PANE PÔNEI
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- A história de Roberto e Miriam e a casa com a famíliaMiriam·Roberto·Família·Casa própria
- Abertura de uma padaria clandestina no imóvel de RobertoPadaria clandestina·Imóvel·Roberto·Irmã do Roberto·Marido da irmã
- A Panepone e a mudança na dinâmica familiarPanepone·Miriam·Roberto·Relações familiares·Padaria artesanal
- Conflitos familiares por despesas e promessas de casamentoDespesas familiares·Casamento·Promessas·Roberto·Miriam
Picolé de limão, o refresco ácido do seu dia.
Oi gente, cheguei, cheguei para mais um picolé de limão e hoje eu não tô sozinha, meu publi. Quem tá aqui comigo hoje é a Hidrabene, a marca cor-de-rosinha que eu amo. A Hidrabene tá revolucionando, trazendo produtos coreanos com custo-benefício ótimo na sua nova linha K-Beauty. Olha que chique! Essa linha oferece alta tecnologia, ativos inovadores e reconhecidos internacionalmente, resultados perceptíveis com uso contínuo e fórmulas desenvolvidas especialmente para as necessidades da pele brasileira.
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E ainda proporciona o desejado efeito pele de vidro. Gente, tô passada! E o terceiro produto é o K-Serum GHK-CU, que estimula a produção de colágeno, melhora a firmeza e a elasticidade da pele e ajuda a suavizar linhas e sinais de envelhecimento. Conheça agora a linha de lançamento da Hidrabene, a K-Beauty. Eu vou deixar o link certinho aqui na descrição do episódio. E fica comigo que no final tem o quê? Tem cupom! E hoje eu vou contar para vocês a história da Miriam.
Então vamos lá, vamos de história! Miriam conheceu Roberto, eles tinham ali 31, Miriam, e 35 o Roberto. Roberto, um homem muito, muito trabalhador. Quando ele tinha 16 para 17 anos, o pai dele morreu, ficou Roberto, irmã dele tinha ali uns 10 anos e a mãe. A partir daquele momento, o Roberto completou ali o ensino médio e já foi trabalhar. Roberto teve a sorte de entrar numa grande empresa. Dentro dessa empresa, ele cresceu, ele conseguiu fazer faculdade custeado ali pela empresa, e Roberto foi aí progredindo.
Quando ele tava com 31 para 32 anos ali, ele conseguiu comprar uma casa. E como essa casa. A pessoa que tava vendendo fez uma casa embaixo que tinha quintal ali nos fundos e começou a fazer uma casa em cima. Então assim, seriam dois andares, só que casas separadas. Tinha uma escada ali, né? Mas a casa de cima estava inacabada. Eles saíram do aluguel e na cabeça do Roberto, ele sempre quis ter a família dele. Já tinha tido umas namoradas, mas nada muito sério ainda, muito firme.
E então ele começou a terminar casa de cima, que tava só no bloco assim, né, para ele morar sozinho. A mãe veio com a mudança toda com a irmã. E a casa de baixo era uma casa boa, tinha garagem, tinha um terraço, 3 quartos. E lá em cima também terraço, 3 quartos, só não tinha quintal, né. Na parte de cima não tinha a parte do quintal e a parte da garagem. Para mãe dele ali, que tem 2 cachorros, era ótimo ficar ali na parte de baixo, porque os cachorros tinham mais espaço e tal.
Roberto começou a reformar a parte de cima. A parte de baixo estava acabada com acabamento simples assim. Roberto contratou um arquiteto. Aqui eu deixo a dica para vocês: a gente acha que é caro o trabalho de um arquiteto, mas, gente, não é. Para fazer um projetinho para você, vale a pena. Você vai economizar, mesmo que seja uma reforma, mesmo que sua casa esteja no reboco e você quer fazer algumas coisas. Consulta um arquiteto, não custa você perguntar o preço assim.
E aí ele falou, bom, eu quero fazer um negócio bonito então aqui, com acabamento legal. Então ele começou ali quando ele tava com 33, com 34 essa casa tava pronta, bonitona, e o Roberto se mudando para lá. Com 35, Roberto conheceu Miriam. Miriam morava com uma tia, seus pais morando em outro estado, começou um namoro ali. Roberto um cara que queria muito casar, queria muito uma família. Passado ali um ano, pediu a Miriam em casamento.
Quando o Roberto estava ali com 37 e a Miriam 33, eles casaram e foram morar naquela casa que o Roberto terminou. Então a mãe e a irmã do Roberto morando embaixo e ele morando ali em cima com a Miriam. A irmã do Roberto, que é 7 anos mais nova que ele, fez ali embaixo na parte da garagem um negocinho de manicure. A mãe do Roberto recebe 2 salários mínimos de pensão do marido que faleceu. Então assim, lá embaixo essa renda, 2 salários mínimos, e o dinheiro das unhas, né, da irmã ali do Roberto.
Então a Miriam falou, Andréia, por baixo ali elas juntas no mínimo ganhavam ali uns R$5.000.
Quando o Roberto terminou tudo da casa, uma pessoa lá do trabalho dele que era da contabilidade falou assim para o Roberto, olha, é melhor você formalizar sua mãe e sua irmã lá na sua casa, porque a gente não sabe, daqui a pouco sua irmã casa, bota alguém lá para não dar um problema.
A própria firma ali fez um documento como se ele tivesse alugando sem que a mãe dele pagasse aluguel, algo assim. Mas estava documentado ali, né, que a mãe dele tava ali, não tinha um prazo, mas, né, tinha tipo regras se o Roberto precisasse da casa, enfim. Na época, Roberto nem conhecia a Miriam, e depois ele contou para Miriam que a mãe e a irmã ficaram meio chateadas, mas enfim, assinaram. Só que Mesmo elas tendo uma renda de R$5.000 ali, era o Roberto que pagava a água e a luz lá de baixo, né?
Porque era assim, era separado, tudo separado. Pagava a internet delas, a TV a cabo delas, e dava para mãe o VR.
Quando ele casou com a Miriam, a Miriam falou: bom, agora vale alimentação, a gente vai, né? Se a gente puder, seria uma boa.
Miriam trabalhando também. Né, Roberto falou, ah, tá bom, vou conversar com a minha mãe. Tirou delas o vale alimentação. E aí elas ficaram já meio assim com a Miriam. Poxa, elas têm a renda delas, né? E aí ela falava, ah, mas a gente gasta muito com os cachorros. Gente, você não gasta R$5.000 com 2 cachorros, né? Miriam e Roberto, eles não tiveram festa de casamento. Casamento deles ali foi no civil, um almoço, e é isso. O tempo passou.
Miriam engravidou e teve gêmeas. Uma casa ali com 3 quartos, ótimo. Então cada filhinha teria o seu quarto, tudo perfeitinho, vida seguindo, eles conseguindo pagar as contas ali, morando sossegado, morando bem nessa casa aí do Roberto. Quando as meninas nasceram, Roberto tava muito feliz, mas tava um pouco preocupado. A mãe dele foi lá ver as crianças e tava com a cara meio feia, porque uma coisa que o Roberto não tinha comentado com a Miriam, mas também não tava impactando ali a vida financeira deles, mas era uma coisa cara.
Roberto pagava convênio para mãe e para irmã. O convênio da empresa dele não aceita dependente, então tanto a Miriam quanto as crianças agora não teriam convênio. A empresa da Miriam não dá convênio e ele pagava um convênio da mãe e da irmã.
Roberto conversou com a mãe falando: olha, agora que as crianças nasceram, eu preciso pagar convênio para elas e para Miriam. Então assim, eu não vou conseguir pagar convênio de vocês.
A irmã dele já com 30 anos, a mãe dele saudável, se quisesse trabalhar ainda, mas vivia ali com aposentadoria do marido, que era ali de 2 salários mínimos, então sei lá, uns R$3.000. E elas ficaram chateadas ali, botando tudo isso na conta da Miriam, sendo que era o Roberto que ia lá e conversava, né, com a irmã e com a mãe.
Ele sempre falava para mim, Miriam, eu me sinto responsável porque eu sou o mais velho. Eu fiquei tipo como o homem da casa, mas eu não consigo financeiramente, eu não consigo fazer tudo. A gente agora que eu não vou pagar o convênio delas vai ficar mais suave para poder fazer mais coisas para as meninas.
E mesmo que dali um tempo, quando a Miriam voltasse da licença maternidade, ela ia colocar as crianças numa creche, né, para poder voltar a trabalhar. Então eles queriam uma creche que eles pudessem pagar tal, e esse dinheiro do convênio da irmã de 30 anos, né, e da mãe ali ia fazer falta.
Roberto falou, poxa, se eu pudesse até mantinha o convênio da minha mãe, mas não tem como, que era o mais caro de todos, né.
Paralelo a isso, a irmã do Roberto tinha conhecido um cara E estava namorando. Ela manicure, o cara trabalhava lá numa padaria, um cara gente boa. Miriam falou, gente boa o cara. Passado um tempo, a irmã do Roberto chamou ele lá para perguntar se ela casasse, se ela podia morar ali com o cara para poder ficar com a mãe, né? Ali ela não queria deixar a mãe sozinha.
Roberto falou, olha, por mim não tem problema nenhum, ele é um cara gente boa, pode, pode ser mesmo, porque a gente tem um contrato lá que é como um contrato de aluguel, você pode pôr na casa aí quem você quiser, né, junto com você, eu não tenho que opinar sobre isso, mesmo que vocês não paguem aluguel, a gente tem um contrato.
Uma irmã ficou muito feliz e aí começou a saga. Essa irmã e a mãe sempre sonharam para essa irmã um casamento de luxo. Só que elas têm dinheiro? Não. O rapaz trabalha na padaria, então também não tem dinheiro para um casamento de luxo. Para ajudar ali as três era uma renda a mais, beleza, mas para um casamento de luxo não. E aí a mãe e a irmã fizeram um almoço com o rapaz ali presente também, né? Chamaram a Miriam, chamaram o Roberto.
A Miriam com as gêmeas pequenas e tal desceu, né? Porque tá ali, né? Chegou no almoço, a irmã do Roberto tinha uma planilha. O que era essa planilha, gente? Elas queriam fazer um casamento para 150 pessoas da família do cara ali. Eram umas 50 pessoas e delas umas 100 pessoas entre amigos, família e tal. Segundo a mãe dele, quando o pai morreu, o Roberto com 17 anos prometeu que quando a irmã casasse ele ia honrar essa festa. Roberto lembra dessa promessa?
Não. Mas mesmo se ele tivesse feito, gente, com 17 anos, ah, vou honrar o dia que minha irmã casar, eu que vou bancar. Gente, os planos mudam, né? E assim, ele tinha 17 anos, mas ele não lembra de ter feito essa promessa. Elas estavam muito emocionadas, falaram muito ali no nome do pai, né? Mesmo que o pai não tivesse sido um marido tão legal, um pai tão legal, mas agora ele era, né? Um santo. Choraram e passaram aquela conta para Roberto.
Roberto não tinha dinheiro para fazer aquele casamento, mas ele ficou muito sem jeito. A Miriam também ficou sem entender.
Roberto prometeu um negócio desse?
E almoçaram ali, todo mundo emocionado, elas já agradecendo o Roberto. Roberto calado, porque assim, ele não tinha esse dinheiro.
E aí eles subiram e a Miriam falou: Roberto, você prometeu um casamento de pompa, que nem com empréstimo. Você vai fazer um empréstimo? Como é que vai ser isso? Não, eu não vou fazer, porque assim, eu não lembro, assim, eu não lembro de ter feito essa promessa. Eu lembro sim que eu falei que eu ia bancar a casa e eu banquei. E só agora, depois que as crianças nasceram, que eu não pago mais o convênio delas. Mas assim, a água, a luz, essas coisas eu sempre paguei.
Agora que o cara vem aí, vai morar aí, eu não vou pagar mais também. Mas o casamento não vou bancar.
E aí ele esperou o dia seguinte, o almoço foi no domingo, na segunda-feira para falar com a irmã antes de trabalhar.
Ele falou, já vou avisar ela agora que é para ela já refazer os planos, porque assim, a gente não teve festa de casamento, né? Eu não vou fazer empréstimo, me endividar para fazer uma festa para ela.
Ele falou E assim, só ouvia os gritos dela chorando e gritando, falando que ele não tinha palavra, que não sei o quê. Roberto Dali foi trabalhar. Miriam ainda tinha um períodozinho de férias ali para tirar. Quando foi mais tarde, a irmã dele subiu para brigar com a Miriam, para falar que a culpa era da Miriam. Que a Miriam que fazia a cabeça do Roberto, para o Roberto não pagar.
E a Miriam falou, olha, eu não faço a cabeça do seu irmão, tanto que ele paga as contas de vocês até hoje. Que se fosse por mim, vocês são adultas, vocês já estariam pagando as contas de vocês. E não, eu não falei, eu nem me meti nisso de casamento, porque eu não sei que tipo de promessa que ele fez para vocês. Eu não quero saber disso.
Mas a irmã falou um monte ali, virou para Miriam e falou, você não é bem-vinda aqui. Sendo que o Roberto casou com a Miriam. E a casa dele. Miriam ligou para o Roberto, contou. Roberto ficou muito bravo e ligou para mãe.
Olha, a fulana subiu lá em casa para destratar minha esposa e falar que ela não é bem-vinda aqui. Se eu tiver que escolher, eu vou escolher. Eu tenho uma família agora, tenho minhas filhas. Então assim, é bom todo mundo ficar em paz aí, porque se não for uma casa para ter paz, alguém vai ter que sair. Esse alguém não sou eu e minha mulher.
A mãe ficou quieta, falou, ah, vocês vão me deixar doente, que não sei o quê, aquele papo, né? A partir desse dia, nem o cara, que era gente boa, nem a irmã do Roberto olhavam mais na cara deles. Casaram apenas no civil, fizeram um almoço, não chamaram Roberto e a Miriam, morando na casa do Roberto, hein? Passado uns 2 meses, Roberto realmente parou de pagar a água que ele pagava, a luz, a internet, TV a cabo, Mas ele avisou antes, ele falou, vou pagar abril, que a gente tá em maio, junho já vou cancelar o contrato.
Você quer passar o contrato para o seu nome? Já vê o que você vai fazer.
Água e luz ele mesmo conseguiu passar para mãe dele ali. A internet e a TV, como ninguém falou nada, ele cortou o serviço. E aí foi mais uma briga. O cara foi reclamar com o Roberto que, ah, ele cortou E eles não tinham agora para botar. Como assim não tinha para botar, gente? Queriam a senha do Wi-Fi do Roberto, pegaram a senha. Até hoje eles não têm internet. Recentemente a irmã foi sugerir um bem bolado para o Roberto, porque a casa ali do Roberto tá numa área muito boa, que é tipo mista, né, comercial-residencial.
O cara, o marido da irmã do Roberto, sugeriu que ele, a mãe e a irmã mudassem dali. E naquela parte de baixo que ele já cedia para irmã e para mãe, o cara montasse uma padaria.
O Roberto falou: não, eu cedi aqui para elas morarem. Se elas saírem daqui, elas têm todo direito de sair, mas aí aqui embaixo eu vou alugar para alguém residencial, não comercial. Não quero uma padaria, não quero morar em cima de uma padaria. Vocês podem continuar morando aí e alugar um outro ponto para fazer a padaria.
Só que aí é mais complicado, né? Mais uma briga. A irmã subiu lá para falar que ele tava frustrando os sonhos da família, e a mãe sempre fica do lado da filha, né? Nunca foi do lado do Roberto. Um belo dia, Roberto desce a escada ali para trabalhar e ele sentiu um cheiro. Na frente ali são duas garagens. Uma garagem virou um mini salãozinho de manicure da irmã e a outra era uma vaga de garagem do Roberto. E ele sentiu um cheiro de pão.
Ele foi até a porta, que agora a garagem ali era tipo um salãozinho com porta, com tudo, né? Quando ele abriu a porta, que que tinha? Tinha uma lanchonete, uma padaria, sem falar com ele, sem ter nenhuma regulamentação de prefeitura, de nada, no imóvel do Roberto, que ele falou que não era para fazer. Ficou p da vida e deu um ultimato.
Vocês têm um mês para tirar tudo daqui, porque tinha, tinha equipamento, tinha tudo.
E agora eles estão nesse dilema. O Roberto disse que vai denunciar porque é tudo ilegal ali, tipo uma padaria clandestina. Eles não querem tirar a padaria de lá. A mãe fica falando que ela tá ficando doente porque os irmãos só brigam. E irmã do Roberto joga culpa de tudo na Miriam, que a Miriam que faz a cabeça, porque se não fosse a Miriam O Roberto ia aceitar sim a padaria, sendo que o Roberto toma as decisões dele. E aí aqui, gente, eu acho que o cara, o marido da manicure, né, da irmã do Roberto, foi esperto assim.
Miriam deixa as crianças na creche, vai trabalhar e volta. Agora ela trabalha, fez um acordo na empresa que ela trabalha meio período e ela volta tal. Agora quando ela volta Eles estão servindo almoço lá e o cara leva um almoço para Miriam. E agora o cara deixa de manhã pãozinho fresco lá. Roberto tá indignado, ele não quer uma padaria lá, mas a Miriam, Miriam tá apaixonada pela Paneponi, que é a padaria que tá lá embaixo. E aí, de uma eterna briga, agora a irmã já sobe lá, já leva coisa para as meninas.
Ele sobe: ó, tá aqui, Miriam, ó, aqui é um misto quente, um bauruzinho para você, toque um suco de laranja. Pô, ai, gente, eu sou, eu sou pró-panipônei. Roberto está bravo porque assim não aceitou uma padaria, ele não quer uma padaria lá.
Miriam falou: Roberto, agora já tá lá, vamos ver o que que eles precisam para fazer direito, para, né, ter a autorização da prefeitura, essas coisas. Pô, a comida do cara é boa, tal, tá me dando uns almoços.
Ai, meu Deus, eu achando que essa história ia acabar mal, né? E agora Miriam tá a favor da Panepone e Roberto continua muito bravo e contra, só que ele ouve muito a Miriam. Então ele fala que ele vai denunciar, mas até agora ele não denunciou. E por conta dessa, é que é uma mini padaria artesanal assim, né? A relação com a sogra não, que a sogra é mais chata, tudo a sogra fala que tá doente. Então, mas a relação com a irmã tá melhorando bastante assim.
Ele faz umas vitaminas para as crianças, Tá ganhando eles pelo estômago, tá. Final de semana tem tipo pizzada, ele leva uma pizza lá. Roberto come da pizza, sim, mas come assim meio bravo. E aí a Miriam aproveita para falar, poxa, agora já tá aí, vamos ajudar eles a deixar, né, regulamentar aí. O cara tá trabalhando, ele já trabalhava em padaria, ele tem todo o conhecimento. E a coisa vai, gente, porque se você faz uma comida gostosa, todo mundo volta.
Ele vende muito Marmitex. Colocaram do lado um exaustor assim e o cheiro não vai, não entra nem na varanda lá da Miriam. A Miriam falou, Andréia, não entra. A gente tinha essa preocupação. O cheiro não vem para cá. Eu sinto um cheiro assim como se eu morasse na rua de um restaurante. Eu sinto um cheirinho gostoso, delícia, mas minha casa não fica com cheiro de comida, não fica com cheiro de pão, de carvão, nada. Ele colocou um exaustor assim bom mesmo.
Então, gente, sei lá. A Miriam falou, Andréia, eu não consigo convencer o Roberto, ele tá muito bravo porque é uma coisa que ele falou que não era para fazer, eles fizeram. Mas assim, tá sendo bom para o bairro, tá sendo bom para gente aqui. E assim, né, e agora o Roberto não paga mais nenhuma conta deles. Parece que o cara lá agora tá pagando o convênio da da mãe do Roberto. Então assim, né, e aí, vocês são a favor ou contra a Panepone?
Miriam, numa virada histórica, agora é a favor. Eu sou muito a favor, porque, né, poxa, se eu tivesse uma padaria aqui do lado, sei lá o que ia acontecer na minha vida, mas eu ia amar. Então não sei, vocês estão com o Roberto, que é contra, porque eles fizeram tudo escondido, e estão lá sem autorização assim, né, da prefeitura, essas coisas. Então agora que eles estão começando a ver essas coisinhas, ou vocês estão com a Miriam.
Roberto já tá num ponto que se tiver briga sai todo mundo da casa dele. O que que vocês acham?
Oi, não enviabiliza. Aqui é Ana Paula, eu moro na Itália, na cidade de Cosenza. Eu acho que assim como ela, eu também ia adorar receber essas comidinhas, esses mimos em casa. Quem não gosta, né, dessas comidinhas de padaria? Mas eu acho que isso lá na frente pode virar um problemão para família. A gente já ouviu aqui tantas histórias, né, que enfim, é família, né, gente, não tem muito como ser otimista. Então eu acho que tem que ser resguardado pela lei, tem que ser procurado um advogado.
Não sei se é o caso de dividir, colocar tudo dentro das regras para lá na frente ninguém ter uma surpresa. E Miriam, enquanto for possível, aproveita isso, porque eu também adoro comidinhas de padaria.
Oi gente, meu nome é Débora, falo aqui do Rio de Janeiro. Sinto muito, mas por mim é não. O cara simplesmente foi contra a autoridade do dono do imóvel e montou, mesmo contra a vontade dele, a panificadora. Eu gosto muito de pão, gosto muito de uma comidinha já pronta. Eu sei que tem os benefícios, tem os prós, mas também tem um contra dele ter desrespeitado a autoridade do dono da casa. Afinal de contas, ele é o dono da casa.
O cunhado chegou depois, então ele deveria ter conversado antes, deveria ter insistido, mas não fazer o que ele fez. Achei uma tremenda falta de respeito. Então, por mim, é não a Pan e Pony.
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