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📻  Dois meses de greve dos TAE: como estamos? | 06 de maio de 2026 | Fala SINTET-UFU

06 de maio de 20265min
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No Fala SINTET-UFU que vai ao ar em 06/05/2026, conversamos com Marcos Campos sobre os dois meses de greve dos TAE. Marcos é técnico em assuntos educacionais, atuando na área da educação especial, na Eseba, é graduado em Ciências Sociais e Pedagogia e doutorando em Educação pela UFU.

O Fala SINTET-UFU é o programa de rádio do sindicato que vai ao ar toda quarta-feira na Rádio Universitária FM (107,5) às 7h30, 13h30 e 21h30. O programa estará disponível também nos tocadores on-line Anchor, Spotify e CastBox.

📝 Versão em texto: https://www.sintetufu.org/post/dois-meses-de-greve-dos-tae-como-estamos-06-de-maio-de-2026-fala-sintet-ufu

Participantes neste episódio2
R

Raíssa Dantas

HostServidora técnica em assuntos educacionais
M

Marcos Campos

ConvidadoJornalista
Assuntos1
  • Greve dos TAE na UFUAnálise nacional da greve · Análise local da greve · Movimento sindical · Governo federal · Ministério da Gestão e Inovação · RSC · 30 horas · Direitos dos aposentados · Dandara · Ster · Pauta ADES · Combate ao assédio · Portaria dos técnicos
Transcrição14 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá companheiras e companheiros, aqui é Raíssa Dantas e nesse Fala Sintete UFU, nós recebemos o servidor técnico em assuntos educacionais da Ezeba, Marcos Campos, que vai comentar um pouco sobre o acúmulo do comando local de greve sobre esses dois meses do movimento paredista na UFU.

Marcos é graduado em Ciências Sociais e Pedagogia, doutorando em Educação pela UFO e atua na área da Educação Especial na Ezeba. Seja bem-vindo, Marcos. Sintonize suas lutas. Olá, Raíssa. Obrigado pelo convite, por participar aqui de mais um Fala Sintete.

E hoje eu estou aqui para falar sobre a questão dos dois meses de greve. A nossa greve a nível de UFO vai completar dois meses no dia 9 de maio e a nível nacional completou dois meses no último dia 23 de abril.

Eu gostaria de dividir minha fala em dois momentos. Primeiro, uma análise da greve a nível nacional e depois uma análise da greve a nível local. A nível nacional, nós passamos por um momento complexo, uma conjuntura complicada, onde desde o início da greve, o movimento sindical aqui da UFO já alertava para as dificuldades da conjuntura nesse ano, que é um ano eleitoral, um ano complexo.

E a gente apontava de que a correlação de forças não era favorável a nós, como foi na greve de 2024. E isso se reflete no cenário que a gente está vivenciando no Comando Nacional de Greve, onde uma greve que já tem mais de dois meses ainda não conseguiu um processo de negociação, abertura de uma mesa de negociação com o governo federal. Então isso é muito complicado e a gente tem pautado.

Inclusive a UFO intensificou o seu movimento de enviar uma quantidade maior de delegados à Brasília, justamente por ter uma noção de responsabilidade e de que é necessário garantir esse processo de negociação. Nós temos pautado isso. Primeiro, de que o movimento a nível nacional precisa iniciar o processo de negociação com o governo federal, principalmente na figura do MGI, do Ministério da Gestão e Inovação.

E, além disso, é necessário elencar pautas prioritárias. Nós não somos da turma de que é tudo ou nada, ou de que pretende ficar em greve ad eterno. É importante ter pautas prioritárias para que a gente consiga negociar.

e obter vitória nessas pautas, isso já seja um motivo suficiente para a gente pensar no desfecho e encaminhamento dessa greve, onde nós temos elencados, principalmente, a questão da publicação do decreto do RSC, que está parado no MGI, e até agora a gente não vê nenhuma movimentação de avançar, de mandar esse decreto para a Casa Civil para que ele seja publicado, e que seja um decreto que seja de acordo com o que saiu do MEC, que o MGI não faça modificações.

A questão das 30 horas, de devolver essa pausa para o MEC, para que comecem os estudos de viabilidade, pelo menos isso, e também a extensão dos direitos para os aposentados, pelo menos pensar a questão da aceleração para os aposentados. Então, isso é importante, estamos trabalhando e construindo nesse sentido, até reunimos recentemente com a deputada federal Dandara, para explicar isso, e ela está fazendo diálogo também com a ministra Ster, para que a gente consiga efetivar...

e superar essa complexidade e dificuldade da conjuntura nacional. Na questão local, a maneira como a greve tem caminhado, até pela postura de unidade, a capacidade organizativa e responsabilidade do movimento sindical na UFO, tem avançado de uma maneira muito melhor. Nós estamos conseguindo avançar na conquista de pautas locais.

A gente já gravou algum fala sintético sobre isso também, mas eu gostaria de citar a questão da pauta da ADES, que está para ser aprovada uma resolução no Condir, onde vai garantir esse direito e que seja algo que seja benéfico para os técnicos da UF. É claro que a gente precisa se mobilizar em relação a isso. A política de combate ao assédio, que a gente precisa garantir que isso seja votado no consumo.

A última reunião nós não tivemos quórum, então a gente precisa avançar nessa questão. A portaria dos técnicos ministraram aula na pós-graduação, que nós conseguimos já a publicação dessa portaria e melhorou muito para a nossa categoria, ou seja...

através do diálogo, da mobilização, da unidade e da responsabilidade, o nosso movimento tem avançado e tem sido vitorioso na greve aqui localmente. Então é necessário combinar esses dois movimentos para que a partir de agora a gente pense na reta final do nosso movimento grevista e que ele saia um movimento vitorioso e que seja benéfico para todos. Um grande abraço. Muito obrigada pela participação, Marcos.

E esse foi o Fala Sintetufo dessa semana. Um ótimo dia a todas e todos e até o próximo programa.

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