UNHA
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- Traicao ConjugalA relação de Vânia com o marido e a subserviência · A mudança de comportamento do marido e a descoberta da amante · O golpe financeiro do marido com a amante · A atuação da advogada Doutora Inês · A partilha de bens e o destino dos imóveis · A vingança da amante e a expulsão do marido
- Reflexões sobre o patriarcado e a subserviência femininaA normalização da subserviência feminina no casamento · A traição como o único limite inaceitável para mulheres hétero · A libertação de Vânia do casamento abusivo
- Conflito geracional e culturalA diferença cultural entre Brasil e Estados Unidos sobre cuidados pessoais · A perspectiva de Ashley sobre a subserviência feminina · A relação de Dudu com os pais e a esposa Ashley
Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. Oi, gente! Cheguei! Cheguei pra mais um Picolé de Limão. E hoje eu não tô sozinha, meu publi. Quem tá aqui comigo hoje é o Esquilo. O nome de Abelizer de Carteirinha ama uma boa história. Ele se envolve, comenta no nosso grupo, manda áudio.
Coloca as opiniões nas redes sociais. É um apaixonado. E sabendo dessa paixão, eu estou aqui para falar sobre uma ótima oportunidade de você ter acesso a muitas, mas muitas histórias direto no seu celular ou tablet.
Você já conhece o Esquilo? O Esquilo é um aplicativo de leitura digital com muitas opções de e-books e audiobooks disponíveis para você. Sabe o que é melhor? Esse acesso ao Esquilo pode já estar incluído no seu plano, sem nenhum...
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Você vai encontrar muitos títulos entre lançamentos, bestsellers, grandes histórias. É só escolher e começar a ler e ouvir. Eu vou deixar o link certinho pra você aqui na descrição do episódio. Gente, sério, baixa aí o aplicativo Esquilo. Amo!
E hoje eu vou contar pra vocês a história da Vânia. Então, vamos lá? Vamos de história? Vânia, quando ela era mocinha, conheceu um cara, namoraram por muitos anos e quando eles se formaram na faculdade, eles se casaram.
Tiveram um filho, que a gente vai chamar aqui de Dudu. E a vida foi acontecendo. Vânia admite que com o marido ali, ela fazia coisas que talvez ela não devesse fazer. Tipo, botar comida no prato dele. Vânia botava. Precisa cortar o cabelo, mas ele não gosta de ir no barbeiro. Vânia aprendeu a cortar o cabelo dele.
Fazia a barba dele. Vânia cortava até as unhas dos pés. Isso paralelo, tá? Ao trabalho dela, CLT, de segunda a sexta.
Eles foram trabalhando, compraram uma casa, cada um comprou um carro, fizeram uma poupança conjunta que eles usavam para viajar, para fazer as coisinhas deles. E a vida seguiu, Dudu cresceu, Dudu estudou. Quando Dudu estava com os seus 20 anos, ele resolveu ir para os Estados Unidos estudar. Com dois anos de Estados Unidos, Dudu terminou o curso, conseguiu um emprego.
E ficou por lá. Dudu se casou nos Estados Unidos com uma americana. Que a gente vai chamar aqui de Ashley. De tempos em tempos, Vânia e o marido iam para os Estados Unidos para passar um tempinho com o Dudu. Vânia lembra que, numa dessas visitas, Ashley viu a Vânia cortando as unhas do pé do marido. E ela lembra de ter escutado de longe Ashley falar alguma coisa do tipo, No way!
Depois o Dudu foi falar com a mãe que Ashley foi avisá-lo que jamais cortaria a unha do pé dele. Que se isso era uma tradição no Brasil, que nos Estados Unidos cada um cortava a sua unha do pé. Amei, Ashley!
que ela não ia cortar as unhas do pé do Dudu. Dudu riu e explicou pra ela que não, isso não era da cultura brasileira, que era uma coisa que a mãe fazia com carinho pelo pai, mas que não era uma obrigação, não era cultural, nada. A Ashley ficou aliviada, mas já também mandou o seu recado de que cada um que corte suas unhas. O tempo passou e a cada seis meses eles iam pros Estados Unidos visitar o Dudu e a Ashley, né?
Agora a Ashley já estava grávida, então Vânia ia com mais frequência. Nisso, Vânia também notou e depois Dudu confirmou que Ashley pegou um ranço pelo sogro. Porque a Vânia realmente fazia tudo, botava comida no prato dele.
Como ela estava dentro daquela relação, ela não percebia. Uma vez a Ashley falou para o Dudu. Sua mãe parece uma serviçal do seu pai. Eu não acho isso certo. Seu pai é um folgado, não gosto dele. Beijo, Ashley. Esse ranço foi percebido pelo marido e ele começou a não querer ir mais para a casa de Dudu, nos Estados Unidos.
nasceu o neto. Ele foi, mas depois não foi mais. A Vânia continuava indo, porque ela queria ver o Dudu, a Ashley. E vamos dar um nome pra criança agora.
E ver a criancinha Mariah. Amo. O tempo passou e um dia, era um sábado, ela ia fazer o pezinho do cabelo do marido e cortar as unhas do pé dele. Mas a Vânia reparou que as unhas do pé do seu marido estavam cortadas. Nossa, que bom! Ele tá cortando, né? As próprias unhas do pé. Comentou isso com ele. Que bom, você cortou, né? As unhas já. Ah, já, já cortei.
Uns três dias depois, Vânia tava botando uma roupa na máquina, né? E separando, porque assim, o cara não fazia absolutamente nada. Nada, nada, nada, nada. Deu um estalo na Vânia. Eu aspirei a casa. Eu não vi nenhum pedaço de unha. O cortador, ele não sabe nem onde fica o cortador. Será que ele comprou um cortador novo? Onde ele cortou essas unhas do pé? Quando ele cortou essas unhas do pé? Se a gente tá sempre junto, aqui em casa.
E aquilo acendeu uma luz na cabeça de Vânia. Era estranho. Ele nunca cortou, sei lá, praticamente quase 30 anos. Eles casaram jovens, né? Nunca cortou essa unha do pé? Onde que ele cortou essa unha do pé?
Fora isso, nada tinha mudado. Daqui 15 dias, eu vou cortar, né? Ele vai pedir pra eu cortar. Vamos aguardar. Sábado sim, sábado não. Ela cortava a unha do pé daquele homem que parecia uma garra de gavião. Vânia ficou com aquela pulga atrás da orelha. Passou um sábado, chegou no outro sábado. Vânia falou... Ah, e aí, vamos cortar essa unha?
Durante essas duas semanas, Vânia fez questão de estar com ele o tempo todo pra ver se ele não ia cortar essa unha. Principalmente na semana daquele sábado. Então, ela ficou com ele ali e assim, não tinha um pedacinho de unha, não tinha nada. E a unha dele crescia muito rápido e era grande, curva, assim, sabe? Tipo uma águia.
E aí ele falou, não, não, já cortei. Tava rentezinha, cortadinha, sem os cantinhos. Não era um corte desbeiçado, assim, todo atrapalhado. Não, era um cortezinho perfeito. Pronto, tem coisa aí. Naquele momento, olhando as unhas do pé do marido, Vânia... Ele está me traindo. Gente, a cabeça da mulher.
O marido trabalhava num emprego CLT, tinha horário pra entrar, tinha horário pra sair, mas ele fazia outras atividades com os amigos, tipo futebol, essas coisas. Vânia falou, deve ser nesse horário, ele tá me traindo. Tava chegando a época de Vânia ir lá pros Estados Unidos, só que ela falou, eu não vou, eu vou pegar esse homem na traição, eu não vou.
Ligou pro Dudu, ficou mais de uma hora no telefone com o Dudu, contou pro Dudu e Dudu falou... Ué, mãe, tá estranho. Olha, eu vou fingir que eu vou fazer mala, vou fazer tudo e não vou, tá? Vou pra casa de uma amiga minha e vou ver se eu pego seu pai no flagra. Cuidado e tal, né? Ver o que você vai fazer e tal. Vânia foi ficar na casa de uma amiga. A gente pode dar um nome aqui de Tereza?
Ela falou, ó, Tereza, eu vou dar uma seguida aí no fulano e vamos ver se ele tá me traindo. No segundo dia, já pegou. O marido estava saindo com a moça lá do trabalho dele. Eu já levava ela pra um prédio lá, ele entrava, ficava umas horinhas ali, porque achava que a mulher, né, tava viajando, né, que a mulher tava viajando.
E depois ele saía. Ela falou pra mim, André, eu me tremia tanto que eu não conseguia dirigir. Eu precisaria ligar pra Tereza, pra Tereza pegar um carro de aplicativo e vir me encontrar. Ela tinha aquela informação. Fulano tá traindo, deve ser essa moça que tá cortando agora a unha do pé dele, né?
Mas e aí? E agora? Voltou pra casa da Tereza, chorou, ligou pro Dudu, contou pro Dudu. E a primeira coisa que o Dudu falou é... Mãe, dá uma checada nas contas de vocês. Porque homem assim, né, já uma certa idade que tem amante nova, tá dando as coisas pra ela. Dá uma checada.
E o casal tinha na conta conjunta investimentos, tipo CDB, essas coisas. Vânia demorou um tempo para entender ali, mas na hora que ela puxou os extratos, ela viu o sax. E o detalhe, tinha uma transferência de 300 mil reais para uma construtora.
300 mil reais era praticamente o que valia também o apartamento deles. E eles tinham uns 320 investidos. O cara tirou todo o dinheiro das economias deles e deu numa construtora. Ele comprou o quê? Uma casa? Então teria que ter uma casa no nome dos dois, porque se eles são casados em comunhão de bens, né? Gente, cadê esse dinheiro?
Conseguiu achar pelo nome, pelo CNPJ ali. A construtora ligou lá e falou que era uma cópia do contrato. Porque esse dinheiro saiu da minha conta. Quero saber se tem algum contrato no meu CPF ou no CPF do meu marido. Não tinha. Não tinha. Ele tirou o dinheiro da conta e comprou um apartamento no nome de uma outra pessoa. Eu preciso arranjar um advogado.
Vânia procurou uma advogada, encontrou a doutora Inês. E a doutora Inês falou, bom, vamos fazer um levantamento de tudo. Pra ver se tem algum bem no seu nome, alguma coisa e tal.
Fazendo aquele levantamento de conta conjunta, de conta dele, elas acabaram descobrindo que ele tinha uma outra conta. Sozinho. Doutora Inês explicou para ela que a sorte foi que ele não tirou aquele dinheiro e sacou. Porque ia ser mais difícil rastrear. Ele passou direto para uma construtora. A construtora tem que dizer que unidade que foi usada aquele dinheiro para comprar em nome de quem estava essa unidade.
Doutor Inês fez uma solicitação extrajudicial e a construtora deu o nome. E ali Vânia descobria que aquela moça que ela viu com o marido, que trabalhava lá na mesma empresa que ele, era a moça que ele tinha colocado um apartamento no nome.
Doutora Inês explicou que estava fácil reverter, mas ela podia fazer uma coisa que seria melhor ainda. Na hora da partilha ali de bens, como ele fez esse saque, já considerar esse saque como a parte dele. Fazer uma avaliação do imóvel de vocês e ver ali a diferença. Qualquer coisa você dá a diferença pra ele, você vai ficar com o imóvel que era de vocês dois e ele vai ficar sem nada, porque a parte dele ele botou no nome da moça.
E tudo isso, ele achando ainda que ela tava lá no Dudu. E ela só seguiu o marido esses dias só. Assim, não ficou seguindo, né? Pra ver depois se ele tava o tempo todo com a moça, nada.
A advogada ajudou Vânia a se preparar para esse divórcio, vendo tudo que tinha no nome, que não tinha, se tinha dívida, se não tinha. Quando ela voltou, ela fez, ah, voltei de viagem e tal. Continuou tratando ele assim, mais ou menos, do jeito que ela tratava. Mas agora, sem contato, ela fingiu que ela voltou com uma doença, alguma coisa assim, que não podia ter nenhum contato maior com ele. E depois de uns 20 dias, que ela fingiu que ela tinha voltado,
Ela fez um jantar e pediu o divórcio. Ele ficou em choque. Em choque, assim. Ele largou o garfo e ficou olhando pra ela, assim. Ela pegou um endereço com unidade e tal e o print do extrato com a transferência pra construtora e botou na mesa. Então, a unidade tava em nome da moça. Ele começou a chorar. Agora chora, né?
A pedir perdão. Vânia falou não. Não, não te perdoo, não. A gente vai se divorciar, por bem ou por mal. Se você não aceitar um divórcio amigável, a gente vai pro litigioso, não tem problema. Esse dia ele só chorou. No dia seguinte, ele deve ter conversado com a moça e viu que a moça ia ficar com ele.
Ele aceitou o divórcio e falou que não precisava nem de um outro advogado, que podia ser a doutora Inês mesmo. Doutora Inês, agora, como advogada dela e dele, falou A minha obrigação é orientar os dois. Chamou ele na frente da Vânia e falou Olha...
você tirou trezentos e tantos mil reais do patrimônio, o apartamento de você está avaliado nisso aí e tal. Se você não trouxer de volta esse apartamento, que está no nome da moça, para os bens, para o espólio de vocês ali, né? Você vai sair sem nada. O ideal é a gente judicialmente trazer esse apartamento de volta.
pros bens de vocês, pra na partilha ele ficar no seu nome. Aí, se você quiser doar pra moça, quiser fazer qualquer coisa pra moça, você faz. Ele falou, não, eu acho que ela, não, a gente vai morar junto pra sempre, ela jamais faria isso. Doutor Inês olhou bem pra cara dele e falou, olha, a Vânia também achou que jamais você compraria um apartamento pra amante. Você comprou.
E aí ele ficou pensativo e resolveu fazer. A construtora falou, desfazer o negócio, a gente não vai desfazer, tem contrato, tem tudo. Mas a gente pode sim colocar essa unidade no nome do casal. Foi feita a partilha, ele já saiu de casa, foi morar com a moça, que devia morar de aluguel, não sei, né?
fizeram o divórcio e esse apartamento ficou no nome dele. Ele falando ali pra doutora Inês que se ele fosse fazer a doação pra moça, faria com ela, nos trâmites dela e tal. Vânia ficou mal, mas assim, se recuperou, ficou um tempo lá na casa do Dudu e voltou. E assim, vida que segue, casamento de 30 anos, mas enfim, passou, né?
O apartamento lá foi contemplado. Este homem imobilhou o apartamento, botou móveis planejados, botou tudo. E foi morar lá com a sua nova namorada. Esposinha, não sabemos, né? Assim que eles mudaram e que a casa estava bonita, que estava tudo certo. Com um mês que ele estava lá com a moça, um dia ele chegou. E a moça tinha trocado as fechaduras.
Tá bom pra vocês? Ele merecia isso? Merecia. Merecia. Ficar sem nada. Mas ia sobrar pra onde? Pra Dudu, que ia ter que hospedar o pai lá. Eu acho que Ashley não permitiria, mas tudo bem. Doutor Inês. Uma excelente advogada.
Na partilha, as duas casas, o apartamento que ainda ia sair e o apartamento que eles moravam, ficaram no nome do Dudu, com usufruto vitalício do apartamento que ia sair para o pai e do apartamento que a Vânia mora para ela. Os apartamentos ficaram no nome do Dudu, só que com usufruto, até morrer, o pai ia poder morar em um. E até morrer, a Vânia vai morar no que ela já mora agora.
Pra moça, o pai tinha mentido. Que tinha dado certo que ela ia continuar com o apartamento no nome dela. Ela checou, não checou, né, a bonita? Esperou até o apartamento sair cortando as unhas do pé dele. Ela sabia que ele era casado, né? Porque ela trabalhava na mesma empresa que ele. Todo mundo conhecia a Vânia.
E assim que eles mudaram pra lá, ela deu um mês e trocou a fechadura. Por quê? Porque ela falou, esse apartamento é meu, tá no meu nome. Eu não quero mais nada com você. Só que ela não sabia que o apartamento era do Dudu, né? E aí, ela teve que sair. O pai ficou inconsolável. Teve que alugar um flat. E aí, ele ligou pro Dudu. Dudu deu umas duas semanas que ela tinha trocado a fechadura. Veio. Ele é o proprietário.
Ele tem escritura, ele tem tudo. Com o chaveiro, ele entrou lá e ele trocou a fechadura. Ele tirou as coisas da moça, mandou entregar as coisas da moça todas lá na empresa, porque eletrodomésticos, eletroeletrônicos, era tudo do pai. Então, foi só roupa, cosmético, sapato, essas coisas. E proibiu que ela entrasse no prédio. Na empresa, pegou mal tanto pra ele quanto pra ela, né?
Porque aí veio a tona o que ela fez também, né? Que ela pegou esse apartamento e achou que era dela e botou ele pra fora e tal. Ele ficou com muita vergonha porque ali descobriram. A empresa já sabia do caso, mas se tornou público, né? E aí o ex da Vânia entrou com a aposentadoria. Ele já tinha tempo, né? Entrou pra se aposentar, ganhando menos. Ele queria trabalhar mais pra poder ganhar um pouco mais, mas achou melhor sair da empresa.
Ela tentou acionar ele na justiça, mas também não ganhou nada, porque ela queria, acho que, pensão. Mas eles trabalhavam no mesmo lugar, tinham praticamente o mesmo salário, enfim. Não deu em nada. Ivânia, que descobriu uma traição, hein? Pelas unhas do pé do marido. E essa moça fez um inferno da vida dele. Bem feito, né? Temos dó? Não temos dó.
Ela uma vez mandou um e-mail pra Vânia, contando de outras mulheres que ela sabia que antes dela ele tinha se envolvido, né? E a Ashley, depois de tudo isso, assumiu que realmente não gosta do sogro. Quando a Vânia vai pra lá, fica na casa deles. Quando o pai vai pra lá, que é mais raro, o Dudu tem que alugar um apartamento de temporada, alguma coisa, pra ele ficar. Porque a Ashley não permite que ele durma lá. Já amo a Ashley.
Você vê, 30 anos botando comida no prato, fazendo cabelinho, cortando unhinha deste homem para ele arranjar uma amante e pegar metade do patrimônio de vocês e dar na mão da amante. E foi a sorte dele que ele encontrou a doutora Inês, hein? Porque senão este homem ia ficar sem nada.
E ele mentiroso também. Mentiu pra amante. Não, apartamento vai ficar no seu nome, sim. Fica tranquila. Olha aí. Foi sorte que a doutora Inês deu essa ideia de botar no nome do Dudu e com o usufruto vitalício dos pais.
O que vocês acham? Olá, não viabilizers. Aqui é Naja, do Rio de Janeiro. Em nenhum lugar do mundo é normal subserviência feminina. Vânia deve ter achado em algum momento que fazer tudo pelo marido garantiria a manutenção de um casamento feliz. Mas, na verdade, ele é um folgado. Pode ser qualquer coisa, fazer o prato, ensinar profissão.
Uma amiga minha uma vez fez tudo pelo marido. Ajudou ele a ter um novo ofício, botou comidinha no prato, morria de pena dele. E ano passado, depois da morte dela, após três meses, ele encontrou outra mulher. Ou seja, foi substituída rapidamente.
Olá, não inviabilizer, eu sou a Dani e eu falo de São Bernardo. E sabe o que me pega nessa história? Como que pra mulheres héteros o que realmente é inaceitável é traição. Mas todo o resto é tranquilo. O cara pode ser um lixo que não corta nem as próprias unhas, mas daí tudo bem, tudo normal. O limite realmente só existe quando o cara trai. Ser traída é ruim? É, mas pelo amor de Deus, tem coisas tão ruins quanto e até piores. E sinceramente, acho que preferia ser corna do que cortar unha do pé de um marmanjo adulto.
Não é uma crítica à Vânia nem nada, mas é o patriarcado que faz mulheres achar tudo aceitável num casamento, menos traição. Por isso, Vânia, eu fico muito feliz que você tenha se libertado desse traje, viu? Tudo de bom pra você, pro Dudu e pra Ashley. Ui, se...
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Isso tudo já incluído no seu plano, sem nenhum custo adicional, por meio de parceiros como a Claro, a Vivo, Sem Parar, UOL, entre outros. Você sabia disso? Eu tenho Vivo e eu tenho Esquilo. Já é um benefício da Vivo. Então, já vê, não são só esses, tá? Estou citando aqui Claro, Vivo, Sem Parar e UOL, mas tem muitos outros.
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