O QUE O EMPRESÁRIO QUE FATURA MILHÕES NÃO SABE SOBRE O PRÓPRIO DINHEIRO | EXTREMOS
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Você escalou a empresa, fatura bem, mas quem cuida do que você acumulou?Alexandre Farcuh passou 20 anos nos maiores bancos do Brasil (Banco Pine, ABC Brasil, Safra) do lado de quem decide quem recebe capital.
Em 2023 fundou a TF8, que hoje administra quase R$ 2 bilhões em patrimônio.Nesse episódio ele revela o maior erro do empresário em crescimento, como funciona um family office de verdade, quando estruturar patrimônio (e quando ainda não vale a pena), por que concentrar tudo num banco pode ser armadilha, e como o modelo de remuneração transparente muda o alinhamento entre gestor e cliente.
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- Vendas e empreendedorismoErro comum: negligenciar patrimônio pessoal e familiar · Importância do planejamento patrimonial e familiar · Momento ideal para estruturar patrimônio · Perigos de concentrar tudo em um único banco · Modelo de remuneração transparente em gestão de patrimônio · Diferença entre patrimônio imobilizado e líquido · Alexandre Farcuh · TF8
- Democratizacao Mercado FinanceiroConfiança como produto principal em gestão de patrimônio · Tempo como construtor de confiança · Relação multigeracional em gestão de patrimônio · Impacto de patrocínios e recomendações na percepção de confiança · Caso Master e a percepção de solidez · Transparência na remuneração do gestor · TF8 (Trust for Infinity)
- Mercado de CréditoUso de crédito para gerar outros negócios · Crédito barato e bem estruturado · Financiamento imobiliário no exterior · Linhas de crédito subsidiadas (BNDES, FINEP) · Importância de tomar dívida quando se está bem · Home Equity
- Perfil do investidor e educação financeiraPerfis: ultraconservador, conservador, moderado, arrojado · Risco no negócio vs. risco no patrimônio · Importância da paz de espírito com o patrimônio · Bruno Nardon · Alfredo Soares
- TF8 Servicos e EstruturaAssessoria de Investimentos (patrimônio de 1 a 10 milhões) · Wealth Planning (patrimônio acima de 10 milhões) · Empresa de Serviços Financeiros (crédito, câmbio, derivativos) · Segmento de entrada: mais de 1 milhão líquido · Foco em empresários · Estrutura de remuneração: percentual sobre patrimônio gerido · Modelo de performance na gestora
- História econômica do BrasilBrasileiros poupam menos que outras culturas · Baixa porcentagem de investidores pessoa física no Brasil · Concentração de patrimônio na empresa própria · André Esteves
- Imposto de Renda e Planejamento FinanceiroEficiência tributária em seguros de vida (Prudential) · Previdência Privada como solução tributária · Estruturas offshore e multijurisdição · FDIC como solução tributária pós-reforma · CIMED: dívida para distribuição de dividendos e eficiência fiscal · Arezzo: capitalização em momento de crise
Com certeza olhar só para dentro da empresa e deixar a parte patrimonial na pessoa física e familiar de lado. Esse é o erro mais comum que a gente vê quando a gente aborda um cliente novo. O XP, o próprio BTG, introduziu isso. Dá esse benefício do cliente ter uma ou mais contas para efeito de comparação do que ele vai consumir melhor. Então, hoje é muito comum você ver o cliente 50-50, 33-33-33. A gente até trabalha com quatro perfis ao invés de três.
que o mercado hoje trabalha com conservador, moderado e arrojado. A gente gosta de ter o ultraconservador, que é pra separar bem o conservador, que é aquele cliente que não quer risco nenhum, já tem muito risco no negócio. O Nardon é o quê? O Nardon hoje, posso abrir? Pode. É entre conservador e moderado. E o Alfredo? O Alfredo ali também, tá entre um conservador moderado, um pouco mais pra moderado. O Alfredo já gosta de umas estruturas um pouquinho mais exóticas. Pegue-me, câmera!
e se efetivamente você conseguir utilizar isso como inteligência que essa engrenagem que o Alfredo deu aula aqui esse spread que você está pagando essa diferença que você está pagando empréstimo você consegue usar toda a liquidez que você está mantendo para gerar outros negócios e que o retorno seja muito maior dentro daquilo que ficou e crédito bem pensado e bem estruturado é crédito barato e no final das contas você consegue alavancar mais todos os negócios
Senhoras e senhores Cara, o nosso episódio pode sair do ar Pra trazer essa tua agressividade Ah, é? Gestual, mano Não sabia não Faz você aí, então Inteligente Artificial Isso aí, galera Senhoras e senhores Sejam muito bem-vindos aqui Ao extremos no G4 Podcast
O episódio de hoje é sobre dinheiro e o narrador já está rindo, né? Ele falou desse assunto, ele já está no débito em conta, já nem vê mais. Cara, eu vou te falar. Esse é um dos temas, talvez, que mais cria diferenças entre as pessoas. Porque cada um tem o seu jeito de lidar com o dinheiro. Cada um foi criado de uma maneira diferente. E é interessante. Acho que o papo hoje aqui vai ser muito esclarecedor para muita gente que está ouvindo a gente aí.
Hoje, turma, o papo aqui no Extremos é sobre dinheiro. É isso mesmo, sobre gestão de patrimônio, liquidez, equity. É sobre como o empresário precisa criar uma rotina, uma disciplina, um plano e um planejamento com patrimônio. É isso mesmo, que dinheiro faz parte.
do patrimônio. Tem patrimônio imobilizado, tem patrimônio líquido. É complexo, Bruno Nardão. Quando chega no teu patamar, é mais complexo ainda? Não é fácil.
fácil tá tudo no banco tá lá rendendo tá de boa não tem que me preocupar olha para a câmera agora não tenho que me preocupar graças a Deus sabe por quê Principalmente porque eu tenho gente boa tocando meu dinheiro fica olhando para câmera e responda o seguinte lá quantas folhas tem o teu imposto de renda cara
Já teve muitas. Agora deu uma diminuída, mas teve muitos porque... Não estou lhe cuidando ativos, Bruno, não. Não, porque eu era sócio de uma empresa que se chama Liber Capital, que ela faz antecipação de recebível. Aí cada operação estava lá. Daí cada operação, ao longo do tempo, que eram as boletinhas grandes, precisava ser contabilizada e jogada lá. Em uma das abas. Só que era tudo feito automático, através do software da própria Liber.
E depois eu só tinha que subir aquele arquivo dentro do negócio do imposto de renda. Mas quando saí, eu não conseguia fazer download do arquivo, para você ter noção. Puta que loucura. Eu acho que eu já te mandei um que eu não conseguia abrir, cara. Era uma loucura. De tanta operação. De tanta operação que tinha feito lá. Mas agora, depois que a gente vendeu a empresa, eu liquidei as últimas operações, há um ano e pouco atrás, dois. Então, ano passado...
Já foi menorzinho esse ano também, graças a Deus. Ficou um pouco mais fácil de empolgar. E o seu? O cara joga pra mim, vai lá e fala. Tem uns papers lá. Eu sou um cara muito diverso, né? Então tem lá, né? Tem uns papers. Mas bom, o cara que cuida disso pra gente é quem a gente trouxe aqui pro extremo de hoje.
Por 20 anos ele trabalhou onde os grandes decidem. Enquanto empresários corriam atrás de capital, ele estava do lado que decide quem recebe. Deutsche Bank. Deutsche Bank. Deutsche Bank, Banco Pine, Banco ABC Brasil, Banco Safra. Por 20 anos ele viu de perto como o dinheiro de quem já escalou é cuidado, protegido e multiplicado.
E isso que agora, empreendendo, ele aplica em empresas como a sua, que está nos ouvindo, e a nossa aqui no G4 Educação. Em 2023, Alexandre Farcú fundou a TF8, empresa que hoje administra o patrimônio dos sócios do G4 Educação, inclusive eu, Tales e Nardon. E ele resolveu focar em empresários que o mercado financeiro, que nunca tinha ouvido falar do mercado financeiro. Bom...
O que já cresceu demais para o banco de varejo, o que ainda é pequeno demais para o private bank. O que fatura 15, 20 milhões e quando olha para o próprio patrimônio não encontra ninguém, nenhuma estrutura ou arquitetura patrimonial ao seu redor. Depois de construir carreira de ouro no mercado, ele decidiu abrir o próprio CNPJ e agora ele está na cadeira de empresário, ajudando empresários a ter o seu patrimônio protegido e crescendo. Senhoras e senhores, Alexandre Farcú hoje.
no extremos. Muito bem-vindo, meu querido. Cara, eu nunca achei que eu ia conseguir trazer pra cá o cara que cuida do teu patrimônio de latifundiário, mano.
Deixa eu contar uma história legal aqui, Alfredo. O Alexandre Farcú, eu conheci ele acho que em 2012. Foi. Foi, né? E a gente começou com uma relação de amizade num pôquer. Exatamente. No pôquer do Léo. Olha o pôquer aí de novo. É, que foi o pôquer que antecedeu o pôquer na casa do Tales. Isso aí. Porque eu comecei a levar o Tales lá pro pôquer e tinha uma galera que era só do mercado financeiro. E daí eu falei pro Tales, pô, a gente deveria montar um da galera empreendedora. Bruno Nadão quase foi Faria Limer, então?
não não porque o lá na cano e o meu braço direito lá o Felipe Orante que trabalhou no Safra né eu trouxe ele de lá e depois a gente continuando nesse pouco então cara eu sempre discutir com Alexandre é muito sobre investimento sobre cara onde que eu coloco minha liquidez ele sempre foi um cara que falou para o sol isso daqui tá legal um cara
muito ganhador de dinheiro desde sempre, mesmo ele trabalhando nessas grandes casas, sempre foi um cara ganhador de dinheiro, e que eu acreditava muito, que eu confiava muito, eu acredito que a base para qualquer tipo de investimento é a confiança, porque mexe com o seu dinheiro, e eu, durante a minha vida toda, gostei de fazer dinheiro.
Então, sempre me preocupei, cara, com o meu dia a dia, com o meu trabalho, em focar naquilo que vai fazer o meu patrimônio aumentar muito, que são as empresas que eu toquei, que eu investia. E eu nunca gostei de gerenciar o dinheiro que eu tinha ganho. Então, eu sempre deixei, e ainda até hoje o meu perfil, que eu não quero ficar vendo, pô, está subindo, está descendo, está subindo, está descendo, e aquilo me influenciar no dia a dia, eu sempre deixei, fui muito conservador em...
90% do meu patrimônio. Mas, mesmo assim, sempre que eu precisei abrir uma offshore, eu liguei para ele me ajudar. Precisei abrir uma conta lá fora, liguei para ele me ajudar. Então, sempre foi uma relação de muita confiança. E quando o Farco estava voltando dos Estados Unidos, durante o período que ele esteve lá no Safra, aqui no Brasil, no Safra, depois lá,
Ele falou, cara, estou pensando em abrir aqui, fundar uma empresa de gestão. Eu falei, pô, cara, se você for abrir, já me fala, eu quero entrar lá como cliente. E fui um dos primeiros clientes lá da casa. E depois de algum tempo, eu lá como cliente falando, eu trouxe você, trouxe o Tales também, e a gente virou muito próximo lá da turma. Bom, qual é...
o erro que o empresário que está crescendo, está ganhando dinheiro, mais comete financeiramente. Com certeza olhar só para dentro da empresa e deixar a parte patrimonial na pessoa física e familiar de lado. Esse é o erro mais comum que a gente vê quando a gente aborda um cliente novo.
um relacionamento novo, onde se coloca muito esforço em crescer a empresa, só que você pode, ao mesmo tempo, ser eficiente em crescer a tua empresa, gerar valor para o teu patrimônio com a tua empresa, só que ter uma organização do teu lado patrimonial, pessoa física e familiar, com planejamento adequado. Então, para mim, hoje é o maior erro, é o timing que você faz isso.
fazer o que vocês fazem com os empresários aqui, que é organizar o negócio deles empresarial do início, que possa crescer com qualidade, é aplicar a mesma coisa na pessoa física e na estrutura familiar, e as coisas podem andar juntas aí tranquilamente.
mas você acha que o cara tem que ter um determinado valor? Ah, quando eu tiver um milhão no banco, quando eu tiver dois milhões, dez milhões, qual é o momento na física que o empresário precisa começar a criar uma estrutura patrimonial, a buscar ali não mais só um banco, ou a gente viveu aí uma verdadeira...
virose, vamos chamar assim, na minha opinião, do amigo que trabalha na XP, que trabalha no BTG, do amigo que virou agente autônomo e aí você quer ajudar o amigo. Como não tem muito risco de estar botando dinheiro no teu amigo, mas você está botando dinheiro numa instituição, mas no final do dia é uma pessoa que não entende nada de...
Dinheiro, ela entende de relacionamento, na maioria das vezes. Perfeito. E aí hoje você vê o dinheiro muito espalhado. Tem algum número que você fala, cara, quando você tiver 2 milhões, está na hora de você procurar um family office, procurar alguém que tenha capacidade de estruturar patrimonialmente? Porque é isso, quanto antes você estrutura, mais eficiência você captura no tempo.
Sem dúvida, sem dúvida. Eu acho que para cada tamanho tem uma solução específica e eu sou muito a favor a começar do zero, mesmo quando você não tem patrimônio, que é o que a gente chama de período de aporte e acumulação. Nessa etapa, você não vai contratar uma empresa muito estruturada que vai te cobrar muito caro por isso, mas tem soluções hoje no mercado.
que são totalmente atrativas para o cliente começar num período que ele está pequeno e se preparar para o momento que ele vai crescer e chegar num patrimônio relevante. Então eu sou a favor de começar com essa questão da educação financeira e essa disciplina desde o início, desde quando...
O cliente ali está iniciando sem patrimônio, basicamente. É, porque o empresário começa a ganhar dinheiro, mas na maioria das vezes ele ainda tem que comprar uma casa, depois ele ainda tem que comprar o carro, depois ele faz as viagens, depois ele compra a casa de campo ou numa segunda residência. Exatamente. Então, assim, normalmente o cara quando começa a ganhar dinheiro ele tem um tempo até ele virar um acumulador. Perfeito.
Como é que hoje você vê isso lá com os seus clientes? O empresário brasileiro, ele junta dinheiro?
Olha, na prática, comparado com outras culturas, como a cultura americana, japonesa, europeia, o brasileiro é menos poupador, tanto que a nossa dívida familiar brasileira é muito maior proporcionalmente do que, por exemplo, outros países que são mais poupadores. Então, na média, o brasileiro poupa menos, ele tem menos essa cultura de poupar. Um dado interessante, quando você compara o número de investidores de pessoas físicas nos Estados Unidos,
chegar para ter quase 60% da população americana. No Brasil, a gente não tem nem 5% da população como investidor ativa na Bolsa de Valores, que é uma forma de você investir em empresas pensando a longuíssimo prazo. Outra forma é você empreendendo. Mas fora do Brasil, com certeza, esse mercado é muito mais maduro do que aqui efetivamente.
Então, outro dia eu ouvi um corte do André Esteves falando disso, falando que o cara vendeu a empresa por um bilhão e o cara nunca tinha investido dinheiro na bolsa. O dinheiro do cara todo estava na empresa dele até a venda. Exatamente. Quando o cara vendeu a empresa, ele tinha que alocar um bilhão. E aí o André foi lá conversar com o cara, recebeu o cara no BTG. E aí o cara falou, pô André, mas essa parada da bolsa... Ele falou, cara, 100% do teu patrimônio estava na bolsa, porque estava na tua empresa. Agora eu estou falando para a gente botar 20% em várias empresas.
Isso é um comportamento normal? Tu acha que o brasileiro acaba pegando dinheiro e realocando no negócio, realocando no negócio e tendo essa autoconfiança excessiva de não respeitar uma regra de tirar do negócio dele para botar em outro negócio?
Com certeza. E essa comparação é muito interessante, porque o cliente estava praticamente 100% alocado em uma ação de capital fechado, que é a própria empresa dele, que ele controla crescimento e controla resultado. Mas a partir do momento que ele faz o exit do negócio dele e transforma esse liquidez, ele tem um bloqueio de investir em outras empresas, talvez porque ele não tem o controle do negócio como ele tinha no negócio dele.
Só que no final das contas, ele está incorrendo, muitas vezes, até um risco menor do que ele tinha na empresa dele.
São empresas que têm governança, têm dominância dentro dos seus mercados, têm crescimento mais previsível. Então é um fato bastante interessante e é uma questão de você educar o cliente em como ele criar aquele percentual dentro do portfólio dele, em que ele vai continuar a se expor ativos reais, que é um pouco do que a gente defende muito lá na TF8, que é como se expor ativos escassos.
Empresa hoje é um ativo escasso, depende de como a sua empresa está formatada no mercado. Se ela tem um bom negócio, se ela cresce bem, se ela entrega governança, se ela entrega resultado, ela vira um ativo escasso porque as outras do mesmo setor, elas não fazem da maneira que vocês fazem. Exemplo G4. Vocês pegam quem são os players hoje no mercado que fazem o que vocês fazem. É um ativo escasso, por isso que efetivamente entrega valor. Então o conceito é muito do que acontece na realidade com...
quando você entra para uma carteira de investimentos e vai para olhar um pouco as suas teses no papel.
Muito bom. Cara, você hoje está construindo uma empresa num setor onde, no fim do dia, a confiança é o produto. A gente vê muitas coisas que acabaram acontecendo no mercado nesses últimos anos, como o caso do Master, alguns produtos estruturados que também não deram em nada.
e que no fim do dia essas grandes plataformas que distribuem esses produtos deveriam, de alguma maneira, fazer a do diligência deles, mas acabam envelopando aquilo porque talvez tenha um interesse, um alinhamento de interesse, talvez uma transparência não tão clara com o cliente final, porque eles também estão incentivados a fazer o deles. Como que é e como que se vende confiança num negócio desse, cara?
Eu acho que é tempo. Confiança, para você adquirir confiança é tempo. A nossa relação mostra isso. A gente se conheceu em 2012, você teve 14 anos para testar a nossa relação e adquirir confiança. E isso, tempo não se compra. Então, o nosso negócio, ele é basicamente tempo. É um negócio que é para longuíssimo prazo, construir relação, atender o cliente e a família dele.
na questão multigeracional. Então a gente hoje construiu a empresa basicamente pensando numa empresa para 50 anos e não numa empresa para curto prazo. Então respondendo a tua pergunta de forma direta, com certeza o tempo é a resposta para essa confiança. TF8 tem alguma coisa a ver com isso? A gente definiu o significado de Trust for Infinity justamente para poder traduzir para o nosso cliente o que a empresa quer trazer de valor agregado, que é basicamente o nosso primeiro pilar, é a confiança. E hoje qual é o tamanho do patrimônio que vocês administram lá?
hoje tá próximo de 2 bilhões de reais e como que a gente parte do Nardom então a não posso abrir aqui porque eu não coloquei 100% ainda tem uma parte da o e em outros lugares
Cara, é foda, bro. Cara, agora, como que você, assim, vê a transparência, né? Que isso foi algo que quando eu conversei com você, que você estava montando a empresa, eu falei, cara, hoje uma das coisas que mais me incomoda no mercado é a transparência. É a transparência de do que o outro lado está ganhando ao me recomendar algo. E, poxa...
É, a grande discussão do mercado, né? Foi uma das grandes alavancas de crescimento da XP na época, que foi o posicionamento de XP versus banco em termos de variação de prateleira de produto, que eu lembro, pô. Antigamente, lá, quando eu era universitário no Santander, eu tinha, sei lá, quatro opções de investimento, cinco.
É, mas eu acho que mais do que isso, né? Antes de migrar para eles, eu já tinha uma outra empresa que eu colocava ali um cacareco de agente autônomo. E, poxa, o assessor lá me ligava nunca. E quando me ligava era para me oferecer algo que eu... Que estava em lançamento. É, que eu queria quase mandar a pessoa para aquele lugar. Eu falei, pô, nunca liga para mim.
Eu estou colocando um pedacinho irrelevante, mas para criar confiança, ao criar confiança eu vou tombando mais dinheiro para lá, normal.
Mas que era sempre assim, eu falava, pô, cara, não faz o menor sentido esse tipo de approach, né? Então, o meu problema sempre foi a transparência. O que o outro lado ganha? Como que você vê? Porque o mercado financeiro também, a regulamentação como um todo tem mudado para que fique mais claro para o cliente o quanto cada parte está ganhando daquele produto. Como que você vê a transparência mudando e o teu papel?
ou o papel da tua empresa de trazer essa transparência para o cliente final. Eu acho que só tem um ponto legal de agregar no que ele falou, da confiança, que vários negócios, prestadores de serviços que nos seguem vivem dessa mesma grande fundação do marketing, que é a confiança. Tem uma coisa que... E ele falou de confiança só se conquista no tempo. Tem uma coisa que distorce confiança, recomendação. Concordo. Pessoas.
isso é uma coisa que normalmente ela é a mais poderosa né pessoas recomendação a associação e depois naturalmente
a parte de ambiente. Então, pô, quando uma empresa, você vê uma empresa patrocinando por um puto evento, uma parada muito assim, naturalmente aquela empresa ali, ela passa algo. E aí você tocou no caso do Master, era exatamente o playbook do Master. Olha todos os eventos que o Master patrocinava, todas as pessoas que o Master contratava para estar ali, de certa forma, conectado com o banco. Você olhava aquilo ali e falava, cara, esses caras, pô, são grandes.
Os caras estão querendo ou não, demorava até você se questionar. Hoje tu olha e tu se questiona. Mano, como é que os caras faziam tudo isso? Mas na época...
Era quase como se teu cérebro estivesse olhando só a metade do copo. Só o copo cheio. É aquele negócio, pelo menos nesse caso, você falou, pô, eu procuro... Cara, de onde esse cara veio? O que esse cara era antes? Não. Cara, como esse cara virou dono? Como a gente tá tão grande? Cara, assim, eu falei, meu, tem... Então...
Não cheira bem. A percepção, que é a primeira coisa do marketing, a percepção era, porra, esse cara é forte. Aí depois, obviamente, vinha a Lê do dirice do negócio, de falar, cara, mas porra, quando a promessa é muito grande, tanto que eu falo isso para muito aluno, eu falo isso para o Lê da BC Energia. Cara, o Lê tem BC Energia em boa vista. Baixa 30% a conta de luz.
20, 30% da conta de luz. Bom saber. E, cara, eu não confiava, pô. A esmola era tão alta que eu não confiava. Eu falava assim, pô, essa parada é mó loucura. É igual o advogado tributarista. Você conversa com o advogado tributarista, você está sempre deixando dinheiro na mesa? Que história é essa? Como assim? E aí, quando você vai profundo, então eu sempre falo, cara, oferecer o dinheiro que está na mesa gera mais insegurança.
do que talvez mostrar o teu conhecimento técnico, que foi o que o Adolfo mostrou para a gente no episódio com ele. Por sinal, bota aí o link na descrição do episódio com o Adolfo, que foi muito maneiro sobre questão tributária. O cara teve uma serenidade de passar esse conhecimento muito maneiro. Mas fala um pouquinho mais de transparência, como que vocês têm trabalhado isso lá, cara.
Quando a gente montou em 2023 a empresa, foi ali para cuidar o patrimônio das nossas famílias e de family friends. E a gente se questionou muito do nosso go to market, que foi final de 2023 para 2024, qual que seria o modelo mais transparente a trabalhar com os nossos clientes. Por quê? Porque eu, e culturalmente a nossa empresa acredita que a partir do momento que um cliente não saiba o quanto ele está pagando por um serviço, você já cria uma relação de atrito desde o início.
Por quê? Porque ela fica obscura, dado que você vai efetivamente fazer a venda para o produto. E dois, a relação não fica saudável, porque o cliente nunca vai valorizar a sua entrega e o trabalho que você vai efetuar para longo prazo para ele. Então, eu acredito muito que nesse nosso mercado...
O que a XP fez lá atrás foi disruptar o mercado e ajudou muito a criar mais concorrência, justamente para que a gente tenha mais casas, mais bancos, mais corretoras, para que o cliente possa ser melhor atendido. Nesse crescimento desenfreado, você vai ter a parte ineficiente, que são as alocações ruins, que são as vendas de produtos incorretos. A forma que eu acho que você tem de proteger a empresa de fazer isso perante ao cliente é você ter uma remuneração transparente com o cliente, que ele sabe o quanto ele paga por aquele serviço.
e um modelo de trabalho onde você consiga ter um controle interno, onde efetivamente os bankers e quem cuida dos relacionamentos, eles não tenham efetivamente abertura para escolher o produto especificamente. Você tem que ter áreas efetivamente dentro da empresa que falasse. Explica um pouco mais disso.
Isso basicamente você cria um núcleo de inteligência dentro da empresa, que quando você tem um lançamento de um produto novo, isso passa por um crivo interno, de análise, e através dessa análise, efetivamente, você vai colocar, isso para distribuir na carteira dos clientes. Então, na prática, hoje, até a gente fez esse cálculo no ano passado, dentro do nosso crivo, dentro da estrutura atual, menos de 6% do que é disponibilizado na plataforma hoje, passa dentro do nosso crivo.
Não quer dizer que os outros 94 sejam ruins, quer dizer que os outros 94, para o perfil de cliente que a gente trabalha, porque a gente acredita hoje de Brasil e efetivamente dentro dos portfólios, não se enquadra para aquele momento. Mas, obviamente, dentro desse percentual grande tem coisas ali.
como não só o Master, como Oncoclínicas, que recentemente está pedindo recuperação judicial e 100% do caixa estava no Master, foi prejudicada, como várias empresas que sofrem dentro do ciclo da economia brasileira. E como que hoje é estruturada a TF8? Porque eu tenho uma grana que está lá fora, que a empresa faz a gestão. Tem uma grana que... Como é que funciona hoje? Como que são as áreas? Como que são os times? Como é que é isso?
A gente tem hoje basicamente três estruturas completamente segregadas. Uma é assessoria de investimentos, que é focada no cliente que está em crescimento de patrimônio, de 1 a 10 milhões de reais. Ali a gente utiliza muito a estrutura da plataforma para poder alavancar muito o relacionamento com esse cliente, entregar um bom serviço. Esse é o de outubro.
A segunda, a gente tem a nossa Wealth Planning, que é a nossa gestora, que atende famílias com patrimônio acima de 10 milhões de reais, e aí numa estrutura individual ou familiar. E por último, a gente tem uma empresa de serviços financeiros que é para ajudar o cliente em capturar ofertas de crédito, alavancagem inteligente, câmbio, derivativos. Então a gente usa essa empresa de serviços financeiros para atender apenas o nosso ecossistema.
ali dentro dos nossos clientes hoje. Então hoje o cara para ser cliente da F8 tem que ter pelo menos mais de um milhão. Mais de um milhão de reais que é o nosso segmento de entrada. Líquido, no caso. Exato, mas a gente também tem um cuidado de olhar cliente a cliente, Alfredo, porque o nosso cliente, 90% ele é um empresário. A gente atende muito pouco clientes ali que são os famosos CLTs.
e esse cliente empresário ele tem um momento dele então separa muito do cliente tem um patrimônio gigante que a empresa e que eu invisto junto com ele atender quando ele tem menos liquidez porque eu sei que no momento que ele fizer o exite daquela empresa ou ela for altamente geradora de dividendos eu já estou atendendo esse cliente com muita qualidade mas hoje o teu modelo de negócio você ganha um percentual em cima do patrimônio gerido só
Só um ponto aqui antes. Então, isso que você está falando para esse cara que talvez não tenha ainda o patrimônio líquido, você pode ajudar ele com serviço financeiro. Exatamente. É isso que você está falando. Às vezes o cara quer estruturar uma dívida. Uma dívida, exatamente. Precisa de uma ponte de caixa para algo. Exatamente. Ele tem uma casa que, daí, às vezes, ele está apertado, ele está batendo no banco.
E, cara, os juros que o banco está cobrando é muito desproporcional, mas você consegue estruturar algo porque ele tem um colateral a casa dele, é isso? Exatamente. E mais que isso, também agregar com a nossa equipe uma inteligência se aquela alavancagem que ele vai efetuar vai trazer o retorno para aquilo virar dinheiro no futuro, que acho que é a parte mais importante.
Hoje, tomar dívida ou não tomar dívida, não existe bom ou ruim. Existe se aquele capital de terceiros que você está tomando, ele vai ser bem empregado para que te dê um retorno maior do que o custo da dívida e gere grana no teu bolso no final das contas. Então, nessa parte de serviços financeiros, a gente ajuda muito o cliente a pensar desse lado, não necessariamente ele estando líquido, mas ele precisando dessas soluções. E no Brasil, hoje, a gente tem algumas soluções inteligentes de crédito para o cliente alavancar. Linhas do Benedesse, linhas do FINEP para empresários, que são linhas...
com um fomento bastante interessante, lastrado em garantias reais, que o custo cai. Banco hoje, olha qual é a garantia que ele tem. Se for uma garantia boa, ele vai te cobrar menos spread. Com menos spread, você tem menos custo de dívida. A probabilidade de você fazer mais dinheiro em cima daquele dinheiro é muito maior. Perfeito. Agora volto para o que você estava perguntando, da parte de alinhamento de interesse. O teu modelo de negócio hoje é em cima do patrimônio.
Ou é um percentual em cima do patrimônio que o cara paga? É um valor fixo? É um percentual do patrimônio que você ganha em cima dos produtos financeiros? É um fim mensal? Como é que funciona hoje para o cliente que nem eu, que tem a porra offshore, que tem os bancos do Brasil, que você cuida de todo o ecossistema? Só para vocês entenderem, hoje...
até F8, ela é meu family office. Então, basicamente, eu vou comprar um imóvel, cara, eu consulto ele se, pô, eu tenho fluxo de caixa, se quanto isso vai desbalancear do meu patrimônio. Pô, eu quero investir no imóvel na planta, eu ligo para ele e falo, cara, estou olhando isso aqui. Não é que eu não tenha autonomia para, mas naturalmente, se eu dou o input, ele consegue colocar isso num plano que a gente construiu ao longo de um ano ali.
aonde ele entende o meu perfil e ele vai cuidando de tudo, cara. Quanto percentual que eu tenho em joia relógio, quanto percentual que eu tenho em carro, quanto percentual que eu tenho em startup, quanto percentual que eu tenho em imóvel, quanto percentual que eu tenho em ação, quanto percentual que eu tenho em renda fixa e por aí vai. Complicado o dele, hein? Pô, eu dou menos trabalho que você nisso, viu? Acho que eu sou o cliente perfeito.
Falando nisso, eu queria ver um apartamentinho em Miami que eu estou vendo no TikTok.
Diz a mulher do TikTok que é uma oportunidade que o cara tá apertado. É real? É real. Vamos meia? Vamos? Tô dentro. Três quartos.
Tá bom, a gente já fala sobre isso. Eu achei muito interessante. Vamos falar no óbvio. Vamos fazer ao vivo aqui. Com alavancagem ou sem alavancagem? Ah, com, né? A parcela aí a gente é corajoso pra caralho. Como diz o Gustavinho Lima, na parcela a gente compra a lua. Eu já sou do outro lado já, né? Eu já sou, porra. A vista tem mais desconto ou não? Não, não. Se o desconto de A Vista vale a pena, a gente vai na Vista.
É, mas eu acho que pensar numa estrutura de financiamento lá fora, estruturalmente lá fora, para você financiar muito mais barato que no Brasil, e quem tem patrimônio dolarizado, tem efetivamente esse benefício de poder também tomar dívida lá fora, para poder alavancar patrimônio. Então, pô, essa oportunidade do apartamento, você vai tomar um juros lá de 10, 20 anos nos Estados Unidos, a 6% ao ano, você vai colocar para alugar, só o juros, só o aluguel, às vezes já paga o teu custo de financiamento da dívida, não do principal.
Então, eu gosto muito de olhar a visão completa do patrimônio do cliente, porque você consegue também ganhar muito dinheiro quando você faz essa alavancagem com inteligência. Mas voltando ao ponto, como que... Estou de olho, estou de olho. Se aí que está assistindo, se tiver alguma coisa canelada em Miami, call me.
Como que é o teu modelo de remuneração? Basicamente, se um cliente tem ali 10 milhões aplicado, a gente cobra um percentual sobre o valor aplicado desse cliente, dividido por 12 meses. Então, você é 0,6 ao ano, são 60 mil reais, dividido por 12. 5 mil. Exato, e o cliente vai pagando isso mensalmente. Conforme esse patrimônio vai crescendo, essa taxa vai aplicando sobre o rendimento do dinheiro mais o patrimônio.
E a gente tem escalas, tem uma tabela de taxas. Então, quanto mais recurso o cliente tem comigo, menor a taxa que eu aplico para ele. E daí você só ganha nesse FIFIXO ou também tem algum incentivo na performance? Na gestora, no modelo que é tocado pelo meu sócio, o Thiago, ele montou também uma...
Um modelo de negócio onde ele corre o risco com o cliente, onde ele diminui bem a taxa de administração e a gestora só ganha efetivamente se a rentabilidade for acima daquele benchmark, daquela rentabilidade alvo. Então a gente tem esses dois modelos até para a empresa correr o risco junto com o cliente.
E como que ele está alinhado a não fazer barbeiragem? Porque assim, se ele está só no ganho, ele vai tentar ganhar o máximo possível. Ficar mais corajoso. Exatamente. Bom, se tem uma coisa que funciona bem no Brasil, são os órgãos reguladores. O sistema bancário e financeiro brasileiro é modelo aí no mundo inteiro.
Então, efetivamente, para ele enquadrar um cliente de um perfil conservador, moderado ao arrojado, tem todo um processo, antes dele iniciar esse processo de gestão, que ele precisa efetivamente respeitar isso junto com o cliente. E como no nosso modelo o cliente participa muito ativamente no comitê de investimentos, vocês são prova disso?
efetivamente se tem como perceber se o que está sendo desenhado para aquela carteira, para aquele portfólio, está aderente ao perfil daquele cliente. Então, no final, é isso, a confiança, que é o que voltamos à questão de confiança do início da conversa, com a questão da execução. Perfeito.
E o que muda, né, daí para a galera que não entende aqui, né, que a gente está falando de basicamente três empresas diferentes. Uma empresa de assessoria, que é basicamente o estilo agente autônomo que todo mundo conhece, gestora e serviço financeiro. O cliente pode estar nas três?
hoje o cliente a gente prefere até porque estão regulatório cliente estar em uma outra então a gente não tem clientes que estejam na assessoria e efetivamente na gestora questão de Chinese wall questão de separação de plano de trabalho então a gente prefere ter uma situação mas o modelo para você de remuneração é diferente não é sempre sempre igual na assessoria de trabalha no modelo de fixo também sempre sento moda de fixo onde o cliente sabe o quanto ele paga não
banco que ele tem. Então na assessoria a gente está vinculado à plataforma, né? E na gestora hoje o cliente tem a liberdade de escolher ali a plataforma, o banco ou corretora que ele vai trabalhar. E o brasileiro, ele costuma ter conta em mais de um banco? Hoje...
Eu diria que nos últimos 10, 15 anos sim. Eu acho que hoje é até por questão dele ter o poder de comparar serviços e entregas. A cultura dele ter um ou mais bancos, que eu acho que é um pouco o que foi feito no mercado lá atrás, no conceito de plataforma aberta, a XP e o próprio BTG introduziu isso.
dá esse benefício do cliente ter uma ou mais contas para efeito de comparação do que ele vai consumir melhor. Então, hoje é muito comum você ver o cliente ali 50-50, 33-33-33 dentro de diversas plataformas. Com dois, três bancos e a média do brasileiro hoje diz. Hoje com certeza. Dois com certeza e eu diria que três ali já é mais comum hoje no comportamento.
E aí aquele mito lá, é mito ou verdade aquela coisa que quando você dilui nos bancos, você perde acesso a produto, você perde relacionamento, que vale mais a pena... Porque é isso que o banco vende, né? O banco vende, concentre aqui...
que vai dar bom. Eu já tenho uma visão diferente, eu acho que a partir do momento que você concentra e você tem um banco ou uma corretora que só distribui produtos unicamente naquela bandeira, a probabilidade de ter um conflito de interesse é grande, porque tem que lembrar que por trás, numa área de investimentos, você tem geração de negócio, dívida, empresas estão trabalhando com banco. Então eu acho que esse modelo de plataforma aberta que veio para ficar, ele bem usado, ele é muito benéfico para o cliente,
Porque primeiro, ele não precisa ter 10, 12 contas para acessar os melhores produtos que ele poderia acessar. Ele pode ter duas ou três, como a gente discutiu aqui. E ele cria uma concorrência interna ali entre as plataformas para ele conseguir efetivamente a melhor condição para ele dentro daquele objetivo. Por que você acha que esse alinhamento de FIFIXO alinha mais do que o modelo transacional?
Basicamente porque o cliente sabe quanto ele paga do início ao fim. E dois, ele tem visibilidade de tudo que um produto que está sendo alocado na carteira dele, quanto que está sendo ganho em comissões dentro daquele produto. Porque ele recebe como cashback toda a alocação, seja via fundos, CDBs, LCAs.
Você acha que esse desalinhamento, porque, por exemplo, são todas assessorias, independente da plataforma que a gente está falando, que trabalham nesse modelo, né? Eu vejo que existe uma migração da galera para esse modelo, mas até, sei lá, agora, muitas delas trabalham assim, pô, se eu vender esse COI aqui para você...
Pô, eu como agente autônomo, vou ganhar aqui um COAS, um valor maior. Então, vou tentar te empurrar isso, como aconteceu comigo nessa outra empresa que eu estava antes. O cara vinha, só lançamento, negócio. O cara está ganhando algo para me oferecer esse negócio. Óbvio, isso me incomodava muito.
Quando eu migrei, eu falo... É que eu acho que também existe uma parada... Você acha que isso alinha mais? Você acha que essa confusão de muita gente insatisfeita também nesse mercado... Você recebe muito cliente que estava nesse modelo anterior que veio para você e falou, é que eu acho o seguinte... Você acha que isso desalinhava muito?
Eu acho que a gente está tendo uma evolução, eu prefiro ver de outra forma, a gente está tendo uma evolução no mercado. Esse nosso mercado é um mercado muito novo, que nos Estados Unidos se faz há 50 anos e no Brasil se faz há 20, 25 anos. Eu vejo esse modelo de você ter a transparência como uma evolução do que foi iniciado no mercado há 20 anos atrás, onde a regulação só permitia, naquele momento, a venda por produto.
Então, a partir do momento que se identificou uma dor do cliente de não ter essa visibilidade e na distribuição errática de alguns produtos, como foi mencionado, com comissões demasiadas, o mercado se ajusta. Eu acredito muito nesse ajuste natural do mercado entre oferta e demanda e na prática eu acredito que no nosso modelo como empresa hoje, para onde o mercado vai, o mercado de fixo e de...
de costureza e de wealth vai crescer muito mais que o modelo transacional hoje, que toma boa parte do mercado. Quando um cliente novo entra lá, e daí eu vou falar por experiência própria, tinha algumas coisas que eu nunca achava que faziam sentido na minha vida. Então, seguro de vida. Prudential. Tem que ter. Você aí que está ouvindo a gente, empresário, tem que ter Prudential.
Até ter filho, até ter filho, eu nunca achei que era algo relevante. Mesmo depois de ter filho... Você já tinha muito dinheiro. Pode falar a verdade, a gente está num ambiente fechado aqui, só tem 10 mil pessoas ali ouvindo. Você tinha muito dinheiro já. Não, não, mentira, né? Já tinha, já. Não, pô, quando o Gu nasceu... Não, tinha dinheiro, calma. Perto que tu tem. Bom, anyway. Tinha um mês do rendimento do teu banco.
Já tinha bastante já. Não, cara. Tinha, só estava imobilizado. Não, para. Só era equity, era equity. É, então. Tu lembra dessa conversa que a gente teve? Bom, anyway, vamos pular aqui para o ponto que eu estou falando. O Dardone se sente desconfortável de falar de dinheiro. Aí eu fico aproveitando esses episódios que eu gravo sem ele saber. Para falar, tu lembra quando a gente se falou dessa parada de equity, patrimônio, que a ação só quando fosse listada virava patrimônio?
Exatamente. Se fosse startup, tu não contava com ele? Até hoje eu não conto dinheiro do G4, que vale muito como patrimônio.
Eu não conto. É uma forma conservadora de enxergar. Eu não conto. Deveria contar, Fáculo? Eu acho que deveria pelo menos um percentual, porque é um negócio que gera e cresce, né? Mas é uma forma de ver. Eu vivo minha vida sem contar. Eu vivo de boa. Cara, mas por exemplo, seguro de vida... O... É o melhor.
É, é o que eu tenho. O fato gerador que me moveu foi, cara, eu começar a fazer triatlon e andar de bicicleta na rua, que eu falei, pô, é um risco que agora, pô, eu posso, cara, cair e morrer.
Mas pode, como acontece com o anticiclista. Você chega a quanto lá no negócio? A 80? Dependendo da descida, é isso daí. 80, 85 por hora. Mas o problema é não é descida. Eu não bati 40 no patinete no Boa Vista e já, porra, já rezei para o Antônio. Mas assim, e não só isso. Por exemplo, muitos empresários que são a primeira geração de fundadores, eles não se preocupam muitas vezes com como que eu vou...
fazer para esse patrimônio passar para frente. Eles não se preocupam com as estruturas porque você está no momento de construção e mesmo assim, enquanto você está na construção, ali no começo, do 0 para o 1, do 1 para o 10... Você tem que tatuar essa porra. Ele tinha que meter aqui no braço, 0 para o 1, 1 para o 10, 10 para o 100. Concordo. Ou quando a empresa ainda está naquele momento de se consolidar, não é uma preocupação, porque está preocupado em... Caralho, tive a ideia brilhante.
em fazer o negócio acontecer mas aí calma aí né esse é o nome do teu livro mas mas é um ó do olhar para o 1 a capa do zero para o 1 do 1 para o 10 do 10 por 90 do 90 por 100 é a ideia
O ponto aqui, voltando aqui, o ponto é, vocês ajudam essas novas pessoas que estão entrando a olhar de uma maneira mais 360 o momento que elas estão e o que elas deveriam olhar, mesmo que aquilo não seja implementado?
em D0, até mesmo, por exemplo, exposição para fora, eu já tenho faz muito tempo dinheiro fora e tento manter um percentual ali entre 20% e 30%. Em algum momento eu quis ter mais, você falou, pô, dá uma segurada aí, acho que tá bom o patrimônio que você tem lá fora. Agora que o dólar caiu de novo, minha mão já coça já. Pô, vamos mandar dinheiro, vamos mandar dinheiro.
Mandar dinheiro para fora e tal. Como que é essa análise que vocês fazem? E normalmente o que são essas estruturas típicas que o empreendedor empresário deveria pensar? Basicamente, quando você vai olhar os instrumentos eficientes no Brasil, falando de grana, passagem de grana...
É o que o Alfredo colocou, Prudential ou Previdência Privada. São as duas formas mais eficientes hoje. E colocar na conta essa eficiência do imposto é muito importante, porque no final, se você não faz o planejamento, acontecendo o evento, você está deixando grana para o governo, de uma forma totalmente ineficiente. Então, quando a gente fala de grana hoje, a depender do perfil, de como você quer formatar, você pode ter os dois ou você pode ter um ou outro.
Então eu acredito muito que, dependendo da fase de vida que você tem hoje, se você é um cara que tem muito patrimônio, a Previdência vai ser mais eficiente do que provavelmente a Prudential. Se você está no meio do caminho, você pode ter os dois. Se você está em construção de patrimônio, a Prudential, o seguro de vida, ele traz uma alavancagem patrimonial absurda, onde a passagem daquele patrimônio, ela praticamente é isenta de imposto, no caso da Prudential e da Previdência, com uma tributação regressiva até 10%. Obrigado.
Então eu acho que depende muito da fase que o cliente está e a forma que vai ser implementado isso, sendo que você pode fazer um mix das duas, mas basicamente hoje, falando em grana, são as duas soluções mais efetivas que você tem no Brasil hoje para ter uma eficiência tributária bastante relevante.
Mas além disso, você entrou um cliente novo lá, olha, o cara tem patrimônio fora, não tem, onde está consolidado o patrimônio dele, para tentar pelo menos direcionar, cara, olha só, isso daqui que você não tem, você deveria ter, como é que funciona isso hoje?
Não, sem dúvida. Conforme o cliente vai evoluindo no patrimônio dele, você vai trazendo soluções mais sofisticadas. E a parte offshore é uma parte muito importante, porque ela também tem esse benefício de estruturação longe de uma jurisdição brasileira e de uma jurisdição no exterior. Então, a partir do momento que o cliente vem construindo o patrimônio, ele transforma isso em dinheiro...
Uma das formas de você fazer isso de uma forma eficiente é também pensar como numa estrutura de multijurisdição, você ter uma eficiência de passagem desse patrimônio, onde você não estará efetivamente exposto só às leis brasileiras, mas às leis lá fora. Então, é uma visão 360 e eu acredito muito que é a fase que o cliente está.
Até para que, efetivamente, a estrutura não fique cara. Uma das nossas preocupações lá dentro da nossa base é, basicamente, você trazer todo esse tipo de solução, aquela fase do cliente ainda não ser ideal, ele gastar muito dinheiro com aquilo e ele não chegar, talvez, ali na fase 10, como você muito bem coloca, onde ele já gastou um monte de dinheiro montando a estrutura. Foi ineficiente. É, torna-se ineficiente todo esse monte de estrutura que ele montou. Perfeito. Cara, quando você pensa em... Ah, eu vou adorar.
Contou sobre, pelo amor de Deus, é cada coisa que eu tenho que aguentar. Voltando aqui, como que você vê os principais perfis de investimento que você tem de clientes teus lá dentro?
A gente até trabalha com quatro perfis ao invés de três, que o mercado hoje trabalha com conservador e moderado e arrojado. A gente gosta de ter o ultraconservador, que é para separar bem o conservador, que é aquele cliente que não quer risco nenhum, já tem muito risco no negócio. O Nardom é o quê? O Nardom hoje, posso abrir? Pode. É entre conservador e moderado, eu diria. Ele gosta um pouco de risco, mas muito calculado.
E ele faz muito esse cálculo do que ele coloca de risco já das empresas que ele tem participação. Então ele consegue ter essa visão 360. E o Alfredo? Por questão de compras, você precisa perguntar, Alfredo. Pode falar, pode falar. O Alfredo ali também está entre um conservador moderado. Um pouco mais para moderado. O Alfredo já ali gosta de umas estruturas um pouquinho mais exóticas. Pegue-me, câmera. Já está se achando agressivão, né?
Tá se achando agressivão. Olha, galera, vocês entenderam, né? Risco a gente toma no negócio, galera. O patrimônio que você já construiu tem que ser da paz de espírito pra você colocar a cabeça no travesseiro. E se tiver um ano ruim ou um ano muito bom...
você não ficar ou muito feliz ou muito triste. Porque às vezes você fica muito triste no teu dia a dia, porque, cara, o Bitcoin desceu muito, subiu muito. Mas olha só, galera, vocês viram como é muito importante, principalmente quem é empreendedor aí, cara, não ficar inventando muita moda, né? Eu e o Alfredo, a gente é conservador moderado, o Alfredo moderado um pouquinho mais do que...
Muito porque, cara, eu pelo menos quero estar com a minha cabeça no negócio. E se o meu patrimônio líquido variar muito para baixo, eu estar com a cabeça tranquila de sentar e dormir tranquilo, pensando no negócio e não ficar preocupado. Pô, o mercado teve uma crise.
crise do Covid. Cara, beleza, eu vou focar na minha empresa, porque eu sei que o meu patrimônio líquido está conservado e vai poder, caso eu precise, liquidar ele para ajudar a minha empresa principal. Então, cada um, às vezes as pessoas começam a ganhar dinheiro e quer tomar risco para caramba fora. Cara, vai com calma, foca no teu negócio principal, quer o teu gerador, que é ali que você vai tomar risco. Até porque a minha visão é a seguinte,
Às vezes, para você ganhar 5% a mais, eu falo isso com o Farcú direto, 5, 10% a mais, o teu risco é de perder 30%. Então não faz sentido, na minha opinião, hoje. Aí que entra, eu acho, essa parada da inteligência financeira. Pô, hoje, o quanto eu consigo produzir de grana, o quanto eu consigo ter de rendimento, pô, eu tomar risco...
com um principal assim, não faz sentido nenhum. Agora, às vezes eu vou tomar risco num dinheiro novo. Vou pegar o rendimento de um mês e vou... Porque isso a gente tem com ele. Eu tenho. Você tem também, provavelmente. Você tem lá um valor onde, cara, você fala, cara, esse valor aí eu estou, pô, por risco.
Esse aí me traz operação, ou pô, toca aí e eu vou avaliar cada seis meses, eu vou avaliar cada um ano o que tu fez com esse pedaço aqui do dinheiro, que aí é o que o Nardão falou, quando você vai construindo confiança, você vai começando a, obviamente, olhar para isso como um negócio. Mas... Eu tenho uma visão diferente também, cara, eu acho assim que... Imagina que você tem 100, tá?
Só falar um número, 100. Pode ser 100 mil reais. Vamos falar um milhão. Vamos falar um milhão. Vamos falar um milhão de reais. Vamos falar 100 milhões. Vamos ser mais próspero. Que é o teu caso, um pouquinho mais do que isso, talvez. 200, 300, 500. É tu. Vamos falar um. Você tem um. E a tua empresa é uma empresa que fatura, sei lá, 10 milhões por ano.
Cara, onde que faz mais sentido você perder seu tempo, ter dor de cabeça e focar? Em fazer o 1 virar 2 ou em fazer o 10 virar 20? Cara, se o 10 virar 20, vamos falar que você tem 30% ali, você está sobrando 3 milhas por ano.
de lucro. Virou 20, tá sobrando 6 milhas. Entendeu? O trabalho e a dor de cabeça e o teu coração palpitando pra fazer 1 virar 2 no mercado financeiro, é muito mais difícil do que você fazer 10 virar 20 no teu negócio. Então é um pouco o meu racional. O que eu quero? Cara, eu quero focar em fazer o G4 fazer meio bi pra um bi.
que é onde eu estou 100% do meu tempo, ou ficar... Pô, cara, você viu? Teve agora estreito de hormus, que, cara, que travou. E, putz, tem um monte de ação aqui que foi pra caralho, porque eu estava posicionado em empresas que perderam com isso. E daí você vê lá o teu principal, se tiver com muito risco agressivo, cara, caindo 20%, 30%, você vai falar, cara, vai voltar.
É questão de tempo. Mas a dor de cabeça e a ansiedade e a tua cognição de poder focar no teu principal vai para o espaço, entendeu? Cara, então assim, tem coisa que, pelo menos para mim, a minha tranquilidade se compra sendo conservador no meu patrimônio líquido. E está tudo bem, porque no conservador de hoje em dia é muito dinheiro, entendeu? Porque os juros pagam muito dinheiro hoje. Não, sem dúvida. Agora, me fala um negócio.
corte. Qual é o produto financeiro que existe que os empresários mais... Deixa passar. Qual é o produto financeiro que existe que o empresário conhece pouco? É...
Eu acho que a nível de Brasil, mercado de ações... Não, não, produto financeiro para a empresa dele, Home Equity. Ah, produto financeiro? Um produto que existe, que é bom, e o empresário, cara, usa pouco hoje olhando para o mercado brasileiro. Eu acho que bancos de fomento no Brasil, FINEP, BNDES, BRDE lá no sul e BASA lá no norte...
Todo empresário poderia ter acesso a isso e não sabe utilizar porque efetivamente é pouco difundido. Então, acho que, vamos chamar assim, as linhas subsidiadas dentro do Brasil, o empresário não sabe utilizar isso da melhor forma possível. E vocês ajudam nisso?
A gente hoje tem uma área de crédito que ajuda o empresário hoje a entender se ele está enquadrado ali efetivamente a tomar aquele tipo de linha. Na empresa de serviço financeiro. Na empresa de serviço financeiro. Tá, e FDIC, é modinha ou é solução mesmo? Não, o FDIC hoje virou uma solução tributária. Não é só uma solução em como ganhar dinheiro, ela é uma solução tributária que foi criada no mercado pós reforma tributária e tributação de dividendos. Ah, então a modinha do FDIC vem por conta dessa questão.
por conta dessa questão. E quando uma empresa pode olhar para o FDIC, qual é o tamanho, o volume, qual é o momento de uma empresa falar cara, eu preciso gastar energia para fazer um FDIC. Fazer um FDIC proprietário, quando ele tiver ali um contas a receber médio no balanço da empresa de 5 a 10 milhões, então quando o balanço fechado no mês tiver transferido de 5 a 10 milhões de contas a receber... No mês. No mês. Ele pode já começar a pensar numa estrutura de FDIC ali para ter uma... Ou seja, para empresas que faturam mais de 100 milhões, tranquilo.
provavelmente. Ali é uma empresa que já... É que depende muito do ciclo de faturamento da empresa. Se for... Passou de 60, 50 milhões... Passou de 50, 60, ela já está elegível ali a pensar no... No Fidic. No Fidic, que virou uma solução hoje tributária, dado essa reforma tributária que a gente teve aí no ano passado. Cara, tem um tema que está muito em alta, que eu estou muito curioso para saber a opinião de um especialista. O caso da CIMED agora, dela fazer dívida para distribuir dividendos. Perfeito.
Eu lembro de conversar com o Julián lá atrás, o Julián é um mentor nosso, um parceiraço, e o Julián já tinha falado dessa prática. Agora, porque o Adib é muito público, então o negócio tomou uma repercussão gigante e um debate entre se o MED está quebrando, até porque veio a notícia de que a margem diminuiu, aí ele pega empréstimo para distribuir dividendos.
Acabou abrindo um debate, a internet é o melhor lugar de debate burro que existe. Então, começou um debate bizarro. Mas eu lembro de, por cinco anos atrás, o Lianja ia falar isso para a gente, que empresa muito geradora de caixa, às vezes, por questões tributárias, faz mais sentido ela tomar dívida com lastra, etc. e tal, barata, para poder ter ganho fiscal.
é essa história da cimed aí que que que vou quatro a leitura como como especialista sobre que aconteceu
Basicamente foi uma ação para ter uma eficiência tributária e não se aplicar um imposto dentro desse volume que foi distribuído. Então, o que foi feito ali? Tinha um lucro acumulado no balanço até final de 2025, onde eles tomaram uma decisão de vamos carregar esse lucro acumulado mais para frente, correr um risco de ser tributado, mesmo com ata, com todas as ações que foram feitas, ou vamos já...
criar uma estrutura financeira de empréstimo barato, colocar isso no bolso do acionista e efetivamente não correr esse risco dos 10% sobre o lucro acumulado. E toda a arquitetura financeira que foi feita por trás, basicamente tomou-se uma dívida muito barata nos bancos, pagando ali um percentualzinho muito... É, porque ele tinha feito o round, ele estava capitalizado. Estava capitalizado. E a empresa é uma empresa geradora de caixa.
O ponto é que ela reinveste muito mais do que ela gera para crescer. Então é uma decisão dos acionistas...
o que ele vai fazer naquele momento, para onde ele quer chegar. Para mim não tem certo ou errado, como o Juliano fala muito. É o momento da empresa específico naquele momento de decisão. Agora, esse movimento que fez, eu não vejo ali como um fator que vai destruir valor para a empresa, vai aumentar o risco da empresa, porque basicamente os acionistas fizeram pensando no movimento.
de eficiência tributária, tomando empréstimo barato para colocar dinheiro no bolso do acionista. É um pouco do planejamento patrimonial familiar. Eu acho até que vale olhar para a câmera e falar uma coisa para o empresário que está ouvindo a gente. Sempre, eu acho que a grande, recente, o maior movimento, mais inteligente...
financeiro que eu lembro, foi o da Arezzo, na pandemia. Que o Alexandre Pai, lá, viu que a China estava passando por um problema que tinha altos índices de IC global, e ele foi lá com a empresa saudável e conseguiu capitalizar a empresa antes de fechar as operações, o juros explodir, a insegurança tomar o mercado.
Então, o que a gente pode aprender com isso, galera? Sempre que você estiver bem, pesquise sobre o dinheiro, procure dinheiro, porque você vai ter oportunidade de dinheiro barato.
O mundo, o ser humano, ele fareja sangue. Sempre que você estiver sangrando, sempre que você estiver precisando, sempre que você sentar na cadeira, quanto mais você estiver precisando, quanto menos tempo você tiver, mais caro, mais difícil vai ser o dinheiro para você. Então, se você tiver que usar dinheiro de terceiros, cara, procure quando você estiver bem. Se antecipe.
Porque no final do dia, isso faz muita diferença numa negociação. Sempre que você tiver com problema, o dinheiro vai ser mais caro, a negociação vai ser mais difícil. O ser humano não perdoa. O mercado não perdoa. Então, você que tem uma empresa aí, a hora de você, às vezes, olhar como é que funciona a home equity, a hora de você olhar como é que funciona a alavancagem, a hora de você ver tudo isso, é principalmente quando você está bem.
Porque eu lembro de uma situação que eu liguei para um cara que é meu mentor financeiro também, quando eu estava comprando a casa do Boa Vista, e eu validei com o Farcú. Tem mais poder em ter o dinheiro na tua mão, que se os juros aumentarem e não valerem a pena, você vai lá e quita, do que você simplesmente pagar o negócio e não ter o dinheiro na tua mão.
E aí amanhã qualquer mudança que tiver no mercado, você está com a casa quitada, você não conseguiu ali resolver a parada. Então, dinheiro, galera, experiência muda o valor do dinheiro. Os mesmos um milhão na mão de quem tem experiência valem muito mais do que de quem não tem experiência. Então, cuidado com quem você tem uma hora que só confiança não basta. Você precisa também de competência.
Pessoa que está no CFO da tua empresa, pessoa que mexe no dinheiro da tua empresa, pessoa que é a cuida do teu patrimônio, não dá para ser o teu amiguinho da tua cidade, o teu colégio, da academia, que está falando para você abrir uma conta ali. O que a gente está falando aqui não é comprar ação A, X, não é nenhuma recomendação. É sobre estrutura, planejamento e gestão de patrimônio.
Tá? Então, acho que vale ressaltar sobre isso aqui pra turma que tá ouvindo a gente, que é um empresário. É, no final das contas... Ah, eu montei teu pitch, hein? Ah, foi bom. Caralho! Hein, Brunadão? Esse depois eu vou ouvir pra replicar.
Tem um famoso ditado no nosso mercado que é assim, dinheiro barato é para bom pagador, banco gosta de emprestar para quem pode pagar. E se efetivamente você conseguir utilizar isso como inteligência, que é essa engrenagem que o Alfredo deu aula aqui, você consegue, esse spread que você está pagando, essa diferença que você está pagando no empréstimo, você consegue usar toda a liquidez que você está mantendo para gerar outros negócios e que o retorno seja muito maior dentro daquilo que ficou.
Então eu acho que crédito bem pensado e bem estruturado é crédito barato e no final das contas você consegue alavancar mais todos os negócios. Muito bom, muito bom. Vamos pra finaleira? Vamos pra finaleira. Tô desenhando aqui pro Facu pra ver se ele dá um desconto.
vai nos vamos Chico Xavier baixou Chico Xavier vai lá Chico Xavier finaleiro então porra esse episódio tá muito bom aí é muito ruim cara caminhando para reta final do episódio a gente falou para caramba hoje de como você opera o dinheiro como você estrutura etc mas como é que começou a tua carreira quanto tempo você tá nesse universo para quem já tá trabalhou de onde é a sua experiência com dinheiro
Basicamente comecei bem cedo, desde que eu me formei eu sempre tive em mente que eu queria trabalhar no mercado financeiro, um pouco pela experiência da minha mãe aí que trabalhou em private banking por muito tempo, e tive passagem por poucas casas, sempre pensando a longo prazo, e a minha carreira começou ali na área de crédito, por isso que eu sou muito fã de crédito, eu comecei como analista de crédito, depois...
assumi ali uma área dentro do banco para corporate credits para empresas maiores e a minha mudança ali de área de crédito para a parte de alocação de investimentos foi ali em 2014, quando eu já estava ali no Safra, quando eu já tinha uma vontade de morar fora.
onde eu tive a experiência ali de entender um pouco o mundo fora do Brasil. Eu sempre tive essa curiosidade de entender o que acontecia fora daqui, porque a gente fica muito fissurado aqui nas coisas que acontecem no nosso país e às vezes esquece o que está acontecendo lá fora.
Quando eu fui para fora, eu tive a experiência de entender um pouco como é que funciona esse mercado offshore. E aí, em 2022, muito fomentado aqui, acho que pelo Nardon e por amigos próximos, eu tive coragem, em 2022 para 2023, de montar a minha empresa para poder, eu acho que, passar um pouco desse conhecimento e fazer do meu jeito, da maneira que a gente vem trabalhando hoje. Animal.
Bom, agora é o momento bate-bola. Vamos lá. Banco grande ou assessoria independente? Assessoria independente. Empresário que investe desde cedo ou reinveste tudo na empresa? Empresário que investe desde cedo. Fee-based ou comissionado? Fee-based. Hold patrimonial, proteção real ou burocracia cara? Holding patrimonial.
Mas ela é... Proteção real. Ela é uma proteção real ou uma burocracia cara? Ah, tá, perdão. Proteção real, proteção real. Risco calculado ou risco zero? Risco calculado. O erro mais caro que você já viu um empresário cometer com o próprio dinheiro? Não tomar a decisão no momento... Vou voltar. Não estruturar a tua vida financeira no momento que ele deveria ter tomado essa atitude.
Por conta do dia a dia e por conta da loucura empresarial ali. Uma coisa que o mercado financeiro ensina que nenhuma escola de negócio ensina. É a disciplina. Disciplina real, né? É, disciplina real. A disciplina brutal, na verdade. Que episódio! Que episódio! Como faz para te seguir? Alexandre Nelani Farku. Como se chama Farku? F-A-R-K-U-H.
No Instagram. E TF8 tem também? Tem também. TF8 Capital no Instagram. Arroba TF8 Capital. E pra te seguir? Arroba o Fredo Soares. Arroba Bruno.Nardon. Tem também o teu YouTube.
arroba bruno.merdom e o seu... O canal do Alfredo Soares, lá com vídeo toda semana para os empreendedores. Arroba G4 Podcast, segue aqui também o canal nosso de Cortes. E é isso. É isso, pô. Mais um episódio. Se você tem interesse em conversar com o Farcú, ele vai deixar um link aqui especial para os ouvintes dos extremos marcar uma reunião gratuita com ele.
para ele entender o seu momento, o momento da sua empresa e qual a estrutura financeira patrimonial que você pode começar. Então, se você está ouvindo a gente, vai aí tanto no Spotify quanto no YouTube, na descrição do vídeo, que vai ter um link lá para você chamar o Farcú direto no WhatsApp.
É isso mesmo, direto. Você não vai precisar ir falar com ninguém, passar por nenhum assessor. Você vai falar com o cara. É isso mesmo. Ou seja, você é empresário, tem a chance de ter o cara que ajuda a gente a cuidar do nosso patrimônio, ajudando você na sua empresa e no seu patrimônio. Então, o link para você chamar ele no WhatsApp direto está na descrição desse vídeo. Aproveita para fazer essa reunião que você fechando ou não, eu tenho certeza que essa reunião vai valer muito a pena.
E é isso. Até o próximo episódio. Não esquece de se inscrever, de curtir, de compartilhar esse vídeo. E a gente está junto no próximo episódio. Tamo junto. Bora investir. Dessa vez não é bora vender. Bora investir. Tamo junto. Valeu. Cara, o nosso episódio pode sair do ar. Para ter essa tua agressividade gestual, mano. Eu sabia não. Faz você aí, então. Inteligente artificial. É isso aí, galera.
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