Como Passei! Marcelo Leão
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✨ Nunca é tarde para começar — e muito menos para vencer.
No episódio de hoje, conversamos com o Marcelo, aprovado no concurso da Receita Federal aos 61 anos.
Triatleta, ele encarou a preparação como mais um desafio de resistência, disciplina e superação.
🏊♂️🚴♂️🏃♂️ Assim como no esporte, nos estudos ele mostrou que constância e mentalidade fazem toda a diferença.
💭 Uma história que quebra desculpas e prova: idade não é limite, é bagagem.
Rogério Macedo
Marcelo de Castro Leão Borges
- Preparação para ConcursosImportância da orientação e mentoria · Estratégias de estudo e revisão · Lidar com a reprovação e frustração · A importância de se conhecer · Técnicas de estudo para provas discursivas
- História de superaçãoAprovação no concurso da Receita Federal aos 61 anos · Transição de carreira e motivação para concursos · Paralelo entre esporte de endurance e estudos · A importância da disciplina e constância
- História de AprovaçãoAprovação aos 61 anos · Motivação para concurso · Transição de carreira
- Esporte de Endurance e IronmanExperiência como triatleta e Ironman · Superação de lesões e desafios físicos · A mentalidade necessária para provas de longa duração · O que é o Ironman
- Competicoes e EventosIronman e triatlo · Disciplina e resiliência · Superação de limites
- Comunidade e Rede de ApoioImportância da comunidade de concurseiros · Troca de experiências e aprendizados · O papel do orientador e do grupo de apoio
- Construção de ComunidadeBenefícios de um coach · Importância da comunidade · Solidão do concurseiro
- Preparação para ProvasEstratégia de prova · Gerenciamento de tempo · Preparação para discursivas
- Livro sobre Força de VontadeConceitos de força de vontade e superação · A importância de definir objetivos claros · A relação entre ambiente e potencial individual
- Organização da Rotina de EstudosGerenciamento de tempo e prioridades · Adaptação da rotina às necessidades individuais · A importância do descanso e lazer
- Manipulacao de ProvasGerenciamento do tempo durante a prova · Técnicas para lidar com questões difíceis e dúvidas · Estratégia para preenchimento do gabarito · Estratégia para 'chutar' em questões sem resposta
- Mentalidade FinanceiraProvedor da família · Segurança financeira
- Combate à contravençãoEvolução contínua · Foco no processo
- Preparação Mental para ProvasLidar com a pressão e o cansaço · A importância de se expor a situações de dificuldade · Diálogo interno e autoconhecimento
- Concursos e SeleçõesA importância de querer 'a qualquer custo' · Diferença entre querer e desejar · O papel da motivação financeira e familiar
Olá, tudo bem com você? Seja bem-vindo aqui ao Como Passei, eu sou o Rogério Macedo e esse é o podcast dos aprovados. Aqui a gente bate um papo com os concurseiros e concursados aprovados em concurso por todo o país pra você conhecer um pouquinho da história, trajetória, desafios, perrengues e aquela doideira toda que o concurseiro enfrenta nessa jornada. Pra você que tá acompanhando a gente e ainda não tá inscrito aqui no canal, vou pedir pra você se inscrever, ativar o sininho pra receber as notificações.
E é muito bom você estar com a gente aqui, acompanha nos comentários, você vai ver que tem muitos convidados aqui de várias áreas, vários convidados de situações diferentes, contextos diferentes, e eu tenho certeza que se você pegar aqui, você consegue maratonar e acompanhar muitos episódios legais aqui. Fora os cortes também, tem alguns vídeos nossos aqui ajudando você a se preparar, a melhorar a sua condição nessa jornada. Então acompanha a gente, tá bom? Outra coisa, a gente está no Spotify também, eu gosto muito.
de ouvir o podcast em áudio, às vezes estou no metrô, estou no trem, estou no ônibus, estou no trânsito e não dá tempo, não dá para acompanhar a imagem, então eu salvo o podcast, deixo ele offline e vou ouvindo o meu fone de ouvido tranquilinho ali para não ficar com aquela sensação de tempo perdido.
Então, gosto bastante. Eu recomendo você, a gente está lá no Spotify. Aproveita, dá cinco estrelas para a gente lá, que o Anderson fica feliz na vida quando vê lá que tem cinco estrelas. Então, dá essa moral para nós. A gente agradece para caramba. E você acompanha a gente por lá. E se quiser indicar, compartilhar esse episódio aqui com os seus amigos, com o concurseiro que você conhece. Às vezes, aquele parente seu que você sabe que está estudando para concurso.
Manda para ele também. É mais um que a gente traz para essa comunidade nossa aqui de concurseiros. Está bom?
Eu gosto de falar, a gente tem uma parceria, vou até ativar aqui, eu esqueci de ativar o nosso logo aqui da nossa parceria, que eu acho que é muito importante que vocês conheçam, né? Está aqui, está desse lado aqui, nossa parceria com o Radegondes Resumos, pessoal. Para quem estuda para concurso, sabe o quanto é importante você fazer revisões, é imprescindível você fazer revisões e às vezes a gente precisa fazer o nosso resumo para a gente poder revisar, né?
E nem sempre a gente consegue fazer um resumo bem feito, um resumo que facilite a nossa retenção do conteúdo. E o pessoal do Radegondes, eles fazem resumos específicos para várias áreas. Lá tem área de controle, tem combo para área de controle, combo para área fiscal, para tribunais, para área de segurança pública. Também tem combo para INSS, para área bancária, TJ São Paulo.
E o que o pessoal do Radegantes faz? Eles vão lá nos editais daquela área para ver os assuntos mais cobrados e aí depois eles pegam as provas anteriores, fazem ali aquele pente fino nas provas anteriores para ver se de fato aquele assunto está sendo muito cobrado, está caindo muitas questões, como essas questões estão caindo nas provas. E a partir disso eles montam resumos, ou seja, os resumos deles são baseados em questões, em assuntos.
que as bancas mais cobram. E isso facilita muito quando você estiver fazendo o seu estudo, seja até para você ter um contato, aquele primeiro contato com a matéria, isso ajuda muito que você já vai começar tendo contato com o que é cobrado de fato. Às vezes você pega um material denso do cursinho de 900, PDF de 900, mil páginas, é muita coisa, você já fica desanimado só de olhar aquilo e pensar o tempo que você vai demorar. Então, quando você pega um resumo que já é enxuto, ele já é mais objetivo.
Isso já facilita para você ter um primeiro contato com aquela matéria, com aquela disciplina. E a partir dali você vai se aprofundando, você vai evoluindo e você vai tendo um contato maior. Então o resumo também é muito indicado quando você estiver começando. E já para você que já tem uma bagagem, já está naquela fase de arrebentar nas questões, o resumo também facilita na revisão, porque você vai direto ali...
Às vezes uma questão que você precisa revisar, que você errou ali, você quer saber, quer ter uma noção para montar um flashcard ou quer deixar ela salva ali no seu caderno de erros, você já vai lá, você já tem uma noção. Rapidinho você tem acesso àquele assunto e você consegue matar aquilo ali rapidinho para facilitar para você. Então, está a nossa dica aqui. Dá uma conferida nesse QR Code aqui do Radegondes, porque o que você vai ver?
Por lá você vai ter acesso às amostras dos materiais e aí você consegue ter uma noção de como esse material é diagramado. A diagramação dele é...
é feita para facilitar a retenção do conteúdo. Então você vai ver lá para memorizar, facilita muito. E é um material claro, objetivo e direto ao ponto. Tá bom? A dica está dada. Dá uma conferida. Se você gostar do material, já usa o nosso cupom, que é o COMOPASSEI20, e aí você vai ter 20% de desconto pegando o seu combo com o Radegondes.
Beleza? Então, dando sequência aqui no nosso episódio de hoje, nesse episódio aqui do Como Passei, hoje eu vou bater um papo com um convidado aqui diferente, esse convidado é uma indicação, uma indicação do nosso amigo João Espíndola. João, brigadão, um abraço para você.
Vou bater um papo aqui com o Marcelo. E o Marcelo tem uma história bem diferente, ele vai contar para a gente aqui. Marcelo, seja bem-vindo aqui ao Como Passei. Espero que a gente consiga bater um papo bacana, tenho certeza que vai ajudar muita gente nessa conversa de hoje. O Marcelo, galera, vocês já perceberam que ele tem um perfil diferente e nós vamos falar bastante aqui sobre isso. Marcelo, vou pedir para começar para você se apresentar para o pessoal, contar para o pessoal.
Qual o seu nome, sua formação, a sua área. E aí depois nós vamos esquentar o bate-papo. Seja bem-vindo aqui. Tudo bem. Tudo bem. Obrigado. Primeiro, eu tenho que agradecer ao João. Eu sou meio sem graça de fazer essas coisas. Mas em nome dele, eu dou entrevista na boa. Espero que as pessoas tirem proveito da entrevista.
Meu nome é Marcelo de Castro Leão Borges, sou formado em Educação Física. O último lugar que eu morei, onde eu estudei para o concurso, foi Espírito Santo. Eu morava no Espírito Santo porque era a família do meu pai, eu nasci em Brasília. E lá que eu comecei a estudar para o concurso.
Então sim, a minha formação é em educação física, como eu falei, e na época eu trabalhava basicamente com treinamento personalizado. Ah, bacana. Até bom, vou aproveitar então para a gente já esquentar o bate-papo aqui, Marcelo. Quero saber de você, você já começou a falar aí, mas vamos quente agora. Onde é que apareceu o botão de concurso público na sua vida, Marcelo? Quando é que foi isso, como é que foi? Conta para a gente. A minha família inteira é concursada.
E sempre quiseram que eu prestasse concurso achando que seria o melhor caminho. E eu persisti em tentar a vida na iniciativa privada, até que eu conheci minha atual esposa, ela já estudava para concurso. E o motivo inicial foi, a gente tem dois cachorros, um Yorkshire e um Basset. O Basset precisou fazer uma cirurgia na coluna. Aí ele cabrava para falar.
Difícil, né? Eu falei que era... Não, mas eu sei como é que eu tenho o Yorkshire em casa também, a gente se apega bastante. A cirurgia era muito cara. E aí foram todas as economias, vendiam carro e tal.
E eu falei, não vou mais viver essa insegurança. E aí comecei a conversar com a minha esposa. A gente entendeu que era mais fácil e rápido eu passar num concurso, que a ideia era fazer o fisco, eu passar num concurso de fisco, do que ela chegar no momento de passar num concurso de fisco. E eu falo passar num concurso de fisco por ser uma situação que resolve a vida financeira do casal. E aí, nesse momento...
Eu comecei a estudar, o motivo inicial foi esse, e eu comecei a estudar, sete anos atrás, estudei por cinco anos para concurso, antes de entrar no concurso, antes de começar na Receita. Foram cinco anos, então, até entrar na Receita. Então, pelo que você me falou aqui, você já focou. Quando você já começou, você já foi direto para a área fiscal. Mas quem teve essa...
percepção foi minha esposa. Como eu falei, eu sou da educação física, então a maior parte das matérias de qualquer concurso...
Eu não sabia. Eu tinha uma base boa, porque eu não sou... Por ter idade mesmo, como você tem idade, você tem mais tempo de estudo. Uma base boa. Eu fiz engenharia elétrica, não terminei psicologia, não terminei educação física. E aí eu terminei educação física. Então, tinha um lastro de um monte de matéria, mas não tinha do concurso, não tinha ideia. Por isso que eu escolhi o físico por ser uma área que tinha...
vários concursos, municipal, estadual, federal, tinha mais muitas opções e que pagava bem.
Ah, legal. Bom lá, vamos lá então. Você tem 64 anos, né, Marcelo? Isso, hoje. 64 anos hoje. E você, pelo que você falou, que você sempre teve uma vida muito ativa e ligada ao esporte, né? Conta para a gente, você falou que você chegou a ser triatleta, você é triatleta, você participou de... Conta para a gente a sua trajetória agora no esporte. Porque pelo que você me falou, você já se superou muito por aí. Eu vou voltar um pouquinho assim.
Eu morava em São Paulo e eu quebrei o joelho, quebrei o tendão do joelho. O tendão do joelho quebrou, precisei fazer... Aqui em São Paulo eu passei por duas cirurgias. E na segunda cirurgia o cara falou, você tem que parar. Eu tive que parar de trabalhar. E nesse momento eu voltei a morar em casa, a morar com meus pais.
Minha perna era mais fina que meu braço, assim, que chegou a ficar. Eu não conseguia sustentar meu peso. Não conseguia sustentar meu peso. E eu trabalhava numa academia e a gente apoiava um triatleta, porque ele ia fazer o Ironman. Sim. E o apoiar incluía, ele teria que vir todo dia para eu alongá-lo. A gente tinha que fazer parte disso. A gente ficou próximo.
Ele tinha um motivo forte para poder fazer o Aeroman, que era por causa do pai, que estava doente, e eu falei, eu vou assistir a sua prova. Eu fui assistir a prova, a prova acontece na América do Sul, ela acontece em Florianópolis.
E quando terminou a prova, eu falei, eu vou fazer essa prova aqui o ano que vem. E assim, naquele dia eu comecei a correr, assim. E eu não conseguia correr cinco metros. Não conseguia. Eu comecei a correr assim, numa pista, numa campo de futebol. Eu comecei correndo do escanteio até o gol. Andava, andava, andava, andava, andava. Escanteio até o gol. Depois, escanteio até escanteio. Depois, no outro sentido. Depois, uma volta.
Eu comecei deste jeito, assim, né? E até cabe que, assim, eu estava numa situação que eu precisaria fazer uma cirurgia na coluna. E meu médico falou assim, ó, a gente vai marcar a cirurgia para o ano que vem. Você vai passar o ano inteiro tentando não precisar da cirurgia.
E este ano que vem foi o ano que vem que eu fiz o Iron Man. Eu acho que eu saí um pouco. Não, pode. Então, minha história com o Iron Man começou por aí. E acho até que cabe aqui no assunto falar que a única...
A única coisa que nunca passou pela minha cabeça enquanto eu estava treinando é que eu não conseguiria. Eu acho que o que você pensa, ele pode atrapalhar. O que você pensa para ajudar, pode ser que não ajude. Mas o que atrapalha, atrapalha de verdade. Eu nunca tive dúvida, nunca tive dúvida que eu conseguiria terminar. Nunca tive dúvida que era algo possível. Tanto é que, na prova, eu era o único sem roupa de borracha.
Eu era o único com a bicicleta que eu estava, que era uma bicicleta pesada, que não tinha roupa, não tinha nada especial, nem o tênis, nem nada. Não tinha nada peculiar da prova. Você não estava preparado. Eu só fui lá porque tive ajuda de amigos para poder pagar a prova. A prova é uma prova cara, cara para se inscrever. Então, então...
Eu nunca tive, na verdade, acho que a partir desse momento, nenhuma dúvida de que seria algo que eu conseguiria. Eu não sabia como que ia terminar, mas eu sabia que terminava quando eu passava embora do pórtico. Legal. Marcelo, só para o pessoal de casa entender, o que é o Iron Man? Vamos explicar para o pessoal de casa. É um triatlo.
que nasceu lá no Havaí, um desafio de três amigos. Um cara era nadador, um cara era ciclista, outro era corredor. E eles estavam discutindo na mesa de um bar, que qual era o esporte, uma resistência. Resolveram fazer o aeroman.
E aí resolveram fazer o aeroman com a prova de natação mais longa da ilha, que era 3.800 metros de natação, a prova de ciclismo mais longa que tinha na ilha, que eram 180 quilômetros, e a prova mais longa de corrida, que eram 42 quilômetros. Então a prova de aeroman nada-se 3.800 metros para depois pedalar 180, para depois correr uma maratona. Esse que é o tamanho da prova. E quanto tempo em média dura a prova? Então...
Os campeões ganham em 8 horas. O recorde está um pouco abaixo disso aí. A média são 12 horas. E o máximo são 17 horas. Assim, 17 horas... Se você chegar depois das 17 horas, vai ter gente te esperando.
porém você já não se classifica, não tem teu tempo registrado. Certo. E quantos anos você tinha quando você começou a participar do Ironman? Em 2003, 41. Eu fiz 2003, 2005, 2007, 2010, até 48. Dos 41 até os 48 anos você fez?
Legal. Está vendo para você que está em casa? Às vezes a gente tem muita... A gente sabe você em casa, a gente recebe muitas perguntas de vocês perguntando se vocês estão velhos para começar a estudar para concurso, se vocês estão velhos para fazer qualquer coisa. Está aqui o Marcelo mostrando que a gente depende...
de querer, né Marcelo? Até legal saber se você puder daqui eu vou abrir esse parênteses pra gente fazer uma associação, porque eu acho bem interessante a gente fazer essa associação do esporte com o concurso público porque eu acho que tem algo parecido e eu venho da Marinha, pratiquei bastante esporte também e eu acho que sim
Eu entendo que é muito parecido a disciplina que a gente precisa ter, a constância que a gente precisa ter e a vontade também, que você falou de você acreditar que você é capaz. E eu queria fazer esse paralelo aqui. Queria que a gente conseguisse começar aqui, até para a gente poder, como você tem essa experiência no esporte, você vem do esporte. Eu quero agora, a partir de como foi fazer essa associação, essa transição do esporte para o concurso público?
Primeiro que é assim, eu treinei muito atleta de alta endurance. E o melhor resultado que esteve na minha mão, ele ganhou a prova em Florianópolis com 55 anos, sendo que ele começou a treinar, ele não sabia nadar, com 45. Então, não é o fato...
de você não ter um passado que não te permite construir um futuro. E a segunda coisa é assim, eu fiz quatro aeromens. E não foi só aeromens que eu fiz, eu fazia prova de longa distância, cheguei a ser campeão brasileiro, que se chama triátron de longa distância, que é o dobro da distância olímpica. E eu...
Tenho que confessar que a coisa mais difícil que eu fiz na minha vida não foi Ironman, foi estudar para concurso. Mas o fato de eu ter passado por todo o processo de treinamento, e aí eu gostaria de fazer um adendo, que é assim, um cara fez uma pesquisa e pegou diversos atletas olímpicos e viu o que os atletas olímpicos faziam ao longo de oito anos e mapeou.
Mapeou isso aí, sim. O que os atletas não fizeram por oito anos. E aí, na hora que ele estava apresentando o trabalho, ele falou assim, se eu pegar o que esses atletas fizeram por oito anos, botar num vídeo e acelerar por 20, por 30, por 50 vezes, o vídeo ainda vai ser monótono. Então, que não...
que não é diferente de você estudar para concurso, porque você estuda de novo, de novo, de novo, de novo, de novo, de novo, de novo, hoje, de amanhã, depois da manhã, depois da manhã. Então, diz respeito muito mais a você.
perdurar, assim, eu não gosto de falar de insistir, porque quando você fala insistir, parece que você está querendo desistir, né? Mas simplesmente você seguir o caminho, você faz o que? Você bebe água porque tem sede, você come porque precisa comer. Então, se você decidiu que vai estudar para o concurso, você segue estudando até passar.
Simples assim. Ah, então. Isso, eu acho que assim, é legal a gente entender, porque você falou, né? A partir do... Após 40 anos, né? Você começou no esporte para valer, para ser competitivo. Isso. E no concurso público, a partir de quantos anos, quando você começou a estudar para o concurso público? 55 anos, acho. 55. É. Essa questão da idade...
Nunca foi uma questão para mim, nunca foi um troço assim, que eu falei comigo mesmo assim, ô Marcelo, você está com idade, nunca, nunca, só virou questão depois que eu passei, que as pessoas começaram a falar assim, nossa, mas você passou com concurso com 61 anos, nossa, nossa, então...
Para mim, nunca foi questão, a questão de idade. Certo, legal. É bom, pessoal, para vocês saberem, o Marcelo é analista da Receita Federal. Qual o concurso que você entrou? Nossa, eu tenho que lembrar. Foi o último concurso. Eu acho que ele foi há dois anos e meio atrás. Não, a gente tomou posse há dois anos e meio atrás. O concurso foi há três anos e meio atrás.
Porque quando eu prestei o concurso, demorou muito tempo. Foi um concurso que teve subjúdice, um monte de coisa assim. Eu continuei estudando para outros fiscos. Cheguei a fazer aqui para São Paulo. Ah, legal. Marcelo, e durante a sua preparação para concurso, qual foi a sua maior dificuldade quando você começou a estudar para concurso? O que você começou a se deparar? Porque acho que algumas coisas você acaba tendo facilidade, outras não. Como é que foi isso para você? Caramba, você respondeu a pergunta.
que quando você fala que algumas coisas você tem facilidade, outras você tem dificuldade. Eu acho que o que foi mais difícil para mim não deixa de ser mais difícil para qualquer pessoa que passou. Porque se você passou, é porque você fez um troço difícil. E ao longo desse tempo, você foi adaptando o processo para que você conseguisse tirar maior proveito. Sem deixar de lado a especificidade, porque a prova de concurso...
Você tem que ler, você tem que... A tua capacidade de responder um troço que está escrito tem que ser maior do que responder para uma pessoa que te pergunta alguma coisa. Então, mesmo tendo a especificidade. Mas nesse caminho aí, posso dar um exemplo do esporte? Claro. Meus atletas de ultra-enduros, que só fazem ultra-maratona.
Quanto mais longe da prova eles estão, menos eles correm e mais eles nadam. Então, a natação, ela não é a prova. A prova é a de corrida. Mas, para se preparar para a corrida, se você corre por muito tempo, você pode machucar. Mas, para se preparar...
a natação prepara melhor, dá uma base melhor. Então, posso fazer uma comparação com você, assistir aula em vídeo ou presencial, mas em algum momento você tem que ir para o escrito, entendeu? Que não precisa ser do começo até o fim. Pode ser...
conforme vai chegando perto. E quanto mais perto você chega, mais tem que ser específico, mais você tem que ler, mais você tem que fazer questões, porque a prova é fazer questões. E aí cabe até um adendo que é assim, a prova não é só fazer questões, e quando você estuda, você estuda uma matéria e faz um monte de questões, outra matéria e faz um monte de questões. E a prova não é assim, a prova é dez questões de uma, dez questões de outra, dez questões de outra, então a sua cabeça vai...
de um português para um raciocínio lógico, para um direito, para uma economia, mas é na mesma prova. Então, você tem que treinar a fazer isso também, essa especificidade aí, entendeu? Que são simulados, mesmo que você não faça simulado...
que você tem acesso, que você crie esse simulado, essa situação de simulado. É importante, legal. E durante essa sua preparação, você falou que você prestou vários concursos para a área fiscal, você escolheu a área fiscal. Você prestou concursos só em São Paulo e região, ou você chegou a viajar fazendo concursos? Cara, São Paulo... Foi o último concurso que eu fiz. Eu fiz... Eu fiz...
Guarulhos, ISS, fiz Porto Alegre, duas provas, fiz Goiás, estadual, depois eu fiz Espírito Santo, no interior do Espírito Santo, para eu lembrar, eu fiz Pará, duas provas, fiz Amazonas, Manaus, lá fiz a prova, e é assim.
E, por fim, fiz a da Receita. E mesmo quando eu fiz a da Receita, eu não tinha ideia de para onde eu iria. Meu gosto por São Paulo nasceu porque as vagas eram para São Paulo. Eu fui para Santos inicialmente. E daí eu criei uma paixão pela cidade de São Paulo e eu quis vir para São Paulo. Hoje eu estou no aeroporto de Guarulhos.
Ah, bacana. Você falou que você pegou boa parte desse período com a Nasli, né? Você prestou vários concursos com a Nasli, né? A gente começou mais ou menos na mesma época. Quando ela... eu não conheço ela, a pessoa...
Conheço ela pessoalmente porque a gente fez o mesmo curso. Ela estava fazendo o mesmo que eu fiz. A gente só se viu ali. Eu sei quem ela é, mas ela não sabe quem eu sou. Óbvio que não. Mas, assim, ela cita que o primeiro concurso que ela fez foi mais ou menos um ano depois de ter começado a estudar, seis meses depois de ter começado a estudar, e foi em Guarulhos. A diferença é que ela foi primeiro lugar em todos os concursos. E eu não passei nenhum, só fui passar na Receita.
bacana, mas é legal. Outra coisa que eu acho legal, Marcelo, você até comentou, lógico, você já falou que todas as vezes que você começou a fazer você tinha aquela condição de saber que você ia terminar, que você ia até o fim. Mas quando você começou a estudar para concurso público, em algum momento teve alguma coisa que você falou assim, meu, esse troço aqui é meio complicado, acho que é maratão, acho que o Iron Man ali, você mesmo falou dessa dificuldade.
Você pensou, assim, vou até melhorar aqui. Você imaginou que fosse ser tão complicado ou você teve alguma surpresa? Sabe que é a primeira vez que me perguntam isso, né? Então, vou ter que pensar para responder. Mas tem uma coisa que eu acho que faz parte do processo.
as provas foram ficando mais difíceis. Durante a época, eu comecei a estudar. Então, cada prova que eu fazia era mais difícil, tanto é que a primeira prova, primeira, segunda, terceira prova, eu não estudei português. Não estudei português, zero. E, a partir daí, eu tive que começar a estudar português, porque as questões de português começaram a ficar mais difíceis. E, assim, então, ao longo do tempo, eu fui percebendo que eu precisava me dedicar mais. Depois, precisava...
Até cabe aí um detalhe que é assim, como personal, eu sempre trabalhei com atletas de esporte, e atleta costuma treinar cedo. Então, era comum eu começar meu dia de trabalho, 5 horas da manhã, 5 e meia da manhã, treinar sábado, trabalhar sábado, trabalhar domingo, era muito comum, até mesmo porque o próprio esporte meu me fez começar a acordar mais cedo. Acordava muito cedo.
E para eu estudar, eu me sentia mais confortável estudando antes de trabalhar do que à noite, porque eu chegava à noite cansado, a sensação minha que não iria render. E eu comecei a acordar um pouquinho mais cedo, um pouquinho mais cedo, um pouquinho mais cedo. Cheguei num ponto de começar a acordar às duas da manhã.
para começar a estudar. Mas por que eu estou falando isso? Porque, ao longo do tempo, eu comecei a perceber que eu tinha que me dedicar mais, tinha que me dedicar mais, cada vez mais, por exemplo, eu passei a ouvir aquela aula que eu já tinha estudado, uma aula de novo pela quinta vez, eu botava lá no carro, botava, que nem você falou, no podcast.
para poder ouvir a hora que eu estava treinando, fazendo musculação, no intervalo de aula, eu ficava escutando para aumentar a quantidade de horas semanais. Eu fui percebendo que os concursos estavam cada vez mais difíceis.
E que eu precisava estudar mais, até por característica minha de dificuldade de decorar. Entendeu? Certo. E outra coisa também que eu acho que é legal. Quando você começou a estudar, você mesmo selecionava o seu material? Você mesmo montava o seu material? Como é que foi essa? Porque normalmente quando a gente começa a gente fica meio perdido, né? De saber por onde eu começo. Como é que foi isso com você? Cara, é...
Eu tinha várias pessoas ao meu redor que tinham passado em concurso. E, exatamente, imediatamente antes de eu começar a passar em concurso, tinha um grande amigo, que é do Fisco lá do Nordeste, esqueci qual estado que ele é do Fisco, que ele estava lá na minha cidade. Eu marquei para conversar com ele.
E ele me deu força e me indicou um coach. Eu já comecei, já no meio do primeiro mês, com um coach, um cara que montava treino, montava treino, montava a planilha de estudo para mim, pelas minhas especificidades.
E eu segui com ele, até ele, ele deixou de fazer isso, hoje ele está trabalhando em uma estratégia, em uma área interna. E aí eu passei um tempão estudando sozinho, mas baseado no que ele ensinou. No direcionamento que ele tinha te dado. As proporções, a quantidade de tempo que eu gastava com cada coisa.
E na reta final para a Receita, quando saiu o edital da Receita, eu contratei os serviços da LS, que hoje tem vários serviços parecidos ou igual. Uma mentoria, né? É, uma mentoria que tem características muito peculiares. Não é uma mentoria como mentoria em si, eles têm uma característica muito peculiar. E eu fui com eles até...
Até o final, assim, porque eu fui até a Receita e segui com eles, porque eu estudei depois para ir a São Paulo. Legal. E assim, você recomenda para quem está começando, pessoa que está chegando, seguir esse caminho? Porque muita... É. Você recomenda? Vou fazer uma comparação. Você faz atividade física? Não, cara, o caminho é mais curto, cara, quando você tem orientação, entendeu? E eu te digo assim, ó, eu fui atleta...
E fui preparador. Assim. E eu acho que como atleta, eu encurtei o caminho quando eu busquei ajuda de outros profissionais. Eu era profissional de agroação física. Só que, assim, tem muita coisa que é específica, entendeu? E tem muito, assim, por exemplo, eu sou experiente em te treinar para fazer uma maratona. Certo. Então, eu já treinei pessoas, um monte de gente.
Então, eu vou saber mais facilmente qual o melhor caminho para você. Então, o melhor caminho é você conseguir o que você quer antes. Entendeu? Não quer dizer que você não vai conseguir resultado se for sozinho. Não quer dizer. Só que o caminho curta. Porque a pessoa vai falar assim, acho melhor você vir por aqui, acho melhor você vir por aqui. Usa esse recurso, tenta isso, tenta aquilo. Deixa eu contar uma historinha curtinha sobre isso.
Esse meu coach, ele era coach de outras pessoas. E um dia ele chegou para mim e falou assim, eu estou com uma dificuldade.
Tem uma pessoa que não consegue aprender matéria e tal, tal, tal. Aí eu falei para ele uma coisa que eu fazia, sem querer.
eu fiz sem querer, que eu senti uma diferença, que era assistir uma aula, videoaula de uma pessoa diferente. Entendi. A mesma aula você assistiu com outra pessoa. Então, que a pessoa acaba dando um tom diferente para a mesma matéria e você acaba aprendendo mais conteúdo, porque com esse cara aqui você aprende mais uma coisa, com esse aqui você aprende mais outra. Então, acaba que quando você tem alguém que já passou por aquele processo, em especial...
Um coach, eu não gosto de chamar esse nome, porque é um nome que ficou meio banalizado. Mas quando você tem uma pessoa... Orientação, orientador, né? Orientador, que seja. Quando você passa como estudante, você passou só por você, né? Quando você passa como orientador, você tem um leque de pessoas muito grande que você acompanhou, entendeu? Então você sabe encurtar o caminho.
Legal. Até é bom você falar isso. A gente, viu, pessoal, vocês que estão acompanhando, a gente tem uma comunidade, a comunidade como passei, porque isso que o Marcelo falou que faz muito sentido, a gente acompanha muito vocês conversando com a gente. Estudar sozinho, às vezes, dificulta...
o seguinte, o que a gente falou aqui o estudo, chega uma hora que ele é meio monótono, você vai fazer a mesma coisa todos os dias, e quando você está sozinho, você não tem ninguém para te orientar ou alguém para te falar um caminho melhor, tenta isso aqui, tenta aquilo ali, você, às vezes, vai ter essa percepção muito tarde, às vezes você começa estudando sozinho, você está prestando concurso depois de um ano, você vai perceber que, nossa se eu tivesse feito, agora eu fiz isso aqui, deu certo se eu tivesse feito isso aqui antes
teria me adiantado. E alguém de fora consegue ver isso melhor e já te dar um toque antes. Às vezes você já está estudando, você começou errado, ali a pessoa já fala, opa, não faz isso aqui não, vai por aqui que é melhor, vai por ali. Então você ganha tempo. E a gente tem a comunidade, estou deixando até o link aqui na descrição, a comunidade do Como Passei. É super acessível, não é uma mentoria, a gente fala, uma mentoria é um investimento maior que nem todo mundo tem condição. Mas uma vez que você está com...
outros concurseiros, outras pessoas ali que estão brigando, lutando pelo mesmo objetivo que você. Lá a gente tem concurseiros aprovados nos nossos grupos, lá que vocês podem trocar ideia, trocar experiências com eles e muitas das vezes esse papo já vai encurtar muito o seu caminho, porque você vai ter um...
Às vezes você está estudando, vou citar até um exemplo aqui do fisco, você decidiu estudar para o fisco, você chegou lá agora na comunidade, você decidiu estudar para o fisco. Lá tem gente que está estudando para fisco há mais tempo, já tem gente aprovada em alguma área fiscal, que já pode te dar um norte para você já não começar perdido. Então isso facilita muito.
A gente está deixando o link aqui na descrição desse vídeo. Se você está começando agora, se você está acompanhando esse vídeo e se interessar, vai lá. Porque a comunidade do Como Passei é uma comunidade bacana. Lá tem concurseiros experientes. A gente tem outros professores lá que também estão lá. O Anderson, eu, o Túlio Carrige, o Alan.
Um pessoal bem qualificado para ajudar vocês lá também. E aí até seguir, pode falar, Marcelo. Isso que eu estou falando aqui é algo que eu já passei por isso. Você já começou com orientação. E eu, na época, comecei a prestar concurso com intensidade maior ali.
2005, 2007. E não tinha os recursos que a gente tem hoje, seja em plataforma de questão, seja plataforma de material mesmo, cursinhos, não tinha isso. E eu apanhei muito, a gente perdia muito tempo até a gente entender o que a gente estava fazendo errado, a gente já tinha passado 6 meses, 7 meses, 1 ano, aí você achava alguma coisa, eu pensei que deu certo. Então ter alguém te orientando faz muita diferença. E o Marcelo falou, pra você fez, né Marcelo?
Mas são duas coisas diferentes. Você ser orientado para estudar e você fazer parte de uma comunidade são coisas diferentes. Sim. Que é assim, eu tive orientação, mas eu não tive a comunidade. E chegou um momento que eu comecei a sentir falta disso. E eu pedi para esse meu coach se ele não podia fazer um grupo do WhatsApp com os mentorados dele lá, para a gente ficar trocando...
ideia mesmo, você teve dificuldade aqui, como é que você fez para poder aprender aquilo, que material que você usou, coisa do tipo. E é assim, você fez uma comparação aí, meio sem querer, da época que você estudava para a época que eu passei a estudar. Na sua época, você demorava mais tempo.
para poder aprender um conteúdo, então tinha menos recurso, mas todo mundo tinha menos recurso. Então, hoje, se você não usar os recursos, todo mundo está usando, entendeu? Se você não usar o recurso que todo mundo está usando, você está muito para trás. Então, você tem que usar todos os recursos disponíveis. Eu me lembro que, na época...
do concurso que eu passei, a maioria tinha duas plataformas ou três de questões, duas ou três de aula para concurso, e a maior parte tinha mentoria, mentoria, acompanhamento e tal. Então, a realidade mudou. A realidade mudou. Então, no momento em que você vive, hoje é mais fácil você ter comunidade do que era na minha época e muito menos na sua época.
Então, você tem que usar o que está disponível. E eu falo isso porque a gente, quando está estudando para concurso, eu passei por isso, não sei se isso aconteceu com você. Quando você está cercado por pessoas que entendem o que é estudar para um concurso, que já passaram pelo que você está passando, fica um pouco mais fácil delas entenderem o que está passando. Agora, quando você não está cercado a essas pessoas, por mais que sejam nossos pais, parentes, companheiros, esposos, esposa, enfim... Preocinar o que está passando, não sei se não, não sei se não,
a gente vive, é um pouco solitário. Não dá para você chegar toda hora e ficar falando de concurso com seu companheiro, seu companheiro, com a pessoa que está próxima ali, porque às vezes ela não vai entender aquela realidade. E quando você está inserido numa comunidade, às vezes você está passando por alguma dificuldade no momento que você consegue compartilhar com a outra pessoa, porque ela também está passando.
E ela consegue te ouvir com um olhar diferente. Ela, pô, Marcelo, é verdade, cara, também estou passando por isso. Eu acho assim, rola uma identidade maior. Porque se eu estudar para o concurso, eu cheguei ao ponto, às vezes eu ia numa festa e começava a conversar com alguém. Então, cara, você ficou sabendo que abriu o concurso tal?
E a pessoa não é do mundo. A pessoa está cagando e andando para concurso. Mas aquela vontade de conversar sobre concurso, porque meu dia a dia era estudar para concurso. E em uma comunidade, quando você está com outras pessoas, você pode falar isso abertamente e as pessoas estão com a mesma vontade que você. Agora é chato você chegar em uma festa e falar de concurso público com uma pessoa que não é desse mundo, não faz a mínima ideia.
Acho que cabe falar nesse momento que é assim, comunidade é para o bem e para o mal. As pessoas que estão ao seu redor,
elas podem te puxar para um lado ou te puxar para o outro. Elas podem te animar ou te desanimar. Diz-se, se fala que você é a média das cinco pessoas que você mais convive. Então, convive com pessoas que vão te puxar mais para cima do que para baixo.
Leve isso em consideração. É, isso é importante. E o que a gente está falando, a gente filtrou na comunidade, justamente isso a gente tem os moderadores, tem o pessoal que já foi aprovado ali, justamente para evitar, porque você entra em uma comunidade onde as pessoas estão reclamando, aquilo te puxa para o lado ruim. Então você tem que ter alguém moderando ele para falar, pessoal, espera aí, aqui a gente tem que entrar com vontade. Quem dera eu tivesse isso quando está estudando.
Então, todo mundo tem que entrar aqui com o espírito positivo, senão daqui a pouco, ao invés de você ter uma comunidade aprovada, você está com uma comunidade pessoal tentando para ser aprovada. Aí não funciona. Mas, Marcelo, outra coisa. Vamos lá, falando agora aqui, já entrando um pouquinho na questão de métodos de estudo. Você falou de videoaulas, PDF, questões. Como é que funcionou para você? Como é que você conseguiu entender o que funcionava melhor para você? Na raça. É. É.
Eu comentei contigo, por eu ter 64 anos, eu sou de outra época. A realidade era outra. A minha educação foi para aprender a lógica por trás de tudo. Só que eu estou competindo com pessoas que têm uma facilidade muito grande de decorar. Que nasceram decorando, porque a quantidade de conteúdo é muito maior. Então, aprenderam a decorar. E eu não aprendi a decorar.
Então, eu tive que ir atrás de entender como é que eu ia guardar o conteúdo, como é que eu iria guardar o conteúdo. Então, por que eu falei isso, Odis? Porque eu usei muito vídeo, muito vídeo. Então, a minha base era vídeo e não material escrito. Eu sempre fazia o vídeo e depois para o escrito. Então, mais da metade do meu tempo era gasto com vídeo. E mais da metade do tempo que eu assistia no ônibus.
Porque mais da metade do tempo era tempo roubado do meu dia a dia. Roubado assim, subindo o elevador, tomando café da manhã. Eu sempre colocava esses vídeos. Então, a base foi vídeo. Mas foi na minha realidade. Porque eu precisava escutar de novo aquele conteúdo. E a hora que eu ia fixar era... Não quando eu lia. Porque ler, você tem que ler. Mas quando eu fazia questão.
Tem uma máxima que é assim, você precisa errar para saber para onde você tem que ir. E como é que você se põe para errar? Eu andava de windsurf, e um dia eu me vangloriei porque eu entrei na água e saí seco. E o cara que estava do meu lado falou assim, grandes coisas, significa que você não foi no teu limite.
você só sabe que você está no teu limite quando você erra. Então, se você não seguir o caminho do teu erro, só foi no teu acerto, você não vai melhorar. A melhor maneira que você tem de pautar para onde você tem que ir é fazendo questão. Então, a maior parte do tempo era com o vídeo e essas outras duas partes, ler o conteúdo e fazer questões, elas eram consequência do vídeo e a maneira que eu tinha que eu tinha.
de fixar o conteúdo e de saber o que eu tinha que estudar mais. Ah, legal. Legal isso porque muitas vezes a gente tem medo de errar, aquela questão da frustração. Aí não adianta, viu, pessoal? Às vezes você ir lá na sua plataforma de questões e filtrá-la, colocar só questão fácil e média. Aí você sai de, nossa, fiz 100 questões hoje, acertei todas 100. Aí amanhã você vai de novo, aí você vai fazer a prova e fala assim, nossa, eu fiz mil questões, errei uma ou duas só.
Só fez as faces. Aí vai na prova e vai ver a diferença. Então, isso que você falou de testar o limite é imprescindível. Para mim, até foi fácil entender isso, porque eu fazia coisas que testavam o limite o tempo todo, que era o esporte. E eu, quando treinava uma pessoa, eu estava o tempo todo tentando entender o limite da pessoa. Então, entender isso, até porque só há crescimento...
Se você tem crise de algo, e só existe crise se tem crítica. Então, você tem que ter um problema para poder melhorar. Se você não enfrenta um problema, quer dizer, o problema é o momento melhor, entendeu? É a hora que você tem que estar feliz. Você está estudando, acertando, acertando, acertando. Alguma coisa está errada.
porque você tem que errar, entendeu? Porque é o erro que te dá o norte, entendeu? Não é o acerto que te dá o norte, entendeu? Exato. Então, o olho tem que ser outro, você tem que procurar o erro, não ao contrário, entendeu? Fugir do erro, entendeu? Ah, eu não vou fazer redação, porque eu vou... Eu tenho dificuldade, e aí, o que que eu vou fazer? Vou tirar nota ruim. Vixe, se você não fizer isso, você não vai passar.
Simples assim Vamos lá, Marcelo, uma coisa que eu acho que Muita gente acaba Isso acaba derrubando muita gente Reprovação Como você conseguiu lidar com Reprovação? De novo, é a primeira vez Que me fazem essa pergunta É como se não fosse nada Nada pode falar O que eu preciso fazer para melhorar E a minha referência era Fora a primeira prova Que eu acertei 87% Da prova
Mas eu nem de perto passei nessa prova. Todas as outras eram assim, ah, era 55% da prova, depois 60% da prova, depois 65%. Nessa matéria aqui eu acertei tantas questões. Perceber que eu estava indo no caminho certo. Por mais que eu sempre... Evoluindo. É, evoluindo. Mas por mais que, assim, toda prova que eu fazia, eu fazia para passar.
Certo. É assim, fazer para passar é fazer bem feita, né? Fazer interessado. Ao máximo de você, né? Isso, naquela prova, assim, estou interessado na prova, né? Cada questão ali você está interessado em acertar, né? O fato de não acertar era menos importante do que o fato de perceber que eu estava evoluindo. Porém, me dava um norte de onde que estavam minhas maiores dificuldades, ou algo que eu vale, assim.
Ah, legal. Uma coisa que, assim, não sei se você passou por isso, né? Eu passei e já vi muita gente comentando. Teve aquele concurso que você falou assim, esse é o concurso da minha vida. Esse concurso aqui... Receita. Exatamente. Mas teve esse concurso que você falou assim, esse é o concurso da minha vida, eu vou fazer. E, de repente, tem uma frustração, o resultado não ser aquele que você estava esperando. Não, a frustração não teve, cara.
Porque depois que eu fiz, eu fiz Pará e fiz Amazonas. E ali eu percebi que se eu não tivesse estudado para o Pará, eu teria passado no Amazonas. Porque foi a época que mudou a lei de licitação, eu não tinha estudado a lei nova. No Pará não caía a lei de licitação. E o Amazonas tem especificidade, que é a zona franca de Manaus. Então, eu só pude estudar específico para a prova de Manaus, muito pouco.
Então, se eu não tivesse estudado para o Pará e tivesse estudado diretamente para o Amazonas, eu teria passado. Então, quando eu percebi isso, eu falei, não, não, não, a próxima prova é a minha. E aí foi que apareceu o concurso da Receita. Eu falei, essa prova...
É a minha. Ah, legal. Bom saber. E durante a sua preparação, durante esse período seu, assim, chegou algum momento que você achou... A gente fala muito a questão da procrastinação, né? Você fala, meu, estou cansado, vou dar um tempo, eu preciso esfriar a cabeça. Teve algum momento? Não, nunca.
Se está cansado, vai cansado. Se está com sono, vai com sono. Mas aí é o lado que você falou, do esporte. Porque quem treina para fazer aeromé, treina cansado. Não tem treinado descansado. Não tem... Eu assisti uma entrevista do Eliud Kipchoge. Sabe quem é Eliud Kipchoge? Não. Para mim, é o melhor corredor de maratona de todos os tempos. E ele é um dos grandes atletas. É o único que correu abaixo de duas horas.
não foi numa prova de maratona, foi numa coisa específica preparada para isso. O Eliud, ele é um dos maiores atletas de todo o tempo de maratona. E ele falou assim, todo mundo que faz esporte enfrenta dor. E a diferença de você conseguir um lugar melhor...
É o tanto que... Como que você lida com essa dor aí? Como que você lida com a dificuldade? No sentido assim, vai doer para todo mundo. Vai ser difícil para todo mundo. Vai ser complicado para todo mundo. Você está cansado? Quem no cansaço... Arruma um... Procrastina. Quem procrastina? Tem gente que não está procrastinando. Entendeu assim? Então, eu entendo uma coisa...
que, de novo, acho que tem a ver com ter feito o aerobank, que é assim, eu acho que só tem um tipo de querer, só um, que é querer a qualquer custo. Se você fala, se você não quer a qualquer custo, você não quer. Ou não quer de verdade. Querer muito, tem que querer muito. Querer, querer, querer. Senão você desejaria. Eu desejaria.
Quem quer vai atrás. Quem quer, fala assim, eu quero morar em uma casa, em um bairro tal. Aí, a partir desse instante que você quer, tudo no que diz respeito a isso é o que eu preciso fazer para conseguir isso. Então, querer não existe para mim outro tipo de querer. E o outro passo dessa balança é se você está disposto a pagar o preço.
Então, se você está disposto a pagar o preço, paga. Porque fácil não é. Se fosse fácil, eu estou na Receita agora. E dentro da Receita, você vê que tipo de pessoa, dentro da população, que passa para o concurso. É só gente que tem os históricos assim.
de dedicação, de esforço, não tem nenhum lá que tem se esforçado. Foi sem querer, entrei na prova, passei sem querer. Não tem, cara. Não tem. E cada vez mais é assim. Então, estudar cansado, estudar de madrugada, estudar num ônibus, estudar o próprio João. Eu acho que ele demorou muito tempo para passar. Ele demorou, acho que cinco anos para poder passar também, se não me engano.
Então, você... Não acabou ainda. Não acabou ainda. Eu já tinha passado na receita. Só que não tinha sido chamado. Então, você não pode baixar a guarda. Você está na expectativa ainda. Não tem assim. E é assim, você não pode baixar a guarda. Não pode baixar a guarda. Porque não aconteceu ainda, entendeu? Eu vou falar um momento que eu passei. Que é assim... Eu...
terceiro aeroman, terceiro aeroman, eu peguei dengue. E eu me curei da dengue, faltando sete semanas para provar. Caramba. E aí, assim, tinha uma quantidade enorme de pessoas que já tinham comprado passagem, porque queriam me acompanhar. Assim, umas dez, quinze pessoas. Iam ficar no mesmo hotel, tudo junto, tudo junto. Eu falei, cara, não estou nessa sozinho, né? Uma coisa é eu desistir.
que eu não vou conseguir fazer lá o que eu me preparei esse tempo todo. Outra coisa é o que os caras vão ver, eles querem me ver lá. O motivo inicial era isso, mas pô, eu ia deixar de me ver lá. Aí eu passei a fazer um treino específico lá, porque era uma época que eu me treinava, e me preparando para a prova. E assim, foi a prova.
em que eu fiz o pior tempo, foi o penúltimo da prova, a prova termina com 17 horas, eu fiz 16 horas e 47.
Porém, foi a prova que eu mais percebi que eu estava fazendo por causa do outro. Eu estava lá, não era por minha causa, eu estava lá por causa do outro. Eu fugi um pouco do assunto. Não está certo. Então, diz respeito ao esforço, dedicação, que a gente está falando. Então, assim, não sei exatamente por que eu estou falando isso, mas assim,
O que eu quero dizer... Da dificuldade. Você estava falando a questão da dificuldade, pelo fato da prova, o que impactou. A gente estava falando dessa questão de... A fazer mesmo com dificuldade. Então, mesmo nesse dia, as pessoas que fazem academia sabem o que é uma velocidade esteira para caminhar. Os últimos 20 quilômetros, eu demorei seis horas para fazer.
Seis horas. Seis horas. Dá um pouco mais do que três quilômetros por hora. Eu tinha dificuldade de passar por um meio fio. Não tinha força mais. Eu estava andando na prova. E aí, é assim, mas mesmo numa situação igual a essa...
em nenhum momento passou pela minha cabeça que eu não ia terminar a prova. Entendeu? Como assim não vou terminar? Ninguém me questionou, ninguém perguntou assim, você quer parar? Nunca. Ninguém me falou isso. Se eu tivesse falado, eu falei assim, como assim? Quero parar, né? Estou falando isso no que diz respeito assim, se você tem um objetivo...
ele termina na hora que você cumpre, assim, chega no objetivo, né, assim. Então, na hora que eu estava rastro, lembrei, na hora que eu tinha terminado de estudar para a Receita, eu continuei a estudar, né, enfrentando, eu não sei se eu não me enfrentar, cara, porque, como eu disse, eu não gosto desse negócio, assim, me superei, não gosto, porque eu acho que isso é uma questão de como é que é a tua história, entendeu? Ah, lembrei de um fato aqui.
Na última prova, eu fiquei num hotel que tinha atletas do mundo inteiro. E no dia seguinte, no café da manhã, as pessoas estão ali, elas foram mais disponíveis. E eu conheci um cara de Nova York. Eu falei, cara, em Nova York, neva. Os caras ficam embaixo de neve um monte de tempo no ano, assim, um monte. E eu falei, como é que você treina? Ele falou, indoor. Eu pedalo num rolo.
Corro na esteira, de vez em quando eu consigo pedalar no velódromo, tal, tal, tal, tal. Eu falo, cara, olha só. Cada um com a sua dificuldade. Se ele falasse assim, ah, não, eu só vou pedalar se for na estrada, boa, bonita, legal, bacana, perfeita, não ia chegar aqui. E que nem ele tem...
milhares de histórias, assim, de pessoas que lidam com dificuldade, assim, cada um com a sua, né? Sim, vai do jeito que dá, né? Vai do jeito que dá. Agora, vamos lá, entrando na outra questão, a parte de organização. Como é que você fazia para se organizar na sua rotina de trabalho, estudo? Porque eu acho que, assim, a gente, quando está estudando para concurso, outra coisa que pega muito é a gente conseguir estabelecer uma rotina, definir uma rotina para a gente.
Como é que foi isso para você? Como é que você conseguiu definir uma rotina? Para você trabalhar, para você estudar, a hora que você faz isso, a hora que você faz aquilo? Como é que foi isso? Então, eu acho que o mais importante foi a ajuda da minha esposa. Porque sem ela, eu não teria tempo para estudar. E como eu falei, eu fui cada vez mais...
aumentando o meu limite, o que eu fazia era assim, eu tenho esse tempo disponível, esse tempo disponível, e nesse tempo disponível, então vou cumprir. E o que eu pedia para os meus coaches era para não fazer nada assim, segunda-feira você faz isso, terça aquilo, quarta aquilo. O que eu pedia era para fazer uma coisa em sequência, você vai fazer isso, depois isso, depois isso, depois isso. E eu cumpria na medida do meu tempo, tinha dias que eu tinha que eu tinha.
duas horas para estudar, e tinha dias que eu tinha oito horas para estudar. E eu nunca estudei domingo à tarde, nunca. Era o único momento da semana que era 100% meu e da minha esposa, da minha família, só quando aconteceu alguma coisa especial. Então, na medida que eu...
as coisas viriam acontecendo, eu administrando meu tempo pelo tempo que eu tinha. Por exemplo, se eu tinha um conteúdo longo para estudar, eu colocava ele no momento que eu tivesse mais tempo. Eu tinha... Quando era...
reforço, que era o vídeo que eu falava, esses vídeos eu colocava em qualquer momento. E aí, minha assinatura era do Estratégia. E no Estratégia, o vídeo, ele para no momento em que você estava ouvindo e quando você volta, ele está naquele ponto. Então...
Então, é isso que eu fazia. Isso facilita bastante, né? Outra coisa que eu gostei também, que você falou, até recapitulando aqui, uma analogia do esporte, né? Você falou que quando você decidiu lá fazer o Ironman e tal, que você decidiu correr, você falou do campo, que você ia... Que eu acho bem legal, eu acho bem legal isso, porque normalmente, quando a gente começa a estudar, principalmente quando a gente pega o material, uma disciplina, algum assunto que a gente nunca viu na vida, que a gente...
Preocinar o time, Preocinar o time, Preocinar o time, Preocinar o time, Preocinar o time, Preocinar o time,
Você pega assim, nossa, meu, nunca vi, igual você falou, você sai da educação física, você vai estudar para o físico, você vai ter um monte de legislação, que é algo que você não está acostumado. Queria fazer uma analogia para pegar ali.
É parecido a maneira de lidar com as disciplinas e essa parte eu decidi correr, mas eu não corro. Como é que eu faço? Eu preciso correr uma maratona, preciso correr 180 quilômetros. 180 não. 42. 42 quilômetros. Como é que eu corro? O que eu faço para correr 42 quilômetros? Você está falando daquela história que eu te falei de correr na pista? Isso. Então, estudar para concurso não é diferente de fazer uma prova em longa duração no que diz respeito ao aspecto mental.
E o aspecto mental, eu acho que ele é muito mais importante em você lidar com os seus pensamentos que te puxam para baixo do que pensamentos que puxam você para cima. Mas, vírgula, é assim.
Estudar para concurso é mental em vários momentos, especialmente no dia da prova. Ele é mental. Posso dar um adendo na prova que eu fiz? Claro. A prova que eu fiz de manhã, era de manhã à tarde, a prova de manhã foi muito difícil.
mas muito difícil. E eu, nesse dia, eu iria almoçar sozinho, não ia encontrar ninguém. Ia fazer a prova, almoçar, voltar para fazer a prova, minha irmã disponibilizou o apartamento dela, fui lá para descansar, descansei, eu comprei uma comida, fui comer lá, descansei, fiquei quietinho lá. Então, não tinha... Não era o momento em que eu teria contato com ninguém. Entendeu? Mas foi uma prova...
muito difícil. Ah, lembrei. Então, assim, do aspecto mental. Então, é nessa hora que o aspecto mental entra, entendeu? Que é o diálogo que você tem com você mesmo. E aí você falou da coisa que eu fiz no treinamento, que eu acho que você tem que fazer também no estudo, que eu sabia que...
que o Ironman tem um aspecto que é você com você mesmo. Você com você mesmo. Porque é você com você mesmo o tempo todo, lidando com as interpéries e tal. E um dos treinos que eu fiz, foi até num lugar que você trabalhou, tinha uma quadra, um campo de atletismo, eu dei 78 voltas.
Eu teria que, toda vez eu tenho que fazer conta com a distância que isso dá. 78 rotas na pista. E a ideia era que fosse causticante mesmo, que fosse um troço mentalmente massacrante. Mas a intenção era, o treino tem que, no mínimo, criar as dificuldades que você vai ter na prova. De preferência que crie dificuldade maior.
para que na prova você não precise lidar com o seu máximo em termos mentais. É como se eu te ensino a andar. Aí eu te ensino a andar. De frente, de lado, de costas. Se você vai só andar de frente, você sobra.
para andar, entendeu? Se eu te ensinar a só andar para frente, é tudo o que você sabe fazer. Então, na hora de você lidar com o troço, que é tudo o que você vai fazer, a chance de dar errado é maior. Então, para estudar para um concurso, você também tem que expor a sua mente, e eu vou chamar de mente para não falar, para falar de uma maneira genérica, a sua mente a lidar com a dificuldade da prova, porque fazer prova é difícil, mentalmente.
Quando você chega na prova, você já estudou, você já se esforçou, já se dedicou. É a hora de você botar em prática, entendeu? Legal. Acontece muito também no ambiente de prova, igual isso que você falou, legal. Às vezes a gente não se prepara antes de fazer uma prova. Você pega uma prova de fisco, ou seja, essas provas que você tem, às vezes, dois períodos, dois dias. Tem concurso que você faz dois dias, durante dois dias. Dois finais de semana.
E aí, como é que fica? Isso que você falou, acho muito legal, porque na Marinha tinha muito isso, que a gente falava treino difícil, guerra fácil, treino fácil, guerra difícil. E como é que é esse tipo de preparação? Como é que você acha que tem que ser feito para a pessoa dar conta disso? Porque não é só o conteúdo. O conteúdo, beleza, você estudou, está lá. Mas e o tempo que você vai ficar na cadeira? E o lugar que você vai fazer a prova?
Como é que é? Porque tem um ambiente, tem um monte de variáveis aí, né? Cara, Preocinar
em algum momento você tem que saber como que você funciona. Se você percebe que as pessoas fazendo um barulho ao seu redor, seja porque estão fazendo... ou estão abrindo um saco de bala, ou qualquer barulho que seja, isso te tira do centro, você tem que se expor a isso.
Vou de novo usar o exemplo do esporte. Eu estou te treinando e você fala para mim, eu quero fazer uma prova que tem no Saara. No Saara tem, verdade. Tem uma maratona no Saara, tem. Quente para caramba, certo? Sim. O esperado é que você faça essa prova em 4 horas, 5 horas. Então, o que é específico da prova é você passar por 5 horas com calor intenso. Certo? Certo.
O que a prática fala? Não é nem a teoria, porque a prática faz diferença. É que você treina a pessoa e você tem 40 dias para expor a pessoa ao que ela vai passar. E esse resultado não dura muito tempo.
Então, ele dura duas, três semanas. Então, você expõe a pessoa ao calor extremo durante 40 dias e ela fica preparada para lhe dar para o calor por duas, três semanas. Então, você tem que saber que você vai se expor ao limite. Não é sempre, mas você tem que saber que tem que ser perto da tua prova-alvo e que não pode ser...
muito grudado na prova, porque você não pode chegar lá e isso. Estafado, né? Isso. Ah, legal. Isso é bem interessante o que você falou de se conhecer, né? Isso. Porque muitas vezes a gente chega num concurso, a gente chega em alguma prova, seja até numa maratona, né? Como é que você vai fazer uma maratona se você não sabe, se você precisa largar forte, se você precisa tirar o pé? Isso no concurso também funciona, essa analogia também funciona no concurso, né? Sim. Vou de novo falar do esporte.
Eu não vou falar nomes, porque não é o caso, mas um dos grandes atletas de vôlei de praia que o Brasil teve, lá no passado, os atletas saíam da quadra. Ele tomava uma cerveja entre um set e outro, que era a maneira que ele tinha de relaxar. Que a sua maneira de relaxar pode ser ouvir música, pode ser andar, pode ser ficar quieto num canto, pode ser conversar com alguém.
Pode ser estar num ambiente em que todo mundo está passando por tudo que está passando. Então, você vê que uma pessoa está lidando assim, outra pessoa está lidando assado. Então, daí que é importante você se conhecer.
Entendeu? Sim, legal. Vamos lá, outra questão. Vamos lá, na parte de... Bota aqui na parte de técnicas de estudo. Você costumava resolver... Você falou a questão de... O fato de resolver questões. Você costumava resolver muitas questões logo quando você terminava de ver um assunto ou você deixava para resolver um tempo depois? Como é que você fazia? Porque a gente... Prova é questão. Fazer prova é fazer questão.
Então, agora, como é que você administra isso? Como é que você administrava isso? De novo, é a primeira vez que me perguntam isso. Mas eu acho que eu tinha uma maneira peculiar. Eu percebia que aquela história de você fazer a revisão com 24 horas, revisão com uma semana, revisão com um mês, era muito desgastante para mim. Muito desgastante. Tinha que revisar no outro dia. E eu fui me adequando a essa realidade e comecei a fazer assim.
Eu estudava o conteúdo no dia, mas eu só fazia questões no dia seguinte. Eu não fazia no dia. Então, você faz com o que você reteve, certo? Certo. Eu pegava as questões que eu achava, considerava mais relevantes e as que eu errava, né? E guardava elas para poder fazer de novo, daí há duas semanas, não depois de uma. Há duas semanas.
Então, eu botava um troço entre uma semana e um mês e fazia duas semanas. Então, fazia no dia seguinte as questões do dia anterior e com duas semanas eu fazia de novo essas questões. E guardava de novo, considerava que era mais importante.
e que eu errava. Para eu voltar nisso aí, eu voltava nesse conteúdo, juntando vários conteúdos, por exemplo, estou tirando o direito constitucional, aula 1, aula 2, aula 3, aula 4, aí cada uma tinha lá 10, 15 questões, e lá na frente, a hora que saía o edital, as questões que eu estudava eram essas, eram as que passaram por esse...
Crivo aí. Eu esqueci e estudei. No dia seguinte fiz as provas. Esqueci duas semanas. E aí eu guardava lá para frente. Era a maneira que eu fazia. Certo. Legal. E você costumava fazer resumo? Ou não? Só questões mesmo? Revisava só nas questões ali? De novo, é peculiar.
durante todo o tempo que eu comecei a estudar, começou a aparecer muita coisa. Como é que eu não ia querer que tenha um monte de desenho? Mapa mental. Mapa mental. Eu nunca me dei com mapa mental. É como se... É mais fácil para mim imaginar, guardar uma informação, porque eu imagino do que eu estou vendo. Então, quando uma pessoa me explica, é mais fácil eu guardar.
do que eu lendo, olhando um papel ali. Então, eu nunca fiz resumo, nunca fiz mapa mental. Porém, sempre guardei as questões e todo o material impresso, ele tinha grifos, anotações, grifos, anotações, grifos, anotações. E eu, então, estudava pelo grifo para anotação e não por...
pelo material inteiro, entendeu? Sempre era uma parte disso aí. Certo, legal. E no dia da prova, Marcelo, como é que era, cara? Quando você ia fazer prova sei lá, em outro estado, enfim, vamos lá, vamos preparar, vamos pegar aí, chegou o concurso, chegou próximo do concurso, porque eu acredito que assim, da mesma maneira que quando você vai disputar uma maratona, você tem os preparativos pré-maratona ali, eu acredito que o concurso também tem isso, né? Como é que funcionava pra você essa questão do...
do pré-prova, aquela preparação ali. Interessante, cara. Você é diferenciado. Porque você faz perguntas que ninguém nunca fez e que, de fato, são relevantes. Que eu nem tinha pensado que eram relevantes. Mas vou te falar de novo do esporte, porque eu carreguei isso do esporte para lá. Não se faz em dia de prova o que você não fez em dia de estudo. Se você acorda no café da manhã, você toma café...
comer pão, uma banana, é isso que você tem que fazer no dia. Se você está acostumado a comer o chocolate de um determinado lugar, que é o doce que você consome, está acostumado a beber água sem gás.
Então, é isso que você tem que levar para a prova. Ah, eu uso esse tipo de bala aqui. Eu uso... Não coma, não consuma, nem tenha uma rotina diferente da que você tem. Se você está acostumado a dormir 11 horas, então você vai dormir às 11. Se você está acostumado a jantar...
Pizza, jante pizza. Entendeu? Não quer dizer que jantar pizza seja uma boa. O que eu quero dizer é assim, não faça nada que já não tivesse sido feito a sua rotina. Ah, deixa eu fazer uma outra coisa aqui. Você tem que ter um checklist. Porque você não pode chegar na prova e ser pego de surpresa. Então, checklist. Não sei quantas canetas pretas, porque tem que ser preta.
Material que você vai beber água não pode ter propaganda, tem que ser... Liso. Liso. Então, você tem... Check, check, check. Você tem que ter um checklist para você não ser uma pessoa que tem que ficar preocupado no dia da prova com mais coisas além da prova. Então, você tem um troço assim que está lá, seu documento, sua caneta, seu doce, seu remédio para dor de cabeça, remédio para dor de estômago. Então, tudo que você...
possa passar na prova, posso ficar enjoado. Alguma coisa tem que ser bom para o teu enjoo. Eu acho que eu usei até uma comparação ruim, porque o enjoo, se você tomar remédio, você sente sono.
Então, mas você costuma ter dor de cabeça. Então, o remédio é outro de cabeça. Você costuma ter dor de estômago. Você tem um troço para dor de estômago. Algo que vale, entendeu? Certo. Não, bacana. E vamos lá. E agora, e na hora da prova? Como é que era? Chegou a prova, como é que você fazia a prova? Você tinha uma estratégia específica de prova ou você ia... Vou do jeito que dá. Como é que funcionava? Como é que era?
Isso até é simples, eu começava a dar a questão número um e até a última. Nunca senti necessidade de ser que fosse diferente disso, mas eu não acho que as pessoas têm que fazer o que eu fiz, não. Porque eu acho que as pessoas, elas se cansam de maneira diferente, entendeu?
Então, se para você é mais fácil lidar no início com coisas mais difíceis, parte para as questões mais difíceis. Mas a única estratégia específica que eu fazia na prova, eu começava da primeira e ia até a última, e eu ia deixando as que eu ficava com dúvida e as que eu não sabia. Ia deixando, deixando, deixando. Aí, depois disso aqui, eu preenchi o gabarito com o que eu tinha feito. Porque, de novo...
Você reservar um tempo no final só para preencher o gabarito, isso pode ser horrível, porque você percebe que você tem lá 15 minutos, meia hora para preencher, e você começa a preencher na correria, e pode ser que você preenche errado. O que já aconteceu comigo numa prova. Eu preenchi errado.
porque eu não percebi que a primeira questão da prova estava aqui, a segunda primeira aqui estava aqui e era uma página inteira, e a segunda estava aqui. Então, eu abri e comecei a preencher pela segunda, como se fosse a primeira. Cinco primeiras questões eu preenchi como se fosse um, dois, três, quatro, cinco, e era dois, três, quatro, cinco, seis. Então, eu vou até o final com tudo que eu...
acho que é o certo, separando as que eu tinha dúvida e as que eu não sabia. Preencho o gabarito e aí o tempo que eu tenho depois da prova, depois de ter feito isso, eu vou administrando. Falta uma hora de prova. Então dá tempo de fazer as questões com calma. Então eu fazendo com calma, mas que eu tinha dúvida.
E mesmo assim, chegasse algumas questões que eu não soubesse, que é comum você ter no final da prova, como, sei lá, cinco questões, dez questões, que você fala, não faço a menor ideia do que seja isso aqui, é a hora do chute. Então, assim, que você guarde a hora do chute lá para o final e que, vamos lá, se te falta...
15 minutos para terminar a prova, dá tempo de chutar 10 questões e de preencher o gabarito das 10 questões. Se você guardar isso para depois. E que você tenha estratégia para chutar também. E que eu ia entrar. Qual era a sua estratégia para chutar? Eu olhava naquela matéria as alternativas que tinham caído menos
E na prova, as alternativas tinham caído menos. Então, sim, se naquela matéria que tinham 20 questões, quase nenhuma era A, quase nenhuma era A, eu chutava na A. Então, eu levava em consideração tanto a matéria, matéria que eu falo específica, direito constitucional, como eu levava em consideração aquela prova inteira, era isso que eu fazia. E costumava dar meio certo, não 100% certo.
Ah, legal. Estratégia de chute é importante, né? Só que, pessoal, a gente fala de estratégia de chute, se você não tiver feito o que você sabe, ele também não adianta chutar, né? Então, aí acaba sendo furada a estratégia. Outra coisa, vamos lá. Depois da prova. Você fez a prova. Você ia lá, conferia o gabarito. E aí? Cara, olha que interessante. A única prova que eu não confiei o gabarito até hoje foi da receita. Mentira, não é?
Gabarito não foi o nome certo. É assim, eu estou estudando para o auditor agora. É a primeira pessoa que ficar sabendo depois da minha esposa. Opa! E a primeira coisa que eu fiz foi pegar a prova de auditor e fazer. A minha prova eu não fiz de novo. Eu não olhei o que eu errei. Eu fui fazer a prova de auditor para poder ver como é que está o meu nível de conhecimento. Mas...
Foi o único contato que eu tive com essa prova. Foi esse aí. Então, foi a única prova que eu não queria saber, não queria... Menor ideia, não queria saber mesmo se eu tinha acertado ou errado, não queria. Até mesmo porque tem olho na vaga, né? Sim. Aí, quando eu coloquei meu nome no olho na vaga, a primeira vez eu apareci em décimo terceiro. Eu falei, cara, fui bem. Mas as pessoas vão preenchendo, né?
O primeiro cálculo deles, eu teria ficado entre 150, mais ou menos. E não deu diferente, porque eu fiquei em 160. Desculpa. Então, foi próximo. Então, o fato de eu perceber, já na semana seguinte, que eu tinha ido bem nessa prova...
que tinha uma chance grande de eu estar dentro das vagas, me fez não querer saber do que eu tinha errado. Não, não quero saber. Tanto é que eu estudei para o ISS São Paulo, sem me preocupar com a questão, as que eu tinha errado. Mas também foi isso só nessa prova que foi a seguir. Eu queria saber meu erro, eu assistia os vídeos de correção.
Legal. E para a prova discursiva, você tinha uma preparação específica? Como é que você costumava se preparar para as provas discursivas? Fazendo discursiva. Mas o que para mim foi mais difícil é assim, a gente vive num mundo em que não se escreve a caneta, não se escreve a caneta. Então você tem que escrever a caneta, porque a mão cansa. Você começa a perder o padrão da letra. Você tem que...
Saber terminar a frase sem precisar de mais espaço ou menos espaço. Você precisa entender isso. Você precisa entender que a pessoa que está lendo tem que saber que o que você está escrevendo é maiúsculo, minúsculo. As letras têm tamanhos diferentes, então dá ideia. Você não sabe se é uma letra ou outra letra, se é... Eu escrevo maiúscula...
como se fosse escrito maiúsculo, tudo maiúsculo. Só muda o tamanho. Então, se o cara... Se vê um A e é minúsculo, ou um D maiúsculo, que são parecidos, percebe? Então, você tem que ter... Esse treino de escrever tem muito mais a ver com você ser capaz de cumprir com uma estética do que com a ideia em si, entendeu?
Porque o cara tem que entender o que você está escrevendo. Sim. E até porque também tem que ter um padrão. Às vezes você começa escrevendo letra de forma, daí a pouco você muda. Isso. O mesmo tamanho da letra. É muito comum você começar com letra maior, aí perceber que não vai caber, e você começa a diminuir o tamanho da letra. Começa a espremer as letras assim. E isso, para quem está lendo, cria uma estética que ele já fica meio...
Então é bom que você dê menos trabalho para o cara que está corrigindo. Facilitar a vida dele o máximo possível. Legal. Marcelo, você comentou comigo aqui nos bastidores que você está escrevendo um livro. Quero que você conte desse livro. Conta aí desse livro. Fique à vontade, eu posso falar. De novo, em primeira mão. Quando eu vim morar aqui em São Paulo, eu comecei a perceber...
que, não diferente das outras pessoas, eu vivia numa bolha. E eu falei assim, putz, eu quero romper essa bolha e pedir para várias pessoas indicações de livro. Pessoas da família, fora da família e tal. E, dentre um desses livros, que foi de um grande amigo, eu diria que até o...
o maior amigo da minha vida inteira, ele me indicou um livro, que eu prefiro não dizer o nome, e que o livro falava sobre força e vontade. E eu passei o livro inteiro discordando do livro. Falei, não, minha vida inteira foi fazendo diferente disso aí. E, no final das contas, o livro até tem razão.
mas não tem toda a razão. E aí, eu entrando em contato com esse amigo, eu falei para ele, cara, eu não concordo com o livro. Ah, me fala o que você pensa. E aí, nesse momento que eu escrevi para ele, falando o que eu penso, que é assim, como é que você, por exemplo, eu falei que você é a média das cinco pessoas. Como é que você vai ser o campeão se você é a média das cinco pessoas? Como é que você vai ser o primeiro a fazer um troço?
se você é a média das cinco pessoas. Então, tem um momento da vida de todas as pessoas que algumas pessoas fazem mais que todo mundo. Então, como é que você vai viver pelo seu ambiente e ser o melhor?
Percebe? O melhor faz mais que todo mundo. Sim. O melhor, ele é o primeiro em muitas coisas. Então, não dá para ser a média. Você que está puxando a média, entendeu? Então, você ter força de vontade porque você decidiu ter força de vontade não tem nada a ver com o ambiente que você vive. Então, falando isso para ele, e eu tenho um histórico de vida que prova...
na minha prática, que força de vontade faz diferença, ele falou, cara, você tinha que escrever um livro. E me falou, vai anotando aí tudo o que você pensa, o que você considera relevante. E o que eu achei, o assunto que eu achei melhor lidar é força de vontade e as coisas que têm relação com isso. As coisas que têm...
Em relação com isso que eu falei anteriormente, que é assim, as pessoas não atingem o seu potencial, né? Vou te dar um exemplo muito simples. Então, vamos lá. Um maratonista bom faz a maratona em duas horas. Então, eu não posso estar errado em achar que você pode fazer em quatro.
O Zain Bolt faz os 100 metros em 9 segundos. Eu não posso achar ruim, achar pouco, muito, achar demais, querer que você faça em 18. Entendeu? Se eu tenho uma referência de excelência, não tem nada de errado eu querer se aproximar da excelência. Mesmo que não tenha ninguém perto. Minha referência é o que tem de melhor. Sim. Entendeu? Então, assim, minha referência é a habilidade do Ronaldinho Gaúcho.
Minha referência é o melhor triatrase de todos os tempos. Minha referência pode ser a lua, não precisa ser o que está perto de você. Então, por eu entender isso, eu comecei a falar sobre as coisas que eu passei, e aí as coisas que eu passei tanto quanto um atleta comum.
preparador físico, e estudando para o concurso. E as suas extensões, entendeu? Então, isso tem, sei lá, uns três, quatro meses que eu estou fazendo isso aí, escrevendo, escrevendo, escrevendo. Acho que vai longe, porque, por exemplo, a neurociência é um...
área nova. E aí tem nuances. Então tem coisas que eu fui na neurociência e tive que estudar, ler. Então eu li até uma curiosidade, que no primeiro mês eu fiz aquela assinatura do Kindle Unlimited. No primeiro mês ele falou assim, ah, parabéns, você leu 28 livros. Eu falei, caramba, eu li 28 livros em um mês. E li...
É verdade. Está certo que eu vou lendo o livro para tirar dele informações ou ideias ou pensamentos que tivessem a ver com o que eu quero falar. E aí eu falo, vou falar sobre isso, vou falar sobre aquilo. Então também parte das anotações são anotações dos livros. Entendi. Bacana. E tem previsão de quando é que você vai vir lançar esse livro aqui com a gente?
Zero previsão, cara. Porque eu não tenho noção de onde isso vai parar, cara. O que ele falou para mim foi assim, nada supera uma pessoa que faz qualquer coisa uma hora por dia. Certo. Por muito tempo. Então, eu estou levando isso em consideração. Até que, por exemplo, no primeiro momento, eu escrevi mais as minhas experiências, meus pensamentos e tal. E agora... É...
Estão aparecendo nuances, estão aparecendo detalhes. A minha intenção, cabe até falar de novo do João Espínola, eu ajudei o João em determinado momento, que não vem ao caso nem de dizer como foi, mas eu ajudei ele. E não ajudei ele para ele me ajudar. Eu ajudei ele porque tiveram pessoas na minha vida que me ajudaram. Então, diz respeito assim.
Quando eu passei na Receita, a minha vida profissional começou do zero. Eu não era mais aquele profissional de educação física que conseguia esse resultado, esse resultado, esse resultado. Nada. Ninguém sabia quem eu era. Então, ninguém sabia do que eu era capaz de fazer. Então, mas eu tenho 37, 38 anos de formado. 38 anos de formado.
E uma experiência muito larga. Então, eu sou capaz de conseguir muito resultado, é muita informação. E a sensação que eu tinha é que eu jogasse no lixo. Então, do mesmo jeito que você está me entrevistando, perguntando coisas que dizem respeito ao meu histórico, e que eu acho que vão ter pessoas que vão tirar proveito, eu não gostaria...
de que a vida que eu tive no passado ficasse só para a memória minha e da minha família ou das pessoas que participaram lá. Eu queria compartilhar isso com as pessoas. Achando...
que essas informações poderiam ajudar as pessoas. Sim, bacana. Eu quero voltar agora aqui no nosso primeiro ponto, que eu achei legal, que você falou, isso se for tranquilo para você, com relação à motivação de concurso.
Motivo inicial. Motivo inicial. Se for, tranquilo. Se não for, tá? Porque... Também não quero... Porque, assim, até para contextualizar, porque muitas das vezes a gente... A gente... Até pegando aqui algo que você já falou. A gente, quando decide fazer um concurso, a gente tem que querer e tem que querer muito. Senão você vai ficar pelo meio do caminho. Eu tive inúmeros concursos que eu comecei a fazer porque o salário era legal.
porque tinham muitas vagas, mas eu, de fato, não queria. E eu não fui aprovado. Agora, os que eu consegui ser aprovado, os que eu fui aprovado, eu queria, eu queria muito. Mas eu tinha uma motivação forte por trás daquilo ali. Então, quando a gente começou aqui a relação do concurso, eu tenho certeza que você falou de uma motivação forte, eu queria bater nessa tecla de novo, se não for desconfortável para você. Fique à vontade. O que você quer saber?
Eu queria saber essa motivação que você falou para a gente. Eu decidi fazer concurso público por isso e isso. Foi uma motivação tão forte quanto lá atrás no esporte também? Não, o esporte foi mais fácil, sabe? Foi mais fácil. Foi meio que consequência, assim. Porque eu sempre gostava de fazer atividade física. Eu achei que era um troço bacana de fazer, eu peguei e fiz. No caso, para o concurso público,
era a solução financeira para a minha família, que é muito sério, muito sério. Eu fui criado para ser provedor. A minha formação foi, eu vou ser provedor. Então, a minha essência é querer eu ser provedor.
Eu posso até não ser o único provedor, mas eu vou ser provedor. Eu posso ser até... Eu posso não ser a pessoa que provê mais, mas eu estou provendo o que eu sou capaz de prover. Então, essa é a minha formação. E o que aconteceu foi uma rasteira em eu ser provedor, entendeu? Porque eu vinha guardando dinheiro. Eu era um profissional bem pago. Certo. Então, eu ganhava bem.
Eu conseguia guardar dinheiro, eu conseguia ter uma vida bacana. E isso com minha esposa estudando para o concurso. O único dinheiro que entrava em casa era o meu. Então, quando eu me vi numa situação que eu levei uma rasteira nessa minha capacidade de prover, e eu falei, cara, eu não quero viver isso nunca mais na minha vida. Não quero fazer.
com quem minha esposa e minha família era e é, eu, ela e dois cachorros. Hoje, um está comigo e o outro, o que precisa fazer cirurgia, está com a minha sogra, porque, por consequência da cirurgia, ele tem incontinência urinária e fecal. Ele faz em qualquer lugar. E aí, para a minha realidade, ele é que mora continuando com a minha sogra lá. Então,
Para mim, eu pensar que eu poderia passar de novo numa situação dessa que eu iria propor para se fazer com que minha família passasse por uma dificuldade, que é consequência do financeiro, para mim foi definitivo. Definitivo. Porque eu cheguei a tentar estudar. Antes, peguei o material, comecei a estudar e falei, cara, eu prefiro muito mais estudar.
porque era a minha área, do que ficar estudando isso aqui. Parei. Mas, quando foi isso aí, para mim foi... Definitivo mesmo, acho que é o nome certo. Quando você fez a pergunta, você falou várias vezes assim, querer, querer muito, querer de verdade. Então, cara, eu acho que a história não está nisso. Você quer querer, querer muito, querer de verdade. É querer, cara. Querer é querer.
não tem historinha, entendeu? Eu não gosto dessa complexidade. Eu acho que as coisas deveriam ser mais simples. Deveriam ser assim. Você quer? Lembrei de um caso.
eu treinava uma equipe que iria fazer uma prova de ultramaratona. E um cara falava, ah, eu estou cansado. Ah, eu estou cansado. Nossa, mas eu estou cansado. E aí era comum eu marcar um café para tirar dúvida de várias pessoas ao mesmo tempo. E o cara falava, falava, falava. Falei, cara, mas quem escolheu a prova que você quer fazer foi você, não fui eu. Você que resolveu fazer essa prova.
Não fui eu. Então, ficar cansado, você vai continuar a ficar cansado. Então, diz respeito a uma decisão sua, não minha. Então, eu não tenho que ficar escutando que você está cansado, cansado, cansado. Você que tem que lidar com isso. Eu estou falando isso no sentido de quando você decide, a decisão é sua. Ninguém precisa saber disso. Que você decidiu, entendeu? Não é nada que você precisa nem compartilhar com ninguém. Ela é sua.
Vou de novo usar um exemplo. No primeiro Ironman que eu fui assistir, eu fui assistir esse colega, e quando terminou a prova, no dia seguinte, tem um almoço, tinha um cara falando assim...
Eu estava nadando, eu não via a hora que acabasse a natação. Eu estava pedalando, eu não via a hora que acabasse. Eu estava correndo, eu não via a hora que acabasse a prova. E eu falei isso, fiquei pensando assim, pô, que momento que ele curtiu a prova. Não é assim? Então, as pessoas fazem, fazem por si mesmo, sabe assim? Se você faz por si mesmo, é contigo, é para você que você deve satisfação, para mais ninguém.
Se é para você, faz sem ninguém saber. Que eram os meus atletas que faziam a primeira maratona, só ele sabia que tinha feito. Mais dois ou três, às vezes. Mas ele não ficava botando no jornal. Ninguém ficava dando medalha para ele porque ele fez isso. Por que ele quer fazer maratona? Se é você que quer fazer, faz em qualquer hora. Faz de qualquer jeito, em qualquer lugar. Então, não precisa...
Desses adjetivos, querer muito, querer mais, querer de verdade, percebe? É simples. Se você quer, é você que quer. Entendeu? Então, você que vai pagar o preço e ponto final.
Perfeito. É exatamente nesse ponto que eu queria chegar. Porque a gente falou e às vezes ficou meio solto. Porque a gente, quando fala de concurso, muitas vezes a pessoa, quando ela... Às vezes ela nem se inscreveu no concurso, mas abriu o seu concurso, ela já quer sair falando...
Vou fazer o concurso da receita. Vou fazer o concurso da receita. Aí parece que tem aquela situação que às vezes a pessoa espera a palma. Parabéns, você vai fazer o concurso da receita. E às vezes a pessoa não percebe que ela está colocando um fardo muito grande em cima das costas dela. Por quê? Porque ela não tomou a decisão com ela mesmo. Talvez ela tenha tomado a decisão para impressionar os outros, para falar, eu estou fazendo alguma coisa. Não sabe onde está se metendo.
Exatamente, só que depois vem a cobrança, é o que você falou. E às vezes durante o processo a pessoa mesmo desiste porque ela já está satisfeita. Ah, eu já falei que eu vou fazer, então agora eu não preciso. Não, o que ela queria era fazer, não passar. Exatamente. Deixa eu fazer outro comentário. Num determinado momento, eu era um treinador, treinava mais pessoas que corriam. E eu nadava numa piscina e o cara tinha uma equipe de triatlon.
E eu fui conversar com ele sobre treinamento, né? Para poder eu ser responsável pelo treinamento da parte de corrida dos triatletas dele. E aí, conversando com ele, ele falou assim, a maior parte das pessoas que fazem triatlon não fazem partes para ser o melhor triatleta possível. Fazem por cada roupa que usa, o óculos que usa, a roupinha para tirar foto, porque está com a roupa de triatleta, se depila, sabe? Vai treinar de manhã, usa um óculos bacana.
bicicleta, sapatilha, tal, tal, tal. Então, o objetivo do cara, nesse contexto que você está falando, não é passar no concurso, e sim ser concurseiro. Então, ser concurseiro para ele basta. Então, entenda isso também. Se o teu objetivo é ser concurseiro, não é passar em nada, viva com o que você mais quer da vida, vamos dizer assim.
Não, beleza. Marcelo, cara, bom demais. A gente está aqui mais de uma hora e meia de bate-papo. Tem alguma coisa que você gostaria de falar, você gostaria de abordar? E eu acabei não perguntando, acabou ficando em aberto. O que eu falei? Aqui a gente não tem pauta. A gente sai e vai conversando. Então, de repente, alguma coisa que você gostaria de falar que eu acabei esquecendo? Você lembra? Ficou alguma coisa?
Não consigo imaginar, não. E até... Eu tentei aqui abordar tudo que a gente meio que... Acho até que você abordou mais do que eu imaginava que você abordaria. Porque você tocou em pontos, parece eu no meu dia a dia escrevendo livro, você acaba encontrando mais uma coisa que é importante. Mas eu acho que, então, o mais legal é assim, como tem coisa que eu passei na vida.
que talvez eu não tenha falado aqui, pelo fato de eu ter passado, qualquer pessoa que tiver, qualquer situação que gostaria que eu desse minha opinião, eu me coloco à disposição, 100% à disposição. E eu faço isso, não é porque eu quero ganhar dinheiro com isso, nunca, não é. O objetivo meu não é ganhar dinheiro.
O objetivo meu é de fato ajudar. Se de alguma forma puder ser útil... Você tem alguma rede social sua? Não, não tem nada. Não tem rede social. Faz contato contigo que você faz contato comigo. Perfeito. Não, perfeito. Não tem nada. Desculpa, Marcelo. Eu não entro aqui o seu sobrenome. Marcelo de Castro Leão Borges. Castro da mãe e Leão Borges do pai.
Marcelo de Castro. Marcelo Leão. Marcelo Leão, que é o mais comum. Beleza, está ótimo. Marcelo, eu te falei que a gente chega aqui nesse momento. Agora, eu vou pedir para você olhar para aquela câmera ali e falar para o pessoal de casa agora. Só o contexto aqui. Imagina a pessoa que está em casa, que está acompanhando, acompanhando esse bate-papo nosso até aqui. Ela está estudando para concurso, às vezes ela está em alguma situação que ela não consegue sair, ela está em uma situação difícil, ela está... Enfim.
O que você pode dizer? Seja uma parte, seja motivacional, seja alguma coisa técnica, mas eu queria falar assim, algo que virou, foi uma virada de chave para você na sua preparação, que pode, de alguma maneira, ajudar a pessoa em casa. Não estou falando que vai ser, mas assim, porque muitas das vezes, quando chega nesse momento, o pessoal acompanha os nossos entrevistados, e ele fala, nossa, o fulano falou uma coisa ali que eu nunca tinha pensado e que foi uma virada de chave para mim. E isso é muito particular.
Não é todo mundo, mas algo que para você foi importante, que fez a diferença para você. Quem sabe pode ser também para quem está em casa. O que eu posso dizer não desrespeita o que faz diferença para mim. É o que eu acho que possa fazer diferença para as pessoas, que tem a ver com o conteúdo do livro, que é assim. Dedicação.
e inteligência. Então, você vai ter que se dedicar, se dedicar, se dedicar, se dedicar. Tenha isso em mente, que passar um concurso é fruto de dedicação por muito tempo. Quem passa não são os mais inteligentes, e sim os mais dedicados. Mas este processo tem que ser consciente.
Mas por que eu falo consciente? Porque no final das contas, quem sabe de você é você mesmo. Quem sabe de você é você mesmo. Quem sabe qual é o melhor horário para você estudar é você mesmo. Quem sabe qual é o professor que te explica melhor é você mesmo. Então quem sabe de você é você mesmo. E é para quem você, no final das contas, deve satisfação. No final da vida.
A única pessoa que passou e vai passar contigo a vida inteira é você mesmo. Então, ser inteligente no processo é saber que você tem que estar entendendo pelo que você está passando e saber a hora de acelerar, a hora de frear, a hora de mudar o caminho, a hora de se dedicar mais, a hora de descansar.
Hora de procurar um médico porque está doente, porque está doente demais. Eu tive problemas de saúde que eu tive que dar uma brecada. E se eu não fizesse isso, eu ia brecar, brecar, brecar, brecar, brecar. Entender que você precisa passar pelo processo de maneira consciente. Então, se dedicar de maneira consciente.
Show de bola, pessoal. Está aí a gente encerrando esse bate-papo nosso aqui com o Marcelo Leão. Agradeço. Marcelo, cara, obrigado por você ter vindo bater um papo com a gente aqui. Só tenho que te agradecer. Acho que esse bate-papo nosso foi bem bacana. Espero que você tenha gostado. Eu adorei, cara.
A gente poder indicar esse bate-papo nosso. Você que está acompanhando o canal aqui, o Marcelo, Marcelo Leão, é uma indicação do João Espíndola, que a gente entrevistou aqui, que era o operador de empilhadeira que hoje está no TJ e ele está firme e forte nos concursos. Tem entrevista dele aqui no canal, você pode procurar. Foi um bate-papo super bacana. E o João logo, logo vai voltar aqui porque ele ajudou o filho dele. O filho dele também passou no TJ e ele vai vir com o filho dele contar essa história para a gente aqui.
Tá bom? Então ele vai vir aqui. E a gente está encerrando esse bate-papo. Vou pedir para você que está acompanhando a gente, que ainda não é inscrito aqui no canal, para se inscrever, ativar o sininho para receber notificação, comentar o que você achou desse bate-papo meu aqui com o Marcelo Leão. Eu espero que tenha sido bacana para você. Deixa nos comentários aí o que você achou, se você pratica algum esporte também. Você viu que a gente falou que eu encontrei atleta.
Vocês viram que aqui é fera. Então deixa nos comentários aí o que vocês acharam dessa história.
falei, a gente está no Spotify também, o Spotify eu gosto, porque eu falei, o Spotify me lembra muito o tempo de rádio, eu gostava muito de ouvir rádio, eu sou do rádio, e às vezes eu estou no trem, estou no ônibus, estou no metrô, estou no carro, no trânsito ali, eu gosto de estar ouvindo alguma coisa relacionada ao que me interessa, principalmente concurso público, se você está estudando para concurso público, é uma baita oportunidade você não ficar com aquela sensação de tempo perdido, você já baixa o episódio, deixa ali offline para você ouvir.
Nesse momento, às vezes você está ali tranquilo, no fone de ouvido, sem encher o saco de ninguém, sem ninguém encher o seu saco. Esse tempo que poderia ser um tempo ocioso, você está acompanhando um bate-papo que pode te ajudar em algum momento. Outra coisa, a gente tem uma parceria com o Radegondes Resumos. Falei para vocês aqui, o pessoal do Radegondes é aquele pessoal que trabalha fazendo um resumo enxuto, direto ao ponto e objetivo, para você não ficar perdendo tempo, principalmente quem tem dificuldade em fazer resumo. Já pega ali o resumão. Eu recomendo o resumo do Radegondes.
principalmente para quem está começando. Às vezes você vai pegar um material muito denso, você pega ali o resumo para você já ir direto e a partir do resumo você vai aprofundando nas disciplinas e nos assuntos que você vê a necessidade. Mas você já vai começar com algo que são os assuntos mais cobrados pelas bancas e que caem muito em questões. Então, pessoal do Radeguantes, quando você der uma olhada na amostra, você vai perceber que às vezes, olhando o resumo, quando você terminar...
automaticamente você vai bater o olho na questão, você vai falar, nossa, isso aqui estava facinho, lá no resumo eu vi isso aqui exatamente cobrando, é isso aqui que é cobrado, então as bancas cobram isso aqui mesmo.
E isso ajuda bastante. E se você gostar do resumo, se eu uso o nosso cupom que é o COMBOPASSEI20, você vai ter 20% de desconto. Lá tem COMBO para a área fiscal, COMBO para a área de controle, COMBO para tribunais, a gente está falando aqui de TRT, TRF, vários tribunais. COMBO para o TJ também, com todas as disciplinas ali abordadas. COMBO para a área bancária, tem concurso do Banco do Brasil para sair por aí. Lá tem COMBO para o Banco do Brasil, Caixa Econômica.
Tem também para a área de segurança pública, polícias mais diversas. Enfim, tem vários combos lá e também tem disciplinas avulsas para você pesquisar. Se tiver alguma que te interessa, já aproveita e usa o nosso cupom COMOPASSEI20. Outra coisa, falei aqui com o Marcelo, a importância. A gente tem a comunidade também, pessoal. A comunidade do COMO PASSEI. Lá na comunidade estamos eu, Anderson, professor Túlio, professor Alan. Só para vocês terem uma ideia, o professor Túlio é o editor do TCU.
O professor Alan é o editor do TCM aqui de São Paulo. O Anderson, meu parceiro de bancada, é o editor do Tribunal de Contas aqui do Estado de São Paulo. Então, assim, esse pessoal está lá para te orientar também. E fora os aprovados que tem lá na comunidade e os concurseiros, que é o que a gente estava falando aqui. Aquela oportunidade de você trocar experiência com pessoas que estão passando pelo que você está passando.
Então, é muito bacana para você não ficar com aquela sensação de que você está... A solidão do concurseiro é normal, né? Mas a partir do momento que você pode compartilhar o que você está vivendo com outras pessoas que também estão nesse barco, eu acho que facilita muito e a jornada da gente fica uma jornada um pouco mais leve, não fica aquela jornada pesada e angustiante, tá bom? Então, na descrição desse vídeo tem também o link para a nossa comunidade, tá, galera? E a gente está deixando um cupom de desconto para você participar lá.
E de boa, curtir. Você vai estar com orientação também de professores. Lá tem disciplinas gravadas, tem cursos gravados lá também para te ajudar. Beleza? Vou encerrar esse bate-papo nosso aqui. Vou deixar aqui na câmera central. Mais uma vez, Marcelo, brigadão mesmo, cara. Bom demais estar com você. Obrigado você que ficou com a gente aqui até agora. E até o nosso próximo episódio. Valeu, pessoal. Brigadão. Tchau, tchau.
ResumoCast
Resumos para concursos