JACARÉ
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- O surto de Pâmela vendo jacarés e as reações das pessoasPâmela vendo jacarés por toda parte·marido preocupado e assustado·empresa demite Pâmela·pais se afastam
- A revelação de que o surto de Pâmela foi uma armação da avó Zizinhaavó Zizinha inventou o jacaré·Pâmela nunca viu um jacaré·libertação de relacionamentos abusivos·avó Zizinha e o espírito
- O relacionamento sufocante de Pâmela com seu marido grudentomarido grudento e controlador·pressão no trabalho e no casamento·marido acompanhando em tudo·Pâmela sobrecarregada
- A história de Pâmela e a irresponsabilidade financeira de seus paispais irresponsáveis com dinheiro·avó Zizinha sempre socorrendo·Pâmela morando com a avó·pais pegando dinheiro da filha
Picolé de limão, o refresco ácido do seu dia. Oi gente, cheguei, cheguei para mais um picolé de limão e hoje eu não tô sozinha, meu publi. Quem tá aqui comigo é a minha amada Pet Love. Amo! Tornando o cuidado com os pets mais acessível em todo o Brasil. A Petlove te oferece o Plano de Saúde Petlove, o maior plano de saúde pet do país, com opções para diferentes bolsos, pensado exclusivamente para o bem-estar do seu pet. Você, tutor, pode oferecer ao seu pet cuidado e carinho com um dos planos de saúde Petlove, retribuindo assim todo o amor que ele te dá no dia a dia.
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A vida toda a Pâmela viu os pais ali irresponsáveis com dinheiro. Pai dela e a mãe um dia compraram um carro e eles passaram um mês comendo pão e queijo, e tinha dia que não tinha nada para comer, mas eles tinham comprado um carro, sabe esse tipo de coisa? Sempre quem socorria era a vó Zizinha. Pamela foi crescendo e quando ela tava com 15 anos ela pediu para os pais que ela fosse morar com vó Zizinha. Os pais acharam que era uma boa e ela foi.
Só que ela ia morar com a vó, bom, eu tenho que contribuir, então ela já arrumou um emprego. Quando os pais ficaram sabendo que ela tinha um emprego, metade do dinheiro ela dava na mão da vózinha e metade ela dava para os pais. Sim, ela era menor de idade ainda, já trabalhava, e os pais pegavam metade do dinheiro dela sendo que ela nem morava lá mais. Pamela foi crescendo, se formou ali no ensino médio, conseguiu entrar numa universidade, estudava à noite, trabalhava, e o pai e a mãe sempre pedindo dinheiro.
O irmão dela, um ano mais novo, nunca trabalhou. Sabe aquele que nunca trabalha, mas é o queridão da família? O tempo foi passando. Quando Pamela tava com 29 para 30, ela conheceu um cara. Ai, amor da vida, amor da vida, amor da vida! Ficaram um tempo juntos ali, casaram somente no civil, mas casaram. A única condição para a Pamela era alugar um apartamento perto ali, ou no bairro da vozezinha. Pamela já estava formada e estava num emprego bom, então ali era tranquilo dividir as contas com o marido.
A vozezinha já estava aposentada e ela não morava mais com a vozezinha, então não precisava contribuir ali. Mas o pai e a mãe da Pamela ainda enchiam o saco dela, pegavam dinheiro. Olha, um inferno! E o irmão ali sem trabalhar. Ela tinha 29 pra 30, ele tinha 28. Então assim, sem trampo, zero trampo. O namorado, na época que era namorado, ele já era grudentinho. Depois que casou, pra vocês terem uma ideia, eles acordavam e na hora de escovar o dente ele chamava a Pamela pra ficar com ele no banheiro.
Ai, eu gosto que você fica comigo. Então até na hora de escovar o dente A Pamela tinha que estar grudada nesse homem. Pamela já sofria uma certa pressão no trabalho. Ela tinha um emprego que pagava bem, mas também tinha uma certa pressão. O marido ali deixava a Pamela no trabalho e assim que ela entrava ele já ligava dirigindo ainda. Você entrou! Passava 40 minutos: Oi, você tá trabalhando? Uma hora: Pamela! Toda hora era isso.
Às vezes ele fazia um esforço danado para ir almoçar com a Pamela, mas assim, não parecia amor. Ele era chato, grudento. Quando a Pamela falava que tinha uma coisa para fazer, por exemplo: Ah, quero ir na vózinha. Você concorda que é sua avó? Você quer sentar, conversar com a sua avó? Ele ia junto. Ela falava, olha, fica aqui que eu vou lá na vó. Não quero ir. Ela ia fazer a unha. Gente, manicure só tem mulher. E ele lá sentado mexendo no celular enquanto ela fazia a unha.
Gente, não tem cabimento isso. Em relação às contas, Pamela ganhava bem mais, então ela pagava mais contas. O aluguel tava no nome dele, mas se ela não falasse para ele, ó, paga essa conta aqui, ele não comparecia. Quem tinha que pagar tudo Tanto na casa deles quanto lá na casa dos pais, que os pais viviam chupinhando dinheiro da Pamela. Pamela foi ficando muito sobrecarregada. Pamela conversava com ele, falava, cara, eu preciso de um pouco de espaço. Pamela no banheiro, ele falava, amor, deixa a porta aberta, vamos conversando.
Cara, eu tô no banheiro, eu tô cagando.
Ele não queria que ela fechasse a porta nem quando ela estivesse no banheiro. Isso foi desgastando Pamela. Já tinha uns 2 anos de casamento, 2 anos ela aguentando muita pressão no trabalho, muita pressão desse cara, que assim, ela não conseguia respirar. Eles dormiam de conchinha. Gente, é gostoso dormir de conchinha, é, mas 100% do tempo com uma mochila nas costas. O cara era uma mochila nas costas da Pamela. É complicado. Aí você fala, hoje tá calor, vamos afastar um pouco.
Eu só consigo dormir abraçado na Pamela. Pamela! Então assim, complicado. Vozezinha falava pra Pamela, olha, para de dar dinheiro pros seus pais.
O seu irmão tem 34 anos, mora lá com ele. Seus pais estão aposentados, eles têm aposentadoria deles. Eles têm que se virar lá. Eu não me viro com a minha aposentadoria aqui? Eles têm que se virar lá. Se eles querem bancar o seu irmão, é problema deles.
Para de dar dinheiro lá do marido, você não tá satisfeita, larga desse homem.
Olha como você tá, você não dá mais um sorriso.
Elas duas estavam falando na cozinha com ele sentado lá na sala porque não saía, sabe? Vâmina foi fazer uma ressonância e quando você entra na sala da ressonância, tá, já com aquela roupinha, você entra sozinha. Quando ela olhou para trás, ele tava Encostado na porta do lado de dentro. E o homem que vai ficar mexendo no negócio fora falou: Não, cara, você tem que ficar lá fora, não pode ficar junto. Eu fico aqui no cantinho. Por favor, saia!
Sabe? Então assim, momentos de paz da Pâmela na ressonância, que o homem tirou este marido insuportável de perto dela, sabe? No trabalho, ela com uma chefe super assediadora, que ela já tava começando até ficar com problema de estômago.
Pelo menos o casamento eu consigo encerrar.
Começou até conversas com esse cara, olha, não dá mais. Ele queria filhos, ela falou jamais, não com você, não quero mais nada. Ele ameaçava fazer alguma coisa contra a própria vida, dizia que ia morrer, esse tipo de coisa. Era tudo muito difícil. Vozezinha sempre ali do lado dela dando conselho. Um dia, Pamela acordou e tinha algo errado com ela. Do nada, Pamela estava vendo um jacaré.
Pamela estava vendo um jacaré saindo debaixo da cama e ela começou a falar para o marido: tem um jacaré aqui no quarto, olha ele saindo debaixo da cama, o jacaré, jacaré!
Ela não conseguia descer da cama porque o jacaré tava ali. E ele falava, Pâmela, não tem jacaré nenhum. Com muito custo, ele pegou a Pâmela no colo, ela fez ele correr com ela no colo, sair do quarto, fechar a porta para o jacaré ficar lá no quarto, que era um jacaré bem grande.
Meu Deus, será que só tem um jacaré?
Quando a Pâmela foi para sala, outro jacaré. Pâmela tava praticamente no Pantanal ali. Muito nervosa e abalada, ela conseguiu se trocar ali no banheiro com ele segurando a porta para o jacaré não entrar. Eles foram para um pronto-socorro e ali ela falou que estava vendo jacaré. O cara deu ali um medicamento para ela, mas deu um encaminhamento para o psiquiatra. Pamela foi para o trabalho com aquele encaminhamento, o médico tinha dado uns dias para ela, e lá na empresa também ela precisou da ajuda do vigia porque tinha vários jacarés.
As pessoas do trabalho ficaram alarmadas de ver a Pamela daquele jeito, vendo jacaré, assim, jacarés agressivos em tudo. Pamela tava ali em surto. Era isso até que tava lá no papel que o médico do pronto-socorro deu para ela. Eles podiam até pedir ambulância, essas coisas, mas ela não quis. E você não pode obrigar, né? Então ela só tava, era só isso, tava vendo jacarés ali de vários tamanhos, sempre agressivos, querendo pegar Pâmela.
Nesse dia, o marido da Pâmela acompanhou ela até o RH, ficou junto com ela o tempo todo ali. Às vezes ela pulava no colo dele por conta dos jacarés. Então teve ajuda do vigia, teve o marido ali também, né, enfrentando esses jacarés junto com Pâmela. Depois, ela pediu para ir para casa dos pais. Chegou na casa dos pais, tava lotada de jacaré, ela não conseguia entrar, eles tiveram que sair.
E ela falava, pai, tira, tira o jacaré!
Ficou todo mundo em choque. Na casa de vovó Zizinha também tinha um jacaré, mas era um jacaré maior, sozinho, que vovó Zizinha espantava com a vassoura. Pamela passou dias com o marido. Ele conseguiu uma semana no trabalho que ele tinha lá, banco de horas, para ficar com Pamela o tempo todo. Ela ainda não queria passar no psiquiatra, falou que queria ir com a vozezinha.
Vozezinha falou, eu vou marcar psiquiatra para ela do posto, que ele é bom, só que vai demorar uns dias ainda, então fica com ela em casa.
O médico tinha dado um remédio para ela ir tomando ali. O cara ficou com ela, o marido, ali uma semana muito preocupado. E de repente, o jacaré! Foi uma semana muito assustadora para Pâmela, e o cara também começou a pensar: meu Deus, eu tô com essa mulher aqui surtada, maluca, vai ser assim para sempre? Tá tomando remédio para não ver jacaré? A gente sabe como é homem, né? De repente, esse cara não tava tão grudado mais e pediu para que Vozzinha acolhesse Pamela lá, porque ele tinha que voltar a trabalhar na outra semana e não ia poder matar os jacarés que estavam aparecendo lá.
E aí Pamela foi ficar com Vozzinha, que lá só tinha um jacaré. Ele era maior? Ele era maior, mas Vozzinha espantava ele com a vassoura.
Pâmela tinha momentos de lucidez e num desses momentos lúcidos ela tinha férias para tirar e ela falou: depois das férias, se vocês quiserem me demitir, é tudo bem, eu acho que eu tenho que ter agora um outro estilo de vida.
Que que a empresa nessa hora devia fazer? Não, a gente não sabe se você tem um problema de saúde, eu não posso demitir. A empresa: não, tudo bem, tá bom, tá bom, tá bom. Pâmela passou esse um mês onde Aquele marido que tava sempre com ela grudado, que queria entrar na sala de ressonância, agora mal aparecia. Quando ela tinha as crises, os surtos que ela via os jacarés, ele ia embora rapidinho. Pô, mas ela nem acordo fez na firma.
Ela pediu para ser mandada embora para receber, né, os direitos dela, e conseguiu. A firma realmente mandou ela embora. Mas aí assim, né, No que que ela ia trabalhar agora que ela tava vendo jacaré em tudo? E sobrou para quem auxiliar a Pamela no surto? Vozzinha. Com a vassoura dela batendo em jacaré, porque o marido sumiu, a empresa a hora que pôde mandou ela embora, os pais agora não iam poder mais pegar dinheiro dela porque ela tinha sido demitida.
Vozzinha falou: guarda esse dinheiro, né? Não vai dar para ninguém e tal. É dinheiro que se a gente precisar colocar ela numa clínica, é esse dinheiro.
Os pais também pararam ali de pedir dinheiro para Pâmela. Se a gente for parar para pensar, esse jacaré, tirando a questão do surto, veio mostrar aí, né, quem tava com Pâmela, quem não tava. E pelo jeito só quem tava era vovó Zizinha. Pâmela acalmou um pouco do surto. Nisso ela já tinha passado com psiquiatra lá do posto que a vó Zizinha, né, tinha arrumado. Tava medicada, tava vendo pouco jacaré. E aí foi conversar com o marido.
Infelizmente, nesse dia, desculpa, ela viu um jacaré e o cara não quis ela. Bom, enfim, parece insensibilidade da minha parte, né? E o cara falou que achava melhor que cada um seguisse o seu rumo. Porque ele não tinha emocional para aquilo. Pamela lidando com aquele jacaré, tendo que responder para ele que tudo bem então, que eles iam fazer o divórcio, não tinha nada para partilhar, ia ser super rápido. Pegou as coisas dela ali e já deixou tudo na vozezinha.
O cara queria se livrar mesmo assim de um amor de ressonância que não saía de perto para nada. Então pensa, depois do surto A empresa fez rapidamente ali tudo que a Pamela pediu para ser mandada embora, porque também queria se livrar, né? Falou, se ela surtou, agora ela tá bem, daqui a pouco ela surta de novo. O cara também não conseguiu lidar com os surtos que ela tinha, também pediu, achou melhor separar. Os pais se afastaram porque agora ela não tinha mais dinheiro também para dar, e só sobrou ali ponta firme quem?
Vozinha. Pamela não foi internada, mas sempre tinha essa iminência, principalmente para família ali, né? 6 meses após o primeiro surto, ela já tava agora separada, não tava mais trabalhando, tava no finalzinho ali do seu seguro-desemprego, morando com vozinha. Os familiares meio que se afastaram porque tudo tinha jacaré. A vida da Pamela mudou. Aí alguns aqui vão dizer, poxa, Pamela perdeu tudo e foi morar com a vózinha. O que vocês não sabiam, vózinha, essa pessoa firmeza, querida, foi a pessoa que inventou o jacaré.
Eu sei que é muito errado, é muito errado. A pessoa fingiu surto. Mas foi ideia da Vozzinha que Pamela começasse a ver jacaré em tudo. Gente, Vozzinha falou: ninguém gosta de mulher louca, Pamela.
Você quer se livrar? Vamos se livrar. Você vai começar a ver jacaré em tudo.
Pamela nunca, jamais viu um jacaré, nem pessoalmente. Nunca viu um jacaré, só no celular, na escola, né, no livro. Jacaré dormiu. Ai, gente, é muito errado, porque, né, a gente sabe que tem pessoas que realmente surtam, tal, né, é uma questão de saúde mental. Mas no caso aqui, jamais ouvi um jacaré. E Pâmela falou que naquela semana que ela ficou com o marido, né, que ele pediu lá no serviço que ele gostava de dormir abraçadinho, no meio da noite ela fazia assim: o jacaré Ai, meu Deus!
Ai, é errado demais isso, gente. Peço perdão, eu sei que é uma zona muito cinza, é horrível, mas eu não sei porque eu tô indo. E ela fazia: o jacaré de noite! E ele assustava. E ela falava: dorme abraçadinho, dorme abraçadinho. De repente ela dava um pulo: o jacaré! Ai, meu Deus, perdão. Na empresa, ela foi na sala daquela chefe que ela odiava e falava: o jacaré, ela é o jacaré! Na empresa, a chefe ruim que era o jacaré, todo mundo ficou muito assustado porque ela olhava pro chão e falava: o jacaré saiu correndo!
Precisa ter uma veia triste também, gente. É errado, é errado. Pâmela só passou no pronto-socorro, pegou ali o remédio, falou que não ia tomar injeção, nada. O cara deu os comprimidos na mão do marido e falou, faz ela tomar. Ela não tomou. E vozezinha jamais marcou psiquiatra do posto, porque ela não foi no psiquiatra, porque eram jacarés imaginários, jacarés ali fictícios, né?
E ela falava, vó, vó, olha, daqui tem um grande!
É, vozezinha pegava a vassoura e vai, sai! Sai, jacaré! As duas, e o cara pálido, chocado. O cara nunca mais procurou a Pâmela. Pâmela, de uma empresa que não demitia, com chefe abusiva, conseguiu que eles demitissem ela porque também não queria uma pessoa lá gritando jacaré. Ai, meu Deus! Os pais também se afastaram e não pediram mais dinheiro. A partir daí, a Pamela virou talvez a louca da família, sim, mas, por exemplo, ó, aquela tia chata que vinha não veio mais.
Ela e Vozezinha riam assim de passar mal, passar mal as duas. Vozezinha ainda é viva. Vozezinha tem aquela casa que ela tem hoje, que ela criou os filhos, porque também ela fez isso com o marido, de falar que via espírito. O espírito, meu espírito! E o cara foi embora, e ainda ela foi atrás dele e fez ele assinar as coisas para ela ficar com a casa, falando que tinha um espírito, que ele ia com ele até ele assinar. E aí ele assinou e nunca teve um espírito, nunca viu nada.
Gente, é muito errado, é feio, é horrível. Mas essa é a história da Pamela, que jamais viu um jacaré. O que que vocês acham?
Oi, não viabiliza. Aqui é Antoniela de Fortaleza, Ceará. Vovó Zizinha, minha heroína. Quando a Dé começou a falar do surto, eu saquei de cara que era armação, porque eu sou cria de vó e ali foi um amor de vó agindo e coisa que a minha vó faria facilmente também. Pamela fez o que tinha que ser feito, precisava se livrar de relacionamento insuportável, de uma família interesseira, abusiva. Pamela Arrasou! Eu veria jacaré, leão, eu veria toda a fauna.
Aproveita sua vida, aproveita sua avó, vai fazer sua unha, vai fazer uma tomografia sozinha, vai ser feliz, Pâmela. Um beijo, boa sorte na vida!
E não me viabiliza, isso aqui é Gisele do Rio de Janeiro. Pâmela, sua história veio com várias camadas, me trouxe uma angústia absurda de pensar o quanto esse momento sufocava, além da sua família, família. Uma angústia maior ainda quando começou o relato de ver os jacarés, porque a primeira coisa que me ocorreu é que esse homem tinha colocado alguma coisa para te causar uma dependência dele, para te aprisionar ainda mais nessa relação.
Eu tô cansada de ver histórias de pessoas praticando racismo, homofobia, e se justificando por trás de um discurso de, ah, eu tô com problema mental. E a gente sabe que não, que é mau-caratismo mesmo. Então, para preservar a sua saúde saúde mental foi muito válido.
O amor que o seu pet te dá é único e você pode retribuir com muito carinho e cuidado, cuidando da saúde do seu pet por meio de um plano de saúde Pet Love. A gente tem o plano ideal, o essencial, tem o plano completo, e assim você garante para o seu pet exames, consultas e ampla cobertura em todas as fases da vida. Contrata agora um dos planos de saúde Pet Love e usa o nosso cupom PONEI50. PONEI maiúsculo sem acento, 50 numeral.
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