BRINCO
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- História de Ana LúciaRelacionamento abusivo · Ajuda a amiga · Limites na amizade · Festa na casa · Processo judicial
Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. Oi, gente, cheguei. Cheguei pra mais um Picolé de Limão. E hoje eu não tô sozinha, meu publi. Quem tá aqui comigo hoje é a Hidra Bene, a marca cor de rosinha que eu amo.
Hoje eu tô aqui pra falar do meu kit, o lindíssimo Pônei Cara Lavada. No meu kit, você encontra quatro itens essenciais pra sua rotina diária. Produtinhos escolhidos a dedo por mim. Vai te proporcionar aí uma skincare funcional e deixar sua pele, ó, perfeita. O que que tem no seu kit, ideia?
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Tem ainda o protetor solar facial Oil Control, fator de proteção 60, que oferece alta proteção contra a radiação solar, enquanto controla a oleosidade e promove efeito mate. E o efeito, gente, dura pra caramba, tá?
E não podia faltar no meu kit o lipstick cor cereja, que te dá uma hidratação intensa, tá? Para suas beijocas. Reparação e proteção labial, enquanto colore suavemente, ó. Só uma pinceladinha. E o meu lipstick cor cereja tem ativos que melhoram a maciez e previnem o ressecamento. Você não vai ficar com aquela boquinha rachada, sabe?
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E hoje eu vou contar pra vocês a história da Ana Lúcia. Então, vamos lá. Vamos de história? Ana Lúcia, vindo ali da classe C, fez o básico, né, de todo mundo.
começou a trabalhar, estudou, conseguiu fazer uma faculdade, conseguiu um trabalho melhor, alugou um primeiro apartamento, foi vivendo, conseguiu dar entrada pelo Ponei Casa Ponei Vida, um apartamentinho pequeno, mais de dois quartos, uma sala integrada ali com cozinha e o banheiro. E aos poucos ela foi mobiliando, fazendo as coisinhas do jeito dela. Mesmo porque apartamento pequeno fica melhor se você fizer os móveis todos planejados. .
Isso tem um custo, né? Então, ela foi guardando dinheiro, enfim. E conseguiu fazer ali o apartamentinho dela.
Ana Lúcia, morando numa grande capital, optou por fazer ali um mini escritório junto com a sala. Deu uma puxada ali no rack, que era planejado para um espaço para uma mesa, uma cadeira. O segundo quarto, que ela até poderia fazer um escritório, ela deixou realmente como quarto de hóspedes, porque quando a mãe dela viesse, pai ou irmão, assim, deixou ali.
como realmente um segundo quarto, um quarto de hóspedes. O tempo foi passando, a vida foi correndo, até que um dia, Ana Lúcia recebe um telefonema. E geralmente, a gente não atende telefone, né, gente? Manda um áudio no zap. Faz esse favor pra gente. Ela viu que era um nome ali de uma grande amiga dela. Bom, alguma coisa aconteceu.
Quando ela atendeu, era a amiga dela desesperada. E por que a amiga estava ligando? A amiga disse que estava num relacionamento abusivo, que tinha brigado com o cara. E que o cara tinha botado ela para fora. Que ela precisava muito de um lugar para ficar. No apartamento dela estava um brinco. Essa gíria é do tempo de vocês? E aí ela falou para a amiga. Olha, claro.
Logo depois do Claro, Ana Lúcia, que é uma pessoa que, segundo ela, o signo influencia muito, virginiana,
Disse pra ela. Claro, se for por uns dois meses, porque depois chega final de ano e minha mãe vem pra cá, então aí ela usa o quarto. Tudo bem? Tudo bem. E aí, gente, isso eu aprendi em terapia, que realmente quando você vai ajudar alguém ou oferecer alguma coisa, os termos têm que ser claros. Então, ah, eu vou te hospedar por dois meses, tudo bem? Porque aí a pessoa tem um prazo, né?
Tem um limite. Ou eu vou te ajudar com a quantia tal. Sei lá, vou te ajudar com mil reais. Mil reais não significa mil e cem, mil e dez, mil e duzentos. Como você vai me pagar em dez de cem? Então são dez de cem, não são vinte de cinquenta. Então assim, o combinado não é caro. A amiga estava chorando e falou Claro, vai me ajudar muito. Dois meses eu consigo resolver minha vida, me viro.
Isso ficou combinado. A moça já tinha ido no apartamento da Ana Lúcia e sabia que era um apartamento pequeno, que estava todo planejado um brinco de apartamento. Quando a moça chegou, ela chegou ali com quatro malas.
Bom, ok. As coisas dela, sei lá, né? Os cremes, os sapatos, as bolsas, as roupas. Cabia no guarda-roupa lá do quarto de hóspedes? Cabia. Tinha uma cômoda também? Cabia. Então, ok. Só que aí, ela entendeu que ela tinha subido com umas malas para ver no quarto o que ela conseguia colocar dos próprios móveis.
E aí a Ana Lúcia falou, olha, não cabe, não tem como você colocar seus móveis aqui. Ai, mas e se eu colocar a minha cristaleira no canto ali da sua sala? Olha, eu falei pra você que eu te hospedava por dois meses, mas aqui não é um guarda-móveis. Então, os seus móveis não cabem aqui, tudo bem? Uma coisa que não deveria nem criar um climão ali, já criou um clima. Porque ela começou a chorar e a dizer que o caminhão com os móveis estava lá embaixo.
O que a sua amiga falou? Que ela ia te hospedar por dois meses. Você pega a sua malinha, você vai lá, você fica dois meses e sai fora. Eu consigo te hospedar. Eu não vou lotar o meu apartamento com os seus móveis. Fulana já fez uma cara péssima e desceu chorando pra ver o que ela ia fazer com os móveis. E assim, demorou umas quatro horas pra ela voltar.
Quando ela voltou... Poxa, eu tive que alugar um lugar para pôr meus móveis e pagar mais duas horas de caminhão. Como se isso fosse uma responsabilidade da Ana Lúcia. Não era, nunca foi, ela nunca ofereceu, né?
Ana Lúcia já ficou muito sem jeito com isso, porque, poxa, ela estava cumprindo o que ela ofereceu, que foi uma ajuda para a moça ficar dois meses lá, né? A Ana Lúcia resolveu relevar, né? Porque a moça estava saindo de um relacionamento horrível, a vida estava toda péssima, mas os móveis da moça não eram um problema da Ana Lúcia. Então, a Ana Lúcia falou, bom, eu não vou nem esquentar minha cabeça com isso, né?
Logo que a moça se instalou ali no quarto, Ana Lúcia abriu os armários. Gente, tudo novo. Móveis todos planejados, madeira clarinha. Ana Lúcia gosta de madeira clarinha, assim, bonitinha. Falou pra ela. Olha, por favor, você toma cuidado. São minhas coisas. Foram coisas muito difíceis de eu conseguir conquistar. Quando a moça chegou, ela já pegou uma das malas de rodinhas, dessas menores, de bordo, e botou em cima da cama.
Com as rodinhas em cima da cama e em cima da coxa ali da Ana Lúcia. Então, você vê, a pessoa já não tem muito cuidado. A Ana Lúcia falou muito de boa e a moça já falou... Nossa, você tá falando, parece que eu vou quebrar todas as suas coisas. Você precisa saber os seus limites. Então, assim, ó, a Ana Lúcia, ela...
falou, não, eu vou ajudar minha amiga, pode ficar aqui dois meses. A partir do momento que essa estada da amiga começa a virar um transtorno, você tem que chegar para a pessoa e falar, olha, a gente combinou uma coisa, mas não está funcionando para mim, tudo bem? Então vamos fazer de outro jeito ou então não vamos fazer mais.
Porque você está criando um problema para você que você nem tinha. Quando eu começo a ficar muito obcecada com o problema dos outros, porque eu sou essa pessoa que tenta resolver tudo de todo mundo, eu falo, espera aí, isso aí está me atrapalhando, está me tirando o foco do meu trabalho ou do meu lazer. É um problema meu? Se não é um problema meu, então eu não vou fazer mais do que é o meu limite com isso.
Ana Lúcia pegou essa resposta dela. Bom, ela deve estar cheia de problema. Vamos seguir. Era a segunda do dia. Gente, a menina tinha acabado de chegar. Era umas cinco e pouco. E a Ana Lúcia saiu para que ela ajeitasse as coisas ali, né? Das malas. Ela ia ter que tirar todas as coisas das malas e colocar as malas embaixo da cama. A Ana Lúcia deu essa instrução. Bota as malas embaixo da cama.
Sabe aquele canto que ela queria botar a cristaleira dela? Que seria o lugar onde Ana Lúcia deixou, tinha a mesa dela de trabalho e um lugar para você se movimentar com a cadeira. Não era um canto sem nada, né? Era um canto de espaço que você precisa para movimentar a cadeira. Como ela não botou a cristaleira dela lá, ela veio com as malas.
Ela queria empilhar as malas vazias ali porque ela achou que embaixo da cama as malas dela, que eram um begezinho claro, iam encardir e pegar pó. Olha, pra não pegar pó nas malas embaixo da cama, o que você faz? Você pega o aspirador e passa. Eu amei. Porque se você passar o aspirador, ele puxa o pó.
Então veja, gente, pra mim um dia já era de falar, olha fulana, eu resolvi que eu ia te ajudar, mas não tá rolando. Então ou a gente vai se acertar melhor e você entende que aqui é minha casa, ou você pode procurar outro lugar, já ia se dar uma amizade ali.
E aí ela voltou bufando, bateu a porta e não saiu mais. Foi dando ali umas oito horas, a Ana Lúcia não ia sair e ela ia pedir comida. O que eu faço, né? Vou bater na porta do quarto que ela tá, vou mandar uma mensagem. Mandou uma mensagem. Olha, eu vou pedir comida, você quer alguma coisa? Ah, o que você vai pedir?
Tô pensando em pedir X comida. Você quer? Quero. O que a Ana Lúcia fez? O que eu também faria, gente. Olhou ali no Ponei Food e falou... Olha, o combo tal, tá tal preço. Você vai querer? Tem esse, esse, esse. Esse vem com refrigerante, esse vem com suco. É tal preço. Você vai querer? Você vai pagar como? A moça ficou muda.
Demorou uns 10 minutos pra responder. E ela lá esperando com o pane food aberto. E falou, quer saber, eu não vou querer mais. Tá bom, deve ser porque ela tá sem grana pra comer, mas assim, eu não tenho como alimentá-la. Eu dei o lugar pra ela ficar, eu não tenho como bancar a comida dela. Por dois meses, porque também o meu salário é todo certinho. Mas hoje eu vou fazer isso.
Comprou o combo pra ela e comprou o combo pra amiga. Quando o combo chegou, ela foi lá e bateu na porta da amiga e falou... Amiga, eu pedi comida pra você também, não precisa me pagar, tá tudo certo? A amiga saiu emburradíssima, pegou o combo de cima da mesa ali do balcão da cozinha e voltou pro quarto. Gente, não é possível, é o primeiro dia.
Foi lá, bateu na porta do quarto dela e falou Fulana, o que tá acontecendo? Eu te ofereci a minha casa, vou te hospedar por dois meses E você tá brava comigo? Por quê? Eu gostaria de saber Nessa hora, a amiga se tocou Por isso que é bom a gente pontuar E aí ela falou Não, desculpa, não é com você que eu tô brava É com a minha vida, é com minhas coisas Me desculpa Ficou tudo bem, a amiga comeu o combo dentro do quarto lá E a Ana Lúcia comeu ali assistindo televisão
A moça trabalhava com esse namorido que ela morava, né? Então azedou, né, gente? Ela perdeu casa, perdeu trabalho. Ela ia botar o rapaz na justiça do trabalho. Provavelmente ela ia receber, porque sim, ela estava trabalhando como CLT, mas sem registro. Ela ia receber, mas isso ia demorar um pouquinho para ela receber, né?
No dia seguinte, logo cedo, antes da Ana Lúcia sair para trabalhar, ela chegou na Ana Lúcia e pediu um empréstimo de mil reais.
Ana Lúcia deu uma assustada e falou... Amiga, poxa, não sei. Eu preciso ver, porque assim, pra eu ter pra te emprestar, eu não tenho. Mas eu posso ver no banco quanto fica pra você pegar esses mil reais. Mas como é que você vai me pagar e tal, né? Ana Lúcia foi para o trabalho. No caminho, ela pensou... Olha, eu não vou me enrolar mais, né? Eu já tenho minhas contas certinhas. Vou pagar dois anos de imóveis planejados. Eu não tenho como fazer uma dívida agora. E se ela não paga o banco, eu que tenho que pagar.
Mandou uma mensagem para a amiga dizendo que não tinha como ajudar. A amiga visualizou, não respondeu. Mas se virou que ela precisava desses mil reais para quê? Para ela comer esse tempo, né? A Ana Lúcia foi trabalhar. Quando ela voltou...
tinha frigideira, tinha resto de pão, tinha tudo em cima da bancada ali da cozinha. Porque ela abriu a geladeira, cadê os ovos? Você tem a sua vida regrada, suas coisas, sua comida, e você tem lá na sua geladeira dez ovos. O que você come como? Um ovinho de manhã. Então, se você come um ovinho de manhã, você tem um ovinho pra quantos dias? Faz as contas, dez dias.
A amiga o dia inteiro tinha comido pão com ovo, arroz com ovo, todas as coisas da dispensa ali da Ana Lúcia.
Durante a tarde ali, a Ana Lúcia tinha conversado com a sua mãe. E Dona Alzira tinha falado pra ela. Filha, olha, a moça realmente pode estar numa situação difícil e comida é comida. Então o que você faz? A mãe pode até te ajudar, mas eu acho que isso você consegue. Você deixa lá pra ela fazer arroz, feijão, uns temperos, tomate e ovo.
Qualquer um consegue sobreviver dois meses com arroz, feijão e ovo e salada. Então, essas coisas, pelo menos, você deixa à vontade, você não deixa faltar. Porque se ela ficar com vergonha, ela vai ficar com fome. E eu concordo com o Dona Alzira. O que irritou mais foi a bagunça. E aí ela não falou da comida e só falou... Aqui é assim, eu não tenho o diarista. Então, se você sujar, você tem que limpar. Porque não sou eu que vou limpar aí, né, as suas coisinhas.
A amiga podia ficar outubro inteiro, novembro inteiro. E comecinho de dezembro eu tinha que sair fora, porque dona Alzira ia passar o Natal com a Ana Lúcia ali. E o tempo foi passando. Essas coisas foram acontecendo. Ela não limpava. Então a Ana Lúcia falou, bom, vou respirar fundo, vou ter que limpar.
Quando ela estava menstruada, ela ficava muito menstruada e sujava todas as coisas. Manchou sofá. Deixava o banheiro que parecia que tinha acontecido um crime, um assassinato. Manchou colchão. Manchou uma cadeira estofada da Ana Lúcia. E assim, não limpava, gente. Não limpava. A convivência foi realmente ficando difícil.
Comecinho de dezembro era o paraíso pra Ana Lúcia. Ela vai embora, minha vida vai voltar ao normal. Eu vou chamar uma pessoa pra fazer uma mega faxina. Vou retomar minha vida. Chegou comecinho de dezembro, a Ana Lúcia foi falar com ela e o que ela falou? Não tenho pra onde ir, você vai me colocar na rua. A Ana Lúcia respirou fundo e falou... Olha, amiga, pra onde você vai, eu não sei. Mas eu te dei um prazo, eu disse pra você que minha mãe ia precisar do quarto. A sua mãe pode dormir na sala.
A sua mãe pode dormir na sala. Olha, agora você passou de todos os limites, minha mãe. Mas se eu olho de idade, ela não vai dormir no sofá. E assim, nem se você se oferecesse pra dormir no sofá ia rolar. Mas você sugeriu que minha mãe dormisse no sofá. Então assim, o prazo é esse. Eu preciso que você desocupe o quarto, que você vá pra outro lugar. Então uma coisa que era um favor pra ajudar uma amiga já virou um climão, já virou um final de amizade quase, né?
A Ana Lúcia trabalhava numa empresa, sabe empresa que fecha de final de ano, fecha uma chácara, alguma coisa assim, para os funcionários?
Eles tinham fechado bangalôs pra todo mundo e iam pagar tudo. A festa aconteceria no segundo sábado e domingo ali do mês. Trabalhariam mais uns dias e férias coletivas. E aí ela falou pra amiga. Eu vou na confraternização de final de semana da minha empresa. Mas quando eu voltar na semana, eu já te ajudo a organizar as coisas pra você sair.
A amiga que estava então relutante falou, tudo bem, então quando você voltar a gente faz isso. Ana Lúcia foi, dormiu, porque chegou muito tarde, no sábado de manhã, ela viu que a amiga tinha postado uma mesa cheia de limões. Olha o picolé de limão chegando. Engraçado, é a minha mesa.
Um monte de limão, mas, né, vai fazer uma limonada, sei lá. E passou o dia. Festa de firma, vocês sabem como é, né, gente? 10 da noite do sábado, ela já estava para a hora de Bagdá, foi dormir. No domingo, todo mundo ia ficar até às 5 e depois todo mundo ia embora, né? Porque segunda-feira, dia de trabalho.
Quando ela acordou no domingo, o celular dela tinha muita mensagem, muita ligação, muito áudio de vizinhos e da síndica. Um dos áudios, a síndica estava muito brava dizendo que ia multar a Ana Lúcia. Que isso, que aquilo. Por quê, gente? A amiga deu uma festa na casa da Ana Lúcia. Uma festa.
Ela falou pra mim, Andréia, eu acordei umas oito e meia da manhã. Quando eram umas nove, que eu terminei de ouvir todos os áudios, as pessoas me mandando, contando coisas, eu tive que pedir um carro de aplicativo, ia ficar muito caro? Ia, porque todo mundo foi pra lá tipo o ônibus da firma, né? Mas eu tinha que voltar.
E aí ela entrou nas redes sociais de pessoas que tinham marcado a amiga dela e viu as pessoas no sofá dela, no quarto dela. Gente, assim, era uma festa, uma festa. Quando ela chegou, a amiga não estava lá. A amiga deu uma festa, pegou as malas, foi embora e deixou a casa toda suja.
Sofá dela tinha furo de cigarro. A casa estava imunda. O banheiro parecia banheiro de bar. Quando ela chegou, a síndica colou nela e elas subiram juntas. A sorte da Ana Lúcia foi que, enquanto a Ana Lúcia surtava e chorava muito, a síndica foi gravando tudo. E gravou exatamente como estava o apartamento. Tinha um móvel dela que a porta estava destruída. Tudo móvel planejadinho, bonitinho, sabe?
Ela ficou tão mal, ela chorou tanto, que os vizinhos do prédio foram lá ajudar a limpar. Pra vocês terem uma ideia. A amiga saiu de lá e bloqueou ela. Porque de manhã, ainda ela conseguia mandar mensagem, né? Ficavam os dois pauzinhos ali. Depois ela não conseguia mais.
Ela botou a amiga na justiça e o processo está correndo. Muita coisa foi danificada. Festa, gente. Sabe quando se chama o amigo do amigo do amigo do amigo? Daqui a pouco sua casa está cheia de gente que ninguém nem conhece. A fria dela foi quebrada. Teve que comprar um novo micro-ondas porque não dava para consertar a porta do micro-ondas. Uma porta de um armário, sofá dela com furinhos de cigarro que ela não conseguiu trocar até agora.
As coisas que ela tinha no banheiro creme, essas coisas sumiram. No quarto dela, uma mochila que ela tinha sumiu. Então assim, gente, um caos, um caos. E a casa dela nunca mais foi a mesma, né? Das coisas novinhas, bonitinhas. E a Ana Lúcia ficou doente. Ficou doente, ficou mal, assim. E agora tá processando.
a amiga, e a amiga não tem nada, não tem nada no nome, nem sabe, né, se vai dar em alguma coisa esse processo, mas ela falou, eu vou até o final, Andréia, vou processar, e se eu ganhar, ela vai ficar com essa dívida comigo.
É aquilo que eu falo, gente. A gente tem que realmente dar limite até na ajuda que a gente vai oferecer. E certas coisas a gente precisa entender que não são problema nosso. Então, às vezes é melhor você não oferecer ajuda.
O que vocês acham? Oi, não, eu sou a Bebe Leasers. Eu sou a Ana Eli. Eu moro nos Estados Unidos. Quando eu morava no Brasil, eu era advogada. Ana Lucia, ainda que ela não tenha nenhum bem, como você disse que ela tem um processo trabalhista, você pode conversar com o seu advogado, informar a ele que ela tem um processo trabalhista e pedir para que ele informe isso nos autos e peça que oficie a vara do trabalho. Você precisa achar o processo de trabalho dela. Você consegue localizar se você tiver o nome todo dela.
E aí o seu advogado vai entrar nos autos do seu processo de dano material e pedir para que ele oficie, o juiz oficie, lá o processo trabalhista e faça uma reserva de valores. Principalmente se você já tiver sentença no seu processo. Mas pode tentar, ainda que ele esteja tramitando. Um beijo. Olá, não enviabilizers. Aqui é a Isabela, do Rio de Janeiro.
Ana Lúcia, eu presto a você a minha solidariedade e o meu carinho por você ter sido uma pessoa tão empática e tão bacana. Você foi hospitaleira, você foi bacana. E ela abusou da sua boa vontade de todas as formas possíveis. Foi extremamente traiçoeira, extremamente miserável na atitude dela.
E ainda por cima, no fim das contas, orquestrou uma festa para que as pessoas depredassem o seu apartamento, já que você pediu a ela que se retirasse do local, que você consiga recuperar pelo menos uma parte dos seus prejuízos, que sirva de lição para que nem todo mundo que nos pede ajuda, a gente deve ajudar. Um beijo.
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Acessa agora o site hidrabene.com.br. Aqui, ó, pelo link que tá na descrição do episódio. E vai conhecer meu kit, Pônei Cara Lavada? Sério, ele tá por menos de 120 reais, gente. Meu kit tá no precinho, não vai perder, hein? Valeu, Hidrabene, te amo! Um beijo, gente, e eu volto em breve.
Quer a sua história contada aqui? Escreva para nãoenviabilize.com Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Enviabilize.
Hidrabene
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