SUPER PAI
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- A história de EvaRelacionamento com o primeiro parceiro · Gravidez inesperada e abandono · Novo relacionamento e o 'Super Pai' · O fetiche do 'Super Pai' por grávidas · O desaparecimento do 'Super Pai' · A revelação da ex-noiva · A recuperação de Eva e o filho Jorge
- Consentimento e revogaçãoFetiche não é doença · A importância do consentimento · Manipulação e violação de consentimento
- Intimidade e VulnerabilidadeExploração da fragilidade da gestação · Impacto emocional e trauma · Foco na recuperação e no filho
Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia.
Oi, gente, cheguei! Cheguei para mais um Picolé de Limão e hoje eu não estou sozinha, meu publi! Quem está aqui comigo hoje é a Audible. Na Audible você encontra milhares de audiolivros.
Deia, o que é um audiolivro?
Um audiolivro é um livro que você ouve. No seu celular, no seu tablet, no computador, no seu fone de ouvido, onde você quiser. E além dos audiolivros, na Audible você encontra audioséries. São mais de 850 mil títulos disponíveis, incluindo bestsellers, clássicos e histórias exclusivas para você ouvir como quiser e onde quiser. E a Audible acrescentou ao seu extenso catálogo a nova audiosérie exclusiva Nem Te Conto, com a atriz e modelo Luana Piovani.
Não tem quem não conheça a Luana Piovani, né, gente? Na audiosérie Nem Te Conto, a Luana Piovani se mostra vulnerável e sem filtros, transformando as próprias histórias e experiências, revisitando tudo que já foi dito sobre ela, preenchendo as lacunas, reafirmando suas convicções e se provando maior do que qualquer boato. Você pode ouvir a audiosérie Nem Te Conto com Luana Piovani exclusivamente na Audible. A produção fica disponível também offline e tem teste grátis de 30 dias ou 3 meses para quem é membro Amazon Prime. É só clicar no link que eu vou deixar aqui na descrição do episódio.
E hoje eu vou contar para vocês a história da Eva. Então vamos lá!
Vamo de história?
Eva conheceu um cara numa lanchonete. Eles trocaram telefone, não ficaram aquele dia, mas na semana seguinte saíram e ficaram algumas vezes. Eva ficou com esse cara uns 4 meses assim, mas não de uma forma tão constante. Acontece que Eva começou a sentir uns enjôos. Sim, Eva transou sem camisinha com o cara. Sim, o cara engravidou a Eva. Eva grávida foi falar com fulano, fulano deu um show, falou que não era dele, como ele ia ter certeza.
Nossa, humilhou! Eu não vou aqui reproduzir as coisas que esse cara falou para Eva, mas ele tratou a Eva muito, muito, muito mal. Eva com um emprego concursado, bom salário.
Eu não preciso desse cara pra nada. Então depois que nascer eu vejo se eu vou pedir pensão, alguma coisa, mas por enquanto eu quero levar essa gravidez sozinha.
Mesmo porque o cara falou que não ia assumir, não ia participar de nada, que depois que nascesse, se quisesse fazer DNA, nananã, aquele papo, né? Eva ficou muito mal, mas também ela não conhecia tão bem esse cara, então meio que ficou por isso mesmo, né? Quando Eva descobriu e contou para esse cara, ela já tava grávida de 2 meses. O tempo foi passando e quando ela entrou no 5º mês, Eva fez um post nas redes sociais para falar da expectativa que ela tinha de ser mãe solo, de como seria, contou, né, a palhaçadinha do cara, tal.
Muita gente falando que ela tinha que botar ele na justiça, e eu concordo com a maioria, tem que botar na justiça sim. Não importa que o cara tá esperneando, reclamando, bota na justiça, faz o DNA e vai atrás dos direitos da criança, porque não é só você, né? A criança também tem os direitos. Então é isso. Foi um post muito comentado por amigos e amigas da Eva e também amigos dos amigos. E ali apareceu um cara. O cara escreveu um texto muito bonito de apoio para Eva e curtiu umas 5 fotos da Eva grávida.
Estranho, né? Mas tudo bem. Um outro post nada a ver com gravidez, umas flores que ela postou, ele escreveu: "Ah, que lindas as flores!
E como você tá?
Como tá a gravidez?" E ali eles começaram a conversar.
Que estranho, né? Um cara assim dando atenção para uma mulher grávida, né? Uma mãe solo.
O papo foi rolando e o cara explicou que ele era solteiro. Eva tava com 31, este cara 37. Ele tinha tido uma noiva, não tinha dado certo, ele ainda tava muito chateado com isso, que foram 10 anos de relacionamento. Que ele não sabia agora como seria o futuro dele. Eva também contou a história dela. E este cara, sabendo que Eva estava de 5 meses ali, chamou a Eva para tomar um café. Eva foi, eles conversaram muito, eles riram muito.
Um cara realmente muito agradável. No dia seguinte, Eva mandou uma mensagem dizendo que gostou muito de ter conhecido o cara, mas achou que ia terminar ali, né?
E o cara falou: "Olha, eu preciso fazer uma compra no supermercado, você quer ir comigo?" Eva, com 5 meses, falou: "Ah, eu quero sim!" E eles fizeram a compra e o cara falou assim: "Agora o pior é guardar." E eu também odeio guardar compra, gente. "Ah, eu posso te ajudar." Eva, sem pensar em nada, foram para casa do cara, começaram a guardar as compras, ele falou: "Olha, eu vou fazer uma massa pra gente e tal." O cara ainda cozinhava.
Eva tomando um suco, ele tomando um vinho. Depois da massa, eles se beijaram.
Eva ficou: "Meu Deus, esse cara tá me beijando, mas ele sabe, né, que eu tô grávida?" Gente, a grávida não está morta.
Pessoa grávida não está morta. Eva ficou naquela, né? Beijou e viu que ele assim beijou legal, né? E Eva falou assim pra mim: "Andréia, eu não sei como é." que acontece com as outras grávidas, mas no meu caso a minha libido tava lá no alto. Então ele me beijou, eu já fiquei bem interessada, e aí ele me beijou de novo, eu meio que fui dando condição, e a hora que eu vi a gente tava na cama. E assim, tem um pouco de dificuldade da barriga, mas gente, normal, né?
Inclusive Eva já tinha perguntado isso para médica dela, e a médica falou: olha, você não tem não tem nenhuma restrição, né? Se você quiser transar, você pode transar assim, né? Se previna, tal, em relação a doenças, porque, né, sei lá, pode afetar o bebê, nananã. Fez aquele discurso. O cara usou camisinha, foi uma transa sensacional, e assim que eles acabaram de transar, o cara já falou que achava a Eva uma mulher incrível. Que admirava muito, que ela ia ser mãe solo, né, que ela não quis ficar com o cara péssimo e tal.
Ali naquele dia, a Eva ficou muito amolecida, eu acho que é a palavra, mas assim, não tava apaixonada, nada. Ela achou interessante o cara aberto. A Eva falou para mim: André, ele tava aberto na relação. Ele levou a Eva para casa, beijou a Eva na porta de casa, Mandou mensagem de boa noite dizendo que amou, nananã, e no dia seguinte mandou bom dia.
Eva, eu vou ver no que isso vai dar.
A partir desse bom dia, Eva e este cara começaram a se ver todos os dias. Todos os dias. Ele ia buscar Eva na prefeitura, que ela trabalhava na prefeitura da cidade dela, Eles iam ou para casa dele ou para casa da Eva. Eva falou: "A gente transou todo dia praticamente." Conforme o tempo foi passando, o discurso desse cara começou a ser que ele tava apaixonado, que ele se sentia inseguro porque tinha medo de quando o bebê nascesse, o cara, o cara péssimo, querer ser pai, né?
E que ele queria ser o pai do filho da Eva. Nesse dia, Eva tava muito emocionada, muito tocada, e ela chorou. Ele fez um mega discurso que ele seria um super pai, que ele queria registrar, né, caso depois o pai aparecesse, quisesse o registro também, né, porque hoje em dia pode. Mas ele queria ser realmente o pai, ou melhor, como ele sempre dizia, o super pai. Daquele menininho que Eva teria. A partir desse momento, ele só falava disso.
Porque eu sou super pai, porque eu sou super pai, porque isso e aquilo.
Eles já estavam juntos há um mês e a criança ia nascer dali 3 meses, né? Comprou uma roupinha, comprou uma chuteirinha, apaixonado pela maternidade de Eva. Tudo era muito perfeito e muito maravilhoso, a não ser por uma coisa. Eles já estavam namorando sério. Ele disse que queria registrar a criança, que depois que a criança nascesse se casaria com Eva. Só que ele não assumia nada nas redes sociais, nem faziam nenhum passeio público, tirando aquela ida no supermercado.
Agora ele buscava todo dia a Eva no trabalho e ele ia ou para casa dele ou eles iam para casa da Eva e no final de semana também. Tipo, se ele pegava a Eva na prefeitura e ia para casa dele, a Eva já tava com a malinha dela pronta. E se fosse para casa da Eva, ele que ia de malinha e cuia para passar o final de semana. Não saíam praticamente de casa e transavam muito, o que era muito bom. Segundo Eva.
Tinha essa questão que incomodava um pouco a Eva, e a Eva falou para ele: "A gente tá tão sério, tão junto, você quer ser o pai do meu filho, por que que a gente não assume nas redes sociais?" A desculpa dele era a seguinte: "Eu não sei se quando o nosso bebê nascer..." Tá, porque agora já chamava de nosso. "Se o cara lá vai aparecer e você vai ficar balançada." "Então enquanto eu não registrar o meu filho, eu não quero assumir nada nas redes sociais porque eu não sei o que pode acontecer. Você tem que entender essa minha insegurança." E a Eva entendia.
A Eva garantia que não, jamais ficaria com o cara de novo. Mas é aquela coisa, né? Ele sabia que tinha uma criança em jogo e pediu isso pra Eva.
Falou: "Ué, Eva, você já tá na reta final da gravidez. Daqui alguns meses você tem o nosso filho." "Eu serei o super pai dessa criança e aí a gente assume nas redes sociais, eu posto meu filho e já aviso que a gente vai casar." Eva tava nas nuvens, ela achou o cara ideal.
Nessa reta final, Eva ainda faria 1 ou 2 ultrassons e ela convidou ele para ir, mas no dia não deu, enfim, não podia sair lá do trabalho dele e ele não acompanhou então. O pré-natal da Eva. Mas era um cara que tava presente o tempo todo. A Eva saía do trabalho, ele ia buscar e dormia na casa da Eva, ou ela dormia na casa dele. Então no dia seguinte ela ia pro trabalho, ele ia pro trabalho, e eles já se viam de novo. Então era assim, era praticamente um casamento, só que eles tinham duas casas.
Eles já tinham até decidido que quando o bebezinho nascesse, o bebezinho teria o nome dele. Então seria Super Pai Júnior. Eles morariam na casa da Eva, que era maior, era alugada. Os dois moravam em casas alugadas, então assim, né, não tinha a ver com herança, com nada. Ele sempre fazia compra quando a Eva ia para casa dele, comprava as comidinhas que ela gostava, nananã. Então assim, gente, um relacionamento perfeito onde o cara em 4 meses de relacionamento disse que registraria o filho da Eva E se casaria com ela.
Ele deu muito amor assim, sabe? Fazia tudo pela Eva. E assim, transavam horrores. O cara era muito fogoso. Palavras dela: mesmo minha barriga grande, ele sabe, dava um jeito, a gente transava, era ótimo. Eva também tinha uma terceira questão. Então veja, Já vai juntando, né? Ele não foi nos exames com ela, ele não saía em público com ela e não assumia nas redes sociais. Ele também não apresentou a família dele para a Eva, porque justamente ele já queria apresentar com o super filho junto.
Dali pouquíssimo tempo seria muita coisa para Eva administrar, né? o casamento, a paternidade, a família do cara, enfim. Bem na reta final ali, os pais da Eva e a irmã vieram visitar. E o cara tava ali fazendo as coisas pela Eva, se mostrou muito dedicado. Só que o pai, vamos chamar aí o pai da Eva de Seu Jorge.
Seu Jorge Chamou a Eva num canto e falou: "Filha, você conhece esse rapaz há quanto tempo?" "Vai fazer 4 meses, tal, né? E a gente vai casar, ele vai assumir meu filho, nananã..." Seu Jorge falou pra Eva assim: "Olha, tem alguma coisa errada com esse cara. Ele não me olha nos olhos quando ele conversa comigo, ele não me olha no olho. Ele não fica muito perto de mim. Tem alguma coisa errada com esse cara." Eva ficou muito brava.
Tava tudo dando certo, por que que o pai agora ia implicar com o amor da vida dela, né? Os pais foram embora, morando numa cidade não tão longe, então assim, né, Eva teria mais contato com os pais, mas ela tava muito envolvida com esse cara. Tinha ficado combinado da mãe da Eva, que a gente pode chamar aqui de Dona Jo, ficar ali com a filha na hora do parto. A Eva queria também o super pai junto e ele falou: "Não, eu tô preparado", até brincou: "Ai, se eu desmaiar, nananã..." O tempo passou, na reta final a médica ainda falou: "Olha, você pode transar, que isso vai te ajudar no parto, né?" Ela faria ali um parto natural e tal...
Até que o dia chegou, Eva acordou se sentindo estranha, Mas ela disse: "Eu vou trabalhar!" Porque ela trabalhou até o último minuto.
E ele falou: "Você tem certeza? Você vai trabalhar desse jeito?" "Vou trabalhar e você fica de sobreaviso, porque qualquer coisa você me pega e a gente vai para a maternidade." Quando deu 11 da manhã, Eva começou a sentir mais dores e ligou para ele.
Só que ele não atendeu. O super pai não atendeu o telefone. E as dores foram ali se intensificando. Eva ligou para Mãe, porque a mãe demoraria algumas horinhas ainda para chegar, né, para vir da cidade dela. Então a mãe já se ajeitou para vir com o seu Jorge, né, Jô e Jorge. Enquanto Eva tentava localizar o cara e não localizava, o telefone dele tava fora de área. Eva foi para maternidade, fez a internação ligando para ele, deixou o nome dele na recepção.
O pai tinha direito de entrar, então ela falou: ele é o pai, ele vai entrar. E a mãe entrou, uma pessoa só podia ficar na sala com ela. E ela queria que fosse o cara que ia ser o pai do filho dela. O super pai. O super pai não chegava. Eva começou a focar no seu bebezinho. Ela meio que deu umas esquecidas no cara, mas toda hora ela falava pra mãe: "Cadê ele?" A mãe também mandando mensagem. E nada desse cara aparecer. O bebezinho nasceu saudável, incrível, lindo.
E o cara não apareceu na maternidade. Eva não tinha o que fazer, ela não tinha como sair de lá para procurar o cara, e ela ficou muito sem graça também de falar para mãe ou para o pai ir lá na casa dele procurar ele, né? Seu Jorge entrou, viu o neto, já sabia que o nome seria o nome do cara, mas nada do cara aparecer, mensagem nem chegava. Dia seguinte, nada do cara. Eva tinha que sair do hospital, mas tinha que fazer o registro da criança e falou pro pai: "Eu vou registrar sozinha." E aí mudou o nome do bebezinho, que seria o nome do cara, para Jorge Neto, né?
Seria o Jorginho. O pai ficou muito feliz, mas o Seu Jorge estava muito bravo também com o cara, porque o cara fazia esse tipo de promessa. E, gente, O cara sumiu. Eva muito triste, mas focando ali no seu bebê, com muito medo que o leite dela secasse. Ela falou: olha, eu dei realmente assim uma afastada dele dos meus pensamentos, porque senão isso ia prejudicar o Jorginho. Quando Eva tava há 3 semanas com o bebê em casa, ela recebeu uma mensagem de uma moça desconhecida. Essa moça era a ex-noiva do Super Pai.
Ela falou: "Olha, você me desculpa, eu sei que você acabou de ter bebê, mas eu também sei que você deve estar desesperada atrás do fulano, então eu resolvi te escrever porque eu fiquei sabendo de você pela irmã dele e eu preciso te contar uma coisa." E aí ela mandou um áudio.
Vamos dar um nome pra essa moça? Mirella. No áudio, Mirella dizia que sim, tinha sido noiva do Superpai, que tinha terminado com ele algumas vezes porque ela tinha descoberto algumas traições, e ela nunca tinha parado para focar nas mulheres com quem ele traía ela, né? Até que ela descobriu uma das mulheres e foi aí que veio rompimento final. E esta mulher, que foi amante dele por um tempo, porque ela sabia que ele era noivo, estava grávida.
E não estava grávida do Superpai. Naquele momento, ela descobriu que todas as mulheres que o Superpai traiu a Mirella, elas estavam grávidas. E ele confessou para Mirella que ele tinha um fetiche em transar com mulheres grávidas que não estivessem grávidas dele. E o trauma que ele causou na Mirella, em 10 anos ele nunca marcava data de casamento e tinha pânico que ela engravidasse dele. No final, quando eles estavam para romper, por conta que ela descobriu que ele gostava de transar com outras mulheres e elas tinham que estar grávidas de um certo tempo, já com barriga, etc., ele sugeriu que Mirella engravidasse de outro homem, que aí ele transaria com ela e se casaria com ela.
Só que ele prometeu para umas 3, 4 grávidas que ele casaria e assumiria a criança. E ele não assumia, ele fugia. E depois elas, vasculhando a vida dele, acabavam chegando na Mirella. E a Mirella tava mandando mensagem para alertar Eva, mesmo porque a Mirella disse: "Agora que você já teve o bebê, ele não vai mais te atender, ele não tem mais interesse depois que a mulher tem o filho." Eu não sei dizer para vocês o quanto isso é sórdido.
Enfim, a Eva, para se recuperar, demorou muito. Fez anos de terapia. Jorginho hoje tá lindo, tá enorme, tá incrível. Ela acabou o genitor do Jorginho na justiça, conseguiu pensão, mas também o cara é péssimo, mal tem contato com o Jorginho. Jorginho também não tem muito contato com ele, mas nessa história toda ela acabou conhecendo a família do cara péssimo. E o avô é muito legal e Jorginho gosta muito dele. E a Eva me falou: "Andréia, eu não sei se a gravidez me deixou meio...
Sei lá, com a cabeça meio atrapalhada, mas eu acho que ele dava sinais, sabe? Porque era tudo muito perfeito, mas era assim, muito numa bolha. Porque é óbvio que se ele postasse que ele tava namorando uma mulher grávida, todas as outras, né, podiam aparecer, ou a própria Mirella." podia aparecer para alertar. Então, em nenhum momento ela achou que ele tivesse outra, porque realmente ele passava todo o tempo com ela, mas ele queria sexo com mulher grávida.
E para isso ele iludiu, ele enganou, e eu não sei nem dizer o que eu gostaria, quer dizer, eu até sei o que eu gostaria de dizer, mas eu não posso por questões jurídicas. O que vocês acham?
Olá, não inviabiliza. Isso aqui quem fala é a Paula, falo de Nova York. Queria dizer que essa história é extremamente sórdida, só acho importante pontuar algumas coisas aqui, né. Fetiche não é doença. Tudo bem ter um fetiche com mulheres grávidas, se sentir atraído sexualmente por essas mulheres. A grande questão é que é necessário consentimento. Quando esse homem não foi honesto sobre as intenções dele Quando ele manipulou e criou toda a história do relacionamento, quis dizer se casar e colocar o próprio nome no filho.
Isso sim é uma violação do consentimento, porque mulheres grávidas sentem desejo sexual e tá tudo bem se ela quiser embarcar numa aventura sexual com ele, inclusive no momento da gravidez. Essa não é a questão. A questão é como ele manipulou toda a situação de uma maneira extremamente perversa. Fetiche não é doença, não vamos patologizar a sexualidade humana. Um abraço.
Oi, não enviabilizers, aqui é a Priscila, eu falo de São Paulo. Eva, eu sinto Sinto muito pelo que você passou e o que você ainda está passando. Deve ter sido um trauma muito grande. Nós mulheres temos essa sensação que sempre podemos ser fragilizadas, e a parte da gestação, que é algo que nos deixa muito fragilizadas, muito sensíveis, os hormônios à flor da pele, um homem vem e se aproveita disso por um desejo dele, não pensando nos sentimentos.
Deve ter doído enormemente em você. Fica bem. A única coisa boa dessa história toda é o seu filho, que deve ser uma bênção para você e deve ser uma das melhores coisas. Foca nele, foca na sua vida, tenta ficar bem, que eu tenho certeza que algo bom virá. Um beijo.
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