Episódios de Não Inviabilize

RESORT

26 de março de 202627min
0:00 / 27:21

Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!

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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia

Vinhetas: Pipoca Sound

Voz da vinheta: Priscila Armani

Participantes neste episódio1
A

Andreia Freitas

HostJornalista
Assuntos1
  • História de Maurílio e PatríciaTraição e golpe do marido · Viagem para o Pony Beach · Consequências na empresa · Perdão e reconciliação
Transcrição68 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Picolé de limão, o refresco ácido do seu dia.

Oi gente, cheguei, cheguei para mais um picolé de limão e hoje eu não estou sozinha, meu publi. Quem está aqui comigo hoje é a Hostinger. A Hostinger é um serviço de hospedagem de site que tem tudo, absolutamente tudo que você precisa para publicar o seu site em poucos cliques com o melhor custo-benefício do mercado. E hoje eu quero falar com você.

Sim, você que é criador de conteúdo, ou uma pessoa aí que tem umas metas que estão só no papel, sabe? Ai, quero tirar no papel, quero começar algo novo. Sabe aquela meta que você tem que você fala, não, vou começar agora? Eu, por exemplo, sou uma pessoa que gosta de começar tudo depois do carnaval. Sou essa pessoa bem Brasil. Então essa é a minha época de começar agora e eu espero que seja a sua também.

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Hoje eu vou contar para vocês a história da Patrícia. Então vamos lá, vamos história. Patrícia é casada há 20 anos com um cara super ok. Sempre foi um bom marido, um bom pai. Eles sempre tiveram uma boa intimidade, cumplicidade, companheirismo. Um casal ok, casado há muito tempo.

O marido da Patrícia nunca gostou de trabalhar CLT, mas nunca deixou faltar nada em casa. Sempre se virou, abriu um negócio aqui, fechou ali. Um marido que gosta de empreender, de fazer as próprias coisinhas. Por outro lado, Patrícia sempre foi CLT.

Patrícia trabalha há 10 anos numa mesma empresa, na linha de produção, não tem cargo de chefia, nada. Então, assim, é uma galera que trabalha todo mundo junto na mesma bancada ali, né?

20 pessoas no setor de Patrícia, mais o chefe, 21 pessoas ali. E, pô, você tá miliano na mesma firma, você conhece todo mundo, o pessoal já faz churrasco, já se encontra um na casa do outro, todo mundo, assim, né, meio que é mais do que só colega de trabalho, né? Você já tem meio que um convívio social com aquelas pessoas ali que você trabalha há muitos anos, né? Todo mundo sabe da vida um do outro.

E o clima na empresa ali que Patrícia trabalha sempre foi muito bom. O tempo passou até que um dia, marido de Patrícia chega com uma grande novidade. O marido agora era sócio de um cara que vendia pacotes para um lugar paradisíaco, um resort all inclusive chamado Pony Beach.

Não porque tem praia, porque tem piscinas, tem toboágua, tá tudo incluso. Então, todas as refeições você faz ali no resort Ponebite. Assim, uma coisa de louco.

Para o pacote não ficar tão caro, eles resolveram fazer ali o pacote somente o resort e fechar grupos. Dali da cidade de Patrícia até o resort Ponei Beach dava umas 5 horas e meia.

Dá pra ir suave, gente. De busão, todo mundo, dá pra ir. Patrícia, ficou muito feliz. Pone Beach, um lugar lindo, um lugar muito conhecido, famoso. Então, assim, ah, não é um resort desconhecido. Pone Beach é famoso. Todo mundo vai pro Pone Beach. É um resort familiar, então você pode levar suas crianças. Nananã, perfeito.

Patrícia chegou ali na firma e falou... Gente, olha esse panfleto. Meu marido tá vendendo pacotes para o Pony Beach. Patrícia panfletou, foi de bancada em bancada ali, né? Do setor dela.

distribuiu também em outros setores, mas assim, ela não conhecia o povo tão bem, né? No setor dela ali, ela falou, olha, vai custar 5 mil reais por pessoa, mas é tudo incluso, são 4 dias, você não gasta nada pra comer, nada pra beber, o ônibus, e de volta, já está incluído um ônibus de viagem, então assim, se você quiser levar a sua família... Então pensa, se vai um casal com dois filhos, gente, é 20 mil reais?

Não é barato, né? E o pessoal começou a falar, putz, a gente... Nossa, a gente super ia querer ir, sim. Mas, e parcela? Parcela em 24, jurinho assim, só do cartão mesmo, coisa pouca. Poxa, aí já virou vantagem, né?

Só que pra dar certo, tinha que vender o grupão, né? Tinha que ser um grupo pra ir. Patrícia explicou isso ali pro pessoal, tudo que o marido dela tinha explicado pra ela. E teria um feriado lá pro final do ano. Quatro dias ali. Pô, perfeito.

Vê lá com ele quantas pessoas precisa, quantos dias, como é. Patrícia foi, pegou os preços, pegou tudo com o marido. E no dia que a galera ia fechar, o marido dela foi lá e fechou praticamente com a sessão toda de trabalho da Patrícia.

Só a pia usada. Chefe nenhum. Fechou o pacote ali, né? Então, assim, ia ser até melhor pra eles, tal. Mais à vontade, sem o chefe. Tava todo mundo muito empolgado. Todo mundo só falava dessa viagem. Inclusive a Patrícia.

Teve gente que ia levar a mãe, ia levar a sogra. No final, o marido da Patrícia conseguiu uns descontos. Ia ficar 4 mil, ficou 2,500. Resort Ponei Beach fez ali um desconto. E aí eles já estavam programando. Depois que a gente foi no Ponei Beach, a gente começa a pagar o pacote para ir no Ponei da Serra. A galera estava muito animada e muito feliz. A galera comprou o pacote ali em fevereiro para ir em novembro.

Março, abril, maio, junho, julho, agosto. Todo mundo estava muito felizinho. Em agosto, Patrícia percebeu ali o marido estranho. Ele estava muito calado, preocupado, e ela começou a apertar ele para ver o que tinha acontecido. O que ela achou? Mulher.

Será que ele me traiu? Esse desgraçado me traiu. Apertou o marido. O marido começou a chorar. E disse que o sócio dele. Que Patrícia não conhecia, tá? Esse sócio. Fugiu. E agora não tinha mais. Resort Pony Beach. E não tinha mais nada.

Patrícia se desesperou. Meu Deus do céu, precisa cancelar os pacotes, então, vê o que faz. Devolver o dinheiro pra galera, né? A maioria fez no cartão, então será que o cartão não estorna? Já tinha se passado muitos meses, eles tinham antecipado os pagamentos. Pra você receber alguma coisa, você teria que entrar na justiça.

contra aquele CNPJ que estava ali onde passou a maquininha. Patrícia, muito corajosa, porque foi ela que vendeu dentro da firma, né, gente? Teria que falar ali para o pessoal que não ia mais ter viagem. Estava todo mundo muito empolgado falando disso há meses.

Não era só isso, era falar que o dinheiro não ia ser devolvido, que eles iam ter que entrar na justiça contra aquele CNPJ do pagamento para poder receber. Todo mundo ficou doido ali. Patrícia ficou muito assustada, porque teve gente que ficou real, bravo, sim. Mas o marido de Patrícia também foi enganado, né?

Alguns ficaram muito bravos, mas estavam relutantes em entrar com o processo. Estava todo mundo assim, meio sem saber o que fazer. Até que uma moça ali da sessão de Patrícia, que a gente pode chamar aqui de Jussara, resolveu processar realmente, no Pequenas Causas, aquele CNPJ, que era um nome ali, fantasia, né?

Qual foi a surpresa de Jussara quando ela descobriu que o responsável por aquele CNPJ sem sócio, sem nada, era o marido de Patrícia? Ela abriu o processo, fizeram a pesquisa do CNPJ, era o marido de Patrícia. Ele era o dono da empresa. Então, o dinheiro foi para uma conta daquele CNPJ, né?

O CNPJ da nota ali era do marido de Patrícia. E Jussara chegou confrontando Patrícia. Você não sabe nada do que seu marido faz, que empresa do seu marido tem. A empresa está no nome do seu marido. Gente, vocês concordam que Jussara também tem razão? Patrícia ficou horrorizada e falou... Não, não pode ser. Ligou para o marido na hora, o marido ouviu, desligou. Ela teve que trabalhar o dia inteiro, um climão ali. Galera já querendo cobrar. Aquelas coisas, né?

À noite, foi falar com o marido, pôs os filhos pra dormir e tal, e o marido confessou. Chorou de novo e confessou que sim, tinha sido ele. Patrícia sentiu um alívio, que falou, Bom, se foi você, então você vai devolver esse dinheiro, que você não gastou um real aqui dentro de casa. Esse dinheiro tem que estar lá no banco. E aí o cara confessou que ele perdeu dinheiro em casas de apostas. Online.

Patrícia que nem sabia que o marido jogava. Ficou muito mal. Muito mal. Porque agora ela tinha que falar pra galera que não tinha dinheiro. Porque quando a galera começou a descobrir que era o marido dela, ela falou, se é o meu marido, ele vai devolver.

Patrícia perdoou o marido. Ele cheio de processo, não conseguiram caracterizar estelionato, porque parece que ele entrou em contato com o resort e pegou um plano de pagamento. Só que ele só não repassou, só não fechou os pacotes. Ficou tudo para decidir na vara cível. E a galera começou a hostilizar a Patrícia. Aquele clima bom, eles mantinham sem a Patrícia.

A Patrícia começou a ser ignorada na empresa. O chefe sabia da situação e falou, eu não vou demitir a Patrícia porque, assim, vocês compraram o pacote que vocês quiseram e tal. E ela precisa trabalhar aqui, ela vai trabalhar aqui, ela tem que estar integrada aí com vocês. Então, assim, eles faziam um mínimo para não caracterizar um assédio pesado ali, mas todo mundo com muito ódio de Patrícia, mas também porque ela perdoou ele, né?

O Sara organizou para que todo mundo, até aqueles que não queriam, abrisse processo. Um belo dia, Patrícia chegou do trabalho. Este cara não estava mais lá. Aqui, eu acho que Patrícia também foi um pouco ingênua, porque ela podia ter tentado ver essa conta, entrar nessa conta, para ver se realmente ele tinha perdido esse dinheiro. Ele foi embora.

A Patrícia foi descobrindo as coisas por etapa. Ele foi embora. Ela tentou achar ele, não conseguiu. Entrou em contato com parentes dele e descobriu que ele tinha uma amante. E depois, no processo, na justiça de divórcio, ela descobriu que ele sacou o dinheiro. Tinha o dinheiro na conta, sim. E ele sacou o dinheiro. E sacou depois daquela conversa que eles tiveram. Então, se ela tivesse...

Sei lá, né? Pensado um pouco assim, mais friamente, ela tinha achado aquele dinheiro, tinha falado pro povo, não deu tempo de congelar nada dele, ele sacou, né? Ela acabou se divorciando dele. Pasmem. A dívida ficou metade pra ela. Comunhão de bens. Tá bom pra vocês? A dívida dele, todas as dívidas dele, metade são dela.

A Patrícia se sente muito mal de ter perdoado, sei lá, de não ter sido firme, que talvez desse para recuperar o dinheiro da galera. A galera revoltada até hoje, tem gente que perdeu 20 mil, 25 mil, sabe assim? Fez crediário, fez empréstimo e ele sumiu com o dinheiro. Patrícia tem processos contra o ex-marido, mas ele não movimenta nada no nome dele.

No trabalho, todo mundo só fala bom dia, boa tarde para a Patrícia. Assim, não interage, só coisas de trabalho. Então, por exemplo, se eles vão sair na sexta-feira depois do trabalho, ninguém chama ela. Se vai ter churrasco na casa de alguém, ninguém chama ela. Ela ficou totalmente excluída. As crianças sentiram muito. Muito.

A menininha mais nova ficou doente, ficou mal e não pagou pensão. Um ano e meio, depois que ele tinha fugido com a mulher, ele apareceu, chorou de novo, queria ver os filhos. Esse ano e meio, ele não pagou pensão, não viu as crianças, nada. E pediu pra voltar. E aí é que tá o ponto. Patrícia, já divorciada dele, voltou com ele.

E diz agora que ele é um homem restaurado, que ele é um homem de fé agora, que ele cometeu muitos erros, mas merece ser perdoado. Mas e a galera, Patrícia? A Patrícia falou, Andréia, a galera já entrou com o processo, então assim, né? O que a justiça fizer, tá feito, né? Mas ele não tem bens, não tem dinheiro, não tem o bens, não tem o dinheiro.

E ele é o pai dos meus filhos, assim. A gente viveu muitos anos. E... E eu perdoei ele.

E voltei com ele. E agora a gente tá bem. Só que tão bem e na firma tem gente que acha que foi tudo um esquema. Que Patrícia sabia de tudo desde o começo. Que esse afastamento dele, se pá, nem aconteceu. Foi um divórcio só pra tentar preservar alguma coisa de bens. Mas eles não têm bens, tá? Eles moram de aluguel, não têm nada.

Patrícia não vai sair dessa empresa, porque ela tem muitos e muitos anos lá, e a empresa também não tem interesse de mandar ela embora, porque ela trabalha bem e seria uma indenização mais alta para pagar, né? E eu nem sei se ela recebesse essa indenização, se não entra nesse processo, né? Da galera. Mas não ia dar para pagar. Todo mundo ia dar para pagar quase nada, né? E assim, a galera pegou bronca da Patrícia.

E agora ela diz que ela está feliz no casamento, que está tudo bem. Para fechar essa história com chave de ouro, o marido da Patrícia, que continuou fazendo bico, continua por aí, né? Levou ela, as crianças, para o Ponebite. Três dias eles ficaram no Ponebite. Patrícia não postou foto, mas o filho dela mais velho, que já é adolescente e tal, já tem namoradinha e tal,

postou fotos no Pony Beach e isso chegou na firma. E aí o pessoal ficou maluco, porque, né, é provocação. Eu falei pra ela, tanto lugar pra ir, e ela falou, mas ele que fez a surpresa no Pony Beach. Aí eu tava conversando com a Janaína sobre essa história, né, e ela me contou uma pequena passagem de um dos lugares que ela trabalhou, que a moça vendia Ponywear.

E uma colega de setor ali comprou muitas poneywares, um monte de poneywares com estampas diferentes, uma nota. E aí não pagava, não pagava, não pagava. E se você brigar dentro da firma, é justa causa. Mas, segundo Janaína, o pessoal da firma descobriu que se você...

tiver uma briga com um funcionário, mas a 100 metros da empresa, você não pode ser mandado embora por justa causa. Pois a menina que vendia por Neeware, esperou a devedora depois dos 100 metros e deu um pau nela na rua. Todo mundo já estava sabendo, todo mundo estava esperando esse pau.

Janaína não lembra, infelizmente, se depois a moça apagou. O que ela lembra é que ninguém foi mandado embora.

porque estava realmente longe da empresa, mas ela esperou. Com a marmitinha, deu uma armitada. Foi aquela loucura, né? Então, assim, Patrícia, não sei, né? Se tiver uma pessoa assim lá, você está lascada. Porque voltar com ele, perdoar, eu não tenho nada a ver com isso, né? Cada um sabe ali o que quer de estrutura familiar, como é, mas o cara aplicou um golpe, sei lá, em oito pessoas da sua empresa.

E você está de boa? Não sei, gente. O que a Patrícia falou é ele já foi responsabilizado. Já tem os processos. Eu falei, mas Patrícia, ele pensa em pagar? Ela falou, olha André, ele disse que sim, mas a gente não tem condição. Mas aí não era então, por que não pegou esse dinheiro que foi para o Ponebit e já rateou ali entre a galera? Porque foram em cinco pessoas. Ele ganhou um voucher.

Foi grátis? Acredito que não, né? Porque que já não pegou, já não é uma boa fé? Fala, gente, eu vou dividir aqui entre vocês. É o dinheiro que eu consegui até agora. Eu não sei, gente. Eu não sei, eu entendo, assim. Patrícia, eu não acho que ela seja culpada.

De nada, porque ela não sabia realmente de nada. Mas voltar com ele já num ambiente hostil da empresa e ainda ir no resort Pone Beach, complica um pouco, né, Patrícia? Então, a questão é essa. O marido dela continua trabalhando por aí, nas coisas dele. Não pagou ninguém ainda, porque não tem bens também para confiscar, não tem nada.

A galera continua no veneno com a Patrícia. E agora a Patrícia acha, assim, como ela tá bem com o marido e os filhos agora, o ambiente familiar dela tá bom, o ambiente hostil da empresa não afeta mais tanto a Patrícia, entende? Mas é isso, né, gente? Não sei.

O que vocês acham? Oi, NamvBleezers. Aqui é a Eloy, eu falo de Cataguases. Patrícia, não é porque ele é o pai dos seus filhos e porque você acha que o seu casamento se restaurou que as coisas estão bem. Ele mentiu pra você que perdeu a grana em jogo de aposta, sendo que ele sacou todo esse dinheiro pra gastar com a amante. E ele esqueceu que a família que você tanto quis restaurar existia. Não é porque vocês não têm bens e não têm dinheiro que a justiça vai deixar morrer essa dívida. Fique esperta, senão quem vai ter que pagar isso aí é você.

Ele deveria pagar pelo valor que a galera perdeu, mesmo que seja aos poucos. Porque afinal você convive, você trabalha com ele, você vê eles todos os dias. E seria muito melhor pra você. Mas na primeira grana que ele teve, ao invés de querer pagar um pouco a galera, o que ele fez? Levou vocês pro Ponebite? Francamente, pra mim você tá vivendo uma fantasia, uma ilusão, que pode acabar a qualquer momento. Porque ele sabe que se fizer igual ou pior, você vai perdoar de novo.

Faça terapia pra você poder sair dessa, porque nem você e nem seus filhos merecem um homem desse.

Oi, não inviabiliza, eu me chamo Roco e falo de Blumenau. Patrícia do céu, esse cara fez atrocidades contigo, Patrícia. Atrocidades, ele não somente te traiu, a traição, aquela básica assim, mas ele também traiu a confiança de todas as formas possíveis, traiu as pessoas que tu conhecia.

E eu só fico me perguntando como que tu consegue deitar a cabeça no travesseiro todas as noites e não imaginar que o próximo grande plano de traição dele não tá talvez acontecendo agora, nesse exato momento, e é algo que tu vai descobrir talvez daqui a alguns dias, alguma coisa assim. Nossa, eu não iria conseguir. É isso que eu tenho pra dizer. Um beijo pra todo mundo.

2026 é o ano de tirar o seu site, sua loja, seu projeto, seu portfólio do papel. E com a Hostinger, você que está começando aí seu primeiro negócio, criador de conteúdo ou que está atrás aí de uma renda extra, sim, você consegue fazer o seu site sem complicação e gastando muito pouco. Transforme o Quem Sabe Um Dia em Hoje É O Dia.

E usando o nosso cupom NÃO INVIABILIZE, tudo junto, sem acento, em maiúscula, você ganha 10% de desconto na assinatura. É só clicar agora no link que eu deixei aqui na descrição do episódio. Bem-vinda, Hostinger! Obrigada aí pela parceria. Um beijo, gente, e eu volto em breve. Quer a sua história contada aqui? Escreva para nãoinviabilize.gmail.com

Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Enviabilize. Gente, um adendo. Se eu não acreditasse de verdade que a Patrícia não está envolvida.

nesse golpe que o marido deu, eu nem contava a história. Eu acredito, sim, que em relação ao golpe, a Patrícia é inocente. E outra coisa, ela não ganha bem. Ela tem que pagar aluguel, tem que manter a casa. Como eu disse, o marido não tem emprego fixo. Então, não tem como ela fazer uma negociação para começar a pagar essas pessoas.

E o objetivo da Patrícia foi mostrar realmente que ela perdoou o marido e que agora mesmo com todos os problemas, porque a dívida dele não sumiu, né? Ele tem processos na justiça. Eles como família estão bem. Então assim, a questão é...

Para a gente que está ouvindo, isso é válido? Não sei, pode não ser, mas para a Patrícia, isso é importante, né? Essa questão da família unida de novo, mesmo porque os filhos da Patrícia com este senhor sofreram muito, eles sofreram mesmo a ausência do pai, esse um ano e meio.

Eu acho que foi ok ela oferecer o pacote, porque nessas empresas maiores, por exemplo, a sua mãe vende coxinha para a festa. Você não vai oferecer e avisar o pessoal que a sua mãe faz coxinha para a festa? Aí a sua mãe pega uma encomenda de coxinha e não faz a coxinha. E o pessoal pagou. Se for um valor muito alto que você não tem como pagar, como é que você vai fazer? A culpa é sua.

acho que a culpa seja da Patrícia em relação a isso, né? E ela não tem dinheiro, gente. Ela recebe, o pessoal lá também recebe na mesma faixa que ela e ela paga aluguel, tem as crianças, não pode contar tanto com o marido, então assim, né?

E no Ponei Beach, eu realmente achei vacilo. Mas, como a Patrícia me disse agora há pouco, não tem uma praia mais perto. E, assim, segundo o marido dela, ele tinha uns vouchers, umas coisas, então, assim, não é que foi tudo pago, né? Mas eu ainda não iria. Não foi ela que postou, foi o filho, mas ainda assim.

Eu não iria. Eu acho que a questão da Patrícia foi essa, mostrar como a família dela mesmo, no meio desse maremoto, porque sim, tem todas essas questões, das coisas que ele fez, ela perdoou. E aquilo que eu já falei aqui, se você perdoar, você tem que esquecer. E a Patrícia fez isso, ela perdoou e ela esqueceu. E está tendo uma vida nova aí, com esse marido antigo.

E também, gente, nada novo sob o sol, né? O que mais a gente vê aparecendo na TV, por exemplo, é o golpista que tem uma esposa que tem uma namorada e elas sabem, elas perdoam, ou até o cara que, sei lá, esfaqueou.

uma pessoa e depois a esposa perdoou, sei lá, o cara cumpriu a pena dele e seguiu, né? Nesse caso, não teve pena, porque virou só um processo cível, que ele está respondendo na justiça.

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