VAGA PERFEITA
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- Ceticismo e desconfiançaCelular escondido na gaveta · Mentira sobre assalto · Motivação por ego
- Invasão da área de trabalhoOportunidade de emprego · Rosana · Marido de Rosana · Processo seletivo · Falsa acusação de assalto · Ego masculino ferido
- Oportunidade de carreira internacionalVaga remota · Empresa estrangeira · Home office · Cargo de chefia
- Comunidade e Rede de ApoioRede de apoio familiar · Cuidado com o bebê · Flexibilidade no trabalho
- Aconselhamento e mentoriaImportância da carreira feminina · Terapia de casal · Divórcio · Autorização para levar filho
Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. Oi gente, cheguei, cheguei para mais um Picolé de Limão e hoje eu não tô sozinha, meu publi! Quem tá aqui comigo hoje é a Contabilizei. Se tem uma coisa que dói é perder uma oportunidade porque você não estava preparado para ela. Sabe tipo quando aquele cliente vem com um projeto grande, perfeito, mas você acaba travando porque não emite nota fiscal? E aí você já sabe, né? Você perdeu tempo, dinheiro, porque não organizou as suas coisinhas.
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Ali pelos 34, eles se casaram, relacionamento ótimo, deram entrada num apartamento juntos, tudo meio a meio, os dois ganhando bem, e a vida foi seguindo num casamento muito bom. Quando Rosana completou 37 anos, De comum acordo, eles resolveram que eles iam ter um filho. Tentaram um pouco e deu certo. Rosana engravidou e ela teve uma gravidez super suave, super de boa. Rosana, a família mora em outro estado, o cara com pais muito idosos, então eles não tinham uma rede de apoio assim com o bebezinho.
Bebezinho nasceu e a vida deles mudou, obviamente, né? Porque demanda, né, você cuidar de um bebezinho, ainda mais se você não tem uma rede de apoio. Mas contrariando todas as estatísticas, este cara fazia a parte dele, cuidava do bebezinho, até ajudar a Rosana com a questão do leite, tirava leite, deixava já várias mamadeiras para ele dar. Um casal em sintonia, tudo perfeito. A maternidade mudou a Rosana? Sim, mas não a momento dela querer estagnar na carreira ou parar de trabalhar.
Pelo contrário, a maternidade trouxe um gás para Rosana na questão de: "Eu quero voltar a trabalhar, quero ter de novo também a minha vida corporativa. Bom, a gente tem que pensar como é que a gente vai fazer." Eles não queriam inicialmente colocar um recém-nascido numa creche, eles iam fazer esse revezamento. A Rosana não tinha flexibilidade no trabalho, ela precisou de um tempo da licença-maternidade antes do bebezinho nascer, que ela teve ali umas coisinhas leves, mas ela precisou.
Então ela tinha que voltar logo, e o cara tinha uma flexibilidade, podia fazer uns dias ali trabalhando em casa. Então foi dando muito certo, até que Rosana, vendo que lá na empresa que ela tava não era nada flexível, ela contratou uma empresa para procurar outras vagas para ela na área dela, ou um cargo acima do que ela já tinha, muito bem qualificada, falando além do português mais 2 idiomas. E essa empresa começou a procurar vagas ali para Rosana.
Rosana voltou ao trabalho e na empresa que ela tava ela fazia muita hora extra, ficava muito além do horário, e agora com bebezinho ela não podia mais fazer tanta hora extra. Para empresa também começou a não valer mais a pena. Então a empresa, que já tinha uma reestruturação para fazer, ofereceu ali uma demissão voluntária onde ela teria uma vantagem se ela aceitasse, né, o acordo ali de demissão deles. Rosana falou: "Nossa, é isso?" Conversou com o marido e eles chegaram à conclusão que realmente ia ser muito bom.
Ela já tinha passado um perfil de vaga onde ela tivesse mais flexibilidade. Como é a vaga do marido dela? Rosana saiu da empresa que ela trabalhava com um bom acordo, então ela pode colocar um bom dinheiro ali em caixa, né, da família. O apartamento que eles tinham comprado lá no começo do casamento já estava quitado, então assim, eles não tinham dívida, gente, uma vida muito boa. Essa empresa que começou a procurar vagas para Rosana, vamos chamar aqui de poney hunter, A Poney Hunter falou: olha, tem uma vaga aqui que é a sua cara.
É uma empresa que é estrangeira, que tem algumas coisas aqui no Brasil que você faria, né, as coisinhas de engenharia, mas você não precisaria ficar no escritório. Eles têm uma pequena sede, mas todo mundo que trabalha para eles trabalha de home office. Então você só se deslocaria, né, para as obras, as coisas, mas assim, o seu QG seria na sua própria casa. Você ficaria trabalhar em casa. É uma vaga remota.
A empresa não tinha nenhuma questão quanto ela ter um bebê, porque tem isso, viu? Tem empresa que quando sabe que você tem um bebê já te desqualifica. Ela começou as etapas, eram muitas etapas, e o marido dela tava muito feliz com isso porque era uma vaga que além dela ganhar mais do que ela ganhava, ela teria mais benefícios. Era um cargo de chefia, antes ela não era chefe, Uma empresa internacional, tudo diferente, tudo muito bom.
Eles começaram com 12, foi afunilando, primeira etapa saiu 2, 3, depois saiu mais uma galerinha, umas 4, 5 etapas. Agora ela teria mais um encontro lá e agora só estavam em 3. Era um dia importante onde o CEO estaria no Brasil, se encontraria com essas 3 pessoas. Porque daquelas 3, uma ficaria com a vaga. Então, muito tenso, né? Algumas partes do processo eram feitas individuais, mas tinham também algumas dinâmicas em grupo. E esse dia era em grupo porque eles iam encontrar ali o CEO.
Depois dali só teria uma entrevista e a pessoa seria contratada ou não. E era a vaga dos sonhos. A vaga dos sonhos. Tava todo mundo muito empolgado, mas naquele final ficaram 3 mulheres. E uma coisa que aliviou Rosana é que as 3 tinham filho. Então, bom, né, meio que tá ali de igual para igual, não vai ter uma que, ah, sem filhos vai ganhar, né? A data desse encontro com o CEO, que ia estar no Brasil um dia, sabe essa coisa assim desses caras malucos e tal?
Foi marcado uma quinta-feira, 15 horas. Era perfeito porque quinta e sexta eram os dias de home office do marido, então ele ia estar em casa com o bebezinho, Rosana ia poder sair tranquila. Ia ser perfeito! Agora o bebê já estava para completar um aninho. Rosana tinha umas coisas para fazer de manhã, mas ela falou: "Quando for 11 horas eu quero estar em casa, tomar meu banho, fazer minhas coisas." E assim ela fez. Combinou ali com o marido, ela ia sair de casa uma hora para não ter nenhum atraso, ia assim chegar lá muito antes, ia, mas perfeito.
Quando Rosana tava terminando ali seu banho, o marido perguntou se ela já tava saindo, falou que sim. Ele falou: olha, eu vou rapidinho aqui embaixo buscar comida para gente e já volto. No restaurante, tipo, um quarteirão Rosana já assim um pouco contrariada, porque poxa, podia ter programado isso de buscar comida antes ou fazer, sei lá, né, um outro esquema, porque ela agora ela ia ter que se arrumar se o bebezinho chorasse ali.
Ele tava quietinho no berço, mas né, ela tinha que ficar prestando atenção ali até o marido voltar, né. O tempo foi passando e nada do marido da Rosana voltar. Rosana foi ficando preocupada, foi dando uma hora, que era o horário dela sair, Cuidando do bebê, acabou fazendo um pão ali pra comer.
Não vai dar tempo dele chegar aqui com a comida, que eu não sei onde ele foi buscar essa comida.
Que era tipo muito perto ali, né?
Não vai dar tempo de eu comer, eu tenho que sair. Tudo bem, eu tenho uma margem ainda, posso sair até 1:40, 1:45 que eu chego em cima do lance, mas eu chego.
A hora passando, 1 hora, 1:15, Rosana ligando. Antes só chamava, agora dava na caixa postal. 1:30, 1:40, 2 horas. Quando deu 2:10, Rosana já tava desesperada e ela tinha que ligar para alguém. Primeiro ela ligou na Pony Hunter para ver se a Pony Hunter conseguia remarcar essa última etapa para ela.
Pessoal da Pony Hunter: olha, isso é difícil porque é com C11, mas vamos ver o que a gente consegue aqui.
Ela deixou isso de lado porque ela viu que agora já não ia dar mais para ela chegar no horário E ela não sabia o que tinha acontecido com o marido dela. Rosana estava aflita. Rosana já estava a ponto de ligar para polícia, que ele não atendia, não dava para saber onde ele tava. Até que Rosana lembrou do rastreio do carro. Eles tinham seguro, cada um tinha seu carro, carros bons, e a seguradora bota, né, um rastreador ali. Já tinha passado das 3 horas, ela realmente perdeu o horário dela ali na penúltima etapa para a vaga.
Rosana ligou na seguradora. A seguradora queria saber se era um caso de roubo, alguma coisa.
Ela falou: "Não, por enquanto eu não tô conseguindo falar com meu marido, não sei se aconteceu algum crime ou não." Eles passaram a localização do carro e tava a quilômetros da casa deles.
Então alguma coisa realmente tinha acontecido. Quando Rosana tava sendo orientada pela seguradora, de repente, barulho de chave na porta e era o marido dela, todo suado, todo passado. Em vez de comprar comida ali perto, ele queria fazer uma surpresa para Rosana e comprar uma comida que ela gostava muito, que ficava longe, naquela área onde tava o carro. Ele desceu e antes de chegar até o restaurante ele foi assaltado. Ele estava longe do carro, mas levaram a carteira, o celular e a chave do carro.
Então ele ficou sem nada na rua. E ele não teve uma presença de espírito, sei lá, de pegar, pedir um telefone emprestado para alguém na rua, num comércio, sei lá, falar: olha, por favor, você pode ligar para minha esposa e falar que eu fui assaltado e onde eu tô? Porque, que que a Rosana ia fazer? Tinha tempo hábil. Agora você já foi assaltado, você não tá machucado, então as coisas materiais você vê depois. Que que a Rosana ia fazer se ele tivesse ligado?
Ia pegar o bebê, botar no carro, ia até ele, passava o volante para ele, ele deixava Rosana lá onde ia ser essa nova etapa do processo seletivo da vaga e ir embora para casa com com o carro dela. Depois eles pegariam a chave reserva, porque assim, não é chave que dá para fazer em chaveiro, essas chave de segredo, essas coisas de carro mais caro assim, né. Depois eles iam ver isso, né, porque o que a prioridade ali, já que o cara tava bem, nada tinha acontecido com ele, era o quê?
A vaga, a vaga dos sonhos. A vida deles ia melhorar com aquela vaga. O cara não fez nada, começou a andar ali, não pediu o telefone de ninguém, até chegar num amigo dele que era longe para caramba, até o cara conseguir levar ele. Aí chegou lá no cara, que é seu amigo: por que que você não ligou para Rosana? Ai, não pensei, fiquei muito atordoado, não pensei. Rosana perdeu essa etapa. A empresa, a Laponi Hunter, disse que ela podia fazer a última etapa, que era entrevista, mas que era quase certo que ela já tava eliminada.
Rosana ficou muito mal. Ela teve essa conversa, falou: "Se eles marcarem então a última etapa, aí eu vou." Mas já meio que sabendo que talvez não tivesse chance. Isso já era quase 6 horas da tarde. E lembrando que ela tinha feito o acordo, tinha saído da outra empresa, então tava desempregada. Rosana tava muito chateada, mas entendendo que o marido Não conseguiu fazer as coisas e agora ele tinha que fazer um B.O. online. E ele falou que ele ia fazer o B.O. online quando eles voltassem, porque a prioridade era ir lá buscar o carro agora.
Já que não deu certo a questão da vaga, eles entraram no carro ali, ela, ele e o bebê, foram lá e pegaram o carro dele. Ela veio no carro com o bebê e ele no carro dele. Voltaram, já era noite, ela tinha passado o dia só com aquele sanduíche que ela tinha feito, fez mais um sanduíche ali. Muito arrasada e pensando como o marido dela, que sempre foi tão proativo, agora tava bobão, lerdão, nem para pegar um telefone e ligar e avisar, porque dava para ter agilizado, né? Ninguém se machucou. Rosana com dor de cabeça, mal.
Falou: bom, vou tomar um banho, comer um sanduíche, vou deitar, ficar esperando, né? Agora, se eu vou conseguir fazer outra etapa, tentar explicar lá.
Mas assim, as outras duas moças foram O marido tava muito chateado, ele ia agora para o computador para fazer o BO. Ela tomou banho e passou ali na frente do escritório para ir fazer o sanduíche. Conforme ela passou na frente do escritório, Rosana viu uma luz que saía da gaveta. Ele tava realmente de costas para porta, computador ficava virado para porta, ele tava realmente ali No Google vendo qual que é o link certo para você fazer o BO online, né?
A luz acendeu e apagou. O que seria? O que que tava naquela gaveta? Rosana, assim, ela não sabe nem por que que isso chamou tanto atenção dela. Rosana foi até o marido, ele tava de costas, né? E ela botou a cabeça assim, ele falou: ah, tô procurando o link aqui para fazer o BO. Conforme ela puxou a gaveta, o celular do marido estava na gaveta.
Ué, mas ele não foi assaltado, nada? Não levaram o celular dele?
Aquele escritório era um escritório dos dois, mas era ele que trabalhava em home office. Rosana mal entrava ali. Então o cara botou o telefone dele ali na gaveta e sei lá, ia fingir depois que comprou outro? Porque a Rosana falou isso, falou que era um celular novo, um iPhone novo. Então ele ia falar para mim depois que ele comprou um outro iPhone novo, e eu não ia saber se era o mesmo iPhone, se não era o mesmo iPhone, né? E o iPhone dele estava na gaveta.
Rosana ficou sem entender. O cara, quando viu que ela puxou a gaveta, ficou vermelho, roxo, de toda cor. Ele começou a gaguejar e falou: eu posso explicar. Rosana não tinha falado um A porque ela tava ainda tentando processar essa informação. Ué, não foi roubado? Não levaram celular, porque, né, por isso que ele não conseguiu se comunicar com ela. Esse cara começou a falar que não tinha acontecido nenhum assalto, que não foi o amigo dele que levou ele, foi ele que voltou depois de muito tempo de carro de aplicativo.
Por isso que ele não ligou do amigo, porque ele não foi no amigo. Que aquela vaga arruinaria o casamento deles, do tipo que o cara ia se sentir inferior à Rosana, porque ele sempre teve um planejamento de chegar naquele ponto daquela vaga, e a Rosana nunca teve essa ambição. Por isso ele saiu de caso pensado, ele desligou o celular, tinha escondido a chave do carro também lá na gaveta, porque a chave do carro cara, né? E nada tinha acontecido.
Ele fez de propósito para Rosana ter que com o bebezinho e perder a entrevista. Ele disse que fez pela família. Acho que é mentira. Eu acho que ele fez por ele, para ele não se sentir por baixo. Rosana participou da última entrevista. Depois ficou sabendo que não foi escolhida para vaga. Ela ficou muito mal. Nisso eles estavam sem se falar. Rosana não tinha tomado nenhuma atitude de divórcio, sair de casa. Ela achou que, sei lá, teria que tentar consertar esse casamento, não sei.
Meses se passaram, eles estremecidos, Rosana tentando alguma outra vaga, quando chegamos agora a fevereiro desse ano. Poney Hunter liga toda empolgada para Rosana dizendo que aquela empresa dos sonhos abriu uma segunda vaga para liderar uma outra equipe e que mesmo a outra moça que fez o encontro com o CEO, não foi chamada. Eles estavam chamando agora a Rosana já para vaga. Rosana, sem falar com o marido, falou: eu topo, o que precisa fazer?
Documento, essas coisas.
E topou a vaga. Este homem surtou. Rosana vai começar agora e o marido disse que isso vai arruinar o casamento deles. Ela vai ganhar mais que ele, sim. Ele disse que agora não ia cuidar do bebê sozinho. Ela falou: "Mas eu tenho home office e na sede tem uma creche." Quando ela tiver que ir para a sede, ela pode levar o bebezinho. E aí a questão da Rosana agora é: ela ainda tem sentimentos pelo marido? Tem. Isso é um fato. Ela acha que esse casamento agora vai dar certo?
Ela não tem ideia. Ela não vai sair da vaga por causa dele, ela não vai ter tempo de fazer uma terapia de casal, nada disso. E ela duvida muito que ele peça o divórcio. E o que mais assim deixa Rosana mal é que o cara mudou. Eles tinham um casamento ótimo e agora, porque ela vai ganhar mais, ela tem um cargo de mais destaque numa empresa melhor que a dele, o cara tá solicitado. O cara não quer fazer mais as coisas que ele fazia pelo bebê, porque eles dividiam tudo ali.
E a Rosana me falou: Andréia, agora eu vou focar nessa nova vaga, no meu emprego e no meu filho. Se ele quiser divorciar, sei o que ele quiser fazer, problema dele. Agora o meu foco é o meu emprego e o meu filho. E a empresa lá, depois que ela fizer um ano, ela pode aplicar para uma vaga fora do país. Ela falou: bom, se a gente se divorciar, eu pego meu filho e a gente vai para fora. Eu falei: aí tem que ver se ele vai deixar, né, levar a criança, porque não tem isso também, ou ela consegue ser autorização para levar.
Então veja, gente, o cara inventou um assalto para que a Rosana não fosse na etapa quase final do processo seletivo. Ainda bem que ainda assim ela conseguiu uma segunda vaga, que era a mesma vaga, né, que ela tava correndo. E aí a Rosana falou: alguns vão perguntar por que que você não levou o bebê e foi? Porque na Pony Hunter eles perguntaram lá se ela podia ir com o bebê, e a empresa disse que era melhor não, porque era um momento ali com CEO, ia ter uma apresentação com luzes e tal, e poderia incomodar o bebê, e poderia não sair as coisas do jeito que tinha que sair ali, né?
O cara só tinha um dia ali no Brasil para passar, para falar com todo mundo. Então preferiram que ela não levasse o bebê. Então veja, a gente tá falando de um casamento aqui que os dois estavam equiparados economicamente. Poxa, tiveram um filho, um casamento ótimo, mas era tudo bem enquanto ela ganhava um pouco menos que ele. Ganhava um pouco menos, mas assim, aí ele talvez tivesse um pouco mais de destaque na empresa que ele tá, Sim, mas até aí, gente, você não vai torcer pelo seu parceiro para que ele evolua, que ele progrida, e você vai junto, né?
Não, o cara tá surtado, totalmente diferente do que ele era, porque agora ela tem um cargo de destaque maior numa empresa maior e ganha mais que ele. E não estamos falando um casamento ruim que tinha sinais, que nada. Era um cara super parceiro, mega parceiro. Não dá para saber, né, gente? O que que vocês acham?
Oi, pessoal, aqui é a Ana de Goiânia. Rosana, nem todo homem, mas sempre um homem, né? É importante a gente ter a nossa carreira, a gente ter o nosso dinheirinho. No seu caso é um dinheirinho até muito bom, né? Só toma cuidado agora porque é possível que ele queira de alguma forma sabotar o seu emprego. Seja forte, faça uma terapia por você, porque eu acho que esse casamento, a partir do momento que ele te enganou, inventou um assalto, te deixou preocupada para te impedir de conseguir uma vaga dos sonhos, não tem mais futuro, né, Rosana?
Um beijo, boa sorte na sua vaga, espero que você volte para nos contar, que tá fora do país.
Oi, na Inviabilizers, meu nome é Roberta, falo de Tel Aviv, Israel. E Rosana, não fica tentando dar uma segunda chance para um homem que não tem amor por você, mesmo que ele fale que ele fez isso família. Esse é uma mentira muito descarada, porque se ele tivesse feito isso realmente pela família, ele teria te apoiado desde o começo, coisa que ele não fez. Segundo, você pode ter oportunidade de sair do país, só que você não vai poder levar seu filho se esse homem não te der uma autorização.
Você não pode tirar uma criança menor de idade do local de residência dela. Então você tem que ficar muito atenta, procura um ótimo advogado que vai saber te dar todos os caminhos para que você consiga sair dessa sem se prejudicar mais.
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E aproveita que tem cupom. O meu cupom é DEIA, sem acento, maiúsculo, tudo junto. Você vai lá, você vai abrir o seu CNPJ e vai ganhar a segunda mensalidade. Valeu, Contabilizei! Um beijo, gente, e eu volto em breve.
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Escreva para nãoinviabilize@gmail.com. Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Enviabilize. O que me deixou muito espantada nessa história é que o cara era um cara bacana, um cara parceiro, até o ego dele ser ferido.
Contabilizei
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