ATESTADO
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- Condições de trabalhoAtestados médicos · Sobrecarga de trabalho · Relação profissional
- Relacionamentos e LealdadeRegras de convivência · Divisão de tarefas · Impacto no trabalho
- Tomada de DecisãoManter ou demitir amiga · Consequências da amizade
Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. Oi, gente, cheguei. Cheguei pra mais um Picolé de Limão. E hoje eu não tô sozinha, meu publi. Quem tá aqui comigo hoje é a Pet Love. Amo!
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E hoje eu vou contar pra vocês a história da Martina. Então, vamos lá. Vamos na história. Martina sempre foi uma amiga muito leal, muito fiel, com muitas amizades. Gente que ela, sei lá, começa a ter amizade no ensino médio e até hoje ter amizade. Então, assim, Martina tem uns amigos, umas amigas que são muito próximos, assim, dela, né?
Martina começou a fazer faculdade numa outra cidade, morando em República, tipo, né? Penando.
Conseguiu um trabalho melhor, conseguiu alugar uma kitnetzinha. Depois pegou um apartamentinho pequeno de dois quartos. Até que conseguiu pelo Pone Casa, Pone Vida. Que agora tem até apartamentos para classe média também. Não são só apartamentos populares, né? Ainda bem o programa está crescendo. Dá entrada no seu apartamentinho e assim. Entrou com um sofá que ela ganhou de um colega de trabalho, um sofá usado.
uma geladeira usada, um micro-ondas usado e a cama que ela já tinha do outro apartamento. Porque o outro apartamento último que ela morou era semi-imobiliado, essas coisas. E foi assim que ela entrou no apartamento dela.
Entrou no contrapiso. Martina não tinha dinheiro pra pôr o piso. Foi botando piso naquele ano que ela estava já morando. Imagina uma obra com você de pôr piso. Eu fiz isso aqui em casa, né? Morando, botei piso. Então ficava num cômodo, eu e os seis gatos. E aí, no outro cômodo, essa dois, botava o piso. É isso.
Bom, então veja, Martina lutou aí, conseguiu alguma coisinha e estava bem. Num trabalho assim, que ela gostava, sem dívidas, porque ela foi fazendo tudo muito de pouquinho. A cozinha não dá para ser planejada, mas hoje em dia tem umas cozinhas modulares muito boas, que parecem planejadas. Vamos nessa!
Aos pouquinhos ela fez ali o apartamentinho dela. Martina ganhando seu dinheirinho num trabalho que ela gosta. Seu apartamentinho ali agora de dois quartos. Com uma parcela que ela consegue pagar. O outro quarto. Ela não tinha nem conseguido colocar uma cama ainda. A vida que segue. Martina estava ótima.
Até que um dia, uma grande amiga de Martina, grande amiga, gente, tava tendo muito problema com a mãe, muita briga. Martina com seus 28 pra 29 anos e a amiga da mesma idade. A amiga trabalhando lá na cidade dela, mas brigando muito com a mãe. Essa grande amiga fala, Martina, posso morar com você? Complicado, né?
Minha mãe não me quer mais aqui, tá muito complicado. Eu posso. Já conversei com o meu chefe, eu posso trabalhar home office. Por favor, me dá essa força. Gente, aí era um momento. Você pensar em tudo e falar sim ou não. Martina falou, bom... É temporário, amiga? Sim, é temporário. Ah, então vem. Pode vir. Martina falou que não tinha cama. E a moça falou, não. Eu levo a minha cama e o meu...
Guarda-roupa. Pode ser? Pode ser. Restante eu tenho tudo aqui. Pode vir. E assim, amiga, grande amiga fez. Foi lá e levou as coisinhas, botou no apartamentinho de Martina. E assim que a moça chegou, se instalou e tal, Martina falou. Bom, agora vamos às regras da casa.
Como assim regras? Escuta, minha querida, você não está na sua casa mais. Então, quando você está morando ali de favor, mesmo que você vá pagar metade das contas e a casa é da outra pessoa, tem regras que você vai ter que seguir. Ah, mas não quero seguir. Aluga um lugar para você. Que aí você não precisa seguir. É assim a vida. Ah, mas estou pagando. Não é porque você está pagando que você vai ter tudo o que você quer.
e nesse caso, ela estava morando na casa da Martina.
A primeira coisa que a Martina falou é... Eu fiz aqui uma divisão de tarefas da casa pra gente. Vai não, é melhor a gente dividir uma diarista. Não tenho essa cultura de ter diarista. Eu mesma, você vê um apartamento muito pequeno, eu limpo sozinha de boa. Como você tá aqui, a gente pode limpar juntas, né? Você não precisa fazer no mesmo horário que eu, mas a gente determina as tarefas aqui, vai fazendo rodízio de tarefas e todo mundo faz rapidinho, porque é muito rápido. Ela queria saber se da parte dela, ela poderia chamar uma diarista.
Olha, como eu disse pra você, eu prefiro que a gente não coloque pessoas estranhas aqui dentro de casa e eu não tenho essa cultura de diarista. Então, não. Gente, primeiro dia que você está na casa da pessoa, você não tinha nem que discutir isso aí. Tá bom, vou fazer sim minhas tarefas. Você não tem que argumentar, você chegou hoje. Então já foi um mini estresse ali pra Martina já pensando, meu Deus, já tô me arrependendo.
Durante a semana, o quarto da moça, uma zona. Mas pelo menos, ela fazia a zona dela lá no quarto. Algumas vezes ela chegou, tinha umas roupas, umas coisas espalhadas pela casa. Ela falou, olha, você pode fazer a bagunça que você quiser no seu quarto. Mas aqui, né? Na sala, tal, na cozinha. A gente tem que manter as coisas organizadas. A cozinha ali é tipo integrada. Tem a máquina lábiceca que tá ali na cozinha. Então você não pode deixar a roupa suja na frente da máquina porque tá na cozinha, né?
Isso teve que ser explicado, porque pra mim isso é coisa que não precisa explicar, né? E aí a moça pegou lá com cara feia, as roupas sujas e voltou lá pro quarto. Então, a hora que desocupar a máquina, você vai e bota a sua, né? É assim que funciona. Alguns dias a Martina chegou e tinha muita louça.
E a Martina explicou. Olha, você pode usar todas as louças, todos os utensílios que você quiser. Mas usou, lavou. Porque só tem eu e você aqui. Se você não lavar, eu que tenho que lavar e eu não vou lavar a sua louça. Moça de cara feia foi lá. Sabe quando lava a louça bufando? Gente, e assim, grandes amigas. A convivência às vezes traz isso. A amiga tinha pedido seis meses pra Martina. E isso elas estavam no primeiro mês.
E a convivência foi minando a amizade nas pequenas coisinhas. Porque a amiga tinha um ritmo de vida, né? E Martina tinha outro. Um mês de convivência ali das duas. A amiga chegou para Martina e falou, olha, eu preciso te contar uma coisa.
O que Martina pensou? Sei lá, já quebrou alguma coisa minha, né? Fez alguma coisa. Por que Martina estava com esse pensamento? Porque lembra aquele piso que demorou muito para colocar, que foi um sacrifício? A moça derrubou umas duas, três coisas, quebrou, lascou três partes do piso pela casa toda, assim. Então, você andava um pedaço, tinha um pedacinho quebrado de piso. Gente, isso eu morro.
Porque depois, se você colocar, mesmo que você tenha uma caixa daquele piso guardado, você vai botar outra cor, porque aquele seu já descorou um pouco. Não vai ficar igual. Então, assim, difícil, né?
Então ela achou que fosse isso, porque ela já tinha falado para a amiga, toma cuidado, toma um pouco mais de cuidado, por favor. E aí a amiga falou, mas eu não fiz por querer. Não é questão de não fazer por querer, é questão de tomar cuidado. Você fez três vezes, não foi uma. Você lascou meu piso três vezes, agora está lascando a minha vida. É isso. E ela achou que fosse alguma coisa nesse sentido, com um mês de convivência.
A amiga falou pra ela que ela tinha brigado com a mãe porque ela tinha pedido as contas do trabalho. Ela tava ali um mês, ia dividir as contas, tá? O combinado foi esse. E ela tava desempregada. Ela tinha um dinheirinho ainda pra manter, mais um mês de continha? Tinha. Mas e depois? Foi desonesta, não? Contou pra amiga.
que ela tinha tido uma mega discussão com a mãe dela, porque ela pediu as contas. Por que ela pediu as contas? Porque ela ia trabalhar nos Estados Unidos, e como a gente sabe, não está dando muito certo esse projeto. Ela teve que sair do trabalho dela para tentar ir, e não deu certo. E agora?
Martina falou assim. Você já tá procurando? Não, tô procurando. Eu só queria te falar, porque assim, eu tenho mais um mês pra te dar o dinheiro das contas e tal, mas assim, só pra você saber que eu tô procurando, que tá tudo certo. Martina já ficou assim, tensa, porque Martina trabalha na Pone S.A. Só que ela, sabendo que tinha vaga na Pone S.A., obviamente não falou pra grande amiga dela, porque elas já moravam juntas, iam trabalhar juntas.
Não dá. Por mais que a Pony SA tenha uma grande visibilidade, não tem tantos funcionários assim, sabe? Elas iam acabar trabalhando juntas. E aquela vaga era pra trabalhar praticamente junto com a Martina. Não ia dar certo. E um dia, a Martina chegou e a amiga tava de cara feia. Muito feia assim pra ela. O que aconteceu que você tá assim, me olhando feio? Poxa, você tinha uma vaga.
Na sua empresa, pra trabalhar junto com você e você não me avisou. Martina explicou isso. A gente já convive aqui, conviver no trabalho, vai ser muito difícil, né? Pois eu fiquei sabendo da vaga e eu apliquei. Ela aplicou pra vaga. Eu espero que você não barre o meu processo seletivo. De alguma forma, ela sabia que isso ia passar pela Martina. Pra dar tipo a palavra final, se tivesse duas pessoas, sabe?
Aparentemente, a amiga foi contratada. E aí, a gente entra numa segunda fase da história. Com todo esse cenário de coisinhas pequenas acumuladas que aconteceram em dois meses.
A gente vai agora para o relacionamento corporativo entre grande amiga e Martina. Martina avisou o RH que a grande amiga era a grande amiga. E o RH não se importou. Vocês não são casadas? Não. Então não tem nenhuma questão para a empresa. Tudo certo.
Aproveitando, pega aqui os papéis, as coisas que você que vai treinar a sua grande amiga. Bom que você já tem afinidade, você vai lá e treina a sua amiga. Como é a política dessa empresa? Contanto que o trabalho esteja feito, dificilmente você vai ser demitido. Né? Contanto que você faça o seu trabalho, chegue no horário que é um trabalho presencial.
E, enfim, faça suas coisinhas de trabalho. Três pessoas foram contratadas, cada uma foi para um setor. E essa amiga foi ali para o setor da Martina.
porque os funcionários estavam sobrecarregados e essa seria a função da grande amiga da Martina. Para a sorte da Martina, ela não ia e voltava com a amiga. Então, digamos que Martina trabalhasse integral e a amiga trabalhasse a partir do meio-dia.
Era uma benção não ter que ir e voltar com ela. Não iam juntas, mas voltavam juntas. Então, ela pegava metade do turno ali da Martina. O treinamento seria de 60 dias e a experiência de 90 dias. Durante o treinamento, a amiga surpreendeu. Ela foi impecável.
Cumpriu todas as demandas, colaborativa, fez tudo. Olha, desafogou. Martina do trabalho. E Martina... Você vê como são as coisas, né? Eu impliquei com tantos detalhes. Ela sempre foi minha grande amiga. Agora tá aqui, ó, no trabalho, junto comigo, me ajudando. Sendo totalmente colaborativa. Poxa, peguei pesado.
Uma amiga passou na experiência. E se vocês fizeram as contas junto comigo aí, elas já estão morando juntas há cinco meses. Quando a amiga terminou ali a experiência. E aí a amiga chegou na Martina e falou... Martina, então eu tô com medo de alugar um lugar. E esse trabalho não dá certo. Porque eu acabei de passar na experiência. Eu posso morar mais seis meses com você?
A amiga conversou com ela antes de vencer o prazo. Como elas estavam trabalhando bem juntas, a Martina falou, olha, tá bom. Como eu disse pra vocês, aquela empresa não tem uma política de demitir quando as coisas estão dando muito errado. Ela, tipo, vai jogando nas costas dos outros funcionários. A partir do momento que a Martina concordou com mais essa extensão de prazo de morar juntas ainda, mais sete meses, a amiga começou a mudar no trabalho.
da como.
ela começou a entregar muito atestado. Então, e um dia, não ia dois com atestado. Aí ia mais um dia, dois. Depois, na outra semana, mais um atestadinho. Aquele trabalho que ela entrou para desafogar e fazer, Martina estava tendo que fazer. Porque se ela não fizesse, o trabalho dela não andava. Voltou a ser o que era antes deles contratarem alguém.
Como a empresa via ali o trabalho feito, a coisa foi caminhando. Praticamente, ela entregava três, quatro atestados no mês. Um dia, dois dias, três diazinhos. E assim, pegava no médico, realmente. Não era atestado falso, nada. Mas assim, ela conseguia os atestados.
Como Martina morava com ela, Martina via que ela tava bem. Poxa, eu tô lá me matando no trabalho, fazendo meu trabalho e o seu. Por que você tá fazendo isso, pegando atestado? Eu não tô fazendo nada contra você. Pode ser contra a empresa, mas não contra você. Eu tô aqui vivendo a minha vida. Não tô fazendo nada pra você.
Mas aquilo estava afetando Martina diretamente. Sempre tem um funcionário que é só do atestado, né? E aí todos ficam olhando assim, fala lá o filho da puta depois do almoço já simulando uma tontura, mas não trabalhar. Por quê? Porque sabe que vai sobrar pra quem? Para os outros trabalhadores. A empresa não está muito aí ligando. Contanto que o que? O trabalho esteja feito.
O prazo da grande amiga dela de morar na casa dela está acabando. E ela precisa tomar algumas decisões. A vida dela no trabalho está um inferno. Porque a Martina entrega muito atestado. E quando está lá agora não faz. Parece que ela trabalhou bem para passar na experiência. E depois meio que entendeu como era a cultura da empresa ali. E falou, consigo levar.
me empurrando com a barriga, eu vou fazer isso. Só que isso está sobrecarregando a Martina. Ela precisa realmente de alguém ali que trabalhe com ela, né?
Ela tem moral e condição de chegar no RH e pedir para demitir a grande amiga e contratar outra pessoa que realmente a ajude. Ela tem essa moral. Se ela fizer isso, a grande amiga vai ser demitida. Ela não pode fazer isso agora, porque senão a amiga dela vai ficar demitida, sem ter como alugar nada, morando na casa dela. A outra opção dela é deixar a amiga sair da casa e demitir a amiga. Então, veja.
E uma possibilidade, ela consegue demitir a amiga agora, a amiga ainda na casa dela, vai poder planejar e sair, mas não vai sair. Martina acha que ela não vai sair, entende? Que ela vai falar, agora eu não tenho trabalho, eu não posso sair daqui.
Por outro lado, se a Martina esperar terminar esse prazinho dos sete meses, que já está para acabar, e a amiga falar, bom, agora que eu estou firme lá, mesmo entregando muitos atestados, eu vou procurar um lugar para mim, a amiga sai da casa dela, ela se livra da amiga da casa, ela chega lá no RH e fala, não está dando certo o trabalho, só que a amiga já alugou. Como é que ela vai deixar a amiga dela nessa situação?
com imóvel alugado, com coisa para pagar, e vai lá e pede a demissão da amiga. E agora? Existe uma terceira solução? Voltar para a casa da mãe? Não sabemos se é uma possibilidade, porque aparentemente foi uma briga muito feia, e assim, nunca que a Martina consegue saber direito o que é, mas também não é um problema dela, né? Não tem como ela ligar para a mãe da outra e falar, olha...
Vou despachar sua filha porque a outra não é uma criança. A gente tá falando aqui de mulher de 29, 30 anos. Né? Nessa faixa. Então, gente. E agora?
O que vocês acham? Oi, Noivibilizers. Meu nome é Érica, eu sou de Sorocaba. Martina, pelo amor de Deus, tira essa mulher da sua vida. Não é nem do seu trabalho, nem da sua casa. Até porque você fica tão preocupada com a amizade que tem com ela, mas ela não tem amizade nenhuma por você, não tem consideração nenhuma por você. É uma via de mão única.
Não tem retorno nenhum a essa amizade. Em nenhum momento ela se preocupa se você está confortável com as atitudes dela, se as atitudes dela te prejudicam no seu trabalho. Ela não se preocupa com você. Na minha opinião, é hora de dar tchau para essa pessoa na sua vida.
Nem a mãe dela aguentou ela. Deve ter um motivo aí, né? Um beijo, gente. Oi, não enviabilizas. Aqui quem fala é a Deise. Eu falo de São Luís do Maranhão. E essa história da Martina me lembra o quanto a gente se deixa desconfortável pra deixar o outro confortável, né?
Eu creio que a Martina seja uma mulher adulta assim como a amiga dela. E sentar pra conversar sobre o que tá acontecendo seria a melhor solução. Não adianta ela pensar, ah, eu vou pedir pra demitirem ou eu vou tirar ela daqui de casa. Senta primeiro, já que ela preza tanto pela amizade a ponto de estar desconfortável nessa situação e ainda assim manter a amiga.
sentar e conversar, ó, dentro de casa não tá funcionando pra mim por causa disso, isso e aquilo. No trabalho, por mais que você pense ao contrário, você não está validando o que eu estou te dizendo, mas eu quero te dizer que eu estou desconfortável por isso, isso e aquilo. Como a gente pode resolver pra que a situação fique bem, fique boa pra nós duas? Então a amiga dela também tem que trazer um pouco, né, da maturidade. Se não tiver, infelizmente, eu acho que não é mais uma amizade que cabe a Martina estar.
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