Episódios de Chalé 3

Episódio #213 - Caps. 21 e 22 - As vezes uma caneta, é uma caneta

01 de maio de 20261h21min
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Sejam bem-vindos ao Chalé 3!

Annabeth, Percy e Bob encontram um local seguro no Tártaro, eles conseguem descansar, Annabeth tem um pesadelo terrível, após a garota acordar o trio tem uma refeição decente e por fim a filha de Atena usa Contracorrente como caneta para enviar uma mensagem ao acampamento meio-sangue.

Próximo episódio, capítulos 23 e 24: Annabeth

Episódio Extra com o Bob: Spotify

Início das mensagens de íris: 7:37 min

Fim das mensagens de íris: 44:39 min

Influenciadores citados no vídeo: @Kauermotta e @tephmarques

Financiamento recorrente: ⁠catarse.me/chale3⁠

Chave Pix: chale3contato@gmail.com

Compartilhem os episódios e o Chalé 3 em suas redes sociais, vamos levar a palavra de Percy Jackson para mais semideuses!

E nos enviem mensagens de Íris, vocês podem falar com a gente pelas nossas redes sociais e e-mail:

Instagram e Twitter: @chale3podcast

e-mail: chale3contato@gmail.com

Conselheiros: Chewie, Visas e Brenim.

Roteiro por: Breno Ribeiro

Edição por: Thereza Schwamback

Assuntos6
  • Videogames - HadesAnnabeth, Percy e Bob no Tártaro · Pesadelo de Annabeth · Refeição e oferendas a Hermes · Annabeth envia mensagem com Contracorrente
  • Nanismo e inclusãoExperiência escolar com colega com nanismo · Dificuldades de mobilidade e adaptações · Influenciadores com nanismo (Cauê Mota) · Leis de contratação de PCD e visibilidade · Adaptações em faculdades (mesas para obesos/cadeirantes) · Rampas de acesso e autonomia de cadeirantes · Representatividade em bonecas e brinquedos · Representatividade em Percy Jackson (personagem cadeirante) · Representatividade em X-Men e inclusão de minorias · Análise de representação de nanismo em obras (Senhor dos Anéis, Game of Thrones) · Associação de criaturas do Riordan com nanismo
  • Cartas de Ouvintes e OpiniõesComentário sobre o áudio dos primeiros episódios · Discussão sobre a geografia do Brasil · Comparação de Game of Thrones com Percy Jackson · Elogios à vibe do podcast comparada à Turma da Mônica · Discussão sobre a adequação de livros para a idade · Comentário sobre a série TV Cultura e Zubumafu · Experiências com nanismo e acessibilidade · Representatividade em mídias (X-Men, A Lenda de Aang) · Discussão sobre o benefício BPC · Experiências no estágio de Direito
  • Beneficios PrevidenciariosAnálise de pedidos jurídicos de BPC · Critérios de elegibilidade (deficiência, econômico, social) · Casos de pessoas com nanismo e dificuldades · Negativa do INSS e demora no processo · Honorários advocatícios em processos de BPC · Requisitos de renda per capita para o benefício
  • Produção de PodcastsFinanciamento coletivo via Catarse · Chave Pix para doações · Recompensas para apoiadores · Especial Chalé de Afrodite · Agradecimento aos apoiadores
  • Experiências no Estágio de DireitoVestimenta e aparência de advogados · Pressão por vestimenta feminina em ambiente jurídico · Ambiente jurídico como tradicional e fechado · Inclusão de pessoas não binárias em ambientes acadêmicos
Transcrição216 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Sejam bem-vindos ao Xala3, eu sou o Brenin, um dos três conselheiros daqui, e hoje eu guiaria as nossas conversas ao longo dessa jornada maravilhosa no universo do Riordão. Junto da perfeita maravilhosa da Chewie... Coer! E junto da perfeita, maravilhosa, amorzinho da minha vida, Jesus. E aí? E hoje nós seguimos lendo o livro Os Heróis do Olimpo, A Casa de Hades, capítulos 21 e 22, Anabeta. Na pet, gente, como eu amo essa mulher.

Muito bom. Ai, que afeta do bolso. Tio, e o que sobra pra Ana Beta? O quê? O que sobra pra Ana Beta? Não sei, o quê? Sobra nada pra Betinha. Essa é muito jovem, Tio. Ah, então tá bom. Vou acreditar na sua palavra, porque eu entendi um bolho. Essa é a gíria de jovem, Tio. Quando não sobra nada, a pessoa fracassa miseravelmente.

Ah, agora eu entendi. Não sobrou nada para o Betinha. Esse é o termo. Não sobrou nada para o Betinha. Agora eu entendi. Bom, tio vizinha, nós temos mensagens para o nosso querido público hoje.

Temos mensagens, galerinha. E antes da gente ir para as nossas queridíssimas mensagens ou para o nosso recadinho da paróquia, vamos para um recadinho específico do dia de hoje. Assim que a gente ligou a gravação, ou melhor, cinco minutos antes da gente ligar para começar a gravar, os meus vizinhos resolveram botar uma musiquinha no talo. Eu vou diminuir o máximo que eu conseguir desse ruído de fundo na edição, gente. Mas se vazar alguma coisinha aqui, aí vocês desculpem a gente. Fiz o que pude, aparentemente pude pouco.

Ou talvez pode muito, você vai saber depois que ela estiver editando, então saberemos o resultado final, o quanto podemos. Mas assim, é aquilo, não dá nem pra reclamar, né? Feriado, 3 horas da tarde, pô, deixa a galera também fazer um churrascão, né? Também não vamos reclamar de tudo. Feliz Tira Dentes pra vocês todos aí. Exato, Feliz Tira Dentes.

É isso, também não vamos estar reclamando, né? Vamos deixar o pessoal viver também. Pessoal lá no Rio de Janeiro com dois feriados na semana, então, né? Um na terça, outro na quinta e eu trabalhando um total de zero dias. Ó, que delícia! O nosso é só hoje, só na terça. Ai, eu tô felizona.

Bom, agora partindo para o nosso recadinho da paróquia. A gente vem com o recadinho de toda semana. O nosso queridíssimo ajuda a gente aí. Nós criamos um financiamento coletivo através da plataforma do Catarse. Onde vocês que nos ouvem podem nos ajudar monetariamente a fazer esse podcast continuar crescendo cada vez mais.

Vocês podem enviar um Pix através da chave Pix, chaletrescontato.com ou pela própria plataforma do Catarse, que vai estar com o link aqui na descrição. Lembrando que o Catarse, ele aceita cartão de crédito ou boleto bancário. Lá na nossa página do Catarse, nós temos diversos níveis de recompensa que vocês que nos mandam o famoso dinheirinho.

tem acesso quando vocês fazem essa doação pra gente. Então a gente tem diversos níveis de recompensa. A galera que doar, por exemplo, R$12 vai ter acesso a algumas recompensas, diferente da galera de R$20 que vai ter acesso a outras recompensas. Algumas recompensas que nós temos são sorteio semanal, nomezinho que a gente fala aqui todo dia, toda gravação. Sorteio de...

da caixa de final de livro, gravação com o queridíssimo Xalé 3 Podcast. Nessa temporada a gente já teve a Mozão, próximos virão por aí. Inclusive, além dos nossos queridíssimos padrinhos, já temos convidados confirmados pra essa temporada. Então, aguardem! Vai ser foda essa temporada. Sempre bom ter convidados, adoro!

Inclusive, estamos em maio, não temos data ainda, mas como estamos chegando maio, já vou falar aqui pra vocês, galerinha. Tá chegando o nosso especial Chalé de Afrodite. Todo dia dos namorados a gente lança o especial Chalé de Afrodite. Então...

Até quando pode mandar as suas mensagens? Não sei, mas nós estamos chegando em maio. Algum momento a gente define. E por favor, mandem. Chora um monte pra ter o quadro, mas não manda mensagem. Exatamente, a gente tá falando com muita antecedência. Vocês se viram e arrumam a história pra mandar, pô. Exato. Vocês têm quase dois meses pra arrumar um date pra poder mandar mensagem pra gente. Então, ó, se vira.

E, gente, eu já vou dar um spoiler. Esse ano não seremos só nós três. Olha só. Mas, galerinha, só vai ter chalé de Afrodite, só vai ter especial chalé 10, e só vai ter especial com convidados se vocês mandarem mensagens.

Então, pergunta, se você já mandou muitas, não tem mais nenhuma, pergunta pra um amigo, gente. Faz aquela famosa fofoca pra gente, entendeu? Exato. Que é pra gente fazer um episódio bom aqui. Pergunta pro seu pai quando ele conheceu sua mãe, pergunta pra sua irmã, pro seu irmão. Tem um monte de gente pra você perguntar, pô, todo mundo tem uma história de romance.

Seu professor, alguém tem que ter uma história. Não é possível. Então manda pra gente. Porque se até o fim de maio a gente não tiver histórias, não vai ter Chinele de Afrodite. Então é isso.

Exatamente. Bom, dados os nossos recadinhos, antes de irmos para a queridíssima mensagem de Iris, vamos falar o nome dos nossos belíssimos apoiadores que estão conosco nesse episódio. A começar por Donald Rosmeire, João Galadriel, Isabela Lindbergh, Gabriel Victor, Bielvis, Carlos Gabriel, Baelor, Yasmin Melo, Christian Luiz Pereira, nosso mais novo apoiador. Salva de palmas. Chega das palmas.

Raicinha Alencar, Laninha Carla, Carolcita Muchos Dias, Nat Viúje Moção, João Luiz, Esther Calaça, também conhecida como Estrelinha, nossa mais nova apoiadora. Salva de palmas! Chega de palmas!

Por último, mas não menos importante, Luquinha Esperança. Muito obrigada a todo mundo, seus queridos, lindos, maravilhosos e cheirosos. Muito obrigado, seus lindos. Vocês são maravilhosos. Obrigada por nos deixarem muito felizes. E com o nosso dinheirinho um pouco...

mais feliz também. Vocês são maravilhosos. Um pouco mais feliz, né? Deixar nosso dinheirinho um pouco mais dinheirinho, né, Visa? É, exatamente. Dinheiro, na verdade. É um dinheirinho que vira dinheiro. É muito bom ter um dinheirinho pra gastar no chalepa. Sim.

E, gente, antes da gente ir pro nosso quadro Mensagem de Íris, fica aqui o recadinho pra queridíssima Estrelinha e pro Christian, que são os nossos mais novos apoiadores. Manda uma mensagem pra gente lá no Instagram do Chalé, que é pra gente poder botar vocês nos melhores amigos do Chalé e pra também botar vocês no grupo dos apoiadores que a gente tem lá no WhatsApp. E se vocês quiserem participar, é só mandar. Porque aí tem um contato mais próximo com vocês também. A Visas, por exemplo, deixa salvo o número de vocês.

quando tem esse sorteio, essas coisas assim, fica mais fácil pra gente entrar em contato. Então, manda lá uma mensagem pra gente. Ou então manda por e-mail também, não tem problema. Qualquer um dos dois a gente acha fácil. Exato. Agora, dados dos nossos recadinhos, que era pra ser um, foram cinco. Alguém quer dar mais um recadinho, gente? Aproveita. Eu tô de boa de recado. Eu acho que já estamos bem recadudos.

Então tá bom. Então vamos agora para as nossas mensagens de íris. O quadro Mensagens de Íris é o quadro onde vocês conseguem se comunicar conosco através da deusa íris, que nos cedeu uma fonte de dracmas por xalé 3. Então nós recebemos, inclusive, as vossas mensagens a cobrar. E vocês podem nos mandar mensagem através do Instagram e Twitter, arroba xalé 3 podcast, e-mail xalé 3 contato arroba de bem.com

ou pela caixinha de comentários aqui do Spotify, caso você esteja nos ouvindo pelo Spotify. Aproveitando, se você estiver nos ouvindo pelo Spotify ou pelo Apple Podcast, você pode nos dar 5 estrelas. De notinha ali, tem em cima, avalia esse podcast, 5 estrelas, aí você vai lá, avalia, dá 5 estrelas, a gente fica muito, muito, muito, muito, muito, muito feliz. Isso, dá 5 estrelas, 5 estrelas, 5 estrelas. Exato, gente, 5 estrelas, 5 estrelas, 5. Tem que falar 5 vezes, Breninho, senão não funciona.

Já foi quatro. Cinco. Então pronto. Bom, a gente vai começar no episódio de hoje com uma mensagem lá do episódio 1. Transformei minha professora em pó. Tem algum tempo isso. Tem tempo, tem tempo. O Arthur Klock comenta, voltei a escutar desde o começo. É tão bom ver o quarteto original de volta com todo respeito. Brenin, gosto muito de você também. Também gosto muito de você, Arthur.

Esqueci de avisar, mas tenho 13 anos e comecei a escutar ano passado. E cheguei nos episódios atuais e estou reouvindo. O áudio realmente é uma bosta. É muito ruim, Arthur. É verdade. Nossa senhora. Eu tenho a teoria que algum dia a gente vai ter que regravar a primeira, segunda e terceira temporada. Não, jamais faremos. Porque o áudio delas é muito, muito deplorável.

Não, mas posso falar, eu tenho muita vontade depois que acabar tudo, regravar só a primeira saga. Só a primeira. E aí depois falar, agora eu posso sair de alma lavada. Aham, com qualidade boa de alma. Quando terminar, ainda falta o resto desses líderes da saga. Kane, o Magnus James, Apolo, Apolo, os outros livros do Percy. O Nico e... A gente nunca vai terminar, esse é o ponto. Em algum momento a gente...

Para de escrever. Exato. Quando a gente tiver sem... Ou não é a máquina. Vai me estressar muito, sabe o quê? Se a gente recomeçar e gravar, tipo, a primeira, a segunda, a terceira, e lá na quarta ele lançar mais um livro, cara, eu vou ser uma pessoa puta, eu me recuso. Porque eu vou ficar tipo, cara, faltava só uma. Aí ele lança mais um livro, aí quebra todo o clima.

Mas eu acho que a gente teria uma qualidade constante se a gente regrava. Não, isso com certeza.

Bom, valeu Arthur. Episódio 11. A tia Emel e o Arthur voltam e comentam. Gringo soltou a bomba. Paraná é bem mais perto do Rio Grande do Sul que Santa Catarina. Gente, que saudade do gringo. Que saudade. Aula de geografia. A gente tem... Sempre que entra uma pessoa no chalé, ele tem que ser ruim de geografia. Porque o Brenin também é uma pessoa deplorável em geografia. Sério, Brenin?

Eu sou deplorável em geografia, mas eu sei que o Paraná não está mais perto do Rio Grande do Sul do que Santa Catarina. Pelo menos, né? O Braninha sim, eu sou péssimo em geografia, mas eu sei que eu sou melhor que o gringo. Eu sou péssimo, mas eu sei que eu sei um pouco do básico. Caramba, o gringo mora no Rio Grande do Sul, o único estado do Brasil que faz divisa com o estado dele. Ele ainda fala que é o outro.

Não, mas é que o gringo, ele era meio paraguaio. Ele era meio paraguaio. Ele se confundiu, gente. Deixa quieto. Ai, que incrível. Nossa Senhora.

Eu me pergunto se nesse episódio a gente percebeu e falou isso com ele, ou se ele soltou e a gente nem escutou direito e seguiu o nome. Deu até vontade de ir lá ouvir só pra saber. Porque a gente tá falando aqui, mas e se a gente deixou passar, ele falou, ninguém falou nada e saiu os quatro como burros? Ah, uma grande possibilidade. Sempre. Vamos ter que ir lá nos comentários e colocar a gente, a gente sabe que o Rio Grande do Sul é mais perto de Santa Catarina. A gente só não comentou no episódio.

Temos que reforçar, porque às vezes a gente paga umas de burros sem querer. Não, às vezes a gente é burro mesmo, Branim, não vai me atrever, não. Não, não, é só pagar, não. Não, não, sem querer a gente paga de burro. Tipo, a gente, nossa, por que o Jason voltou à vida? Isso não foi sem querer, Branim, isso foi a gente sendo burro mesmo. Mas ninguém é burro. Na parte mais fiel da palavra. Assim, mas tem uma questão, a gente não tem problema em falar que é burro.

É verdade. Tem muita gente hoje em dia que é burro e ela ainda acha que ela tá certa.

é que a burrice pra mim não é intencional, todo mundo pode ser burro sem querer você insistir é intencional a gente foi burro, entendeu? Falou, foi mal galera fomos burros é mesmo, né? O Diorgo Jones a gente é muito bom ai, eu adoro o Percy Jackson em sueco, Diorgo Jones o melhor ativo foi não, realmente, que nome esquisito com o Percy em sueco não!

o melhor é que um fala e o outro segue ainda é porque a gente é muito unido não foi nem nesse episódio, mas em outro que eu parei e falei assim, gente o nome da menina que faz a Clarice é Dior Bujon não é o nome do Percy Jackson e aí ficou dois três, não que isso, e a gente foi jogar e a gente viu que a gente só era muito burro mesmo

Eu acho maravilhoso que a gente confia muito no outro Por isso que a gente confirma essas idiotices A gente não duvida da palavra alheia Ninguém solta a mão de ninguém, Brenin A gente vai até o final, pô Estamos errados? Sim, mas não soltamos A mão de ninguém Estamos errados? Juntos

Bom, episódio 207, capítulo 9 e 10, acordando quase morto. O Bruno Filippini, Alexandre, comenta. Esse rolê das diferentes culturas com o Dia dos Mortos me lembra a Casa do Preto e do Branco. Percebemos que todos oravam pelo mesmo Deus, a morte. E sim, cara, dando um contexto para quem nunca leu Game of Thrones, existem várias religiões em Game of Thrones. E a personagem da Arya tem uma hora que ela sai do país, entre aspas,

que se passa a Game of... O Jogo dos Tronos, digamos assim, né? Vai pra um outro país e lá ela entra na Casa do Preto e do Branco, onde existem vários, entre aspas, deuses e todos são a morte. É como se elas cultuassem a morte em todos os universos, assim. Então é isso, tipo, é como se pegasse vários países, várias religiões, botasse num templo e todas são a morte de certa forma, então é bem legal, bem interessante.

Gostei muito dessa comparação aqui. Sim, muito boa.

Episódio 211, capítulo 17, 18, Passeio em Veneza. Yasmin Mello disse que nós podemos postar o videozinho. Muito bom. Olha, muito bom, vamos postar. Só que a gente descobriu que o vídeo só veio realmente os quatro primeiros chalés, sendo que existe mais coisa. Então a gente vai ver com a Yas se ela consegue mandar o vídeo completo antes de postar pra vocês, gente. Porque a gente gostaria de postar pra vocês até no nosso feed, porque ficou tão bem feito, ficou tão legalzinho.

Bom, trabalho maravilhoso da IAS que a gente queria deixar no nosso feed pra vocês depois irem lá dar uma olhada. Então, aguardem aí, a gente vai ver com ela e depois a gente vai postar, tá bem? Isso aí. Mas quando for postar, a gente avisa aqui também. Bom, a Estrelinha comenta aqui Oi, pessoal, me chamo Esther. Mas podem me chamar de Estrelinha se quiserem. Eu já tô chamando.

Sou ouvinte nova e estou amando acompanhar vocês. Vocês passam a vibe de Turma da Mônica muito gostosinha de ver. E querer guardar em um potinho de tão maravilhosas que são. Cara, a gente foi chamar de Turma da Mônica e eu zerei a minha vida. Que maravilhoso. Nesse momento, porque eu amo Turma da Mônica. Então, é isso. Eu zerei. Estamos bem, pô. Estamos grandões. Estamos maravilhosos.

Gente, a Visas é apaixonada na Turma da Mônica. Eu gosto muito da Turma da Mônica. E o Brenin também gosta muito da Turma da Mônica. Então, assim, pra gente tá... É só elogios, pô. Aham. Nunca foi triste. Inclusive, se um dia eu ganhar o sorteio do chalé, vulgo, se a Visas um dia deixar eu participar e eu ganhar, aí eu...

Aí eu vou escolher Bem as edições da Toma da Mônica Lembra, Vizas, que eu te mostrei? Sim Aquela de capa dura que vem todos os gibis Tipo, todos os anos Nossa, como eu quero aquela coleção, meu Deus O bom que ela fala vai ficar muito engraçado A gente, não, o que aconteceu? A Chewie, pô Muito galera vai falar, com certeza ela ganhou justamente Não tem nenhuma marmelada aí no meio Gente, eu vou fazer o que se a Vizas me ama E ela vai deixar eu ganhar?

então né voltando pra mensagem aqui da Estrelinha estou escutando vocês há alguns meses, mas esperei chegar no último episódio lançado para me pronunciar, olha só

Gostaria de falar mais coisas, mas por aqui é meio limitado. Então vou enviar um e-mail grandão em algum momento. No mais, beijos e abrações. Até! Mande seu e-mail, vai ser maravilhoso receber. Então manda aí pra gente. E seja muito bem-vinda. Apesar de que você já tá aqui há alguns meses, mas como estamos nos comunicando a primeira vez agora... Seja muito bem-vindo, estrelinha!

Obrigada, Estrelinha, e obrigado também pelo seu apoio. É bom saber que você realmente gostou da gente, comparou a gente com a Tomada Mônica, tá aí ajudando a gente todo mês, e a gente fica feliz que conseguiu te ajudar esses meses a passar o tempo, a se divertir um pouquinho. É bem bacana. Obrigada. Muito obrigado.

Próxima mensagem nesse mesmo episódio vem de Bruno Felipini Alexandre. Bruno comenta, sou professor do ensino básico e uns anos atrás pausaram minha aula para que alunos de 13 barra 12 anos fossem até a sala de leitura para escolher algum livro para levar para casa e ler. Eis que um deles volta com o festim dos corpos. Ó, grande leitura para uma criança de 12 anos. Eu peguei o livro e falei para ele voltar e escolher outro. Depois expliquei.

Para a responsável pela sala de leitura, beijos Nath, beijo Nath, beijo Nath, que não era adequado para aquela idade. Na real, pelo que conhecia do aluno, eu duvidava que ele chegasse até uma parte inapropriada.

Mas, e ainda, eu ainda pego uma preocupação maior, ele ia começar Game of Thrones logo pelo fechinho dos corvos. Então, né? Do nada, quarto livro. Bom, uma preocupação maior, ele lendo um livro que claramente pra idade de 18 mais não é a preocupação maior. Eu acho que assim, um 16 mais é de boa, tipo, um adolescente 16 mais lê é tranquilo. Sim, sim. Mas 12, 13 anos, do nada começa no quarto livro. É.

Obrigada pela mensagem, Bruno. Valeu, Bruno. E está certíssimo de tirar o livro da monocrisa. Mesmo sabendo que ela não iria ler. Carol, cita muito dias e comenta. Só quero dizer que amo o Frank. E esses são os capítulos que me lembram de odiar o Léo. Então, né? TVS, não me engano. TV Educação. Que mudou para TV Cultura. Eu vi Zubumafu lá.

Nem sei se esse canal ainda existe. Existe? Sim. Quem não existe é o Zubumafu, que morreu em 2021, eu acho, 22. Não, meu amigo nosso foi lá no... Não, ele foi ver os irmãos, o macaco. O macaco acho que já picou o parcel, mas ele foi ver os irmãos que eram do programa do Zubumafu, lá no Chaz, lá nos Estados Unidos.

O Carlos Gabriel. O Carlos Gabriel, inclusive. Carlos Gabriel. Ele viu os irmões responsáveis pelo Zubumafu, ele viu um relâmpago Marquinhos e uns negócios de One Piece ainda que ele comprou. Vocês sabiam que o Zubumafu era gravado em dois países diferentes? Sim. Maneiro, né? Pra não tirar o macaco lá de onde ele tava. Aí eles fizeram dois estúdios. Estúdios iguais.

O Zubumafu é o único macaco que eu gosto, porque ele é um lembre, não um macaco. E aí eu tenho menos medo de lembre do que de macaco. Faz todo sentido. Certo. Eu não gosto de macacos. Maqueico!

Só gosto do Carlos. Carlos Chuelves eu gosto. Mas se ele também ficar vindo muito aqui pra casa, eu já não gosto mais. O Carlos Chuelves eu gosto. É muito potente essa frase. Gostou? Eu odeio o nome dele. O Carlos Chuelves. Você não lembra de Chuelves, não? Não, lembro do Chuelves. Ah, tá. Mas o melhor é o Carlos Chuelves, amor. Ele tem nome e sobrenome, amor. Mas tem que ter nome. Óbvio, é meu macaco. Você acha que eu ia deixar ele só com o nome de Carlos?

Pô, e fala sério, Carlos é um nome muito bom pra macaco, né? Acho que é. Eu acho que sim. Eu arrasei.

Não sei porquê, mas quando eu penso em macaco, eu lembro do George, rei da floresta. Eu penso, porra, George é um puta nome maneiro pro macaco. Mas é que tá. George, Carlos, tipo, é diferente de Zubumafu. Zubumafu é estrague, tá ligado? Tem que ser nome de reis lá nas na terra? Pô, poderia, hein? Henrique. Felipe, Henrique. Pô, ficava bom. Gente, se eu tiver outro macaco, eu vou escolher outro rei inglês pra dar nome.

Faz todo sentido, pô. Tinha uma macaca chamada Elizabeth. Porra, ficava do caralho. Porra, pior que agora. Tu vem, hein? Nossa, se eu tiver outro macaco, eu vou dar nome de rei e rainha em inglês.

Pô, muito bom, a gente chegou no papo de nome de macaco. O Zubu, o Mafu, que nem é o macaco, mas tudo bem? O Zubu, o Fuku é um lemurinado, é só um marsupial. Vamos finalizar as mensagens de Iris cantando a música do Eu Me Remexo Muito. Terminada aqui a mensagem da Carolzita.

Eu só fiquei... Ah, desculpe. Achei que você tinha terminado a mensagem dela. Não terminou de ler, não. Então, por isso que eu falei terminando de ler a mensagem da Carolzita. Eu só fiquei um dia em Veneza, mas não lembro de ter muito cachorro, não. Mas, ao mesmo tempo, era tanto turista que era fácil não perceber. E olha que eu fui na primavera, não no verão, que é o auge mesmo. Eu tô querendo ir no inverno, que é pra...

Eu tava pensando nisso, mas eu quero ir no inverno. Eu queria muito ir no verão, sabe? Pegar um puta verão europeu pra ficar, tipo, comendo pizza e tomando sorvete. Só que eu sei que... Eu sei ir. Eu não tenho nem dinheiro pra isso, gente. Mas quando eu pensar, eu já tô me estressando.

Aí eu tô aqui pensando, acho que eu vou no inverno, que eu já tô ficando estressada só de imaginar. Ou então, tipo, no outono, ali no meio do outono, que não tá aquele frio do caralho ainda, mas já tá meio encaminhando. Tem que ser um dos dois, não dá pra ser nem no verão nem na primavera, tem que ser quando tem menos gente. Pra isso eu vou ter que morar lá. É que a gente não gosta muito de pessoas, aparentemente. É que não, a gente é meio do céu, né?

Ah, não, não, não, Detection. Detection gosta de aglomerado de gente, é isso. É, somos anti-aglomeração.

Bom, terminadas as nossas mensagens do Spotify, não vamos nos despedir de Carolzita ainda, porque Carolzita mandou um e-mail pra gente, e o assunto do e-mail é episódio 208, anões. Carolzita começa dizendo, sinceramente eu não consigo mais ver o lado, entre aspas, cômico dos anões, isso por uma junção de coisas. Começando que, na sétima série, eu estudei por um tempo com um colega anão, acho que ele só ficou metade do ano na escola.

Como eu não era amiga dele, não me lembro do porquê ele saiu, mas algumas coisas sobre ele me chamavam a atenção. Uma dessas coisas era ele ter 17 anos e estar na sétima série.

Repetente, ok, é relativamente normal. Só que na época os professores não falaram sobre isso e nem ele falava abertamente com qualquer um sobre o assunto. Mas eu fiquei sabendo que teve pelo menos um ano em que ele reprovou na escola porque precisou de uma cirurgia por causa do problema de nanismo. E ficou mais de um mês fora da escola por causa disso. E quando voltou, não conseguiu acompanhar.

E por isso teria reprovado. Era uma época em que não se usava ainda o WhatsApp. Se não me engano, então não dava exatamente para ficar mandando foto do caderno e coisa assim para ajudar. Eu lembro também que ele tinha muita dificuldade com algumas coisas simples, como sentar na cadeira. Ele mesmo fazia piada dessas coisas, o que acabou levando outras pessoas a fazerem também. Mas no início ninguém falava nada, porque antes dele começar na escola, a coordenadora entrou na sala e explicou toda a situação.

que ele teria dificuldade e não era pro pessoal fazer piada, que era pra ajudar na medida do possível. Que coordenadora foda, tá? Então, hein? Fez a boa. Coordenadora foda.

Sinceramente, eu sempre ficava com um sentimento ruim de ouvir as piadas, mesmo quando era ele que fazia, porque a dificuldade de mobilidade dele era muito visível. E sei lá, eu sei que sou meio chata com essas coisas, mas nunca me pareceu engraçada. Na época, minha escola não tinha rampas de acesso. Se você entrasse pela entrada principal, beleza, não tinha escada, porque a entrada era no nível do solo.

Mas como ela ficava em uma lomba, para acessar o pátio dos fundos onde os alunos ficavam no recreio, tinha que descer uma escada considerável, ou então ir até a porta da frente do colégio e dar toda a volta na construção, descendo pela rampa do estacionamento. Era mó mão, e se um professor ou alguém estivesse chegando ou saindo de carro, podia até ser perigoso. Só que era a melhor opção para ele, porque a dificuldade que ele tinha com escadas era realmente muito grande. Na verdade, mesmo na sala de aula...

Depois de subir na cadeira, que era bem demorado, ele ainda precisava sentar em cima da mochila pra mesa não ficar alta demais. Confesso que na época o jeito dele de levar tudo na brincadeira fazendo piada me afastou e eu não procurei interagir. Além de ser meio tímida com estranhos e ambientes muito cheios, eu era uma criança séria demais e infelizmente levei isso até quase o final da minha adolescência. Mas hoje eu penso que isso provavelmente era um mecanismo de defesa não muito diferente do Léo que zoou os outros pra não ser zoado.

Mas eu sempre reparei nessas dificuldades dele E isso sempre mexia comigo Porque são coisas tão simples pro resto de nós Que ninguém nem repara Mas pra ele era difícil

Eu tenho um rapaz que eu sigo, ele é ratinho de academia. É o Cauê, eu vou procurar o... Até o final desse e-mail eu vou procurar o arroba dele no Instagram. Ele mostra o dia a dia dele treinando. Ele é anão e ele era muito gordo, ele tava muito obeso. E aí ele entrou pro mundo da academia, se apaixonou e hoje ele compete na categoria PCD.

Eu acho que eu já vi ele. De vez em quando ele faz vídeo com uma menina também. Aham. Ah, já vi. É que eu sigo ela. Segue ela? Então, é ele. Barbinha. Ele tem a barba, cabelo pretinho. Então.

Ele faz uns vídeos muito legais. Mostrando, por exemplo, a alimentação dele. Mostrando, tipo, às vezes ele vai na feira. E ele fala que ele não consegue nem enxergar em cima da bancada de frutas. Ele mesmo faz piada. Fala, ó, não é pra pegar a futa porra só porque eu não tô vendo não, hein? E aí ele fica zoando e tal. E aí ele mostra, tipo, ó, como que eu faço tal exercício? Como é que eu adapto e tal? E aí ele mostra, ele adaptando. Eu acho isso muito legal, sabe?

Porque hoje em dia nós temos várias leis para, por exemplo, para empresas contratarem pessoas PCD. E, cara, quantas vezes eu estou vendo no mercado uma pessoa com síndrome de Down, uma pessoa com nanismo, uma pessoa com paralisia cerebral. Tipo, eram coisas que eu não via quando eu era criança, por exemplo.

E aí ver essas pessoas sendo vistas, realmente tendo essa visibilidade, faz você pensar muitas coisas. Na minha faculdade, por exemplo, a gente tem uma mesa para pessoas obesas. Ela é uma mesa enorme, com uma cadeira acolchoada, também bem grande. Não tem aquela coisa lateral?

Que fica te pensando. Não tem isso. É uma mesma cadeira que também é para cadeirante. Porque quando tiver uma pessoa cadeirante em sala, é só tirar aquela cadeira colchoada, deixa no cantinho da sala e a pessoa usa aquela mesa. Sim. Então ela fica num espaço específico de sala de aula. Lógico, não tem o menor problema. Se não tiver nenhuma dessas duas pessoas em sala, você pode usar. Eu já sentei lá várias vezes e tal.

às vezes quando eu levo meu computador eu gosto de sentar lá até porque fica perto da tomada mas eu acho muito interessante porque em outras faculdades que eu fiz não tinha nada disso o meu prédio, por exemplo eles estão tentando, o diretor da minha

do meu campo estar tentando um edital do governo pra conseguir fazer uma manutenção de milhões lá na faculdade. Por quê? Porque a rampa foi construída nos anos 90. Aquela inclinação já não presta. Então, por exemplo, o Gabriel, que é um amigo meu cadeirante, mesmo a cadeira dele sendo de motorzinho, ele precisa que alguém o empurre na cadeira, porque não aguenta subir aquela rampa, entendeu?

Aí ele acaba perdendo essa autonomia dele por causa disso. Ele precisa que alguém empurre ele. Mas tem bastante coisa lá na minha faculdade em questão de acessibilidade que eu acho muito interessante e que eu não vejo em outros lugares. E eu já pensei nisso, por exemplo. A minha faculdade é ensino médio técnico também.

Só que não tem cadeiras menores. Por exemplo, uma pessoa com nanismo já teria um pouco mais de dificuldade. Porque eu imagino que teria que fazer a mesma coisa que esse rapazinho fazia. Ele teria uma certa dificuldade pra subir na cadeira. E talvez precisasse botar alguma coisa pra ele conseguir usar a mesinha, sabe? Sim. E, enfim.

Mas é muito interessante a gente falar sobre isso, porque traz a vista, digamos assim. E as coisas precisam ir à vista. Porque elas precisam entender a dificuldade que as pessoas têm e como a gente pode ser mais inclusivo, né? Então...

Tanto é até a questão, vou até fazer uma alusão, por exemplo, com bonecas pretas. Antigamente a gente não via bonecas pretas. As crianças que são pretas, são negras, mas elas não se viam naqueles brinquedos. Hoje em dia a gente até tem muito mais, por quê?

pras crianças se sentirem mais acolhidas, mais inclusivas. Então, tipo, é o mesmo sentido de você ter locais que são adaptados pras pessoas se sentirem bem naqueles lugares. Então, esse é o mesmo sentido. Você precisa se ver nas coisas também. Sim, e tem que, tipo, facilitar a vida. Tipo, pô, já tem uma mobilidade reduzida. E, tipo, pô, o lugar não tem um acesso, não tem nada pra ajudar. Tipo, é foda. Porque a vida da pessoa não tá mais fácil ali, tipo, nesse negócio.

Tipo, é só pra ficar normal, né? Tipo, aquele... Ah, vai ficar... Não, pra normalizar, pra pessoa ter uma chance normal das coisas. E é por isso que eu gosto do... Do universo do Riordão, a gente tem uma pessoa cadeirante, inclusive na série.

Sim. A gente tem muita representatividade, muita coisa e, por exemplo, eu acho que é o tipo de representatividade que eu gosto. Por exemplo, você não precisa sentar e abordar o assunto e fazer disso escarcel. Só deu ver. Uma pessoa cadeirante passando no fundo já é importante. Eu já acho incrível, já acho importante. Lógico, eu gostaria que essa pessoa tivesse fala.

Que essa pessoa, de repente, a gente visse uma dificuldade dela no acampamento e a galera indo ajudar e, sei lá, mudando algumas coisas. Tipo, é interessante. Um desenho que aborda também é em A Lenda de... A Lenda de Aang, né? Tem um cadeirante. Achei que você ia falar tudo com a da Mônica.

Não. A Turma da Mônica também tem. A Turma da Mônica tem muito. Mas assim, um desenho que atingiu boa parte do mundo, quase todo mundo assistiu, além da Jane, a gente tem um garoto cadeirante que ele tem aquela cadeira que voa, que vai dar uns cientistas. Então, tipo, você traz mais...

visibilidade, né? Mais visibilidade pra tudo isso. Então é bem legal, tipo, você ter mais amplitude, mostrar mais pessoas, mais pessoas, o quanto elas são diferentes umas das outras. Sim, e tipo, que nem, quando eu lembro direto de representatividade nessa linha, o único que eu penso, assim, tipo, fora do Aang é o professor Xavier, do X-Men.

Também é. É um dos poucos que eu penso assim. E eu gosto muito de X-Men, porque X-Men ele é totalmente, ele é ser inclusivo, né? Porque as pessoas são diferentes e é pra isso que ele existe, tipo, isso é muito legal. Inclusive eu briguei esse tempo atrás num grupo de comunidade de super-heróis.

Porque eu estava indignado que a pessoa se dizia fã dos X-Men e era contra minorias. Porra, isso pra mim me pegou muito. Porque, irmão, tu leu só o desenho, né? Tu não sabe o que tá escrito. É só figura. Não, nem o desenho, né, amor? Não, mas eu não falei o desenho. Porra, como que tu é contra minoria, irmão? Se o X-Men foco é todos eles são minoria. Porra, não faz sentido. Porra, eu peguei pra caralho naquele dia da comunidade.

Mas finalizando esse assunto, antes da gente voltar pro e-mail da Carol, o rapaz que eu tava falando, eu achei aqui o arroba dele é K-U-E, com K, K-A-U-E, R, Mota, com dois T's. Eu vou depois passar pra Visas, pra gente deixar na descrição do episódio. Visas, depois você também acha o arroba da menina e deixa na descrição do episódio.

que são duas pessoas interessantíssimas de seguir, falam de uma forma... Pô, o Cauê, ele vive zoando, fazendo piada, e a gente ri, a gente brinca, e, tipo, vê as adaptações, e, enfim, é muito interessante. Essa menina que eu não sei o nome...

Ela também faz muitos vídeos legais Falando sobre a deficiência dela E como ela Vive no dia a dia, sabe? Como é que ela se adapta ao dia a dia De uma pessoa sem nenhuma Dificuldade e aí ela vai Se adaptando pra, enfim, conseguir viver E eu acho muito interessante Então a gente vai deixar aqui na descrição Quem tiver o interesse, é muito bacana De seguir esses dois, tá?

Bom, seguindo aqui no e-mail de Carol, o Carol comenta, mais recentemente, por conta do meu estágio, eu tenho acesso a alguns processos de pedido de benefício por deficiência.

BPC. PS, para esse benefício não se analisa só a questão da deficiência, mas também econômico e social, porque ele só é válido para pessoas em estado de vulnerabilidade. Então é meio complexo, e eu obviamente não posso dar todos os detalhes da situação de vida da pessoa. Tem alguns casos realmente tristes, que aparecem às vezes que eu tenho que analisar. E uma vez apareceu o caso de uma pessoa com nanismo, e esse caso me pegou, porque era uma pessoa bem jovem, que já tinha passado por umas 4 cirurgias de correção de coluna, perna, braço.

por causa da condição de nanismo e ainda pelo menos mais uma cirurgia que precisava fazer. Essa pessoa frequentava EJA porque as cirurgias e recuperação fizeram ela perder alguns anos escolares. Tomava medicação frequente para dor e medicação controlada ainda por cima. Não vou falar mais que isso, mas foi um dos casos que mexeram comigo porque olha o tanto de dificuldade que essas pessoas têm na vida, sabe?

Elas já têm todas essas dificuldades que não são físicas. Aí ainda entra a barreira social. Deles historicamente serem vistos como piada, bobo da corte. E mesmo hoje, com o maior conhecimento, essas coisas ainda acontecem.

quase não há representação para essas pessoas, e às vezes ela ainda é negativa. Depois de ler os livros do Martin, a série de Game of Thrones começou a me incomodar pela falta de clareza quanto às dores e dificuldade do Tyrion, porque no livro é tudo muito claro, é uma fala que eles podem colocar, ou uma cena dele massageando as pernas, fazendo careta, sabe?

Senhor Os Anéis, apesar de ser uma representação positiva, é claro, ela também é muito irreal. Eu acabei descobrindo que o nanismo geralmente vem acompanhado de problemas ósseos, daí a necessidade desse tanto de procedimentos de correção. Então dificilmente uma pessoa com nanismo faria metade do que aqueles anões fazem, mas no fim das contas, tanto eles quanto o Tyrion da série são os únicos exemplos que eu consigo pensar de representação positiva para essas pessoas.

Senhor dos Anéis também não serve muito pra contar como anões da vida real, porque são seres mágicos de um mundo mágico, né? Não necessariamente pessoas com nanismo. Tanto que a gente tem os hobbits, que são menores ainda que os anãos. Então, tipo, acho que acaba não servindo como base pra isso. O Tyrion, sim. Porque o Tyrion, ele é uma pessoa com nanismo mesmo. Então, ele nasceu com essa condição.

num mundo onde isso não, tipo, é algo que tecnicamente não deveria ocorrer. Mas... Não sei se quis dizer. É que o Senhor dos Anéis é mitológico, né? É uma linha mitológica, não é uma linha que não tiram-se na representação de nanismo. Lá eles são um povo e a raça deles é menor de estatura, mas não é, tipo, uma deformidade ou, tipo, alguma deficiência. É só que a estatura deles é menor por conta da raça.

E a série também, ela não se aprofunda tanto, assim, na série de Game of Thrones. Então, tipo, eu não sei se eles iam mostrar isso com tanto afinco igual acontece nos livros, principalmente porque nos livros a gente tá na cabeça do Tyrion muitas vezes, né? Sim. Então, aí é mais fácil de ter essa visão do quão difícil é pra ele.

Tanto eles quanto o Tyrion da série são os únicos exemplos que consigo pensar de representação positiva para essas pessoas. Com o Tyrion dos livros tu tem uma noção melhor das dificuldades, mas os anões do Senhor dos Anéis ignoram completamente os efeitos reais do nanismo. O que meio que tudo bem porque é um mundo fantasioso e eles não são pessoas com nanismo. Mas anões, uma raça diferente e tal. Só que me pega o fato de as pessoas com nanismo quase não terem representação.

Quanto a essas criaturas meio anães e meio macacos do Riordan, eu fiquei realmente horrorizada no primeiro momento. Elas não são anães, claro, mas infelizmente a associação tem aí. Pelo menos o Riordan usa mais a expressão macacos para se referir a eles. Então dá uma afastada da visão do anão. Até porque esses bichos estão mais para os macacos do mágico de Oz mesmo.

Ah, é um ponto importante também sobre o meu trabalho com o BPC. É que eu só lido com os pedidos jurídicos. Isso significa que antes de chegar em mim, teve um pedido administrativo direto com o INSS negado. E geralmente é assustador ver quando a pessoa tem todo o direito a esse benefício. Em alguns casos, essas pessoas estão realmente só sobrevivendo e mais nada.

Aí, por uma negativa, muitas vezes ridícula do INSS, a pessoa demora dois anos para conseguir esse benefício, que vai garantir um salário mínimo e nada mais, que muitas vezes é só o suficiente para ela viver e pagar os medicamentos. Enfim, é realmente triste.

E isso que eu só tenho contato com os documentos, mas geralmente as fotos e relatos dos assistentes sociais que fazem o laudo, dá para ver bem a situação da pessoa. Felizmente, não é só isso que eu faço no meu estágio, porque isso é realmente deprimente algumas vezes, pelo menos para mim. Realmente. É pesado. Sim. Sim. Sobre o BPC, vale dizer que ele é um benefício voltado para idosas e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade econômica e social.

que não tenham contribuído com o INSS ou que não tenham atingido o mínimo de contribuição. O critério econômico é que a renda do núcleo familiar de todas as pessoas que residem na mesma casa per capita é...

seja inferior a um terço do salário mínimo vigente. Na teoria, esse critério é absoluto. Se a renda se encaixa nisso, não tem nem o que avaliar da situação da pessoa. Já entra, mas dependendo do caso, se comprovar grandes gastos com tratamento, medicação ou se tiver renda comprometida por empréstimos consignados, por exemplo, dá para estender o critério para renda per capita de até meio salário mínimo. Mas aí já entra no caso a caso, tem que avaliar a situação específica da pessoa.

Eu não acompanho mais até o final, só faço essa avaliação se entra ou não nos requisitos. Meu supervisor, muito provavelmente, só assina o negócio depois, porque desde os primeiros que eu fiz, ele nunca mais me disse nada como ficou e tal. Mas eu perco acesso assim que termino a minha parte, então nunca sei como os processos acabam. Só posso torcer por alguns deles.

Em teoria, o primeiro pagamento do benefício deve ser retroativo desde o pedido administrativo no INSS. Então, considerando que costuma levar, em média, uns dois anos e pouco todo esse processo, e isso com prioridade de justiça pela condição de idoso barra deficiente, e por se tratar de verba alimentar, é para a pessoa receber de uma vez só esses dois anos de benefício, como normalmente os advogados que fazem esses pedidos só ganham no final.

Geralmente no contrato eles dizem que se o benefício for aprovado, eles ficam com X número de parcelas do benefício como honorários pelo serviço. A vantagem é que a pessoa não paga nada antes e levando em conta as condições de vida dessas pessoas, elas geralmente nem tem como pagar um centavo que seja, mas aí elas acabam ganhando um pouco menos lá no final. PS.

Só escritórios e advogados especializados nesse tipo de processo vão aceitar isso, de receber só no final, porque eles têm processo desse tipo o tempo todo em diferentes fases, então eles sempre têm alguma coisa de dinheiro entrando. Tu não vai pegar qualquer advogado para trabalhar por quase um ano, porque em média o tempo é um ano de processo administrativo com o INSS, mais um ano de processo judicial, sem receber um centavo.

Por incrível que pareça, nem todo advogado é rico e tem que pôr comida na mesa. Por isso, o advogado cobra antes de começar o processo.

Fora que tem gasto de terno, gravata, que é incrivelmente caro, e o advogado pode tomar uma bela multa e o processo da OAB se comparecer em audiência com vestimentos fora da norma. Essa parte eu sinceramente detesto, mas o advogado acaba trabalhando com tanto processo quanto com a própria aparência. Não à toa, quando eu comecei na faculdade de Direito, algumas pessoas me olhavam torto, porque na época eu tinha cabelo verde e minhas roupas eram basicamente camiseta, muitas de cultura pop e jeans. Agora, já com o estágio na área mais perto do final,

Eu cuido um pouco mais do que eu vou vestir. Apesar de que alguns dias estou sem saco. E simplesmente taco o foda-se. Não tenho mais cabelo colorido. Em parte por isso. E em parte porque não tenho saco de ficar pintando. Mas às vezes as pessoas ainda ficam meio surpresas com meu cabelo curto. Meu supervisor do estágio deu uma congelada quando me viu pela primeira vez. Sem ser videochamada. Depois tentou disfarçar. A galera é foda, né?

Ir para a aula presencial já me desencadeou algumas crises de não pertencimento, digamos assim, porque o ambiente muitas vezes parece ter uma pressão de que, se você é uma entreachas mulher, tem que se vestir de forma extremamente feminina. Eu confesso que nos últimos tempos não sei se sou eu mais segura comigo mesma ou se o ambiente em si mudou, mas sinto que tenho um pouco mais de liberdade nesse sentido.

Não é um ambiente muito acolhedor para qualquer um que não tenha um gênero binário. Isso algumas vezes me fez repensar se realmente deveria estar nessa faculdade. Mas, no fim, o conteúdo é o que eu gosto e eu ainda tenho facilidade para essas coisas. E além disso, acho que poucos ambientes são realmente amigáveis para pessoas não binárias e alguns simplesmente neutros. Enfim.

De algum jeito, eu meti um desabafo aqui no final sem querer. Sem problemas, Carolcita. Relaxa, Carolcita. Estamos aqui pra te ouvir, pra te contar pra gente sempre que você se sentir à vontade com isso. E eu, sinceramente, acho que você se sente mais segura do que o ambiente ter se tornado mais inclusivo. Acho isso também. Acho que a idade ajuda. A gente vai envelhecendo, vai ficando mais segura.

Exato. Porque esse ambiente, pelo contato que eu já tive com advogados, ainda é um ambiente meio fechado, digamos assim, ainda é um ambiente muito aberto. Porque eles têm muita formalidade, muita regra. É um lugar, tipo, mais voltado pra essa formalidade. Então, tipo, normalmente com essa formalidade, caminham gente mais tradicional em relação a certos aspectos culturais. Então, tipo, acaba sendo um ambiente mais fechado por N fatores, né?

Sim. Mas é que bom que você gosta de fazer isso. Exato. Então siga em frente, vai lá e faz o que você ama e é isso que importa. Exato. Ninguém pode julgar aparência, mas não pode julgar competência. Só se é muito bom no que você faz, que a galera não tem o que fazer.

Depois dessa frase do Brenin, vou só finalizar que as mensagens não tem nada a dizer, nada a acrescentar. Exatamente. Bom, galerinha, muito obrigada a todos que conversaram com a gente no dia de hoje. Se você quiser mandar a sua mensagem, você pode enviar através do Instagram e Twitter, arroba-xeletra-es-podcast, e-mail, xeletra-es-contato, arroba-es-mail.com, caixinha de perguntas no Spotify, caso você nos ouça através do Spotify.

terminadas as nossas mensagens de íris, vamos agora para ela a queridíssima o que, o que, o que sinopsis

Annabeth, Percy e Bob encontram um local seguro no Tártaro. Eles conseguem descansar e Annabeth tem um pesadelo terrível. Após a garota acordar, o trio tem uma refeição decente e por fim a filha de Athena usa a contracorrente como uma caneta para enviar uma mensagem ao acampamento meio-sangue.

Betty estava ali estranhando todos os acontecimentos que estavam tipo, ela já tá no Tartar, né? Então já não é um lugar assim com acontecimentos muito normais mas desde que a Lio e o Percy caíram no Tartar, tá tudo muito esquisito e a cereja do bolo, então foi o Bob ali chegando ao resgate mas ela só aceitou, né? Tipo já que aqui que é um peido pra quem tá cagado né? Então ela continuou seguindo o Bob pelo Tartar e enquanto eles caminhavam, ela perguntou ao Bob do motivo dele ter ido lá resgatar eles Obrigado

E ele respondeu que foi porque o Percy estava precisando dele. E após isso, ele indicou para o casal que eles estavam chegando próximo de um abrigo. E ainda em direção a esse lugar, a Annabeth pensou como o Percy reconheceu lá o Titã, né? E como ele ficou desmemoriado com a água do rio Letty. Daquele episódio lá que a gente gravou daquele conto, que eu vou colocar aqui para vocês também. Para quem ainda não ouviu, vai lá ouvir. Se a gente lembrar.

Eu lembrei das outras vezes, tá? Não, mas de novo, se a gente lembrar, vai que a gente esquece. É bom deixar claro que podemos falar. Mas eu coloquei das outras vezes que o Bob apareceu, coloquei lá, quem não ouviu é porque, né? É que você... Perdeu a oportunidade, mas vai ter a oportunidade aqui de novo. Ah, mãe, que você é muito boa, mas a gente tem que abrir margem aqui pra gente poder esquecer também. Pode acontecer, mas se eu lembrar, vou colocar.

E em todo o caminho até o abrigo, a Anaveste tinha medo de que o Titã se lembrasse das coisas de antes e acabasse atacando os dois. Então, né? Porque já tá numa situação ruim. Se ele lembrar, então, fudeu. Ela tem a teoria boa, né? Ela tá, não, o Tartar aqui tá refazendo os monstros e tudo mais. Pode estar refazendo as memórias dele. É uma preocupação válida. É, verdade. Afinal, olha ali que ele foi criado, né? Assim, que ele nasceu.

Mas é legal que ele só chega, tipo, ah, por que você apareceu? Ah, o Percy chamou, tava precisando de mim, tava sem fazer nada. Me ajudar. Aí, eu vou falar.

Gente, sabe quando você está numa aula chata, que você não está aguentando mais, e aí qualquer coisa você quer sair? Sabe quando você não quer fazer uma... Eu imagino o Bob assim, porque ele está sendo feito de escravo. Ele não é nem empregado, ele está sendo feito de escravo no Palácio de Áries. Então, tipo, ele escutou o Porto chamando o nome dele, ele, tipo, tá, continuar aqui como escravo ou ir para o Tártaro? Tipo, ele preferiu ir para o Tártaro, sabe? Além de que...

Parece que ele realmente gosta do Percy. Então o Percy meio que falou o nome dele. Quando ele sentiu que tava vindo do Tártaro, ele foi porque ele sabe o perigo também que é o Tártaro pra esses semideuses. Então assim, eu achei essa cena, me dá uma vontade de chorar. Quando ele fala, o Percy me chamou. Aí dá uma vontade de chorar que você fica, ai que bonitinho. E o Percy é o bóssimo, ele foi lá ver como é que ele tava.

Ah, a gente tem que dar isso. O Percy não vai pro Ares por pouco, com muito motivo, né, amor? Ah, mas, pô, ele nunca mais pensou no Bob, né? É, mãe. É. Então, é meio triste. É acontecendo um conto, seguiu a vida, né? É porque é meio fora dos livros, né? O Riordan só incluiu isso lá e agora ele voltou. Aí que é o foda. Quem parece com o Percy é... Porra, até... Assim, mas... Qualquer palavra.

Se a gente for considerar também, desde aquele acontecimento deve ter passado o quê? Uns quatro meses? É, não passou tanto tempo assim também, né? Não é muito tempo também. Agora vamos lá. Gente, eu acho muito engraçado porque...

A Annabeth, ela tá muito... Tem vários memes que eu consigo usar aqui pra falar da Annabeth, porque é muito bom, cara. Um que eu posso usar aqui no podcast é aquele barulhinho no TikTok do... Tcharam!

que vem da novela. Eu acho que é dessa novela nova que acabou. O que você tá falando, Tim? Tim, é muito jovem pra nós, Tim. É um somzinho que tem de meme no TikTok, que é muito bom. Enfim, depois eu mando pra vocês. Eu não vou saber agora, mas eu acho que é daquela Vale Tudo. Eu acho que é dessa. Mas qual que é o sentido?

Porque ela tá... O Bob tá andando e ela tá assim de rabo de ouro, tipo... Esse cara não tá me enganando, não. E aí o cara dá dois passos e ela... Mas como é que você sabe isso? Aí o Burt já falou alguma coisa, você contou pra ele? E a todo momento ela tá com o pé muito atrás. Então ela tá muito assim... Pronto, posso usar um outro que vocês vão saber. O cara do Dexter.

Porque ele tá tipo, eu sei, eu não tenho como trovar, mas eu sei. Você sabe qual que é o nome. Então assim, a Anabete, ela tá muito assim, tá muito engraçada. Eu vou botar um somzinho pra vocês. Tipo, não vocês dois, mas a galera que tá ouvindo.

Aqui, ó. Esse aqui, amor. Esse cara aqui olhando pro Dexter. Que ele sabe de algo, mas ele só não pode provar. Ah, eu sei qual que é. Ele olha, ele tá tipo aquele que bota o dedinho no olho, aponta. Já tinha visto esse. É que eu não tava lembrando mesmo. Ele também encaixa àquela do The Walking Dead, porque ele para. Eu sei que tipo de homem você é. Também encaixa, pô. Gente, eu não sei de nada. Você tá muito cronicamente offline, amor.

Mas a Anabete tá paranoica, né? Ela tá paranoica com tudo. Com o Bob, com o chão, com o ar. Eu não culpo a Anabete por estar totalmente paranoica. Porque, pô, ele é um titã, né? Não, e o Tartar ainda amplifica. Ela tá paranoica, né? Então ela tá paranoica ao quadrado. Eu também não julgo, não. Pô, tem um titã vestido de zelador. Matou um monte de gente, tipo, por você. Eu ia achar estranhíssimo. Não, e o titã é o que ela fala com o cabelo do Einstein, todo esquisito.

Todo prateado. É realmente muito bizarro a situação que ela tá. É, eu ia estar com o pé atrás igual a ela. É complexo você serem seres que geralmente estão lutando contra você. Ele tá ali pra ajudar, tipo, num... É estranho, né? É meio... É complicado. É meio difícil confiar 100%. Vou te dar um exemplo. A gente tá assistindo Invencível. Você acha que as pessoas confiam fácil no Nolan?

Só com o heredito depois que ele pede desculpa. É muito engraçado o Chewie. Eles estão lá, eles estão pedindo ajuda pela galáxia e tudo. E ele é de um povo muito cruel, muito desgraçado. Contextualizar pra Chewie. Ele matou muita gente. Ele sai exterminando mundos e mundos. Fazendo atrocidades. É o pai. É o pai. Ele fazia atrocidades absurdas, o do bigodão. Atrocidades. Aí ele chega lá pedir ajuda. Com dois minutos o cara, não, que ele... Desculpa os caras. Esse maluco pediu desculpa.

Tipo, aí ele quer ajudar a galera, mas ninguém confia nele. Porque, tipo, o histórico não é, assim, dos melhores. Então, é a mesma coisa do Bob. Ai, nem digo nada. É, a Annabeth, tipo, ela tá muito certa. Mas, ao mesmo tempo, eu acho tão bonitinho o Percy confiando 100% nele. Tipo... Combina com o Percy, né? Eu adoro o... Ai, eu adoro eles.

Bom, eles seguiram caminhando pelo Tártaro e Anabeth pensou em como os monstros nasciam ali. E que o local provavelmente era tipo um deus como a própria Gaia. Ela até começou a pensar que o Tártaro podia sim notar a presença dela e do Percy. Mas depois de ficar pensando nisso, ela meio que tirou a ideia da cabeça. Tipo, sai pra lá, satanás. E nesse momento eles chegaram a um abrigo. Um antigo santuário de Hermes que de algum modo havia caído no Tártaro.

Conversando com Bob, Annabeth comentou que o Titã tinha falado que haviam inimigos atrás deles e perguntou quem eles eram. Bob revelou para ela que os gigantes e os Titãs derrotados por eles estavam atrás do casal. Annabeth se esforçou para controlar o medo de ter os antigos inimigos os caçando e até sugeriu seguir em frente, mas Bob insistiu para eles descansarem. Percy então decidiu ficar de guarda com o Titã enquanto Annabeth descansava.

Porra, é foda você ter aquele tipo, pô, a galera que se derrotou tá atrás de você. O Percy Cronos, quem mais? O Atlas, Prometeu. Pô, tem a caralhada de gente que eles mataram que pode tá atrás deles agora. Sim. Sim.

É, é complicado de você ficar na prisão junto com os caras que você prendeu, né? É o mesmo sentido. Mas aqui mais pra frente vamos ver que é igual a cena do Watchmen, pô. Não é eles que estão presos... Não é o Percy que tá preso com eles. Eles que estão presos com o Percy Jackson.

Cara, é isso, tipo, ainda tem, vocês falaram aqui, mas eu lembrei do... De qualquer série, assim, de policial, que sempre tem o policial que vai disfarçado pra cadeia e se descobrirem que ele é policial, ele tá ferrado. Aí tem também a galera que entra na cadeia pra auxiliar na rebelião, enfim, tem tudo isso. E aí se pegam você sozinho, dá merda, tal. É meio que isso, tipo, eles tão...

Eles são policiais e estão na cadeia. É isso, não tem muito o que fazer. Estão sozinhas, não vem apoio, não vem nada. Tem um bom ponto pra falar também, Constantini. Ele fala assim, como é que você vai pra uma prisão onde você mandou mais da metade dos caras pra lá? O problema dele ir pro inferno é porque a galera toda lá que tava aqui ele ficava mandando de volta, né? Então, tipo, é o mesmo sentido. É, realmente. Pior que é uma boa analogia, amor.

Inclusive, mais pra frente, o Titã que a gente vai encontrar se reerguendo é um que o Percy mandou pra lá. Quer dizer, em teoria foi o Grover, mas tipo, meio que o Percy fez parte, né? Então, como tudo roda, roda, roda, roda e cai no cu do Percy no final, foi o Percy, então assim... Como sempre, cai no colo do Jackson. Ah, cadê as meninas bojas aí que estavam não, odeio o Percy Jackson, foi a Anabetic, se paqueou ela, mas eu vou matar o Percy Jackson.

A saga é dele. A saga tem o nome dele, então foda-se se for outra pessoa que me matou, vai ser culpa dele. Então durante o sono ali, a Annabeth teve um pior pesadelo que ela teve em toda sua vida. Primeiro ela começou ali sonhando, que ela ainda era uma garotinha. Uma garoinha. Garoinha, que o corretor automático mudou. Ela ainda era uma garoinha.

Era uma garotinha que estava com o Grover, com o Luke, com a Talia, fugindo de alguns cães infernais ali na colina meio sangue. Ela torce o pé, é carregado e tudo mais, mas ela termina o sonho nesse inicial, vendo a Talia sendo cercada pelos cães infernais. E após isso, o sonho dela muda, e a Annabeth agora está em frente ao pinheiro de Talia, de novo na colina meio sangue.

E uma forte tempestade tá ao redor dela ali, bem cobrindo os céus. E nisso um raio vem e abre uma enorme fenda na árvore. Bem ali no pé da colina, meio sangue, a Reina tá parada na escuridão. E aqui tem uma citaçãozinha do livro. Você a viu bem, disse Reina, mas a voz era de Atena. O resto de minha jornada deve ser nas asas de Roma.

Os olhos escuros da pretura ficaram cinzentos como as nuvens de tempestade. Preciso ficar aqui, disse Reina. Os romanos devem me trazer. A colina estremeceu. O chão se moveu em ondas. A grama se transformou nas dobras de seda do vestido de uma deusa enorme. Gaia ergueu-se diante do acampamento meio-sangue. Seu rosto adormecido era do tamanho de uma montanha.

Cães infernais chegavam em bandos pelas colinas, gigantes de seis braços nascidos da terra e ciclopes selvagens atacavam da praia, destruíram o refeitor e incendiaram os chalés e a casa grande. Depressa, disse a Vajatena, a mensagem precisa ser enviada.

Isso aí é agradável, né? Gente, eu até me arrepiei com essa frase. Os romanos devem me trazer. Então, tipo, ó. Ó. Atena mandando uma mensagem pra fiotinha dela, né? Com a aparência da reina, né? Ela não só mandou uma mensagem, tipo, tem que ser o romano, como ela apareceu com a aparência da reina. Tipo, ó, tem que ser essa aqui, ó. Eu tô te falando. Essa, menina.

Tô te mostrando quem tem que ser. Mas custava, assim, né? A filha dela tá no Tartar. Não dava pra ela mandar essa mensagem pra outro filho de Atena. Ela tem um monte dentro do chalé. Custava. A menina tá no Tartar. Ainda tem que fazer uma ligação interurbana. Não, mas ela avisa. Ela é a filha preferida. Todos os caminhos leva a Roma. Qual que é a filha de Atena envolvida com Percy Jackson? Anabete. Eu sei, né? A resposta tá aqui, ó.

Mas coitada da Anabete. A bicha tá caída lá no Tartar. Custa dar a mensagem pra um filho dela ou outro. Anabete fodida no Tartar. Tartar, mãe, tá, tá?

Você que resolve seus problemas. Ó, tem essa mensagem aqui, dá teu jeito. Preciso que tu resolve essa situação, filha. Faz teu corre, filha. E ela, mãe, eu tô no Tartar. E ela, foda-se, se vira. A mensagem deve ter sido até mais difícil de mandar pro Tartar do que seria pro acampamento meio sangue. Mas mesmo assim... Ou não, né? Que a Atena tá na força do ódio. Ela chegou no Tartar e falou, dá licença. Tem uma interurbana pra mandar pra cá. Se a comida tá chegando, irmão, mensagem de Atena vai chegar também. Exato.

Ai, ai. Mas é muito bom esse sonho da Anabete. É ruim, mas é legal. Pô, essa cena me lembra da cena... É arrepiante, igual você falou. Me lembra da cena da série, da porra do pinheiro abrindo. Não, a gente não quer lembrar disso não. Pelo menos eu não quero. Tem coisa que é melhor deixar pra lá. Exatamente.

Após esses pesadelos, a Anabert, então, ela acorda gritando e se agarrando no braço do Percy. O garoto, então, tranquilizou ela e mostrou algo que deixou ele muito animado. Ele mostrou que o Bob estava sentado de pernas cruzadas comendo pizza.

Então, tipo, nossa, maior felicidade da vida. E, além disso, o Percy mostrou um monte de comida. E explicou que aquelas eram oferinas queimadas a Hermes no acampamento meio-sangue. E a Annabeth sentiu, então, muita saudade ali do acampamento daquele momento. Porque ela passou muitas e muitas noites.

fazendo aquilo para os deuses, então ali com a galera e tudo mais, e junto então do Purse e do Bob, eles terminaram de comer em silêncio, e assim que finalizaram, o Bob falou para eles partirem, pois os inimigos estavam muito perto de chegar até eles. Anabeth e o Purse, então, eles até cogitam enfrentar os monstros que estavam atrás deles, mas eles não estavam em condições ainda para isso.

O Bob Cooper está... Será que eu ganho na porrada de talvez seis ou sete gigantes e titãs? Aí ele tá tipo aquele... Análise séria. Debate sério. Será que eu dou conta? Será que o Tartaro conta como um deus pra eu matar eles? É muito bom que ele tá naquele realmente análise. Calculando. É, cara, tipo... É tanta coisa boa, porque eu imagino que ela vai sair... Aí ela acorda gritando, e aí de repente ela olha pro lado... O Bob tá comendo pincel.

Pizza? Tipo, e aí eu fico imaginando que ela deve ter ficado mais tempo tentando entender como que o Bob tava comendo pizza do que a própria mensagem da mãe dela. Tipo, que ela já entendeu, eu acho que ela já entendeu meio que de cara, assim, a mensagem. E aí, cara, nossa, que episódio bom. Tipo, ela conversando com o Bob e o Bob comendo pizza. Aí o Percy fala, tem M&M também. E aí o Bob é assim, tá aí, não, o M&M é meu, irmão. O M&M é meu.

Só come M&M quem mata as dracainais. E uma coisa legal é que, tipo, se a gente for pensar, eles sempre dão a melhor parte pros deuses. Então, tipo, ali tem as melhores partes das comidas que eles estavam comendo pra eles. Então, acaba que foi muito legal. Esse é aquele momento que o Percy se agradece por ser filho dos deuses. E ele fica, ah, ainda bem que eu sou filho dos deuses. Tô aqui numa situação boa.

Duas coisas interessantíssimas do Riordão ter escolhido justamente um templo de Hermes. Porque, primeiro, Hermes, querendo ou não, ele não pode ficar zangado nem com a Nabete, nem com o Percy. Porque ele tem uma dívida com eles dois. Então, assim, deixa a Nabete e o Percy comer, sabe?

E ele também é o deus mensageiro. Então, eles estarem mandando uma mensagem no templo de Hermes, cara, é cinema, assim. Ah, mas não precisava ser no templo de Hermes. Pô, mas vira uma... É tipo uma purpurinada, sabe, no momento. Eu tenho a impressão de que as coisas não iriam pra esse lugar. Eu tenho a impressão que tem um dedo de Hermes pra ajudar ele, sabe?

Eu acho que não, porque, pelo que parece, o Jápeto, que é o Bob, já comia ali antes. Eu tenho essa impressão. Tanto que a Anabete perguntou, como é que você sabe? Ele, ah, eu não lembro como eu sei, eu só sei que eu sei, eu não lembro disso. A Anabete, não, precisa lembrar não, pô, se começar a lembrar muito também vai ser ruim. É, não, deixa quieto, não lembra de nada não, a gente come, tá tudo certo.

Então parece que ali já chegava mesmo. Mas ali, tipo... É interessante ser um de Hermes, que nem a gente já falou. Pro Hermes, realmente não vai se importar de ajudar o Percy na Beth.

Exatamente. Então, assim, eu acho muito interessante e o próprio Bob fala que ali era um local seguro porque monstros tinham medo de ir pra lá. Só que, tipo assim, ele é um titã, então faz sentido ele não ter medo de ir pra lá e ele ficar lá comendo pizza e dane-se, sabe? Então, tipo, pra mim, eu criei toda uma fanfic que faz muito sentido, sabe? Faz sentido mesmo.

O pior é que essa parte é boa pra caralho. É, ele não se... Além de tudo, Hermes, além dele não se portar, acho que seria, tipo, uma pessoa que tá passando fome e acha uma macumba. Aí ela come. É, é. O frango e a... Tipo, não faria mal pra ela, porque, tipo, ela tá num momento de necessidade. Então, tipo, é o mesmo sentido. É o que os meus amigos da macumba sempre falam, que, tipo, se você tiver na necessidade, nenhum orixá jamais vai te impedir de comer aquilo, sabe? Sim.

Então, se você estiver passando necessidade, você pode, tipo, pegar o dinheiro, você pode pegar o frango, o vinho, tipo, você pode pegar à vontade. E eu acho que, querendo ou não, todo mundo que tá no tártaro, independente de ser bom ou mal, tá passando por necessidade. Então, acho que a Hermes não tá incomodada, sabe? E aquilo, a Hermes também vai fazer o quê? Vai descer lá pra pegar? Não vai, então. É verdade. Ele nem quer chegar lá, porque ele vai falar, ah, muito trampo, bicho, deixa baixo, muito trampo.

Tipo, mano, é só um M&M, pode comer, fica à vontade. É. Pô, mas é um bagulho maneiro que eu acho legal, eles ficando levantando teoria, tipo, o Percy tá, será que dá pra matar um titã aqui, ou um gigante, já que a gente tá no Tartar e o Tartar é um deus? Mas pera, se o Bob nos ajudar, ele é um deus, o titã pode ser considerado um deus pra matar um gigante, não sei o quê? Ele tá criando mil e uma teorias junto com a Nabej, tipo, eles ficam nessa, e eu acho legal os dois pensando se daria pra enfrentar os inimigos. Sim.

Ai, que partezinha gostosa, que capítulo bom. Pra mim, o melhor de tudo é que o Riordão não dá a resposta, porque nem ele sabe. Ele não quer entrar nessa seara. Ele só colocou lá porque os meninos não precisavam comer alguma coisa, porque se não, daqui a pouco a gente não... Mas... Ele só colocou, e é isso. Ele precisava disso, ele colocou e acabou. Muito bom, né, cara? Essa parte é muito boa.

Após então eles ajeitarem a sujeira que eles fizeram comendo, o Bob explicou que o caminho que eles deveriam fazer para chegar até as portas da morte, eles iriam ter que passar escondidos por uma tal de uma névoa da morte, que podia ocultar os dois semideus. Ele comentou que eles precisavam conseguir convencer a senhora a ajudá-los, que senhora, descobriremos nos próximos capítulos.

Percy decidiu que eles iriam sim convencê-la e ele estava pronto para partir. Mas antes disso, Manabete teve um funiquito, pensou em seus pesadelos e, cogitando que estava no altar de Hermes...

Ela pensou se ela não poderia enviar mensagens de volta para o mundo mortal. Pensando em uma forma de escrever uma mensagem para a Rachel, Anabeth perguntou para o Percy se a contracorrente funcionava como uma caneta normal. E aqui o Brenin botou para a gente um trechinho do livro, porém eu tenho uma coisa para falar antes. Eu estava ouvindo esse episódio no audiolivro para vir gravar, e ele fala, Raquel.

A primeira vez que ele falou Raquel A primeira vez que ele falou Raquel Eu fiquei tipo Eu tava lavando a louça Nossa, será que eu me distraí? E conforme foi desenvolvendo Eu fiquei tipo, ah não, é a Rachel E aí toda vez que ele falava Raquel Eu ficava rindo sozinha A Raquel Daddy Muito bom, cara Obrigado Obrigado

Pô, é da mesma linha do artefato. Sim. Mas bem, leu daqui o trechinho do livro. Ele destampou a caneta. Como sempre, ela se transformou em uma grande espada. Anabete o havia visto fazer aquilo centenas de vezes. Percy costumava simplesmente descartar a tampa quando ia lutar. Ela sempre reaparecia mais tarde em seu bolso. E, quando ele a encostava na tampa da espada, a lâmina voltava à forma de uma caneta esferodráfica.

E se você colocar a tampa na outra ponta da espada? Perguntou Annabeth. Como faria se fosse realmente escrever alguma coisa? Ahn, Perce pareceu ter ficado em dúvida, mas pôs a tampa no cabo da espada. Contra a corrente se transformou de novo em uma caneta esferográfica. E agora a ponta de escrever estava exposta.

Posso? Anabete tirou-a da mão dele. Então, apoiou o guardanapo no altar e começou a escrever. A tinta da conta corrente reluzia com a cor de bronze celestial.

Brenin, perdeu, hein? Tu podia ter botado a mensagem também, porque ela falando pro Connor Connor, vou te dar um soco no cu se você não der essa mensagem pra Rachel, é maravilhoso! Ia ficar a situação gigante, eu acho que eu tenho aqui. Esse ponto já era maiorzinho, ia ficar bem maior ainda. A mensagem pra Rachel tem duas palavras, a pro Connor insistindo pra ele passar pra Rachel leva o guardanapo inteiro. Foi convencê-lo, foi difícil, pô.

Tá vendo? Você crescer com os irmãos Stoll te deixa meio cabreira. E o MM também é deles, né? Isso que é o melhor. Aham. O MM é o que faz ela, de fato, ter certeza que...

Como é que fala? Que é do acampamento meio sangue. Ter certeza que é do acampamento meio sangue. Por causa da... Do Connor. Que ele sempre mandava, né? Os M&M's e tal. E ela fica tipo... Tá, isso aqui é Connor. Com certeza. E eu acho isso muito legal. Porque mostra que ela, tipo... Conhece o acampamento. E ela cresceu no acampamento. Isso é uma informação que ela tem. Porque ela tá sempre lá. Ela presta atenção em tudo. Os irmãos Storr, eles... Tipo, são... Oi... Como é que fala?

Os conselheiros. Não, eles são os conselheiros do Chalé de Hermes, então ela tem uma proximidade muito grande com eles, além de ter crescido com eles, então assim, e ela pensando em todo o acampamento. Cara, muito legal, cara. Muito legal mesmo. Aqui é a tiazinha. Connor, entregue-se a Rachel. Não é uma brincadeira. Não seja idiota. Beijos. Anabete.

Tá vendo só? Agora traduzindo pra linguagem da Chewie. Connor, se você não entregar essa mensagem pra Rachel, eu vou te dar um soco no cu. Se não entregar, eu te saqueio. O bom é que a gente não... Entrega essa bosta. É porque não fala, né, exatamente o que ela escreveu pra Rachel. Só o externo da cartinha.

Isso que eu achei muito legal também, do Riordão. Ele botar só a parte do Connor e aí você fica tipo o que ela escreveu pra Rachel? Porque querendo ou não, você fica tá pensando num sonho. Que conclusão que ela tirou? O que a Raina tem a ver com isso? Fica toda uma parte muito boa pra gente teorizar. Ele não entrega o pastel logo de cara. A gente fica ali teorizando. E a gente não sabe se realmente a mensagem vai chegar no Connor, se não vai. Então é bem legal.

É muito maneiro, cara. Aqui também tem um momentinho que nenhum de vocês comentou, mas é da Rachel. O Percy... Que Rachel? A nossa Rachel? Ela, nossa, assim... Olha a Percy... Ela, não? É bom deixar o seu namorado esperto às vezes. É bom deixar ela desconfortável com essa garotinha aí, que gostou dele um dia. Fica esperto, moleque. Ai, ai.

Ah, antes, pra você seguir só uma coisa, eu acho muito legal. A tinta da caneta ser cor de bronze celestial. Será que a tinta é da infinita, amor, que nem você perguntou? Eu acho que sim. Porque a caneta não acaba, né? A espada não acaba, então... Eu também acho que sim. É infinita essa porra. Acho que é uma tinta mágica, então, tipo, é isso.

Ou é uma espada que vira caneta. Na minha cabeça é uma tinta mágica que conforme você vai afiando a espada é como se você estivesse botando um refil de tinta na caneta. Conforme você mata seus inimigos, ela recarrega. Eu lembrei de uma coisa. Eu lembrei de uma coisa.

Lembra quando a gente tá em Harry Potter e o Cálice de Fogo? Que eles vão fazer toda a medição da varinha. E aí o Cedrico, tipo, limpa varinhas, lustra, faz todo o negócio. O Percy nunca limpou a varinha dele. Nunca limpou a espada. E aí, tipo, o Harry, ele começa a dar uma...

Só pra dar uma disfarçada. Pata no manto ali. É, porque ele fala, eu nunca nem pensei em limpar minha varinha, em ilustrar minha varinha, fazer nada com a minha varinha. Em compensação, a gente tem aqui o Purse, que eu fico, mano, em nenhum momento. O Purse nunca fiou essas farinhas.

Ele também não tem um grande cuidado. Porque eu lembro, no próprio Harry Potter, a forma como ele cuidava da vassoura é que ele ficava parando os pelinhos, ilustrando, não sei o que. Em outras histórias também, a galera que tem espada está sempre afiando. A galera do arco e flecha está sempre, tipo... Não é equilibrando, é tipo... Sempre fazendo mais flecha, né? Ajustando também a tensão do arco.

exatamente, e aí a gente vê o Purse que ele fala, agora eu tiro a tampa da cabeça eu normalmente jogo fora, ela aparece aqui de novo depois mas considerando que a espada dele é uma espada mágica que transforma em caneta e volta a ser espada, eu acho que ela tá sempre pronta, então eu acho que ele tá certíssimo é tipo a espada de aço valeriano, pô, essa porra deve nunca perder o fio, deve tá sempre afiada sim

Exato, mas é muito legal Essa sacada é genial Você já tentou escrever com ela, Percy? Não Por que eu escreveria com a minha caneta? É só uma espada Você acha que eu escrevo? As coisas? Bom, depois de escrever a mensagem A Annabeth escreve essa parte externa Da carta para o Connor Stahl

E é, ela pede, que nem eu falei mais cedo, que ele entregue a carta pra Rachel. Após isso, a garota ali com a ajuda de Bob, ela conseguiu colocar fogo no papel e colocou ele em cima do altar de Hermes, torcendo pra mensagem chegar no mundo mortal. Após isso, a Anabete termina de deixar a carta, ela novamente, ou Bob novamente, pede pra eles voltarem a caminhar e saírem dali logo, porque os inimigos são cada vez mais próximos, ele não sabe até quanto tempo vai levar até eles chegarem, no caso, no personal Anabete.

Anabete começa ali a pensar rapidamente no plano do Titã, de falar com essa senhora da morte, da névoa da morte, essa senhora ligada com a noite e tudo mais. Mas ela apenas aceita que essa é só mais uma das bizarrices do Tártaro e ela parte junto com o Percy e com o Bob em busca dessa senhora que ele comentou. Pô, muito foda que Anabete só acertou, né? Aceitou. Uhum. Assim, ela não tem muito o que fazer, né? Então, é o jeito? Não, é como se tivesse um segundo plano, né? Um plano B. Uhum.

Eu acho muito interessante quando ela fala alguém tem isqueiro, tipo, alguém tem fogo e aí o Bob do nada, tipo, a vassoura dele vira uma lança, ele bate e ela, tipo, pega fogo assim e eu fico caraca, não dava pra você ficar mais incrível e agora você ficou ainda mais incrível. O Bob é muito legal. É muito massa, muito massa. O Bob é muito maneiro mesmo. Pô, ele é muito parceiro, muito prático, pô. O Bob é maneiro demais. Guilherme, quanto é que você cobra pra fazer uma ilustração do Bob?

Exatamente, nossa, isso é muito massa. Bom, gente, vamos agora para aquele momento quentinho e gostoso após os nossos tostões, que é o momento do salsichão de verão.

Então chegamos nesse momento gostoso, que é o Sostiço de Verão, onde a gente escolhe o momento que a gente mais gostou ou não desses capítulos. E eu vou começar pelo meu amorzinho. Me conte qual foi o momento que você mais gostou. Eu acho que eu gostei desses dois capítulos por completo. Não tem nada que eu desgoste nele e tudo é muito bom. Acho que se fosse pra escolher o momento favorito, seria o quê?

Eu acho que ele escreveu, a Ana Bete escrevendo a mensagem com a conta corrente. Eu achei genial a sacada da espada virar, voltar a ser caneta e eu ser usada para escrita. Mas esses capítulos são bons por completo. Não tem nada que eu tiraria nem colocaria neles. Eles são muito bons. Verdade. E o seu, Tiwi? Cara, pra mim, toda a cena deles no...

no... como é que é o nome? No templo de Hermes. Isso, no templo de Hermes. É muito boa. Ana e Betty não querendo dormir. Aí o Percy percebendo, ele tipo tá bom, eu fico de guarda. E aí, tipo, é... Depois o Bob de boa comendo MM e meio que não querendo dividir o MM. Tipo, não, não, o MM é meu. E assim, é... O Percy descobrindo que dá pra escrever com caneta. Tudo isso eu acho muito interessante. Eu acho que esse pontozinho...

Tanto é que a gente nem comentou mais do final, né? Porque esse foi só um capítulo, né? Ainda tem o outro. Que é quando ele mata o outro gigante. É, os próximos dois. Já na sequência. Tem os capítulos que vem, né? Ai, eu talvez tenha lido a mais. Ah! Olha só. Sem querer, querendo. Ai, eu li sem querer. Meus olhos não desconteiram. Ops!

então deixa quieto, mas assim toda essa parte, até eles irem em direção lá pro mistério digamos assim, eu acho muito boa toda essa cena no tempo, eu acho muito muito, muito legal, mas eu acho que eu vou escolher o momento específico que é quando a gente vê a mensagem que ela escreveu pro Conor

Porque eu não lembrava disso. É uma cena muito marcante. A deles, a do Percy, transformando a contracorrente numa caneta e dando pra Anabeth escrever. Isso é uma coisa que eu lembro de 10 anos atrás, quando eu li pra mais. Sim. Mas eu, por exemplo, até recentemente, eu não tava lembrando como que eles comiam.

Eu não tava lembrando de verdade. Eu não lembrava que ela mandava mensagem pro Connor. Exato. Eles comiam lá dentro, que era das oferendas. Eu lembrava de toda essa parte, mas eu não lembrava. Eu lembrava que ela mandava uma mensagem no guardanapo, mas eu não lembrava dessa parte do Connor, que é muito boa. Tanto é que, tipo, pra mim...

O que eu tava lembrando, conforme eu fui ouvindo o episódio, eu fiquei tipo, ah não, ela vai chegar à conclusão de que como a gente tá com as coisas do acampamento, os pratos, os talheres mágicos do acampamento, no Argo II, ela vai mandar mensagem pro Argo II.

E aí quando ela escreve, Connor, não sei o que, eu fiquei, meu Deus, não é assim? Então eu acho que a mensagem pro Connor, tipo, ela dando uma prensa dele ao mesmo tempo que ela tá pedindo, pelo amor de Deus, entregue pra Rachel e a mensagem ser pra Rachel, nada disso eu lembrava. E aí foi meio que uma surpresinha, assim, e virou a minha parte preferida desse capítulo. Tipo, eu gostei bastante, foi muito legal. E eu queria deixar um extra.

MM de amendoim também é o meu preferido. Então, Bob, tamo junto. É bom pra caralho. Pô, eu comi um de cookie esse dia, tio. É bom pra caralho. Muito bom. Pô, eu já aproveitei. Mas o de amendoim... Não, o de amendoim é top, porra. É top MM da vida. Eu não gosto de amendoim com chocolate.

Ah não, isso tá descreçoando. O único amendoim que eu gosto com chocolate é o Sonho de Valsa, porque aquela negocinha de amendoim. É o único pra mim que combina. A amendoim não combina com chocolate. Erradíssima. Até pé de moleque comendo com chocolate. É um chocolate crocante da Nestlé, é maravilhoso.

Visas, eu tô pra você igual aquele meme da Fazenda. Assim não tem como te defender. Amiga, não dá pra te defender. Eu tô igual esse meme. Porque, Visas, você está erradíssima. Nesse momento você está erradíssima, amor. Eu sei que muitas pessoas gostam, mas eu não curto. Está erradíssima, amor. Só aceite. É isso. Mas e aí, amor? Qual o seu momento desse salsichão de verão?

Além de todo esse momento no templo ali, né? Que, tipo, essa parte é muito boa. É maravilhoso. Eu amo essa interação. Percy transformando a contracorrente em caneta. A Anabete mandando a mensagem pro Connor. Eu vou escolher, tipo, um pouco diferente, que é o sonho da Anabete. Então, tipo, esse momento dá pra ver, tipo, essa visão que ela tem com a mãe dela. Então, que é muito bom. Tipo...

Vai te dar um instigado, assim, com a Atena falando, olha, eu preciso que um romano me leve de volta. Então, essa parte é legal também. É um mistério muito bom, né? Uhum. E o que deixa melhor ainda essa parte depois é como a Nabete faz pra mandar a mensagem. Porque ela precisa mandar essa informação pra alguém. E ela arruma uma forma de fazer isso. Então, é muito bom. É muito legal, cara. Que partezinha boa. Que capítulozinho maneiro.

Que capítulozinhos bons. Gente, eu tenho certeza absoluta, com toda a força do meu ser, que o Royordão, ele escreveu todos esses capítulos da Anabete e do Percy, no Tártaro, de uma vez só, e depois ele só foi encaixando no livro. Com outros pedaços, porque não é possível. É muito bom, ele tava muito pirado no dia que ele escreveu isso. Ele escreveu numa sentada só. Eu já disse que ele gastou o talento máximo nesse livro. É isso, gente, é muito bom. Puta merda.

Bem, galera, é isso. Assim nós encerramos o Sostiço de Verão. O podcast é lançado semanalmente às sextas-feiras. Você pode nos encontrar no Instagram e Twitter, arroba xalatrizpodcast, e-mail, xalatrizcontato, arroba de e-mail.com, caixinha de comentários aqui no Spotify, caso você nos ouça através do Spotify.

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Bom, gente, esse é o nosso episódio da semana. Nos mandem se vocês concordam ou discordam dos tostões que a gente trouxe aqui hoje. Mas por hoje é só, pessoal. Nos vemos na próxima semana, no mesmo bate-horário, no mesmo bate-canal. Falou! Tchau! Tchau, gente!