Episódios de Não Inviabilize

EDUCADA

20 de agosto de 202619min
0:00 / 19:59

Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!

Use a hashtag #Educada e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilize

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Envie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.

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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia

Vinhetas: Pipoca Sound

Voz da vinheta: Priscila Armani

Participantes neste episódio3
A

Andreia Freitas

HostJornalista
L

Leo

HostProfessor
P

Priscila Armani

Host
Assuntos3
  • Assédio e Perseguição· SociedadeFlores com mensagem ofensiva·Caixa com conteúdo desagradável·Cartas e ligações anônimas·Sabotagem de serviços essenciais·Sacola com coração de boi na academia·Esposa de colega de trabalho
  • Investigação e Consequências· SociedadeBoletim de ocorrência·Delegacia de crimes cibernéticos·Identificação do agressor·Processo cível e criminal·Ordem de restrição·Guarda dos filhos·Internação psiquiátrica
  • Impacto Psicológico e Social· SociedadeMedo e abalo emocional·Afastamento médico·Trauma duradouro·Hate nas redes sociais·Transferência de colega de trabalho
Transcrição29 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia.

?Voz B

Oi, gente, cheguei! Cheguei para mais um Picolé de Limão e hoje eu não tô sozinha, meu publi! Quem tá aqui comigo hoje é a Ema. Amor, para ter qualidade de vida, uma boa noite de sono é fundamental. E dormir bem, com conforto, faz toda a diferença no nosso dia a dia, né? O Festival do Cliente Ema chegou e Ema te convida a fazer parte dessa história pelos próximos anos. Escolher um colchão Ema vai muito além de uma mera compra.

Vocês sabem que eu sou suspeita para falar, né? O primeiro dinheiro que eu ganhei no podcast, eu comprei um colchão Ema para mim e um colchão Ema para Janaína. Comprar um colchão Ema é investir em uma tecnologia desenvolvida para transformar a qualidade do seu sono, com materiais de alta performance e durabilidade comprovada, com até 10 anos de garantia.

?Voz C

Gente, EMA é tudo, sério!

?Voz B

E mais do que uma promessa, essa garantia EMA é a prova da confiança que a marca tem na qualidade dos seus produtos e no impacto que eles podem ter aí na sua rotina. Pra que você durma muito, mas muito melhor. Ema, sabendo que muita gente adia o momento de trocar o colchão, mesmo entendendo que uma boa noite de sono muda vidas, lança o Festival do Cliente Ema, com descontos e ofertas imperdíveis, fazendo deste o momento ideal pra você investir em mais disposição, conforto, qualidade de vida.

Você vai ficar mais felizinho, vai por mim, gente, sério. Investe em você, investe num colchão Ema.

?Voz C

Sério, vai mudar sua vida.

?Voz B

Eu vou deixar o link certinho aqui na descrição do episódio. E aproveita porque, ó, tem desconto e tem cupom.

?Voz C

E hoje eu vou contar para vocês a história da Sabrina. Então vamos lá, vamos de história. Sabrina trabalha numa empresa muito grande que a gente vai chamar aqui de Poney Paper. Já tem 4 anos que a Sabrina trabalha na Pony Paper e hoje ela tem 28 anos. Sabrina é uma moça muito caseira, trabalha de segunda a sexta, pega o fretado da Pony Paper logo cedo e depois o fretado da Pony Paper no final da tarde. Quase não sai, não faz baladas, não está namorando atualmente e mora sozinha.

Então assim, Sabrina tem uma vida muito tranquila. No departamento ali que a Sabrina trabalha, ela se dá bem com todo mundo. Nunca teve um confronto, uma inimizade, nada nesses 4 anos de empresa. Um dia, Sabrina tá lá trabalhando quando uma moça ali do departamento dela falou: Sabrina, vem até aqui que tem uma encomenda aqui para você. Sabrina foi e eram rosas vermelhas. Mais ou menos ali meia dúzia de rosas, umas rosas bonitas vermelhas, e tinha um cartão.

Quando a Sabrina abriu ali aquele cartãozinho pra ler, tava escrito: Como é ser a maior vagabunda da Pony Paper? Estava ali no envelopinho do cartão o nome dela e o departamento. Então assim, não era pra outra pessoa, era pra Sabrina. Mas a Sabrina nunca se envolveu com ninguém da empresa. Sabrina na hora ficou muito abalada. Sabrina tinha uma chefe, mas a chefe dela não estava naquele dia, então ela foi direto no RH. O RH disse que ia apurar e dispensou a Sabrina naquele dia, né, para ir para casa.

Mas a Sabrina, como ia e voltava de fretado, ficou com muito medo de repente sair e ter alguém esperando ela ali fora. E ela resolveu não ir embora, resolveu ficar trabalhando. E aquilo se espalhou pelo departamento e pela empresa inteira. Uns dias depois, o RH chamou a Sabrina e disse que tinha sido um entregador, um motoboy, que tinha deixado as flores lá. E as flores não tinham nenhuma etiqueta para dizer de que empresa que era.

Então, assim, não tinha como rastrear. O motoboy, como todos os outros motoboys, tinha deixado a moto na rua e deixou as flores ali na portaria. O pessoal ali da portaria que destina para onde vão as coisas, ninguém entra na empresa. Então não tinha como saber nem a placa da moto para saber, sei lá, né, tentar fazer um boletim de ocorrência, alguma coisa. Nem intimidade ela tinha com nenhum cara ali da empresa, sabe assim, nem saía para almoçar junto, nada dessas coisas.

Então assim, quem que tava chamando ela de vagabunda? Uns dias depois, Sabrina recebeu uma caixinha pelo correio. Não tinha remetente ali, ela já ficou cismada. Recebeu na casa dela, só que o porteiro pegou de manhã. Sabrina chegou ali 7 e pouco da noite em casa e essa hora o porteiro já não tava mais. Então ele deixa ali nas caixinhas de cada um. E a caixinha da Sabrina tava cheirando muito mal. Sabrina não abriu a caixinha, chamou a síndica Tava escorrendo uma coisa assim que parecia, segundo a síndica, vamos chamar a síndica de Dona Wanda, parecia um óleo que sai de lata de sardinha, mas também tinha um pouco de cheiro de cocô e parecia cocô humano.

Aquela caixinha foi jogada no lixo e a Sabrina nem chegou a abrir. Sabrina recebia agora ligações de números restritos onde ninguém falava nada. Sabrina recebeu várias cartas Umas 6 pelo correio, tipo cartão postal assim, só que dentro de envelope. Quando ela abria, tava escrito puta.

?Voz D

E aí a síndica, Dona Wanda, falou para ela: olha, você tem que ir até uma delegacia fazer um boletim de ocorrência.

?Voz C

Mais do que fazer o boletim de ocorrência, Sabrina queria saber o que que ela tinha feito para alguém para chegar naquele ponto. Que assim, ela não tinha namorado, não tava saindo com ninguém. Não estava envolvida com ninguém, não tinha inimizade com ninguém. Quem estaria fazendo aquilo com Sabrina? Sabrina nem era uma pessoa grossa, ela era super educada com todo mundo. Então assim, gente, não fazia sentido. Sabrina foi fazer o boletim de ocorrência e meio que achou que ali não ia dar em nada assim, porque sabe, ninguém, ó, nossa, foi uma coisa Fizeram o BO ali, indicaram para ela que tinha agora uma delegacia de crimes cibernéticos, mas assim, tudo muito— ah, vamos ver. Um dia a Sabrina chega em casa e a luz dela não acende.

?Voz D

Meu Deus, aconteceu alguma coisa? O prédio está todo aceso.

?Voz C

Sabrina descobriu que tinham desligado a energia dela. Ligaram na companhia elétrica e pedido o desligamento. Ligaram também na empresa de telefonia, internet e TV da Sabrina. Digamos que a empresa chamasse Morto. Ligaram na Morto e também cancelaram. E, gente, isso não exige um, pelo menos um mínimo de dados? Mas hoje os nossos dados estão em todos os lugares, né? Sabrina nesse ponto teve que pedir um afastamento médico da empresa porque ela não conseguia descobrir quem era.

Ela tinha certeza que era alguém da Pony Paper, né, para ter as informações dela, para saber onde ela morava, para conseguir entregar coisa lá dentro da Pony Paper, mesmo mandando entregador. Enfim, ela tinha feito BO e por enquanto ninguém nem tinha procurado por ela. A Pony Paper toda sabia do que tava acontecendo com a Sabrina. Morava num prédio de 6 andares, as pessoas também sabiam no prédio. Teve que pedir para religar a luz com urgência, teve que pagar uma taxa, teve que ligar na morto.

Ainda assim ela não conseguiu o número dela antigo de telefone, teve que pegar um número novo. Olha o transtorno! A única alegria que Sabrina tinha ainda era ir para academia, onde ela relaxava. E na academia, pelo menos, nada tinha acontecido. Até que um dia Sabrina chega na academia umas 7 horas e a menina da recepção fala assim para ela: olha, você pode vir aqui, o meu chefe quer falar com você, que era o dono da academia. Vamos dar um nome aqui para academia da Sabrina.

A Body Pony. 5 da manhã a academia está aberta e funciona até meia-noite. 4:30 da manhã alguém tinha deixado uma sacola amarrada na porta da academia, que era uma porta tipo de vidro assim, mas tem uma, como chama, uma porta pantográfica, sabe? Dessas de metal assim sanfonado. Fechando ali. E a pessoa provavelmente se sentiu à vontade para amarrar aquela sacola ali porque as câmeras da fachada da academia ficam uma de cada lado.

Se a pessoa vem de frente ali, meio sem virar o rosto, ela bota a sacola ali e sai de cabeça baixa. O que a pessoa que colocou a sacola não sabia é que naquela porta tinha duas câmeras escondidas, porque a academia já tinha sofrido ali um vandalismo, quebraram a porta de vidro, e o cara, o dono, pôs uma câmera escondida pequenininha bem de frente assim para pegar a cara das pessoas. Naquela sacola endereçada para Sabrina com nome e sobrenome dela tinha dentro de um coração de boi Chamando ela de vagabunda, de um monte de coisa.

Como tava pingando aquela sacola, a recepcionista ligou para o dono. O dono veio e abriu, só que agora eles tinham a imagem do rosto da pessoa que deixou a sacola. E era para isso que o dono da Body Pony tava chamando ali Sabrina, para dizer da sacola. Ele deixou só o bilhete.

?Voz D

Ele falou, eu tomei a liberdade de jogar fora porque era um coração de boi. A pessoa provavelmente comprou no açougue. Tá aqui o bilhete, né? Não sei se você vai querer fazer um boletim de ocorrência, não sei, mas eu tenho as imagens para te dar.

?Voz C

Nas imagens você via, a pessoa tava com moletom, botou um lenço na cabeça assim para não mostrar o cabelo, e bem assim na lateral dos olhos, mas o rosto dela dava para você ver direitinho nas câmeras. Sabrina, quando bateu o olho naquele rosto Era um rosto que ela conhecia de algum lugar, mas não era alguém do convívio dela. Meu Deus do céu, quem era aquela pessoa? Sabrina agradeceu muito a balada. O José mandou todas as imagens no celular da Sabrina. Sabrina não sabia o que fazer com aquilo.

?Voz D

Vou na polícia de novo.

?Voz C

Até agora a polícia não tinha procurado a Sabrina para nada, né? Sabrina resolveu mandar aquele rosto, aquelas imagens da pessoa amarrando a sacola no WhatsApp da firma. Tinha alguns grupos ali que ela tava, da Pony Paper, e ela mandou ali. Quem é essa pessoa? Quem é essa pessoa? Todo mundo via aquele rosto, lembrava mais ou menos, mas ninguém sabia quem era. Até que alguém descobriu Quem era aquela mulher?

?Voz B

Aquela mulher era esposa de Carlos.

?Voz C

Quem é Carlos? Carlos é um colega de trabalho da Sabrina. Quando Sabrina interagiu com Carlos assim de uma maneira um pouco mais próxima? Gente, na festa da firma do ano anterior. Ela começou a sofrer essa perseguição, esse assédio Meses depois de uma festa da firma, onde teve amigo secreto por departamento, e Sabrina tinha tirado o Carlos no amigo secreto. E a esposa dele estava lá junto com ele, foi uma festa para as famílias.

Sabrina estava sozinha porque ela não tinha namorado, família dela morando longe, enfim, ela estava só. E ela foi muito educada com a esposa do Carlos, e na hora de falar quem era o amigo secreto dela, falou, ah, é um cara muito gente boa, que tá todo dia comigo. Mas assim, gente, um discurso bem assim de firma. A mulher do Carlos achava que eles tinham um caso. Carlos ficou morrendo de vergonha, pediu demissão. O RH pediu para ele pensar melhor, porque Carlos, um bom funcionário, deu as férias dele.

Sabrina voltou lá na delegacia e fez o BO, agora sabendo quem era, com nome, com tudo. Carlos se separou dessa mulher e essa mulher passou a perseguir ainda mais a Sabrina, porque agora ela achava, ela tinha certeza que o Carlos ia ficar com a Sabrina. Essa mulher encurralou a Sabrina numa padaria, as pessoas da padaria chamaram a polícia e ela foi detida. Só que no dia seguinte ela tava solta. Sabrina entrou com um processo na vara cível contra essa moça Também tinha um processo criminal.

Carlos tinha dois filhos com ela, conseguiu a guarda dos filhos, e a família dela acabou internando essa moça. Sabrina acha que só para fugir da prisão. Será que ia ter prisão, né, gente? Carlos foi transferido para outra unidade porque ele tava morrendo de vergonha. Sabrina, vez ou outra, recebe ainda algum hate nas redes sociais. Ela acha que ainda essa moça, isso tem uns anos, Carlos casou de novo. Melhor para Sabrina, pior para moça.

Todo ódio dessa mulher foi direcionado para nova esposa do Carlos, que a gente pode chamar de Cíntia. Hoje em dia, Cíntia também tem uma ordem lá de restrição contra essa moça. Isso a Sabrina já sabe assim, tipo fofoca de firma, né? Porque tem muita gente que é amiga do Carlos e tal, porque ela nunca foi amiga do Carlos, ela sempre foi muito educada com todo mundo. E nessa festa ela foi educada com o Carlos, deu um abraço nele porque trocou presente ali e tal, né?

E a mulher ficou enlouquecida. Sabrina até hoje tem trauma. Até teve um namorico tal, mas também não se envolveu tanto. E uma coisa lá, né, quando ela descobriu tal que era essa mulher do Carlos, alguém lá perguntou para o Carlos: mas escuta, ela saiu 4 horas da manhã de casa, você não viu onde você tava? E não, ela, quando ela fazia essas coisas, ela falava que ela ia dormir na casa da mãe dela. Com as crianças. E aí ela deixava as crianças lá com a mãe, a mãe tomava remédio para dormir, ela saía de madrugada, fazia as coisas e voltava para casa.

E criminalmente não aconteceu nada com ela. E o processo que a Sabrina tem contra ela na vara cível ainda está correndo.

?Voz B

Que que vocês acham?

?Voz 1

Oi pessoal, tudo bem? Aqui é Érica de Santo André e eu acabei de ouvir a história da Sabrina.

?Voz B

Confesso que eu fiquei muito impressionada com a injustiça, né?

?Voz 1

A gente tem que pedir a Deus para que nada, nunca de mal nos aconteça. Afinal de contas, a Sabrina não fez nada. Então mostra o quão frágil é a vida, porque qualquer um de nós poderíamos estar passando pela mesma situação da Sabrina, né? A gente não fez nada, mas fomos injustiçados por uma louca ou por um louco, né? A gente nunca sabe quem que pode estar por trás de algumas loucuras. Eu espero de verdade que essa mulher se trate, ela faça terapia, né?

Porque quem tem que fazer terapia não é a Sabrina, e sim essa mulher louca que era casada com o Carlos. Eu espero de verdade, Sabrina, que você fique bem e que essa mulher ela consiga ter sanidade mental para parar de perseguir pessoas. Um beijo!

?Voz C

Oi, Não Inviabilize!

?Voz 2

Aqui é a Vitória de Boa Vista, Roraima. E gente, essa é mais uma das histórias que entram para o rol das histórias que poderiam facilmente ser do Luiz Assis. Que medo, Sabrina! A melhor coisa que aconteceu foi o Carlos casar de novo com outra pessoa. Eu acho que enquanto ele não se envolvesse com outra pessoa, essa mulher doida não ia te deixar em paz. Como que pode ter gente assim? E eu tô mais revoltada ainda com o fato dela não ter sido penalizada de nenhuma forma.

Que absurdo, gente, que absurdo! Que bom que você tá bem, que bom que você tá vivo, que bom que essas ameaças, essas ofensas não se concretizaram, né? Que ela não fez nada de grave contra você. Assim, contra a sua integridade física. Eu espero que você fique bem, que você supere isso o quanto antes, viu, Sabrina? Um beijo, tchau tchau!

?Voz B

Com até 60% de desconto, o Festival do Cliente Ema te convida a fazer parte dessa história e descobrir como tecnologia, conforto e durabilidade podem transformar a sua forma de dormir. Dormir hoje e dormir pelo menos aí nos próximos 10 anos.

?Voz C

Olha que delícia!

?Voz B

Os colchões Emma possuem capa removível que podem ser lavadas. Eles têm bloqueio de movimentos e chegam na sua casa na famosa caixa. Quando chegou aqui, eu e a Janaína, a gente pensou, não vai ficar grande, gente, fica enorme. Essa caixa você consegue manejar em ambientes pequenos, consegue transportar no elevador, subir escada, tudo muito fácil, gente, sério, com muita facilidade. São ofertas de até 60% de desconto e você vai garantir aí melhores noites de sono.

E olha que bom, você pode ainda parcelar sem juros em 12 vezes ou ter 12% de desconto pagando no Pix, além de todo descontão que já tem, hein?

?Voz C

E usando o nosso cupom exclusivo PICOLÉDELIMÃO, tudo junto, maiúsculo sem acento, você ganha mais 15% de desconto. Gente, Emma é uma mãe Investir num Ema é um compromisso duradouro.

?Voz B

Eu amo! Um beijo, gente, e eu volto em breve.

?Voz A

Quer a sua história contada aqui? Escreva para nãoenviabilize@gmail.com. Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Enviabilize.

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