Episódio #214 - Caps. 23 e 24 - 1000 maldições, só isso?
Sejam bem-vindos ao Chalé 3!
Annabeth, Percy e Bob estão andando na escuridão do tártaro, e por ali eles acabam encontrando um titã renascendo, um gato e depois de desviar para o lado, as maldições vão até eles.
Próximo episódio, capítulos 25 e 26: Hazel
Início das mensagens de íris: 7:26 min
Fim das mensagens de íris: 42:06 min
Financiamento recorrente: catarse.me/chale3
Chave Pix: chale3contato@gmail.com
Compartilhem os episódios e o Chalé 3 em suas redes sociais, vamos levar a palavra de Percy Jackson para mais semideuses!
E nos enviem mensagens de Íris, vocês podem falar com a gente pelas nossas redes sociais e e-mail:
Instagram e Twitter: @chale3podcast
e-mail: chale3contato@gmail.com
Conselheiros: Chewie, Visas e Brenim.
Roteiro por: Rosane Ribeiro
Edição por: Thereza Schwamback
Brenin
Tiwi
Visus
- Capítulos 23 e 24 de A Casa de HadesA jornada de Annabeth, Percy e Bob no Tártaro · O renascimento do titã Hiperíon · O encontro com o filhote de tigre dente de sabre · A aparição das Ahai (Maldições) · A discussão sobre a natureza do bem e do mal em titãs e monstros · A influência do Tártaro nos pensamentos e percepções · A reflexão sobre a força e resiliência de Frank · A discussão sobre a adultização e sexualização de personagens · A análise da construção dos capítulos e pontos de vista · A recomendação de RPG brasileiro 'Aurora Dourada' · A discussão sobre a influência da internet em crianças · A experiência com livros de conteúdo adulto e a importância da curadoria
Sejam bem-vindos ao Xolatrês, eu sou o Brenin, um dos três conselheiros daqui, e eu guiaria as nossas conversas ao longo dessa jornada maravilhosa no universo do Jordão. Junto da perfeita maravilhosa da Tiwi, e junto da perfeita maravilhosa amorzinho da minha vida, Visus. E aí? E hoje nós seguimos lendo o livro Os Heróis do Olimpo, A Casa de Hades, capítulos 23 e 24. Anda, Betta!
capítulosinho gostoso da Arabete, capítulos, né? E um deles eu li semana passada sem querer. É, o Brenin falou, nossa, eu li hoje o da Hazel sem querer. Eu falei, é, da Hazel, em sequência, assim. Eu estava distraído, eu estava no fundo, estava passando o Bayern e o PSG, pô. Mas e aí, tioizinha, nós temos mensagem para esse querido público bonito?
Ai, não sei. Tô meio pensativa se tem ou se não tem mensagem. Né? Tá pensativa, Tia? Tô, tô meio pensativa. Eu sei que o povo é bonito. Mensagem a gente não sabe. É verdade. Mas mais lindos ainda, sabe quem que é? A galera que não usa dinheiro. Os nossos apoiadores. Eles são maravilhosos. Então vamos falar de nossos apoiadores enquanto eu decido se tem ou não mensagem? Bora, porque eles merecem.
Galerinha, nós temos apoiadores. A gente tem o nosso recadinho do Ajuda a Gente aí, que a gente sempre dá aqui, dizendo que a gente precisa de ajuda com os custos desse podcast. Então, caso você nos ouça já há muito tempo, gosta do nosso trabalho, quer nos ajudar, você pode fazer um pix através do chaletrês, contato arroba de meia.com
Ou entrar no linkzinho que vai estar aqui na descrição. Lá na nossa página do Catarse. Xala 3 Podcast. Jogou lá no Catarse vocês vão achar a gente. E aí vocês lá no Catarse podem apoiar. Através do boleto bancário. Ou cartão de crédito. Posso se inscrever lá. E aí todo mês vocês pagam.
Bom, e se você fizer a sua doaçãozinha, seu apadrinhamento através do Pix, você vai receber as mesmas recompensas que você receberia caso você tivesse feito a sua inscrição através do Catarse.
Se você quiser dar uma olhada nas nossas recompensas e nos níveis de recompensa, a gente tem tudo lá muito bem explicadinho lá na nossa página do Catarse. Então, de repente, antes de fazer o seu pixel, dá uma olhada lá na nossa página do Catarse, vê qual recompensa que te interessa e você pode fazer a sua doação de acordo com aquele nível de recompensa, belezinha? Lógico que nada te impede de doar mais ou de doar a menos. Faça a sua doação de acordo com o seu bolsito e com o que o seu coração manda, belezinha?
Alguma das nossas recompensas, a gente tem o nosso nomezinho que a gente fala aqui o nome de geral pra mandar um grande beijo e abraço e agradecer muito, muito, muito, muito. A gente tem a nossa caixa de final de livro, a gente tem as nossas contas de final de verão, inclusive setembro já está chegando. Mentira, a gente não está chegando mais. Pois! Está chegando. Brenin, qual que é a nossa próxima grande data?
É a do... Carta de Afrodite. Após Carta de Afrodite, a gente tem... Aniversário do chalé. Antes do aniversário do chalé, a gente vai ter uma gravação especial. É verdade? É? Sim. Ah, tá. Teremos a gravação especial. Então é o Carta de Afrodite, depois uma gravação especial, que a gente só vai falar depois. Aniversário do chalé. Aniversário do chalé. E aí a gente já tem o quê? A caixa.
As contas. As contas, bicho. Ah, contas. A caixa. Tô pensando na caixa.
A gente tá alinhado. Bom, e aí, né, a gente vai ter depois algumas surpresinhas que virão por aí. Semana passada a gente disse que a gente já ia dar a data da gravação, mas a gente vai segurar mais uma semaninha. Lembrando, dia 12 de junho é o dia dos namorados e muito provavelmente o episódio vai ao ar no dia 12 de junho. Então, durante o mês de maio, vão mandando as mensagens de vocês pro nosso especial.
cartas de Afrodite, belezinha? Se não tiver cartas, a gente não vai fazer, gente. É isso. Esse ano tá liberado o sofrimento de novo. Eu dei risada com os últimos. Tá liberado a situação ruim, os e-mails de quase perigo de vida. Tá liberado, gente. Tudo liberado. Pode mandar pra gente.
Pode mandar, mas não faça nada perigoso, não, gente. Por favor. É, não faça. Mas se você já tiver feito, aí você manda. É, mas se você for ter que fazer pra mandar a carteira, não faça. Exato, não faça. Mas já fez? Exatamente. Manda pra nós dar risada. Ou ficar preocupada. Provavelmente os dois. É, a gente vai dar risada enquanto se preocupa. É.
É isso, então assim, a gente ainda não tem uma data pra essa gravação, mas saibam que durante o mês de maio tá liberado, inclusive a gente pede para que vocês mandem pra gente as vossas cartas de Afrodite, belezinha? Lembrando, não precisa contar só causos.
A gente aceita literalmente qualquer coisa que vocês achem que tenha o tema. Cartas de Afrodite, Dia dos Namorados e tudo mais. Então, até se você quiser, sei lá, só... Tipo, ah tio, eu escrevi um poema de amor. Nem foi pra ninguém não. Só senti inspiração, escrevi e quero mandar. Manda!
Ou então, tipo, meu namorado tava querendo fazer uma declaração, manda! Ah, eu tenho um caos que eu tomei um fora, foi muito engraçado, manda! Ou então, tipo, ah, eu tomei um pé na bunda, tô triste, quero contar meu caos, manda! Tipo, tanto faz, a gente tá aceitando, a gente aceita literalmente tudo que tem a ver com o tema Carta de Afrodite, beleza?
Bom, agora acho que eu já terminei todos os recadinhos, né? Vamos direto para os nossos nomezinhos especiais que a gente vai ler e agradecer. No dia de hoje estão conosco Samir Penha, Bielvis, Mozão, Isabela Lindbergh, Bailor, João Luiz, Esther Calassa, também conhecida como Estrelinha.
Dona Rosmeire, Carol Cita, Muitos Dias, Yasmin Melo, Christian Luiz Pereira, Luquinhas França, Raicinha Alencar, Carlos Gabriel, Larinha Carla e João Galadriel. Muito obrigada, seus lindos. Eu amo todos vocês. Obrigada por nos apoiarem. Muito obrigado, seus lindos. Vocês são maravilhosos e fazem o chalé continuar andando sempre muito bem.
Bom, galerinha, esse é o povo que tá com a gente no episódio de hoje. Muito obrigada, povo. Vocês são lindos demais. Maravilhosos. Muito, muito, muito obrigada. Muito gostosos e lindos. Seus lindos e maravilhosos. Muito obrigada. Eu não posso dizer o quê. O que eu posso dizer é... Junto das contas...
Tem novidades. Fiquei empolgada com os nossos apoiadores novos, que já desde semana passada, pra mais que a galera tá com a gente, né? Mas eu fico empolgada aqui. Já soltei um spoiler, agora vocês vão ter que esperar até setembro, vão ter que nos apadrinhar até setembro pra vocês terem acesso às novidades.
E pronto, é assim que segura a audiência, gente. Brincadeira dessa parte, vamos agora para o nosso quadro Mensagem de Iris, quadro esse, onde vocês nos mandam as vossas mensagens através da deusa Iris, que nos deu uma fonte de track nas equipes de L3, então nós recebemos, inclusive, as vossas mensagens a cobrar.
Você pode mandar a sua mensagem através do Instagram e Twitter, arroba xl3podcast, e-mail xl3contato, arroba xl3podcast, com caixinha de perguntas no Spotify. E se você estiver nos ouvindo através do Spotify, lembre-se de nos avaliar com 5 estrelas. Isso também é válido para o Apple Podcast. Caso você esteja nos ouvindo através do Apple Podcast, avalie a gente com 5 estrelas. 5, 5, 1, 5 estrelas.
E galerinha, a gente tem mais um recadinho, a gente não, o que ele disse, o Brenin tem mais um recadinho, antes de nós lermos as primeiras mensagens do dia de hoje, Brenin, o microfone é seu. Eu farei propaganda, porque eu gosto muito de RPG do cenário brasileiro, todos aqui que nos escutam sabem disso, e eu sei que tem muita gente nossa que gosta aqui, né, normalmente que manda mensagem pra gente e também gosta do cenário de RPG brasileiro, e eu tenho uma recomendação pra vocês, que é o RPG brasileiro oficial da DC.
que é a campanha Aurora Dourada, que é feita por uma galera muito legal, que é a The Vinticulture. Recomendo muito olhar, porque... Eu sinto que eles têm mais entretenimento do que alguns RPGs que a galera já comentou aqui, tipo Ordem Paranormal, essas coisas. Eu gosto que lá eles é um pouco mais entretenimento e parece mais orgânico como uma mesa de RPG padrão.
Então, recomendo, gente, depois é que eu vou pedir pra avisar, minha digníssima botaram o link aqui no final do post. É um apoio que tem que fazer? Já lançou? Como é que tá? Já lançaram toda a primeira temporada do RPGzinho, e o apoio agora acho que não, acho que o apoio deles é só na gringa. Se quiser apoiar o projeto, infelizmente é só em dólar, porque o projeto brasileiro já acabou o apoio dele.
Mas vocês podem ir lá conhecer e aí eu vou colocar os links aqui pra vocês irem ver. Apoiem aí projetos brasileiros, pessoas aqui do nosso Brasil fazendo esses projetos grandes, né? Com grandes marcas, então vão lá ver. E aproveitem pra jogar RPG, que RPG é top. RPG é maravilhoso, ainda mais RPG de super-herói, gente. Tipo, é sempre bom ser super-herói.
E é incrível que eles são uma empresa real pequena, tipo, em comparação no cenário do RPG brasileiro e empresas brasileiras, e fecharam, tipo, um bagulho oficial com a Warner. Dá até um gostinho, fica tipo, porra...
É muito maneiro ver a galera do RPG encontrando seu espaço, assim, porque eu tô vendo muita gente que nem é no mundo do RPG indo participar de mesa de RPG, tipo, e trazendo mais visibilidade. Eu, por exemplo, gente, não adianta, eu não suporto RPG, eu acho um saco.
Mas eu acho que é um tipo de arte e cultura incrível, principalmente na parte da cultura nerd. Acho que estimula demais a criatividade. Acho que é muito interessante. Então, ver esse tipo de...
de arte e cultura, que eu vou chamar assim, crescendo, tipo, eu acho muito legal, sabe? Então... E são coisas pra tirar, principalmente quando você aplica isso pra crianças, você consegue tirar bastante elas de telas, então é algo que entretém e influencia, né, na criatividade de todo mundo.
Sim, e querendo ou não, por ser um negócio muito cheio de números e tudo mais, ajuda até a pensar, tipo, que nem eu gosto de fazer coisas funcionais, e matematicamente pra RPG funcionar você tem que ser bom em, normalmente, pra essas coisas funcionar no RPG você tem que ser bom em matemática, então estimula até o conhecimento, tipo, de você buscar, tipo, o que que isso aqui faz com isso aqui, tipo, pra ter bom. Ou você pode ter um marido que é viciado em RPG e aí ele monta suas fichas.
Ah, e a vida se aproveitou da vantagem da vida, né? É, claro. Mas, se você tem uma vantagem, você não vai usar. Exato, eu gosto de matemática, mas aí meu marido é viciado em RPG, então ele monta. É verdade, ela não pode negar.
Então, assim, é muito legal, mesmo não fazendo parte da comunidade, é uma coisa que não foi feita para mim, tipo, eu pessoalmente não gosto, mas eu fico muito feliz de ver, tipo, crescendo, assim, tipo, eu acho muito legal. Então, até o que o Brenin falou, que muita gente fala de...
Outros RPGs aqui. E tal. Enfim. Eu acho muito interessante. E fica aí a recomendação do Brenin. Porque o Brenin já falou bastante. É porque não entra 100% aqui no podcast. Mas o Brenin já falou aqui comigo. Com a Visa e tal. E eu acho que parece uma galera muito bacana. Então fica aí a recomendação. Gente. Quem gosta. Já entra aqui no link da descrição. E conhece aí o trabalho da galera.
Fala o nosso nome, Brenin, pra marcar no cérebro. A Aurora Dourada. E pior que quem joga gosta de Ordem Paranormal, essas coisas, se não me engano tem um jogador que era das mesas do Celbit, que é o João. Então acho que vai se sentir um pouco mais familiarizado. Apesar que o estilo de jogo é bem diferente, porque não é terror, né? É super-herói. Mas novamente a Aurora Dourada, gente. Vamos lá ver que é muito bom e é muito caótico. É muito legal de uma mesa de brasileiro, 100% brasileiro.
Muito bom. Bom, vindo agora para os nossos mensagens diretamente do Spotify, a gente tem o episódio 207, capítulos 9 e 10 Acordando Quase Morto. O Lipe Araújo comenta sobre todo esse lance da internet influenciando crianças, eu fico bem preocupada, porque eu tenho uma irmã mais nova e boa parte da minha família é bem conservadora.
Meus pais, não tanto. Mas eu tenho receio dela acabar sendo influenciada a certas coisas. Então, eu sempre converso com ela e tento colocar ela pra assistir conteúdos que eu sei que vão fazer bem pra ela no futuro. Porque apesar de crescer nessa família, eu consegui criar minha própria opinião. E eu quero isso pra ela também, sabe?
Cara, eu acho muito irado essas mensagens que vocês mandam, que vocês são preocupados com as crianças, porque quando eu era criança a minha prima, que era minha irmã, né, dois anos mais velha que eu tal, tipo, ao invés de ela ser uma influência positiva pra mim ela brigava comigo, porque eu também gostava de Demi Lovato, eu não podia gostar da mesma coisa que ela aí eu tinha que gostar da Selena Gomes Era nesse nível Eu gostava mais da Selena
Então, eu gostava das duas. Hoje eu percebo que eu gostava mais das músicas da Demi, mais a personalidade da Selena. Só que ela me obrigava a dizer que a Selena era a minha preferida porque a gente não podia gostar da mesma. Eu tô do sentido. Eu acho que eu nunca tive isso. Ah, você não pode gostar do mesmo. Mas é porque você não teve, tipo... Eu tive muito contato com o primo. Eu tive muito contato com o primo. Mas não era tanto assim. É que o nosso gosto era diferente, tipo...
Meu primo chegava, ah, eu gosto do Pro Ranger vermelho. Eu nunca gostei do Pro Ranger vermelho. Eu preferi o azul ou o verde, tá ligado? Eu gostava do diferentão. A sua irmã era mais legal ou era mais cuzona, avisas? Porque a minha era cuzona. A sua era mais legal? Ou pior, é porque...
Eu não competi tanto com a minha irmã, porque ela era dois anos mais velha. Então, sobre essas coisas, ela gostava, tipo... Ah, eu gostava de Xuxa, ela gostava de Sandy Júnior. Então, não tinha essas coisas. Mas aí, tinha as amiguinhas que cresceram junto comigo. Aí, a gente competia com esse tipo de coisa. Aí, você competia com a minha... Mas aí é que tá. A minha prima, mesmo sendo dois anos mais velha do que eu...
Porra, a gente morava junto, só tinha uma televisão em casa, então a gente assistia tudo junto, tipo, sabe? E aí ficava essa porra de briguinha chata. E talvez a gente brigava, mas eu não lembro, né? Então é isso. Ah, é verdade, eu esqueço dessa parte. Sabe, amor, esse homem, nesse dos amiguinhos, esse homem já era diferenciado desde cedo, que tinha Narutinho no SBT quando era criança. Para de bater no meu braço. E os guris tudo querendo ser Naruto e Sasuke, sabe quem eu queria ser? Rock Lee, porra. Já era uma pessoa de conteúdo desde cedo.
Eu sei que em Clube das Wings também Aí a Capimola é filho da puta Ela nunca jogou a carta de adotada pra nada No Clube das Wings ela jogava a carta de adotada pra ser a Bloom Porque a Bloom era adotada e ela também Então eu não podia ser a Bloom Quem tinha que ser a Bloom era ela Cara, olha que filho da puta Mas a mais legal sempre foi a Estela Porra, a Estela era bem mais legal que a Bloom A Bloom é protagonista genérica Eu gostava da Musa e da Flora Só que eu gostava da Bloom E aí
porque a Bloom era gostosa, eu queria ficar com a gostosa aí não, aí ficava com ela aí ela era a Bloom e eu tinha que ser a Flora ou a Rúsa o importante de verdade é, qual das três espia demais? a Senha, a Clover ou a Alex? hoje, a loira antigamente a ruiva eu sempre gostei da Clover eu sempre fui fechadão com a Senha sempre fui fechadão com a ruiva
É que eu tô falando daqui a morena. A Alex. É a Alex. Eu sempre gostei da Alex. Eu sempre achei ela mais legal. Olha só um pacado assim, isso é igual. Falei a espinha errada. É por isso que a gente se dá bem. Porque é cada um na sua personalidade. Exatamente. Calma, a loira é quem? A Clover.
Então eu sou a Clover, o Brenninho é a Sam, não. A Sam é a Urba. O Brenninho é a Sam e a Bíblia é a Alex.
O Lukezinho é o... O Jerry. O Jerry. O Jerry. Muito bom, cara. Episódio 208, capítulos 11 e 12. Léo MacGyver. Brenda Paz comenta. Tio, e pelo amor de tudo que é sagrado, não fala farmar aura de novo, não. Rodeou, rodeou, rodeou e caiu no meu todo. Quem falou foi a vida. Mas não foi eu. É verdade.
Tio, usando outro termo desgraçado dessa nova geração você foi mogada gente, deixa eu contar um segredo pra vocês, eu sou a maior mulher viado desse programa onde que vocês acham que eu vou falar de farmar aura? eu ainda falei zoando não foi nem tipo nossa, farmou muita aura, ainda falei zoando o negócio e ainda caiu no seu pão me arrequei com você falando isso, Vizes hã?
Me arrepiei com você falando isso agora. Ó, farmando aura. Áurea. Áurea. Caralho, eu acho que... Que nóis. Eu acho que a gente tá virando aqueles velhos que odeiam os adolescentes, amor. Eu acho que com o tempo a gente tá virando isso. Ah, impossível não odiar. Porque quando chega um adolescente falando 6'7", eu tenho vontade de dar um 6'7 na boca dele. Pum, pum. 6'7, amor. Direito de retardado do adolescente, amor. Ouvi no ônibus, assistam pra trás.
Sei nem o que é isso. É coisa de retardado. Ainda bem que eu uso o fone no trem. Eu também uso, mas tem umas horas que o fone descarrega, é o tempo de eu trocar o fone com fio. Aí eu ouvi, meu Deus do céu. Que adolescente aí, adolescente demais.
Bom, episódio 210, capítulos 15 e 16, Percy disse Bob, Fitch, Nat, Viújo, Baylor comenta, finalmente tirando o atraso dos episódios, meus queridos, semana de prova e trabalho. Não estou conseguindo mandar um e-mail, mas vou dar alguns tostões. Primeiro que eu acredito que a Hecate, ela não é tão diferente assim dos demais deuses. Ela se importa em ser adorada e em seus servos lhe glorificarem. Ela não se importa se eles...
Se a índole deles é boa ou ruim, só importa a servidão, o que também se encaixa com ela ser a deusa dos caminhos. Portanto, ela acredita no, entre aspas, livre arbítrio deles. Faz sentido. Faz todo sentido. Caraca, que canetada que tu escreveu agora, hein, Baylor. Nossa. Tá, vamos com saudades. Exato. Saudades, Baylor. Saudades dos TCCs de Iris.
Episódio 211, capítulos 17 e 18, Passeio em Veneza. Figuezinha comenta, simplesmente, amei o episódio. Fiquei com muita dó do Frank. Dois deuses brigando na cabeça dele 24 horas por dia. Aí não dá. Também gostei muito do momento de interação Frank e Nico. Acho que é muito importante. Sim, foi bem legal.
Baylor comenta, saudações novamente, meu povo. Pensar que o Frank está há semanas com Marte e Ares brigando e gritando na cabeça dele, mandando matar todo mundo e explodir o barco e conseguiu não matar o Léo, mesmo com ele enchendo o saco do menino desde que se conheceram, é algo impressionante. Mostra o quão forte o menino é. Eu mesmo já teria jogado ele no barco há muito tempo.
Eu acho que eu teria batido o primeiro pra garantir que ele não dá um jeito de criar uma coisa pra amortecer a queda. Tinha que ser desmaiado. E aí o Bale responde a si mesmo dizendo Eu acho estranho que nos capítulos dos outros personagens o Rick descreve o Frank como um bobão. Enquanto no do próprio Frank ele é inteligente e muito observador. Eu acho que isso demonstra um pouco a personalidade introvertida do menino que pensa bem mais do que fala, ao contrário do Percy.
Tem só uma exceção que não vê o Frank como um bobão, né? Que é o Percy. E a Reza. É, o Frank e o Percy e a Reza são os que não olham ele como um bobão, mas tipo... Até a Annabeth, na primeira impressão dela, tava... Ai, esse menino não é um... Até ela se surpreender. O quê? Ele não é um bobão? Era isso que eu ia falar. No próprio pensamento dela, ela... Nossa, o que esse bobão tá fazendo no meu quarto? Aí, dois segundos depois, ela... Nossa, não é que ele é inteligente? Tadinha. Tava pensando mal do menino à toa.
Episódio 212, capítulos 19 e 20, Fake Nettie. Braninho, faz seu gritinho. Fake Nettie! É isso. O M Passarelli BR comentou. Ela tem 13 anos, gente. Uma adolescente. Normal acharem outros adolescentes, entre aspas, gostosos. Frank tem 15 barra 16 anos. Sei lá.
Sobre ele emagrecer, normal pelo nível de atividade que ele tem feito e pelo, entre aspas, estirão. Só foi acelerado com magia, porque ele também cresceu e etc. Aí ficou, entre aspas, do nada.
Eu vou me defender aqui, porque quem sentiu o incômodo da Hazel fui eu. E, gente, sim, é normal meninas de 13 anos sentirem coisas ao verem homens e mulheres mais velhas. É da natureza humana. A gente com 13 anos, muitas pessoas já estão na puberdade. É super normal. Só que...
Eu não quero ler isso. Eu não quero ler uma criança de 13 anos sentindo tesão no corpo de um outro adolescente de 16 anos. Sabe? Passou essa impressão pra mim.
E eu tive aquele eca enquanto estava lendo. É que o corpo do Frank também está adultizado nesse momento, então fica mais estranho por conta disso. Porque o Frank está magicamente mais adulto, mais alto, mais másculo, ele está mais homem do que garoto, por exemplo. Mas eu vou dar um outro exemplo. Existe um livro chamado Mistério das Duas Aranhas.
O Mistério das Dois Aranhas, eu não sei. É um livro brasileiro, inclusive é uma série de livros, acho que tem uns seis. Eles são co-escritos, tem um autor e uma autora que eles escreveram essa... Vou chamar de saga, essa saga juntos. E, cara, eu só li o primeiro livro, inclusive eu tenho muita vontade de comprar os outros livros pra ler e tal, só que eu lembro que eu tinha, acho que uns 12 anos, na mesma época que eu li Percy Jackson, lá no clubezinho do livro lá da escola,
Eu li esse livro do Mistério das Brasaranhas e a premissa é existe uma adolescente, ela tem 13 anos, isso ficou tão marcado gente, que eu me lembro até hoje, assim, ela tem 13 anos e é... ela é tipo que a detetivezinha da história e enfim, tem todo um rolê das aranhas, da máfia brasileira, enfim, é um livro super... Rapaz? Tipo, é.
Em resumo, ela é uma adolescente, ela tem 13 anos e ela namora um cara que, se eu não me engano, ele tem 17. Só que ao mesmo tempo, eu acho que ele tem carro.
Então ele tem, sei lá, acho que ele deve ter 19, na verdade. Alguma coisa assim, sabe? Será que ele está do Brasil, né? Ah, tá. É? É, não é brasileiro. Não tem carteira, né? Que é comum também. É. Ou ele tem... Aí é que tá. Eu não lembro se ele tem 17 e ele dirige só ali pelas ruazinhas mais, tipo, interior. Ou se ele tem, tipo, realmente 19 anos. E aí eu lembro que... E aí eu lembro que... E aí eu vou passar a ver a rebaixada na frente do colégio.
Não, e eu lembro que ela mesma fala sobre o namoro deles. Eu não vou lembrar tudo, mas eu lembro que ela, dentro do livro, explica sobre o namoro deles, explica que os pais também não aprovavam, mas que o rapaz é super gente boa e que eles namoram dentro de casa mesmo e que não sei o que, esco, todo um rolê. E eu lembro que eu, com 12 anos, estava tipo, cara, um rapaz de 17 anos não é pra mim, ele é muito mais velho do que eu. Então, mesmo ela dando toda essa explicação,
Isso tá muito estranho, entende? Então, assim, é uma coisa que eu nunca naturalizei. Então, assim, é uma coisa que eu nunca consegui naturalizar, mesmo sabendo que é normal. É uma coisa natural. Uma menina de 13 anos já começaram a sentir coisas e...
alta a idade, ela vai sentir as coisas dela, deixar ela sentindo as coisinhas dela. Só que pra mim não é normal simplesmente ler isso num livro. Eu fico meio tipo, a Ieca, você é uma criança, tipo, próxima página, entende? A Ieca é foda. É, então é meio que isso. Eu
Não gostaria de ler e eu fiquei sim incomodada com esse trechinho da Hazel. Mas da mesma forma, Brenin e Visas não ficaram. E tá tudo bem, sabe? É porque a gente tava incomodado com o Frank ser emagrecido do nada por magia. A gente focou no outro incômodo. É.
Então, e aí vem a segunda parte do M Passarelli, que é onde ele fala sobre o estirão. Tipo, ele emagrecer realmente é normal, independente de ser por mais de ou não. Acho que a gente até comenta aqui, tipo, a quantidade de exercícios que a galera faz no acampamento, tipo, mano, eles estão no exército.
Tipo, uma pessoa de 200 quilos não continua com 200 quilos no exército. A gente só reclamou por ser, tipo, ele virar um menino padrão. E é isso. Ele vira um menino e ser ótimo padrão de forte. É, a gente já tem um monte de menino padrão. Então, deixa o Frank ser atarracado, meio troncudim. O que é que tem? A gente já tem o Léo magrelo. Então, a gente tem o Percy e o Jason, modelos de menino padrão. Então, podia ter mais um que não é.
É porque teria dois meninos no padrão e dois meninos fora do padrão, né? Seria mais... A gente queria muito um fordo. Queria muito mais um fordo. Exato.
É isso, então a gente reclama mais por causa disso. Porque, de novo, igual a gente comentou no episódio passado, ser gordo não é sinônimo de não conseguir fazer as coisas ou de não ser saudável. Então, mesmo ele tendo aquela baita rotina no acampamento romano, ele pode continuar sendo gordo. Ele só não pode ser obeso, porque pessoas obesas realmente têm uma dificuldade de mobilidade, têm uns problemas à parte.
Mas pessoas gordas, não, tipo, as pessoas gordas, gente, elas são normais, elas vivem normal, tá? Elas podem correr, elas podem fazer musculação, elas podem fazer muita coisa. É meio complicado falar, tipo, falar, não, gente, sabe a pessoa que está acima do peso? Ela é só uma pessoa normal, cara. Para de fidelizar que todo mundo tem que ser padrão. Tão maluco, porra. É, então, assim, a gente, tipo, entende que o Frank iria, sim, emagrecer. Só que ele não precisa...
se tornar um padrão ou um magricelo. E o que o Riordão faz é botar que ele perdeu a barriga, a barriga dele tá lisa. Sim. Eu subentendo que ele tá com um tanquinho. Não, eu tenho que arreio, se eu olho, ele tá com um tanquinho. Pela mistura de animais que ele fala que ele tá com o peito de dragão, que é aquele peito estufado e um pouco do leão, ele não tem barriga mais nenhuma, ele é só músculo. Ele é um ser de músculo agora.
Exatamente, então eu acho que o nosso incômodo maior foi esse, não foi tipo que ele emagreceu do nada, sabe? Então só esclarecendo esses pontos. Mas é isso, tipo, se não incomoda outras pessoas, eu acho que é tudo bem, é meio que interpretativo, são questões que não influenciam em nada na saga, mas uma questão interpretativa e de gosto, né? É, uma questão mais pessoal, né, de opinião e gosto.
Carol Citta muitos dias aparece nesse episódio pra dizer Confesso que a adultização do Frank eu não percebi na primeira leitura Porque, né, eu tinha 15 anos Mas nessa releitura isso me incomodou demais Eu senti uma sexualização na fala da Hazel que nem a Chewie E isso me incomodou, tá vendo? É gosto, incomodou a Carol Citta
Engraçado que eu lembrava que o Frank ficava maromba, mas na minha cabeça ele era aquele maromba parrudo. Ele só ganhava altura e músculos, mas continuava gordinho. Acho que prefiro a minha versão. Eu também prefiro a sua versão. Estamos fechadões contigo, Carolcita. Próxima mensagem vem de Other with a Dark Side. Caraca, que nome é esse, gente? Other with a Dark Side e o outro com o lado sombrio.
Amo esses capítulos do Frank e tô amando o Chalé 3. Não sei se a Demeter e o Hades se gostam tanto, porque ela queria que a filha se casasse com o Deus dos Advogados no livro 5 e reclamava do Nico. Aí eu acho que ela só é uma velha chata que vai reclamar, mas ela tem um carinho pelo Nico e eu acho que ela suporta o Hades. Tipo, tá tudo bem, sabe? Tipo isso. Já sei, ela olhou pros outros irmãos do Hades, né? E falou, é o melhor entre eles, realmente.
Ela, ai, um tem cheiro de peixe, o outro é insuportável, vou ficar com esse daqui. Um tem cheiro de peixe e é abusador, o outro é insuportável e é abusador. Vamos ficar com o que é só meio abusador. Meio. Melhor que os outros dois. É abusador, mas tá casado com a minha filha, me trata educadamente, pacificamente. Já não faz mais tanta merda. E ainda é irmão dela, né? É meio assim.
É, vamos lá. Situaçãozinha delícia, né? Dos meus irmãos, esse daqui é o menos ruim. Brosa, a mensagem, na verdade, é um e-mail e vem de carocita muitos dias. Ó, carocita. Episódio 209, livros maior de 18. Ó, tenho vários ali na minha coleção.
É verdade. A minha coleção era só coisa bonitinha. Game of Thrones, The Witcher. Aquele que eu comprei, que eu mostrei pra vocês, do... Aquele Alchemized, ele é maior de 18, eu descobri recentemente. Acho que meus únicos da coleção que ainda era maior de 18, era meu Sherlock Holmes. E os meus livros do Eduardo Spur, o resto.
Eu comentei no Spotify que minha edição dos três primeiros livros de Game of Thrones não tinha um aviso de conteúdo para maiores de 18. Agora eu venho provar. PS, demorei a enviar esse e-mail porque demorei para lembrar que... Para lembrar de tirar os bonitos da estante para mandar fotos.
Olhei as primeiras páginas também e não encontrei nada que indicasse. Tudo bem que o tamanho do livro e a capa bem sobra deixa meio claro que não é pra criança, mas ainda assim não tem aviso de conteúdo. Anexei fotos das capas, contra capas e página de rosto para ver a edição.
Os dois primeiros livros foram comprados lá em 2012. Era um do meu padrasto, na verdade. Na primeira vez que estávamos viajando em Curitiba, passamos numa livraria e estava em promoção. Os dois juntos saiu pelo preço de um. Lembro que a gente quase não conseguiu enfiar eles na mala pra voltar de avião. Meu padrasto nunca leu. E eu peguei pra mim. O terceiro é mais recente, mas não vou lembrar quanto. Ainda assim, tem alguns anos. E o resto, eu infelizmente não tenho ainda.
Eu tenho um trauma com livros que não tinham o aviso de 18 mais na capa e eu até hoje não sei se o pior foi minha trouxice ou a da pessoa que me deu o livro, no caso, meu padrinho. Eu tinha meus 11 anos e recente é pegado o hábito de leitura com Percy Jackson e Harry Potter e meu padrinho decidiu me dar um box de trilogia de livros que já quando eu li a sinopse eu pensei que parecia não ser para a minha idade. Mas em seguida eu pensei...
Meu Dindo que me deu. Ele não ia dar algo que eu não posso ver. Confiou muito na dúvida. Nossa, eu estou curiosíssima pra saber que trilogê é essa. Exatamente.
Ele provavelmente só viu a capa, dizendo que era uma releitura dos contos de fada da Disney e comprou. Caralho. Puta que pariu, ele deve ter comprado um conto do... Nossa! Só lembro das capas de dois livros, mas era uma capa simples. Um deles, por ser a releitura da Branca de Neve, tinha só a imagem da Branca de Neve segurando a maçã. O outro, que era da Cinderela, se não me engano, era só o pé da Cinderela no sapato.
Eu li a palavra em Card's Lock. Era só o pé da cinderela no sapato de cristal. Só que o detalhe é que era uma releitura erótica.
Eu li o primeiro livro e fiquei horrorizada, porque era extremamente explícito. E, obviamente, coisas que eu não tinha nem ideia antes. E, meu Deus, o trauma foi para a vida. Tava escrito lá, borboleta colombiana. Acho que eu nem terminei o primeiro livro. Se terminei, foi só esse. O box ficou jogado em algum canto e sumiu.
Talvez minha mãe ou minha avó tenham pegado e se dado conta do que era e sumido com eles, porque realmente eu nunca mais vi e os livros não costumam sumir desse jeito na minha casa. Mas eu também nunca perguntei sobre. Um dia, muitos anos depois, simplesmente me lembrei do nada e me dei conta que desapareceu. Só que nunca mais na vida meu padrinho me deu qualquer livro. Acho que perceberam e ele levou um esporro, só me faltam provas.
O trauma eu tenho. Quem dera fosse Game of Thrones. Pelo menos tem enredo. Aqueles livros pareciam que eram só pornografia sem enredo mesmo. E de contos de fada para traumatizar mesmo. Mas pelo menos não era nenhum que eu realmente gostasse.
Era só isso. Até a próxima, meus queridos. Nossa senhora. Mas esses adultos que não verificam os livros antes das crianças é foda, né? E a Branca de Neve tava feita, né? Com sete anãos e um príncipe. Oxe. Cito muito, Carol Cita.
Eu lembrei, tipo, a primeira vez que eu... Na verdade, quando eu comecei a ler fanfic, e aí... Gente, eram umas coisas muito explícitas. Porque, tipo assim, o livro mais explícito que eu tinha lido era Game of Thrones.
E Game of Thrones não é uma pornografia boa, gente. Então, assim, eu li e fiquei... Não é uma pornografia boa. Eu li e fiquei, tipo, oxe, Bart. Tá brisando eu, hein? E fui passando, tipo, e lendo e passando, tipo, eu. A pornografia com palavra pra mim não funciona, é só pessoa visual.
Eu não tenho imaginação pra mais da palavra. Tem os livros que são muito bons, são muito bem escritos. Amor, lembre-se que é o fator a fantasia. Eu não imagino a cena. Tá bom, amor, mas você consegue imaginar duas pessoas. Então, é duas pessoas no ato, vai ser só isso. Então, tipo... Porra, quando fala, ele me beijou lá, você não lembra como é quando alguém te beija lá pra mim? Sim, mas tipo, não bagurqueado. Ah, nossa. Essas páginas estão me deixando...
Nossa, estou de tico duro. Não, né, porra? Caralho, eu vou cortar. Eu vou cortar só essa frase e vou jogar lá nos padrinhos sem contexto nenhum. Sem contexto nenhum. Paz. Mas, novamente, não é algo que eu fico tipo, nossa, não, porra.
Se for pra ir pra conteúdo erótico, sempre o vídeo vai ter preferência, né, pô? Ai, homens. Enfim, mas aí quando eu comecei a ler fanfic, gente...
parecia que eu tava fazendo alguma coisa errada do tipo, sei lá, que eu abri a porta peguei duas pessoas no flagra e tipo, estou atrapalhando sabe? porque eu fiquei tipo, gente, isso aqui tá muito íntimo, tá muito o que que eu tô fazendo aqui? tipo, eu tô atrapalhando eles dois, sabe? e aí, enfim, essa foi a minha sensação quando eu comecei a ler fanfic e depois passou
Passa rápido isso aí. Depois que continua, né? Passa rapidinho. Mas eu vi um meme no Twitter esses dias que era, tipo, ah, eu quando eu tô no meio de uma cena de hot muito bom no meio de uma fanfic, aí é um cara que ele tá olhando pro celular, aí ele levanta e ele fica meio, tipo, aí dá uma coçada assim na cabeça, olha pro lado, olha pro outro e fica, tipo, começa a tirar uns pratos da mesa, os negócios, porque é um meme que você fica, tipo, mano, o que que eu faço com isso agora?
Você fica bem, tipo, eu continuo a história, eu levanto pra ver uma água, eu sei lá, vou lavar um banheiro. Tipo, você fica meio... E aí? O que eu faço depois disso? Eu me divirto com os personagens, o que eu faço?
É, tipo, e eu achei muito bom, achei muito engraçado. Mas, enfim, tirando a pornografia, não, cara, é realmente isso. Por isso que a gente tava falando mais cedo, né, eu e os meninos, sobre uma professora que ela abriu um clubezinho do livro e ela criou uma lista de desejos. Inclusive, vocês quiserem, depois vocês...
procure lá no nosso Instagram a gente vai inclusive fazer uma doação pra esse clube do livro, vamos comprar o Heróis do Olimpo pra essa galera e...
Bom, essa professora Ela criou esse clube do livro E aí, nesses vídeos que ela divulgou no TikTok Ela fala, por exemplo Que tem livros que não são Para certas idades Então, as turmas dela, ela tem outras turmas Que tem alunos com Uma certa faixa etária, tem alunos mais novos E ela fala, tipo, ah, esse daqui quem quiser ler Vem falar comigo
Entendeu? Então provavelmente ela deixa esses separados que são, sei lá, 16 mais ou alguma coisa assim, tipo ó, eu quero pegar ah, quantos anos você tem? Ah, pode pegar não pode pegar, tipo, então ela faz esse controle e ela falando que a curadoria que ela faz é, não tem como ela sentar e ler todos os livros, então ela vê muita recomendação da galera que já leu no TikTok, ela vê a sinopse
Ela vê, tipo, a classificação indicativa, ela faz muito esse trabalho de pesquisa, e aí depois é que ela compra, tipo, essa é a curadoria que ela faz. Então, eu achei isso muito legal, por exemplo, livros que ela vê que a turma inteira quer ler, tipo, Harry Potter, ela tenta comprar mais que um exemplar.
Porque são livros que saem muito, então eu acho isso também bem interessante, sabe? Pra não ficar preso com uma só pessoa. Então eu acho isso muito interessante quando existe esse cuidado, essa curadoria de verdade, assim. E eu acho que até quando a gente vai comprar livro pra qualquer outra pessoa, a gente tem que ter essa curadoria, porque a livro é caro. Cara, não, não é por causa disso. É porque, tipo assim, você tá... Dependendo do livro, a pessoa vai ficar, sei lá, oito horas da vida dela sentada lendo. Então, pô, teve uma vez que uma amiga minha me deu um livro de crente.
Vocês devem saber qual é aquele... Ai, esqueci o nome agora. É um que o cara... O médico, a mulher dele tem um filho norma... Olha o que eu ia falar. Um filho norma e um filho altíssimo. Não, ele tem um bebê...
Entre aspas, normal, aparentemente sem nenhuma doença e tem um bebê com síndrome de Down, são gêmeos. E aí ele finge que esse bebê morreu e ele dá pra enfermeira e a enfermeira, tipo, some com o bebê e acaba que a enfermeira cria essa criança como se fosse filha dela. Enfim, é um livro de crente lá. Fala sobre Deus e tal. Eu não aguentei passar os dez primeiros capítulos. Tipo, cara, não tem nada a ver comigo. E detalhe, eu tinha, sei lá, uns 15 anos. Porra!
Qual foi o livro que eu dei pra ela? Ela sendo crente. Percy Jackson. É óbvio que ela não passou da metade do livro. Então, assim, a gente deu o que a gente gostava uma pra outra ao invés da gente pensar o que que a outra poderia gostar. Sim. Então, acho que o trabalho de curadoria não só envolve, por exemplo, você ver o que é interessante pra aquela idade como, por exemplo, o seu padrinho, Carol Citta, ele achou que era um livro interessante pra você. Por quê? Porque você era apenas uma...
Desculpa o termo, mas apenas uma menininha de 11 anos e aí ele viu Disney, princesa e entregou o livro? Ou você gostava de princesas da Disney, por exemplo? Eu acho que vai além também, sabe? Quando você dá um livro pra alguém, é você conhecer o gosto. Não precisa conhecer 100% o gosto daquela pessoa, mas conhecer o mínimo daquele livro e saber se a pessoa você acha que ela vai gostar ou não, sabe?
É que tipo, pô, é difícil você mudar, que nem você comentou, tipo um livro crente, pra alguém que não gosta, tipo, não é muito crente. Você vai afastar mais a pessoa do livro do que a pessoa realmente se interessar e gostar, é mais difícil isso.
Bom, enfim, essas foram. Obrigada, Carolcita. Grande beijo e um abraço. Obrigada a todos que nos enviaram mensagens no dia de hoje. Seus lindos. E pra você que não mandou a sua e quer mandar, quer aparecer aqui na semana que vem, você pode mandar a sua mensagem pra gente através do Instagram e Twitter arroba xalatrizpodcast, e-mail xalatrizcontato arroba de meio.com, caixinha de perguntas no Spotify. Vamos agora terminar as nossas mensagens de íris para a nossa digníssima senão.
Annabeth, Percy e Bob estão andando na escuridão do Tartar e por ali eles acabam encontrando um titã renascendo, um gato e depois de desviar para o lado as maldições vão até eles.
Bom, logo que os nossos heróis começaram a andar pela tempestade, a visibilidade diminuiu demais e demais e mais, e só escurecendo cada vez mais e mais e mais. Anabete mal enxergava um metro à sua frente, então eles acabavam tropeçando em tudo e qualquer coisa.
Ela mal notou quando ela caiu em uma depressão. Ela ficou muito triste. Não, mentira. Você fez a mesma coisa? Ai, que maravilhoso, Tia. Ela estava em depressão profunda. A tristeza era tamanha que ela ficou ali e morreu todos. Acabou a hora de ele ir pra aqui. Ela tropeçou num buraquinho.
Mas não foi uma queda surpresa. Não é bem um buraquinho, né? Cabe um titã dentro. Então não é bem um buraquinho. Ah, o Riordan não sabe de medida. Pode ser do tamanho de um alfinete como pode ter na cratera. Eles estavam no nariz do Tartar e caíram num porno. Daqui a pouco ela fala que ela tá no sovaco dele. Ela fala que tá descendo por um buraco e parece a garganta. Eu acho que é outro buraco. Não, ela não fala que parece a garganta. Parece a garganta, ela fala.
Não, mas foi no anterior, não foi? Não, é nesse que ela fala que ela tá descendo tanto que parece que ela tá entrando na garganta do Tartar. Mas essa parte lá no finalzinho, quando tem as árvores, ela fala que tá no sovaco dele. Não, é isso lá na frente. Nessa parte aqui da depressão é na garganta ainda. Eu fico, filha, por onde vocês acham que vão sair do Tartar? Você tá descendo.
É isso. Bom, não foi aquela surpresa no buraquinho que assustou ela, e sim o que estava nascendo em uma bolha naquele buraco, naquele pó, naquela espinha, naquele cravo encravado. Era um titã completamente formado. Rapaz. É, e o mais complicado é o titã que tá nascendo, né? Eu fico pensando nessa negra naquele estômago. É que podia ser qualquer um, mas era logo ele. Uhum.
E ainda tem essa neblina e essa escuridão e o frio. E é só... E o Garzin de Mesa. E pensa, é só a espada do Percy que tá iluminando o caminho. E o Bob, né?
Annabeth e Persington, eles reconhecem aquele titã que tá dentro da cratera. Era o Hyperion, o irmão de Japeto barra Bob. E os dois eram muito parecidos mesmo. A diferença é que o Bob agora estava com a roupa de zelador e não estava com a armadura. Mas a maior diferença real entre eles era que um era dourado e o outro era prateado.
E o Bob parou ali do lado do irmão dele observando, e ele não conseguia entender direito porque eles eram tão parecidos. Mas o Percy explica que alguns Titãs eram bons, outros eram maus, e explicou que o Bob era um Titã, só que ele era um Titã que era bom, diferente do irmão dele.
E o Bob parecia meio abalado e meio confuso com essa informação e com toda essa explicação do Percy. Mas por fim, ele entende esse conceito do bom e mal e ele acaba destruindo o próprio irmão. Dizendo que aquele titã era mau e que poderia machucar os amigos dele. E depois de destruir o titã, ele segue viagem.
É muito doido essa parte, tipo, que ele tá muito tentando entender, tipo, por que que ele é tão parecido? E é muito mais interessante a calma do Percy pra explicar pra ele que ele também é um titã, mas que ele é um titã legal. Então, tipo...
Eu gosto dessa parte do Percy explicando pro Bob como é, tipo, do Tita Bom, do Tita Mal, do Monstro Bom e do Monstro Mal. Porque ele já tem esse contato com monstros e com as criaturas pra entender que não é só porque é um monstro que é ruim. Tipo a Senhora Larry. A Senhora Larry é um cachorro infernal, mas ela não é ruim. Aí a Annabeth tá lá com o cão na mão. Tá todo momento com medo do Bob.
E o Percy tá ali de boa. E aí, gata, e aí, filho da puta. Ele tá atacando o próprio rabo com a unha em mim. Seu safado. Você tá me encarcando a unha. Você não tem vergonha. Você tá querendo pegar seu próprio rabo. Você não tem vergonha.
A Anabete, ela tá muito alerta. Ela tá cabreira. Ela, tipo, ela tem noção de que eles estão andando com uma bomba atômica do lado. E que qualquer movimento brusco pode fazer aquela bomba explodir, digamos assim. E não tem nem o que fazer. E ela, a todo momento, ela fala. Cara, eu não tenho nem minha espada, que droga. Ela sempre tá sentindo a falta da faquinha, né? De ter um...
Sim, ela vai pra pegar a faca, aí ela lembra que a faca não tá com ela, sabe? Ela bota a mãozinha, ela... Hum, perdi. Aí ela bota a mãozinha, ela... Droga, perdi de novo. Tipo, lembrei que eu perdi e por aí vai. É tipo a gente com o celular. Quando você não sabe onde ele tá, toda hora você procura por ele. É a Anabete com a faca dela. É tipo quando você sai sem celular e aí toda hora você bota a mão no bolso se o seu celular não tá. Aí você fica... Perdi meu celular. Aí você lembra onde você deixou o celular.
Ou sem a carteira, pô. Aí você bota a mão no bolso de sempre da carteira, e você, puta que pariu, cadê minha carteira? E dá aquele cinco segundos de desespero que você coloca a mão no bolso e não tá lá. Você sabe que deveria estar. E é a pior sensação do mundo. E aí, quer dizer, ela tá com essa sensação, ainda tá sem a espada, então, ao mesmo tempo que ela tá muito atenta, quando chega nessa parte, é como se...
É, sei lá, eles estão andando com um líquido que não pode mexer e a Anabete tivesse deixado ele cair. E o Percy, ele vai lá com toda a calma do mundo, pega o líquido, tipo, bota no lugar, segura e fala assim, pronto, controlei, podemos ir. Só que tudo isso em versão titã de 2,5 metros de altura, que brilha dourado, e um titã de 2,5 metros de altura numa bolha, se reconstruindo e prateado. Quer dizer, é o contrário, né? É o contrário. Mas, enfim.
Vocês entenderam. Sim, sim. Cara, então assim, toda essa parte, quando a gente termina o episódio do capítulo passado, pra mim dava muito fácil pra gente ter ido, por exemplo, pra um capítulo tipo, sei lá, Jason, Hazel, tipo, ter trocado os pontos de vista.
Porque ela começa a andar aqui e a gente tá tipo, tá, vai andar, coisa o Bob, já com medo, já dormindo, e vamos andar, e tem alguém atrás deles. E aí, de repente, a gente tá na cabeça da Anabete, tipo, ela pensando, sei lá, nada com nada, e aí ela cai, a gente vai dar de cara com um titã.
E é logo esse Titã, e não sei o que, lá é tipo, bizarro de mudança de clima do nada, o clima pesa, a gente fica atento, assim. Sim, e outra coisa que foi interessante é a gente lembrar da Batalha de Manhattan, de tudo que aconteceu, o que que o Hyperion fez, então é muito interessante a gente voltar a relembrar o livro 5.
E a gente lembra que se ele acorda, ele iria atrás do Percy com muita afinco, que foi a primeira vez que o Percy invocou um furacão. E foi o primeiro desafio grande do Percy, assim, tipo, dele com muito poder bruto, mais a maldição de Aquiles, né? Sim. Eu não queria dar uns spoilers, então eu vou falar de uma forma que quem não leu ainda não vai me entender. Mas nessa parte...
Quando o Bob fica meio confuso. E aí depois ele cai no papinho do Percy. E destrói o próprio irmão. Sem querer dar spoilers. Mas quando a gente termina esse livro. E a gente entende o que estava se passando na cabeça do Bob. Nesse exato momento.
Cara, é muito pesado, assim, porque... Sim. Eu não posso dar muitas explicações, porque senão eu vou dar spoiler, tipo, de muita coisa, mas... É... Eu acho que eu vou até salvar isso na minha caixinha de memória aqui.
pra quando a gente chegar num momento lá no futuro, lá na frente eu queria voltar nessa parte porque é uma parte muito boa a ser debatida, porque eu acho que o Bob ele acaba entrando junto tipo, do Nico nesse livro como um personagem principal assim, e eu acho que vale muito a pena debater passado presente e futuro do Bob nesse livro, mas não agora mas pro final da Casa de Hades eu acho que esse momento é um momento muito chave pra muita coisa, assim está.
Então, vou fingir que eu debati de formas a não dar spoiler. Quem já leu, pense pra contribuir na discussão daqui a alguns muitos, é lá pro final do ano, daqui a alguns muitos capítulos. Quem ainda não leu, eu acredito que eu não dei muita margem pra spoiler, então dá uma pensada na sua cabecinha, continua lendo o livro aqui conosco, lá na frente quando a gente for debater, aí vocês também trazem seus tostões.
Os meninos, aliás, continuam a andar para sempre nesse tártaro, nessa escuridão, nessa tempestade, tropeçando em tudo. E a Nabete vai pensando na calma que o Percy tratou a situação com o Bob. E que ela não sabia de onde ele tirava tanta confiança e de como ele confiava tanto no Bob também. Então, ela fica matutando sobre isso e aí começa a...
a pensar em tudo que estava de ruim, a caminhada vai ficando mais difícil, os pensamentos dela vão ficando mais sombrios, aí ela acaba falando em voz alta, o Poirce começa a conversar com ela, porque ela precisa se distrair um pouco, porque o Tartar vai mexendo com a cabeça dela e ficando cada vez mais difícil a caminhada dela.
Então ela perguntou para o Bob onde eles estavam indo, então ele acabou explicando que eles estavam indo até a senhora e até a névoa da morte. Então a Annabeth até questiona sobre esse nome, mas ela lembra também que os nomes têm muito poder, principalmente ali no Tartar, então é melhor não falar muito sobre o nome real das coisas, dos seres, onde eles estão indo.
Eu gosto dessa paranoia da Anabete. Ao mesmo tempo que ela fica... O Percy confia de verdade no Bob? Ou ele só tá sendo calculista e manipulador nesse ponto? Ah, sim. Eu já sei o que acontece mais na frente. Mas pensando só no Percy... Eu não consigo pensar no Percy calculista e manipulador de jeito nenhum. Nem se ele se quisesse muito. Vou ser um calculista e manipulador. Eu acho que ele tem...
um nível muito pequeno de às vezes fazer isso, mas não é algo da índole dele e ele realmente confia. Então, eu acho que ele não está isento de fazer isso, mas nesse momento aqui eu sinto que o Como Pursa confia nele.
Eu acho que a Annabeth estava pensando, olha que coisa mais linda, como ele é empático, como ele é simpático, como ele é tipo o bombom de tudo, não sei o que, blá blá. Só que aí o Tártaro distorce isso para, ao invés do Purse estar sendo um cara muito empático, muito respeitoso, muito simpático, muito jeitoso com o Titã.
ele distorce o pensamento da Anabete pra, não, ele está manipulando e jogando a situação a nosso favor e ele tá enganando, então ele tá o próprio Tartaro distorce um pouco o pensamento da Anabete então a Anabete na verdade vai estar passando o quão empático ele é, olha que bonitinho ele sendo paciente, ele tipo se colocando no lugar de titã e botando sendo amigo do titã e não sei o que vamos lá
Esse é o pensamento real dela. O Tartar dá uma distorcida do... Até uma leve desconfiança que ela podia ter, ele dá uma distorcida e dá uma aumentada pra... Olha como ele é sanafrário. Como ele é calculista, ele é Thomas Shelby. É frio, calculista, e tá com um plano de manipulação, e enfim. Eu tô quase ativo nessa, eu não consigo... Eu acho que o Percy só realmente confia muito no Titã, porque o Percy é um menino que confia nos outros, é a falha dele, inclusive.
E aqui eu acho que ele só, tipo, confiou que se ele falasse a real com o Titã, ele conseguiria meio que dar uma... Meio que não com a intenção de mudar ele pro lado dele, mas ainda assim, tipo, tentando puxar ele pro lado dele no papo de verdade, no aliado, não na manipulação. Uhum. Mas eu gosto que ela pensou isso, tipo, traz essa dúvida. Mesmo a gente sabendo que é o Perth, né? Não tem tanta dúvida, mas é legal ter a dúvida.
O Bob explicou que o caminho deles era até o ponto mais escuro. Então eles iam fazendo um desvio para o lado, que não fazia sentido para a Anabete. Mas ela deixou para lá. Porque ela estava cansadinha. Ela queria pedir, vamos parar para descansar. Mas ela sabia que não podia. Então ele falou, vamos para a esquerda. Vamos para a esquerda. Antes é isso aí, vamos embora.
Pouco tempo depois o Bob percebeu que tinha uma coisa à frente deles e os três pararam e se prepararam para atacar. Mas então que eles viram que a coisa na verdade era apenas um gatito. Um filhotinho de tigre dente de sabre que o titã Atlas havia criado no museu. O gatinho gostou bastante do Bob que batizou ele de Bob pequeno e eles seguiram em frente.
Que cena maravilhosa do Riordão se utilizando de uma parada lá atrás. Incrível. Maldição do Titã. Que a gente, inclusive, debateu. A gente debateu isso na Maldição do Titã. Do Asse Livra Deles. Então, lá no Livro Deles, a gente vai ver a solução entre as. Fazer o que aconteceu e tal. Eu gosto que o Tartar é uma boa revisitada na história do Percy e da Annabeth.
É porque, tipo, eles mataram muitos monstros. Então, os monstros foi tudo parar ali, né? Então, não esses, no caso. Mas, ai, gente, esse gatinho deve ser muito bonitinho. Ele vira esqueletinho. E o gatinho de Skrullinger tá vivo e morto. É, e o mais doido é que o ronronar dele, tipo, parece um barulhão, né? É um trombô, tipo um tratorzão ligado.
É muito legal. E o Percy tá tipo junto com o Bob. Vamos ficar com ele, ele é bonitinho. Anabete, mas ele é perigoso, o Percy. Eu não sei o Bob. Não é não, tá comigo. O bom é que ele cheirou o Bob, gostou do Bob, deitou no pescoço dele, e é isso. Aí o Bob é meu, me escolheu. É isso. Dessa cor eu não tenho. O Bob é pai de gato. Muito bom. Maravilhoso, cara.
Pô, isso aqui é muito bom. Papo de muito bom mesmo. Essa revisitação, na verdade, o que eu ia falar é que eu lembro que a gente discutiu. Eu lembro que a gente discutiu. Quem trouxe isso pra discussão? Não me lembro, só lembro que não fui eu. E aí depois que alguém falou, fiquei tipo é verdade! E aí a gente debateu isso lá na Maldição do Titã.
E aí quando eu tava lendo isso aqui, eu não lembrava dessa porra desse gato, eu não lembrava que esse gato aparecia agora, eu fiquei pensando, gente, mas o que vai aparecer agora pra depois eles aí? E quando aparece, eu... Gente, mas esse gato veio de onde? E quando o Percy conta, eu...
Aí eu lembrei de novo E aí eu lembrei da sensação Da gente debatendo isso lá na Maldição do Titã É bem que você lembre Porque já faz tanto tempo Que até eu que participei da discussão Não faço a menor ideia Só tenho a sensação de a gente ter falado Corta pra eu ler um livro agora E falando, meu Deus É verdade Tem uns 3, quase 4 anos isso Então Tem tempo
Mas esse ano, tá vindo aí a terceira temporada da série. E a gente vai debater mais uma vez a maldição do Titã. Dessa vez em formato de audiovisual e não de literatura. Então, fiquem atentos, gente. Entre novembro e dezembro vai sair aí o primeiro episódio.
Olha só. Pior que esse ano tá bom, né? Tem filme do Mortal Kombat, Street Fighter, vai ter Resident Evil, Percy Jackson. Harry Potter. Harry Potter, pô, esse ano tá maravilhoso. Jogos moráveis. Um monte de coisa que vai ser lançado na base do Percy Jackson, igual Harry Potter.
Narnia, Street Fighter. Aí ele começa, Street Fighter, Resident Evil. É porque é toda adaptação. Umas de jogo, outras de livro, mas esse é o ano de adaptação. Jogos Vorazes, Narnia, Percy Jackson, Harry Potter. Não é o ano de adaptação. É o ano de boas adaptações.
Pronto, acredito. Existe diferença. É que, assim... Existe diferença. Quando falam que vou anunciar o Redentível, eu sempre tenho medo, porque Redentível nunca teve uma boa adaptação. Para! Eu adoro os primeiros filmes. Eu também adoro, mas não são boas adaptações. É tipo Constantini, são bons filmes. Divertidos. Porra, eu fui reassistir recentemente, eu parei e falei.
Caralho, isso aqui é muito ruim. Não, é que, pô, assim, na nostalgia eu gosto ainda. Só que quando eu lembro o que eu joguei, eu fico, porra, não tem uma boa adaptação desses videogames. Nenhum desses filmes é boa adaptação.
Marmarine foi muito engraçado, eu acho que foi tipo final do ano passado, que eu fui reassistir e aí cara, eu com menos de uma hora de uma parei e falei assim gente, isso aqui é muito ruim sabe um negócio que eu sempre quando vou reassistir eu desligo a cabeça que as vezes eu gosto de reassistir tô sem nada pra fazer, eu gosto de rever um Power Ranger eu começo a ver, eu olho eu, caralho, que tosqueira mas eu criança adorava tem uma coisa que continua bom pra mim, que eu continuo assistindo é
Clube das Wings. Sabe o outro que continua bom? Liga da Justiça Sem Limites e o Liga da Justiça o anterior Sem Limites, que é só Liga da Justiça. Bom pra caralho até hoje.
Não demorou muito e o Bob falou que eles chegaram lá no local que eles tinham que desviar para a esquerda. E logo eles começaram a seguir o Bob para esse lado. A Anne começou a sentir o ar mais frio e mais denso ali, porque o Bob comentou que aquele lugar era mais escuro. Ela não viu que era mais escuro, só teve essa sensação mesmo na temperatura. O que fez ela lembrar um pouco de São Francisco. Porque a cidade tem essas variações de temperatura dependendo do lugar. Tanto que ela fala que tem uma névoa úmida na cidade e tudo mais.
Ela até fala que provavelmente os titãs foram pra lá porque lembrou o Tártaro. É muito bizarro. E eles continuam andando, então. Mas algo fez a Anne parar, deixando ela bem alerta, bem arisca, enquanto o gatinho tava dormindo no ombro do Bob.
o Percy se sentiu o mesmo, ele já acabou erguendo a espada, e logo que ele, o Bob e a Annabeth se viraram, se prepararam para o combate, alguns monstros alados estavam pousando nas árvores ao redor deles, e logo eles começaram a ser cercados por esses monstros, e apesar de serem parecidas com as fúrias, essas criaturas eram outra coisa, afinal elas não eram apenas três como são as fúrias. E aqui tem um trechinho do livro que a Visa se colocou para nós.
O que são vocês? Indagou ela. As Ahai, sibilou uma voz. As maldições. Annabeth tentou localizar quem havia falado, mas nenhum dos demônios tinha mexido a boca. Seus olhos pareciam mortos, as expressões imóveis, como a de um fantoche. A voz simplesmente se propagou no ar como a de um narrador de um filme, como se a unicamente controlasse todas as criaturas. O que vocês querem? Perguntou Annabeth.
Tentando manter um tom confiante. A voz soltou uma gargalhada maligna. Amaldiçoá-los, é claro. Destruí-los mil vezes em nome da mãe noite. Só mil vezes, murmurou o Percy. Ah, ainda bem, achei que estávamos com problemas. O círculo de mulheres demoníacas se fechou. Porra, o Percy é muito bom.
Não tem como não gostar do Percy. Quem não gosta do Percy tá errado pra caralho. Com certeza, tão errado mesmo. Ah, só mim. Cara. É que eles já tão muito na merda, então, tipo... Vamos fazer uma piadinha. Porra, eu tava doida pra interromper a leitura do Breninho e fazer várias piadas, porque esses nomes, ahai, dá vontade de falar. Quando ele fala assim, ah, são vocês. Ais, ahai, eu, ahai!
cara, nossa dali pra baixo sabe, dali pra baixo mas eu acho muito curioso que quando o Purse começa a falar Purse não, a gente tá na coisa na Beth, né, porque a última fala foi do Purse fiquei com ele na cabeça, mas quando a Beth fala tipo ah, não são as furias, porque as furias são só 3 e aqui tem mais ah ah
Mas eu fico pensando que, cara, não são as fúrias, porque nem as fúrias descem no tártaro. Sim. Então, né? A gente tem que lembrar que as fúrias ficam num nível muito acima do tártaro.
Nem elas descem. Tipo, lógico, de repente se Hades pedir e tal, não sei o que, elas vão descer. Só, cara, Hades jamais pediria isso. Tipo, o Tartar é um... Eu fico pensando, mas se elas morrerem, elas vão pro Tartar e depois voltam pro submundo? Eu acho que o Hades puxa elas direto pro submundo.
Então, eu acho que elas têm passagem segura pelas portas da morte. Então, acho que quando elas morrem, elas nascem no Tartaro, abrem as asinhas, saem voando e falam assim... Como é que é o Deus da Morte? Aquele que... Putana. É, elas falam putana assim... Oh! Deixa eu passar. Aí ele... Porra, de novo. Elas... É, de novo. Deixa eu passar. Aí ele abre a porta, ela passa, acabou. Pode ser.
Pode ser também. Eu acho que é isso. É porque elas são os funcionários, né? Elas têm o crachazinho de funcionário pra passar nas escadas do fundo. É, e também não é como se elas morressem o tempo todo. O Purse matava elas o tempo todo, mas porque ele é protagonista. Agora, tirou o Purse da história, quantas vezes elas morreram?
Então, né? São poucas, né? Poucas vezes as coisas. Porque o Percy é ponto fora da curva, né? Não dá pra contar muito. Ah, tirando o Percy. Tipo, quando é que nem a gente tá... Tem um anime lá que é o Jujutsu Kaisen. Aí, tipo, todo personagem tem um poder que vem com uma regra. Aí chega. Essa regra funciona, tipo, ah, o personagem dá um soco e explode qualquer um. Com exceção de Satoru Gojo. Aí todo personagem que vem com um poder novo vem com essa porra de explicação. Aí chega, Satoru Gojo é o protagonista? Não.
protagonista é outro, eu fico, ah, vai tomar no cu toda hora. Ah, esse personagem para o tempo e é intocável, exceto para Satoru Gojo. Eu fico, porra, viagem. Até entendemos que o cara é forte, não precisa disso. Já deu. Mas uma coisa que eu acho interessante dessa parte é que quando eles chegam, eles viram pra, tipo, faz um desvio. É porque, tipo, eles tão andando aqui reto. Aí eles viram pro lado, tipo, aí fica mais escuro.
Aí eu fico, tipo, como assim, gente? Então, um escuro mais escuro. Sim. É bem bizarro. O que é um escuro mais escuro? É, tipo, tá com menos luz ali? Tipo, porque o escuro é ausência de luz, né? É, aqui é um escuro que eu tô conseguindo enxergar um palmo na minha frente. Ali é um escuro que eu não tô enxergando nem um palmo na minha frente. É, deve ser tipo isso. Nossa, tá realmente muito escuro. Eu acho bonitinho também. Mas eu acho. Pode falar, Tia.
Não, eu acho que também existem diversos tipos de escuridão. Tipo, tem a escuridão que dá medo, tem a escuridão que é tranquila, tem a escuridão que você, de certa forma, consegue enxergar. Que, na verdade, também tem várias fontes, várias pesquisas científicas que mostram que você não enxerga apenas com os olhos. Da mesma forma que uma pessoa que nasceu cega, ela não enxerga tudo preto. Ela só não...
enxerga, assim, tipo, tem várias explicações de várias coisas, da mesma forma que sei lá, tipo, quando você tá num lugar que tá numa escuridão completa, mas você sente que tem outra pessoa ali ou então você sente que tem algum objeto na sua frente, tipo você usa-se de outros sentidos, então, eu imagino que talvez uma escuridão mais escura do que aquela que eles estavam
Talvez a Anabete estivesse sentindo algo ali, tipo, aquela escuridão é mais escura. Talvez algum sentido dela ficasse mais relativamente prejudicado também, sabe? É porque também fica mais frio, o ar fica mais denso. Então, muda o ambiente em si que ela estava, né? Ela não consegue perceber tão bem que ficou mais escuro, mas acabou ficando mais frio. Então, tem todo um negócio, né?
É um escuro mais escuro. Não quer dizer que, sei lá, ficou mais preto, mas, tipo, é isso. Com outros sentidos dela, ela sentiu que aquela escuridão é diferente e é mais escura do que a primeira que ela tava. É tipo, ela tava no escuridão e entrou no escuridão com neblina. E uma coisa que eu acho interessante nessa parte é porque o Bob não viu elas de primeira, né? Quem sente primeiro é a Annabeth e o Percy. E o Bob não.
Isso é muito legal. Ai, eu quero o próximo. Cadê o outro capítulo da Navega? Continuar aqui essa discussão. Os próximos estão muito bons porque eu lembro porque o Bob demora pra assistir elas. Eu fico Ai, que delícia. Que coisa boa. Que detalhezinho, pô. São nos detalhes que está o diabo. Pô, que coisinha boa.
E nos detalhes, eu assomio, que bom, achei que a gente tava com problema. É com esse detalhezinho de frase que a gente termina esse capítulo lindo e maravilhoso aqui de novo. E, Jordão, como é que pode com tão pouco você entregar tanto e, às vezes, com tanto você entregar tão pouco?
É o rei da balança, equilíbrio pro Riodão é tudo. Eu acho que ele gastou muito do talento dele. Aqui tem a barrente especial, ele gastou quase toda a barrente especial aqui. Aí no próximo livro... Nessa frase? Ela tava... Não, não, no livro, nesse livro em si. Aí no próximo livro ela tava carregando, aí ele soltou um pouco. Ele segurou um pouco mais dos especiais.
Bom, gente, esses foram os nossos tostões sobre esses dois capítulos maravilhosos da Anabeta. E nós vamos agora para aquele momento quentinho e gostoso que é o Salsichão de Verão. Então chegamos no nosso maravilhoso Salsichão de Verão. Que é onde a gente escolhe o momento que a gente mais gostou ou não dos capítulos. E eu vou começar com a linda da Chewie. Chewie, conte qual que é o momento que você gostou mais.
Cara, é muito difícil, tá? Nesse capítulo escolher o momento ou que eu gostei ou que eu não gostei. Sinceramente, eu acho que não tem nada que eu tenha desgostado. Mas... Cara, eu vou acabar. São dois capítulos. Eu tenho dois momentos que eu gosto muito, que é... O...
Pensar no futuro do Bob e aí pensar na situação que ele se encontrava quando ele viu o irmão gêmeo dele, é tipo assim, meu Deus! Que cena fantástica! E eu não posso falar absolutamente nada dessa cena, mas é uma ceninha muito boa, assim. E a parte do...
Agora, no final, é a Anabeth sentindo uma escuridão mais escura, e aí ela sente que tem alguma coisa, mas o Bob não, e aí, de repente, chega a galera que elas passam uma vibe meio creepy, né? Eu já falei sem reforço, o Riordão podia ter muito feito algumas histórias de terror aqui no make, em Caxéria, bem pra caralho.
Nossa, essa parte, por exemplo, as fúrias, a gente tinha noção das fúrias, conhecia as fúrias, teve um relativo medo das fúrias na primeira saga, só que quando vem pra essa, a própria comparação que a Annabeth faz, a gente fica tipo não, isso daí não é fúria não, pô, que isso? Nossa, é isso aí? As fúrias de boa comparada que existem. É fúria nada, entendeu? As fúrias são três pra salvar e vão embora, aqui tem muita coisa.
É, não, aqui é um trem mais embaixo, é mais esquisito. Pra piorar, tá muito escuro, né? É muito bizarro.
Não, e sabe o que eu lembro? Tem algumas mitologias que falam dos sete níveis do inferno, né? Que tem as criaturas que quanto mais baixo você vai descendo, mais as criaturas são perigosas, mais o escuro vai ficando, o caramba quatro. Então, é como se as fúrias, sei lá, fossem nível um, nível dois, e a gente estivesse indo para o cinco, para o seis. Sim. Tipo, então, eu senti uma vibe meio isso nessa parte.
dessas mulheres aí só que aí pra mim o que é a minha parte preferida é o Percy meio que o clima tá pesadíssimo e ele quebra tudo com ah só mil? pensei nossa fodeu mil tá de boa tá tudo certo enfim
Mas eu queria falar só da construção desses dois capítulos, porque eu acho que muitos desses livros avisam, acho que principalmente fala várias vezes sobre a questão de não precisar ser quatro, e essa coisa chata dele ficar sempre fazendo quatro pontos de vista, quatro capítulos e tal, vamos lá. Esses quatro da Annabeth foram os primeiros, pelo menos desse livro, que eu senti que todos estavam fechadinhos. Sim. Eu acho que eles estavam fechados, mas ainda assim eu acho que não precisavam ser quatro.
Não precisava, mas imagina, todos meio que tinham uma continuação, às vezes eram capítulos de duas páginas que tinham uma continuação, que tipo, não fazia sentido aquela quebra de divisão de capítulos.
Nesse eu senti que os quatro, tipo, estavam um capítulozinho fechadinho, bonitinho. E foi a primeira vez que eu tive essa sensação, desde o livro passado, assim. Normalmente eles faziam, sei lá, dois fechadinhos e dois meio termo. Tipo, três abertos e um fechadinho. E por aí vai. Esse eu senti que os quatro estavam fechadinhos, bonitinhos. E aí eu senti essa diferença dos últimos que a gente tem lido, assim. Principalmente porque é o que eu tô falando. Sem querer,
Eu passei de um pro outro, não percebi que saiu de um capítulo, mas quando eu vi, caraca, fiz merda, escutei o capítulo a mais, eu sabia definir exatamente onde tinha acabado o primeiro, sabe? Então, em outros, eu provavelmente não teria entendido onde que seria essa divisão, sabe? O que encaixa, né? Aí foi onde eu percebi isso, eu queria trazer isso pra cá também, nesse momento. Muito bom. E o seu, meu amor, qual que é o seu momento?
E eu gosto muito do Percy conversando com o Bob e falando sobre os semideuses bons, semideuses maus, titãs bons, titãs maus. É porque é um papo muito bom e é um papo muito honesto do Percy. Apesar da Bete ter ficado com a impressão de manipulação, na minha vista, ao meu ver, é um papo muito honesto. Porque o Percy realmente acredita nisso, que tem deuses bons, que tem deuses ruins, que tem monstros bons e monstros ruins. Então...
Foi um papo muito verdadeiro que eu acho que é por isso que o Bob acreditou. Porque se ele estivesse mentindo, eu acho que o Tartar teria influenciado pro Bob não acreditar no Percy e dado uma revoltada pro mal, sabe? Pode ser. Posso acrescentar uma coisa? Deve. E a gente relembra da Batalha de Manhattan pouco antes do Percy falar todo esse discurso. Então quer dizer, a gente fica com o Luke e a revolução do Luke ali, tipo, também no pensamento. Sim.
Então isso até pra gente como leitor influencia, né? É que tá ali no pezinho dele, foi o pré-acontecimento antes de tudo que tá rolando agora.
Então, tipo, esse discurso dele pra mim é muito bom e é muito verdadeiro, tipo, porque é muito, tipo, simples. E o Percy normalmente tende a trazer esses discursos de maneira simples. Então eu acho que encaixou bem ali. Porra, pra mim é um baita momento dele confiando no Bob pra contar isso. Porque desde o momento que eles entraram ali, que o Bob tá ajudando eles, o Percy não tem um momento que ele não confia no Bob. Ele contou o que eles têm que fazer, contou o que eles estão fazendo, pra onde eles têm que ir.
Desde que eles pararam no santuário. Desde que o Bob apareceu pra salvar ele e desempousar. Então eu gosto desse momento dele. Confiando mais ainda no Bob. E falando a verdade sobre o Bob ser um titã e tudo mais. É muito bom mesmo. Sim. E você, meu amorzinho, qual o seu momento desses capítulos?
É muito difícil escolher o melhor momento desses capítulos, porque eu gosto muito dessa parte do Percy fechando, todo sarcástico. Tipo, não sarcástico, mas tipo, meu Deus, já estamos na merda ainda, aparecem essas mulheres aqui pra encher o saco. Mas eu gosto desses momentos do Percy, que ele tenta trazer um pouco de... deixar um pouco mais engraçado, enquanto eles estão...
Tristes, mas eu vou escolher o momento do gatinho. Porque, né? Eu sou mãe de gato. E eu adoraria achar um gato no meio do tártaro. Porque pelo menos eu ia ter uma felicidade. E ele é muito bonitinho, então eu vou escolher o momento do gato. Que dúvida que você escolheu no momento do gato. Eu gosto de todos os outros momentos. Mas eu escolhi o momento do gato. Porque ninguém escolheu o momento do gato, tadinho.
Eu sabia que você escolheu o jogamento gato. Tá lindo, Bob Pequeno. É. Pô, Bob Pequeno é muito bom, tá? Bob Pequeno é muito foda. Bob é muito bom nomeando os nomes. Sim. É isso, gente. Então esse foi o nosso solstício de verão de hoje.
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ou no próximo. E compartilhar esse queridíssimo episódio com os vossos amiguitos. Bom, gente. Bom, gente, esse foi o nosso episódio da semana. Nos digam se vocês concordam ou discordam dos nossos tostões. Mas por hoje isso é só, pessoal. Nos vemos na próxima semana, no mesmo bate-horário, no mesmo bate-canal.
Falou. Vamos no próximo. Vamos no próximo. Vamos no próximo. Tchau. Tchau, gente.