Episódios de Não Inviabilize

CHACOTA

17 de agosto de 202623min
0:00 / 23:41

Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!

Use a hashtag #Chacota e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilize

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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia

Vinhetas: Pipoca Sound

Voz da vinheta: Priscila Armani

Participantes neste episódio3
A

Andreia Freitas

HostJornalista
L

Leo

ConvidadoProfessor
P

Priscila Armani

Convidado
Assuntos4
  • Relacionamento abusivo· SociedadeSnobismo e desdém·Críticas ao corpo e vestuário·Humilhação em público·Leandra
  • Abandono em Punta Cana· SociedadeCancelamento de voo·Desespero para voltar·Leandra
  • Viagem para Punta Cana· EntretenimentoResort all inclusive·Pagamento de passagens aéreas·Punta Cana·Leandra
  • Ensinamentos e Superação· SociedadePrejuízo financeiro·Aprendizado com a experiência·Terapia
Transcrição40 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Picolé de limão, o refresco ácido do seu dia.

?Voz B

Oi gente, cheguei, cheguei para mais um picolé de limão e hoje eu não tô sozinha, meu publi. Quem tá aqui comigo hoje é o Mercado Livre. Surgiu um aniversário e você precisa levar aí uma lembrancinha? O casamento da sua amiga tá chegando e você precisa presentear o casal? Eu já falei sobre isso aqui. Pelo menos um jogo de copo você tem que dar. E tem uns jogos de copos lindos no Mercado Livre. Sua criança tá crescendo sem parar e você precisa comprar aí roupas e sapatos novos?

A lâmpada da sua sala queimou e você precisa trocar? Por falar nisso, eu comprei um conjunto de lâmpada amarela para casa no Mercado Livre e vem 10, não lembro se era 10 ou 12 lâmpadas. Gente, um achado! Enfim, se você precisa de lâmpada porque a sua queimou, ou se você tem qualquer outra necessidade, tudo você acha no Mercado Livre. É só você abrir o app e encontrar aí o produto que você precisa. Vem fazer as suas compritas no Mercado Livre, você encontra de tudo, as melhores marcas em diversas categorias: supermercado, tecnologia, casa e móveis, eletrodomésticos, esportes e fitness, ferramentas, construção, beleza, brinquedos, e gente, muito mais.

Até o meu leite vegetal, a marca tem uma loja oficial no Mercado Livre. Sabe uma coisa que eu descobri há pouco tempo e nossa, me ajuda muito? A busca por imagem no app Mercado Livre. Sério, vou dar um exemplo aqui. Eu vejo um batom lindo no story, um vestido, sei lá, um item de decoração, e não faço ideia de como achar aquele item que eu printei. Eu jogo aquela imagem que eu printei, que tava na minha galeria, no app do Mercado Livre, e ele me traz itens parecidos ou aquele item.

Você viu, gostou, fotografou, printou, encontrou no Mercado Livre. Corre agora, abre o app do Mercado Livre e faça suas compritas. Lá você encontra as melhores marcas com frete grátis a partir de R$19 e o envio mais rápido do Brasil. Sério, Mercado Livre é tudo! E hoje eu vou contar para vocês a história da Leandra. Então, vamos lá, vamos de história? Leandra conheceu um cara aí, cara lindo, bem arrumado, uma fofura, muito gentil com Leandra.

E depois de ficar algumas vezes, Leandra reparou numa coisa. Sabe gente que não tem dinheiro, mas tem assim um— procura ter um certo refinamento ou até um pouco mais nobre? O cara parecia um pouco snob, Leandra.

?Voz D

Olha, tudo bem, você pode até ser rico, ter um dinheiro, mas você não é um milionário se você mora na Pavuna.

?Voz B

Você pode ter dinheiro, você pode, né, tá melhor de vida, mas você não é uma pessoa milionária se você mora na Pavuna. Era estranho ele ser assim mais snob, do tipo, ah, se eles iam no restaurante, ele não olhava para o garçom, ele sei lá, tinha um desdém assim, uma coisa. Para mim já não serve, gente, gente que trata garçom, recepcionista, qualquer servidor, prestador de serviço mal, ou que, ah, não bota a bandeja lá onde tem que botar no shopping depois que comeu, larga na mesa, não dá para mim.

Leandra, por um lado, achava que ele tratava ela super bem, mas ele era meio esnobe.

?Voz D

Isso foi evoluindo, Leandra foi tentando falar para ele, olha, isso não é legal, tá?

?Voz B

Mas ele dava uma risadinha assim, esnobe o cara. Leandra, concursada na Poneibras. Quem trabalha na Poneibras nunca quer sair, né, gente? Você tem estabilidade, você tem salário bom, você tem benefícios. Conversando com ele um dia, ele tava falando de uma parcela de carro, num carro que ele queria, mas que ele não conseguia pagar ainda a parcela porque ele ganhava R$5.000. E nessa época, Leandra já ganhava R$10.000, o dobro dele, né?

Mas não tem problema o cara ganhar menos, era só questão dele ser meio snob. Um dia ele levou a Leandra num restaurante super legal. Eles dividiam a conta, isso não era um problema para Leandra, cada um pagava sua parte. Levou a Leandra no restaurante super legal e pediu a Leandra em namoro. Ele era uma pessoa que tinha vergonha dos pais, que os pais tinham origem mais humilde, e andava sempre com um casal. E esse casal morava na Barra, Leandra morava morava mais perto do centro do Rio ali, porque, né, ela trabalhando na Ponebras precisava ficar mais perto ali, né, do porto, das coisas.

Esse casal da Barra, o dia que ele foi apresentar a Leandra, nossa, parecia que eles eram Angelina Jolie e Brad Pitt na época do casamento, sabe? Nossa, eles se achavam as celebridades.

?Voz C

Ai, por que isso? Por que aquilo? Ai, por quê? Meu carro.

?Voz B

E era um carro popular que eles tinham assim. Leandra não tinha carro porque ela não precisava de carro, né? Ela morava muito perto dos escritórios da Poneibras, onde ela trabalhava, né? O casal era mais snob do que o namorado. E aí ela entendeu porque que o namorado era daquele jeito assim. Galera snob, gente, snob, snob, snob. Leandra gostou muito dos pais do cara, mas assim, os pais mais humildes mesmo, tal. E o cara não, ele não ia lá domingo, nada assim, né?

Meio que cortou contato com a família. Mas um dia apresentou a Leandra um namoro sério, que o cara sim falava em casamento com a Leandra. Só que começou a acontecer uma coisa: Leandra reparou que quando tava o casal e o namorado Eles faziam chacota dela, do cabelo dela, das roupas que ela usava. Leandra fala inglês porque ela precisa do inglês para trabalhar. Os três também falam inglês e às vezes eles tinham mania de conversar em inglês.

E aí eles faziam chacota também do inglês da Leandra. Se fosse por poder aquisitivo ali, A Leandra ganhava mais que todos eles. A moça trabalhava numa loja, ganhava R$2.500. O marido dela trabalhava numa imobiliária, tirava entre R$3.000 e R$4.000. Então, se juntasse o salário dos três ali, não dava o salário da Leandra. Leandra super de boa, super humilde, e ele sempre que tinha oportunidade fazia chacota.

?Voz C

O cara às vezes: nossa, você vai com esse tênis? Nossa, que roupa é essa? Você comprou onde? Comprou no Saara? Que que é isso que você tá usando? Que unha é essa, Leandra? Nossa, não é sofisticado.

?Voz B

Sabe umas coisas assim, gente? Eles riam da Leandra. E aí quando a Leandra ficava mal ou ficava chateada, falava: gente, para, a gente tá brincando, a gente se adora. Era muito pesado. Leandra não tinha corpo padrão assim, eles eram bem padrãozinho. Sempre que eles iam para restaurante: nossa, Leandra não vai pedir massa, hein?

?Voz C

Pede só uma salada.

?Voz B

Geralmente eles não tinham dinheiro, Leandra pagava a conta desses restaurantes. Ela mesma disse: Andréia, eu sim, eu era trouxa, eu tava apaixonada, eu sei lá, achava que realmente eles eram sei lá, melhores que eu em tudo. Minha autoestima tava lá no pé. Então sim, né, ela foi ficando nesse relacionamento onde ela bancava as coisas e esses três faziam chacota com ela. Sempre que eles saíam de casalzinho, era Leandra que pagava.

Ela já tinha tido algumas conversas com o namorado, e o namorado falava: nossa, mas você é muito mesquinha, que que custa, não sei o quê. Não saíam tanto porque Leandra tinha as finanças dela bem em ordem, mas quando saíam ela sabia que ia acabar sobrando para ela. Às vezes o namorado dela queria que ela desse o cartão dela na mão dele para ele fingir que ele tava pagando, e ela falou: não, isso eu não faço, se eu vou pagar sou eu que vou pagar.

Ficava um climinha um pouco desconfortável, mas assim, Leandra já corria para amenizar as coisas, porque, né, ali todo mundo podia deixar ela mal, mas ela não queria deixar ninguém mal. Quando o relacionamento ia completar ali 3 anos, o cara: vamos morar junto. E o morar junto dele é porque Pavuna era muito longe, né? Ele já tinha morado em Bras de Pina, agora tinha voltado para casa da mãe na Pavuna e queria morar no centro com a Leandra.

Ele já ficava a maior parte do tempo lá, mas todas as coisas dele não estavam na casa da Leandra, né? Apartamento de 2 quartos, no apartamento bom.

?Voz C

Leandra ficou feliz, mas de cara ele já falou: olha, eu vou morar com você, mas a gente não vai casar não, viu? Pra gente casar, você precisa caber primeiro num vestido de noiva.

?Voz B

E assim, a Leandra é gorda, uma mulher gorda?

?Voz D

Não.

?Voz B

Mas eles, né, todos fitness, com gominhos na barriga, essas coisas, achavam que Leandra não estava em forma ali, né? O cara pegou as coisas dele todas e foi morar na casa da Leandra. Ele pagava alguma conta, gente? Que que vocês acham?

?Voz C

Não, né?

?Voz B

Para Leandra ali só aumentou a questão dos gastos. E agora, para comemorar essa nova fase, o cara chegou na Leandra e falou assim: dá uma olhada nisso aqui. Mostrou um celular, era um resort em Punta Cana.

?Voz C

Olha aqui o Poney Bravo em Punta Cana, é all inclusive, então a gente não vai gastar não sei o que lá, a gente pode comprar uns passeios de barco.

?Voz B

Leandra ficou olhando, viu os preços, era uma promo, mas ainda era muito caro, né? Ficou olhando ali e falou, tá bom, mas e aí, né?

?Voz D

O que que você tá pensando?

?Voz C

Eu e o fulano, que era o amigo dele, está pensando o seguinte, a gente compra o Pneu Bravo, o pacote do resort, que era o mais barato, e você passa no cartão as passagens aéreas dos 4.

?Voz D

Mas a parte mais pesada, como é que vai ser isso? Vocês vão me pagar isso de volta, né? Vou pagar a minha, cada um vai pagar a sua. Como é que é? Prefiro rachar com você a minha parte do resort, mas cada um pagar sua passagem.

?Voz B

E aí ele falou, ah não, vou ver com eles, tal, né? Ele tinha achado, sei lá, que ela ia comprar as passagens. Foi conversar com o casal de amigos, fizeram um grupo apenas para isso, né? Pônei bravo ali para o resort. Quando eles foram comprar o pacote, eles não estavam conseguindo passar no cartão lá do amigo do cara. Vai vendo, gente.

?Voz D

Leandra falou, olha, no meu cartão também não dá para passar tudo. Eu posso passar o meu pacote com o fulano Vocês dão um jeito de passar o pacote de vocês aí. E as passagens aéreas eu posso parcelar, mas a gente marca uma data que até quando a gente for viajar vocês já me pagaram. Pode ser?

?Voz B

Ah, porque senão a gente vai perder a promo, porque se for isso de data, não sei o que lá.

?Voz D

Bom, então vou parcelar aqui, sei lá, em 3 vezes, porque eu não gosto de fazer muita parcela. Tudo bem para vocês?

?Voz C

Ah, faz em 4.

?Voz D

Tá bom, vou fazer em 4 aqui. Leandra falou, olha, então aqui da parte do resort você me dá tanto.

?Voz B

E o cara tava meio surpreso. Nesse ponto, Leandra já tava um pouco desgastada, já era para nem estar mais com esse cara. E aí ele falou, você tá quase transformando uma viagem romântica numa contabilidade. Ficou falando um monte lá na cabeça da Leandra. Eles viajariam dali 2 meses. Quando o cartão da Leandra virasse Eles teriam que pagar a primeira parcela já, e a segunda parcela tava dando meio que na volta, né, do resort. Chegou a data da primeira parcela e ela mandou lá no grupo: gente, então preciso recolher os valores. E ninguém respondeu nada.

?Voz C

E o namorado dela chegou nela e falou: olha, eu que vou pagar porque eu convidei meus amigos E eu tenho que pagar então primeiro para o fulano o resort, porque eu que chamei eles, e depois eu acerto as passagens com você. Vai pagando.

?Voz B

Olha isso, vai pagando. Leandra ficou muito aborrecida, mas agora ela achava que não tinha mais o que fazer. Pagou a fatura do cartão dela integral, então seja aquela primeira parcela das passagens ela que pagou. Eles iam viajar, vocês acham que na volta eles iam pagar as outras parcelas? Acha pouco provável? Chegou o dia da viagem. No aeroporto mesmo já começaram a tirar sarro da mala dela. Tudo eles tiravam, faziam piada, tiravam sarro dela.

E era assim, não era uma brincadeira leve, era uma coisa para deixar lá para baixo. Leandra já tava um pouco acostumada com isso, então ela tava focando no sol, na praia, nas coisas que ela ia passar no Poney Bravo. Para vocês terem uma ideia de como a Leandra se sentia mal com os três, ela foi poucas vezes à praia, morando no Rio, hein, com eles lá na barra, porque ele só ia na barra, porque eles tiravam sarro do corpo dela, né, do biquíni que ela usava.

Então ela tinha comprado uns maiôs e umas cangas já assim para aparecer o menos possível do corpo dela, para ver se eles iam pelo menos deixá-la em paz, né. Lá no resort foi um show de horrores. Eles realmente riam, riam assim, riam até de apontar, faziam chacota, piadas muito maldosas. E eles iam passar nesse resort 5 dias. O primeiro dia já tinha sido tenebroso. Assim, se vocês olharem, ela não tem barriga, mas ela ficava murchando a barriga, sabe?

Lá dentro do Poney Bravo tinha tudo, você não precisava sair de lá, né? No segundo dia eles resolveram visitar o centrinho, né, a cidade. E lá foram eles. Não é que tinha uns brasileiros no centrinho? E eles pararam no lugar que tinha um monte de canga, um monte de coisa. E a Leandra gosta de umas roupas coloridas, né, um pouco de cor na vida. E tudo que ela ia vendo, eles falavam que ia ficar feio nela, que ia ficar brega, e davam risada.

O que a Leandra não imaginava é que aquele senhor que tava ali vendendo as coisas era um brasileiro. Quando eles se afastaram um pouco para ver uma outra coisa ali, tinha umas barraquinhas, umas coisas, esse senhor virou para ela em português e falou: filha, por que que você aguenta isso? Uma pessoa que ela nunca viu na vida, nunca. Um vendedor de canga de Punta Cana. Conversaram um pouquinho, ela já tava quase chorando. Ele deu a canga para ela e pôs a mão no braço dela assim, sabe, em consolo.

Isso parece que virou uma chave na cabeça da Leandra. Ela ficou com muita vergonha e aquilo ficou na cabeça dela: por que que ela aguenta isso? Segundo dia finalizado, ela chegou discutiu com o cara. Todos os quartos lá do Poney Bravo tinha duas camas de casal. Ela pediu para ele sair do quarto e ficar lá no quarto do amigo dele.

?Voz D

Falou, já que você vai pagar o quarto do seu amigo, esse quarto aqui eu paguei sozinha, então vai ficar lá com eles.

?Voz C

Ó, tá bom, beleza, melhor ainda.

?Voz B

Lá no Poney Bravo tinha uns ônibus que levavam você para o aeroporto. Eles sempre acordando super tarde, os três. No dia seguinte, Leandra fez as malas. O resort já tava, já tava pago, né, ali o pacote deles, né, do casal ali. E ela foi para o aeroporto. Bom, para vocês terem uma ideia, eles acordaram, devem ter ido tomar café, piscina, e não mandaram mensagem nenhuma para Leandra. Leandra estava lá no aeroporto vendo o que ela podia fazer e a moça falou, olha, se adiantar a reserva, vai ter que adiantar dos 4 passageiros.

?Voz D

Nessa hora, Leandra, quer saber, eu que paguei, quem vai perder o dinheiro então sou eu.

?Voz B

Porque eles já não iam pagar mesmo, né? E aí a Leandra conseguiu ali adiantar as passagens, até falou para moça que ela ia voltar sozinha e que podia cancelar as outras passagens. Enfim, ia dar no show lá, tipo, não apareceram, né? E ela conseguiu embarcar no voo que saía aquele dia de volta para o Rio de Janeiro. O cara, em determinado momento, deve ter ido lá no quarto, porque ele tinha a chave dele, né? Viu que não tinha mais nada da Leandra lá e ficou desesperado perguntando sobre a reserva, né?

O voo de volta. Leandra só foi ver as mensagens quando ela desembarcou no Rio de Janeiro e ela resolveu não responder. Naquele dia não teria mais voo, eles iam ter que dar um jeito de voltar. Leandra arrumou todas as coisas do cara. Quando ela chegou em casa, ainda naquele dia, foi lá na Pavuna levar na casa da mãe dele. E o cara mandou mais de 200 mensagens. No final ele já tava gritando porque eles não pedir um dinheiro para voltar, né, para pagar uma passagem de avião para voltar de Punta Cana para o Rio, porque ela realmente cancelou.

Como ela antecipou a reserva, a reserva não existia mais, aquela que eles tinham, né. Leandra resolveu bloquear ele, ficou com medo, né, que ele fosse, sei lá, aparecer. Nunca mais o cara veio atrás dela. Ela não sabe como eles voltaram, provavelmente pediram dinheiro para alguém, né, porque eles iam ter que comprar uma passagem para o dia. Bem mais caro, né? A reserva inteira tava no nome da Leandra. E ela acha que também ele não procurou ela porque ele ainda tava devendo para ela, né?

Porque ele falou que ele ia pagar a metade lá do resort e as passagens ele não pagou. Ela falou, Andréia, foi um prejuízo que eu tive, mas foi assim a melhor coisa que eu fiz na minha vida. A Leandra falou, só de imaginar que eles ficaram desesperados tentando voltar ou tendo que pedir dinheiro, fazer vaquinha, essas coisas. Tomara que tenham demorado mais, porque também ia dar o dia do resort ali um beijo, né? Você ter que ficar dormindo no aeroporto e não tem como voltar de ônibus de Punta Cana.

Ela bloqueou os três em redes sociais, em tudo, e nunca mais teve notícia deles, que eles só ficam lá pela barra, né? E aí a Leandra falou para mim, você acredita que algumas pessoas que eu contei a história acharam que eu exagerei de deixar eles lá sem passagem, que eu deixei eles vulneráveis. Ué, pede ajuda na embaixada, né? Eu não acho que Leandrão errou não. A primeira parcela ninguém nem pagou, gente. Você acha que eles iam pagar depois da viagem?

Fez bem, não devia nem ter dado, mas já que deu as passagens, foi bom que tirou. Que que vocês acham?

?Voz A

Oi, Não Inviabilizes, Jéssica aqui de Belém do Pará. Confesso que essa história foi me arrancando assim, meu Deus do céu, viu? E eu pensando Não é possível que a Leandra vai aturar isso, não é possível. Mas antes de tudo, né, terapia, minha gente, porque isso aí resolve vidas. Terapia nos faz enxergar que ninguém vai tratar a gente do jeito que a gente não merece. Mas veio aí, né, a minha maior vigarice. Leandra, tirei o chapéu para você, você fez pouco.

Eu, como boa escorpiana, né, enfim, sou totalmente a favor do karma, né, das voltas que o mundo dá. Eles que se virem para lá, não são problema seu. Você fez, ainda fez pouco na minha opinião, né, mas é isso aí. Que bom que terminou tudo tudo bem para você. Ficou prejuízo, mas também ficou o ensinamento, né? Espero que esteja tudo bem. E eu tenho muito ranço de dublê de rico, gente, sério, sinceramente. Mas beijão, Leandra, tudo de bom para você, viu?

?Voz B

Oi, não inviabiliza. Aqui é a Carol de Recife. Vamos combinar uma coisa? Vamos parar de dar chance para gente mal educada, gente imbecil? Eu acho que evita ter que vir no podcast contar as histórias. Eu odiei esse cara desde o primeiro minuto do episódio. Eu não sei como a Leandra aguentou tanta coisa. Gente, a pessoa tem que ser no mínimo decente. Um beijo! Quer um envio mais rápido do Brasil e frete grátis a partir de R$19? Baixe agora o app do Mercado Livre e faça suas compritas.

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?Voz A

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