Episódios de Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento e Espiritualidade

O que o sofrimento de Jesus pode nos ensinar? Caminho de Emaús

10 de maio de 20261h18min
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Em meio ao sofrimento mais intenso, Jesus demonstrou algo que ultrapassa a dor física: uma consciência espiritual profunda, uma serenidade incomum e uma força interior que continuam inspirando milhões de pessoas até hoje.

Neste vídeo, vamos refletir sobre o que a postura de Jesus diante do sofrimento pode nos ensinar sobre transcendência, sabedoria, paz interior e força espiritual. Mais do que enxergar a dor apenas como punição ou derrota, veremos como Jesus revelou uma maneira diferente de enfrentar as dificuldades da vida, sem perder a consciência, a compaixão e a conexão com o divino.

O que existia na serenidade de Jesus?

Como alguém pode permanecer em paz mesmo em meio ao caos?

O sofrimento pode se transformar em crescimento espiritual?

Existe uma consciência capaz de ir além da dor?

Esta reflexão busca compreender o sofrimento sob uma perspectiva espiritual e humana, trazendo ensinamentos que podem ajudar em momentos de dificuldade, ansiedade, perda, medo e transformação interior.

✨ Neste vídeo você encontrará reflexões sobre:

• força espiritual diante das dificuldades

• transcendência e consciência

• paz interior em tempos difíceis

• os ensinamentos de Jesus sobre sofrimento

• sabedoria espiritual e evolução da alma

• fé, serenidade e superação interior

Se esta mensagem tocar você de alguma forma, compartilhe com alguém que precise de luz e fortalecimento neste momento.

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Assuntos9
  • Ensinamentos de Jesus sobre sofrimentoA postura de Jesus diante da dor · Serenidade e força interior em meio ao sofrimento · Transcendência e consciência espiritual · O sofrimento como crescimento espiritual
  • Missão de JesusA necessidade de lapidar o caráter · Jesus como modelo de vida · O 'esvaziamento' como verdadeiro despertar · A urgência em despertar para o caráter do Cristo
  • A mensagem de Jesus e o 'evangelho'O evangelho pregado em todo o mundo · Amar a Deus e ao próximo como preceitos essenciais · Viver o evangelho através de ações · A importância de amar a si mesmo para amar o próximo
  • Interpretações religiosas e espirituais de JesusResistência a visões diferentes sobre Jesus · Quebra de paradigmas religiosos · A figura de Jesus no continente americano · O evangelho de Jesus e o amor ao próximo
  • A verdade, a ilusão e o egoA dor da quebra da ilusão · A verdade liberta, mas pode ferir o ego · Hipocrisia e mentira como fontes de dor
  • O 'jogo da razão' e conflitos humanosConflitos internos e externos · Julgamento e crítica ao próximo · A guerra como resultado do 'jogo da razão' · A mente como cenário de guerra
  • A 'marca da besta' vs. o 'selo do Deus vivo'Controle mundial e programação de baixa frequência · Ferramentas de elevação de frequência (MT, Magia da Transformação) · Desbloqueio do programa 666/Matrix · A necessidade de desprogramação para o selo do Deus vivo
  • Dívidas e prosperidadeSaldo energético negativo devido a dívidas · O efeito dominó das dívidas · Pagar dívidas para liberar a prosperidade
  • A morte de JesusInterpretações sobre a morte de Jesus para salvar do pecado · O pecado como transgressão e mau comportamento · O batismo como compromisso de mudança · A vida de Jesus como modelo de salvação
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Olá pessoal, sejam bem-vindos a mais esse palestrão com o Tete. Espero que vocês estejam muito bem. O tema de hoje, o que Jesus quis nos ensinar com seu sofrimento. Esta palestra está sendo gravada no dia 7 de maio de 2026. A gente segue no caminho de Emmaus, que é um projeto inspirado pelo próprio mestre.

para que a gente possa compreender o máximo possível, dentro do tempo que nós temos, dentro do nosso nível de consciência do que é preciso ser entendido, os seus evangelhos, os seus ensinamentos.

Quando recebi inspiração para fazer esse caminho de Emmaus para vocês, e eu não sei quantas palestras compõem, eu tenho uma ideia, mas eu não sei, para vocês verem que eu não sei de tudo com respeito ao projeto, aos projetos e às inspirações que eles trazem. É sempre assim. Eles dizem, nós vamos fazer tal projeto, tal curso dentro de um tema, então...

E o material vai sendo passado para mim. E eu vou aprendendo e refletindo junto com vocês. Na maioria das vezes, só sei aquilo que eu vou passar naquele momento para vocês. E o que virá, muitas vezes, é surpresa para mim. Assim como é para vocês.

Mas honestamente eu sinto que esse caminho de Emmaus é um verdadeiro presente na espiritualidade, porque nos dá a oportunidade de estudar a respeito de alguém que é tão falado. Para mim é a história mais bonita que a gente já teve a oportunidade de conhecer neste mundo. E infelizmente também é a história mais mal contada.

Por isso que a gente precisa pisar em ovos quando fala de Jesus, por causa do movimento cristão. Infelizmente, muitos cristãos se acham proprietários desse nome, se acham proprietários dos direitos autorais sobre Jesus, de modo que, na maioria das vezes, quando você fala sobre Jesus, ou os ensinamentos de Jesus,

e você quebra aquilo que é passado no movimento cristão, você discorda, você traz uma visão diferente, ou você traz uma visão espiritualista, metafísica, que confronta o paradigma religioso, existe uma resistência muito grande.

Por isso essas palestras sempre precisam ser transferidas com muita cautela. Por quê? Porque o Tite está com medo dessas pessoas? Não, não tem nada a ver com isso. Mas é porque nós estamos num continente cristão.

em sua maioria. E a gente sabe que os paradigmas, que os modelos espirituais sobre os quais nós edificamos a nossa fé, nossos valores, nossos conceitos, são, na maioria das vezes, embasados na história que nos foi contada.

Portanto, quebrar um paradigma não é algo tão simples na mente de uma pessoa, principalmente num coletivo. A fé da pessoa está totalmente embasada naquela história. Como para muitas pessoas, se você confrontar a ideia de Adão e Eva,

Aquilo faz a pessoa muitas vezes ter uma reação agressiva, porque toda a fé daquela pessoa está embasada nisso. Ela construiu uma vida, ela construiu um roteiro de vida, ela construiu muitas vezes um império, ela construiu uma família, ela construiu uma religião em cima disso. E vem você dizer que Adão e Eva não existiram? Você não está confrontando uma crença?

Você está confrontando toda uma construção de vida. Por isso que quebrar paradigmas dentro da história de Jesus ou da Bíblia, num continente cristão, é uma tarefa delicada. Porque nós estamos falando de pessoas. A espiritualidade quer libertar as pessoas, mas não traumatizar.

não fazer com que as pessoas entrem em parafuso. Por isso, o conhecimento muitas vezes é dado em doses homeopáticas, para que você vá assimilando aos poucos. Olha, eu mesmo, eu mesmo, não tinha condições.

de lidar com as informações que eu tenho recebido hoje. Por exemplo, se você for comparar com o Vinícius, lá do começo, quando eu comecei a estudar metafísica, quando eu comecei a compreender o que era espiritualidade, se você quebrasse determinados paradigmas comigo há 15, 17 anos atrás, os paradigmas que hoje eu já consegui quebrar na minha vida, que quando eu falo dessas coisas...

a reação é bem diferente do que seria há 17 anos. Portanto, do mesmo jeito que é comigo, que foi comigo, eu transfiro para vocês. A gente vai conversando com calma, com paciência, eu vou desafiando, provocando, estimulando o questionamento, porque a gente está aqui para isso.

Eu vou conduzindo vocês num processo de análise, de reflexão, para que a partir disso a gente comece a realizar as mudanças na nossa maneira de crer, principalmente com relação a Jesus. Por que principalmente com relação a Jesus? Porque o nosso continente é cristão em sua maioria, a nossa fé, a nossa espiritualidade é construída sobre Jesus.

Jesus é uma figura muito importante para o continente americano, principalmente, não estou falando que na Europa, na Ásia, não tem. Estou falando para nós aqui do continente americano. Mas para todos, falando do geral agora, todos que se dizem cristãos, tem Jesus como a figura central da sua fé.

E justamente para que a gente continue tendo Jesus como uma figura central, importante, porque de fato ele é muito importante, é que a gente precisa estudá-lo com calma, porque nós, olha gente, nós temos alguns milhares de anos aqui. Essa horda recente de espíritos, não estou falando dos muitos bilhões que reencarnaram no último século.

Estou falando do pessoal dessa época mesmo, do povo hebreu, um pouquinho antes. Esse último projeto na terra de reencarnações, que é um projeto expiatório, não tem 10 mil anos. Tem quase isso. A gente está engatinhando e é preciso que a gente vá com calma. Vá com calma.

para que o nosso crescimento aconteça de uma forma harmônica, positiva, equilibrada, para que a gente possa gerar bons frutos a partir disso. Porque nós estamos vivendo um tempo bastante delicado. Muitos conflitos entre nações, estamos no meio de uma guerra.

muita gente temendo o pior. E quando a gente fala de ser humano, quando a gente fala de ego, quando a gente fala da sede pelo poder, a gente pode esperar, infelizmente, o pior. A gente já viu do que o ser humano é capaz de fazer nos dois polos, tanto do lado positivo quanto do lado negativo.

E quando falamos de uma humanidade egoísta, quando falamos de uma humanidade que faz tudo pelo poder, infelizmente a gente pode esperar o pior. O nosso mundo, no sentido sistema, no sentido sistema, sociedade, está nas mãos de gente muito complicada. A nossa economia está na mão de gente muito complicada.

A nossa segurança está nas mãos de gente muito complicada, de gente desequilibrada, de gente egoísta, de gente perversa. Eu não estou generalizando, não estou generalizando. Eu sei que no poder há muitas pessoas que tentam fazer o bem. Eu sei que no poder há muitas pessoas que estão buscando ajudar.

Assim, da mesma forma seria se eu dissesse que todo líder religioso é perverso, é mentiroso, é charlatão. Porque da mesma forma, se alguém dissesse que todo professor de espiritualidade, todo canalizador é charlatão, é falso, é mentiroso, eu não ia gostar.

E eu sei que não é verdade, gente. O ser humano é o ser humano. Em qualquer nicho que opere, no governo, na religião, na espiritualidade, no social, em seus diversos setores e âmbitos, o ser humano é o ser humano. E existe o ser humano bom e ruim em qualquer lugar desse mundo. Mas o poder do sistema...

está nas mãos de gente muito perigosa, de gente que não mede esforços para conseguir vencer o jogo da razão. A gente faz isso em menor número na nossa família, no nosso trabalho, nos nossos relacionamentos. Uma das coisas que mais destroem relacionamentos e que mais destroem a qualidade de vida é que estamos fazendo.

De modo geral, uma das coisas que mais tem esse potencial, vamos dizer assim, praticamente bélico na nossa vida é o jogo da razão. O mesmo jogo da razão que faz você julgar o outro, que faz você criticar o outro, que faz você entrar em atrito com pessoas que pensam diferente de você, é o mesmo jogo da razão que sustenta as guerras que estão acontecendo nesse momento.

É porque você pensa de um jeito e eu acho que você está errado. E como estamos num mundo em que a coisa mais difícil é ceder em nome de um bem comum, o que acontece? Se eu não cedo, você não cede, a gente vai entrar em conflito. O conflito que acontece entre as nações,

Um sentido de magnitude muito superior, muito maior do que o produto dos conflitos que nós vivenciamos dentro da nossa casa todos os dias. No nosso trabalho todos os dias, dentro de nós. Todos os dias. Você sabe como é que é, né? Você sabe bem que o ambiente interno aí seu é uma verdadeira faixa de gás.

Muita gente que está me ouvindo vive em constante bombardeio psicológico, mental, emocional. É o seu eu verdadeiro lutando contra o eu forjado. Sempre uma luta entre quem você é e quem você queria ser. Essa é uma das muitas lutas que acontecem aí. E olha que eu não estou usando vidência. Estou falando de um conflito, de uma situação que é muito humana e que acontece comigo também.

A gente não precisa ir tão longe para enxergar um cenário de guerra. A cabeça da gente já é um cenário de guerra, é um verdadeiro tatame. O cenário psicológico da maioria das pessoas é tiro, porrada e bomba, é conflito, é medo, é luta, é raiva, é rancor, é ressentimento. A gente vive no jogo da razão com a gente mesmo.

o tempo todo discordando da gente mesmo, o tempo todo entrando em conflito com a gente mesmo, o tempo todo praticamente criticando a gente, porque se eu fizer feio, já era. Se eu pesar na bola, se eu não corresponder, não, você sabe que é assim. Não fuja, não vá ver receita de pudim que a gente acabou de começar um negócio.

A gente está falando de Jesus. Ah, mas o que isso tem a ver com Jesus? De tudo. O cristão não é aquele que imita Jesus? Então vamos entender. A receita desse pudim aqui. Porque esse pudim aqui é do bom. Esse pudim não engorda. Esse pudim é baixo em caloria ruim. A caloria aqui é só boa.

Mas, às vezes, esse pudim, apesar de produzir muita coisa boa dentro da gente, é um pudim complicado de você ingerir. Sabe? Certas verdades amargam. Não porque a verdade seja amarga. A verdade não é amarga, a verdade não dói. Um dia eu aprendi isso de Atena e é verdade. A verdade não dói. O que dói é a quebra da ilusão.

É isso que dói. É você quebrar a fantasia. É você quebrar a ilusão. É você quebrar a mentira. É você admitir que tudo aquilo que você pensou, acreditou sobre alguma coisa, estava errado. É isso que dói. É contrariar a sua razão. A razão que você acreditou que era a razão. A correta, a verdadeira. É isso que dói. A verdade não dói. A verdade liberta.

e conhecereis a verdade e ela vos libertará. Não foi dito, e conhecereis a verdade e ela vos machucará. Não, a verdade liberta. Só que às vezes a chapuletada da verdade vai doer porque vai bater no nosso ego. Vai bater na nossa expectativa. Vai bater nos nossos enganos.

nas nossas mentiras, nas nossas hipocrisias. É aí que dói. É quando toca a sua... Não, eu estou falando com você. É quando toca a sua hipocrisia é que dói. É quando cutuca a sua mentira que dói. É bem semelhante quando você vê um rio de alguém com você.

criticando o ato de trair seu companheiro, criticando o caráter de quem trai. E se observa nos comentários, quando tem uma pessoa que se dói e vai e responde e critica aquele que está falando, aquele que está acusando o adúltero,

por causa do seu ato, está colocando em jogo o seu caráter por causa do seu ato de adultério, e vem aquele pessoal nos comentários reagindo, sabe assim, incomodou, e vem a retaliação. Eu fico só observando assim, a maioria de quem se incomoda, critica e responde em cima é a pessoa que faz exatamente aquilo que está sendo criticado.

É impressionante como tem gente que reage negativamente quando uma outra pessoa cutuca a mentira e a hipocrisia dela. E é por isso que dói. Jesus é um ser fabuloso. Um personagem histórico fabuloso.

Mas é muito gostoso quando a gente fala de Jesus, apreciando a figura de Jesus. Não é lindo? Eu estou aqui conversando com vocês, olhando para o quadro que eu tenho do Mozão. E quando eu falo dele, vem uma coisa gostosa no peito, eu tenho certeza que vem no seu também.

E quando a gente sente essa coisa gostosa, é o peito dizendo, isso é verdade, ele é assim mesmo. Ele é essa coisa linda, ele é a nossa inspiração. Muitas vezes ele é a nossa força, nosso alicerce, o nosso socorro, não é assim que a gente acredita? De fato é. Jesus é um grande.

amparador da humanidade, um grande amigo de todos nós, um grande mentor de todos nós, e Ele é sim tudo isso que a gente fala e muito mais. É muito maravilhoso quando a gente direciona a Ele essa apreciação justa, verdadeira, digna, mas sabe quando começa a doer? Quando eu pego essa forma maravilhosa.

E uso essa forma, esse prisma, essa luminosa perspectiva para encarar as minhas trevas. Aí começa a doer. Quando eu pego o molde de Jesus, do sapatinho de Jesus e tento encaixar o meu pé.

Que nem a Cinderela, gente, posso estar me confundindo aqui com as histórias, mas acho que é a Cinderela, né? Quando a gente tenta dar uma de Cinderela e colocar o pé no sapatinho de Jesus e não cabe, não cabe por quê? Quando a gente começa a colocar o pé nessa forma, a gente vê que, opa, tenho minhas hipocrisias ainda, tenho os meus egoísmos, tenho o meu preconceito, tenho a minha maldade, tenho o meu rancor, tenho a minha mágoa.

Tem tantas trevas e essas trevas simplesmente me impedem de colocar o pé nessa forma, nesse sapato perfeito. É aí que dói. Mas isso é o que é ser cristão, minha gente.

Ser cristão não é olhar para Jesus e adorá-lo de verdade. O cristianismo é basicamente isso. Mas o cristianismo verdadeiro, trazido muito pelo apóstolo Paulo, porque foi ele que, entre aspas, fundou o cristianismo, não é ficar só reconhecendo a grandeza do mestre, mas é tentar me adaptar nessa grandeza, ou adaptar essa grandeza em mim.

Disse o mestre, quem me ama, observa os meus mandamentos. Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração. Quem quiser vir após mim, tome sua cruz e me siga. O tempo todo, o discurso, a narrativa era essa. Me siga, me siga, me imite, aprenda comigo, faça como eu. E assim por diante.

E nesse cenário de guerra que a gente está vivendo, é extremamente importante que a gente leve isso a sério. Porque há outra situação acontecendo, que é bem dentro do nosso contexto espiritualista, que é o crescente número de avistamentos de OVNI. Vocês têm percebido isso? Como está crescendo?

os avistamentos, e nós sabemos que os extraterrestres de Jesus é tudo uma mesma família. Isso está sinalizando alguma coisa, quem tem ouvidos ouça, quem tem olhos veja. Na época que estouraram a bomba atômica, os avistamentos cresceram muito.

Entramos em conflito, um conflito maior do que a gente já estava nele já há muito tempo, aliás, desde que o mundo é mundo, o homem está em conflito. E à medida que essa guerra cresce, os avistamentos também estão crescendo. E isso tudo é um sinal. Vocês sabiam disso? E a gente tem que saber ler nas entrelinhas.

Agora, o que isso tem a ver com Jesus? Tudo, tudo, mais do que você imagina. Porque até hoje, a humanidade ainda não entendeu a mensagem, não entendeu para que ele veio aqui, e espero que eu e você tenhamos entendido. Ano passado, aconteceu uma coisa bem interessante.

Mais ou menos um mês antes do meu aniversário, eu estava canalizando a margem da transformação e os Elohim disseram, à noite, porque eu tenho o hábito de toda noite ir lá no jardim, ver as estrelas, orar, todos os dias. E eles falaram, à noite, você vem aqui, que a gente precisa conversar.

Ah, mas eles não podiam conversar com... Podiam, mas eu estava fazendo um trabalho de transferência da MT e a informação que eu receberia era uma informação bem substancial, bem densa. Se eu recebesse no momento em que eu estava transferindo, eu ia me distrair. E aí...

Quando chegou a noite, sentei lá fora e falei, eis-me aqui, vamos conversar. E sempre eu inicio as conversas, falo pouco, sempre inicio as conversas, estando eu falando. Os Elões mandaram uma assim direto para mim.

você vai ser levado até ele. Eu falei, oi? Oi? Como? Como? E eu já sabia quem era ele. Porque quando eles falam ele, eu sei de quem eles estão falando. E eu falei, mas como assim, gente? Eu? Eu? Euzinho aqui? Serei levado até ele? E o Zeloen, sim. Por isso a gente precisa que você se prepare.

que é elevar o nível de consagração, uma coisa que eu faço sempre que preciso desenvolver um trabalho mais profundo.

Claro que quem trabalha com a espiritualidade já precisa ter uma santificação constante, só que eu sempre dou esse upgrade na consagração e jejuei, meditei, fiz todo um protocolo orientado por eles para que eu pudesse sutilizar o meu campo o máximo possível, porque eu sabia que um evento dessa magnitude, numa experiência pessoal,

é um evento que exige muito. A gente está falando de uma dimensão muito superior, portanto é preciso que a gente sutilize a energia o máximo possível. E mais ou menos um mês depois que eu iniciei esse preparo, a experiência aconteceu. E nessa experiência, o mestre me entregou algo.

E disse que esse algo ia florescer com o tempo e que tinha a ver com a minha missão, a necessidade de transferir o que eu transfiro para vocês. E que esse algo era muito importante naquele momento. O momento do mundo, da missão, da nossa história, dadas as atuais circunstâncias.

Infelizmente eu não posso entrar mais em detalhes sobre o que aconteceu nessa experiência, mas desde que isso aconteceu, eu tenho manifestado um senso de urgência em orientar vocês, em despertar vocês para o quê? Para o caráter do Cristo.

E isso é tudo que a gente precisa saber. Essa é a verdade. Eu preciso lapidar o meu caráter conforme o Cristo. É isso que eu preciso saber. Esse é o essencial. Porque a gente precisa escolher qual é o Jesus que a gente quer seguir.

Porque o que eu vejo muito aí é aquela história. É o Deus criado a imagem e semelhança do homem. Todo mundo quer um Jesus misericordioso, bondoso, justo, amoroso, paciente, longânime, generoso. Que está sempre disposto a nos ouvir, a nos acolher, a nos perdoar, a nos ajudar, a nos abençoar. Que suporta todas as nossas.

fraquezas, que tolera todas as nossas sacanagens, porque é o que eu vou te falar, né? O bicho sacana é o ser humano. Que tolera todos os nossos comportamentos egoístas e nos ama infinitamente independente do que a gente faça de cagada. Não é verdade? Mas será que a gente está disposto

a encarar um Jesus que usa um chicote, como ele entrou no templo e chicoteou todo mundo que estava fazendo arruaça? Será que a gente está disposto a lidar com um Jesus que, em alguns momentos, quanto necessário, aponta o dedo e condena a nossa hipocrisia?

assim como ele fez com os fariseus? Será que a gente está disposto a caminhar com o Jesus que pede que a gente faça as mesmas obras que ele? Porque é muito bonito quando a gente lê assim.

As obras que eu fiz, vocês poderão fazer maiores ainda. E todo mundo acha que Jesus está falando só do potencial co-criador. Quais foram as obras de Jesus? Foi só curar doente? Foi só multiplicar pão e peixe? Transformar água em vinho? Jesus não especificou, então ele estava falando de todas as obras. As obras, quais são as obras? Quais foram as obras de Jesus?

Perdoar setenta vezes sete. Dar a outra face. Deixar tudo por amor da causa do Pai. Priorizar os interesses do Pai. Tolerar acusações. Distorções, mentiras, julgamentos. E uma das coisas que...

que dói muito no nosso caráter capitalista. Não juntar tesouros na terra. Você não segue Jesus? Ele falou. Não juntem tesouros na terra. Juntem tesouros nos céus.

Será que a gente está disposto a caminhar com esse Jesus? Ou só com o Jesus que nos é conveniente? Porque tudo isso que eu estou falando aqui é o mesmo Jesus que você fala que ama e segue. Quem vive Jesus de verdade não quer se encher. Quer se esvaziar.

O despertar verdadeiro na luz não é sobre se encher, sabe, acumular, sobreter, sobreter, conquistar, possuir. O verdadeiro despertar é sobre se esvaziar. A vida de Jesus foi baseada em se esvaziar. Se esvaziar de quê? De egoísmo? Se esvaziar do pecado, como a gente diz?

se esvaziar dos apegos, das cobiças, da ganância, do materialismo, do ego, da pequenez humana, do jogo da razão, do vitimismo. Isso é viver, Jesus. E a gente está numa era...

de aceleração dos processos na espiritualidade para iluminar o máximo possível de pessoas. Porque foi a ordem que eu recebi dos Elohim quando eu comecei a transmitir a magia da transformação. Ilumine o máximo de pessoas que você conseguir. Agora, existe uma urgência em lapidarmos o nosso caráter conforme Jesus.

Porque se um trabalhador da luz foi levado até o mestre para receber algo que tinha a ver com o nosso momento, então está claro que existe uma urgência. Existe uma urgência a respeito da nossa iluminação.

Existem bilhões de espíritos reencanados na Terra hoje, pela primeira vez. Isso não é difícil de você perceber. Basta você olhar o comportamento dessa nova geração. É totalmente diferente das outras gerações. Não é só por uma questão de mudança de geração que é normal acontecer mesmo, mas a gente percebe uma diferença muito mais veemente.

É uma diferença enorme de valores. Não estou inferiorizando nem comparando no sentido de dizer que um é melhor e o outro é pior. Não estou falando nesse sentido, estou falando de diferente. E quando eu sou diferente, não quer dizer que eu sou superior, nem inferior a ninguém. Diferente. Ok? Diferente, para não criar conflito, porque tem um pessoal muito mimimi.

Muito nhenhenhen que se você diz alguma coisa e se soar como crítica, acabou. A agressão vem gratuita. Nessa nova geração, tem muitos espíritos adiantados. Assim como nas gerações passadas também. Mas também tem muito espírito, né, que a gente sabe. Muito espírito de porco que vem junto.

Tadinho do porco, né? Um bichinho tão inteligente, tão amoroso, tão sensível. Eu não sei por que o porco fala espírito de porco. Eu acho que tinha que falar espírito de humano, né? Porque se tem uma criatura que dá problema nesse planeta, é o tal do ser humano. Mas tem muito espiritinho, né? Complicado. Que a gente olha assim pro tipo de conceito que tem sobre a vida, pro tipo de visão de mundo.

de postura, de gosto, que você fala, gente, de onde é que veio esta criatura? Eu tenho certeza que vocês já perguntaram isso alguma vez. Gente, de onde é que veio esse povo? Que povo complicado, né? Um povo cheio de coisinha, etc e tal. Então a gente vê que é uma geração nova que está experimentando esta humanidade pela primeira vez.

E como tem tanta gente reunida neste momento na crosta, a espiritualidade está suando a camisa para acelerar os processos. Por isso, cada vez mais tem vindo conhecimento, cada vez mais tem vindo ferramentas, cada vez mais tem vindo luz para acordar as pessoas, porque bilhões de espíritos que estão nascendo aqui não conhecem Jesus.

Pelo menos não com o nome Jesus e com a história de Jesus. Podem conhecê-lo em outras esferas, porque Jesus atua também em outros mundos. Mas por que tem que conhecer Jesus? Parece que eu estou pregando, né? Negócio de igreja. Não, estou falando de caráter.

de iluminação, porque ele é a nossa forma, ele é o nosso molde. E você pode encontrar o evangelho de Jesus, porque foi ele que disse isso. Este evangelho do reino será pregado em todo mundo, em testemunho a todas as nações e depois virá o fim. Mas ele não falou, e eu serei pregado em todo mundo, ele não disse isso. Ele falou, este evangelho. O evangelho de Jesus, O evangelho de Jesus,

Não precisa da figura de Jesus para ser pregado. Quando eu prego o budismo, em essência, porque tem muito a ver, a filosofia de Jesus é praticamente a mesma de Buda, eu estou pregando o evangelho de Jesus. Quando eu estou fazendo o bem ao próximo, ensinando isso, fortalecendo essa ideia, essa crença nas pessoas, eu estou pregando o evangelho de Jesus.

Se eu estou pregando a palavra de qualquer outro mestre oriental, mas eu estou ensinando os preceitos e os valores que coincidem com os valores ensinados por Jesus, eu estou pregando o evangelho de Jesus. Eu não preciso falar de Jesus. Gente, notem isso, ele não pediu para você falar dele.

Ele pediu para você pregar o evangelho. E qual é o evangelho de Jesus para resumir? Uma única frase, algo dito por ele próprio, tá? Estou dizendo o que ele falou. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Basicamente isso.

Você está pregando isso? Você está vivendo isso? Então você está vivendo o evangelho de Jesus. Você está fazendo o bem? Para você, primeiramente, porque lembre-se, amar o próximo como a ti. Se não tiver o a ti, não tem como amar o próximo, porque eu não posso dar o que eu não tenho. Como é que eu vou fazer o bem para você se eu faço o mal para mim? Não tem jeito, porque se eu faço o mal para mim, eu estou polarizado no mal. Tudo que eu fizer será mal.

Todo suposto bem que as pessoas fazem para os outros, fazendo mal para si, chama-se vaidade. Você está fazendo por vaidade. Você não está fazendo porque é esse bem que move você a fazer. Às vezes você tem até uma boa intenção, mas não está na energia certa. Só chega no outro o bem que eu vivo.

Só chega em você o bem que eu transmito e que eu vivencio dentro de mim. Porque se eu não vivenciar isso que eu estou dizendo, não vai chegar até você. Eu vou estar dizendo uma coisa aqui e você fala assim, não sei. É até bonito isso que ele diz, mas tem uma coisa esquisita. Essa coisa esquisita é que o sinal está fraco.

Quando o sinal está fraco, está chegando desafinado para você, é porque o que eu estou te dizendo não faz verdadeiro sentido na minha vivência, mas quando eu vivo de verdade, aí faz todo sentido e vai poderoso para você. E se sente que é uma beleza. Essa época é um palco perfeito para desenrolar de tudo isso que a gente está falando e de outros eventos que virão.

Tem se falado tanto da marca da besta e pouco se fala do selo do Deus vivo. Vocês que já leram Apocalipse, todo mundo fala de marca da besta. De chip que não sei o que, que vai plantar o chip, que vai fazer, que vai acontecer. Tite, eu já tenho uma palestra sobre isso. Eu nunca disse que a marca da besta é um chip.

Até porque não existe nenhuma menção direta na Bíblia dizendo que é um chip. O versículo não fala chip. O versículo fala marca. Marca da besta. Essa marca pode fluir através de um chip? Pode. Não vou dizer que não. Pode fluir através do, mas não é o.

E já flui através do chip. O controle mundial já flui através do chip. Está na palestra do Tite, eu não vou esticar isso aqui para você ir lá e escutar. Agora, eu pergunto para vocês, quem é que está falando do selo do Deus vivo? Porque no mesmo livro, Apocalipse, que diz sobre a marca da besta, também fala do selo do Deus vivo.

E onde é que fala por aí sobre isso? Pois é. Na nossa área espiritualista, ninguém está falando sobre o selo do Deus vivo. Ninguém está falando sobre o trabalho da espiritualidade de selar as pessoas na Terra com uma frequência de luz. Ninguém está falando disso.

E do porquê isso está sendo tão necessário. Por que vocês acham que a ferramenta magia da transformação está no planeta Terra neste momento? Por que vocês acham que esse acelerador de frequência divina, quântica, positiva, está no planeta neste momento?

O que é que vocês acham que os Elohim trouxeram a MT neste momento? Porque o que ela faz? Acelera a sua frequência, no sentido de torná-la mais positiva. Estou falando no sentido quântico ou espiritual, não no sentido físico da coisa, porque a nossa linguagem teria que ser um pouco diferente, mas para vocês entenderem.

Ela acelera a vibração para ficar positiva, eleva, vamos colocar assim, vamos tirar, acelera, porque vai dar confusão. Eleva sua vibração, expande o seu campo, trabalhe em toda a sua programação do ego, vai junto com você desbloqueando seu inconsciente que estava bloqueado.

pelo sistema da Matrix, religião, sociedade, família, etc. Esse monte de história em paradigma que bloqueou o nosso inconsciente no sentido de nos bloqueou em um monte de crenças que não comungam com a nossa verdade. Então tem que ter um programa da luz que faz o contrário, que desbloqueia, que cura, que liberta, que transforma, que limpa.

porque o sistema da marca da besta programa, programa, programa, programa, tudo e todos para funcionar numa frequência baixa, acessível ao pessoal da dimensão do astral. A quarta dimensão, como a gente fala. O tempo todo nós estamos sendo bombardeados por um monte de informação.

que nos programa, programa, programa, para vibrar, para funcionar nessa onda baixa, no sentido vibração negativa. Precisa ter um programa que faça o contrário, que desbloqueia, que limpa, que quebra essas correntes mentais inconscientes, para que você possa vibrar na luz, porque às vezes não é uma questão só de querer.

É de conseguir. Às vezes uma pessoa quer se libertar, mas ela não consegue. Ela está presa num monte de programação.

feita pelo outro lado, para prender você numa frequência de ódio, de medo, de amargura, de rancor. E as pessoas estão fazendo a MT com a proposta de elevar a frequência também para manifestar prosperidade, amor, saúde, etc. Mas o trabalho principal que ela está fazendo não é esse.

Isso aí é só uma consequência do trabalho principal. O trabalho principal é desbloquear as pessoas do programa 666, ou da Matrix, ou da Besta, chamo como vocês quiserem. Ela é uma das ferramentas que tem como objetivo desbloquear o ser humano desse programa.

que mantém a humanidade numa frequência baixa, estando numa frequência baixa, serve perfeitamente de alimento para quem realmente governa esse sistema e que não está nesta dimensão. E será que as pessoas se perguntam por que ferramentas como essa estão atuando no planeta? Para que existe mesa radiônica? Para que existe tanto trabalho nesse sentido?

E quando a gente fala de ferramentas canalizadas diretamente das dimensões superiores, é porque elas têm o poder de desbloquear o ser humano desses programas que mantêm a humanidade na baixa frequência. Só assim, só se desprogramando dessa porcariada elaborada pelos negativos, é que o selo do Deus vivo é uma coisa...

possível. Senão não acontece. Da mesma forma, você não prospere enquanto estiver devendo. Porque você está com saldo energético negativo. Você está criando karma. Se você deve pessoas, você criou um karma. Mesmo que não tenha sido a sua intenção. Tomara que não. Porque tem gente que é safada, né? Vamos falar. Agora tem gente que não. Que deve porque realmente não conseguiu pagar.

Você deve a pessoa? Deve. Olha a palavra, você deve. Deve a pessoa. Se você deve, seu saldo está negativo. Como é que prospera assim? O dinheiro que entra, se você não quita isso, seu saldo permanece negativo, porque uma ação sua prejudicou uma outra pessoa. Se uma ação sua prejudicou outra pessoa,

É como se você lançasse uma corda, vamos imaginar assim, energética. E essa corda que você lançou está prejudicando o fulano. E onde essa corda está presa? Em você. Você não está prejudicando só o fulano, você está prejudicando você também, que você está preso nessa situação que você mesmo criou. Quando você paga as suas dívidas, estou falando de dinheiro mesmo,

você se liberta dessa corda. Você parou de prejudicar uma pessoa, porque às vezes aquela pessoa não consegue comprar uma casa que precisa porque você deve, não consegue às vezes pagar uma outra dívida que ela tem porque você não paga ela e assim por diante, vai arrastando aquela coisa toda. Olha, a sua dívida gera dívida na vida do outro que deve o outro, que deve o outro, que deve o outro. Olha o quanto você pode estar se comprometendo.

E às vezes é como efeito dominó. Você paga a pessoa, a pessoa paga a outra, e paga a outra, e paga a outra, e assim vai.

tudo porque você está devendo. Portanto, pague as suas dívidas para você poder prosperar. Isso tudo, o sofrimento de Jesus, nos educa nesse sentido, porque a gente viu um cara poderoso, um cara que era a imagem de Deus, porque ele falou, quem vê a mim vê ao Pai. Vamos falar Deus. Vamos falar Deus.

A gente tem muita coisa para transmitir para vocês, mas se eu disser que esse pai não é só o Deus que a gente aprendeu, eu já posso incomodar muito. Porque se eu apenas pincelar no sentido seguinte, o pai de Jesus...

não era somente o Criador do Universo. Quando Jesus fala de Pai, Ele está falando de outros seres que enviaram Ele. Então se eu falar disso, só disso já vai dar um nó. Então vamos manter Deus por enquanto, para a gente ficar todo mundo feliz, para essa mensagem poder chegar nas pessoas? Vamos embora então.

Um cara que era a imagem de Deus. Sofreu, apanhou, foi julgado, foi condenado, morreu, humilhado perante a sociedade inteira. E muitos vão dizer que Jesus morreu para nos salvar. Porque isso parece justificar o sofrimento dele.

Porque quando eu penso assim, nossa, uma criatura tão linda, tão maravilhosa, morrei. Ah não, mas foi para me salvar. Tá, eu quero só te perguntar. Nessa palestra eu vou só te perguntar. Te salvar do quê? A do pecado. Que pecado? Que pecado, vamos lá. Me diz.

Debaixo qual paradigma é que você está? Porque se você acredita que você é produto de uma evolução, que o seu corpo biológico é um projeto inteligente criado por seres superiores, implantado na Terra com o objetivo de abrigar os nossos espíritos, as almas que vieram de outros mundos, vai dar um negócio, né? Você falar assim, Jesus morreu para me salvar do meu pecado.

Se você está debaixo dessa crença de que nós somos um projeto, vamos falar claro, nós somos um projeto extraterrestre. Obviamente assistido, monitorado pelo plano superior, que quando eu falo extraterrestre, eu estou falando de plano superior, eu estou falando da mesma coisa. Não estou falando daquele negócio de Anunnaki, não, pelo amor de Deus.

Anunnaki significa os filhos de Anu que vieram do céu. É só um nome, não é um nome de uma raça específica. É só uma coisa, um termo criado para definir uma narrativa que se direcionava a seres que, deuses, vieram do céu. Então, dentro dessa visão, eu também poderia dizer que Jesus é o Anunnaki.

É um filho de Anu, do Deus Supremo que veio do céu. Não é? Se eu puxar dessa forma, também vai fazer sentido. Eu não estou falando daquela teoria dos Anuná, que vocês já sabem que eu tenho um vídeo que eu falo sobre aquilo. Eu questiono aquela te-o-ri-a. Só para deixar claro, aquilo é uma te-o-ria. Estou falando numa outra vertente.

Ou você vai sustentar que nós somos um projeto extraterrestre, divino? Porque milhares de anos atrás nós estávamos andando de quatro ou subindo a árvore. Depois a gente virou um negócio meio esquisito, uma mistura de tatu com cobra. E de repente, num curto espaço de tempo...

nós viramos uma coisa mais sofisticada, né? Tem um dedinho de Deus aí. Repito, mantenha o Deus para fazer mais sentido.

Agora, se eu falo para você assim, Jesus veio te salvar do quê? E você fala do pecado. Aí você acredita que você sofre a consequência de um fruto que uma mulher comeu no jardim, um fruto que uma cobra disse que ela deveria comer para ela ser como Deus. Deus disse que não era para comer aquilo. Mas a cobra falou que era para ela comer.

e que se ela comesse, ela veria o bem e o mal. Aí a mulher come o fruto que foi sugestão, foi indicação da cobra, e aí você herdou o pecado, talvez, talvez faça sentido, dentro dessa narrativa, você me dizer que Jesus veio te salvar do pecado. Mas aí eu digo a você, você parou de pecar?

O mundo parou de pecar. João Batista disse que Jesus era o Cordeiro de Deus que tirava o pecado do mundo. Ele tirou? Não, vamos falar a verdade. Ele tirou o pecado do mundo com a morte dele? Ele morreu há mais ou menos dois mil anos. Ele tirou o pecado do mundo? Não, mas eu preciso aceitar Jesus para isso acontecer. Está começando a fazer mais sentido.

Então eu aceito a Jesus, me batizo, que o batismo na cultura judaica simbolizava o arrependimento, diferente do que há na igreja católica, você já batiza um neném que não sabe de nada, só para que ele não seja pagão. Na época de Jesus não se batizava, criancinhas.

Batizava pessoas que tinham noção de certo, de errado e que queriam mudar. Jesus disse, todo aquele que crê no evangelho e for batizado será salvo. Porque o batismo significava um compromisso de se tornar uma nova pessoa. Não é o batismo em si, porque a água em si não tem poder de lavar o seu pecado.

Se eu acredito que a água tem o poder de limpar o pecado, então também posso dizer que se você pendurar um cristal no seu pescoço, vai tirar todas as energias negativas. Seria um pouco de misticismo. Embora a água, sim, tem o poder de limpar a energia negativa, assim como o cristal tem, mas não estamos falando de energia negativa. Nós estamos falando de pecado. Transgressão. A transgressão é fruto do mau comportamento do ser humano.

Como é que uma água tem poder de mudar isso? Nem um cristal tem. Só você tem. É só quando você escolhe por ser uma nova pessoa. Aí faz sentido. Então vamos lá. Eu preciso aceitar Jesus. Estou falando dentro de uma linguagem cristã contemporânea. Eu preciso aceitar Jesus ser batizado para ganhar a salvação.

Vocês percebem que no batismo, onde eu faço o compromisso de ser uma outra pessoa, como Paulo disse, não mais eu, mas Cristo vive em mim, a partir dali eu preciso ser como Cristo é. Aí sim eu sou salvo. Aí eu vou te perguntar agora, sem refletir, e onde é que entra a morte de Jesus nesse negócio todo?

Sendo que para você ser salvo, para você, você precisa aceitar Jesus, batizar, significa mudar de vida. Se para ser salvo você precisa ser Cristo na ação, onde que entra Jesus morreu para me salvar? Porque até onde eu estou entendendo, dentro do que a gente está conversando, discutindo aqui, questionando também,

está ficando claro que o pecado é removido, eu sou transformado, eu sou limpo, eu sou salvo quando vivo Jesus. Então, faz mais sentido eu dizer que a vida de Jesus é uma palavra de Jesus.

Me salva da minha própria transgressão, das minhas trevas, da minha maldade ou do meu pecado, porque através da vida de Jesus eu tenho um modelo de como eu devo ser. Faz muito mais sentido do que eu dizer que a morte de Jesus me salvou. Mas ele não disse, este é o meu sangue derramado? Falou, né?

Nós vamos chegar nisso. Nós vamos chegar nisso. Mas o sangue, vamos falar do sangue aqui na nossa veia. Que sentido tem o sangue quando eu morro? Ele coagula e perde o seu poder. O sangue só tem energia vital. O sangue só é útil quando a gente está vivo.

Então o sangue que corre, que escorre e que nos dá vida é um sangue vivo. Um sangue morto sai pra quê? Então não faz mais sentido eu compreender o sangue que flui, o sangue de Jesus, que flui como a vida dele, as obras dele, o movimento dele, porque o sangue em movimento é o sangue vivo, é esse o sangue que dá vida.

do que eu entender como o sangue que escorre na morte, qual faz mais sentido? Porque dentro dessa análise é importante a gente levar em consideração um fator. Era da cultura da época, essa ideia de morte para perdoar pecados. Paulo que escreveu, por exemplo, Cristo morreu em nosso lugar.

Paulo era um recém-convertido ao cristianismo, mas era judeu. E era parte da cultura de Israel, sacrifícios para perdão de pecados. Dentro dessa narrativa, o mais comum era que as pessoas associassem a morte de Jesus como um preço pago para perdoar os nossos pecados. Mas eu lanço o questionamento. Será que era isso mesmo? Para você pensar.

João 3, 16, fala que Deus amou o mundo de tal maneira que envia o Filho dele para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna. Todo aquele que nele crê. Não foi dito todo aquele que for salvo pela sua morte. Não foi isso que disse. Crê. E o que é que é crer?

próprio Jesus disse, se vocês crerem, farão as mesmas obras. Crer é ser, crer é agir como tal. Crer não é um mero exercício intelectual de dar crédito a alguma coisa, não, isso é fé. Dou fé. O crer é uma coisa que você veste, é uma coisa que você se torna todo aquele que nele crê.

Ou seja, todo aquele que fizeram o compromisso de se tornar como ele é. O batismo não é isso? Ou seja, sair do velho eu para o novo, agindo como Jesus? Pois então. Isso que eu falei está lá em João 14. Em verdade, em verdade, vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço. E obras maiores ainda fará. Certo? Tem uma outra referência.

Jesus fala que o bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas, isso eu não vou entrar agora, e que ele daria a sua vida em favor de muitos. Dar a vida em favor de muitos. Não falou todos. O que o cristianismo prega? Que Jesus deu a vida por todos.

Mas ele disse que daria a vida em favor de muitos. Não disse todos. Vamos pensar sobre isso? É um abacaxi que eu vou descascar hoje? Não. Porque a nossa ideia central é focar no sofrimento. Um ser tão puro, tão maravilhoso, sofreu tudo aquilo que sofreu. E se não foi?

E se não foi para me salvar do pecado que ele sofreu, então para que ele sofreu? O que eu posso aprender com isso? Jesus foi acusado, julgado, espancado e não reagiu em momento algum contra o sistema.

Os discípulos esperavam que o Messias, porque era a interpretação que eles tinham das profecias, que o Messias derrubaria toda aquela tirania, restauraria Israel. E na interpretação de um povo bárbaro isso significava o quê? Guerra, luta, espada. E em momento nenhum Jesus ergueu a espada.

A única vez em que ele falou foi em Mateus 10. Eu não vim trazer a paz, mas a espada. Mas ele estava falando de uma forma metafórica que a gente já discutiu sobre isso. Ele apanhou, não revidou, foi acusado, não revidou, foi espancado, foi morto e não reagiu. Pelo contrário.

Na cruz, ele perdoou todos aqueles que estavam fazendo aquilo. E se você não entendeu ainda o que é que o sofrimento de Jesus pode te ensinar, então essa conversa de uma hora até aqui não serviu para nada. Até hoje, a gente ainda pensa que vai mudar o mundo na espada. Não é por isso que estão soltando...

Não é por isso que estão soltando bomba para tudo quanto é lado aí? É o jogo da razão. Ah, mas Jesus estava certo, ele poderia... Não, não, não é assim. Ele não trabalhava dessa forma. O meu reino não é deste mundo. Ele sabia que o mal com o mal era igual a mal ao quadrado.

Espada com espada é espada ao quadrado. Você pega uma espada, eu vou até desenhar aqui no quadro. Uma espada mais outra espada, nós temos duas espadas. Ódio mais ódio, temos ódio ao quadrado. Revolta mais revolta, nós temos revolta ao quadrado.

Mágoa mais mágoa, nós temos mágoa ao quadrado. Qualquer ação de Jesus que fosse um combate à opressão de Roma, ao sistema sobre Israel, sobre aquelas pessoas, sobre aquele povo, seria guerra, jogo de razão. E vamos supor que Jesus entrasse na onda de Barrabás.

Vamos supor, só se isso fosse possível, dentro da nossa narrativa do que é o poder do Messias, porque uma coisa as pessoas não entenderam. Por que Jesus não pegou o poder dele, não desceu o cacete em Roma e destruiu os fariseus e ergueu uma nova nação onde fosse pregada a palavra dele? Gente...

Poder, novamente eu estou desenhando aqui no quadro, vocês tinham que estar vendo, né? Poder máximo de Deus, esse poder enorme que Jesus se manifestou, só pode se manifestar através do amor. Se Jesus saísse do amor, imediatamente ele perderia o poder de Deus. Ele próprio disse que o filho do homem não veio destruir as pessoas.

mas salvar. O poder de Deus salva. O poder de Deus não destrói as pessoas, não faz mal para as pessoas, porque mata todo mundo, é um pensamento muito materialista, mata todo mundo, constrói um império novo, mas esse todo mundo que morreu, morreu só o corpo, está vivo do outro lado, cheio de ódio, vai reencarnar cheio de ódio, e vai fazer a mesma bosta de novo, e vai morrer de novo porque agora a tirania é essa.

Fez o mal, morre. Fez o mal, morre. Contraria Jesus, morre. Se fosse dentro desse... da expectativa do ser humano da época e ainda hoje. Porque a gente ainda defende o bárbaro. A gente acha que o bonito é a violência. E a gente está vendo o que a violência está fazendo com pessoas do outro lado do mundo. O que a violência faz com pessoas no nosso país o tempo todo.

O produto da violência de um homem contra a mulher, o produto da violência do ser humano contra o animal, o produto da sua auto-violência, você está vendo o que está fazendo com você. Não está te libertando e te curando de nada. Ela está só te traumatizando, te fragilizando, te machucando e te deixando mais negativo. Então, essa equação não funciona. 1 mais 1 é igual a 2. Se eu quero anular o 1, o que eu tenho que fazer? 1 vezes 0.

Vai dar zero. Então se vem o mal e eu devolvo o bem, se vem o menos e eu mando mais, anula. Jesus sabia disso. E Jesus sabia que se ele retrucasse, ele ia aumentar aquele mal. Então qual foi a escolha sábia dele? Silêncio. Rendição.

Mesmo sendo injusto, é, ele se calou. Porque ele era incapaz de expandir o mal daquelas pessoas. E isso nos ensina muito sobre resiliência, coragem, compromisso. Fidelidade com aquilo que acredita ao ponto de morrer pelo que acredita. Esse é Jesus.

Ele estava tão convicto do reino de Deus, estava tão convicto do amor ao próximo, estava tão convicto de que a transformação interior é o que realmente liberta o homem do pecado, que ele não reagiu em momento nenhum contra a injustiça. Porque se fosse o correto a fazer, ele teria feito. E muitas vezes a gente enfrenta na nossa vida situações parecidas.

em que a gente vê o mal agindo contra nós. Pessoas e situações se levantando contra nós. E o sofrimento de Jesus é o que nos lapida. O seu comportamento, melhor dizendo, em meio ao sofrimento, é o que nos lapida para um caráter de força. Porque é através da resiliência de Jesus que eu tenho força para ser resiliente em dias maus. É através da humildade de Jesus que eu tenho força para ser resiliente em dias maus.

que eu tenho força para ser humilde e perdoar aqueles que fazem mal contra mim. Porque se mesmo Jesus fazendo tudo isso, eu ainda me acho no direito de fazer o mal para quem fez mal para mim, eu ainda vou lá e faço. Se me der um tapa, eu dou outro, não em sentido literal, estou falando metaforicamente.

Se uma pessoa mentiu pra mim, me enganou, eu vou lá e faço a mesma coisa, eu pago na mesma moeda, olho por olho, dente por dente. Ele mesmo disse, foi dito olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo. Discordando. Isso não funciona, porque é mal com mal, dá mal ao quadrado.

É através do silêncio de Jesus, perante as acusações, que eu encontro força para me silenciar quando alguém me acusa injustamente. Não estou falando em situações em que você precisa defender sua honra judicialmente, eu estou falando de outra coisa. É através da amorosidade de Jesus em compreender a ignorância do outro que eu encontro força para ter paciência com os meus deslizes, para ter paciência com as minhas fraquezas e com as fraquezas dos outros.

Até em seu pior sofrimento, Jesus não se corrompeu. Para que, através do exemplo dele, eu também mantivesse a minha escolha em não me corromper por causa de um desafio, por causa de uma dificuldade, por causa de uma adversidade. Porque o mundo nos seduz o tempo todo com propostas bastante convencentes. Eu já recebi muitas.

de pessoas querendo elevar o meu trabalho a um nível X dentro do sistema, que me desse mais destaque, porque sucesso no mundo é associado à fama. A pessoa que tem muito dinheiro, que é muito famosa, nossa, ela realmente deve ser muito relevante. E quando você estuda Oxo, por exemplo, ele fala, onde você encontrar multidões, fuja. Fuja dali.

Fuja dali. Porque ali não está a verdade, ali está a alienação. Como a gente vê num show, né? Show é um lugar para a gente se alienar mesmo. Ali é diversão, entretenimento. As multidões acompanhavam Jesus quando ele estava curando. Fazendo milagres. Ou seja, matéria. Satisfazendo as ambições da matéria. Agora, quando o assunto era... ...ビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビビ

transformação pessoal, perdoar o próximo, crescer interiormente, e assumindo, pouco a pouco e assumindo todo mundo, só ficava aquele núcleo central que realmente permaneceu depois que ele foi embora. Onde tiver pouca gente, fica ali. É mais provável que a verdade esteja ali do que junto com aquela pessoa que arrasta multidões.

Pode até ser que também esteja com aquela pessoa, mas é muito mais provável que a verdade não esteja onde há multidões. E é através do exemplo de Jesus que hoje eu consigo ser firme para resistir às tentações do mundo e você também nas suas situações de vida. A expectativa do povo era que Jesus se levantasse contra o governo.

mas ele não se levantou. Porque Jesus sabia que a nossa guerra verdadeira era contra a ignorância espiritual, que não adianta tirar o fulano do poder, vai entrar outro igual. Não adianta você pegar, por exemplo, todo o dinheiro do mundo e repartir entre as pessoas. Daqui a 100 anos tem crise de novo.

O problema não é social. O problema social é reflexo de um outro problema que realmente é a causa. É a consciência do ser humano, a verdadeira causa de tudo que acontece. Jesus sabia que as pessoas só seriam livres quando se libertassem das trevas. Dentro delas mesmas, não é as trevas de Roma, não é as trevas dos fariseus.

hoje a gente está vendo aí, não é as trevas de uma economia complicada, não é as trevas da violência nas ruas, isso tudo é efeito de uma causa que está dentro de nós. Jesus sabia que só quando a gente vencesse essa guerra,

é que de fato a nossa vida mudaria. Então não adiantava enfrentar Roma, não adiantava enfrentar a sociedade corrompida pelo ódio. Isso não é libertar as pessoas. O que liberta você é você próprio ser libertado das suas trevas.

É você viver Jesus. É só aí que você é salvo das suas trevas. Acreditar que ele morreu para salvar você não vai te libertar. Agora viver como ele viveu, sim, vai libertar você. A missão de Jesus, na nossa experiência, era nos ajudar a vencer o mal dentro de nós.

É esse mal que causava tanto problema naquela sociedade, naquele contexto. Todos aqueles problemas da época e todos os problemas de hoje são causados pelo mal que existe dentro de nós. E não era se levantando contra Roma que ele ia destruir esse mal. Não era se revoltando contra o mundo que ele ia destruir esse mal. Não era devolvendo aquela injustiça.

com guerra, que ele ia vencer aquele mal. Porque quando alguém me faz mal e eu perdoo, eu venci esse mal. Eu venci o mal da pessoa. Eu não venço o mal da pessoa quando alguém faz uma feitiçaria para mim, eu vou lá e faço uma outra pior. Não, a gente volta para a equação do 1 mais 1, que é 2. Aí são 2 nas trevas.

Como é que eu venço o mal do outro? Quando eu perdoo. E eu só perdoo quando eu consigo amar. Eu só aceito quando eu consigo amar. Eu só transcendo quando eu consigo amar. Eu só me liberto do mal quando eu consigo amar. Por isso...

Através de Jesus, eu posso afirmar isso para você. Nós não vencemos o mal quando o derrotamos com a espada, mas sim quando aprendemos a amar como Jesus amou. E no dia em que essa humanidade amar como Jesus amou, vocês podem ter certeza.

essa humanidade vai vencer o mal. No dia que você aprender a amar como ele amou, você vai vencer o mal dentro de você. Você vai resolver todas as situações que te enrolam com as outras pessoas. No dia que os nossos governantes aprenderiam a amar como Jesus amou, a guerra acaba, a fome acaba, a miséria acaba, então fica claro que o sofrimento de Jesus

nos ensina que a única coisa que realmente nos liberta é o amor. E é apenas isso. Luz e bênção.

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