RIVAIS
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- A estratégia de Maria Clara para sair do casamento abusivonão engravidar do marido·comportamento de boneca de pano·marido perde o interesse sexual·amante como catalisador do divórcio
- A descoberta da traição e a rivalidade com a amantebatom rosa e cheiro de perfume·mensagem anônima de corna·confronto com o marido·troca de farpas com a amante
- As consequências do divórcio e a vida pós-casamentomarido sai de casa e da igreja·Maria Clara é acolhida na igreja·divórcio e bens adquiridos·amante também sofre violência
- A proibição do namoro na adolescência de Maria Claraeducação evangélica e rígida·interesse em rapaz da igreja·pais não permitem namoro·foco nos estudos para namorar
- O casamento de Maria Clara e a pressão por filhosnamoro após faculdade·preparativos para o casamento·pai do rapaz fica doente·dificuldade para engravidar
- A sabedoria de Maria Clara em lidar com a situaçãonão contar aos pais sobre a violência·manter a fé e a comunidade da igreja·sair do casamento sem tragédia·não avisar a amante sobre a violência
Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. Oi, gente, cheguei, cheguei para mais um Picolé de Limão e hoje eu vou contar para vocês a história da Maria Clara. Então vamos lá, vamos de história. Maria Clara cresceu num lar evangélico com sua mãe Dona Neide e seu pai Seu Mauro, teve uma educação nem tão rígida, com muito amor, e assim, zero reclamações. E ela sempre teve convívio também com outras crianças e adolescentes da igreja, zero problemas.
A vida foi passando até que Maria Clara começa a ficar interessada num rapazinho da igreja. Tinha ali seus 16 e o rapaz tinha 18.
Ela falou com Dona Neide, Dona Neide falou para ela assim: olha, você tem 16 anos, ele tem 18, se você começar a namorar com ele agora, você vai casar muito nova. Então eu não vou deixar você namorar agora, eu quero que você termine a escola, né? E aí você vê se você quer fazer uma faculdade, alguma coisa assim, e depois pensa em namoro.
Porque, né, os casamentos lá na igreja deles não demora tanto. Maria Clara ficou arrasada, chorou. Seu Mauro também falou com ela, não ia ter namoro. E Dona Neide foi lá falar com a mãe do rapaz também.
Maria Clara focou ali nos estudos porque ela pensou: eu quero que passe rápido, eu entro numa faculdade, aí eu posso começar a namorar ele.
Eles se paqueravam, é assim, quanto mais proibido, mais amor eles tinham um pelo outro, mas eles nunca nem tinham dado um beijo. Eu acho que tem essa questão do proibido também, né? O pai desse rapaz tinha 3 farmácias. O rapaz não teve nem interesse em fazer faculdade de farmácia, nada. Mas ele ficava administrando as farmácias ali com o pai, porque o pai era farmacêutico e a irmã dele, que era mais velha, era farmacêutica. Então ele quis focar na parte administrativa sem fazer faculdade.
Maria Clara fez vestibular e entrou numa faculdade. Ela me falou, Andréia, eu precisava entrar numa faculdade para satisfazer meus pais. Entrou para fazer administração. Quando ela entrou para faculdade, ela entrou para estudar de manhã.
Dona Neide e seu Mauro falaram: olha, então agora a gente vai achar para você um emprego de meio período, que aí você já tem que começar a trabalhar antes de namorar.
Então sempre tinha uma coisinha antes de namorar. Foi lá e conseguiu um emprego e finalmente começou a namorar com esse rapaz. Nisso ela já tava com 19 e ele 21. Eles namoraram por um ano, um namoro de igreja assim, mesmo porque Maria Clara queria muito casar virgem. Depois de um ano, eles já começaram os preparativos para casar. O curso que a Maria Clara fazia era administração com foco em logística, era uma faculdade de 3 anos.
Eu não lembro de faculdade com menos de 4 anos, mas agora já tem até de 2, né? O último ano de faculdade ela faria casada, porque eles pretendiam passar um ano ali noivando e já casar. Quando eles iam começar a marcar data de casamento, o pai do rapaz ficou doente. Todo mundo resolveu adiar tudo até que o pai ficasse bom para que eles pudessem casar. O pai entrou no tratamento longo ali, e entre noivado e casamento deu ali o total de 3 anos.
Maria Clara se formou, 2 meses depois casaram. Nesse meio tempo, Maria Clara foi fazer um estágio e acabou que saiu daquele emprego que ela tinha de meio período, que não tinha nada a ver com a área dela, e acabou sendo efetivada meio período nesse lugar que ela fazia estágio. E agora que ela terminou, eles ofereceram para ela a vaga integral. Pelo rapaz ali, Maria Clara não precisaria trabalhar, mas o seu Mauro Antes de casar com a Dona Neide, ele não era evangélico.
Virou evangélico para casar com a Dona Neide. Ele tinha algumas convicções e uma delas era: mulher tem que trabalhar. Já amo o Seu Mauro. Quando ele casou, Dona Neide achou que ia ser só dona de casa e ele falou: não, você tem que arranjar um trabalho.
Você não precisa me dar um real do seu dinheiro, mas você vai ter um trabalho que você compra suas coisinhas. Quando a gente tiver filho, você quiser comprar uma coisinha mais extravagante para criança, você compra.
Seu Mauro nunca pegou um real da Dona Neide, mas a Dona Neide sempre trabalhou. Tanto que quando a Maria Clara casou, os dois ainda trabalhavam.
Seu Mauro já tinha falado isso com o rapaz: minha filha vai casar com você, mas ela vai continuar trabalhando.
E o rapaz falou: não, tudo bem. Mas pelo rapaz, ela sairia ali do emprego. O tempo foi passando e a Maria Clara não engravidava. Isso era uma questão porque o rapaz queria muito um filho. Família estavam esperando ali, né, uma criança, só que ela não engravidava. 2 anos ali tentando, um dia Maria Clara foi pegar roupa ali do cesto para colocar na máquina e ela achou um batom rosa, mas ela nem batom, Maria Clara, usava. De quem era aquele batom?
Ela confrontou o marido e ele disse ali que era de uma das atendentes da farmácia, que tinha colocado no bolso dele ali a hora que eles foram almoçar, mas que não era nada. Maria Clara ficou cismada e dias depois ele chegou com cheiro de perfume. Ela perguntou, ele deu uma desculpa qualquer ali também. Dias depois, Maria Clara recebeu uma mensagem no celular e era uma foto de paisagem que falava assim: você não cansa de ser corna?
Ela ficou olhando aquela mensagem e resolveu confrontar mais uma vez o marido. Ele negou, mas Maria Clara resolveu responder aquela mensagem.
E você não cansa de ser prostituta?
Esse perfil respondeu dizendo do batom, do perfume, dando horários e dias que essa pessoa estava com o marido da Maria Clara.
Maria Clara começou a falar, você não bota foto no seu perfil porque você deve ser uma baranga?
E aí a moça botou foto. E aí ela pegou aquele perfil e mostrou pro marido. O marido ficou muito bravo, falou que não era pra ela ficar respondendo, que aquilo era uma mentira. Mas Maria Clara continuou respondendo. E uma coisa que deixava o marido muito nervoso era quando ela questionava ele ou desafiava ele. Nesse dia aí, eles tiveram uma briga feia, mas ela continuou ali trocando farpas com essa moça naquelas mensagens. Maria Clara então resolveu mandar um áudio.
Você nunca vai conseguir tirar ele de mim. Ele é fraco, ele nunca vai me largar por você.
E a moça respondia que ia tirar sim.
Ela começou a falar do próprio marido: ele é um fraco, ele nunca vai me largar por você. E a moça falava: você tem o útero seco, você não engravida, eu vou dar um filho para ele. Duvido, ele nunca, nem com filho, ele vai me largar por você, porque o pai dele sim se recuperou de uma doença. Ele é um fraco.
E assim, como ela não mostrava mais para o marido, como que o marido ia saber que ela tava xingando ele se não fosse a amante falando, né? Paralelo a isso, Maria Clara já tinha mostrado as mensagens para o pastor. O pastor leu ali que ela tava falando que ela ia lutar pelo casamento, ele falou: ah, é isso mesmo, né?
Tem que lutar por ele.
Enfim, né, esse tipo de papo espalhou-se, um burburinho ali na igreja que ele tinha uma amante. Então o pessoal já ficou meio assim com ele. E Maria Clara ali na igreja mostrando para todo mundo que ela tava lutando pelo casamento dela, que ela tava muito triste, e descendo a lenha no marido para amante, falando que nunca que amante ia conseguir tirar ele dela. E assim, rivais.
Ela falou, você não vai vencer, eu que vou vencer. Ele nunca vai ser seu, e eu venço até sobre ele porque ele nunca vai me largar. Você pode ser mais bonita, você pode ser mais nova, mas ele é um covarde, ele nunca vai me largar.
O tempo foi passando. Algumas vezes o marido falava: você acha que eu sou fraco? Que eu sou covarde?
Não, quem te falou isso?
Ele ficava quieto porque ele não tinha como falar: foi a amante, né? Um ano dela batendo boca com a amante, falando: você nunca vai ganhar.
Ria da amante, falou: você é uma prostituta, ele nunca vai me largar para ficar com uma prostituta.
Até que a amante realmente engravidou. Maria Clara também não tinha comentado esse ano todo o que acontecia com Dona Neide e o Seu Mauro. Ela mantinha isso com algumas pessoas da igreja, com o pastor ali, mas não comentava com os pais. Os pais iam numa outra igreja. Um ano e pouquinho depois, a moça engravidou. E aí este homem saiu de casa e saiu da igreja. Eles moravam numa casa que era do Seu Mauro, então ele que teve que sair.
Ele pegou, fez mala, saiu, e a moça mandou vários áudios rindo, falando que ela tinha vencido, que agora ela tava grávida, que eles iam casar porque ele ia pedir o divórcio. Maria Clara levou chorando tudo lá para igreja.
O pastor falou, olha, minha filha, se ele saiu de casa, a outra tá grávida, vamos ver aqui na igreja.
É tipo assim, ele Não falou isso, né, mas tipo, ele não era mais bem-vindo, ele não tava mais, né, dentro ali da doutrina tal. E aí ele mesmo saiu da igreja, né. E a igreja ali onde a Maria Clara frequentava, por mais que a gente possa ter críticas, é um lugar que ela gosta, é a fé que ela tem, é o jeito que ela gosta das coisinhas dela. Ela foi muito acolhida na igreja porque ela lutou até o final pelo casamento dela. E o cara realmente pediu o divórcio.
Quando ela recebeu os papéis, ela levou também para o pastor lá ver, fizeram oração e ela chorou.
Pastor falou: filha, é isso, tá tudo certo, ele quis, né? E você continua sendo, né, uma serva de Deus, é isso.
Divorciou! Foi aquele choque para Dona Neide e Seu Mauro. Agora a gente vai ouvir uma outra história da Maria Clara. Assim que a Maria Clara casou, ela não queria parar de trabalhar, mas ele queria, e o seu Mauro tinha falado que não. Uma semana depois da lua de mel, ele começou a bater na Maria Clara. Sempre que ele se sentia desafiado ou era questionado, ele batia na Maria Clara em lugares que não dava para ver. E ela cresceu na igreja, ela não tinha traquejo sobre isso, ela não conseguia nem falar isso para o pastor, nem na casa dela, nada.
Mas lá no trabalho dela, com as amigas dela que não eram evangélicas, ela contou que ele batia nela às vezes, não era todo dia, mas batia.
E aí uma das colegas já falou: não, vai pegar filho dele, passa aqui, a gente tem um médico da firma, passa, já pega uma receitinha de anticoncepcional, ó, deixa aqui no serviço e vai tomando. Quando for final de semana, você leva só os 2 comprimidos que é para você tomar. E assim Não engravida dele.
Então ela não engravidava porque ela tava tomando remédio. Ela não sabia como sair daquele casamento nem parar de apanhar, mas ela sabia as coisas que ela não queria. Por exemplo, ela não queria continuar com aquele homem e ela não queria ter filho. Então o que que ela foi fazendo? Ela tomava anticoncepcional, então não engravidava de jeito nenhum. Durante agora as relações sexuais, ela ficava parada. Ela falou para mim, eu era uma boneca de pano, eu ficava parada assim, ó, com olhar meio morto.
E ele começou a desanimar. Assim que ele começava, ela já fazia o olhar parado. E se ele batia nela, aí que ela fazia mais olhar parado ainda. Não adiantava, ele não conseguia. Chegou um ponto que ele não conseguia mais transar com ela, que era o que ela queria. Ele falava que ele nunca ia dar o divórcio para ela, que algumas vezes ela pediu. Ela percebeu que quanto mais ela pedisse o divórcio, menos ele ia dar, porque assim, toda vez que ela desafiava ele, ele fazia o contrário.
Até que um dia ela chegou em casa, um dia depois de uma surra que ela tomou, e ela falou: eu não quero mais o divórcio, eu vou restaurar o nosso casamento. Mas continuou como uma boneca de pano e ele não conseguia mais transar com ela. E aí ele arrumou outra, que foi assim a felicidade da vida da Maria Clara. Tudo que ela falava para amante, amante contava para ele. Então Maria Clara começou a falar para amante que ela não ia dar o divórcio, que ela não ia largar, que ela era mais forte que amante.
Então a amante também entrou nessa competição de querer o cara, né? E o cara, amante, provavelmente mostrava os áudios para ele e falava: ah, ela tá falando que eu nunca vou largar dela, que eu sou um covarde. Até que ele teve coragem e largou. E aí você podia falar assim, ah, mas por que que ela já não largou de cara, não sei o que lá? Tinha muita coisa importante para ela ali. Primeiro, que se ela contasse para o seu Mauro que ela apanhava do marido, mesmo sendo evangélico, ela acha que o pai ia matar ele, e aí o pai ia preso.
Depois, ela se sente muito bem na igreja, até hoje ela é evangélica. Então ela não queria ela sair mal da igreja e ele ficar bem, que é geralmente o que acontece. Então ela foi construindo ali de uma maneira muito inteligente a saída dela desse casamento. Na hora do divórcio ali, ele alegou que ela não engravidava, que não ia constituir família, não sei o quê. E para ela assinar o divórcio numa boa, ela pediu o carro, porque ele tinha um carro, eles tinham farmácia, ele tinha um dinheiro, né?
Saiu com o carro e um dinheiro, sem pensão, porque ela trabalhava, mas saiu ali, saiu bem até. Ele acabou que não casou com a moça. A moça teve o bebê. Por pessoas da igreja, a Maria Clara ficou sabendo que a moça tinha 2 boletins de ocorrência de Maria da Penha contra ele, que ele começou a bater na moça também. Seu Mário e a Dona Neide, quando ficaram sabendo que ela apanhava, eles choraram muito. Seu Mário ficou chateado com ela um tempo, porque queria que ela tivesse contado.
Mas ele também falou pra ela, falou, se você tivesse me contado, realmente eu tinha matado ele. Acho que ela fez dentro dali, né, da pouca vivência que ela tinha, né, de uma pessoa que sempre cresceu na igreja, fez ali do limão uma limonada pra sair dessa história sem nenhuma tragédia. Né? E sem que o cara ficasse atrás dela também, porque segundo a Maria Clara, ele não casou mais com ninguém, nem com aquela que teve o filho, que achou que ele ia casar, nem, né, amante, nem com nenhuma outra.
E ele vive aí, vira e mexe tem coisa de polícia. Aí a Maria Clara falou assim para mim: ai, Andréia, eu sei que no grupo alguém vai falar: ai, por que você não teve sororidade? Tinha que avisar a amante que ele era violento. Isso aí não era o papel da Maria Clara, gente. Eu concordo com ela, ela tava ali tentando sobreviver, tentando sair de uma situação. E a amante tava o quê, mandando mensagem, provocando, fazendo isso e aquilo, cada um com as suas correrias, né?
Maria Clara tinha que focar em quê? Do cara querer largar dela sem cometer um assassinato, porque ele falava isso: se eu tiver que largar de você, eu vou te matar. E pelas aparências, um cara que vai para igreja, super bonzinho. Sabe esses caras assim, ó, que tem uma aparência, cabelo com gelzinho para trás, assim super, você olha, você fala, nossa, o cara é um querido, é um songo mongo. Pois é, mega violento. A amante não aguentou e foi lá e fez BO e fez tudo, mas a Maria Clara queria ir por outro caminho porque ela queria continuar na igreja dela, na fé dela, enfim.
Então fez as coisas ali da maneira, com os recursos que ela tinha, né, principalmente emocionais. Então no final ela se livrou, ficou com o carro, ficou com uma grana, e ele agora, né, tem que pagar a pensão. Às vezes é o pai dele que paga a pensão para criança. A moça também não ficou com ele. E apanhou dele pelo menos duas vezes, porque ela tinha dois boletins, né, Maria da Penha. Eu não sei porque que esses caras não vão preso.
E é isso, essa história da Maria Clara com a amante do marido, que era sua rival, né, as rivais ali, e que a amante acabou fazendo, né, uma coisa muito boa por ela. Eu fico feliz que a Maria Clara tenha conseguido sair desse relacionamento, mas eu acredito que se não fosse pela religião, ela poderia ter saído disso muito antes, ou nem ter entrado. Que que vocês acham?
Oi, noiva Blazers, aqui quem fala é Érica de Santo André. E essa história da Maria Clara, ela é uma história muito emblemática, né? Faz a gente refletir sobre o papel do homem, da mulher, da igreja e da família. Eu vejo que a Maria Clara percebeu logo de cara que ela tava num relacionamento problemático, ela queria sair dele, porém simplesmente sair dele iria conflitar com as crenças e a comunidade da igreja. Que é a tribo dela, que ela pertence.
Ao mesmo tempo, tinha a família, que ela sabia que iria entrar numa proteção. Ela ficou temendo que o pai poderia tomar alguma atitude agressiva. E aí, ela fez uma estratégia de guerra. Ela agiu com muita sabedoria. Conseguiu manter todos os papéis e tudo preservado. Infelizmente, esse cara continua solto e livre. E a gente sente muito por isso. Mas que bom que você ficou bem, Maria Clara. Um beijo.
Oi, Nerd e Blizzards. Meu nome é Vitória, eu falo de Boa Vista, Roraima. E Maria Clara, eu estou gague dela gague com a sua história. Tô completamente maravilhada com a sua astúcia, com a sua perspicácia. É chocante assim que, apesar de ter crescido numa igreja evangélica, uma menina nova sem traquejo para lidar com essa situação, você tenha se saído tão bem. Apesar de você ser evangélica, sua história me lembrou muito a história do orixá Oxum, que ganhou uma guerra sem derrubar uma gota de sangue sequer.
Parabéns! Eu espero que você viva uma vida maravilhosa. E que você seja muito feliz, viu? Um beijo.
Comentem lá no nosso grupo do Telegram, sejam gentis com a Maria Clara. Ela sobreviveu, saiu desse relacionamento, foi ardilosa. Ah, gente, tava tentando sobreviver lá, amante não queria tanto, aí ganhou, né? E é isso. Um beijo e eu volto em breve.
Quer a sua história contada aqui? Escreva para noninviabilize@gmail.com.
Picolé de limão é mais um quadro do canal Não Enviabilize.