PERSEGUIDO
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- Atuação familiar de agressoresComportamento homofóbico inicial do agressor · Presente de bebê e a recusa do agressor · Falsa denúncia ao RH · Boato espalhado na equipe · Transferência forçada e destruição de carro · Perseguição na casa de Renato · Renato · O agressor · Lúcia (esposa do agressor) · Pamela (colega de trabalho) · Mariângela (chefe de outra equipe)
- Exploração de trabalhadoresHomofobia no ambiente corporativo · Falsa acusação de assédio sexual · Renato · O agressor
- Participacao OuvintesAnálise da obsessão do agressor · Sugestão de mudança de país para Renato · Interpretação da má índole do agressor · Beatriz (ouvinte) · Maria (ouvinte)
Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. Oi, gente! Cheguei! Cheguei pra mais um Picolé de Limão. E hoje eu não tô sozinha, meu publi! Quem tá aqui comigo hoje é a Pet Love. Quem é tutor de muitos pets, com raças e idades diversas, sabe que eles pedem atenções diferentes.
Às vezes precisa passar no especialista, às vezes um tá bem, o outro tá mais ou menos. Mas a gente se desdobra pra cuidar de todos, não importa a idade ou a raça, a gente sempre dá carinho de forma igual e tenta cuidar de todo mundo igual. E essa é a mesma forma, o mesmo jeito que os planos de saúde Pet Love tratam os seus pets.
Sem distinção de raça ou idade, seja um filhote ou um pet sênior, um cachorro de raça ou nosso clássico caramelo. Amo! Não há variação de preço. Isso é muito bacana. Estamos no mês de aniversário Pet Love e essa é a oportunidade perfeita para tutores de pets idosinhos ou com doenças pré-existentes aproveitarem o desconto de aniversário.
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Imagina a paz de espírito que você vai ter. Sabendo que independente da idade ou da raça do seu pet, o valor do plano cabe no seu orçamento e protege contra os imprevistos. Plano de saúde Pet Love. Se tem pet, tem que ter. É tudo que a gente precisa. Eu vou deixar o link certinho aqui na descrição do episódio. E no final tem um super cupom. Fica comigo que mês de maio de aniversário a Pet Love tá uma mãe.
E hoje eu vou contar para vocês a história do Renato. Então vamos lá. Vamos de história. O Renato trabalha numa multinacional e ele é analista de coisinha sênior. Não vou falar o que é, né? Mas ele é tipo o sênior. Ano passado, essa empresa voltou todo mundo para o presencial, o que eu acho péssimo. São três empresas juntas. Essa multinacional tem mais duas.
se juntaram, reduziram as equipes de várias áreas, fizeram fusão de várias coisas, sabe assim? A equipe do Renato, com essas mudanças, ganhou mais uma galera de pessoas. Então, ele tinha agora uma equipe com 17 pessoas. Bom, e aí é aquela coisa, né? Ele tendo uma equipe maior agora para administrar.
várias pessoas ali, né, naquele grupo, então assim, ele tinha que adaptar também aquelas pessoas novas que vieram de outras equipes, né, que tinham outros chefes, pra equipe dele, então vai um tempo, o Renato é uma pessoa muito paciente, e ele foi fazendo isso aos poucos.
Entre essa galera aí, tinha um cara. E o Renato falou, Andréia, eu sou uma pessoa que eu venho de uma família muito bem estruturada, que meu pai e minha mãe, vamos dar um nome, José e Maria, sempre me trataram com muito respeito e souberam que eu era gay desde criança. Então, assim, eu não tenho nenhum problema com a minha sexualidade em me afirmar, em pedir respeito a essas coisas.
E ele já notou que este cara tinha uma atitude meio homofóbica. Ele falou, André, eu sabia que vinha alguma coisinha homofóbica, mas eu era o chefe ali. O cara fazendo o trabalho dele e me respeitando, não é um problema meu o que ele pensa fora dali.
E ele foi ali liderando a equipe dele, vendo essas coisinhas mais de longe, né? Essa interação que talvez, sei lá, uma fofoca, uma coisa assim.
tratando as coisas que apareciam ali fora, as questões de trabalho, de uma maneira corporativa também. Este cara, certa época lá, foi conversar com o Renato, porque ele ia tirar os oito dias que a esposa dele ia ter um bebezinho. Renato ficou conversando a meninidades com esse cara lá.
Que legal, parabéns. Não, não, não. O cara falou, é meu terceiro filho e tal. Ah, que bacana, muita saúde pra ele. Gente, aquele papo, né, que você tem ali com uma pessoa, né, que você trabalha junto, ainda mais você sendo chefe, você cria uma amenidade ali e segue sua vida. O cara do nada, no meio daquelas amenidades todas, falou, é pena que você nunca vai saber o que é isso.
Gente, a adoção tá aí pra isso, né? Ou sei lá, eu tenho algumas histórias aqui no meu banco de histórias de gays que tiveram filho com amigas. Então assim, né? Como assim você nunca vai saber como é isso? Você tá louco? E aí o Renato falou pra mim, Andréia, se fosse um cara num bar, talvez eu pegaria uma garrafa.
Desce na cara dele, talvez, mas ali eu sou o chefe do cara. Então eu fingi que não escutei, porque foi realmente uma frase que ele soltou no meio ali para me provocar. E eu fingi que não escutei, falei mais meia dúzia de parabéns para o bebê dele, marquei ali a data que ele ia sair para pegar a semana dele, para poder distribuir as demandas do cara entre o restante da equipe e acabou ali.
O cara saiu. Quando ele voltou, a galera se juntou para comprar um carrinho de bebê para esse cara. O Renato também ajudou, também botou o nome no cartão ali. Então, foi a equipe toda que deu o carrinho para ele.
O Renato falou para mim, André, ali na minha equipe eu tenho algumas mães e parece que os filhos, né? Tirando esse recém-nascido, os dois filhos também são pequenos. Então, elas compraram um carrinho lá, que eu não entendo muito bem, mas que assim, ia facilitar caso a mãe precisasse sair com os três no carrinho ali.
Então, não sei como é esse carrinho também, não entendi se uma criança vai na mão e dois no carrinho, enfim. Elas estavam todas lá comentando que, tipo, era um carrinho muito bom, trocando dicas de carrinho, né? E deram esse carrinho aí pro cara. Ele recebeu o carrinho ali, agradeceu todo mundo. Passados uns dois dias ali, tava um burburinho e alguém da equipe foi lá contar pro Renato a fofoca.
que o cara tinha pedido a nota fiscal do carrinho, porque ele queria ver se ele podia ir lá na loja, trocar o carrinho por dinheiro. As pessoas da equipe ali quiseram entender se ele estava precisando de dinheiro, porque às vezes vai trocar um carrinho bom desse por dinheiro, porque, sei lá, o cara está apertado, três filhos, né? Mas não, sabe o que ele falou ali? Principalmente para as mães, que aquilo era frescura.
Se a minha mulher não der conta de três crianças, ela vai dar conta do quê? É uma bobagem, é um dinheiro. Ele deve ter pesquisado e visto que o carrinho era caro, né?
ali todo mundo ganhando bem, gente, uma empresa muito boa, sabe? E achou melhor pegar esse dinheiro, tipo, gente, como assim? Quem que fala isso? Quem que faz isso? E algumas mães falaram, isso é impossível, dá o carrinho pra ela. E aí ele deixou esse carrinho ali embaixo da mesa dele uns 10 dias.
Ele não levou o carrinho pra esposa. Até que uma mulher da equipe conseguiu o telefone da esposa dele. Falou, a gente tá com o carrinho aqui pra você. Vamos botar o nome, a Isabel. A Isabel pegou o carrinho debaixo da mesa dele uma hora que ele não estava lá e levou na casa dele. Entregou pra mulher dele. E ele fingiu que nada tinha acontecido. Ficou com a cara sem graça, sabe assim?
Isabel falou, nossa, ela ficou super agradecida, super feliz. Porque é tipo, como se fosse um carrinho de, quer dizer, deve ser, né? Um carrinho de marca, assim, sabe? Essa fofoca correu na equipe e todo mundo agora já estava de nariz torcido para ele. Tanto a galera que foi incorporada à equipe do Renato, quanto as pessoas que já estavam trabalhando lá.
A esposa dele mandou lembrancinha pra todo mundo da equipe, inclusive para o Renato. Coisa que ele não fez. Ela falou, ah, eu deixei separado aqui pra vocês, mas o fulano sempre esquece de levar. Quer dizer, ele ganhou o presente, queria trocar o presente por dinheiro, porque falou que ia ser uma besteira, que a mulher dele tinha que se virar com as crianças. E ainda não trouxe a lembrancinha que ela, mesmo no puerpério e tal, tava mandando pra galera, assim, né? Então, veja.
como é a configuração do departamento ali do Renato. Tem uma sala com divisórios, assim, de vidro, que é a sala do Renato. Tem outra sala maior com divisórios de vidro, que é a sala de reunião. E o restante são todas mesas, uma do lado da outra, mas é um departamento. Então, assim, as pessoas trabalham cada um na sua mesa, na sua estação ali, com o seu computador, com as suas coisinhas. E é isso.
E quando você precisa falar com o Renato, você vai lá na sala dele, que tem os vidros em volta, e conversa com ele. É assim que funciona. Agora, Renato sabia que aquele cara já não era bem quisto ali naquela equipe. Todo mundo já estava com o ranço dele. Passado uns meses desse acontecimento todo em relação ao bebezinho do cara que nasceu, o Renato foi chamado no RH.
Chegando no RH, além de ter duas chefes do RH, tinha o chefe do Renato. Quando o Renato viu o estranho, alguma coisa muito grave aconteceu. Este homem tinha ido no RH, no compliance da empresa, fazer uma queixa de assédio sexual contra o Renato. Assédio sexual, não é assédio moral.
Na queixa dele, ele citava que Renato tinha feito convites para ele de cunho pornográfico, etc.
Renato ficou em choque porque a última vez que ele tinha falado com esse cara em particular foi quando o cara foi falar para ele que ele ia tirar os dias para ficar junto ali com a esposa e o bebezinho. Depois disso, ele só tinha estado junto com esse cara em reunião, naquela sala de reunião com outras pessoas junto.
E não foi nem, ah, o cara ficou por último, saiu junto com o Renato. Não, nunca teve nenhuma interação, nem no elevador, nem fora dali, nada. Só que quando o cara fez essa queixa, ele não foi específico de quando aconteceu. E o compliance começou uma investigação. Então, quis saber do cara onde foi. Ele tinha falado que tinha sido um dia, num horário que ele sabia que a maioria dos funcionários tinha saído para almoçar.
Só que, eu não sei, as pessoas fazem as coisas e elas não pensam nos detalhes, talvez. Ele esqueceu que tinha câmera em tudo? Ele esqueceu que quando ele foi trabalhar, sei lá, quantos anos ele estava lá, ele assinou um documento dizendo que tinha câmera no local?
Porque eu não sei se vocês sabem, quando você trabalha num lugar que é monitorado, você tem que ter ciência disso. Uma empresa não pode colocar câmeras escondidas no lugar. Você tem que saber. A empresa pode colocar câmera? Pode. Tirando a área de descanso, banheiro, essas coisas, pode colocar câmera em tudo. Mas tem que avisar o funcionário que tem câmera. Não pode ter câmera escondida. E se você trabalha remoto...
e você tem o computador da empresa, a empresa não pode te monitorar por câmera, essas coisas. Então, assim, né? Existia uma lei, né? Regras. E o cara tinha assinado, ele sabia que tinha câmera. O compliance foi lá, dia e horário, pegou dia anterior, dia seguinte, e não tinha nenhuma interação. Se o cara fosse menos burro, ele podia, sei lá, falar, o Renato me abordou na rua. Porque aí não teria como provar.
O RH chamou o cara de novo, o cara começou a falar Talvez eu tenha me confundido, quero retirar a queixa e tal. Como era uma queixa de assédio sexual, essa queixa tinha que ter uma sequência, um encerramento, uma investigação, porque senão depois o cara sai e bota a empresa no pau.
Pra que que o Renato tinha sido chamado ali? Primeiro pra ele ter ciência do que tava acontecendo na equipe dele, que era um assunto que ia ser privado, que ia ficar ali, não ia ser passado pra outras pessoas da equipe, nem o Renato ia confrontar o cara nada, mas ele tinha que ter ciência de uma coisa que tava acontecendo, de uma acusação que era feita contra ele. Depois, mesmo esse cara dizendo, vai confundir.
e o RH vendo que era mentira, é muito complicado você demitir o funcionário nesse contexto nebuloso. Foi oferecido para o cara que ele migrasse para outra equipe. Só que a outra equipe tem uma chefe que o Renato gosta muito dela. Vamos chamar, sei lá, de Mariângela. Mas falou que ela é meio assim, um cãozinho. O cara não quis. O cara quis ficar na equipe do Renato. Porque o Renato é muito de boa.
O Renato ficou pensando, poxa, o cara, mano, fez uma armadilha pra mim, deu uma queixa, né, que não é verdadeira e tal. A partir daquele momento, ele passou a evitar mais o cara, mandar todas as demandas que o cara tinha que fazer por e-mail. O Renato falou, Andréia, eu, assim, eu tenho uma equipe pra liderar, então, assim, eu não levei muito pro pessoal. O Renato seguiu ali fazendo o trabalho. Até que um dia, uma outra funcionária, que a gente pode chamar aqui de Pamela, né?
Pâmela chegou no Renato e falou... Renato, a gente precisa conversar seriamente. Tá rolando um boato, fulano tá falando pra toda a equipe que você assediou ele e chamou ele pra sair. Ou seja, ele fez primeiro a falsa queixa pro RH, não deu resultado, porque assim...
onde ele falou que aconteceu o dia, tanto o dia anterior, ninguém achou nem um dia dos dois sozinhos. E o compliance investigou, demorou para o Renato ser chamado e ficar sabendo do que aconteceu. E agora, como não deu resultado, ele estava falando para a equipe, porque ele achava agora que ele estava imune de ser mandado embora.
O Renato ouviu tudo que Pamela tinha a dizer e falou, tá bom, Pamela, obrigada. Foi até o RH, comunicou o que estava acontecendo, Pamela ainda falou, se precisar falar no RH, pode me chamar porque eu odeio ele. Amo. Ele falou, olha, a gente tem até testemunha, tem a Pamela e tal, ele falou pra Pamela, falou pra todo mundo. Então, assim, eu gostaria que ele fosse retirado da minha equipe, né? A gente não pode mandar ele embora agora, então manda pra outra equipe.
O RH chamou este cara e falou, olha, você vai ser transferido para a equipe da Mariângela. Este cara falou, não, não, não, não, deixa eu conversar com o Renato, não, não quero ser transferido. Saiu do RH, foi na sala do Renato, que como eu falei para vocês, é uma sala de vidro. Ajoelhou nos pés do Renato, começou a chorar e a gritar que ele não queria sair da equipe, que ele era um bom funcionário.
Por que o Renato estava fazendo isso com ele? Falando que ele tinha três filhos para sustentar, que ele sabia que a Mariângela ia demitir ele, que ele ia para lá e depois de seis meses, fatalmente, ele ia ser demitido. Gente, isso é um fato. O Renato falou, era esse o plano mesmo. E ele sacou, né? E ele falou que ele ia pular lá do prédio se ele saísse da equipe do Renato.
Renato teve que chamar o RH, ele saiu de lá com o pessoal da enfermaria e o médico da empresa afastou esse funcionário por 14 dias. Quando ele voltou, ele já voltou na equipe da Mariângela. Foi passadas as demandas que ele tinha que fazer de trampo ali. O cara teve essa primeira reunião com a Mariângela, saiu da reunião, foi até a garagem, que era tipo um pátio.
Achou o carro do Renato e destruiu o carro do Renato. Destruiu o carro do Renato. Foi detido, não ficou preso, mas saiu de lá com a polícia. Foi mandado embora por justa causa. Está na justiça alegando insanidade e perseguição pelo Renato. Justiça do trabalho e justiça cível. Encontrou a casa do Renato.
O Renato mora com o seu marido, eles não têm filhos, eles têm dois cachorros. E esse cara, não se sabe se ali era cocô de cachorro ou cocô de gente, ele encheu uma sacola de cocô, botou água, ele jogou. Eu acho que ele foi recolhendo cocô de cachorro na rua. Bateu na porta lá da casa dele, é tipo um condomínio. Como esse cara entrou no condomínio, não sabemos.
A empresa arcou com as coisas de seguro lá do carro do Renato. E agora ele está fazendo um processo para ser transferido para outro país. Ele e o marido. O marido dele está vendo de trabalhar remoto, porque senão vai ter que pedir as contas, porque ele não vai largar o Renato. Está fazendo toda a documentação dos cães para ir para outro país, porque esse cara surtou e está perseguindo o Renato.
Esse cara fala... Você sempre me quis. Você sempre quis minha rola. Você sempre quis que eu te chupasse. Gente, de onde que esse cara tá tirando essas coisas? A mulher dele, Lúcia, tá pedindo o divórcio. E Lúcia falou pra Isabel que o cara é obcecado pelo Renato.
Renato agora toma até remédio pra dormir, porque ele tem medo que esse cara invada, que esse cara faça alguma coisa, e a empresa tá fazendo tudo correndo pra transferir ele, e a família, e tudo, vai ter uma promoção e tal, mas ele falou, Andréia, isso pra mim não tem um gosto de vitória, sabe? Eu tô indo porque o cara tá atrás de mim. Tá me perseguindo.
E no discurso do cara, ele se diz o perseguido. Porque o Renato quer ele, o Renato quer fazer sexo com ele. Nunca, gente, nunca. Em nenhum contexto, nem nada. Então essa é a história do Renato. Ele vai mudar de país por causa de um perseguidor.
de país, com apoio da empresa, ainda bem que ele não teve nenhum prejuízo financeiro, mas emocional, está tomando remédio, gente, para dormir, por conta de uma pessoa que a gente não sabe, se no começo lá se mostrava homofóbico, agora o que é isso, essa obsessão pelo Renato?
O que vocês acham? Oi, não é Invebilizers. Aqui quem fala é Beatriz. Eu falo do interior de São Paulo. Tô chocada. Claramente, a obsessão desse cara tem muitas e muitas camadas, né? Pra mim, a primeira parte dessa camada é o fato do Renato ser um homem livre, feliz consigo mesmo, alguém que não possui medo de poder mostrar o seu verdadeiro ser. E o que esse cara não consegue ser, não consegue aceitar que ele é. Outro ponto é que a inveja que ele sente do Renato ser um homem bem-sucedido.
Que pra esse cara é inadmissível na visão de qualquer homofóbico, né? Na cabeça dele pra ele é injusto o fato do Renato conseguir aquilo que ele não consegue. Eu acho que, infelizmente, a melhor solução pro Renato é essa mudança. Assim, ele e o marido dele poderão achar a paz deles novamente, né? Poder ter esse espaço seguro. E eu espero do fundo do meu coração, Renato, que você finalmente consiga encontrar esse lugar feliz com seu marido, com seus cachorros. Um beijo.
Oi, gente, meu nome é Maria, eu falo aqui do Distrito Federal. Que história angustiante, viu? Eu acredito que muita gente vai tentar justificar as ações do perseguidor, baseado numa ideia de um suposto desejo reprimido, ou como se o perseguidor fosse uma pessoa que não saiu do armário, mas eu acredito, na verdade, que é o caso de uma pessoa de má índole.
Uma pessoa perigosa, violenta e que está cada vez mais obcecada pelo Renato de fato. Até porque ser uma pessoa ruim não tem a ver com a orientação sexual. Renato, eu sinto muito por você ter que reorganizar a sua vida em outro país por causa de uma pessoa completamente desequilibrada. Desejo forças, desejo muito sucesso na sua carreira e espero que tudo dê certo. Um beijo.
Não esquece, a Pet Love não faz distinção. Não importa a raça ou a idade, eles são tratados com o mesmo cuidado e respeito e sem variação de preço na contratação de um dos planos de saúde Pet Love. O aniversário da Pet Love é para ser comemorado por todos. Ó, tutor de pet filhote, de pet sênior, todo mundo, tá?
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