ARMADILHA
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- Conflitos e brigas cotidianasRelação de Miriane com a sogra · Educação e alimentação · Terapia e casamento
- História de MirianeAlmoço com a família do Bruno · Pedido de casamento · Natal e desentendimentos
Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. Oi, gente! Cheguei, cheguei para mais um Picolé de Limão. E eu já não tô sozinha, meu publi! Quem tá aqui comigo hoje é o Airbnb. Você já reservou o Airbnb pra descansar e curtir o seu feriadão do dia do trabalhador? Você merece, hein?
Gente, o feriado cai na sexta, do jeitinho que a gente gosta. Não dá pra deixar passar, hein?
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Miriane conheceu o Bruno na faculdade. De cara, assim, eles se deram bem. Bruno muito tímido e Miriane mais, assim, extrovertida. Começaram ali um namoro. Quando esse namoro firmou, Bruno falou pra Miriane. Olha, eu quero te apresentar a minha família. Minha mãe disse que vai fazer um almoço pra te receber.
Estaria nesse almoço a matriarca da família, pai do Bruno já falecido, e ali os irmãos, quatro homens ali, então o Bruno mais três, e suas respectivas esposas, somente o Bruno solteiro, e todo mundo muito empolgado para que esse relacionamento desse certo e ele se casasse com Miriane. Miriane ficou empolgada para conhecer a família do Bruno. O Bruno já conhecia a família dela e já tinham feito...
Uma viagem para a cidade lá da família da Miriane, tudo certo. E chegou o grande dia. O almoço de domingo, família toda reunida para receber ali Miriane. Miriane chegou, todo mundo tratou ela muito bem. Ele apresentou a mãe, a mãe abraçou a Miriane. E assim, né? Ela foi lá para almoçar. Então, vamos ao almoço.
E aí aqui é uma questão, gente. Quando alguém vai almoçar na sua casa, eu acho que é de bom tom você perguntar o que a pessoa come e o que ela não come. Pra você, de repente, não cozinhar alguma coisa que a pessoa, sei lá, não coma. Ou não vai ter nada pra ela comer, né? Miriane sentou ali à mesa e de cara ela sentiu um cheirinho de coentro. Miriane odeia coentro.
Eu amo coentro, tanto que o meu gato chama coentro, nenê. Mas tem gente que realmente odeia e que o sabor é horrível para a pessoa. Tem gente que sente gosto de sabão, enfim. A mãe do Bruno tinha feito uma salada lá com coentro, frango com coentro e coentro no feijão. Então, o que sobrou ali?
Pra Miriane. Sobrou arroz. Uma das cunhadas tinha levado uma salada de maionese sem coentro. E foi o que ela comeu. E assim, a mãe do Bruno ficou tristinha. Falou, ah, você não comeu da minha comida.
Miriane respondeu que não comia coentro, né? E tudo bem, terminou ali o almoço. Eles iam servir uma sobremesa, um pudim ali. E a mãe do Bruno já soltou a piadinha. Ó, Miriane, o pudim você pode comer que não tem coentro, hein? Miriane deu uma risadinha assim, porque foi um tom, assim, sonsa.
Ali ela já percebeu que a mãe do Bruno era sonsa. Todo mundo comeu pudim e pra fazer ali uma média, a Miriane falou... Eu ajudo a senhora a tirar a mesa aqui as coisas e tal. E aí as cunhadas também falaram... Não, a gente tira a Miriane e falou... Não, pode deixar em agradecimento aí, né? A comida que tava ótima, o arroz e a maionese e tal. Eu vou ajudar a tirar a mesa. Foi lá, ajudou. E quando tava só as duas na cozinha... E aíığımızığımızığımız
Ela perguntou assim pra Miriane. Você não gosta de coentro mesmo? Mas você já comeu? Olha, quando eu era pequeno, acho que eu já até comi, mas eu não gosto. Esta mulher virou pra Miriane e falou assim. É, se a sua mãe tivesse te dado educação, você comia de tudo. Gente.
Miriane ficou em choque. Na hora já entrou um dos filhos ali dela e ela falou, ai, você vê, Miriane, é mais assim, chatinha pra comer, eu vou ter que prestar atenção agora nas coisas que eu vou fazer. Totalmente num outro tom, porque ela falou num tom muito rude com a Miriane. Olha, pra mim, eu já ia terminar com o Bruno. Eu ia falar, olha, então, não vai dar certo, beijo, tchau.
Miriane é uma pessoa de bater de frente, mas ela não estava esperando aquilo. Então ela ficou na dela, voltou ali para a sala para conversar com a galera. Quando a mãe dele serviu um café, ela falou de novo. No café não tem coentro, pode tomar. Eles foram embora e Miriane resolveu não contar para o Bruno. Como que eu já vou começar esse relacionamento falando para ele que a mãe dele foi muito grossa comigo na cozinha?
Bruno estava todo feliz, tipo, agora você conhece a minha família, agora a gente vai dar o próximo passo, eu quero ficar noivo. Naquele mesmo dia, ele pediu Miriane em casamento. Porque assim, segundo ele, a família adorou ela. Então, eles iam se casar.
Durante um ano ali, eles foram se programando pra casar. Eles casariam somente no civil, sem festa. A Miriane não queria festa, não queria nada. E a mãe do Bruno fez um comentário. Meus outros filhos casaram na igreja, né? Tudo certinho. Desse ponto pra frente, a Miriane começou a responder. E aí ela falou, ah, que bom, né? Que a senhora teve a oportunidade de ver três casamentos na igreja. Então agora é só cartório.
Como ela não esperava uma resposta da Miriana, ah, é verdade. Não, tá tudo certo. É que, né, aqui a gente gosta da bênção. Não, eu não tenho religião. O Bruno também, né, me falou que não tem. Então a gente não vai fazer casamento na igreja. Isso, o olho dela já encheu de água, assim. Sonsa, né? E aí um dos filhos já abraçou ela e falou, não, mãe, deixa, agora é a vez deles, tal, né? Não, não, eu só fiquei aqui pensando, mas a mãe não tem direito mesmo a opinar em nada. Sabe esse tipo? Deixa euığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımızığımız
Escolheram um apartamento. Miriane escolheu, tipo, do outro lado da cidade. A mãe dele pôs defeito. Por que não alugam aqui perto? Porque o Bruno sempre morou desse lado da cidade. E o Bruno falou... Mãe, a Miriane gostou do apartamento. O apartamento é lá. Vai dar tudo certo. Miriane ainda falou... Tem um ônibus que sai daqui, ó. Quase na porta da sua casa e para lá. A senhora pode ir lá sempre. Aí a mãe do Bruno queria uma chave.
Miriane falou, não, não precisa. Todo mundo lá do prédio tem uma chave na portaria. O dia que a senhora precisar, a senhora me avisa e eu autorizo lá a senhora pegar a chave e entrar. Mas ficar com uma chave, com acesso livre, complicado e tal. Bruno também concordou e ela falou, ai, tá bom. E sempre assim, tristinha.
Elas começaram a bater de frente nesse sentido da mãe ser passivo-agressiva e a Miriane responder na lata, até o ponto do Bruno falar Miriane, pega um pouco mais leve com a minha mãe e tal, né? Tá todo mundo comentando. A última delas de troca de farpa era a Miriane comprou um jogo de panela. Tava lá, mostrou pras cunhadas, levou lá pra mostrar, né? E aí a mãe dele falou Esse jogo de panela não presta.
Como que você fala um negócio desse? Né, a pessoa que comprou e tal, que o dinheiro dela deu pra comprar, enfim. Miriane virou pra ela e falou... Então a senhora me deu um jogo que presta. Vai lá, abre o site aí que ela vai comprar um jogo de panela pra mim que presta. Ficou aquele climão. E aí ela falou... Se a senhora não vai me dar outras panelas, então a senhora não venha falar mal das panelas que eu comprei.
A partir daí, ficou meio que uma guerrinha declarada, assim, entre as duas. Às vezes, a mãe fazia comida sem o coentro, porque o Bruno insistia. E, às vezes, ela fazia com o coentro e falava... Ai, eu esqueci!
porque tem outras pessoas que gostam de coentro também mas o que a Miriam falava olha, separa um pouquinho pra mim porque você bota o coentro ali na finalização mesmo e ela às vezes falava esqueci de separar um pouco pra você enfim era esse tipo de coisa
O tempo foi passando, as duas sempre com essas farpas assim, até que um dia era um sábado à tarde, eles já casados, já no apartamento novo, quando de repente eles escutam a porta. Ué, o porteiro deu a chave para alguém? Era a mãe do Bruno. Ela tirou uma cópia da chave do Bruno.
Sem o Bruno saber também. Ela falou, ah, eu acabei tirando porque ia facilitar pra mim. Ah, pode voltar a fazer o que vocês estavam fazendo. E o que ela tinha ido fazer lá? Ela tinha ido lá medir a parede pra uma cortina da sala porque ela achou a cortina que a Miriane comprou muito barata, muito horrível. Miriane falou, olha, a cortina é minha, saia da minha casa. Aí, gente, foi uma treta feia.
Miriane batendo boca, ela falou, mas eu só quero ajudar. O que eu fiz de errado, filho? Bruno ali pegou a chave dela, falou, não precisa de cortina, Miriane já comprou a cortina. Mas assim, o filho muito de boa, né? E aí ela saiu de lá chorando e falou no grupo da família que agora Miriane estava, que ela foi escorraçada, que ela foi tocada pela Miriane da casa igual cachorro.
A galera meio que tomou as dores da senhora ali. Briga no grupo que a Miriane falou. Não vou baixar a cabeça. Aconteceu isso, isso e isso. Isso era a gosto. E agora a Miriane evitava realmente ir na casa da mãe dele. Porque sempre saia confusão. Porque ela rebatia os absurdos que a mãe dele falava. Sempre dando uma alfinetada, sabe?
O Bruno foi se incomodando até sentar com o Miriane e falar Olha, eu já conversei com a minha mãe. Vocês não conseguem se manter minimamente em paz? Né? Assim, pra gente ter uma vibe boa na família. Eu não quero ir passar o domingo na casa da minha mãe sem você. A gente vai lá um domingo por mês. Eu queria que você fosse comigo. Né? Todo mundo lá gosta de você. Até minha mãe gosta de você. O que eu não concordo com o Bruno, né? Poxa, vamos tentar.
Miriane falava que não, que ela não ia passar mais por isso, que ela não precisava ir. Ele não convenceu Miriane. Até que foi chegando ali final de ano e mãe do Bruno botou um texto no grupo da família dizendo... Olha, é...
Natal é perdão Por favor, Miriane Venha na nossa ceia Vai ter uma comida especial pra você Sem coentro Porque eu te amo Se você está com meu filho, eu amo meu filho, eu amo você
Miriane deu uma amolecida. Será que realmente agora ela entendeu que eu tô com o filho dela e que ela é mãe? Não vai ser a segunda esposa dele? Miriane respondeu lá no grupo que ia sim, pediu desculpas também pra sogra. Quer desculpa qualquer coisa?
Ficou combinado, então, que o casal ali iria na festa de Natal que acontecia na casa da mãe do Bruno. Ia ter ali amigo secreto, né? A troca de presentes. Miriane chegou, já estava todo mundo, né? Os irmãos do Bruno já têm filhos, criançada, uns agregados que vêm, que não têm onde passar o Natal. Tinha uma galera ali e todo mundo ia participar desse amigo secreto que seria de chinelo.
E eles tinham combinado que o chinelo seria da marca Poneianas. Todo mundo ia trocar chinelos ali, Poneianas. O Amigo Secreto começou. Para a infelicidade da Miriane, quem tirou a Miriane foi a sogra. Você tinha dado a numeração e a cor que você queria. Então, digamos que a Miriane tinha colocado lá 37, 38, vermelha.
Quando ela abriu o presente ali, né? Primeiro que estava mal embrulhado. Segundo que era um chinelo sem marca. Todo mundo ganhou poneianas e o dela era, sei lá, marca Mirasol. Estou falando uma marca aqui que não existe, tá? Tipo, chinelos Mirasol. E o dela era roxo, 35, 36. A numeração estava errada, a cor estava errada. E não era poneianas, era Mirasol.
A mãe ainda abraçou ela, beijou, falou assim, Ai, você gostou? Acho que vai servir certinho no seu pé. Pra não ficar chato ali naquele clima, ela embrulhou de novo, ó, o chinelo mirassol. E falou, ah, tudo bem. Bruno se ligou e falou, deixa, depois a gente doa essa. E eu te dou uma porreiana, ela deve ter se confundido. Confundido? Não confundiu, a gente sabe.
Todo mundo ganhou ali a sua poneanas e Miriane ganhou seu chinelo Mirassol 35, 36 roxo. Trocaram presentes, agora era o horário ali da ceia. A mãe do Bruno, ela tinha falado muito no grupo que ela tinha feito a comida da Miriane separada, sem coentro, porque lá todo mundo gostava de coentro. Ela chamou, todo mundo sentou, Miriane também sentou.
E a mãe do Bruno falou, não, eu sou comida especial, vem aqui na cozinha me ajudar a trazer. Na hora que a Miriane chegou na cozinha, a mãe dele estava muito feliz, sorridente. Tinha um prato de cerâmica temático de Natal. E ali tinha um arroz, era tipo um prato já montado. Que segundo a mãe dele, estaria sem encontro. Um prato, gente, um prato realmente muito bonito.
Quando a Miriane chegou perto do prato, ela falou assim. Agora eu vou te educar e você vai aprender a comer. Tem coentro sim, mas você vai comer. Miriane na hora falou. Eu não acredito que a senhora fez isso. E saiu da cozinha. O que ela não sabia é que neste momento a sogra dela pegou aquele prato de louça com a comida e jogou no lixo. No lixo ali da cozinha.
Enquanto Miriane saía da cozinha falando alto, eu não acredito que a senhora fez isso e tal, a mulher começou a chorar na cozinha de Soluçar, dizendo que fez a comida sem coentro. Ela falou para a Miriane que tinha coentro. E que a Miriane pegou o prato e jogou no lixo, fez desfeita com ela.
E aí, gente, pensa assim, duas situações, uma pessoa calma chorando e a Miriane puta da vida saindo daquela cozinha. Óbvio que todo mundo acreditou que ela tinha jogado realmente o prato no lixo. E a única coisa que a Miriane falava, porque ela não tinha visto ainda que o prato estava no lixo, né? Era que tinha coentro na comida. A mãe do Bruno veio atrás chorando e falou, eu fiz a comida toda pra ela sem coentro e ela jogou no lixo.
Todo mundo ficou meio assim. E aí a Miriane se ligou e falou. Mentira, não joguei nada no lixo. Venham aqui ver. E aí o prato estava espatifado. Prato de louça, bonito. Eu gastei nesse prato para fazer tudo para ela com amor. Sem coentro. Não tem coentro sim. E aí a mulher mostrou em cima do fogão. As panelas totalmente separadas da comida da Miriane.
Tinha mais, se ela quisesse repetir ali, sem encontro. Caiu a ficha da Miriane. Eu caí numa armadilha. Ali acabou o Natal de todo mundo. O Bruno falou, é melhor a gente ir embora. Foram embora. O Bruno foi sem falar com ela. Porque assim, o cenário todo, né? Quem ficou muito brava foi a Miriane. Então assim, fazia sentido ela ter jogado o prato no lixo. E não a mãe. Ela jamais falaria isso. Imagina uma senhora tão calma, sonsa.
Passaram a virada de Natal sem se falar, Bruno e Miriane. Dia 26, o Bruno falou, olha Miriane, você tem que procurar uma terapia. E aí ela falou, não joguei aquele prato. Ele ficou realmente na dúvida, porque assim, fazia mais sentido que ela tivesse jogado o prato do que a mãe. Miriane ficou ressentida que ele não acreditava nela. Mas pensa no cenário, gente.
Final do ano, eles iam passar juntos. Não passaram. Bruno e ela ficaram em casa. Então, já foi aquele climão no grupo. Ai, Bruno, você não vem? E ele falou, não, vou ficar aqui com a minha esposa. Né? Tal. Em janeiro, depois das festas, a Miriane procurou uma psicóloga e começou a terapia.
Só que a Miriane diz que ela percebe que o Bruno fica atormentado, porque ele fica entre a mãe dele e ela. Então, às vezes tem um evento, ele quer ir, mas a Miriane não vai. Aí a psicóloga já falou, deixa ele ir, porque ele se dá bem com a família dele e tal. Mas ele fica nesse conflito. E a Miriane acha que o casamento dela tá tipo...
desabando assim, né? Que daqui a um tempo ele vai falar que não quer mais. E vocês não sabem, a Miriane falou, André, ainda bem que eu já estava na terapia, porque senão eu ia responder xingando, eu tive que ligar pra minha psicóloga pra não xingar esta mulher no grupo. Porque ela fez um texto de perdão, dizendo, olha, ano novo, vida nova, eu te perdoo, o Bruno já me pagou o valor do prato.
fez um texto lá como se ela fosse a melhor pessoa do mundo. E foi ela que jogou o prato no lixo. Ela. A Miriane diz que ama muito o Bruno. Ela tem certeza que o Bruno também ama. A ama, né? Só que assim, ela acha que vai chegar um tempo que não vai dar mais.
Não vai dar mais, porque ela não quer reconciliação. Tanto que essa mensagem, para ela não xingar, ela só botou um joinha. E aí o grupo também achou meio hostil, né? Todo mundo ficou lá elogiando a sogra e ela só botou um joia. E a Miriane sofre, porque assim, ela não quer terminar o casamento dela. Ela ama o Bruno, o Bruno também está nesse relacionamento...
né, gostando dela e tal, mas vai chegar uma hora que a Sousa ela vai vencer, será? Ela tá na terapia, mas é aquela coisa, a gente terapia também não faz milagre. Tem o outro lado lá, que é a mãe do cara. Que é toda assim, de chorar. Então, complicado.
O que vocês acham? Olá, não invabilizas. Eu sou o Léo de Guarati, o Itaia interior de São Paulo. E, Miriane, eu acho que você acabou se demonstrando ser alguém tão difícil quanto a sua sogra. Acho que você entrou tão nessa pira de querer rebater tudo, de querer ser, ah, vou falar, vou fazer, eu sou assim, eu sou aquilo, que você fez com que ela se tornasse menos pior que você. Quando, na verdade, o que você deveria ter feito era ter jogado luz enquanto a sua sogra é chata e enquanto você é legal. Tentando inverter um pouco a situação, sabe? Ah, ela fez isso, ai.
Sogra, mas você colocou coentro de novo, eita, e será que isso não é Alzheimer? Tem que se preocupar e tem que procurar o médico. Na questão do Natal, ela ter te dado o prato, ao invés de você ter sido reativa, você ter, ah não, tá, levado pra mesa, começaram a comer, e falei, gente, e acho que isso aqui tem coentro em sogra. Talvez isso seja um problema de cabeça, hein, precisa ir no médico. Você falou que não colocou, mas colocou. Enfim, esse era o que eu faria, eu acho que esse é o meu conselho pra você a partir de agora. Abraço.
Oi, não inviabilizas. Aqui quem fala é Lívia. Falo de Portugal. Miriane, sinto muito que você esteja passando por essa situação no seu casamento, que me parece um ótimo casamento, mas que está sendo influenciado aí pela sogra Coisinha do Mal. Primeiro de tudo, eu acho que se você se importa muito, muito, muito com a opinião aí do grupo, da família de vocês...
Uma solução é armar pra essa sogra Da mesma forma que ela armou pra você Não pra se vingar, mas pra poder mostrar O seu lado, apesar de que esse tipo de coisa Uma hora, mentira, uma hora, ela Vem à tona, né? Mas eu colocaria um celular Todas as vezes pra gravar, todas as vezes Que eu tivesse em algum evento de família, porque qualquer coisa Você consegue ter aí, pelo menos em áudio Comprovação de que ela Faz armadilhas pra você, né? Já que ela sempre te chama na cozinha pra Soltar algum veneno É isso, eu espero que dê tudo certo pra você, Miriane Um abraço, fica bem Obrigado
O próximo feriadão já é na sexta-feira agora. Dia do Trabalhador. Seu dia. Dia do Trabalhador Brasileiro. Você merece descansar. Bora aproveitar para dar aquela relaxada merecida. Tirar aí uns diazinhos para você curtir, respirar fundo, respirar novos ares. Hein? Achar um Airbnb aí com a sua cara. Vamos?
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