Episódios de Igreja Manaim

Antes de orarmos ... | Pr. Ricardo Bitun

04 de maio de 202648min
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03 de Mai 2026 | Igreja Manaim Mooca

Participantes neste episódio1
R

Ricardo Bitun

HostPastor
Assuntos5
  • Oração e compromisso com DeusPerseverança na oração · Oração como transformação interior · O Pai Nosso e o que o antecede · Os três atos de piedade judaica · O desejo de conhecer a Deus
  • Hipocrisia na oração e na piedadeDiferença entre hipocrisia e maturidade/fidelidade · Oração em público vs. oração em secreto · A importância do compromisso e lealdade · Oração para si mesmo vs. oração para Deus
  • A fé e a prática da oração em secretoA necessidade de crer em Deus na oração · O desânimo e a falta de reconhecimento no secreto · O quarto de oração como lugar de intimidade com Deus · Exemplos de oração em situações adversas (Paulo e Silas)
  • Oração como relacionamento e conhecimento de DeusA importância de conhecer a Deus antes de orar · Diferença entre Deus e um 'amigão' ou figura distante · A reverência e santidade ao se aproximar de Deus · O exemplo de Elias e a oração a um Deus conhecido
  • Restauração dos altares de oraçãoAltares individuais rachados · Altares familiares e conjugais a serem restabelecidos · A importância de ter um lugar de oração dedicado · A oração como um ato de fé independente do sentimento
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Amém. Eu queria que você abrisse lá em Mateus, capítulo de número 6. E você lembra que nós já estamos há um tempo estudando, falando sobre oração. Há três domingos atrás nós vimos Lucas 11, dos versículos de 9 a 13, sobre a questão do pedir, do bater e do buscar.

dizendo sobre a perseverança na oração. Há dois domingos atrás nós vimos o caso da viúva, que ela possuiu uma demanda e mesmo tendo um juiz iníquo, um juiz que não queria saber dela, ela não desistiu. Ela ficou ali batendo, batendo, até que uma hora...

o juiz deu a sentença para ela e aí o Senhor Jesus ensina acerca disso. Dizendo, olha, perseverem, perseverem, porque se até um juiz iníquo, que não temia Deus nem temia os homens, ouviu o pedido daquela mulher, quanto mais o Pai Celeste ouvirá e cuidará das vossas necessidades. E domingo passado nós vimos Efésios 3, de 14 a 21, dizendo que a oração é alguma coisa que vem de dentro para fora.

Não é algo externo, plástico, não é alguma coisa longínqua, pelo contrário. É uma transformação que vem do âmago, vem da alma. É um suspiro da alma quando nós vamos para os altares. E hoje eu queria falar sobre a oração que Jesus ensinou.

Eu sei que você conhece bem essa oração, nós não vamos entrar exatamente na oração do Pai Nosso, que está lá em Mateus capítulo 6, mas aquilo que antecede antes de realizar a oração do Pai Nosso. Se eu pedisse para que todos se levantassem, vamos orar o Pai Nosso, você sabe de cor e salteado. Mas há um detalhe em Mateus capítulo 6, que Jesus está dizendo aquilo que vem antes mesmo da oração.

Eu não sei se você está familiarizado com o texto, mas Jesus vai falando sobre três atos da piedade judaica. Se você quisesse compreender a espiritualidade judaica, o que a religião judaica ressaltava, pensava como principal,

você tinha três atividades, três ações, que eram consideradas ações piedosas, que Jesus está falando em Mateus capítulo 6, que está inserido do capítulo 5 ao 7, que é chamado o Sermão do Monte. É o sermão mais extenso de Jesus de Nazaré.

Então, capítulo 6 é uma parte onde ele fala sobre os três atos, três ações de piedade divina, que são as esmolas, a oração e o jejum. Se você quisesse reconhecer um religioso judeu, ele ressaltava, destacava três ações. A esmola, o ofertar, assim como a oração e também como o jejum.

E no capítulo 11 de Lucas, que também está lá a oração do Pai Nosso, os discípulos pedem uma coisa interessante para Jesus. Jesus vai falar tanto em Mateus 6 como em Lucas 11 sobre a oração do Pai Nosso. E Mateus não fala isso, mas Lucas 11 fala. Os discípulos chegam perto de Jesus e dizem, Senhor, ensina-nos a orar.

Eu não sei se você já parou para pensar nisso. Eles estão dizendo assim, Deus, ensina-nos a falar com Deus. Você diz como é que é? É como que eu falo com Deus? O senhor é Deus, não é? Sim. Como é que fala com Deus? Nós vimos os gregos, havia um panteão grego enorme.

E cada um falava de um jeito. Nós vimos as religiões afro e cada um tem uma oferenda, um guia, um santo. Nós vimos o catolicismo romano e cada um é devoto a um santo. Mas como é que nós chegamos ao Senhor? Como é que nós falamos? O poeta musicou isso dizendo, se eu quiser falar com Deus. Se eu quiser falar com Deus, como é que eu faço?

E eles estão pedindo exatamente isso, os discípulos. Que eu creio que nós devemos pedir isso. Foi aí que Jesus ensinou o Pai Nosso. Em outras palavras, eles estão dizendo assim, mestre, gostaríamos de conhecer a Deus.

Nós falamos sobre Deus, nós vamos às sinagogas, ouvimos acerca do templo, ouvimos os patriarcas, os profetas, mas nós queríamos verdadeiramente conhecer Deus. Eu quero saber quem é Deus.

Nós queríamos falar com Deus como o Senhor fala. Nós queríamos conhecer a Deus como o Senhor conhece. Nós queríamos ver a Deus como o Senhor viu. Nós queremos saber quem é esse Deus que a gente serve, professa, fala. E que nos contaram os nossos pais, pelo amor de Deus. Ensina como se faz isso. Como é que eu falo com Deus? Como é que eu me relaciono com Ele? Porque oração é relacionamento.

Os discípulos estão com Jesus. Os discípulos andam com Jesus. Os discípulos comem, bebem e dormem com Jesus. Mas eles olham para ele e dizem, nós queremos conhecer a Deus. Ensina-nos, orienta-nos, como é que a gente fala com Deus?

Se eu tivesse que falar com Deus, o que eu digo? Eu digo Altíssimo Soberano e Senhor de todo o universo. Eu digo Pai, eu digo o Senhor, o que eu falo? Eu não sei se você algum dia já começou a orar e não vinha palavras. Você ficou catando palavras. Eu não sei nem se você tem uma disciplina regrada de oração. Eu não sei nem quanto tempo você ora.

Eu sei que John Wesley, ele não admitia nenhum cristão que orasse menos do que quatro horas por dia. Ele diz, você não pode ser um cristão se você não ora pelo menos quatro horas por dia. Uma vez estava num congresso que estava ministrando, era o Paul Young Show, na Argentina. E ele disse, eu não admito pastores, que pastorei comigo, que orem menos que seis horas por dia.

É incabível o pastor orar menos que seis horas, não faz sentido. E eu fiquei olhando e disse, como é que se faz isso? E eles começavam às quatro horas da manhã, orando. E era um ministério marcado, regado pela oração. A igreja lá na Coreia do Sul.

E eles começaram, o pastor Poyong Cho já falecido, e eles começavam a orar e as vigílias que faziam durante o final de semana não cabia mais a igreja. A igreja chegou perto de um milhão de membros. E não cabia mais gente nos finais de semana, varando a madrugada para oração, aí precisava fazer fila.

Aí eles ampliaram um pouco mais e aí eles compraram um monte de oração. E você tinha um monte, eles compraram um monte, uma montanha, e fizeram casulos em volta, toda a montanha, para caber mais gente, fora os que ficavam na igreja. E aí, na época, ele...

Estava procurando um outro lugar, porque não cabia. Tinham filhos, pessoas que ficavam esperando você acabar de orar, dizendo, ô meu irmão, eu vou só de orar aí, agora será que você não pode dar um espaço, etc. E você só podia orar. O que que movia, qual é esse desejo de conhecer a Deus? O que é que move essa gente de conhecer a Deus?

E Jesus, antes de ensiná-los a oração, ele faz dois pontos, ele destaca aí dois tipos de pessoas. Ele diz, antes de vocês orarem, antes de vocês darem esmolas.

Antes de vocês, o versículo diz, guardai-vos de praticar a vossa justiça quando todos estão vendo. Antes de vocês terem atos de justiça, atos de bondade, esmolas, jejum, oração, vocês precisam se lembrar de duas coisas. E eu acho que a gente ora, vai falando do Pai Nosso, mas esquece dessas duas advertências. Ele diz, não sejais como os hipócritas e não sejam como os pagãos, os ímpios.

Aqueles que não conhecem a Deus. Antes de vocês abrirem a boca para orar, não sejam como os hipócritas e não sejam como os gentios, ou pagãos, ou góis, ou ímpios, ou distantes, forasteiros do pacto, estranhos à promessa. Não sejam como esses dois. Bom, Jesus, o que o Senhor está dizendo exatamente? Por que hipócritas e pagãos?

O hipócrita eu acho que a gente já está mais íntimo, não porque sejamos, mas porque a gente ouve falar muito de hipócrita, etc. O hipócrita no grego era o ator, aquele que finge ser alguma coisa que não é, aquele que interpreta, ele tem um papel, ele pode ser um homem muito bonzinho, um ator amoroso como pessoa, e ele vai para uma novela e ele é o vilão.

Ele é o vilão. Você diz, puxa, mas eu conheço o Zé Mané lá. O Zé Mané é um homem bonzinho e tal, mas na novela ele mata, ele rouba. Ele arquiteta coisas horrorosas. É fingir ser quem não é. Jesus diz, quando você for para a oração, não finja ser quem você não é.

Não mostre uma coisa daquilo que você não vive. É exatamente isso que Jesus está falando. E ele vai dizendo, esses hipócritas, os religiosos da época dele, ele está falando aos religiosos, eles amam orar nas esquinas, eles amam falar em voz alta, eles amam prega, eles não podem ver o microfone. Ele diz, não seja assim.

Quando vocês podem orar, não fique demonstrando. Não que não tenha oração pública. Tudo bem da oração pública, não há problema nenhum. Mas ele diz, não sejam assim. Lucas 8 fala do publicano e do fariseu. Quando eles vão orar e o fariseu diz, olha, senhor, obrigado, porque eu não sou como esse publicano. Esse homem, eu oro, eu jejuto. Ele fica se gabando. Ele finge ser alguém que ele não é.

Não seja como esses religiosos. Eles não têm vida íntima comigo. Eles não se relacionam comigo. A relação deles é com eles mesmos. Eles oram para si, não porque me amam.

Eles querem que os outros vejam o quanto ele ora, o quanto ele faz, o quanto ele dá esmolas, o quanto ele jejua. Quando você jejuar, lava o rosto, faz que você não está jejuando. Quando você der esmolas, dá com a direita e esconde a esquerda, não sabe uma da outra o que está acontecendo. Quer dizer, em silêncio.

Você não precisa dizer o quanto você abençoa, o quanto você dá de oferta, o quanto, nada disso. Não sejais como os hipócritas. Quando você for esmolar, fecha tua boca. Provérbios nós de dizer, seja a boca de outro que te louve e não a tua.

Não relate os seus feitos. Não relate o quanto. Não, eu preciso contar o quanto Deus está me usando. Guarde em silêncio. Faz. Não, mas é que eu ajudei. Eu orei. Fique em silêncio. Não precisa dizer isso. Deixa, permita que outros, se Deus quiser te honrar. Por quê? Porque senão já perdeu o galardão. E quando ele fala da oração, ele diz, quanto a oração.

antes desse aqui, quanto a oração, entra no teu quarto, fecha a porta atrás de você, e o teu pai que está em secreto, ele te recompensará em secreto. A esmola, não saiba direita o que é ser. Quando se enjoar, lave o rosto. Não precisa dizer para ninguém. Agora tem uma coisa que eu queria destacar na questão da hipocrisia. Nós confundimos muitas vezes.

O hipócrita não é aquele que está com um sentimento diferente das suas ações. Eu vou repetir. Presta atenção nisso, porque eu acho que a gente confunde. O hipócrita não é aquele que os seus sentimentos são diferentes das suas ações. O hipócrita é aquele que os seus princípios, o que ele alardeia, o que ele professa em particular, não é o que ele vive em público.

Vou repetir. Hipócrita é aquele que professa algo em particular que não vive em público. Diferente daquele que tem sentimentos, que podem não ser os mesmos sentimentos da ação, mas ele o faz assim mesmo. Deixa eu explicar melhor.

Você pode ter ido ao médico e o médico dito para você que a sua diabetes está alta, que você está acima do peso, que o seu joelho está doendo porque você tem sobrepeso, que você está com gordura no fígado e você precisa se exercitar. Imagina você levantar, se matricula numa academia, aí você levanta e diz, ah, eu não sinto de hoje na academia.

Ah, eu não... Ah, está uma pontinha no meu coração. Alguma coisa está dizendo para mim? Não, não, é o diabo falando. Não, não. Você levanta e você vai.

Você levanta amanhã, ou irá levantar, se Deus quiser amanhã, se você está empreendendo um negócio, se você é um funcionário, um bom funcionário, seja o que for, você vai trabalhar amanhã sentindo, você não olha e diz, ah, hoje está um friozinho, acho melhor eu não ir. Ah, mas eu estou tão cansadinho, estou tão cansadinha, vou ficar descansando. Oito horas você está lá no trabalho.

Amanhã, se você estuda de manhã, você vai levantar e você vai. Ai mãe, eu não sinto no coração de não ir na escola hoje. Ai eu sinto que eu tenho que ficar com a minha filha hoje. Ai eu sinto que eu tenho que ficar com você mamãe. Ai eu vou ligar para o pastor que hoje eu quero passar o dia com ele e eu não vou estudar. Sentindo ou não sentindo, você vai ou não vai? Você vai.

Aqueles que tiraram a segunda-feira para fazer faxina em casa, sentido ou não sentido, você vai ter que fazer. A casa está, chegou no limite. O que eu quero dizer com isso, é que quando nós, muitas vezes, podemos sentir não vontade de estar num culto público.

Eu posso levantar no domingo e dizer assim, eu está frio, eu trabalhei tanto, eu estou sentindo no coração de ficar aqui. Eu vou ser um hipócrita se eu for na igreja, porque eu vou lá e meu coração está, você devia ter ficado dormindo, tomando um café mais tranquilo, descansado. Você vem, mesmo com o sentimento contrário, isso é maturidade, é fidelidade, é lealdade, não é hipocrisia.

Eu estou porque eu tenho um compromisso. Eu honro os compromissos que assumo. Ah, mas você está sentindo de estar aqui hoje? Não. Mas eu tenho um compromisso público com os meus irmãos, com as minhas irmãs.

Hoje era o 10 para as 7 da manhã, tinha um grupo na casa pegando esses instrumentos aqui. Friozinho, nublado, 7 horas da manhã, alguns saíram 4 horas da manhã de casa. Imagina se esses irmãos hoje tivessem, pastor hoje eu não vou, por quê? Porque eu não sou hipócrita.

Mas irmão, o que você fez? Eu não senti hoje de carregar a caixa e arrumar as coisas. E nós chegaríamos aqui e disse, irmãos, aqueles irmãos têm uma sinceridade no coração. Eles são transparentes, eles são crentes verdadeiros. Por quê, pastor? Porque eles não sentiram de vir hoje louvar. Então não tem microfone, não tem nada. E todo mundo, aleluia, glória a Deus, o louvor se converteu, a glória do Senhor. Eles são crentes e tal. Pelo contrário.

sentindo ou não, eles vieram. Isso não é hipocrisia. E eu acho que a gente pode pensar um pouco mais. Eu já ouvi coisas do tipo. Pastor, eu seria hipócrita ao continuar casado, porque eu não sinto mais o amor antes que eu sentia por ele ou por ela, acabou. Eu seria um hipócrita se eu mantivesse esse relacionamento, porque eu não sinto mais nada por ele. Minha irmã, meu irmão.

Você não foi ao altar dizendo assim, Senhor, eu estarei com ele até a morte enquanto eu sentir amor por ele. Não, Senhor, eu vou honrar esse compromisso por causa Tua. Mesmo que eu olhe, ele levantou e disse, meu Deus, o que eu fiz na minha vida? Como é que eu pude? Ele não era assim. Ele era atleta, ele tinha dente, cabelo, e agora?

Ah, eu não sinto, eu vou separar porque eu não sou hipócrita. O cara barriguto, sem dente, mau hálito, mau cheiro. Não vou amar. Você imagina um casamento assim? Você imagina eu ser hipócrita se fosse ao culto porque eu não sinto vontade de ir hoje. Eu senti vontade de ficar na cama com a minha esposa, tomando café. Você vem porque você é maduro, leal e compromissado. Ser fiel não à igreja, ao Senhor.

Eu seria hipócrita se orasse porque não me sinto bem quanto ao que creio, não me sinto muito à vontade. Eu vou orar mesmo não sentindo vontade. Eu vou para o altar e dizer assim, Senhor, eu não sou hipócrita, hoje eu queria ficar dormindo. Hoje eu queria, mas eu quero encontrar os teus altares.

Eu quero buscar a tua face. O Senhor é fonte de vida. Eu não posso passar o dia de hoje sem te encontrar. Sem falar com o Senhor. Sem saber se o Senhor tem alguma coisa para falar comigo. Sentido ou não sentido. Já vai falar hipócrita. Você está lá, você está querendo dormir. Você está querendo ver o jogo do Corinthians. Você está querendo isso, querendo isso. Ele diz, é verdade.

Eu estou querendo ir ver o jogo do Corinthians. Eu estou querendo ir dormir. Mas eu tenho um compromisso. Eu sou homem de honra. Eu tenho palavra, eu não sou moleque. Moleque é que fala, é descompromissado, é o meninão da mamãe. Já viu o meninão da mamãe? E aí, cara? Não, eu sou meninão. Não, é homem. Eu não sou o meninão da mamãe, eu sou homem. Se eu palavriei, eu vou cumprir sentido ou não sentido.

Jesus diz assim, não sejais como os hipócritas. Não seguir pelos sentimentos. Quando você vai orar, você vai orar. Não é por causa da recompensa. Não é por causa dos sentimentos. Não é por causa de valores. Eu vou lá porque eu quero te encontrar. Eu quero estar com o Senhor. Fazer o que é certo, mesmo quando não se tem vontade de fazê-lo é maturidade.

As irmãs que estão cuidando dos nossos filhos, elas têm responsabilidade. Talvez muitas queriam ficar em casa, como algumas mamães ficaram. Mas elas têm compromisso com Deus. E elas veem isso, não é hipocrisia. Isso é responsabilidade. É homem de Deus, é mulher de Deus. Eu vou para a oração. Não é hipocrisia.

Professar uma coisa em público, mas viver outra, diferente no particular, isso é. O que fazemos? Uma segunda coisa. Porque eu fiquei meditando e pensando nisso, que Jesus disse, olha, não sejais como os hipócritas que ficam orando em praça pública, antes você vai para o teu quarto, fecha a porta do teu quarto, e lá no teu quarto, o teu pai que te vê em secreto.

E eu fiquei pensando nisso, né? Senhor, precisa de muita fé para entrar no quarto. Precisa crer, porque se você não crer, você não entra. Se você não realmente exercitar a fé, você não vai. Porque não há estímulo nenhum. Não há ninguém aplaudindo, você está sozinho no quarto.

Deus te visitou, você pulou, ninguém viu. Ninguém olhou. Talvez nunca ninguém vai saber, você está sozinho. Você só ouve a tua voz. Isso se você falar alguma coisa. Se você não falar, o companheiro que você tem é o silêncio. E lá dentro, sozinho no teu quarto, você crê que Deus está te vendo.

Você crer que Deus está te ouvindo. Eu não estou vendo nada, pastor. Eu não estou sentindo nada. Eu não ouço nada. Eu tenho que crer que Deus está ali me ouvindo. Se eu não crer, eu saio rapidinho daquele quarto.

Se eu não crer, eu vou procurar barulho. Eu vou procurar louvor para escutar. Eu vou, vai vir conta na cabeça. E começa a vir as contas, os compromissos. Que eu tenho que fazer isso, que eu tenho que fazer aquilo. Você não dura um minuto no quarto. Do jeito que nós somos. Cheio de afazeres, cheios de compromisso. A nossa cabeça fica milhão. Ih, meu filho, será... E você crê que Deus vai estar cuidando de tudo?

Você crer que Deus está guardando a sua vida, como todos os seus compromissos, precisa de muita fé. Precisa crer mesmo, senão você não entra no quarto. O quarto se torna o quarto de horror, o quarto do desespero, nunca o quarto da presença. Por isso, se é perigoso eu ficar procurando o aplauso, o estímulo,

É desanimador quando eu estou sozinho no quarto. E eu olho e digo, mas ninguém vai me animar. Ninguém vai dizer o quanto tempo eu orei. Ninguém vai dizer assim como que eu estou crente. Ninguém vai dizer nada para mim. Várias vezes eu já ouvi. Não, pastor, precisa animar, precisa estimular a pessoa. Precisa dizer, eu acho que é verdade, precisa.

Não, precisa elogiar, precisa dar um feedback, precisa dar um retorno. Verdade. E quando o retorno não vem? Porque no quarto o retorno não vem. No quarto não tem feedback. No quarto não tem ninguém assim, ô filhão, ô glória filhão, ô aleluia, você é demais, é isso mesmo. Não, no quarto é o silêncio. É você e ele. Mas eu não estou vendo. Você não crê?

Talvez por isso seja desencorajador entrarmos no quarto. Porque parece que o quarto não tem brilho, não tem luz, não tem auditório. É coxia, ninguém vê. Então, para que eu vou entrar num lugar onde ninguém vê o quanto eu sou bom? Eu acho que um pouco porque a gente gosta muito do palco, do holofote. E é desanimador.

o bastidor, a coxia. Eu realizar grandes coisas e ninguém ficar sabendo, a não ser aquele que me chamou. Entrar no quarto precisa ter a sensação, a crença de que ele me ama, de que eu sou filho dele, que ele está lá porque ele prometeu. Ele disse que estaria lá, ele falou. É crer que ele quer, o Senhor, Deus, Criador do Universo, quer se relacionar comigo.

mas lá não dá dinheiro, lá não dá plateia, lá não tem reconhecimento, lá não tem tapinha nas costas. Meu irmão, se você não crer, vamos correr todo mundo para o palco, para o holofote, para o reconhecimento e dizer para todo mundo como que Deus os ama, como que Deus faz. Me lembrei de Paulo e Silas, Atos capítulo 16.

Eles estão pregando o evangelho, eles estão fazendo aquilo que deveria fazer, eles são servos obedientes. Eles expulsam o demônio de uma endemoniada, uma jovem que era explorada por seus senhores. Muito bem, qual a recompensa? Prisão. E o texto diz que colocaram Paulo e Silas na prisão mais interior, a mais fria, a mais terrível de todas, na obscuridade.

E aí, o que eles fazem? Oram. Você diz, mas Paulo, você acabou de tomar chibatadas, 40 menos uma. Você está com os pés presos. Você está sozinho, no escuro, ninguém está te vendo. Sabe quem você é? Você é Paulo, cara. Acorda, mano.

Você é o cara, você é o apóstolo dos gentios, você teve lá em Atos 9 uma experiência com Deus única, singular. Ele apareceu para você, você caiu da montaria. Ananias orou por você, você começou a enxergar, você é um homem de curas, de palavras, de estudos, você é doutor em teologia, você é rabino. E Paulo, sozinho, ninguém vendo, ele crê que Deus está lá.

Paulo, no fundo da escuridão de uma prisão romana, é, Deus está aqui. Tanto quanto estava lá no palco da sinagoga, quanto estava lá no Areópago, quanto estava em qualquer praça ou esquina, Deus está comigo lá na escuridão, por isso que eu vou orar. Porque eu não estou orando, porque coisas vão acontecer. Eu estou orando porque eu amo a Deus, eu quero me encontrar com Ele, eu quero os altares de Deus. Eu não quero ficar só na Escritura, eu quero ter uma experiência, eu tenho experiência com Deus. Ele fala comigo, eu o amo, Ele me ama.

Calma, independente do lugar, eu estou com ele, é isso que eu quero. E eles começam a orar. E vocês conhecem o final da história. Eles estão orando, eles estão decretando. Eu decreto em nome de Jesus que sairei dessa prisão. Não, o texto não fala isso.

Não diz assim, eu sou filho do autista, eu sou cabeça e não sou cauda. Eu sou o cara, cadê os aplausos? Como que esse carcereiro não me reconhece? Eles não sabem com quem estão falando. Eles não sabem com quem estão mexendo, com quem estão mexendo. Paulo, você não tem reconhecimento no fundo da prisão, ninguém vai ouvir o que você ora. Se é uma oração teológica bonita, se é uma oração teológica meio torta. Ninguém está ouvindo nada do que você faz. E você continua orando.

Ele diz, não só oro como canto louvores ao meu Deus. Às vezes o nosso quarto é escuro. Nós nos metemos, nos encontramos em situações de escuridão. Você olha e diz, eu não sei, não tem saída. E eu não sinto nada. Esse lugar é gelado, esse lugar é frio, lúgubre. Isso aqui parece mais casa do diabo do que qualquer outra coisa.

E aí você diz, não tem ninguém. Meu irmão, tem sim. Aquele que te ouve em secreto, aquele que te vê em secreto, independente dos seus sentimentos ou do lugar onde você está, ele te ouvirá. Ele te ouvirá. Não há buraco tão fundo que a mão do Senhor não alcance.

Não há lugar tão acusticamente fechado, selado, que os ouvidos do Senhor não ouçam o Teu clamor, dizendo, Pai, está difícil, Senhor, está complicado, mas mesmo assim eu Te amo. Saiba, Senhor, que eu confio e eu entrarei. Esse será o meu quarto de oração.

Aprender o Paulo, exatamente. Silas, aí, aí, frio, úmido. Não tem saída, não tem escapatória. Mas eu sou livre, eu sou livre para entrar no altar de Deus. E ninguém me proibirá. Ninguém fechará a passagem que eu não possa chegar até o Pai. Porque Jesus abriu o caminho até Deus. E aqui eu vou chegar a Deus. Porque esse caminho está aberto. Foi construído um novo e vivo caminho.

Feito, realizado por Jesus quando consumou a sua obra na cruz. Não há lugar, não há diversidade, não há cela, não há quarto escuro. Por isso Jesus diz, olha, vai, independente de qualquer coisa.

Teu pai que te vê em secreto, ele fala isso no versículo 4, 16 e 18. Teu pai que te vê em secreto, teu pai que te vê em secreto, ele te recompensará. Não seja como os pagãos, não seja como os gentios, não seja como os ímpios. O que é que ele está dizendo? Ele está dizendo que são aqueles que são estranhos, não conhecem. Eu não posso falar com alguém que eu não conheço.

Quando eu vou falar com alguém que eu não conheço, quando eu vou falar com alguém, por isso que eu insisto, traga a Bíblia, escreva, leia a Bíblia, a gente manda devocional, a gente insiste com você, por quê? Porque você vai conhecer a Deus, você vai conhecer aquele com quem você está falando.

O ímpio não conhece a Deus, ele é estranho às promessas. O gentil, ele não é do pacto, ele não sabe quem é o pagão, não conhece a Deus, não reconhece o Senhorio de Cristo. Não entre no quarto sem antes reconhecer, saber com quem você está falando. Oração é relacionamento. Você se relaciona com alguém que você não conhece? Você sabe qual é o gosto de alguém que você não conhece?

Por que as mulheres ficam algumas vezes, algumas, raríssimas vezes bravas com os seus maridos? Porque você não sabe da cor que eu gosto? Você não sabe do prato que eu não gosto, do suco que eu gosto? Você não sabe? Estamos juntos há tanto tempo e você não conhece o meu gosto? Imagina Deus olhando para mim e para você dizendo, você não sabe do que eu gosto?

Você não sabe do que, como eu penso? Você não sabe quem eu sou? Estamos há anos juntos. Antes de entrar no teu quarto, você precisa saber quem é Deus. Ele não é um amigão. Ô cara aí de cima, valeu, hein mano? Aí estou com uns bagulho aqui, dá para você resolver aí?

Deus olha e diz, filho, eu não estou entendendo. É que o senhor não é da perifa, está ligado? Se eu fosse lá das encruzilhadas da vida, o senhor ia saber. Não, não é isso. E não é que é o senhor, não é isso. Mas eu chego até o altar com reverência. Eu ouço dele, tira as sandálias dos teus pés, porque o lugar que você pisa é santo. Quando o João teve o seu apocalipse, eu vou fazer o seu apocalipse.

O anjo aparece e ele cai dado como morto. Que João, pastor? O João que foi discípulo. O João que reclinava o ouvido no peito de Jesus e ouvia as batidas do seu coração. Esse que conheci era íntio. Quando eles estão na última ceia aceitados e Jesus diz que um de vocês é o diabo, um vai me trair.

E aí todos falam, falam aquele que é íntimo de Jesus. Peça para ele perguntar ao mestre, que é o único que parece ter um acesso. Ele é muito próximo. Peça para ele falar com o mestre, para falar um segredo. Esse, quando vê Jesus, ele está encarcerado, exilado, preso. Fora de Jerusalém, está em Pátimos. Quando o Senhor aparece a ele, ele cai como morto.

Ele sabe quem é que apareceu a ele. Quando em Daniel capítulo 6, aparece aquele homem que estava orando já 21 dias, em oração, em terceiro, todos olhavam e diziam, esse homem é um homem santo. Daniel tem uma visão, no ano da morte do rei Uzias, tive uma visão, ele vê o Senhor no alto sublime trono. O que ele fala? Aê, mano, aê, Jeová, é tu?

Ei, Yavé, legal, firme. Ele diz, ai de mim, ai de mim. No quarto nós vamos entender a santidade de Deus. Porque sem santidade ninguém verá Deus. E eu termino com o exemplo de 1 Reis, capítulo 18. Você vê a diferença entre os profetas de Baal e Elias.

A diferença não é o poder. A diferença não é o show pirotécnico. A diferença não é que Elias era o cara e o pessoal de Baal, os 450 de Baal, eram meia boca. A questão não era a diferença de magia, de receita, de varinha de condão. A diferença crucial, depois leia o texto.

A diferença crucial é que Elias sabia a quem estava pedindo, clamando, orando, rogando. A quem ele está servindo. Ele faz essa oração, oração breve. Ó Deus, de Abraão, de Isaac e de Israel. É o Deus que não apareceu de uma hora para outra. Eu sei como o Senhor está falando com o meu povo. O Senhor tem história no meio do nosso povo.

Eu sei qual é o teu propósito, eu sei o plano que o Senhor está fazendo. Eu e você não somos células ao acaso. Você tem história. Você tem história. Você tem um Deus que na eternidade pensou em mim, pensou em você. Um Deus que amou você quando você nem existia. Um Deus que morreu por você quando você nem sabia que era pecador.

Elias vem e diz, o Senhor é o Deus de Isaac, de Abraão. O Senhor é o Deus de Jacó, de Israel. Fique hoje sabendo que tu és Deus e Israel. Como assim? Israel está debilitado, está em pecado. Está tudo bagunçado. Deus continua sendo Deus.

Deus continua sendo Deus da igreja, o cabeça da igreja. A igreja não está bagunçada. Nós olhamos para a igreja no Brasil, achamos que está uma bagunça.

Mas nós precisamos orar, crendo. Tu és o cabeça da igreja, porque o Senhor o disse. O corpo não ficará bagunçado. Ninguém fará o que quiser da igreja. Ninguém subirá nos púlpitos da tua noiva. E falará o que ele quiser, porque é um Deus que reina sobre a sua igreja. A sua noiva, ele ainda é um Deus zeloso.

É besteira achar que a igreja está largada. Que meia dúzia de nicos farão o que quiserem com a noiva do Senhor. A noiva do Senhor ainda continua sendo guardada. É uma noiva santa, pura e imaculada. É a noiva que subirá para as bodas do Cordeiro. É bobagem achar que a noiva... A igreja está tudo bagunçado. Depende de que igreja. Não a do Senhor.

Ah, eu vejo os homens fazendo o que quiseram. Não na igreja do Senhor. E outras igrejas deles, eles podem fazer o que quiserem mesmo. Mas ai de nós, se mexermos com a noiva do Senhor. Porque ele é Deus zeloso. Ele ama. Ele não vai deixar as coisas passarem. Ele não joga a sujeira para debaixo do tapete. Nunca se esqueçam disso.

Ele não joga a sujeira para debaixo do tapete, você faz o que você quiser e vai dar tudo certo porque ele é o teu amigão. Não, esse não é o Deus da Bíblia. Tu és Deus Israel e que eu sou o teu servo. E que segundo a tua palavra fiz todas essas coisas. Eu não estou aqui de maluco aventureiro. Eu não estou aqui pegando carona na igreja. Eu não estou aqui de garupa no mundo andando.

Se eu faço o que faço, é porque eu ouvi de Deus para que eu fizesse o que eu estou fazendo. Se eu estou trabalhando, é porque eu ouvi dele. Se eu estou orando agora, é porque eu ouvi dele. Só por isso. E ele termina, responde-me, Senhor. Responde-me para que esse povo saiba que tu, Senhor, és Deus. E que a ti quisesse retroceder o coração deles.

O Senhor tem o coração deles na tua mão. Esses bobalhões acham que com meia dúzia de espadas, magias, dinheiro, capital, eles vão fazer o que eles querem. Ai deles. Porque tu és Senhor. Meu irmão, quando você entrar no quarto, você precisa se lembrar disso. E crer. E desenvolver esse relacionamento.

Aliás, você tem um quarto de oração. Você tem um quarto onde você entra, às manhãs ou às tardes, ou às noites, ou manhã, tarde e noite. Eu quero encorajar você a ter um lugar de oração na sua casa. Nós temos o quarto de TV, nós temos o quarto de dormir, nós temos o quarto das crianças, nós temos o quarto disso. Talvez nós vamos ter um espaço que lá seja o nosso altar.

É o lugar que eu vou estar com Deus quando eu fecho a porta. E o meu pai que está em secreto, ele me vê. Talvez um quarto secreto no seu trabalho. Eu conheci um irmão, aquele quarto secreto dele era o banheiro. Da uma a uma e meia. Porque a casa dele tinha quatro irmãos, mais o pai, mais a mãe.

E ele amava missões e queria ser um intercessor de missões. E o único lugar, só tinha um banheiro à casa, o único lugar que tinha para ele reunir em paz, porque o quarto era junto com os irmãos, era um banheiro. E da uma a uma e meia ele se trancava e orava por missões. Ninguém via, ninguém soube e talvez nunca vai saber. Mas ali era o quarto secreto dele. Eu conheço outro irmão que ele fez um quarto secreto lá na empresa onde ele trabalhava. Ele fez um quarto secreto.

Outros fazem em casa. Outros saem para andar num lugar solitário e eles e Deus vão falando. Eu quero encorajar você a sentir esse prazer dos altares. E dizer assim, eu não estou orando nas esquinas. Não que seja pecado. Pecado é quando o meu coração quer que os outros vejam.

Eu estou aqui solitário andando, ou eu estou no banheiro, ou eu estou na esquina, onde eu estou? E eu estou pedindo ao Senhor, me dá experiências contigo, Senhor. Porque no momento que o Senhor pedir para orar por alguém, ou fazer alguma coisa, eu possa ter essa convicção do Teu profeta Elias. Eu estou aqui porque o Senhor disse que eu estivesse aqui. Eu estou fazendo o que estou fazendo porque eu tenho convicção do que o Senhor disse para eu fazer.

E agora, Senhor, que eles saibam. Quem sabe no teu trabalho, eles precisam saber quem é o Senhor ao qual você serve. Eles precisam ter uma experiência. Quem sabe na escola, eles precisam de uma experiência empatante através da sua vida. Aonde você estiver, na sua casa. Eles impactam e dizem, esse homem conhece a Deus. E se ele abrir a boca para orar, Deus o ouve, porque eles são íntimos.

Eles têm um relacionamento profundo. Eu vou pedir que você abaixe sua cabeça. E eu queria que você falasse com Deus. E dissesse agora a Ele. Senhor, talvez eu não tenha essa disciplina. Eu acordo cedo, eu vou dormir tarde, o almoço é corrido. Eu não sei como que você divide as 24 horas do dia. A única coisa que eu tenho certeza e convicção.

é que Deus deseja um relacionamento profundo e significativo contigo. O que eu falo com boca cheia, em nome de Jesus, é que nós precisamos praticar mais a oração. Sermos homens e mulheres de oração. Oração é relacionar-se com Deus, é ser íntimo dEle, profundo conhecedor.

Pai, constrangidos por Teu amor, nós chegamos até o Teu altar. Pedindo em nome de Jesus que o Senhor nos ajude a entrar no quarto. Seja o lugar que for esse quarto, uma cela, um trabalho, um bosque, uma empresa, ou até mesmo a nossa casa.

Ajuda-nos a entrar nesse lugar. Queremos ter experiências profundas com o Senhor. Queremos experimentar um pouco o que o salmista disse. O pardal encontrou casa, andorinha, ninho para si, mas eu encontrei os teus altares. Eu encontrei os teus altares.

Ajuda-nos, Senhor. Antes de orarmos, a pensarmos nisso. Ajuda os irmãos agora. Ao sairmos daqui, possamos fazer um propósito contigo. Reavivar a nossa vida de oração. Senhor, em nome de Jesus, reaviva, Senhor, a oração.

Estou tendo uma visão que há altares, continue de cabeça baixa, olhos fechados, altares que precisam ser restaurados. Alguns altares são individuais. Pessoas que tinham uma vida, um prazer, uma disciplina com oração. Mas por alguma razão rachou esse altar.

Eu não sei, Deus não me falou por quê, mas alguns racharam. Você tinha um altar, você era uma mulher de oração, você era um homem de oração e de repente rachou. E o altar ficou largado em algum lugar. Mas há outros altares que estão rachados no casamento. Se você estiver aí perto da sua esposa, do seu esposo, e você tem fé, independente do teu sentimento. Ah, pastor, eu não estou sentindo.

Ah, passou por mim, eu não faço. Tudo bem, mas independente disso. Eu queria pedir que você desse a mão para sua esposa ou para o seu marido. E há altares que precisam ser restabelecidos. Reconstruídos. Há altares familiares que precisam ser restaurados. Deus me mostra um jarro com azeite descendo dos céus.

E regando o altar. Alguns altares estão sendo reconstruídos, restabelecidos.

Eu insisto, meu irmão, minha irmã, independente do sentimento. Deus não está perguntando o que você sente. Deus está dizendo, creia que eu ouço em secreto. Creia que eu recolho as tuas lágrimas. Creia que eu ouvi a tua oração. Deus restabelece, reaviva, reaviva os altares de oração em nome de Jesus.

Traz um pentecoste nos altares da oração. Traz um vento impetuoso sobre os altares da oração. Eu te suplico em nome de Jesus, ó Senhor e Deus da igreja. Em nome de Jesus, restabelece os altares familiares. Restabelece os altares das casas, das famílias, dos casais.

restabelece o nosso altar individual, para a glória do teu nome, para a glória e louvor do teu nome, para a glória e louvor do teu nome.

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