Episódios de Não Inviabilize

DEZ MIL

11 de maio de 202621min
0:00 / 21:44

Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!

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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia

Vinhetas: Pipoca Sound

Voz da vinheta: Priscila Armani

Participantes neste episódio1
A

Andreia Freitas

HostJornalista
Assuntos6
  • Rompimento FamiliarOportunidade de intercâmbio para o sobrinho Jefinho · Cobrança do valor devido através do intercâmbio · Frustração do sonho do intercâmbio de Jefinho
  • Endividamento das FamíliasAmeaça de agiota à família do Beto · Empréstimo de 10 mil reais para quitar agiota · Promessa de pagamento parcelado
  • Orçamento familiar e decisões financeirasAproximação da família do Beto após o nascimento do filho · O silêncio sobre a dívida de 10 mil reais · Bloqueio do Betinho pela família após intercâmbio · A vingança como prato que se come frio
  • Atitude e ComportamentoLeandra estava certa em recuperar o dinheiro · Leandra prejudicou o futuro do sobrinho · A família de Jefinho prejudicou o filho
  • Oração pela harmonia familiarEvitar conflitos em prol de falsa harmonia · Dívidas não resolvidas geram consequências
  • Desafios nas amizadesNão empreste dinheiro para amigos e familiares · Perda de amizade e dinheiro em empréstimos
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Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. Oi, gente, cheguei, cheguei para mais um Picolé de Limão. E hoje eu não estou sozinha, meu publi. Quem está aqui comigo hoje é a Libampe. Deliciosa Libampe.

A vida de todo mundo anda corrida, todo mundo tem pressa e cada vez menos tempo de fazer aí as coisinhas que realmente importam. A Live Up quer te ajudar com praticidade e muito sabor. E gente, sabor mesmo, marmitinhas deliciosas.

para aqueles dias aí em que você não tem tempo de cozinhar, sabe? No horário do almoço, assim, ou tá muito corrida. Ou quando, sei lá, deu preguiça, bateu aquela fominha, mas você tá com preguicinha.

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E hoje eu vou contar pra vocês a história da Leandra. Então vamos lá. Vamos de história. Leandra conheceu o Beto num posto de gasolina. Nesses que a galera se reúne, vai ouvir música e beber uma cerveja e tal. E ela conheceu o Beto ali. Foi amor à primeira vista. Começaram a ficar. A coisa ficou séria. Depois de uns sete meses de namoro.

Lá foi Leandra e Beto alugar um apartamento para morar junto. Foi dando tudo certo ali. Leandra trabalhando, Beto trabalhando. Tinha uma questão que o Beto tinha umas dívidas, porque o Beto tinha uma moto, estava com umas prestações atrasadas. Mas a prioridade do Beto era em dividir as contas ali com Leandra e o que sobrasse ele fazia a correria dele.

pagar a parcela da moto atrasada, essas coisas. Então, assim, Beto sempre foi firmeza. Leandra, por outro lado, sempre foi uma pessoa muito organizada financeiramente. Então, ela tinha um dinheiro guardado, ela chegou a falar para o Beto desse dinheiro, mas também chegou a falar para ele, olha, é um dinheiro para emergências. Deu a entender para ele que ela não ia usar esse dinheiro para pagar a dívida dele. E o Beto ficou de boa com isso, tipo, é seu dinheiro, é seu dinheiro.

A família da Leandra é toda de outro estado, algumas vezes no ano. Eles vão lá para visitar os pais, os irmãos, os tios da Leandra. A família do Beto é toda dali da área que eles moram.

Quando o Beto foi morar com a Leandra, o Beto deu a real da família dele. Ele falou, olha Leandra, minha família é muito complicada. Eu não tenho, não gosto de ter muito contato. Sou eu e o Macedo. Macedo, cachorro de Beto.

Se a gente for morar junto, sou eu, você e o Macedo. Raramente eu vou na casa da minha mãe. Eu tenho um irmão casado que mora lá, junto com a minha mãe na mesma casa. Eu tenho uma outra irmã que tem dois filhos, o marido deixou, que mora lá nos fundos da casa da minha mãe. Eles são todos enrolados, enfim. Complicado. Então, assim, eu vou te apresentar a minha família? Vou te apresentar a minha família. Mas eu quero que você entenda que a minha família hoje é você e o Macedo.

Essa galera são meus parentes, inclusive minha mãe. E vou te apresentar, mas assim, não quero que dêem de casa. Não quero muito contato. Leandra entendeu e falou, não, beleza, né? Quero conhecer e tudo certo. E aí, pouquíssimas vezes, eles foram na casa da mãe do Beto, né? Sempre que ia aí os três ali. E o Beto, né? O Macedo, o cãozinho. E a Leandra.

O tempo foi passando e Leandra engravidou. Conforme Leandra foi curtindo aquela gravidez, ela foi amolecendo enquanto ser humano. E aí ela ficou pensando, poxa, o Beto tem uma relação tão ruim com a mãe. Tem a irmã dele que é mãe solo e cria os filhos sozinha. Poxa, eu sei lá, eu queria me unir um pouco mais com essas mulheres.

A Leandra foi sinalizando sobre isso para Beto e Beto foi falando... Olha, você acha que a minha família é de boa? Minha família não é de boa.

Mas Leandra ali, né, hormônios da gravidez, falou, Bom, posso tentar, Beto? Você que sabe. E ficou meio afastado enquanto Leandra fazia esse movimento de ir mais na casa da sogra, ia lá na casa da cunhada, levava uns presentinhos para as crianças ali, para os sobrinhos, agora os sobrinhos dela e tal.

E essa relação realmente foi se estreitando e ficando boa, porque assim, a Leandra fazia visitas apenas, né? Não convivia tanto assim, né? Quando Leandra estava ali com sete meses de gravidez, a cunhada dela, né? A irmã do Beto.

Falou, ai meu Deus, a gente tá com um problema muito grande aqui, em casa, aqui, não sei o que. E a gente pegou dinheiro de um agiota e agora o cara tá vindo aqui, tá ameaçando, já botou arma na cabeça do meu irmão. Chorando muito. A família estava devendo 10 mil reais para um agiota. Lembrando que ela em nenhum momento...

Ajudou o Beto a pagar as parcelas e ele também não pediu, né? Mas ela podia ter feito esse movimento? Podia. Mas agora, com a questão do agiota, ela estava tão envolvida com a família do Beto e o Beto disse que era realmente isso que eles faziam, eles envolvem bem as pessoas assim. Ela chegou no Beto e falou Olha, sua família está sendo ameaçada, já rolou arma na cabeça, não sei o que lá, por conta de agiota. Eu estou pensando em emprestar esses 10 mil que eles precisam para pagar o agiota.

Beto na hora. Olha, você fica ciente que se você der esse dinheiro, mesmo que você dê na mão do agiota, eles vão continuar pegando dinheiro da agiota, vão continuar devendo pra agiota, e você nunca mais...

Vai ver esse dinheiro? Nunca mais. Leandra, muito envolvida, foi lá conversar com eles e falar, inclusive, que era uma preocupação do Beto que eles não devolvessem. Eles ficaram ofendidíssimos. Não, a gente, claro, vai devolver sim, imagina, podemos pagar, sei lá, mil por mês, porque aí dá 300 minha mãe, 330 minha mãe, 340 eu, 330 meu irmão. Sabe assim?

Fizeram uma continha ali eles, de que eles começariam a pagar uns dois meses de volta. Depois que nascesse o bebê, né? Ela já estava de sete meses. Assim que você tiver o bebê, você pode contar com esse dinheiro, pras coisas, não sei se você vai usar com o bebê, mas assim, a gente vai te pagar mil por mês, combinado? Combinado. O bebê nasceu, e a Leandra falou pra mim, Andréia, a partir do momento que o Betinho nasceu,

Minha cabeça, assim, meu foco era outro agora. Eu, durante, sei lá, uns dois meses, esqueci daquele combinado, daquele dinheiro, de tudo. Eu estava focada no Betinho. Só que eles, sabendo do prazo, o que eles podiam ter feito? Ó, tá aqui, ó, Leandra, seu dinheiro. Mesmo que ela não lembrasse, mas todo mundo ficou o quê? Quietinho.

Quando Leandra mandou uma mensagem pra cunhada, a resposta da cunhada foi Mas você tá precisando desse dinheiro pra quê? Primeiro que assim, né? Não interessa. Você não combinou que você ia pagar mil por mês? O combinado não é caro. Cunhada foi super desaforada e falou Olha, então, agora a gente não vai conseguir pagar. Desse jeito, gente. Parou de responder as mensagens da Leandra.

Como agora eles tinham essa dívida com a Leandra, ninguém foi visitar o Betinho. E isso magoou muito a Leandra, porque assim, ela tinha estreitado demais os laços, principalmente com a sogra e com a cunhada, nem tanto com o irmão, né, do Beto, mas assim, com as duas super alinhadas.

Beto lançou o famoso. Eu avisei, eu te avisei, eu falei que isso ia acontecer, que você não ia ter seu dinheiro de volta, que a minha família ia te enganar, ia te... te envolver a ponto de você achar que eles eram seus amigos e pessoas confiáveis e isso ia acontecer. Eu te contei tudo isso antes.

Agora, não tinha mais o que ser feito. 10 mil reais, estavam perdidos. Leandra estava focada no Betinho ali, queria aproveitar o máximo de tempo que ela pudesse, porque depois ela ia voltar a trabalhar. Antes, a sogra falava que ia ajudar ela com o Betinho, então, assim, ela já não podia contar com nada, né?

Era ela e o Beto. Eles trabalhavam no mesmo horário de turno. Então, o Betinho provavelmente teria que ir para uma creche. Então, assim. Agora, a Leandra tinha muitas outras questões para resolver da vida. Quando o Betinho estava ali com seis meses, o Beto falou... Olha, eu quero casar com você.

A Leandra nunca quis uma festa, uma cerimônia, nada. Ele falou, então vamos no cartório, vamos casar? E eles casaram. Só eles, alguns amigos, não chamaram ninguém ali da família do Beto. A família dela estava em outro estado. Então, assim, não compensava, ia ser muito gasto, né, para vir. Então, depois eles foram para lá para levar o Betinho, quando estava mais ou menos com sete, oito meses, para levar o Betinho para a família da Leandra conhecer.

O tempo foi passando e a família do Beto, que agora queria realmente ter contato com o Betinho, foi se aproximando como se nada tivesse acontecido, como se eles não devessem 10 mil reais. Iam visitar o Beto, não queria, mas a Leandra falou Não, tudo bem, quer ver o Betinho? Pode ver o Betinho. Foi criado ali de novo, minimamente um laço, mas ninguém nunca mais falou sobre esse dinheiro.

Betinho fez um ano, teve uma festinha em casa, a família do Beto foi. Betinho fez dois anos, aí eles foram lá para o estado da Leandra e a festinha foi lá e a família do Beto não participou. Betinho fez três, quatro, cinco.

Quando o Betinho estava com seis anos, Leandra já nem pensava nesse dinheiro mais. Betinho agora já ia para a escola, primeiro ano ali do fundamental, todo mundo muito envolvido. O Betinho já tinha esse contato com a avó, com os tios, com a tia. Estava tudo bem, né? Aí vocês vão me falar, a Leandra tinha perdoado essa dívida? Perdoado não, porque assim, ninguém nunca tocou nesse assunto, mas era como se nada tivesse acontecido.

Um dia, a cunhada procurou Leandra. Leandra, agora, fazia parte de uma agência de intercâmbios. E um dos filhos daquela irmã de Beto, que foi pedir o dinheiro e tal, o sonho dele era fazer um intercâmbio no Canadá. E ele estava na idade perfeita. Ele podia fazer o terceiro ano do ensino médio no Canadá. Ia ser... Gente...

tudo certo. E essa cunhada procurou a Leandra pra saber como funcionava esse intercâmbio, o que tinha que fazer, como que era. Leandra serviu um café ali pra cunhada, explicou, falou tudo como tinha que ser feito, os documentos que ele precisava. Ele precisava primeiro ter o passaporte, ter lá um negócio das notas, enfim, foi falando todas as coisas que o garoto ali, né? Vamos dar um nome pra esse garoto? Jefinho?

garoto Jefferson, vulgo Jefinho, ia precisar para fazer esse intercâmbio. A escola era muito boa, que ele ia ficar um ano, tinha ali a casa da família que ele ia passar, tem toda uma escolha de família, todas essas coisas.

Só que a Leandra... Bom, eu acho que eles vão ter dinheiro e eu, assim, não vou dar zero de desconto. Nada. Passou tudo o que precisava e os valores. A irmã do Beto saiu dali da casa da Leandra com todos os valores certinhos. Beto não se envolvia, mas só falou uma coisa pra Leandra. Se eles querem mandar o Jefinho pra um intercâmbio, cobre tudo com antecedência. Porque senão depois ele vai estar lá em outro país e eles vão parar de pagar.

Escuta o que eu tô falando. Leandra já sabia disso, teve essa conversa com a irmã. Olha, só que o pagamento tem que ser todo à vista, todo antecipado, antes dele viajar. Não, tudo bem, a gente vai se unir lá em casa, em família, e a gente vai levantar esse dinheiro pra ele ir. Fizeram lá a vaquinha familiar, todo mundo muito feliz, o reafinho muito feliz, depositaram o dinheiro na conta da Leandra.

Leandra recebeu ali o dinheiro, telefonou pra cunhada e falou Tá bom, você depositou tanto. Agora tá faltando. Tá faltando 10 mil reais ainda. Não, eu depositei tudo. Não, você depositou o dinheiro que você me devia. Mais uma parte da viagem do Jefinho. Tá faltando 10 mil reais. E a família ficou maluca. Né?

Leandra foi firme e falou... Não, eu não estou nem te cobrando juros por seis anos, né? Praticamente sete anos que vocês me devem. Eu estou pegando meus dez mil reais de volta e é isso. Você tem esse saldo aqui, você vai completar, como é que vai ser? E eles não tinham mais dinheiro. Eles tinham, tipo, apertado tudo para poder fazer esse intercâmbio do menino.

A Leandra foi lá e devolveu a diferença para a conta da cunhada. A cunhada disse que ia processar, que isso, que aquilo. E a Leandra falou, eu tenho o depósito que eu fiz a sua conta de 10 mil reais há 6 anos, quase 7 anos. E agora eu tenho esse depósito que eu estou te devolvendo. Eu não podia nem te devolver nada, porque se a gente for calcular os juros é que você ainda está me devendo. Mas estou te devolvendo a diferença. E o sonho daquela criança? Acabou o sonho.

A família não tinha mais dinheiro, o garoto não tinha como fazer intercâmbio mais. Foi muito triste essa parte, mas a Leandra falou, olha, faz parte da vida. A mãe, o tio, a avó, eles tiveram essa atitude comigo e eu só peguei meu dinheiro de volta. Agora eles que têm que explicar, os três têm que chamar ali o Jefinho e explicar por que ele não está indo viajar. Porque a família me devia um dinheiro e agora não me deve mais.

Beto ficou calado. Ele falou, olha, não estou contra você, mas você sabe que o garoto foi prejudicado. Mas eu entendo a sua lógica. Então, assim, pelo Beto, o Beto, sinceramente, não tá nem aí pra família dele.

Isso era auge do Facebook e a cunhada da Leandra postou no Facebook que ela tinha uma dívida que ela não conseguiu pagar. E quando foi para fazer o intercâmbio do filho, ela deu dinheiro para quem ela devia e essa pessoa tirou a parte da dívida e deixou só o dinheiro. E que agora uma criança estava frustrada, muito triste, não sei o que lá. Pelo menos ela contou a história certa.

Só que ela acabou apagando porque as pessoas ficaram do lado da Leandra. Mesmo com o sonho aí desse jovem, né, sendo frustrado. O jovem não viajou até hoje, né? Já é um homem e tal, nunca saiu do país. Acabou que o passaporte dele até venceu. Ela não sabe se ele renovou, se não renovou. Mas assim, né? A vida dele podia ter sido outra se ele tivesse feito o intercâmbio.

Leandra diz, não sei, não quero saber, não me arrependo, porque a culpa dele não ter ido viajar é da própria família dele, não é minha. Então, é uma culpa que Leandra não carrega e que algumas pessoas, quando ela conta a história, ficam divididas. Alguns falam que ela estava certa, que ela recuperou o dinheiro dela e outros falam que ela prejudicou o futuro do sobrinho dela.

Betinho sempre teve um contato com a avó e até com os tios. A Leandra e o Beto nunca proibiram. Quando o Betinho fez 16 para 17 anos, ele foi fazer aquele intercâmbio que o Jefinho deixou de fazer. E aí a família do Beto parou de responder o Betinho, inclusive a avó e a tia, que foi a que pediu o dinheiro, a mãe do Jefinho.

Bloqueou o Betinho. Porque ele foi fazer um intercâmbio no Canadá.

Beto falou, eu jamais imaginei que quando você incentivou aquela coisa do intercâmbio, você já estava pensando em pegar esse dinheiro de volta. Sim, Leandra já estava pensando. Leandra nunca desistiu do seu dinheiro. Ela só esperava uma oportunidade, nem que seja para aplicar um golpe, fazer qualquer coisa para pegar o dinheiro dela de volta dessa família. Então, a vingança é um prato que se come frio?

Vocês estão do lado de quem nessa? Tadinho do Jefinho, né? Mas ele pode vir já ainda, né? Não fez intercâmbio, mas pode ir lá visitar o Canadá. Ela foi errada de pegar o dinheiro do intercâmbio e descontar o dinheiro da dívida? Ela prejudicou Jefinho? Ou quem prejudicou Jefinho foi a própria família dele? Jogo para vocês aí essa pergunta.

Oi, meu Rebileas, eu sou a Camila, aqui de Belo Horizonte. E Leandra, que bom que você conseguiu rever o seu dinheiro. Mesmo que tenha sido seis anos depois. Só que, na minha opinião, quem pagou a dívida não foi a mãe, foi o filho. Porque quem foi prejudicado foi ele. Esse dinheiro, na verdade, não era para ela, era para ele. Infelizmente, o filho acabou sendo penalizado por uma péssima escolha da mãe. A regra é clara, não importa o quão triste seja história.

Não empreste o dinheiro, você vai perder a amizade e o dinheiro. E quando conseguiu...

ver o dinheiro. Provavelmente vai perder a amizade, porque na hora da necessidade, todo mundo lembra de pedir. Mas na hora de pagar, todo mundo esquece. Fica aí a dica. Abraços, felicidades a todos. Oi, não inviabilize. Aqui é Giovana, de Santo André. Leandra, não acho que você errou em entregar os meios que encontrou pra pegar o seu dinheiro de volta, mas creio que deve ficar uma reflexão, que é...

Será que vale a pena empurrar algumas histórias para debaixo do tapete só em prol de uma falsa harmonia? Só para evitar conflito, para evitar confronto? Porque por seis anos você realmente lidou bem ali com a família do teu marido, vocês ficaram em paz. Só que uma hora a conta chegou, porque esse não era um tema resolvido dentro de você. Você não tinha perdoado essa dívida e está no seu direito. Só que hoje seu filho não fala com a família paterna, o jefinho foi prejudicado em consequência das atitudes da própria mãe, mas foi prejudicado.

E essa história, ela poderia ter tido um final diferente. Se lá atrás as outras escolhas tivessem sido tomadas. Não acho que a culpa é tua, não acho que você deve se culpar. Mas acho que a gente tem que refletir sobre isso sim. Não só você, mas todos nós. Um beijo e sucesso na sua vida. Há 10 anos, a Live Up facilita o momento da sua refeição. Otimizando o tempo para você realizar outras tarefas aí que você tem do dia. Trazendo uma comida muito gostosa.

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