INCOMPETENTE
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
Use a hashtag #Incompetente e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilize
PUBLICIDADE CONTABILIZEI
Com a Contabilizei, quem trabalha por conta própria consegue abrir o CNPJ e organizar a vida contábil de um jeito muito mais fácil, rápido, sem sair de casa! Enquanto a Contabilizei
destrava a sua jornada profissional, você pode focar em fazer acontecer. Use o cupom
DEIA e ganhe a segunda mensalidade grátis..
Link: https://bit.ly/nao-inviabilize-ctbz-19092026
QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS?
BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A SÁBADO: https://naoinviabilize.com.br/assine
Envie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.
Site: https://naoinviabilize.com.br
Transcrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodios
Youtube: https://youtube.com/naoinviabilize
Instagram: https://www.instagram.com/naoinviabilize
TikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilize
X: https://x.com/naoinviabilize
Facebook: https://facebook.com/naoinviabilize
Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- O sucesso profissional de Janete e a estagnação de JairJanete vira gerente·gerente geral de restaurantes·Jair muda de emprego·Jair faz faculdade
- A abertura do restaurante JJ e a incompetência de JairJanete abre restaurante·Jair atrapalha as operações·Jair não tem competência·Jéssica ajuda a mãe
- O fracasso do lava-rápido de Jair e o dilema de JaneteJair abre lava-rápido·negócio dá prejuízo·Jéssica quer fechar o lava-rápido·Janete não quer separar
- A história de Janete e Jair e o início do relacionamentoamor à primeira vista·casamento após gravidez·Jair na contabilidade·Janete no restaurante
- A expansão do JJ para happy hour e a frustração de Jéssica com o paiJJ abre happy hour·Jair quer cuidar da noite·Jéssica trabalha com o pai·Jair quase compra bebida falsa
- A visão de terceiros sobre a incompetência de Jairhomens com licença para não saber·incompetência é um projeto·Jair é um macho disfuncional·não deixar Jair estragar as coisas
Picolé de limão, o refresco ácido do seu dia.
Oi, gente, cheguei, cheguei para mais um picolé de limão e hoje eu não tô sozinha, meu publi. Quem tá aqui comigo hoje é a Contabilizei. Trabalhar de maneira profissional, atender clientes, fechar projetos importantes faz parte do fazer o negócio acontecer, Mas se você costuma usar o seu próprio CPF por costume ou por achar que formalizar uma empresa é complicado e trabalhoso, eu tô aqui para te dizer que não é mais assim. Existe uma barreira silenciosa para quem continua informal.
Quando um cliente vai te pedir nota fiscal ou você tem a oportunidade de fechar um negócio grande aí que aparece, mas você precisa ter nota. Essas possibilidades não precisam mais ficar pelo caminho. Você precisa formalizar as suas coisinhas. E com a Contabilizei, todos esses problemas não existem mais. Chega de cartório, papelada, complicação. Com a Contabilizei, abrir a sua empresa é rápido, fácil, 100% online. E acompanhado por especialistas em todas as etapas.
Assim você pode focar no que você faz de melhor e deixar as burocracias na mão da Contabilizei. Saiba mais sobre a Contabilizei no link que eu deixei aqui na descrição do episódio. E hoje eu vou contar para vocês a história da Janete. Então vamos lá, vamos de história! Janete conheceu o Jair quando ela tinha 20 anos e o Jair 21. Foi amor à primeira vista ali, se entrosaram muito bem, começaram um namoro e com menos de um ano se casaram porque Janete engravidou.
Jair trabalhava num escritório de contabilidade e Janete trabalhava num restaurante. Nenhum dos dois ainda tinha faculdade. Nasceu bebezinha Jéssica, um docinho de bebê. Jair deixou a desejar nesse momento que Jessiquinha nasceu, porque era outra época, as mulheres não cobravam os maridos assim, né, de dividir as tarefas e tal. Deu uma sobrecarregada na Janete ali, mas ela continuou trabalhando no restaurante que ela trabalhava.
E depois que Jessiquinha tava com 3 anos e foi para escolinha, Janete foi lá, correu atrás do prejuízo, e em um ano ela já tava gerente daquele restaurante grande. Sabe restaurante que fica na estrada entre cidades. Então vamos chamar, sei lá, Estância do Pônei. Ela era gerente da Estância do Pônei. Janete não se interessou em fazer uma faculdade, ela ama o ramo de restaurantes. Ela ficou um tempo gerente lá da Estância do Pônei, e o dono da Estância do Pônei tem 4, 5 restaurantes.
E aí Janete virou gerente geral dos restaurantes. Enquanto isso, Jair continuava naquele escritório de contabilidade, mas agora ele Jair foi fazer uma faculdade de administração. Corria tudo bem. Às vezes, quando precisava viajar, Jéssica ia junto com a Janete. Janete preferia levar Jéssica, mas era uma dinâmica que funcionava ali muito bem para o casal. Jair, depois que ele se formou em administração, ele saiu daquele escritório de contabilidade, foi para um outro.
Só que o Jair, assim, ele ficava 2 anos no emprego, mudava, mas nunca deixou de trabalhar. Janete falou, Andréia, o Jair nunca deixou de trabalhar, nunca deixou de botar dinheiro em casa, mas assim, galho em galho, assim, não parava num serviço. O tempo foi passando, Jessiquinha foi crescendo, casamento da Janete com Jair bem de boa. Jessiquinha com 17 foi fazer administração igual ao pai. E quando Janete tava com 20 anos de estância do Poney, o senhor Poney, dono ali daqueles restaurantes, falou: olha, Eu já tô bem velho e vou vender, né?
Tô vendo os funcionários que querem fazer acerto, que querem sair, porque eu não sei como são esses donos novos, se vai ser bom, se vai ser ruim. Em todo caso, eu tenho que encerrar o CNPJ, então tem que mandar todo mundo embora. Não sei se eles vão recontratar vocês e tal, mas, né, tô chamando aqui a galera para conversar, para a gente fazer esse plano de saída. Porque os caras já vêm conversar, né?
Eles não queriam, os novos donos, fechar para depois abrir. Eles queriam continuar como Estância do Pônei, né? Porque restaurante de estrada assim que atende turista dá dinheiro, né? Não é voltado, a Janete falou, para caminhoneiros, essas coisas. É para turista, tipo Pônei Grau. Com 20 anos de casa, 20 e pouquinhos, Janete ia pegar uma bolada ali.
Seu pônei virou para ela e falou: Janete, a gente tá junto 20 anos trabalhando, você toca um restaurante como ninguém, você ama isso aqui, abra o seu restaurante, eu te dou mobília, a gente pode tirar umas mesas, cadeiras, eles não vão nem reparar, os novos donos. Eu te dou equipamento e você abre o seu restaurante, a gente vai tirando um pouco daqui de cada restaurante, você abre o seu restaurante, eu vou te dar isso porque você merece e você vai conseguir tocar sozinha.
Acha um ponto bom, eu te ajudo a procurar um ponto, te dou o conselho, e faz isso que vai dar certo.
Janete ali se empolgou. Jessiquinha, faltava um ano para ela terminar administração, também tava ali no pique de entrar para o ramo de restaurante junto com a mãe. Jessiquinha, desde criança, sempre que dava, acompanhava a mãe, né, nos restaurantes. Quando ela foi ficando adolescente, ela estudava de manhã, à tarde ela ia para o Estância do Pônei e ajudava a mãe, fazia as coisas, fazia tudo que a mãe mandava ali, tudo que Janete mandava.
Então Jéssica também estava animada. Janete resolveu abrir o restaurante JJ. Aí você me pergunta, é JJ de Janete e Jéssica ou JJ de Janete e Jair? É assim que o Jair ficou sabendo que ela ia abrir um restaurante, ele ficou empolgado também, porque 20 anos Pingando de galho em galho. Ele podia administrar o restaurante enquanto Janete fazia a parte operacional ali. Jéssica tava começando, Jéssica, né, ia começar mais assim estágio.
Janete de cara ficou um pouco receosa porque assim, trabalhar com o marido, né, complicado. Ainda mais que o dinheiro ali todo do restaurante era dela, ela ia botar toda a indenização dela ali, o negócio tinha que funcionar. Né, tá certo que casado o dinheiro é dos dois, mas foi o suor de 20 anos dela ali, né. Então ela tava abrindo o JJ para dar certo, né, não era para, ah, vamos brincar de ter um negócio. E o senhor Poney cumpriu o que ele prometeu, deu conselhos para Janete.
Janete achou um ponto junto com o senhor Poney Era perfeito que ia caber 15 mesas, cada mesa com 4 cadeiras. Então ela ia poder ter um serviço ali para 60 clientes, né, 60 pessoas ali. Era uma rua boa, movimentada.
E aí o senhor Poney: Janete, abre almoço, faz o turno igual a gente tinha lá, turno das 7 às 4.
Mas o Estância do Poney Ficava aberto até meia-noite. Então tinha até às 11, parece. Tinha das 7 às 4, das 4 à meia-noite, alguma coisa assim, os turnos lá.
Começa com um turno almoço, que aqui a área que tem bastante escritório, bastante coisa, funcionário das 7 às 4.
Senhor Pony foi passando ali um conhecimento que também Janete já tinha, mas assim, ela falou, Andréia, eu precisava daquela segurança do senhor Pony falando para mim, né, as coisas que eu tinha que fazer. O senhor Pony já bem de idade Ele deu todas as mesas, ele deu uns equipamentos de cozinha também para Janete, foi tirando tipo duas mesas de uma estância, três mesas do outro, quatro cadeiras aqui, antes de fazer o inventário da venda ali, né?
Janete ia ter que gastar um pouco ali da indenização dela com decoração, fachada, essas coisas, e alguns funcionários iam sair da estância do Pônei para trabalhar com a Janete. Então tinha tinha tudo para ser um sucesso ali, né? 3 meses de reforma e JJ Restaurante estava aberto. Não é que o JJ foi um sucesso? Janete muito nervosa, Jessiquinha panfletando ali pelas ruas, chamando o pessoal: olha, vai ter restaurante novo, comida caseira, nananã.
Quando elas abriram, era ali 11:30 de uma segunda-feira, 11:30 da manhã assim, já começou a chegar gente. E do meio-dia até ali 2 e pouco tinha gente almoçando. A Janete falou, Andréia, desde o primeiro dia a gente tinha cliente. Passou o primeiro mês, um dia Janete chegou, tinha fila, tá bom para vocês, na porta, fila. Esperando mesa para entrar no JJ. E aí, depois desse primeiro mês bombando, Jair tava acompanhando, mas ele ainda tava trabalhando, né, numa empresa lá.
E aí Jair saiu da empresa e falou: bom, agora eu venho trabalhar com vocês.
Janete realmente já tava precisando de uma ajuda, porque Jéssica ainda tava terminando ali o curso dela, ainda tinha uns estágios para fazer. Então ia ser bom o Jair Tá ali, né? Acontece que Jair, ele não tinha nenhuma competência. Janete, com o tempo, foi se questionando até como ele durava 2 anos nas empresas. O cara não tinha uma competência para um nada. Jair ali, boa praça, agradável ali conversando com os funcionários e tal, mas, gente, não acertava nada.
Ficava no caixa, dava erro. Uma época falou pra Janete, não, pode deixar que eu te ajudo nas compras. E lista de compra pra restaurante, gente, é um negócio muito sério, tem que funcionar tudo muito redondinho pra não ter desperdício, nada. Fazia as compras erradas, ou comprava mais, ou comprava menos, ou comprava coisa que não tava na lista. Ia tirar pedido, ah, vamos ajudar porque, né, tem muito pedido pra tirar. Tirava pedido errado.
E aí você pode dizer, será que ele não tava fazendo de propósito? Porque tem muito homem que faz as coisas erradas de propósito para mulher não cobrar mais. Mas não era o caso. Jair tava empolgado, estava mais atrapalhando e dando prejuízo do que realmente ajudando. Janete, aconselhada pelo senhor Poni, deu muita sorte de pegar um ponto onde tinha muito banco em volta, muita financeira, essas coisas. O que que ela começou a reparar?
Que tinha restaurante ali no entorno, né, que abria como ela de manhã, tinha o turno só de almoço, e aí fechava. E quando era 18 horas, abria de novo porque tinha a galera da noite, a galera que sai da empresa e vai fazer o happy hour, vai no bar tomar um negócio tal. Já, né?
Bom, será que eu consigo?
Porque para fazer essa operação ela já tinha o pessoal do turno da manhã, ela tinha que contratar cozinheiro, garçom, tudo para o turno da noite, que é um outro turno, né? E ali realmente só tem movimento de segunda a sexta. Então tinha o turno da manhã das 7 às 4, e ela ia ter que ter uma turma ali que entra às 15 para sair às 11 ali para começar já o serviço da noite. Janete, com a experiência dela e pelo que ela viu ali no entorno, pensou: à noite a gente vai servir uns belisquetes, uns acepipes, e focar também na bebida alcoólica, que a pessoa quer tomar um drink e tal.
Então ela ia ter que ter um barman, ela ia ter que pegar um pedaço ali agora para fazer um balcão Teria que ter um pouco mais de estrutura, que isso ela conseguia fazer porque ele já tinha um balcão ali, era só adaptar aquele balcão e contratar uma nova equipe para essa operação da noite. E Jair ficou empolgado, tipo, perfeito, você toma conta do almoço e eu tomo conta do happy hour, né, para a gente não ficar cansado, tal, o dia inteiro.
Isso já tinha passado um ano e pouco, só almoço, já tava estruturado, já tinha um caixa ali, já dava para fazer essa operação noturna. E Jéssiquinha já tava formada, já tava trabalhando integralmente ali no JJ.
E aí Janete chamou Jéssiquinha e falou: Jéssiquinha, eu fico então na operação da manhã, que é mais pesado, e na operação da tarde, que a gente vai ter mais uns, né, uns quitutezinhos, bilisquetes, essas pips ali, umas coisinhas, a gente pode fazer um esquema mais leve. Da noite, que a gente vai focar mais nas bebidas e tal, talvez botar uma musiquinha ambiente, e você fica com seu pai, porque seu pai quer essa operação da noite, tá muito empolgado. Jessiquinha falou: beleza, então eu fico com o pai.
Até então, Jessiquinha não tava tão embrenhada no operacional quanto Janete, que durante esse um ano e pouco, o próprio pessoal do restaurante ali, os contratados que já eram amigos de Janete, que trabalharam com a Janete no Estância do Pônei, Falavam para Janete, então, Jair não manja, sabe?
Às vezes a gente faz aqui uma coisa, ele fala para fazer de outro jeito, mas a gente acaba não ouvindo, levando em consideração, porque tá errado. A gente sabe que tá errado.
E não é errado que ele, ah, é desonesto. Não é errado que ele não manja, sabe? Gente que não manja e quer mandar. Janete teve que desautorizar o marido sem que ele soubesse para os funcionários, tipo Vocês sabem o trabalho de vocês, façam o trabalho de vocês. Mesmo que o Jair fale, ah, não faz assim, faz assado, você sabe que é assim, não é assado, então faz do seu jeito. Fala, tá bom, Jair, e faz do seu jeito, sabe? E a Janete me falou, Andréia, meus funcionários todos registrados CLT, pessoal da noite também, o barman também.
Eu quis um barman com experiência, porque quem segura happy hour é drink, né, é barman, é garçom que sabe conversar, sabe atender, ter um barman que faz um bom drink ali. Aí o pessoal volta, né, um ambiente agradável. O pessoal não quer comer um arroz com feijão 7 da noite. E aí começou o serviço do JJ. No almoço ali eles já avisavam que tinha um happy hour. No começo ia ter uns descontos, tal, né, para você fidelizar a galera ali que bebe.
Quando você trabalha com bebida alcoólica, você tem que ter fornecedores muito sérios por conta de bebida falsificada, etanol, esse tipo de coisa. Janete foi explicando ali para o Jair e para a Jessiquinha como comprar as bebidas, já deu para eles os fornecedores que eram do Estância do Pônei. Ah, o cara cobra um pouco mais caro, mas você sabe a procedência da bebida. O cara é firmeza. Ah, eu vou comprar ali um lote de bebida que tá R$10 mil mais barato.
Estranho, se ninguém consegue praticar esse preço, tem alguma coisa errada. Um dia, Jéssica ligou desesperada pra mãe. Jair tava querendo comprar, já queria fazer o Pix pro cara de um valor bem menor pra bebidas, achando que ia economizar.
E Janete falou: não, gente, não faz.
Jasquinha tava numa briga com o pai ali. E aí, Jasquinha, no dia seguinte, chamou a mãe e falou: mãe, o pai, ele não sabe trabalhar.
O pai, ele, tudo que ele põe a mão, ele atrapalha.
Jasquinha pegou aquele happy hour para ela como um xodó. Pô, ela é jovem, né? Tá ali e tal fazendo as coisas e cuidando de tudo e trabalhando para caramba, porque quem tem restaurante trabalha muito, né? E o pai tá lá só atrapalhando. Janete já tava ali bem financeiramente, e uma vez o marido tinha falado que queria abrir um lava rápido. Assim, né, tirando o terreno, é pouco investimento, mas mesma coisa, registrar os funcionários, fazer tudo direitinho.
Janete falou: Jair, vamos abrir aquele lava rápido?
Ele se empolgou e aí falou: ah, vamos botar também JJ Lava Rápido?
Não, vamos botar só Jota. Que é um negócio seu, você vai lá, você faz do seu jeito e tal.
E aí ficou JJ, de Janete e Jessiquinha, e abriram lá o Jota Lava Rápido do Jair. Gente, um mês e meio de funcionamento, parece que o negócio ia quebrar. O próprio lavador de carro falou, vamos dar um nome para o rabo, Jorge.
Dona Janete, A senhora precisa vir aqui, eu não sei o que acontece. Seu Jair não consegue fazer as coisas, não dá. Tem cliente que tá passando a perna nele.
Janete teve que ir lá cuidar também de um lava-rápido que ela nem queria, sobrecarregada.
Dividiu essa carga com Jéssiquinha, mas Jéssiquinha falou: mãe, o pai é um inútil, desculpa, eu não sei como você tá casada com esse homem.
Ah, ele é engraçado e tal, mas é incompetente, ele não faz absolutamente nada certo.
Janete acha que o marido é incompetente porque é o jeito dele. Jessiquinha, que é mais jovem, acha que o pai realmente faz de propósito. Mas não dá para entender, porque assim, ele não quer fechar os negócios, ele quer continuar, mas a pessoa não tem uma habilidade, não tem nada. O impasse da Janete é: ela não quer separar, ela gosta do marido, eles como casal casado dá certo, Janete acha. Jessica quer que a mãe feche o lava rápido porque não tá dando dinheiro e tá gerando trabalho tanto para Jessica quanto para Janete. Mas é uma coisa que o Jair gosta.
Jessica falou: tem que fechar isso aqui, gente, me desculpa, porque o pai não consegue tocar isso aqui, não sei o que ele faz. E ele volta para o mercado de trabalho dele, que também não sei como ele fazia. Janete falou, eu não posso tirar isso do seu pai, vamos manter lá o lava rápido, né?
Ele tem lá 3 funcionários, a gente já botou até na folha, tá na folha do JJ praticamente, porque quem paga é o restaurante que paga os funcionários lá, porque não gira, não acontece nada. Aí você vai falar, não tem carro que vai lá lavar? Tem, mas cadê o dinheiro? Sei, o negócio não se mantém, o negócio dá errado. Ele compra sabão errado, o funcionário fala para ele: Seu Jair, esse sabão aqui não é bom, pode manchar carro. Não, se aplicar assim, assim, não mancha.
Jorge já trabalhou em outros lavar rápido, vai manchar, Seu Jorge. Se manchar, a gente tem que pagar o carro do cliente, Seu Jorge. Não deu outro, já pagou uns 2, 3 carros.
Porque por mais que o funcionário que tem experiência fale, não vamos fazer assim, a Jéssica falou, mãe, bota o pai, sei lá, aposentado em casa, inventa alguma coisa, sei lá, e bota o lava rápido na mão do Jorge, que o Jorge vai levando.
E agora já tá assim, ele fica lá, faz as coisas, mas também tá meio que desautorizado, porque é o Jorge que, ah, tem que comprar o sabão, o Jair quer o sabão que é sempre o errado, sempre o mais barato, sempre péssimo. E aí o Jorge pede o sabão certo, pega a nota sem o Jair participar direito. Aí às vezes o Jair pega a nota e fala, vocês compraram sabão errado, mais caro, não é esse sabão. Janete falou, Andréia, 20 anos que a gente teve um casamento muito harmonioso e assim que eu admirava o meu marido, por mais que ele mudasse de emprego sempre.
Tem gente que realmente não gosta de ficar muito num lugar, tem gente que é assim. Eu achava que era esse o caso do Jair, mas Não, o Jair é incompetente, meu marido é incompetente. Eu não sei bem o que fazer, porque agora a Jéssica tá muito engrenada nas coisas. É uma pessoa boa de serviço, trabalha bem, faz tudo assim. Se não fosse Jéssica, Janete já tava, sabe, já não ia aguentar essa carga de trabalho sozinha. Então ela e Jéssica tão voando, tá dando tudo certo.
JJ abrindo almoço, JJ abrindo happy hour. E aí tem o Jota, que é o lava rápido lá do Jair, que só por Deus. E aí um impasse de Janete é: Jéssica, fecha o lava rápido. Desculpa, o pai só tá dando prejuízo. Traz o Jorge, porque agora o terreno do lado, elas alugaram do lado do restaurante para fazer estacionamento. Olha isso! Então dá para pôr um valet. A gente bota o Jorge como valet, cobra valet. Jorge estaciona os carros. Quando você tem valet, você tem que ter seguro, então é uma estruturinha maior, mas dá para fazer.
Fecha o lava rápido, traz o Jorge, e o pai não sei, fica em casa, porque não dá. Ou vem aqui, conversa com todo mundo, que é isso que ele sabe fazer, mas trabalhar, não tem como. Sem contar que ele ainda tá na folha de pagamento do JJ também, ele recebe, né? Então assim, vai ficar sem fazer nada. E Janete acha que isso vai influenciar no casamento dela, né? Que o Jair vai ficar triste. O Jair triste já me alegra, porque é incompetente, gente.
Então eu não sei, eu entendo Janete achar. E assim, ela tem um bom casamento. Ela falou para mim, Andréia, pô, sábado e domingo a gente viaja, a gente passeia, faz as coisas junto em casa, tudo, porque o restaurante só abre de segunda a sexta, né? Só ali naquela, naquele polo comercial tal, né? A gente tem um bom casamento, eu não quero estragar isso também. E aí, se eu fechar o lava rápido do Jair lá, isso vai acontecer, ele vai ficar muito magoado, não tem mais espaço para ele no JJ.
E Jéssica já é mais radical, Jéssica fala: não existe homem tão incompetente assim, não consegue fazer nada. Você dá um pano para o meu pai passar no chão, não consegue. Esse é o impasse de Janete. Por Jessiquinha, o pai fica em casa, o pai volta para o mercado de trabalho para fazer, não sabe como ele fazia as coisas. Mas por Janete, como o JJ tá indo muito, muito bem, por ela, ela mantém o Jota. Só que para manter o Jota, ela precisa da ajuda da Jéssica, e a Jéssica não tá querendo mais essa ajuda.
Então ela vai ter que contratar alguém para ajudar nessa administração do Jota, porque a Jessiquinha não quer mais. Que que vocês acham?
Oi, não inviabiliza, Luan Romanoff aqui de Belo Horizonte. Eu acho que a gente precisa começar a falar sobre a obsolescência projetada que os homens, sobretudo os héteros, fazem, né? Não é obsolescência programada e sim projetada, porque isso é projeto. Um homem adulto que goza de suas faculdades mentais não ser um adulto funcional Não é acidente, não é descuido, não é distração, gente, é projeto. Salvo se ele tiver alguma neurodivergência que não é devidamente, né, diagnosticado ou tratado por profissionais competentes, nada vai justificar comportamentos como esses que o Jair tem e teve.
A Janete, ela fala que a dinâmica do casamento funciona, mas só funciona porque eu aposto que para tudo dar certo, seja viagens ou qualquer outra coisa que ela se propõe a fazer, que eles propõem a experienciar, ela tem que ser a pessoa que dá conta de tudo. E eu acho que ela não se dá conta disso. Além de administrar restaurante, lava-jato, um casamento, ela ainda precisa administrar um macho disfuncional? Francamente, gente, sabe, francamente.
Olá, não inviabiliza. Isso aqui é a Ana Júlia, interior de São Paulo. Sempre um homem com licença para não saber fazer nada, né? Eu conheço pessoas que não sabem fazer nada e todas são homens. Janete, se você quer continuar casada com ele, você acha seu casamento ok, ninguém tem nada a ver com isso, né? Por que não falar para ele que ele é um incompetente? Por que que ele não pode ouvir que ele não tá sabendo fazer nada a que ele se propõe?
Ele tem alguma questão cognitiva, emocional, que ele não possa ouvir a verdade? Ô meu amor, você não sabe fazer, então você dá licença e deixa quem sabe, né? Você tá atrapalhando. Não quer largar dele? Não larga, mas não deixa ele estragar as coisas que você lutou tanto para conseguir.
Contabilizei facilita sua vida e acaba com as burocracias. Você abre o seu CNPJ e ele fica pronto em poucos dias. Você emite nota fiscal em segundos, tem acesso a suporte até às 10 horas da noite, tem controle total da rotina e previsão aí de impostos em tempo real. Sério, você tem aí, você fica sabendo os impostos que você tem que pagar em tempo real. Tudo isso sem precisar entender de contabilidade. Acessa agora Contabilizei aqui pelo link que eu deixei na descrição do episódio e tem cupom.
Usando o cupom DEIA, DEIA maiúsculo sem acento, você ganha a segunda mensalidade para dar aí aquela força nesse seu começo de coisinhas formais. Amo! Um beijo, gente, e eu volto em breve.
Quer a sua história contada aqui? Escreva para nãoenviabilize@gmail.com.
Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Enviabilize.
Contabilizei
Serviços de contabilidade para autônomos e pequenas empresas