Como sua marca aparece quando o cliente pergunta à IA | TOOLS LIVE
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Dados não são a solução. Entender os dados é.
Neste episódio do Tools Live, Jorge Pilo conversa com Marcelo Chuquer, sócio da BigLink, plataforma de inteligência de marketing com IA que atende marcas como Nubank, Bradesco e Chilli Beans. Com mais de 20 anos em tecnologia e dados para marketing, incluindo a liderança da ShopFully na América Latina, ele explica por que o problema da maioria das empresas não é a falta de dados, e sim o excesso de dados que ninguém consegue organizar.
A conversa passa pela pressão do CFO por retorno comprovado, pelo repasse de 12,15% em impostos nos anúncios da Meta desde janeiro de 2026, pelo fim dos cookies, pelos anúncios no ChatGPT e pelo risco de colocar dados sensíveis da empresa em ferramentas de IA. Marcelo também conta como uma marca reagiu à eliminação do Brasil na Copa com o Neymar no ar e explica por que, para ele, a ordem certa é "data first", e não "AI first".
Episódio em parceria com a BigLink. Para a audiência do Tools Live: cupom G4TOOLS50, com 50% de desconto nos 3 primeiros meses: https://g40.co/tools-biglink
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O que você vai aprender:
- Como descobrir quais canais de mídia realmente trazem resultado
- Como apresentar o retorno do marketing de um jeito que o CFO entende
- O que muda com o repasse de impostos da Meta e o fim dos cookies
- Como usar IA sem expor os dados da sua empresa
- Por que olhar para a qualidade e a recorrência do cliente, e não só para o CPC
Jorge Pilo
Marcelo Chuquer
- A BigLink organiza dados para otimizar o retorno do marketing para o CFOmulticanalidade e excesso de dados·pressão do CFO por resultados·integração e arquitetura de dados·geração de insights e otimização
- O marketing digital enfrenta desafios com o aumento dos custos e a saturação de canaiscusto de aquisição do cliente em alta·impostos da Meta impactam a margem·necessidade de planejamento e direcionamento·modelos de atribuição e rastreabilidade
- A inteligência artificial deve ser usada com contexto e dados organizados para resultadosAI como ferramenta de empoderamento·importância do 'data first'·riscos de LGPD e governança·AI como revolução industrial
- A BigLink oferece uma plataforma de marketing mix com AI para democratizar dadossolução para empresas de todos os portes·redução de custo operacional e agilidade·previsibilidade e arquitetura de dados·integração de canais digitais e offline
- A hipersegmentação e hiperpersonalização são o futuro do marketingascensão de comunidades e founder lead growth·consumidor mais exigente e busca por serviço·senso de pertencimento e experiência·metrificação de todas as interações
Ter dados não é a solução. A solução é poder entender os dados. Entender esses dados, poder integrá-los todos faz a diferença entre simplesmente gastar dinheiro e ver resultado.
É muito como a gente fala, a Big Link ela constrói mensurações que o CMO usa e que o CFO entende. Compreender quem é seu usuário, qual é a sua jornada, quais são os canais e como ele quer muda totalmente o jogo.
O que você vê como a diferença entre quem usa IA superficialmente versus quem realmente tira proveito disso?
Então eu acho que a AI ela precisa ser usada muito de acordo com o contexto para buscar resultado. A gente conseguiu diminuir em torno de 12% o custo de aquisição daquele cliente. Consequentemente, eu fiz um save de quase R$60 mil para esse cliente. Se fala de dados, organização, comunicação, a BigLink vai te ajudar.
O empresário brasileiro gasta em média R$100 mil por mês em marketing, em mídia. Google, Facebook, Meta, LinkedIn, offline, um monte de dados diferentes e nunca consegue dar a resposta certa. Qual canal está performando melhor? Qual é o ROI certo? Onde devo alocar? Ninguém sabe. Todo mundo trabalha no achismo, gastando R$61 bilhões em 2023. A gente aí fala que a metade do dinheiro gasto em marketing é perdido. Só que ninguém sabe qual metade.
Hoje tô falando com Marcelo Schuchert da BigLink, uma ferramenta de marketing mix com AI, que vai falar com a gente hoje em Tools Live sobre a sua ferramenta. Ok, sou Jorge Pilo. Marcelo, se apresenta.
Jorge, prazerzação, obrigado, obrigado a vocês aí que estão nos concedendo esse espaço para contar um pouquinho mais tanto do Marcelo Schücker e principalmente acho que da BigLink, né? Acho que Marcelo Schücker, antes de mais nada, quem é o CPF por detrás de um CNPJ? Marcelo Schücker é casado, tem pai de 2 filhos, um casal de gêmeos de 4 anos, católico, um cara que vem trabalhando aí há bastante tempo, né, no mercado, e que hoje não existe plano B, né?
Eu acho que a BigLink é o propósito da minha vida, juntamente com os meus sócios, para poder agregar valor e principalmente para poder gerar resultado aos nossos parceiros. Essa que é a nossa ideia, e foi por isso que nasceu a Big Link, que é a personificação dos principais gargalos, issues e problemas, né, e dores que o mundo do marketing passa, independentemente do tamanho da empresa, como você mesmo bem mencionou logo no início.
Marcelo, e você também tem um livro, não? Me conta dele.
Não, eu não somente contar dele, aí como então numa dessa eu vou te apresentar. É o que eu falei no início, né, não existe plano B. Esse livro aqui ele foi escrito junto com mais 32 empresários, se eu não me engano, aonde a gente conta em diferentes tipos de pilares, né, corpo, mente, espírito, ambiente, onde não existiu plano B em cada uma das situações. E obviamente aqui Tem um capítulo meu e é presente para você, ótimo, para que você continue trilhando a sua linda jornada do seu plano A, obviamente, cara.
Perfeito. Mas vamos ao tema de hoje, Marcelo. Você tem 20 anos vendendo tecnologia, software para o mundo de marketing, e 20 anos nesse ambiente. Qual é o problema do mundo de marketing que ninguém tem resolvido agora que você acha que a Big Link resolve?
É uma pergunta complexa. Eu acho que aquela resposta de milhões de dólares, né? Eu acho que o mundo do marketing cada vez mais, ainda mais no dia de hoje, né? Porque se for trazer todos os últimos 20 anos, é muito mais complexo. Eu acho que a maior dor é a multicanalidade. Hoje, há 10 anos atrás, você colocava um anúncio na TV Globo, opa, você já alcançou a massa, né? Você não tinha o boom teoricamente do digital, assim como hoje acabamos de passar, né?
Investimento digital acabou de passar a televisão. Só que não somente as plataformas de marketing digital. Hoje em dia você tem o retail media, hoje em dia você tem marketplaces, hoje em dia você tem marketing de influenciadores que vem ganhando uma dominância muito forte. Hoje em dia você tem estratégias em CTV, em streaming, além obviamente do out-of-home, além da TV, além do rádio, da revista e consequentemente do mundo digital.
Acho que o maior gargalo é a pressão que o CFO tem feito no mundo do marketing, no CMO, para que ele possa fazer mais com menos. E com isso traz uma grande dificuldade: como que o CMO consegue compreender o real retorno de investimento canal por canal de uma maneira que o CFO entende? E é exatamente aí que nasce a BigLink. É muito como a gente fala, a BigLink ela constrói mensurações que o CMO usa e que o e-Food entende, porque no final das contas a gente consegue fazer uma integração de dados, a gente faz uma arquitetura de dados.
O grande problema, independentemente do tamanho das empresas ou mesmo das próprias agências de publicidade, é a leitura e como organiza os dados. Não é a falta de dados, é o excesso de dados. Só que como que você consegue organizar esses dados para que você gere insight, para que você gere otimização, para que você gere resultado? Quanto mais pressão um profissional de marketing, ou mesmo empresário de uma média empresa que fatura R$10 milhões, R$30 milhões, R$50 milhões, ele precisa saber entender que muito dentro dos dados dele ali tem muita receita.
Não é somente cortar custo, é muitas vezes analisar para dentro de casa como que dali ele consegue fazer um melhor suco, como que dali ele consegue buscar uma melhor avenida de crescimento. Então a Big Link ela vem para isso, ela vem literalmente para poder integrar todas as plataformas de canal de comunicação, tanto externo, que são os canais de mídia, seja ele digital, seja ele offline, seja ele social, retail media, e-commerce, imprensa, eventos, mas plugado também com o que acontece dentro de casa: ERPs, CRMs, plataformas de e-commerce, assim mesmo como aí você tá falando mais de big corp, que são os data lakes.
Então a nossa ideia, e não é à toa que a gente é um coração É justamente para que a gente possa cuidar do coração das empresas. Cara, o coração das empresas são os dados. Como que cada um dos profissionais estão cuidando do coração? Hoje em dia a gente tá vendo um boom de wellness, tá todo mundo preocupado com o coração da empresa, preocupado com seu próprio coração e da sua família. E o da tua empresa? A BigLink vem para isso, para cuidar do coração, para trazer pulso e vitalidade em todas as áreas necessárias, que no final das contas é o quê?
É receita, é qualificação de lead, é qualificação de cliente, modelo de atribuição, rastreabilidade, first click, incrementalidade e saber qual é a combinação dos canais que melhor performam para te reduzir custo de aquisição de cliente, consequentemente melhorar o ROI, te gerando resultado.
Mas Marcelo, desde que chegou o marketing digital, a grande vantagem do marketing digital era que era data-driven. Olha, finalmente temos dados. Era bullshit. Era mentira?
Eu não vou falar que era mentira. Eu acho que quanto cada uma das plataformas, elas conseguem sim te entregar um data-driven de alguma maneira, só que obviamente não com uma contextualização correta, né? Hoje, se você vai lá dentro da Meta, obviamente a Meta vai falar e vai te trazer todos os dados em relacionado àquela publicidade, aquela plataforma, assim como o Google. Assim como TikTok, assim como Pinterest, assim como LinkedIn, assim como todas as outras do mundo digital.
Só que nenhuma delas vai conseguir entender a complexidade ou a junção, a combinação de que a Meta junto com o Google, junto com o TikTok, ela pode te servir. Mesma coisa quando você tá fazendo uma comida, né? Tipo, o segredo muitas vezes é saber qual que é os ingredientes, os pontos corretos e os ml e gramas corretas de cada um dos temperos para que você encontre harmonização. No mundo da mídia hoje é a mesma coisa. Então, data-driven, ele era muito focado quando você estava com uma plataforma.
Hoje em dia, a jornada do consumidor, ela vem mudando, né? Você não tá concorrendo somente com seu concorrente, você tá concorrendo com diversos tipos de anúncios nos pontos de contato diferentes. Então, esse data-driven é o que faz, o que dificulta o mercado de entender com diferentes tipos de canais. Só que não é só o data-driven. Data-driven pode ser muito interessante porque os dashboards, eles te mostram os resultados do dia de ontem, depois de muito tempo e custo operacional.
O segredo da BigLink, que é a única plataforma de marketing que prevê resultados, é a parte da AI preditiva. É como que eu consigo te posicionar no dia de amanhã, como que eu consigo usar o contexto após a estrutura de dados que a gente conseguiu organizar, a limpeza de dados para mostrar onde estava saturado, onde não está saturado, onde tem incrementalidade, onde não, para que você possa se posicionar melhor no dia de amanhã.
Eu acho que aí é o grande pulo e é dessa maneira que hoje a gente vem totalmente disruptiva, a única plataforma que fornece isso, não somente a nível nacional, mas também a nível global. Então a gente acredita que a gente vai surfar uma onda muito importante, sempre com muita humildade intelectual junto com todo um time, porque aqui eu sou um soldado representando o exército por detrás, né, com sócios incríveis que conhecem mais de 18 anos de mercado de marketing, para que a gente possa solucionar isso.
Então, para ter data-driven, contexto, mas para que possa te posicionar no dia de amanhã.
Eu vi a Big Link, você referia como o Waze do marketing, né? Que isso, te indica em que direção ir. Então, claramente não faltam dados. Você mesmo falou, cara, temos dado por todos os lados, dificuldade é entender e organizar. Eu quero entrar um pouquinho nisso. A gente escuta todo mundo falar, tá mais caro, tá mais caro, tenho menos retorno. Qual é o problema? A mídia tá ficando mais cara? A pessoa não tá sabendo atuar sobre a situação atual?
É um conjunto também da ópera, né? Assim, acho que existem muitos canais totalmente saturados hoje em dia. O custo de aquisição do cliente, ele vem subindo uma vez acompanhando também a inflação e obviamente cada vez menos espaços para mais anunciantes. Se você for ver o boom, por exemplo, da Casé TV, a Casé TV vendeu os espaços publicitários da mesma maneira, no mesmo valor que a Globo. A Casé TV agora na Copa do Mundo de 2026, ela faturou mais de R$2 bilhões.
Ou seja, só que ali existem, só vou fazer uma analogia, ali existem 12 slots. Quantas empresas querem colocar ali? Oferta e demanda, né? Então você consegue subir o preço para que você consiga filtrar a entrada de certos anunciantes. É da mesma maneira como tem acontecido no mundo digital, né? Então o leilão, cada vez mais, como ele tem mais busca, tem mais oferta, ele coloca— quer dizer, ele tem mais demanda, a oferta vai ficando mais cara para poder diminuir essa, essa essa busca deles, né?
Então o CAC, ele vem subindo cada vez mais, e com isso vem fazendo com que os resultados das empresas sejam cada vez mais espremidos. Onde você tinha uma margem mais maior, mais flexível, mais saudável, ela começa a diminuir a partir do momento que você não tem conhecimento para saber por onde você vai, e não necessariamente para colocar e ter aquelas métricas de vaidade, que é o que a gente chama. Né, que é o famoso last click.
Mas como que você se posiciona mais? E eu vou um pouco mais além aqui, Jorge. É, quando a gente fala sobre CAC, a gente tá falando sobre as próprias plataformas, o próprio Facebook. Dia 1º de janeiro de 2026, ele transferiu 12,15% de impostos ISS para o mercado, literalmente coisa que antes ele absorvia. Isso não vai— hoje é só o Facebook, tá? O Facebook, a Meta, todas as outras elas vão vir por esse mesmo caminho. Isso significa que são 12,15% retirados da sua margem na veia.
Se você não tem planejamentos, você não sabe exatamente como que você pode encontrar os pontos de contato na jornada do consumidor, você tá perdendo margem. Consequentemente, o CAC tá subindo, o ROI tá descendo. Por isso que plataformas como a BigLink, que entrega MMM, que é o Market Mix and Modeling, ela consegue te direcionar qual é a combinação, quais são os horários, quais são os criativos, quais são os CTAs que melhor performam para você, com o intuito de diminuir o CAC, melhorar o ROI, e não somente estar onde você acha que deve estar, mas sim onde seu cliente tá, qual é o momento da jornada que ele tá no ponto de decisão da compra.
E é esse que é o grande diferencial. Para isso, arquitetura e organização de dados, cara. Não existe outro caminho.
Interessante, Marcelo. Falando em mensuração, recentemente, há pouco tempo atrás, desapareceram os cookies. E os cookies era o que todo mundo utilizava para mensurar. Como a gente faz agora? Pessoal que dependia de cookies para entender como está a performance, para saber como investir, não consegue essa ferramenta. Isso foi substituído por quê?
Vamos lá, pô, as perguntas aqui são boas e complexas, né? Eu acho que o Cookie, por isso que cada vez mais tá crescendo o founder lead growth, né? Vocês aqui, G4, acho que são um dos maiores exemplos de uso dos próprios founders para poder ser um novo canal de aquisição. Thales sempre foi o líder de aquisição, Alfredo cada vez mais agora com estrutura gigante de Sendo isso, juntamente com os canais, eu acho que a partir desse momento, por isso que vem crescendo cada vez mais as comunidades.
Como que você consegue criar a sua própria base? Como que você consegue criar os seus próprios momentos? E a parte dos cookies hoje não é que ele desapareceu, ele vem diminuindo cada vez mais. E aí são estratégias hoje, parte de materiais ricos, como você consegue fazer com eventos, como você consegue fazer com cadastros. Mas principalmente o cookie, ele pode te servir através dos pixels. Se você utiliza muito bem a parte de pixel, você consegue fazer rastreabilidade.
E principalmente aí entra o pulo que a gente tava falando agora há pouco, né, a importância da integração dos canais de mídia para com seu CRM. Como que você consegue organizar isso tudo para que você possa analisar e fazer os cohortes corretos para você poder falar com esta pessoa de maneira diferente? Cada um recebe de uma maneira. O próprio G4 aqui como exemplo, ele sabe que o empresário não vai atender ele às 3 horas da tarde.
Por isso que o G4 fica aqui até meia-noite, 1 hora, 2 horas da manhã, porque ele sabe que o melhor momento não é muitas vezes no email, não é muitas vezes na mensagem, é numa ligação às 8 horas da noite, quando ele tá no trajeto de fora. Compreender quem é seu usuário, qual é a sua jornada, quais são os canais e como ele quer muda totalmente o jogo.
Continuando nessa discussão das ferramentas, coisas que estão mudando, cookies, Uma coisa que a gente vê agora constantemente é IA, né? E hoje ao menos fala muito de IA, quem faz, quem não faz outra coisa. E o primeiro uso superficial é fazer copy, fazer ads, a capacidade de criar, de iterar muito, mas isso é muito superficial. Marcelo, o que você vê uma diferença entre quem usa IA superficialmente versus quem realmente tira proveito disso?
Cara, vamos lá de novo, acho que A AI, ela tá totalmente no hype, porém ela não é um hype, ela veio para ficar. Aí, aí é, eu fiz uma comparação isso em 1840. Se você for ver a chegada das máquinas fotográficas, quando os artistas achavam que eles iam perder, perder momento, perder espaço, né, porque a máquina fotográfica ela vai substituir as pinturas, porque antes lá nessa época época todo mundo registrava uma família nas paredes.
Isso era o grande diferencial. Só que a chegada da máquina fotográfica potencializou e trouxe disrupção para os principais artistas. Foi assim que nasceu o surrealismo, foi assim que nasceu Monet, Van Gogh, Picasso, entre outras coisas, né? É a mesma coisa acontece aqui junto com a AI. A AI é uma revolução industrial e ainda muito mais poderosa, muito mais rápida. Só que hoje você não pode usar AI como normalmente você se usa o Google, né?
No Google você faz, você faz busca. Aí você faz perguntas, você interage com elas, mas isso é muito pouco, porque aí ela pode te mexer literalmente o ponteiro. Só que ainda, infelizmente, de acordo com a própria McKinsey, hoje a gente vai ver, pô, beleza, todas as, acho que 88% das empresas já estão usando AI, se eu não me engano, acho que 12%, eu não sei exatamente os números, tá, mas se eu não me engano, 12% conseguem visualizar a mudança de resultado com o uso da AI, né.
O uso da AI muitas vezes de uma maneira frenética faz com que os tokens, né, que é praticamente a conversão de cada perguntas e respostas que você faz da AI, isso daí trouxe um custo completamente que ninguém tinha domínio de uma maneira muito flexível, fazendo com que o custo da empresa ainda reduzisse, achando que cada vez aí a substitui o humano. Não, aí é uma ferramenta para te empoderar, né? Então eu acho que aí ela precisa ser usada muito de acordo com o contexto para buscar resultado.
E é muito do que eu bato, todo mundo fala não é AI first, AI first, AI first. Não, não é AI first. O João vai, talvez pode ficar bravo comigo, mas certamente ele vai entender. É data first, porque se você não tem os dados organizados, aí não sabe de onde tirar, ela não sabe de onde ela te responder. Então existem diversos casos, desde empresas de seguro que colocou um bot que trouxe respostas erradas para o consumidor e tomou um prejuízo gigantesco.
Se você não tem os dados estruturados, não adianta você criar agentes que ele não vai conseguir te dar as respostas. E lembra, uma AI nunca tem a responsabilidade. Responsabilidade continua sendo de um humano. Só que aí ela pode potencializar e muito, ela pode otimizar e muito, ela pode integrar muitas coisas dentro, dentro de uma empresa. Mas o mais importante é você, como você tá quantificando, qualificando o uso da AI em busca de resultado, e não porque tá todo mundo nisso.
Eu trago mais um alerta também. Eu acho que o uso da AI, ele ele pode ser muito perigoso. Hoje, quantos dos dados de diversas empresas— eu não tenho dado, aqui é uma pergunta, uma reflexão— quantos dos dados das empresas, às vezes até mesmo sensíveis, eles podem estar sendo jogados para uma AI? Isso é um problema gigante de LGPD, de governança, e muitas vezes certos profissionais podem estar jogando dados ali para poder entregar um relatório.
Só que isso daí foge completamente da governança dentro da empresa. Então é aí onde entra também, por exemplo, o Igling, onde você tem governança, onde você tem LGPD, onde você entrega literalmente todos os dados de uma maneira, com arquitetura correta, para dentro de governança, dentro de LGPD, dentro dos conectores, LLMs, modelos e metodologias próprias para que você não terceirize os seus próprios dados muitas vezes, que daí é um grande problema, porque o seu concorrente pode estar acessando, que no final das contas aí busca informações de dentro não somente delas, mas de dentro da internet, né?
Então é sobre isso, acho que a arquitetura ela é muito importante. Aí, óbvio que vai ajudar, tende a ajudar, tem que ajudar, mas precisa saber bom uso e como usar.
Isso, essa discussão de AI como ferramenta Mas agora recentemente, ontem, OpenAI falou do novo Ads Manager deles. E aí, como canal agora, Marcelo, como entra isso agora? Tipo, agora tem uma opção nova. O que que você pensa?
É uma predição, né? Porque eu acho que ainda continua sendo um ponto de interrogação, por mais que, não sei, eu vou dar meu palpite, né? A gente muito viu o crescimento nos últimos 10 anos era imprescindível fazer o SEO, né, que surfou como você se posiciona no search dentro das suas empresas. Hoje eu vejo cada vez mais e mais importante o AIO, International Artificial Optimization, né. Então isso ele já vinha se posicionando como que a sua marca pode ser encontrada dentro das LLMs.
Hoje já tem empresas hoje trabalhando toda essa parte de estratégia. E aí de novo, como você mesmo falou, Ontem, anteontem, né, a gente tá gravando agora no começo de agosto, foi anunciado o ChatGPT Ads. Cara, eu imagino que isso, tinha certeza que isso ia acontecer. Eu acho que a gente tá vendo a primeira plataforma entre diversas outras, assim como a gente viu esse boom de retail media, né. Todo mundo acha que tem uma base, pode se fazer ads, mas eu acho que também não é um mundo sem volta.
Na minha visão, sempre quando você conversa com uma AI normalmente hoje tá todo mundo pesquisando ali, né? Hoje o consumidor ele mudou, ele vai, ele ainda faz muita compra no varejo, por exemplo, mas ele já sabe tudo, ele já sabe quais são os preços, ele já sabe qual plataforma tá mais barata, qual retail tá mais barato, qual e-commerce tá mais barato. Porém ele ainda gosta da confiança do vendedor, né? E o ChatGPT ele funciona muito disso, todo mundo faz essas perguntas ali independentemente da plataforma.
Quando você tá interagindo junto com a, com com AI, com chat, ele possivelmente, ele pode funcionar na minha visão como um Google Shopping, como TikTok Shopping, né? Porque ele entende o contexto, ele já sabe que é o Marcelo, ele sabe quais são as preferências do Marcelo, ele entende muitas outras coisas que até mesmo o Marcelo pode ainda nem saber, mas o chat sabe. Ele me entrega dentro de um contexto correto, ele pode me entregar possivelmente diferentes comparativos daquele produto quando eu tô pesquisando, ele pode me entregar diferentes tipos de rotas e jornadas para eu comprar um pacote de férias, porque ele sabe o tamanho da minha família.
E obviamente ele também já vai me linkar com comparativo em canais na qual eu posso adquirir, que daí entra toda uma estratégia que certamente aí as grandes empresas e as principais agências de publicidade já estão começando a se mexer para saber quais vão ser as estratégias de você se posicionar ali, qual é a linha do seu plano de mídia que você vai precisar colocar à disposição. Para BigLink, estendendo um pouco a resposta, Jorge, se é que me permite, para BigLink é mais um canal de origem na qual eu vou trazer e coletar dados, né?
Da mesma maneira que eu coleto dados diretamente das fontes hoje com mais de 300 integrações ou conectores, cada um chama de uma maneira, vai ser um conector na qual hoje a gente já está trabalhando para puxar essas informações de dentro do mundo ads. Óbvio, ads é uma coisa, pesquisas são outras coisas, né? Então é muito, muito importante você separar e assim como a gente vem trabalhando puxando as informações de, seja de social, seja de ads, seja de insights, quando a gente fala de uma plataforma Meta, por exemplo.
Então pra gente é mais um canal na qual o cliente trabalha como soluções dentro da estratégia do plano de mídia dele.
Então, cada vez mais canais, cada vez mais mudanças entre os canais, cada vez necessidade de integrar tudo junto, Então tá ficando realmente mais complexo e a Biglink vem a solucionar isso. Então eu quero entrar um pouquinho mais no produto, né? Como vocês solucionam isso? Antigamente, olha, grandes empresas tinham ferramentas sofisticadas. Procter& Gamble, time marketing Procter& Gamble é tipo time principal, mas agora vocês estão trazendo isso para todo mundo, né? Que tem agora a minha empresa acesso que não tinha antes?
A gente tem uma cabeça assim, tipo, de democratização dos dados, né? Até isso foi uma das conversas quando a gente tava desenhando todo o plano estratégico da empresa, como é que a gente conseguiria atender a tudo e a todos, uma vez que são os mesmos, as mesmas dores, os mesmos desafios. A Big Link, ela vem literalmente para solucionar essa parte. É muito como a gente se posiciona, né? O quanto vale você saber o que fazer no dia de amanhã?
O quanto vale você conseguir otimizar o seu investimento de canais de mídia justamente por você ter uns dados organizados e principalmente uma AI preditiva de acordo com aquele modelo? E a BigLink literalmente vem para isso, né? Foi uma personificação das principais dores Como você mesmo citou da Procter& Gamble, hoje é muito demais excessos de dados, porém eles não são, as linguagens não são iguais, as métricas não são iguais e você não consegue ter tudo isso unificado.
No final das contas, a Big Link ela vai te fazer um cockpit para você poder navegar seu transatlântico, seja seu transatlântico ou até mesmo agora um barco ou um bote ou uma lancha de 23 pés, por exemplo, que você usa para fazer wake. Então, no final das contas, a gente faz essa integração, a gente organiza esses dados independentemente de todos os tipos de canais de mídia, a gente conta com um ecossistema de agentes de AI que fazem esses tratamentos, que evita duplicidade, que evita, que consegue te mostrar, colocar isso tudo dentro de uma única linguagem, e a gente oferece acesso a agentes de AI.
Eu também entrego parte de MMM, que é o Marketing Mix and Modeling, eu te entrego de maneira customizada, eu te entrego de maneira regionalizada e eu te ofereço acesso de AI. Isso é muito do que a gente sempre fez para as big corps, né? Eu não vou citar aqui os nomes das principais agências grandes de publicidade ou os principais anunciantes. Então a gente já trabalha com, a gente trabalha com banco, a gente trabalha com indústria, a gente trabalha com varejo, a gente trabalha com outro, putz, até com biocombustível, né?
Literalmente isso, essa campanha de etanol que tá acontecendo em São Paulo, em alguns, alguns países, algumas cidades do Brasil, a gente que tá por detrás. Só que não pode se limitar somente às grandes corporações. Não é todo mundo que investe no mínimo R$30, R$40, R$70, R$100 milhões em mídia. Muitas das empresas investem R$40 mil em mídia, R$50 mil em mídia, R$200 mil em mídia, que não necessariamente investe em offline, mas ele não consegue ter integração de dados.
Ele precisa ter um time robusto para poder organizar esses dados, para poder tirar da origem, para poder compilar esses dados inteiros diretamente das plataformas, para poder jogar no PPT, para poder mostrar para o chefe, seja ele o dono ou seja ele profissional de marketing. O tempo, o custo operacional, ele é muito grande. A gente tem um cliente, Sebrae, posso até mencionar esse, pô, é 85% de redução de custo operacional, é 95% de agilidade de tomada de decisão.
Otimização de quase 30% de investimento de mídia. O quanto que isso significa? Literalmente, o quanto que isso significa? E essa cabeça de democratização, a gente quer mexer no ponteiro do verdadeiro Brasil. A gente quer fazer com que essas empresas possam ter acesso tanto de maneira anual ou mensal através de uma plataforma que conecte todos os seus canais de mídia digital que conecte com seu ERP, que conecte com seu CRM e principalmente com a sua plataforma de e-commerce.
Qual o tamanho do e-commerce aqui no Brasil, cara? Hoje nós somos os únicos que eu tenho plugado as principais plataformas de e-commerce dentro de uma única solução, que a partir de R$989 por mês você consegue ter previsibilidade, você consegue ter arquitetura de dados, você não precisa ter um time robusto de marketing, um time de dados, não. Você só vai jogar das origens, ele já te compilar em menos de 3 minutos, cara. É rápido, outsourcing.
E eu confio tanto na solução que eu tô trazendo investimento, que a gente oferece ainda 14 dias gratuito para pessoa testar. E aí entra meu time inteiro que vai fazer onboard, que vai fazer o CS, que vai fazer a jornada para ter retenção, né? Então é dessa maneira que, dependendo, depois, conforme for, a gente pode até liberar aí um um cupom de desconto aqui para sua audiência, dependendo da situação, a gente coloca aí. Aí a gente decide, né?
Um TULS50, tá feito. G4TULS50, vocês vão ter 50% de desconto nos 3 primeiros meses para vocês testarem, para que eu mostre para vocês o real investimento que a BigLink pode se tornar integrando todas as suas plataformas. Então Então daí aproveita, a gente vai colocar um QR code aqui, G4TOOLS50. Vocês vão ter 50% de desconto nos 3 primeiros meses, independentemente do plano que vocês contratarem por ali, para que vocês possam ver o real valor do que a Big Link pode fazer por você. Eu quero mexer no seu resultado, eu quero mexer na última linha do cliente.
Ótimo, Marcelo. Primeiro, maravilhoso cupom, galera. Então aqui com Marcelo, aproveitem isso. Você falou do Sebrae reduzindo 85% do custo operacional, que é incrível. Me conta do custo de mídia, da redução de custo de mídia. Tem algum exemplo que você viu, olha, após entrar Big Link reduziu um canal que não era óbvio? Porque esse é o ponto, as pessoas estão operando com certeza, não, eu estou seguro que funciona. E chega e fala, cara, tal canal realmente tinha superposição. Tem algum exemplo para me contar? Pode citar nome ou não pode, tanto faz.
Não, eu vou citar, vamos dizer assim, uma celebridade que faz parte desta marca, e eu não vou citar a própria marca, eu não tenho exatamente a liberação dela, mas foi muito interessante porque o Brasil infelizmente fez o que fez na Copa do Mundo, né? É porque isso é um dos motivos do CAC tá cada vez maior, né?
11 feriados, Copa do Mundo, eleições, meu Deus, é recompensa o ano menos dias, né?
É uma loucura. Mas enfim, retornando à sua pergunta, Jorge, é o seguinte: a gente tem um cliente que um dos garotos propaganda chama-se Neymar Júnior, o menino Ney. Conhecemos, acho que um pouco gostam, não gostem, o cara é o Neymar, independentemente. A pergunta deste nosso cliente que utiliza a nossa plataforma foi a seguinte: o Brasil foi eliminado da Copa do Mundo. O que fazer com o ads e com a comunicação no qual o Neymar está envolvido?
É uma pergunta difícil e muito relevante, não? Já gastei dinheiro, já produz, mas e aí, o tema faz sentido, conecta?
É exatamente sobre isso. Você para a mídia, você não para a mídia, você solta, não solta, você tá preparado talvez para uma crise para reputação que vá ter de comentários ou não, independentemente de qualquer lado, é uma decisão complicada. Ainda mais que, pô, o Neymar chama atenção, todo mundo só falava do Neymar, ninguém falava do Bruno Guimarães que perdeu o pênalti e etc. e tal. No final das contas, a própria, o agente de AI Big Link respondeu o seguinte, ele deu 4 direcionamentos: diminui o tom de celebração, Diminui o tom sobre performance, diminui os canais que estão gerando esse tipo de comunicação.
Não lembro exatamente os 3, 4 pontos que ela direcionou. No final das contas, esse foi a estratégia das 2, 3 próximas semanas deste nosso cliente. A estratégia, resultado final: 46% menos de investimento com tudo que participava o Neymar. Isso gerou quase R$57 mil de saving, tendo 33% mais resultado de CTR. Consequentemente, menos— como é que eu falo— foi 33% de melhor CTR. Você conseguiu, a gente conseguiu diminuir em torno de 12% o custo de aquisição daquele cliente.
Consequentemente, eu fiz um save de quase R$60 mil para esse cliente. Ou seja, porque ali tinha contexto, ali tinha dado, a gente sabia exatamente e ele confiou. E no final das contas, o porquê que a gente sabe desses resultados? Porque o próprio cliente nos passou, além de estar conectado. Só que, óbvio, eu não posso ficar acessando os dados de tudo. O próprio cliente nos passou falando o seguinte: senhores, falou com o André, que é meu head de operações, cara, a estratégia que o agente de Big Link nos direcionou Foi extremamente relevante, extremamente assertivo.
Então você imagina, se você gasta R$1.000 para ter uma plataforma como essa, que você salvou, que certamente eu posso gerar um ROI pelo menos 4, 5, 6, 7 já na segunda semana, olha o quanto vale vocês testarem. Então isso é um caso real que aconteceu dentro de casa.
Incrível, não? São essas decisões que antigamente, olha, aí vai causar uma ansiedade enorme. Ao menos agora você tem alguém, uma ferramenta com quem conversar. E Marcelo, antigamente isso existia de novo para empresas grandes, agora você tem uma solução também para PMEs. O que muda para quem gasta R$50 mil versus para quem gasta R$50 milhões? Agora aplica para todo mundo? Me conta um pouquinho do produto para o mediano empresário.
Vamos lá, o produto é para todos, obviamente todas as nossas estratégias elas são direcionadas assim para para alguns ICPs mais específicos, porque quando você quer tentar vender para todos você não vende para ninguém. Porém eu sou e atendo todos, né? Isso aqui me entende, as diferentes estratégias. O que que diferencia da entrega da Big Link para com um grande cliente que possa vir a investir R$50 milhões, R$30 milhões, R$10 milhões?
Não é o volume que ele investe de dinheiro, e sim os canais que ele trabalha dentro da estratégia de marketing dele. Porque a gente consegue fazer, eu tenho 3 planos dentro da biglink.io, que é o nosso site, você consegue visualizar, né, ali dentro você tem 3 planos, você tem o Growth, o Pro e o Scale, com as variáveis valores que começa em R$989 e vai até R$3.200, se eu não me engano, onde eu te entrego o plano de mídias, te entrego taxonomia, te entrego Muda créditos de AI, você pode comprar créditos de AI ali dentro.
Ele é literalmente uma plataforma super completa que você consegue torná-la ela praticamente a única visibilidade de todas as plataformas que você tem no mercado, que você tem dentro da tua empresa. E aí a gente tem a parte do on-demand, que é a parte de customização, que nessa aí eu faço customizado, eu faço personalizado, a gente entrega diferentes outras coisas, inclusive diferentes tipos de acessos a agentes de AI que a gente pode criar.
Como o cliente que eu citei aqui, a gente em 3 meses organizou a casa e criou 6 agentes de AI, seja de imprensa, seja de lead, seja de MMM, seja de clientes, independentemente daquela dor. Então o custo da minha entrega para o cliente varia de acordo com a demanda e do time. E eu não confio, a BigLink não confia em plataforma por plataforma. Não é um software as a service, às vezes é um service as a software. Então a gente entrega não somente a plataforma, mas a gente entrega o serviço.
A gente trabalha junto, a gente ajuda no contexto, a gente ajuda no direcionamento inteiro. Se o cliente investe em offline, ele não consegue estar na SaaS, porque o offline ainda, com exceção da TV Globo, na qual a gente tem muito orgulho e a gente participou e a gente colaborou e a gente direcionou toda a nova construção da API da Globo, e a gente tem uma parceria muito forte junto com eles, nenhuma outra TV aberta ou TV paga, rádio, out-of-home, Em qualquer outro setor eles não mandam, eles não têm API aberta, eles não têm API, não é nem aberta ou fechada, eles não têm API.
Então o player ele te compartilha através de um CSV, através de um Excel. Então você precisa montar uma outra engenharia para poder receber esses dados, para você poder consolidar dentro de um único painel. Aí é onde muda, aonde entra a diferença. Então quando você tá falando certos influenciadores, você quer ler as reputações, você quer ler toda essa parte de previsibilidade dentro de social, quando você tá querendo incluir diferentes tipos de marketplace, de retail media, de imprensa.
Opa, aí você vai para on-demand. E esse on-demand, ele pode variar muito os preços. Ele pode variar, sei lá, desde R$8.000 por mês, por exemplo, né, já que eu falei os preços dos 3 plataformas outsourcing. Você vai lá, pluga, 14 dias gratuitos, coloca o cartão de crédito. Você pode cancelar caso você esteja no anual ou mesmo no mensal. E se você vai para o on-demand, você pode ter— aí entra o nosso time, a gente que vai te atender, ou mesmo eu ou todo o meu time vai te atender, vai entender suas dores, vai entender seus objetivos, vai entender seu modelo de negócio, quais são as regras de negócio, e a gente vai construir isso tudo junto.
E aí eu posso ter desde R$8.000 até R$300.000, R$400.000 por mês, de acordo com a necessidade, de acordo com o time, de acordo com as soluções, independentemente se tá dentro da integração Se vai estar promoção envolvida, se vai estar trade envolvido, se vai estar food service envolvido, se vai estar análise de performance de criativo de retail media envolvido. Enfim, eu quero solucionar a dor. Se fala de dados, organização, comunicação, a BigLink vai te ajudar. CRM, a BigLink vai te ajudar.
Ótimo, Marcelo. Agora queria falar um pouco sobre futurologia. Você tem 20 anos fazendo isso, você já viu muita onda. Pensando que no futuro todo mundo vai criar ads específicos porque vai ter uma capacidade de criação de graça praticamente, então você vai ter praticamente ad por pessoa, todo mundo vai conseguir ler todos os canais e marketing vai continuar sendo uma indústria de muito dinheiro, todo mundo vai estar constantemente otimizando.
Como você acha que vai ser o mundo de marketing daqui a 3 anos? E isso é Futurologia, você tem 20 anos fazendo, que você quase, eu gosto do feeling. Isso é uma pergunta difícil. É, então eu queria puxar alguma coisa, cara.
Vamos lá. Eu acho que a ascensão de comunidades, eu acho que ela também não tem, não tem volta, né? Eu acho que cada vez mais também a parte de acesso aos ambientes Eu acho que um dos meus sócios, né, também ele fala muito sobre isso: o ambiente muda tudo. Então, e progresso é um estilo de vida, né? Aonde que você frequenta, com quem que você frequenta, diz muitas vezes de quem você é ou para onde você tá querendo ir do que o que você fala, né?
Eu tenho filhos de 4 anos, eu sei muito bem o que eu falo ou que eu sirvo de exemplo. E eu acho que também a parte muito sobre esse founder lead growth, Né, eu acho que o funnel de growth cada vez mais, eu acho que o custo de aquisição do cliente ele vai subir, isso é fato, ele vai subir. Porque a gente, um refrigerante ele não tá competindo somente com refrigerante, ele tá competindo com qualquer tipo de produtos ou empresas que querem colocar ads, no final das contas.
Porque todo mundo vê a Infomoney, todo mundo vê a globo.com, UOL, o Facebook, a Meta. Pô, todo mundo quer estar lá, né, nesse momento. Então eu acho que a gente vem vendo cada vez mais também um crescimento sobre hipersegmentação, né, que eu acho que também cada vez mais é muito importante. Eu trabalhei na Hentz durante muito tempo e lá atrás a gente construiu uma plataforma chamada MDM, Mobile Data Management, que no final das contas ela dizia muito sobre isso, né, com possibilidade do fim dos cookies, né, porque todo mundo fala de fim de cookies há 10 anos.
A gente não importa. Se você analisa e visualiza uma Porsche, não quer dizer que você é um potencial comprador de uma Porsche. Só que o Edson antigamente, ele te impactava, ele gastava dinheiro. Esse é um dos dinheiros desperdiçados. Só que a partir do momento que eu sei que o Jorge frequenta as lojas de Porsche, de Mercedes, frequenta nos finais de semana a Baronesa, o Boa Vista, entre outras coisas, eu sei que ele é muito mais um potencial comprador de Porsche do que você somente entrar na página para visualizar um Porsche, que isso daí pode ser copy, né?
Então eu acho que cada vez mais a hipersegmentação vai estar mais, a hiperpersonalização também acho que é uma tendência que vai estar cada vez mais assertiva, e o consumidor ele tá cada vez mais exigente. O boom de Uber iFood, Rappi. Bom, temos aqui um dos sócios, né, que fez esse progresso e essa ascensão gigantesca do Rappi. Todo mundo quer tudo em muito curto tempo de espaço. Se você não tiver hipersegmentação, hiperpersonalização, muitas vezes você deixa de ser a pessoa escolhida porque você não tá conseguindo prestar o serviço.
E no final das contas, você muitas vezes você não tá pelo produto, você tá pelo serviço. Você tá pelo senso de pertencimento. Não é à toa que todas as grandes marcas hoje de luxo estão abrindo cafeteria. Não é à toa que a Track& Field, aonde tava no momento super delicado de revisão de planos, onde vendia produtos, hoje é um boom de comunidade com café dentro das lojas, maratonas, meia maratonas, corridas. Cara, hoje, se eu não me engano, a Track and Field deve ter, sei lá, uns 70 eventos.
Pode ser que eu esteja enganado, mas deve ser por aí. Ou seja, a Track and Field, com senso de pertencimento, consegue vender produto. Então você nunca volta num restaurante se a comida for maravilhosa e um atendimento ruim, mas você volta num restaurante se for um atendimento espetacular e a comida boa. Você volta Fala, comenta, publica, compartilha e indica. Hiperpersonalização, hipersegmentação. Produto, como já disse, João Adibe, né, muitas vezes produto sem cara ele não vende porque ele não passa confiança.
Então eu acho que são algumas das estratégias que eu acho que vai, vai ser o dia de amanhã. Porém, tudo isso precisa estar organizado, precisa saber para onde tá indo, né? Porque tudo isso você consegue metrificar.
Tem que começar a medir se a pessoa tomou café, foi na cafeteria da Track and Field, qual é o produto para oferecer.
É sobre isso, né? Eu acho que só de novo fazendo um adendo, quando a gente fala de estar gerenciando, pensa numa televisão. Vamos lá, vamos usar o exemplo de uma TV Globo. Quanto custa um anúncio, o patrocinador master de um Big Brother, acho que bate 120 milhões durante 3, 4 meses ali de exposição. Que que normalmente esse anunciante coleta do poder da televisão? Muitas vezes ele não sabe que foi da televisão. Obviamente no Big Brother não é mais fácil, né, quando expõe ali, etc. e tal.
Mas você pega o product placement, você pega os comerciais, etc. e tal, cara. A TV Globo muitas vezes ela não consegue mostrar o poder da canhão que ela é no carrinho. Porque o cliente tá gastando R$120 milhões aqui, R$5 milhões, independentemente do valor. Este mesmo cliente, quando a gente tá aqui com celular, você tá com celular e com tablet hoje, todo mundo assiste uma televisão com celular. Ele viu um comercial, ele faz o quê?
Ele vai no Google, ele tá na Meta, daqui ele vai para o carrinho. Que que o cliente tá fazendo? Tá pagando anúncio na Meta. Tá pagando SEO no Google. Esse dinheiro é desperdiçado, é desperdiçado, porque ele veio orgânico do anúncio que você tá fazendo lá, só que você não tem modelos de atribuições. Bem-vindo à Big Link, que hoje consegue te fazer isso. Só aí é um exemplo real de que você tá tendo sobreposição de canal.
Ótimo. Vamos, vamos ao nosso último bloco, que é o bater bola. Vou fazer perguntas, resposta rápida, Marcelo. Qual é o maior mito sobre dados em marketing que você ainda escuta em reunião com CMO?
Que o last click é o rei do modelo de atribuição.
Ainda?
Ainda. Isso foi uma, vamos dizer assim, foi aonde o Google e Meta ganharam muito espaço. E como o exemplo que eu acabei de citar, tangibiliza exatamente isso.
Ótimo. Próxima: se eu te obrigo a forçar todo empresário a olhar uma métrica, olha, uma métrica só para alocar capital por canal, qual métrica você olharia?
Qual o canal que tá te trazendo melhor qualidade de clientes que te faça ter recorrência e retenção desse cliente.
É, muita pessoa esquece de ver o LTV do cliente. Olha, vendi, ótimo, mas esse cliente comprou uma vez só, esse comprou 4 vezes.
Você, o custo de aquisição de um cliente, ele pode ser muito alto, mas o CPC, quando muito das estratégias elas são feitas através de performance, é olhando para o CPC. Só que ninguém tá preocupado qual é a qualidade deste cliente para dentro da base. E no final das contas não importa o custo do CPC, é muito mais o custo do CPA, que é a aquisição, né? Então quando você tá dentro de uma estratégia de posicionamento de marca, disso tudo, é a parte mais importante.
E aí é onde entra toda a parte de metrificação, principalmente quando você traz modelos de atribuições corretos para você conseguir saber medir CAC, LTV, aí cohort plugado com CRM. É isso tudo que Por essas e outras que a Biginning nasceu.
Marcelo, você tem 20 anos vendendo tecnologia. O que você entende do comprador de tecnologia que a maioria dos founders de tecno não entenderam ainda?
Cara, eu acho que é como que as plataformas de tecnologia elas podem se somar, se multiplicar e usufruir dos melhores valores agregados que cada uma delas te proporciona. Porque hoje, se a gente vai para o mundo da SaaS, por exemplo, pô, quantas pessoas hoje contratam qualquer tipo de plataforma, né, para não citar qualquer uma delas, elas gastam uma fortuna e usufruem nem 30%. Então é muito sobre isso. Acho que a parte de tecnologia é saber exatamente qual é a real necessidade da qual você precisa para mexer os seus resultados, o como que isso vai te agregar valor.
Como que você vai conseguir implementar a cultura para que aquela plataforma de tecnologia consiga ser rentável para com os seus colaboradores, que são eles que ali estão trazendo todos os inputs e alimentando essas plataformas para que te gerem resultado. Acho que plataforma por plataforma a gente tá cansado. A mesma coisa que há 10 anos, 15 anos atrás, quando eu tava muito aí no início aí da minha carreira também no mundo mobile, de aplicativos, né?
A gente viveu uma onda de apps, tudo era apps, apps, apps, apps. Só que hoje em dia ninguém mais tem espaço, ninguém mais quer saber de nada disso, né? Então é um pouco sobre isso, né? Quanto hoje tem muitos aventureiros, tem muitas plataformas aí que prometem muita coisa, mas você precisa saber exatamente qual é a dor que você precisa, qual é o seu objetivo, para depois você conseguir trabalhar toda a tecnologia.
Marcelo, para terminar numa nota prática, né? A gente tem muitos milhar, 100 mil empresários no G4, grande maioria deles investe em marketing. Se você pudesse dar uma dica para ele aplicar essa semana, para o empresário que não está seguro que está investindo bem, o que eles podem fazer essa semana para começar?
www.biglink.io, usufrui, aproveite o cupom de desconto G4TOOLS50, 50% gratuito nos 3 primeiros meses. Eu te garanto que você vai ter resultado. Você investe, independentemente do valor que você investe, R$20.000, R$30.000, R$40.000 de mídia, você consegue. R$40.000, você consegue pagar R$989 para fazer o teste de integrar literalmente todas as plataformas e ver o real poder de ter um agente de AI Big Link trabalhando para você a nível preditivo, te trazendo previsibilidade.
Eu acho que hoje eu não quero substituir nenhuma plataforma, Só que eu quero integrar, eu quero cuidar do coração, e tudo isso precisa ser centralizado. Seu coração para, não existe vida. Seu pulmão para, existe vida. Deixa Big Link ser o seu coração. Eu acho que é dessa forma. Teste, usufrua, tô 100% à disposição, cara. E é uma plataforma que vem para ser muito disruptiva, e eu quero ajudar literalmente a todos Independentemente do setor, independentemente do tamanho.
Grande marqueteiro. Esse lema de marqueteiro com conteúdo, no sentido de tem que ser marqueteiro porque tá em marketing. Não tem outro jeito. Marcelo, super obrigado pela conversa. Para todo mundo que tá escutando aí, ficou claro que ter dados não é a solução. A solução é poder entender os dados. Então você gasta R$5.000 ou R$50.000 ou R$500.000 por mês em entender esses dados, poder integrá-los todos faz a diferença entre Simplemente gastar dinheiro e ver resultado.
Big Link, um parceiro aqui do G4, tem essa solução para vocês. Se gostou desse papo, curta aqui, visita a gente, tools.g4business.com e a Big Link. Bom dia para vocês!
Obrigado, prazer, valeu, tamo junto!
BigLink
Plataforma de inteligência de marketing com IA