PABLO
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Edição de áudios: Depois O Leo Corta Multimídia
Vinhetas: Pipoca Sound
Voz da vinheta: Priscila Armani
- Vida de Pablo após prisão dos paisDificuldades na infância · Relação com os pais · Descoberta da verdade · Reencontro com a mãe · Impacto emocional
Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. Oi, gente! Cheguei! Cheguei pra mais um Picolé de Limão. E hoje eu não tô sozinha, meu publi. Quem tá aqui comigo hoje é a Pet Love. Ser tutor de um pet exige dedicação, tempo e responsabilidade.
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E hoje eu vou contar pra vocês a história do Pablo. Então, vamos lá. Vamos de história. Pablo, desde muito pequeno, passou dificuldades, assim. Fome. Daí você vai falar, poxa, André, então era uma família mais pobre e tal? Não. Era uma família classe média baixa. Os pais de Pablo, muito unidos, mas não estavam nem aí. Nem pra Pablo, nem pra Paloma, irmã de Pablo.
Pablo um ano mais velho que Paloma. Muitas vezes eles saíam e ninguém deixava a comida pronta. E uma criança não sabe fazer comida, gente. Muitas vezes eles comiam nos vizinhos ou eles comiam só na escola. Quando o Pablo fez 12 anos voltando da escola, ele tinha visto meninos vendendo doces no farol. Ele já ia e voltava sozinho.
Ele juntou ali umas moedinhas, porque às vezes a vizinha falava para ele, vai comprar pão, pode ficar com o troco. Ele foi juntando, ele comprou uma caixa de chicletes e foi para um outro semáforo para tentar vender os chicletes. E ele conseguiu vender a caixinha de chicletes ali.
E assim ele começou a comprar um marmitex, mas você comprava um porque você só tinha dinheiro para comprar um. Ele falou, não, Andréia, até podia comprar dois, mas a gente era muito criança, então a gente não comia tanto, vinha bastante comida.
Ele e Paloma dividiam um marmitex porque os pais não deixavam comida pronta. Pablo ali sempre cuidando de Paloma. Um dia ele estava ali no farol vendendo os doces dele. Agora ele já vendia outros tipos de doce também. Uma professora passou e ficou muito chocada. Ele falou, olha, eu vou denunciar seus pais no conselho tutelar.
Ele pediu, pelo amor de Deus, para ela não fazer isso, porque eles iam acabar tirando as crianças dos pais e podia ser que ele não ficasse no mesmo lugar que a Paloma. Então, pelo menos ali, ele, uma criança, né, já cheia de responsabilidades, conseguia cuidar da Paloma, né? A professora ficou meio assim, mas falou, tá bom, mas eu vou acompanhar de perto.
Às vezes ela passava lá e ela foi vendo se ele não parava de estudar, ele nunca parou de estudar. E Pablo conseguiu se formar ali no ensino médio. Assim que Pablo se formou no ensino médio, ele já não trabalhava vendendo doces no farol. Ele trabalhava numa padaria como ajudante geral ali. Tinha muitos pontos negativos, não era registrado. Mal tinha horário de entrar e sair. Agora que ele tinha terminado os estudos, então o cara falou... Tchau, tchau.
vou dobrar seu horário, não sei o que lá. Dando muito pouco dinheiro a mais, só que ali ele recebia as refeições tanto para ele quanto para Paloma. Nessa altura do campeonato, Paloma já sabia cozinhar. Pablo comprava as coisas, ela cozinhava e os pais comiam todas as coisas que eles colocavam lá, tanto o pai quanto a mãe.
O Pablo me falou, falou, Andréia, eu nunca vi isso, assim, um casal tão unido, tão amoroso entre eles. E assim, era como se eu e a Paloma, a gente não existisse. Com 17 anos, Pablo ia ver se ele ia prestar serviço militar ou não. E ele não tinha RG.
foi falar com a mãe dele que ele precisava tirar RG. Ela deu de ombros. E o Pablo foi ver ali com o pessoal da padaria se alguém podia ajudar ele. Como que ele fazia para tirar um RG? Porque até então ele trabalhava. O que ele recebia, ele recebia ali em dinheiro. E ele não tinha um RG. E o padeiro ali, que a gente pode chamar de seu Cláudio...
O seu Claudio falou, olha, eu vou pedir uma folga para o patrão, a gente muda aqui os nossos horários e eu vou com você tirar esse RG. Era uma época que você tirava o RG na delegacia. Eu não sei se vocês são dessa época e eu sou dessa época, então você tinha que ir na delegacia ali, né? E era a polícia civil que emitia o seu RG.
Pablo tinha pedido pra mãe dele mil vezes ali a certidão de nascimento dele, até que ela se encheu e deu na mão dele. Ele pegou a pastinha e foi com seu Claudio tirar o RG. Quando chegou lá, o escrivão ali pegou a certidão de nascimento pra fazer o RG e tal, e você tira as digitais. Ele falou o nome do pai e o nome da mãe em voz alta.
O nome do pai e o nome da mãe que estavam ali naquela certidão não eram o nome dos pais.
O Pablo não tinha olhado nada daquela pastinha. Ele tirou a certidão e deu na mão do cara. O Pablo ficou com muito medo de falar que o nome dos pais estavam errados. Ele ficou quieto. Só fez que sim com a cabeça e pegou um protocolo para ir buscar o RG dali uns dias. Ele saiu atordoado daquela delegacia, porque nem o nome do pai, nem o nome da mãe, era o nome que estava na certidão dele.
Nessa pasta que a mãe tinha dado na mão dele, tinha outros documentos. Ela deu a pasta inteira, falou, toma, você quer, você leva. E aí ele foi olhar os outros papéis e ele achou a certidão de nascimento da Paloma. O nome do pai e o nome da mãe era o mesmo que o dele, mas não era o nome daquele casal. Que até então negligenciou eles assim, muito.
Pablo estava sem entender nada. Seu Claudio falou, olha, eu vou lá fazer o meu turno, você leva sua partida do documento para casa e depois vai lá para a padaria. Para a gente não ter tantas horas assim, né? Para repor e tal. Pablo foi para casa e estava tão chocado que ele esqueceu que ele tinha que ir para a padaria. Ele não foi trabalhar naquele dia.
Paloma já trabalhava em casas de família fazendo faxina. E aí ele chamou Paloma e contou que, tanto na certidão dele quanto na certidão dela, os nomes dos pais não eram o nome que ele conhecia, né? O pai e a mãe ali.
Nesse momento, Paloma começou a chorar e eles chegaram à conclusão, os dois, que eles só podiam ter sido raptados. Assim, eles eram tratados muito mal, gente. Com certeza, eles foram raptados e, sei lá, teria por aí pais amorosos à procura deles.
Paloma chorava e falava pro Pablo, você tem que voltar na delegacia, você tem que falar que a gente foi raptado. Só que o Pablo tinha medo da polícia. Eu não tenho coragem de falar com aqueles homens assim, eles foram super... Não ríspidos, mas assim, né? Ele tava com medo da polícia, né? Natural. Paloma dormiu chorando, os pais nesse dia não estavam em casa. Eles sempre saíam juntos, eles sempre estavam juntos os pais, né?
No dia seguinte, Paloma foi pra casa que ela tinha que fazer limpeza, muito mal, assim, meio chorosa, e a mulher quis saber o que tinha acontecido, e Paloma contou, e a mulher falou, com certeza vocês foram raptados. Por uma boa coincidência, o marido era advogado. Na hora, ela já ligou pro escritório do marido e falou, você tem que ajudar ele, você quer lá. E tipo, ia ser tudo de graça, né? Porque, enfim, ela ali fazendo faxina, ele trabalhando numa padaria.
O advogado falou, tá bom, eu vou ver o que eu consigo fazer. Pega aí essas cópias aí de certidão de nascimento e me dá, que eu vou ver o que eu consigo fazer. Um mês, dois meses, com três meses, um dia, Paloma chegou para trabalhar, esse advogado estava esperando ela. Ele não tinha saído ainda para trabalhar, já era para ele ter saído, mas ele estava esperando Paloma. Conversou com Paloma, falou, olha...
Como é que é? Como é a relação sua com seus pais? Vocês moram na mesma casa? Fez uma série de perguntas ali para a Paloma, e a Paloma queria saber se ele tinha encontrado os pais verdadeiros, né? E ele falou, não, por enquanto não achei nada, mas queria saber mais dessas pessoas que estão com vocês.
Passou uma semana, mais ou menos. Paloma saía muito cedo para ir fazer faxina. Pablo dependia muito do horário da padaria. Às vezes ele entrava um pouco mais tarde para ficar até 23 horas. Enfim, dependia. E os pais, às vezes, estavam em casa ou não.
Quando os pais estavam em casa, o Pablo às vezes preferia sair do que ficar em casa com os pais. E nesse dia ele estava se preparando para isso. O Paloma já tinha saído às 5h30 da manhã e ele estava se preparando para sair porque os pais estavam lá. E ele não queria ficar com os pais, ele só ia entrar 11 horas na padaria. O pai dele estava no chuveiro e a mãe estava falando não sei o que com o pai. De repente, eles escutam alguém batendo palma lá no portão.
Na hora a mãe falou, vai lá, Pabllo. Assim, meio grossa, porque eles eram péssimos. Vai lá ver quem é. Quando Pabllo abriu a porta, a polícia entrou. O nome que a polícia falou era o nome que estava na certidão mesmo.
Prendeu os dois. Pablo ficou confuso, porque assim, se o nome da certidão era o nome deles, então eles realmente eram os pais do Pablo e da Paloma. Por que eles estavam sendo presos, né? Se eles não raptaram?
Ninguém. E nisso a polícia levou o Pablo junto para a delegacia. Fizeram um monte de perguntas para o Pablo ali. Ele foi falando das coisas que ele sabia da rotina dos pais. E ali ele descobriu que eles realmente eram os pais deles, do Pablo e da Paloma. Só que eles usavam no bairro ali nome falso.
E que eles participavam de assaltos em outras cidades. E eles estavam sendo presos porque, num assalto, há uns anos, tinha acontecido um tiroteio e um homem, que era um vigia, tinha morrido. Então eles estavam sendo presos ali por latrocínio.
Pablo estava descobrindo que os pais eram bandidos, sempre foram bandidos. Sempre foram bandidos. E que eles não tinham sido raptados. O Pablo falou, olha, eu não sei o que era pior, eu preferia ter sido raptado e saber que meus pais eram pessoas boas do que descobrir que os meus pais biológicos eram bandidos.
Pablo foi atrás da Paloma, contou. A Paloma também ficou em choque. Eles não saíram mais. Depois daquele dia que o Pablo viu eles na delegacia, ele não viu mais, porque os dois foram realmente presos.
Pablo e Paloma ficaram naquela casa, que eles não sabiam se ela era própria, se ela era aluguel, o que era. Depois de um tempo, eles descobriram que aquela casa era alugada. Ficava pesado para Pablo e Paloma pagarem esse aluguel de lá. E eles acharam um outro lugar menor para os dois.
Foram procurados por um advogado. O advogado queria que eles dessem um testemunho, falando que os pais eram gente boa, sei lá, pra diminuir a pena. O Pablo falou pra ele. Se eu for lá, a pena deles vai aumentar. Porque eles nunca trataram a gente bem. A gente sempre viveu aqui largado pela rua e comendo na casa de vizinho e eu tendo que trabalhar com 12 anos pra poder comer. Então, assim, se eu for lá pra falar alguma coisa, vai ser pior pra eles.
Depois disso, eles nunca mais souberam dos pais, até recentemente. Paloma casada com filhos, Pablo casado com filhos. Um dia, uma mulher mandou uma mensagem no Ponebook do Pablo, dizendo que era a mãe dele. Tipo, sei lá, gente. 15 anos, 20 anos depois, sabe?
Que ela já tinha saído da cadeia, que ela agora era uma mulher transformada, que ela era da igreja, que o pai deles, né, do Pablo e da Paloma, tinha morrido na cadeia, que agora queria se reaproximar dos filhos. Paloma de cara disse não. Não passa nem o meu contato pra ela, não quero saber. Pablo ficou um pouco balançado. Foi uma péssima mãe, uma péssima mãe. Um péssimo pai morreu.
Será? E aí ele conversou com a esposa dele, que a gente pode chamar aqui de Silvia. E Silvia falou, olha, faz o que seu coração mandar, né? Se você acha que você quer visitar a sua mãe, é... Vai lá, visita a sua mãe, né? A mãe tinha saído da cadeia e estava morando com as pessoas da igreja ali, que ela tinha se convertido dentro da cadeia, né?
Ela queria passar uns dias na casa de Pablo.
Silvia falou, olha, eu não vejo impedimento, as crianças vão conhecer. A avó, a gente não precisa ter muito contato e tal. Fala pra ela que ela pode ficar aqui um final de semana. O que ele me falou, Andréia, eu tinha que ter feito como a Paloma, assim. Eu quis dar uma chance, mas assim, quando eu encontrei minha mãe, que eu fui buscar minha mãe na rodoviária, eu já me senti mal, assim. Se eu pudesse, se eu não tivesse falado pra ela que ela ia ficar em casa, sei lá, eu tinha levado ela pra um hotel, assim.
Não sei, uma energia estranha, uma coisa ruim. Ela passou o final de semana com eles, conheceu os netos, chorou muito, disse que estava arrependida. O Pablo falou, André, eu não consegui me comover, sabe? Até a Silvia, a Silvia chorou, ficou comovida e tal. Mas eu que passei por tudo que eu passei, eu não consegui me comover, mas enfim, né? Minha mãe, falei, bom mãe, então é isso, é...
Espero que a senhora tenha uma boa vida aí. Mas assim, já dando a entender que não queria muito contato com a mãe. E a mãe falou... Olha, eu sou paciente, né? Espero que um dia você me perdoe. Foi lá, botou a mãe dele no ônibus e a mãe dele foi embora.
O único contato que ele tinha com a mãe nas redes sociais ali era pelo Ponebook. Bloqueou ela, só que ela já tinha o telefone dele, né? Porque ele foi buscar na rodoviária e tal. Mas também ela não entrou mais em contato, ele achou ótimo. Quatro, cinco meses depois dessa visita, Silvia começou a receber telefonema, ameaça, e-mail de cobrança, um monte de coisa. Gente, vocês não vão acreditar.
A mãe do Pablo tinha roubado os documentos da Silvia. De alguma forma, ela deve ter ficado sozinha em algum momento naquela casa e ela roubou os documentos da Silvia. Inclusive o RG, que a Silvia não usava, porque ela usava a carteira de motorista, né? Ela começou a aplicar golpes.
Se passando como Silvia. Tá bom pra vocês? Silvia teve que ir na delegacia, contar tudo. A polícia sempre assim desconfiada, né? Tipo, não foi você mesmo que aplicou os golpes e tal, não sei o que lá. Até hoje, Silvia tá enrolada com processos e com coisas por conta da mãe do Pablo. E ela sumiu. Sumiu.
Tem outros BOzinhos dela por aí, em aberto também. E a mulher desapareceu. Pegou os documentos da Silvia, fez um rombo, gente. Fez assim, tudo que ela podia fazer de errado, ela fez. Fez dívida, fez crediário, abriu conta. Gente, fez tudo.
E até hoje a Silvia tem que correr atrás, não consegue. Eles pretendiam fazer um financiamento de imóvel, agora não conseguem, porque ela precisa limpar o nome dela e resolver essas questões todas, provar que foi fraude, tem que abrir processo. Gente, um monte de coisa.
E essa mulher sumiu. Então, assim, o Pablo disse, olha, Andréia, eu fiz, eu dei aquela oportunidade pra ela, porque assim, né, sei lá, de repente ela tinha mudado mesmo, né? Mas eu tinha que ter seguido a minha intuição ali naquela rodoviária. E aí o Pablo, que quando conheceu a Silvia, já começou uma terapia, porque, gente, é muita questão, né? Você foi uma criança que você foi criada com pai e com mãe dentro de casa que não te davam comida.
Então ele tinha muitas questões, né? E a Silvia falou pra ele, olha, eu te amo, eu gosto muito de você, mas pra gente conseguir casar, você precisa fazer terapia, você precisa tratar um monte de coisa, né? Silvia foi muito legal. E aí ele falou, André, eu regredi muito, porque assim, eu dei esse passo de confiança pra minha mãe e ela fez isso.
comigo. E aí ele teve que passar a fazer terapia duas vezes na semana pra lidar com essa obsessão e tirar o foco disso pra poder voltar a viver. Porque até então, depois que os pais tinham sido presos, eles assim... Pablo e Paloma foram...
viver, né? Já estavam grandes, tal, moços e Pablo levou a vida dele casou, teve filhos estava bem, e depois a visita da mãe, assim, tudo deu uma desandada, a Silvia em nenhum momento culpou
o Pablo, mas ele se sente muito culpado, porque foi a mãe dele que fez isso com a vida da Silvia. Mas a Silvia, maravilhosa, consegue separar isso. Ele tem uma mãe, mau caráter, mas ele não é um mau caráter, não é culpa dele isso que está acontecendo. Então, ele está nessa, sim.
Com a cabeça muito bagunçada. Às vezes dá essa loucura dele querer achar a mãe dele pra mãe dele presa. Só que o advogado que tava cuidando... Porque eles tiveram que botar um advogado. Porque, né? Pra provar que não é a Silvia e tal. O advogado falou que dificilmente...
eles vão prender a mãe dele de novo, porque, assim, esses crimes de estilionato, assim, que são menores, mesmo ela já tendo cumprido pena, é mais difícil, tá? Então, assim, que não era pra ele também achar que ela ia voltar a ser presa, porque ele ia se decepcionar se ela não fosse, né? Então, ele falou, Andréia, essa mulher apareceu na minha vida de novo, e a minha vida...
Tá péssima. Eu tenho uma mulher maravilhosa, meus filhos são ótimos, minha irmã é maravilhosa também, minha irmã tá muito brava com a nossa mãe, né? Que nem fala mãe. E assim, a Paloma, pra muitas pessoas, fala que foi raptada. Então, eles falam que eles foram raptados. Que é melhor falar que eles foram raptados do que assumir que o pai e a mãe eram dois bandidos.
E essa é a história do Pablo. Ele está lidando com isso até hoje. E agora tem que lidar com a frustração de que talvez a mãe dele nunca seja presa.
O que vocês acham? Oi, pessoal. Aqui é a Polly da Irlanda. Queria tanto que a história do Pablo tivesse terminado ali no... Será que eu entro em contato, né? Será que eu recebo a minha mãe na minha vida mais uma vez? Eu tenho uma mãe narcisista. Tenho um relacionamento quebrado. Que a esse ponto não sei se vai ser reconciliado. Eu não estou a fim de reconciliar. Porque já sofri muito também. Então eu te entendo, Pablo. Quero te mandar um super abraço. Que você consiga mais uma vez superar o que a tua mãe te fez.
que eu sei que você vai conseguir, você é expirmação forte e resiliente. Você também tem aí uma mulher super incrível do seu lado. Te deixo o meu abraço, o meu apoio. Deixa essa mulher pra lá, tenta esquecer. Converse bastante com a sua terapeuta e vida que segue pra frente, né? A gente tem que fazer escolhas de deixar pessoas tóxicas no passado e seguir em frente com o nosso futuro.
Bom dia, não inviabilizers. Aqui é a Débora de São Paulo. Pablo, eu queria deixar aqui o meu abraço para você e dizer que eu me solidarizo com a sua história, que eu fiquei assim impactada em saber tudo que você e a sua irmã passaram e que eu vejo em vocês uma resiliência muito grande.
que com o apoio da sua terapeuta e da sua esposa, que tem sido maravilhosa, você vai conseguir superar todo esse problema que você teve na sua infância. Desejo que você seja muito feliz e que passe todo o amor e felicidade para os seus filhos. Um grande abraço.
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