PATINHOS
Luz Acesa é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
Use a hashtag #Patinhos e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilize
QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS?
BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A SÁBADO: https://naoinviabilize.com.br/assine
Envie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.
Site: https://naoinviabilize.com.br
Transcrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodios
Youtube: https://youtube.com/naoinviabilize
Instagram: https://www.instagram.com/naoinviabilize
TikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilize
X: https://x.com/naoinviabilize
Facebook: https://facebook.com/naoinviabilize
Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Mari Ribeiro e Priscila Armani
- Ataque em BeiruteCorretor agressor · Dona Zilda intervém · Ataque violento
- Nina SimoneDona Zilda · Ameaça de encontrar no pior momento da vida
- Encontro com a Mulher no AcostamentoDona Zilda como espírito de luz · Espiritualidade e encontros planejados · Sonhos premonitórios
- Susto memorável com criaturaAzulejo com patinhos respingado de sangue · A mão no chão
- O sobrado com azulejos de patinhosO sobrado · Azulejo de patinhos no banheiro
Shh, luz acesa, estar está medo. Oi gente, cheguei, cheguei para um luz acesa. Essa história pode despertar alguns gatilhos em relação à violência sexual, então ouçam com cuidado. E hoje eu vou contar para vocês a história da Marilena. Então vamos lá, vamos de história. Marilena, ela é aquela corretora de imóveis que não tem tempo ruim. Então, ah, o imóvel é ruim, nenhum corretor quer ir, ela vai. Ela faz muita captação de imóveis e assim, sabe, pau pra toda obra, é Marilena.
Marilena casou, teve filhos, separou, os filhos cresceram, vida seguiu e nunca aconteceu nada de sobrenatural na vida de Marilena. Até que um dia Marilena acordou assim muito agitada. Ela sabia que ela tinha tido o pesadelo, mas ela não sabia o que era. Não conseguia assim pensar em nada, sabe? Foi trabalhar, passou o dia, viu alguns imóveis, fez algumas visitas ali com clientes e tal. O dia passou. Em um determinado momento que ela tava ali no meio da tarde mostrando uma casa lá para uma moça, ela teve um flash do sonho que ela tinha tido, do pesadelo.
Nesse pesadelo, ela via um azulejo cheio de patinhos e esse azulejo estava respingado de sangue. Aquele imóvel não tinha nenhum azulejo de patinho, não tinha nada. O dia passou. Marilena, nessa segunda noite, teve o mesmo pesadelo. Ela estava num lugar, ela não sabia se era um banheiro, se era uma cozinha, mas tinha uns azulejos. De patinho e de repente ela escutava um barulho e algo espirrava na parede e escorria. Parecia sangue, mas Marilena ficou na dúvida se realmente não era uma abóbora que estourava e respingava ali na parede.
Passou um tempo e aí ela teve de novo. Nesse terceiro dia de pesadelo, ela via os patinhos sujos de sangue na parede e via uma poça de sangue no chão. E aí ela realmente viu que era sangue. O sangue escorria pelo chão assim e ela via uma mão no chão. Ela viu muito rápido, mas ela tinha a impressão que era a mão dela. Marilena, depois desse terceiro pesadelo, não sonhou mais com isso. Um mês, dois meses, três meses. Depois de 4 meses desse último pesadelo, Marilena chegou para trabalhar, era uma corretora de imóveis muito grande, e ela tinha ali as captações que ela tinha feito, tinha um imóvel para mostrar que ninguém queria ir, e esse imóvel era uma chácara, era um pouco mais afastado da cidade.
Eu vou dar um exemplo aqui de São Paulo, tá? Por exemplo, em Cotia, muita gente mora em Cotia e trabalha em São Paulo vai buscar o centro ali, né, um lugar com mais sítios, mais chácaras, para mostrar essa chácara para um casal. E Marilena não tinha tempo ruim, marcou lá com o casal na frente da chácara e foi. Quem tinha a chave da chácara era a vizinha, que a gente vai chamar aqui de Dona Zilda. Marilena bateu palma lá, era tipo um portão e tinha uma grama enorme, a casa ficava lá mais no fundo.
Gritou ali por Dona Zilda, ela viu que tinha uma senhora sentada numa cadeira, tipo na varanda assim, né? 3, 4 cachorros vieram latir ali no portão e veio um rapaz que era o neto da Dona Zilda, já veio com a chave e entregou para Marilena e falou: "Ah, depois que você mostrar, você vem aqui, eu vou deixar os cachorros presos e você pode entrar e entregar a chave para minha vó porque eu tô saindo." Marilena entrou com o casal na chácara, era uma chácara bonita, o casal viu, ficou de pensar, nananã, aquela coisa, né?
O casal foi embora e agora ela tinha que fechar, trancar tudo da chácara e entregar na mão da Dona Zilda. Quando Marilena chegou ali no portão da casa da Dona Zilda, o neto dela não tinha guardado os cachorros, então tinha ali uns 4, 5 cachorros latindo. Só que ela viu que assim, os cachorros não estavam com o dentinho assim muito aparente.
Ela: "Não tenho medo de cachorro, eles são pequenos, vou entrar." Abriu o portão, entrou, nenhum cachorro escapou.
Ela foi andando, os cachorros foram só latindo, mas ninguém avançou nela. Dona Zilda estava lá sentada na varanda. Ela achou até meio rude, né? Por que Dona Zilda não veio? Sei lá, né? Por mais que seja uma idosa, dava pra caminhar ali, pegar no portão os cachorros soltos e tal, né? E ela foi chegando e foi falando: "Oi, Dona Zilda, a chave." Ela chegou perto da Dona Zilda e percebeu que a Dona Zilda não enxergava.
Dona Zilda falou pra ela assim: "Filha, eu não enxergo, pode colocar a chave pendurada aí do lado de não sei o quê." Assim, tipo num porta-chaves, sabe?
Ela tava sentada na varanda, do lado dela tinha uma outra cadeira. E aí Dona Zilda falou pra ela: "Senta aqui." Marilena sentou, já tava querendo ir embora, era umas 5 horas, já tava caindo ali a luz. E aí ela pegou na mão da Marilena, foi passando a mão assim na cara da Marilena, pegou o dedo indicador com muita força, bateu entre os olhos da Marilena e falou assim pra ela: "O pior, "Esse momento da sua vida você vai viver comigo, desse jeito." Marilena ficou muito assustada, levantou da cadeira sem falar nada e saiu correndo lá para o portão, os cachorros correndo, latindo atrás dela, entrou no carro, foi embora muito assustada.
Marilena tava sem entender porque aquela mulher tava ameaçando ela, Dona Zilda tava ameaçando ela do nada. Marilena voltou e contou ali para galera. Todo mundo meio que riu, falou: "Ih, achou uma véia doida." Que assim, vira e mexe corretor tem história bizarra também, né? Passado um tempo, aquele casal queria mostrar agora a chácara, tipo: "Ah, para o meu cunhado, para minha mãe, antes de fechar." E gente, é uma venda que você vai fechar, né?
Marilena: "Ai, meu Deus, eu vou ter que voltar lá." Quando ela tava chegando, o casal já estava lá. Ela falou: "Olha, vai adiantando, pega a chave." me vê aí na chácara vizinha, né, no portão vizinho, que eu já tô chegando.
Quando ela chegou, eles já estavam lá. E sim, eles queriam comprar aquela chácara. Então assim, felicidade! Eles foram embora. Marilena muito feliz que vendeu a chácara. Então assim, 1, comissão. 2, nunca mais ela ia precisar voltar ali, né, porque assim, ela tava muito muito assustada ainda com Dona Zilda. Agora ela tinha que devolver a chave, mas para sorte dela o neto tava lá, porque ela viu o neto quando ela passou de carro.
Quando ela foi lá entregar a chave, o neto estava lá na varanda e o neto não veio pegar a chave, falou para ela: pode entrar. Dona Zilda não estava sentada ali na cadeira. Ela entrou, o neto, conforme ela foi entrando, ele entrou lá para dentro da casa. Quando ela foi pôr a chave pendurada, onde ela já sabia que ela tinha colocado pendurada, Dona Zilda apareceu na porta da casa e falou pra ela: "É, você tá fugindo de mim, né?
Mas não adianta fugir. Você vai me encontrar no pior momento da sua vida." Marilena teve vontade de questionar?
Teve. Mas ela falou: "Andréia, o neto dela tava lá e eu não sei o que aquela mulher queria comigo e se ele vem pra cima de mim." Ela simplesmente botou a chave lá, saiu andando rápido e voltou para a imobiliária para passar lá para o pessoal fazer a papelada da venda que ela fechou. Um ano se passou até que um dia Marilena recebeu uma captação de imóvel e ela tinha que ir naquele imóvel avaliar. Ter um "analysis", um "tira foto", porque o corretor também faz isso, tira foto e tal, depois alguém avalia.
Enfim, ela tinha que ir lá fazer coisinhas de corretor de imóvel. Quando ela chegou lá, foi vendo e foi tirando foto e fazendo as coisinhas lá de corretora. Era um sobrado. Quando ela subiu, que ela entrou no banheiro, não era uma suíte, era tipo 2 quartos e um banheiro, o azulejo do banheiro lá de cima era um azulejo de patinhos. Era o azulejo do pesadelo da Marilena. Já tinha se passado muito tempo, ela lembrou vagamente assim, falou: "Meu Deus, coincidência!" E não ficou com aquilo na cabeça.
Gente, eu jamais voltaria, jamais voltaria. Você viu os patinhos que estavam cheios de sangue no seu sonho? De repente você tá lá no banheiro com patinhos nos azulejos. Marilena fez o trabalho dela, voltou para imobiliária, o tempo passou, até que um dia ela recebe um telefonema. Era um imóvel dela ali, né, que ela captou. Então assim, sei lá, tava na vez dela, enfim. Era um homem com uma voz muito estranha, parecia que o homem tava disfarçando a voz ou botando um algum pano, alguma coisa, fazendo um sotaque diferente.
E ele queria visitar aquele imóvel, e era um sobrado meio afastado. Marilena ficou cismada. E eles tinham por hábito lá na corretora, se você, uma corretora mulher, se sentisse cismada para ir mostrar um imóvel para um cliente, você podia chamar um outro corretor para ir com você. A própria imobiliária ali designava um corretor que não tava na vez ou que não vou mostrar nenhum imóvel para ir com você por segurança. Marilena tava tranquila por causa disso, né?
Tipo, ah, eu vou com outro corretor. Se esse cara estranho que marcou, porque marcou, né, para me encontrar nesse imóvel que ele quer comprar, nananã, quando ele chegar lá ele vai ver que eu, né, tô com mais uma pessoa da imobiliária e ele vai ficar Pelo menos acuado, né? E dependendo da cara do cara, né, sei lá. Lá foram eles esperar o tal cara. Chegaram, abriram o sobrado e ficaram esperando lá na porta, que dependendo de como fosse, eles nem entravam.
Tem isso também, você pode falar: 'Não tô com a chave', alguma coisa assim, né? O cara marcou 3 horas da tarde, 15 horas. Deu 15:30, o cara não respondia mais a Marilena. Deu 15:40, 15:50, falou: "Bom, acho que o cara não vem mais." Eles tinham deixado as janelas abertas para arejar, né, enquanto tá lá, mas aí você tem que fechar tudo porque se chove e tal, ou entra algum um morcego, né, um passarinho e suja tal. Então você tem que deixar tudo fechado.
Subiram para fechar as janelas do sobrado, duas janelas, uma em cada quarto, e o vitro do banheiro ali. Marilena fechou uma janela do quarto menor, entrou no banheiro. Conforme ela foi fechar o vitro, ela só sentiu um puxão. Ela tava com uma calça jeans, sabe quando pega no passador ali do cinto? Alguém puxou a Marilena e jogou a Marilena no chão. Ela caiu de qualquer jeito, a pessoa virou a Marilena de frente, virada de barriga pra cima.
Quando ela viu quem tinha feito isso com ela era o corretor que tinha ido junto com ela. E onde ela estava? No banheiro de patins. Ela caiu no chão do banheiro ali, não tinha box, tinha a parte do chuveiro, mas não tinha box, não tinha paredinha, então ela caiu no chão ali, tinha um espaço no chão que ela ficou deitada inteira no chão. E o corretor estava com uma pedra Imensa. Onde tava aquela pedra? Se ele escondeu no quarto ou se ele subiu com a pedra, porque ela subiu primeiro, tal, né?
Ele foi fechando as coisas lá embaixo. Se ele subiu com a pedra, ela não sabia. Era uma pedra que dava assim para esmagar a cabeça da Marilena. O cara com muita brutalidade foi tentando tirar o zíper da calça dela ali, arrancar o botão, sabe assim, uma coisa muito violenta. Marilena tava gritando e ela gritava o nome do cara pra, sei lá, talvez trazer o cara pra realidade assim.
Ela tava pensando: "Ele vai fazer tudo que ele quiser aqui comigo, vai pegar essa pedra e vai esmagar minha cabeça.
Ele não vai me deixar viva, eu conheço ele, eu tenho como identificar ele." Marilena já tinha quebrado uma ou duas unhas, ele tá ajoelhado com os joelhos um de cada lado do corpo dela, tentando ali tirar a calça dela. Quando Marilena viu atrás do homem a Dona Zilda. Só que, gente, era tipo, sei lá, Cotia, São Caetano do Sul, assim, era uma coisa muito longe. Dona Zilda era uma idosa cega e ela estava naquele banheiro. Marilena não conseguia entender o que estava acontecendo ali, mas o cara virou e viu a Dona Zilda.
Dona Zilda, que estava com a parte branca do olho assim, não tinha a bolinha, ele assustou, parou, levantou, porque ele pensou: "Ah, pareceu uma senhora aqui na..." na casa, né? Dona Zilda, com a mão assim, como se fosse agarrar alguma coisa, enfiou a mão dentro da barriga dele, dentro do estômago dele, e girou a mão. E ele gritou, só que não saiu sangue, não saiu nada, e saiu correndo. Marilena deitada lá no chão, tremendo muito.
Dona Zilda ficou na porta de costas para ela. Marilena levantou, eles tinham ido no carro do cara, ela tava sem carro, sem nada, a bolsa dela tava lá embaixo, então assim, caos. Ela foi descendo, viu que a Dona Zilda tava na ponta da escada, parecia que a Dona Zilda tava enxergando. E parecia Dona Zilda física, não parecia Dona Zilda espírito. Só que tinha um cheiro muito forte de flor de cemitério. E aí ela foi descendo, saiu do sobrado.
Dona Zilda foi andando mais rápido na frente dela até chegar na porta de uma casa. Quando ela chegou na porta de uma casa, Dona Zilda desapareceu. Marilena tocou a campainha e pediu ajuda. Zilda chamou polícia. Enfim, gente, caos. O cara foi preso. O cara nunca tinha tido nenhuma passagem, nada disso. Teve um processo, ele foi acusado, pegou pena inclusive. Depois que passou tudo, Marilena começou a entender porque que a Dona Zilda falou que ia estar junto com ela no pior momento da vida dela.
Então assim, ela tinha entendido errado, ela tinha entendido que a Dona Zilda ia causar o pior momento da vida dela. E não, a Dona Zilda foi lá para ajudar a Marilena. Marilena resolveu ir lá no sítio, lá na chácara da Dona Zilda, mesmo porque do lado tinha os clientes dela que compraram, né, a chácara ali. Foi e encontrou a esposa do neto. 3 meses depois da venda da chácara ali, Dona Zilda tinha morrido. Dúvidas que Marilena tem: Dona Zilda morreu, mas era tipo uma missão dela salvar Marilena?
Porque, gente, do nada, elas não tinham um vínculo absolutamente nenhum, mas ela sabia que ia acontecer alguma coisa com a Marilena? O sonho que a Marilena teve era daqueles azulejos escorrendo sangue. O barulho que ela falou: Agora eu entendo, Andréia, não era uma abóbora, era minha cabeça ali, estourar minha cabeça ali. Naquele banheiro. Marilena não teve coragem de contar para família ali da Dona Zilda que tinha visto ela, né, que ela tinha aparecido e tal.
Só contou para algumas pessoas ali da imobiliária. Todo mundo ficou em choque. Marilena não conseguiu trabalhar mais naquela imobiliária, mas foi para outra. E aí ela falou para mim: Andréia, eu vi ela enfiar a mão dentro da barriga dele assim, né? Mas não era a mão então, assim, era o espírito dela, né? Mas parecia de carne e osso, era muito estranho. Marilena faz terapia até hoje. Às vezes ainda essa história traz muita dor, né, muito sofrimento.
Mas ela queria contar, primeiro porque foi a única coisa sobrenatural que aconteceu na vida dela, e segundo para a gente realmente ver que às vezes nem com conhecidos— era um corretor que tava muitos anos "Ah, eu tô lá na imobiliária e tal." E ele planejou. A polícia depois, porque teve, né, um inquérito, ele foi preso, descobriu que era ele que fazia as ligações pra Marilena ir lá visitar o imóvel. Então era ele que tava disfarçando a voz.
Ele planejou. Não foi algo aleatório que "Ah, o cliente não apareceu." né? E ele tava lá e foi um crime de oportunidade. Não, ele simulou que ele era o cliente, ele disfarçou a voz. Então ele já devia estar de olho na Marilena há um tempo, né? Agora a questão é Dona Zilda, qual era a ligação das duas? Por que que Dona Zilda "Eu vou, ela." Ela não conhecia Dona Zilda, ela não foi com a cara da Dona Zilda, e Dona Zilda, que era uma idosa cega que faleceu, apareceu lá.
E assim, mesmo sem ter a bolinha do olho, né, só a parte branca do olho ela tinha, ela estava enxergando. Essa, para mim, é uma história muito assustadora, mas pela parte do cara Ainda bem que apareceu aí o espírito de Dona Zilda. O que vocês acham?
Oi, non-inviabilizers, aqui é a Jaque de São Paulo. Eu acredito muito fortemente que alguns encontros não são por acaso, e o encontro da Marilena com a Dona Zilda foi planejado pela espiritualidade. Eu imagino que a Dona Zilda era uma pessoa de muita luz, mediunidade e clarividência, e que a espiritualidade deu um jeitinho de fazer com que as duas se encontrassem para que a Dona Zilda pudesse sentir ali a energia da Marilena para poder encontrar com ela depois de ter desencarnado, além de saber que ela deveria ajudar a Marilena.
Como a Marilena teve muitos sonhos premonitórios, deve ter sido fácil para Dona Zilda ver tudo quando tocou na mão dela, né? Dona Zilda não via com os olhos, ela via com a alma, e foi isso que salvou a Marilena. Salve, Dona Zilda! Um beijo, Marilena, e espero que você esteja muito bem.
Olá, meu nome é Renata, eu moro em Caruaru, Pernambuco. Minha gente, eu jamais imaginei que o espírito de Dona Zilda, tão intimidador, fosse um um espírito de luz que ia ajudar Marilena num momento tão delicado, né? Eu pensei que o cara estava possuído, na verdade, né? O cara que atacou ela, que ele tava possuído por alguma, algum demônio, alguma coisa dessa. Mas não, ele realmente só era uma pessoa muito, muito má mesmo. Espero que ele morra atrás das grades, né?
E que a Dona Zilda, né, tenha muita luz, né, no outro plano. Um beijo para todo mundo.
Comentem lá no nosso grupo do Telegram, sejam gentis aí. Com Dona Marilena, um beijo e eu volto em breve. Quer a sua história contada aqui? Escreva para nonenvelhize@gmail.com. Luz Acesa é mais um quadro do canal Não Envelhece.