CAFETINA
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- InfidelidadeMarido com outra mulher na casa da sogra · Reação imediata de Jussara · Compartilhamento no grupo de trabalho · Confronto no quarto · Moça profissional cobrando pelo programa
- Traicao ConjugalRelações com profissionais do sexo · Ocultação pela sogra · Descoberta acidental · Confronto público
- Fundamentalismo religioso e controle comportamentalImposição de regras de vestimenta · Julgamento moral das mulheres · Restrições sobre corpo feminino · Comunidade evangélica pentecostal
- Hipocrisia ReligiosaSogra julgando moral das outras · Sogra encobrindo infidelidade do filho · Justificativa para comportamento do marido · Mudança de igreja para fugir do escândalo · Falta de orientação pastoral adequada
- Opressão religiosa e controleImposição de vestimentas pela sogra · Julgamentos sobre saias acima do joelho · Controle sobre comportamento feminino · Estudos bíblicos forçados na casa · Repreensão de outras moças na congregação
- Independência financeira e emancipaçãoTrabalho como libertação · Abertura mental pelo emprego · Autonomia econômica · Conexões sociais fora do círculo religioso
- Sogra controladora e intrometidaInvasão da privacidade conjugal · Uso de chaves sem permissão · Imposição de atividades domésticas · Humilhação pública
- Segurança e SaúdeReação emocional ao descobrir traição · Divulgação via grupo de trabalho · Invasão da casa · Testemunho na comunidade
- Empoderamento através do trabalhoJussara consegue emprego no supermercado · Abertura de novo mundo social · Conhecimento de outras perspectivas · Autonomia financeira · Mudança de uniforme para melhor funcionalidade
- Confronto público e retaliaçãoGrito na rua denunciando a sogra · Humilhação pública do marido · Chamamento reiterado de 'cafetina' · Atormentação intencional da sogra · Sogra forçada a se mudar para Goiás
- RelacionamentosAbandono emocional · Falta de contribuição financeira · Inversão de prioridades · Complascência do cônjuge
- Violência contra a mulherMarido passando mais tempo na casa da sogra · Redução de provimento financeiro · Necessidade de pedir dinheiro emprestado · Sogra invadindo privacidade e propriedade · Falta de apoio do marido às decisões de Jussara
- Divorcio e RelacionamentosExigência de casa própria · Colocação do imóvel em nome das crianças · Mudança do marido para Goiás · Usufruto da propriedade · Separação de bens
- Critica Religiao InstitucionalFalta de justiça pastoral · Uso da religião para julgamento social · Afastamento da Igreja evangélica · Espiritualidade sem rigidez dogmática · Mudança de denominação religiosa
- Transformação pessoal pós-divórcioLiberdade de vestuário · Uso de calças no trabalho · Manutenção da fé sem rigidez · Continuação de provocações ao ex-marido · Vida independente e autonomia
Picolé de Limão. O refresco ácido do seu dia. Oi, gente! Cheguei! Cheguei pra mais um Picolé de Limão. E hoje eu não tô sozinha, meu publi! Quem tá aqui comigo hoje, novamente, é a Hidra Bene. A marca corde rosinha que eu amo! Tal você ter todos os dias uma base super sequinha, com acabamento mate e toque seco. Aquela base que é perfeita, sabe, pro seu dia a dia.
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Fica comigo até o final que tem o quê? Tem cupom. E hoje eu vou contar pra vocês a história da Jussara. Então, vamos lá. Vamos de história. Jussara foi criada na igreja. Os namorados que ela teve eram ali da igreja dela. Você podia namorar um pouquinho de meses e se não fosse casar, já tinha que largar. Ela teve dois namoradinhos, assim, que ela mal beijou.
Ali da mesma congregação. Que ela. Só que este marido. Tinha uma fama. De ter uma mãe. Muito difícil. Na igreja. Como em todo lugar. Sempre tem aquelas pessoas. Que julgam mais os outros. Que são mais péssimas. Nesse caso. Era a mãe. Desse namorado de Jussari. Nenhuma moça prestava. As moças da igreja. Se usassem a saia. Acima do joelho.
era prostituta. Porque a saia tinha que cobrir o joelho. Então, a Jussara teve que se adaptar a isso, né? Inclusive, a vestimenta. Então, assim, você não podia mostrar o colo, né? E mesmo com o calor, você ali com a blusinha fechada. Essa senhora dizia... Porque eu sou crente. Crente e temente a Deus. Ela gostava muito de dizer isso, porque ela era crente. O tempo foi passando. Com seis meses, eles noivaram.
para casar dali mais seis meses. Ela já sabendo que a sogra era assim, mas até então, seu futuro marido era um homem pacato, na dele, tranquilo. O rapaz estava alugando uma casa mais longe da casa da mãe, então ela ficou mais tranquila em relação a isso. Só que assim que Jussara casou, esta sogra começou a fazer um inferno na vida dela.
Usava a saia no tornozelo. Assim que Jussara casou. Ela falou. Agora você não pode mais mostrar a sua canela. Você tem que usar a saia no tornozelo. Jussara para não arrumar briga. Falou tudo bem. Eu vou usar a saia no tornozelo. E o marido assim. Sem boca para nada. A sogra enfiou na casa de Jussara. Um estudo da bíblia. Com 10 pessoas. Jussara tinha que fazer coisa para comer. Para beber. Para aquele povo. Ninguém pagava nada.
E toda semana tinha gente enfiada na casa de Jussara junto com a sogra para esse tal estudo da Bíblia. A sogra também repreendia outras moças na igreja. Porque assim, né? Ela era ali a mais santa de todas as pessoas. O tempo passou. Jussara teve aí dois filhos com este homem. E a partir do nascimento do primeiro filho, este marido mudou um pouco. Porque criança chora, né?
Ainda mais o bebezinho, o bebezinho chora. Este homem passou a ficar mais na casa da mãe. A sogra ficou muito feliz que ela teve dois meninos. Porque mulher, onde já se viu? Mulher, para ficar imoral, é um segundo. Então, que bom que nasceu aí, varão. Primeiro, depois o segundo. Na igreja, essa sogra da Jussara era muito temida.
pelos outros, assim, né? Todo mundo ficava, nossa, o que ela vai falar, né? Quem que ela vai repreender? Ela era aquela pessoa que todo mundo para para ouvir e ela dava bronca em todo mundo. Com dois filhos e com o marido passando mais tempo na casa da mãe, ele começou a dar menos dinheiro em casa. Jussara não trabalhava. A mãe dela era de uma outra igreja,
E o pai dela, que nunca tinha sido da igreja, frequentava pouco a casa dela porque ele falava isso. Sempre que ele ia, estava cheio de crente. Vamos dar um nome aqui para esse pai, seu José. Ela foi pedir um dinheiro para o seu José para comprar um mínimo, um leite, porque ele já não estava dando. Aí o seu José falou... Filha, eu vou te dar esse dinheiro, mas você precisa trabalhar. A sua mãe está em casa, eu estou em casa já aposentada, você pode deixar as crianças aqui durante o dia e você arruma um emprego.
Jussara avisou o marido que ela ia trabalhar e ele pouco se importou, assim. Ela achou que ele fosse achar ruim, né? Jussara arrumou um emprego no supermercado.
para ser empacotadora. O mercado que ela arrumou emprego era um mercado grande. O salário não era tão bom, mas ela tinha os benefícios. Ela foi percebendo que a saia até o tornozelo era ruim para ela trabalhar. O mercado não falou nada, arrumou uma saia lá de uniforme para ela. Ela mesma fez a barra da saia abaixo do joelho ali, porque ficava melhor para ela se movimentar.
saia ali de acordo com a igreja dela e tudo. A partir do momento que Jussara arrumou um emprego, abriu um mundo novo. Ela falou para mim, Andréia, me abriu um mundo novo. Porque qual que era o meu mundo? Meu mundo era a igreja e as pessoas da igreja. Eu só saía de casa para ir para a igreja e só conhecia aquelas pessoas. E ali, no mercado, eu conheci muita gente, muitas meninas.
delas, tal, e eu comecei a me abrir também, a falar mal da minha sogra, e também falar que meu marido ficava enfiado na casa da minha sogra, não ficava em casa. As meninas do mercado falavam, abre seu olho, isso é estranho, ele só fica na casa da mãe dele, será que ele tá na casa da mãe dele mesmo? Ela ficou com essa pulguinha, um dia ali no final do culto, uma das moças de lá, veio falar com ela, conversa amena, e no final falou, olha, Jussara, vigia, vigia,
que orar e vigiar. E ela não entendeu o que a moça estava falando daquilo. Só que a moça morava perto da sogra da Jussara. A demônia da sogra já tinha feito um escândalo porque a Jussara tinha arrumado um emprego, depois porque ela estava usando saia abaixo do joelho, infernizando a vida mesmo, tanto na casa da Jussara quanto na igreja. A mulher infernizava a vida da Jussara. Como os pais da Jussara ficavam com os dois meninos,
flexibilidade para mudar ali a sua escala de trabalho. Ela falava, Andréia, era horrível ficar na minha casa. Porque às vezes eu chegava lá, minha sogra estava enfiada lá. Ela tinha a chave, ela botava as pessoas lá para fazer estudo bíblico mesmo, se eu não autorizasse. Enfim, ela mandava na casa. Então, eu gostava de ficar no meu trabalho. Então, o que eu fazia? Quando alguém precisava trocar ou precisava de uma folga no final de semana, eu cobria. E depois eu ficava com aquele dia para tirar. Num dia desses,
O marido de Jussara já tinha saído para trabalhar. Bom, hoje eu tenho o dia para mim, estou com as crianças, mas vou deixar as crianças na minha mãe. Em vez de trabalhar... Ela pegou aquele dia... Eu vou fazer umas coisinhas no centro que eu preciso, vou comprar umas coisinhas que eu preciso. Enfim, fazer umas coisas dela, assim, era um dia de semana. O marido de Jussara saía muito cedo para trabalhar porque ele trabalhava de turno e ele trabalhava das seis da manhã às duas da tarde.
Era pra ele estar em casa. Mas, às vezes, ele ia pra casa da mãe dele. Jussara foi, fez as coisinhas em casa, fez as coisinhas dela na rua. E quando ela voltou, três e pouco, ele não tava. Ela tinha comprado umas coisinhas que a sogra tinha pedido. A sogra meio que mandava, né? Ah, você vai pro centro? Então, traz isso, isso, isso. Só que a sogra ia lá buscar, né? Depois, quando tinha o estudo da Bíblia, ela pegava as coisas. Só que ela falou, ah, tô aqui sem fazer nada.
Vou lá, passo na minha sogra, deixo as coisas e depois já vou lá buscar as crianças. E se meu marido estiver lá na minha sogra, ele já vai comigo. Era no bairro do lado, mas ela fazia tudo ali a pé. A sogra morava num sobradinho afastado da rua. Tinha o muro ali, o portão. O portão não tinha tranca. Tinha um quintal na frente e aí vinha o sobradinho. Lá em cima, no sobradinho, tinha três quartos.
Foi do marido, né? Que agora não morava mais lá. E o quarto de trás era do outro filho dela. Da rua, você via os dois quartos da frente, né? A janela. Conforme ela estava chegando, assim, meio longe do outro lado da rua, ela olhou para a janela ali dos quartos e ela viu o marido dela sem camisa. Bom, como ele frequentava ali a casa da sogra, de repente ele, sei lá, tem umas mudas de roupa lá, fica mais à vontade na casa da mãe.
Quando uma moça de Sutiã abraçou o marido dela, Jussara, do outro lado da rua, vendo aquilo, ainda pensou que pudesse ser o irmão do marido dela. Que é outro pentelho também, mas que não vem o caso aqui. Só que o irmão, o corpo dele era diferente, ele era muito magrinho. E o marido da Jussara não era magro. Então não tinha como ser. Era o marido dela.
E o coração dela começou a disparar. O que eu faço? Meu Deus! Na hora, a única coisa que ela lembrou foi o grupo do supermercado que ela trabalhava. Ela tava num grupo de mulheres ali. E ela mandou áudio no grupo falando... Gente, pelo amor de Deus, meu marido, eu tô vendo aqui da janela. De longe, meu marido tá com uma mulher na casa da minha sogra. O grupo veio abaixo, né? Umas falavam, filma, filma. Outras falavam, entra quebrando tudo. Entra quebrando tudo.
Tinha um grade. Então, assim, sair pela janela, eles não iam conseguir sair. Era um sobrado muito pequeno. A escadinha já dava ali na sala. Jussara foi, abriu o portão, abriu a porta. Ela não conseguia pensar em nada, assim, né? E o grupo ali pipocando de notificação e tal, né? Ela não conseguia filmar. Tava tremendo muito. Quando ela entrou na sala, a sogra tava na cozinha. Então, dali da sala, você já via, né? A cozinha.
Sem porta ali, né? Lavando alguma coisa dentro da pia que ela deixou cair. Dentro da pia. Então, quer dizer, a sogra estava sabendo. Ela parou no meio da sala e falou... Oi, fulana! A sogra começou a gaguejar e a tentar trazê-la para a cozinha. Ir lá para o quintal. E ela se desvencilhou da sogra e subiu correndo a escada. Quando ela abriu a porta do quarto...
com essa moça. A professora falou, Andréia, eu sempre fui uma moça da igreja, uma moça apacata. Me deu uma loucura. Comecei a gritar. Comecei a quebrar coisa. Comecei a chamar minha sogra de cafetina. Ali naquela rua, além daquela moça evangélica que falou pra ela vigiar, moravam outras pessoas da igreja. E um pessoal mais velho, que já tá aposentado, que já tava ali, ela saiu gritando, empurrando o marido dela.
Ela, só de cueca, pro quintal da casa, juntou gente e ela falou. Meu marido vem aqui pra pegar outras mulheres debaixo da asa da mãe dele, que é uma cafetina. E assim, gente, olha os gritos. Enquanto isso, a moça que estava lá no quarto, se vestiu, desceu e falou pra ele assim. Me dá meu dinheiro. No meio daquele barraco. Achei a moça profissional, gente. Jussara falou, mas... Dinheiro do quê? Dinheiro do quê? Isso aqui é meu trabalho, moça.
a passeio, não tô aqui porque eu gosto do seu marido, não. Ele correu lá pra cima todo unhado, pegou a carteira, pagou a moça e a moça foi embora. Profissional, né, gente? Pegou o que era dela. E aí aquela rua foi uma confusão, a sogra fingindo estar passando mal e a Jussara tava, não passa mal não, sua cafetina. Uma hora a sogra falou que o filho dela não estava botando nenhuma moça a perder, porque ele só saía com prostitutas.
Ele precisava. Ele, como todo homem, precisava. Ela é uma pessoa da igreja, hein? Jussara fez um escândalo até alguém da igreja tirá-la dali. E aí ela foi direto dali, lá na igreja, falar com o pastor. Contou tudo pro pastor. E o pastor só falou pra ela se acalmar, que eles iam conversar depois. E queria conversar os três, né? Não satisfeita, Jussara foi lá na casa dela, da mãe, né?
Contou para a mãe e para o pai. Na frente das crianças mesmo. Eles têm que saber que o pai deles é um pilantra. Enfim, contou. E naquela noite tinha culto. Nem ele, nem a mãe foram para o culto. Mas a Jussara foi no culto e fez um escândalo no culto. Contou para todo mundo o que tinha acontecido. Falou que iria dar o testemunho dela. Da revelação que ela tinha descoberto. A coisa foi tão grave que o pastor foi na casa.
da Jussara, porque este marido não voltou mais pra casa e sabe o que o pastor queria? que ela perdoasse que ela perdoasse Jussara botou o pastor pra correr e a partir desse dia ela saiu da igreja, ela chegou no mercado que ela trabalhava e pediu eu quero as minhas calças do uniforme as meninas todas gritando de calça e aí Jussara se rompeu com a igreja saiu da igreja, só que a Jussara fez com que a sogra também saísse da igreja
E a sogra mudasse de bairro. Ela falou. Eu vou atormentar a vida dessa velha. O que ela fez comigo. Eu vou fazer com ela agora. Chamando ela de cafetina na rua. De meretriz. De vagabunda. De tudo gente. Encontrava a sogra na rua. No mercadinho. Onde fosse. Contava para todo mundo. Bem alto. A história. A sogra se mudou para Goiás. O marido também conseguiu uma transferência. E foi morar com a mãe.
estado. A casa ali ficou pra esse outro irmão. Ela não sabe o arranjo que fizeram, né? Eles tinham a casa deles. E a Jussara falou Se você não me der essa casa, eu vou lá pra Goiás. Contar pra todo mundo em Goiás. E aí ele falou Pra você também não dou a casa. Mas colocou a casa no nome das crianças com o usufruto da Jussara no divórcio, né? Ele não pegou nada ali da casa. A Jussara, hoje em dia, ela ainda é uma pessoa crente. O que que ela
uma pessoa crente, uma pessoa que crê em Deus, que acredita na Bíblia, só que ela vive a vida dela, assim, não tem mais essas coisas de ah, pecado, né? E que quando o marido, os filhos já estão um pouco maiores, né? Quando o marido vem lá, sei lá, de Goiás pra pegar as crianças, ela sempre dá um apavoro nele. E sempre fala, como é que tá a cafetina da sua mãe? Teve uma vez um Natal que os meninos fizeram tipo FaceTime, assim, né?
todo mundo ouvindo, dando tchau para a Jussara. E a Jussara gritou, mostra aí, onde está a cafetina? Está fazendo peru, aquela vagabunda? Então é só assim que ela trata a ex-sogra. E a ex-sogra dela foi para lá, para Goiás, para uma igreja da mesma franquia, não sei como diz, que ela frequentava no estado deles lá. E aí alguém descobriu. Esse tipo de coisa, não tem como. A Jussara falou,
não tenho nada a ver com isso. E aí ela mudou agora não só de igreja, né, como de franquia. Então, tava em uma, foi pra outra. O que vocês acham?
dela não deve ser feita somente num templo de quatro paredes, né? E que as pessoas não têm nada a ver com isso. Elas não são juízas. As pessoas usam o nome de Deus e o nome da igreja para serem de verdade juízas na sociedade, para fazerem inferno na vida das outras pessoas. E eu acredito que a igreja não era para ser assim. É um lugar de amor, é um lugar de paz, é um lugar onde a gente pode se conectar com a nossa espiritualidade.
Então, é muito triste. E de todas as lições que a gente tira, além do machismo, além de toda a opressão que a nossa amiga sofreu, essa é uma delas, que muitas pessoas
Oi gente, aqui é a Stephanie falando de João Pessoa, da Paraíba. Jussara, que livramento, viu? Ainda bem que você não tá mais casada com esse embuste, que você se livrou dessa sogra. Mas quem nunca passou por uma injustiça dessa? Principalmente quem já teve uma sogra crente, né? Porque a minha, meu Deus do céu, ela fala dos meus shorts, mesmo não sendo mini shorts, mas quando eu fui ver o álbum de fotos da família, a jovenzinha lá,
na igreja com mini saia. É muito injustiça, né? Um beijo pra vocês. Com a nova Base Stick Fator de Proteção Solar 50, você tem a proteção, cobertura e tratamento em um só produto. Ela é a base perfeita para o dia a dia e vem em uma embalagem desenvolvida com redução no uso do papel. A Hydra Bene, além de tudo, ainda mais perfeita fazendo escolhas conscientes e sustentáveis.
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