IBICast 495 - Escatologia - Part.4
Estudo ministrado pela Pastora Margarete
Texto base em Apocalipse
Tema: Escatologia - Part.4
- Estudo Bíblico EfésiosDefinição de dispensação · Dispensação da inocência · Dispensação da consciência · Dispensação do governo humano · Dispensação da promessa (patriarcal) · Dispensação da lei · Dispensação da graça (ou da igreja)
- Cartas às sete igrejasReflexão sobre a igreja brasileira atual · Perda de intimidade com Deus · Falsos profetas e heresias · Moralidade sexual e idolatria · Baixa evangelização e testemunho
- Diferença entre Lei e GraçaLei: punição imediata (olho por olho) · Graça: punição não imediata, tempo para arrependimento · Consequência do pecado vs. Punição
- O erro de Paulo em não consultar o Espírito SantoAnanias e Safira como exemplo · Não há perdão para este pecado · Perda da salvação
- Revelação e Salvação em Jesus CristoPrimeira vinda: nascimento como homem · Segunda vinda: encontro nos ares (arrebatamento) · Arrebatamento não é secreto, mas audível · Crianças inocentes sobem com a igreja
Essas cartas às sete igrejas é um retrato do que nós estamos vendo na igreja brasileira nos dias de hoje. A igreja brasileira tem deixado coisas estranhas entrarem no meio da igreja e ela tem se perdido. Intimidade com Deus está em baixa.
Falsos profetas e heresias é o que a gente mais vê no meio da igreja. E moralidade sexual e idolatria também é uma das coisas que a gente mais vê no meio da igreja nos dias de hoje. Não evangelizar e testemunhar também. O evangelismo...
Está em baixa. As pessoas não parecem que não têm mais aquele desejo de ver as pessoas sendo salvas. Não há alegria, parece, no meio da igreja, em testemunhar e ver uma alma, uma alma se dobrando aos pés do Senhor. Parece que não há mais essa alegria no nosso coração. A gente está vivendo muito na nossa rotina, no nosso dia a dia, como se...
o mundo não estivesse indo para o inferno. Então, nós não estamos mais vendo a necessidade de salvar as pessoas. E muitas igrejas estão se achando tão autossuficientes que elas não precisam mais...
De Cristo, infelizmente. Então as cartas, as igrejas, é muito atual para os nossos dias. Lembre-se que havia uma repreensão, e havia um alerta, e havia uma promessa. Em cada carta há uma repreensão, um alerta e uma promessa. E o alerta é, se arrependam.
Se arrependam e vocês vão conquistar grandes coisas lá no céu. Vejam que em todas as sete cartas a promessa é de que algo aconteceria na eternidade. Então, irmãos, o nosso alvo é o céu, não essa vida aqui. Então, encerrando as sete cartas da igreja, entrando na escatologia propriamente dita,
Quem aqui já ouviu falar na dispensação da graça? Dispensação da graça. Todo mundo já ouviu falar da graça, né? Porque nós estamos na graça.
Mas o modo certo, o modo teológico, o modo de falar é dispensação da graça. O que significa dispensação no contexto bíblico? Dispensação é um termo usado para definir a maneira como Deus trata com a humanidade durante um período de tempo.
Quando o homem é provado e testado quanto à obediência e certas revelações definidas da vontade de Deus. Então, dispensação é um período de tempo, não no nosso tempo, no tempo de Deus. Nós temos, biblicamente, quatro dispensações.
A primeira foi a dispensação da inocência. E esta foi desde a criação de Adão até a sua expulsão do Éden. Foi a dispensação da inocência. Depois veio a dispensação da consciência. Que foi a partir da queda do Éden até o dilúvio.
Depois, dispensação do governo humano. E ele aconteceu desde o dilúvio até a construção da torre de Babel, quando Deus confundiu as línguas. Então, nesse período, foi o governo humano que foi. A dispensação da promessa...
conhecida também como patriarcal, ela teve o início de Abraão até o Êxodo. E a dispensação da lei, que teve início com Moisés, e foi até a morte de Jesus.
Então, desde Moisés até Jesus, o que reinava era a dispensação da lei. E, então, a partir de Jesus começou a dispensação da graça, ou alguns falam da igreja. Certo? Qual a diferença disso? Da lei, da graça, qual a diferença?
Pode falar, irmãos. A lei era dente por dente, olho por olho. Então, na lei, a punição era imediata. Entendeu? A punição se acontecia imediatamente. Pecou, pagava.
Pecou, pagava. Essa era a lei. Era imediata a punição. Não tinha meio termos. Nós fomos para a lei. Qual era o castigo? Qual era a punição para o adultério? A morte. Então, a punição era imediata. Era imediata. Fez, pagou.
Quando Datã, Abirão e Corá se levantaram contra Moisés no deserto, e eles estavam errados, o que aconteceu? Foi imediata a punição. E é um texto muito assim, porque Moisés chega para eles e fala assim, vocês vão morrer?
Mas se for de morte natural, vai ser algo extraordinário. E foi, a terra se abriu, eles morreram, e quem se rebelou junto com eles morreram também. Então vejo que era uma punição imediata. Hoje nós estamos na dispensação da graça. Hoje a punição...
Não é imediata. Quem aqui viu alguém ser morto por adultério? Quem aqui viu alguém ser morto por roubar? Quem aqui viu alguém ser punido por cometer qualquer tipo de pecado?
Então nós estamos na dispensação da graça. A punição não é imediata.
Jesus morreu na cruz, nos salvou da punição eterna, que é o inferno, mas também nos levou a essa nova etapa, que é onde a punição não é imediata e nós temos tempo de arrependimento.
Quando nós pecamos e nós entendemos o nosso pecado, nós temos todo o tempo de pedir perdão. E Deus vai nos perdoar e nós vamos continuar na presença deles. Punição não é a mesma coisa que consequência do pecado, entendeu irmãos? A punição era imediata, vai morrer, entendeu?
Com a morte, acabava qualquer chance da pessoa de se arrepender. Então, na graça não é assim. Mas a consequência do pecado nós ainda pagamos. Nós não somos punidos pelo pecado. Então, punição é diferente consequência do pecado. Qual é a maior punição do pecado?
A morte. Então essa punição do pecado, na graça nós estamos, não livres, mas nós estamos assim, nós não pagamos imediatamente. Mas a consequência do pecado, como dizia o pastor Carlos,
O filho nasce. A consequência nós vamos pagar. Mas nós temos tempo de pedir perdão, Deus nos perdoa. E nós continuamos vivos e continuamos levando a vida normal com Deus. Então, esse é o período que nós estamos vivendo. Ele começou com Jesus e vai terminar quando? No arrebatamento da igreja.
Quando a igreja for arrebatada, acaba a dispensação da graça. Então acaba isso. Quem subiu, subiu, está livre da dispensação da graça.
Mesmo na dispensação da graça, lá na época, assim que Jesus ressuscitou, houve uma punição de pecado imediato, mas eu acho que foi pontual, que foi lá de Safira.
que tinha aquele período lá que eles estavam vendendo tudo e ofertando para a igreja, ali já era dispensação da graça, e aí como Ananias de Safira mentiu ao Espírito Santo, aí eles receberam uma punição de morte imediata, mas isso foi só esse evento isolado, mas aconteceu.
Por que que Ananias e Safiras então morreram, sendo que já era dispensação da graça? Porque o pecado deles foi contra? O Espírito Santo. E o que que Jesus disse sobre pecar contra o Espírito Santo? Não tem perdão. Ah, não tem perdão.
Então o pecado de Ananias e Safira não tinha perdão. Eles pecaram contra o Espírito Santo. Nós estamos na dispensação da graça e o único pecado que a Bíblia diz que não há perdão, nessa época, é contra o Espírito Santo. Então a pessoa que peca contra o Espírito Santo, talvez ela não morra como Ananias e Safira, mas ela perde a chance de salvação.
O problema de Ananias e Safira foi mentir contra o Espírito Santo. Não, eles não mentiram para o apóstolo, eles não mentiram para homens. Então é por isso que eles morreram mesmo já começando a dispensação da graça. Porque esse pecado foi Jesus que disse que não tem perdão.
Jesus fala nem nesse século e nem no vindouro. Quer dizer, ele estava acabando um século e o vindouro era da graça. Então, nem na lei, nem na graça, o pecado contra o Espírito Santo tem perdão. Então, é algo seríssimo. Seríssimo. Então, a dispensação da graça tem início com a primeira vinda de Cristo ao mundo. Então, irmãos...
Na escatologia, a primeira vinda de Jesus foi o seu nascimento como homem. Essa é a primeira vinda de Jesus ao mundo. Depois vai ter a segunda vinda de Jesus. Muitas pessoas acabam perdendo a oportunidade de serem salvos pela graça.
por não tomarem uma decisão em relação a Jesus como salvador. E por causa da maneira errada que vive sua vida. Hoje a salvação está aí ofertada a todos. Jesus está aí, ele está sendo ofertado. Agora eu escolho...
Sim ou não. É uma escolha pessoal a salvação. Só que muitas pessoas têm perdido essa salvação pelas suas próprias escolhas. Então, a graça, ela...
É maravilhosa desde que eu me encaixe no plano de salvação. Porque senão a condenação que estava continua valendo, que é o inferno. Primeiro evento, propriamente dito do fim, a primeira coisa, quando soar trombeta, o que vai acontecer? A ressurreição dos mortos.
Os mortos vão ressuscitar antes dos vivos, quando Jesus voltar. Então, quem morreu, salvo. Não é todo morto que vai ressuscitar. Nesse primeiro evento, só quem foi salvo e morreu vai ressuscitar.
Só os mortos em Cristo vão ressuscitar. Eles vão ressuscitar, vão receber um corpo glorificado e vão para o encontro de Jesus nos ares. E depois, diz o texto, nós, os que estão vivos, mas é um evento...
É um evento, irmãos, quase que simultâneo. Entendeu? É quase que simultaneamente. O morto ressuscitar e a igreja subir. Porque a Bíblia diz que é não abrir e fechar de olhos. Então é uma coisa rápida. Não é uma coisa que vai demorar, entendeu? Ah, de repente vão esperar os mortos lá e depois a igreja. Não, é quase que simultâneo.
Só que antes da igreja subir, os que morreram em Cristo vão ressuscitar. E eles vão para o encontro de Jesus nos ares com o corpo glorificado. E aí vem algumas questões. Mas então quem morreu não está no céu? Ou no inferno? Na verdade, há muito disso de que a pessoa fica dormindo.
Porque Jesus usa essa... Mas lembra que quando Jesus está falando para os discípulos que Lázaro morreu, ele fala, seu amigo, dormem. Mas ele não estava dormindo, ele estava morto. Então dormir e morto é o mesmo significado biblicamente.
Mas, biblicamente, o que nós vemos é que quando a pessoa morre, ela já vai ou para o céu ou para o inferno. O próprio Jesus que fala para o ladrão da cruz.
Hoje mesmo você vai estar comigo. Então se ficasse dormindo, como que hoje ele estaria no paraíso? Então a partir do momento que nós morremos aqui, a nossa alma se está salva vai para o céu, se está perdida vai para o inferno, imediatamente após a morte.
Morreu, é céu ou inferno. Todas as outras teorias de coisas que vêm, não é bíblico, de purgatório.
Doutrina do purgatório não é uma doutrina bíblica. Ou de ficar num limbo, a mitologia fala em limbo, num lugar intermediário. Não é nem céu, nem inferno, é ali. Isso não é bíblico. Porque todas as vezes nós vemos, quando Jesus cita a parábola do rico e do Lázaro,
O Lázaro estava no céu e o rico no inferno. Um não podia ir onde o outro estava, mas um estava no céu, o seio de Abraão é céu e o outro estava no inferno. Então, a referência que nós temos é isso. Morreu a alma, vai para o céu ou para o inferno. Mas por que, então, ressuscitar os mortos?
para que nós tenhamos o corpo glorificado. Um novo corpo. Porque esse corpo carnal nosso aqui é um corpo corruptível. Quer dizer, ele envelhece, ele fica doente, ele tem sérios problemas, por causa do pecado.
Jesus vai nos dar um corpo glorificado, um corpo que não vai mais ter esses problemas humanos que nós temos. Ele não vai mais ter doenças, envelhecer, nós seremos eternos. Mas por que nós precisamos de um corpo? Porque, irmãos, nós vamos voltar a reinar com Jesus aqui na terra.
Nós vamos reinar com Jesus aqui na terra. Nós precisamos de um corpo para reinar. O corpo glorificado é diferente de um espírito, um vulto. Não, é um corpo mesmo. Quando Jesus ressuscitou, ele já ressuscitou num corpo glorificado. E ainda que Jesus, o corpo humano dele, não tinha pecado. Por que Tomé não reconheceu Jesus?
Como que alguém que anda com uma pessoa três anos, dia e noite, noite e dia, não reconhece a pessoa? Porque Jesus já estava no corpo celestial após a ressurreição.
Mesmo que o corpo humano dele não tivesse pecado, mas aí continuava sendo um corpo humano. Esse corpo ficou, Jesus ressuscitou num corpo glorificado, ele em glória. Então por isso que os discípulos a princípio não reconheceram Jesus. Ele veio com as marcas, ele veio para mostrar quem ele era, sim. Então é esse corpo que nós vamos ter.
É por isso que no começo da Bíblia, quando fala, façamos o homem a nossa imagem, as pessoas pensam que é só o rosto, o braço, mas seria corpo, alma e espírito. Então, nós como somos humanos, nós não conseguimos viver separadamente.
Então, essa ressurreição seria a junção desse corpo, alma e espírito. Porque o espírito volta para Deus, a alma vai para o céu e o corpo vai para a terra. Seria isso? Isso. Corpo, alma e espírito. Essa é a semelhança de Deus. Então, essa junção... Porque quando Deus criou Adão, Ele criou Adão para ser eterno. Adão não era para morrer.
Por que a gente morre hoje? Por causa do pecado. Então, o pecado contaminou esse corpo nosso. E trouxe o que a gente sofre hoje. A enfermidade, a velhice. Então, esse corpo se tornou corruptível por causa do pecado. O pecado destruiu parte do que Deus tinha planejado para o homem.
Mas aos salvos, Deus vai dar então um novo corpo, como era o corpo de Adão antes do pecado. Um corpo que não mais vai ter os problemas causados pelo pecado. Então nós vamos voltar ao princípio. É uma volta ao princípio de Deus.
Ao projeto de Deus. Ô pastora, essa vinda de Jesus nos ares, ou seja, ele não vai pisar na terra. A igreja vai encontrar com ele nos ares. Vai ser considerada a segunda vinda ou só quando a gente vir reinar com ele que vai ser considerada a segunda vinda? Ou ele veio nos ares, então ele já voltou, mas é considerada a segunda vinda?
ou tem a terceira vinda, que é o caso do milênio, que ele vem reinar com a igreja, porque ele veio nos ares, a igreja se encontrou com ele, aí depois ele desce, que aí fala lá em Apocalipse, que eis o tabernáculo de Deus com os homens, né? Então quer dizer que Jesus, então, encontrou com a igreja, agora ele desce com a igreja para reinar. Essa é a segunda ou é a terceira vinda? Essa é a segunda, por quê?
Por que é considerada a segunda vinda de Jesus só quando ele vem com a igreja reinar aqui? Porque no arrebatamento a Bíblia diz que nós vamos encontrar Jesus nos ares. Jesus não vai descer a terra para arrebatar a igreja, é nós que vamos encontrar ele.
Quando nós falamos nos ares, irmãos, tem essa consciência, porque nós estamos limitados em tempo e espaço humano. Você pensa que nos ares é o céu, as nuvens ali que a gente consegue ver, visualizar. Mas o espaço é muito mais amplo e gigante do que nós imaginamos. Quando fala que Jesus vai...
esperar nós nos ares, nós não sabemos em qual espaço de tempo vai ser esse ares. Não quer dizer que vai ser aqui, que todo mundo vai... Não vai ser secreto, tá? O arrebatamento da igreja não é secreto.
alguns falam que o arrebatamento da igreja é secreto. Tipo, estou vendo a Fátima aqui, de repente, Fátima subiu. Cadê? Cadê? Cadê? Vai ser mais ou menos assim, mas a Bíblia diz que é o suar da trombeta. Vai ser audível, não só para os salvos. Entendeu?
Todos ouvirão a trombeta.
A volta de Jesus não vai ser invisível ou não vai ser secreta, como se fala. Não, ela vai ser audível, as pessoas vão ouvir. Vai ser um acontecimento. E eu estava conversando um pouquinho hoje, você consegue imaginar o alvoroço que vai ser o arrebatamento da igreja? Irmãos, junto com a igreja...
A igreja sobe, o salvo sobe. Mas existe também, Deus vai levar também, as crianças inocentes, que estão no período da inocência, vão subir também. Porque elas não têm pecado.
Então, você imagine o auê que vai ser o arrebatamento da igreja. Os pais procurando filhos. Cadê? Cadê? Cadê? Então, o arrebatamento da igreja não é secreto. Todos vão saber, alguma coisa aconteceu. Que som é esse? E depois desse som?
Sumiu parte da humanidade. Sumiram as crianças. O período da inocência. Todos vão. Então, nesse rápido momento, os mortos em Cristo ressuscitam.
E os vivos vão ser transformados e nós nos encontraremos nos ares com Jesus. Jesus vem encontrar a sua igreja nos ares. Jesus vem receber a sua noiva.
Lembra a parábola das dez virgens? O noivo recebeu, chamou as noivas e as preparadas entraram. E assim vai ser o arrebatamento da igreja. Então...
Nenhuma dúvida quanto a isso, os mortos vão ser ressuscitados primeiros, mas morre e vai para o céu, irmã Ivanila. Morre e vai para o céu ou para o inferno. A sentença é dada na hora da morte.
Então, pastora, algo que eu fico em dúvida, né? Porque, assim, se a gente morre e já vai para o céu ou para o inferno, por exemplo, assim, o que eu entendi, quem vai voltar são os salvos, né? Vai ter um novo corpo. Então, os perdidos já vão estar lá no inferno.
Então, assim, por que vai ter o julgamento diante de Deus? Porque Deus falou assim, que naquele grande dia, Ele vai falar quem fica à direita, quem fica à esquerda. Então, assim, uma dúvida que eu tenho é sobre isso. Porque se hoje eu já estou condenada, eu já estou salva, por que...
Por que precisa ter esse julgamento de novo? É isso assim que dentro de mim eu tenho essa dúvida, né? Porque no caso assim, se eu já estou lá no inferno, Deus o livre. Se eu já estou lá, por que eu vou ser julgado de novo, né? Então assim, o que eu fico nessa dúvida, né? Porque se eu já estou lá, eu não vou sair mais de lá, né? Então assim, então é isso a dúvida que eu tenho.
O julgamento, o trono do julgamento vai se dar depois do milênio. Vai ter esse julgamento que a Irmã está falando. Em que daí todos os mortos vão ressuscitar. Por que o julgamento? Vou explicar assim para a irmã entender. Tem muita gente...
que comete um crime, é preso e vai para a cadeia esperar o julgamento, não é? Mas todo mundo já não sabe que ele fez a caquinha? Para que o julgamento? O julgamento é para que todos saibam o que ele fez.
No julgamento não vai haver salvação, realmente o julgamento é para os que estão condenados. Nós salvos não vamos passar pelo trono de Deus de julgamento. Não tem julgamento para nós, nós estamos salvos. Mas tem tanta gente que fala, uma pessoa tão boa e vai para o inferno.
E tem tanta gente que acha, eu sou tão bom e vou para o inferno só por causa de um pecadinho. O julgamento de Deus, Deus vai mostrar que ele não foi injusto. Deus vai mostrar o porquê que a pessoa está onde está. Não há injustiça.
Em Deus. Por isso que vai ter esse julgamento, irmãos. Porque a pessoa vai saber exatamente o porquê que ela está no inferno. Ela não vai poder dizer, mas eu estou aqui injustamente. Porque a Bíblia diz que lá Deus vai mostrar toda a vida da pessoa. O que a pessoa fez, deixou de fazer.
Tem pessoas muito boas, de uma índole boa, ela vai para o inferno? Se ela não aceitar Jesus como seu único e suficiente Salvador, vai para o inferno. A salvação não está na nossa maneira de ver bondade ou ser bom.
A salvação tem nome Jesus Cristo. Fora de Jesus não há salvação. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Então a pessoa não é se eu sou bom ou mal. Porque a Bíblia diz que nós somos maus. O que garante a minha salvação? O que garante a minha salvação é Jesus. E eu ser selado pelo Espírito Santo.
que é o selo. Então, esse julgamento, irmãos, é para mostrar, sabe aquela vez lá que os jovens foram na feira e evangelizar você e falar de Jesus e você não recebeu? Aquela oportunidade sua de salvação você perdeu. Você teve a oportunidade de salvação, você não quis. Você escolheu.
o inferno. Então, esse julgamento é para que as pessoas saibam, elas vão saber por que elas estão no inferno. Entendeu? Todas as vezes em que elas desprezaram a salvação em Jesus Cristo. Quão triste vai ser para aquele que conheceu a verdade? Sabe a verdade, mas não quis deixar o pecado.
Ah, mas é só um pecadinho. Ah, mas só isso. Pois é. Porque, irmãos, se pode ver, muitas pessoas são boas, pessoas boas, têm bondade. Mas são capazes de coisas, porque nós somos maus. Né?
E o mundo está num estado de misericórdia, né? A gente vê umas coisas por aí. Nossa, mas nunca foi assim, de repente a pessoa se transforma. Então, mesmo a pessoa que tem uma índole boa, ela comete pecado. E se não há arrependimento e pecado, não há salvação. Então, o que nos redime do pecado?
O sangue de Jesus Cristo. Então, preciso aceitar Jesus. Como meu único e suficiente Salvador. Ah, então aceitei Jesus, está pronto. Não, é aceitar e viver a vida conforme Jesus quer que a gente viva. Por isso que Paulo diz, já estou crucificado com Cristo. Quer dizer, agora aquele velho homem pecador, ele morreu.
Na cruz. Agora eu vou viver a vida que Cristo vive. É isso salvação. É isso conversão. Conversão é mudança de vida. Então eu dizer que eu aceito Jesus, mas eu continuo praticando pecado? Irmãos, quando falo praticando pecado, não é que ninguém se torna...
que não vai cometer mais nenhum pecado depois de ser salvo. É que a gente não vive na prática do pecado. A gente pode pecar agora, mas a gente peca, já toma consciência do pecado, já pede perdão, já conserta as coisas. Aquele que vive na prática do pecado, por exemplo, um ladrão se converte, Deus perdoa? Perdoa, não perdoa? O que tem que acontecer com essa pessoa?
Parar de roubar. Ela tem que parar totalmente a prática de pecado dela. Ah, eu aceitei Jesus, agora sou salvo, mas vou continuar roubando? Ele está vivendo a prática do pecado. Não há salvação. Então, o que nos leva para o inferno é a prática do pecado. É aquele pecado que eu sei que é pecado e não saio dele. Vício. Por que vício é pecado? Porque é uma prática.
Não é que eu vou fumar um cigarro hoje, quem é viciado, ele fuma um agora, que dez minutos, fuma outro, que dez minutos. Ele não vai cada cigarro que acende pedir perdão a Deus. Não há arrependimento. E ele está na prática do pecado. Quer dizer, ele continua praticando o pecado. É esse pecado que nos leva para o inferno.
É esse pecado que se estiver na minha vida e a trombeta soar, eu não subo com a igreja. Eu fico. Então, irmãos, a nossa salvação, ela é única e exclusivamente em Jesus Cristo. Mas há um caminho para seguir. E esse caminho é de fidelidade, de andar conforme Jesus quer.
É estreito. Estreito, apertado. Então, nós temos que saber disso. Essa filosofia tomou conta da igreja do Brasil, né? Que você está salvo e pode fazer o que quiser. Está levando as pessoas para o inferno. Por quê? Porque só há perdão de pecado quando há arrependimento.
E há arrependimento diferente de remorso. O remorso é só momentâneo.
O arrependimento não. O arrependimento traz dentro de nós uma briga interna. Não, isso aqui eu não vou mais fazer, isso aqui eu não vou fazer mais. Aí eu pequei nisso aqui, não faço mais. E eu vou brigar comigo mesmo para não cometer mais aquele pecado. Isso é arrependimento. Remorso é eu me sentir mal momentaneamente. E de lá pouco eu começar, ah, mas também só isso?
É só isso aqui que tem. Eu vou me convencendo que não tem problema e continuo na prática do pecado. Então só há perdão de pecado, irmãos? Com arrependimento. Com remorso, não. Então assim, quando que Jesus vai arrebatar a igreja? Ninguém sabe.
Nem Jesus sabe. Só Deus. Então como é que eu tenho que viver a minha vida? Como se Jesus viesse amanhã. Ou hoje à noite ainda. É assim que eu devo viver a minha vida. Tem muita gente, muitos jovens com pensamento assim, mas eu quero aproveitar um pouco a vida.
Depois, quando eu for velho, mais velho, né? Mas tem tanta coisa aí para mim aproveitar. Olha que o carnaval está chegando e esse ano não vai ter acampamento. Vou na praça dar uma voltinha. Irmãos, cuidado. O dia é a hora, ninguém sabe. Mas pode ser que a gente parta antes, né?
Quando Jesus fala a parábola do semeador, que tinha...
Tido uma colheta fenomenal, né? E ele fala assim, agora eu vou construir um armazém grande, vou armazenar a colheta e depois eu vou descansar, porque estou farto, né? Estou de boa. Jesus fala assim, louco, esta noite pedirão a tua alma.
O pecado de algumas das igrejas que nós vimos foi isso, achar que estava tudo tranquilinho.
Então, o nosso viver, o viver cristão, é um viver diferente. É um viver que está sempre pronto à vinda de Jesus. Porque nós sabemos o dia e a hora. E ele pode vir hoje, e ele pode vir amanhã. Então, assim, como eu falei, a Bíblia diz que é não abrir e piscar de olhos. É algo rápido. Não vai ter tempo de você pedir perdão.
Não pense em você que quando escutar a trombeta eu peço perdão. Não vai ter tempo, irmãos. Entende? Não vai ter esse tempo de arrependimento. O arrependimento já deve ser na nossa vida cotidiana. O não pecar deve ser a nossa motivação todo dia.
Nos santificar, a santificação, isso é santificação. É cada dia eu me tornar mais parecido com Deus, menos comigo. E o que Deus é? Santo. E o que eu tenho que ser? Santo. Então todo dia é uma briga comigo mesmo em me tornar santo. Hoje eu vou...
Levar o dia para não pecar. Vamos dar um exemplo aqui, porque a gente fala assim, mas eu não peco. Vou dar um exemplo aqui. Irar-se é pecado? Não é pecado. Quem aqui não peca no momento da ira? Vocês entendem que é muito difícil a gente se irar e não pecar? Ainda mais se alguém pisou no nosso calinho, né? A nossa tendência é de volta.
É automático, irmãos. Não é? É tão automático que a gente nem pensa. Só revida. Então, o que é santificação? É, puxa vida. Eu sou pavio curto. Algumas pessoas falam assim, eu sou pavio curto.
Ah, mas a Bíblia diz que eu tenho fruto do Espírito. E um dos gomos do fruto do Espírito é domínio próprio. A partir do momento que eu me converti, eu tenho Espírito Santo, acabou a minha desculpa de ser pavio curto. Acabou. Acabou, irmãos. Acabou. Diante de Deus, acabou a minha desculpa.
Porque eu tenho o domínio próprio. E domínio próprio é isso. Eu posso até mirar. Eu posso até... Mas em vez de eu revidar, eu vou engolir. E eu vou, como diz a Bíblia, deixar a ira passar. Deixar ela ir embora. E depois eu vou...
Não pecar. Isso é santificação. É um processo, irmãos. Não é porque eu tenho agora o Espírito Santo e o fruto do Espírito. Não, é uma briga. É eu contra eu mesmo. Eu sei que eu posso me controlar porque eu tenho o fruto do Espírito na minha vida. Mas eu preciso usá-lo. Então eu preciso aprender a usar o fruto do Espírito na minha vida.
Estou falando sobre ira, mas tem tantas outras coisas. Então, a santificação é isso. Então, eu vou aprender a dominar a mim mesmo. A minha fúria. Vou aprender a dominar a minha língua. E aí, é um trabalho que nós vamos nos santificando. É um processo. Nada é do dia para a noite. Entendeu?
Uma pessoa que, digamos, nunca viu problema em mentir, ela se converte e ela vai ter que trabalhar dentro dela para deixar de mentir. É um processo, porque é algo que era natural para ela. Já estava aqui na cabeça naturalmente. Então, ela vai ter que se santificar. É ir processando, vai mentindo cada vez menos, menos, menos, até não mentir mais.
Entende? Então, isso é santificação. Cada dia a gente vai vencendo um pouquinho da nossa carne. Isso é santificação. E isso é necessário. A vida com Deus é feita no caminho da santificação. Então, esse negócio, irmãos, de achar que vai dar tempo, não vai. O arrebatamento da igreja é rápido.
Os salvos vão. Que mais que sobe junto com a igreja? Além dos salvos. As crianças. Que mais que sai da terra junto com a igreja? O Espírito Santo. Então, junto com o arrebatamento da igreja, também se dá o Espírito Santo sai.
E volta para o céu. Então, vocês imaginem o caos que vai ficar a terra. Porque qual é o trabalho do Espírito Santo? Convencer do pecado, da justiça e do juízo. Então, a terra, em outras palavras, vai ficar do jeito que o diabo gosta.
Não vai ter mais justiça, não vai mais ter medo de pecar. Então o caos realmente vai se instaurar aqui na Terra.