ESCADINHA
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- Traicao e perda de confiancaIsabel · Marido da Isabel · Irmão do marido · Cunhada · Filhos ocultos
- Divorcio e RelacionamentosIsabel · Marido da Isabel · Exploração financeira · Divórcio
- Morte e luto parentalIsabel · Perda dos pais · Novo relacionamento
Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia.
Oi, gente, cheguei, cheguei para mais um Picolé de Limão e eu já não tô sozinha, meu publi. Quem tá aqui comigo hoje é o Esquilo. Amo! Todo mundo gosta de uma boa história, né? Aquela história cheia de reviravolta, com personagem aí que a gente se identifica e que a gente não consegue parar de escutar, seja porque despertou a nossa curiosidade para saber aí o que acontece depois, ou porque a gente quer descobrir como essa história termina.
Aqui no podcast você sabe que encontra histórias reais exatamente desse jeito. No Skillo você encontra muitas opções de ebooks e audiobooks disponíveis com ótimas narrativas ficcionais, histórias que você vai amar e que vão aí prender a sua atenção Do começo ao fim. Você sabe que ama ouvir uma boa história, e no Skillo você encontra muitas histórias esperando por você direto no seu celular ou tablet, sem custo adicional. É só acessar, baixa aí o aplicativo do Skillo, validar o seu benefício e começar a ler e ouvir sem precisar pagar nada a mais por isso.
Vou deixar aqui uma indicação para vocês, que é o livro A Vaca Voadora. É um livro infantil, infantojuvenil, da Ed Lima. Esse livro marcou a minha infância. A história de um menininho de 6 anos, o Lalau, que vai morar com as suas duas tias, Quiquinha e Maricotinha.
Amo!
Quiquinha, ela é alquimista, e a Maricotinha é aquela tia que faz todas as comidinhas gostosas, A tia fofinha, a tia Kikinha, é doida, eu amo! E ela conversa com gnomo, ela transforma ovo comum em ovo de ouro. E o Lalau fica encantado com as coisas que a tia Kikinha, alquimista, faz. Até que um dia, tia Kikinha chega com um elixir de levitar. E eles têm uma vaca, e a vaca vai voar. E Lalau vai aí seguir muitas aventuras com essa vaca, ele vira notícia de jornal.
É um livro muito gostoso de ler, assim, maravilhoso. Se você tem uma criança, você mesmo adulto, leia, ouça A Vaca Voadora. Para você ler, ouvir, saber mais da Vaca Voadora e também de outros livros, outras histórias, corre agora no Skillo. Lá você pode acessar o e-book completo na plataforma. Eu vou deixar o link certinho aqui na descrição. Descrição do episódio. Lá você encontra ebooks e audiobooks, então tem livro para você ler, tem livro para você ouvir, tá?
É só escolher. E hoje eu vou contar para vocês a história da Isabel. Então vamos lá, vamos de história! Quando Isabel tinha 26 anos, ela conheceu um cara. Ela tava formada, ela já tava trabalhando, só que a vida pessoal dela, familiar, tava um caos. O pai dela tinha morrido fazia uns 3 anos e no ano que ela conheceu esse rapaz, a mãe dela tinha falecido. Então a Isabel tava muito fragilizada, morando naquele apartamento que foi dos pais dela, com todas as coisas ali ainda, né, do pai, que a mãe não tinha coragem de se desfazer, e agora as coisas da mãe também ali.
Então era um momento muito difícil e ela conheceu esse cara. Financeiramente, a Isabel tava bem. Engenheira, já tava empregada, herdou o apartamento que era dos pais, ela filha única, e herdou o carro que era do pai, depois ficou para mãe, agora ficou para ela. Era um carro relativamente novo que tinha, sei lá, uns 6, 7 anos de uso, né, porque o pai dela tinha morrido há 3 anos e tinha comprado o carro recente, enfim. Só que a vida emocional familiar dela tinha acabado, né?
Ela perdeu os pais num curto espaço de tempo. Esse cara deu muito suporte para Isabel e ali começou um namoro. Isabel lembra bem como foi esse começo de namoro? Não, porque ela tava com a cabeça muito bagunçada pela perda da mãe, a perda do pai ainda. Esse cara tinha um irmão já casado. Esse casal não tinha filhos, então eles começaram a sair ali os 4. E era sempre muito bom sair os 4 ali, se divertiam para caramba, viajavam juntos.
Naturalmente, esse relacionamento foi caminhando para um casamento. Isabel não queria festa, não queria nada. Ela tem até que bastante amigos, mas a família dela distante, ela não tinha tanto contato. O pai e a mãe dela falecidos.
Ela falou: olha, Tudo bem, a gente pode casar, mas vamos casar no civil apenas.
Casaram no civil. Esse irmão e a esposa foram os padrinhos ali, né? Nem é padrinho, é testemunha, né? Testemunhas ali do casamento. Dali eles saíram para almoçar e foi ótimo, e vida seguiu. Uns 7 meses antes de casar, ela resolveu que agora sim ela ia doar as coisas da mãe, as coisas do pai, fazer uma pequena reforma para ela ocupar o quarto que era dos pais, que era suíte. Enfim, ela fez uma reforma ali para o apartamento ficar a cara dela, não a cara dos pais, né?
Isso foi ótimo também, né? Quando você tá de luto, chega uma hora que você precisa dar esse passo, né, do que você vai fazer com as coisas e tal. O apartamento ficou ali bonitinho e o cara foi morar ali com ela, né? Casaram, ele foi morar lá. Namoro e o casamento para Isabel foi muito bom porque era o momento que ela tava muito sozinha, muito frágil. Depois de um tempo, esse casal engravidou. Olha que felicidade! Eles iam ter ali o primeiro filho.
Isabel participou muito ativamente, né, ajudou a cunhada a escolher berço, todas essas coisinhas de bebê. E nasceu uma menininha. O cunhado ficou um pouco chateado porque ele queria um menino.
Não, porque é o menino que segue o legado, nananã.
Meses depois do resguardo ali da esposa do cara lá, ela engravidou de novo. Agora eles iam tentar um menininho. Nisso, a grávida já tinha saído do trabalho. Ela é advogada, então ela trabalhava no escritório. Ela saiu para se dedicar agora à menininha. Engravidou, felicidade, porque agora sim era um menininho. E aí nasceu o menininho. E agora aquela brincadeira, né, que alguns casais fazem: ah, chama Fábrica. Agora a gente já tem um menininho e uma menininha.
Não é que um vacilo lá do casal ela engravidou de novo? Na sequência ela teve mais um menininho, então ficou uma escadinha ali, né? Todo mundo ali, diferença de um ano, a escadinha. O marido da Isabel também é advogado, só que ele não ganhava tão bem quanto a Isabel. Ele dependia ali dos casos. Quando saía o dinheiro, ele ganhava. Então era meio sazonal a coisa. Ele mudou ali para casa da Isabel. Isabel já pagava o condomínio, pagava a luz, pagava a internet.
Tudo isso era debitado em conta dela. Então assim, isso não mudou. Na hora de fazer a compra ali, às vezes o cara dava um dinheiro para pegar uma coisa que ele gostava mais, mas assim, tudo praticamente era a Isabel que comprava. Isabel tava boneca financeiramente. O pai dela tinha deixado uma previdência, a mãe dela, como morreu logo em sequência, nem tinha usado aquele dinheiro, tinha um seguro também. Então Isabel tava boneca e ela me falou, Andréia, de coração assim, eu não me importava.
Antes dela casar, ela gastava de continhas fixas assim da casa, entre condomínio, porque o apartamento é próprio, é dela. Uns R$2.500 contando já o mercado. Ele vindo, ela passou a gastar R$3.000 e pouco. Ela tinha um salário bom, não afetou tanto assim, ela não achava ruim, mas o cara também não era aquele cara que chegava junto financeiramente ali, não pagava as coisas. Isabel e o marido eram padrinhos de batismo da menininha.
Os outros dois meninos, a família da moça lá arrumou lá padrinhos. O menino mais novinho, vamos dar nome de Huguinho, o menino do meio ali Zezinho, e a menina que é mais velha, Luizinha. De vez em quando a Isabel e o marido pegavam a Luizinha, que ela já tava um pouquinho maior, para ela ficar lá. Levava no parque, comprava as coisinhas para Luizinha. Depois os menininhos cresceram um pouco mais, comprava as coisas ali para o Zezinho, para o Huguinho também.
E a Isabel foi notando que o marido dela sempre pedia para o irmão deixar as crianças lá. E uma coisa, gente, é você cuidar das crianças um final de semana no mês, ah, um dia, um sábado aqui, um domingo depois de duas semanas. Outra coisa é todo final de semana, sábado de manhã, você receber três crianças que vão ficar até domingo final da tarde na sua casa. Isabel, que trabalhava ali de segunda a sexta, no sábado que ela queria acordar mais tarde, quando era 8 e pouco, o irmão do marido dela já tava lá com as crianças.
Isabel se viu ali de um jeito que ela tinha que levantar junto com o marido dela e, bom, cuidar dessas crianças. E ela percebia que era o marido dela que pedia, e ele nunca chegou para Isabel e cobrou uma criança. Já tinham tido essa conversa que, ah, quando ela tivesse 37, enfim. Então todo final de semana as crianças estavam lá porque o marido da Isabel pedia. Eles tinham também essa questão de telas, então assim, as crianças tinham um limite, um tempo de tela.
Então você não podia deixar as crianças na frente da TV ou do tablet o tempo todo. Então eles começaram a ir para parques, a sair, mas todo final de semana é isso. E aí assim, Você vai até um cinema, gente, um cinema, 3 crianças, 2 adultos, 2 pipocas. A Isabel falou para mim, Andréia, eu te juro por essa luz, R$400, o que que é isso? Então assim, era um cinema uma vez na vida, outra na morte. Você vai num parque, é R$300, R$100 por criança, porque aí brinca num negócio, quer comer um negócio.
E sem contar assim, né, você tem que ficar. O Huguinho tem 3 anos, E enquanto isso, os pais relaxando, viajando, descansando. Isabel chegou no marido e falou: olha, eu amo nossos sobrinhos, eles são incríveis.
A gente, né, tem a Luizinha aí como se fosse nossa filha, nós somos os padrinhos e tal, mas não consigo todo final de semana, não consigo, não dá.
E aí o marido ficou super chateado. E você pensa que ele mudou? Não mudou. E aí sabe o que que Isabel começou a fazer? As crianças chegavam no sábado, ela trancava a porta do quarto e continuava dormindo, mesmo as crianças às vezes batendo lá: titia, titia! Ela ficava com dor no coração, mas ela falou: Andréia, exausta, eu trabalho mais que ele, eu que pago todas as contas da casa. E aí o cara começou, ele, a sair com as crianças, só que aí a levar um cartão de emergência, que é um cartão dela, um cartão de crédito.
Que ela deixou com ele para uma emergência, e ele começou a gastar com as crianças no cartão. Isabel começou a receber as notificações, as crianças chegaram, aí ela já tinha saído do quarto, precisou ajudar ali para dar banho, porque são 3 crianças para você dar banho e tal, deu de comer, e aí conversou com o marido, falou: olha, você usou o cartão de emergência?
Usei.
Então não é para isso. Né, você quer sair com seus sobrinhos?
Agora ela nem falou nossos sobrinhos, falou seus sobrinhos.
Por favor, use o seu dinheiro.
E aí já saiu uma pequena discussão ali, mas colocaram as crianças para dormir. No dia seguinte, ele saiu com as crianças, foi num parque, tipo o parque da Mônica, e usou o cartão dela de novo. Isabel foi lá e fez o quê? Cancelou o cartão adicional. E aí ele foi tentar usar o cartão de novo e não conseguiu. Aí ele mandou mensagem para Isabel, nem respondeu nada. Era domingo, ele mandou umas mensagens meio desaforadas, a Isabel respondeu: olha, já vai direto encontrar com eles, nem traz as crianças para cá de novo.
No domingo, que era dia de buscar as crianças, eles esperavam Isabel e o marido dar banho nas crianças e já a janta, só para pegar as crianças e já botar para dormir. Eu entendo que deve ser cansativo ter 3 crianças, mas poxa, todo final de semana você deixa Né? Só que assim, era o marido, meio que o marido da Isabel, que fazia esse bem bolado, esse combinado aí. E aí ele não fez o que a Isabel pediu, levou as crianças lá para casa.
A Isabel ajudou a dar banho nas crianças, ajudou a dar comida. Quem ia buscar as crianças sempre era a cunhada dela, porque também tem isso, né? Os maridos são sempre os mais folgados. E aí a Isabel desceu e ficou esperando a cunhada lá na recepção.
Eu vou conversar com ela e falar para ela não mandar mais as crianças de final de semana.
Cunhada chegou, sorrisão: oi, Isabel, tudo bem?
E aí a Isabel falou: oi, fulana, tudo bem? Vamos conversar, sentar um pouquinho aqui. Olha, a gente ama as crianças, mas não tem como você e o fulano mandar essas crianças todo final de semana para cá. Isso já daqui a pouco dá um ano, eu não aguento mais, eu não consigo fazer nada, eu não tenho descanso.
A cunhada começou a chorar, a gritar com a Isabel e falar: você é muito egoísta e você acha que a minha vida é como? Eu também não tenho descanso. E elas começaram a bater boca no saguão do prédio da Isabel. E numa dessas trocas de farpa, a cunhada virou para Isabel e falou assim: porque o fulano também tem que ter responsabilidade. Gente, ela tava falando do marido da Isabel. Que responsabilidade o marido da Isabel tem que ter além dessa de padrinho?
Que você, né, que não é assim para você ficar cuidando das crianças para sempre. E eles são só padrinhos da Luizinha. Quando a cunhada falou isso, a cunhada parou assim e mudou de assunto. E a Isabel tá estranha isso aí. Isabel subiu, a cunhada ficou gritando lá embaixo. A Isabel falou para ele, pode descer que a fulana já tá aí. Ele desceu com as crianças, Isabel deu beijo nas crianças, não deixou transparecer, né? Quando o marido da Isabel voltou, ele tava transtornado, falou quem que a Isabel achava que era só porque o apartamento era dela, mas ele era marido dela, ele também morava lá.
E que ele queria ficar com os sobrinhos, falou um monte. Mas ele tava tão transtornado que uma hora a Isabel virou para ele e falou assim: nossa, parece até que essas crianças são seus filhos. Este homem ficou branco. E a Isabel, que já tinha achado estranho um papo da cunhada lá, falou: é, eu tô desconfiada que eles são seus filhos. O homem gaguejou, gaguejou, gaguejou e começou a chorar. Tá bom para vocês? Se aquelas crianças, ou uma, ou duas, ou as três, fossem do marido da Isabel, tudo aconteceu depois que eles já estavam juntos.
Porque quando todo mundo saía ali, né, os quatro, para baixo e para cima, a cunhada não tava grávida. Então, se uma, ou três, ou duas daquelas crianças fossem do marido da Isabel, ela foi corna, né? Eles traíram, além de trair o irmão do cara, ainda Isabel também tomou esse chifre. Isabel, pé da vida, porque o cara tava chorando e pedindo desculpas e falando que sim. Ela não conseguiu entender se um ou se todos eram, eram dele.
Isabel pegou o telefone com ódio e ligou para o irmão do marido e aos gritos falou: você sabia que essa mulher é uma puta?
Que essas crianças não são suas, são do fulano. Ele tá aqui chorando, ele me confessou.
O irmão simplesmente falou assim: nunca mais me ligue. E desligou na cara dela. A Isabel tá muito abalada. Eles estão ainda no processo de divórcio. Tudo que a Isabel tem é de antes dele, mas ele tá questionando, ele quer arrancar alguma coisa da Isabel. Isabel queria que a advogada dela pedisse exame de DNA das crianças, mas só quem pode pedir isso é o irmão do cara ou o cara. O casal segue casado e agora o detalhe: o ex da Isabel tá morando lá com eles.
Isabel tem certeza que a Luizinha é filha do marido dela, certeza. Mas pelo que ele deu a entender ali, é mais de um. E ela acha que deve ser a Luizinha e o Huguinho. O Zezinho, que é o do meio, deve ser do irmão dele. Isabel, ela fica toda hora pensando onde, quando que acontecia. Os dois eram advogados, mas assim, de escritórios diferentes, tal, né? Que hora que acontecia isso? Desde quando acontecia isso? Quando ela conheceu ele, é, o irmão já era casado com essa mulher.
Como que ela não notou nada? E pelo jeito que o irmão dele falou no telefone com ela, não me ligue nunca mais, não sei o quê, o cara sabe. Será que o cara não pode ter filho? Mas que arranjo é esse que fizeram que não contaram para esposa do pai das crianças, da escadinha de criança? E a Isabel falou assim para mim, Andréia, agora eu penso que ele queria ficar com as crianças porque ele sabia que era pai, né? E ela queria que as crianças tivessem convívio com o pai.
Agora, se não fosse esse arranjo das crianças virem todo final de semana para minha casa, eu nunca ia saber, eu nunca ia desconfiar. E aí agora Isabel não confia mais em ninguém, não acredita mais em ninguém. Porque assim, o cara era perfeito e ela jamais, se ele não tivesse chorado e admitido, ela jamais aceitaria que alguém desconfiasse dele em relação a isso. Tipo, tudo muito sórdido, né? Ela também não sabe se eles fizeram DNA, se ele tem uma certeza, ou se ele só saía com ela e acha que é filho.
Não sabe porque o cara não fala. E agora o cara quer as coisas dela, mas ele não vai conseguir porque são coisas antes do casamento, né? Mas enfim, eu não tiro a razão da Isabel. Como que você vai confiar nos outros agora? Ela falou, Andréia, jamais desconfiei. E não tinha climinha, não tinha olharezinhos, não tinha nada. Pelo menos ela não percebeu, né? Que hora que esses dois trepavam? Que hora que eles se encontravam? Que hora, gente?
Oi, gente, tudo bem? Aqui é Gisele, eu falo de Campos, no Rio de Janeiro. Minha amiga, que história sórdida! Que absurdo! Realmente, se não fossem esses finais de semana com as crianças, né, e você se cansando disso, você pelo jeito jamais descobriria, né? A gente escuta muita história que às vezes a mulher percebe, tem olhares, sinais, mas você nunca tinha percebido nada. Eu acho que vai ser um pouco difícil mesmo superar isso, Isabel, mas tenha força.
Você não foi errada em momento nenhum. Errado foram os dois, os três, né? Porque o marido dela, no caso seu cunhado, pelo jeito tava conivente ali com a história toda. E que bom que você saiu disso, que você fique bem. Um beijo.
Não inviabiliza a residência de São Paulo. Isabel, essa história é muito sórdida e não tinha como você saber. Eu entendo a curiosidade Mas não importa se é filho dele uma criança, duas ou três. O que importa é a sordidez, a traição, as mentiras, é o quanto ele te explorou financeiramente no meio do caminho. Nossa, eu sinceramente eu não consigo nem imaginar o que você tá sentindo nesse momento. De qualquer forma, eu indico terapia e um dia de cada vez para que você recupere a confiança nas pessoas e tenha condição de viver uma relação amorosa de novo, se assim você desejar.
Desejar. Eu desejo toda a felicidade do mundo para você e se afasta totalmente dessa família. Se cuida!
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