Mãe do Evangelho – com Laura Wifler & Emily Jensen | Dia 1: Um cordão de três dobras
Dana Grash
Nancy de Moss Woginus
Emily Jensen
Laura Wifler
Raquel Anderson
Renata Santos
- Desafios da MaternidadeRecém-nascido · Criança pequena · Adolescência · Maternidade espiritual
- Tomada de decisões com DeusTrabalho e maternidade · Liberdades em Cristo · Motivações do coração · Orientação do Espírito Santo · Sacrifício e perda
- Encerramento Ministério Maternidade RessurretaMudança das fases dos filhos · Proteção da família · Perseguir outros sonhos · Apoio aos maridos · Terminar bem
- Ministério Aviva Nossos CoraçõesTransformação de vidas · Necessidade de Jesus · Liberdade, plenitude e abundância em Cristo · Iniciativa Maravilhas da Palavra · Leitura da Bíblia
Emily Jensen diz que não existe uma fórmula para a maternidade. Tudo se resume em seguir a direção de Deus. Tipo, o que estou fazendo quando nossos filhos eram bebês e crianças pequenas é muito diferente do que faço agora, que eles estão todos na escola praticamente das 8 às 15 todos os dias. Então, também acho que é saber que o Senhor pode precisar de mim de maneiras em tempos diferentes.
Este é o Aviva Nossos Corações, com Nancy de Moss Woginus, como autora de Deixe Deus Escrever Sua História, na voz de Renata Santos.
Se você é mãe, sabe que existem muitas estações diferentes de maternidade pelas quais você precisa navegar. Como os exigentes dias de um recém-nascido, cheios de noites sem dormir, lembra deles? E depois dos anos da primeira infância, quando seus pequenos precisam de cuidados e atenção tão focados o dia inteiro, todo dia.
E depois dos dias do ensino fundamental, quando você está respondendo muitas e muitas perguntas, ensinando as crianças a ler e escrever e ajudando com o dever de matemática. Mas também as ajuda a lidar com amizades e relacionamentos entre irmãos. E então, de repente, eles são adolescentes e você está preparando seus bebês para entrar no mundo.
E durante todo esse tempo, seu maior desejo é ver esses preciosos pequenos caminharem com Jesus todos os dias de suas vidas.
A maternidade é cheia de mudanças à medida que uma estação flui para a próxima. Bem, algum tempo atrás, Dana teve uma conversa com Emily Jensen e Laura Wiffler sobre exatamente isso. Nos últimos 10 anos, Emily e Laura estiveram à frente de um ministério chamado Maternidade Ressurreta. Talvez você já tenha ouvido falar e tenha sido abençoada por alguns de seus recursos.
O desejo delas tem sido que as mães enxerguem a maternidade através da lente do Evangelho.
Laura e Emily são coautoras do livro Maternidade Ressurreta e recentemente elas publicaram um novo livro. Elas contarão mais sobre esse lindo recurso hoje. Mas, sabe de uma coisa? Essas amigas estão navegando uma nova estação em suas próprias vidas. Essa conversa com Dana foi gravada pouco antes do encerramento de Maternidade Ressurreta como ministério.
No episódio de hoje, Emily e Laura compartilham mais sobre por que essa transição é algo muito bom. Aqui está a Dana para começar uma série chamada Mãe do Evangelho, na voz de Raquel Anderson. Laura, Emily, eu sou um pouco fã de maternidade ressurreta, mesmo sendo uma avó ressurreta. E essa é a fase da vida em que estou, avó ressurreta. Mas sou fã de vocês.
Eu sei que vocês já responderam a pergunta. Qual é o propósito de Deus para as mães? Podem resumir isso para nós? Sim, a maternidade é algo lindo que vemos em Gênesis. Em Maternidade Ressurreta, dizemos que a maternidade veio antes da queda.
É um bom design que Deus deu à humanidade. E não algo que nós falamos sobre como é difícil. Mas isso não foi resultado de algo ruim que aconteceu. É um presente maravilhoso e lindo. E a coisa empolgante é que vemos essa beleza no nome de Eva.
Adão dá a Eva, no jardim, um nome que significa doadora de vida. Sinto que, bem ali, nesse nome, temos um retrato de um dos significados e propósitos essenciais da maternidade, que é trazer a vida ao mundo. E certamente as mães fazem isso de maneira literal no nascimento.
Mas vemos no reino de Deus e na família de Deus que também existe a maternidade espiritual. Quando mulheres mais velhas caminham com mulheres mais jovens. Elas ajudam mulheres, até jovens homens às vezes, onde a maternidade espiritual pode acontecer também. Mas elas estão ajudando a trazer vida, para trazer Jesus para esses relacionamentos. Então, para uma mãe biológica que está em uma família, há um propósito duplo.
Primeiro, ela está ali para nutrir e cuidar da vida literal de seus filhos. Isso engloba tantos aspectos do desenvolvimento neurológico, físico, acadêmico e social. Mas também abrange um importante reino espiritual, porque sabemos que todas nós não precisamos apenas nascer uma vez.
Precisamos nascer de novo. Precisamos nascer duas vezes. E a mãe também olha para essas necessidades mais profundas e foca nisso com sua família. Eu amo essa perspectiva, Emily. Essa é uma das coisas que eu amo em vocês duas.
Vocês nos levam além da superfície. Levam-nos além da lista de compras, da roupa para lavar, das agendas intermináveis. Tudo isso até a profundidade do propósito, do porquê da maternidade.
Agora, Laura, leve-me além da definição que acabamos de ouvir. Esse ideal do propósito da maternidade. Para como isso se parece em um final de semana ou naquela semana em que você tem um filho com gripe e um bebê que está nascendo dentes e você não dormiu. Não teve uma boa noite de sono. Por muitas noites. Como isso acontece no dia a dia?
Essa é uma das maiores esperanças que temos como mães, que temos verdadeira ajuda e esperança além de nós mesmas como cristãs que creem em Jesus. Então, nesses finais de semanas normais em que lidamos com doença, limpeza e cozinha, acho que é uma das primeiras coisas que me vem à mente, é que há propósito em nosso trabalho.
Sabemos que não estamos apenas fazendo a rotina diária sem motivo algum. Tudo isso pode ser transformado em adoração. Podemos entregar tudo isso a Jesus e dar toda a glória a Deus. Sim, mesmo quando estamos trocando lençóis ou limpando o balcão, tudo isso pode ser feito para a glória de Deus, quando nosso coração está focado nele.
E isso não significa, de um jeito estranho, que não pensamos em nada além de Deus. Claro que pensamos nas coisas diárias da vida. Estamos dando instruções, organizando agendas e fazendo tudo caminhar. Mas há uma postura de coração sobreposta quando uma mãe confia em Deus para seu propósito de maternidade, que diz, eu confio em ti, Deus, independentemente do que vier ao meu encontro.
Posso ver interrupções não como algo que causa raiva ou interferência, mas como um presente teu, para que eu possa ajudar a cuidar desses filhos. Ou, se você está em uma casa com doenças, pode ver que ao servir seu filho, Deus diz que isso é como servir a Cristo.
Eu acredito que, quando conhecemos e confiamos em Jesus, existe essa missão maior acontecendo. Vemos Ele em tudo o que fazemos. Acho que, como mães, isso nos dá um fundamento para nosso trabalho. E no final das contas, também olhamos para a esperança do céu. Sabemos que o que fazemos hoje não importa apenas nesse momento, mas importa para a eternidade.
especialmente, acredito, como mães, em nossas tristezas, dificuldades e dores. Isso é algo a que podemos nos apegar.
Saber que não será assim para sempre. O alívio está chegando e Deus tem um grande plano para nós. Podemos nos agarrar a isso. Podemos pedir que Ele nos lembre, aqui e agora, para manter nossos corações fixos na eternidade. Sim, Jesus disse, no mundo vocês passam por aflições, mas tenham coragem, eu venci o mundo. João 16, 33 TEMPES
Emily, tenho que ir até você porque você nos contou, antes de começarmos a gravar, que teve um fim de semana bem cheio de germes na sua casa. Leve-nos a um desses momentos em que você está cansada e sobrecarregada pela doença acontecendo no seu lar, mas consegue reajustar seu coração e mente no Evangelho. Leve-nos até lá.
Com certeza, isso é algo bem real para nós agora. Acho que uma das maiores coisas com as quais eu luto, e eu estava até mandando uma mensagem para Laura sobre isso ontem, é o quanto, como mães, sentimos que não temos controle sobre o nosso tempo.
Tipo, eu tinha um plano para o meu dia. Eu tinha reuniões. Tinha trabalho que queria fazer. Tinha tarefas em casa. Tinha uma rotina que eu queria completar. E quando alguém está doente em casa, tenho que deixar tudo isso de lado, momento a momento. Preciso ir medir a temperatura. Preciso dar remédio. Preciso ver se a garrafa de água está cheia.
Ah, recebi uma ligação na escola. Preciso buscar alguém. Eu não esperava ter que fazer isso. Ou tive um filho que estava bem o suficiente para ir à escola, mas quando voltou para casa, precisava de muita atenção extra. Então, sinto que esta semana tive que deixar minha agenda de lado e dizer Ok, senhor. Qual é a tua agenda para o meu dia?
E algo que eu tenho meditado muito ultimamente é essa ideia de querer que o Espírito Santo guie meus passos, momento a momento, e de conferir mais com o Espírito ao longo do meu dia. Perguntar a Ele, ok, preciso de sabedoria neste momento sobre o que fazer agora. Ajude-me a ver o que é mais importante no reino que eu cumpra agora.
Outro princípio que me vem à mente em semanas como esta, onde temos falado em termos do propósito da maternidade, é que a realidade de dar vida é que isso não é gratuito, certo? Vemos isso na vida de Jesus. Ele é o supremo doador da vida. E a maneira como ele deu vida foi morrendo na cruz. Ele perdeu sua vida para que vivêssemos.
Graças a Deus, não há uma interpretação literal aqui para as mães, mas há um modo simbólico no qual precisamos carregar um pouco dessa perda e sacrifício enquanto estamos derramando nossas vidas sobre nossos filhos e os ajudando a prosperar.
Veja, isso pode se tornar super complicado e super estranho. Então, de maneira nenhuma, quero dizer que você não deve cuidar de si mesmo ou não deve fazer as coisas essenciais para garantir que você tenha saúde mental e física apropriada para cuidar de sua família ou que nunca deva pedir ajuda. Não é isso.
Mas significa que sim, quando a doença chega ou surgem necessidades, tenho que deixar essas coisas de lado e reconheço que isso faz parte do que é ser mãe. É deixar de lado minha vida, meus objetivos, meus sonhos, minha agenda, que eu tinha para hoje, por outra pessoa, porque eu sirvo a Deus, não porque, ah, estou servindo meus filhos.
Sim, estou servindo meus filhos, mas não porque estou recebendo instruções deles. Estou recebendo instruções do Senhor e isso é o que o Senhor me deu para fazer. Então, essas são algumas das coisas que passam pela minha mente. Você está refletindo Jesus. Jesus deu sua vida por nós. E nós podemos fazer isso por nossas famílias, por nossos amigos, pelos propósitos dele, pela vontade dele em nossa vida.
Ok, estou tão animada que vocês estão aqui hoje porque lançaram recentemente outro livro lindo. Eu fico muito animada quando o livro é bonito. Eu sinto como se estivesse sentada com um tesouro, sabe? Tenho que preparar o ambiente, segurar minha xícara de café quentinha. É assim que esse livro me faz sentir.
O título é Mãe do Evangelho. Ouça esse subtítulo. Como tomar decisões baseadas na Bíblia e descobrir a mãe que Deus criou você para ser. Infelizmente ainda não disponível em português. Tenho o que dizer, quero testemunhar. Todo mundo precisa desse livro. As mães precisam desse livro. As avós precisam desse livro.
Vamos ter uma conversa hoje sobre maternidade. Mas enquanto eu li esse livro como uma avó que deseja deixar um legado, uma avó de Deuteronômio 6, Deuteronômio 6, não é atribuído apenas a pai e mãe. É atribuído à avó e ao avô também.
Nós devemos ensinar nossos netos a andar nos caminhos do Senhor ao lado da mãe e do pai. Fui tão edificada por esse livro, gente. Tão abençoada por ele. Já começando pela introdução, eu tive muita dificuldade de passar dela. E minha primeira pergunta vem de lá. É um pouco desafiadora, mas aqui está. Na introdução, vocês escrevem Ocasionalmente tempo longe dos nossos filhos para trabalho focado e viagens.
Vocês estavam escrevendo sobre como, às vezes, precisaram tirar um tempo longe dos filhos para trabalho focado e viagens. E, imediatamente, meu coração ficou apertado, porque eu pude ver que vocês lutaram com a mesma pergunta com a qual todas nós já lutamos. É biblicamente defensável para mim ser uma mãe que trabalha?
O que vocês diriam para alguém que está enfrentando essa questão agora? Sim, parece que praticamente toda mãe passa por uma temporada que se pergunta o que a Bíblia tem a dizer sobre o trabalho e a maternidade? E eu acho que essa é uma pergunta muito boa para começar. É tão bom que as mães estejam pensando sobre isso porque significa que elas desejam estar com seus filhos que querem criar seus filhos.
Provavelmente, elas estão pensando, como é ser a principal cuidadora dos meus próprios filhos, enquanto também, potencialmente, sigo meus próprios sonhos ou talvez precise trabalhar? Talvez seja uma necessidade. Elas podem ser mães solo. Talvez precisem de mais renda, por algum motivo. Há muitas razões pelas quais uma mãe pode considerar essa questão.
E algo que Emily e eu sempre voltamos a enfatizar, e na verdade muito do que o livro Mãe do Evangelho inteiro trata, é sobre como enxergar nossas decisões por meio da lente do Evangelho. E uma parte importante disso é reconhecer que as liberdades que temos em Cristo, ou qualquer mandamento que temos em Cristo, deve ser algo aplicável a todas as pessoas em todos os tempos.
Então, ao olharmos para a história e vermos as diferentes maneiras pelas quais a queda afetou nossas vidas, sabemos que, como mencionei antes, nem toda mãe vai conseguir desfrutar de ser uma mãe em tempo integral em casa, mesmo que deseje.
E ao olharmos para as Escrituras, podemos ver que isso não é uma acusação contra a maternidade dela, mas na verdade Deus providenciou uma forma para que ela cuide dos filhos mesmo trabalhando. Acho que cada mãe precisa fazer várias perguntas. De novo, depende muito das suas circunstâncias, mas realmente buscar e conversar com seu marido sobre o que ele deseja.
É pensar, por que eu quero trabalhar? Se ela tem o privilégio de escolher trabalhar, então, por que eu quero? É para escapar dos meus filhos porque quero ficar o mais longe possível deles? Ou é porque, olha, isso é algo que eu realmente gosto de fazer e desejo ter alguma renda para a nossa família e vejo que Deus me capacitou dessa forma? As pessoas reconheceram isso.
Passar por essas motivações do coração também pode ser muito útil para entender qual é a razão pela qual quero trabalhar. E se de fato é simplesmente para fugir, há uma questão mais profunda no coração que provavelmente precisa ser tratada antes que uma mãe vá trabalhar.
Que outras perguntas? Estou tentando lembrar, Emily. Nós listamos várias no livro. Sim, acho que coisas como a permanência da decisão, algo como o trabalho, precisamos lembrar. Não é para todas, mas para algumas pessoas, para algumas mulheres. Isso é algo que pode mudar em diferentes estações.
Tipo, o que estou fazendo quando nossos filhos eram bebês e crianças pequenas é muito diferente do que faço agora, que eles estão todos na escola praticamente das 8 às 15 todos os dias. Então, também acho que é saber que o Senhor pode precisar de mim de maneiras em tempos diferentes.
E este livro é tudo sobre tomar decisões bíblicas. É sobre seguir a palavra de Deus e a orientação de Deus em cada estágio da vida. Não existe fórmula para essas coisas. Não existe um A mais B igual a C. E então essa resposta é fácil, simples e igual para toda mãe. Não! É sobre aplicar sabedoria bíblica às suas circunstâncias.
E adivinhe? Na maternidade, às vezes as coisas mudam a cada três semanas. Às vezes mudam a cada três meses. Às vezes a cada três anos. Conforme eles crescem um pouco. Isso é algo que Laura e eu temos enfrentado com o Ministério Maternidade Ressurreta. Estamos nos preparando para encerrar e caminhar para uma nova temporada. Isso é realmente difícil e até assustador.
Viemos diante do Senhor e dissemos, ok, o que conseguimos fazer até agora precisa ser diferente para as nossas famílias daqui em diante. Nós crescemos, mudamos. Para nós é algo empolgante. Esperamos que, para a maioria das pessoas em suas áreas de trabalho, vocês não fiquem presas de um único jeito para sempre.
Sim, vamos pausar aqui nessa decisão de encerrar uma eternidade ressurreta, porque sei que isso gerou um certo impacto na comunidade cristã. Porque eu acho que esse é um bom exemplo para analisarmos. Não apenas a ideia de tomar uma decisão como essa, mas uma situação da vida real.
Então, o que aconteceu? Levem-nos ao momento em que vocês finalmente chegaram juntas e disseram, é hora de fazer algo diferente. Quais foram os fatores que levaram a isso? Quais circunstâncias levaram a essa decisão? Isso pode nos ajudar a tomar algumas decisões que precisamos tomar.
Temos estado ativas no Ministério Maternidade Ressurreta por cerca de 10 anos. A conversa começou há um ou dois anos. Eu diria que, de tempos em tempos, ao longo de todo o Ministério do Maternidade Ressurreta, tivemos conversas como, você está pronta para terminar? Sempre queríamos verificar uma com a outra, ver quem precisava de uma pausa, quem talvez precisasse de um alívio.
Deus nos conduziu de forma que cada vez, talvez uma pessoa estivesse se sentindo cansada, mas a outra dizia com convicção, nós conseguimos, vamos continuar, vamos continuar.
Então o Senhor não estava alinhando perfeitamente nossos corações naqueles momentos. Era realmente como uma gangorra, indo e voltando, muitas vezes. Mas chegou um dia, e honestamente é bem menos dramático do que as pessoas imaginam, em que eu apenas olhei para a Emily e disse, estou meio que sentindo que estou pronta para encerrar minha participação no Maternidade Ressurreta.
E ela disse, sabe de uma coisa? Eu também. Isso não foi o fim. Claro, tiramos um tempo para orar. Conversamos com nossos maridos. Conversamos com nossa equipe de liderança. Passamos muito tempo refletindo. Quais seriam as consequências de encerrar esse ministério?
Certamente não queríamos fazer isso de uma forma leviana. Mas, por algumas razões, como você estava pedindo detalhes mais específicos do que nos levou a essa decisão, eu diria que um grande motivo foi exatamente o que Emily mencionou.
As fases dos nossos filhos estão mudando e sentimos muito que queríamos estar mais disponíveis e mais presentes para eles enquanto entram nos anos do Ensino Fundamental 2 e no Ensino Médio. Ouvimos muitas mães que estão um pouco à nossa frente que esses são anos super carregados, de maneiras diferentes dos primeiros anos, mas que também demandam muito tempo. Portanto, isso nos influenciou muito na nossa decisão.
Nós também sabíamos que, por termos uma plataforma pública que falava sobre maternidade, havia maneiras pelas quais talvez tenhamos falado sobre nossos filhos de formas que não gostaríamos que permanecessem para sempre. Há toda uma outra conversa que poderíamos ter sobre como é ter um ministério público e, ao mesmo tempo, protegermos nossa família.
Isso foi algo que, especialmente nos primeiros anos do Ministério e Maternidade Ressurreta, quando talvez não fôssemos tão articuladas, tão criteriosas ou tão experientes quanto somos agora. Há algumas histórias que preferíamos não ter divulgado sobre os nossos filhos. Nós também queríamos protegê-los daqui pra frente.
Outra parte foi realmente seguir com outros sonhos que tínhamos em nossas vidas. E até mesmo nossos maridos abriram mão de muitas coisas ao longo dos últimos anos para nos ajudar a perseguir o sonho de um ministério crescente.
Nunca começamos com esse grande objetivo de criar um ministério. Realmente, era um hobby. Então, o Senhor foi tornando tudo mais e mais real para nós. E vimos os sacrifícios que nossos maridos fizeram. Eles não nos pediram, mas sentimos que essa decisão nos permitirá que eles também florescessem e talvez sigam alguns sonhos de carreira. E nós poderíamos apoiá-los totalmente nisso.
Então foram muitas coisas. Assim como qualquer decisão na maternidade, normalmente não é uma única grande coisa. É um monte de pequenas coisas que juntas nos levaram a dizer sim, ok, chegou a hora certa.
E claro, levamos quase dois anos nesse processo de encerrar as atividades. Publicamente, um ano depois, já sabermos antes que faríamos isso. Nosso desejo era terminar bem. E realmente queríamos garantir que, ao fazer isso, conseguiríamos fazê-lo de uma maneira que honrasse o Senhor, um rácio que Ele nos deu, honrasse os doadores que investiram em nós e nossa comunidade, que realmente caminharam ao nosso lado.
O processo de encerramento tem sido lento, mas somos muito gratos. Tem sido sinceramente um sonho poder terminar de forma como estamos fazendo. Tem sido um grande presente. Finais são lindos e são importantes, mas muitas vezes são muito, muito difíceis. Mas poder escolher como você executa um final realmente é um presente de Deus.
Eu amo isso! É lindo! Isso me lembra um momento em que você diz que há essas fases em que você faz menos ou faz mais. Você está constantemente reavaliando, o que eu acho complicado para uma mulher. É diferente para uma mulher do que para um homem, porque nós temos tantas fases na maternidade. Estou descobrindo que, para fazer bem o papel de avó, também há outra fase de ajustes.
Eu me lembro que eu estava nessa trajetória de ministrar e amando isso, quando o Senhor nos chamou para adotar uma criança, uma adolescente. Basicamente, voltamos a um cronograma de trabalho dos anos de bebê.
Sentimos que mesmo sendo uma menina de 14 anos, ela ainda merecia ser vinculada e cuidada da mesma forma que nossos bebês biológicos foram. Parecia um grande retrocesso em termos de carreira e de propósito fora de casa, mas eu não me arrependo dessa decisão nem por um segundo.
Se você está lutando com uma decisão, vá para a palavra. Busque conselho. Fale com seu pastor. Fale com seu marido. Fale com sua melhor amiga. Tome decisões corajosas e difíceis. Você verá o Senhor abençoar isso.
Que conversa encorajadora. Ouvimos Dana Grash conversando com as mães Emily Jensen e Laura Wiffler. Se você é uma mãe enfrentando mudanças, espero que você tenha sido lembrada hoje de que não está sozinha e de que o Senhor vai com você em cada nova fase.
Deus está simplesmente pedindo para você seguir a direção dEle, não é, Dana? Sim, é muito bom, Nancy. Que alegria fazer parte desse ministério e ver mães transformadas por uma sabedoria prática e bíblica.
Não faz muito tempo, uma das nossas ouvintes hispanas, que também é mãe, nos escreveu como uma história poderosa. Quando eu tive minha filha, eu queria trabalhar. Eu me lembro que meu trabalho era minha fuga. Eu não suportava o momento de voltar para casa para cuidar do meu marido e da minha filha. Havia uma jovem no trabalho e ela compartilhou um blog sobre feminilidade bíblica.
Quando comecei a ler, o Espírito trouxe convicção e muitas coisas começaram a mudar. Um novo amor começou a brotar no meu coração pelo meu marido e minha filha. Comecei a orar ainda mais quando lia o livro Mulher Verdadeira. Continuei pedindo a Deus que colocasse amor no meu coração pelo meu lar e minha família. Agora vejo a maternidade como uma ferramenta de santificação nas mãos de Deus. Entendo que minha família é meu ministério.
Eu nunca me canso de ouvir esse tipo de história. 20 anos neste ministério e elas ainda me tocam profundamente. E elas acontecem por causa de ouvintes que acreditam no poder de Deus para transformar vidas e que querem se unir a Ele e a nós nesta obra.
Quando dizemos que se você apoia ou aviva nossos corações, sua doação ajuda mulheres a descobrir sua necessidade por Jesus e a esperança que Ele traz, há muitas outras mulheres ao redor do mundo que precisam da verdade do Evangelho. Sua doação nos ajudará a alcançar essas mulheres que precisam experimentar liberdade, plenitude e abundância que só podem vir de Cristo.
Temos mais um desafio para você. Se você é nascida de novo, sabe da importância da oração e intercessão. Pensando nisso, o Aviva Nossos Corações preparou um material especial, que é o desafio de 30 dias de oração pelo seu pródigo. Vamos orar, interceder e batalhar pela alma daquele querido ou querida que está correndo do Senhor.
Ore para que o seu coração seja atraído ao Senhor e que ele ou ela se renda aos pés da cruz.
O livreto digital do Desafio de 30 Dias de Oração pelo Pródigo já está disponível e você poderá acessá-lo mediante uma doação de qualquer valor. Visite o nosso site para mais detalhes de como fazer a sua doação. avivanossoscorações.com.br e obter este recurso maravilhoso.
Obrigada, Nancy. Nós também temos uma notícia empolgante. Em outubro de 2025, o Aviva Nossos Corações lançou uma iniciativa de seis anos chamada Maravilhas da Palavra. Eu estou muito animada com isso.
Começando com este ano de 2026, temos encorajado você a ler toda a Bíblia juntamente com milhares de mulheres ao redor do mundo. Se você ainda não está participando, visite nosso site e se cadastre para receber a passagem bíblica e encorajamento diariamente.
A outra iniciativa é que em 2027 vamos estudar a Bíblia inteira com Nancy. Já estamos trabalhando agora para traduzir os podcasts de ensino, o qual vai ser traduzido em várias outras línguas, para que a série de ensino esteja sincronizada e pronta para iniciar em 2027.
Ficamos cheias de expectativa ao imaginar o impacto global e geracional que acontecerá à medida que mulheres forem transformadas pela palavra de Deus. E você pode ser parte desse impacto global através das suas doações. Visite nosso site para informações de como contribuir com o Ministério.
Se você é mãe, talvez esteja familiarizada com o termo culpa materna. Amanhã, Emily, Laura e eu vamos conversar mais. E vamos falar sobre a culpa materna pela lente do Evangelho. Espero que você acompanhe e seja encorajada. Aguardamos você aqui no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é um ministério em língua portuguesa do Revival of Hearts com Nancy de Moss Wogemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.