#215 - A Obra de Walther Negrão (Parte 2)
Dando continuidade à obra de Walther Negrão, nesta segunda parte comentamos tudo sobre as suas produções exibidas entre 1980 e 1999.
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Com Fábio Sousa, João Dantas e Elder Paes
Roteiro, Pesquisa e Direção Criativa: Fábio Sousa
Edição e Montagem: João Dantas
- Chega MaisNovela das 17h da Globo em 1980 · Walter Negrão como roteirista · Proposta de antinovela · Baixa audiência e intervenção de Negrão
- O Amor é NossoNovela das 17h em 1981 · Walter Negrão convocado para salvar a novela · Escrita por Roberto Freire · Cogitação de 'ônibus da morte' para reduzir personagens · Grande fracasso da Globo
- As Três MariasNovela das 18h em 1980 · Walter Negrão chamado às pressas · Problemas de audiência e do autor original · Negrão escreve 92 capítulos · Transformação em pastiche policial
- Obrigado DoutorSérie de 1981 · Walter Negrão como um dos criadores · Parceria com Roberto Freire, Walter George Dust e Ferreira Goulart · Trama sobre médico em cidade pequena
- Pão Pão Beijo BeijoPrimeira novela de autoria própria de Walter Negrão na Globo · Exibida em 1983 · Enredo sobre acidente de trânsito e famílias distintas · Núcleo italiano e núcleo nordestino · Adaptação de ambientação de São Paulo para Rio de Janeiro · Primeira novela escrita com auxílio de computador · Trilha sonora marcante com 'Sanduíche de Coração'
Agora mais um campeão de audiência
Olá! Bom dia, boa tarde, boa noite e boa madrugada. Está começando mais um episódio do seu podcast favorito sobre novelas de TV, o Critero de Programação, que fala tudo de uma maneira divertida, irreverente e debochada. Eu sou o Fábio. Oi, gente. Tudo bem com vocês? Eu sou o João.
Olá, gente! Sorela Helder aqui também novamente. E viemos a continuidade à obra do Walter Negrão, né, gente? Nosso autor do mês, né? Que já vem chegando com tudo, né, menino? Eu quero episódio de três partes. Ele pede e ele vai ter, né? Nesta segunda parte, nós vamos adentrar pelas novelas que ele escreveu nas décadas de 80 e 90. Então, a gente vai falar aqui de 12 novelas em questão, né?
No episódio passado a gente falou das primeiras obras dele até 1979. E vamos ao prosseguimento, a história, né? Então, sem enrolar muito, vamos contar o que aconteceu depois que ele escreveu a série A Casa Fantástica, né? Uma sériezinha na Tupi que a gente achou muita informação.
E era aquilo mesmo. Então, o que ele fez de lá até o começo dos anos 80? O Walter Negrão voltou à Globo em 1980 para auxiliar o escritor e dramaturgo Carlos Eduardo Novaes, que era o autor da novela 17 da época, Chega Mais, e foi creditado como roteirista. Ou seja...
chega mais não tá indo bem na audiência por conta da proposta que a novela tinha né de ser uma antinovela e tal mostrar os personagens de maneiras pouco zoais as pessoas estavam acostumadas na época e a novela não empolgou o público então chamaram o negrão para solucionar o problema né foi o começo da carreira de bombeiro do negrão né quando ele salvou inúmeras novelas ou tentou pelo menos
né? E assim, vendo os fragmentos da novela na época, eu gostei da novela, mas na internet, nas redes sociais, muita gente odeia essa novela, Sorela. Odiou chegar mais, se pudesse tacar no fogo dos seis capítulos, eu achei que não fosse assombrar nada. Eu embarquei quando eu vi a primeira vez, achei interessante. Eu queria ter visto mais. Eu achei os primeiros capítulos até melhores, achei a proposta inicial muito mais interessante.
mais interessante, né? Eu achei também. Eu achei também. E o Negrão acabou transformando a novela numa novela convencional, né? Enfim. Tanto que o último capítulo realmente é meio... não dá pra entender muita coisa. Até porque a gente não tem o resto da novela pra entender, né? Mas eu particularmente gostei. Não achei isso tudo que a galera fala, não.
De Chega Mais. Em dezembro de 1980, ou seja, eu já tinha nascido, né? Eu já tinha o quê? Essa época? Sete meses de vida já. Gente, eu sou... Mas não importa. O Negrão foi convidado às pressas, Sorela, para dar um jeito, leia-se, levantar a audiência, né? Da novela das seis, As Três Marias. O desinteresse do público pela produção, pouca percussão e baixa audiência e problemas pessoais do autor da novela, que era o Wilson Rocha, que acarretaram em atrasos a entrega dos capítulos.
O Negrão escreveu 92 capítulos da trama, o Wilson Rocha escreveu 64 E conseguiu levantar o embolgo da novela Transformando a história num pastiche policial Com batido recurso do que matou Conseguindo por fim prender a atenção do zero espectador na reta final As Três Marias é outra novela que também está em fragmentos lá na plataforma
Eu não sei se a senhora viu o Sarela Sraguimento, mas, enfim, ele melhorou bastante, porque os dois primeiros capítulos da novela são insuportáveis. Os dois primeiros e os dois do meio. Isso é muito chato. Eu ficava, nossa, o que o autor tá querendo aqui? A novela não é As Três Marias? Por que o foco dos primeiros capítulos não são As Três Marias? Sabe? Eu não entendi o que ele quis mostrar com aquilo.
Eu achei ruim. Realmente, os dois capítulos finais são melhores mesmo. São melhores mesmo. Enfim, mas é isso. É o que dá pra gente entender vendo os fragmentos, né? E aí, na sequência disso, em 81, o Negrão foi um dos criadores da série Obrigado Doutor, juntamente com Roberto Freire, Walter George Dust e Ferreira Goulart. Será que a Globo da terça série completa? Ela um dia será resgatada? Não sabemos.
Mas acho que a gente já falou dessa novela aqui Um episódio de autor, só não me lembro qual Mas a gente já falou um pouquinho disso Mas eu não vou falar de novo A gente é do médico, que é o Francisco Oco Vai pra uma cidade pequena e tenta resolver os problemas de saúde De quem mora lá Basicamente é essa série
E aí, em 81, ainda em 81, o Walter Negrão foi convocado pela Globo, Sorela, para tentar salvar O Amor é Nosso. Novela 17, escrita por Roberto Freire, que já tinha sido o antigo parceiro dele nas primeiras novelas, que a gente comentou lá na parte 1, né? E o Wilson Aguiar Filho, o Walter Negrão, assumiu a novela a partir do capítulo 80, chegando a cogitar um ônibus da morte.
onde um acidente faria com que vários personagens da novela fossem dizimados, né? Ou seja, dá uma enxugada. Dá uma enxugada, né? Porque muitos personagens, sem função, então bora limpar. Só que não acabou sendo necessário. Mas também não havia mais nada a se fazer. A novela já tinha sido, vamos dizer assim, abandonada pelo público, né? Eu queria tanto conhecer alguém que assistiu a novela na época, Sorela. Era tão ruim assim.
Agora eu fico imaginando se ele tivesse feito isso do ônibus mesmo, porque teria entrado para a história da novela. Teria entrado para a história. Tal qual Jeanette Clem. É verdade. Tal qual Jeanette Clem com o terremoto. Com o terremoto. Tal qual o Tropical Tower indo para os ares, em Espelho Silva de Abreu, em Torre de Babel. Exato.
Mas enfim, o fato é que entrou para a história como uma lenda, né? Da TV, diz que a Globo não tem mais nada, acabou com tudo, enfim. Isso aí nem é mais lenda, né, João? Porque o próprio... Como é que o nome dele, Sorelo? O Bretas, Eric Bretas, ele fala do Twitter. Ele tinha confirmado, né? O famoso TCC também confirmou isso, né, Sorelo?
Uhum, é exatamente. A novela não guardaram nem o primeiro e o último capítulo, tipo gigante, sabe? Apagaram tudo mesmo. Apagaram tudo mesmo. Não tem a mínima lembrança dessa novela. Mas volta e meia aparece coisa de O Amor é Nosso. Já apareceu um trecho do último capítulo. Os fãs da Marlene, né? Apareceram com fitas da novela. A maioria com cenas onde a própria Marlene aparece, que tem no YouTube, né? Esses capítulos, enfim.
volta e me aparece Coisas de O Amor é Nosso. Que bom, né? Que a gente pode bem menos dar uma olhada pra tentar sentir um pouco o espírito da novela, né? Pra entender. É uma novela que, mesmo sendo ruim, gente, eu assistiria. Pra poder entender por que essa novela é tão maldita assim, né? Se ela foi realmente tão maldita na época. Eu tenho curiosidade sobre O Amor é Nosso. Pois é, então não tinha mais como fazer. O Amor é Nosso acabou se tornando um dos grandes fracassos da Globo.
E entre 1º e dia 27 de março O Negrão escreveu dentro da série Tele-romance Um conto chamado Piquenique Classe C Uma adaptação de contas e crônicas De Oswaldo Bolle E aí a primeira novela que o Walter Negrão Escreve na Globo de autoria própria Foi Pão Pão Beijo Beijo
exibida entre 28 de março e 7 de outubro de 1983, com 165 capítulos escritos e 167 capítulos exibidos. Por quê? Porque teve um capítulo que foi desmembrado em dois e por isso há diferença.
Tá certo? Novela 16, da Globo, dirigida pelo Gonzaga Blota, Atílio Ricó e Henrique Martins, com direção geral de Gonzaga Blota. João Dantas, do que se trata a história de Pampão Beijo Um Beijo? O que se conta? Qual é o enredo da trama? Então, a novela, a sinopse da novela...
Pompom Beijo Beijo, relata um acidente de trânsito, num cruzamento, envolvendo três pessoas completamente diferentes entre si. O Ciro, que era o motorista de ônibus, personagem do Claudio Marzo. A Bruna, que era a Elisabeth Savala, uma moça rica e geniosa. E o Soró, que se eu não me engano é o...
Arno Rodrigues, né? Isso, exatamente. E aí, o Soró era um migrante nordestino que trabalhava carregando mercadorias com uma carroça de mão. E aí, por conta desse acidente, dessa bateria de carro, esse acidente de trânsito, a Bruna, a família da Bruna, se solidariza até como uma forma de compensar os prejuízos do...
da batida dos automóveis, eles contratam o Ciro e o Soró para trabalhar para a família, né? E essa família é uma família abastada, possui uma rede de cantinas italianas e tudo mais. E aí o Ciro esconde um grande segredo, que ele também é de uma família rica, de uma família abastada, mas está impossibilitado de ver sua irmã Maria Helena.
pelo padrasto. A Maria Helena é a Monique Alves. E aí o padrasto dele responsabiliza ele pelo acidente de carro que deixou a moça paralítica, né? Por isso proíbe a relação entre os dois. E aí enquanto ele tenta ocultar seu passado, ele se envolve com o Soró, né? Que é um... é ingênuo, é brincalhão. E ele acaba sendo humilhado muito por Bruna, né? Porque...
O Ciro, ele... assim, eles não se dão bem, mas ao mesmo tempo é aquilo, né? Aquele típico casal. Tem uma faísca entre eles. É, tem uma faísca, é aquele típico casal. De uma briga vai surgir um sentimento. E aí ele resolve conquistá-la, né? Pra ascender socialmente e tudo mais. Enquanto isso, a Luísa, papel da... De quem, gente, Luísa?
A Maria Cláudia, a Maria Cláudia, irmã da Bruna, ela se apaixona pelo Ciro, que vai ser disputado pelas duas irmãs, tanto pela Luísa como pela Bruna. E a Bruna é noiva do Júlio, que é o papel do Edwin Luís. Ele é o diretor da rede de cantinas da propriedade da família da Bruna, que é a mama Vitória, que vem ser avó, na verdade. Ele é avó da... Obrigado.
Da Bruna e da Luiz. A Mama Vitória é papel da Lélia Abramo e ela tem um filho, né? A Mama Vitória, o filho dela... Ela tem vários filhos, né? Ela tem vários filhos, né? Esse é um dos filhos. O Guido, após a... O Guido é o Mário Benvenuti. Mário Benvenuti. Mário Benvenuti. Após a falência da Cantina em São Paulo, ele vai morar no Rio com a família, né? A mulher Loreta, Renata Fronze. Renata Fronze, isso.
O cunhado folgado Gigi, que é o Light Morrone. E os filhos, né? Benito, Duda e Geninho. Benito é o João Carlos Barroso. A Duda é a Elida, a Lastorina. E o Geninho é um menino lá. Não seguiu com ele, então não importa. Não importa. Vocês não podem imaginar. Nem o que a gente falasse, vocês não poderiam imaginar o outro deles. Porque o povo quer que a gente fale dos personagens e dos atores. Mas enfim, vocês... É, eles querem que a gente fale dos atores. É imaginar na mente deles. Exato.
E aí, por sua vez, o Sorol acaba trazendo para o Rio a família nordestina dele, né? A mãe Donana, que é... Laura Cardoso. Laura Cardoso. A tia Lala Sereno, que é a Regina Maria Dourado. E as irmãs Mariana e Regina. A Mariana é a Tânia Loureira. Mariana é a Tânia Loureira. E a Regina é uma menina, não importa. Vocês vão lembrar dela. Mas, Sorola, vamos combinar.
O núcleo mais interessante da novela. Era o núcleo mais interessante da novela, mas eu gostava da Mama Vitória, era o meu personagem favorito. Eu não aglomava os capítulos que a Mama Vitória aparecia. Mas realmente, o núcleo nordestino... A gente vê... Se bem que assistindo a novela, a gente percebe que eles não têm o mesmo espaço que a família italiana acaba tendo na novela, né? Xenofobia? Pois é. Sei lá, gente. Não sei. Então eu tô apenas sugestionando, mas tem um espaço não mesmo, assim.
E aí eu acho que a novela é bom praxe entre essas duas famílias A rica, a rica família italiana Os pobres retirantes nordestinos E aí isso vai ficar muito evidente Porque o Geninho fica amigo do Soró E a Regina
também, e o Benito e a Mariana vão ter um romance assim como Laura Serena e o Gigi então as famílias acabam se misturando, se cruzando e a história da Lala Serena o pessoal comentava muito no Twitter elogiava a Lala Serena foi uma peçagem marcante na novela e na carreira da Regina Dourado
Isso, aí a Lala foi abandonada no altar e ela sofre de crises que atiram da realidade. Porém, em vez de se queixar da sorte, ela transforma sua história em vestes de cordel, que ela vai recitar na Feira de São Cristóvão, que é um conhecido reduto dos nordestinos ali no Rio de Janeiro. Então, acaba tendo grande destaque a personagem dela. Ah, rouba a fena!
Rouba a cena. Rouba a cena. Grande trabalho de Regiúda Maria Dourado, né, Sorela? Uma atriz aí que nos deixou precocemente, né? Tinha muito ainda pra entregar. Mas que desde os tempos, do início da carreira dela na televisão, né? Ela já se destacava, né, Sorela? Ela já enchia uma tela, né? Passava despercebida, né, Sorela?
Aí, senhora, eu amava o tema da Lala Serena, o tema dela. E a flágua veio a lua, com seus babados de vida. O menino mira, mira. O menino está mirando. No ar, súbito, como ouvido, a lua move seus braços. E mostra o lúbrico e pulo, seios de duro estânio. Foge lua, lua, lua, foge lua, lua, lua. Ela amava essa música quando tocava pra ela. Era um barato, Lala Serena.
Eu acho que a pessoa mais tinha vontade de... Mas tinha interesse quando eu ouvi dessa novela pela primeira vez. Quando o Viva e ele prisou. Ah, gente, vou conhecer ela lá serendo, que o povo fala tanto. É aquela coisa, Soraya. É uma típica novela das seis, né? É uma típica novela das seis. Não é aquelas novelas café com bolo que a gente costuma ver no horário.
Mas é agradável, é agradável, é delicinha. É uma novela que você assiste, você contempla e é isso. Tem umas cenas, tem cenas fortes, bem pontuais. Mas eu gosto, mas eu gosto. A abertura que é marcante, o sanduíche sendo feito, aquele pão em formato de coração. Nossa, aberturas que dão fome, né? Ai, eu vi aquela abertura e ficava, nossa, que delícia. E a música tema, sanduíche de coração.
Enfim. Ah, eu gostei da novela. Eu gostei. É uma novela delicinha.
Taledramaturgia, algumas curiosidades aí de bastidores, né? Cito que tem uma trama, essa trama do Ciro, lembra muito a do Antônio Maria, né? Na novela do Geraldo Vietri. É, o personagem tem um mistério e tal. Eu vi aquelas cenas e aí eu ficava, gente, porque eu não sabia, né? Eu realmente não sabia e também nem lembro se eu fui procurar na internet alguma coisa. E eu ficava, gente, mas por que esse mistério? Será que era a mulher dele e ela casou de novo?
Aí depois eu fui ter a corização, será que tem na internet a resposta? E aí que eu fui saber que era irmã, na verdade, enfim, e tal, aquela coisa toda. Mas sempre tem, né? O Negrão coloca um pouquinho de Antônio Maria nos personagens dele, né? Nos protagonistas dele, precisamente. Isso, e aí o Negrão inicialmente iria ambientar a história na cidade de São Paulo, né?
com tipos humanos que compunham a paisagem paulistana, o imaginário paulista, os imigrantes nordestinos, também o núcleo italiano, mas a Globo solicitou ao Negrão que a ambientação fosse no Rio de Janeiro. E aí ele acabou tendo que adaptar a sinopse. E aí tem um trecho dele para o livro Autores, Histórias da Teledramaturgia do Projeto Memória Globo, que ele fala o seguinte, abre aspas.
A Globo queria uma novela ambientada em São Paulo, então montei uma família italiana do Bixiga. Mas quando íamos começar a gravar a novela, não pudemos realizar lá. Como ir para o Rio de Janeiro, Simão Vitória, personagem de Lélia Abramo, tinha uma rede de cantinas napolitanas.
Realmente, que não faz sentido, né? Não faz sentido. Eu ficava assim, gente, como é que o cara lá tem a cantina em São Paulo e a cantina vai à falência? Não faz sentido, né? Porque é a cara de São Paulo, né? É a cara de São Paulo. E aí, ele continuou, né? As cantinas italianas não eram tradicionais no Rio. Sugeriram que eu transformasse os italianos em portugueses. Cheguei a fazer a pesquisa, mas vi que não tinha brilho. Então, refiz os capítulos. Pois é.
Ele que falou, gente, não foi a gente não, ele que falou. Não tinha brilhos portugueses. Então, refiz os capítulos iniciais mudando a família paulistana para uma chacra no Rio, fecha aspas. E aí a crítica do Ismael Fernandes para a novela, naquele famoso livro Memória, da telenovela.
O brasileiro diz o seguinte, fundindo duas sinopses, o autor apresentou uma obra com falhas na estrutura. Tinha-se planejado ambientar a trama com o núcleo em São Paulo e outra no Rio de Janeiro, mas problemas de produção impuseram a transferência total da ação para a capital fluminense. Assim, personagens tipicamente paulistas, como Mama Vitória, comandando a rede de cantinas, estavam ambientados no Rio.
e de fato foi isso. É, percebe-se, né, sorela, que realmente teve uma disparidade ali, ficou meio... Ficou esquisito. Hoje em dia, será que tem cantina italiana no Rio de Janeiro? Você, Jô, que já foi no Rio de Janeiro, você viu uma cantina italiana lá? Não falei de pizzaria, não falei de cantina, tem.
Você lembra? Você viu, Sorela? Se lembra? Hoje em dia precisa mais disso, né, gente? Hoje em dia, sei lá. Emendo o italiano da novela Terra Nostra e vai. Oé, o casco que tá aqui, a pizza de marguerita. Bom, isso foi exquisitíssimo, né, Sorela? Porque todo mundo sabe que o reduto dos imigrantes italianos aqui no Brasil, né, é o bairro do Bixiga.
É, é o Piaz, é a Moca, que é onde tem as grandes cantinas italianas, muitas com décadas de... A pizzaria da Mama, por exemplo, de A Próxima Vítima, era na Moca, né? Exato, a pizzaria da Ana, né, sorela?
Então, ficou esquisito aquilo, né? Ficou estranho. Não fez muito sentido, né, Sorela? Exatamente. Uma pergunta que acho que as pessoas estão se fazendo. Vocês comem pizza com ketchup? Não pode, na Itália não pode. Não, pizza, pelo amor de Deus, eu acho um absurdo. Eu, Sorela, eu vou concordar. As pessoas comem com o que quiserem.
né, Sorela? Se eu disser os meus gostos estranhos que eu tenho aqui, as minhas misturas culinárias que eu faço aqui na minha casa, né? O brasileiro matou os japoneses quando meteu sushi frito, né, Sorela? Aquele carioca, pelo amor de Deus, aqueles ali é uma facada, né? Cada vez que se frita um sushi, um japonês faz uma harakiri.
Nossa, Sorrela, morre um panda na China. Cada vez que faz isso, né? Morre um ornitorrinco na Austrália. Ai, gente, é crime. Os brasileiros fazem os crimes gastronômicos, né, Sorrela? Com a cultura alheia, né? É aquela coisa, né? As pessoas comem o que elas quiserem, da forma como elas quiserem. Mas eu...
bem gostosinha aqui né eu vejo bonitinha bem gostosinha eu não admito pizza com mais nada além do filete de azeite nada mais nada mais ai gente eu vou confessar a todos isso chama delegacia dos cremes de gastronômio eu vou confessar gente que quando eu tô comendo pizza assim as eu pego ketchup
coloco a maionese eu coloco a mostarda quando tem eu coloco e faz aquela pasta em cima e vai com aquela pasta em cima depois disso é nojento é para ela depois dessa declaração eu não tenho mais o que fazer nesse podcast com prazer até qualquer hora até nunca mais pelo amor não me uma maça não
não é isso agora ela só faz uma parte minha história aí eu fiz eu faço eu fiz a pastinha só ela eu fiz a pastinha mas hoje eu não faço mais isso encontrei Jesus e não faço mais isso é azeite quando tem porque tem por certo não coloca azeite só ela não tem azeite colocar óleo sim aqueles olhos e barato e coloca para dizer que a gente a gente conhece quando a gente põe
verdadeiro, né? Pelo amor de Deus. Mas eu fazia isso, Sônia, quando eu não era culturada. Quando eu não era culturada, eu fazia. Mas depois que eu aprendi como se deve consumir o prato local, aí é outra coisa. Porque a gente aprende, Sônia. A gente tem a boa vontade de ensinar. Tipo assim, quem nunca comeu um sushi? Gorfa, né? Porque ela tá pensando, ai, é peixe cru. Mas não, quando eu aprendi como se come, é outra coisa. A gente sobe melhor.
É uma maravilha. É. É porque... uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma uma
é porque falta agora esse povo já é uma assim posso encontrar o tema João calma já bota para o disparate eu contei o mesmo aconteceu e jogou a certa feita tem alguns anos aí eu espero que tenha ficado no passado certa feita estava eu né bem bem clipe de rock set com a minha cabeça nada no vidro do ônibus
Spending my time. Fome no ouvido, ouvindo minha musiquinha. Passe por uma rua perto da Universidade Federal aqui, aqui do Recife, perto da UFPE, numa daquelas ruazinhas que tem um monte de comércio, de restaurante lá, porque é um bairro movimentado, é um bairro da Universidade.
se não tiver comércio, restaurante não é bairro universitário, né? Aí, Sorela tinha lá. Hoje, Sorela só tá sentada, né? João tá sentado. Eu tô sentado e pronto pra condenar qualquer coisa. Hoje, sopa de sushi. Sorela. Meu Deus. Ah, não, gente. Não, não. Sorela.
Não terminou ainda não, não terminou ainda não, Sorela. Não terminou. Aí, Sorela, eu fiquei com aquilo na minha cabeça. Aí eu passei lá, fiquei uns dois dias depois e já não tava mais. Aí eu pensei, ah, deve ser aquelas sopas que eles servem em dias específicos. Vou voltar aqui e vou descer só pra ver o que é. Sorela, eu não fui na semana seguinte lá, não. Sorela, sabe o que foi que me... Eu vou descrever o que foi que eu vi. Sorela, imagina uma enchente. Aonde?
tudo foi alagado os móveis das pessoas saíram de suas casas estão levados por estourados estão boiando na água da chuva era algo daquele jeito é parecido destroços assim sabe uma coisa que o jeito que é isso nesse dia a civilização japonesa ela teve foi ali que eu disse não a humanidade precisa ser dizimada por favor
Gente, olha... Falando em sushi, quando eu fui para o Rio, tem duas situações envolvendo comida, né? A gente foi para um lugar... Ouvintes, ouvintes, calma que a gente vai voltar para o tema. Já volta. Já volta para o tema, calma. Já volta. Não fiquem nervosos. Não vão lotar os comentários da gente com coisa. Vai lá, Cazan. Desculpa te interromper. Prossiga.
E aí era rodízio. Eu nunca tinha ido pra um rodízio de sushi, não sabia nem que existia, né? Porque a gente é acostumado a ver rodízio de pizza. De churrasco. Churrasco, eu já fui também. Inclusive eu queria um rodízio de sushi. Pois é. Aí fui lá, só que eu não sei...
O que foi que eu coloquei? Eu não sei se tinha lá uma coisa que era com alga. Era uma coisinha verde. Eu era crispia. Eu não lembro. Gente, vocês acreditam. E lá era caro. Eu deixei um rim lá nesse restaurante. Mas eu não consegui comer. Tipo assim, minha amiga cobrou três, quatro vezes. Encheu lá a... O pratinho. O pratinho. Mas eu travou de um jeito que eu não consegui comer mais nada. Nem o refrigerante.
O surco tava descendo mais com esse negócio. Essa alga, esse... Você não é o que molechera? O negócio amargo. Eu digo, não. Eu fiquei com ódio porque eu queria, né? E sushi. Eu amo sushi. Mas aí é tanto que aqui tem. Aí eu já pergunto logo. Olha, não tem como é feito. Porque se tiver esse negocinho aí, eu não quero comer. E aí depois foi que eu vi que tinha, como você falou, essa parte frita, né? Tinha... Sim.
pastel, aí eu disse, ah, eu não vi, acabei perdendo. Os hot, né? Fui pra casa com fome. E aí outra vez a gente foi pra um restaurante árabe, lá perto do Jardim Botânico, né, do, enfim.
Vamos comer. E aí minha amiga também não soube me explicar. E eu abafando. Aí vou pedir comida árabe. Eu fui ler o cardápio e não entendi. Tinha lá uma parte. A moda Brasil. Gente, sabe o que foi que veio? Veio feijão. Feijão. Arroz. Batata. E carne. Tá brincando comigo? Não, não tô brincando. Fala sério. Um PF.
O PS chegou a comida dela maravilhosa. Mas não saiu, não saiu. Gente, mas saiu para o restaurante de beira de rodovia. Gente, quem diz a fura é esse? O prato dela, perfeito, ia abafando que ia chegar uma comida árabe, né? Com aquelas comidas que passavam em plune, né? Que aquele povo comia. Chegou o meu feijão com arroz, batata e carne dela. Eu fiquei.
Com ódio tão grande, eu botei uma tromba. Eu fiquei chato, eu não falava mais com ninguém. Pra mim, eu estava no Rio, estava me sentindo Helena, no Leblon, passeando, pensativa, linda, maravilhosa. Mas depois de ter uma tromba, ela passou bem lindamente.
Aí eu disse, gente, não, não acredito. Ela disse, olha, agora a gente vai outro dia lá, que eu quero comer comida árabe. Aí tinha um restaurante perto, né? A casa dela aí no outro dia a gente foi. Eu deixei cem reais lá, eu acho. Mais cem reais, porque eu comi tudo que tinha direito. Que era self-service de comida árabe. Tudo que eu nunca tinha experimentado, eu experimentei dessa vez no restaurante. Mas comi comida. Finalmente, né? Um final que eu fiz uma história triste. Deliciosos, doces árabes.
são deliciosas, que eu pedi sobremesa também, claro. Enfim, comi tudo. Aquelas comidas, aquela... o pão, né? O pão. Eu tenho uma historieta também com relação a isso, né? Eu tinha um amigo que ia fazer também aniversário no mês de maio, então a gente fazia aniversário muito próximo. Eu numa semana, ele na outra. Então a gente sempre saía para comemorar os nossos aniversários, num restaurante e tal. E aí um dia a gente foi numa churrascaria Rodízio.
Ah, eu quero o rodízio. Vamos. E é assim, eu não tenho problema de gastar dinheiro. Mas gastar dinheiro com comida ruim, nossa, gente, eu sofro. Eu fico remoendo aqui por anos. Ai, sorela, acho que é uma coisa que eu falo muito, sabe? É isso. E que eu também não tenho problema, sorela. Eu não tenho problema de gastar dinheiro.
Eu sei o que é cozinhar, porque eu cozinho aqui em casa, eu faço umas coisinhas mais elaboradas, de vez em quando também, né, Sôrela? Porque também todo dia não dá. De vez em quando eu faço isso. O trabalho dá, eu sei o quão satisfatório é você comer uma comida boa. Uma comida boa. Porque eu sei que quando eu quero fazer uma comidinha melhor, eu sei quanto é que eu gasto dentro de um supermercado, né, com ingredientes disso e ingredientes daquilo, né, Sôrela? Então eu não vou ser louca, né, de querer comer bem por um valor ínfimo.
né pelo amor de Deus mas só é da hora que você pagar caro é triste
comida é de ódio. É de morrer de ódio. E assim, você sabe que rodízio não é barato. Um rodízio, por meio de 100 reais, você não acha? É muito difícil. Mesmo assim, duvide. Duvide. Fica assim, alerta. Você acha que está economizando, mas na verdade... Enfim, eu fui lá na churrascura, fui lá na churrasaria e tal. E assim, quando eu vou num rodízio, eu tenho que ter uma preparação. Eu não como nada durante o dia. Nada. Porções mínimas para guardar espaço, specificamente specificamente specificamente specificamente specificamente specificamente specificamente specificamente specificamente specificamente specificamente specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific
fome a ser saciada naquele momento. Fiz meu ritualzinho só à base de água. E aí, o que acontece? Fomos comendo e tal, porque tem uma receita pra você comer bem no churrasco. Você não coloca arroz, você coloca saladas e tal. Porque vai dando espaço no seu estômago.
Nossa, meu irmão um dia foi um rodízio, ele botou arroz, feijão, salada, não sei o que. Menino, não vai comer mais. Tu vai comer só um prato e vai gastar cento e tantos. Dito e feito. Não consigo comer mais nada. 1 kg de arroz no prato, tá louco? Tá doido? Isso aí a gente come em casa. Tive que repreender, né? E aí, eu vi que tinha uma banca, uma tábua de comida japonesa. Eu nunca tinha comido comida japonesa, mas sempre tive vontade.
Aí eu olhei o sushi, estudinho e tal. Não tinha lá uma pessoa fazendo. Tava lá a tábua exposta. Aí vou pegar o sushizinho aqui pra provar. E provei, gente, a coisa mais horrível da vida. Mas não é horrível porque era ruim. É porque, sabe, uma coisa mal preparada? Eu não sei se aquela tábua tava exposta há muito tempo. E reações químicas fizeram alguma coisa no peixe, alguma coisa e tal. E tava muito ruim.
E eu não queria... E eu tive que cuspir, né? Porque não dava. Mas a vontade não tinha passado. Ai, gente, horrível. Na minha cabeça o peixe tava podre, sabe? Porque eu não vi a troca de sushi, trocando, repondo. Tava lá. Tava lá. E aí, um tempo depois, com uma prima minha e tal, a gente foi comer alguma coisa numa...
comer alguma coisa e ela pediu e ela pegou comida japonesa. Ai, eu tenho vontade de comer, mas eu não tinha uma experiência muito ruim. Sabe que é bom? Ela me ensinou como é que come, gente. É assim, você faz assim. Pra quem nunca comeu, você começa no hot, que são os fritinhos. Você vai comendo, você vai provando, você vai sentindo na boca o sabor.
acabou e aí ela que me ensinou a comida japonesa hoje em dia eu como de tudo eu como de tudo é mais naquela experiência do rodízio que eu tive eu digo nossa se eu fosse uma pessoa mais assim eu não teria repetido agora uma comida que eu não tenho vontade de comer nunca me atraiu comida chinesa nunca me atraiu a comer mas enfim né experiências
Até um sanduíche pode ter um valor adequado. E aí, voltando para o tema, gente. Vamos voltar para o tema. Vamos voltar para o tema da novela. E diz, né, gente, que o núcleo da família italiana era o preferido do público, né? A família da Mama Vitória. Era a preferida do público. E mesmo para mim, era o meu núcleo preferido. Tanto que quando a novela foi vendida para a Itália, o título da novela não foi pane, pane, bacio, bacio. Não foi. Foi Mama Vitória.
o título da novela. E realmente, na época da novela, postaram no Twitter o logotipo da versão italiana, ele tava lá, Mama Vitória, dentro do coração lá, do sanduíche. E o Negrão conta que pra se inspirar na construção da família italiana, foi baseada na própria família. Lembra que a gente falou que a família da mãe do Negrão era a sentença italiana? Daí, vem daí, né? Tanto que o sobrenome do falecido marido da Mama Vitória, que era Junquete, era o mesmo do avô materno do autor da novela. specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific
Então, ali teve uma inspiração familiar na trama. E não que eu não gostasse da família nordestina, não é isso. Mas, pra mim, era mais interessante dramaturgicamente ver o núcleo italiano, né? Aquelas coisas que a gente é acostumado a ver em trama italiana, né? O povo gritando, falando alto. Bora, mandiare, mandiare e tal, não sei o quê. Enfim. E a Lélia Abramo é uma presença, né, gente? A Lélia Abramo é uma presença. Era uma presença até um pouco... Quem não tem muita novela com ela...
a ser resgatada, né? Então, eu conheci a Lélia Abram mesmo nessa novela. Então, foi um prazer para mim o único da novela. Tá aí, cadê a novelinha vertical Mama Vitória? Eu quero, eu assistiria. Ai, gente, o Globo Plane nunca vai fazer isso, mas enfim, eu veria. Eu gosto muito.
E aí você falou aí da Lélia Abrão também, os destaques que a gente já comentou aqui, além da Regina Mário Dourado, com Malala Sereno, Arnaud Rodrigues, que conquistou o público, e principalmente o público infante-juvenil, como o Sorol. A Elizabeth Savala, que viveu uma anteroína depois das muitas mocinhas que ela havia interpretado na televisão, porque a Bruna era mimada, arrogante, enfim.
acabou sendo um dos destaques. E a Maria Cláudia também, que depois dessa novela, ela teve um problema, um problema nas cordas vocais, que acho que foi uma doença que deixou ela afônica. E aí ela passou 13 anos afastada e só foi voltar.
de novelas lá em 92 na novela Deus nos acuda e a Maria Caldas foi uma das atrizes que muito bonita nos anos 70, muito requisitada fez muitos trabalhos, mas ela só voltou em 92, eu acho que depois ela passou um tempo também afastada eu lembro dela retornando na Record nos anos 2000
Dois mil e diante, né? Que ela fez Caminho de Coração, fez Amor e Intrigas, aí depois fez Uma Rosa com Amor no SBT. É, passou a diminuir mais a presença dela, começou a ser mais rara, né? Na televisão. E ela tá aí, gente. Tá aí, tá ativa, só que em televisão a gente realmente não vê mais. Aí acho que as pessoas questionaram, por que a gente não colocou a Maria Cláudia como rainha? Por isso, gente, que ela ficou muito tempo ausente. E aí... Mas é linda. E a gente percebe na novela que a voz dela tá diferente.
A gente percebe na novela que tem uma dificuldade ali na hora de falar os textos e tal. Percebe-se. Comparando com uma novela com uma produção anterior, e vi o Pompom Beijo Beijo, eu perguntei que ela estava com uma voz um pouco diferente. Mas, enfim, quando você fala da Bruna, que é uma espécie de anti-heroína, gente, para mim, é uma vilã mesmo. Desculpa. É uma vilã. Arrogante, prepotente. E, na verdade, quando a gente fica sabendo que a Elizabeth foi convidada para fazer a Luísa,
Que era a mocinha romântica Vamos dizer assim E ela trocou Não, deixa eu fazer a Bruna Eu nunca fiz uma vilã na vida Porque naquele tempo Ela não tinha essa coisa de anti-heroína E ela pediu para fazer E trocaram E ela assumiu a Bruna E naquelas comunidades do Orkut Onde fica falando de novela antiga A gente que assistiu a novela Fala, ah, tem essa cena e tal Porque, e...
a pessoa descreveu a cena final da Bruna, né? Porque depois que ela é desmascarada... Porque tem aquele momento que a vilã é desmascarada pelo Sousa, né? E aí ela é praticamente julgada pela família, a cena é forte, né? E a mama Vitória era líder daquela família.
E aí, a cena final é que ela é praticamente abandonada por todos os homens que a amavam, né? O Ciro, o Júlio. E o final dela é ela abandonada na chuva, né? Ela na chuva tocando o tema dela, né? E ela correndo na chuva, porque a Bruna gostava de correr, né? Ela gostava de correr. E aí, a cena final dela é essa, na chuva, sozinha, correndo. E tocando...
Don't make me wait, don't tell me lies. Enfim, dramática, né? Que final de vilã, quando ela não morre ou fica louca, tem que ficar sozinha naquela cena bem drama, né? E aí é isso. É uma novela gostosinha, gente. Uma novela que você vê tranquilamente. Ah, uma novela que tem tantos arroubos, né? Tem um núcleo jovem, né? Enfim.
É interessante a novela. É interessante a novela. Eu gostava de assistir. E uma curiosidade da novela também é que Pompom Beijo Beijo foi a primeira novela a ser escrita com o auxílio de um computador, né? De acordo com uma reportagem da revista Veja, da época era um Apple. Mas não tem mais especificações sobre qual modelo era, enfim. Mas foi a primeira novela escrita por computador e não por uma máquina de escrever, né?
Interessante. Curiosidades interessantes. Tássia Camargo, fazia a Nina, que era uma menina que era filha da empregada da família da Mama Vitória e que se fingia de rica, quando ela conhece o personagem do Paulo Guarnieri, né? Que também se finge de rico e ela é filho do porteiro. E aí aquelas situações, né, Sorela? De um fingido pro outro que é rico e tal. Ai, me deixa aqui e tal. Aquela coisa toda, né? De novela.
A trilha sonora, né, Sônia? Tema de abertura, sanduíche de coração do Rádio Táxi, né? Que eu já comentei aqui. Na trilha internacional, que tinha como sucesso Total Eclipse of the Horse, da Bonnie Tyler, que era o tema da Tânia Loureiro. A Tânia Loureiro é engraçado, né, gente? Ela era da família nordestina, mas ela não tinha sotaque nordestino, né? Ela tinha aquela voz mais grave dela, enfim, que ela fazia secretária das cantinas e se apaixona pelo Júlio, que era noivo da Bruna, né? Tem um rolinho e toca a música. Turn around.
Quem mais tem de música que os marcantes? Tem First Love, da Nica Costa, que a gente conhece aqui no Brasil como Meu Primeiro Amor, de Sandy Júnior. Meu primeiro amor, pegue minha mão. Nossa, tocava muito pra ele dar uma historinha nessa música, porque ela descobre que ela é apaixonada pelo primo. E aí, aquela coisa, ai, primo com primo não pode. Enfim, né? Eu gosto da trilha internacional da novela também.
E é isso que dá para falar. O jogo quer falar mais alguma coisa de pão-pão? Não, ele não quer falar. Então, vamos para a próxima novela, gente? Livre para voar, exibida entre 17 de setembro de 84 e 13 de abril de 85. Em 184 capítulos, escritos e 179 exibidos, né?
novela das seis, da Globo também. Novela escrita em colaboração com Alcides Nogueira, dirigida pelo Wolf Maia e pelo Fred Confalonieri, com direção geral do Wolf Maia. É livre pra voar, conta a história do Pardal, que é papel do Tony Ramos, que chega, que é um homem misterioso também. Tem um queijo mistério no Pardal.
Ele chega na cidade mineira de Poços de Caldas, ele esconde o nome verdadeiro dele, o passado dele, fica amigo do Pedrão, que é o maquinista da estação perroviária da cidade, e na viagem conhece o menino Gibi, que é um garoto fugitivo de um orfanato e levou para morar consigo no vagão. Ah, é isso que a gente fala nos atores, gente. O Pardal era o Tony Ramos, o Pedrão era o Elias Glazer, que estava estreando na Globo com essa novela, e o Gibi era o Fernando Almeida, né? Que o famoso por ter feito o Gildo em Vale Tudo, enfim.
E aí o Pardal era fazer esculturas de ferro velho. Ele era artesão e fazia essas esculturas. E nesse meio tempo ele conhece, se apaixona pela doce Cristina, papel da Carla Camurati, que era uma simples copeira em uma fábrica de cristais. Mas o que Pardal não sabe é que Cristina também está ocultando sua verdadeira identidade. Dessa vez a gente tem dois personagens misteriosos. Só que a Cristina não é tão misteriosa assim, pelo menos...
Para o público, não. A Cristina, na verdade, era Bebel, filha de JJ, que era o dono da tal fábrica de cristais. E a Cristina, depois que o pai morre, a Bebel volta ao Brasil para tomar conta dos negócios. E como ninguém conhece a Bebel, ela se infiltra na empresa como copeira para testar a integridade dos seus funcionários. Então, por isso que ela se disfarça como a copeira Cristina.
E nesse meio tempo, o Pardal conhece a Cristina e se apaixona por ela. Enquanto isso, a Bebel também é assediada pelo Danilo, o papel do Carlos Augusto Strasser, que é um carinha escrupuloso. Enfim, o vilão da novela, né, gente? É o vilão da novela. E o Danilo também tem um relacionamento doentio com a Helena, a amiga de infância da Bebel. A Helena é interpretada pela Dora Pelegrino, que é uma das melhores personagens da novela, diga-se de passagem.
E aí quando o Pardal descobre que a Cristina não é Cristina, que a Cristina é Bebel, ele rejeita. Aí o gente, mas que palhaço, ele faz a mesma coisa e rejeita a moça porque ela faz a mesma coisa que ele? Que ódio. E quem é Pardal, gente? Pardal, na verdade, se chama...
Paulo Alberto Ramos de Almeida Lima. Se você pegar as igrejares dos sobrenomes, forma Pardal. O Pardal é um arquiteto que é perseguido por um crime que pensa que cometeu. E aí ele se refugia em Poços de Caldas. A mesma coisa do Ciro de Popão Beijo Beijo. Quase a mesma coisa do Antônio Maria, gente. Quase a mesma coisa. Enfim. Sorela assistiu o livro para voar no Globo Play quando entrou? Sorela?
E assim, gente, porque assim, quando a gente não conhece a novela, a gente tem uma ideia sobre ela, né, João? E realmente é uma novela gostosinha. É uma novela bem interiorana, né? Geralmente, novela da essência, essa coisa mais interiorana, né?
Enfim, mas é uma novela que tem um roteiro muito frágil. Essa parte, inclusive, do Pardal, da Bebel, fingindo, escondendo o passado, etc. Ai, tem uma hora que chega a ser tão desinteressante, sabe? E de acordo com a sinopse original, né, João? A protagonista da novela, de fato, era a Bebel.
A personagem feminina era a personagem central. Tanto que a novela tinha outro título, né? Chamaria-se Abelha Rainha, né? A Carla Camurati, que seria a protagonista. Só que, como a Globo escalou o Tony Ramos para a novela, e o Tony Ramos é o Tony Ramos, né? Era um dos principais galãs da época. Então, o Negrão teve que se virar para criar uma trama substancial para poder...
é justificar a presença do Tony lá né então ele criou esse próximo pardal o cara misterioso e tal para ele né E aí o tanto que o Negrão afirmou em 86 no Jornal do Brasil abre aspas mas aí escalar o Tony Ramos e nesse caso o Tony seria o principal
né a Globo colocou o Tonho para ser uma espécie de chamariz para novela né E aí ele continuou tive que girar todo o eixo da novela para o personagem masculino o pardal fecha aspas E aí aquela coisa que a gente fala né que ele recorreu aos três que já usou anteriormente como Pompom beijo beijo a novela anterior dele
Ele foi pegando coisas que ele já tinha usado anteriormente, o entrecho do Pardal, que lembrava muito do Ciro, que por sua vez era uma coisa também do Antônio Maria. Foi a novela do Geraldo Vietre que o Negrão tinha colaborado. O Ministério do Rússio.
Exato. Assim como em Pompom, Beijo Beijo, onde o protagonista tinha um parceiro, no caso do Ciro, o Soró, aqui o Pardal tinha o Gibi, tinha o Gibi, que fazia aquela dupla. Soró, não assistiu no Globoplay? Soró, é lá. Seu Videsco, eu vi, amor. Você é chato.
Ah, e comparando com Pão Pão Beijo Beijo é um pouquinho mais chata mesmo, eu confesso. Não é uma novela assim... Assim, tem todos os elementos que Pão Pão Beijo Beijo tinha. O núcleo jovem, que tinha umas tramas próprias, o protagonista, a mocinha. Eu acho a vilã Helena...
A melhor personagem da novela. Que ela começa bem vilã, né? E depois ela vai enlouquecendo. Ela vai surtando. E fica maravilhoso, sabe? Fica muito interessante. Fica muito interessante. E a censura também agiu na novela, né, João? A censura também implicou com uma certa trama lá na novela, né? A trama do Álvaro, o personagem do Ednei Giovenazzi. Que era o alcoólatra da vez, né?
Exato. E aí, de acordo com o escritório do Claudio Ferreira, no livro Beija a Mordaçada, censura as telenovelas durante a ditadura militar, os produtores pediram revisão de cortes feitos em quatro capítulos e argumentaram, abre aspas, o propósito da história é de passar ao público uma mensagem positiva contra o vice de Bebê. Também informaram que o autor Walter Negrão estava sendo auxiliado pelos alcoólicos anônimos, o AA.
E aí outro ofício registra que Negrão prestou esclarecimentos por telefone à censura relatando como seria o desfecho do processo de recuperação do personagem alcoólatra. Só assim esta parte da trama pôde ser finalizada. Quer dizer, os censores implicaram com o fato do personagem ser alcoólatra, bebê, enfim. E aí o Negrão teve que se explicar. E o que eu ia comentar anteriormente quando eu tinha caído, lá em Pompom Beijo Beijo, a censura também...
ou com um personagem, dessa vez com um personagem homossexual, Eddie, que era interpretado pelo Valde Amand. Ah, é verdade! É verdade!
em um salão de beleza do condomínio, onde moravam os personagens. E o Walter Negrão teve que tirar o personagem de cena, lá no capítulo 45, dizendo que ele ia viajar e no lugar dele deixou uma nova gerente e ele nunca mais voltou. Nunca mais voltou. A gente não pode bicha na televisão, na obra não pode. Aquele movimento que elas fazem com a mão é muito perigoso. É muito perigoso. Então não pode ter as viadas lá.
E a Carla Camuratti também falou na biografia dela, um livro, Carla Camuratti, Luz Natural, do Carlos Alberto Matos, da coleção Aplauso, que está disponível gratuitamente para quem quiser ler, só ir lá no site da Impressa Nacional e baixar e ler tripulamente. Ela sofreu um bocado dessa novela, ela relata o seguinte, abre aspas, Minha personagem era Bebel, que se disfarçava de Cristina.
Pelo jeito, ninguém gostava da Bebel. Segundo o Ibope, o público adorava a operária e detestava a milionária. A Bebel teve que ficar muito burra e ser muito humilhada para sustentar a novela. Pior que é verdade, gente. Pior que é verdade. A Bebel era insuportável mesmo. Ai, você lembra daquele meme que... Aquela cena da Bebel desmaiando do nada, caindo que nem uma jaca podre do chão? Gente, essa cena é muito engraçada. É uma cena tensa, mas eu ria porque ela cai do nada.
Ela cai do nada. Ai, ai. Nesse tipo, ela continua, nesse tipo de trama, o problema da heroína é que ela tem que ser sofredora e constantemente burra. Eu não importava ter que dar tantas gafes. Devo ter enlouquecido o autor Maltenegrão. Mas nem tanto, né, Carla? Porque você trabalhou com ele depois, né? Acontece. Acontece.
Que um dia você vai cair e eu só vou ficar esperando a hora de você cair! Gente, a In Conexão deu uma caída que, nossa... A novela era tão ruim nessa série aqui, nossa... A Conexão caiu, gente. A Conexão caiu, mas enfim, né?
Tem gente que... Mas é uma novela que tem gente que ama, tem gente que... Mas realmente, vendo novela, era difícil torcer na história, né? Pelo pardal, né? Porque, nossa, gente, o homem fica tóxico, ele fica chato. A pior parte pra mim da novela foi quando... Porque no decorrer da novela, ele casa com a Bebel. No decorrer da novela.
E aí, se eu só me lembro direito, ele tava bêbado, eles transam, só que ele não lembra que eles transaram. E aí, acusando, maltratando ela mal, ignorando, eu digo, gente, moço, foi você que comeu a mulher, cara. Que homem chato. O Pardal era, meu Deus do céu. Olha, difícil torcer, viu? Foi difícil, uma novela complicada.
É aquela coisa, a gente tem que lembrar que, ai, são coisas da época, sabe? Ai, nossa. Mas é puxado, viu, Sorela? Foi puxado. Pão, pão, dois beijos era mais gostosinha nesse sentido. Era mais gostosinha nesse sentido. Mas o livro pra voar, nossa. Complicado, viu? Foi complicado. Mas eram coisas da época, né, gente? Coisas da época do livro pra voar, acho que você ia comentar isso, quando caiu, que trouxe muitos...
artistas, né? É, muito desigualdizantes, né? Exato, a primeira novela do Rodolfo Boutin, da Denise Milfom, da Guida Viana, da Dora Pelegrini, que inclusive ganhou o prêmio de revelação da PCA, da Cássia Kiss, que a Cássia só tinha feito anteriormente, uma participação em Caracara, da Bandeirantes, do Alexandre Frota, que ele anteriormente...
tinha feito só uma participação em Verida Tropical, e também a estreia do Tiago Santiago, que muita gente conhece das novelas, o autor de Mutantes, da adaptação de 2005 da Escrava Isaura, mas ele antes de se tornar escritor de novelas fez... Ele era ator, né? Ele era ator, né?
Tava no lado oposto, então ele fez a Livre pra Voar. Acho que tinha até uma foto, né? Muito famosa dele, acho, de barba, né? É, porque ele tava de barba na novela. Ele tava de barba na novela. Nossa, um personagem chato, né? Porque ele era o filho caçula do Elias Glazer. Um adolescente querendo ser adulto. Basicamente, era esse o personagem dele. Aí o personagem, o ator que você falou, que era o... ... ... ... ...
O Antônio Santiago Santiago, gente, quem era que você falou? Ah, o Alexandre do Frodo. Alexandre do Frodo vai fazer o gostoso burro. Ele fazia o gostoso burro. É... Cecílio, o nome do personagem. A Cassia Kiss tinha uma personagem interessante, que era a Verona, né? Que ela era a chefe do... Da República das Meninas, né? Da República das Meninas.
E aí, no decorrer da novela, ela se envolve com o personagem do Carlos Augusto Strasser, um relacionamento bem tóxico também, que ele promete casar e não casa. A personagem já tinha sofrido uma desilusão, porque ela tinha sido apaixonada pelo personagem do JJ, que era o Jorge Doria, que morre no primeiro capítulo, ia casar com ele, e fica uma mulher meio amarga e tal. Uma personagem interessante, uma novela das seis. Uma personagem bem interessante.
E a Manovela fez sucesso na época, né? A trilha sonora é bem interessante, né, Sorela? Tem Joana cantando recado. Mandei um recado pro meu namorado dos classificados de um grande jornal. Tinha Erasmo Carlos com Sementes do Amanhã que tocava.
de teto essa música que era o tema do Pardal com o gibi eu nem lembro mais da lenda mas tinha as crianças cantando outra que tocava muito Pardal era o semente de tudo do Zé Geraldo gente Zé Geraldo nossa Zé Geraldo não me lembro daquela música Sarela cadê tá vendo aquele prédio moço ajudei a me levantar
Ah, outra música tocava muito não, velho. Tic Tic Nervoso, da banda Magazinha, que é a mesma que cantava o tema de abertura de A Gata Comeu. Veneno, da Marina, né? Veneno, não me beijem, que eu tenho veneno. Esses seios têm todo o veneno, que você chama amor. Que era o tema da vilã Helena.
Uma trilha gostosa. Uma trilha gostosinha. A Internacional tinha mais hits, né? Tinha o Drive the Cars. Tinha George Michael com o Catalyst Whisper. Tinha a Germaine Jax com o Do What To Do. Enfim, uma trilha gostosa também. Tocava bastante na novela a trilha sonora. Mas a gente pode ir pra próxima novela, né? A gente pode ir pra Direito de Amar.
novela exibida entre 16 de fevereiro a 5 de setembro de 87, 172 capítulos. Essa eu ouvi, Sô. Novela 16 da Globo. Muitas pessoas falam que Direito de Amar é a obra-prima do Walter Negrão. É uma novela muito querida pelo público da época.
Mas eu assisti com manha no vivo. Nada, o vivo falecido, viva. É uma novela baseada na radionovela A Noiva das Trevas, de Jeanette Clare, escrita com Alcides Nogueira, Marilu Saldanha e Ana Maria Moretzon, com direção de Jaime Monjardim e José Carlos Pieri. Direito de Amar se passa na virada do século XIX para o século XX.
contava a história da Rosália, personagem da Glória Pires, que por conta de uma dívida, o pai dela, o industrial Augusto Medeiros, que eu não sei quem é o personagem, não sei quem é o personagem, quem é o autor, quer dizer, ele se viu forçado a casar a única filha, que é a Rosália, com o temível Francisco de Monserrat, papel do Carlos Vereza, que é um banqueiro autoritário, o vilão da novela.
E só que a Rosália, antes disso, ela tinha se apaixonado pelo Adriano, um médico recém-formado que conheceram no baile de máscaras do Réveillon do ano de 1901, sem saber que Adriano, na verdade, era filho do Senhor de Monserrat. Olha só, Adriano que era interpretado pelo Lauro Corona, que já tinha feito par com a Glória Pires anteriormente em Dancing Days. Enquanto isso, o Senhor de Monserrat mantém sobre seus cuidados a Joana, filha de sua falecida...
esposa, tida como louca. A Joana era interpretada pela Italanandi, não era isso? Irmã. Você falou filha, mas é irmã. É irmã? Desculpa, gente. É irmã da sua falecida esposa, tida como louca, presa no quarto de sua mansão. No final, você descobre que Joana, na verdade, era Bárbara, irmã gêmea e mulher do seu nome de Montserrat, que todos julgavam que tivesse morta. A farsa é desfeita com a chegada da verdadeira Joana, que vivia na França, como sob outra identidade.
a cortesã Nanete. Enquanto isso, Monserrat ainda tem que enfrentar o seu antigo rival, o médico Jorge Ramos, papel do Carlos Ara, com quem disputaram a Bárbara no passado. O Jorge Ramos exerce grande influência sobre Adriano, inclusive em sua escolha profissional, e está disposto a desvendar o mistério que envolve Joana e a suposta morte de Bárbara. Adriano, por sua vez, foge do cerco da interesseira e ardilosa Paula, papel da Cícero Guimarães, outra vilã da novela.
Prima de Rosália que cria várias artimanhas, vários estratagemas para forçá-lo a se casar com ela. E aí, sorela? Conta sua experiência sobre o direito de amar. Eu não assisti na época que passou no Viva, mas está na minha lista para ver futuramente. Eu me lembro de ter visto trechos dela, alguns capítulos, mas vale a pena ver de novo, quando ela foi reprisada.
anos 90, por aí, começo dos anos 90. Mas eu não acompanhei assiduamente a novela. Era criança, né, gente? Criança não liga muito pra novela. Mas quanto, Sorela, suas experiências com o direito de amar? Gosto, Sorela. Me agrada. Foi uma experiência muito boa. Mas eu acho que a minha mãe gostou mais do que eu.
Porque chega um determinado momento em que a história anda em círculos, né? Eu acho que é muito capítulo pra pouca história. Mas aí é aquela coisa, Sorela, você já tá preso na história, né? Naquele drama, que é dramalhão, né, Sorela? Eita, como a Rosália chora, Sorela. Eita, ali chora, viu? História de casamento, a força, que não tiver mocinha chorando.
Ela nunca zoou a força. Ela nunca zoou a força. É verdade. Mas tem ali a personagem da Italamanda, que é interessantíssima. A personagem da Cristina Prochás, que também é muito boa. A trilha sonoradera, a Cláudia Arcan, que é muito boa. A Cláudia Arraia. Ai, gente, Cláudia Arraia cantando a música, gente. A fada noturna, né?
Isso, é. Eu gostava muito da personagem da Iolanda Cardoso, que era ótima, Sorela. Iolanda Cardoso. Aí tinha ali o núcleo do padre, né? Com aquelas meninas na jaratureta. Daniela Camargo. Era Daniela Camargo? Não. Priscila Camargo. Priscila Camargo. Priscila Camargo. Nossa, gente. Quanto tempo que a Ana de Novo e Priscila Camargo. Então, eu gostava. Romulo Arantes, belíssimo, Sorela. Lindo, gente.
gente. E o elenco bom, gente. Tinha Esther Boyce, tinha Célia Helena, Suzana Faini. Um minuto de silêncio para beleza de Romulo Arantes. Sorela, o que era aquele homem, Sorela? Ai, gente. E em traços de época ainda, né, Sorela? Nossa. Em traços de época, só com aquele bigodão, sabe? Só imagina aquele bigode roçando certas partes.
Ai, eu comecei a imaginar aqui, Sorela Ai, meu Deus, calma, calma Gente, é errado desejar um falecido, gente É errado Ai, Sorela, Sorela, coitada de mim, né? Enfim O elego é bom, Sorela São os galãs da nossa época, gente Desculpa São os galãs de quem não conhece Romulo Arantes Conhece só o Romulo Arantes Neto Ih, gente, desculpa Com todo respeito ao Romulo Arantes Neto Mas não chega nem ao... Nada contra, mas
Nada contra, mas... Nossa, gente. Nossa, o Romulo Arantes dava assim, 10 a 0, viu, ali? Enfim, Sorela, um hélico muito consistente, né? Um hélico muito bem escalado. Eu acho que o Carlos Vereza nunca foi um ator que eu gostei, mas eu acho que ali só cabia ele dentro daquele papel, né?
Aí tem o Carlos Zara, né? A Esther Góes, num papel também muito bom. A Leonor, né? A mãe da Rosália, né? A Suzana... Ou era a Suzana Faíne? Nem lembro mais, meu Deus. Não, a Suzana Faíne fazia empregada, a Suzana Faíne fazia Mercedes, era isso mesmo. Fazia empregada que era apaixonada pelo Montserrat, né? Tinha... Ai, meu Deus, eu esqueci o nome dele agora.
Um que era dublador, era Ode Casarré, que fazia o padre, o Ode Casarré, que chegou a dublar até alguns personagens de Chaves, de Chapolin, né? Aí tinha lá Luisa Terrer, Rosana Garcia, Ana Jara Tureta, Priscila Camargo, né? Que eram as meninas que moravam lá com o padre e tal, as sobrinhas dele, acho que eram as sobrinhas.
Enfim, era um hélito muito bom, acho que muito bem escalado, a história era muito boa, Lauro Corona, belíssimo, acho que um dos maiores galãs mesmo que a Globo já teve, é uma pena ele ter falecido tão jovem, mas eu acho que, para quem gosta de novela de época, água com açúcar, aquela coisa mais...
que não se incomode, drama lenta e tal, eu acho que vai ser uma boa pedida. Eu acho que com a minha mãe, eu gostei muito, era uma história que ela queria muito ver e foi uma excelente experiência, sabe? Acho que vale a pena conferir a novela, né? Como a sorela falou, quem diga que é o melhor trabalho do Walter Negrão e pode ter sido aquele que eu mais gostei, porque eu acho que eu gosto de... Tem dois outros que eu gosto mais, mas com certeza...
Em que acho que de qualidade, eu acredito que esse teclado seja o melhor. É que eu gosto e eu tenho outros dois, mas de qualidade, realmente, Direito de Amar, ele tá acima dos outros, assim. Eu tenho muita vontade de ver essa novela. Eu vi dela, foi só no video show, né? Cenas, tudo o tempo, alguns vídeos. Eu acho que ela já foi até aquele novelão do video show. Novelão, eu acho que eu vi o novelão.
Tenho muita vontade, curiosidade. Não sei se esse ano eu verei, porque tem outras na frente, mas você falou do Carlos Vereza, que realmente é o grande nome, apesar do elenco todo ser muito bem escalado, mas o vilão dele, o Seu Edmond Serrat, foi tão marcante que agradava o público feminino.
porque ele fazia de um jeito que é um charme uma malícia e aí o público começou a torcer por ele não pode, né gente? Nova Lada e Seja acho que ficou encantada com o charme, com a beleza vamos dizer assim, do Carlos Vereza e começava a mandar cartas apaixonadas pra ele querendo casar com ele é, mas a gente vê que
E aquele moço lá, o maníaco do parque, as mulheres mandavam carta pra ele. É, gente, acontece. Enfim, né? E aí o negrão começou a intensificar as maldades do Montserrat, né? Ele começou a fazer muito mais maldades, eu acho que chega até a sequestrar ela no final. E aí ele recebeu o prêmio da APCA de Melhor Ator de 87, né? Por conta do papel. E na última cena, né, tem uma disputa dele.
O Jorge, o doutor Jorge, que é o Carlos Zara, eles se enfrentam num duelo de armas. A cena do duelo. A cena do duelo, é verdade. Uma cena muito marcante, mas aí, apesar de ser excelente atirador, o vilão se deixa matar, né? Se deixa matar e essa sequência é inspirada no filme, no filme não, no romance, A Montanha Mágica, do Thomas Mann, e entrou na novela por uma sugestão do próprio Vereza, né? Então, aí...
Assim, ficou muito marcado ele. Por muito tempo era um dos maiores vilões da telenovela, acho que ainda é. E uma coisa que eu acho curiosa que você comentou aí é A Noiva das Trevas, né, que é uma radionovela que inspirou Direito de Amar, né, da Janete. Inclusive o título da novela ia ser A Noiva.
E aí a história original se passava em 1800, foi inspirada na vida da avó Dias Gomes, e para sua novela, Walter Negrão sustentou nomes e personagens batizados por Jeanette, como Francisco de Monserrat, mas alterou o século. A trama de Direito de Amar tem início na virada do século XX, passagem para 1901.
E a radionovela Noiva das Trevas narrava a trama de uma noiva que andava pelas ruas à noite. Na telenovela, houve uma cena que reproduziu essa sequência após o casamento de Rosália e o senhor de Montserrat. Quando ela abandona o marido no altar e sai vagando pela cidade à noite, o capítulo foi exibido no dia 24 de março de 87, capítulo 32. E aí, o Alcides Nogueira colaborou em Direito de Amar.
E o Alcides escreveu também, foi um dos autores de Força de um Desejo. E tem uma parte, não sei se vocês lembram disso, mas tem uma parte ali no começo de Força de um Desejo que o jornal do Bartolomeu, que era o personagem do Daniel Dantas, ele não está vendendo, né? E aí ele descobre que tem uma folhetinha.
em outro jornal, em outro estado que está fazendo muito sucesso, chamado A Dama da Noite. E ele começa a colocar isso no jornal e o jornal começa a vender bastante. Eu tenho um pra mim que foi uma homenagem também pra Jeanette Cléber, porque Noiva das Trevas, Dama da Noite, e um colaborou, o Alcides colaborou, o texto de um era o autor de outro, então eu acho que acaba se tornando uma homenagem pra... Uma homenagem, é verdade.
E o Walter Negron contou, acho que eu esqueci a contar, o Walter Negron contou para o livro Autores e Histórias da Teletramaturgia que ele entrou na novela por acaso. Ele diz o seguinte, abre artas, que a novela deveria ser escrita por outras duas autoras, que eram a Ana Maria Morelson e a Mari Lúcia Aldanha. Mas houve uma briga nos bastidores, briga entre as duas autoras.
Quem brigou? O que aconteceu? Ele não revelou, né? Mas parece que houve uma briga nos bastidores e me chamaram para apagar o incêndio e juntar as duas. Será que deu choque entre a Marilu e a Ana Maria?
Não sabemos. Mas ele continua. Eu peguei a sinopse e comecei a escrever a novela. Acabei substituindo uma das autoras, a Ana Maria Morelson, pelo Alcides Nogueira. E é isso. Olha só. Uma curiosidade só pra encerrar é que a Globo tava voltando a produzir novelas por hora das seis, né? Porque durante três meses a emissora ficou sem produzir. Por conta de problemas, né? Com o Sindicato dos Artistas e Técnicos de São Paulo.
Aliás, técnicos em espetáculos e diversões do Rio de Janeiro, né? Que...
reivindicavam melhores condições de trabalho, como seis horas diárias por dia, tanto para os atores como para os afiliados. Aí a Globo tinha ficado esse tempo sem produzir novela inédita entre Sim, a Moça e Direito de Amar. Sim, a Moça do Benedito e Direito de Amar do Walter Negrão. E aí a emissora teve que exibir antes um tapa-buraco, um compacto de locomotivas que foi exibido entre novembro de 86 e fevereiro de 87.
Direito de Amar reativou o horário, vamos dizer assim, do horário das seis. Novelas Inéticas, no horário das seis. E é isso, gente. É uma das grandes novelas dos anos 80, uma novela muito lembrada pelo público de quem viu na época. Como a gente viu aqui a Sorela contando o caso da mãe, que queria muito rever essa novela. É considerada a grande obra do Walter Negrão.
Enfim, e é isso, né? Acho que a gente pode ir para a próxima. Eu não assisti a novela, gente. Eu só vi capítulos avulsos quando passando o Vale a Pena Ver de Novo. Mas eu não revi a novela. Mas quem viu no Viva ou no Globoplay considera uma grande novela. Eu não assisti, mas está na minha lista futuramente, quem sabe.
Ah, e uma curiosidade, antes de voltar, que Direito de Amar, o horário das seis de novela, deixou de exibir as cenas dos próximos capítulos, que era uma prática comum, né, que tinha antigamente, né, de ver as cenas do capítulo seguinte, que foi abolida depois e voltou agora, né, que a gente tem agora as cenas do próximo capítulo, enfim.
E até de uma maneira que eu prefiro, até que seja, né? É com uma música de fundo, porque a gente não fica sabendo o que aconteceu com as falas, né? Gera a expectativa de ver aquelas cenas sem voz. E a gente tentando adivinhar pela leitura labial, eu gosto bastante. Pois então, o Direito de Amar não tinha cenas que após o capítulo exibidas. Então, a novela começou exibindo, mas parou de exibir depois de um mês no ar, a partir do capítulo 25.
As cenas foram retiradas e só voltaram em... Dois anos depois, em O Sexo dos Anjos. E pararam de exibir em definitivo.
em Mulheres de Areia, só voltando anos depois, na década de 2010 e se estabelecendo agora na década de 2020. Curiosidades aleatórias, mas enfim. Vamos para a próxima novela, que é Outros Consideram Esta a grande obra do Negrão, que é Fera Radical.
novela exibida de 28 de março a 19 de novembro de 88 em 203 capítulos novela das seis, escrita em colaboração com Ricardo Linhares, Luiz Carlos Fusco e Rose Causa direção de Gonzaga Blota Denise Saraceni e Fernando Err de Souza
Fera Radical já conta a história da Cláudia, personagem da Malu Mader, que é uma moça atormentada por lembranças do passado, João. Lembranças do passado, essas de que quando seus pais, irmãos, sua família foram vítimas de uma chacina motivada por disputa de terra. A então menina conseguiu escapar com vida e foi criada por Marta, papel da Laura Cardoso, que lhe deu todo o amparo e assistência, cuidou dela.
E depois de 15 anos da tragédia, Cláudia está disposta a se vingar daqueles que julgam serem os responsáveis pela chacina. E ela se prepara para voltar ao pequeno município de Rio Novo, empregada de uma das fazendas possivelmente envolvidas em seu triste passado. A cidade cresceu o suficiente para manter o frigorífico, que pertence às fazendas Poli d'Água, de propriedade de Altino Flores, papel do Paulo Goulart, e a fazenda Gaibu.
de propriedade Donato Orsini, papel do Elias Glazer. Velhos amigos, sócios e poderosos da região. Então Cláudia se filtra na casa da família Flores sem revelar seus ententos e também sem dizer quem ela realmente é. Ela trabalha como funcionária do frigorífico, o Altino, papel do Paulo Goulart, patriarca daquela família, o chefe daquela família e vive preso numa cadeira de rodas.
desde a noite da chacina. É o único que a trata bem. Todos os homicidenses da família têm certas reservas a ela, principalmente a Joana Flores, papel da Yara Amaral, que sente que aquele rosto de anjo esconde as suas verdadeiras intenções. Tem algo a esconder. Então ela fica desconfiada daquela moça, a mocinha dos computadores.
E fica sempre com o pé atrás com ela. Enquanto isso, a família flores, gente. Temos a Olivia, papel da Denise Delvecchio, que mora no Rio de Janeiro, no casamento em crise, com o marido Jorge Mendes, papel do Rodrigo Santiago, e trabalha como administrador do figurífico. É um homem violento e de caráter dúbio.
No Rio de Janeiro também mora o caçula da família Flores, o Heitor, papel do Thales Pachacon. Troca os negócios juntamente com o cunhado, apesar de não suportá-lo. O Heitor é noivo da Marília Orsini, filha do Donato, que é a Marília, que é papel personagem da Carla Camuratti.
E o casamento deles uniria definitivamente as famílias, Flores e Orsini. O Fernando Flores, que é o filho do meio, papel do José Maia, é o oposto do Heitor. O Heitor que é um cara mais refinado. Já o Fernando é um vaqueiro rústico, de temperamento forte, que ama o campo. Um peão.
né na verdade e a Cláudia começa o plano de vingança desestabilizando a família Flores colocando uns contra os outros e ao descobrir que Fernando tem um caso com a noiva do irmão Amarília ela arma que é para que o vaqueiro brinque com o Heitor e depois com o pai o próximo passo da Cláudia seduziu os dois irmãos porém ela se sente arrebatada com amor
do Fernando. É aquela coisa, a gente está no meio do caminho de toda a Vingadora ao amor, né, João? Ao amor. E aí, isso pode comprometer a vingança dela. A Cláudia vai ter que enfrentar o ódio da Joana, que descobre a sua relação com a Marta. Ou melhor, Mirtes, antigo amor de Altino, cujo romance no passado gerou Olivia, criada por Joana. Olha só tudo amarradinho, né, gente? E como se não bastasse a Mirtes era dona do puteiro da cidade, né?
Ela foi expulsa pela Joana anos atrás, né? Então, tem tudo isso aí, né, gente? Era radical, viver além do bem e do mal. E aí, gente? Vocês assistiram essa novela? Tem lembranças? Eu confesso que foi uma das primeiras novelas que eu vi na vida, né? Eu me lembro que eu tinha aula de reforço à tarde e eu corria para casa para não perder o começo da novela, né?
não perder a novela. E eu tenho duas cenas que são, nossa, que são dessa novela cristalizada na minha mente infantil, né? A cena que a Cláudia acorda do coma, eu não me lembro mais que situação que acontece, se ela leva um tiro, alguma coisa assim do tipo se ela é hospitalizada, entra em coma e acorda, e eu fiquei, meu Deus, ela acordou!
do coma e a cena onde ela vestida de noiva atira né a Joana né atira na Joana e ela sai correndo fugindo de moto e com o vestido de noiva todo ensanguentado né outra cena também que ficou marcada para mim na época eu gosto da novela é uma novela boa eu acho é uma novela bem interessante bem amarradinha
É uma espécie de remake do Cavalo de Aço, que a gente falou na parte 1, né? Onde lá o Vingativo é do sexo masculino, que o Negrão colocou uma mulher para ser a Vingadora. Obviamente, toda trama de Vingança é baseada, inspirada, na peça de Frederic de O Remar, que é A Visita da Velha Senhora, que já serviu de base para outras novelas, como Os Inocentes, da Ivone Ribeiro.
O próprio cavalo de aço do Negrão, Chocolate com Pimenta, de Malsi Carrasco. Então, toda novela que tem essa coisa de uma pessoa voltando para se vingar, tem um pouquinho disso, né? E aí, o primeiro título da novela seria A Intrusa, né? Meu Deus, A Intrusa, igual a novela mexicana.
E aí a novela foi feita em toque de caixa, né? Para substituir uma novela que acabou não vingando, aí o Negrão comenta para o livro-autor e já teledramaturgia. Abre aspas. Estive exatamente 40 dias entre eles me telefonarem, pedindo para eu ir ao Rio de Janeiro para conversar, e a estreia da novela foi aquela correria. Fui para casa e inventei uma história. Fecha aspas. Como você falou, bebe muito na fonte dessas...
tramas de vingança, como a visita da velha senhora, como o próprio Cavalo Lias, como os inocentes, da Ivane Ribeiro, na Pi, enfim, é aquela novela clássica, né, entre a pessoa vai se vingar e ao mesmo tempo acaba se apaixonando por um filho dos algozes, né, então...
Foi um grande sucesso, né? Foi um sucesso. Você falou de cenas, eu acho. Aquela sequência da... Além dessa que você citou, da morte da Joana Flores, a própria cena da chacina fica muito marcada, né? Porque tem um lance que joga um negócio de...
a tocha e bate no cavalo e o... Acho que é o personagem Paulo Goulart que cai, né? Tem uma coisa assim... Ai, Joana, eu não lembro mais. Eu não lembro mais. Mas... A minha querida, na gráfica... Uma da Joana que ela... Eu vi o diabo de olhos claros vindo destruir minha família. Aí a Cláudia chega. Eu tive um sonho esta noite. Eu vi um demônio com cara de anjo. Um demônio que chegava para transformar a nossa vida no inferno. Cláudia.
Cláudia é meu nome. Mais um grande sucesso de Walter Negrão está chegando ao vivo. Já passou, esqueci. Só vai passar quando eu acabar.
Com todos eles, um por um. Terra Radical, estreia 5 de junho, 2h30 da tarde. Viva! E o que fica gráfico também é o Fernando montado num cavalo invadindo o tribunal pra resgatar a Cláudia, né? Ah, sim, verdade. Já tem sido inocentada, mas ele vai lá e...
Eu me lembro que essa cena passou no video show Porque foi por causa de falha nossa Que aquela cena passou a ser regravada Algumas vezes, por conta de erros Enfim Mas foi um novelão E ficou marcada, João Por ter sido o último trabalho da Yara Amaral A Yara Amaral, como todo mundo já sabe Morreu pouco mais de um mês Depois do fim da novela Foi uma das vítimas da tragédia do Batumusco No Réveillon de 89 O Batumusco era uma balsa, praticamente Uma...
Um barquinho, uma lancha, sei lá o que era. Era um barquinho lá que levou um grupo de artistas para assistir do mar a queima de fogo de artifício de Réveillon de Copacabana. A tradicional queima de fogo de Copacabana. E aí o barco afundou na Baía de Guanabara no dia 31 de dezembro de 88 e ficou marcado por isso. Eu me lembro que eu era criança e via matérias do Jornal Nacional falando da tragédia do Bartogush.
É um nome que fica na cabeça, Batomush, sabe? Ficou na minha cabeça na época, muito tempo. É o Linha Direta, mesmo, já fez um episódio reproduzido a tragédia, onde a gente viu a Denise Delveco, que fez a filha da Yara Amaral, interpretando a própria, né?
no programa, tem documentário sobre a tragédia, enfim, é uma coisa que ficou aí na memória do público, né? Anos, né? Então foi o último trabalho da Yara Amaral, que ela tinha finalizado já a novela e morreu um mês depois, né? A novela terminou em novembro e ela faleceu em dezembro, né? Na virada do ano.
E eu acho que é uma das mortes mais chocantes da televisão. Quando a gente fala de todos que deixaram a carreira muito cedo por conta de tragédias, eu, pelo menos, é uma das primeiras que eu lembro. É como você disse, a gente que passou aí os anos 80, 90, o acidente aconteceu em 89, o acidente Baton Rouge. 88 ou 89, na virada do ano.
Mas aí ainda tem muita coisa de matéria nos anos 90 passando nos jornais, até porque... É, julgamento, porque essas coisas demoram, né? Essas coisas demoram, né? E vocês me perguntaram se vocês nasceram naquele ano, né? Então, como saber? Mas enfim, e ela morreu no auge da carreira, com um grande papel.
depois de um grande personagem, né? Então, eu me lembro, eu era criança, e a imprensa, gente, a imprensa tinha o péssimo hábito de colocar, de colocar foto ou filmar os atores falecidos no caixão, nas matérias, né? Então, eu tinha a foda Yara Marão morta na capa da revista. Eu vi aquilo, eu fiquei, assim, chocado, né? Porque não é uma coisa que você vê hoje em dia. Você não vê mais isso hoje em dia, você vê no máximo de louco.
hoje né a pessoa morta mas na época aí precisa ir lá e o mapa em cima da cara do mundo morto tirar uma foto desse jeito então se você for ver por curiosidade é famosos falecidos até período mais ou menos você vê muito eles Regina Clara Nunes a própria Amaral e não sei se na época da Daniela Pérez da tinta se tinha esse hábito mas eu não lembro de ter visto ela no caixão né acho que a família não permitiu e que não sei como
Mas era comum, era super comum na época. Mas enfim, né? Foi um trabalho feliz do negrão naquela época. E eu revi no Viva quando foi exibida. Comecei a ver no Globoplay, mas eu não terminei de assistir, porque quando comecei a ver, ainda estava fresca na minha mente.
a novela. Então eu parei bem depois da metade, eu acho. Mas é uma novela muito boa. É uma novela muito boa. Eu gosto. E foi marcada também porque foi uma das últimas novelas a serem censuradas pela DCDP, que era a Divisão de Censura de Diversões Públicas.
Como a gente já falou algumas vezes aqui, as novelas eram censuradas pela censura federal, que foi extinta com a aprovação da Constituição de 88, que foi aprovada quanto Feira Radical, Vale Tudo e Bebê a Bordo, que eram as novelas da Trinca de 88, estavam no ar, e essas novelas deixaram de ser censuradas. Então, passou a valer tudo, praticamente, vamos dizer assim. Então, é isso, é isso sobre essa novela. Só uma curiosidade que você disse que o Negrão foi muito feliz, e de fato...
De fato, ele foi na ponta dessa novela. Quem não ficou feliz foi a família Janko Predovitch, ou Predovitch, não sei como é que se pronuncia, que era uma família de São Conrado, nas anos sul do Rio de Janeiro, que a vida deles viraram um inferno por conta de Fera Radical, né? Porque a Ana Paula, o personagem da Cláudia Abreu, deu o número de telefone numa cena do capítulo...
do dia 31 de agosto de 88. Olha, já tinha nascido. Olha, já tinha nascido. E aí... Agora já tinha nascido também, será? Acho que já tinha nascido, Sorela, nesse capítulo. Qual capítulo? Do dia 31 de agosto de 88.
Não, eu viria a nascer quase exatamente dois meses depois de... Quase exatamente, olha que louca. Meu Deus, eu errando a data do meu aniversário, Sorela. Meu Deus, gente, Sorela, refaça. Refaça, Sorela. Eu viria a nascer um mês e meio depois.
Em setembro? Em outubro. Outubro. Outubro. É que o meu irmão é que é dia 30 de agosto. Olha aí. É dia 30 de agosto, mas de 87. O dia do ano antes. Ah, sim. Já que me deram o dom da palavra, vou interromper o João para dizer que eu odeio essa novela. Eu não suporto. É téspera radical. Eu acho que é uma das piores experiências da minha vida. Por que, João, Corela? Uma das piores experiências da minha vida com essa novela no vivo, porque ela é muito chata. specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific
Meu Deus!
Sei lá, eu achei um novela esquisito. Porque assim, eu sempre tive curiosidade de assistir as novelas que estavam no ar quando eu nasci. Então, Fera Radical, eu jogo na lata do lixo. Porque beber a bordo eu amo e vale tudo, é um luxo, né? Mas Fera Radical não fez na sua cabeça, sorela. Não fez, não fez na minha cabeça, não fez no meu corpo, não fez no meu coração, não fez nada. Não acontece, né?
Acontece. Acontece. Tem um vizinho que amava a Araguaia, e a Araguaia eu acho um porre. Mas enfim, né? É do Negrão também. Mas só para terminar essa... A Ana Paula, né? O personagem da Cláudia Abreu deu um número, um número de telefone, né? Para uma personagem que tinha sido sequestrada por Vitor, personagem do Reinaldo Gonzaga, que pediu o número da casa dela. Aí ela respondeu. 322-0001.
Meu Deus! E o que foi que aconteceu? E o que foi que aconteceu é que a linha existia, né? Era da casa dessa família, né? Janko Predovic. E aí as pessoas da casa começaram a receber inúmeros telefonemas, inúmeros interurbanos, a cobrar, inclusive, e todos queriam falar com alguém da família Flores ou com Cláudia, né? O personagem é uma alumada. Porque era um tempo que o pessoal confundia as coisas.
Ainda. E aí, tanto ligar, ele acabou procurando o departamento jurídico da Globo e foi isso sim. Resumiram que os números de telefone utilizados pela emissora são escolhidos aleatoriamente pelos autores e que por isso nada poderia ser feito. Gente, e ficou por isso mesmo? Ficou por isso mesmo, não, a família teve que, evidentemente, eu acho que cancelar a linha, né?
Gente, e não processou? Olha, já vi muito, gente, muito menos processou. É, aqui não, mas eu teria processado. Teria processado, gente, já imaginou? Tem alguma coisa aqui, gente, sobre o caso? Olha, teve uma matéria do ditadão, João. Ai, tem que pagar pra ler? Ai, gente, eu já odeio, já odeio. Tem outro site aqui que diz aqui sobre esse caso. Tem aqui um, ai, mas de jeito que o site não quer abrir. Ai, tá carregando. Que aqui a pesquisa é ao vivo, gente, tá abrindo.
É basicamente isso, né? Que ponto aí. Perguntei a uma moça e ela me respondeu que o telefone era da Ana Paula, que havia sido sequestrada. Nos dias seguintes, o casal, ele, o Janko Predovic, e a esposa dele, a Dolly Lúcia, receberam centenas de chamadas indesejadas por conta do fato, chegaram a contratar o advogado da Globo, na época, o José Américo, que teria sugerido que tratasse de uma febre, para ter impaciência, pois iria passar.
E aí a repercussão do caso inspirou uma outra paulistana, a Marta Kohn, que passou por uma situação parecida porque o número dela havia sido exibido no número 17, bebê a bordo. A Marta pediu para a Telesca alterar seu cadastro no que foi atendida, porém ela era detentora do número 88158585.
Gente, ou seja, a gente pensa assim, é um número aleatório. O que vai ter um número desse, né? Mas aí, por conta da repetição, esse número era valorizado nas bolsas de telefone por um preço acima da média. E ficou no prejuízo por conta de ligações interurbanas atendidas por seus filhos. Olha só. E problemas envolvendo números de telefone, dos exibidos em novela, não era uma novidade. Na primeira telenovela de era da história do Brasil, 25499 ocupado, o homem da região.
o PSU precisou mudar o número de seu telefone, que aqui era justamente o mesmo do título, que rendia inúmeras ligações indesejadas. E se fosse com vocês, o que vocês fariam? Vocês processariam ou fazer o quê, né? Vai processar, vou só ela arrancar o meu e o meu da Globo.
Nossa, já imaginou? Tem um cacaduzinho, né? Ajudava por ela. Ajudava. A qualquer 10 mil reais, ajudava. Exatamente. Gente, e assim, não sei se é mesmo a pessoa, mas eu tô vendo aqui que o Dianko Predoviz tá aqui, advogado, não sei se é filho, não sei se é parente, que tem o mesmo nome, ou se é apenas um homônimo, né? Mas tá aqui, advogado. Tem conta no LinkedIn, mas tá muito jovem, deve ser filho. Mas tem uma foto dele com o velho, então deve ser, é ele? Não sei.
interessante. Ai, gente. É isso, gente. Espera a rádio ficar com um sucesso, né? A trilha sonora, Sorela, você acha ruim também ou você gosta da trilha sonora da novela? É boa a trilha, vai. Outra pessoa, pode falar da trilha? Eu gosto. Pode falar da trilha? Eu só não suporto a música de abertura, que eu detesto. Mas... Onde vou?
Mais um sonhão. Ai gente, a gente cantava... Nossa, na época não, né? Porque na época era uma criança, mas eu e um amigo, a gente brincava com uma versão dessa música que a gente cantava assim... Bicha, bicha só quer pau. Ai gente, eu me recuso a cantar o resto. Ai ai. Mas enfim, basicamente a gente ficava brincando de fazer versão de abertura de novela. A Carla Gamurati contou no livro dela, na biografia dela, sobre essa novela.
Ela falou o seguinte, porque a Carla vivia com uma jaqueta jeans com lã de carneiro, né? Porradinha e tal, na gola. Inclusive, ela apareceu na capa do disco nacional da novela com essa jaqueta. E no livro ela fala o seguinte, sobre a personagem dela e a novela. Abre aspas.
Eu, logo eu, tinha que ser a filhinha de papai rico, toda arrumadinha que odiava o campo e calçava salto alto pra andar no mato. Pra mim era difícil construir esse papel no tempo veloz da televisão. Então eu ficava arrumando coisas que quebrassem um pouco da frescura da Marília. Um dia consegui uma jaqueta forrada com lã de carneiro e de gola peluda. Sempre que podia, enfiava a jaqueta pra gravar, aproveitando que as cenas transcorriam no inverno.
Mas o tempo passou, o verão chegou e eu não tirava a jaqueta peluda. O Paulo Biratã, diretor geral, teve que fazer sumir a peça de roupa. Mas pelo menos na capa do dígito da novela estou eu lá com a minha jaqueta adorada. Poxa, nem para ficar com a jaqueta final, no final, né? Nossa, uma vez eu vi uma jaqueta parecida com essa. Não era igual, lógico, mas era bem parecida. E o Rodrigo Paulo, nosso amigo, ele é muito grande dessa novela. Ele gosta demais dessa novela.
E aí eu vesti a jaqueta fazendo a na semá eu vesti a jaqueta e tira uma foto e mandei para ele aqui ó posso ser sua Marilho assim enfim aí eu tenho essa foto até hoje né qualidade tá meio assim amar eu nunca posto
no Instagram por isso porque até bonitinha dela mas ele tem que fazer a cara da Carla Camarote no disco mas enfim não rolou né mas a trilha nacional é boa né só ela tem Lulu Santos com a cura né Nossa eu lembro da cena da Cláudia chegando na cidade de moto o som dessa música né para todo mal a cura Nossa tinha Jame Dubois cantando sonhos que essa gente vê no Globo de ouro né porque sou feliz assim
com você perto de mim. Tinha Maria Bethânia, tinha Adal Costa, tinha Cazuza cantando Vida Fácil, tinha Almir Sater, tinha... É uma trilha legal, eu gosto. É uma trilha boa. A Internacional tinha o José Maia na capa, e tem Patrick Schweitzer cantando a música do Teori Dance, She's Like the Wind.
Tinha Michael Bolton, tinha Clemmie Fisher, tinha Tell It to my Heart, do Taylor Day, que nunca tocou na novela. Vai entender porquê. Tinha Cunha Gang, com Special Way. A minha preferida era Beija, com Promises, que era o tema do Tato Gabos Mendes. Eu adorava essa música. Promises, we forget about all from you. Uma coisa meio bossinha nova. Adorava essa música. Mas enfim, vamos para a próxima novela, do Negrão?
Na sequência, escreveu Top Model com Antônio Calmon entre 18 de setembro de 1989 e 5 de maio de 1990. Olha, fazia 10 anos. Em 197 capítulos, escreveu em parceria com Antônio Calmon com colaboração de Vinícius Viana e Rose Causa, direção de Mário Márcio Bandarra e Fred Confalonieri com direção geral de Roberto Talma.
A gente já falou sobre essa novela lá no episódio do Antônio Calmon, né? O Antônio Calmon já fez sucesso com Armação Ilimitada, por conta daquela linguagem da série, que fez muito sucesso com os jovens, e a Globo colocou para fazer uma novela, né? Uma novela jovem, no horário das sete. O Aldo Negrão foi chamado para dar aquela coisa mais folhetinesca para a novela, né? Para ter uma linguagem totalmente diferente.
Na trama ele disse o seguinte, como nasceu a novela com o Calmon. Abre aspas, ele escreveu um jovem diferente do meu, mais descolado. A história do Calmon era mais simples, não tinha estrutura de novela. Porque o Calmon era, você sabe, a gente já contou lá no episódio que ele era roteirista de cinema, dirigia filmes, com essa vibe mais jovem, mais descolada. Tinha feito a Massa Olimitada, que é outra estrutura. E aí novela, não dá para fugir do folhetim.
Então era outra linguagem. Então o Negrão foi chamado para dar essa unidade para a trama. Tinha o Gaspar com o filho de cada casamento. Então pensei que era uma personagem feminina que estava muito em voga naquele momento. Que era a mãe de Miss. Dessas que carregam a frasqueira da filha e criam muito conflito. E assim nasceu a top model que era a Malu Mader. Então o Negrão deu esse estilo mais folhetinesco, mais dramático. Misturado com a linha mais descolada e moderna do Calmon.
Então isso resultou numa história agradável, que fez muito sucesso na época, que fez muito a cabeça dos jovens da época. Não existia o jovem que não assistisse essa novela, que não quisesse ser filho do Gaspar Kundera. Então não tinha como não fazer essa, né, gente? Então, mesmo com alguns momentos de marazzo, que a trama não evoluía e o texto, por vezes, raso e ingênuo, Top Model reverou-se uma obra interessante ao lidar com o universo do jovem, né? Então tudo que era inerente àquele universo, a novela abordava e...
Fez sucesso. A gente já falou dessa novela também naquele episódio das novelas jovens, então a gente não vai ficar repetindo tudo novamente, tá certo? Então, é isso, tá? Na sequência, ele escreveu a minha série O Sorriso do Lagarto entre 4 de junho e 30 de agosto de 91, com 52 capítulos. Minha série escrita juntamente com Geraldo Carneiro, baseada no romance homônimo de João Baldo Ribeiro e dirigida pelo Roberto Talma.
O Sorriso do Lagarto era um projeto independente do Roberto Talma, que foi produzido pela TV Plus, com um elenco e técnico de TV Globo. Daí a qualidade, sem qualquer arranhão, foi a primeira produção independente veiculada pela Globo. A TV Plus produziu outras obras, que já foram exibidas por outras emissoras, a Manchete, no caso, enfim. João Dantas, do que se trata o Sorriso do Lagarto?
O sorriso do lagarto, minissérie, como o Fábio comentou, se passa na ilha de Santa Cruz e ali um crime acaba envolvendo a todos. Enquanto as investigações do detetive Peçanha, que é o papel do... Carlos Augusto Stazer.
Isso, do Carlos Augusto Strasser. Acontece nessas investigações, se desenrola uma história de amor que também acaba tomando conta a lei do entrecho. O biólogo João Pedroso, papel do Tony Ramos, que abandonou a profissão e passou a viver de pesca, se apaixona por Ana Clara, maite proência, jovem e infeliz esposa do secretário de saúde, doutor Ângelo Marcos, que é o Raul Cortez, um corrupto perigoso.
E aí a jovem branca, filha do pescador Cirino, despreza o pretendente Joaquim. Joaquim era o Daniel Hertz, não conhecemos. Não adianta imaginar o rosto dele, vocês não conhecem, nem a gente conhece. Ela despreza o moço porque se apaixona.
por João Pedroso, que é vencer como despedida. Tony Ramos, gente. Tony Ramos. Quem não era apaixonada pelo Tony Ramos? Eu já contei aqui. Tony Ramos foi o meu primeiro crush de televisão, né? Enfim. Eu assisti por causa dele assim que disseram. E aí ela faz tudo para conquistar ele, inclusive feitiçarias.
A boa macumbinha, né? Exato. E aí quem faz esses trabalhos é o pai de santo Bará. Fábio Sabag. Isso, Fábio Sabag. E aí a moça nem percebe os olhares de padre Monteirinho, que é o Paulo Vangel.
Exato, como diz aí o nome, é um padre, mas é atormentado porque senta essa atração justamente por ela, né? Fica naquela coisa... Ela é gostosona, tem foto dela, porque é curioso, não me lembro mais da moça, gente. E aí na ilha também atua o doutor Lúcio Nemézio.
que é o José Leogoi que se utiliza do hospital público para realizar uma série de experiências genéticas com o objetivo de criar uma espécie de sub-raça. Meu Deus! Como é que se chama isso, João? É eugenia? É eugenia? Gente, passada! Passada!
E as cobaias são mulheres humildes da região, como Maria das Mercês. Sofia Papo, não conhecemos. Sofia Papo acho que já fez novela no SBT. Eu não lembro desse nome. Ah, gente. É um nome comum, né? Você não esquece uma pessoa que se chama Sofia Papo. Eu não conheço. Ela fez novela no SBT. E aí ela é uma antiga namorada de João Pedroso.
E é misteriosa. João Pedroso está em todas, né? Está em todas, né? E ela é assassinada e o filho some. E aí na ilha tem a lenda, né? Usam a morte dela para criar uma lenda, né? Que tem uma... A criança é metade homem e metade lagarto. Ah! Agora a gente entendeu o sorriso do lagarto.
Séries Brasileiras, da obra de João Baldo Ribeiro, O Sorriso do Lagarto, uma ilha marcada por um grande mistério. Um crime revelando uma trama de intriga, poder, paixão e misticismo.
Tony Ramos, Maite Proença, Raul Cortez, Lúcia Veríssimo em... O Sorriso do Lagarto, romance e aventura na próxima série brasileira. Estreia, quarta, dia 29. Globo e Você, tudo a ver.
João, eu joguei aqui, João, sobre a Sofia Papo. Além dessa menina série, ela fez o Direito de Nascer, Dona Anja e Colégio Brasil. Tudo no SBT, então faz sentido a sua alegria. E curiosamente, produções da TV Plus, né? Olha aí, olha aí. E TV Plus... A mulher do Don do TV Plus, não sabemos, né? E curiosamente, TV Plus, que era dirigida pelo Roberto Tauma também, então...
é é militar para ela gostar de falar na aula Renault faria neste momento pode falar porque que ela tinha que ser mulher do dono da TV Plus porque ela não poderia ser a dona da TV Plus olha
Olha isso. Me responda, senhor. Mulheres do poder, caralho. Mulheres do poder, caralho. Eu quero um papel na minha série. Eu quero. Porque ela não poderia ser uma Charlotte K, lá do Metamorfose. É, tá aí. Charlotte K? Alete Canete, né? Alete Canete.
para não poder ser uma Arlete Ceareta. Olha, gente, para quem quiser, a Sofia Papo tem Instagram, sofia.papo.1. Pode seguir a Diva. Ela tem quantos seguidores? Vamos ver se a gente ajuda ela. Ela tem 944 seguidores, gente. Ela tem mais seguidores que o Futebol de Fedoração. Olha aí. Nossa. Ela tem mais seguidores do que a gente. Olha a humilhação da nossa cara.
Tá vendo? É isso aí, mas continua, João. Pois é. E aí o Walter Negrão, para o livro Autores, falou que o João Baldo Ribeiro parece que não gostou muito do resultado final da minissérie.
porque é baseado na obra dele, enfim, tudo mais. João Baldo Ribeiro é complicado de se adaptar, gente. Você já lê no livro dele? É complicado. Aí diz o seguinte, abre aspas, foi uma adaptação muito difícil de fazer.
delicada porque era uma trama psicológica. E vemos que sai muito da trilha do João Baldo. Soube que ele não ficou muito feliz com a adaptação, mas por uma questão de delicadeza e educação, dizia que estava tudo certo. Acho que ele não entendeu que se não fizéssemos umas mudanças, não daria para fazer teledramaturgia. Mas nós mexemos muito na obra." Fecha aspas.
Agora também eu acho que isso vai muito do autor, né? Porque Memorial de Maria Moura, quem leu, da Raquel de Queiroz, né? Foi uma adaptação quase fiel à obra. Assim, acho que só muda o desfecho. O desfecho é um pouco diferente.
Ah, sim, essa desculpa também não... Enfim, e aí é uma minissérie que foi marcada por mortes de atores, né? Porque o Chiquinho Brandão interpretava Chico Bagre, que já havia gravado cerca de 20 capítulos, morreu num acidente automobilístico em 4 de junho de 1991, exatamente no dia da estreia da minissérie, na Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro, quando estava retornando de uma gravação.
E aí os autores providenciaram a chegada de um primo, que foi o Estefano Nessessian, para ocupar o lugar dele com um perfil muito parecido ao do personagem, uma espécie de cronista da aldeia de pescadores. E também foi o último trabalho do ator Carlos Augusto Strasser, que faleceu em 19 de fevereiro de 1993, aos 46 anos, vítima de complicações respiratórias em decorrência.
do vírus da AIDS. É, gente. Eu assisti essa minha série na época, eu não lembro de muita coisa, não lembro de muita coisa, mas a cena final dessa cena me marcou, porque no final o personagem do Tony Ramos é assassinado. Ele matam ele no final e aí coloca o corpo dentro de uma caixa, martelo, uma caixa...
Só que ele não tinha morrido ainda, ele tava vivo e tentando bater, ele bateu na caixa, né? E o assassino joga a caixa no mar. E eu fiquei impressionado, eu era criança, né? Tinha 10 pra 11 anos, eu fiquei impressionado. E meus pais deviam, meus pais deixavam assistir essas minisséries, assim...
A única mistério que foi proibida de assistir foi Boca do Lixo, né? Que foi mais ou menos essa mesma época. E depois, quando eu assisti no Globo Play, eu entendi por que eu fui proibida de assistir. Mas, enfim, essa cena me chocou bastante. Essa cena do final, do personagem. Eu fiquei... Porque tava batendo, né? Eu não tinha morrido, tava vivo ainda. E morreu afogado, né? Pesou, né? O clima.
Essa minha série tinha completa no YouTube, né? Que era postada pelo... Porque tinha a Lúcia Veríssimo no elenco, né? E o fã da Lúcia postou a minha série inteirinha no YouTube. Aí eu revi essa cena, né? Enfim. Estamos esperando entrar no Globoplay. Vamos aguardar entrar no Globoplay. Eu não lembro muito dessa minha série, não. Lembro pouca coisa. Eu lembro muito que era do romance, do Tony, com a Maite. As suas primeiras vezes, eles contracenaram juntos, fazendo barromântico. Logo depois, eles fizeram felicidade, né?
do Manuel Carlos, enfim. O tema dele será uma moça do Djavan, chamada Mal de mim. E o Enzeu. Bonita música até. É isso. Tenho poucas lembranças do Sorriso do Lagar. Agora, a próxima atração, a gente lembra mais, né? Que foi despedida de solteiro.
Novela das seis, exibida de 1 de junho de 92 a 29 de janeiro de 93. 206 capítulos escritos e 207 exibidos. Novela escrita com colaboração de Rosa Causa, Angela Carneiro e Margareth Bury, com direção do Reinaldo Bury, Cláudio Cavalcante e Carlos Manga Júnior, com direção geral de Reinaldo Bury.
A gente já falou algumas vezes de Despedir de Solteiro, né? Que é a história dos quatro amigos. E um deles, os quatro, são acusados da morte de uma prostituta da cidade de Remanso, né? Onde se passa a trama da novela. E eles saem da cadeia anos depois. Três deles saem, né? Porque um morre na cadeia.
E aí eles saem para tentar provar a inocência deles e tentar reconstruir as suas vidas. Um deles é o João Marcos, papel do Felipe Camargo, que é um dos protagonistas da novela, que ele é preso, ele e os amigos são presos no dia do casamento dele. A menina foi morta na festa da despedida de solteiro dele, por isso o título da novela. E aí os três amigos voltam para a cidade e depois a gente descobre que quem... E aí E aí
quem armou, quem matou a moça, quem fez de tudo para eles serem presos, foi o próprio advogado de defesa deles, que é o Sérgio Santarém, papel do Marcos Paulo, que apressou as condenações. E agora eles têm que lutar novamente contra eles, que não mete esforço para incriminá-los e mandá-los de volta para a cadeia. Ainda mais porque o Sérgio Santarém se casou com a Lenita, papel da Tássia Camargo, que era a noiva do João Marcos, que era o Felipe Camargo.
e ela nunca esqueceu o seu ex, né? Então, é isso. A trama do Pedro, o papel do Paulo Gorgulho, ele era apaixonado pela Flávia, o papel da Lúcia Veríssimo, que era irmã do Xampu, João Vít, que era outro dos amigos, né, que morre na cadeia, né? Que morre na cadeia e tal. E o outro amigo é o Pascoal Papagaio, o papel do Eduardo Galvão, que não tinha uma...
trama assim né quem tinha maior trama assim era a irmã dele que era Marta papel da Lucinha Lins que precisou abandonar o filho dela o Léo enquanto bebê pra poder administrar os negócios deixados por ele né enfim faz sentido não faz mas tem que ter uma dramaticidade
na novela, né? Então é isso. É uma novela que marcou os anos 90, né, Sorela? Quem era criança? Quem não ficava brincando de jogar aquele joguinho que aparecia na abertura da novela, né? Enfim. Ele ficava brincando de manejar lá os bonecos da abertura, com o tema de abertura que era o Shuga Shuga, que era uma música do The Arkes, que era apresentada num remix, né? Do DJ Les e do Kukat. Enfim, que fez sucesso na época, né?
Eu gosto da novela, eu acho que ela, como a Soler até falou sobre o direito de amar, eu acho longa demais, até se tivesse menos capítulos seria uma novela mais redondinha, mas é uma novela interessante, eu gosto, fez sucesso na época, e o que pouca gente sabe é que ela entrou, né, João, como tapa-buraco, na verdade, né? Ela entrou como tapa-buraco porque a cidade cenográfica de Mulheres de Areia não estava pronta, né?
Porque após Felicidade, a novela que ia vir era Mulheres de Areia. Só que aí teve aquele problema que a Glória Pires engravidou, né? Ela estava escalada para ver As Paganistas. E aí ela engravidou da segunda filha, Antônia. E aí Mulheres de Areia foi protelada e também porque a Ivani disse que queria, só aceitava que fosse a Glória, né? Não queria fazer uma outra atriz.
E aí o Negrão foi convocado às pressas para escrever a substituta, que inclusive o título provisório era Adios Muchachos. E aí o Negrão comenta o seguinte, né? Abre aspas. Fui chamado para criar uma nova trama. Na reunião abriram, na minha frente, em cima da mesa, as plantas dos cenários que tinham produzido. Eu não precisava me preocupar com o elenco. Só tinha que colocar uma história ali dentro daquele cenário de cidade cenográfica.
Eu tinha de 50 a 60 dias para fazer isso. Era uma cidade de praia. Eu recebi os croquis e a planta baixa do cenário para poder me movimentar e imaginar os personagens. Estava lá. Casa de Ruth e Raquel. Virou casa de Cirineu Farfã. Personagem... Cirineu. Cirineu Farfã. Casa de Cirineu Farfã. Personagem da minha novela. Guardo as plantas até hoje.
Mudei a ambientação para uma cidade do interior, fui criando os personagens e fizemos a nova novela Toque de Caixa. Para resolver o problema de visão da história em dois momentos, antes e depois da prisão dos quatro amigos, a produção pintou a cidade cenográfica e modernizou o figurino dos personagens. Quer dizer que o negrão usou a cidade cenográfica de Mulheres de Areia, porque já estava pronto. E aí a Globo não ia...
jogar fora, né? Destruir enfim, tinha que usar, né? Exatamente. E o mais interessante disso é saber que a cidade foi construída para ser uma cidade praiana e a novela não tinha nada de praiana, né? O mais interessante é isso, né? E ver a novela e imaginar como seriam as casas da rua por exemplo, já sabe que as casas das gêmeas virou a casa do Cirineu Fafan então imaginar como seria o cenário da novela naquela trama, né? A senhora não gosta de despedir de solteiro?
Gosto de Sorela, gosto de Dedo Solteiro. Sei que não é uma grande novela, mas é um arroz com feijão interessante, Sorela. Acho que pelo menos tem uma história sendo contada ali. É, cumpriu seu papel, fez sucesso, já foi reprisado algumas vezes.
enfim, agradou, cumpriu sua missão. A novela lançou, atrezes novas, como toda novela sempre lança, foram lançadas as atrezes Leila Lopes. Eu lembro que ela fazia... Eu não lembro o nome da personagem, mas eu me lembro que ela fazia uma professora de ginástica numa academia da cidade. Então tinha cenas delas lá com aquelas malhas lá. Gente, a roupa de ginástica dos anos 90 é engraçada, né?
é bem engraçada na academia lá e tudo fazendo exercícios Gabriela Alves também foi lançada nessa novela ela fazia a moça assassinada do começo da trama é Letícia Spiller também fez foi lançada nessa novela como atriz né ela já tinha deixado o show da Xuxa estreou como atriz nessa novela ela já tinha feito os trapalhões né e foi lançada como atriz essa novela fazia uma specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific
integrante do núcleo jovem também estrearam na Globo as atrizes Helena Ranaldi que vinha da Manchete né ela não tinha escravinha não era João a Helena Ranaldi acho que era da Manchete que ela vinha e a Rita Guedes também estreou
nessa novela. Primeira novela na Globo, não sei de que emissora ela vinha, para falar a verdade. E a veterana atriz Lea Camargo, que era pituita das novelas da Chita Tupi, né? Fazendo o Brasil na Tupi, estando na Globo aqui. E também a história das crianças, né? Dos atores mirins Patrícia de Oliveira e Fernanda Nobre.
na novela. Então, olha só, lançou muita gente que tá aí até hoje, né? Algumas pessoas, né? Pelo menos. Enfim, né? Uma novela agradável, gostosa. Trígia sonora boa, né, Sorela? Também, né? A Nacional tem a Lúcia Beríssima na capa, toda bonitona. Só que tu acha a Trígia Nacional um pouco brega. Eu acho a Trígia Nacional bem cafoninha. Não teve, assim, um grande sucesso.
assim que explodisse nas rádios. Eu me lembro que tocava aquela música do coceiro de Pequiri no rádio. Meu Deus do céu, tá me dando uma coceira não sei onde. Ai, gente, nossa, tocava na rádio. Mais uma trilha. Agora, a Internacional, que tinha os quatro protagonistas na capa, inclusive o Xampu, que já tinha morrido há muito tempo, no começo da novela, tava na capa. E aproveitaram uma foto promocional e colocaram lá, né, gente?
Então já tinha a música Melhor Aqui, né? Monstros que chamaram lá, tipo, Please Don't Go, do Double You.
please don't go don't go ai eu adorava essa música dance né jovem né ai tinha o Ai da Amy Lemos que usava muito pra irmã do João Marcos que era sofrida que queria se apaixonar e queria amar e sofria demais a Maria do Socorro foi demais pra ela
Tinha Stay, do Shakespeare's Seeds, que era a música da Paula, que era irmã da Lenita, Núcleo Jovem, né? Que acabou por um tema do Núcleo Jovem, uma música sofrida também, romântica, né? Tinha Lionel Reed, tinha Dona Summer, inclusive foi a última música da Dona Summer em trilha de novela. Eu tô falando de música inédita, né? Porque depois do Yugi ter uma música dela, enfim.
É uma trilha boa, eu lembro que eu tinha a fita pirata dessa novela, a piratinha. Queria o disco, meu pai não me deu, enfim, eu tive que me satisfazer com a piratinha, né? Era o que tinha, pra quem não tinha o CD, o disco pra comprar, então a gente tinha que se contentar com a piratinha, né, João? Então é isso, tem alguma coisa mais pra falar desse dia de solteiro, João? Só um dado interessante.
O importante que a gente falou na última novela, né, que o Fera Radical acabou a censura, né? Uma das novelas que não tiveram mais o departamento, aquele departamento que era especializado, né? Mas ainda assim, Negrão teve uma abordagem censurada em Despedida de Solteiro, né? Que aí ele tinha passado muitas horas numa casa de detenção para fazer pesquisas para o...
para o shampoo, que era o João Vitti, e na novela ele iria ser infectado na cadeia pelo vírus da AIDS, porque o negrão ficou pressionado com altíssimo índice de presidiários contaminados, segundo ele, 16% em 92. E aí ele comentou, abre aspas, foi uma experiência marcante, achei que a novela poderia funcionar como um alerta para a precária situação dos presos. Aí ele utilizou o termo aidéticos.
Enfim. Mas era o tema da época, né, gente? Era o tema da época. A gente falava assim... Enfim, hoje em dia... Ninguém mais fala isso, né, hoje em dia. E aí ele prossegue. A TV pode e deve fazer esse merchandising social. Mas na época, a Globo censurou a minha ideia com o argumento de que o tema seria um vuduzão para uma novela das seis.
E em vez de ser violentado na prisão, contraindo assim o vírus da AIDS, como havia planejado, o shampoo acabou morrendo de hepatite B depois de uma briga de faca com outro presidiário contaminado. Fiquei com pena, até plasticamente é muito complicado mostrar um personagem depauperado pela AIDS. Fecha aspas. Mas também eu acho que é forte, né gente? Você colocou um personagem irritado, violentado na cadeia. Na hora das seis.
É complicado gente não dá e como o Walter Negrão falou né difícil uma situação personagem que só da doença né porque a gente sabe a gente é nós somos de uma geração que já aprendeu a que teve que aprender a gente aprendeu a se prevenir
da AIDS, né? É uma doença que a gente já nasceu sabendo o que que era, o que se tratava de como evitar. Use camisinha, etc, né? Mas a gente sabe os efeitos que a doença causa no organismo. Então, para mostrar isso em uma novela é complicado. Também talvez até por isso que tem poucas produções, né, Sorela, que mostrem essa coisa da AIDS, né?
que mostrem isso tudo porque realmente não é uma coisa agradável que a gente já lembra a capa do Cazuza na Veja né tema minissérie da chamada O Portador não está no Globoplay sabe que você acha que tá né acho que ela entrou não lembro se ela entrou que fala sobre isso que é a temática principal então a gente então eu não assisti nem na época não lembro então então não sei como é como é que você mostrará lá essa coisa da AIDS né então
É realmente uma coisa que a gente não vê hoje em dia. Se fala com cuidado, até porque hoje em dia o jovem meio que perdeu medais, né? Porque a gente já tem os remédios, a gente tem maneiras de deixar a pessoa indetectável, mas... Então, por isso, as pessoas meio que passaram a perder o medais. E a gente, na época, não. A gente tinha medo. Porque era uma sentença de morte, enfim. Não sei se eu fugi muito do assunto, mas realmente é complicado.
Até em novela das oito, acho que seria até bem complicado também. Então, é uma coisa que realmente a gente vê que as novelas até evitavam, um pouco falar sobre isso. E quando falavam, a gente já não via esse avanço, né, João? Foi? É um tema que não foi abordado muito em telenovela. Não foi, né? Eu lembro daquela... Zaza, tinha Zaza, né? Em 97, mas que... É.
tinha a Marta Mellinger em Vidas Cruzadas, que a personagem acabava... Infectada, né? Infectada pelo marido, que era o Jaime Periardi, que já tinha feito, como você citou... O portador, né? O portador. E amigas e rivais, que se a gente pensar, é uma visão, hoje em dia, não é mais desse jeito, né? Porque você consegue controlar... Não é mais desse jeito, é. Você consegue controlar, você consegue deixar detectável o vírus, então é isso, então é outra visão.
Então é outra visão. E não sei se é interessante para as autores de novela abordarem isso também. Eu acho interessante, porque realmente as pessoas nos dizem que... Ah, eu quero fazer sem capa, sabe? Aí, meu amor, você tá maluco. Não. Ah, mas tem o prep. Não, gente, pelo amor de Deus. Então falta informação. Então tá aí. Cadê a novela para abordar isso? Para explicar para o grande público que não é assim que as coisas funcionam. Sabe? É isso.
pra próxima, pra próxima produção, A Madonna de Cedro, outra minissérie do Negrão, essa tá no Globo Play, que eu sei, foi exibida em oito capítulos, exibidos entre 26 de abril e 6 de maio de 94, escrita pelo Negrão, Charles Peixoto e Nelson Nadotti, baseada no romance homônimo de Antônio Calado, com direção, olha a direção, Tizuka Yamazaki, mais conhecida como amiga de Anitta Harley.
A Rita Harley, né? Quem assistiu o Testamento sabe. Inclusive, a gente comentou essa série lá, os apoiadores. Então, se você quiser ouvir, apoia.se barra crítica de programação e escolha o plano de 20 reais para escutar esse episódio lá, exclusivo. Tá certo? Então, fique à vontade você também, que você ainda não apoia a gente, apoia lá. Estamos esperando você. E tem um grupo de apoiadores lá no Telegram. Então, apoie, entre lá e venha bater papo com a gente, jogar a conversa fora.
Tá certo é e a direção geral era que isso que é mais aqui também que uma das outras diretores que tá no eleito da minissérie é a Denise Saraceni eu confesso que passou na época eu lembro mas eu não assisti a Madonna de Cedro João Dantas diz que se trata a Madonna de Cedro você tem aí a senopse facilmente aí para contar história público
Então, se passa no Rio de Janeiro, na década de 60, o doutor Villanova, que é o personagem do... Carlos Vereza, voltando aqui. Olha o Carlos Vereza novamente. Ele colecionou obras de arte do barroco brasileiro. Ele é um homina escrupuloso.
Pois é. Ele é um homem inescrupuloso e não hesita em mandar roubar as peças que deseja. Quem acaba fazendo serviço é um fotógrafo, o Maneco Mourão, que é um malandro, e é o personagem do Roberto Martins. E aí, só que tem uma peça que ele ainda não conseguiu roubar, que é a de Nossa Senhora da Conceição, que é uma Madonna de Cedro, acreditada ao...
Ao Aleijadinho, né? Que foi um grande pintor. Escutor, né? Da época lá do... Ai, gente, como é que é o período lá, João? Que fala muito dele na história do Brasil. Esqueço. Do Brasil colônia, né? No Brasil era colônia quando o Aleijadinho existiu, né? Enfim. Mas não era isso que eu ia falar, mas tudo bem. Mas dá pra entender o que é. Nossa, barroco é antigo, viu? Barroco é antigo. No período colonial, amigo. Ah, período colonial. É isso aí. É isso aí.
colonial, enfim, clerescutor, entalhador e arquiteto, né? O Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho. E aí... Porque João Dantas é historiador, meu amor, respeite. Respeite. E aí o... o doutor Vila Nova queria encontrar essa peça, né? Queria encontrar essa Madonna de Cedro. Que é a Madonna de Cedro do título, né? Exato. Eu nunca sei se é Madonna de Cedro ou de Cedro.
É Cedro, João. É Cedro. Cedro. Vai se pronunciar. Cedro. E na época, o que eu me lembro quando eu vi os anúncios ali em série, eu achava que era sobre a cantora Madonna, João. Eu não sabia o que era uma Madonna, que a Madonna é a representação da Virgem Maria, né? Então eu não sabia. Gente, por que a Madonna tá com N só? É dois Ns. Aí depois... Ah, não pode ir santo. Ah, não quero saber. Olha o que o amor de um fã faz.
Exato, exatamente. Ver Madonna em tudo. É, ver Madonna em tudo. Aí quando eu comecei a ver coisa de santo, ah, não quero saber quem. Primeiro que eu...
Ai, gente, como eu era fútil e vazio, gente. Nossa. Continua, João. E aí, na Basílica de Congonha, cidade histórica de Minas Gerais, onde estão as obras do Aleijadinho, né? O padre Estevão, que é o Stênio Garcia. Stênio Garcia fez muita novela do Negrão, né? Muita produção do Negrão. Fez muita novela do Negrão. Fez muita. E o delegado Melquisedeque.
Meu Deus, que nome é esse? Meu Quiseteque. O nome é super comum. A grafita é diferente, mas é meu Quiseteque na hora, João. Provavelmente bíblico, né? Enfim. É, exatamente. E aí, tanto o padre como o delegado se previnem contra os roubos, porque está acontecendo muito roubo ali na cidade, enfim. E aí, o sacristão da Basílica, que é o Corcunda de Notre Dame, não. Olha a referência. Olha a referência.
Segunda Pedro, que é o Paulo José, é repugnante, né? Enfim, ele mora no... Exato, ele mora no porão da igreja de onde pode observar e ouvir o que se passa em toda parte, inclusive no confessionário. Será que ele... Gente, será? A gente tem que assistir a minha e sair pra saber, João. Oito capítulos, é curtinha. Oito capítulos. E aí o maneco vai a Congonhas procurar Delfino, que é... Eduardo Moscoves, né? Protagonista aqui, né? Finalmente o protagonista apareceu, né? Finalmente.
Ele é um escultor pacato, muito religioso, e a intenção dele é usá-lo para roubar a Madonna de Cedro, né? E aí o Delfino parta para o Rio de Janeiro para conhecer o Doutor Vila Nova, e na cidade ela acaba conhecendo a jovem Marta, né? Porque falta um romance, né? Falta um romance, tem que ter um romance, é. Tem que ter um romance, e aí ele se apaixona pela Marta, que é a Andrea Beltrão. E já estava com o cabelo da Lisa de A Viagem.
Vale ressaltar isso. E ela gravou depois a minissérie e gravou a novela. Ela já tava com o cabelo da Lisa. E aí ela quer casar. Quer casar. E quem não quer, né, João? E quem não quer, né? O Vila Nova convence o Delfino a roubar a Madonna do Aleijadinho. E aí ele rouba a Madonna do Aleijadinho. Mas se sente culpado. Eita, João.
A culpa religiosa. É o pecado capital também. A culpa religiosa que acomete todo mundo, né? Nossa. O crime e castigo, né? O crime e castigo do Dostoiévski. É verdade. É verdade. O pecado capital de Dona Jeanette Fleck. É, enfim. Ele ultrapassou os princípios morais, religiosos. Ele cometeu um crime por amor. Mas o Vila Nova não se deu por satisfeito. Ele queria mais. Queria ajuda. O que ele quer agora, gente? Ele quer o Michael Jackson de cedro. Ele quer o Michael Jackson de cedro.
Dudas e Escariotes de Cedro, né? Uma estátua esculpida à sua semelhança, porque ela acredita ser a reencarnação de um desafeto de Aleijadinho há séculos carregando uma maldição sobre si. Gente, que coisa que doidão, que doidão, gente!
Ah, Charlotte Ká que escreveu, não, foi o Negrão, meu Deus. Não, não, foi o Negrão. Calma, Jorge, eu tô ofendendo. Pede desculpa. Eu tô de calado, porque ele voltou do livro. É de um roubo de estátua. É de um roubo de estátua, já é uma maldição. Um corcunda no Notre Dame, não sei o quê. Não, que loucura. Três graças, olha aí.
É isso! Ai meu Deus do céu! E aí o Delfino enlouquece de remorso, não conseguindo livrar-se da culpa que sente por ter roubado a Madonna, não é a do Fábio, é a Madonna de Cedro. E aí não pode ser feliz, aí não se casa, e aí ele aceita uma nova tarefa, que é roubar, né? Estão roubando e pegar os Judas Iscariotes. Mas aí começam a aparecer testemunhas de roubo, e aí vai se desenrolando o final, né?
para será que ele foi pego? Será que ele confessou os roubos? Será? Qual foi o final da série? Vamos ter que assistir para saber. Vamos ter que assistir para saber, porque a gente não vai contar esse spoiler para você, né? Eu achei, enfim. É, enfim. Olha, João, você contando a sinopse, me deu vontade de ver, porque você sabe contar a história. Me deu vontade de assistir.
E vale lembrar que a Madonna do Cedro já teve uma versão para o cinema. Em 1968, com direção do Carlos Coimbra, tendo no elenco o Leonardo Vilar fazendo o Delfino, a Leila Diniz fazendo a Marta, Cleide Ácones fazendo a Lola Boba, Sérgio Cardoso fazendo o Pedro Corcunda lá. Nossa, gente, Sérgio Cardoso.
E o Zimbim que fazendo o Vila Nova, o Padre Estevam sendo o João Felipe Soares, entre outros. Eu vi, por acaso, João, uma cena desse filme no Instagram de cinema brasileiro, né? E aí o que é interessante a nossa, gente? Achei interessante, mas como é que tem uma coisa ou outra? Não me lembrava que já tinha sido minissérie. Me deu vontade de ver, João. Oito capítulos é rápido. A gente não tá pra gente ver. Enfim.
E aí, João? É um romance antigo, né? De 57. E aí, João? Eu falei brincando, aquilo do Antônio Calados, é porque ele escreveu muitas obras, ele foi, participou da Academia Brasileira de Letras.
E se não me engano tem uma obra dele que a gente leu na universidade, eu acho que foi O Homem Cordial. O Homem Cordial e outras crônicas, acabei de olhar aqui na biografia. E tem um detalhe, gente, interessante aqui, que a minha série se passa da década de 1960.
O livro se passa na década de 1950. O diretor Carlos Manga impôs a mudança de época, né? Dos anos 50 para os anos 60. O Walter Negrão fala sobre isso no livro Autores e Histórias da Teledramaturgia.
Disgordei muito. A história era ambientada em Mariana ou Ouro Preto em Minas Gerais. E tinha uns personagens muito ingênuos vivientes da década de 50. Carlos Manga quis mudar para 60, para usar o beco das garrafas, a tega sonora da bossa nova. Com isso, os personagens ficaram um pouco imbecilizados. Na década de 60, estávamos no auge do movimento hippie e aquele sujeito ingênuo da história não se encaixava nessa época. A menina ia dever ter uns 40 capítulos e acabamos ficando com 8.
Para ser sincero, nem assisti. Fecha aspas. Pois é, e se nem o Walter Negrão que eu auto assistiu, imagina a gente.
Que ódio, que ódio, pois eu vou assistir. Eu vou fazer orgulho por volta de negrão. Eu vou ver e se tiver que falar mal, eu falo. Mas é isso, né, gente? A minha foi gravada em Congonhas, Mariana e Ouro Preto. Enfim, né? A Madonna usou as minhas gravações, foi copiada da obra original de Aleijadinho pelo escritor, pelo escultor Hélio Petro de Mariana. O artista cobrou 600 dólares.
equivalente a 288 mil cruzeiros no câmbio valores da época. Ele ainda emprestou outras estruturas feitas por ele para compor o cenário do Ateliê de Delfino e está no Globoplay desde dezembro de 2024. Então tem tempo, dá para a gente ver, assistir e tirar as nossas conclusões. Ah, eu vou ver. Vou ver. É isso. Decidi. Decidi agora nesse instante. Agora, amigo, deixa eu te dar uma informação. Ai, meu Deus, eu me informo. Já vai começar.
Tocou? Que ódio, Judan. Meu Deus do céu, gente. Tropicalite vai começar agora.
Tropicalito. Tropicalito. Em Luara. O coração. Essa música fez sucesso. Essa música fez sucesso na época. Morena que dança no mar de alegria. Novela exibida entre 16 de maio a 31 de dezembro de 94. Com 194 capítulos. Novela das seis escrita pelo Negrão, Angela Carneiro, Elizabeth Chin, Vinícius Viana e Márcia Prates. Com direção Geral de Gonzaga Blota.
Também dirigida por ele, Marcelo Travesto e Rogério Gomes. Tropicaliente João Dantas, novela que se passa em Fortaleza, no Ceará, e narra o amor interrompido entre o pescador Ramiro Soares, papel do Erso Capri, e da empresária.
da ricaça Letícia Velasquez, papel de Silvia Pfeiffer. Uma antiga paixão da juventude, João. O Ramiro é o líder de Madeira de Pescadores em Fortaleza, casado com a Serena, papel da Regina Dourado, a companheira de todas as horas, de uma vida inteira. Tem dois filhos, Cassiano, Márcio Garcia, e a Sucena, papel da Carol Dickmann. Cassiano namora da Lila, Carla Marins, filha do grande amigo Samuel, papel do Estênio Garcia. Olha aí, João. Também é pescador, casado com a Esté. Olha aí.
que é papel da Ana Rosa que teve mais um filho além da da Lili teve Davi papel do Delano Avelar que era um jovem que se formou doutor mas sem vergonha de ser filho de pescador que é uma que é uma um bom pote comum das obras do negrão né é eu lembro disso não sou de caribe dentro do caribe
Encomar Onda. Encomar Onda, enfim. Novela praiana do Guadalajara. Sempre tem aquele... O cara que é formado, mas tem vergonha de ter vindo de uma origem humilde. A Letícia é filha do milionário Gaspar Velasquez, que é um homem que deixou as empresas nas mãos da filha para curtir a vida. Quem nunca, né? Letícia enfrenta problemas de relacionamento com os filhos Vitor e Amanda. Papéis do Celto Melo e da Paloma Duarte. João, eu me lembro.
é um ator que o Sorella gostava muito. Ai, Sorella gosta muito dele. Ela ama o Francisco Uco, ela gosta demais dele. Ela fica até emocionada em falar dele, mas enfim. Não chora, Sorella, não fica emocionada. Pelo amor de Deus, chorei, Sorella, não disse por onde.
Ai, meu Deus do céu, a calcinha molhou. E, gente, vou confessar uma coisa. Quando essa manopela passou, eu tinha 13 pra 14 anos. Vocês sabem que todo adolescente tem a fase rebelde. Vitor Velasco era rebelde. Eu queria ser ele. Eu queria ser rebelde que nem ele. Sabe, ele tinha um óculos. Eu comprei no camelô, óculos do Vitor.
Ai, que ótimo. Ele tinha um cabelinho que era meio pra frente e tal. Eu tentava deixar meu cabelo parecido, sabe? Ai, ai, essas fases do adolescente rebelde. Eu queria ser ele. E aí, a Letícia é viúva, né? E o Vitor acusa a mãe de ter matado o pai. Tem toda uma trama aí e tal. E depois você tem ódio da mãe dele.
E tem óbvio. E aí a Letícia procura um novo boom pra vida afetiva. E pretendentes não faltam, né? Um deles é o François, papel do Vitor Fazano, né? Que é um homem bonitão, galante. E tá de hoje na sua beleza, na sua fortuna. E ele tem o auxílio de Franchico, que é o papel do Cássio Gabos Mendes, que é um picareta com uma missão, que é juntar Letícia e François, né? Aí tinha uma raiva do Franchico. Eu odiava ele no começo, achava ele chatíssimo. Nossa!
Enfim, enquanto isso, Letícia fica balançada, Sorela, com o reencontro com o Ramiro. Sabe você, gente, quem aqui não teve o primeiro amor, né? Um grande amor na juventude? Eu tive o meu. Quando a gente não reencontra, a gente não fica assim mexida, relembrando aqueles tempos, eu fico. Eu fiquei quando eu recontri o meu, né? No caso dos gays e do hermoplatônico, é, acontece. Todo mundo. Né?
todo mundo né e às vezes eu quero ouvir isso aqui falando e às vezes a gente tá até graças a Deus porque acabou né porque a gente vê que tá melhor né é porque o gay ele fica bem com o passar do tempo né o gay fica bem com o passar do tempo se você ouvir um gay mais jovem na época da escola e você vê ele na parte dos 30 anos ele tá belíssimo ele tá belíssimo agora vem um hétero
com 30 anos. Velho, feio, boçal. É triste, gente. Então é isso. É por isso que as mulheres hoje em dia estão se apaixonando pelos gays, né? Vai entender. Mas enfim, a Letícia ficou balançada com o reencontro com o Ramiro, que foi a grande paixão da vida dela, que ela nunca esqueceu, que é o que vai desencadear uma série de conflitos, que é o namoro do Vitor, que é um rapaz com sérios problemas psicológicos, com a doce Asucena, a filha do Ramiro, né? Que no começo ele só quer sapecar a Asucena,
Ai, gente, a Sucia também era uma tonta, né? Também era uma tonta. Não foi preparada pra vida, né? Enfim. Sorela, você tem lembranças com Tropicaliente? Tenho, Sorela. Tenho. Eu lembro que eu gostava muito da abertura, né? Eu achava... A abertura maravilhosa. A abertura linda. Eu acho que é uma das mais criativas da década de 90. Eu me lembro, Sorela, sem querer te interromper, que a abertura foi exibida no Fantástico. Ah, foi, Sorela? Foi uma estrela.
foi ele só não colocar os trechos de abertura Lógico né mas ela foi virando fantástico tinha algo que a expectativa que essa novela a divulgação fantástico porque nossa investindo viu eu lembro muito eu lembro muito da abertura só ela lembra bastante assim eu gosto da mulher criança a mulher que a gente conheceu lá né
É, pois é, Sorela. Eu tinha 5, 6 anos, então eu tenho um pouco a lembrança da exibição original. Eu fui conhecer mesmo a novela, não vale a pena ver de novo, né? Na reprise. Aí foi quando eu conheci a história, conheci os personagens e tal, e eu gostei na época. Eu tinha meus 11, 12 anos, então eu lembro que eu gostei. Mas quando eu fui inventar de ver no Viva... Vendo Viva, né, Sorela? Vamos mudar de assunto, porque Sorela, difícil, viu? Difícil, Sorela.
E assim, não é uma novela ruim, mas eu acho tão chato, eu acho tão lenta, sabe? Sem explicar muito bem, eu acho que não tem como gostar daqueles personagens, o Vitor, pelo amor de Deus, aquela adrenalina, nossa senhora, o que é aquilo? Ai, senhora, adrenalina, tinha adrenalina ainda, é verdade.
É, Sorela. A própria Tuzena, eu acho outra mala sem alça. Eu acho que de personagem ali que eu gosto, a Letícia também não sabe o que quer. A Letícia também é complicada, viu? É complicada, Sorela. É complicada, não sabe o que quer. O Ramiro também é outro, quer as duas, quer a mulher, quer a amante. Então, assim, de personagem mesmo ali que eu gosto é o Franchico e a Serena. Eu adoro a Serena, Sorela.
a gente só eu só fui apreciar Serena na reprise pois é original que tem a Lúcia Alves também tem a nossa Dora Isabel e eu amava a Isabel Giovanna Antonelli tem dela novelar né tem um tem um bom só ela é o que é consistente mas eu acho que faltaríamos uma história né
Nossa senhora, ela era um gostoso, né? Sorela. Era a Sorela. Nossa, Sorela, meu Deus do céu. Hoje em dia, se a senhora vê, a senhora nem reconhece. Eu vou deixar no campo da ilusão. Não vou deixar. É melhor, melhor. É melhor. Não vou buscar.
Nossa, aí eu me lembro que a Isabel era mãe do... A Isabel, que era a Lúcia Alves, era mãe do Pessoa, que era o Guga Coelho. Aí na chamada da novela, na chamada da personagem, ela aparece batendo nele. Bora tomar um banho pra tirar essa catinga. Daquele jeito que a Lúcia Alves fala. Ai, gente, era muito engraçado. Nossa, mas a adrenalina... É uma... A adrenalina era tensa. É que a personagem meio que foi... A personagem meio que foi reeditada em Como Uma Onda, né, Sorela? Com a personagem da Luiz Cardoso, né? Que é o personagem bem parecido.
O Manjubinha de Tropicaliente não volta em Como Onda, se não me engano? Volta, é verdade, volta. Esse ator que inclusive aparece em Cinderela 74, ou seja, parceiro longo do Negrão, né? Parceiro de longa data. E ele mata J.J., né? Em Como Onda, se não me engano. Não é ele? Ah, isso eu não sou capaz de lembrar, senhora. E eu ia que eu assisti com uma onda na época. Eu só lembro que a Laura Cardoso aqui em Disco...
Ela descobre quem matou, mas ela vê quem matou na... E ela tem uma visagem, uma coisa assim do tipo. Ela vê com os olhos do coração, gente. Ela vê com os olhos do coração. Nossa, agora, cenas marcantes tropicalientes. Nossa, a cena... Nossa, eu achava tudo as cenas da Regina Dourado, assim, olhando pro mar, ao som de Jorge Versilo, com aquela música Praia Nua. Gente, a força daquela mulher, sabe?
aquela cena que ela resolve construir para o Ramiro e para a Letícia, uma cabana para eles viverem o amor deles com as próprias mãos, gente. Que ela vai... Nossa, gente. Vocês lembram dessa cena? Eu fiquei encantada com Regina Dourado. Porque a gente lembra muito da Lucineide, Explode Coração, personagem mais cômico. Mas quando dava um personagem dramático para ela, a mulher arrebentava. A mulher arrebentava. E, nossa, eu amava a Serena na reprise.
Na reprisa eu amava ela. Nossa, aí a Letícia... Eu me lembro que a Letícia vai morar com o... Larga tudo e vai morar com o Ramiro, numa cabana. Viver com mulher de pescador. Aí ela tem que aprender a cozinhar peixe. Aí ela fica doente. Aí quem cuida dela é a Serena. Aí eu digo, ai mulher, que mulher... Ai gente, morre logo, que mulher chata. Não sabe o que quer. Eu acho que a Letícia gostava da fantasia, sabe? De viver um amor com uma pessoa diferente.
É porque, gente, desculpa, mas a gente tem certas profissões, vamos dizer assim, que tem a coisa do fetiche, que tem a coisa do fetiche. Por exemplo, um policial, que é o estereótipo da macheza, da masculinidade, da virilidade. Estereótipo, né? Hoje em dia eles te matam, né? Mas, enfim, o pescador, né? Aquela figura também viril, né? Ele de camisa aberta ou sem camisa, aquele cheiro de peixe, sabe?
É gente, é um estereótipo A gente estereotipiza as pessoas Olha, eu estou inventando palavras Mas é isso, mas é isso Quem nunca, né? Idealizou um amor Na juventude, sabe? Mas por que a gente começou essa piada do Tropical A gente vai começar, gente? Porque a novela Como o Sorela disse, é uma enrolação Louca, e aí, quando a foi Exibida no Viva, o Viva tinha Aqueles slides, né? Quando a última parte da novela Estava sendo exibida, porque na sequência Vinha a próxima, e quando colocavam no Twitter E aí
Porque Tropicaliente já vai começar, o povo colocava imagem de pessoa chorando, de pessoa desesperada, sabe? Eu morria de rir e eu embarcava nos memes. Se você colocar na busca isso, ainda aparece alguma coisa. Mas era muito engraçado. Mas eu gostava de Tropicaliente.
Eu assistia Tropicaliente no Viva. Acharam legal, sei lá. Eu me lembro, Sorela, uma coisa engraçada que eu fui julgada por causa dessa novela. Porque saiu a trilha internacional, né? Que era com essa capa e na capa. A trilha internacional era só com música em espanhol. E aí uma vez eu comprei o disco...
E levei ele para o colégio. Aí todo mundo, gente, que disco é esse? Tu comprou essa bomba, sabe? Só música ruim. Porque eu nem tinha ouvido, só tinha ouvido o que tinha no comercial do disco. E realmente, gente, olha, eu fui gostar dessa trilha com o passar do tempo. Porque realmente é música espanhola que a gente não tinha o hábito de ouvir música espanhol na época, né?
Agora que a gente está tendo a entrada da latinidade aqui no Brasil e tal, que o Brasil está se descobrindo um país latino, gente. É. E aí, Juan Luiz Guerra, Carlos Vives.
Gloria Steffi cantando inglês, mas tinha lá. Era a única música inglesa na novela, era essa. E nem tocava na novela. E não sei por que a trilha não tocava na novela, a sorela. Não tocava. Aí eu fico pensando, por que que não tocava? Só tocava no encerramento, tal qual Mulheres de Areia, né? Enfim, eu sofri preconceito por causa dessa trilha. A única música que eu gostava, que eu me lembro, que eu gostava muito dessa trilha, era La Marrè del Ritmo.
Da Marie Claire Dubaldo, que achava o máximo dessa música. Um pop bem latino. E hoje quando eu escuto a música, a versão dela em inglês, que é a original, eu não consigo gostar. Só gosto da versão latina, que eu acho mais legal. Enfim, gente, Tropicaliente fez sucesso. Foi uma das primeiras novelas da Globo que se passaram em outro estado. Eles iam sempre com frequência gravar lá em Fortaleza. Me lembro que a Azaleia lançou uma sandália tropicaliente, por conta da época do sucesso da novela. Enfim.
enfim, né? Cumpriu sua missão e na Rússia virou tropicanca, né? Tropicanca, né? Tropical. Fez muito sucesso na Rússia, né? Muito sucesso. Muito sucesso na Rússia. É, e a história ela falou de uma das primeiras, né? Uma das pioneiras de serem gravadas em outro estado, acho que vinha muito do que tinha acontecido com a antecessora dela, que foi Sonho Meu, né? Que era gravada em Curitiba. É verdade.
É verdade. Queriam sair um pouco do eixo Rio-São Paulo, Rio-São Paulo, Rio-São Paulo. E foi legal, né? Porque a gente pode conhecer outros lugares, né? Outra novela que foi filmada em Fortaleza. E que... O turismo aumentou nessa hora lá. O Estado registrou um aumento considerável no nível de turistas, no nível de visitantes. O turismo, né?
É verdade, é verdade. É isso, gente. Tropicalite foi a primeira novela praiana do negrão, né? E é isso. Foi um grande sucesso, né, na época. Ó, o que diz aqui? Tropicalite surgiu da vontade de Paulo Biratã em gravar uma novela no Ceará, estado que ele gostava muito.
Ele já havia usado locações serentes Na novela final feliz em 83 Em 98 ele voltou ao Ceará Para a pré-produção de Meu Bem Querer Mas faleceu em seguida Foi uma ideia, mas foi uma ideia É uma novela que eu gosto, quero ver de novo Não tão cedo Mas nada contra, gente Porque realmente na reprisa é uma novela mais arrastadinha Eu me lembro que na época que a minha mãe tinha um restaurante Tinha um...
um freguês lá que sempre ia almoçar no horário da novela e só ia embora depois que a novela acabava sabe, todo dia, de segunda a sexta ele gostava muito de Tropicaliente então acho que editadinha fica legal, né então vamos pra próxima Anjos de Mim, novela com 171 capítulos entre 9 de setembro de 96 e 29 de março de 97 com 171 capítulos, novela das 6 escrita por Walter Negrão e Elizabeth Jean
Angela Carneiro e Vinicius Viana, com direção de Ricardo Washington, Ari Kozlov, Alexandre Avancini e Edson Spinello, direção geral também de Ricardo Washington. O que eu acho engraçado de Anjos de Mim é que ela foi vendida na época, eu me lembro disso nos jornais, nas revistas da TV da época, que ela foi vendida como a primeira novela espírita, acho que da Globo, né? Mas a gente já tinha tido a viagem antes, né?
tanto na versão da Tupi como na própria Globo, né? E isso é esse papo. Só um pequeno adendo. Que na hora eu dei uma risada boa aqui em casa, mas acabei esquecendo de comentar. E o João falou que foi despedida de solteiro, né? Que teve título provisório de adios muchachos, foi? Sim. Sorela, pelo amor de Deus, que título é esse, Sorela?
A gente só me lembra da cena final deles no último capítulo cantando adios, muchachos companheiros de la vida. Só isso. Pelo amor. Eles cantavam antes, eu não lembro. Que título ruim é isso, Sorela? Que título ruim. Imagina, Sorela. Ai, ai. Nossa senhora. Enfim, um dia faremos os títulos ruins de... Os títulos ruins, né? Tôrela. Vamos.
É bom, é boa, é boa. Enfim, vamos continuar. Anjo de Mim. Peraí, vamos ver. Anjo de Mim é um título que quer dizer o quê? Anjo de Mim. Eu não entendi esse título. Sim, foi ditado. É a música. Não diz nada. Não diz nada também. O título veio da música ou a música veio do título? Não sabemos. Jamais saberemos, né? Mas enfim, Anjo de Mim, gente. Conta a história de Floriano Ferraz. Tony Ramos. Mais uma vez aqui com o Negrão. Que vive atormentado, Sorela.
por uma forte dor no ombro e por visões de uma vida passada em que uma mulher morre aos seus pés. A Sorela tem visões, Sorela? Você costuma ter visões, assim, do passado, alguma coisa? Não, Sorela. Não.
Não, mas se for pra ter visões de um passado onde eu era uma escrava, né? Onde eu era uma foda do que eu sou, é melhor não ter, Sorela. É melhor não ter, né, gente? Se for pra ter visão pra sofrer, é melhor não ter, sabe? Concordo, Sorela. Concordo totalmente. E aí, Sorela...
o Floriano resolve fazer sessões de regressão de hipnose e ele descobre que lá em 1880 ele se chamava Belmiro Castanho o militar no ombro em combate apaixonado por uma moça da moça bela chamada Valentina e Belmiro e Valentina foram protagonistas de um amor impossível e
trágico, lógico, sem possível, tem que ser trágico, né? Que antes de morrerem, eles prometeram se reencontrar em uma vida futura para juntos concretizarem este amor. Olha que trama boa pra uma novela, das seis. Ai, as jantadas de casar, amam, né? Essa história de amor que se concretiza em outras vidas. E aí, gente, cem anos depois, em 1980. Se foi em 1880, é em 1980.
a 100 anos depois é isso gente é 98 então tem que ser 100 mil novecentos e dezoito anos 118 história lá 118 não mas 116 116 116 tô louca ainda mas aqui não sei anos depois aí com ela olha lá olha o erro aí né fizeram que quer dizer 16 anos né porque eles passavam na contemporaneidade né exatamente é
exatamente mas aqui escrito 100 anos depois então vamos imaginar gente novela pode toda 100 anos depois Floriano é um cético escultor casado com Antônia papel da Tássia Camargo ao conhecer seu passado ele decide eu encontro marcado com seu antigo amor gente e aí ele vai para Petrópolis localiza um palacete abandonado vai ajudar a decifrar o seu mistério e aí no afã na vontade
naquela coisa louca de reconhecer Valentina. Na atual encarnação, o Floriano vai se envolver com três belas mulheres. Lavinha, papel da Viviane Pazmante, Maria Elvira, papel da Paloma Duarte, e Joana, papel da Helena Ranaldi. Na convicção que uma dessas três...
Pode ser a Valentina, a reencarnação da Valentina, pois todas elas têm em comum laços de outras vidas. E aí, João, vamos falar de cada uma? A Lavinha é uma moça humilde, rude, corajosa, amiga do desmemoriado Canequinha, papel de Elias Gleiser.
E esconde do mundo um coração carente Ai gente, sou rebelde porque o mundo quis assim Porque nunca me trataram com amor É a história da Lavinha A Maria Elvira é uma jovem rica Mimada e romântica que sonha em encontrar Uma grande paixão, aquela rica que é insatisfeita Sorela Já Joana sofre calada Com a infidelidade do marido Bianor Papel do José Vilge Que há anos mantém um caso Com Divina, papel da Cláudia Alencar É colega specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific
Floriano Ferraz, um homem atormentado por visões de uma vida passada. Essa dor que eu vejo estampada no seu rosto é de agora, de antes, da outra vida. Revivendo as emoções de um amor que nem a morte conseguiu destruir. Eu senti aqui dentro o mesmo amor, a mesma paixão.
O que eu devo ter sentido por ela em outra vida? Lutando para descobrir no presente a mulher de sua vida, de todas as suas vidas. Ela marcou um encontro comigo no futuro, num futuro que é agora. Maria Elvira, a jovem rica que sonha em encontrar sua verdadeira paixão. Deu por mim ter casado com você no primeiro dia que eu te ver.
Lavinia, uma moça rude e corajosa que esconde do mundo um coração carente. Eu só queria um bocadinho de paz e de sossego. Joana, uma mulher que sempre viveu um casamento de aparências e sofreu calada com a infidelidade de Bia Nor. Eu não quero mais esse casamento.
Chega! Eu quero uma vida feliz, alegre. Um empresário poderoso que foi traído por seu melhor amigo, o ambicioso Marco Monterrey. Me diz que não foi você que me roubou.
Um homem frio que assume o comando da empresa depois do misterioso desaparecimento de seu sócio. Começando a achar que esse um misto do Bianor vai revelar muita coisa. Amanhã estreia a nova novela das seis de Walter Negrão, Anjo de Mim.
Vocês viram que vocês eram adolescentes nessa época, então... Vocês se interessaram por antes de mim na época? João Dantas, você se interessou por antes de mim na época? Eu perguntando se vocês se interessaram pela novela na época que passou, porque vocês devem ser adolescentes, então não sei se é trama. Não me interessei. Na época ou agora? Na época eu não me interessei, agora eu me interesso, porque eu lembro que tinha muito essa coisa das sessões.
Regressão. E eu via muito nas capas das revistas. Saiba quem é a identidade de Valentina. Era o mistério. Era o mistério. Quem era a Valentina? Era uma das três. Era a Lavinha? Era a Maria Elvira ou era a Joana? Por que no decorrer da... Porque ele se envolveu com as três.
Ele se envolveu com as três. Só que ele se apaixonava pela Joana, que era a Helena Ranaldi. Só que não era a Joana a reencarnação da Valentina. A reencarnação da Valentina era a Viviane Pazmante, a Lavinha, que era. E a Maria Elvira, eu me lembro que ela se apaixona pelo Floriano. Ela meio que cria uma paixão obsessiva por ele. Ela se faz passar por Valentina, mas...
se descobre no final que era a Lavinha que era. Só que eles não tiveram, decidiram não manter um romance. Ele continuou protegendo a Lavinha e tal. Eu me lembro que ela se apaixona pelo personagem do Márcio Garcia na novela, que eu me lembro. Mas era isso, achei interessante, achei legal. Ou seja, retomaram o amor, mas de outra maneira, né? Não sei se foi intencional do Negrão, ou seja...
Se foi ir pra isso, mas acho interessante na época. Eu gostei. Eu não fiquei com raiva final, sabe? Tipo aquele meme da Monica. Ai, a novela toda pra ver o final desse. Eu gostei na época.
Além desse lance das regressões, o que eu lembro da novela era o personagem do Elias Glazer, né? O Canequinha. Isso, que ele era um deficiente mental. Ele era deficiente mental. E o Glazer também fez várias novelas do Negrão, né? Também é o caso de elegar-se. E outra coisa também que eu achei interessante. Bilões com iniciais iguais, né? É Marco Montenegro.
É uma marca do Negrão, gente. É a marca, né? Enfim. E o Canequinha, eu me lembro que ele era a reencarnação do pai da Valentina. Então, eu me lembro bem dessa novela. Me lembro bem dessa novela. Eu gostei muito de ver na época.
Gostei demais de ver. E aí a Gin tava colaborando, né? Já pegando... Já pegando as manhas, né? As manhas pra escrever as novelas dela. Tem o merchandising social, gravidez não planejada, álcool.
os abusivos do álcool, direitos das crianças e dos adolescentes, né, porque o Floriano acho que ajudava, né, mostrava um trabalho de recuperação de crianças e jovens, enfim, eu lembro que eu via muito, assim, nos capítulos das revistas, destaco para a novela, mas na época não me interessou, não, mas eu gostaria de ver agora para entender, porque eu acho que é uma novela apagada, né, não sei, eu senti uma novela apagada na...
aquela fase novela dos anos 90. A gente não vê o pessoal falando muito. É, eu não falo muito. Não falo muito não dessa novela. Mas eu gostei muito na época. A trilha sonora fez sucesso na época. A trilha sonora fez sucesso na época. A Nacional tem o Tony Rambos na capa. Uma foto esquisita. Uma foto, ele tá sorridente, mas uma foto feia. Ele podia ter feito uma foto. O fotógrafo podia ter feito uma foto melhor. Então podia ter escolhido outra foto. Não tá boa. Tem ricos da trilha Nacional como a Maré do Roupa Nova.
Tocava muito. Amar é quando não dá mais pra disfarçar. Tem barão vermelho que vem quente que eu estou fervendo, que era o tema das vinguetas de intervalo. Se você quer brigar e acha que com isso estou. Te amo pra sempre do que de abelha. Te amo pra sempre, te amo demais. Tinha uma versão.
e de Estranho Amor em português, chamada Amores Estranhos, cantada por uma cantora chamada Andressa. Quem é Andressa, gente? Que era o tema da Françoise Forton. Enfim, era uma trilha boa. Era uma trilha boa, uma trilha interessante. Agora, a Internacional, gente, fez sucesso. Eu me lembro que na minha sala de aula, que na época eu fazia o segundo ano do ensino médio, quase todo mundo tinha esse CD. Eu, então, pedia pra alguém gravar na fita, porque tinha Hit, tinha No Mercy com Where Do You Go?
My lovely, where do you go? Tinha Henrique Glesias, tinha Lance Morissette, tinha In a Circle, tinha Boyzone. Nossa, Sorela, eu amava a música do Boyzone. Amava. Ai, Sorela, é linda aquela música, é uma música dos BG's. This world has must be lonely. Que era o tema da Maria Elvira, eu acho. Era o tema da Paloma Duarte, Paloma Duarte Ruiva. Eu acho que é a capa do CD, é a Paloma, né, que tá na capa do CD.
É a Paloma na capa do Internacional. Nossa, ela tá a cara da Julia Feldens. Ai, ela era o cão nessa novela. Ela era o cão. Casos raros de vilã e capa do Internacional, né? Casos raros. Tinha Tony Braxton. Isso antes do Unbreak Mahort, né? Antes do Unbreak Mahort. Tinha... Ah, uma trilha boa. Uma trilha bem jovem. Bem... Com sucesso da época. E fez muito sucesso. Mafalda Minotis, gente. Sei tu. Love your guitar. Sei tu.
Achei. O que mais que tinha? Tinha Sandelina Soraya, que tocava muito. Essa cantora morreu na época, inclusive. Será que é por isso que botaram? Porque a Ação Livre gostava de colocar a música de cantora falecida nas trilhas. E tocava muito. E hoje no Spotify não tem a versão em inglês, só em espanhol. Que revolta.
Mas a gente ainda bem que tem o YouTube pra isso. Mas é uma trilha boa, fez sucesso na época. Não sei se vendeu horror na época. A gente tá esperando ver no Teletema Vol. 2. Mas pelo menos, na minha bolha, fez sucesso. O que eu gravei de fita, o pessoal da minha turma não tá escrito. Nossa. Eu gravo a base, ó, dá a fita. Eu não vou dar fita, não. Se eu for dar a fita, eu vou cobrar. Eu era mercenária desde sempre.
Mas enfim, foi a última trilha internacional em LP a ser vendida. Foi a última. Então por isso que ela é rara de se encontrar, né? Mas eu tenho CD até hoje. CDzinho até hoje. Mas em LP, realmente, na época já não me interessava mais. Vamos para a próxima, gente?
Era Uma Vez, 98, exibida entre 30 de março e 3 de outubro, com 160 capítulos, escrita pelo Walter Negrão, Elizabeth Gin, Marcia Prats e Júlio Fischer, com direção de Rogério Gomes, Marcelo Traveso e Fabrício Lambert, com direção geral de Rogério Gomes e direção de núcleo do Jorge Fernando.
Era uma vez uma novela infantil, né, gente? Contava a história da Madalena, que era o papel da Drica Moraes, que fugia do marido, que era um cara ciumento, controlador, obsessivo, obcecado por ela, um Danilo, que era o papel do Tuca Andrada. Ela vive escondida na Europa com um amigo Maneco Dionísio, que era o papel do Antônio Calone. E ela trabalhava como artista de rua. Eu me lembro que a novela começava em Barcelona, né?
As cenas eram em Barcelona. Eles como artistas de rua, fugindo do cara lá. E eles voltam para o Brasil clandestinamente. E aí a Madalena aceita o emprego de governante do sul do país. Vai trabalhar na mansão do poderoso Xistos, papel do Claudio Marzo, para cuidar de seus perfeitados netos. Glorinha, Zé Maria, Marizé e Fafá. Papéis da Luísa Curvo, Alexandre... Como é o nome do menino? Alexandre Lemos, Alessandra Guiá e Pedro Agu...
um, respectivamente. As crianças são filhas do Álvaro, papel do Erso Caprio, médico veterinário, que foi casado com a falecida filha do Xistos. Eles moram no sítio com o pai, o avô Pepe, papel do Elias Glazer, o avô preferido da criançada, e o Xistos era o avô mal, né? Eles achavam o avô mais controlador, mais rígido, né? E aí o Álvaro era noivo da Bruna, papel da André Beltrão. André Beltrão estava ótima nessa novela.
Inclusive você Inclusive você falando da André Beltrão Eu amo o final dela Completamente louca Ela com o Danilo E um achando que o outro é o Álvaro E ele achando que ela era a Madalena Ai gente, achei bem original
Gente, que ela era uma filha da Corela. Eu não perdi um capítulo essa novela. Porque como a novela veio, né, João? No rastro de Chiquititas, né? Que é a novela que Chiquititas estreou no ano anterior. No ano anterior no SBT. Foi aquele arrasa quarteirão, né, João?
Ele arrasa quarteirão. Aí a Globo disse, ó, as noites também são infantis. Aí criaram, né, aí chamaram o Negrão pra fazer uma novela. Aí colocaram esse núcleo infantil, que ainda contava com Maria Caroline Rebelo, né, né, sorela? Sim. E o Eduardo Caldas também fazia parte da novela, né? Era. É… Era, que fazia o sarrafo. E o nome da personagem dela, não me lembro agora qual é.
Não lembro qual é. Mas tinha um... Sema. Era Sema. Sema, isso, isso. Sema. Aí tinha esse núcleo infantil. Aí tinha um vovôzinho fofinho, né? Que era o... O Elias Cleiter, né? Ele ajudou novamente, né? Já vinha da lei do... Novamente. Já vinha da lei do Sonho Meu, né, Sarela? Que também tinha aquele apelo infantil muito forte. Só que Sonho Meu era um novela muito mais pesada.
que falava de abandono, de violência contra a mulher. É verdade. Era uma novela... Era uma vez, era bem infantil mesmo, né? Era infantil mesmo, né? Não, você já começa na abertura com o Sandro e o Júnior e o Tonquinho, né?
Que era a dupla pop do momento, né? Exatamente. Os grandes pop-stars brasileiros, os ídolos da criançada, né? Do infanto-juvenil na época, né? Exatamente. E, como eu falei, vinha muito do rastro de Chiquititas, do Sesc Chiquititas que tinha feito no SBT no ano anterior e continuava fazendo.
E como a novela não iria competir diretamente, não iria competir diretamente porque passava às seis da tarde, a Globo imaginava que esse projeto viria para pegar já esse público, como se fosse fazer um esquenta, para o público que já era acostumado a assistir televisão à noite. E falou aí do apelo infantil na trilha sonora, tem Angélica com Terra do Nunca também na trilha sonora.
Eu lembro que a Contigo, diante desses sucessos chiquititas, dessas outras produções infantis, não só a Contigo Criança, que era um encarque. Não, Contigo Kids. Contigo Kids, isso. Isso, era um encarquezinho que vinha, né?
que falavam de todas essas expressões chiquititas, descubra quem são os astros de Era Uma Vez, caça talentos. Nossa, gente, e essa novela me remete muito à infância, porque era um tempo que eu ia muito para o sítio da minha avó, para a zona rural, então passava as férias lá, com os meus primos, e foi justamente na época de Era Uma Vez. É uma novela deliciosa, lembra muito a infância, cheia de tarde, aquele café com bolo.
Tomar banho de chuva Tomar banho de rio É uma novela conforto, né? É uma novela conforto, né? É, lembra uma fase muito boa Eu tinha meus 10 anos de idade Já tava ali na pré-adolescência Já e tal Aí você tem ali o início do romance, né? Com a personagem da Luísa Curvo, que já era mais velha, né? Então já era uma pré-adolescência Já era mocinha, né? Todo moça, né? Era!
Era virando mocinha. Aí tem ali aquele... aquele romancezinho ali com sarrafo, né? Aí tem o menorzinho, que era o Fafá, que era muito engraçado. O Fafá era muito engraçado na época. E... era meio noviça rebelde, né? Era noviça rebelde, claramente. Era meio noviça rebelde ali, claramente.
A comissão é dela, um pouco de Másco de Oz também. Másco de Oz também tinha, né? Eu lembro que na... A novela, ela passava, né? Às seis da tarde. E aí dava tempo da gente assistir antes de ir pra igreja. Porque geralmente o culto começava às sete, né? A gente era crente, né? E tal. Quando muito perdia, perdia o último bloco da novela. Então eu acompanhei a novela inteira. Porque a manhã também adorava. A manhã gosta de fazer novela até hoje. Então lá em casa a gente sempre assistia. Pronto.
Lá em casa, nessa época, não tinha praja aqueles jornais Morte, Sangue e Desgraça, né, da Record e do SBT, né? Mas a gente assistia muito, era uma vez que a gente acompanhou inteira. E quando eu revi a novela Não Vale a Pena Ver de Novo, 2006, 2005, 2004, não vou lembrar. Foi por aí, 2007.
Foi no 2007? Não, no 2007. Pronto. Eu lembro que eu já perguntei de novo. Eu não me surpreendi com essa reprise, né? Que eu não esperava. Eu também me surpreendi muito. Eu também não esperava. Assisti novamente, continuei gostando. Eu vi no Viva. Eu gosto da novela até hoje, sabe? Acho que é uma novela boba, né? É uma novela claramente infantil em todos os aspectos. Mas tem bons personagens a ler. A Bruna é uma boa vilã. A Madalena é uma ótima mocinha. Acho que foi uma porta de entrada muito boa pra Adrika Moraes.
Primeira e única protagonista da Drica em novelas da Globo, né? E vinha de um papel totalmente diferente, que era a péssima de violão de Chica, né? Totalmente diferente. Totalmente diferente. Exatamente. Talvez a única mocinha, de fato, né? Mocinha romântica, digamos assim.
A única mocinha romântica da Drica Moraes, porque ela, enfim, se especializou em outro tipo de personagem, mas voltava pra comédia, né? Ou então vilãs muito terríveis, né, sorela? Mas nessa novela ela teve um bom desempenho ali, eu gosto do trabalho dela, né? Eu lembro que eu gostava da personagem da Iona Magalhães, a personagem da Dona Santa de Nair Belo, eu achava ela ótima, uma chave engraçadíssima. Ótima Nair Belo. Era que ela tinha um filho Horácio, que era um trambiqueiro, que ela era incapaz de enxergar que o filho não prestava.
né, e o outro filho dela era o Freixicão, que todo mundo chamava de Freixicão, né, Sorela? O cara mais underground que eu conheço é o Diabo. É muito bom. Nossa, mas ele não fica bem, ele sai logo, né? Não, Sorela, não. Ele sai logo? Não, Sorela.
o jogo filé ele não sai da novela ele fica na vela toda para mim ele saia novela toda não sai não só ela não sai não não é para mim ele saía eu tinha um clã jovem também para ela que era muito forte né né que era devorar seco Cláudio Heinz de hoje o raio
Como é o nome daquela outra? Foi pra Record, foi muito pra novela na Record. Raquel Nunes, Raquel Nunes. Raquel Nunes, Raquel Nunes, Luciano Viana, né? Tem o núcleo jovenzinho ali, bem… Tem uma importância, né? Na história, né? Que era o filé, né? A…
Eu amava só ela. A Emília. Pindi, Emília. A Babi aqui era uma coisa meio... E o Nuclos Jovem, sei lá, era uma coisa meio quadrilha do Carlos Lomão de Andrade, né? E Filé que era apaixonada pela Emília. A Babi era apaixonada pelo Filé que amava. A Emília que amava o Júlio que não amava ninguém. Que não amava ninguém.
e a própria chamada fazia isso nessa brincadeira né é a própria chamada da história Miriam Rios também tava na novela volta rios né e na época foi a volta da Miriam Rios ela se envolvia com André Gonçalves lembra André Gonçalves e na vida real né para combinar né é lindo negócio foi babado foi babado foi babado uma das últimas novelas a Miriam Rios né
É. Porque depois que eu me lembro, ela fez o Clone. O Clone, que eu me lembro. Foi as últimas mesmo, foi a volta dela nas novelas. E depois ela fez… Agora, recentemente, né? É, PNAS PT e pronto.
E pronto. Mas eu gosto de uma novela boa, eu gosto, adoro era uma vez, eu acho uma novela muito boa, assim mesmo, acho que como o João falou, né, uma novelinha que remete às férias, né, quando a gente era criança, né, aquela liberdade que a gente tinha, que as crianças hoje em dia não tem mais, eu nem vejo criança mais hoje em dia, já começa por aí.
Parece que as crianças deixam desaparecer. Não vê mais criança na rua. É, Sorela. A gente tem medo de deixar as crianças soltas agora, Sorela. Não vê criança em ruim lugar nenhum, em porra nenhuma a mais. Então, é uma novela que lembra... Que leva a gente pra tempos mais simples, sabe? Pelo menos, ilude que... Faz a gente se iludir achando que aquela época era melhor. Entende? Mas, enfim. Exatamente.
Eu falei que tinha duas novelas do Walter Negrão que eu gostava mais do que Direito de Amar, era uma vez em uma delas. A outra, qual será a próxima? Qual será a próxima, gente? Vamos descobrir? Será que ela tá nesse episódio? Sol Nascente. Menino, mas as ofensas elas não tem fim, né? Meu Deus, Sol Nascente. Foi horrível, né? Sol Nascente. Mas o que é isso?
Porque onde estamos? Pois é, olha só, né? Eu lembro de Era Uma Vez, a Teresa Raquel, né? Fazer uma participação também. Sim, a governanta. A governanta alemã. Eu lembro. O primeiro ator que foi convidado para fazer o Velho Xistos, o avô Severo, o avô mais controlador, mais sisudo, foi o Paulo Al...
Mas Paulo Altran não aceitou fazer. Paulo Altran fez poucas novelas na vida. Então era uma época que ele não estava mais afim de fazer novela e tal. Então ele sempre recusava. Então ele não topou fazer. E aí o Walter Negrão teve que alterar o personagem. Porque foi escalado o Claudio Marzo. Só que Claudio Marzo, gente, ainda era um ator charmoso. Era um velho que dava um caldo ainda. Era um velho gato.
Quer dizer, a gente mamaria o Claudio Marzo em Era Uma Vez? Eu acho que eu mamaria, eu acho que eu pegava. Tinha um charme ali. Então como é que dava? Então teve que ter mais uma alteração no perfil do personagem. E conta isso no Autores. Abre aspas. A história seria outra, porque o primeiro ator pensado por papel do Avô Durão era o Paulo Altrão, mas ele não...
pôde fazer foi muito simpático me ligou pedindo desculpas e agradecendo o convite quando optamos por Claudio Marzo mudei a história ele era uma era muito mais novo ainda tinha um forte apelo sensual de galante 50 anos e o velho durão que era para ser um grande vilão de ranzins acabou doce a par convivência com os personagens com as crianças e com os personagens Madalena e Mané com Dionísio eu me lembro que ele se apaixonava ele tinha um romance era com a Suzy Rego
Eu não lembro a detetive, que ela ainda não decorre a novela. A Estela Miranda é ótimo, né? A Estela Freitas, a personagem da Estela Freitas, ela era empregada da Mansão dos Xistos. Aí ela chamava a personagem, que ela percebia logo de cara o interesse, ela ficava...
Eu vou dizer ciúme, até porque ela era casada. Mas assim, ela sentiu um certo incômodo. Aí ela falava, olha lá vem a charuteira. Porque eles fumavam charuto, né? Ela fumava charuto com ele no escritório, na biblioteca e tal. Aí ela chamava ela de charuteira. Era Suzy Rego, Sorela.
Suzy Rigo, gente. Belíssima, belíssima. Nossa, eu lembro. E outra curiosidade é que pouco antes da estreia, o Walter Negroso foi um infarto. O que não chegou a predicar a novela, porque a novela já tinha uma frente de 30 capítulos escritos. E ele contou, abre aspas, Fiquei convalescendo durante 15 dias e voltei à ativa.
É isso, gente. É isso. Então, mais uma novela gostosa. Amelius caiu de novo. E coisa também que além do lance Chiquititas, né? Da Feb Chiquititas também foi uma forma de mudar de público, né? Porque a anterior era Anjo Mal, né? Aí Anjo Mal é uma novela muito folhetinesca e tal. E aí Carlos Manga falou. Walter Negrão retomou a trama e a transformou numa história mais adulta. Porque esse Anjo Mal foi a novela anterior.
Havíamos perdido o público infantil, provavelmente foi para o SBT. Desta vez, a gente tinha deixado de lado os adultos. Eu queria voltar a conquistá-lo. E aí ele acabou, como a gente vem comentando, incrementou. Tanto tinha o núcleo das crianças, como esse núcleo mais jovenzinho, de quadrilha amorosa e tal.
E a atria sonora, né, Sorela, era muito boa, né? Tinha o tema de abertura, que era Tuquinha e Sandy Júnior cantando Era Uma Vez. Uma delícia aquela música, né? Uma delícia aquela música. Tinha Zé Cabaleiro cantando o heavy metal do sinho. Eu tinha Madalena com a banda Eva, né? Ô, Madalena, o meu peito percebeu.
Aquela música do Leandro Leonardo Sorella, um sonhador, lembra? E essa música, gente, o Leandro tinha acabado de morrer, né, Sorella? E a música entrou na novela. E aí, era o último disco da dupla, né? E tocava muito na novela, porque era o tema do Yassun Capri, né? Eu me lembro bem desse período e tal. Tinha a Roberta Miranda cantando Sempre Mais, que é uma versão de Baby Can I Hold You. Sim. Enfim, é uma trilha boazinha.
É uma trilha legal. A Internacional também, né? Uma trilha jovem. Tinha Aqua com My Oh My. Tinha a Boyzone, que é a banda... A boy band preferida da Sorela com All That I Need. Tinha All Scent. Tinha Black Box. Tinha The Course. Tinha Christian Castro, filho da Verônica Castro, que João ama de paixão também.
Uma triazinha boa. A capa que eu acho feinha, né? Com Claudio Hayrest na capa. Mas é isso. Bora pra próxima, que a gente já puxou muito a lenha pra Era Uma Vez. E vamos pra última novela dos anos 90 do Negrão. Será que a gente tem coisas pra falar dessa novela? Que é Vila Madalena.
novela exibida em 155 capítulos entre 8 de novembro de 99 a 6 de maio de 2000 novela das 7 olha negrão subindo de horário, foi para as 7 gente é escrita por ele Angela Carneiro, Elizabeth Jim e Júlio Fischer com colaboração de Paulo Cursino e Thelma Guedes direção de Fabrício Mamberti, Marcos Alviz com direção geral de Roberto Nahar e núcleo do Jorginho Fernando Vila Madalena já conta história Ge specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific specific
do Solano, papel do Edson Cellulare. Solano era casado com Eugênia, papel da Maite Proença. E ele, depois de seis meses sem trabalho, consiga o emprego como um bico, como caminhoneiro, levando uma carga para outra cidade. O Solano tem a promessa de emprego melhor, enquanto a mulher não ser que está grávida.
E ao mesmo tempo, outro casal, Roberto e Pilar, papéis de Marcos Winter e Cristiana Oliveira, se encontram na porta da igreja para acertar os últimos detalhes do casamento, marcado para a próxima semana. Quando tudo parece alegria, gente, vem a surpresa. A polícia descobre que a carga que Solano transporta é contrabando. E ele vai em cana, condenado a 17 anos de cadeia.
exagero, mas a novela tem que pesar, gente. Então, é isso, 17 anos de cadeia. Roberto também foi preso, porque Pilar estava sendo importunada por dois playboys, e ao defender a noiva, ele briga com eles e acaba causando sem querer a morte de um deles. E aí, na penitenciária, eles se conhecem, se tornam amigos. Sete anos depois, Solano sai com a pena reduzida por bom comportamento, e Roberto entrega. Ele entrega essa carta pra Pilar.
Minha noiva, quer entregar para ela? Entrego o maior prazer. E aí, o que acontece? Ele conhece a Pilar e se encanta por ela. E a Pilar corresponde. E aí, o Solano procura Eugênia e o filho dele, que ele não via há sete anos, e Solano descobre que ela está casada com o antigo patrão, o Arthur, o papel do Erson Cap, o dele como filho dele. O filho do Solano como seu próprio filho. Assumiu a paternidade.
De boa. E aí a Eugênia continua amando o Solano, mas ela tem medo. Como é que eu vou tirar os filhos do pai que eles adoram e de uma vida confortável para riscar um futuro incerto com um ex-presidiário? Como? Como é que eu vou trocar o certo pelo duvidoso? E aí como a Pilar vai revelar a Roberto que se apaixonou pelo Solano, amigo dele lá de Cana?
É, gente. E aí, as tramas, logicamente, se passam na Vila Madalena, no bairro da Vila Madalena, onde a vida noturna, gente moderna e animada, gente alternativa, vive. É na Vila Madalena onde a família de Pilar mora, a mãe Bibiana, papel da Ionar Magalhães, uma artista plástica, dona de um ateliê.
A tia Margot, Rosa Maria Burtigma, solteirona que tem uma loja de produtos esotéricos. Já na zona oeste da cidade, mora a família de Solano. Os pais Ângelo e Deolinda, papéis Flávio Migliatti e Laura Cardoso. Laura Cardoso que é outra habituê das novelas do Degrão, né gente? Ela estava em todas assim como a Alessandra Capri, né? Que quando não era o Moçã era o vilão da novela.
Era o vilão. Erson Kappel e as Glaze eram os queridinhos do Negrão. E os irmãos de Solano eram o motoboy Zezito, conhecido como Cachorro Louco, papel do Marcelo Faria, e a Doce Nancy, papel da Carla Marins. E aí, gente, vocês gostavam de Vila Madalena? Eu confesso que eu não assistia porque eu já estava na universidade. Então eu não vi praticamente nada dessa novela. Eu achava chatíssima. Eu não assistia.
Ai, eu tô até com medo de perguntar a opinião da Sorela, mas eu não tenho medo, vou perguntar. Sorela, você assistiu Vila Madalena? Achava chatíssima como os Dantas? Ou você amava? Todos os profetas já anunciaram que o fim dos tempos já tem de hora.
Ela se lembra da Xuxa cantando na abertura dessa novela. E assim, vamos lá. E os créditos passando, né? E os créditos passando. E os créditos passando. Vamos lá. Levando em consideração que eu lembro perfeitamente.
de todos os clipes que passavam na abertura da sua novela... Já dá pra você ter uma ideia. Já dá pra você ter uma ideia. Eu creio, eu, que eu assistia a novela inteira, porque eu lembro de muita coisa dela, Sorela. Eu lembro de muita coisa. Mas eu assistia pra ver o clipe e mudava. Meu Deus! Não, mas eu lembro da história. Eu lembro da história. Eu lembro que o Arthur era o vilão dos vilões, Sorela.
Era um vilão. O que eu não via, eu lia na minha novela. Outra parceria consistente, né, Sorela? Erson Capri e Walter Negrão, né? É, menina. A gente já falou aqui três, né? Erson Capri, Asglesi, Laura Cardoso. Ele gostava muito. Pois é. Como não gostava, né, gente? Eu lembro muito, Sorela. Eu lembro muito. Agora, assim, eu não sei. Nunca foi uma novela, assim, de referência pra mim. Entende? É como se eu assistisse por assistir, né? Acompanhava por acompanhar. Mas, assim...
Não tenho lembrança de eu gostar daquilo que eu via. Mas eu assisti a história, não vou mentir, não. Eu assisti, eu lembro muito da personagem da Rosa Maria Murtinho. Eu lembro muito, muito do Quarteto Central. Edson Celulario, Marcos Vinter, Cristiano Oliveira, Maitre Proença. Lembro do final, que a Maitre Proença não fica com o personagem do Edson Celulario. É isso que eu ia comentar. Eu ia ficar sozinha, né? É só o final. Eu ia ficar.
O público não sabia, acho que eles decidiram no final, provavelmente. E aí me surpreendeu, ela ficou sozinha mesmo. Me surpreendeu também, me surpreendeu. Eu lembro que tinha manhinha, eu gostava muito do personagem do Marcelo Faria, que era...
cachorrão, né? Cachorro louco, era. Era cachorrão, cachorro louco, era, cachorro louco. Cachorro louco. A Fernanda Rodrigues também. Azul, vai ser azul. Isso, exato. Ela é assim, eu tenho lembranças, a novela. Eu acredito que eu vi toda, mais uma vez, porque lá em casa só tinha uma televisão, então acho que manhã que acompanhava aquilo, eu acabava vendo também. De sós lá, eu acabava acompanhando também, mesmo que o meu interesse fosse outro, mas era o que tinha naquele horário, paciência, eu que me lascasse.
Então eu vejo, Sorela, não é das piores coisas que eu tenho lembrança de ter visto na televisão, não. Tipo, um azar da vida que a gente abandonou no segundo dia, né? Então… Sorela. Então, Sorela. Sorela, veríamos Vila Magdalena, Sorela? Eu veria, Sorela. Eu veria. Tem um compacto no YouTube de 11 capítulos. E assim, eu não assisti todo, mas o que eu vi… Eu achei ok, Sorela, porque eu não vi a novela na época. Mas pelo que eu vi assim nos bastidores de teledramaturgia…
O público não se empolgou, né? É, não empolgou o público. Acho que dava a sensação de repetição. Tudo aquilo eu já vi, né, Sorela? A novela não trazia... Peraí, você viu que é o compacto. Você viu um compacto dela no YouTube, né?
Não, eu não vi o comparto. Tem o comparto, mas eu vi alguma coisa. Não vai ser assistir, de começo ao fim. O sexo dos anjos era maravilhoso. Eu não tenho muita moral, então eu prefiro não me arriscar mais nessas minhas declarações. É isso que o João está querendo dizer. Eu estou me pondo no meu lugar de sem vergonha. Eu não tenho moral nenhuma para indicar coisas. Então eu fico calada. Eu aceito a obrigação.
Enfim, Sorela, eu acho que... A Luísa Tomé entra depois da novela, né, Sorela? Não. Ela é a mulher do Mário Gomes, não era? Era, acho que é isso mesmo. Você que entra um monte de gente no meio da novela. Eu me lembro que quem entra na velha... Suzana Verna é criança no meio da coisa da novela. Eu me lembro que quem é demitido é o Oscar Magrini, né? Tem um... É, foi denitido. É, aí o Jante Ferrari, né? É o Jante Ferrari que entra. Isso.
Eu não lembro, eu lembro que entra o Lázaro, fazer as vezes fazer as vezes dele, a Jô de Ferrari Eu tenho que olhar aqui, gente Eu não assisti a novela Então, muito bem Ele fazia o par com a Lilica, que era a Beth Goffman Pronto, eu gostava da personagem dela, da Beth E aí, de uma hora pra outra ele se desentende com a produção parece que chegava atrasado
Ele se atrasava, chegava atrasado, e aí faltava gravações. E aí mandaram ele pegar a violinha e mandaram ele pra fora do cu e do copo. É quando a pessoa tá querendo sair, mas não quer pedir, né? É, né, gente? É isso. Eu acho que Vila Madalena é mais lembrada pelas aberturas, né? Do que pela trama em si, né? Porque como fazer uma abertura pra uma abertura chamada Vila Madalena?
Então eles tiveram a ideia de, vamos pegar a música da trilha nacional, chamar os artistas, fazer clipes e a gente bota na abertura, os créditos passando. Não fica legal? Fica diferente. E ficou, porque marcou. Eu acho que muita gente ficava esperando o clipe da Xuxa, porque a Xuxa estava na trilha com essa música do fim do mundo. E eu fico pensando, só na relação que assistiu a novela, essa música tocava na novela?
Porque, gente, é uma música bem infantil, né? Acho que as crianças, acho que tocavam pra elas, acredito. Sorela, lembra? Lembro, Sorela. Ela tocava, mas não tocava pra personagem, não. Ela tocava dentro da novela, em locação, sabe? Umas coisas aleatórias, mas não tocava pra nenhum personagem especificamente, não. A Xuxa bem futurista, né? Cantando a música, enfim. Era do Xuxa 2000, né, Sorela? Essa música, né? Era do Xuxa 2000. Era do Xuxa 2000, essa...
Essa música. Antes da era só pra baixinhos, né? Foi bem antes. A trilha é boa. A trilha é boa. Vamos analisar a trilha? Ela tem a mais frequência na capa, né? Eu vou dizer qual é a minha favorita, que até hoje eu acho essa música. Uma das coisas mais lindas que eu já ouvi na minha vida.
Eu gosto da versão de paciência, que colocaram uma versão mais pop, do que aquela versão mais acústica, que é mais conhecida. Eu gosto dessa versão, dessa música tema do Solano. Aquilo do Lulu Santos tocava bem nas rádios. Eu me lembro que eu adorava a Sorela, a música da Paula Hunter, que era aquele country. Eu tô fazendo e andando pro que o mundo diz, eu quero é ser feliz. Ah, lembro, Sorela, era tema da sua música. Eu adorava essa música.
Nossa, a música Sossego, do Paralama Sucesso, foi tirada do Acústico, em TV deles, né? Ora bom, não me amole. Rebola na Boa, gente, do Mr. Gen, que gera hitzinho e aproveitando a novela. Eu não lembro da novela não, eu não lembro da abertura com ela. Eeeeeee, oh, Rebola na Boa.
É, tô saindo da Ana Carolina, que a nossa música é só barato. Eu tô saindo, eu tô saindo, eu tô saindo, eu tô saindo, eu tô saindo, eu tô saindo, já. A Ana Carolina é no comecinho, né, Sorela? No comecinho, gente. Essa música é do segundo disco dela, eu acho. É, né? Não, é do primeiro ainda. É do primeiro ainda.
É do primeiro que tem garganta. É do primeiro aí. Isso. É isso mesmo. Vem querer do Maurício Manieri, gente. LS Jack também tocava muito. LS Jack, LS Jack, LS Jack. É, que mais que tinha? Do avesso, adorava. A última música de Vanessa Rangel numa novela. Era. Ai, essa não era bonita. Eu me virei do avesso. Essa não era bonita. Era.
E a minha preferida, Sarela, que tinha falado. Qual é a tua preferida, Sarela? Tenta coisa do meu tom. Tanta coisa ainda por dizer. Ai, gente, meu bem, meu bem. Por você. Ai, Sarela é linda. Tantas palavras que ficaram no ar.
Ai, é lindo demais, é lindo. O surto foi grande, a noite sem fim, meu bem. O que fez com o resto de mim. O resto de mim. Que não conhece estúdio porque é um espetáculo com essa música. Eu conheço. Ela tá no... Eu conheci ela ao vivo, o Diamante Verdadeiro, que ela dançou naquela época. E a tri internacional que tem o Thierry Figueira na capa, com a sua monocelha marcante e seu saxofone, porque ele faz um saxofonista na novela, né?
É boa, Sorela. Mas tocava. Mas tocava. Aí tem Perlopes com Could This Be Love. Nossa, gente. A Perlopes tava estourando na época. Uma voz é bem sensual, bem romântica. É que a planta tá gemendo, né, Sorela? Ela tá gemendo na música, gente. Literalmente gemendo. Could This Be Love.
Onde eu tô indo. Gente, eu tenho certeza que ela tava... Eu tenho certeza que ela tava analisando os seios dessa gravação, gente. Porque ela gemia mais do que a dona Sama e Love to Love Me. Gente, You're my number one do Henrique Gleesia Sorella. Eu me lembro que essa música se tocou na cena do primeiro beijo do Solano e da Pilar. Eu não sei se foi o primeiro beijo. Eu sei quem é só cara se beijando na chuva, Sorella. Essa música torando. You're giving me up when I'm feeling down.
A Sarela obtive o presidente comprando esse álbum, achando que era a versão com o Sandi Júnior, né, Sarela. O que tinha dizendo que foi real. Eu odeio aquela versão com o Sandi Júnior, desculpa, gente. Naviguei. Aí, gente, não dá. Se fosse uma novela, hoje em dia ia sair versão com o Sandi Júnior na trilha, tenho certeza. Mas foi com a versão do Henrique. Nossa, Lubega, I Gotta Girl. Nossa, gente.
Como é que é essa música, Sohela? Eu só lembro do Bumble No.5. I gotta go. Eu não lembro dessa música, gente. Como é que era? Juro. Ai, Westlife, Sohela. Eu tocava muito no rádio. But if I let you go, I will never know What my life on me
Ai, gente, eu amava as boybait, desculpa. Amava. Nossa, gente, Alejandro Sanz, que fez sucesso em Torre de Babel, Suar e Veneno. Claro que a sua líbia é meter na novela, né? Era meter, era. Depois de Corazão Partiu, quando tinha a oportunidade de jogar o Alejandro Sanz, jogava ele, ele fez sucesso. Jogava mesmo, gente. Para garantir, para vender, gente. Tem que vender o disco, né, gente? Nossa, essa música é antiga. E essa música é antiga.
E era o tema do vilão. E era o tema do vilão, gente. O tema do Arthur. Nossa, Ronan Kitchen, que era do Boyzoni, né? E o sol in the face asked me now that I need. Era assim. When you say nothing, era... Toca e o beijo do vampiro também essa música, né, Solera? Com Deborah Blanche, né? Beijo do vampiro também. É, toca e beijo... Nossa, Sugar Ray. Solera, Sugar Ray. Essa nem lembra.
E vindo Como é? E vindo E vindo E vindo Ai gente, eu vou ouvir essa trilha Eu vou ouvir essa trilha daqui depois da gravação Ela é ótima Eu gosto dela Nossa, essa música Nossa, sorela Isso é muito dos dois mil Obrigado
mas eu dou tapinha não dói para ela será orelha muito dos 2000 gente isso aqui é a mesma batida a gente olha se compara a blu da batida dói um tapinha não dói um tapinha
Gente, até isso chuparam, gente. Meu Deus do céu. Afeu 65, Process. Nossa, Still Hurt. Essa que eu lembro. Still Hurt, when I'm not with you. Love that. Essa música é brasileira. Essa Gisele Halle é brasileira.
Nossa, If I Could Turn Back The Hands Of Time. Fab Nesta. Essa que eu sei, esse Fab Nesta, também é brasileiro. É o Fabio Nestares, do Fama. Que hoje em dia tá no Roupa Nova. Gente, tinha que chamar os brasileiros pra cantar pra baratear os custos. Era assim. Gente, El Arbido Kaled.
lembra? Sorela, o quanto essa música tocou, não tá escrito. Gente, El Arbi, vocês não tem noção do que foi El Arbi nos anos 2000.
Eu não tenho obrigação de saber cantar árabe. Eu não tenho obrigação. Então canto do jeito que eu acredito que seja. E o que é interessante, Solera, é que Khaled não teve busca em um clone. Era uma época que busca árabe estava no hype. Vocês lembram de uma coletânea que a Ação Libre lançou chamada Arabianites?
Foi nessa época que tinha essa música, tinha a Fata Morgana de Sassaricando, tinha aquela beijinho na boca, lalalalalala. Lembra dessa música do beijinho? É, gente, a música era que tava no hype nessa época. What I Am, Toria Nilda, essa música da Emma Bunton. What I Am, is what I am, you are to a oa.
Essa música é da Emma Banton, da Spice Girls. Já começa por aí. Então, essa Victoria Newton não existe. Tantora de gravadora. Grava aqui, porque a gente não conseguiu os direitos da Emma Banton. Luiz Miguel, sou idiota. Ah, tem que conhecer essa música do Luiz Miguel. Como é que é? Ah, essa Vans de Garda.
Ah essa é maravilhosa. Essa é linda. Essa é maravilhosa, Soraya. Essa é linda. É tema de quê? É tema da Lisa Tomé. Caralho. Ah essa Lisa é linda. I knew I loved.
A gente estava aí de gado, durou pouco. Foi a época que eles acabaram, né? Foi a época que eles acabaram, né? Separaram. Enfim. Boelva Coração, Alexandre Flores. Brasileiro, né, gente? Cantando em espanhol com esse músico. Alexandre, lembra assim? Alejandro Flores, para enganar a gente? Era a época que a Solívia não enganava mais a gente, né, Solívia? Gente, ah, todo mundo vai saber que é brasileiro. Foda-se. Enfim, ah, isso aí é uma trilha que eu escutaria. Mas eu gosto das músicas. É uma música bem da época. Agora, Elabir.
É, gente, é isso aí. É isso aí, gente. Então essa foi a última novela do Negrão na década de 1990, tá? E a gente acaba por aqui, essa segunda parte, né? Depois de muitas interferências, muitos áudios aqui perdendo conexão. A gente para por aqui, paramos aqui, como diria Suzuki. A gente continua na semana que vem com a última parte da obra do Negrão, onde a gente vai abordar os últimos trabalhos, os anos 2000, tá certo?
Então, se você está esperando a gente falar sobre Como Uma Onda, Desejo Proibido, que veio aí no Globoplay, né? Araguaia, Flor do Caribe e Sol Nascente, essa novela eu tenho certeza que é a preferida da Sori.
Então, aguarde. Vem aí na semana que vem essas novelas, tá certo? Então, a gente fica por aqui. Um beijo, um abraço, um aperto de mão e até a próxima semana com mais critérios de programação. Tchau, gente. Beijo. Tchau, gente. Beijo. Até semana que vem. Lembrando que a Casa das Sete Mulheres também é do Negrão, né? É, a Casa das Sete Mulheres também tá no meio, gente. Vamos falar um pouquinho também da Casa das Sete Mulheres. Aí também. Tchau, gente. Beijo. Tchau, gente. Até a próxima.
A seguir, cenas do próximo episódio. Sua mãe crê mesmo que a sua vida seja um milagre. Que vida não é um milagre? Um sonho lindo que se foi. E coube a mim contar essa história povoada de heróis, amor e morte. Aquecida pela minha grande paixão por Garibaldi.
por quem sempre esperei até o fim.