🎙️Fala, Coopemata! Ep.40 - Cooperativismo de verdade: pessoas no centro de tudo
Qual é o papel do cooperativismo na transformação de vidas?
Neste episódio do Fala, Coopemata, você vai entender como os projetos sociais do Sicoob Coopemata impactam diretamente comunidades, promovendo educação, cultura e novas oportunidades.
Uma conversa sobre propósito, pessoas e o verdadeiro significado de gerar valor coletivo. 💚
Dê o play e venha com a gente.
Natália
Gustavo Almeida
Patrícia Ferreira
- Impacto do cooperativismoEducação como ferramenta de transformação · Centro Cultural Cicobi Copemata · Projetos sociais da Copemata
- Ações comunitáriasNatal Solidário · Dia de Cooperar
Olá, sejam bem-vindos a mais um Fala Copemata. Eu sou Natália e hoje é o tema que gera impacto real. Como se come Copemata, transforma a vida através dos nossos projetos sociais. Mais do que oferecer soluções financeiras, a cooperativa também investe no desenvolvimento social, cultural e educacional nas comunidades onde atua.
E para esse bate-papo tão importante, hoje convidamos Gustavo Almeida e a Patrícia Ferreira para poder falar com a gente. Sejam muito bem-vindos. Gu e Pathy, como carinhosamente eu chamo. Obrigada, Natália, pelo convite. É muito bom estar aqui com vocês no Fala Copemata.
E eu também quero agradecer o convite, é um momento muito especial, falar sobre o nosso modelo de negócios, projetos sociais, realmente nos enche de orgulho, Nath. Obrigado pelo convite. Então, para começar, qual é o papel importante dos projetos sociais dentro da atuação da Copemata? Boa!
E eu penso primeiro, falar do nosso modelo de negócio é falar de pessoas, né, Pathy? E quando a gente fala de pessoas, nós estamos colocando em prática diretamente o sétimo princípio do cooperativismo, que é o interesse pela comunidade. E falar de interesse pela comunidade é aí trazer a nossa essência na prática. É nessa hora que o cooperativismo se conecta com esse poder de transformar realidades e comunidades com as nossas ações. Isso está totalmente alinhado ao nosso DNA.
a nossa essência e fazer parte desse movimento, Nath. Para nós, né, Paty? É um orgulho muito grande colocar a mão na massa, fala a verdade, contribuir com esse desenvolvimento, está dentro da nossa essência, vai. É o cooperativismo na real.
Muito bom, muito bom. Então, se vocês tivessem que resumir, qual que é o impacto desses projetos sociais da Copemata na vida das pessoas? Esse impacto é muito profundo. Assim como o Gustavo trouxe, sobre a transformação na vida das pessoas, e é exatamente sobre isso. O impacto dos nossos projetos é onde a gente quer promover a autoestima, o respeito, o...
protagonismo dos nossos jovens para poder causar todo esse acesso à oportunidade que o Centro Cultural Cicópico Opermato traz para a gente. Muito bom. Então, que bom você ter mencionado o Centro Cultural porque ele é um dos grandes destaques. Então, o que ele representa hoje dentro da cooperativa? Ah, essa pergunta.
Eu gosto de fazer uma análise, Nath, assim, o que se espera de uma instituição financeira, né, são as atividades ordinárias, tudo que é, de fato, entregar serviço e valor para o nosso cooperado diariamente por meio de produtos e serviços. O Centro Cultural Cicobi Copemata é extraordinário.
É o que a gente não espera da instituição. O que se espera do Cicópio Copemata é entregar. Agora, além disso, é o papel que o Centro Cultural Cicópio Copemata tem e realiza diariamente nas comunidades onde estamos presentes. Sim, hoje é o maior projeto de responsabilidade socioambiental da nossa cooperativa. Reúne ali, concentra as principais ações de desenvolvimento local, de desenvolvimento regional.
E nos dá a oportunidade de vivenciar esse poder que o modelo de negócio cooperativista tem de causar impacto na vida das pessoas. O Pat disse bem, crianças, jovens, adultos, adolescentes, idosos, essas pessoas estão concentradas nos trabalhos que o Centro Cultural Cicó de Copemata oferece diariamente. Então, para a gente, é um prazer inenarrável. Fala a verdade.
Realmente gratificante. E esse projeto se expandiu por várias cidades. E como que funcionam essas iniciativas? Assim como no Centro Cultural Psicópico Opemata, aqui na cidade, os nossos parceiros são selecionados por atuarem em conformidade com os nossos princípios.
Assim como aqui a gente tem aulas de canto, de dança, de outras modalidades, a gente também atua, sim, nas outras cidades onde estamos inseridos, com diversas modalidades, com diversas idades, com crianças, com adolescentes, porque o nosso público é assim, ele é geral, né Gustavo? Com certeza. Tem criança de 8 anos, mas tem idoso de 80. Isso aí, pode ter 8 e pode ser 80. 8 é um 80.
E a Copemata também investe em educação, como no ensino superior, lá na comunidade Itacoariú. Por que apostar na educação como ferramenta de transformação?
Boa. A Pathy falou um pouco do Centro Cultural Cicobi Copemata e seus parceiros estratégicos. E é bom lembrar que foi preciso uma maturidade, Natália, para que nós conseguíssemos, de fato, levar esses braços estratégicos a outras comunidades.
Iniciamos o trabalho aqui em Cataguases, passamos por um processo de aprendizado, de conhecimento e autoconhecimento principalmente, para poder levar essas estratégias a parcerias locais, regionais e daqui a pouco também nacionais. Por que não?
E quando nós falamos do sétimo princípio ainda, conectado a ele está diretamente o quinto princípio do cooperativismo, que é educação, formação e informação. Então eu trabalhar a educação com esses públicos também está conectado ao meu DNA.
E esse projeto, para nós, também é um sentimento muito único, particular. O Cicobi Confirmata, agora, no momento que nós estamos gravando esse podcast, está contribuindo para o desenvolvimento da educação de mais de 40 mil pessoas.
diretamente são moradores do maior conjunto de favelas de Belo Horizonte, o Taquariu. Então, o seu trabalho, o meu trabalho, da Patrícia, de todos os outros 40, 50 mil cooperados, no dia que a pessoa assistir esse podcast, pode ser que estejamos lá com 50 mil, todas as pessoas que fazem parte do ecossistema Sicórico Copemata, vai, contribui com esse desenvolvimento. Então, é o nosso trabalho transformando realidades por meio da educação.
que veio através dessa maturidade. Não foi de um dia para o outro que começamos esse projeto. Não foi de um dia para o outro que avançamos nas modalidades. Hoje o fazemos com muita maturidade, com uma gestão, com uma governança dentro das estratégias que fazem o Centro Cultural Cicobi Copemata ser tão importante para a cooperativa, mas também para o sistema cooperativista como um todo. Não é? Com certeza.
Agradecemos a você cooperado que acredita em nós e fazer com que isso aconteça, que é graças a você.
Ações como o Natal Solidário e o Dia de Cooperar, eles mobilizam muitas pessoas, né? O que que torna essas iniciativas tão especiais? Nath, essas iniciativas, elas vão muito além de ações pontuais. A gente consegue, no Dia de Cooperar, no Natal Solidário, conectar realmente o nosso propósito, o nosso sétimo princípio, onde a gente vai envolver colaboradores.
cooperados, outras cooperativas ao nosso propósito. A gente quer realmente trazer a comunidade para perto da gente, a comunidade onde a gente está inserido. Então, o nosso impacto, o nosso poder com essas iniciativas é colocar o sétimo princípio na prática e atuar todo mundo junto para o outro propósito.
Perceba que nós iniciamos falando de pessoas, não é? Sobre o poder, a concentração de pessoas no modelo de negócio. Daí a Pathy agora também retoma o ponto. Então o centro de todo no modelo de negócio cooperativista sempre serão as pessoas. Melhor dizendo, serão as pessoas. As pessoas estão no centro do nosso negócio e elas que de fato transformam essas ações, tudo que a gente planeja em execução, não é Pathy?
Então, para quem está ouvindo e quer se envolver, como participar ou apoiar esses projetos? Bom, para você cooperado, você enquanto a pessoa que acredita no modelo de negócio cooperativista e do Cicobi Copemata, você participa diretamente de todas as ações. Você contribui para que essas ações aconteçam por meio do seu relacionamento com a cooperativa.
Agora, você que quer ir além, quer botar a mão na massa mesmo, tem um grande projeto, Natália, a nível nacional, que é o Dia de Cooperar. É um momento onde nós, pessoas que trabalhamos com cooperativismo, nós levamos à sociedade todo o poder.
que o nosso modelo de negócio tem de transformar realidades, com ações pontuais, com projetos contínuos, com parcerias. É o momento de mostrar à comunidade real esse impacto, essa essência do modelo de negócio cooperativista. Agora, você que está nos assistindo, que ainda não é associado, tem interesse e também ser voluntário, há oportunidades também pontuais, não é, Patrícia? Dentro do programa Voluntário Transformador,
Há ali a oportunidade de pessoas se conectarem às nossas ações, desenvolverem habilidades, contribuírem com alguma necessidade local. Então, esse projeto é coordenado pela Patrícia, juntamente com os nossos voluntários pontuais em cada cidade. E aí eu acho que é válido, Pathy, você passar um pouquinho de como que é a mão na massa mesmo, né? Como que você, junto com seus voluntários, consegue ali desenvolver as ações em tantas cidades.
Sendo que você está aqui de Cataguases, o quanto que é importante esse trabalho seu para a gestão dos nossos colegas?
Excelente, Gustavo. A coordenação disso tudo gera muito trabalho na nossa parte. Pensa só em tantas cidades onde estamos inseridos, tantos voluntários e tantas oportunidades de fazer acontecer. Assim como eu disse em outra questão, essas ações não acontecem de forma pontual. Hoje é aqui, amanhã é no Rio, depois é em São Paulo. A gente vai fazendo o dia de cooperar acontecer de pouquinho em pouquinho.
para a gente conseguir chegar em todas as nossas comunidades. Então, a gente tem todo um trabalho de chegar no nosso PA, começar a conversa, escolher uma instituição a ser beneficiada pelas nossas ações, começar o processo de campanha do que a gente for arrecadar, fazer, movimentar na cidade onde estamos inseridos, para depois chegar no dia de fazer a grande ação do dia de cooperar.
E não só a gente cooperar, a gente tem outras oportunidades de envolver e poder participar com os nossos projetos. Vamos compartilhar o conteúdo dos nossos alunos, vamos incentivar os nossos alunos para que eles se sintam pertencentes aos seus projetos, já que a gente deve ver e voz a esses alunos.
Porque o poder de transformação, ele vem aí. A partir do momento que estamos levando a oportunidade para essas crianças e que a gente leva o protagonismo para a vida deles, ali eles vão se mobilizar. Ali eles vão ser os nossos atuantes em ação para promover o protagonismo e a cooperação na cidade onde eles estão inseridos. Então eu ajudo, eles participam, nós participamos e todo mundo coopera junto.
Transformando vidas. Transformando vidas em realidade. Lula e Paty, muito obrigado pelo bate-papo de hoje. Eu ficaria horas conversando com vocês e espero que vocês voltem pra falar mais sobre isso.
Então, a gente conclui que o cooperativismo vai muito além do financeiro. Ele transforma a realidade e fortalece as comunidades. Obrigada por vocês virem e espero que voltem.
Com certeza. Obrigado, Natália. Obrigado pelo convite, como falamos aqui, é um prazer muito grande participar do Fala Copemata e também reforçar o trabalho social da cooperativa, o trabalho responsável da cooperativa. Muito obrigado.
Obrigada, Nath, pelo convite de participar mais uma vez do Fala Copemata e trazer assuntos tão importantes para a nossa sociedade e para os nossos cooperados. Muito bom. Obrigada, gente. E você, que nos ouviu até agora, procure um de nossos PAs e saiba mais sobre os nossos projetos. Até a próxima.
Sicoob Coopemata
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