Episódios de Player 1

293 - FINAL FANTASY XV (FEAT. PÃO DE MEL, PIXEL DO GUSTA E MUKURZINHO)

04 de maio de 20262h54min
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No episódio de hoje, vamos falar sobre aquele que talvez seja o mais injustiçado porém mais amado final fantasy de todos! Sim meus queridos players, finalmente chegou a vez de falar sobre final fantasy XV com os queridos Pão de mel do cana Reboot e Gusta do canal Pixel do gusta. Então peguem seus aneis e chamem seus amigos para ouvir esse episódio épico;Ah, e não se esqueça dos nossos links:Faça parte do Clube do Pum no nosso CatarseTwitter: / podcastplayer1 Instagram: / podcastplayer1 YouTube: / @podcast_player1

Assuntos4
  • Análise de Final Fantasy XVProblemas de lançamento e história fragmentada · DLCs e expansões · Filme Kingsglaive e anime Brotherhood · Mídias transmídia e expansão do universo · Mundo aberto e missões secundárias · Personagens e dinâmica da party · Trilha sonora · Combate e mecânicas de jogo · Invocação de Titã e Leviatã · Vilão Ardyn · DLC do Ignis · DLC do Prompto · DLC do Gladiolus · DLC do Ardyn · Final do jogo e sacrifício de Noctis · Interpretação da logo final
  • Histórico com a franquia Final FantasyPrimeiro Final Fantasy jogado · Relação com a franquia · Jogos favoritos da franquia · Impacto emocional dos jogos
  • Final Fantasy Versus XIII e desenvolvimentoAnúncio e exclusividade inicial · Mudança de nome para Final Fantasy XV · Direção de Tetsuya Nomura e Hajime Tabata · Problemas de produção e atrasos · Impacto do desenvolvimento na mídia transmídia
  • Final Fantasy como porta de entrada para a franquiaReceptividade para novatos · Comparação com outros Final Fantasy (IX, X, XII) · Mecânicas de combate e gameplay · Conteúdo extra e apelo ao público em massa
Transcrição465 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá, meus queridos players! Aqui não é Vitão, né? Aqui é o Doug, conhecido através do Vitão, né? De Jason Mobutson e Joaquim de Bicas. Não sei se ele tá certo, não sei se ele tá errado, mas pra vocês não sentirem falta dessa introdução, estou aqui junto com várias pessoas que eu vou apresentar, cada uma, porque esse é um episódio especial, né? É um episódio que eu e o Frido...

O Vrido trouxe, e eu juntei com ele, e matutamos essa ideia de fazer o episódio desse Final Fantasy que nós dois gostamos muito. E que ele é muito criticado, mas eu sinto, eu vou conversar isso com os meus amigos aqui na mesa, que ele tá tendo essa mudança de crítica durante esses 10 anos, né? Ele foi muito odiado no começo, mas hoje em dia ele tem sua fanbase.

Mas quisemos trazer os defensores desse jogo, né? Então, primeiro, vou apresentar eles e a gente vai introduzir aí direitinho e tal. Desculpa, ouvintes, né? Que vocês sabem que eu não sou o roxo habitual do episódio, mas desculpa qualquer coisa aí, tá? Mas comigo está ele, o dono dos bíceps mais avantajados da podosfera brasileira, o Vrido.

Boa noite, pessoal. Aqui é o Vrido, o charada brasileiro. E, cara, a gente tá muito feliz, mano. Hoje é o dia que eu mais, porra, anciei pela minha vida desde que eu entrei no Playroom. Meu plano sempre foi esse. Finalmente ganhar a confiança de vocês pra fazer um episódio sobre Final Fantasy XV. E, porra, walk tall my son. É nóis. Agora é só conseguir chamar o André pra participar de um podcast que aí fecha o ciclo.

Esse programa eu vou ter que gravar sem a câmera, porque eu vou estar com o olhinho virando o tempo inteiro. Mas aqui tem mais três pessoas aqui na mesa. Eu vou apresentar por ordem de quem já veio aqui outras vezes e vou seguindo nessa toada. E quem já veio aqui outras vezes, um dos episódios mais ouvidos do Player 1, inclusive.

A gente teve sorte de conversar com eles antes de viralizar o primeiro vídeo deles. É, mano. E acabou respingando a gente isso. Por isso que é um dos episódios mais ouvidos do podcast. Mas é ele, Pão de Mel. E aí, Pão de Mel, bom demais, cara? Salve, pessoas. Pô, gente, muito foda voltar aqui. Faz muito tempo de hoje que eu vi aqui. A gente tá até se perguntando qual que era. Se era do Alan Wake, sei lá, mano. Mas faz muito tempo mesmo.

E realmente, mano, antes do do canal estourar de fato, vocês tinham chamado então sempre que vocês quiserem eu tô aí, mano que amigos não esquecerão e vamos falar de hoje de vocês chamaram os únicos fãs de Final Fantasy XV que existem mas realmente como muito jogo injustiçado que no começo era muito hateado com o tempo vai sendo ou

o pessoal vai gostando mais, né? É, exatamente. Eu não falei, mas ele é do Reboot. Então, vão lá no Reboot. Vão no canal secundário dele, que é o Pão de Mel, que eu gosto muito, tanto do Reboot quanto do Pão de Mel. Não à toa, eu sempre tô dando ali minha contribuição e tal, porque realmente é um conteúdo que eu acompanho, assim, diariamente. É, você e o Vrido, vocês já deram membro no Reboot, no Pão de Mel? É, não é isso, pô. Dando dinheiro.

é muito que aqui a gente assim né tem que um retroalimentar o outro para conseguir ganhar um dinheiro é é é é é é é exatamente exatamente do net no Spotify né mano para galera mandar as donates assim pode crer ele crê

E aqui quem já até falou com... Já começou a falar, né? E já introduzi ele. Eu fico até feliz, ouvintes, que pela primeira vez na história do Player 1, a mesa compõe de maioria mineira. Então vou apresentar os outros dois mineiros aqui que estão comigo. O primeiro... E outra coisa, é a primeira vez que tem um Atlético e um Cruzeirente dividindo também a mesa do Player 1.

Aí a rivalidade aí, que a gente deixa de lado, né? Pra falar de jogo. E não tem dessa, não. Mas é ele, o Gusto do Pixel do Gusto. Que é um canal também que eu gosto muito, assim. É um dos canais que eu mais acompanho no YouTube. Ajudou a fazer a pauta, inclusive, desse episódio. Por conta dos vídeos que ele fez ali sobre Final Fantasy XV. Então, Gusto, prazerão estar conversando com você aqui no Pileiro, cara.

Primeiramente, boa noite pra todo mundo, né? Que eu cheguei aqui falando um monte e não dei boa noite, mal educado. Mas é um prazer estar aqui conversando com vocês. Uma das coisas que eu mais gosto é de conhecer outros criadores de conteúdo pra falar de coisas que a gente gosta, sabe? A gente sempre tá, igual vocês falaram, se retroalimentando também com conhecimento e com essa resenha que é muito boa. Agradeço demais o convite. É um prazer poder compartilhar essa gravação com vocês hoje.

Para quem gosta de, principalmente RPG, que o foco do canal dele é RPG, mas é RPG, mas ele fala muito de RPG ocidental também. Vamos lá que é um canal muito bom. E por último, o meu outro companheiro mineiro da mesa. Esse é de um lugar bem mais distante daqui da região metropolitana de BH. Terras ocultas, terras ocultas. Exatamente. Primeira vez participando de um podcast de games, então...

Sejam receptivos com eles, ouvintes, pra ele continuar vindo aqui. E quem sabe, fazem um podcast aí de games também. Marco, prazerão estar aqui conversando com você. Cara que eu conheci em São Paulo quando a gente matutou essa ideia. E um cara gente fina demais, cara. E aí? Você tá bom?

E aí, guys, tudo bom? Boa noite. Eu sou o Mukur, ouvinte e apoiador do Playground. Eu tenho um bom tempinho aí, um grande frequentador do PUM. E agora, com sorte, amigo dos criadores do PUM. Tô aqui pra falar do melhor Final Fantasy da história. O mais injustiçado, o que mais apanha. Mas o que tem é a melhor história, por mais que ela esteja dividida em 999 pedaços. Mas quando junta tudo, fica incrível.

Muito bom. E já aproveitando esse gancho, eu queria primeiro, antes da gente entrar, pra de fato falar sobre o Final Fantasy XV, sobre as tretas que rolaram ali anteriormente, depois de falar da história. E ouvintes, primeiro a gente vai focar numa parte sem spoiler, que vai falar mais sobre isso do...

Os problemas que ele teve no lançamento e tal, e depois a gente vai estender pela história e tal. Então se você não jogou o Final Fantasy XV ainda, pode ficar por um tempo aqui, e depois você pausa, vai jogar e depois volta. Mas eu queria saber primeiro de vocês qual é o histórico seu com a franquia. Se o Final Fantasy XV foi o primeiro, se você já gostava da franquia antes, como é a relação de vocês com a franquia?

Cara, então, a minha história com a franquia ela é meio maluca, porque o primeiro Final Fantasy que eu terminei de fato foi o XV, né? Eu cheguei a jogar o X no Play 2, mas eu perdi o save no finalzinho, bem no final. Aí eu não tive vontade de voltar, até porque naquela época eu não manjava nada de inglês.

E aí, cara, eu vi o primeiro trailer do Final Fantasy XV, né, quando trocou pra, de fato, o Final Fantasy XV ali com Stand By Me da Florence The Machine, e eu fiquei, meu Deus, esse vai ser o melhor jogo da história já feito, não tem como isso ser ruim. Comprei um Playstation em 12 vezes o 4, e fiquei lá, mano. Até o Final Fantasy saiu, até o Final Fantasy sair, eu não tinha um jogo, eu tava só aguardando ele, cara.

E foi mágico, assim. Foi muito louco acompanhar a trajetória de Final Fantasy XV, assim. Eu achei que você tinha jogado pra esse episódio. Não sabia se você já tinha jogado há muito tempo. Não, eu sou... Porra, inclusive eu tinha um pôster até pouco tempo atrás aqui, ou que vem no Playstation 4 mesmo. Que é ali na estrada e tal. E, cara, eu sou muito apaixonado pelos personagens desse jogo, assim. Me pegou muito a temática dele e eu... Porra.

Tá sendo muito louco, parece o Círculo Perfeitos fechando, assim. Vou ouvir falar dele 10 anos depois, tá ligado? Muito foda. Foi o Papo Reto, né? Quase especial 10 anos. É quase especial 10 anos. É novembro, né? É novembro. Novembro.

E você, qual é o melhor? Cara, puxando pra mim... Cara, tem muita questão de quando a gente inicia uma franquia e tem o pessoal comentar qual é o seu favorito. Normalmente o primeiro jogo da pessoa foi o favorito, né? E o Final Fantasy XV foi o meu primeiro também. E ele é meu favorito também.

Eu até fui ver aqui na minha Steam, quando que eu usarei ele, platinei ele na Steam, foi 2021, então 5 anos atrás eu tinha começado, e aí, pô, amei o jogo, e aí eu acho que o meu próximo foi o 7 Remake, não gostei muito, aí eu joguei o 16, inclusive, acho que o primeiro jogo que eu recebi, assim, de empresa grande foi o Final Fantasy 16. Eu lembro desse dia. Também é muito bom.

E joguei o 10, que o 10 também é sensacional. Chorei horrores no final também, assim como o do 15. O 15, acho que poucos jogos superam o quanto eu chorei no 15. Então, mano, jogos que me fazem chorar, eles entram nos meus favoritos muito fácil. Mas já que eu usei ele cinco anos atrás, e o meu sensor crítico era um pouquinho menor, vai ser até bom pro... Acho que o Doug jogou recentemente, né? Então eu quero ver a opinião de vocês que jogaram mais esses dias, esses tempos. Porque, sei lá, né, mano?

Quando eu joguei, eu amei. Mas eu reconheço que ele é muito imperfeito, mas eu queria muito carinho por esse jogo. E tu, Gusto? Eu acho que você é o mais veterano de Final Fantasy da mesa aqui, inclusive. Será, mano? Tipo, eu conheci a série. Eu tinha oito anos de idade. Isso não tem muitos anos. E foi... Eu tava, assim... Eu tava de férias no interior daqui de Minas, né?

tava na casa de uma tia minha, aí um primo meu virou e falou assim, chega aí que eu vou te mostrar um negócio, pro mais velho, o Rodrigo, inclusive ele mora até nos Estados Unidos hoje, ele foi e ligou o Play 1, colocou ali um CD, ligou, apareceu lá, aquele negócio do Playstation, Squaresoft, aí já começou ali a abertura do Final Fantasy VIII.

Eu fiquei, tipo assim, atordoado com aquilo. Atordoado. Eu virei e falei assim, que porra é essa? Eu fiquei maluco. E a partir dali o meu mundo mudou. É aquele tipo de evento canônico na sua vida, né? E dali eu virei pro meu pai e pra minha mãe. Ah, eu preciso de um Playstation 1 pra jogar Final Fantasy. Eles, que que é isso? Um jogo. Eu preciso jogar esse negócio. Eu já gostava de videogame, né? Já era um moleque que gostava muito de videogame. Eu tinha um Super Nintendo e um Mega Drive, né?

E aí eles, ah, a gente vai te dar, mas a TV é aquela resistência, porque Final Fantasy era um jogo de RPG. E na época, na televisão, agora vai entregar a idade, ficava aparecendo aquelas matérias de jovens se matam em cimetério jogando RPG. Ai, meu pai, meu Deus. Não posso dar pra... Esse moleque, ele vai sair correndo e vai pular no carro.

Por causa de Gunblade, de Final Fantasy. Mas enfim. Mas com o tempo eles viram que não tem nada a ver. Foram e deram Final Fantasy VIII. Aí o bagulho foi louco, mano. Porque dali pra frente eu joguei... Depois eu joguei o IX, que é um dos meus favoritos, né? Eu gosto muito... Eu tenho um carinho muito grande pelo... Não, o IX é maravilhoso. É maravilhoso, assim. Eu tenho um carinho muito grande pelo VIII. Mas aí quando veio o IX, ele foi arrabatador. Pá!

Aí eu joguei o 7, eu joguei por último do Playstation 1. O 7 eu joguei por último. Então, no início, eu não tive tanto apego ao 7. E a galera da escola falava muito do 7. Porque eles jogaram primeiro e tal. Não, que você vai gostar e tal, não sei o que, não sei o que. E com o tempo eu fui tendo apego. Tanto é que ali atrás não dá pra ver, mas tem um Sephiroth ali.

É verdade. Então, assim, aí eu fui tendo apego. Aí, dali pra frente, cara, eu comecei a jogar mais RPG, comecei a conhecer mais. E a franquia, ela se tornou um constante na minha vida, assim, a ponto de... Parte de onde o canal tá hoje é por causa de Final Fantasy. Parte das melhores amizades que eu fiz na minha vida foi por causa de Final Fantasy.

Conquistei muita coisa por causa de Final Fantasy. Então é uma franquia extremamente importante pra mim. O XV, ele veio assim, tipo, foi até engraçado, porque eu fiz a pré-venda dele. E eu assistia, na época eu assistia The Walking Dead. Não sei se vocês assistiam também e tal. Tem isso aí. Só que eu não via o episódio da internet, assim. Eu gostava de ver que passava no outro dia na Fox Channel. Eu falava, ah, não, não vou baixar esse trem, vai passar no outro dia mesmo, vou assistir.

Só que tava uma merda, The Walking Dead, na época. Sexta temporada tá horrível. Nossa.

Aí um cara me mandou, tipo assim, dois dias antes do lançamento, o cara da loja que eu fiz pra vinda aqui em BH, ele me mandou uma mensagem no WhatsApp e falou, pô mano, o jogo chegou, eu sei que você gosta. Eu tinha comprado com ele outras vezes e tal. Quer que leve aí de moto? Eu falei, o quê? Pode trazer, meu filho. Isso era tipo assim, 10 horas da noite de uma segunda-feira. Caralho. O cara chegou aqui 11 horas.

Aí a gente já foi trocando ideia, não sei o que, não sei o que. Aí eu estava vendo Walking Dead. Eu peguei o jogo, eu desliguei a televisão, fui jogar Final Fantasy XV. Antes de todo mundo, na minha cabeça, eu estou jogando antes de todo mundo mesmo. O pessoal já tinha que ver o jogo e tudo. Com certeza, com certeza. Eu fui jogar antes dos meus amigos, né? Eu não fazia conteúdo na época. Cara, felizão. E por causa de Final Fantasy XV, nunca mais eu vi da Walking Dead, porque eu larguei aquilo.

Cara, é muito grato até hoje. Porra, com certeza. Muito grato, cara. Larguei a Walking Dead por causa do Final Fantasy XV.

Tá vendo? O Pai Nopo está fazendo coisas boas aí pra vida da galera. Exato. Não sinto falta de Walking Dead. Não sinto. Tá uma merda, tá horrível. O episódio que eu vi foi o pior episódio de Walking Dead que eu tava vendo. E tu, Marco?

Cara, minha relação com Final Fantasy é muito sentimental. Meu primeiro Final Fantasy foi o X. Então, tipo assim, eu já comecei tomando, acho que, um dos piores socos emocionais que Final Fantasy pode dar pra qualquer pessoa, que é o Final Fantasy X. E, tipo assim, ele é o jogo que ele vem pra te destruir por inteiro.

E, cara, daí pra frente eu descobri que, cara, eu amava a franquia, mas o meu amor pela franquia é principalmente pela trilha sonora, tá ligado? Tipo, cara, todos os jogos pra mim são impecáveis, mas eu lembro que a primeira coisa que me conectou com Final Fantasy foi a trilha sonora de Final Fantasy. E, mano, depois eu sempre busquei novas experiências. Eu lembro que eu joguei o 4 no DS e eu sou portátilzeiro. O Vrido mesmo sabe. Não, total. O que der pra eu jogar em portátil, eu amo portátil.

E aí eu lembro que eu peguei o XV no lançamento, e uma das principais coisas que sempre me atraiu no XV foi a ideia de que, tipo assim, era uma relação de amizade, sabe? Tipo, o jogo sempre foi e deixou muito claro que ele falaria muito abertamente sobre amizade, e eu falei, cara, uma das principais chaves pra mim de Final Fantasy é quando ele toca num lado mais emotivo, ele explora isso de uma forma um pouco mais delicada e tudo mais.

E aí, cara, eu lembro que, tipo assim, quando tocou Stand By Me, eu lembro que eu falei, tipo assim, cara, isso aqui vai ser assim, ou vai ser a melhor experiência da minha vida, ou vai ser a melhor experiência da minha vida, mas eu vou ter que ir pra terapia depois, pra superar tudo que vai acontecer daqui pra frente, tá ligado?

Só que cara, tipo assim, Final Fantasy XV disparado é o meu Final Fantasy favorito, tipo assim, ele compete muito com o X, mas ele é meu Final Fantasy favorito, inclusive hoje antes da gente começar aqui eu até falei pro vidro que eu descobri que eu tenho 5 mídias físicas de Final Fantasy XV, eu tenho as duas versões de steelbook, eu tenho as três versões de capa comum e teria mais se possível, entendeu? Tipo assim, o que eu puder ter nesse jogo na minha vida eu tenho, inclusive eu tenho, eu deixo aqui na minha mesa meu noctezinho ó, da coleção de Magic.

Ele parece gostar um pouco de Final Fantasy XV. Não sei se tanto, mas parece gostar. É um amor... Não tem o total de Final Fantasy XV, mas eu quero explicar. Tem do 16, tem do 16. Tem do 16, tem do 16.

mas é porque eu tenho um problema que coisas que eu amo muito, eu tenho medo de fazer tatuagem errada, então existe muito tempo pra eu escolher e falar cara, isso aqui é a tatuagem perfeita, e eu preciso do Noctis perfeito tatuado no meu corpo, entendeu? Então, tipo, eu ainda vou encontrar ele por aí.

Mas basicamente a relação com Final Fantasy é essa, inclusive tipo assim, cara, trilha sonora do 15 pra mim poderia tocar na minha casa o dia inteiro, todos os dias da minha vida, vai tocar no meu casamento, vai tocar no nascimento dos meus filhos, todos os grandes momentos da minha vida vai tá tocando Yoko Shibomura, eu já decidi isso, tá decidido. Perfeito.

Um fato aleatório sobre a minha cabeça. Na minha cabeça, eu sempre achei o Pão de Mel extremamente parecido com o Noct, quando ele volta no final do jogo. Vai ter que lançar o caçom. Cara, isso é um elogio até. O Noct, quando ele volta. Não é de propósito? É loucuras pra ter uma noite com aquele Noct. Pô, quando você tinha o cabelo magno e falava, carai, igualzinho o Noct quando volta. Carai, igualzinho. É um elogio mesmo. Pode ficar mais um pouco, né? Que delícia, hein?

Tem que fazer o mil-win É, tem que fazer o mil-win Pegar o martelinho É, dóce, podia querer Dá uma modelada, dá uma modelada Masca chiclete o dia todo É verdade Falar pros ouvintes também, como foi meu caso Foi meio aleatório assim Porque eu tinha Comprado o Xbox One

inclusive é um Xbox One muito bonito, com aquela edição do Halo 5 o Halo 5 é uma merda foi a maior enganação em games que eu tive

O cara é foda, porque, nossa, os outros Halos são muito bons e tal. Não, eu amo o Halo. Eu comprei um Xbox One pra jogar aquilo. E quando eles fizeram aquele trailer tocando Knights of Sidonia, no Music... Nossa! Cara, eu fiquei maluco. Eu fiquei doido, assim. Eu quase saí na rua e comecei a gritar. Não fiz isso. Mas eu... Cara, eu fiquei doido. Eu sou muito, muito, muito fã de Halo. Aí quando eu joguei o jogo... Nossa, foi uma broxada, bicho. Nossa. É muito ruim. Caraca.

Mas aí o amigo meu já tinha o Xbox One e a gente fez aquela parada de compartilhar conta e tal. E assim, na época eu não acompanhava notícias de jogo e tal. Eu conhecia Final Fantasy por causa da animação que passava. Porque tinha um DVD dos clipes animados. Que tinha o clipe do filme do Final Fantasy VII, ao som do Rapa.

que eu não sei se alguém já viu isso eu sei qual que é isso a do Charlie Brown também o Charlie Brown depois fala caralho, meu Deus forjado junto com Gara vs Rock Leader nossa, velho faltou luz, mas era a dia com a com a como é a mão?

Da menina peituda brigando na igreja? Porra, esqueci o nome. Tifa. Tifa, Tifa. Porra, doideira. É um clássico da internet brasileira isso daí. Porra, doideira. E aí eu conheci o Final Fantasy por causa desse DVD. Porque na época... Eu achei incrível, inclusive. Absurdo, absurdo. É muito bom isso, cara. Maravilhoso.

E eu tinha vontade de jogar o Final Fantasy VII por causa disso. Mas eu não tive o PlayStation 1. Eu pulei do Master System 3 pro PlayStation 2. E eu não conhecia tanto... Foi mal, Doug. Mas imagina a decepção do cara ver a animação de Advent Children com o Rapa. Vai jogar o Final Fantasy 1 e ver. Que porra de bloco nojento é esse? É um moleco bonito.

Mas aí, acabei que na época do PlayStation 2, eu não joguei RPG. Então, eu tenho uma vaga de lembrança de ter tentado jogar o Final Fantasy, que tem um protagonista louro e de bonequim. Eu não lembro qual que é esse. É o 9, né? É o 7 ou 10, né? Como assim? Existia alguma coisa no PlayStation 2, além de RPG e JRPG? Ah, existia, pô. Existia. Lançaram o jogo Spawn. O Show of Horror, né? É o Show of Horror, mano.

um dos meus jogos favoritos e que moldou meu gosto musical foi Need for Speed Most Wanted. Então... Eu comecei a curtir metal por causa de Need for Speed Most Wanted. É, que é de olho. Era muito esse cara que jogava jogo de futebol, jogava jogo de carro e jogava as franquias ali da Sony, né? Shadow of the Colossus, o God of War e tal. E aí, quando veio o... Quando eu comprei o Xbox e tal,

O amigo meu falou, ah, vamos comprar, eu compro um jogo, você compra outro jogo, tipo numa promoção, tá rolando promoção. E um comprou o Magic Effect Andromeda e o outro comprou o Final Fantasy XV. Pra aí depois invertir e jogava, né? E foi assim que eu conheci o Final Fantasy XV.

Foi uma aleatoriedade, assim, eu não tava planejando jogar na época e tal. E me pegou muito, assim, na época que eu joguei. Depois tentei rejogar, eu zerei nessa época. Depois ele veio pro Game Pass, a versão de PC, eu joguei. E o save corrompeu quando a gente tá chegando ali em Nilfheim.

Foi bem já late game, assim, que foi crachar, perdeu o SEI. E rejoguei agora, aí tudo bonitinho e tal, pra gravação do cast. E assim é minha história com Final Fantasy. Perfeito. A base de o Rapa e Charlie Brown Jr.

Alguém aqui chegou a jogar quando o jogo já tava Tipo completo com todas as DLCs 2021 acho que já tava Já, já tava Eu joguei ele três vezes Joguei ele quando saiu, depois joguei de novo Depois joguei de novo Eu sei que eu zerei ele no PC, eu sei que eu zerei ele no Play 4 e no Play 5 Então eu sei que eu zerei ele Algumas vezes, então eu zerei ele Eu zerei ele horrível no Day One E eu zerei ele melhorando aos pouquinhos Sim

Foi exatamente o que eu fiz. Quando eu joguei ele já tava gold. Então eu nem pensei nesses problemas, mas eu não assisti filme, não assisti anime, não vi nada externo. Só as DLCs que eu fiz todas. O filme foi bem legal. As mídias. O filme é incrível. O filme é assistir com a minha mãe. Falei, mãe, vamos ver um negócio aqui. Onde é que vê esses negócios, mano? No YouTube?

Os episódios do anime estão no YouTube, o filme você vai ter que achar em algum streaming, só que não tá no streaming, você vai ter que abogar ele. Eu acho que é na Amazon. Streamio. Você aluga ele. Você aluga ele. Você aluga um filme que só existe no mundo digital das ideias.

Porque pra quem não sabe, né, e eu aprendi isso acompanhando o canal do Pixel, do Gusto. É por isso que ele tá aqui. Ele vai refazer o vídeo dele ao vivasso. É um maneiro. Gente, eu estava lá quando isso foi anunciado. Não literalmente lá, mas eu estava na internet. Perto. Baixando Naruto.

Pra quem não sabe, o Final Fantasy XV foi anunciado primeiramente com o nome de Versus 13. Porque seriam lançados três jogos, se eu não me engano, nesse universo da fábula Nova Cristales. E foi revelado lá em 2006, então era pra início do Playstation 3 que foi revelado. Era exclusivo do Playstation 3.

Exatamente. E o Gusto tem até uma história legal sobre isso da ansiedade que ele teve lá, que a gente chamou justamente pra ele falar sobre isso antes de eu continuar. Muito triste, você comprar um videogame só pra jogar esse trem e o jogo nunca sair, né? Mas enfim. Ô, Gusto, posso falar uma coisa? Eu comprei o meu Play 3 por causa de um jogo, que foi Metal Gear Solid 4.

Pô, valeu a pena, demorou séculos pra vir. Mas tudo bem, seu jogo por anos, ele só ficou lá. Ele não dá pra emular direito, tá ligado? Meu primeiro salário foi na Santa Efigênia e, porra, parcelei lá, pô.

Seu investimento fez sentido. Fez tanto sentido que ele só ficou lá. Ele não foi pra outro lugar. Eu tenho a mídia física aqui ainda. Eu tenho a mídia física dele. E o legal é que a mídia física dele é barata. E vale muito a pena você comprar, porque é mídia física old school. Então tem muita coisa. Tipo assim, vem com livro gigante. Vem fotos sensuais do Kojima. Tem muita coisa. E é bem legal. É bem legal. É bem legal.

Cara, é... Pra contar a história, né? Por favor. Nossa, tipo, na época, né? Eu só vou dar um contexto, porque quando ele foi anunciado, eu ficava muito naquele site de Final Fantasy Brasil, assim. O dia inteiro. Porque nessa época, foi a época que eu tava mais fã de Final Fantasy. Ele ia entre 2006 e 2007. Porque eu tive... Quando eu tinha um PC...

Então eu tive como resgatar os Final Fantasy que eu não tinha jogado, que foi 4, 5, 6, né, Super Nintendo e tal. Eu tinha uma vivência muito grande de Play 1, Play 2, né? Mas os Final Fantasy mais antigos não. Então eu tava jogando de tudo ali na época, saiu muita coisa. Saiu o Dage of Server, saiu Final Fantasy 12, que é o meu favorito. Ele fica transitando com o 9, mas também amo muito.

E naquela época, cara, saiu Adventure in Chield, sabe muita coisa de Final Fantasy. Então estávamos num momento muito bom pra franquia, né? E ali eu lembro que quando saiu... Foi na Tokyo Game Show, se eu não me engano, de 2006 que anunciou esse negócio. Era outro rolê, era outra coisa. Era outra coisa. E eu vi naquilo e ficava, meu Deus, esse Final Fantasy aqui parece Kingdom Hearts. E na época também Kingdom Hearts 2 tava fazendo muito sucesso, né?

inclusive até hoje eu acho um dos melhores jogos de action RPG que a gente tem no mercado eu gosto muito do que eles propõem a fazer mas eu vi tudo aquilo, eu fiquei maluco eu fiquei doido, só que tipo assim gente vamos ser sinceros você é brasileiro você não tem condição de comprar um videogame quando você é um moleque

que o videogame, ele não tem ali desbloqueio, né? Então eu tive que comprar, pedir, comprar não, né? Porque eu era um moleque. Tive que pedir pra minha mãe 360. Só que 360 não ia ter o jogo, né? Não ia ter o... Só um minutinho que eu vou mandar a Alexa calar a boca. Alexa, para. É, porque eu boto lembrete. Mas enfim, aí eu pedi...

Ela é fazendo inveja aí, cara. A virginidade dele é fortemente aí no corpo. Atenção, mulheres. Ou homens. Vai saber. Atenção!

É, aí, pô, aí eu, pô, tipo, o Final Fantasy XIII saiu, né, pro 360, mas o Versus XIII não ia sair. E eu tava, de verdade, eu tava muito satisfeito com o Xbox 360. Pô, baita videogame bom. Mas só que tem aquela, né, eu tenho que jogar Metal Gear Solid 4, sou um fã de Metal Gear Solid.

E eu tenho que jogar versus 3. E, cara, ficou anos sem nada desse jogo. Até que saiu um trailer de 2011. Um baita de um trailer. Pô, aquilo ali, velho, você tem 18 anos de idade. Você tá no auge da sua vida, Ed. Você fica doido, sabe? Fica maluco. Aí, pô, vendiu 360. Tenho que ter um PlayStation 3. Meu Deus, é agora. Comprei o PlayStation 3, que é a coisa toda e tal. Não sei o quê. O jogo nunca saiu pro PlayStation 3. Pelo menos eu conheci a Antearted.

Cara, eu acho que o ponto chave vai ser as histórias. O que fizemos por amor por Noctis, tá ligado? É, não, bicho, tinha fake no Orkut na época. O que fizemos por amor por Noctis, Lucius Caelo. Tinha um cara, tinha um cara que tinha um… Em 1360. Tinha um cara que tinha um fake de Noctis e ficava, tipo… Ele não tinha o nome de Noctis na época. O nome dele, o nome dele era Storm. Você tinha Light, você tinha o Storm. É verdade.

Tá ligado? E esse cara ficava com o nome de Storm postando. Eu lembro desse infeliz porque ele ficava falando que Final Fantasy 18 era ruim. E eu ficava puto com esse cara. E aí fica o crack Storm ali, tá ligado? Então assim, o personagem nem existia. O maluco já era fã.

ele já era fã eu acho que foi esse o impacto que o jogo teve na época porque muita gente você pega os trailers né eu tive que colocar pouca imagem no vídeo que eu fiz porque a Square Enix tava dando strike então eu tive que dar uma rebolada ali não sei porquê não sei porquê de verdade mas ali o conceito do jogo era muito legal e aquela música da Yoko Shimomura Apocalipsis Nautics todas essas coisas que a gente conhece ou seja

Isso aí já é desde 2006. Isso aí tá lá tem muito tempo já. E aquilo ali eu acho que pegou muita gente, né? Eu sempre achei estiloso pra caramba, né? E muita gente ficou animada. Então, assim, é um jogo que fica no imaginário de muitas pessoas e ficou no meu e eu acabei ficando sem 360 por causa disso. Anos depois eu acabei comprando de novo.

Mas é esse, e é bom ouvir o relato dele, porque ele acompanhou essa parada toda e tal, pra ver o impacto que foi a revelação desse universo da fábula nova Cristales, né? Porque, no final contas, ele tava muito no hype na época.

teve essa parada, só que aí veio os problemas de desenvolvimento, né? O Tetsuo Enomura, que não à toa ele, o jogo, lembrava Final Fantasy, lembrava o Kingdom Hearts, porque ele é também diretor de Kingdom Hearts, se não me engano, né? Então ele tava puxando essas coisas, e com isso dele tá dividindo entre Final Fantasy e entre Kingdom Hearts, ficou muito tempo sem novos anúncios em relação a Vâ 저희가 Vâ 저희가

Final Fantasy Versus 13 e tal. Ele tava fazendo dois jogos ao mesmo tempo, mano. Exatamente. O japonês é... E não mostrava nada de nenhum dos dois. Ele fez uns cinco jogos no período, tá? Ele fez o The World's Dance With You, DS. Ele fez dois Kingdom Hearts. Dois Kingdom Hearts DS, no caso. Sendo que um era um Kingdom Hearts de celular, que depois foi virar jogo de DS. O Coded, o Coded. O Coded. Ele fez o Birth by Sleep, PSP, né?

que é um dos meus favoritos também. E ele teve que emprestar... Ele tem muitas tatuagens, né? Ele tem, né? Eu tenho terra, cara. O terra é o homem. Ele é lindo, ele é um rapaz bonito, graúdo. Cara, e ele... E ele emprestou a galera pra fazer o Final Fantasy XIII. Então, tipo assim, ele também trabalhou no Final Fantasy XIII porque ele é o designer de personagens, né?

Ele está nessa até hoje, né? Ele dirigiu o set remake, não? É, sim. Ele dirigiu o set remake. O King of Hearts 4. É, ele dirigiu o set remake. A gente ainda vai chegar lá, mas esse homem, ele estava fazendo, na época do Final Fantasy XV, ele estava fazendo a mesma coisa, né? Do mesmo jeito. Ele é completamente... Viciado em trabalhar, viciado em trabalhar.

Eu diria que ele é japonês. Eu diria que ele é japonês. Sinônimo. Então, os outros jogos que foram revelados na época foram Final Fantasy XIII e foi o Type-Zero, né? Que acabou saindo pra PESA. Sim, o Agito. Foi o Agito. Isso. E depois de um tempo, né?

ficou soltando alguma coisa, soltava uma coisinha e outra. Só que em 2013, ele foi rebatizado como Final Fantasy XV, né? E que trailer, meus amigos? Que trailer foda, tá? Meu Deus do céu, cara. Isso aqui fez isso ser dito. O final mostrando, pô, as montagenzinhas, pô, cada personagem ali num quadradinho. Toma na sua cara aí, 15, pô. Eu dei um tiro pro alto, pô. Pô, caralho. Foi muito bom.

E acabou que o próprio Final Fantasy XIII acabou virando meio que uma trilogia, né? Porque tem o Final Fantasy XIII, o XIII e o Lightning Returns, né? Que eu pretendo jogar um dia. A gente, no Player 1, tem que fazer a trilogia dos Final Fantasy Odiados. Que é o Final Fantasy XV, o XVI e o XIII.

Nossa, eu nunca tive vontade nenhuma de jogar o Final Fantasy XIII. Que isso, que isso. Eu já tive um tempo. É bom, é bom. Vocês vão gostar. Se vocês gostaram do XV, vocês vão gostar do XIII. É mesmo. Eu sei que tem o Troy Baker. Aí quando eu ouvi o Troy Baker, eu... Eu tenho o Troy Baker. Os que eu mais tenho interesse em jogar é o 6, o 9 e o 12.

O 6 eu comprei pra Switch. Tu mirou legal. Tu mirou legal. Tu mirou legal em 3 anos de bolsa. O 9 não tem como errar. O 9 não tem como errar. É. Vai ser o meu próximo, com certeza. Perfeito. E em 2014, um ano depois da revelação do novo nome, Final Fantasy XV...

Foi anunciado que o Tetsuya Nomura sairia do projeto e viria o Hajime Tabata, né? Que já tinha feito o Chris Corey, tinha feito outros jogos, né? Type-0? Franquia, exatamente. O Type-0 é bom, eu não joguei. É bom? É bom? É bom? É bom. E acabou que nessa mudança, né, pro Hajime Tabata, o jogo mudou totalmente a vibe que ele tinha ali do... Que tinha sido revelado pro Versus 13, pro agora Final Fantasy XV e ele.

indicando que provavelmente esse jogo foi realmente feito em, sei lá, 3 anos, 2 anos aí, né? Pegou coisa que já tinha do Versus 13, mas ele mudou e deu a cara que ele queria mais e tal, pro que ele imaginava que seria o certo a seguir no Final Fantasy XV. E em 2016, aí sim, depois de 10 anos...

do primeiro anúncio desse jogo, foi lançado em 29 de novembro o Final Fantasy XV.

E ele chegou com algumas polêmicas, né? Primeiro porque a principal crítica da galera é justamente a história ser fragmentada. Eu não sei se vocês viram as outras mídias de Final Fantasy XV, que ele tem o filme, que é o Kingsglaive, ele tem o Brotherhood, que é o anime de cinco episódios, o anime curto e tal.

E ele veio também com algumas DLCs e era planejado mais DLCs ainda, só que a Square... Tem uma novel também. Tem uma novel. Tem um livro que é uma novel. Exatamente. Mas essa novel, se eu não me engano, seria as DLCs que foram canceladas e eles fizeram a novel, né? Pra contar o final.

sinceramente, eu vi um resumo, porque eu não manjo muito inglês, e teria que buscar pirata e tal. Eu acho que piora a história do Final Fantasy XV, eu gosto mais de como ela termina no jogo e tal. É isso que eu ia perguntar pra vocês, se essas mídias novas pra vocês, é que eu não assisti, então eu vou perguntar pra vocês. Elas...

melhoraram a história pro 6, ou se tipo, o 15 sozinho como ele é com as DLCs já funcionou muito bem porque eu gosto muito do jogo, dá pra sentir que tem um momento que parece que faz um corte imenso ali, mas tipo como um todo, eu acho muito bom ele racha, ele é foda assim, quando vai fazer a transição de tipo, ah, personagem X vai ter a história dele agora porra o mesmo

Parece que o cara morreu, tá ligado? Ele falou, pô, aqui parou o jogo, tá ligado? Você vai comprar o bagulho, se você quiser saber o que vai acontecer, senão, p*** esse irmão. A gente vai seguir. É muito assim, tipo, galera, eu preciso ir ali dar uma mijada, e soma. Cara, eu não vou dizer isso, né, mano? O cara só some e tem que som. Ele falou, Knox, eu sei que vocês estão precisando de mim, mas, pô...

Tem que fazer o meu bagulho lá. O Pronto e o Ignis eu sinto que é melhor encaixado, mas o Gladio literalmente... Vou ali, mano.

É, é mais orgânico. Eu acho que o anime é essencial. Eu acho que o anime é essencial porque o anime, ele forja melhor a relação de amizade deles. Porque, tipo assim, você já encontra eles ali no começo como amigos, mas você não entende, tipo, toda essa construção, de onde vem esse peso, essa intimidade deles. Então, cara, tipo assim, pra todo mundo que pergunta, tipo, ah, qual mídia não tem como abrir mão? Eu falo, cara, o anime Brotherhood não tem como se abrir mão.

Porque, cara, você entende melhor a relação de amizade deles e o quanto a convivência deles ali é algo que é construído desde muito tempo, tá ligado? Tipo, eu acho que o Kingslave dá pra você, tipo assim, não é essencial, talvez dê pra você, tipo... Só se realmente você quiser entender a parte política ali do início da história, ele aprofunda melhor os conflitos ali entre as regiões. Até em questão da Luna Freya tem mais coisas no filme. Ela é uma personagem central do filme também, né?

Sim, sim, mas cara, pra mim o anime assim... E pra mim, cara, ver Final Fantasy XV completo é, tipo, cara, entender o que uma pintura tá finalizada, tá ligado? Tipo, ele sozinho, ele é, tipo, realmente um diamante bruto, mas quando você lapida toda a história e junta os pedaços ali, ele vira um quebra-cabeça perfeito, muito bem encaixado, tá ligado? É, tem... E vocês acham legal essa prática de inflar o universo por outras mídias, assim? Porque foi mais tirado do que...

Cara, eu acho legal inflar o universo, mas eu não acho legal o universo vir quebrado, tá ligado? Tipo assim, eu acho que, tipo assim, você pode entregar um universo completo e inflar ele, tá ligado? Por exemplo, o anime seria uma… ele ia inflar de uma forma legal. Tipo, ó, a gente vai te contar a história deles antes, até porque não tem porquê você jogar com eles criança, tá ligado? Agora, por exemplo, as DLCs ali que vieram depois, aqueles buracos na história, pra mim aquilo ali é completamente…

Ele podia estar no jogo, né? É, tinha que estar no jogo já, é uma falta de planejamento ali bem zoada.

Então, quando anunciaram essa parada de tipo, que seria um jogo muito transmídia, né? Ele ia abordar todos os... tudo que ele podia. Tem carro do Final Fantasy XV, tá ligado? Um Audi. Bonito pra cacete, inclusive. E tem o filme, tem o anime, e pô, tem... Você sente que é uma parada que hoje... Hoje tem empresa que faz muito isso. A Capcom faz isso também, tipo, de pegar o...

o produto deles e transformar em marca. Foi assim que o Resident Evil 9, agora que tem... Teve carro e teve relógio. Mas eu vejo que foi uma parada muito embrionária e que foi, tipo, meio que um autoinvestimento de, tipo, cara, esse é a fantasia final, tá ligado?

A gente tem que vender essa parada como a fantasia final de fato. E por mais que eu ache que esses produtos sejam bons, eu acho que o jeito que a Square Enix meio que bagunçou isso, deixa meio que um gosto ruim na boca, assim, quando eu paro pra pensar sobre... É meio pedidoço, né?

É meio agridoce. É bem agridoce, cara. Eu acho o filme poda, acho o anime poda, mas, cara, como eles não tiveram esse cuidado com a produção do jogo, fica meio... meio triste de ver o final. É que, assim, eu acho que foi... O contexto da época também é muito importante, porque veio de um Final Fantasy XIII que foi uma bagunça completa, assim, e que também já vem de Final Fantasy XIV, original, né? Não é o Home Reborn, que hoje é um sucesso.

E suas expansões. Mas o Final Fantasy XIV original, ele quase destruiu a Square Enix. O que quase acabou. Então, eles vieram de um contexto financeiro muito esquisito. Aí você tem as sequências do Final Fantasy XIII, que por incrível que pareça, eles são muito populares no Japão. A Light é um personagem muito popular lá. E o primeiro vendeu muito bem, o segundo vendeu ok, o terceiro não vendeu bem.

Mas eu considero jogos legais, bons. Mas enfim, o Final Fantasy XV, muitos desses produtos serem do jeito que eles são, é por causa dos problemas de produção que o jogo teve também. Então assim, se você pega o trailer do Versus 13, um dos últimos que saiu, todo aquele trecho do Kingsglaive que acontece em Zomnia...

tá no jogo. Era pra ser vivido com o Notix e a turma, sabe? Então, assim, é uma pena não ter isso, sabe? É muito triste, porque você vê ali que tinha uma... Tudo bem que era um pouco diferente e tal, mas seria legal ver aquilo acontecer, você jogar aquilo. Eu adoro Kingsglaive. Inclusive, eu acho ele imprescindível pra, tipo, pra Luna Freya mesmo, que é um personagem que fica ali o jogo inteiro. Você fica Luna Freya, nós vamos encontrar Luna Freya, nós vamos encontrar Luna Freya. Quando você encontra Luna Freya...

Tadinha, né? Foi jogar no Vasco. Foi vixar a camis do grande, glorioso Vasco. Aí, assim, então é uma personagem que ela é muito presente no jogo, ao mesmo tempo que ela não tá muito presente no jogo, mas no filme você entende muita coisa.

Aí tem essas questões, né? Você tem um anime que é pra dar uma encorpada, você tem um filme que é pra dar uma encorpada, mas eu sinto que... Eu gosto, Tati, de todas essas mídias. Eu amo elas. Mas eu sinto que elas existem porque eles precisavam apressar o lançamento daquele jogo. E foi exatamente isso que aconteceu. Hoje em dia a gente pega normalmente um jogo AAA. Até na época mesmo, tá? Você pega normalmente um jogo AAA e ele fica o quê? Quatro, cinco anos em produção? Assim, mínimo, né?

Hoje no Tripoyer tem um pouco mais, não é? Tem jogo que começou a ser feito em 2020 e está sendo lançado agora. Então, tem todas essas questões também. E o Final Fantasy XV, eles resolveram ali em três anos e meio, e é isso. Tinha que lançar, tanto é que o jogo chega a ser adiado, ele era para ter saído em setembro, saiu em novembro. Eles fizeram um mega evento, não sei se vocês lembram a época, mas eles fizeram um mega evento, assim, tipo...

um evento pra trazer a turma e falar, ó, galera, Final Fantasy voltou. Levaram o Sakaguchi, levaram o Emak, levaram todas as figuras lendárias ali de Final Fantasy. Então isso tudo tem um contexto à época. E eles gastaram muito em dublagem, tanto é que quem dubla o personagem Nyx no filme é o Aaron Paul, que é o... Nossa, é verdade. Quem dubla a Luna Freya é a Alien. Ah, Day, que é a Cersei. É, do Game of Thrones, tá ligado? Ela que dubla... Não tem nada a ver com o jogo, mas ela que dubla. Então, assim,

Eles investiram muito em marketing nesse jogo pra ele vender e deu certo, porque o jogo vendeu muito bem no lançamento dele, mas eu sinto que todas essas coisas, elas existem, não foi só apenas pra expandir o universo. Que Final Fantasy, no geral, eles expandem o universo quando os jogos são populares, né? Você tem toda a compilação de Final Fantasy VII, você tem Final Fantasy X, que tem audiodrama... 5 milhões de Final Fantasy VII.

Sim, você tem... O próprio Final Fantasy 5, eles tiveram um anime. Final Fantasy 4 tem continuações. Você tem tudo isso. Mas eu sinto que foi uma coisa de... A gente precisa encaixar, a gente precisa tapar buracos. Então nós vamos lançar esses conteúdos aqui. Alguns deles seriam o anime. Eu acho muito da hora ser o anime. Mas o filme eu queria que ele tivesse dentro do... Seria um prólogo?

incrível, assim, pra Final Fantasy XV, que é um jogo muito bom, mas seria um prólogo incrível ali pra ele, né? E depois eles começaram, assim, o jogo deu certo financeiramente, óbvio, mas eles começaram a tacar a DLC, colocar coisa ali e tal, pra mim melhora, pra mim melhora, mas assim, é muito sintoma da época, da forma como o jogo saiu e todas essas coisas.

Eu acho até pra reforçar, né? Já que nessa primeira parte a gente tá mais sem spoiler e tal. Mas o filme, eu também julgo como essencial. Assim como o Gustav. Porque o jogo te coloca falando, ah, você vai lá casar com a Luna Freya e é isso. E lá no filme que vai explicar melhor por que você tá casando com a Luna Freya. Tem toda uma questão com o Império Nufi-Hein pra isso e tal, né?

Que no jogo vai explorar, às vezes em flashback, às vezes em diálogos, mas bem lá na frente, né? Enquanto no jogo, se você assiste o filme e já vai pro jogo, aí você já inicia tendo essa noção do que você tá indo fazer e de coisas que vai acontecer, e eu acho isso muito engraçado.

quando tem ali a notícia do que aconteceu e tal, que a gente vai entrar daqui a pouco na parte de spoiler ele já joga imagem do filme, né? na época que eu vi que eu joguei, que eu não sabia da existência do filme que eu joguei foi, sei lá, 2018 foi bem bem

Perto, assim, do lançamento. Foi bem na época que saiu o Royal Edition, né? É, foi mais ou menos. Foi mais ou menos. Só que eu não joguei a Royal Edition. Foi antes de lançar. Eu só joguei o jogo base mesmo. Tanto que aí eles sumiram. Como vocês falaram, a Guardia sumiu. O que que tá acontecendo? Mas...

Eles jogam ali as imagens dos filmes mesmo, ali nos sonhos que o Noctis tem, na visão, e você fica meio sem entender. Nem lembro disso, velho. As visões que ele tem, ele tem um pesadelo e acorda com a notícia do pai dele. O pesadelo que ele tá tendo são as imagens do filme. E outras...

outras coisas que acontece no jogo, tem as imagens do filme, assim, você fica meio, pô, mas... Aquilo lá aqui é um... um visual que, tipo, tá tudo azul e o Noctis tá tentando pegar a Luna do filme?

Não, isso não. Isso não. Isso é do Homem Trailer. Teve até trailers meteram no meio. É. Tem um trailer meio maluco, assim. Você pode crer do Noctis caindo, porra. Caindo, é. O Noctis metralhador. O que é isso? Nossa, o Noctis metralhador. Você não faz isso uma vez no jogo? Não, não faz.

Os caras reaproveitou tudo que tava. Essa parte que o Pão de Mel tava falando é até engraçada, porque destoa muito a arte do resto do jogo. É bizarro assim e tal. Cara, eu entendo de verdade a essencialidade do Kingslave, mas eu não veria ele como um bom prólogo, porque ele ia revelar coisas

que talvez a gente não pudesse saber, talvez a gente não lidasse com alguns sentimentos do Noctis. Eu sinto que, cara, parte de você não saber muita coisa, da mesma forma que o Noctis não sabe, ele não entende o que está acontecendo politicamente, ele só sabe que ele está indo casar para resolver...

por motivos políticos e tudo mais, pra não dar spoiler, obviamente. Se aquilo, se a gente tivesse um prólogo daquilo e a gente entendesse tanta coisa que acontece no Kingslave, talvez a gente não conseguisse acompanhar o processo daquele sentimento doloroso do Noctis, entendeu? Porque a gente meio que já saberia, tipo, esse cara vai passar por isso em algum momento, entendeu? Então eu sempre falo, tipo assim, cara, eu veria o Kingslave na metade do jogo, tipo...

Depois que você recebe aquela notícia ali, aí você para e vê o Kings Lane. Exatamente. Foi aí que eu peguei pra ver o filme. Que eu tava enrolando pra ver o filme. Porque eu falei, ah, duas horas de filme, né? Eu sou meio preguiçoso, assim. Por mais que eu tô voltando... Desde o ano passado eu tô vendo mais filme do que eu via antigamente e tal. Mas ainda duas horas e tal. Falei, ah, vou deixando. Aí quando ele recebe a notícia, eu falo, pô, agora eu vou ver o filme.

Aí eu fui ver o filme e eu acho que é a ordem melhor, assim. De ir misturando as mídias ali. Cara, Final Fantasy XV é o Star Wars dos videogames. Cada pessoa tem sua forma de escolher como ver. Gostei disso. Entendeu? Gostei disso. Cada pessoa vai escolher sua forma de ver, como encaixar cada vídeo. Tipo, ah, começa por aqui e tal. Final Fantasy XV é o Star Wars dos videogames.

de ouvir, não tem como. Inclusive, eu tenho... Se eu lembrar, vou colocar no post do episódio, um tweet que eu vi, de uma pessoa que organizou da forma que ela acha melhor ver e tal, que eu segui essa forma e eu achei perfeito, assim. A forma que a pessoa deixou, assim, escrito. Só a única mudança que eu fiz foi a questão de ver o filme quando ele recebe a notícia, assim, que a pessoa recomendava ver antes de jogar o jogo.

a Xixi foi a partir do momento que ele recebeu a notícia. Mas, caminhando para o final da parte sem spoilers, eu queria perguntar a vocês se vocês acham que esse é um bom Final Fantasy para quem está ouvindo e não jogou a franquia. Se é um bom primeiro Final Fantasy ou se tem outros Final Fantasy para quem jogou outros Final Fantasy que considera melhor para ser a porta de entrada para a franquia.

Pera, eu vou falar como o que provavelmente, pelo menos dos três convidados aqui, o que menos jogou Final Fantasy, eu acredito, né? E foi o meu primeiro Final Fantasy, eu joguei recente ainda, né? Já que Final Fantasy é tudo meio antológico, né? Foda-se qual você joga primeiro. Eu acho que sim, até porque normalmente o público em massa é um pouco menos suscetível a jogar turno, né? Então eu acho que o Final Fantasy XV como um action ali é...

Dá pra iniciar bem na franquia. Até porque eu gosto muito das mecânicas dele, pelo menos... Quando eu joguei ele, não sei se ele era assim no lançamento. Mas eu acho muito legal a mecânica de você dar comandos pros aliados, eles vão fazendo combo juntos, aí você se joga pra cima. Lembra muito a gameplay do Kingdom Hearts, inclusive. Tenho certeza que tem esse pinguinho do Nomura.

No jogo. Então acho que sim, mano. E tem muito conteúdo extra. Eu sinto que ele foca bastante em pegar mais público. Acho que eles mudaram bastante. Trocaram turno e foi polêmica, né? Justamente pra tentar pegar esse novo público mesmo. Acho que sim, mano.

É a odiada e amada Luminum Zengine, né, cara? Tipo assim, ela é linda, mas às vezes ela dá um trabalho. Cara, eu acho que a Square, ela cumpre o que ela promete a primeira vez que você coloca o jogo no videogame. Não sei se vocês lembram, mas quando ele abre, antes de qualquer coisa, ele aparece escrito assim, um Final Fantasy pra fãs e novatos, tá ligado? Ele já se dispõe a isso, ele já se dispõe a receber esse novo público. E eu sinto que, cara, tipo...

Ele faz isso muito bem, ele tem política, uma política leve de você entender, ele trabalha com textos emocionais que, cara, prendem uma pessoa que talvez não jogue tanto Final Fantasy e se permita ali se envolver naquela história. Então, cara, eu sinto que, pô, pra um... Eu indicaria ele, assim, tipo assim, cara, eu acho que eu... Eu só indicaria, talvez, assim, o 9 antes dele, porque eu sinto que o 9 realmente é masterpiece, tá ligado?

Tipo assim, não tem como a pessoa jogar o 9 e não falar, cara, isso aqui realmente é...

surpreendente, mas ele é, cara, pra um novato eu acho ele muito receptivo, sabe? A própria Luminous Engin é muito receptiva, assim, de gameplay, ela não tem aquela coisa truncada entre muitas aspas de turno, né, que algumas pessoas não gostam e tal, mas eu acho que, tipo, cara, ele é bem receptivo pra um novo player, sabe?

Eu gosto, eu acho ele até uma porta de entrada muito interessante. Eu acho que ele foi, tá? Quando ele saiu, eu conheço muita gente que o primeiro Final Fantasy foi o Final Fantasy XV. Tanto é que às vezes eu crio conteúdo sobre Final Fantasy XV. O perfil das pessoas que aparecem comentando, falando sobre o jogo, às vezes são de pessoas que não jogaram outros Final Fantasy. Elas gostam de Final Fantasy XV. Então dá pra ver que foi uma baita de uma porta de entrada à época.

Pra franquia também. Eu acho que é um bom Final Fantasy. Acho que ele é super amigável pra novatos. Eu acho que ele tem uma trama boa, que não é uma trama tão complexa de se entender, embora ela tenha as suas complexidades. Você tem personagens carismáticos, né? Não tem como, assim, pelo menos na minha perspectiva, acho que não tem como não gostar daqueles quatro personagens, cara. Assim, a dinâmica deles é muito boa. Não confie que não gostam. Não, é. Como grupo, eles são muito bons, assim, né?

E assim, é que às vezes você tem muitos perfis diferentes de pessoas pra jogar videogame, né? Então, se uma pessoa joga videogame, ela não é tão ligada em RPGs e tal, cara, é um ótimo jogo pra você começar, inclusive a jogar RPG. Se uma pessoa gosta de RPG, ela já tá acostumada com JRPG, e ela já é uma pessoa mais entusiasta, ela gosta de entender como a franquia funciona, como ela é, que não sei o quê, aí eu já até recomendo, de repente, um Final Fantasy V.

um Final Fantasy IX, que pra mim é o que condensa melhor tudo que a franquia é como um todo, mas eu colocaria o XV como um dos melhores, assim, pra começar, com certeza. Eu e você até suspeito pra falar, né, Brida? Você... Pô, pode crer, né? É que, pô, assim...

Depois que eu rejoguei ele, eu fiquei meio pensativo sobre ele ser uma boa porta de entrada ou não. Mas eu acho que, com certeza, por causa dos personagens dele, ele é muito difícil não indicar ele por isso. Mas, porra, cara, o combate dele eu acho que deu uma... envelheceu um pouquinho mal, assim. Porque...

Quando... É que eu não... É que agora eu vou admitir isso aqui, tá? Eu vou admitir isso aqui. Eu joguei no New Game Plus, no level 99. Ah, aí também, cara. E eu usei só o anel do Noctis no jogo inteiro. Porra! Porra!

Tá certo. Ou seja, você não jogou. Não, calma. O Anel do Nox é só o... Eu vim pela história. Eu vim pela história. Eu tinha que relembrar as coisas. Mas quando eu lembro... É que eu não sei o quanto eles arrumaram isso no jogo, inclusive. Vai ser bom o Doug me falar.

Porque antes o combate, cara, além dele ser meio bagunçado, né, enquanto ele tava funcionando, tinha uns personagens que, porra, o Prompito, ele caiu toda a batalha, toda a batalha ele ia de base, assim. Mas eu acho que, relevando isso, eu acho que ele é o mais de boa pra entrar justamente, porque ele tem muito conteúdo de Final Fantasy pra você consumir ali, sabe?

E eu, ouvinte, só joguei Final Fantasy XV e o 7,5. Que agora eu tô jogando. E já dando spoiler aí, vai ter episódios sobre Final Fantasy XVI também. Tô jogando Final Fantasy XVI. Finalmente. E pretendo esse ano, pra não ficar só nesse Final Fantasy XVI, que é uma franquia que eu tenho vontade de jogar boa parte dos jogos, pretendo ainda começar pelo Final Fantasy VI, dessa leva mais antiga de Final Fantasy ali na Pixel Remaster e tal.

Mas pra mim funcionou bem, tanto que eu gostei muito do jogo. Depois que lançou o 7 Remake, tive vontade de ir no 7 Remake. Tava com vontade de jogar o 16 e por causa de a gente vai gravar o podcast.

Eu tô jogando, foi uma boa desculpa pra finalmente começar a jogar aí. E tem esse interesse pelos outros da franquia. Eu tenho, se eu não me engano, eu tenho o 8 e o 9 aqui. O 13 eu tenho aqui também. A Pixel Remastered eu tenho aqui, tudo aguardando no meu backlog pra começar a jogar.

Então, ouvintes, pra quem não jogou Final Fantasy XV e não quer saber de spoiler, um abraço pra você, né? Até o próximo episódio, mas volte, né? Se você jogar o Final Fantasy XV, porque agora a gente vai começar a parte de spoiler. Então, quem ficar, tá por conta e risco.

E vamos começar com a introdução do Final Fantasy XV, que tá ali. A parte menos essencial, que é o Nocturne ali, com o pai dele, pá, tal, tchau pai, tô indo viajar. E a parte realmente essencial é a parte que estraga o carro e tem que empurrar o carro e vem a música subindo. Porra! A introdução do... Achei que você ia falar da bunda do Gladio. Não, assim, antes de a gente começar... Aquele colar de couro bem estruturado. Bem, bem, assim.

Antes de começar, eu queria perguntar qual é o best boy de cada um, né? Qual é o membro da party favorito de cada um aqui? Meu bias, como diz o pessoal do K-pop. Perfeito, não conheço esse termo. Nosso bias, nosso bias. Isso, cara. Eu amo todos, mas o Ignis, ele é gold demais, mano. O cara é muito foda. Até cego, o cara é pica, mano. Tipo xiriou, mano.

O cara é o pai do grupo, mano. O cara é um bom cozinheiro. O cara é bonitão. É responsável. O cara é muito foda. E aí, em inglês, eles falam num sotaque britânico. Britânico. Não, eles... Velocado. Cara, não. Não acredito que vocês jogaram o Final Fantasy Quiz em inglês. Quero dizer... Eu tira o joguinho de japonês. Eu joguei em japonês. Pelo amor de Deus, não se joga... Quem trouxe esse cara aqui, na moral. Quem trouxe esse cara aqui?

Eu joguei nas duas. Eu jogo sempre nas duas. Eu sempre jogo nas duas. E a segunda vez eu joguei em inglês. E eu só joguei em inglês porque eu vi o filme e o filme tava só em inglês. Aí eu joguei uma parte em japonês e falei, ah, já que eu vi o filme, vou continuar em inglês. Aí eu botei em inglês em cima. Mas joguei nos dois idiomas. Assim e tal. Se tivesse dublado, eu tinha jogado dublado em português no Brasil. É verdade. Aí sim, aí sim. Imagina o Noite.

Qual o seu favorito? Vamos lá, vamos lá. Cara, eu sei que você vai chutar que é o Promputo, que eu tenho síndrome de protagonista feliz, mas não é o Promputo, cara, não é o Promputo. É o Noctis, cara. Mas assim, por motivos muito óbvios, tipo, cara, ele é melancólico. Ele é o Shadow do The Red de Gerroga. Ele é o Shadow ali, mas cara, não é por isso. Eu gosto muito, muito, muito do design de personagem do Noctis. Eu acho que o design de personagem dele é...

Cara, é tipo assim, um dos melhores designers de personagem de Final Fantasy, se não for o melhor.

É o Sasuke, só que em 3D, né? É o Sasuke. Não, não, ele vai além. Não tem uma tatuagem da Noctis, o puta Sasuke no braço aí. Cara, ele vai além, ele vai além. Cara, pra... Cara, na Scorpion, ele só perde design de personagem pra mim, pros personagens de The World's End of Fuel. Pra mim, cara, os designers de personagem de The World's End of Fuel são fora da curva. É, foda. Meu Bias é o Noctis, não tem como. Alguém gosta de fivela de cinto ainda, não tem jeito. Poxa, tá doido.

Gusta, Mystic Pixel. Cara, eu gosto do Prompto. Ele tira foto, eu gosto de tirar foto.

Perfeito. Muito bem falado, muito bem dito. Eu fico entre o Ignis e o Gladius, assim. Tem hora que se me perguntar é um, se me perguntar é outro. Porque eu acho que o Gladius, ele é muito foda em trazer o Noctis pra realidade, assim. Ele é tipo o cara que se o Noctis começa, ah, tô triste, aí ele vai dar quase um soco nele pra ele voltar pra realidade. É verdade.

Cara, ele, pra mim, o Gladius, ele aparece no trem. Tipo assim, até o trem ali, ele, tipo assim, beleza, ele é o escudo legal, o proteger. Mas quando ele dá um come no Noctis no trem, você fala, cara, esse mano, realmente, ele mantém esse grupo unido. E ele é o cara que, se precisar da sermão, ele vai dar sermão. É verdade. Tem um termo que a gente... Trazendo conhecimento de basquete, não sei se alguém acompanha basquete aí.

Mas ele é a cola, assim, do time, né? Porque tem um tipo de jogador que a galera chama de cola, que faz o time funcionar assim. E o Gladys, pra mim, é essa cola, assim, da party. Você tá dizendo que ele é o papai Lebron do time?

entendi tamanho, né? faz sentido mas, essa introdução chega assim, pra mim é uma das melhores cenas iniciais de jogo, assim essa parte de empurrar o carro com a música subindo é...

E eu acho que a cena é tão breve, mas ela já mostra como que aquela pára e funciona. Eu acho isso muito foda. Você já vê como que a... meio que a personalidade de cada um, como que eles interagem entre si ali e num trecho muito curto, assim, de jogo. Eu acho excepcional essa parte de verdade, sim. É legal mesmo.

E eles chegam até com o carro ali, é... Cambaleando, né? Tá estragado. Até ali, é... Hummeridge, né? Que é a... Pô, como é que é? Isso, que é a primeira... Que é a primeira parada ali do... Que você vai usar muito no mapa, é a principal, assim. Junto com o outro que vai vir mais pra frente, mas é a principal ali. É do Sky, né? É, exatamente. E aí, você deixa o carro conversando, você conhece ali a Cid?

que o Prompter é muito apaixonado por ela. O Prompter é galinhaço, filho. Ele é um rabo de saia. É, é, é. É, é. Eu entendo, eu entendo ele. Eu entendo ele, mas calma, mano.

Se amar for crime, se amar for crime... Tipo o Neymar, assim, né, mano? O erro dele foi amar demais, né, cara? Mas eu queria dizer, Doug, eu queria dizer que você cagou em cima da primeira cena do jogo, mas eu acho ela muito foda, tá? Porque, porra, é uma despedida... A gente tá vendo ali uma despedida. O Regis, ele sabe que, pô, que ele vai de Vasco, tá ligado? Então, mano, eu preciso, eu preciso mostrar que esse moleque é aqui, tá ligado?

a importância do que ele tá fazendo. Então, ele tem o papel de rei, mas ele tem o papel sentimental. Você vê que o Noctis tá louco pra ir, ele fica embargado, sabe? Ele quer deixar uma última coisa pro Noctis. Eu acho, nossa, eu acho muito foda a frase dele de, tipo, quando ele fala, tipo, filho, antes de cabeça erguida, tá ligado? Porra, quando acontece o que acontece e você entende que o Noctis não deu valor pra aquele momento, você fala assim, puta...

Cara, como pode? E eu acho que, cara, pra quem passou por um luto, aquela cena, daquele diálogo, tem um piso muito grande. Que é tipo assim, cara, você precisa se permitir, você precisa ter um último diálogo importante. E você vê que, pô, ele conversa com os amigos, ele fala, tipo, ah, pô, cuidem do meu filho e tal.

Ele já tem todo aquele peso emocional. O Doug foi lunático de falar que aquela cena não tem... Não, o Doug é maluco. As vozes venceram aqui agora pra ele. Eu também fiquei indignado quando ele falou isso. Eu falei, cara, eu não acredito que ele tá ignorando. Falei brincando porque eu sabia que meus amigos aqui... Ah, eu sabia, porra. Mas eu acho que é foda que quando você vê no final do jogo, quando o Noctis virou rei, ele repete a mesma frase que o pai dele. Ele faz, tá ligado?

É aquilo. Finalmente fechou o ciclo da realeza ali, tá ligado? E é foda que, assim, agora falando sério, quando você vê o filme e vê como que acontece a morte do Regis ali, que ele protege na Luna e o outro menino que eu esqueci o nome dele agora, do filme. Isso.

E você vê o pesar. E já ali ele já tá com esse pesar que ele já demonstra na introdução do jogo. Então o filme e o jogo encaixam muito bem nessa parte da despedida do Regis com o Noctis. Que é muito foda mesmo.

E chegando em Home Red, começa realmente, é introduzido o mundo aberto, que talvez é um dos pontos que eu menos gosto do jogo. E eu quero saber a opinião de vocês sobre o mundo aberto desse jogo.

Mas você vai ali pegar a primeira missão de caçada, que é uma missão também que eu confesso que eu não fiz tanto, porque eu estava mais interessado na história principal. Mas ele introduz as missões de caçada, que é uma parada importante para subquest no game. E você vai até depois conhecer o cara que é daqui, um dos caçadores, que você faz missão para eles e tal também. Só que tem essa introdução maior do mundo aberto desse jogo.

Que eu não gosto muito. Eu queria saber a opinião de vocês. O que vocês acham desse mundo aberto.

Pode começar, Brito. Pior que eu tô refletindo aqui a minha experiência quando eu joguei. E, de novo, eu tenho certeza que se eu jogasse hoje em dia eu ia ter uma percepção totalmente diferente, porque a gente vai jogando muito mundo aberto e tal. E a cada dia tá alimentando cada vez mais jogo que tá querendo ser menor, mais recheado, tá ligado? E o que eu gosto no Final Fantasy XV é que...

é que ele tem muito conteúdo extra, tem umas dungeons bem legais e tudo mais, platinei, então, tipo assim, tem umas dungeons muito criativas, que eu acho muito foda. Mas eu acho que, realmente, se a gente pegar o mundo aberto assim, tem uma série de coisas aqui e ali, mas não é aquele mundo vivo e tal, que tu encontra eventos aleatórios, né?

Na época eu gostei, me diverti bastante, mas tenho certeza que hoje em dia provavelmente eu ia ficar, tipo, aquela canseira, né, de mundo aberto. Ele sofre de uma coisa, aproveitando até o que você fala, e eu vou falar isso na frente de um especialista de RPG que tá aqui na mesa, mas é um dos pontos que não me pega tanto em JRPG, que é essa Fresh Mission, sabe? Fresh Mission. Que é uma...

Eu não me pego muito, assim, é uma das paradas que mais me afasta, assim, de jogar JRPG por muito tempo, assim. Eu já joguei alguns e tal, mas quando chega nessa Fast Quest, eu já fico meio com preguiça, assim, de fazer. A não ser que o jogo esteja me pegando muito, igual...

Não é JRPG, já é um RPG que eu fiz muita Fast Quest, porque eu tava amando o universo dele, é o Assassin's Creed Odyssey. Eu tenho quase 200 horas daquela porra, porque eu ficava fazendo as missãozinhas aleatórias que tinha ali, aí ficava invadindo base, porque eu gostava da mecânica de invadir base ali. E o que me segurou muito foi a Cassandra, né? Que é uma personagem muito foda, que é uma das minhas personagens favoritas da franquia do Assassin's Creed.

Já no JRPG, como tem muito essa parada, se o jogo não estiver me pegando demais, assim, eu meio que ignoro e é uma parada que eu queria que melhorasse nesse sentido. Eu não sei se vocês têm... Dá pra dizer que é cultural, né, em JRPG ter essas match quests.

Cara, eu tenho uma opinião um pouco diferente quanto ao mundo aberto de Final Fantasy XV ser um pouco vazio, porque eu sempre tentei olhar ele com outra ótica, sabe? Eu não sei se vocês estão ligados naquilo que o Hayao Miyazaki fala do estúdio Ghibli, dos momentos de vazio, que você tem que ter momentos em que...

Não tem nada acontecendo pra que você absorva algumas coisas. Pra você contemplar, né? É, pra você contemplar. E eu sinto que, cara, pra mim, os melhores momentos de Final Fantasy XV, assim, no mundo aberto, são os momentos onde as coisas não estão acontecendo. E eles só estão sendo amigos, tá ligado? Porque eu sinto que...

Cara, o trabalho de redação de diálogo desse jogo é impecável. Tipo assim, impecável. Tipo, nos momentos onde as coisas não estão acontecendo, eles realmente são amigos entre eles. Tipo, os diálogos, se você se permite participar daqueles diálogos, eles são, tipo, tão leves e tão honestos que, tipo assim, você começa a entender, tipo, o peso daquela relação.

Então, tipo, cara, a minha visão dos momentos muito vazios de Fire Emblems 15, ela é um pouco controversa. Sempre que eu falo disso, todo mundo fala assim, pô, tu tá tentando justificar o mundo aberto que não tem nada. Eu falei, não, mano, eu não estou tentando justificar o mundo aberto que não tem nada. É porque os momentos de vazio, por mais vazio que em algum momento aquele mundo aberto seja, ele ainda tem alguma coisa pra te agregar, que é a relação de amizade deles.

Eu acho, tipo assim, cara, impecável, impecável. Tipo assim, todos os momentos que você tá só andando pra uma missão.

Ou que você tá no regalha, tá ligado? Tipo, cara, eu me recuso a usar fast travel no regalha naquele jogo. Porque eu sinto que, cara, os momentos no carro, os momentos onde você tá só andando, são, tipo, incríveis. Tipo, eles discutindo, eles falando dos momentos. Ou, cara, principalmente pós-morte do Regis, tá ligado? Tipo...

O silêncio e as tentativas de diálogo com o Noctis ali, tipo, representam muito bem o que é uma pessoa que tá digerindo um luto, sabe? Tipo, o Prompito tá desesperado tentando deixar o clima leve. O Gladius, tipo, cara, quer ser duro, mas ele entende que o Noctis precisa de apoio. Então, tipo, cara, eu acho impecável que os momentos de mundo aberto e vazio desse jogo, ainda assim, eles são muito bem preenchidos, tá ligado?

Entendo pra caralho. Quando você tá dirigindo, aí tá um lendo o livro, o outro lá curtindo a brisa. O Prompito, quando ele pede pra parar o carro, pra tirar uma foto, porque ele viu uma paisagem bonita. Isso é foda. Você tem que tá imerso e, tipo, ter se apegado pelos personagens, porque essas coisas são muito fodas. Mas as sidequests, pelo menos na minha memória, eu acho que eu concordo com o Doug nesse sentido. Acho que as sidequests, elas não são, tipo, wow, né? Acho que o Gustav vai ter que mandar o...

o currículo gamer agora dele, porque eu acho que é muito mais comum em JRPG essas fatquests, e eu acho que sidequests com substories mais profundas é mais comum em RPG ocidental, né? Não, é ocidental mesmo. Sim, sim, é porque, tipo, a sensação que eu tenho, tá, gente, é que JRPG geralmente...

ele foca muito mais em uma narrativa do que, de fato, no mundo. Não que ele não deixe de fazer um world building, né? Ele faz, mas é de um jeito diferente. Tipo assim, você compara ali... Por exemplo, Frankeia e Yakuza. E eu acho que eles fazem... E conseguem equilibrar isso tudo muito bem.

eles conseguem fazer um mundo interessante aquém ali só daquela narrativa que é muito forte. Eu sinto que os RPGs japoneses, eles focam muito mais nesse tipo de aventura, mas também por causa de suas referências pra criar, assim, uma narrativa. Você tem referências diferentes no Ocidente, hoje se misturam um pouco mais, mas você tem referências de base diferente. Embora Dragon Quest tenha muita referência de Dungeons & Dragons, Dragon Quest é...

se moldou em cima de mangá. Então, assim, é diferente, sabe? E eu acho que isso é uma característica que diferencia os dois tipos de RPGs diferentes. Dito isso, eu concordo com essa parte do vazio, tá? Eu costumava me incomodar mais. Eu sempre jogava Final Fantasy XV e eu sentia que as coisas eram meio vazias e que era meio melancólico. E aquilo me incomodava de alguma forma.

porque eu ficava, putz, tal... Eu tinha acabado de vir de Witcher 3, que é um dos meus jogos favoritos, e Witcher 3, assim, é um dos melhores exemplos de construção de mundo pra mim, mas é questão de proposta. Depois eu joguei em Nier Automata, e é um mundo meio vazião também, é menor?

Mas é um mundo meio vazião, sabe? Mas é proposital. O que me pega em Final Fantasy? Essas partes eu gosto, tá? Essa conversa, essa interação. Eu não usava Fast Travel também. Eu colocava alguma música de algum Final Fantasy que eu gostava. E deixava eles conversarem. E ficava ali tranquilo. Apreciando aquilo. Acho que falta esse tipo de coisa hoje em dia. Eu tô rejogando... Recentemente eu comprei um Nintendo Switch 2. E eu tô rejogando o Breath of the Wild. Que é um jogo que eu gosto muito.

E eu sinto, cara, que assim, é como se eu tivesse jogando, tendo uma experiência completamente diferente. E essa coisa do vazio, do silêncio, é muito bem implementada no Breath of the Wild. Eu acho que a Nintendo foi muito feliz ali. Final Fantasy XV tem isso em menos proporção, tá? Funciona. O que me incomoda um pouco...

é que você tem algumas sidequests que elas são muito superficiais. Não que elas precisassem ser sidequests com uma trama muito bem elaborada e tal, mas eu sinto uma coisa meio superficial até quando você vai fazer umas caçadas. Raramente você tem um monstro muito diferente pra você caçar. Tem, no jogo tem, mas raramente você tem algo ali que você podia colocar.

Ao mesmo tempo que você tem dungeons muito legais, mas são dungeons mais voltadas pra aquelas armas reais, né? Então... São dungeons interessantes. Inclusive é aquela que a gente enfrenta o... Kenza Colts, eu acho. Não lembro. É um dragão. É um dragão, velho. É um dragão. Eu acho ela muito legal. Mas eu sinto que teve algumas dungeons que poderiam ter apresentado chefes extras. Poderiam ter colocado umas coisas diferentes. Poderiam ter...

Sabe, dá pra ver que tem coisa ali que foi falta de tempo mesmo. Não foi falta de capricho, foi falta de tempo mesmo, né? Mas, no geral, assim, eu costumava ter mais problemas com o mundo aberto de Final Fantasy XV. Eu concordo que a gente tem sidequests que não são tão legais. Elas não, tipo assim, uma caçada no Witcher 3, pra quem não sei se vocês jogaram, né? Imagino que sim. Uma caçada no Witcher 3, às vezes, tem uma baita trama por trás. Às vezes, tem, assim, uma coisa assim, cara... Não, não.

Parece um conto de um livro mesmo. E funciona bem pra caramba. No Final Fantasy XV você não tem isso, sabe? E às vezes eu sinto que falta motivação pra fazer certas coisas. Mas quanto ao mundo em si, eu gosto dele. Eu acho que esse vazio ele também fala muito sobre o estado daquele mundo naquele momento, daquela região que você tá. Insomnia acabou de ter um ataque, Lúcio... assim...

tem que existir, e a gente não sabe como que as coisas vão acontecer a partir dali, né? Aquele mundo, ele ainda é um mundo hostil. Então eu acho que faz sentido muitas das coisas que a gente vê nesse mundo e essa interação que esses personagens têm.

Mas eu sinto que As side quests poderiam ser um pouco Mais caprichadas Hoje a gente vê certo cuidado em JRPGs Mas Tá tudo bem, eu acho que não é horrível Não é ruim, dá pra levar Não é uma atrocidade igual muita gente pinta, sabe? É assim

É que o JRPG, ele surgiu muito de quem gostava de farmar, né? Então a série de questões só tava ali. É, Dragon Quest. Ganhou um XP. Isso. Não, Dragon Quest é grind. Os mais antigos. Grind, grind, grind, grind. E vai, tá ligado? É a galera do grind. Na verdade. Eu gosto muito da... Imagina, eu gosto muito das missões de pesca. Essas.

São boas demais. Pegou o peixe muito foda lá, o mais foda de todos? Não peguei. Não peguei. Porra, difícil pra cacique. Quer dizer, eu acho que eu peguei, porque faltam só duas coisas pra platinar esse jogo, que é fazer 80... Ah, não, antes de separar, não, então. Que são 80 missões secundárias e fazer o máximo de cada. Não é mesmo se tem troféu pra pegar o peixe foda ou se tem conquista pra você pegar o máximo. Eu também, eu também. São os mesmos troféus que eu preciso pra platinar.

Então, aí eu falei, porra, eu tô rejogando, é que eu vou platinar, aí eu vi 80 secundárias, eu não vou fazer isso aí. Ah, vai, vai sim, 80 caçadinhas, né? Talvez agora que eu tô com o tempo infinito, eu faça isso.

Inclusive, essa parada da pesca, pra mim, é uma das melhores pescas de videogames. O da pesca do Final Fantasy XV. Gente, tem VR pra isso, tá ligado? Muito louco, velho. E vai vir aí episódio sobre, tá? Dando spoiler. É verdade. Eu vou ter que chamar o Tucas, mano.

Pode crer, né? Pode crer. O maior pescador virtual, velho. É muito bom, é muito bom a pesca dela. Mas aí, né? A gente tá nessa road trip, né? Depois conserta o carro ali e tal. E a gente tem que ir pra Lestalo.

Pra de Lestalon poder depois embarcar pra... A gente vai encontrar a irmã do Gladius, né, lá em Lestalon e tal. E depois... A Fufa. Isso, exatamente. Pra depois ir lá pra Altíssima. E chegando em Lestalon, a gente encontra pela primeira vez com um dos, pra mim, um dos melhores vilões.

de videogames, que é o Ardyn, assim, eu gosto muito do Ardyn, não sei porquê, mas eu gosto muito da maneira que ele se porta, assim, meio coringa das ideias e tal, eu gosto muito desse jeito meio performático dele, né, que ele tem uma performance própria, assim, e tal. Então é a primeira vez que a gente encontra com o Ardyn nessa chegada pra Lestalo.

E depois ele acaba nos ajudando, entre aspas, né? Que a gente vai saber depois lá na frente que é tudo de caso pensado. Falando que tá acontecendo uma coisa lá numa perna, ali onde tem uma região que tem um tipo meteorito caído e tal. Mandando pra gente ir pra lá. E não sei se vocês acreditaram nele.

foram na onda dele, ou se já de cara, vocês já falaram que tem caroço nesse angústio. Cara, ele tem estética de vilão. Ele tem estética de vilão. Ele tem aquela androgenia de vilão asiático, tá ligado? Você fala assim, esse cara aqui, ele não é bonzinho. Ou ele vai ganhar alguma coisa ajudando a gente, ou ele realmente é uma chave muito importante aqui pra fuder a gente, tá ligado?

Pô, é muito foda. E depois ele vai fazer até um bico no Resident Evil Village, né? Que um dos... O Village é igual ao Dino Smart. Verdadeiro problema, né? Nossa, mano.

E aí, a gente topa com ele também lá naquela parte de pesca, né? Que a gente tem tipo um quiosque e tal, né? Que isso mais pra frente ali. Ou antes, agora me falha a memória, se é antes ou depois de Lestalon. Que a gente embarca pra... Conhece até aquele repórter que tá sentado ali e tal. O repórter fica te pedindo pedra. Roberto Cabrini. Exatamente.

E aí, acontece pra mim uma das primeiras grandes cenas de Final Fantasy XV, que é quando a gente vai lá pro meteorito caído e encontra ali o Titã, né? Que é a primeira invocação que a gente tem contato, assim.

E cara, não sei pra vocês, mas pra mim é um momento muito impactante quando vê aquele titã tentando te bater. E é um trecho que depois até lembra um pouco, um trecho do pouco que eu joguei de Monster Hunter World. Tem um trecho do Monster Hunter World que lembra um pouco essa dungeon do titã que você enfrenta ali e tal. E cara...

Pra mim ali, esteticamente, é um trecho muito foda essa parte do Titã e a luta que tem ali com o Titã, que vem o Smart Tech ali tentando enfrentar o Titã também e tal. Vocês gostam dessa parte do jogo? E depois até vem também, se aprende também a invocação com o Rasmussen. Então é a parte do jogo que introduz essas invocações.

Vocês gostam dessas invocações? Porque eu gosto e desgosto, assim, eu não sei o que vocês acham desse trecho todo do jogo que apresentaram as invocações. Cara, na... De novo, na minha memória, eu achei muito foda, principalmente a apresentação do Titã, mano. É muito irado. Sei louco, eu acho que é a mais irada de todas.

Quando eu tenho um quadro lá no Pão de Mel que eu chamo criadores pra fazer uma tabelinha lá e tal, aí eu chamei o Will do Jogatina Maneira, e aí ele colocou o Kingdom Hearts 3 em Odeio e Todo Mundo Ama, porque ele é muito... ele odeia uma parada que o Nomura faz nos jogos dele e tem no Final Fantasy XV, que é a parada do Summon Se Aleatório.

que acontece no 15. E ele fica frustrado que, tipo, às vezes você está enfrentando um sapo, um sapinho de dois centímetros e invoca do nada. Um gachiva.

no Kingdom Hearts você invoca a porra da montanha russa meu Deus do céu uma batalha foda-se ai cara, eu odeio esse jogo o Simba, vem não, não precisa não não, o Kingdom Hearts 3 é uma atrocidade ô, cuidado que pra mim é despedida da galera

Eu preciso falar isso. Eu era um puta fã de Kingdom Hearts, tá? Mas ele causou o mesmo efeito do Star Wars Episódio IX em mim, velho. Não, é isso. Quando ele chegou no Let it Go 1 pra mim, eu falei, ok, eu não consigo mais. Eu entendo que 2019 tenha sido um ano muito ruim pra quem gosta das coisas muito. Que tenha a Disney no meio. Foi um ano muito ruim.

que burrando de bosta principalmente mas enfim mas eu não consigo eu acho que Star Wars Episódio 9 eu sou capaz de agredir pessoas que falam bem desse filme esse filme saiu no dia do meu aniversário eu fui ver ele no meu aniversário

A gente viu o filme, a gente foi em um trajeto, a gente atravessou a cidade, pra quem conhece Belo Horizonte, a gente tava no Shopping Boulevard, ele foi levar um amigo nosso na Zona Norte em Venda Nova. Depois ele voltou, que eu não moro em Venda Nova não, depois a gente voltou, ele só foi levar. Ele foi do Shopping Boulevard até...

o escafundão do Judas na Zona Norte xingando o filme. Xingando. É isso. Ele queria matar o DJ Abrams. Matar mesmo, assim. Ele tava disposto. Mas assim, eu tô dizendo isso porque eu acho que o King of Hearts 3 tem os seus problemas, mas não chega nem perto desse filme, sabe?

Nossa, foi a pior ofensa que você podia ter dado Eu, mano, assim Cara, quando eu vi o trailer Aquele trailer lá do Sora Pegando a Keyblade da Aqua no mar E eu fiquei, meu Deus Eu chorei Eu chorei Eu chorei Sim, aí eu falei, caralho, mano Vai ter Kingdom Hearts novo, velho E assim, quando ele saiu Eu ainda demorei ele Demorei pra jogar ele E aí

E, mano, eu fui jogar e aí, velho, chegou na parte da Frozen e falei, mano, não consigo mais ouvir Let it Go. Ah, não. Não, é... Let it Go não tá. Cara, cara, cara, não. Pra quem se submeteu... Mas já não tava bacana, assim. Não tava legal. Pra quem se submeteu a Platinal 2, tá ligado? E encarou o mundo lá da Pequena Sereia, Let it Go é top, mano. Let it Go é top, mano. Isso.

Let it go, desce igual a água. Não, é porque você já passou por algo pior. Não, desce. A Square Enix já ofereceu algo pior. Não deu pior. A gente já teve a hiper exposição dessa música do imperno. Eu preciso perguntar com você que o mundo da Frozen lá, ele é complicado, porque você tem que ficar nele por muito tempo pra pegar a última weapon. Você tem que pegar as letrinhas lá naquele minigame maldito.

Você fica andando no escudo, você tem que pegar, tipo, todas as letras pra ganhar o último olho cálculo lá. Tudo bem, é problemático, mas você colocar Kingdom Hearts 3 no mesmo balaio... É terrível, é terrível. Vocês estão sem o seu amor. O Palpatine retornou, não dá, assim. O Palpatine retornou. Cara, é porque o Kingdom Hearts 3, o Kingdom Hearts 3, ele... Eu tenho uns problemas. Mas o da Frozen, tem uma coisa, assim, que eu acho genuinamente...

Eu não gosto desse mundo. Mas tem uma coisa que eu acho genuinamente muito legal. Que enquanto a outra tá cantando Let it go, o pateta tá olhando, tipo assim,

pra ela enquanto ela canta. É incrível, cara. É tipo assim, você fica, caralho, pateta, o que que tudo tá fazendo aí? Vai embora, velho. Sai daí, não tem nada... Mas é incrível, assim. É tipo assim, é... É claramente... Aquelas paradas que a galera põe em IA depois, tá ligado? Porra, essa cena aconteceu. Vamos inserir tal personagem em IA pra fingir que... Vamos fazer esse hat-canon aqui. Esse hat-con, na verdade. Tá puxando as coisas, sabe? É a mesma coisa.

Ele tava ali, ele sempre esteve ali A câmera só não mostrou Porra, mano, quando eu vi as paradas eu falei, fiquei puto, véi Fiquei puto e larguei Não tenho vergonha de admitir De twist, volta a jogar Como isso, pra mim Eu sou da mesma opinião do Will Que porra

Você devia ter o controle de quando você quisesse colocar as vocações, mano. Porque as vocações é uma parada muito foda. Ver o Hasmul voando assim e pegando a lança dele, tacando, cara, é muito foda. Parece um evento meio caleador. Não, e detalhe, Leviathan só aparece se você estiver perto da água. Não, esse eu nunca nem invoquei. Quase ninguém viu o Leviathan. Ele tá no jogo. Caralho.

Faz sentido, né? Aí a gente tem que admitir que é um cuidado quase geográfico. Não, não, é assim. Mas, cara, eu lembro, juro pra vocês. Realizo, realizo. Eu lembro que eu estava jogando, eu estava ali já jogando a Royal Edition, que tem umas coisas a mais, você anda mais insomnia, né? Em relação ao jogo original, que não tinha umas paradas.

Eu tava ali jogando, aí porrada comendo, de repente, o sumo, opa, a Shiva vai aparecer. Apareceu Leviathan, no meio da cidade. Não entendi. Mas tudo bem, que bom que apareceu, me ajudou. Eu tenho escravado, eu tenho escravado, eu tenho escravado.

Mas aí tem essa mecânica apresentada, né? Inclusive, ela é apresentada mais quando a gente perde o carro, aí tem que ir na base dos imperiais. Sequestram. O Arden, filha da puta, sequestra o Regalia, mano. Que é um personagem, é um dos principais personagens desse jogo. Vamos lá, gente. Com certeza. Matar sua futura esposa, ok, cara. Levar seu carro, mano. Não, não tem limite, né, mano? Tudo tem limite. É verdade. O meu coração não, irmão.

É, pelo amor de Deus. E ela roubou meu caminhão. Guinchou o regalho a sacanagem. E o bom desse trecho que a gente tá invadindo ali o Império, a base do Império pra resgatar o regalho, que é introduzida essa parte de vocação.

E também, daí que começa o gancho pra primeira DLC, que é quando o Ravos aparece lá, e meio que humilha o Gladius, que ele fica com o éco perido. Ravos muito foda, tá? Paga o pau pro Virgil de branco. É um absurdo.

E a gente, no decorrer do jogo, depois que resgata o carro, a gente faz mais algumas coisas antes de ir para a Altíssima. E é aí que é o primeiro corte abrupto desse jogo. Nossa, que tempo. Que o Gladius, com o Ego ferido, ele vira e fala, Galera,

Não, não é ego ferido. Você é o escudo do rei? Que merda. Tá ligado? Você não encostou em mim, velho. Você é o escudo do rei? Aí o Grazi, pô, tem razão, eu sou mó bosta mesmo. Preciso rever meus conceitos aí, tá ligado? E aí fala, galera, tchau, tô indo ali e já volto. E você joga um... Isso é muito foda, é muito foda. Ô Noctus, eu sei que seu pai morreu, tá ligado? Acontece.

Morreu faz três dias, o rei Regis morreu ali. Inclusive a gente não falou isso, mas quando eles voltam pro reino de insônia, que a notícia, tipo, precisamos ver com os nossos próprios olhos, tá ligado? O que aconteceu. E aí vem a porra toda destruída lá, os magitec. Inclusive, é um mob que eu acho muito foda, tá, o design deles. E quando você futuramente descobre o que eles são. E é isso que eu fico muito maluco no Final Fantasy XV. Porque, cara...

Você ter a explicação do que são Magitech em DLC é absurdo, velho. No DLC do Pronto. Porra, da onde surge essa máquina, inclusive, que espota toda hora? Não sei da onde vem tanto Magitech, na verdade. Mas ter isso em DLC e, na época, o Vitinho lá de 10 anos atrás não podia nem, porra, comprar um quilo de farofa.

não ficassem aquela resposta, foi de fuder. Mas não estamos falando sobre isso. Estamos falando sobre o Gladius e o corte abrupto dele eu esqueci agora. Ele tem o corte abrupto que a gente depois agora com a versão Ultimate aí, eu joguei a Windows... É, a versão Royal, eu joguei a Windows Version, que foi a última saída e tal.

a gente já pode jogar esse trecho do Gladius. Eu acho interessante que as DLCs, todas eu joguei, a que durou mais foi 1h20. Foi tudo, 10h20. Caraca! A do Arden se zerou em 1h20? Eu lembrava que era tão curta. Caraca, eu zerei tipo 2h30. Ah, mano. A do Ignis eu levei. A do Ignis eu levei um tempinho, hein?

É, eu joguei muito Assassin's Creed pra ficar fazendo torre, mano. Muito Parkway pra fazer torre. Eu já joguei demais o Ubisoft Like pra ficar fazendo torre. É, Gilson. Ótimos jogos, incríveis jogos. Mas a do Gladius, ela é a mais direta ao ponto, né? Tipo, é uma linha reta, é uma dungeon de linha reta.

Eu acho foda. É muito bom. Ah, o fato de parecer um dos bonecos mais legais de Final Fantasy na DLC dele também, né? É verdade. Gilgamesh. Não é nem a versão do Gilgamesh, tá? Mas é muito foda essa versão também.

É, assim, eu não conheço as outras, né? Mas eu achei muito ele, como diriam os jovens aí, muito aura mais ego, né? Farmou a aura, farmou a aura. Farmou a aura. Por quê? Porque o...

é uma parada meio do teste final do guerreiro, né? Tanto que é o Corcus, ou Corvus, esqueci o nome do menino ali, que é o espadachim, que foi o único que sobreviveu ao teste dele, e tipo, ele barely, né? Tipo, ele quase morreu ali no bagulho, e aí ele fica lá, né? E aí, Gladys, você tem certeza que você vai fazer o bagulho? Você não encostou no ravo, você vai tentar o bagulho mesmo?

Ele volta todo fudido, né, mano? Ele volta com a porra, com a cicatriz ali de, tá ligado? Passou por poucas e boas, assim. O que que pegou, mano? Nada não, mano. Tô de boa, que isso? Ou você tinha que ver outro cara. Você tinha que ver outro cara. Você tinha que ver outro cara, tá lá de boa.

É verdade, mas, porra, deve ser maneiríssima, tá? E é muito maneiro o sistema de batalha do Gladys. É muito foda quando o Final Fantasy... Porque uma das paradas que eu sempre quero quando o jogo tem mais de um boneco é você jogar com os outros bonecos, obviamente, né? Acho que todo mundo, quando saiu a edição Vanilla ali, não tinha essa opção.

de você só controlava o Noctis e não conseguia controlar o resto da party, é uma parada que eu sempre quis. Então, quando eu fui jogar as DLCs agora, e você ter essa possibilidade de jogar com o Ignis, com o Prompto, com o Gladius, foi muito poda ver o quão diferente a gameplay é um do outro. Quando lançou o jogo base, não tinha aquela skill na skill trick, você conseguia controlar eles? Não. Não.

Inclusive a gameplay melhora muito com as DLCs. Muito! É verdade. Então, já mostrando aí a importância que é essas DLCs, e eu acho que é muito bom você ir intercalando nos momentos que acontece a parada na história principal, pra você não deixar pra jogar depois, porque eu tenho muito... Eu não sei como que é vocês, mas eu tenho muito isso de, às vezes, quando eu zero o jogo...

eu fico com preguiça de voltar pra fazer o conteúdo dele, sabe? Tanto que Dark Souls mesmo, geralmente eu paro na última fogueira e vou fazer as DLCs, porque se eu ver o crédito ali, meio que... Ah, mano, não vou voltar pra esse trem, não. Nessa época eu era meio viciadinho em platina e eu tava amando o jogo, então eu fiz tudo depois.

Mas hoje a gente não faria nem fudendo. Mas eu acho o Final Fantasy X um jogo gostoso de você ficar jogando. É porque assim, eu fui fazendo esses objetivos extras em cal, conversando com meus amigos, assim. Então foi super um jogo super bacana pra isso. Tipo Skyrim, que é um jogo bom pra isso. Foi assim que eu zerei Samson, o jogo favorito do... É com o Rades, né?

Isso, isso, verdade. Como? Pode crer. Não, eu não joguei. Ninguém jogou aqui. Cara, na Steam é 100%, né? Então, tipo, não é igual o Playstation que separa o jogo base, tem o botinho, o resto é 100%. Na Steam é tudo junto. E não tem mais servidor que eu saiba. Eu tive que jogar, tive que formar sozinho os troféus de online. Horrível, hein? Nossa. Joguei muito online quando saiu na época também. E curtiu? Dizia ser material.

eu nunca vi nada desse online mas assim era interessante, cara, era basicamente quase que missão de caça que você fazia no jogo mas você fazia com com seus amigos era nesse sentido você quer dar uma curtida, uma zoada com a sua turma

Aí é melhor pegar uma promoção de Monster Hunter por 20 contas e jogar Monster Hunter. É verdade. Queria fazer um top-topic aqui rapidão, que eu conheci o Cacá do Ataque Crítico, eu sei que o Pão de Mel conhece ele. Achei que era o Cacá Jogador, cara, já ia pedir pra ele. Não, não, não. Não conheci, infelizmente. Mas eu conheci o Cacá do Ataque Crítico, que eu tentei convidar pro Player One, infelizmente.

Ele meteu uma de Pixel do Gusta. Só responde os amigos dele, né? A verdade é essa. Cara, você quer me achar, bicho? Manda um... Manda um tweet, assim, tipo... Ô, seu arrombado! Eu fiquei com medo de fazer isso. Não, pode fazer, velho. Pode fazer, pode fazer. É que às vezes eu sou meio low profile mesmo. Eu sou o seu Twitter, cara.

É uma merda, porque eu fico na bolha de futebol, eu gosto de falar de futebol. Olha aí. Aí eu... Não, é um lixo, não gosto de futebol. Por isso que eu sou a brincadeira cruzeirense, porque eu sinto muito nada. Não, assim, eu quero até pedir desculpas a vocês aqui, porque...

com certeza pegou eu comemorando dois gols do Cruzeiro aqui. Meio dar uma tremida, assim. Então, assim, desculpa aos ouvintes, né? Perdão ao vexame, mas enfim. Mas pode, cara. Mas eu preciso... É que assim, é que eu tento equilibrar minha vida...

E graças a Deus, muito grato, o canal tem crescido legal, as pessoas têm gostado, têm vindo conversar. Eu conheci fãs meus, gente que pediu pra tirar foto comigo. Eu me senti, sei lá, o Lázaro Ramos, o Wagner Moura, alguma coisa assim. Você nem mostra muito o rosto, né? Não, não. Tem essa coisa meio Camerader, Bomberanho.

as pessoas imaginário, como é que ele deve ser aí? Aí quando vê, decepciona, enfim é... não, mas eu vou começar a mostrar mais, é que como vocês... Vê, acha você parecido com Jogatina, né?

Não, eu sou o Ryan Gosling, por favor. É ator. Parece, parece. Tá vendo? Enfim. Mas assim, é que eu tento manter uma certa descrição, mas eu já percebi também que não tem como, porque as pessoas, se elas quiserem, só te acham. É verdade. Mas eu vou começar a aparecer mais, porque eu tinha preguiça de gravar e ir lá, sincronizar. Mais trabalhoso mesmo.

É, e tem hora que tem dia que eu só não posso. Mas eu vou começar a fazer mais isso. Então eu também preciso aprender a usar o Instagram para o canal. Existe um Instagram no canal. Só que eu, sabe, eu uso o meu pessoal. E tem uma galera que acha e me segue. Aí eu fico, caramba, mano, que isso? Eu não fui stalker o suficiente. Não fui stalker o suficiente. Não, o povo me acha, me manda. E aí, mano? Não, já aconteceu o maluco chegar lá. E aí, mano? Conhece os caras da Capcom? Eu falei...

Os caras da Capcom, Yoshio Noriono? Você tá... Não entendi, velho. Mas não, pô, que eu quero jogar Monster Hunter, mano. Eu falei, ah, sim, você quer contato da Capcom, tá? Sim. Ah, caraca, velho.

manda e-mail pra eles lá, pergunta não, foi Azteca e Maia, mandei e-mail pro maluco, mas é isso o Kaká eu conheci através do quando ele começou o canal dele foi por causa de Final Fantasy XV

Ele é uma das caras de Final Fantasy, né? Exatamente. E ele divulgava no grupo de Final Fantasy XV do Facebook. Todos os vídeos dele. E eu sei, porque eu comecei a acompanhar por lá. Inclusive, fica aqui um recado pro administrador.

É verdade. E, ó, recado pro administrador do grupo do Final Fantasy XV, vai tomar no seu cu, tá? Que isso! Que puta! Porra, o cara era muito arrombado, mano. Ele bloqueava as pessoas do nada. Do nada. Você falava, não gostei desse post, o cara ia light e bloqueava, velho.

Era assim. Eu te vou querer elogio por ter boicotado com o Kingdom Hearts 3. É saindo daqui, cara, é saindo daqui, nossa amizade vai virar usuário do Instagram, tá? É, acontece. É assim, é como diz o Togura, né? Os surdos achavam louco quem dançava ouvindo música.

E é continuando, depois que a gente tá nessa road trip com alta astral assim, por mais que tá acontecendo ali as notícias e tal.

Vem a mudança de tom do jogo, né? Que aí vem a notícia da morte do pai do Noctis, ele começa a viver o luto dele. E eu acho muito interessante essa contraposição entre o jogo, o que estava vindo antes, de ser uma road trip mais animada, de você ali criando memória com seus amigos.

Pra cima, aquele emoji da bolinha assim. Exatamente. E essa mudança de tom a partir do momento da descoberta da morte ali do Regis e a galera tentando animal Noctis e o Noctis meio, né? Do jeito que... O começo do luto, que depois vai vir mais luto ainda pra ele. Pô, Gui, uma coisa que eu rejogando agora, eu não lembrava o quanto esse jogo é pesado.

Ele tem umas paradas que, porra, quebram o ser humano ali, velho. E deixam triste mesmo. Não esperava. E eu tenho quase certeza que isso é traço do original, tá ligado? Que a parte do Tabata... O Tabata é meio a tragédia. Ah, ele é? Eu não sei. Ele é o cara. Você já jogou Crysis Core? Não. Mas vamos lá, vamos lá. Você não jogou, né?

Assim, é tudo jogo de chorar. É terapia, mano. Começou, já marca terapia pro final. É, é tudo. Entra lá no High Long to Beat, aí ó, vou demorar, sei lá, 20 horas, três dias, já marca terapia no quarto dia, tá ligado? Meu irmão, eu acho que o Cryscore foi um jogo que eu solucei no final do jogo. Caraca.

É, velho. Lágrima caindo em cima do portátil. Foi ridículo. Foi ridículo. Muito ridículo. E o... Cara, tipo... Mano, é surreal. É surreal. É surreal. É, muito fofo. Cara, eu sinto que o 15 é muito melancólico. Tipo assim, quando você já começa a entender os acontecimentos, você entende que até a trilha sonora dele é pensada.

pra ele ser um jogo mais melancólico, tá ligado? Que realmente a jornada do... Eu gosto muito de descrever que a jornada do Noctis, ela tem um custo sempre. Todas as decisões dele não são decisões de um protagonista que, cara, tem boas consequências. Tudo que ele faz tem um custo, sabe? Parece que tudo é caro, tudo realmente vai ter uma consequência. E você vai acompanhando, você vai entendendo, cara, por que ele é um pouco mais melancólico que os outros personagens, entendeu?

E o esforço dos personagens ao lado dele de tirar ele dessa bad vibe e tal. Mas parece que a vida quer bater nele mais um pouco o tempo todo, tá ligado? É, muito foda. E aí ele reforma o Baca ali, o avô da Cid, né?

Maldito da burguesia, né? O cara te sacou um iate fudido do nada, né? Já tem pesos like. No decorrer do jogo descobre que ele fazia parte da party do pai do Noctis e tal, né? E tem um jogo, inclusive, da party, né? Do pai do Noctis, né? Do Regis ali. Que é aquele joguinho, tipo, pixel art, né? Que eu queria que tivesse disponível ainda. Pelo menos o PC não existe mais dele.

Eu acho que não dá pra baixar não, mas eu tenho esse jogo na minha conta do Playstation. Na época ele saiu de graça. Foi mesmo. E aí ele reforma o barco dele. Tem ali a... Pra mim, eles tiram a foto da galera toda ali na despedida do barco. E pra mim, esse é o símbolo de que...

o Noctis vai perder a adolescência dele e a vida adulta vai chegar escurraçando ele assim, é aquela foto ali, todo mundo, mesmo que no luto ali do pai do Noctis e tal, todo mundo ali sorrindo, maior alto astral ainda, porque o Noctis vai casar e tal, e eles tiram aquela foto, que inclusive...

Não sei qual foto que vocês escolheram pro final. Foi essa. A minha é essa. Da galera toda reunida. Aqui tá todo mundo junto. Isso. A minha é a primeira. É a primeira com regalha.

Ah, com regalha? Essa é uma boa opção também. A minha também foi com regalha. A minha é essa com todo mundo, assim. Porque você vê a galera que tá te ajudando nessa jornada, assim. É a despedida deles. Porque a partir de agora, o pau vai torar. É. Porque a gente chega em Altíssima, né? Pra encontrar. E a gente... E é foda que essa parte de Altíssima, a gente nem conversa com a Luna Freia, né?

A gente troca porque a Lula Freire tá ali pra falar sobre meio que uma reza junto com uma previsão do futuro ali que ela vai falar com a população de Altíssima. Você tem um encontro com a meio que presidenta ali da região ali, você firma um acordo com ela de como que vai proceder no momento que a...

A Luna Freia vai invocar a Hydra lá, que fugiu da cabeça agora de novo o nome dela. É o Leviathan. Acho que é o Leviathan. É o Leviathan, né? Ela vai invocar e a gente tem todo um trecho muito legal de fazer um acordo com a presidenta de Kumbai. É, diplomático e tal. Tem que ser o Noctis rei ali. É, exatamente. E é a primeira vez que você se porta como rei mesmo.

de Somnia, é muito foda isso. E a gente tem o objetivo de conseguir a confiança dela ali. E ela deixa claro que...

Ela quer que a população de Altíssima consiga sair da cidade de uma forma de menos risco possível, né? Que vai trazer um risco, porque tem a informação... Tem informação não, o Império tá lá, né? Então, quando vai invocar o Leviatã, é claro que vai dar merda. Assim, ela faz esse acordo com o Noptis. E no dia do evento de trazer o Leviatã...

E a Luna Freia tá ali conversando com ela. Um pouco antes tem essa troca de olhares, né? Do Noctis com a Luna Freia, que é uma troca de olhar. Nossa, rasga o coração, assim. Peguei, cheguei a minha princesa. Com o Noctis lá no meio da... Pô, cheguei a minha princesa, tá ligado? É, eu vou casar com você daqui a pouco. O olhar... Pô, é muito maneiro quando você chega, tem tipo... Tem uma loja que mostra, né? O vestido de noiva da Luna Freia. É uma parada que...

Não, continua, que depois eu desenvolvo isso. E é até interessante que tem o outro integrante que a gente não conhecia da trupe do pai do Noctis, né? Que é aquele cara todo estilosão, assim, que tem meio que uma loja ali e tal. E chega o evento, a partir daquele evento da Luna Freia, que ela vai invocar o Leviathan pra pedir que ela ajude o Noctis, né? E tal.

E o Império invade, a Luna Frey acaba sendo assassinada pelo Ardyn, enquanto acontece isso. Ela cai por causa das questões do Leviatã e tal. Nossa, essa parte, cara.

É triste demais. É aí que você vê o... Porque o Ardyn, até então, ele parecia ser só... Ah, eu sou o vilão, mas eu sou meio doidinho e tudo mais. E ali você vê que o cara tá pra matar mesmo. Ele tá nem aí, então... E ele mata a Luna Freya.

você desacorda, né? Porque você tem toda aquela parte que você meio vira um super saiyajin e começa a lutar contra o Leviathan, né? Atirando as espadas nele e tal. É uma luta que é meio que uma luta de navinha, mas que eu gosto muito dessa confronto contra o Leviathan.

É puramente narrativa aquela luta, né? É, não tem outro... Não tem outra... Pô, mas que cena... Cara, que momento foda, tá? Todo mundo que fala mal desse Final Fantasy tem um coração peludo, porque esse momento, dessa boss fight, pô, com a Altíssima ali, indo pro cacete e você tendo que enfrentar...

o Império e ao mesmo tempo o Pronto, pula aí, mano, pula aí aí você pula, cai na moto aí você cai na cara do Leviathan nossa, é sorri, porra, me dá seu poder e o Leviathan, tipo, ah, seu merda ele ativa o modo Super Sardin inclusive eu tenho uma curiosidade que, mano se vocês disserem não, pelo amor de Deus vocês já viram Shrek 2, né? sim, sim

Cara, quando eu era mais novo. Aham. Mais novo, entre aspas. 2021 eu tinha 20 anos. Olha aí. Eu joguei Final Fantasy XV. E eu achei essa série muito foda, porque lembrou muito a parte do Shrek 2, que eles vão invadir o castelo, e aí tem o biscoito gigante, e aí ele chega de cavalo, e aí começa a tocar a música do Anira Hero, só que com a fada cantando. Eu fiz uma edit.

com a I Need a Hero, de toda essa cena do Leviathan, do Final Fantasy XV, com o celular falando com o Prompter, falando de onde chegar, e chegou o Leviathan no mesmo momento que chegou o biscoito do Shrek. Caralho, que pô. Existe esse vídeo ainda?

existe e tá tá no YouTube. Então manda. Não é Lost Media. Eles estão entre nós. A gente tem que achar um jeito de... Mas nesse momento eu coloquei o do Leviathan. Nossa, tem que achar um jeito de colocar isso no episódio.

Pô, eu acho todo esse trecho, tanto da chegada de Altíssima, que você vê ela ali no meio de ondas e tudo mais, de cachoeiras, né? Quanto essa parte de Leviathan, visualmente, muito foda. É um trecho simples de combate e tal, mas é muito foda você voando.

E você incorpora o Sayajin meio com o Sonic e o Super Sayajin também ali voando e tacando as coisas e derrubando o Leviathan e tal. E aí você acaba desacordando, né? Porque aí você gasta muito seus poderes. E quando você acorda, você recebe a notícia que a Luna Freya morreu. Nossa! Que o Ignis está cego e ele entrega o Anel dos Lúci para o Noctis, assim, que aumenta ainda mais o...

luto dele, né? Que antes ele tava só por causa do pai, agora ele tá no luto por causa do pai e da Luna Freia. E aqui, cara, sim que o jogo é... Não, e o brother tá cego, né? E o brother cego, ele tá tipo, maluco, tá cego por minha causa, velho. Puta merda.

E que cena foda, porque quando o Noctis acorda, ele acorda totalmente preocupado com a Luna Freya, e o Ignis tá sentado de costa pro Noctis, tá ligado? E ele tateia a poltrona e levanta, assim. E aí, quando o Noctis vê ele, tipo, você tá machucado, o Ignis não fala nada, velho. Vai se foder, velho. Que personagem, mano. Que personagem.

E aí chega pra mim o que é a melhor DLC do Final Fantasy XV, a DLC do Ignis, assim. A DLC do Ignis, é... É muito foda, porque principalmente o Ignis colaborando com o Ravos, que depois o Ravos se mostra ser um personagem muito foda também, porque ele só tá preocupado com a irmã dele, né? Ele tem o luto do que aconteceu e que é um gostado lá no filme, o que aconteceu com a morte da mãe dele e tudo mais, né? Ele guarda uma raiva do...

dos Lúcius por conta disso, mas ao mesmo tempo ele é preocupado com a irmã dele, assim, e tal. É, porque ele sabe qual é o destino do Oráculo, né? Aham. Que é uma coisa que se repete, né? E ele quer virar rei justamente pra tentar barrar a morte da Luna Freya. Pô, é muito... Você começa a entender, né? Por que ele é tão cuzão. É tipo, tudo bem que ele aparece uma vez só, né? Até aquele momento do jogo. Pelo menos na versão básica.

Mas quando você joga a DLC do Ignis, você compra qual é a do personagem. Inclusive, é muito foda quando você já jogou e você sabe o que ele vai se tornar depois daquilo, tá ligado? Fica uma parada bem melancólica, assim. É, e é fora também que... Tanto ele como o Ardyn, mano. Eu acho que eles não... Eles têm seus pontos, tá ligado? Eu não considero nenhum dos dois vilão, velho. Eu tenho dó do Ardyn, mano, pela DLC. É verdade, é foda.

Cara, eu não consegui treinar o do Argen. Não me desce. Dó é forte, vai. Dó é forte. Mas o cara sofreu, mano. Cara, mas ele... Calma, calma, calma, calma, calma. Ele é um comandante. Não foi pelas costas. Não foi pelas costas. Cara, mas foi um ato de covardia, cara. Foi um ato de covardia. Mas é que... Calma, a gente vai chegar nisso. A gente vai chegar nisso. Tá romantizando o vilão, Vrido. Você tá romantizando o vilão, Vrido.

Sempre, sempre. Todo vilão é herói da propriedade. Tem um leitor de dark romance.

Olha o Bezerra aqui, ó. Referências literárias aqui. Isso é dark, muito dark, dark tudo. Literárias, literárias. Não, sacanagem, sacanagem. Tipo assim, pra mim, a situação ali do Ignis é como, não só o Noct está te punindo, mas como o jogo te pune, que é aquele momento que...

Todo mundo tem que andar mais devagar pra ele conseguir acompanhar. Que ele tromba nos lugares e você fala, tipo, cara, que momento maldito de pesado, tá ligado? É foda, é foda. O jogo ele te força a sentir o que o Nox sente, tá ligado? Tipo assim, pô, beleza. E o Ignis, ele sabe que ele tá sendo um peso aí, mano. E o processo dele decidir continuar pra mim é muito forte, tá ligado? Tipo, o que ele sente e fala assim, falou, não, eu vou com vocês até o final.

e, entendeu? Se o Shiryu chegou em lugares cegos, por que eu não posso chegar? É verdade. Mais de uma vez, inclusive. Mas é absurdo também. Eu lembro da sensação quando eu joguei a primeira vez, de tipo, porra, meus amigos estão brigando aqui, cara. Para com isso, guys. A gente se ama, tá ligado? Não vamos discutir, porque o Gladiolos, ele claramente fica mais puto do que todo o resto, assim.

Ele fica boladaço. Boladaço. Porque ele vê que o Noct está fraquejando e o quanto aquilo está custando para todo mundo. Ele se fecha na própria melancolia, sendo que está todo mundo no mesmo barco, todo mundo se fudendo. Exatamente. E é importante citar, né? Que ele fica cego porque ele usa o anel dos lúdios. Nossa! Na moral.

Isso precisa ser dito. O Ignis é o personagem mais OP da Party, tá? Porque a gameplay dele é a mais gostosa de todas, com as adaguinhas lá.

e a troca dos elementos e o jeito que essa DLC é dirigida como você vai passando por toda a guerra que tá tendo ali e principalmente tem a parte que você joga junto com o Ravos que os dois começam a colaborar mesmo o Ravos sendo teoricamente inimigo, mas cara, principalmente quando o Ignis pega a porra do anel, véi

E aí o Arden, ele fica tirando o sal, porque o Arden parece, tá ali, né? Acabou de fazer aquela, essa merda aí de matar a Luna Freya. O cara matou Jesus. É simplesmente isso. E aí, o cara, pô, o Ignis pega o anel e ele fica, o Arden desdenha dele, tá ligado? Ele fala, tá ligado? Isso aí não é pra qualquer otário, não. Isso aí é isso. Retira o meu dó, tá? Retira o meu dó, que eu não lembrava disso.

Me dá pena, eu tenho pena, Duarte. Desceu o tegral, de dó pra pena.

Cara, é muito foda isso, mano. É muito foda quando o Ignis, ele bota o anel e os reis apoiam, tá ligado? Eu acho isso muito foda. Essa régua emocional de, tipo, te demos poder absoluto e agora você vai ter punição pro resto da sua vida. Você vai ser limitado, tipo. Eu acho muito foda quando a história, ela te faz essa montanha-russa emocional. Tipo assim, caralho, caralho, que foda, que foda, que foda. Tipo, meu Deus, a vida é horrível, eu quero morrer. Entendeu? Isso te prende muito, tá ligado? É horrível.

É muito... Troca equivalente do Fullmetal, tá ligado? É, eu acho que a referência foi inclusive essa.

E eu acho muito foda, porque a gente joga justamente com o Ravos, que perdeu o braço por conta de tentar usar o anel lá no filme. E essa, a diferença, né? Do cara que não foi aceito pelos reis do anel, e o cara que foi aceito pelos reis, e ainda assim sofreu a consequência de ter colocado esse anel, Frado. É muito foda isso. Essa DLC, assim, pra mim é cinema. Ela é simplesmente, ela é incrível. Ela é incrível.

Quem não gostou de Final Fantasy XV é porque não jogou ela. É aí que você vê o bagulho. Quem não gostou de Final Fantasy XV é porque não está alfabetizado a ponto de entender um bom roteiro. Deixa eu ter essas aspas. Eu vou além, entendeu? Quem não gosta de Final Fantasy XV não sabe apreciar um roteiro muito bem construído, tá ligado? Assina aí embaixo que eu amo o cor disso. E aí é a partir...

E a partir disso, né? A gente joga DLC, entende por que ele consegue e tudo mais. E continua o jogo, que a gente aí pega o trem pra ir pra capital de Niferheim, né? Pra fazer a evasão ali e tudo mais, pra buscar o cristal.

E é a parte mais depressiva do jogo, que é igual os meninos falaram. É a parte que a gente tem a parada do trem ali, a gente vai numa dungeon que tem ali. E é a dungeon que foi feita só pra te mostrar como que o Ignis tá sofrendo. Assim, porque a gente tem que andar. Se a agenda entra um pouquinho mais rápido, o Prompter e o Gladius ficam te chamando a atenção. Falou, meu filho. E isso...

Antes ou depois que tenha o Gladys quase dando um soco no Noctis na cutscene por conta dele depressivo. Eu acho que é até antes. Porque aí vem a parte do trem, ele fica putinho, aí depois o trem para e eles vão pra essa dungeon.

E que no final da dungeon eles acabam colocando panos quentes, né? E eu acho esse trecho muito legal também pra isso de... Aqui, vamos nos alinhar. Vamos... Cada um tá sofrendo aqui, ó, Noctis. Então acorda pra sua vida aí que você tem que também importar não só com você, mas com os outros. Eu acho esse trecho pra construção do Noctis como esse personagem que vai virar o rei e tal. Muito foda esse trecho, assim.

Cara, eu acho que o que eu mais gosto ali, o que eu mais gosto ali é sentir que a frustração do Gladius é porque se o Noctis não assume o papel de um bom rei, o escudo não tem motivo pra existir. E se o escudo não tem motivo pra existir, ele não é uma boa união pros amigos à volta dele. E acaba que ele é o que você falou, ele é a cola ali, ele é a estrutura mais sólida daquele ciclo, entendeu? Ele é a força, o pilar principal. Então, acho que, tipo assim...

A incapacidade do Noctis ali frustra todos, mas frustra ele de uma forma porque, tipo assim, o Noctis não ser um bom rei, automaticamente não tá preparado pra ser um rei, afeta ele também porque ele vira um escudo inútil, ele vira um escudo de uma coisa que não existe, sabe? E essa incapacidade do Noctis começa a desmontar o grupo como um todo.

E cara, pra mim o peso mais emocional ali, fora do Ignis, é que naquele momento a gente vê o desespero do Promputo de ainda assim tentar fazer todo mundo se divertir, tá ligado? Tipo, você vê que, cara, ele tá tipo assim, ele, mano, eu não sei lidar com uma situação a não ser que seja com um bom humor. Ele tem isso do protagonista, tá ligado? Tipo assim, do protagonista de anime de, cara, como que eu lido com um momento ruim? Eu vou tentar deixar mais leve, eu vou tentar fazer isso ser mais divertido.

E você vê que ele começa a se desesperar nos diálogos, porque, cara, não tá funcionando o bom humor, a situação tá realmente, tipo assim...

Cara, eu falo que a relação deles ali é uma relação torta de frango. Ela tá desmanchando, tá ligado? Caralho. Descrições mineiras, descrições mineiras. Uma relação torta de frango, uma relação que tá desmanchando. É muito foda. E eles meio que acertam, entre aspas, porque o tempo vai também fazer essa parada melhorar e tal. Eles voltam pro trem e depois acontece...

Boss fight foda, tá? Dessa dungeon aí. Que é o Ignis que descobre como destrói o... Como é o nome do bicho? É Malboro, né? Malboro. Malboro é o cigarro. Foda ali que ele taca... Eu viro o cara das magias. A bola de fogo. E aí, a gente volta pro trem, continua a nossa saga, e aparece de novo quem? O Ardyn.

Mano, gente boa demais, né? É, tramando todas as suas traquinagens ali, né? E na luta ali contra o Noctigital, acaba derrubando o Prompito, dando o gancho pra DLC do Prompito nessa parte, assim.

Sabe o que é o pior? Não é ele que derruba o Pronto. É o Noctis. É a decisão. É o Noctis agindo sem pensar, sendo, tipo, inconstante. Exatamente. O pior não é nem a queda, o pior é a ligação, tá ligado? O áudio dele do Noctis ligando, tá ligado? Tipo assim, você fala, tipo, cara, ele realmente fez uma merda muito grande, tá ligado? Tipo assim, ele não para de fazer merda. O que ele tá fazendo, tá ligado?

Pô, e é muito foda que aí entra a DLC do Prompito, que tem o que o Vrido falou... É que eu menos gosto. Ah, é que eu menos gosto? Pô, eu vou te falar que pensando... Gameplay, né? Pô, eu adoro a gameplay dessa porra. Eu não gosto da história. Não gosto tanto da história ali do... Não do que você descobre. Mas o...

A história do Prompito em si, tipo, dele ficar todo depressivo ali no ai meu Deus, será que os caras me odeiam, meu? Eu não sou muito fã, tá ligado? Mas tudo que você descobre sobre o passado do Prompito eu acho absurdo. É lorezinha dele é da hora, mas jogar a DLC eu não curti tudo. Eu acho que a DLC seja ruim, mas da de todas ela é claramente a mais fraca. A mais fraca. Eu gosto da luta contra o chefe dela. É verdade, o macacão lá de...

Vocêuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiui

Iron Macaco. E o final ali, o... O bichão de... parece muito um bicho de Vanquish, o último boss do... Sim. Dessa DLC.

E a gente descobre que o Prompito, na verdade, é uma criação que era pra se tornar um magitec, acabou não se transformando, não sendo esse soldado e tudo mais. Ele é uma criação... é combate dos demônios mesmo, né? Que ele é criado a partir dos demônios, né?

Ele é um clone do... Caraca, é... Como é o nome? Tem um bicho lá que mal aparece do mal lá, que é o responsável pelos Magitechs. Que é meio que isso, né? Ele é literalmente o rosto do Pronto com o DNA de demônio, se eu não me engano. É, é um trecho. E se eu não gostar, pode corrigir nós aí.

Cara, essa eu vou ficar te devendo, que eu não lembro. Então é isso. É revelado, mas ao mesmo tempo eles revelam de uma forma meio... não tão claramente assim. Fica um pouco... a DLC. E eu concordo com os meninos. Eu acho que a DLC, pra jogar a menos divertida, eu não gosto tanto da jogabilidade com o prontos. Mas... É tudo perfeito. Não tem um erro esse jogo.

Não, eu gosto ainda, eu gosto ainda Só é a que eu menos gosto Você vai fazer igual a IGN e vai dar 6 pro jogo porque tem muito tiro Nessa DLC Too much water E é legal que Ela também tem uma participação A Anabella, que é aquela

Araneia, sabe? Araneia. Araneia, isso. Ela acaba ajudando o Prompito e ela ajuda também a trupe enquanto depois que acontece a DLC que eles não se encontraram ainda porque o Prompito acaba sendo preso ali. Ela meio que troca de lado, né? Aham, ela começa a ajudar a galera, assim. Enquanto o Prompito é preso ali que a gente depois vai jogar esse trecho que parece um trecho de jogo de terror, essa parte que a gente vai resgatar o Prompito.

Foi um terror pra jogar, inclusive, na época que o jogo saiu. Que era bem diferente. Era bem diferente do que vocês jogaram. Tipo assim, era... Pô, a galera pesou demais na época o jogo na internet, assim. Cara, o capítulo 12 ou 13, não é? É o 13. Nossa, era horrível o jogo. Cara, eles melhoraram tanto esse trem. Eles melhoraram tanto... Eu não lembro... Eu joguei quando saiu na época, mas eu não lembro como era.

Cara, era horrível. O Nautic andava super devagar. Não, era horrível. A jogabilidade era tenebrosa. Mas depois que saiu da DLC do Gladio, eles melhoraram muito esse capítulo. Ficou bem melhor jogar. É, e a gente tem a ajuda da Araneia, né? Que ela chama dois caras que conseguem controlar o trem ali. Porque acontece todo um lance ali e tal. E esses caras vão conduzir o trem até chegar lá na capital de Nilferra e tal.

E a gente acaba descobrindo também que uma personagem que a gente acabou não falando, que sempre tava do lado do Lula Frey, que agora esqueci o nome, na verdade ela era uma também invocação, que era a Shiva, né? Que é a do Gelo e tal. Too much plot twists ali, viu? Nossa Senhora. É, não, ali é toda hora, assim. É filme do Shilamann. É! O tempo todo, velho.

E a gente joga esse trecho, né? Até chegar na capital de Newfoundland com a ajuda dessa galera. E chega um capítulo que agora eu tô sabendo que no lançamento era muito ruim, mas um capítulo que eu gosto muito que é esse capítulo do meio de terror esse mesmo do jogo, né? Que é meio stealth também? É, esse trecho. Não pra mim, porque eu era level 99.

E o anel, ó, pô, você polverizava todo mundo. Pô, mas é bom vocês terem falado isso, porque eu não lembrava o quanto o Survival Horror é esse capítulo, tá ligado? Que ele tem literalmente corredor, bicho pra fugir e puzzle. Nossa, assim, é uma quebra de expectativa muito grande. E é tudo muito chato.

Pelo menos quando eu joguei. Foi o ponto baixíssimo do jogo pra mim, quando o jogo saiu. Nossa, eu só queria passar por esse capítulo e nunca mais voltar nele.

E é foda que é o capítulo que já tá, mesmo sem saber, você já percebe que tá no final do jogo, né? Sim, tá no final do jogo. E eu gosto desse trecho, como ele é hoje em dia, com a Arden caçoando de você ali no making of the ballante ali. E vem falando, ah, você acha que é o bonzão, mas seus amigos estão sofrendo aí por sua causa. Você é o rei mesmo? Você tá todo mundo sofrendo aí? Você é um bunda mole, você é um... Hum.

merda. É rei de iguê. Rei de iguê. Rei de onde? Jogou onde? Exatamente. E a gente encontra o Prompter ali todo amarrado numa cela. É muito suave. Não entendi isso até hoje. Da onde que veio? Porque o Prompter na DLC tava suave. Ele tava com o Aranei ali, pô. O que que aconteceu? Tava com a Aranei, viu? O Aradim trocou a roupa dele?

São perguntas várias. Uma sexta-noite, às vezes, bem vivida. É nada disso. Pô, me faz criar coisas na minha cabeça. Será que o Aradim se... Não, não. Se dispaçou de ananeia? Não. Cuidado.

É uma possibilidade, porque o Prompito foi caidinho pela Aranéia. O Ló... Engravidou de um cavalo pra estar certo, você tem que lembrar disso. A turma aqui é meio extrema, né? O pessoal faz de tudo mesmo. É verdade, é verdade. E a gente resgata o Prompito nessa cela e finalmente...

fazendo mais ali a dungeon, encontra o cristal, né? O cristal ali que é um item super importante ali pra insomnia e tal, né? É o cristal, se não me engano, é com a ajuda dele também que controla aquela barreira mágica ali que tem no insomnia e tal. E você toca o...

Assim como Dark Souls, que o personagem vai tocar a pintura e vai pra DLC, o Noctis vai tocar o cristal e ele é transportado pra dentro do cristal. E vai pra puta que pariu, né? O maior time skip do...

Exatamente. E também é revelado, uma coisa muito importante, que o Arden, na verdade, também é um Lucis, né? Não era revelado, a gente não sabia até então. E é revelado. Na época, deve ter sido maluquice, tá? Descobrir isso aí. Eu lembro que eu fiquei meio... E tipo, ele é o primeiro, né? Ele é o da primeira linhagem ali. Remoeu tanto tempo, né? Foi.

É, esse cara aí não sabe bem doar não. Eu já superei ela. Não, claramente. Eu só lembro quando eu vejo o anel deles. Não, eu superei ela. Tudo bem, você só não pode tocar no nome dela, você só não pode mostrar uma foto dela, eu só não posso estar com ela no mesmo recinto, eu só não posso estar a dois metros até mais. Gente, eu juro que tá tudo bem. Não, já é. Águas passadas, mano. Águas passadas. São águas passadas. Eu só lembro quando eu vejo o anel, eu juro.

Não me mostro, não! Não me mostro! A gente é transportado pro cristal e eu acho que aí já é um ponto bom pra gente...

falar sobre a DLC do Ardyn, né? É verdade. Que explica toda essa questão da praga das estrelas, né? Que tá acontecendo ali, que surge parte dele. O Ardyn, ele tinha uma habilidade meio que de tirar os demônios da pessoa e trazer pra si, é uma parada assim, né? Que que a DLC, ela é tirada em torno disso. Inicialmente, ele lá tinha a oráculo que ele era apaixonado.

O Cristal rejeita ele. O irmão dele mata a Oráculo, né? De brincadeira. Do nada. Chegou, os dois estavam de boa embaixo da área. Inclusive, cara, alusão ao Éden ali, né?

Uma coisa que tem que ser discutida. A seletividade do cristal, tá ligado? E do anel dos lúces, entendeu? Qual o filtro de seletividade? Porque, por exemplo, lá no filme, ele aceita o Nix de boa. Eu falo, realmente, você é um cara legal. Vamos te emprestar o poder que você vai morrer. Mas você vai lutar legal, tá ligado? É uma seletividade meio questionável, tá ligado? Eu acho que tem que ter o cabelo castanho pra escuro.

Eu acho que é só pro esporte mesmo. Eu acho que é bet. Eles se juntam lá e falam assim, vamos colocar uma roleta de poker aqui. Vamos ver esse cara aqui. E aí acontece isso, né? O Argin fica muito puto, obviamente. Ele meio que se rebela contra os Luce's. Ele é aprisionado. Então, o que eu entendi é que o Argin era o escolhido do anel. Eita, vai aí.

E o irmão dele, pelo mais por inveja e filha da putagem, ele, tipo, mano, se só tiver um, o anel é meu, tá ligado? E é isso, assim, a história, quem conta é quem sobrevive, velho.

isso é estranho porque na minha cabeça, né eu não sou um dos escolhidos ali e tudo mais porra, se o cara mata oráculo e tá com a inveja do irmão por que vai aceitar esse cara e não dá pra entender realmente a... realeza, né entra na minha parada da minha obra favorita que é Berserk que a história inteira já tá definida tá ligado tá ligado

O Arden, a partir do momento que ele foi, tipo, escolhido, o destino dele era virar o que ele foi. E, tipo, tanto que no final da DLC você pode, tipo, encontrar o... Caraca, esqueci qual é o nome do Summon, que é o podão. É o Bahamute, né? Bahamute, Bahamute.

E aí o Bahamut fala, o irmão, o que vai acontecer é o seguinte, você pode aceitar e aí ter o seu descanso depois, tá ligado? Que é a sua tarefa aqui terminal, você pode continuar se rebelando e você vai pro nada, sabe? Você vai virar, assim que você vai morrer, você vai virar, vai ser só tela preta, tá ligado?

Inclusive eu queria muito perguntar qual é o final. É, então. O cara, ele é uma vítima do destino. Ele... Exatamente. Ele é uma vítima disso tudo, mano. O destino só fala, você vai ser um filho da puta ou você vai cair no limbo pra sempre. E quando ele volta... É uma tragédia a história do Ardman. Não, pra caralho. E tanto que, pô, quando ele volta, né? Porque ele é morto e tal, e aí o... Acho que eu não lembro o nome do cabelo branco, infelizmente. Vou colocar aqui na edição.

ele é um cara bom, tá ligado? ele é um cara que, pô, antes de comer ele reza, tá ligado? ele é grato pelas coisas, assim e aí ele vai quebrando aos poucos tanto que é muito foda quando você encontra o Ifrit e, tipo, ele porra, que blasfêmia, tá ligado? um deus tá aqui congelado caralho, e você quer que eu tome

o controle dele, assim. Só que é aquilo, cara. Quem brinca demais acaba virando brinquedo, tá ligado? E o cara não aguentou a pressão.

do tanto que a fé dele era testada, sabe? E é foda. O Arden é um personagem muito trágico, mano. Muito trágico. E ele ficou preso ali naquelas correntes dos Lúcia. Foi. Trocentos mil anos, assim. Foi. Papo de... Foi o quê? Dois mil anos, né? Se eu não me engano, foi isso.

São 20 reis? É, foi de 2 mil anos, assim. Aí ele volta, né? Ele é resgatado pelo império, assim, e tal. Pô, e é muito foda que tem uma ilha pra prender o cara, mano. Nossa, isso é muito louco.

É, inclusive, o Bleach faz isso também com o personagem aí, que eu vou dar spoiler não. Ah, tinha que citar esse anime aí todo dia. Um dos meus animes favoritos, né, cara? Estão falando de design foda, tem que falar de Titi Kubo, não tem como. Tem que falar. Se falar de design dos personagens foda, tem que falar de Titi Kubo. Cara, ele fez o design dos personagens no último Sacro Wars. Não sei se vocês jogaram. Não joguei. Recomendo. É meio que um reboot.

Mas os designs personagens é do Tietcubo. Então pra quem gosta de Bleach eu gosto muito do design. O homem desenha personagem, o negócio dele só não é cenário mesmo. O cenário não é com ele. Não é com ele. Ele assim, eu lia Bleach lá quando saía, né? Muitos anos atrás. Aí às vezes assim, pra não desenhar um cenário, ele sapecava um ítigo, duas páginas. Não, mas aí que tá. Lindo! Lindo, lindo!

Pra que desenhar cenário se você pode fazer o índigo com três camadas de roupa, tá ligado? Não precisa. Aí o cenário dele... Onde nós estamos lutando? Deserto. Ah, e esse lugar aqui é... Deserto de areia branca com céu preto. Céus abrindo. O deserto, a parte de ruer com o mundo, é onde ele mais canetou de personagem, é onde que é só deserto. Só deserto e pilastra.

Pronto, tá bom. Mas aí tem a luta, né? Do Ardyn contra o Regis, né? No final dessa DLC. Nossa, foda. Muito foda essa luta. E vem o irmão dele como um dos reis pra auxiliar também. E o irmão dele pede perdão. Ele perdão é o caralho. Agora, desculpa, né?

ninguém é depois que... Tá cheio de luzes lá, pediu desculpa. Tá cheio de luzes lá, pediu desculpa. Pô, é muito foda essa DLC, assim. Tem esse minigame de ficar ocupando torre que eu não quis ficar fazendo muito. É uma bosta. Pra platinar, é uma bosta. Fez todos.

Gente, como é bom ser uma pessoa que não caiu no mal da platina, sabe? Eu larguei esse mundo faz uns dois anos, eu sou o pessoal mais feliz do mundo hoje em dia. Porra, eu achei tão gostosa a jogabilidade do Arden que eu fiz todas as torres de boasas.

A jogabilidade dele é muito boa. A mecânica dele puxar o... Ele coloca o demônio e ele puxa o demônio. Eu acho que ele coloca o demônio nas pessoas, né? Ele pula assim e já pega na cabeça da pessoa. Isso é muito foda. É especial do Ivo Rippo. É verdade. Não dá problema, estranho, filho.

Mas aí você entende, né? Um pouco dessa praga das estrelas e tal. E voltando pro jogo base, que aí a gente já tá caminhando pro final, o Noctis tem a conversa com o Barremut ali, né? Ele falando que pra ele tirar a escuridão do mundo, ele vai ter que se sacrificar pra expulgar o mal do mundo, assim, tal.

E que essa conversa dura 10 anos, né? Só isso, assim. Na cabeça do Nóticos foi 10 minutinhos de papo. Gostei, mas já tá na hora do meu almoço. Tenho que ir almoçar com os meus amigos. Mal sabia ele. Cara, o que eu mais gosto aí é que aí a gente sente aquele mesmo sentimento de Final Fantasy X, mano. De tipo assim, ó, tragédia premeditada. Não opcional. É mesmo, é só um aviso, né, mano? É, vai... E vídeo do soldado vai dar merda, vai dar merda. E você já tá... E aí

Eu gosto muito desse aviso de tragédia pra me editar. Tipo assim, galera, não tem como todo mundo ter um final feliz, entendeu? Isso em Final Fantasy X também é muito bom, tá ligado? Final Fantasy X. Tipo, ó, galera, alguém vai ter que ir de Vasco aí, entendeu? Vocês escolhem aí, vocês se interagem, mas alguém vai! Pô, é muito foda, assim. E aí ele sai do cristal e você vê que ele já tá com 10 anos mais velho e tá um puta de um gostoso.

Skin pão de mel. É isso, meu irmão. É verdade. E é interessante que todo jogo, na parte de mundo aberto, quando tava chegando a noite, o pessoal fala ó, vai ficar andando a noite não, porque tem demônio, a gente não vai conseguir dar conta. E ali tá só noite. Então você vai andando pela... E é muito foda, porque você aparece ali no...

no mapa, você volta, né? E você para na parada que tem pesca ali, que você encontrava o jornalista e tudo mais. E você vai andando e você já tem mais ou menos noção do quanto que demora pra chegar a Humming Head, né? Nesse trecho, que você faz muito esse trecho. E o início desse trecho, você tem que ir a pé mesmo, porque não tem carro, não tem nada, e você vê os demônios, vários demônios em todo canto, assim. O seu cachorro retorna, né?

Como um bom escoteiro, a gente vem pra te ajudar de novo. Eu literalmente saí correndo. Eu literalmente saí correndo. Sabe quando dá um rolê, aí você chega duas horas da manhã em casa, de ônibus, você pegou o último ônibus, aí você desce no ponto, você sai parado pra casa, vaza. Eu fiz isso.

É, eu também. É justo. Cara, eu também não fiquei farmando ali, não deu. Não, você está correndo. Pra mim era desprezo por esse demônio. Eu falei, meu amigão, fiquei 10 anos preso nessa pedra aqui. Se eu quiser te dibuiar, eu te dibuio, mas eu vou te poupar. Eu vou fazer o mesmo. Não é o momento, entendeu? Pô, eu queria ver meus amigos, cara. Exatamente, é fora que você coloca o anel, né? E aceita finalmente usar o anel ali e tal.

E você vai andando com o cachorro e estopa com uma carona. Aí você vê que o menininho que você tirou foto ali, que teve todo o lance com o avô sendo morto, cobertando eles pelo império, você vê que já tá um homem crescido, um homem maior de idade. Isso aí foi um choque. Isso aí na época foi um choque pra mim. Caralho, mano. Passou muito tempo, né?

Parece aquelas sonecas que você tira duas da tarde e acorda oito da noite, assim. Você acorda assustado. Caralho, isso é um... Tem que trabalhar, velho. Tem que trabalhar, velho. Aí você liga a televisão, tá rolando. Tá Luciano Huck ainda dormindo.

E ele fala, ele dá um contexto do que tá acontecendo ali, fala que inclusive o grupo não tá... Tão unido, né? Tão unido mais, né? Que eles ainda de vez em quando eles juntam pra matar uns demônios assim, mas não é uma coisa recorrente. Cada um na sua, cada um na sua, né? É, e você vai e chega na base ali da make resistência ali, e você tem esse reencontro com a Par e outras pessoas ali e tal. E é um reencontro que eu acho muito bonito, porque depois deles eles vão pra última fogueira, assim. E...

Nossa senhora! Nossa, mano, a última fogueira. Isso não é dito agora. É, depois dos créditos... A conversa não é dita agora. A conversa não é dita agora. É muito foda você ver que eles estavam todo mundo separado, pô. O Noctis que unia todo mundo ali, e, mano, depois que ele sumiu, cada um foi pro seu canto, tá ligado? E se eu... Não lidou com aquilo de um jeito, né? Uhum.

E se eu não me engano, eles falam que vamos pra nossa última parada antes de ir pra capital e tal. Eles falam treinistas, aí a gente faz a última de acampamento e vai rumo ao final do jogo, né? A gente vai na capital, enfrenta alguns inimigos ali e tal. Todo mundo com aquela roupa, aquelas becas de respeito, os trajes reais.

Exatamente, aqui é muito forte. Quem vai desconfiar que eu nesses trajes tenho como sonco em inglês, um curador de coco, tá ligado? Essa é a vibe do bagulho. E é muito foda que antes de chegar na batalha final com Ard, a gente enfrenta alguns inimigos fortes que eram reis que estão sendo controlados pelo Ard.

E tem momentos que você controla as outras galera da pára. Eu não sei se no jogo era assim. Não, o base não tinha. Eu queria perguntar. Não era isso, né? Que eu lembrava que não tinha. É o Royal Edition que coloca isso. Inclusive, acho que aquele mentor do Nautics lá, esqueci o nome dele agora. Corvus, não é? É, eu acho que é isso. Então, você tem cenas ali com resistência. Não tinha isso.

no jogo base, eles colocam coisas novas ali no Royal Edition, eles dão uma complementam, né? Algumas coisas. É, e é foda que a gente vê as espadas no filme, e aqui eles aparecem, né? Tá ali, enfrentando os demônios e tal. E a gente enfrenta essa sequência de meio que mini-chefes, né? E controla cada personagem assim, pra dar meio que o golpe final. Ficou muito legal isso na DLC.

Muito foda. Se você jogou as DLC intercalando, você já teve um pouco desse combate na DLC e retorna pra essa parte final, assim, é muito foda. Inclusive, dá pra você explorar mais Insomnia. Já, tipo, no original não tinha tanto, assim.

no jogo de 2016, não tinha tanto assim. Na DLC, no Rare Edition, você já consegue explorar mais ali o local. E eu gostei muito, foi agradável ter isso. Eu senti falta disso, porque eu queria muito ver mais de insônia, mesmo que fosse uma insônia destruída. É legal você ter esse impacto, né? E eu sinto que na Rare Edition a gente tem esse complemento.

Tem sidequest nessa hora, isso aí não é nada a ver, tá? Quem fez isso aí tá maluco. A gente doido pra ver o que vai acontecer, né? O que vai acontecer, né? Pega as baterias lá, tá ligado? Porra, porra. Mas aí a gente, antes de finalmente subir pra enfrentar o Ard, a gente enfrenta um Cerberus ali na frente, eu acho uma luta visualmente muito foda. Nossa, foda, foda de nós. E enfrentando o Cerberus, a gente sobe pra finalmente topar com...

Tem um Ifrit antes, não tem não? Tem um Ifrit. Acho que tem um Ifrit antes. É, tem um Ifrit, é verdade. Tem um Ifrit também, que é depois da... Que é absurda, é a minha luta favorita do jogo. É muito bom. É, então, eu não sei se isso é uma opinião polêmica, tá? Mas o visual desse Ifrit, pra mim, é o mais foda do Final Fantasy, e eu quero muito tatuar ele. É um dos melhores, na minha opinião, tá? É um dos melhores. Inclusive, é até broxante, porque eu tô jogando Final Fantasy XVI.

E ele é meio que um Godzilla, né? De fogo no Final Fantasy XVI. Eu gosto também do XVI, mas... Eu gosto, mas eu acho o XV muito mais foda. É, o Inflate do XV é mais legal mesmo.

É tipo um índio, tem aquele cocaio de urso. É porque eu acho que esse Infraint do XV é o mais diferente mesmo. Ele é bem diferentão. Ele parece um rei do inferno bonitão. Mas acho que no XVI faz mais sentido ele ser um...

Meio que gostou mesmo. Você vai ver pra que faz mais sentido. Beleza. Acho muito foda a cena da luta do Bahamut tacando as espadas. Ele desviando e tal, pulando. Ali vira Dragon Ball e acabou, meu filho. Vai. Dragon Ball pra caralho. Dragon Ball com parkour, cara. Ele anda, né? Espada e dá um hotel pra trás. Noeta. Essa luta é muito da hora.

Muito da hora. E aí vem a Shiva, né? A Shiva que, pô, a gente acabou não falando, mas era meio que a a a mensageira da Luna Freya, né? Que era uma mulher, pô, que tava sempre ali do lado dela e no final ela se revela como Shiva e também é muito louco você ver porque que ela decide apoiar o Noctis, né? Porque ela tem uma história de amor que inclusive eu acabei não falando daquela hora porque eu acabei me distraindo mas é que que ela tem uma história de amor

Eu, a primeira vez que joguei, não acreditava tanto no romance que tinha entre o Noctis e a Luna Freya, tá ligado? Porque, pô, os caras trocavam a carta, velho. Os caras se viram uma vez quando era criança e ficaram nesse Web Namur. Exatamente. Mas aí, quando você... Eu rejogando agora, e vendo tipo... É o Web Namur naquela época, né? E aí, pô... Através de cartas, assim. E era...

Olha aí, é verdade. Mas aí, porra, você vendo que a Luna Freya, ela tinha... Ela não tava querendo só cumprir o dever dela como oráculo, tá ligado? Ela realmente, porra, era apaixonada pelo Noctis, e ela tava muito ansiosa pelo casamento dos dois, e... E ela tava com esse medo de não ser, tá ligado? Recíproco, afinal, porra, é aquilo, né? Os caras tiveram um eb namoro.

E isso desperta na Shiva a vontade de ajudar eles, porque rola essa empatia, porque ambas tiveram um amor que não se concretizou. O casal dos dois foram tirados. A Luna Freya acabou morrendo e o Ifrit acabou sendo sequestrado.

Pelo Arden ali. Porra, assim, é um lance que eu não tinha pego na primeira vez que eu joguei. É, muito foda. E aí a gente finalmente chega, né? Tem a ajuda da Shiva pra efetar o Ifrit. A Shiva dá um último beijo no Ifrit. É, exatamente. Ela fala, pô, você pode descansar agora. Lindo. Muito foda. Muito bonito. Bonito pra cacete.

E a gente chega pra finalmente enfrentar a luta final contra o Ardyn, né? Que aí também vira meio que uma luta de Dragon Ball também nessa parte. É verdade. O Ardyn manda um palpatine pra cima da party lá. Aí a galera cai dura. Aí ele fala, ó, é só eu e tu. Aí ele enfrenta, né? Tem essa batalha, eles controlando as espadas ali. O Ardyn também, né? As espadas dele e tal.

E assim, é uma luta que eu gosto, assim, tematicamente. Não é uma luta muito difícil nem nada, mas é uma luta esteticamente muito legal, assim. Eu gosto dessa batalha, assim, essa batalha final. Eu não sei se vocês gostam, se vocês não gostam dessa batalha final. É bem da hora. É tipo do Leviathan, né? É uma luta mais pela narrativa ali, o X-Lum entre os dois que tava esperando todo esse tempo, velho. É muito foda.

E só vai escalonando, né? Porque eles só vão, tipo, entrando naquele astral lá. É meio como quando dois caras muito fortes se enfrentam em Dragon Ball, assim. Que aí começa... Só a rajada, né? Do voo, assim. É muito foda. Eu acho uma luta com peso emocional muito grande. Eu acho que ela cumpre muito bem a função que ela tem, a narrativa dela e o que ela tenta ser, né? Eu, quando eu gravava o...

Splitcast há uns anos atrás, a gente falou sobre, a gente fez um episódio sobre boss fights e o pessoal falou, ah, não gosto muito dessa luta, que não sei o que, porque você não tem tanto controle do personagem tipo um Dark Souls, e tipo assim, eu discordei, né, porque eu acho que é diferente, a proposta é diferente, é muito diferente, né. Totalmente.

totalmente diferente, e eu acho que a função dela dentro do jogo é ser aquilo mesmo e ela funciona completamente ela condiz com tudo que Final Fantasy XV tenta ser, e eu gosto muito dessa luta, cara, eu acho uma luta emocionante, bonita de se ver, eu acho que todo o peso narrativo da jornada do Nautix tá ali, sabe é o clímax, é o momento eu preciso vencer, eu preciso mostrar que eu sou o rei que sou digno, né então é muito da hora E aí

É muito fórum. Você também curte, ou Murko? Cara, eu acho que aquele momento daquela luta ali é perfeito, velho. Tipo, ela é muito bem coreografada, tipo, tudo... Cara, é tudo um pouco grande demais, mas é necessário que tudo ali seja um pouco grande demais, sabe? Porque é um momento que o ciclo se fecha ali de uma forma surreal, tá ligado? É o final da ópera. Final Fantasy XV é uma ópera.

É uma ópera e, tipo assim, cara, eu ainda acho que mesmo ali depois acontece e realmente a gente chega no ápice do jogo, que é pra mim pós essa luta, tá ligado? O ápice do jogo vem agora, sabe? É, que aí acaba a luta, o Nocte sobre pro trono, ele senta...

E vem já, ele começa meio que... Pode falar? Calma. Calma. Ele se despede dos amigos dele, pelo amor de Deus. Não, é uma... Inclusive, eu não queria interromper, mas aproveitando que o Vrido interrompeu, o final desse jogo, ele me fez chorar por uns três motivos diferentes que o Fábio foi passando. A primeira...

Foi a porra da cena em que os caras... O Prompitor fala, tem umas fotos aqui que a gente tirou. Nossa, cara! Nossa, mano, o jogo inteiro. Cara, cara, são experiências. São experiências, tipo assim, que só perder na memória que você tem de novo. É verdade. As fotos que você escolheu, elas realmente eram escolhidas, tá ligado? Tipo, ele estava guardando elas. Você fala, tipo, cara, puta. A jornada passa toda ali, velho.

Mano, eu não lembrava dessa porra, velho. Não lembrava, eu te juro. Cara, eu acho que não é nem a jornada. Eu acho que é o fato de você escolher as fotos. Do jogo não te contar em um momento, tá ligado? Tipo, o jogo não te fala. O jogo você fala, ah, escolha as fotos aí, todo final de capítulo. Lembra? E aí, tipo, no final, o Pronto tava aguardando. Você fala de... É tipo uma parada que... Eu não sei se vocês jogaram, mas é tipo uma parada que tem no Metal Gear Solid 2, que eu não vou falar o que é, mas quem vai captar.

E tem essa despedida, né? Dos três, assim, pagando reverência com o Noctis na escada. Inclusive eles morrem, né? Eu demorei anos pra descobrir que eles morrem lá se despedindo pra lutar lá. Eu achava que eles iam dar conta dos monstros lá quando eles dão tchau na escada. Eles morrem? Na minha cabeça eles não morrem.

Não, se eu não me engano, ele morre. Até por isso que mostra quando o sol tá raiando assim, mostra as cadeiras vazias assim, ó. Tem uma maneira de fazer as cadeiras vazias e tal. Não, mas assim, eu imaginei, mas na minha cabeça eles ficavam vivos. Nossa!

Pão de mel cagou na minha cabeça agora. Obrigado, Vinho. Não, velho. Agora eu vou chorar no meio do podcast. Nossa, vai se fuder. Olha o Mucur. O Mucur até virou o rosto, Vinho. Eu vou voltar a voltar pra fazer o jogo inteiro nesse podcast. Mas essa não é a cena que me faz chorar, tipo assim, desesperadamente.

É que eu não lembrava que o Nottkes, antes dele, tipo, ele fala, você tá com as fotos aí, você vê todas, aí tipo, o Prompitor fala, pô, você pode levar quantas você quiser, aí ele fala, aí ele fala, tipo, pra onde eu vou eu só preciso de uma. Porra, mano, vai se foder. Que isso? Aí ele pega a foto, eles fazem a reverência ali, e tal, e... Nottkes fala, andem de cabeça erguida, meus amigos.

Exatamente. E aí ele senta no trono com a foto e aí o anel começa a desmanchar o corpo dele, meio que dissipando a escuridão assim do... Não, calma, calma, calma, Doug. Você tá muito foito, Doug. Você tá muito foito, Doug. Os reis, cada rei, cada um dos 20 reis está indo o anel e começa a, mano, a dar facada com o rei. E o rei dele de costa.

Ele olha pro pai dele e pede pro pai dele confiar nele. Nossa, confia em mim, velho. Caralho, o Regis de costa. Eu vou coxar esse jogo agora, não tá dando. Vai se fudir. É muito foda que o Regis tá sentindo. O Regis, ele... E é muito foda. Calma, calma, calma.

antes de você entrar na sala o acho que é o Ignis que fala não, é o Ignis não, é o Noctis que fala eu não gosto dessa sala porque toda vez que a gente ia entrar aqui o meu pai ficava triste aí porra, porque ele já sabia o que ia acontecer

E aí quando rola essa cena e o Regis é o último a ter que dar a facada no filho dele, e ele tá de costas, mas ele sabe, ele sente cada apunhalada que o Noctis tá levando. E aí quando o Noctis fala, pai, confia em mim, o Regis deixa de ser o pai do Noctis e vira o rei, tá ligado? Ele vira mais um.

Para! Sabe qual que é o pior disso? O pior disso é que eu não sei se vocês sabem, mas tem uma Steelbook. A Steelbook de Xbox foi no Fanta 15.

Ela é o Noctis no colo do Regis. Ela não é nada do jogo bonito. Ela é, tipo assim, só o Noctis criança no colo do Regis. Aí depois você pega essa experiência e fala assim, cara, que inferno de família maldeçoada, tá ligado? Ninguém é feliz sendo Lucis, puta que pariu. Como eu diria Lana Del Rey, né, mano? Born to die. Citei Lana Del Rey. Agora é só esperar.

E é impactante mesmo Essa cena dos reis Atravessando o Noctis Você sente ele Pelo som Tem o som deles batendo No Noctis A cena é muito bem construída Para essa parte Depois que tem o golpe final Que é do próprio pai do Noctis

Aí sim que ele vai e consegue dissipar a escuridão e se desmancha assim, deixando apenas a foto em cima do trono. E essa cena de...

A cena de ver a escuridão saindo e ao mesmo tempo ficando só a foto com as lembranças do Noctis em cima do trono, cara. É, assim, absurdo. Esse final de jogo, pra mim, é um dos melhores finais de jogos que eu já joguei de longe. É muito bonito. E o sol... E o final mesmo, depois que passa isso, é só o sol.

Não, calma, pô, o Doug tá muito foido. Não, não, não, cara, tem a coisa mais importante. Então tem que acabar o telecast. Cara, o Doug é lunático, ele tá pulando literalmente com esse bêbado. Cara, ele é lunático.

Ele tá tipo assim, mano, beleza, tem bagulho do acampamento que todo mundo sofre, tipo assim, é pra te destruir, mas depois ainda tem a cena que revela o logo real do jogo, tá ligado? Calma, você também tá aluado, Mucur. Não, mas é... O Noctis, ele vai pro Limbo lá e terminar o serviço. Sim, sim, sim, sim, mas... Aí você já sofreu o suficiente, a gente já pode falar de acampamento até aqui então, tá ligado? Aí você já sofreu o suficiente, é uma frase muito boa.

É porque na minha cabeça, a logo se completando é depois dos créditos. Eu não lembrava. Não, é depois dos créditos. O Mocu chapando também. Tá maluco. É muito complicado que você fez. Cara, a logo se completando pra mim é tipo assim, o supra-sumo daquele jogo, tá ligado? Verdade, é verdade.

Cara, não. Depois a gente já volta nisso. Bom, o Mates, ele mata o Argen. Tipo, no plano astral, tá ligado? Eu vou caçar você até no inferno, tá ligado? E aí, finalmente, ele encerra.

Exatamente. Você tem um inimigo, mate ele duas vezes. E aí ele encerra a escuridão, assim. Perfeito, livramos a maldição aqui. Aí sim, Doug. Aí sim, pode continuar. Aí sim, o sol nasce. E uma das paradas que mais me pega nessa parte, antes vinha os créditos com eles nos acampamentos, conversando, é o sol nascendo e só as cadeiras vazias. Cara, mostrando que atenção.

Dando a entender o que o Pão de Mel falou, eu também entendi isso quando eu vi essas cadeiras vazias. Não, eu não tinha entendido isso. Me falaram esse ano, inclusive. Nem sei bem. Entendi. Eu também não... Eu não captei na primeira vez. Eu captei agora, né? Na minha cabeça, o Prompto, o Gladio e o Ignis voltam. Eles vivem felizes para sempre.

E vai ser assim. Vai ser assim. Vai ser desse jeito. E aí sobe o... O Condemel vai fazer live de 30 jogos zerados no mês de abril e vai meter um Final Fantasy King no final. Vai zerar num dia. Eu conheço um cara que ele zerou num dia. Ele zerou num dia. O jogo saiu, ele não fez nada, nada, nada extra do jogo. Quando saiu lá em 2016? E ele zerou o bagulho tipo assim, 18 horas.

Ele jogou o dia inteiro. Eu fiz isso com o Kingdom Hearts 3. Nossa, meus písimos. Eu userei o Kingdom Hearts 3 numa leva. O jogo liberou 4 horas da manhã e eu só saí de casa quando eu terminei, tá ligado? Ah, eu me senti no bambambambu. Você tem uma questão. O Homem-Aranha em 3 dias. Mas enfim. E aí, sobe a cutscene e tem o último diálogo que aconteceu ali no acampamento. Não, aquilo ali é absurdo, cara.

Não, aquilo ali é... Graças a Deus a gente tá falando isso hoje, que eu tinha minha terapia amanhã. Eu já levo isso amanhã. Aí você já leva tudo pra lá. Você leva tudo pra lá. Só deu lembrando dos meus amigos. Que amigos, Igni, Gladio. Pô, e é muito bonito essa cena dos créditos com eles conversando e tal, cara. É lindo. Muito, muito foda. É lindo. É esse personagem que a gente aprendeu a amar ali, né?

E eles tendo a despedida de todos ali e tal. Você sente a melancolia de ser a despedida mesmo e tal. E no fundo, até eles não sabiam que o Noctis ia morrer, mas eu acho que eles já sentiam que ele ia morrer e tal. Eu acho que eles estavam naquela sensação de que, cara, isso aqui pode ser realmente a última vez que a gente vai se encontrar, porque nós vamos para o pior desafio que a gente teve até aqui, né? Eles chegaram e falaram, guys, essa é a Final Fantasy.

Eu sou a Final Fantasy E aí sobe os créditos E aí vem a parte da logo Que inicialmente Era a logo que a gente Entende que representava a Luna Freya

Eu não sei se o Doug sabe disso, que todo Final Fantasy, tipo, o final tá na Lugo, né? Então, é muito... Ah, eu não sabe disso, não. É muito foda. Cara, é Deus no céu e o Yoshitakamu na terra. Me desculpa, cara. É Deus no céu e o Yoshitakamu na terra. Eu fui na exposição, é absurdo, é absurdo, cara. O cara é um monstro sagrado, inclusive, a steelbook do Final Fantasy do Yoshitakamu, é uma parada que eu queria muito. Não tem, infelizmente. Olha o meu colegal.

Vai chorar, vai chorar e chorar. Fazendo inveja aí. Bom drink, né, mano?

E, cara, toda vez que tem um Final Fantasy, antes de jogar, eu tento, porra, imaginar levemente sobre o que vai ser a história por causa da logo. Tanto que, porra, quando você entende a logo do Final Fantasy VII com o final do jogo, você fica, caralho, o cara aqui foi, porra, jogou xadrez 4D, tá ligado? Muito foda isso. Mas a minha primeira experiência com isso foi justamente no Final Fantasy XV, que é tipo...

Porra, a luna… Cara, mas é porque é muito simbólico. Tipo assim, não é só o final, tá ligado? É tipo, o peso do final, tá ligado? Tipo assim, cara…

A gente tá acostumado com aquela logo aquela logo inicial, que tem uma mulher ali, que a gente, nesse final, vai entender que é a Luna Freia, e a logo se completa com o Noctis abraçando ela, assim, na logo, cara, e assim... Deitando no colo dela. É, exatamente. Ele não abraça. Ele deita. É muito mais simbólico. Ele deita no colo dela. Deita, isso mesmo. É um ato de calento. Que pariu, cara. E qual a interpretação que vocês têm disso daí? Porque eu vi algumas pessoas falando que o Noctis meio que virou uma divindade.

É, parece que eles estão no céu ali, felizes. Sim, na época teve umas teorias de que o Nautix meio que vira uma divindade naquele mundo a partir dali, sabe?

Ele é aluno da Freia, não faço Caraca, eu não tinha pensado nisso Cara, na minha visão é só algo simbólico Eu também acho Eu também acho Sim Ele finalmente Poder descansar, né De tudo que ele tá passando Finalmente, porra, casarem, tá ligado Porra, finalmente Vamos meter Eu queria voltar um pouquinho Eu queria voltar um pouquinho da cena da fogueira Eu queria voltar

porque eu até fui aqui verificar pra ver se não era minha memória me falhando que aí vem a parada aqui que o Mukura vai concordar comigo, porque às vezes jogar para o Votas em inglês é uma injúria

Porque na cena da fogueira, eu jogo em japonês, a última frase do Noctis pros amigos dele em inglês é tipo You guys are the best, vocês são os melhores. Sim. Em japonês, ele fala, cara, eu amo vocês. Pra mim, isso faz uma diferença absurda. É absurda mesmo. Ele fala que ele ama os amigos deles, mano. Eu chorei ali também mil vezes. Por que que Estados Unidos é assim, né? Não, e já que você voltou nesse ponto, vale a pena citar também. A DLC.

O final da DLC do Ignis Ela complementa essa cena Porque A gente é apresentado no começo Da DLC do Ignis Como ele sendo praticamente O irmão mais velho do Noctis Ele é um cara que era É quase um pai, ele tinha que cuidar do Noctis E porra Depois dessa cena da fogueira Tem um diálogo entre o Noctis e o Ignis

Onde ele, porra, reconhece tudo isso, tá ligado? Toda essa parceria que os dois tiveram ali.

E rola aquela cena do aperto de mão ali de novo também, que aí faz o paralelo de quando eles eram crianças e quando eles estão adultos. Nada mudou, cara. Tem uma cena que eu não vou lembrar qual é, porque eu tenho um amigo meu que também ficava puto com a localização em inglês. Tem uma cena que, em inglês, o Noctis chega a ser meio desrespeitoso com o Ignis. Em japonês, ele não é. Pra mim, mudar...

personalidade de personagem pra mim é a pior coisa, assim, localização.

Mas assim, então encerra o nosso maior podcast em vídeo. Eu tenho dó de ouvir. É verdade. Mas... É o maior? Fazer um asterisco aqui. Parece que o Hadim Tabata, que foi o diretor do jogo, deu uma entrevista depois, dizendo que a ideia... O NotchKiss fez tudo o que ele fez também no final do jogo para que os três ficassem vivos. Então acho que eles convivam sim.

Pra que eles pudessem viver naquele mundo novo ali. Pô, não teria sido a toa, né? Eu quero isso! Eu tô aqui no Reddit lendo isso. Eu me permito acreditar nisso. O criador falou que, pô, não é possível. Cara, mas eu lembro que eu parei de chorar, e aí eu falei, cara, não tem mais motivo por chorar aqui, e aí revelar logo. E aí eu só dei tudo, desabem, falei tipo...

Pô, que cara, não acredito que o Molonko vai me destruir psicologicamente, tá ligado? Assim, eu não vi isso, mas aqui no Rush eles tão falando que tem umas imagens deles ali em insomnia após o sol nascer, os três. Hummm. Eu não lembro disso, mas é que eles tão falando do Rush, né, eu vou acreditar neles. Também não. Se o cara do Rush falou, tá certo.

É isso, é mais do porro Mas tem podcast maiores, só que em vídeo Esse é o maior Ah, em vídeo, tá E não quis Cortar que o papo tava muito bom Não mesmo, nem deve Eu criei esse podcast desde que eu entrei aqui

exatamente, então é isso assim encerra o Final Fantasy XV, que assim é um jogaço, assim eu gosto de falar que Final Fantasy XV é um jogo perfeito mesmo com as suas imperfeições tem muita coisa que a gente vê que não funciona bem, mas assim

A vibe dele é uma vibe Que eu não consigo encontrar Em outro jogo A vibe da party O que chega mais perto pra mim é de mais effect 2 A questão de party Mas ainda assim Oi?

Companheirismo, né? É, exatamente. Essa parada de companheirismo, você conversando com a sua pára ali e tal. Aquela cena no alto com o... Esqueci o nome do cara do Magic Effect 2, que você tá tomando uma cerveja ali, trocando a ideia da vida ali no Magic Effect 2. É muito foda e...

Ainda assim, pra mim não chega próximo do que essa party é pra mim, em questão de o que eu sinto ali. Parece ser realmente que são amigos meus que eu encontrei ali, vivi uma história com esses amigos meus e depois cada um foi pro seu lado. Então é um jogaço.

E com isso, quero que vocês deem suas considerações finais e já despeçam dos ouvintes divulgando o trabalho de vocês na internet e tudo mais. Pode começar pelo Pão de Mel e vai seguindo na hora da apresentação que eu fiz aí, deixando o Vrido por último, para despedir do Vrido por último.

Beleza. Bom, obrigado por terem visto até o final, ou ouvido, né? Já que tem as duas versões aí do podcast. Muito bom, porque assim, eu tava com um pouco de receio desse... de participar, porque eu joguei o jogo há cinco anos atrás. Então tinha muitas coisas que só estavam meio jogadas na minha mente e a gente foi meio que do começo até o final do jogo relemrando as coisas. Eu só fiquei caralho, mano, como esse jogo é bom e eu tinha esquecido disso. Porque assim, ele ainda é um dos bros favoritos.

No backlog lá que tem lá, a barrinha de jogos favoritos tá lá. Mas a gente vai esquecendo, a gente vai jogando outras coisas, vai ficando um pouquinho no fundinho do nosso cérebro. E relembrar o jogo inteiro foi muito foda. Mano, tô até liberando espaço no meu PC pra baixar de novo. Jogando New Game Plus só pra rever a história. É isso, o poder do anel, filho.

brigadão aí Doug e Vridum muito bom estar aqui de volta e prazer aí Mucuri e Gusta que se o Gusta não me seguisse no Twitter eu não ia conseguir chamar ele, ele não está aqui é verdade, é verdade então prazerzão pros dois e é isso aí tenho meus dois canaizinhos no Youtube, o Pão de Mel e o Reboot quem quiser

conversar sobre games, eu tô lá e tamo junto, até mais o homem que ama fazer lista tem um homem que ama fazer lista é o ponte mesmo o tema é mais fácil de fazer vídeo, né? é, o jovem nerd é por isso que eu faço também é verdade inclusive tem vídeos muito bons de JRPGs em português pra quem tem dificuldade com idioma em inglês tem outros tipos de vídeos muito bons ali do Gusta, então e aí

Gusta prazerzão ter gravado com você e pode divulgar aí. Cara, primeiramente, eu fico muito feliz de ter gravado sobre Final Fantasy XV, porque é um jogo que eu gosto muito, né? Acho que não existe nenhum Final Fantasy que eu não goste, né? Eu tenho ali... Ah, eu gosto mais desse, eu gosto menos desse, mas no fim das contas eu gosto de todos, né? E é uma franquia que é muito importante, muito especial pra mim. Eu sempre...

vou querer falar sobre ela, bater um papo sobre ela, então é sempre muito legal. Assim, vocês resgataram memórias aqui de quando eu joguei esse jogo em 2016, cara, tipo, pô, teve coisas ali que pegou muito no coração, teve algumas recepções, mas teve muitas alegrias também jogando esse jogo, né? Então é um jogo muito importante, eu tenho memórias com os meus amigos quando o jogo saiu e a gente jogando junto, a gente conversando sobre as coisas, então assim...

É uma jornada realmente muito especial, né? Então, assim, agradeço demais o convite. Foi, assim, muito legal gravar com todos vocês. Foi bacana pra caramba ter essa oportunidade aqui. Então, show de bola. Quem quiser acompanhar mais do Gusta, tô lá no Pix do Gusta no YouTube, falando sobre... Assim, eu acabei indo pro lado dos RPGs, mas a ideia era falar sobre o jogo japonês no geral, né?

Mas a gente vai retomando as ideias originais, a gente vai se modificando com o tempo, né? Então eu falo muito sobre RPG de punês, falo muito sobre RPG no geral, mas de vez em quando eu trago uma ou outra franquia assim que possa conversar, tipo Resident Evil, tipo ali um Metal Gear Solid, um Fumito Eda, que eu gosto muito também. Então quem quiser acompanhar lá vai ser mais do que bem-vindo. Então assim, vocês são topzera, valeu demais. Muku.

Bom, galera, valeu. Quem tá ouvindo, quem tá assistindo. Cara, eu queria agradecer primeiro ao ouvido por não ter me convidado, né? Que eu saí do papel de ouvinte pra participante aqui. Então, pô, isso é muito legal. Eu acho que fica nítido que eu gosto muito de falar de joguinho, né? Então, tipo, até pelos momentos que eu me exalto, muito, até demais. Pra quem quiser me conhecer, eu gravo conteúdo curto de games, falando mais como... Não perco mais...

comunicólogo, né? Porque sou comunicólogo de formação. Tô sempre defendendo o Zelda Ocarina of Time como o maior jogo de todos os tempos e brigando por isso, tá ligado? E fazendo vídeo batendo na indústria de videogame sempre que posso. Faça isso. Mucurzinho em todas as redes sociais aí, muito fácil de achar, não tem erro. Escolhi um nick que não se repete em lugar nenhum. Acertei uma coisa na vida, desde então nunca mais acertei.

E, cara, uma coisa pra quem acredita em esperança, tá? Esse mês, a Yukishimomura subiu uma versão de Dearly Beloved no Spotify, só que a capa é o Noctis. Então, tipo assim, oportunidades de teorias, entendeu? Por que ela subiu uma música de Kingdom Hearts com a capa que é o Noctis? Esse mês, entendeu? O que tem esse mês? Nada? Vamos ouvir falar de Kingdom Hearts esse mês? Não. Ano que vem? Talvez também não.

Você tá me retendo o Hards 4 confirmado.

É isso, Briado. Mais um grande podcast gravado. Ai, se fuder, mano. Experiências que só podem ser absorvidas em vídeo, tá ligado? É verdade. O nosso Sora brasileiro. O Charada é o Sora brasileiro, não é, Macau? O Sora brasileiro é... Ele é simple e ele é clean, né, mano? É um homem simples e limpo. Simples e limpo. É um banho tomado, né, mano? Perfeito, perfeito. É verdade. Quem vê o Mucur...

Tá ligado. Prazerzão ter gravado mais um excelentíssimo podcast. O podcast foi bom demais, cara. Cara, o prazer é todo meu. Eu fico muito feliz que eu consegui, porra, juntar aqui o Dream Team pra falar do Final Fantasy XV. Porra, desde que surgiu a ideia de gravar esse podcast, eu, porra, pensei no pão de mel.

Aí eu pensei no pixel do Gustav por causa do vídeo excelente dele do Final Fantasy vs 13. Aí eu falei com o Mokur também, vi que ele é um alucinado pelo jogo, então, cara, foi... Eu não poderia ter escolhido parceiros melhores pra gravar aqui. Então...

Cara, eu fico muito feliz de finalmente ter realizado esse objetivo aí da minha vida, que é falar sobre esse jogo que eu amo tanto e que me trouxe tantas memórias e foi tão significativo pra mim no meu começo ali dos videogames da nova geração e tal. Então, é isso. Cara, prazerzão estar com todos vocês e é nóis.

É isso. Eu esqueci de falar durante o episódio porque eu sou um péssimo host, mas ajude o nosso trabalho no catarse.me barra clube. É verdade. Para ajudar mais episódios longos como esse.

spoiler que vai vir episódio Jujutsu como extra aí. Então se você gosta de Jujutsu, já vai assinando o T a partir de R$15,00. A partir de R$5,00. Você já entra no grupo do WhatsApp pra trocar ideia com a gente, jogar IFC com a galera que joga aí. Eu não jogo esse jogo, né? Os caras só jogam isso. Mas o Murkut tá lá e ele pode ser testemunha. O grupo é bom, Murkut?

O grupo é sensacional, o grupo é muito bom, é bom pra fofocar, é bom pra bater na indústria também, tá ligado? É verdade. É bom quando Zelda faz aniversário e a Nintendo não fala porra nenhuma, e aí a gente fica lá pedrejando essa história de amor no geral.

Só coisas boas. É verdade. Então vocês tem aí, ó, ouvinte, vocês tem aí testemunha que o grupo é legal. Se você quer ouvir episódios sobre Jujutsu, vai ser um dos próximos que vão ouvir aí. Estão já dando esse spoiler aqui. Agora a gente é obrigado a gravar esse episódio. E no mais, um beijão pra todos. Eu fui Douglas, não fui Vitão. Em mais um episódio do Player 1. Bye, bye!

importante, tá? Assine o catar, diz que agora eu tô desempregado, eu tô precisando de dinheiro exatamente, e... ajudem e eu como bom mineiro, preciso de ir pro boteco de vez em quando, então me ajudem ô rapaz, esse feriado, nossa mas é isso ouvintes, tchau, tchau tchau, tchau galera

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