MAÇANETA
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- A história de Giovanna e o vizinho pervertido no novo apartamentoGiovanna·apartamento próprio·vizinho assediador
- A ideia de Giovanna de usar fezes para espantar o vizinhovingança·cocô·maçaneta
- A execução do plano de Giovanna e a mudança do vizinhococô humano·maçaneta·mudança
- O comportamento inadequado do vizinho e a falta de apoio do condomínioassédio·condomínio·monitoramento
Este episódio possui conteúdo sensível e deve ser ouvido com cautela. Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia.
Oi, gente, cheguei, cheguei para mais um Picolé de Limão e hoje eu não tô sozinha, meu publi. Quem tá aqui comigo hoje é a Hidrabene, a marca cor-de-rosinha que eu amo. E ó, amo muito, patrocinou a gente no teatro. Que sabe quem? Hidrabene, te amo! A Hidrabene acabou de lançar a sua nova linha K-Beauty. Amo! Inspirada na tecnologia e inovação dos produtos coreanos, que são referência aí mundial em skincare, né? Os 3 produtos da linha K-Beauty foram desenvolvidos unindo fórmulas modernas, ativos reconhecidos internacionalmente e alta tecnologia.
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E é GRN vegano, tá? Um beijo, Dravene. Tem também o K-Serum GHKCU, que conta aí com um dos ativos mais inovadores da dermocosmética, o peptídeo de cobre, reconhecido por sua ação regeneradora, por estimular a produção de colágeno e auxiliar na redução dos sinais de envelhecimento. É o famoso rejuvenescimento sem agulhas. A linha foi pensada para atender as necessidades da pele brasileira Entregando eficácia, sensorial agradável e excelente custo-benefício. Conheça a linha coreana Hidrabene, a linha K-Beauty.
Amo!
Eu vou deixar o link certinho aqui na descrição do episódio. E fica comigo até o final que tem o quê? Tem cupom, tem cupom! E hoje eu vou contar para vocês a história da Giovanna. Então vamos lá, vamos de história! Quando a Giovanna fez 28 anos, depois de dividir muito apartamento, com amigas, com colega de trabalho, enfim. Ela juntou ali um pouquinho de grana para dar uma entrada e comprou um apartamento no Pônei Casa Pônei Vida.
O apartamento demoraria mais um ano para entregar. A Giovana se programou ali, tava dividindo um apartamento com mais 4 meninas para ficar bem baratinho, para juntar esse dinheiro, porque a hora que saísse as chaves ela teria mais um pagamento para fazer e depois ia se mudar para lá e, né, comprar as coisinhas. Então Giovana foi programando aí ao longo desse 1 ano. Deu 1 ano e 2 meses e tudo pronto para Giovana pegar ali as chaves do apartamento dela.
Giovana tava muito feliz, ela ia ter só o colchão dela e algumas coisinhas, mas apartamento próprio. As coisas agora iam melhorar, ia mudar tudo, ela ia ter o espaço só dela. Eram muitas torres ali e no andar dela 4 apartamentos. Aparentemente estava tudo ali vendido já, só que muita gente não se mudou ainda. Alguns iam reformar, outros a Giovana não sabe por quê. No andar dela, os 2 apartamentos de frente para o dela estavam vazios, vendidos, porém vazios.
E do lado dela mudou ali um senhor de uns 60 e poucos anos. Giovanna ficou mais tranquila por ter mais uma pessoa morando no andar dela, né? Ela é uma moça sozinha, agora tinha esse senhor. Eles se encontraram no elevador, se apresentaram assim, um senhor muito agradável, e pelo menos era um vizinho ali. Giovanna ficava praticamente o dia inteiro no apartamento porque ela trabalha em casa e ela tem um cachorro chamado Otto. Então era o dia inteiro ali ela e o Otto.
Giovanna só saía ali para ir até o mercado, ela não tinha carro, e saía duas vezes ao dia para passear com o Otto. Giovanna começou a notar que toda vez que ela saía, aquele senhor vizinho saía também. E agora, em vez de começar conversas assim com amenidades, esse senhor perguntava se ela tava namorando, se ela tinha conseguido colocar um varal no apartamento dela, perguntou como ela secava as roupas íntimas. Gente, Giovana começou a não responder mais.
Chegou até um ponto que Giovana fez uma reclamação ali no condomínio. Só que o condomínio naquele primeiro ano era administrado ainda por um escritório da construtora ali. Então eles não levaram muito a sério, né?
Porque ela falou, olha, tá me falando coisas inadequadas.
E a única coisa que falaram para ela é, me fala a data e a hora, e se foi no elevador, porque no elevador tem câmera de vídeo e som. Agora, se for no corredor ou na escada, infelizmente não tem monitoramento nenhum, então vai ser mais complicado. Giovana não entendia como daquele oi, né, daquela coisa cordial, foi agora para o cara, esse senhor, ficar falando coisas inadequadas para ela.
Até que um dia que ela falou para ele: olha, o senhor pode por favor não me dirigir mais a palavra?
E aí ele parece que assustou, porque ele achou que tava agradando, e ele ficou quieto. Giovanna tinha que passear com o Otto duas vezes ao dia e começou uma angústia ali, porque sempre que ela saía, agora mesmo sem falar nada, aquele homem saía também, ficava encarando Giovanna. Às vezes a Giovanna notava que ele tava com uma ereção. Até que um dia, umas 8 e pouco, ela tava tomando banho quando ela viu Dentro do banheiro ali, bateu uma luz estranha dentro do banheiro dela.
Ela olhou, ela teve tempo de ver esse senhor que morava no apartamento do lado. E era ali banheiro com banheiro, mas assim, as janelas davam pro nada, né? Pois ele não fez uma vareta com espelho e tava tentando olhar dentro do banheiro da Giovanna? Na hora, a Giovanna começou a gritar. Pegou uma toalha ali, se enrolou na toalha, nem terminou de tomar banho e mandou mensagem para administração. Administração entrou em contato com ele e ele disse que era mentira, que era impossível.
E acabou que ficou por isso mesmo. Só que agora Giovanna tinha que botar alguma coisa firme na janela do banheiro para que esse homem não conseguisse ver lá dentro, né? Um senhor de cabelo branco já. Giovanna ficou com muita raiva e a partir daí ela começou a pensar em como ela poderia espantar aquele velho daquele andar. Chorou muito, se sentiu impotente, com vergonha. Não tinha possibilidade dela sair daquele apartamento. Ela pôs tudo que ela tinha de dinheiro e o que ela não tinha ali e agora ter que conviver com esse pervertido?
Giovanna queria encontrar um jeito de espantar aquele homem dali ou pelo menos amedrontar ele, né? Um dia estava chovendo, ela não ia sair com o Otto, e o Otto tinha ali na lavanderia um espacinho com tapetinho higiênico, né, ou jornal, para ele fazer ali as necessidades. E vendo o Otto fazer cocô, Giovanna teve uma ideia: e se eu passasse na fechadura dele o cocô do Otto? Nenhuma porta ali tinha olho mágico. Ela podia tentar.
Esse senhor, quando ele saía, ele só saía de carro. Ele tinha um carro vermelho. Lá do apartamento deles você conseguia ver a portaria, dava para ver ele saindo e entrando com o carro. Quando ele saísse com o carro, a Giovanna ia lá, pegava o cocô do Otto e passava na maçaneta dele. Essa era a ideia. Só que aí, mas o cocô do Otto é tão durinho, né?
Não sei se vai fazer o efeito que eu quero.
Giovanna resolveu, com toda a sua fúria, que ela faria cocô no jornal. Cocô dela, sim, cocô dela. E ela passaria o seu cocô na maçaneta do vizinho. Numa primeira tentativa, Giovanna não conseguiu cagar no jornal. Ela ficou ali agachada, mas não saía, não adiantava. E para pegar de dentro do vaso sanitário ficava tudo muito molhado, ela não queria, ela queria uma coisa mais prática. Então ela ensaiou alguns dias até conseguir fazer cocô no jornal.
E aí tinha que calhar dela fazer o cocô, porque ela não queria guardar o cocô. E ele sair, porque já pensou se ela tá passando alguma coisa ali e ele abre a porta, né? Como o elevador ficava pra lá da porta dela, o elevador e a escada, qualquer pessoa podia passar pela porta dela e ir até a porta dele e botar ali o cocô. Ela tava contando com isso, só tinha câmera no elevador. Giovanna fez cocô 2 dias no jornal, mas ele não saiu de casa.
A ideia era colocar luvas, né, dessa que a gente usa pra pintar cabelo e tal. Né, pegar com a mão ali e passar na maçaneta. A Giovana disse que quando ela ficava tentando fazer cocô no jornal, o cachorro dela, o Otto, ficava olhando incrédulo. Numa terça-feira, no meio da tarde, ela escuta a porta bater e ela ficou olhando. Quando ela vê que realmente ele saiu, ela corre e rapidamente ela conseguiu fazer cocô. Já tava treinada.
Botou a luva e aí agora era ter coragem de passar aquele cocô na maçaneta. A Giovana confessa que faltou um pouco de coragem. Foi lá, correu e passou apenas na maçaneta assim, que era dessas compridas, né? Entrou de novo para o apartamento dela e ficou o coração ali disparando e aquele cheirão de bosta. E agora a ideia era ficar trabalhando e olhando ali pela janela para ver a hora que ele ia voltar. Ele demorou umas 3 horas para voltar.
E aí que tá a questão. Giovana viu, ele abriu a porta, entrou, nada de diferente. Giovana pensou: a bosta secou. A maçaneta dele ficou com merda seca, ele pegou e não aconteceu nada. Pensou também em tacar o cocô dela no banheiro dele, mas aí ela ia ter que enfiar uma parte do corpo para fora do banheiro dela ali, virar bem o corpo e tacar. Alguém lá de baixo podia ver, ou o cocô podia cair lá para baixo.
Poxa, devia ter lambuzado a maçaneta.
Ela só passou ali, fez uma camada fina de cocô, nada aconteceu. Ela não recebeu nenhuma Reclamação do condomínio, enfim, nada. Na outra semana, mais uma vez ele saiu, ela correu, conseguiu fazer cocô, porque tinha isso, né, o intestino tinha que ajudar, tinha que funcionar. A Giovana falou, Andréia, eu mudei até minha alimentação. Dessa vez ela pegou mais cocô e passou em toda maçaneta, passou, enfiou no buraquinho da chave e deixou bem lambuzado, como se fosse graxa.
Dessa vez, quando ele voltou, ela escutou ele falando algo do tipo, o que que é isso? E depois resmungando ali. E o barulho de porta, provavelmente ele tava limpando, né? Era isso então, toda vez que ele saísse, a Giovanna ia passar cocô na porta dele. Algumas vezes ele saiu, ela não conseguiu fazer cocô, mas por mais duas vezes Giovanna conseguiu fazer cocô e passar. E nenhuma reclamação, nada. Não veio nada do condomínio, mas ele também continuava ali.
E às vezes agora encontrava com ela com uma cara feia, mas ainda encarando ela assim pervertidamente. Até que um dia, Giovana, de saco cheio, e ela tinha comido muita fibra, ela falou: Andréia, eu fiz um volume de cocô que eu não entendo até hoje Quanto era aquilo. E ela resolveu passar na maçaneta toda e na porta. Ela falou que passou na porta, que caiu até no braço dela. Ai, meu Deus do céu, que nojo! Caiu no chão ali, ela pôs o capacho por cima, esmerdeou a porta dele.
Paralelo a isso, ali no grupo do condomínio tinha ali o grupo da torre e um grupo geral que a construtora fez para avisos. No grupo da torre dela já tinha algum papo de gente falando de tarado, essas coisas. A Giovana acha que era ele, mas não tinha nada muito concreto assim, né? Então provavelmente quando ele via aquela bosta ali, podia ser ela, mas podia ser outra pessoa que talvez ele tivesse assediando. Será? Nesse dia que ela encheu a porta dele de bosta de fora a fora, pintou assim, né, foi passando com a mão, ela escutou ele tossindo com ânsia.
Tossiu, tossiu com ânsia. Depois escutou um barulho de água, tal, acho que ele tava lavando ali. Não escutou ele xingando nada. Deu 2 semanas, este homem mudou de lá e botou o apartamento para vender. E ele trocou o miolo também na fechadura, deve ter entrado bosta, né? Ele botou para vender e uma pessoa ali do andar dela, porque os 2 que estavam desocupados, né, estavam sem nada, sem reforma, sem nada. Comprou esse também. Passou mais um tempo, só deu uma reformadinha e botou os dois para alugar.
Hoje ela tem uma vizinha ótima que mal para em casa, trabalha fora, mora sozinha também, e ela tem até certa amizade, mas não tem coragem de contar que aquela porta já viu bosta, né? Mas deu certo. Para onde esse homem mudou não sabemos, mas ele botou à venda, foi, sei lá, uns 3 corretores lá, mas quem acabou comprando foi uma pessoa ali do andar mesmo. A Giovana disse que se não tivesse dado certo isso, ela ia fazer cocô e deixar o cocô dela espalhado no capacho ali, um montinho, tipo, né, bosta humana.
Porque será que ele pensava também que era de cachorro? Mas o cheiro é diferente, né? Credo, gente. Bom, ele não suportou. A Giovana acha que ele era assim, o tarado que algumas pessoas comentavam no grupo ali, sem expor nome, sem nada. E ele deve ter pensado que podia ser outra pessoa que tava fazendo aquilo, né? Porque a Giovana falou, Andréia, eu sou toda delicadinha, eu acho que ele jamais pensaria que eu tava cagando no jornal praticamente dia sim, dia não, para passar bosta na casa dele. Que que vocês acham?
Olá, não inviabiliza, o meu nome é Michelle, eu falo do Canadá. Giovana, quase que compartilhamos a mesma história, mulher, e você não tá sozinha. Existe uma verdadeira uma irmandade de mulheres que, diante da falta de justiça formal, acabam aderindo à vingança com as próprias fezes. Eu fiquei muito feliz em saber que o seu vizinho se mudou, que você tá bem, em paz com seu cachorrinho. Um abraço para você e para todas as mulheres que sonham com um lar tranquilo e seguro.
Um beijo! Oi, não é Viabilizers? Aqui é a Gabriela, falo de Guarulhos. E eu chorei de rir. Era Giovanna e seu cocô contra o mundo. Ela usou as armas que tinha, que no caso eram biológicas, e arrasou. Acabou com esse velho nojento. Enfim, Giovanna, você arrasou. Um beijo.
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