela tava, e devolveu a pulseira para Lígia. Só que agora faltavam 4 meses para o casamento e a prima ia ter que correr atrás de outro vestido.
Problema dela, gente.
Problema dela. A Lígia ficou muito mal. Aí ela pegou a foto para ver se a modificação que tinha sido feita era só manga, e tinha sido só manga mesmo. Foi tirado ali as mangas, o restante do vestido tava igual. Iam fazer uma bainha embaixo, uma barra, provavelmente para botar os nomes lá, aquela simpatia, né, que o povo põe nome. Não deu tempo porque a costureira tava lá para fazer isso, né, fazer essa barra aí com um bolso e acabou que não fez.
Elas tinham mandado lavar o vestido porque o vestido tava amarelo e agora tava branco, né? A prima xingou, o noivo acabou ligando depois também para xingar a Lígia. Enfim, a família rompeu ali. As irmãs da mãe que achavam que também eram donas daquele vestido e não era, o vestido era da Lígia. Dona Serafina morreu, ficou ali para filha dela. Né? Nada ficou para as tias. Tava todo mundo sabendo, menos o seu Adalberto e a Lígia.
Elas entraram lá, deixaram a caixa vazia e levaram o vestido. Ou seja, elas fizeram também, né, escondido. E se ela não tivesse levado a costureira lá para ver, fazer barra e ver o negócio da daminha, a Lígia só ia saber, pensa, lá no dia. Do casamento na igreja. A Lígia me disse que quando ela tava chorando lá sentada, ela já tava meio que derrotada, né? Já assim, ah, agora já foi. Ela jamais imaginou que a Juscelene ia entrar lá, ia pegar o vestido de volta, né?
Quando ela viu que a Juscelene tava com o vestido na mão e que falou que ela não ia usar, que a prima não ia usar, aí reacendeu uma esperança na Lígia de tipo, meu Deus, ainda podia fazer isso! Porque na cabeça dela agora já Tá feito, entendeu? A tia ainda quis cobrar a limpeza do vestido, foi para tinturaria tal, e é uma, é uma lavagem especial que faz, né? Então não é barata.
Foi a própria Juscelene que respondeu: olha, ninguém falou para vocês entrarem lá para pegar vestido. Vocês não pegaram o vestido, vocês fizeram o que vocês quiseram agora.
Lídia ficou muito mal. Ela acha que se a prima tivesse pedido, ela não ia emprestar, porque é uma coisa que ela queria guardar para ver se a Carol um dia vai querer usar. Ela não sabe também se a Carol vai querer casar, mas ela queria deixar essa oportunidade para Carol. Ai, o vestido vai ficar guardado numa caixa? Vai, vai, ué! É a lembrança da mãe dela, não tem que botar para jogo, para uso. Só porque a prima queria. Lígia ficou tão mal que ela passou esse sábado e esse domingo de cama.
Juscelene falou, vou levar a Carolzinha comigo, assim você fica mais tranquila. Carol também tá assustada, vou levar ela no parque, vamos passear, passar o final de semana eu, ela e seu pai.
E aí a Lígia ficou sozinha em casa, ficou mal, enfim, e também acabou nem vendo onde tava o vestido. Na semana, a fofa da Juscelene, lembra que ela tinha uma costureira? Ela levou o vestido da Dona Serafina lá e recolocou as mangas. A Lígia chegou um dia do trabalho, o vestido tava estendido em cima da cama dela com as mangas do jeitinho que era o vestido da mãe dela. A família realmente rompeu, né? As tias não falam mais com a Lígia e falam pouco com o Seu Adalberto, né?
Porque elas eram irmãs da mãe, né? Com a Juscelene, então, nem pensar. Agora odeiam a Juscelene. Lígia agora tá tentando convencer a Juscelene a botar o apartamento dela para alugar e morar ali com o seu Adalberto, com ela e com a Carolzinha. Achei tão bonita a Juscelene respeitar assim a memória da Dona Serafina, né? E gente, como a caixa passou meses vazia no guarda-roupa ali da Lígia! E óbvio que ela, né, nem olhou. Não vai ficar olhando as coisas da mãe assim, o vestido, não, né?
Ela jamais imaginou, jamais. E podia ser pior, podia ser no dia do casamento, ela vendo o vestido ali na prima. Que que vocês acham?
Oi, meu nome é Vibeles, eu sou de Nova de São Paulo. Lígia, sinto muito pela sua perda, foi muito precoce, e isso por si só já é bem difícil de digerir, de viver. Que bom que você tem um pai presente, que sempre esteve ao seu lado, que conheceu uma pessoa muito legal para ficar ao seu lado também, que é a Juscelene. Sua tia e sua prima agiram de má-fé, foram cruéis, foram desrespeitosas, e sabem disso porque senão teriam feito as claras.
Que bom que a Jocelyne, no meio da sua dor, conseguiu reagir e reaver o vestido e a pulseira da sua mãe também, e que ela fez o mínimo de costurar de volta as mangas do vestido. Achei muito fofo. Desejo que você, sua bebê, seu pai, sua madrasta sejam muito felizes e se mantenha longe de pessoas como a sua tia Invisibilizers, aqui é Juliana, eu falo de Belo Horizonte.
Lígia, eu sinto muito pela sua perda, você ter guardado um objeto tão simbólico, tão bonito da sua mãe, e sua tia e sua prima terem agido de forma tão sorrateira, tão criminosa até, desrespeitosa, ter pegado esse vestido de casamento, né, para prima usar sem a sua permissão. E isso é uma coisa que acontece muito nas famílias, né. No meu caso, quando a minha avó materna faleceu, algumas pessoas foram lá e saquearam a casa da minha avó.
Não tem como falar de outra forma. O que deveria ter sido feito era deixado para o meu avô. Um abraço para você, Lígia. Que bom que você tem essa madrasta maravilhosa. Beijo.
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