PROVEDOR
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- História de Maurílio e PatríciaRelacionamento e separação · Papel de provedor · Conflitos familiares · Expectativas de filhos
- Relacionamentos e CasamentoExpectativas de Patrícia · Relação com a ex-esposa · Terapia de casal
Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. Oi, gente, cheguei. Cheguei pra mais um Picolé de Limão. E hoje eu não tô sozinha, meu publi. Quem tá aqui comigo hoje é a Ema. Amor!
Uma boa noite de sono faz toda a diferença no nosso dia a dia. Uma boa noite de sono, gente, precisa ser prioridade na vida da gente. É sério.
Dormir bem impacta demais a nossa qualidade de vida. Hoje é um ótimo momento para você reavaliar o seu ritmo e fazer uma pausa aí na sua rotina. Ema te convida a desacelerar de forma consciente e te ajuda a fazer isso do jeito certo. Oferecendo para você a melhor experiência de descanso. E gente, eu sou fã número 1 de Ema.
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E hoje eu vou contar pra vocês a história do Maurílio. Então, vamos lá? Vamos de história? Maurílio, há uns 26 anos, conheceu Bete. Foi paixão, assim, à primeira vista. Começaram um namoro. Maurílio tinha acabado de entrar na Ponebras. Um beijo, pessoal da Ponebras. Fiquei sabendo que até em plataformas de petróleo tem gente que ouve o podcast. Então, um beijo, Ponebras.
Estava ganhando bem. Bete também tinha um salário bom. Em um ano e meio que eles estavam namorando, Maurílio e Bete resolveram se casar. Um casamento muito legal. Desse casamento nasceu Bruno e Renata. Maurílio e Bete sempre deram tudo do bom e do melhor para Bruno e Renata. Maurílio agora já ganhando muito bem. Bruno e Renata, adolescentes. Quando o casamento de Maurílio e Bete entrou em crise, Música
Eles eram, nesse ponto, só amigos. Em comum acordo, Maurílio e Bete resolveram se separar. Eles moravam numa casa própria muito boa. Aliás, é a casa que Bete mora até hoje. Uma casa com quatro quartos, piscina. Assim, gente, casão.
E eles tinham um apartamento também de quatro quartos, de frente para o mar, numa praia, que eles compraram inicialmente porque Maurílio trabalha na Ponebras, então ficava mais perto ali para ele trabalhar.
Na separação, Beth ficou com a casa para ela e Maurílio ficou com o apartamento para ele. Veja bem, a casa valia bem mais que o apartamento, mas o apartamento também não valia pouco. Imagina um apartamento, quatro quartos e frente para o mar, enfim.
Cada um tinha seu carro, ficou com seu carro. O que eles tinham de dinheiro foi dividido. O único dinheiro que não foi dividido foi o dinheiro de Bruno e Renata. Porque Maurílio, quando nasceu Bruno, ele abriu uma poupança. Quando nasceu Renata, ele abriu uma poupança. No nome dos filhos, né? Então, ninguém ia mexer.
religiosamente, todo mês, Maurílio colocando dinheiro naquela poupança de Bruno e Renata. Com 16 anos de Renata e 19 de Bruno, rolou ali a separação. Maurílio permaneceu na casa enquanto o apartamento reformava por quatro meses e até que esse divórcio fosse concluído e assim, gente, só separou de quarto e assim, muito amigos.
Terminou a reforma, Maurílio foi morar num apartamento. Quando o Maurílio reformou, ele fez um escritório, o quarto dele, e ficou ali os dois quartos, um do Bruno e o da Renata. Um ano, dois, três anos. Com três anos da separação...
Maurílio conheceu Patrícia. Patrícia, com a idade de Maurílio, alguns anos só de diferença, se apaixonaram, começaram a conversar, começaram um namoro. Patrícia conheceu Bruno e Renata e esse namoro foi seguindo. Maurílio, assim, meio que, ah, não sei, vamos namorar, vamos ver, né, no que dá.
Bete sabendo que Maurílio estava de namorada, sem problemas. Maurílio, de cara, disse para Patrícia... Eu me dou muito bem com Bete, minha ex. Espero que isso não seja um problema. Você já conheceu meus filhos, eles são muito amorosos. A Bete também é uma pessoa muito legal. E é isso, assim, eu espero que um dia você conheça a Bete, porque hoje ela é minha amiga. Então, veja, aqui não dá para dizer que Patrícia entrou nesse relacionamento enganada. Ela já sabia dessa amizade de Maurílio e Bete.
O tempo passou e Patrícia falou, olha, então, a gente vai dar o próximo passo? Patrícia, eu acho que tá certa, né? O que é esse nosso relacionamento? Maurílio falou, não, lógico, a gente tá junto. E ali foi cogitado já, para dali um ano, um casamento.
Quando ele conheceu Patrícia, Bruno já estava com 22 anos, Renata com 19. E o Maurílio tinha um combinado com os filhos. Eles só iam mexer naquela poupança com 21 anos. Ou faziam uma faculdade ou compravam um imóvel. Foram essas as opções que o Maurílio deu. O dinheiro não incluía comprar um carro, que é um bem que, sei lá, eles iam ter manutenção, não estavam trabalhando. Como é que você vai pagar?
Bruno, ele falou, por enquanto eu não quero fazer faculdade. Ele estava com 21. Eu não sei, os jovens de hoje em dia estão assim, né? Eles não querem mais fazer faculdade, gente. Vocês já viram isso? Eles não querem mais fazer faculdade. Se eles estão errados ou certos, eu não sei. Mas muitos jovens hoje em dia com condição de fazer faculdade não querem mais fazer faculdade.
O Maurílio falou, bom, então você tem que trabalhar e o seu dinheiro, você vai comprar um imóvel? Ah, eu quero comprar um apartamento. Foi visto ali um apartamento na planta. Esse dinheiro da poupança, ele deu de entrada e ficou um saldo ali para pagar. Que quem ia pagar? O Maurílio.
Então, veja, Patrícia conheceu o Maurílio quando ele estava pagando essas parcelas do apartamento do Bruno. Renata ainda tinha 19. Faltava dois anos para ela decidir se ela ia usar aquele dinheiro, sei lá, para estudos ou fazer um intercâmbio, uma faculdade, enfim, ou se ela ia comprar um imóvel. Essa era a regra.
Esse namoro foi seguindo, chegou lá a data que eles talvez fossem começar a planejar o casamento, adiou mais um pouco por questões de Patrícia também, enfim. O tempo foi passando, chegou a data dos 21 anos de Renata. Nesse período, Patrícia já estava fazendo os preparativos do casamento, né? O casal já estava.
E aí veio a primeira implicância de Patrícia. Patrícia não queria que Maurílio complementasse aquela entrada do apartamento de Renata, como ele fez com o Bruno.
A Laurila explicou. Olha, então, eu fiz a mesma coisa com o Bruno e vou fazer agora com a Renata. A gente vai dar entrada nesse apartamento da planta que ela quer e eu vou pagar as parcelas. Ele não deixou a abertura para que ela, de fato, falasse, olha, eu não quero que você faça. Mas ela meio que reclamou em relação a isso.
Patrícia trabalhando num lugar que ela ganhava bem. Casamento aconteceu. Tudo certo, tudo perfeito. Patrícia foi morar no apartamento de Maurílio. Patrícia sempre disse que ela não queria ter filhos. E Maurílio falou, olha, eu não sei, se você quiser ter, a gente tem. Se você não quiser ter, a gente não tem, não tem problema, né? Você decide.
Quando ela se mudou para o apartamento dele, ele falou, olha, você quer mudar alguma coisa? Você quer reformar? Porque assim, aqui tem a minha cara, né? Ela quis fazer uma obra na cozinha, eles morando, com obra e tudo. Ela fez uma obra na cozinha, trocou o revestimento do apartamento todo e o Maurílio pagou. Tudo que ela quis fazer de reforma, o Maurílio pagou.
Tinha um quarto do Bruno, um quarto da Renata. Ela falou, olha, o que você acha da gente fazer um quarto de hóspedes que atenda os dois ou outras pessoas da nossa família que vierem? E o outro quarto a gente deixa em aberto. E aí, Maurílio? Opa, vem coisa boa por aí? Ah, eu não sei. Estou pensando.
Eu acho que ok, né? Agora o Bruno já tá quase casando, já tá, né? Com a vida encaminhada. A Renata mal vem pra cá. Então eu acho ok, sim, a gente fazer um quarto de hóspedes e tal. Quarto grande, deu pra colocar duas camas de casal e um guarda-roupa no quarto. E o outro quarto ficou vazio porque Patrícia estava na dúvida ainda se ela ia engravidar ou não.
Quando eles casaram, o Maurílio perguntou pra ela. Patrícia, você tem convênio médico? Tenho da empresa, é um bom convênio. Ah, tudo bem, tá. Patrícia perguntou. Por que você tá perguntando o meu convênio? Não, porque se você não tivesse, eu ia fazer pra você, né? Como eu tenho dos meus filhos, da Beth e tal. Patrícia surtou. Como você paga? Seus filhos já estão adultos. Você paga o convênio médico deles. Eles não são mais crianças. Você paga o convênio médico da sua ex.
E ali naquele início de casamento já rolou essa primeira briga. Maurílio. Olha, isso não impacta na nossa vida aqui, né? Eu vou continuar sendo o provedor dessa casa. Eu não pedi pra você pagar nenhuma conta, nada daqui. Então, sim, fica tranquila, não vai impactar.
mas não era questão de impactar, era questão dela não achar certo. Até o dia que Patrícia resolveu falar isso para a Renata. Renata foi até a casa do pai, já estava na época de fazer isso do apartamento, porque ela enrolou para achar um apartamento que ela queria na planta e tal.
Patrícia já estava no veneno por causa dessa questão do apartamento. Foi lá e falou, eu não acho certo nem seu pai pagar as parcelas do seu apartamento. Porque a entrada já vinha da poupança, né, que o pai fez. E nem também ele pagar o convênio de vocês. Renata ficou muito chocada e muito magoada. Foi embora e depois mandou uma mensagem para o pai. Porque ela não sabia se de repente o Maurílio pensava assim também. Ela falou, pai, se você não quiser mais pagar o meu... Ela viu, viu?
O meu convênio, tudo bem, a gente pode desistir do apartamento também. O Maurílio ficou muito bravo, porque em nenhum momento ele deu essa abertura pra Patrícia falar alguma coisa assim. E aí aconteceu uma segunda briga. As coisas deram uma acalmada porque Patrícia engravidou. Felicidade, né? Bebezinho novo na área, vindo aí e...
Até a Bete animada. Nossa, você vai ter outro filho. Que legal. Não sei o que lá. Sim, todo mundo muito feliz. Descobriram que ia ser uma menininha. Vou dar um nome aqui para a menininha de Maria Vitória.
Quando Patrícia engravidou, ela cogitou pedir demissão. E o Maurício falou, não, meu Deus, você vai perder todos os seus direitos e tal. Fica no seu emprego. Quando for a época da licença, você tira a licença. Depois você vê o que você faz. Mas a gente já teve essa conversa algumas vezes. Patrícia, você sempre me disse também que é contra a mulher ser só dona de casa. Eu também sou contra isso. Você tem que ter...
uma ocupação, um trabalho, mesmo que a gente vá ter agora um bebezinho, sei lá, você quer tirar um ano dois, mas eu acho que você tem que voltar sim pro mercado de trabalho, não se dedique à sua vida, não ser só isso né, maternidade e tal Patrícia também ficou brava
Porque, segundo ela, Maurílio queria que ela trabalhasse porque ele sustenta a família que ela chama de ex-família. E não é ex-família, né, gente? São os filhos dele. E até a ex-mulher, a Beth, eles têm uma relação muito boa, né? E ele paga o convênio dela.
E aí ela falou que ele queria, que ela continuasse trabalhando porque ele queria gastar tudo com a outra família. Só que lá na casa deles, ela também não põe dinheiro, porque ele não deixa, ele é o provedor da família toda. Maurílio. Eu não vou discutir, porque tá grávida, né? Deixa rolar. Só não peça demissão agora, porque, né? Você tem um bom plano de aposentadoria, tem tudo lá. Sabe? Fica de boa.
O tempo passou e nasceu Maria Vitória. Bruno foi ver, Renata foi ver, Beth queria ver, mas Patrícia pediu para o Maurício avisar para ela não ir. E eu acho que aí também Beth tem que respeitar, né, gente?
Bebezinha foi para casa. O quartinho já estava todo arrumado, todo bonitinho. Eles entraram no quartinho para colocar Maria Vitória no berço. Nesse momento, Patrícia virou para Maurílio e falou, Bom...
Agora você tem uma outra família. É nessa família que você tem que investir. Então eu quero que você coloque este apartamento que a gente mora no nome da Maria Vitória. Marinho levou um choque ali e falou. Patrícia, amor da minha vida.
Esse apartamento é meu. O que eu vou fazer pela Maria Vitória é o que eu fiz pelos meus filhos. Amanhã, na primeira hora, eu vou ligar pro meu gerente e vou abrir uma poupança para a Maria Vitória. Quando Maria Vitória tiver 21 anos, eu vou fazer a mesma coisa que eu fiz com os meus filhos. Ela vai pegar esse dinheiro, ela vai estudar ou fazer alguma coisa ou ela vai dar entrada num apartamento. Ela vai ter tudo que os meus filhos tiver.
Ela vai ter a melhor escola, vai ter tudo. Mas este apartamento é meu. Já era meu antes de eu te conhecer.
Patrícia começou a chorar. Muito ainda sensível, né? Tinha acabado de ter um bebê. Maurílio tentou explicar, mas viu que o que ela queria realmente não ia acontecer. Ele não ia colocar o apartamento dele, que é a herança de todos os filhos dele, só no nome da Maria Vitória, né? Fez a poupança, passou o número pra Patrícia, da continha da Maria Vitória.
Ela viu lá o depósito, mas ficou com aquela cara assim, meio brava. Ele já fez o convênio. Porque no primeiro mês, a Maria Vitória ficou de graça no convênio da Patrícia. E depois, ele já fez o mesmo convênio que os filhos têm. Enfim, gente, assim, fez tudo igual. Depois que a Maria Vitória nasceu, Patrícia começou a implicar com tudo.
Da Beth, a única coisa que ele paga é o convênio. E todo mês, a Patrícia briga na data de pagar o convênio. Ela quer que o Maurílio exclua a Beth. E ele já falou. A gente não precisa mais discutir sobre isso. Eu não vou excluir a Beth. A Beth é minha amiga. Foi minha mulher por muitos anos. E eu pago o convênio médico dela.
Todo mês tem essa briga porque ela quer que cancela também dos filhos que já estão adultos. Bruno, daqui um tempinho vai se casar. O Maurílio quer ajudar, quer dar a lua de mel, enfim, quer dar as coisas para os filhos, né?
E aí, ela sempre fala... Mas e a Maria Vitória? Você tá tirando da Maria Vitória? Gente, a Maria Vitória não vai viajar agora. Ela é um bebê. A Maria Vitória não vai se casar agora. Então, não tem como fazer esse tipo de comparação, né? Patrícia quer agora uma poupança pra Maria Vitória com o valor de tudo que ele gastou com os filhos, tipo, que já estão adultos agora, que já estão com vinte e poucos anos, sabe?
E, gente, eu acho legal seu pai e sua mãe que tem uma condição. Pô, você não gosta? Seu pai te dá uma viagem, sua mãe te dá um negócio legal, uma bolsa bonita. Sabe, ele não pode... No aniversário da Renata, ele comprou uma... Sabe essa pulseira que vem com um monte de berloquezinho, coisinha? Ele comprou, cheia de berloques, então, assim, cada berloque custa um valor, né?
E Renata postou nas redes sociais a pulseira que o pai deu. Nossa, minha nossa senhora. Patrícia chegou a ligar para a Renata para que ela devolvesse a pulseira. Renata agora já acostumou com essa vibe de Patrícia, que acha que só quem agora tem direito às coisas é a Maria Vitória. E Maurílio escreveu para a gente porque assim, Maria Vitória ainda é um nenê.
E ele quer ter todo o convívio com a filha, mas tá muito difícil o casamento. E a Patrícia, ela realmente, ela não aceita, gente. Ela não aceita que o Maurílio seja o provedor, tanto da casa dela, porque Patrícia nunca colocou um real lá dentro. Nem conta de luz, nem de água, nem condomínio, nem internet, nem despesa. Tudo quem faz é o Maurílio. E ele gosta, ele é o provedor. Ele falou, Andréia, eu me sinto bem, meu dinheiro é pra minha família.
Eu não gasto, eu não bebo, o Maurílio não bebe. Eu só faço viagens com a minha família, eu dou tudo para eles, inclusive para a Patrícia. Eu falei, Patrícia, você quer uma pulseira dessa? Eu te dou duas dessa. Mas a questão é que Patrícia não queria que ele desse para a Renata.
E aí ela queria que ele comprasse uma pulseira dessa para Maria Vitória. Maria falou, não tem nem sentido, eu compro para você, para Maria Vitória. Ela não está com a pulseirinha de ouro que a gente deu para ela, ela mesma arranca, ela não fica.
Ela é um bebê, eu não posso dar as mesmas coisas para ela que eu dou para os meus filhos adultos, eu dou outras coisas para ela. Ela vai ter a melhor escola, ela vai ter tudo o que ela quiser. Mas eu não posso também deixar de gostar de presentear meus filhos.
Então, esse é o dilema. Maria Vitória é um bebezinho, mas o convívio com a Patrícia, que é uma mulher que ele ama, está muito difícil. E ela não consegue entender que ele sendo provedor dos filhos, pagando o convênio da Beth e fazendo as coisas todas em casa, ainda só dá muito para a Patrícia. E Patrícia agora...
acabou a licença dela, as férias, tudo que ela tinha que tirar, ela realmente quer pedir as contas e sair da empresa para ficar em casa. Então, imagina. Se assim, com uma ocupação, a cabeça dela já é assim, imagina em casa.
Então, gente, quando tem bebezinho pequeno, eu sempre fico naquela. Você vai separar, o bebezinho vai sentir, mas eu não sei. O Aurílio não quer separar porque ele gosta muito de Patrícia. Ele queria entender, ele queria um jeito. Ele já falou, vamos fazer terapia. Patrícia não aceita nada. Ela só não quer que ele dê dinheiro para os filhos, porque os filhos agora têm vinte e poucos. E não quer também que ele pague o convênio dos filhos, o convênio da Beth. E não é nada que atrapalhe financeiramente.
O que vocês acham? Olá, não inviabilizers. Aqui é a Di. Eu falo de São Paulo. Depois de ouvir essa história, eu concluí que o que eu queria mesmo era ser a Bete. Divorciada, plena, linda, no meu casarão. Marcando o dermato do meu plano de saúde pago. Assistindo esse quiprocó todo aí. De camarote com a minha pipoquinha. Ai, ai. No mais, Maurílio, quanto a todo o resto, pra mim é não.
Oi, pessoal. Aqui quem fala é a Carolina, de Santa Fé do Sul, São Paulo. Maurílio, você tem duas opções, terminar ou uma terapia de casal. E talvez é necessário que você dê um ultimato na Patrícia justamente com essas duas opções. Senão, a vida de vocês, o casamento e a sua vida principalmente vai virar um inferno. O que já está acontecendo.
A Patrícia precisa trabalhar essa insegurança dela em relação ao seu passado, em relação aos seus filhos, para que isso não afete no casamento de vocês, como já vem acontecendo aí há algum tempo. E se vocês não olharem para isso, a situação só vai piorar. Não vejo uma saída aí para que essa situação melhore, já que a própria Patrícia não entende as atitudes dela, não consegue aí...
dar uma folga pra tudo isso. Então, o meu conselho é ultimato na Patrícia, terapia ou terminar o casamento. Um beijo. Invista em uma ótima noite de sono. Pra você poder começar o dia, ó, com aquela energia, costinha gostosinha. Restaurar a sua rotina.
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