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COMO USAR IA PRA ESCALAR NO VAREJO COM BRUNO DE OLIVEIRA | O JOGO DA IA

15 de maio de 20261h3min
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Conheça os heróis do Brasil: http://g40.co/brunodeoliveira Neste episódio um dos maiores nomes do e-commerce brasileiro e sócio do Efeito Empreendedor, compartilha sobre como a inteligência artificial está transformando o varejo de dentro pra fora.

Bruno conta como saiu de um uso básico de IA para implementar uma cultura AI first na empresa, eliminando CRM, ERP financeiro e ferramentas de e-mail marketing, gerando uma economia de R$ 250 mil só em assinaturas canceladas. E fez tudo isso sem saber programar, usando vibe coding e ferramentas como Lovable e Claude.

Ele detalha as três frentes onde a IA pode mudar o jogo no e-commerce: distribuição inteligente com pesquisa de mercado orientada por dados, gestão tributária automatizada e eficiência operacional com precificação dinâmica e previsão de ruptura de estoque.

O recado final é direto: "A IA legalizou o doping no mundo dos negócios. Quem não usar vai competir com gente dopada legalmente"

Conheça o Viver de IA: https://lp.viverdeia.ai/ojogodaia-oliveira
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Assuntos7
  • Orquestração de Agentes de IAJoe (Assistente Pessoal) · Clau (Secretária Executiva) · Automação de Rotinas · Cobrança de Vendedores · Gestão de CRM · OpenClaw
  • MMA com OsvaldoCultura AI First · Economia com IA · Vibe Coding · Lovable · Claude
  • Inteligência ArtificialPesquisa de Mercado Orientada por Dados · Previsão de Demanda · APIs de Mercado Livre · APIs do Google
  • Programação de Código por Modelos de IALovable · Assistente GPT · Modo Plan do Lovable · Custo de Token · Substituição de ERP e CRM
  • E-commercePrecificação Dinâmica · Previsão de Ruptura de Estoque · Monitoramento de Concorrência · Gestão de Estoque Preditiva
  • Gestão Tributária Automatizada com IAPlanejamento Tributário · Isenções Tributárias · Vantagens Tributárias
  • Adoção e Implementação de IATop-Down Implementation · Pragmatismo · Planejamento Mínimo, Execução Máxima · Super-Herói com IA
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Eu sou um deles. Eu sou um dos caras mais odiados por vender curso. Vendi curso para mais de 500 mil pessoas. Essas 500 mil pessoas não me odeiam, mas a galera odeia o vendedor de curso. Então, o brasileiro não valoriza a educação. Se você usa a inteligência artificial para poder entender a demanda antes de comprar, você não vai seguir a recomendação do seu fornecedor.

Fala, cara, esse produto aqui tem demanda. Hoje a gente consegue ter acesso, cara, a dados de mercado. A inteligência artificial hoje é como se ela tivesse legalizado o doping. É como se você fosse para a Olimpíada com todo mundo dopado legalmente e você não. Como é que você vai competir com os caras?

Começando mais um Jogo da IA, hoje estamos aqui com um dos maiores nomes do e-commerce brasileiro, Bruno Oliveira, sócio do Efeito Empreendedor e que agora está usando inteligência artificial em tudo e transformando o varejo brasileiro. A gente vai bater um papo com o Brunão aqui. Meu nome é Rafael Milagres e estou com o meu grande sócio e parceiro, Iago Martins, para conduzir esse episódio.

Tu conseguiu trazer o cara, hein? É. Tu conseguiu trazer o cara. Eu provoquei, cara, vamos trazer alguém de varejo, Brasil, pra falar. Hoje, porra, até não sei o tamanho do varejo brasileiro, pois o Brunão pode ajudar com o texto, mas... É o cara, Rafael Milag. É o cara, senhoras e senhores. Foi o meu aluno e eu tô vendo os conteúdos dele. O bicho tá voando na E.A. Eu acompanho ele aqui, ó. Tá voando na E.A. Acompanho ele aqui. O cara é antigo da internet também. Acompanho aqui. E aí, Brunão?

Gente, obrigado aí pelo convite. Grande prazer estar aqui com vocês. Vamos bater um papo de IA. Já participei de muitos podcasts, mas acho que a primeira vez que a gente vai falar de inteligência artificial aqui vai ser um prazer. Animal, animal. Cara, dá um contexto pra gente, pra iniciar. Conta um pouquinho como o IA entrou na tua vida. Então assim, quando foi? Sempre fala que tem algum dia que dá aquele clique, né? Que dá aquele... Quando foi esse clique que tu falou, cara, entendi.

Tipo assim, e aí deu aquele start dizer, acho que eu vou mudar alguma coisa na minha vida depois do que eu vi isso. Porque sempre dá esse clique, eu fiquei curioso de saber quanto que deu, pô, com a tua carreira, com a tua jornada, enfim, porra, né, era incrível. Então, esse clique em ti deu quanto? Cara, acho que foi no ano passado, né? Eu tô usando o IA desde o início de 24 ali, mais ou menos, mas usava do jeito que todo mundo, que a maioria das pessoas usa, né? Usando o GPT ali, né, com algumas coisas, como se fosse o Google.

Mas aí quando eu comecei a ver algumas implementações práticas no ano passado, eu falei, putz, cara, tem uma galera fazendo coisa muito boa, ganhando tempo, ganhando eficiência. Quando eu vejo que dá para poder realmente fazer algo relevante, para poder trazer mais resultado, mais margem, aí eu, cara, não consigo tirar o olho daquilo ali. Falei, cara, preciso aprender mais. E aí fui ver onde é que eu conseguiria aprender, cheguei na formação de G4, de IA, e aí conheci o Rafael Milaghi lá.

acho que foi dois dias, dois dias, cara, um dia, um dia, parecia dois dias, de tanta coisa, foi o João Vitor de manhã, e o Rafa de tarde, disso? É, aí eu falei, pô, esse negócio realmente, agora já está dando para fazer coisa, muito profunda, e ali a gente acabou mantendo contato, entrei lá para o Viver de A, mas assim, eu fiz, eu acho que o que a maioria das pessoas, que quando entra nesse universo, faz, nada.

Eu sabia, vi o potencial, aquilo ali foi em julho do ano passado, mais ou menos. E aí continuei implementando o IA e tal, fazendo e usando, mas nada game changer.

E aí quando foi em outubro, a gente fez um encontro do meu grupo de empresários, um grupo de empresários que a gente tem lá no Efeito Empreendedor, e eu chamei o Rafa para dar uma palestra lá para a galera. Aí ele foi lá, e aí naquela palestra dele, que ele deu lá no conteúdo, eu falei, cara, agora realmente o bicho está pegando. Não dá para... Porque eu vi esse novo mundo em julho. A gente está em outubro, parece que... Mudou tudo. 5 anos.

Então, assim, não dá mais. Então, eu saí daquele encontro determinado. Eu falei, cara, eu vou implementar uma cultura de AI first na empresa, porque senão a gente vai continuar escalando. E o meu business hoje é um business de consultoria. Quanto mais eu cresço, eu preciso escalar time de vendas, time de entrega. Eu falei, cara, eu não quero que a empresa cresça cinco vezes, eu preciso crescer o time cinco vezes na mesma proporção.

Eu quero encontrar uma forma de escalar isso de um jeito diferente, para eu ter mais margem.

E aí, saindo de lá, implementamos, fizemos uma all hands ali com a galera, reunimos todo mundo. E por conta de LLM para todo mundo e tal, o cara passou um mês, um mês e meio, sabe o que a galera implementou? Nada. Ninguém fez nada. E eu falei, porra, que cultura de AI first é essa que ninguém faz nada? Então, assim, vai ter que ser uma coisa mais pesada, uma parada meio que top-down.

foi quando que eu decidi que eu ia meter a mão e fazer. Então, eu criei todo o que vocês fizeram lá na plataforma. Cara, eu fiz isso lá no efeito. Então, a gente eliminou o nosso RP, o nosso CRM, as ferramentas que a gente mais usava para poder ter resultado na parte de marketing e vendas, a gente eliminou e construímos soluções próprias.

Mostramos para o time, apresentamos para o time e falei, gente, olha só, isso aqui foi eu que fiz. Não sei programar, sem usar, cara, sem saber fazer código, com vibe coding e pedindo ajuda para outros LLMs e por aí vai. Eu consegui fazer isso. A gente eliminou CRM, a gente eliminou ferramenta de disparo de e-mail, a gente eliminou RP financeiro. Cara, olha só, a economia que a gente fez no ano ali foi de 250 mil reais, só com ferramentas que a gente cancelou.

Só que se a IA não tivesse me trago nada de produtivo, ela me fez economizar 250 mil reais. Mas essa não é a coisa mais poderosa. Não é quanto você economiza. Porque vocês usavam ferramentas no negócio de vocês. Quem está ouvindo, a gente também usa ferramenta. Qual o ponto? Eu contrato uma ferramenta que não foi feita para mim, não foi feita para a minha realidade. E eu pago um preço de balcão. Geralmente, eu estou pagando o preço cheio para usar 20% da ferramenta. Os 80% não é para mim.

E outros usuários fazem a mesma coisa. Quando eu construo algo, aquilo ali foi construído 100% para a minha realidade. Então, tudo que eu não consigo fazer na ferramenta que eu pago caro, eu faço ali. Todos os dados que eu não consigo ter na ferramenta que eu pago, cara, ali eu tenho. Isso me dá uma inteligência de negócio e uma velocidade de tomada de decisão absurda. Daí eu falei, cara, quero replicar isso para todas as áreas da empresa.

Então, cara, quais são as ferramentas que produto tem, que marketing tem, que RH tem, que a gente pode eliminar e ter não só economia, mas um ganho de dado, de informação, de tomada de decisão. E ali, cara, acho que foi quando o jogo virou ali, dentro de inteligência artificial no negócio. As pessoas aceitaram, quem não aceitou, cara, foi...

ficando para trás, até que chegar um ponto, eu falei, cara, olha só, passou um mês, passou dois meses, você não trocou essa ferramenta, eu acho essa ferramenta vital para a gente, não a ferramenta, mas o que a gente faz com ela é vital para a gente e ela não entrega o que a gente precisa. Se você não cancelar até o final do mês, eu vou falar com o financeiro e eu vou cancelar.

E você se vira. Então é aí, cara, que a gente realmente conseguiu virar o jogo. Hoje estamos num jogo aí onde, cara, a IA está ajudando bastante a gente já, mas acho que tem muito chão pela frente. Deixa eu pegar um gancho nisso que você está falando de ferramenta, porque eu acho que uma das dores e dúvidas de quem está nos ouvindo agora é tá, entendi que com a IA eu consigo criar os meus sistemas, cancelar as minhas ferramentas e ter economia.

Mas você fez. Eu fiz. Então, eu queria que você compartilhasse como você fez, quem fez, o que usou, porque eu acho que isso é uma dor real. Tipo assim, tá, já estou pegando, mas como que eu faço isso? Tá. Tem dois pontos que eu vou deixar para a galera. Vamos dividir isso em duas partes. Faz sentido para todo mundo construir ferramentas? Sim ou não? E como que faz isso?

Por que eu estou falando? Porque eu apresentei isso para o nosso grupo de empresários lá e tal, a galera curtiu e tal, mas teve gente que falou, mas tem uma ferramenta tal que me atende e eu pago muito barato por ela. Será que vale a pena colocar tempo para poder fazer esforço? Aí eu acho que cada negócio vai ter a sua particularidade. Existem setores, o setor de e-commerce inclusive é um desses, onde o mercado está tão maduro que a ferramenta ficou muito barata.

Então, você contrata um ERP por R$50. Você contrata uma plataforma de e-commerce por R$30, por R$40. Então, nesses casos, talvez não seja o caso onde você vai construir uma ferramenta para poder substituir algo que você paga R$50 por mês. Não é. O lance é, o que você gostaria de fazer com essa ferramenta que você paga R$50 por mês que você não consegue fazer? Porque aí você consegue construir uma coisa para conectar com ela.

E aí vai te dar acesso a esses dados, a essas informações que você está querendo. E como é que faz isso? De um jeito muito simples. Eu fiz usando o Loveball. Tudo eu fiz no Loveball.

E, basicamente, cara, peguei o assistente de GPT lá que você tem, falei, quero fazer isso no Lava Boa. E foi bloqueado ontem. Você acredita? A OPI bloqueou. Sério? Sabe o que eu falei que alguém tinha deletado? Recebi um e-mail da OPI falando que viola as políticas de privacidade, sendo que ele está online há um ano. Ah, mas por que que viola?

Aí eu vou estar com recurso lá. Eles bloquearam ontem. Não acho que faça sentido, não. Loucura. Mas é, não acho que faça sentido. Não vejo nenhum tipo de violação de políticas ali. Mas, é... Você usou assistente? Desculpa, eu te cortei. Vai lá. Eu usei o assistente. Ele me deu o direcionamento. Eu pegava o direcionamento dele. Fui para o Love Bowl. Comecei a programar. E depois o próprio Love Bowl me ajuda a fazer a evolução daquilo ali.

E assim, hoje o assistente está bloqueado, beleza, mas o modo plan do Lovell, o Lovell tem dois modos, um onde você conversa com ele e monta um plano, e o outro onde você executa. O modo plan hoje em dia está tão bom que talvez nem o assistente é mais tão útil quanto ele era naquela época.

E aí, cara, a ferramenta vai ganhando forma, aquilo ali vai, sabe, evoluindo. Você começa a entender o jogo que você está usando na prática, né? Exato. Você começa a pegar... A primeira versão que eu construí, a primeira semana de trabalho no desenvolvimento desse RP, eu deletei o RP que eu construí, porque ele ficou cheio de amarras ali, os gatilhos desnecessários. Eu falei, cara, isso é uma bosta.

Só que você aprendeu a fazer. É. Só o que eu estou pedindo para ela corrigir coisas, eu estou me gastando tempo em token. Então, deixa eu deletar isso, eu vou fazer do zero agora do jeito certo. E aí, a segunda versão é a que está até hoje. Tá, cara, está lindo. Todo dia eu mexo no sistema. Todo dia eu vejo melhoria para fazer. Então, essa é a grande diferença. Então, poderia usar qualquer ferramenta, mas, cara, como que eu consigo evoluir uma ferramenta com ela?

para atender as minhas necessidades de uma hora para outra. O time comercial me manda um feedback, cara, isso aqui podia ser assim. Eu falei, cara, podia. Não, pode, vamos fazer isso aqui agora. Então, eu já mando ali uma correção ou uma melhoria, está no ar. Isso é muito poderoso. E aí foi assim que eu fui fazendo. Chegou o momento onde...

eu comecei a usar outras ferramentas pra me ajudar a programar melhor ali no Loverbo. Hoje, cara, eu faço... Eu não meto mais a mão ali. Eu faço no cloud... Aí já fica mais o time. Eu faço no cloud, mando o coworker fazer, aí ele vai lá, fica o programa. Quando eu acordo...

Aquelas horas que eu ficava na madrugada pro programa, cara, não tem mais isso. O próprio cloud faz, tá pronto. Hoje, o que o stack de ferramenta você tá usando mais? No dia a dia, assim, pra quê? Loveball, bastante. Cloud, praticamente uso o dia inteiro e OpenClaw.

Nós vamos chegar nesse assunto aí. OpenClaw. Antes de ir para o OpenClaw, eu quero abordar ainda essa parte de sistemas para a gente até evoluir em termos de maturidade da conversa. Então você usou o Lovol para construir os sistemas onde você economizou 250 mil reais por mês. Por ano, né? Por ano. Isso. Você falou de RP, mas o que mais de sistema que você colocou? E me conta um pouco dos desafios que foi nesse processo.

Quando você contou uma coisa que eu achei muito interessante e foi o mesmo processo da plataforma do Verdiar, que eu construí ali em 90 dias, a primeira versão da plataforma eu também joguei no lixo. E eu acho que é legal contar isso, porque as pessoas costumam desistir nesse meio do caminho. Falar assim, ah, cara, está ficando uma bosta isso aqui, ou está travando, ou está dando bug, ou está consumindo meus tokens. Só que o tempo de você pegar e jogar no lixo e começar do zero já sabendo tudo o que você fazia hoje com E.A., é muito poderoso.

Então, fala para mim desse processo, desse desafio e das outras coisas que você desenvolveu para o seu negócio hoje. Boa. Então, esse lance de jogar a plataforma no lixo, eu achei necessário porque quando eu comecei, eu sabia que haveria uma curva de aprendizado ali. E chegou um ponto de eu estar gastando muito tempo para poder corrigir bugs que eu mesmo tinha criado por ter mandado ela fazer do jeito errado.

Ou do jeito que ela queria e não do jeito que deveria ter sido feito. Falei, cara, está dando muito trabalho isso aqui. Vou deletar essa parada, vou fazer de novo. Eu acho que no dia 1 da nova versão já estava melhor do que a outra que eu deletei. Então, assim, não foi uma perda de tempo. Foi aprendizado, foi investimento.

E eu já vi gente falar, pô, mas aí você vai gastando token. Cara, token é uma coisa muito barata. Eu não consigo entender por que as pessoas reclamam do custo de token. Cara, eu... Com 4% do barra. Meu Deus do céu, gente. Assim, cara, eu construo uma ferramenta. Como eu construo uma ferramenta.

em um mês, sei lá, vou gastar o salário de um estagiário? É assim, eu não sei, é louco, né? Talvez porque não seja tangível, a pessoa acha caro ali, mas não consigo imaginar isso daí. Eu vou falar pra você. Token.

é a ferramenta mais barata que existe na história da humanidade. Você está tendo acesso à tecnologia mais barata da história da humanidade. Então para de reclamar de token e vai construir. Não, esses dias eu estava jantando com um amigo, o papo, basicamente, outro cara que está mergulhado na E. Eu falei para ele, cara, agora eu estou programando de um jeito diferente. Porque eu digo para o Cláudio o que eu quero.

E eu mando ele programar pra mim, dentro do Love. Mas você fica gastando token duplo. Eu falei, cara, tu nem ia ir pra custo de token, mano. Eu tô dormindo. É muito barato. Eu não tô gastando token. Eu tô pagando pra dormir. Eu tô dormindo enquanto ele programa de madrugada. Pagando pra dormir. É bom pra caralho. Porque eu ficava até 3, 4 horas da manhã fazendo aquilo ali. Agora ele faz. Eu acordo, tá pronto. O roadmap que eu construí no dia, ele tá pronto.

Então isso é inacreditável isso que está acontecendo hoje em dia. Imagina só a fricção que a gente já teve nos nossos negócios. Só a fricção que a gente tem, o tempo que a gente demora de...

que demorava antes, para delegar para alguém, explicar para alguém o que a gente quer. Então, assim, se tu pegar o quanto aquela pessoa que ia fazer, sei lá, um dev que ia fazer, o quanto é que eu faço é um pouco essa, assim, de token, para a gente tirar um pouco esse assunto de, tipo, se é caro ou barato também. Quanto aquela pessoa ganha? Ah, vai ganhar no desenvolvedor 10 mil, 15 mil por mês, sei lá, um exemplo. Você tinha dev no time? Não. Até hoje não temos.

E aí, sei lá, vai lá pagar pra alguém que vai fazer 10 mil reais no mês. Se só o custo que a gente tem ali de uma semana de delegar, escrever, a pessoa perguntar, entender, só dessa uma semana, pega o que ela ganha dessa uma semana, é uns 2.500 reais.

Só que ela não colocou a mão na massa. Só de a gente ficar explicando como faz, como vem, desenha, me manda a prova, porque tem a nossa agenda. A gente vai estar numa reunião, a gente vai estar no podcast, a gente vai estar viajando. Cara, vamos marcar a reunião. Tipo assim, deleguei hoje. Hoje é quinta-feira. Cara, faz aí. Me apresenta na terça que vem. Só nesse tempo, cara, já vai ali nos dois mil reais, que a gente nem viu.

que com o token, no caso, vai estar pronto e muito mais barato. Então, eu acho que tem aqui uma linha de raciocínio que é um pouco do que eu sigo, sabe? E aí o cara gastou 1.500 reais de token, ele fica, meu Deus, já gastou 1.500 reais em uma semana. Não, é quanto ele economizou. Cara, se eu gastei 1.500, eu economizei uns 10, 15, 20. Se você contratar o dev, você falou aí, a primeira semana dele custou 2.500 reais.

Primeira semana dele, ele está em onboarding. Ele nem meteu a mão em nada ainda. Ele está aprendendo o que é a empresa. E não é a realidade da maioria das empresas que contratar dev. Geralmente, o cara contrata uma software house, uma agência para produzir o que ele quer. Assim, em uma semana, vamos ser honestos, você não conseguiu nem o orçamento.

Da agência. Nem o orçamento você recebeu ainda. Nem a cotação. Sendo que, cara, às vezes você tem que implorar para receber uma cotação. É assim que funciona o mercado de serviço no Brasil hoje em dia. Você tem que implorar, cara, me manda aquela cotação e tal. E você não recebe. E aí você vai, vai, vai, vai. E o lance é assim, é o que eu costumo falar para as pessoas.

para empresário que está desenvolvendo solução e essa solução vai trazer retorno, o caro não é quanto custa a solução. O caro é quanto você paga, entre aspas, por não ter essa solução. Então, é o que eu falo para os clientes. Cara, isso aqui não é caro. Caro é você não ter isso. Porque você não está usando isso daqui para poder ter o resultado multiplicado que você vai ter com essa solução. Top. Cara, eu quero muito ir para OpenClamour.

quero perguntar a tua visão, que é uma curiosidade minha também. Do que tu acredita no mundo de e-commerce, varejo e Cuiá? Tu tá mergulhado nisso, a gente não tá tanto, então a gente não tem hoje muitas soluções, tem, mas não é muito nichado pra isso, e tu é bem mais especialista que a gente nisso. Do que é a tua visão? Cara, do que tu tá vendo, como tá, como vai ficar, o que tu pensa sobre?

Já dá para fazer muita coisa. O e-commerce tem uma particularidade em relação ao mercado de serviço e outros infoprodutos, essas coisas. O cara consegue ter um negócio muito bom e grande em termos de faturamento e lucrativo, só que o e-commerce tem uma particularidade. Dá muito trabalho.

É muita coisa para fazer. Você tem que lidar com inventário, você tem que lidar com distribuição, com logística, com produto físico e por aí vai. Então, basicamente, existem três formas do cara ganhar dinheiro com e-commerce. Ele vai ganhar dinheiro com distribuição, se ele escolher bem o produto, desenhar bem uma marca, escolher o fornecedor, chegar num bom preço de custo ali e pagar razoavelmente barato na logística e chegar na hora do cliente comprar ali com um preço de uma boa margem, ele vai ganhar dinheiro. Ele vai ganhar dinheiro com tributação.

Se ele conseguir ter acesso a isenções tributárias, ter uma boa gestão tributária no negócio dele, um bom planejamento tributário, ele vai, ao invés de pagar mais dinheiro para o governo, vai sobrar mais dinheiro na conta dele. E o outro ponto é a eficiência ali. É um negócio com menos custo, menos estrutura para ele ter margem. E tudo isso é difícil de fazer no e-commerce.

Porque esse planejamento para você ter o produto certo, a marca ideal, negociar da China, fazer a importação, dá muito trabalho. A parte tributária dá muito trabalho. E essa parte operacional de você saber o preço certo para vender, mapeamento de concorrência, tudo isso dá muito trabalho. E isso a gente consegue resolver com inteligência artificial. Então, com o IA, eu pesquiso de um jeito muito simples. Eu faço uma pesquisa de mercado.

eu entendo o que tem demanda, eu entendo o que as pessoas que estão dentro dessa demanda estão procurando e eu já desenvolvo um produto que o mercado está procurando, que tem demanda, que eu já sei o preço que vai ser vendido. Vou na China, enquanto fornecedor, já trago o produto certo. Na hora da parte tributária, é a mesma coisa, vou fazer...

todo um levantamento tributário para poder entender, cara, onde é que eu vou colocar o meu produto? Será que eu vou fazer aqui em São Paulo? Será que eu vou mudar para o Espírito Santo, que tem vantagem tributária? Será que eu vou para a extrema ali, que também tem vantagem tributária? Então, você vai tendo acesso a essas informações, fazendo conta de segmento para segmento. E, por fim, a parte operacional, que aí é a coisa mais legal que eu vejo hoje em dia, a mais prática. Então, o e-commerce, o varejo no geral,

O que acontece? Você vende um produto, vamos pegar um exemplo. Esse copo aqui, você vai vender esse copo por R$100. Por que você vende esse copo por R$100? Esse é um preço de mercado. Por mais que exista toda uma ciência de precificação, não é a gente que define o preço, é o mercado que define o preço. Tem um monte de gente vendendo esse copo. Então você pode falar, cara, esse copo aqui, porque eu vendo, eu entrego, meu serviço é 10 vezes melhor, eu vou vender por R$200.

Não, você não vai vender por R$200, o preço é R$100. Você vai vender por R$10, R$105, R$95. Mas essa vai ser a faixa. Só que o que acontece?

Existe uma coisa no e-commerce que só os grandes conseguiam fazer, que é a precificação dinâmica. Você vai monitorar a precificação do teu concorrente. Quando o teu principal concorrente tiver algum furo de estoque e ele parou de vender esse produto, você está vendendo por 100, mas você poderia, de repente, estar vendendo por 120, agora você não tem mais um concorrente. Só que você não sabe disso.

Como é que você vai monitorar 200, 300, 1.000, 5.000 SKUs ao mesmo tempo? E alterar de forma rápida. E alterar imediatamente, instantaneamente. Agora com inteligência artificial dá para fazer isso. Então você vai mapear os seus concorrentes, você vai mapear preço, vai definir ali uma rotina para todo dia checar o preço do cara e falar, esse cara aqui pausou.

o anúncio desse copo. Então, eu estava vendendo esse copo por 100 porque ele também estava vendendo por 100. Agora, o anúncio relevante mais próximo do meu está por 105, está por 110. Por que eu vou continuar vendendo por 100? Eu posso vender mais caro, ter mais margem e por aí vai. E a outra coisa é usar a inteligência artificial para poder prever ruptura. Eu falei, cara, a distribuição é onde o cara vai ganhar dinheiro.

Só que como é que funciona no mundo do e-commerce? Ele acerta a veia, cria uma oferta, peguei um preço, peguei um puta fornecedor, estou vendendo para caramba esse copo. Aí ele vende, vende, cada dia vai vendendo mais, o negócio viraliza na rede social, ele vai vendendo mais, acabou o estoque dele.

Vai demorar um mês para ele poder repor esse estoque. Ele tem que pausar todas as campanhas, parou de vender e por aí vai. Então, geralmente é por isso que o crescimento no e-commerce não é tão previsível. Porque o cara tem ruptura, todo e-commerce tem ruptura. Com o IA eu consigo criar ali uma forma de cálculo que vai prever a minha ruptura. Olha, a tua venda está aumentando nos últimos 14 dias e tal, está na hora de você comprar esse produto, porque o prazo de reposição é tanto.

Então, todo dia a EA pode, de repente, já me avisar ou comprar. Tipo uma análise preditiva de estoque. Preditiva total. E por mais que ela me avise e eu sei que eu não consigo repor a tempo, ela consegue gerir o meu preço para que eu venda menos e não tenha ruptura. Às vezes é melhor vender menos, não precisar pausar as minhas campanhas e não ter ruptura de estoque.

E quando o meu estoque for reposto, eu vou lá e ajusto o preço novamente. Você falou três itens, não. Você falou distribuição, tributação e falou operação. A eficiência da operação.

O cara que vai começar hoje falar assim, tá, eu vou começar, quero começar a colocar IA em algum lugar. Qual que você acha que, qual seria o seu direcionamento? Cara, coloca IA. No e-commerce? É. Ah, eu iria para a parte de operação. Operação. Tem muita margem ali que ele não está vendo, o dinheiro não está, o dinheiro está na mesa, mas ele não consegue pegar esse dinheiro porque ele não está vendo.

Mas vamos tangibilizar para o cara que... Como colocar IA? Você falou um negócio que eu achei interessantíssimo. Monitoramento de concorrente. Sim, monitoramento de concorrência. Fazer ajuste no preço. E eu vejo claramente o celular, a gente criando um sistema no logo ali. Muito fácil. Como colocar IA? Muito fácil. Mas ele é tipo no manos da vida, não? Para fazer?

O Manos pode fazer o monitoramento, mas é que para ele alterar no sistema de forma automática, você vai ter que ter o sistema desenvolvido. O Manos vai ser um agente autônomo para fazer talvez a pesquisa. Ele vai alterar o preço se alguém mandar ele alterar. Como vocês fariam?

Cara, daria para fazer no Love, Make, N8N, enfim, várias formas. Qualquer essa ferramenta construiria sistemas, Rapid, Base 44, Cloud Code, você conseguiria construir Google AI Studio. Então, várias ferramentas de construção de sistemas com AI embutida. Mas você consegue citar mais umas duas coisas na operação do e-commerce que dá para a gente colocar AI para ganho imediato, para o cara falar...

Cara, eu tenho um e-commerce, isso aqui que o Bruno falou, eu vou começar para aqui. Essas duas coisas, ele começa a ganhar dinheiro hoje. A precificação dinâmica e a gestão do estoque. Porque o e-commerce, ele para de crescer se tiver ruptura. A pior coisa que pode acontecer no e-commerce é a ruptura do estoque. Então assim, se você consegue usar a EA para poder prever ou acabar com a tua ruptura de estoque, pelo menos no médio prazo.

cara, você vai ganhar dinheiro, você vai crescer. E o outro lance é a precificação, que aí tem a ver mais com margem do que com crescimento. Agora, o primeiro ponto que eu falei, que é a construção de produto com base em pesquisa de mercado, cara, isso é muito poderoso. Isso é muito, muito poderoso. Porque qual é a realidade do varejista hoje?

ele está vendendo recorrentemente já os produtos que ele sabe que funcionam. E aí, frequentemente, chega o fornecedor, o fabricante, fala, cara, esse aqui é produto novo, vamos lá, compra um pouquinho para você testar e tal. E aí todo varejista compra um pouco de novidade, de lançamento, de produto novo, e na grande maioria das vezes não consegue vender.

Então, o e-commerce, diferente de um negócio de serviço, se você vende um milhão de reais e tem uma margem de lucro, de última linha que seja, de 20%, você teve 200 mil de lucro. Só que num negócio de serviço, esse dinheiro está na tua conta ou está irrecebível. No e-commerce, geralmente, esse dinheiro está parado em estoque no produto que você não conseguiu vender.

Então você pode ter vendido um milhão com margem de 20. Maravilha. Mas você pagou o boleto do fornecedor com aquele produto que você não conseguiu vender, que está parado lá no teu estoque. O que você vai fazer? Geralmente ele vai queimar o estoque desse produto. Às vezes vende até mais barato do que o preço de custo. Às vezes nem mais barato do que o preço de custo ele consegue vender porque o produto não tem demanda.

Se você usa a inteligência artificial para poder entender a demanda antes de comprar, você não vai seguir a recomendação do teu fornecedor. Vai falar, cara, esse produto aqui tem demanda. Hoje a gente consegue ter acesso, cara, a dados de mercado. Pega APIs de mercado livre, por exemplo, do próprio Google, e você entende, cara, esse produto que ele está me recomendando, não é um copo, é uma caneca. Esse produto tem 250 milhões de reais de demanda por mês. Se eu fizer...

Esse é um preço médio que as pessoas costumam vender esse produto. E você desenvolve o produto ou busca um fornecedor do produto que já tem demanda. Então, se você está crescendo e está estável na sua categoria, quer aumentar o seu portfólio dentro daquela categoria ou lançar até uma nova categoria de produto, o índice de assertividade...

Vai ser gigante. Você dificilmente vai apostar de novo em um produto que vai encalhar. Isso é muito poderoso, cara. Porque quem tem um e-commerce grande, tem um e-commerce relevante, para ter preço tem que comprar muito. Se você compra muito, geralmente você importa. Então, quando o cara dá uma tacada errada nessa aposta num produto novo, geralmente ele está importando. É uma tacada grande.

E ali é um prejuízo que às vezes vai um trimestre inteiro, quatro, cinco meses de lucro encalhado naquele produto ali que ele não consegue vender. Ou seja, a gente pode ter um modelo, só para ver se eu entendi bem. Cara, achei a loucura e eu nunca tinha pensado com essa lógica.

Hoje é basicamente, a gente tem um modelo de A, que ele consiga, ou tem uma solução de A, que ela consegue pegar a demanda, entender a demanda que tem, e ela vai dizer, compra esse estoque, compra isso, e a previsibilidade é que nos próximos X dias você vai vender isso, disso, porque tem essa demanda. É isso. Antigamente é... Isso é muito absurdo. Antigamente seria...

cara, vou testar 10 novos produtos porque, sei lá, 2 ou 3 vão dar certo. Hoje em dia, não. Cara, eu vou testar esses 2 ou 3 certos porque eles já estão validados aqui. E se o cara for muito criterioso, sabe aquele cara racional demais, super criterioso, pega esses 2 ou 3 produtos, compra no mercado interno e vende, mesmo que seja com prejuízo, só para você provar que vende. Bizarro. E aí você? Pô, agora, Neto, agora eu te libero, Neto.

Neto, Bruno, FZ da ferramenta, né? Lançar o teu e-commerce lá, o Net de Roupa Neto, o Gerdiá.

Ele veio com essa ideia uma vez, mano. Olha aqui, eu tive uma ideia, uma mar de roupa. Ele vai tomar no teu cu, velho. Vai ficar com uma... Agora dá, mano. Você arruma fornecedor que já vai te entregar tudo pronto. Agora vai, né? Os moletons do verde A. Olha só. Eu vou querer essa ideia depois da loja. Mas olha só, eu quero ir para outro lugar aqui agora. Porque o Bruno foi meu aluno na academia de A do G4.

E como muitos empresários já passaram pela academia de ar, só que a pessoa sai de lá, às vezes pira a cabeça, acha legal, explode, mas não executa. E eu comecei a acompanhar o trabalho do Bruno e eu vi que cada vez mais ele foi implementando, executando, tendo resultado e cada vez mais você está falando de ar. Tem duas perguntas para te fazer. A primeira é...

Qual que é a diferença? Por que o Bruno conseguiu sair daquela aula, daquela turma, e de fato implementar e ter resultado? Qual que é a diferença, na sua opinião, da sua capacidade de execução, por que outras pessoas passam por aquilo, explode a cabeça e larga?

E a segunda pergunta que eu quero te fazer é, nessa implementação prática e nessa jornada sua, você acabou também se tornando uma certa autoridade justamente por conseguir executar o que as pessoas têm muita dificuldade de fazer. Você hoje está mirando se tornar talvez a principal figura de ar no varejo brasileiro hoje?

Cara, assim, diferença. Eu acho que não tem nenhum ponto super diferencial em eu ter conseguido implementar. A inteligência artificial é disparada a tecnologia mais fácil que eu já usei na vida. Cara, de tudo que eu precisei aprender na minha vida como empreendedor, não teve nada tão fácil quanto o IA. O lance é que as pessoas não fazem. Tem coisa na vida que não adianta a gente achar que a gente vai delegar. Não adianta você ir numa formação de IA e falar caraca, muito top isso daí. Amanhã eu estou delegando tudo para o meu TI.

cara, não adianta você achar que isso vai funcionar. Ou você mete a mão e faz e se torna um exemplo para que a galera siga você, ou não vai acontecer. Realmente, não vai acontecer. Eu acho que eu sempre tive uma capacidade, não sei nem se a palavra é capacidade, mas o meu perfil é um perfil muito executor.

eu executo muito, eu sou muito pragmático. Então, eu não sou aquele cara que fica planejando tudo nos mínimos detalhes e depois monta um plano para poder executar. Não, cara, eu planejo o mínimo e executo o máximo. E aprendi na minha vida também que nenhum planejamento sobrevive ao campo de batalha. Então, por que eu vou...

investir 80% do meu tempo em planejar tudo no mínimo detalhe, se no dia um eu sei que de repente aquele plano já não vai sobreviver ao que está acontecendo. Então eu valorizo muito mais a execução do que o planejamento.

O muito legal de você executar, de você meter a mão na inteligência artificial, é que ela te entrega um resultado muito rápido. É muito, muito rápido. E um dia você já começa a ter uma coisa absurda de resultado. Vou dar um exemplo. A gente fez uma imersão recentemente. Reunimos 200 empresários de e-commerce numa imersão de um dia.

E, cara, a maioria dos empresários, gente que faturava mais de 100, mais de 300 mil por mês, tinha gente que faturava mais de 1 milhão por mês. E aí, teve um momento que a gente foi falar de financeiro. A financeira é um dos grandes gargalos do e-commerce. Você conta no dedo quem tem um financeiro arrumado. Inclusive, caras que faturam mais de 1 milhão por mês. A gente falou, cara, quem é que tem um DRE organizado? A gente tem um relatório mínimo que você tem que ter. Três pessoas levantaram a mão.

De 200. Um DRE. Você não falou um balanço auditado? Um DRE. Três pessoas levantaram a mão. Gente, olha só. Todo mundo vai sair daqui com um DRE pronto. Eu quero que vocês entrem numa plataforma de venda que vocês têm. Pode ser no Mercado Livre, na Shopee, qualquer plataforma. Baixa a tua planilha de vendas. Preenche essa planilha que a gente está dando aqui no WhatsApp com as tuas principais despesas. Custo do produto que você vende.

E é isso, 10 minutos para a galera providenciar tudo isso. A gente entregou um prompt, um arquivo .md, basicamente ele podia usar a LLM que ele preferisse, o Cloud ou o ChatGPT, jogou tudo ali em 5 minutos. O cara que nunca teve um DRE na vida estava com todos os números do negócio dele ali na mão.

Na frente dele. A lucratividade que ele teve, curva A, curva B, curva C de venda, técnicas que o cara não dominava, estava ali pronto, já mastigado, um relatório. Então, eu nunca vi antes de uma tecnologia onde em 30 minutos a gente conseguisse ter um resultado.

que antes não era possível. E isso só me dá mais combustível para eu poder meter a mão e fazer. Quando eu desenvolvi o nosso RP, eu vou te falar, eu me senti um super-herói, sem sacanagem. Eu me senti um super-herói. Cara, eu tenho super-poderes. Eu tenho super-poderes agora, brother. Nunca soube programar, nunca tive tempo para aprender a programar. Porra, olha só o que eu desenvolvi.

eu virei um super-herói. É isso que eu percebi, cara. E OpenClaw. Cara, só um outro ponto antes. Todas essas soluções que tu tá falando hoje, é o que tu entrega pro teu cliente. Isso não é o que vocês eram, é o que o teu cliente na ponta. Tu tá ajudando lá na ponta o teu cliente da consultoria como.

A gente ajuda, a nossa consultoria tem três pilares. O principal pilar é a estratégia dentro do canal de venda. Então, a estratégia para ele poder vender mais, escalar o negócio dele. E aí, nos outros dois pilares, a gente ajuda na operação. Então, a gente entrega muita coisa de inteligência artificial para ele poder melhorar financeiro, melhorar pesquisa de mercado, esse tipo de coisa. E a gente traz dados de mercado que ele não tem acesso.

Então, dados, por exemplo, que não são públicos, de API fechada, de mercado livre, Google, Shopee, Amazon, a gente traz essas informações e o cara fica munido de dados que ele não tem para poder tomar a decisão de um jeito muito mais assertivo. E, cara, entende como é que o algoritmo funciona ali por trás dos bastidores para ele poder posicionar e também ser muito mais assertivo na hora de vender. Uma coisa que a gente identificou, e isso já identifiquei desde lá atrás, que tem muita gente...

que cresce dentro do canal de venda, seja na loja virtual própria, no Mercado Livre, na Shopee, na Amazon, porque faz muita coisa. É um cara executor do jeito que eu estou falando. Mas na hora dele entender qual a ação que ele fez que trouxe resultado, ele não sabe. Ele fez um monte de coisa, mas ele não sabe o que trouxe resultado.

Quando você não sabe que trouxe resultado, você não consegue escalar, você não consegue focar naquilo que realmente está trazendo resultado. Então, quando ele para de ter resultado, o problema é se manter. Cara, você parei de ter resultado. Por quê? Não sei, estou fazendo um monte de coisa. Então, nesse tipo de produto que a gente entrega, a gente acaba com esse problema, essa invisibilidade dos dados. O cara tem os dados na mão.

Cara, foi isso aqui que eu fiz. E é o modelo de consultoria. A gente paga um valor por mesa, recorrente. Paga um valor anual.

E ferramenta, né? Tu tá colocando no pacote, não. Tipo, ah, cara, mais SASE, essa assinatura. Tem uma ferramenta interna que a gente tá chamando de efeito track, que é uma ferramenta de inteligência artificial, onde a gente traz todos esses dados, né? Então ele recebe essas informações não em uma planilha, mas num GPS ali que aparece na tela dele, que mostra o que tá acontecendo com a conta dele, com o negócio, pra onde tá indo, por que tá crescendo, por que não tá.

Ou seja, né? Você entrega serviço na ponta e tu tangibilizou o teu resultado dentro do modelo do software.

É, ok. Animão. E agora vamos evoluir no papo da AI. A gente falou desses temas. Então a gente conseguiu fazer a evolução que eu queria aqui para chegar no agente autônomo de AI, que a gente está usando, que é o OpenClaw, que a gente transformou a nossa operação agora tendo uma sócia. E eu também criei uma secretária executiva que está me ajudando pra caramba, a Clau. Aqui, ó. Está aqui.

Inclusive, atrás desse teu computador eu não entendo nada, mano. Colocou o brief aqui falando tudo sobre o Brunão, inclusive com algumas perguntas para te fazer. Mas a pergunta que eu quero te fazer é como é que você tem usado o poder desses agentes autônomos já na sua operação? E também, como que você está enxergando o uso prático dele, não só hoje, mas ali na frente?

Então, o meu é o Joe, é o meu assistente. É de onde que vem o nome? É, não sei, eu sempre tive amigo por esse nome, Joe, eu brinco com o meu filho, o nome dos personagens ali, eu falei, cara, o Joe agora existe, ele tá ali. E, cara, assim, é muito maluco aquilo ali, né? Eu já tô usando, já tem mais de um mês, então assim, eu tô mais familiarizado, mas nos primeiros dias, assim, você dá uma bugada na cabeça.

Primeiro muda a forma como a gente usa o IA. Você praticamente não abre mais as ferramentas de inteligência artificial. Você vai ali no Telegram ou no WhatsApp resolvendo tudo que você precisa e mandando áudio para uma pessoa que não existe. É uma coisa muito maluca isso. E a grande diferença é que ele opera as coisas. Então você vai definir rotinas, você vai criar ali... Por exemplo, a gente tem...

um processo comercial na empresa, que é uma empresa derivada por vendas, então é onde eu tenho que dar mais atenção. E ele vai lá cobrar os vendedores, cara. Ele vai cobrar a galera enviar relatório, ele vai cobrar o pessoal que não preenche CRM, ele traz sugestões de melhoria para o CRM e, cara, cria planilha, documento, ele vê meus e-mails.

É muito louco. A apresentação... Parece mentira, né? Quando a gente conversa com o é muito louco, é a melhor. É a melhor expressão. Quando eu tô contando com as pessoas...

quando eu conto para as pessoas sobre isso, eu acho que a galera não entende. Buga. Sabe, eu tenho a mesma, vocês sabem aquele chatbot que existia antigamente no WhatsApp? Eu acho que o cara acha que é um chatbot. E parece meio mentiroso, não parece? Que tem os fluxos ali, né, de resposta. Já quando você responde uma coisa, ele vai por um caminho. Não é isso, cara. Assim, é uma coisa realmente maluca. E você vai dando feedback, ele vai melhorando, ele vai evoluindo. É realmente, assim, surreal.

e, cara, talvez seja a tecnologia mais incrível que eu já usei. E...

Agora a gente já está escalando isso para os diretores. Acho que cada um já tem um open call ali. E vai surgindo. Mas eles estão fazendo ou não? Estão fazendo. Eles aprenderam a fazer também. Você não precisa mais aprender a fazer nada na vida. Eu falei para o Diogo. Eu mandei para ele. Diogo, isso aqui está sendo muito bom. Eu quero que você crie aqui para mim um script. Um prompt, um documento. O que você quiser.

para que os outros diretores criem um Open Call para eles. Ele basicamente criou umas 10 linhas assim, um arquivo .md, dá isso para eles que está tudo certo. E é isso. Foi. No script ele tinha como o cara configura, um VPS ali, cria uma conta no VPS.

É isso, acabou. Então o cara não faz nada. É só deixar de ser preguiçoso. Não, acho que hoje em dia pode ser preguiçoso até. Hoje em dia, cara, acho que o mundo nunca foi tão favorável aos preguiçosos quanto é hoje. Basta o cara ser um preguiçoso inteligente. Tem a frase que é preguiçoso produtivo. Preguiçoso produtivo, é isso. Que bizarro. Agora olha só, eu estou usando o Open Club para fazer isso que você falou, de rotina, de cobrança e para executar as tarefas.

E eu estou com uma mentalidade, e aqui eu vou falar um pouco da minha opinião até de para onde isso vai, que é uma coisa que eu queria te ouvir também, é essas aplicações e o Pricol no seu mercado. Mas eu estou com uma coisa que eu estou estudando, porque antes eu achava que a gente ia para um modelo de multi-agentes. O que eu digo de multi-agentes? Ele já existe, esse modelo. O próprio OpenCross divide ali o Cloud Coach também em sub-agentes.

Mas que era aquela ideia de assim, cara, eu tenho um agente para vendas, um para o financeiro, um para o marketing e tudo mais. E eu já estou começando a questionar isso. Eu já estou começando a questionar. Por quê? Talvez a IA possa estar indo para um caminho de ter um agente que tem todo o contexto e ele mesmo cria o subagente para executar em outras áreas. Hoje não é possível devido à janela de contexto da IA.

e algumas outras configurações técnicas, que ela vai perder o contexto, ela vai alucinar, ela não vai conseguir, é como se fosse uma pessoa só para trabalhar em todas as áreas da empresa. Mas no futuro...

Eu acho que talvez isso seja um gargalo que a tecnologia resolva e a gente não precise mais de um exército de agentes de A, e sim de um agente que consolida todo o contexto e consiga executar várias tarefas da empresa. É uma coisa que eu estou testando no VR de A e é uma coisa para a gente ficar de olho nas próximas tendências. E como você está vendo o OpenClaw, o agente autônomo, no seu mercado?

de e-commerce, de varejo. Você falou do drive de venda, de cobrar, de rotina, mas numa aplicação de geração de resultado, de aumento de receita ou redução de custo. Cara, assim, a maioria das coisas que a gente falou aqui que é muito legal fazer para poder ter resultado no e-commerce, o Joe conseguiria fazer.

O Joe conseguiria fazer uma pesquisa de mercado. Eu posso... Por conta própria. Por conta própria, sim. Eu posso integrar ele via MCP com a plataforma de e-commerce ou com o mercado... Ele vai fazer a gestão dos preços. Ele pode fazer até o pedido com o fornecedor. Ele vai fazer tudo. Ele pode chamar o fornecedor no WhatsApp e fazer o pedido. Assim, da rotina de um e-commerce, eu não consigo pensar agora numa demanda que o Joe não consiga fazer.

É, totalizar estoque, totalizar estoque. Porque a rotina do e-commerce, é o que eu falei para vocês, não tem nada complexo dentro do e-commerce. Mas é um conjunto de um monte de coisa operacional que fazer tudo bem feito dá muito trabalho. Então, assim, eu acho que ele consegue fazer tudo, basicamente. Inclusive, até as coisas que não fazem sentido, tipo construir um RP que custa R$50,00, ou substituir uma plataforma que custa R$30,00. Até isso ele conseguiria fazer.

Ou seja, tu acredita que hoje a gente vai começar a entrar no mundo de e-commerce? De daqui a pouco alguém tem um e-commerce muito grande, sendo uma pessoa só por trás tocando tudo? Cara, eu acho que já é possível fazer. Tipo, cara, eu tenho no meu e-commerce, é uma pessoa só, e basicamente é ela com o do John ou com os agentes, e tipo assim... Sim, já é possível fazer. Porque o que dá muito trabalho no e-commerce é a distribuição e a logística.

E isso é terceirizável. Tem várias empresas onde você terceiriza a tua logística. Você nem mete a mão no produto. O produto nem chega na tua casa. Você vai terceirizar 100% na tua logística. Tipo dropshipping? Não é dropshipping. É cross-docking mesmo. É um fulfillment terceirizado. Alguém vai cuidar da tua logística. O dropshipping você fatura direto da fábrica, de acordo com o que vende. Não, aí você importa o teu produto.

Isso vai para o galpão do teu parceiro logístico. Você tem que estar pagando o estoque. O Mercado Livre já faz isso. O Mercado Livre faz para o que você vende dentro do Mercado Livre. É o full do Mercado Livre. Mas existem operações de full que operam para todos os canais. Então, isso que é o mais trabalhoso, você já consegue terceirizar. Outra parte que dá muito trabalho, a parte de operação, cara...

é uma ia fácil, pô. Esse é o que ia faz mais fácil. Agora eu vou dizer o seguinte, cara. Eu queria assim, se não existisse o fulfillment terceirizado, esse seria o grande problema, porque o robô, eu acho que ainda vai demorar muito tempo. Apesar de que tem robôs, tá? Semana passada a gente levou os nossos clientes do nosso clube pra conhecer o fulfillment do Mercado Livre, em Cajamar, com 500 robôs operando ali.

Cara, te ouvindo falar parece que é questão de tempo Da gente ver um Um cara que criou um e-commerce E explodiu Talvez exista e a gente não sabe Mas o que dá pra fazer Se tiver Se você que tá ouvindo, chama lá Me chama pra ser sócio Chama lá Chama a gente também que a gente quer te trazer aqui Se você criou um e-commerce do zero Sozinho, toda operação, tudo cu e a A gente quer conhecer o case, a gente quer contar teu case aqui E aí

Mas dá para fazer. E hoje é o que você falou do OpenClaw, do multiagente. Eu ainda acho o multiagente benéfico. Eu acho ele muito benéfico. Hoje eu também acho. Porque no início, eu fui iterando com o próprio Joey. O momento de fazer, ele falou, não, ainda não precisa. Ele falou, não, eu dou conta de tudo. Ele não quer, sabe? Eu dou conta de tudo. Eu falei, cara, essa tarefa aqui está demorando muito tempo. Centralizador. Ele falou, então vamos criar um agente para poder executar essa tarefa.

Porque como é que ele funciona? Se você dá uma tarefa, ele não é igual a LLM que você posta uma parada lá e você tem que esperar ele te entregar para poder continuar conversando. Não, eu entrego uma demanda para ele, ele executa aquela demanda em paralelo.

É, em background, é como se ele tivesse criado um agente temporário para poder executar aquilo ali e você continua conversando com o cara. É assim. Só que quando tem demandas muito complexas e trabalhosas ali, não é nem complexa, é trabalhosa, você pegar uma planilha com 5 mil SKUs, uma porrada de coluna para poder precificar e monitorar uma opção de concorrente e fazer isso duas, três vezes no dia, isso vai dar trabalho. Então, de repente, é melhor ter um agente para isso.

que ele não vai ocupar o tempo do Joe, ele vai conseguir fazer outras coisas. Não, igual eu falei, hoje eu com 4% e a gente está numa estrutura hoje de multiagentes. Tanto é que lá no Verde A, eu criei a segunda agente já, que é a Luna. Então, para o marketing que hoje demanda mais... Você é o outro openclaw? É o outro openclaw. É o outro openclaw.

Por quê? Porque a Iris hoje está muito focada em rotina e comunicação e só dela consumir todos os bancos de dados já exige muito. Então eu senti que ela começou a alucinar ali na cobrança, na demanda, porque ela estava ficando sobrecarregada, vamos colocar entre aspas aqui para ficar mais fácil de entender, e aí eu criei uma só para o marketing.

que é a Luna para executar lá. Só que a minha visão é muito mais abordando o futuro. Visão de futuro, para mim, que é uma dúvida se a gente centraliza. Eu acho que a IA, a gente vai conseguir evoluir numa capacidade da IA conseguir centralizar. Fazer tudo, né? Fazer tudo. Pode ser. Pode ser, sim. Cara, eu risco dizer que assim...

Pô, o que o Bruno não falou agora, eu risco a dizer que eu acho que o mercado de varejo hoje é um dos mercados que mais vai ter ganho, né, Cuiar? Eu acho que é. Mas esse é o mercado, esse é o patinho feio, é jogo de eficiência. Esse cara tá há 30 anos sem ganhar dinheiro, pelo menos tem que chegar o dia desse cara ali. Esse cara tá há 30 anos aí bancando frete grátis, sendo tributado aqui, sendo tributado ali, trabalhando igual um louco.

Tem que chegar o dia desse cara, e eu acho que chegou. Agora, e tu tá pensando em uma coisa também, né, em educação pra esse mercado?

Assim, eu estou muito cético com a educação. Eu trabalhei muitos anos nesse mercado, construí a maior escola de e-commerce do mundo, vendi essa escola para a Noven Shop. E, cara, eu acho que o bonde, assim, pode ser maléfico eu falar isso, mas eu acho que o bonde da educação passou.

O boom da educação, das edtechs, acho que passou. Agora as pessoas, acho que elas querem coisas prontas, elas querem acompanhamento, elas querem mentoria, elas querem consultoria, elas não querem comprar uma parada, estudar e aprender.

Então, cara, eu não sei. Não sei se eu iria por essa linha hoje em dia. Posso dar uma visão do que você está falando? A gente conversando com a TAB, a TAB falou que as pessoas são apaixonadas com a educação, mas elas têm dificuldades na execução. Mas será que elas são, cara? Você sabe qual é o profissional mais odiado hoje em dia? É o vendedor de curso, irmão. É o professor.

no Brasil, né? no Brasil o professor dos últimos 10 anos o cara que ensinou, você pega ali as pessoas que mais venderam curso quantas pessoas esses caras ajudaram quantos negócios surgiram daqui esses caras são os caras, eu sou um deles eu sou um dos caras mais odiados por vender curso eu vendi curso pra mais de 500 mil pessoas e essas 500 mil pessoas não me odeiam mas a galera odeia o vendedor de curso então o brasileiro, ele não valoriza a educação não

O que eu quis dizer é o seguinte. A parte da educação, hoje as pessoas estão querendo embalar mais com a execução. Talvez. Eu acho que é uma consultoria. É uma consultoria. Você aprende, mas alguém te ajuda. Eu acho que o curso perdeu o valor mesmo.

Perdeu valor. Tipo assim, eu te ensino. Porque o curso que é acesso a conhecimento, esse formato de curso, perdeu valor mesmo. Você não tem interesse, eu não tenho interesse, você não tem interesse. Porque você tem A, pô. Você tem A. Agora, aquele curso que é tipo assim, velho, aquela parada prática, aquele insight, aquele direcionamento. Eu acho que o formato...

de presencial para isso, acho que isso tem muito valor hoje em dia, muito de repente eu me expressei mal o curso que não é legal hoje em dia não é legal entre aspas é o online mas o presencial tem muito valor você vai lá, você aprende, você passa um dia inteiro você interage com a galera eu cara, até hoje vou, vou direto sempre que tem alguma coisa nova ali que me chama atenção eu vou no presencial

mas um curso online, não lembro a última vez que eu comprei uma coisa assim, sabe? E foi muito do que a gente construiu, né, o Verdiá, né, que lá atrás eu falei assim, Rafa, exatamente com essa visão, e a gente só colocou curso online porque o nosso é técnico. Sim. Então não é...

que é o que eu acendo também. Quando eu acesso a plataforma do Viver de A, a minha visão como usuário não é um sistema de educação, na minha visão. Não é. Parece mais uma parada de mentoria. A gente fica internamente brigando. É solução, mas é mentoria e educação, mas é uma mentoria técnica.

É tipo compartilhando a tela que eu te ajudo. É porque é diferente, sabe? O curso é uma coisa que tem um início, meio e fim e acabou. Aí depois eu compro outro curso, depois eu compro outro curso. Ali é uma plataforma, todo dia tem uma coisa nova, vou lá, tiro dúvida e peço ajuda. Ou peço, pergunto para a IA. Enfim, eu vejo mais como uma mentoria mesmo. Uma parada de tipo uma consultoria que não é um a um, não é individualizada, mas eu particularmente... Mas tem agora? É, tem. Tem.

Mas eu particularmente, assim, eu gosto, eu sou muito autodidata, né? Eu sou autodidata, assim. Eu não preciso de uma pessoa me acompanhando ali individualmente, me direcionando. Não. Se eu tenho acesso à parada, eu vou lá, estudo, tiro dúvida, busco conhecimento, assisto de novo quantas vezes for necessário e aprendo.

Eu acho que esse nível de educação é top, se isso é educação. Na minha visão, isso é mais uma consultoria, uma mentoria do que educação. Legal ver essa visão como cliente lá. É bom a gente pegar essa visão. Cara, eu tô muito só com os podcasts que eu mais aprendi. É. Aprendi aqui, peguei umas coisas novas aqui. De como eles não é meu mundo. Tu não tem um OpenClaw ainda.

Não, não tem. Tem que ter, né? Tem que ter. Não tem, não tem. Eu vou fazer ele. Mas tu responde e-mail? Faz essas coisas lá. Não, não, não respondo também. Não responde e-mail. O Iago não trabalha com o computador. Eu sou meio raiz. Ah, não, não trabalha com o computador. Não, não trabalha com o computador, mano. Eu digo que, né? Eu falo que o meu objetivo é não usar computador.

Boa, boa. Porque assim, responder e-mail, essas coisas assim, tipo WhatsApp. Não, WhatsApp é bom. É, no meu WhatsApp funcionaria. Eu me acho, tipo, eu falo que eu sou profissional de WhatsApp. Tipo assim, cara, eu sou o cara que eu respondo em real time, é mensagem pra caceta. Eu acho meio falta de respeito, assim, não responder ou no mesmo dia dou rápido. Não é uma coisa que eu tenho comigo. Eu fui meio puto quando não me respondem, porque a pessoa tá vendo.

Cara, ela vê. Ela não responde que ela não quer. Ah, não. Eu acho que sou o maior não respondedor de WhatsApp do mundo. Eu vejo, mas o cara... É, mas o cara vê. Mas quando tu vê, sim. Tá, desse que eu vou responder. Mas eu tenho dificuldade também. Eu acho que a gente que é mais especialista tem dificuldade. Tem dificuldade de responder WhatsApp. Eu, às vezes... Cara, é muita mensagem. Às vezes você olha e fala assim. Não, não é agora.

E aí ficou, passou por depois, aí ficou. Às vezes eu vou lembrar, tem uma semana. Mas é uma coisa que eu tô com receio, cara. Porque, cara, a meta podia ser mais flexível que essa questão de API oficial para o WhatsApp. Cara, o pedido meu, se você dá a meta, pelo amor de Deus, libera algo para a gente conseguir colocar IA de maneira inteligente na sua ferramenta, que é incrível, mas olha só.

Eu queria colocar um open cloud pra ler o meu WhatsApp e ele me mandar, tipo assim, Rafa, isso aqui você tem que priorizar. Tipo assim, ó. Igual ele faz no e-mail. Caramba, velho. Só que eu tenho muito medo de colocar no meu WhatsApp pessoal. E causar bloqueio. É o meu número pessoal. Eu ainda não botei o Joe no meu WhatsApp por causa disso. Exato. Vai bloquear meu número, vou ter que me preocupar com isso. Eu também não botei a cloud no meu WhatsApp exatamente por isso.

Porque se eu tomar um bloqueio, fodeu. Fodeu. Aí vou bloquear meu número pessoal que eu tenho há 15 anos.

Eu particularmente não entendo esse lance de como a meta trata esse lance de WhatsApp. Eu acho super errado. Eu também. Porque é um super canal. É do WhatsApp. Ele é praticamente um domínio público hoje em dia.

No Brasil, pelo menos. Então, assim, você... Ah, pô, vou usar a API oficial. Aí você usa a API oficial e não consegue fazer o que você quer. Ah, vou usar a API não oficial. Aí você usa a API não oficial e é bloqueado. Aí você, sei lá, conecta o pincló e, porra, é bloqueado. Enfim, assim...

É estranho, eu não sei o que ele é. Tipo assim, a gente tem disposição a pagar. Tem, pô. Eu pagaria, tipo assim, pra conectar uma penclore nela e... Tá, você quer dinheiro? Eu te pago. Me cobra token, pô. Isso. Me cobra pra eu colocar. Me cobra token ali. É um atraso, às vezes, que eu fico... E é foda que eles dominaram o mercado, né?

É, eles dominaram o mercado. O Brasil hoje é total dependente de WhatsApp. Sim. Entendeu? Aí a gente tem um canal que a gente precisa colocar IA no canal, só que a ferramenta que detém o canal te bloqueia. E isso é uma coisa que me incomoda. Então, acho que o que eles tinham que fazer é...

Se eles querem realmente bloquear IA dentro desse canal, entrega uma IA boa pra eu usar IA deles dentro desse canal. Mas eu acho que a aquisição do Manus é essa ideia. É, talvez parta pra isso. Pô, mas tá demorando, né? Tá demorando. Ah, mas, cara, eu acho que toda empresa fica muito grande também.

demora. Cara, imagina você tomar uma decisão que impacta milhões de sócios. Vamos fazer uma permutinha com eles, dar nossa formação pra eles, pra ensinar eles lá a usar logo, pra criar rapidão. Bora. Brunão, pra gente ir pro final aqui, cara, dá até a tua visão final, abre tua mente pra gente.

O que tu acredita que no futuro no e-commerce... Eu não gosto de olhar muito... Não é de comercial, não. Varejo como um todo. Pra frente, eu não gosto de muito 3, 5 anos. Porque a gente não tem balanete cristal também. Mas esse ano, assim, o que pra ti é o jogo da EA? Que esse mercado tem que jogar. Não que tu ache que vai jogar, mas que tem que jogar.

Acho que é um pouco do que eu falei. Acho que você que é empreendedor no varejo, você que é varejista, você está aí quebrando pedra e aguentando o mercado há 10, 20, 30 anos. Eu comecei no varejo em 2000, tenho 26 anos de varejo. Então, todas as tecnologias que surgiram eu peguei. Eu fui um dos primeiros anunciantes do Google no Brasil. Eu fui um dos primeiros anunciantes do Facebook no Brasil. Então, eu peguei todas.

E, cara, sendo bem sincero, hoje, se o cara começa um e-commerce do zero e vai lá para o Google fazer os anúncios dele, dá para fazer, é possível ter resultado. No Facebook, a mesma coisa, é possível ter resultado.

Com o IA, eu não sei se daqui a dois anos, três anos, vai ser possível você fazer o que é possível fazer hoje. Você vai ter brecha ainda no mercado. Eu acho que essa onda vai passar muito rápido. Concordo. E quem não pegar só vai perceber depois. E vai ser muito difícil você correr atrás daquele concorrente que está vendendo o produto por um preço que você não entende como é que ele consegue.

Mas, cara, você perdeu o bonde. Esse cara está usando o IA, esse cara tem controle da margem dele, esse cara tem controle da demanda e você perdeu o bonde. Então, assim, você tem que olhar para isso agora. A hora de ganhar dinheiro no varejo chegou. Chegou. O seu dia chegou. Só que ele pode passar se você não prestar atenção e não aproveitar essa oportunidade que é usar a inteligência artificial no negócio de um jeito inteligente. Porque IA dá para fazer tudo.

E se você não tiver foco, cara, você vai tentar um monte de coisa e não vai conseguir ter resultado. A gente só tem 24 horas. Acho que a IA nunca vai conseguir mudar a nossa quantidade de horas no dia disponível. Mas o lance é, cara, entende o que dá para fazer, busca ajuda para você não ter que ficar procurando testar um monte de coisa e focar já no que funciona. E é isso, a hora de ganhar dinheiro no varejo chegou. Só tem que aproveitar. Eu super concordo.

Porque assim, a gente pegando a evolução de tecnologia, você pega internet, rede social e IA. Cada vez mais a curva de tempo para você dominar isso é menor. Então, internet você teve mais tempo, rede social você teve menos tempo, com IA é menos. Então, não é fomo que a gente está gerando. É que a gente que está dentro do jogo, a gente consegue ter essa clareza. É assim, talvez você olhe aqui para a gente no podcast e fale, pô, esses caras estão muito à frente. Eu particularmente me considero atrasado, Ihan.

Eu acho que a gente sempre vai estar atrasado. Mas você vai estar atrasado também, mas você tem que fazer. Porque senão você realmente vai estar atrasado quando essa onda passar. Então eu falo para os alunos isso. Essa onda vai passar muito rápido. 12 meses, 18 meses, não sei. Acho que talvez seja por aí. Quando ela passar, usar IA no dia a dia do negócio já vai ser tipo usar a internet.

Ninguém se programa para falar, acho que vou começar a usar a internet. Vou começar, de repente, a fazer esse negócio de anúncios online para ver se eu consigo ter mais visibilidade. Não, cara, vai estar todo mundo usando. Esse vai ser já o padrão. Como que você, um varejista arcaico, vai entrar nesse mundo, sendo que o teu concorrente está turbinado? Eu estava falando com um amigo no jantar. A inteligência artificial hoje é como se ela tivesse legalizado o doping.

É como se você fosse para a Olimpíada com todo mundo dopado legalmente e você não. Como é que você vai competir com os caras? Não tem como, cara. Vou usar isso aí. Vou usar real. Mas é isso. Eu dou os créditos, mas é muito boa essa analogia. A inteligência artificial é isso. Ela legalizou o doping no mundo dos negócios.

É isso. E quem não usar vai competir com gente dopada legalmente. Muito bom. Recado final do Bruno, então, é o seguinte. Jogue o jogo da IA agora, porque senão você vai perder o jogo. Você vai ficar menos competitivo. O seu time vai ficar fraco. E o time que está jogando o jogo vai estar dopado. Sem dúvida. E um outro ponto, né? Todo mundo que passou aqui, o Bruno também, foi a primeira coisa que ele falou. E eu, pum, gravei aqui.

A primeira coisa que tu falou foi o seguinte, cara, dentro do meu negócio, foi top down. Tem que ser top down. Bom, todo mundo que passou aqui com a gente falou exatamente a mesma coisa. Eu, dono, coloquei a minha bunda na cadeira, eu coloquei a minha mão, eu fiz o primeiro. Entendi. Depois eu dei top down. Porque ele só dá top down se ele, se ele de fato entende. Se ele for o exemplo. É isso, entendeu?

Eu já conversei com muita gente sobre isso. Todo mundo falou a mesma coisa. Todo mundo que não fez top-down no início, não teve resultado. Não rodou. Não rodou. Porque, na prática, as pessoas são muito conservadoras no dia a dia dela. O cara não quer fazer IA.

Ele só vai fazer se ele for obrigado. Ele quer o resultado, quer a gente. É mais confortável ele fazer daquele jeito que ele já sabe, sabe? Pô, eu já sei produzir meu conteúdo aqui, cara. Já sei criar os meus anúncios. Já sei criar os meus relatórios aqui. Então tá tranquilo, cara. Sou bom pra caramba no Excel. Demorou pro cara ficar bom no Excel, né? Excel, pô, no início é um bicho de sete cabeças pra quem não sabe mexer. Mas, pô, o cara investiu ali anos pra ter aquela planilha cheia de macro.

que fala, que inventa número, que monta gráfico. Agora aquilo ali não serve mais para nada, porque eu consigo jogar os dados ali no cloud e ele me entrega uma planilha 10 vezes melhor. Então o cara não quer deixar de usar a planilha dele. Tem que ser obrigado. Você tem que obrigar, tem que ser top down.

Ou ele busca emprego em outro lugar. Exatamente. E se você que está aqui nos ouvindo no final desse episódio e quer aprender a dar top-down também na sua companhia, eu quero te convidar para participar da nossa academia de Acre do G4, comigo, com o João Vitor, com a turma, para igual o Bruno esteve lá com a gente também.

para esse dia de imersão e também, claro, para dar continuidade dentro do Viver de A, para que você dê acesso para o seu time todo e se beneficiar dessa implementação, que é o que eu sempre defendo, que muda o jogo. Brunão, para a gente encerrar, para te encontrar nas redes sociais, como que a gente faz?

Bruno Oliveira Oficial no Instagram, você me encontra lá. Tem conteúdo de IA para varejo, tem conteúdo de e-commerce. O foco lá é isso, e-commerce e varejo. Então, lá. Iago Martins, como é que as pessoas fazem para te encontrar? Arroba IagoMartinsBR no Instagram, no LinkedIn também, YouTube também. Então, arroba IagoMartinsBR. E por que as pessoas têm que te seguir lá? O que tem de conteúdo bom lá?

Cara, a gente tá mudando muito o meu conteúdo, né? A gente vem mudando o meu conteúdo, mas a gente vem... Eu sou do ponto de conseguir colocar legenda em coisa complexa. Que essa é a minha missão. É conseguir simplificar as coisas, ter um grande simplificador profissional. Então, que é um pouco do que eu tenho. A gente começa a deixar as coisas um pouco complexas. A gente vai falar de aí vai. O meu ponto sempre tenta usar bastante analogia.

para tentar tangibilizar aquilo. Então, se você quer pegar um conteúdo mais focado em gestão, cultura e vendas, que é onde eu consigo trazer mais, só que com legenda, e consiga, de fato, entender para o teu negócio, pode me seguir, tamo junto. É isso. E se você quiser acompanhar uma pessoa que vive de A 24 horas por dia, pode me seguir também, Rafael Milagre, para você aprender cada vez mais a jogar melhor esse jogo da A. Nós vamos ficando por aqui, e te vejo no próximo jogo. Valeu.

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