Aula-10: Os Patriarcas
Curso ministrado no Instituto Perdizes, A Bíblia e Café com o Pastor, ministério de educação cristã da Igreja Batista em Perdizes. ibperdizes.com.br
Pastor
- O Quase Sacrifício de IsaqueRegião de Moriá e Jerusalém · Abraão e Isaque · Simbolismo de Cristo · Construção do Altar · Intervenção do Anjo do Senhor · O Senhor Proverá
- A Natureza da Fé e o Temor a DeusCaminhada da Fé · Desenvolvimento da Fé · O 'Agora' na Fé · Continuidade dos Desafios
- A Compra da Caverna de MacpelaMorte de Sara · Abraão e os Hititas · Reconhecimento como Príncipe de Deus · Caverna de Macpela · Compra com Preço Justo · Hebron
- O Sacrifício e a Conexão Terra-CéuO Carneiro no Lugar de Isaque · Simbolismo do Cordeiro · O Ato de Sacrificar · Relacionamento Consagrado · Gratidão e Perdão
- Integridade e CaraterRito Morto e Hipocrisia · Consagração sem Entrega · O Jeitinho Brasileiro · A Conta Chega · Salmo 15
- Relação Israel-EUAFilho da Promessa vs. Ismael · Promessa de Descendência · Conquista e Sobrevivência · Bênção para Todas as Nações · Antissemitismo
7h40 em Brasília. Vamos lá. Começando. Pegue seu café. Aos alunos online também pegue seu café, né? Mesmo em casa. Pegue o café. Pegue o caderno. Pegue a Bíblia.
E vamos começar a nossa viagem aqui. Ao término da aula, me lembre de falar sobre uma data para vocês, tá bom? Só o término. E vamos lá então, Gênesis 22. Exato, dois avisos. Gênesis 22, nós estamos na aprovação de Abraão, momento fantástico e chocante.
Eles estão ali agora caminhando na reta final, eles já avistaram o local.
que é uma parte muito difícil, que é o verso 4, no terceiro dia de viagem, Abraão olhou e viu o local de longe. Lembre-se que esse local é lá na região de Moriá, então nós estamos falando de Jerusalém, nós estamos falando ali das, quando a gente fala da região de Moriá, da cadeia de montes de Moriá, gente, nós estamos falando da Jerusalém central, central.
Então, esse quase sacrifício de Isaac aconteceu na região central. E tudo isso é muito importante. Por quê? Porque você vai ter o quase sacrifício ali, você vai ter ali depois a compra do terreno ali da Eira de Araúna, na Jerusalém, você vai ter ali depois a construção do templo. Então, tudo no mesmo lugar.
Então, não dá para ser uma coincidência. Ah, quase sacrificou ali. Ah, comprou o terreno ali. Ah, construiu ali. Ah, não, não é uma coincidência. Era um plano do Senhor de estabelecer ali, em Jerusalém, essa continuidade da formação.
dos israelitas a partir da fé que começou com Abraão. Então é muito significativo, por isso que esse é o choque de quando você está em Israel, por exemplo, principalmente em Jerusalém, quando você vê num mesmo local várias histórias importantes. E isso é muito legal.
Isso toca muito o coração porque expande a sua visão. E você se lembra que nós aqui já falamos que Isaac, então, ele está representando aquilo que iria ser Cristo.
Aquilo que seria Cristo, Cristo carregando a sua própria cruz, Isaac carregando a madeira para o sacrifício. O pai juntamente com o filho ali na reta final e o filho como uma ovelha muda, como o Senhor.
Ele não foi guerreando, me tira daqui, me tira... Não, ele foi cumprindo o seu papel da mesma forma. Nós não temos narrativas falando sobre nenhuma resposta, nenhuma rebelião, nenhuma rebeldia de Isaac, falando que história é essa, cadê minha mãe, etc, etc.
Então, tem tudo a ver nesse sentido de um é o primeiro modelo, o outro é a consumação do modelo. Mas lembrar dessa região ali da Jerusalém Central, ali onde depois com todos os desdobramentos que diz, quanto ao templo é muito importante. E aí chegou no verso...
6, Abraão pegou a lenha para o holocausto nos ombros do seu filho, caminharam juntos, verso 7, Isaac disse, pai, seu pai Abraão, meu pai, ele respondeu, lembra, Rinene, ele sempre responde, sim meu filho, estou pronto meu filho, eis-me aqui meu filho.
Isaac perguntou, as brasas além estão aqui, mas aonde está o cordeiro para o local? Respondeu, Abraão, Deus mesmo há de prover, nós estudamos sobre o Deus que vê, lembra, o Deus que vê, ele verá, ele então dará uma continuidade, e aí os dois continuaram a caminhar juntos. Esse foi um recap do que a gente fez a semana passada. Agora verso 9 então.
Quando chegaram ao lugar que Deus lhe havia indicado, então lembra, o local é, é, teria realmente que ser aquele local, Abraão construiu um altar e sobre ele arrumou a lenha. Então se a coisa estava tensa já na caminhada, quando ele avistou de longe e falou é ali, agora a coisa ficou um pouco mais tensa, porque agora eu já estou construindo. Quanto tempo ele demorou para construir, a gente não sabe. Depende de quantas pedras ele achou no local.
Mas um altar, ele é um pouco mais alto, ele não é dois tijolos que você põe uma grelha para fazer aquele churrasco caseiro, não. Então você imagine a tensão desse momento. O pai procurando pedras, procurando pedras, gente, fazendo essa construção, naquela formatação mental de que ele veio de um contexto pagão, sim.
num contexto pagão, onde também há arquitetura, onde há modelos que você faz para o sagrado. Então ele não pegou de qualquer jeito ali as pedras. Ele fez ele com cuidado e nesse momento de fazer, eu fico só imaginando a mente dele ali em oração. Senhor, é isso mesmo? É isso mesmo?
É isso que vai acontecendo? Eu acho que até eu demoraria mais, eu faria bem lento, mas bem lento mesmo, demorar horas e horas, porque pelo menos eu estou ali com o meu filho ainda, construindo aquela cena. E aqui eu chamo a sua atenção mais uma vez para a leitura que usa o brain, que usa o cérebro.
Porque se você simplesmente passar Abraão e construir o altar, é meio que já terminado, finalizado. Só que o processo de construir não é um processo de 10 minutos. Então, nos fala sobre também um momento que você tem que parar, respirar, e falar, ok, teve que achar pedra, teve que construir, teve que colocar uma em cima da outra, e nesse processo, a mente dele ali, sem parar de funcionar.
Construiu um altar, sobre ele arrumou a lenha que ele já havia carregado, lembra Isaac? E agora vem a parte que parece que a narrativa bíblica acelera. Amarrou seu filho Isaac, colocou sobre o altar em cima da lenha. Então, olha a sequência como é rápida. Então estendeu a mão e pegou a faca.
Então imagine, amarrou, colocou, pegou a faca. É rápido o negócio. Não tem mais onde escapar. Não tem mais onde escapar. Agora é a hora. Então o escape era o construir. Você está ali ainda passivo, mas construiu, acabou. Acabou.
E lembre-se que nessa hora, de novo, se a gente não tivesse recorrido ao original hebraico, faca é faca, mas a faca dele era o punhal preparado para o abate, desde quando ele saiu de casa. Ele já pegou. Então é o momento ali do Senhor. Estendeu a mão, pegou a faca para sacrificar seu filho, mas o anjo do Senhor...
O anjo do Senhor, o termo hebraico aqui é Malach Adonai, o anjo do Senhor o chamou do céu dizendo, Abraham, Abraham, Abraão, Abraão, e ele talvez com alívio, eis-me aqui, eis-me aqui, com o punhal na mão. Gente, o que passa na cabeça de um ser humano numa hora dessa? Primeiro, a intervenção, a intervenção,
E é interessante notar que aqui chamou do céu, céu é o termo que nós usamos para essa dimensão celestial. Se a gente perguntar aonde no céu, ou aonde é o céu, ou aonde Deus está, a gente fica no vácuo, certo? Aonde? Quando a gente estava vendo agora os astronautas lá ao redor da Lua,
Aí você vê as fotos, os vídeos naquela dimensão do universo, onde a Terra é só mais um, só mais um planeta entre infinitos astros. Você fala assim, aonde será que Deus está? Aonde será a habitação de Deus? Em que dimensão?
do universo, que nós só chamamos de céu. Que Jesus, para o ladrão da cruz, introduziu uma outra palavra. Ele falou o quê? Hoje mesmo estarás comigo no paraíso. Ele usou um outro termo, mas é da mesma dimensão. A dimensão que a gente não sabe endereço, não, está no Waze. Coloca no Waze, e céu? Não vai dar certo. Então essa voz que vem dessa dimensão,
Dá esse comando, ele responde da mesma forma, e aí vem a instrução que vai trazer o alívio. Não toque no rapaz, disse o anjo, não lhe faça nada. Agora sei que você teme a Deus porque não me negou seu filho, seu único filho. Poxa vida, então ele não temia antes? E agora? O que eu estou dizendo? Agora eu sei.
O que quer dizer se agora eu sei? Depois desse teste... Você está ótimo. Sim, você está ótimo. Agora eu sei. Mas e os outros, gente? E a espera de 25 anos para nascer? E o jogo de sai da sua tenda, olha para o céu, olha para a terra, olha para o norte, olha para o sul, olha para o leste, olha para o oeste. Fica firme, eu vou te dar, eu vou te dar, eu vou te dar. E ele lá, ele lá.
Por que só agora? O que esse agora nos ensina? Esse agora nos ensina que a caminhada, o desenvolvimento da nossa fé, que você pode colocar aqui como termo intercambiável para temor a Deus, agora eu sei que você teme a Deus, porque quem não teme a Deus não tem fé. Quem não reverencia a Deus não tem fé, não está nem aí, segue o seu caminho.
Isso nos informa que esse caminho não é um caminho que você ganha certificação após ter passado por uma prova, por duas, nem por três. Não, é um caminho. É um caminho até o último suspiro de vida.
Nessa fase de Abraão, depois daqueles 25 anos, mais os anos, que a gente não sabe quantos anos exatamente Isaac tinha, mas nós estamos falando aqui já de o quê? 35, 40, 50 anos já de caminhada com Deus? E ele fala agora, esse agora é nesse momento da sua vida, nesse seu hoje, no hoje aqui no altar, lá em Jerusalém, no Moriá.
você mais uma vez afirma que você teme a Deus. Vieram outros desafios para Abraão na vida? Claro, todo mundo que é vivo tem desafio, né gente? Só que nós não somos informados, porque a narrativa vai tomar outro rumo. Mas, me fale, depois que ficou, depois que passou dos 70 anos, nunca mais teve problema, né?
Não existe isso. É uma continuidade. É uma continuidade. E que, de novo, você reafirma o quê? Eu continuo temente ao Senhor. Eu continuo temente ao Senhor. Eu continuo a dar frutos. Eu continuo a passar nos testes. Eu continuo a entrar em circunstâncias que eu não gostaria.
que é um outro ponto. A gente também não fala assim, agora eu já estou aqui tão bem que agora nada mais de estranho e incerto acontece comigo, porque eu já estou mais velho. Então agora eu já tenho domínio. Não tem, não tem, não tem, ninguém tem. Então é lindo você ver aqui esse... Você chegou nesse momento e agora você... Eu estou vendo realmente que nesse nível onde nós somos informados, você demonstra o temor. Aí vem a...
O alívio total. Abraão ergueu os olhos, viu um carneiro preso pelos chifres num arbusto. Foi lá pegá-lo, sacrificou com o holocausto em lugar do seu filho. E agora esse em lugar também é a pista do cordeiro final, que também em nosso lugar estaria na cruz.
De marcha ré, antes de Jesus, aqui também é a pista para os cordeiros que seriam sacrificados no templo, no tabernáculo com a mesma função. Também para entrar num lugar para fazer algo, um sacrifício que traz ali uma conexão entre terra e céu.
Como que o sacrifício de um cordeiro traz conexão entre terra e céu? Porque o sacrifício é ali abatido, ele é queimado. E o que acontece quando essa carne é queimada? Sobe um cheiro, sobe uma fumaça. Sobe para onde? Para o céu. Ah, para o céu.
para esse lugar que a gente não sabe, e essa é a conexão terra e céu. A fumaça vai subir, é como então o símbolo dessa fumaça vai na direção de Deus. Você não fala para a fumaça entrar na terra, ela sobe. E aí você fez contato entre terra e céu com o seu ato. E quando você está fazendo isso no mundo antigo, preste muita atenção nisso.
O ato do sacrificar é um ato que você pode definir da seguinte forma. Eu me torno mais envolvido num relacionamento consagrado através desse sacrifício. Quando você começou a namorar, a primeira experiência de crush, alguma coisa você tinha que fazer para demonstrar isso.
correto? Quando chega já na fase pós-platonismo. Pós-amor platônico, que não é só você. Tem uma resposta. Alguma coisa você tem que fazer. Você tem que demonstrar. Na verdade, você tem que continuar fazendo isso a vida inteira, né? Mas o que acontece é que a demonstração torna você mais envolvido, porque dá um sinal. Dá um sinal no início ou reforça.
o relacionamento durante. E aí você se torna mais envolvido num relacionamento. Esse ato desse namoro, dessa troca, é o sacrifício no mundo antigo. Ó, senhor, eu tô envolvido aqui. Eu tô envolvido como? Fiz besteira.
Preciso de um sangue ser derramado, é uma DR. Eu preciso resolver a situação. Sacrifício. Ou, estou muito feliz, vim aqui com um ato de gratidão. Um ato de gratidão. Estou aqui derramando essa... Senhor, essa oferta hoje não vai pedir perdão, não. É gratidão ao Senhor. De novo, relacionamento. Porque o ingrato, ninguém gosta dele.
Alguém aqui gosta do ingrato? Você faz, faz, faz, faz e nenhum obrigado. Ninguém gosta do ingrato, muito menos Deus. Ah, é lindo, esse filho ingrato é maravilhoso. Não, ninguém gosta. Então também entra nesse cenário dessa conexão, em outras palavras, tornar-me envolvido num relacionamento com o sagrado através dessa atitude.
E agora ele tem então um que entra no lugar do sacrifício do seu filho. E aí Abraão deu nome àquele lugar de o Senhor proverá. Olha aí de novo. A mesma fala.
E o que você escreve quando está escrito aí o Senhor proverá? O Senhor, anota aí, verá. O Senhor verá para si. Por isso até hoje se diz no monte do Senhor se proverá. No monte do Senhor acontecerá. No monte do Senhor será visto e ele então irá prover.
Pela segunda vez o anjo do Senhor chamou do céu Abraão e disse, juro por mim mesmo, declaro Senhor que por ter feito o que você fez, não me negando o seu filho, o seu único filho, esteja certo de que abençoarei e farei seus descendentes tão numerosos como as estrelas dos céus, como a areia das praias do mar, sua descendência conquistará a cidade dos que lhe forem inimigos, e por meio dela todos os povos da terra serão abençoados.
Porque você me obedeceu. Esse trecho é muito rico. Vamos começar então primeiro com essa repetição. Seu filho, seu único filho. Você se lembra que quando Deus falou isso pela primeira vez, volta lá para o verso 2 do capítulo 22. Aqui não há a menção do nome, mas no 22.2 o que acontece aí? Tome seu filho, seu único filho e...
Isaac, ok? Em outras palavras, não se equivoque, é o Isaac. Nessa vez aqui, não está repetindo o nome do filho, mas todo mundo sabe que está falando do Isaac, porque já falou. É o filho da promessa, ok? Então, qual que é um ponto aqui para você saber? Depois eu vou te mandar um videozinho, um videozinho só para testar como referência. No islamismo, como eu já disse para vocês, eles vão falar, não, não, não, já que é esse filho, o filho é Ismael.
E aqui começa aquilo que eu disse, que é a narrativa que ela é difusa, que ela é uma bifurcação aqui. Mas lembre-se que o texto está desejando claramente que é o filho pelo qual Deus operou um milagre na sua mulher e não o resultado do relacionamento dele com Agar, a concubina egípcia. Esse é o primeiro ponto. Segundo, a menção de novo das estrelas do céu e da areia das praias tem a ver com a promessa.
Deus está dizendo aqui, mas você lembra aquele papo lá que eu falava para você? Sai da tua tenda, conte as estrelas, olha para a areia, para você imaginar, para te ajudar na sua reflexão. Então Deus vem agora e confirma a promessa. É aquilo mesmo que eu te disse. Quando fala de conquistar a cidade dos seus inimigos, quer dizer que esse povo, ele viverá, mesmo apesar de enfrentarem os conflitos.
Se liga a televisão hoje, está acontecendo a mesma coisa, o conflito contra Israel. Você vê que a história não muda. É por isso que a expressão Am Israel Chaim, o povo de Israel vive, é uma afirmação exatamente dessas promessas. Não, não vai ser fácil não, mas eu estou com vocês. E aí a parte final, todos os povos da terra serão abençoados.
E aqui entra um dado histórico, que nós sabemos que o povo, o povo judeu, foi o povo que mais contribuiu para o avanço da nossa civilização, pelas suas descobertas, pelos seus feitos, por quando você vê a lista de prêmios, prêmio Nobel.
Você vê a grande maioria judeus também. É por isso que o antissemitismo se levanta de maneira violenta. E vai se levantar cada vez mais, infelizmente, tristemente.
Porque quando acontece o antissemitismo, na verdade, o antissemitismo é um ato contrário a Deus, em primeiro lugar, que é o criador da história, especificamente também dessa história. Então você está indo contra esse princípio. E o princípio divino é, não, não, não, eles vão ser bênçãos. O que a mídia, o diabo, o capeta e todo mundo vai fazer? Não, não, não, eles são a maldição.
É isso que você vai ouvir nas guerras do sionista, sionista, free Palestine. É isso que está por trás. É endemonizar aquilo que Deus chamou de bênção.
Por causa desse momento, você, o patriarca inicial, por causa disso, todos os povos serão abençoados. A narrativa da história qualquer, não, não, não, não, são demônios, não, não, não, não, é o problema, não, não, não, não. É criar o antagonismo, como eu disse, a endemonização. Então, 19.
Voltou Abraão a seus servos. Que servos? Primeiramente, lembra aqueles dois que tinham ido com ele? Juntos partiram para Bercheva, sul de Israel, onde passou a viver. Passado algum tempo, disseram a Abraão que Milca dera filhos a seu irmão Naor.
Us, o mais velho, Bus, seu irmão Kemuel, pai de Arã, Qezé, de Arás, Opildas, de Zifal e Betuel, pai de Rebeca. Estes foram os oito filhos, Kemircá deu a Naor, irmão de Abraão, então seus sobrinhos, né? E sua concubina, chamada Reomá, teve os seguintes filhos, Tebá, Gaã, Taz e Macai. Outras palavras do texto, está querendo dizer aqui que...
Há também essa bênção multiplicadora de filhos e de família, e de família grande também em outros familiares dele. 23. Sara viveu 127 anos, morreu em Kiriati Arba, que é Hebron, em Canaá, e Abraão foi lamentar, chorar por ela. Depois Abraão deixou ali o corpo de sua mulher, foi falar com os hititas.
Dizendo, eu sou apenas um estrangeiro entre vocês, cedam-me alguma propriedade para a sepultura que eu tenha onde enterrar a minha mulher. Respondendo os hititas a Abraão, ouça no Senhor, o Senhor é um príncipe de Deus em nosso meio. Vamos com calma, porque isso aqui é chocante. O estrangeiro... e assim...
Sim.
Sim. Exatamente. Exatamente isso. Vai chegar um ponto que esse ato...
Ele vai simplesmente se tornar algo automático, sem mais coração, na hipocrisia. Ah, faz lá e resolve. Você vai pro templo lá, eu tô agrando aqui, pega a ovelha lá e resolve pra mim, porque eu tô sem tempo.
Ele perde o seu significado real, que é dessa conexão, que é desse entendimento, que tem alguma coisa acontecendo nesse momento e vira um rito morto. E aí os profetas vão descer a lenha, como você lembrou. Eu não quero mais isso, não quero. Por que adianta se oferecer um sacrifício e não ser misericordioso?
Jesus vai dar um exemplo chocante, chocante mais tarde sobre isso, dizendo o seguinte, que o que adianta vocês oferecerem isso e vocês não conseguirem, por exemplo, cuidarem dos seus pais, dizendo que isso é um corban, algo dedicado, um sacrifício ao Senhor. E o que ele quer dizer com isso nessa fala? É muito chocante, que é exatamente o que você está trazendo aqui.
Jesus, naquela ocasião, estava querendo deixar claro para eles como isso tinha virado esse piloto automático que eu disse e um ato de hipocrisia. Então, o exemplo é o seguinte. Eu tenho esse relógio, tá bom? E tenho mais outro lá em casa. Tenho dois. E aí, você é minha irmã?
Minha irmã é meu de sangue. E aí você fala assim pra mim, pô, irmão, você pode deixar o relógio comigo, porque eu já não tenho mais, o meu quebrou, eu não tenho dinheiro. Eu sei que você tem dois, deixa comigo até eu comprar, tá? Eu falo, puxa vida, eu faria. Só tem um problema, Nandara. Eu já dediquei ao Senhor esse aqui.
Aí você fala, como assim você dedicou ao Senhor? Está aqui com você, eu estou vendo. Eu falo, não, eu dediquei já verbalmente, já ele é do Senhor, então eu não posso te emprestar. Esse é o nível que chegou à hipocrisia. Eles começavam a dizer que não, mas isso está dedicado. Ah, mas isso está consagrado. Peraí, aí Jesus vem, aperta e se botou. Que história é essa aí? Que história é essa? Eu mando depois o texto do grupo para vocês verem.
Em outras palavras, você está diante de alguém, criando uma modalidade que é consagração sem entrega. Sou super consagrado, mas sou um bandido. Bandido consagrado. Aliás, isso acontece nos morros do Brasil. Usando, inclusive, as terminologias de Israel. Ladrão evangélico. Senhor, hoje, no roubo, me abençoe, que vai ser uma bênção, que não haja muito problema.
Mesmo o processo de... você torna aquilo que inicia com uma ideia de momento do sagrado, conexão terra e céu, a fumaça que sobe, tudo isso que está envolvido, e transforma num rito qualquer, e aí esse rito vai expandindo ao ponto do meu exemplo do relógio, que é exatamente o que Jesus vai dizer lá. Você está falando o quê? Que você não pode mais então honrar o seu pai e sua mãe?
que é um dos importantes e claros mandamentos, porque você está oferecendo tudo para Deus agora. É exatamente isso. Então, quando ele é deturpado, os professores, como eu falo, não quero mais esse negócio. Sacrifícios de vocês são mortos. Eu quero um coração, eu quero misericórdia, eu quero obediência. Aí, para acabar com a festa...
A festa que, inclusive, voltando ainda para expandir um pouco mais, quando Jesus está lá no templo, o que o templo já tinha virado lá na segunda-feira, após a entrada triunfal? Cambista, vendedores, tinha de tudo, menos casa de oração. Vai expandindo, você viu como vai expandindo? Então, para acabar a festa, tem que ter um último cordeiro. Tem que ter um último cordeiro. Vai lá, vai lá.
Quando Deus pede o sacrifício do filho, ele leva até o último momento. Eu entendo que ele está testando o primeiro presente que ele nos deu. Então, o livre-brito. E ali, por mais que ele soubesse o resultado, ele estava vendo como seria. E quando a gente toma o livre-brito sem obediência, chega a luz do pastor.
É isso aí. Porque você inventa a modalidade ou aumenta o que era conhecido, porque o aumentar eu acho até mais complicado, porque daí você pega algo com o fundo do sagrado e expande para o maligno. Você fala, não, não, não, mas eu acho que também tudo bem. Mas você acha como?
Não é, mas não é isso. Da onde vem a sociologia? E aí que começam os sincretismos, e aí quando começam as expansões, aí juntam um critério a outro, um formato, vira uma loucura, gente. Vira uma loucura. Muito bom, muito bom. E aí, sobre a sepultura.
Eu sou estrangeiro, eu preciso de uma terra. O enterro é algo muito sério. Tem que ter um condicionamento para todo mundo discernir que o estrangeiro não pode simplesmente colocar um cadáver num chão, numa caverna, sem autorização.
Porque existe um olhar, um respeito aos mortos na civilização egípcia levada ao extremo, né? Lembra? Uma pirâmide era construída para enterrar alguém importante com todo o seu tesouro, inclusive.
E aqui Abraão mostra para a gente um outro ponto daquilo que começou quando a gente falou sobre, lembra que ele era um diplomata, na hora de fazer a aliança com aqueles reis para irem lá, tirarem Ló, lembra? Do sequestro que aconteceu. Você lembra que já foram com eles, alguns da terra.
Agora, você viu Abimeleque falando assim, ô Abraão, a gente está vendo que você é um cara importante, vamos ter um tratado de paz aqui, porque vai que, né, você cresce ainda mais, a gente quer ser teu amigo. Agora, a terceira menção disso, esses povos, os hititas, chegam para ele e fazem uma declaração, nós sabemos que você é um príncipe de Deus. Olha que coisa linda, ele reconhecido pelo da terra...
A gente sabe que você é estrangeiro, ok, mas você é um príncipe de Deus. Então enterre sua mulher em nossas sepulturas. Escolha, escolha. Nenhum de nós recusará ceder-lhe sua sepultura para que enterre a sua mulher. Que região que o texto falou que eles estão ali? Kiriati Arba, que é em...
Porque é importante você saber disso. Hebron. Guarde isso. Hebron. Eles estão em Hebron. Qual que seria a reação normal? Poxa, muito obrigado.
Você está me reconhecendo como um homem de Deus, a gente vive em paz. Obrigado para nessa hora de dor, hora de enterrar a esposa, não é hora feliz. Obrigado para nessa hora de dor você falar, escolha qual sepultura você quer. Escolha. É intensável, gente. Esse Abraão é incrível. Abraão levantou-se. Significa que eles deviam estar sentados na conversa. Curvou-se perante o povo daquela terra.
Você fica em pé para se curvar. E disse-lhes, já que vocês me dão permissão para sepultar minha mulher, peço que intercedam por mim junto a Efron, filho de Zoar, a fim de que ele me ceda a caverna de Maquipela. Grifa isso na sua vida. Caverna de Maquipela. Que lhe pertence e se encontra na divisa do seu campo.
Vocês falaram para escolher o local. Então, eu estou falando, eu conheço aquele local, ali tem uma caverna. Lembra que caverna sempre foi muito usada no mundo antigo como local de sepultamento. Peçam-lhe que, agora vem o ponto, peçam-lhe que ceda a mim pelo preço justo. Para que eu tenha uma propriedade para a sepultura entre vocês. Eu quero comprar, eu não quero favor.
Eu quero a escritura, eu não quero só o benefício do momento da dor. Efron, o hitita, estava sentado no meio do povo e respondeu a Abraão, sendo ouvido por todos os hititas. O que quer dizer aqui? Existe testemunha e eles estão à porta da cidade. Por que é importante dizer a porta? Por que o texto está sendo tão minucioso? Porque é na porta da cidade que se faz negociação. É o formato. Exatamente, é público.
Olha a resposta dele. Não, meu senhor, ouça-me, eu lhe cedo o campo, eu lhe cedo a caverna. É tudo seu. Vai lá, usa, vamos acabar com esse sofrimento. O sofrimento é o corpo estar esperando o local para o suplemento. E a gente está aqui conversando. Vamos terminar isso.
Cê na presença do meu povo, sepulte a mulher. Em outras palavras, você vai ter testemunhas oculares que eu publicamente disse, é seu, pegue. O que você faria? Deus me abençoou. Toma posse, irmão.
Novamente Abraão curvou-se perante o povo da terra e disse a Efron, sendo ouvido por todos, ouça-me por favor, eu pagarei o preço do campo. Aceite-o para que eu possa sepultar a minha mulher. Não quero comprar.
Refrão respondeu a Abraão, ouça-me, senhor, aquele pedaço de terra vale quatrocentas peças de prata, mas o que significa isso entre mim e você? Sepulte a mulher, estou te dando.
Abraão concordou com Efron, pesou o valor que eles estipularam diante dos hititas, 400 peças de prata, de acordo com o peso corrente entre os mercadores. Assim, o campo de Efron em Maquipela, perto de Mamre, o próprio campo com a caverna, terreno com a caverna, ou terreno onde está a caverna,
Que nele há, e todas as árvores dentro das divisas do campo, foi transferido a Abraão como sua propriedade diante de todos os hititas que tinham vindo à porta da cidade. Ele preferiu comprar, ele preferiu pagar. O que acontece com o resultado dessa cena?
Hebron se torna esse primeiro local comprado dentro da terra prometida. Dentro da terra que ele estava lá vivendo, estava tendo as suas primeiras aventuras, mas que agora eu tenho uma escritura. Agora vem a parte mais legal. Depois eu vou expandir mais, mas esse local...
está até hoje debaixo do controle dos israelenses. Hebron. Hebron está dentro hoje de um território, o território maior dele, aonde ele se localiza ali, se tornou um grande território palestino. Mas Hebron...
Tem exército, tem polícia, tem prédio, vou mandar tudo no grupo para vocês, para proteger esse local da chamada, os túmulos dos patriarcas. Porque aqui está só começando a história. A primeira que está inaugurando o jazido é Sara. Guarda isso, nós vamos ter desdobramento. Por essa razão...
Há uma comunidade judaica que nunca quis sair desse local. Ela briga para estar nesse local. E por causa desse registro histórico, Bíblia, que confirma o registro do passado que foi pago, o exército até hoje mantém a proteção e esses moram lá debaixo de tensão.
Então, hora está aberto para o público, hora está fechado para o público, depende da situação. Depende da situação. Mas por causa desse ato dele, não. Esse aqui é comprado. Fala, meu irmão.
Vamos chegar lá depois. A região, muito bem lembrado. Mas segura comigo porque aí o pulo já é muito grande. Olha que lindo então. Ele pega, pagou, comprou, está em sua posse.
Ele tem essa cidade, inaugura-se então os túmulos dos patriarcas. Abraão com sua propriedade diante de todos os hititas que tinham vindo à porta da cidade. Depois disso, Abraão sepultou sua mulher Sara na caverna do campo de Maquipela, perto de Mambri, que se encontra em Hebron, na terra de Canaã. Assim o campo, a caverna que nele há, foram transferidos a Abraão.
Apelos hititas como propriedade para sepultura. O princípio então de que é meu, não simplesmente para que alguém possa dizer no passado, você tem isso porque eu te dei. Não, eu tenho isso porque eu comprei. Lembra de alguma coisa na época da compra do terreno?
quando Davi comprou a eira de Araúna, aconteceu um episódio muito similar. Ele decidiu comprar ali a região, ali também, estamos falando do mesmo lugar, comprar para que fosse construído o templo ao Senhor. Ele chega, olha, quero comprar, mas rei, o que é essa terra entre eu e você?
Rei, se você quer a minha terra, é sua. Gente, o mesmo discurso. O mesmo discurso. Jamais, jamais eu colocaria um preço para você. E Davi dá uma resposta chocante, ampliando o que Abraão fez. Davi fala, eu jamais vou dar a Deus algo que não me custe.
Eu não posso dar a Deus, porque eu recebi ou dou, está aqui, está, está. Porque não tem um valor. Olha que coisa linda. O Davi que sabia que ele não ia poder construir o templo, né? Porque mãos cheias de sangue, homem de guerra, tudo aquilo que ele fez. Era para o seu filho, mas não, eu não me aproveito de uma circunstância. Você repara então que, por isso que a gente fala que o jeitinho brasileiro é brasileiro.
Não tem conversinha, não tem, olha, vamos arrumar aqui, mas... O cara para, ele pensa e reflete sobre os futuros desdobramentos. O que pode acontecer como resultado disso?
O que pode ser gerado aqui? Que tipo de fala, que tipo de ruído pode acontecer? Ah, que você ganhou, que você não pagou, que te deram porque foram misericordiosos. O próprio que deu pode falar assim, ah, eu dei mesmo lá, o cara tava lá enchendo o saco. Ou eu dei mesmo pra fazer uma aliança política.
Eu dei para depois pedir um favor no futuro. Eu dei, porque os caras falam que ele é um príncipe de Deus. Da verdade, esse clã continua crescendo muito aí. Um dia eles decidirem vir contra a gente. Eu dei para fazer... Não, você não deu nada, não. Eu paguei, teve negociação, tem testemunha ocular, tem documento. É minha. Acaba com o problema.
Você percebe que Abraão está nos falando aqui, esse texto está nos falando aqui, sobre como a gente deve regir uma ética. Como que a gente deve, às vezes, olhar para as coisas e não simplesmente na primeira reação, você reagir, não, não, é bênção, é bênção. Calma, respira, respira. Respira e pense de novo. Pense de novo. Porque não é bênção.
Vou contar uma história pra vocês muito chocante. Quando nós estávamos fazendo aqui as primeiras reformas na igreja.
que resultaram na acessibilidade, resultaram nas saídas de emergência. Você imagina aqui que não tinha nada dessas escadas, do elevador. Isso foi um parto para fazer, porque cavucar o buraco onde já está feito, quando não tem nada, né? É uma coisa, quando você está no prédio, gente, foi um parto. Aonde põe a escada, aonde põe o elevador? Mas o subsolo é lá embaixo, no terceiro, mas tem que também chegar na galeria, porque senão você não dá o acesso. Gente, foi muito difícil para a gente.
E principalmente sem dinheiro, como vocês sabem, tudo a gente faz campanha, arrecada e paga. Beleza. Quando a gente viu todo esse montante de dinheiro, a gente falou, meu Deus do céu, mas que campanha vai ser essa? Porque é muito dinheiro, elevador é caríssimo, buraco é caríssimo, é estrutura, e aí tinha que mexer na estrutura. Aí chega um que se você não toma cuidado, você fala, é o enviado de Deus, só pode ser.
A gente faz a planta bonitinha, mostra e faz a conta de quanto vai custar. Aí chega um enviado, não de Deus, mas do diabo. E chega assim, pastor.
Olha aqui, estou vendo a sua planta, está aqui mostrando, nossa, que trabalho bem feito. O elevador, o acesso, a metragem da escada de saída, vocês cumpriram tudo direitinho. Isso, isso, aí as tubulações, aí o resto, aquilo que eu falo que é a construção que não dá ibope, aquela que ninguém vê, que está embaixo da terra, ninguém vê, mas é a mais cara. Então, pastor, olha, o senhor pega, o senhor faz o seguinte.
O senhor pega o branquinho, sabe o que é o branquinho, pastor? Você sabe o que é o branquinho? Que tampa? Passa o branquinho aqui, passa ali, querendo dizer, você manda para o engenheiro reescrever a planta, mas o branquinho você segue. Então, branquinho aqui, branquinho aqui, branquinho aqui, e fala que está tudo feito, pastor. Aí eu já abri o olho.
Porque pastor, o senhor é um religioso. Isso é para o bem, Deus vai perdoar. Eu olhei bem para a cara e falei assim, infeliz? Aqui nessa igreja não tem esse tipo de conversinha. Mas pastor, o senhor vai ser trouxa, você é trouxa, meu amigo. Aí eu tive que levantar o tom. Você é trouxa, meu amigo. Nós vamos pagar o que tiver que pagar, nós vamos fazer o que tiver que fazer.
Nós vamos dividir isso com o povo, nós vamos fazer o que é certo. Deu para entender? Você quer ser trouxa? O que ele queria com isso? Um santo fiscal. O que ele queria com isso? Ele queria mais tarde.
Chegar assim, o Abraão, mas sabe o que é a Maquipela lá? Eu estou precisando, que morreu muita gente aí, a gente está em guerra, dá para voltar de novo. Ou talvez você não gostasse. Estorque, ele queria que a igreja de Perdiz virasse cliente. Você vai lá todo mês o fiscal, e aí, como é que está aí? Está bonito, hein?
Eu tenho um pavor disso, eu tenho um pavor, me dá arrepio, assim, até me dá alma. Era para fazer esse processo de ganhar, o fiscal ganha mensalidade agora, lá de Perdizes, porque passou branquinho, foi uma bênção, e você, homem de Deus, está perdoado, você é religioso. É um desgraçado mesmo, né? Literalmente, fora da graça de Deus.
Isso é o tipo de conversa. Isso é o tipo de conversa. Abraão nos ensina aqui assim, quando a oferta é demais, o santo desconfia. O santo homem de Deus, a santa mulher de Deus fala assim, eu acho que não.
Tia Noemi sabe disso, é os telefonemas que daqui a pouquinho vai começar a chegar para mim. Ô pastor, fiquei sabendo que vocês tem um projeto social na igreja, né? O tal de Mas, né pastor? É, você não gostaria de ampliar pastor? Quantas famílias vocês cuidam? Ah, a gente cuida de 70. Mas você não gostaria que fosse 170, 300 famílias pastor? Eu mando aí a cesta para vocês aí, resolve o problema. Vamos ajudar o povo pastor.
Aí se o Senhor é a glória de Deus, Deus mandou a bênção, vai custar depois a foto, vai custar depois o voto, vai custar o conchavo, vai custar essa desgraça que é a política brasileira.
Obrigado, irmão. Obrigado. A gente não faz essa relação. Muito obrigado. A gente faz o que a gente pode. Se a gente pode 70 a 70, na pandemia, a Tia Noemi chegou a 200, lembra? Gente, agora tem 200 porque está todo mundo morrendo e falando, a gente vai ter que dar um jeito. Todo mundo com amor deu e nós cuidamos das 200. É o que a gente pode. Então, gente, tome muito cuidado.
Você não pode ler esse texto aqui e falar que bonita a atitude dele, né? Foi política, foi geográfica, foi de compra. Não, não, não. Traz para você porque as propostas da terra não param. Sempre tem um infeliz para propor algo que você fala, mas não faz sentido isso. Mas é errado isso.
Mas a gente até hoje vive isso. Pastor, se quiser comprar sem nota aí, pode abençoar a igreja. Não, não abençoa não, pode dar nota, infeliz. É uma das coisas, o brasileiro tem uma habilidade para isso. Ele tem um dom, para o bem o infeliz não usa. Mas para o mal. Para dar um jeitinho, ele sempre encontra um caminho.
Abraão está dizendo lá desde o início, não entre nesses caminhos, porque a conta vem. Não entre nesses caminhos, porque você está ali diante de um Deus que nos ensina sobre a verdade, sobre a integridade. Se custar mais caro, custa mais caro, mas fique de cabeça erguida. E eu termino aqui, todo mundo, Salmo, todo mundo para terminar, Salmo 15.
15, você vai ler em casa ele inteiro, é pequenininho gente. Vai rapidinho que dá para terminar, que falta um minuto. Salmo 15, uma pergunta e uma resposta. Salmo de Davi, Senhor, quem habitará no teu santuário? Quem poderá morar no teu santo monte? O que você responde?
Se alguém pergunta, quem que pode estar na presença de Deus? O que que faz? Alguém que ora, alguém que jejua, alguém que faz bem. Olha a resposta. Aquele que é íntegro.
em sua conduta, aquele que pratica o que é justo, aquele que de coração fala a verdade, não usa língua para difamar, que nenhum mal faz ao seu semelhante, não lança calúnia contra o seu próximo, rejeita quem merece desprezo, mas honra os que temem o Senhor, aquele que mantém a sua palavra mesmo quando sai prejudicado, é trouxa, é trouxa, mas é o certo.
que não empresta o seu dinheiro visando lucro, não aceita suborno contra o inocente. Quem assim procede nunca será abarro.
Que assim seja. Abraão não está simplesmente a história dos patriarcas dizendo pra gente, olha, movimentos da terra, da política, das relações internacionais entre hititas e os futuros israelitas. Não, não, não, não, está dizendo assim, sempre tenha um discernimento. Assim sendo, você não será abalado, assim sendo a conta não vai chegar. Valeu, muito obrigado.