Episódios de Não Inviabilize

MARRETA

07 de setembro de 202622min
0:00 / 22:20

Cadeirada - DISPONÍVEL APENAS NA ASSINATURA DO NOSSO APLICATIVO EXCLUSIVO -  é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!

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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia

Vinhetas: Depois O Leo Corta Multimídia

Voz da vinheta: Priscila Armani

Participantes neste episódio5
A

Andreia Freitas

HostJornalista
L

Leo

NarradorProfessor
M

Mariana

ComentaristaMillennial
N

Naná

Comentarista
P

Priscila Armani

Narrador
Assuntos4
  • A vingança de Claudinha ao destruir a casa do ex-marido com uma marretamarreta·vingança·destruição de propriedade
  • A história de Claudinha e seu casamento com um homem desorganizado financeiramenteClaudinha·organização financeira·reforma de casa
  • A descoberta da traição do marido de Claudinha e a decisão de divórcioDona Augusta·traição·divórcio
  • O confronto final de Claudinha com o ex-marido no supermercado e no fórumPão de Açúcar·confronto público·ameaça
Transcrição50 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
AFAndreia Freitas

Cadeirada. 1, 2, 3, paz! Oi, gente, cheguei! Cheguei para a primeira história do nosso novo quadro Cadeirada, o quadro onde você vai presenciar aí um barraco. Então estejam avisados. E hoje eu vou contar para vocês a história da Claudinha. Então vamos lá, vamos de história. Claudinha tava casada aí há 8 anos com um cara que era muito ok assim, um casamento legal, os dois trabalhando. Só que acontece que Claudinha sempre foi uma pessoa muito organizada no dinheiro e seu marido não.

Quando eles começaram ali a namorar Claudinha, muito organizada, já tinha um dinheirinho dela guardado, as coisinhas dela guardada. E o rapaz morava com a mãe. A mãe tinha dividido o terreno em dois e dado uma casa para este filho. Só que o filho não foi morar nessa casa porque ele preferia morar com a mãe, que ali na mãe ele tinha roupa lavada, tinha comida, não precisava pagar uma conta de luz separado, uma conta de água separado, que a mãe separou tudo, né?

Né? A mãe não queria que a casa fosse alugada para gente estranha, então a casa ficou fechada. E a gente sabe que o imóvel fechado com o tempo vai se deteriorando. Quando Claudinha começou a namorar este homem, a casa tava bem detonada, ninguém morava lá, enfim, as coisas meio que apodrecendo, telhado, essas coisas. O cara, depois de um ano e meio de namoro, pediu a Claudinha em casamento. E disse que tinha casa ali, mas que ele não tinha dinheiro para dar um tapa, uma reformada.

Claudinha, muito organizada financeiramente, foi lá e fez o quê? Deu uma reformada na casa para casa ficar boa para que eles fossem morar. Deu uma reformada na casa. Você tem dinheiro para os móveis, rapaz? E ele trabalhando, só que ganhando pouco, né? Não tinha. Claudinha, muito organizada, foi lá. Sabe loja? Eu já falei até aqui, né, que tem essas lojas que você compra todos os móveis e parcela tipo em 24, 36 vezes. Claudinha fez isso, comprou todos os móveis, 3 anos para pagar, mas com uma parcelinha ali dentro do orçamento dela, tudo direitinho.

Claudinha esperou chegar ali o seu 13º para conseguir comprar um fogão, uma geladeira e um micro-ondas usados. Os móveis ela comprou novinho, mas ali com o 13º dela não tinha como comprar novo, mas comprou usado em bom estado. Beleza. Única coisa que o cara botou ali foi a máquina de lavar roupa, que foi a mãe dele que deu. Então veja, Casa foi toda mobiliada, enfim, casaram e começaram a vida ali junto, dividindo certinho as contas, sem contar a parcela dos móveis que ela pagava sozinha.

Tudo certinho e a vida foi levando. Chegaram a 8 anos ali de casamento, um casal jovem. Nos planos de Claudinha, como eu disse, Claudinha muito bem organizada, Ela queria ter filho ali quando tivesse uns 10 anos de casamento. Curtiram bastante, tá tudo certinho, tudo pago. 8 anos depois ainda eram aqueles mesmos móveis e aquela geladeira, aquele fogão, aquele micro-ondas, tudo funcionando legal. Claudinha tinha comprado uma televisão grande para sala, era a única coisa que tinha mais nova ali, e a vida estava seguindo normalmente.

O marido de Claudinha mais a sogra não eram bem quistos na rua. Eles eram pessoas difíceis, era gente, os dois, que gostava de botar entulho na porta da casa dos outros. Sabe assim, quando você tira um sofá da sua casa, em vez de você chamar a prefeitura pra levar, você põe numa calçada mais pra lá, que não é a sua? O pessoal ali não gostava muito deles. Só que Claudinha, uma pessoa muito expansiva, muito sorridente, em 8 anos fez amizade ali com a rua toda.

Claudinha fazia unha ali na rua dela, comprava bolo. Claudinha tinha amizade com todas as pessoas. Inclusive, de um lado da casa era a sogra dela, do outro lado era outra vizinha que vamos chamar aqui de Dona Augusta. Dona Augusta também é uma senhora já muito boa. Então às vezes Claudinha ia pra feira, Dona Augusta já de idade, fala: Dona Augusta, o que que a senhora quer? Quer que eu traga alguma coisa? Dona Augusta dava a lista, o dinheiro, Claudinha trazia as coisas, dava o troco ali certinho.

Isso incomodava um pouco o marido e também a sogra, porque a sogra falava: Você fica se metendo com essa gente, essa vizinhança. Claudinha entrava por um ouvido e saía pelo outro, porque Claudinha é dada. Claudinha é amiga ali de todos. Claudinha, todo final de ano, ia para Aracaju ver a mãe dela, a família dela, e o marido não ia. A mãe dele também já tá de idade, então ficava ali com a mãe e tal. Isso nunca foi um problema. Claudinha ia para Aracaju, voltava, tudo certo.

Até que um dia, Claudinha está lá em Aracaju confraternizando com a sua família nas festas aí de final de ano, quando liga Dona Augusta desesperada. Claudinha já pensou: pegou fogo na casa, meu marido morreu, minha sogra morreu. Ela não conseguia falar direito. E aí o neto de Dona Augusta pegou o telefone e falou: Claudinha, tem uma mulher chegando aqui com malas beijando o seu marido.

?Voz B

E ela tá, ela tá entrando com mala e tudo aqui. Minha avó te ligou para te falar isso, tem uma mulher aqui.

AFAndreia Freitas

E o cara descreveu mais ou menos a mulher, não tinha nenhuma parente ali do cara que tinha essa vibe. E aí a Claudinha falou, filma para mim, me manda alguma coisa. Conseguiu só filmar assim eles terminando de entrar na casa, não deu para ver a moça direito. Na hora, Claudinha pegou o telefone e ligou para o marido, falou: escuta, já me avisaram aqui quem que é que tá aí em casa chegando de mala. Porque até então ela não sabia nada.

?Voz D

O cara falou assim para Claudinha: você sabe que essa casa é da minha mãe e eu quero me separar. Já peguei as suas coisas, já coloquei tudo em caixas, e já que a Dona Augusta tá fazendo foca, eu vou deixar lá na casa dela as suas coisas.

AFAndreia Freitas

Claudinha quase infartou, porque assim, o casamento deles era ok. De onde veio isso? Claudinha já desligou, começou a chorar.

?Voz C

A família acolheu, família ali conversando, e ela falou: não tem como mudar minha passagem agora.

AFAndreia Freitas

Então digamos que Claudinha fosse voltar, sei lá, no dia 6 de janeiro. Era ainda, sei lá, dia 2. Foi uma agonia.

?Voz B

Dona Augusta falou: tem roupa, tem bolsa, tem sapato, mas é só isso assim que tem. É nem secador de cabelo, que eu sei que você tem um bom, tá aqui. Só tá roupa, bolsa e sapato. Seus perfumes, suas coisinhas, não tá nada aqui também.

AFAndreia Freitas

Como que você recebe em pleno Ano Novo a notícia de que você vai voltar para sua casa e não tem casa mais. Você não tem mais onde ficar, você vai começar um ano novo sem nada. O marido sugeriu inclusive que ela ficasse lá por Aracaju mesmo. Só que assim, Claudinha trabalha, tem um trabalho aqui, né? Claudinha ligou para uma amiga, vamos dar um nome para essa amiga, Margarete.

?Voz B

Margarete falou: nossa, lógico, eu te acolho. Faz o seguinte, eu já vou na Dona Augusta agora lá para pegar suas coisas, para você não ter que voltar para lá, para quando você voltar você já voltar para cá, para minha casa. Avisa Dona Augusta que eu vou lá, vou pegar suas coisas e já vou trazer para cá.

AFAndreia Freitas

Que era um bairro diferente, então assim, né, ela não ia passar esse choque de chegar lá, né, na vizinha. Dona Augusta falou, ó, Margarete já tá aqui, tá levando suas coisas. Claudinha passou 4 dias lá com a família dela, chorando todos os dias e também muito ódio. Claudinha voltou arrasada. Ela teve todo o apoio da família dela, mas assim, gente, arrasada. Voltou para casa dessa amiga Margarete, e no prédio da Margarete era um prédio que era de um homem só, e ele alugava sem precisar de fiador, sem precisar de nada. E tinha ali duas unidades vagas.

?Voz B

Margarete falou: olha, você já não quer dar uma olhada? Porque aqui aluga rápido, é um prédio bom, tem segurança e tal, e a gente pode ir junto pro trabalho e tal. Vai lá, dá uma olhada no apartamento.

AFAndreia Freitas

Claudinha foi e viu, era um apartamentinho ali, tava arrumadinho assim, né, mas não tinha nada, nada dentro. Tava pintadinho, apartamento de um quarto só, mas pra ela só ali tava bom, né, pra pelo menos começar. E aí ela fechou, família dela ajudou a dar a caução lá que tinha que dar. Mas ela ficou morando com a amiga, né, alugou para segurar o apartamento. E aí ela foi ligar de novo para este marido, porque até então ainda era marido.

?Voz C

Escuta, tudo que tá aí dentro desse, dessa casa fui eu que paguei, eu quero todas as minhas coisas.

AFAndreia Freitas

Porque ela teria uma casa mobiliada, concorda?

?Voz D

O marido virou para ela e falou, tudo que tá aqui não vai aí fica pelo tempo que você morou na casa da minha mãe.

AFAndreia Freitas

A casa que a Claudinha reformou sozinha, que ela comprou todas as coisas sozinha, que eles dividiam todas as contas, inclusive o IPTU das duas casas. Quem pagava era a Claudinha e o cara. Claudinha ficou cega de ódio, tava junto com a Margarete.

?Voz C

Ela falou, Margarete, Se prepara porque eu vou presa.

AFAndreia Freitas

E a partir daqui, zona cinza, não sabemos. Em história de barraco existe zona cinza? Sim, mas eu vou deixar aí para o critério de vocês. Claudinha resolveu traçar um plano.

?Voz C

Ela ligou para Dona Augusta e falou: Dona Augusta, os vagabundos, esse casal vagabundo tá saindo para trabalhar?

AFAndreia Freitas

Dona Augusta já tinha mais informações. Eles saíam juntos para trabalhar porque eles trabalhavam juntos. Desde quando tinha esse caso, esse marido, não sabemos. Por que que agora, justo agora, ele decidiu pedir o divórcio para Claudinha? A moça, colega dele de trabalho, estava grávida.

?Voz B

Então aí ele quis assumir A moça, Dona Augusta, falou, sua sogra, outra sem-vergonha, porque tá concordando com tudo. E a moça, nariz em pé, nem bom dia falou para nós.

AFAndreia Freitas

Dona Augusta, aquela fofoqueira do bairro clássica.

?Voz C

Claudinha falou, Dona Augusta, preciso de um favor da senhora. Minha sogra, ela vai para igreja toda terça à tarde. Eu preciso só que a senhora me diga a hora que ela sair. Para ir para igreja e se os dois saíram para trabalhar na terça-feira. A senhora pode fazer isso por mim?

?Voz B

Claro, filha, posso sim. Mas inclusive ele já me deu um recado que ele trocou a fechadura.

?Voz C

Tem problema não, eu só preciso saber isso. A senhora pode fazer isso por mim?

?Voz B

Posso, claro.

AFAndreia Freitas

Na terça-feira, Dona Augusta avisou que a sogra tinha saído. Claudinha já estava na esquina com um amigo dela que tinha um caminhão. Claudinha falou para mim, Andréia, os móveis estavam bons, mas sabe móvel que assim, se você desmontar depois de 8 anos para montar em outro lugar, vai esfarelar, vai ficar ruim? Então o que que eu resolvi? Eu resolvi pegar apenas as coisas maiores assim que ainda estavam boas. A geladeira, mesmo depois de 8 anos e usada, tava muito boa.

Fogão, micro-ondas. Caminhão foi parado ali em frente com ajudantes. Claudinha, com uma marreta, marreta, abriu a porta delicadamente, a marretadas, e eles pegaram televisão, geladeira, fogão, micro-ondas, a mesa de jantar que tava boa com as cadeiras. Ela pegou o secador de cabelo dela, que a bonita já tava usando, tá, tava em uso. Toalha de banho que a bonita estava usando. Então assim, ela pegou as coisas, tudo que ela comprou ela pegou dessas miudezas, né, inclusive os perfumes dela, as coisas dela.

Tirou todas as coisas do casal de dentro do guarda-roupa e tacou no chão. E com a marreta ela marretou o guarda-roupa. Levou o colchão porque o colchão era dela e era novo, marretou a cama porque a cama era de 8 anos. E aí eu falei, mas como que você aguentou marretar? Ela falou, Andréia, não marretei até quebrar tudo, eu marretei de um jeito que eles não conseguissem consertar. Então quebrei ali bem no meio do estrado, quebrei ali bem no meio daquela, daquela madeira lateral da cama, quebrei o guarda-roupa, tava fácil de quebrar ali, dei uma desmontada, quebrei, quebrei a cômoda, também era minha.

Aí fui para o banheiro, quebrei o vaso sanitário, que eu que botei, quebrei o box, quebrei a pia. O espelho não quebrei, que dá azar. Levei a TV O sofá já tava muito velho, mas eu rasguei todo sofá da cozinha ali, quebrei também os móveis de cozinha, quebrei a pedra da pia que fui eu que pus, quebrei tudo. Peguei minhas coisinhas, só não quebrei a máquina de lavar que foi a mãe dele que deu. Não estraguei as coisas deles, mas deixei tudo lá no chão porque estava no meu guarda-roupa, na minha cômoda.

Levei meus pratos, levei meus copos, Enfim, o que ela não levou que era dela, ela quebrou a casa. Parecia que tinha sido assaltada, depredada, assim, uma coisa absurda. Cortina levou que era dela, os vidros da janela que ela tinha trocado, quebrou todos os vidros. Ai, meu Deus! Quebrou tudo. Bom, Claudinha demorou ali umas 2 horas e meia. E aí teve uma hora que até um cara tava carregando as coisas, falou assim: é, e se a polícia aparecer?

?Voz C

Ela falou: eu tenho nota de todas as coisas, as coisas são minhas, eu posso quebrar que elas são minhas.

AFAndreia Freitas

Quebrou a casa toda. Nisso já tinha vizinho na porta assim, já tinha Dona Augusta pedindo para dar uma olhada como tinha ficado a casa. Claudinha foi embora, agradeceu ali Dona Augusta.

?Voz C

Não me falou nada, a senhora não me viu, eu não te vi, e é isso.

AFAndreia Freitas

E foi embora. A sogra voltou da igreja e não foi lá, porque a casa era toda separada, né? Inclusive a entrada, tudo, tudo separado. Sogra não foi lá. Quando eles chegaram, 7 horas da noite, o cara gritava, xingava Claudinha de tudo quanto é nome, porque ele sabia que tinha Claudinha, né? E aí ele ligou para Claudinha: você destruiu minha casa!

?Voz C

Não, não quebrei uma parede, quebrei nada. Eu quebrei, eu tirei o que era meu, que eu paguei, que eu tenho nota.

AFAndreia Freitas

Inclusive dos usados eu exigi nota, porque se quebrasse uma semana depois, ela tinha nota de tudo. Claudinha muito organizada.

?Voz C

E tudo que eu quebrei eu tenho nota, eu comprei, eu paguei sozinha. Então vai, bota aí, bota isso no nosso divórcio.

AFAndreia Freitas

Foi aquele quebra-pau. Ela achou que ele fosse chamar a polícia, mas segundo Dona Augusta, a mãe dele não deixou chamar a polícia. Aí vocês vão falar, ela não deixou para, sei lá, preservar a Claudinha? Não, ela tinha medo que a Claudinha invertesse alguma coisa e desse alguma Maria da Penha. Então a mãe convenceu ele Dili a não chamar a polícia. Claudinha foi comprando depois os móveis aos poucos. Só o colchão que ela não teve coragem de usar, ela acabou vendendo porque tava novo.

Mas a Flores dormiram no meu colchão, sabe? Não vou dormir nesse colchão que eles deitaram juntos. Foi a única coisa da casa que ela pegou que ela não aproveitou. E aí ia rolar o processo de divórcio e ela falou, bom, Botei na mão de uma advogada, contei para ela tudo que eu fiz. Advogada riu muito, mas falou: e Claudinha, né? Mas vamos ver, vamos dar um jeito nisso aí. Claudinha foi seguindo a vida, porque agora ela falou: Andréia, toda aquela mágoa que eu senti, aquele choro, virou ódio.

E aí tô eu no Pônei de Açúcar fazendo compra normal, comprando umas coisinhas que eu precisava ali para minha casinha nova, comprando, pagando móveis parcelados, enfim, né, com a vida ali um pouco difícil, quando eu escuto o desgraçado passar por mim e falar, mas é uma baranga mesmo! Me chamou de baranga, eu nem tinha visto ele no Pônei de Açúcar. E ele lá com a nova mulher dele, com a barriga grande, só que eu ainda esposa dele no papel.

Falei, bom, é barraco que você quer, meu amor? É barraco que você vai ter. Claudinha voou nele, começou a jogar coisa nele, pegou uma lata que ela não sabe se era ervilha, milho, e deu na cabeça dele. E aí sim chamaram a polícia.

?Voz C

Quando a polícia chegou Claudinha falou: meu marido no papel com a vagabunda dele grávida me xingando no Pão de Açúcar.

?Voz B

Lá é briga de marido e mulher, vocês querem fazer ocorrência? Ele te bateu?

AFAndreia Freitas

Ele já perguntou, né? Não, eu que bati nele. E aí ele não quis ir fazer ocorrência. Depois disso, eles só se encontraram no fórum Só pra, tipo, né, se divorciar ali. Só se encontraram mais uma vez e só. E a Claudinha, lá no fórum, na hora de sair, ela falou: Então sabe a marreta que eu usei na sua casa?

?Voz C

Se você passar perto de onde eu estiver de carro, eu vou marretar seu carro inteirinho.

AFAndreia Freitas

Mas ela nunca fez isso, né? Foi só uma pequena ameaça. Com a advogada dela do lado. A advogada ainda falou: Você não pode falar esse tipo de coisa.

?Voz C

Comigo aqui de testemunha, que você me complica.

AFAndreia Freitas

E aí o cara também nunca passou perto. Que que vocês acham?

PAPriscila Armani

Oi, galera do Não Inviabilize, eu sou a Naná daqui de São Paulo e eu tô aqui me matando de rir, vibrando demais com Claudinha, porque é isso mesmo, tem mais aqui dar umas marretadas. Se a maioria das mulheres agisse dessa maneira com esse bando de homem folgado que a gente tem ouvido por aqui Eu acho que a coisa vai começar a mudar. Ela não fez nada demais, só resgatou o que era dela e destruiu o que era dela também. Marretada neles! Beijo, Claudinha, boa sorte na sua vida nova.

LLeo

Oi, Não Enviabilízers, meu nome é Mariana, falo de Maracás, na Bahia. Claudinha, você é minha diva! Finalmente histórias onde mulheres traídas não vão sair tão pra baixo ou tão mal. Claudinha, você é uma diva. Não passo pano para você porque eu acho que a gente só passa pano para quem erra, e você não errou.

?Voz B

É isso, um beijo.

LLeo

Fica em paz, Claudinha, que você não errou em absolutamente nada. O seu único erro que você teve na sua vida foi se envolver com ele. Mas enfim, agora eu tenho certeza que você tá num lugar muito melhor, com pessoas muito melhores que gostam muito de você. Um beijo, tchauzinho, gente.

AFAndreia Freitas

É isso. E esse foi o barraco, foi a cadeirada aí. Em forma de marreta da Claudinha. Comentem lá no nosso grupo do Telegram, sejam gentis. A gente sabe que tem gente que vai concordar, tem gente que não vai concordar, mas é um quadro de barraco, gente. Então é o que vocês têm que esperar desse quadro, é isso. Um beijo e eu volto em breve.

LLeo

Quer a sua história contada aqui? Escreva para noninviabilize@gmail.com.

AFAndreia Freitas

Cadeirada é mais um quadro do canal Não Envelhecem.

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