Episódios de Não Inviabilize

COLAR

23 de março de 202627min
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Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!

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Garanta o seu ingresso para o aniversário de 7 anos do podcast É Nóia minha? em uhuu.com . A comemoração será no dia 26/03 às 20h no Teatro Bradesco, em São Paulo.

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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia

Vinhetas: Pipoca Sound

Voz da vinheta: Priscila Armani

Assuntos4
  • Traicao ConjugalDescoberta de caso extramarital · Gravidez da amante · Confronto e revelação da verdade · Separação e divórcio · Pensão alimentícia · Recusa em retomar relacionamento
  • Roubo de JoiasColar de 10 mil reais · Invasão do guarda-roupa · Uso da foto como evidência · Motivação invejosa · Venda posterior por 7.500 reais
  • Etiqueta de recepção e comportamento socialComo receber visitas · Jantar sofisticado · Ritmo de refeição sincronizado · Visitação da casa · Comportamento esperado de convidados
  • Aniversário do podcast É Nóia MinhaCelebração de 7 anos · Evento no Teatro Bradesco · Colaboração entre podcasts · Convite ao público
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Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. Oi gente, cheguei, cheguei pra mais um Picolé de Limão. E hoje eu não tô sozinha, meu publi. Vocês não vão acreditar quem tá comigo aqui hoje. Quem tá aqui comigo hoje é o Noia Minha, o podcast da minha amiga, querida Camila Frender. Camila está aqui porque sim, vai ter festa. Ela gosta de festa médio?

Vai ficar meia hora e vai embora. Camila, te amo. É uma comemoração de sete anos do Enoia Minha. Vocês acreditam que já tem sete anos? Já é uma criança. Camila me liberou pra não ir na festa. Vocês sabem que ela me obriga, né? A ir nas coisas, mas dessa vez eu estou liberada. Em troca, eu tenho que convencer vocês. Vambora pra festa? Menos eu. Vocês vão na festa de aniversário de comemoração do Enoia Minha?

Espero que sim. Os sete anos de vida do Enoia Minha serão comemorados aí no dia 26 de março. Agorinha, hein? No Teatro Bradesco, aqui em São Paulo. Oito horas da noite. Então, anota aí na sua agenda. 26 de março, Teatro Bradesco, em São Paulo. Oito horas da noite. Uma festança. Sete anos do Enoia Minha.

meu querido Chico Barney e os meninos do Diva Depressão. Os ingressos estão disponíveis em uhu.com. É só clicar no link que eu vou deixar aqui na descrição do episódio. Parabéns, Camila. Parabéns, Enoia Minha e equipe. Equipe maravilhosa da Camila também. Muitos e muitos anos para esse podcast que eu amo. E hoje eu vou contar para vocês a história da Dalila.

Vamos de história. Dalila se casou quando ela tinha 25 anos. Um marido super incrível, muito parceiro, muito legal, apesar de ciumento. Mas Dalila sempre viu esse ciúme como um tempero a mais no relacionamento. Pra ela nunca foi uma questão. Casaram, tiveram dois filhos e a vida seguiu.

Numa escola como professora, inclusive escola onde os filhos ganharam bolsa. Então, agora eles já estão maiores. Isso ajudou muito Dalila e tal. E o marido trabalhando aí numa multinacional. Dalila sempre foi aquelas mulheres que gostam de receber em casa e fazem jantares e tal. Então, ela foi conquistando ali os amigos do marido, os colegas de trabalho.

Então, assim, às vezes, ah, o chefe, vamos fazer um jantar para o meu chefe? Poxa, vamos. Ela é essa mulher que está do lado do cara para o que for e gosta de receber, de fazer belos jantares. Numa dessas, o ciumento pediu para que Dalila fizesse um jantar para um casal amigo que ele queria estreitar laços. O cara era da mesma empresa ali, mas estava numa área que o marido tinha interesse e tal.

queria fazer ali um meio de campo da firma, trazendo esse casal pra jantar. Como ia ser um jantar um pouco mais sofisticado, a Dalila, que sempre se deu muito bem com a sogra, que a gente vai chamar aqui de Dona Marinalva, ela queria fazer ali um peixe específico, umas coisas específicas. Dona Marinalva, a senhora vem, me ajuda e fica para o jantar, né? Então, seriam ali cinco pessoas, né, pra comer.

Boa, Dalila recebeu. Marido de Dalila, o ciumentinho, recebeu. Apresentaram a dona Marina Alva. Pega um petisco aqui, uma bebida. A moça falou. Ah, eu quero conhecer a sua casa. Dalila falou. Lógico, né? Eu acho muito estranho esse conceito, né? Mas eu acho que quando você chega na casa da pessoa pela primeira vez, é normal. É normal? Eu, como minha casa é pequena, então assim, entrou, já viu tudo. Tem muito o que apresentar.

apresentou a casa. Quando a Dalila voltou com a moça, Dona Marinava, que estava ali na cozinha terminando esquentar alguma coisa, falou, nossa, achei ela metida. Dona Marinava não fala assim, né? A moça é mais refinada, tal, né? Mas esposa aí do amigo do fulano, né? Então vamos tratar bem. Dona Marinava já estava com o pé atrás da moça. Dalila gosta de documentar esses jantares, essas festas. Então ela faz fotos, tanto dos pratos, quanto dos convidados.

E ela acabou fazendo uma foto ali do casal, no caso quem fez foi a dona Marinalva, dos quatro juntos ali, e ela postou ali no pônei grã dela, todo mundo curtindo. Ah, que bonito, todo mundo arrumado. Enfim, Dalila e dona Marinalva começaram ali a servir os prados. E aí uma coisa que eu aprendi com a minha mãe, mas eu não sei como é na casa de vocês, por exemplo, se eu vou na casa de uma visita,

comer, que eu tenho que ter, é o ritmo da visita. Então, se tá todo mundo ali comendo mais rápido, põe um pouco a comida pra acompanhar aí mais rápido. Se tá todo mundo comendo devagar, eu vou comer mais devagar também, assim. Pra todo mundo meio que acabar junto. Isso foi minha mãe que me ensinou. Todo mundo tava comendo num ritmo normal e a moça comendo muito devagar. Sabe quando você fica passando o garfo no prato, assim, mexendo na comida ali e não come? A galera meio que foi tentando ir no ritmo dela, mas não dá.

Porque ela não terminava. Aquela entrada ali acabou. Todo mundo já querendo o prato principal que seria esse peixe. Mas ela tava ainda ali catucando aquela entrada que não acabava nunca. Dalila, sem jeito de falar. Você já terminou? Posso tirar? Esperou mais um pouco até que dona Marinalva perguntou. Você já terminou? A gente pode tirar? Servir outro prato? Ai, claro. Tiraram o prato ali pra poder servir aí esse peixe.

pensar no menu do jantar, lembrando que Dalila é uma pessoa que recebe, gosta de receber, gosta de fazer jantares e festas, ela falou para o marido. Você pergunta se eles comem peixe, se eles comem isso, se eles comem aquilo? Por quê? Porque ela não queria fazer uma coisa que, né, ali, os convidados ilustres desse jantar não comessem. O marido voltou com a resposta. Não, eles comem sim, falaram que comem peixe. Serviram ali.

peixe. A moça não quis o peixe. Ai, eu não como peixe. Na hora, Dalila já olhou pro marido, tipo, como que não come peixe? Não perguntou. Dalila já pediu mil desculpas, mas tinha ali um pirão, tinha arroz, mas também tinha um purê e uns acompanhamentos. Ah, você pode comer isso aqui e tal, né? Não tem nada de peixe nisso aqui. E a moça colocou o purê no prato e meio que ficou só balançando com o garfo, assim, meio que não comendo

Todo mundo comendo, conversando. O peixe foi elogiado. Todo mundo comendo ali. A moça pediu licença para ir ao banheiro. Lembrando, Dalila apresentou a casa inteira para a moça. Ali, do ladinho de onde eles estavam, tinha um lavabo. Então, concorda que ela podia ter ido no lavabo? Ela foi, entrou corredora dentro para ir ao banheiro. Dalila, na hora, de repente... Porque pode ser também, né, gente? A pessoa deu uma dor de barriga.

Você não vai no banheiro ali que tá do lado da sala de jantar, né? Vai tirar o apetite do pessoal. Sei lá, se ela pensou que ia fazer algum barulho. Dona Marinalva já deu aquela olhada assim pra Dalila, tipo, ai, metida, nem no lavabo quis ir, né? Dona Marinalva já tava no veneno, sei lá. A moça demorou uns 10 minutos, porque assim, elas prestaram atenção, mas depois voltaram ali no assunto, você acaba esquecendo, né?

Um macacão. Sabe macacão mais, assim, social? Um tecido bonito, assim, leve? Tava com uma sandália de salto alto. Ela tava muito chique, assim, né? Um brinco pouquinho comprido, não muita coisa. E um colar maior, com um pendente, assim, no meio dos seios. Mas ela não tava decotada. Combinava ali, dava certinho. Quando terminava o pingente, começava o macacão, né?

Então estava assim, estava bonita. E ela voltou e sentou. Dona Marinalva arregalou os olhos de uma maneira. E a Dalila não estava entendendo. Dona Marinalva parou de comer e estava assim olhando incrédula para a moça. E olhando para a Dalila, olhando para a moça, olhando para a Dalila, olhando para a moça, olhando para a Dalila. Aí que a Dalila foi olhar para a moça. E aí Dalila ficou incrédula. No pescoço da moça,

Estava um colar de Dalila. Um colar que Dalila tinha ganhado do marido, de 10 anos de casamento. Um colar que valia uns 10 mil reais. Dalila não estava acreditando no que ela estava vendo. Nisso, Dona Marinalva falou... Ai, vocês me dão licença um minuto? Eu preciso mandar uma mensagem para minha filha, que é ela que está cuidando dos meus netos. Os filhos deles, né? Da Dalila. Só para saber se está tudo bem, dá licença.

mensagem pra Dalila. Dalila, ela tá com seu colar no pescoço. Como Dona Marina Alva tinha saído da mesa, ela escreveu pra Dalila. Eu vou no quarto olhar. Quando ela entrou no quarto, gente, porta do guarda-roupa aberta e a caixinha onde a Dalila deixava joias no chão. Veja, era realmente o colar. Dalila tava sentada na mesa sem comer, a moça prestando atenção na conversa dos dois caras,

E a Dalila, assim, sem saber o que fazer, gente. O que você vai fazer? Uma pessoa que você nunca viu na vida, com um colar seu de 10 mil reais, que ela pegou do seu quarto e ainda deixou tudo bagunçado. Dalila é uma pessoa muito, muito educada, assim, refinada, sabe? Ela não ia conseguir fazer um barraco, nada. Antes que Dalila pudesse pensar no que fazer, em como fazer, Dona Marinalva já veio lá do quarto falando...

Teve uma confusão, aí você pegou o colar da minha nora. A mesa parou. Até a Dalila ficou sem jeito, porque assim, Dona Marinava já veio pra meter o pé nas costas. E a moça olhou e falou, não, a senhora está enganada. Dona Marinava falou, não estou enganada, não. Olha aí no seu pescoço, você tá com o colar da minha nora. Foi meu filho que deu pra ela de 10 anos de casamento. O marido virou pra moça metida e falou, Flana? Ela não respondia mais nada.

Dona Marina Alva falou, olha lá, no quarto, a caixinha tá revirada, tá no chão. O cara começou a pedir desculpas e a tentar tirar do pescoço da esposa dele o colar da Dalila. Dalila, parada. Parada, sem fazer nada, chocada, sentada na mesa, sem fazer nada. E a moça dizendo que ela já tinha chegado com aquele colar. A sorte da Dalila foi o quê? Que ela tinha postado uma foto no Ponegrã.

Dalila, sem falar nada, só abriu a foto e apontou pra ela. Pra ela ver que ela não tava com o colar. O marido não tava conseguindo tirar o colar dela, tava com medo até de arrebentar. Dona Marinalva já falando sem parar. O marido da Dalila falando, mãe, mãe, para, mãe, para. Dona Marinalva, que já tava meio que no veneno com essa moça, não parava de falar.

colar. Com toda a força, jogou na mesa, levantou, pegou a bolsa dela e saiu. Gente, o que aconteceu aqui? O que aconteceu? O que aconteceu aqui? E não foi assim, porque, gente, vocês concordam comigo? Se ela quisesse pegar esse colar e roubar, ela tinha colocado a caixa no lugar, pegou o colar e guardou no bolso, que seja, no meio dos peitos aqui, no sutiã. Acabou. Quando que a Dalili é da

falta disso. Sei lá, um dia dá falta, mas quando? Não! Ela, além de deixar tudo bagunçado, ela botou o colar no pescoço. E o cara teve que pedir desculpas ali e falou, deixa eu ir, ela desceu, tal, deixa eu ir atrás dela. O casal foi embora e Dalila, Dona Marinalva e o ciumento ficaram ali meio que em silêncio, o casal e Dona Marinalva falando horrores. Não, porque onde já se viu? Esse povo de hoje rouba a gente na cara dura e que isso, que aquilo.

Não parava de falar. Nisso, dona Marinalva foi tirando as coisas ali da mesa, tal, né? Porque assim, ninguém nem terminou de comer, gente. Tinha ainda uma sobremesa, tal. Depois ia servir um vinho, outras coisas, tal. Acabou, acabou. Então era assim, guardar aquela comida pra comer depois, né? Por favor, não desperdiçem comida. As duas foram fazendo isso e o marido foi lá pro quarto, assim, meio desapontado, meio assim, putz, o jantar que eu fiz pra, sei lá,

De repente, conseguir uma promoção. Agora que eu não vou conseguir uma promoção mesmo, né? Dona Marinalva botando ali na conta da inveja. Que a moça ficou com inveja da casa. Do jeito que foi servido o jantar. Da Dalila e tal. E foi lá e quis afrontar. Essa era a versão da Dona Marinalva. Só que Dalila, gente. Assim como eu, assim como você. Ficou com a pulga atrás da orelha. Quem que faz isso? Do nada.

nada. Você vai na casa de uma pessoa que você nunca viu, você pede pra conhecer a casa, o que é uma coisa que eu acho que é normal, né? E depois você, no meio do jantar, sem ser escondido, vai lá, fuça o guarda-roupa da casa, da dona da casa, e pega um colar e bota no pescoço e volta pra mesa. Não pode ser uma coisa aleatória. Vocês concordam comigo? Dalila pensou a mesma coisa. Não podia ser aleatório aquilo.

Dona Marinalva falou, ah, eu vou passar lá na casa da Sueli pra ficar com as crianças e vocês fiquem aqui, né? Não vou nem trazer as crianças pra cá, que estranho, sei o que lá. Dona Marinalva foi embora. Nisso, Dalila foi entrar no Ponegrã pra ver qual que era dessa moça. Ela tinha pedido o arroba e tal. Página normal, a moça casada, também com filhos. Tudo normal, assim.

era que a moça também trabalhava lá com eles. Ela não era apenas a esposa do colega de trabalho do marido da Dalila. Ela também trabalhava lá. Estranho, né? Ela nem comentou isso também, mas enfim. Tava todo mundo ali jantando falando de outras coisas. Nisso, Dona Marina Alva chegou lá na Sueli. Lá na casa da outra filha dela. E Sueli, que não tava entendendo nada, ligou pra Dalila e falou Dalila, isso não existe, Dalila. Isso não existe.

Até esse ponto, Dalila não tava pensando em nada. Afinal, o ciumento da relação ali era o marido, né? A ponto dele olhar nas redes sociais dela quem eram os homens que seguiam a Dalila, esse tipo de coisa. E aí Dalila foi perguntar, falou que estranho, né? Essa moça fazer isso com esse colar, não sei o quê. E o marido já ficou muito nervoso, falou o que você tá pensando, que não sei o quê. Eu nem sei porque ela fez isso. Mas você conhece ela de onde?

Ela é só esposa do seu colega de trabalho? É. Aí que ele falou que ela trabalhava lá. E mais do que ela trabalhava lá, ela trabalhava no mesmo setor que ele. Hum, estranho. Dalila ficou com aquela pulga atrás da orelha. A própria irmã do cara, que é a Sueli, falou, Dalila, tem coisa aí. Uma semana, duas semanas. Na terceira semana, depois desse rolo todo do colar,

Com as crianças. E o marido já estava lá. Geralmente ele chegava umas duas horas depois disso. E aí Dalila perguntou. Você chegou cedo? Eu vim no meio da tarde. Eu estava com muita dor de cabeça. Ele ficou por ali. Fez as coisas. Eles jantaram e foram dormir. No outro dia cedo. Ele não foi trabalhar. E acabou contando para Dalila. Que ele tinha pedido. Um afastamento. Só que ele não dava. Nenhuma justificativa para Dalila.

Que ele estava muito cansado. Que ele estava com a estafa. E ele pediu uns dias. Dalila ajeitou as crianças ali. E foi trabalhar. Ele ficou em casa. Quando ela chegou na escola. Que é o trabalho dela. Na recepção. Estava sentada quem? A moça. A moça metida. Estava esperando a Dalila. Não era só a Dalila que ela estava esperando. Sem aquele macacão. Com uma camiseta assim mais.

Dalila reparou. Numa barriguinha da moça. E aí vocês já sabem. A moça estava ali. Para contar. Que ela tinha um caso. Com o marido da Dalila. Que ela estava grávida. E que ela tinha deixado o marido. Porque o marido dela. Tinha feito vasectomia. Então ela tinha certeza. Que o filho era do marido da Dalila. E que ela não ia criar. Aquele filho sozinha. Então ela foi meio que lá.

pra brigar mesmo. Só que ela é grávida. Dalila é uma pessoa mais assim, refinada. Ela falou, imagina, André, não ia sair no tapa com ela por causa de homem, né? A única coisa que a Dalila falou pra ela, olha, você veio aqui no meu trabalho, você está atrapalhando a minha vida, você tem que resolver a sua questão, então, com o meu marido. E era por isso, né? Óbvio que ele pediu o afastamento. Na hora que ela foi embora, a Dalila desabou, né?

Teve uma crise de choro, enfim, não conseguiu nem trabalhar, mas ela não queria voltar pra casa, porque ele tava em casa.

E aí ela ligou pra Sueli, pra cunhada, né? E pra dona Marina Alva, sogra. Contou tudo. Também ficaram chocadas. E aí elas foram pra casa da Dalila saber direito essa história. E aí o cara contou que tinha se envolvido, mas que estava arrependido. Contou que ela pegou o colar, porque quando ele comprou o colar de 10 anos de casamento pra Dalila, ela tava junto. Ela foi junto, escolheu o colar.

Como que se presta esse papel também? Sabendo que o cara é casado, tá comprando um colar de 10 mil reais pra esposa e ela que vai lá junto escolher. Por isso que ela pegou só o colar. Porque ela achava que ela tinha direito àquele colar, né? Pela humilhação que ele fez ela passar quando ele comprou o colar na frente dela. O cara disse pra mãe ali que ele não queria ficar com a moça, que ele tava arrependido, que a Dalila, que era a esposa dele,

Mas a outra moça tava grávida, né? Da Lila Mau, as crianças na escola. Ela falou, olha daqui, eu vou pegar as crianças e vou pra minha mãe. Então, tipo, ela morava em Santo André. A mãe dela morava, sei lá, em Caçapava. Tipo, longe. E ela pegou sem roupa, sem nada. Foi pra casa da mãe dela. Porque ela não queria voltar pra casa que ele tava lá, né? Ele o tempo todo pedindo pra voltar. Querendo falar que ela não queria voltar porque ela tinha outro. Lembra que eu falei que ele era super ciumento?

que o cara engravidou a colega de trabalho, sabe? Dalila falou, não vou voltar, não vou voltar. Dona Marina, pra minha casa também você não volta. E ele acabou indo morar com a moça. O cara, que era marido dela, pediu as contas da empresa, porque também pensa pra ele, né? Eles ficaram na empresa, um escândalo, todo mundo ficou contra a moça, mesmo ela grávida, todo mundo conhecia a Dalila, porque ela sempre recebia, né, o pessoal da firma e tal.

Este ex da Dalila ficou com essa moça até o sétimo mês de gravidez e depois largou ela. Hoje ele paga a pensão dos filhos da Dalila e paga a pensão também do bebezinho. A moça faz escândalo, vai atrás dele, quebra carro dele, faz as coisas, mas ele não volta. Ele quer a Dalila de volta de qualquer jeito e a Dalila falou, não, comigo não. Ela tem um contato ótimo com a família dele, só com ele.

que ela rompeu, mas as crianças ficam com ele. Enfim, né? Mas veja, ele é doido pra voltar com a Dalila e ele não ficou com a moça. Paga a pensão do bebê, paga a pensão, né? Hoje ele tem três filhos aí, ele paga a pensão e tal. E a moça vive atrás dele fazendo barraco, quebrando coisa, enfim. E a moça, vocês acreditam que algumas vezes ela procurou a Dalila querendo aquele colar?

vendeu por R$ 7.500 e ficou com o dinheiro. E foi uma afronta, assim, porque ele viu o colar, a moça que devia stalkear ela também viu o colar, a moça ficou enlouquecida. Por que que não comprou, né? Pagou R$ 7.500. E o cara também ficou enlouquecido e ela vendeu o colar, que foi o estopim, né, de tudo. Agora pensa, lógico que não ia ser de graça a moça fazer isso com o colar na mesa. Alguma coisa tinha, né? Demorou pra Dalila sacar que podia ser um caso,

coisa assim, né? Mas olha que sem vergonha esse cara. E a moça também, uma cara de pau, né? Não se deu o menor respeito, gente. Ir junto, comprar um colar pra esposa do cara. Depois querer o colar, ficar pedindo as coisas, ou... Pelo amor de Deus, gente. Que que é isso, cara? Ela sentada lá na mesa, comendo peixinho. Nem comeu, né? Ai, não vou comer. Não vou comer. Dalila ainda está se recuperando porque, assim, né?

Na visão dela, o casamento dela era muito bom. Então, o cara, assim, sabia mentir muito bem, né? E agora é isso, Dalila. Se recuperar a bola pra frente, deixa os dois. Deixa ela quebrar o carro dele por fogo. Não é problema seu, né? Dalila também só fica sabendo pela fofoca. Porque Dona Marina Alves e Sueli contam tudo pra ela, né? Mas é isso. Segue sua vida. Esquece esse cara. A moça lá agora tem o bebê dela, a pensão dela. Pra correr atrás, né? E o cara não ficou com ela, hein?

gente. Foi morar, ficou meses e depois alugou um lugar só pra ele e foi embora. Então, é isso. Ela teve também, né? O que mereceu. Tenho zero dó. O que vocês acham? Oi, não inviabiliza. Aqui é a Lurdiane de Campinas. Dalila, que tristeza é descobrir que a pessoa que a gente ama é capaz de coisas tão horrorosas, né? Fiquei imaginando a cena da mesa e fiquei pálida também, assim. Fiquei imaginando, me coloquei no seu lugar ali.

E olha que situação. Graças a Deus você tinha um anjo na sua vida nesse momento. As coisas nunca acontecem por acaso. E você tinha aquele anjo que é a sua sogra. E sobre lidar com toda essa situação. E te dar esse apoio aí. Um grande beijo pra vocês. Oi, meu nome é Web Deezer. Isso aqui é a Vitória de Boa Vista, Roraima. Gente, eu acho que não tem nada que me deixe com mais raiva do que ouvir história de gente folgada. Como é que pode a pessoa vai na casa da outra, rouba um colar

toda essa cena. Eu fico revoltadíssima. E assim, Dalila, seu ex-marido é um sacana. Que bom que você não tolerou esse tipo de atitude, que você se divorciou e se livrou, porque isso foi livramento. Eu tô até agora chocada com sua história. Um beijo, fica bem. E é isso, você é uma diva.

São Paulo às 8 horas da noite. Olha que chique. Participação de quem? Chico Barney e os meninos do Diva Depressão. Os ingressos estão disponíveis em uhu.com. Eu vou deixar o link certinho aqui na descrição do episódio. Se eu vou, não sei. Talvez sim. Talvez não. Mentira, eu vou. Mas, ó, se eu vou, vocês também vão. Já compra aí o seu ingresso. Vai ter até lembrancinha, gente.

Espero vocês no dia 26 de março, às 8 da noite, no Teatro Bradesco. Vamos lá, vamos lá dar um beijo na Camila. Um beijo, gente, e eu volto em breve. Quer a sua história contada aqui? Escreva para nãoenviabilize.gmail.com Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Enviabilize.

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