NENÊ
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
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- História da RoselaineEncontro em restaurante caro · Aplicativos de namoro · Divisão de conta · Golpe em encontros
Picolé de limão, o refresco ácido do seu dia.
Oi gente, cheguei, cheguei pra mais um picolé de limão e eu já não tô sozinha, meu publi. Quem tá aqui comigo hoje é o Airbnb. Esse ano de 2026 tá com muitos feriados prolongados. E essa é uma ótima oportunidade pra você tirar aí um tempo pra relaxar, descansar, dar uma desacelerada, sabe, na sua rotina corrida do dia a dia.
E para isso você pode contar com o Airbnb. No Airbnb você encontra a acomodação perfeita para você, seja aí acompanhada da família ou de amigos. Você escolhe praia, serra, uma cidade distante da sua ou uma cidade mais pertinho. O Airbnb te oferece inúmeras opções de acomodações com todas as comodidades que você precisa. Reserva agora.
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Feriado liberado, é no Airbnb. E hoje eu vou contar pra vocês a história da Roselaine. Então vamos lá, vamos de história.
Roselaine está aí firme nos aplicativos de namoro, conhecendo caras, saindo para alguns eventos, alguns jantares e vida seguindo. Roselaine trabalha numa grande plataforma de eventos, então às vezes ela ganha convites para peças, para eventos, para cinema.
E ela sabe, ela falou para mim, Andréia, você que está solteiro em aplicativo, que sai com uma pessoa ou outra, chega uma hora que realmente o dinheiro fica curto, tanto para mim quanto para o cara. Então, olha a Roselaine que coisa boa. Ela que convida os caras. Ah, vamos sair? Eu tenho aqui ingressos para uma peça de teatro, tenho esse voucher aqui para a gente tomar um café depois. Porque a pessoa que vai sair com ela, o cara também já sabe que não vai precisar gastar.
E isso dá muito certo, porque se é uma pessoa que você gosta, você assiste a peça junto ali, depois você toma um café, dá uns beijos e vê como aquilo vai seguir, né? Se é uma pessoa chata, a coisa termina ali no café, às vezes termina só no evento e você não gastou nada, porque ela ganha esses convites, esses vouchers, né? E o cara também não gastou nada, né? Então, gente, tá ótimo. E assim a Roselaine vai fazendo.
O tempo passou e a Roselaine ali num aplicativo conheceu um cara. E o cara todo engomadinho, a foto dele era de terno, cabelinho com gel. Ele já quis o telefone da Roselaine pra conversar ali via WhatsApp. Começaram a conversar, fizeram chamada de vídeo. Realmente ele todo engomadinho, tava sempre na Faria Lima.
Um homem de negócios engomadinho e aparentemente com grana.
Roselaine falou, Andréia, não importa se o cara tem grana ou não tem grana, eu gosto de chamar para assistir uma peça, para ir num evento, numa mostra de artes, alguma coisa, porque eu ganho os ingressos, né? Então a pessoa não vai pagar nada. E depois a gente toma um café, geralmente tem voucher para o lugar ali mesmo, né? Que tem a peça, ou o evento se tem um café, eles ganham um voucher até. Então, assim, já toma um café ali.
Se for beijar, beija. Se não for dar certo, já termina o negócio por ali mesmo. Ela convidou para um cinema. Porque assim, você também não sabe que voucher você vai ganhar, né? Para uma pré-estreia, que depois ia ter um eventinho, uma coisa legal para ir, né? E o cara disse... Não, imagina. Nosso primeiro encontro tem que ser num restaurante.
O argumento dele é que no cinema, né, eles não iam poder conversar, e ele queria conversar, levar ela pra jantar, num lugar legal. Né, uma coisa assim, com estrelas Poneylã, Michel Poney. A Roselaine já ficou meio assim. Poxa, eu tenho que pelo menos garantir a minha parte, né?
Só que o cara, o engomadinho, era muito bonito e tal. Ela falou, bom, tá bom, então você escolhe o lugar e a gente vai.
A gente vai chamar esse restaurante com estrelas, poneilã, chiquermo de nenê. Roselaine já pensou, meu Deus do céu, que roupa que vai no nenê? E começou a pesquisar e viu que realmente era um restaurante caro. Em nenhum momento o cara falou, vou pagar. Mas se ele está escolhendo o restaurante e te convidando, o que você pensa? A pessoa vai pagar, né?
Roselaine já macaca véia de aplicativo. Sem a minha parte, eu não vou. Ela falou pra ele. Vamos marcar então lá pro dia 8. Dia 6 ali era o pagamento dela. Pelo menos a parte dela ali, ela garantia pra ir nesse jantar no nenê. Roselaine optou por um vestido preto, assim, discreto, né?
sapatinho, uma bolsinha pequena. Estava bem arrumada, né? Vestidinho preto, você vai aí a qualquer lugar.
ela resolveu que era melhor encontrar com ele ali na frente do restaurante renomado Nenê. Chegou lá, o cara estava com uma camisa bonita, social, bem engomadinho o cabelinho, com gel. Cara bonito. Roselaine gostou dele pessoalmente, ele também gostou dela ali e eles entraram no restaurante.
O cara tinha feito uma reserva. Logo que eles sentaram, veio ali um cuverzinho, umas coisinhas. Aparentemente, o cuver era por conta do restaurante, né? Segundo ali o que a Roselaine, que estava muito ligada nas coisas, viu ali no menu, tinha o cuver lá e estava tipo cortesia. Não era bem isso que estava escrito, mas assim, dava a entender que...
Não ia ser cobrado aquilo, que também era um pãozinho com as coisinhas, assim, né? Ele falou, você quer pedir, você quer que eu escolha o seu prato? Não, não. Pode deixar que eu escolha o meu prato. Ela olhou lá pratos de 300, 400 reais pra cima, gente.
Ela achou ali no cardápio uma batata que estava marcada no cardápio por R$170,00. Que era tipo uma batata recheada. Quando você pensa em batata recheada, eu gosto muito de batata recheada. Você pensa naquela enorme, que eu nem sei como eles cultivam aquelas batatas imensas, que você compra. A minha eu gosto só com azeite, às vezes um brócolis, uma coisa delícia, milho.
Não boto queijo, não boto nada, mas assim, um azeitinho, um brocolinho, um milhozinho, delícia. Isso pra mim é uma batata recheada. Que aí você bate ali, ó, vai raspando. E ela pediu uma coca com gelo e limão. O cara pediu um prato lá que tinha várias coisas assim chiques, coisas que ela nem conhecia os nomes no prato. E pediu uma garrafa de vinho.
Roselaine disse pra ele, olha, eu não bebo. Pegou ali o refrigerante dela, ficou esperando a batata pra não tomar, porque o refrigerante também ela viu lá que é um preço mais salgado, lugar, né? Mais assim, né? De elite.
Eles ficaram conversando ali, uma conversa muito agradável, engomadinho, realmente, um bom papo. Deram risada. Roselaine sabendo que não ia pedir sobremesa, porque sobremesas caras também, não ia pedir nada.
O garçom serviu todo mundo, eles começaram a comer. Comida excelente do restaurante Nenê. Restaurante realmente, assim, de rico, né? Cinco estrelas. Top, top, top, topzera.
Roselaine terminou a sua batata de 170 reais já fazendo as contas ali com a coca. Mas sei lá, os 10%, a conta dela ia ficar uns 250 pau. Pra primeiro encontro, gente, salgado, hein?
O cara podia ter escolhido um lugar, né? Mas em conta. Ela não entende de vinhos, mas pelo que ela tinha visto ali, não tinha nenhuma garrafa de vinho por menos de 700 reais ali. Não tinha. E ele não pediu uma taça, ele pediu uma garrafa. Talvez nem tivesse só a taça lá, né?
Ele tomou aquele vinho todo, ainda pediu uma sobremesinha, comeu a sobremesa, ela não quis. Falei, mas você estava com vontade? Porque às vezes, né, estava com vontade e não pediu porque era caro. Ela falou, não, não conhecia muito os nomes também do que estava ali. Fiquei com medo de pedir e ser uma coisa que eu não gostasse. E aí era caro realmente, né, para você comer uma comida ruim que você não gosta caro, eu também fico mal. Então ela...
Falou, eu resolvi não pedir. E a conversa, gente, muito boa. Terminou a sobremesa e a conversa não acabava. Roselene foi ficando angustiada, porque assim, chega uma hora que você tem que pedir a conta. Você não pode ficar sentada no restaurante pra sempre conversando, né?
E aí o engomadinho pediu a conta, o garçom veio educadamente com aquela capinha, com a nota, e botou na mesa, engomadinho, conversou mais um pouco, de repente este homem levantou e foi lá para trás no banheiro. E não voltava. A Roselaine falou para mim, Andréia, eu não acreditei que eu estava vivenciando a clássica do banheiro.
E o garçom ali rodeando, meio que a mesa, né? Tipo, né? Esperando, sei lá, que alguém ia chamar ele pra pagar. Uma hora, a Roselaine deu uma esticada de pescoço assim e viu um engomadinho meio que disfarçando lá pra trás. Será que ele tá enrolando pra ver se eu vou pagar a conta?
Chamou o garçom. Que era aquele garçom que atendeu eles tão bem, educado. E agora a gente vai dar um nome para esse garçom, que é o Givanildo. Givanildo chegou e falou... Oi, tudo bem?
Ela pegou a conta, abriu. Tinha lá um vinho de 700 e pouco. O prato dele de 300 e pouco. A sobremesa dele de 100 e pouco. E mais ali as coisinhas da Roselaine. E aí a Roselaine falou... Oi, tudo bem? Qual o seu nome? Joanildo. Então, Joanildo, você pode, por favor... O covér... É cobrado? Não, não é cobrado. Você pode, por favor, separar aqui a covér...
Coca e a batata mais os 10% Que eu vou fazer o pagamento Da minha parte, por favor Perfeitamente Givanildo foi lá e voltou Com dois papéis separados Um com a batata Coca Mais os 10% E o outro, a conta do engomadinho Mais os 10% Pegou o cartão dela Passou, tinha dado tipo Sei lá, 238 Sabe, o dela assim E aí
O engomadinho deve ter visto ela sacando o cartão e pagando. Voltou, mal sentou na cadeira e falou, vamos? Roselaine olhou para ele e falou, vamos, só falta você acertar a sua parte da conta. Ele ficou pálido. Sumiu a cor do rapaz.
De branco ele ficou transparente. Ele começou a gaguejar. Ele falou, você não passou o cartão? Você dividiu a compra? Não, não dividi. Eu separei o que eu comi, o que eu consumi e fiz o pagamento. Agora você precisa pagar o que você consumiu.
de Vanildo por ali, mas meio de longe assim, né? E aí o que a Roselaine falou pra mim? Se fosse, se o cara tivesse pedido a mesma coisa que eu, algo baratinho, sei lá, quis me levar num lugar legal pra impressionar, mas se o cara não ia pagar a conta, queria jogar nas minhas costas, ele pegou um vinho de 700 pau, um prato de 300 pau, sobremesa de 100 pau, das minhas costas.
A conta dele dando tipo mil duzentos e pouco. Só a conta dele? Ele achou que eu fosse pagar essa conta? E aí ela ficou nervosa. Porque ele começou a gaguejar. Ele botava a mão ali naquela calça dele social. Tinha uma carteira ali. Não tirava essa carteira. A Roselaine falou. Olha, o garçom ali, muito educado, o Givanildo tá esperando, né? Pega seu cartão aí, seu dinheiro, não sei. Paga sua parte pra gente sair daqui, né?
Ele sacou a seguinte frase. Então, Roselaine, eu tô meio desprevenido. Desprevenido é complicado, né?
Será que você poderia pagar e eu te devolvo dia 15? É tipo, dia 8, dia 9? Olha, eu não te conheço. Eu não tenho como. Primeiro que eu não tenho esse dinheiro. Se eu pagar a sua conta do restaurante, eu não pago meu aluguel. Segundo, você me traz um restaurante desse sem dinheiro? Não, eu tenho dinheiro. Eu fiz umas aplicações e o dinheiro não entrou na conta dos rendimentos. Talvez eu entre agora no dia 15.
Os dois conversando na mesa, abaixo ali, a Roselaine falou. Então não era melhor você ter cancelado comigo? Eu já paguei a minha parte, eu não vou ficar aqui debatendo nada com você, eu não tenho esse dinheiro. E a Roselaine chamou o Givanildo e falou. Olha, eu paguei a minha parte da conta e agora ele está dizendo que eu conheci esse rapaz hoje. E ele está dizendo que ele não tem a parte dele para pagar.
O Ivanildo, que tem um gerente, que tem um procedimento ali no restaurante... Olha, gente, eu peço perdão, mas nesse caso a gente tem que realmente chamar a polícia. Gente, polícia.
Polícia! Aí eu falei pra Roselaine, por que que nessa hora você já não levantou e já não foi embora? Larga ele lá, sua parte você já pagou. Aí a Roselaine falou, Andréia, eu nem me toquei disso, eu queria ver o que ele ia fazer. Porque assim, pagar eu não ia, de jeito nenhum. Ele começou a fazer umas ligações, mas assim, aparentemente não tava falando com ninguém.
Ele pediu para o Givanildo a senha do wi-fi do restaurante. Givanildo disse que ali eles não compartilhavam wi-fi. A Roselaine teve que rotear. Para ele poder ligar para alguém pagar a conta dele.
E nisso, gente, foi dando o horário do restaurante ali. Eu acredito que eles não iam chamar a polícia, porque, assim, tem outras pessoas ali comendo, desagradável. As pessoas foram indo embora. Chegou uma hora que estava só a Roselaine e o engomadinho lá. E ele ligava e falava com as pessoas. E a Roselaine ouvia um cara, uma mulher, outra que parecia mais jovem, falando, cara, não tem esse dinheiro não, se vira.
ninguém tinha o dinheiro pra dar pra ele. Os funcionários limpando o chão já, tipo, colocando as cadeiras em cima da mesa. E aí veio um gerente muito arrogante assim e falou para os dois, pra Roselaine, inclusive. Se vocês não tinham dinheiro pra estar aqui, por que vocês estão aqui? Sendo que o gerente também é um trabalhador, também é classe trabalhadora, né? Não é rico, não pode confundir gerente.
O Ivanido respondeu, ela pagou, é ele que não tem a parte dele. O gerente chamou a polícia. E eu perguntando, Roselaine, por que você não foi embora? Ela falou, Andréia, eu já estava ali, já estava com a minha parte da conta paga, eu queria ver até onde ele ia. Isso quer ficar pela fofoca, né? A polícia demorou um tempo absurdo para aparecer, tipo coisa de uma hora.
E eles lá sentados em silêncio, enquanto os funcionários faziam as coisas ali. Divanildo Super Sem Graça, às vezes vinha, trouxe um copo d'água pra ele, porque o gomadinho suava, gente, aquele gel dele derretendo na cabeça. E aí a polícia chegou. Dois policiais, uma viatura.
O gerente conversou com os dois policiais e aí eles vieram até a mesa, os dois ali sentados no restaurante renomado Nenê. Eles já se apresentaram e começou a falar com eles ali o Cabo Pereira. Boa noite, né? Quase madrugada. O que está acontecendo?
O Engomadinho começou a falar das aplicações dele, porque não tinha caído, assim, uma enrolação. E aí o Cabo Pereira falou... Documento. Engomadinho quis dizer... Eu não trouxe documento. O senhor veio pra cá sem documento? Eu vou ter que revistar o senhor? Aí o Engomadinho deu o documento e a Roselaine também. Ele entregou pro outro policial, o outro policial saiu. Acho que foi lá na viatura e tal.
Roselene já tinha falado, olha, eu tô aqui só esperando, não devo nada, minha parte eu já paguei. Cabo Pereira falou, tá bom. Esperaram um tempo ali e aí o outro policial veio e falou que o Engomadinho já tinha passagem por estelionato, sabe assim? Perguntou direto pro Engomadinho. Por que você já não me falou que você tinha, né, esses artigos? Você depende dele pra ir embora?
Ela falou, não, então rapa daqui. Pega seu rumo. Roselaine foi lá pra porta, pedia ainda um carro de aplicativo pra poder ir embora. Ficou ali ainda uns 15 minutos esperando e eles lá dentro com o engomadinho. Eu acho que nesses casos não dá muita coisa. O restaurante talvez tivesse que acionar ele na esfera cível, né?
Faz um BO de cilionato, mas o cara não fica preso, né? Se quiser receber, tem que abrir processo. Acho que é esse, né? O trâmite, pelos casos que eu recebo aqui e que eu leio. Acredito que seja esse o trâmite. Mas chegou ali o carro de aplicativo da Roselaine e ela foi embora. E uma coisa que ele fez durante esse período que ela roteou ali o...
o celular pra ele, porque ela tava também no WhatsApp contando pras amigas, até meio que rindo tal da situação. Ele, nesse meio tempo, ele bloqueou ela. Bloqueou ela. Tava usando a internet e ainda bloqueou ela.
E nunca mais ela viu o cara, não sabe o que aconteceu. Provavelmente, né? Acho que não deu nada. Mas, mano, por que o cara convidou ela para um restaurante caro? Eu acho que ele realmente tinha a intenção que ela fosse ficar sem graça e pagar. E aí depois ou ele ia sumir ou ele ia enrolando, mas que ele ia devolver o dinheiro para ela, eu acredito que não.
E a Roselaine falou pra mim, Andréia, eu sou antiga nos aplicativos, nem se eu tivesse esse dinheiro, nem se eu fosse rica, eu ia pagar essa conta dele. Não ia pagar, de jeito nenhum. E a Roselaine falou que quando ela saiu, ele tava tão suado, que a camisa social dele tava grudada, assim, no corpo, tinha aquela pizza enorme, tinha grudado aqui, assim, no meio, no peito, assim, e as costas estavam todas grudadas, ele tava todo molhado de suor.
De nervoso, né? Ou será que foi todo o vinho que ele tomou e o prato que ele comeu lá tava passando mal? O que vocês acham? Oi, não enviabilizadores. Jéssica aqui de Belém do Pará. Eu já tenho um certo ranço dessa galera. Pra mim já vim meio que acompanhado Faria Lima golpe. Mas enfim, né? Eu já passei pela situação do cara não ter 35 pila pra pagar o sanduíche dele, gente. Acreditem, isso é muito real.
Eu acho muita cara de pau do cara, em vez de aceitar o programa da menina que ia ser 0800 e tenho certeza que ia ser um programa tão legal pra querer levar a menina num restaurante carérrimo, onde nem ele tem condições de bancar ao lado dele. Ah, fala sério. Roseli, você fez muito bem. Ainda bem que você já é escovada nesse ramo. Muito certa ali. Eu também sou o tipo de pessoa que se eu não tiver pra pagar o meu, eu nem saio. Porque ninguém é obrigado a pagar nada pra ninguém. Roseli, você fez certíssimo.
Roselane, que delícia de história. Tudo bom? Não inviabiliza isso aqui. A Isadora falando de Glasgow. Amei saber que ele tava todo suado, que o gel derreteu na cabeça dele, que ele sofreu, que ele esperneou. Eu tô desprevenido. Rainha, eu adorei que você também ficou lá sentada até o final. Não, não, eu podia ir embora, mas eu não vou. Adorei. Adorei. Você dá curso? Ai, um beijo, Roselane.
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