COMPLIANCE + IA: O MERCADO TRIBUTÁRIO COM LUIS WULFF | O JOGO DA IA
A inteligência artificial já chegou no financeiro, no marketing… e agora está entrando com força no tributário.
Só tem um detalhe: aqui, o erro não custa performance.Custa dinheiro — e pode virar problema sério.
Neste episódio, a gente conversa com Luis Wulff, fundador e CEO da TAX.Co sobre como usar IA na área fiscal sem cair nas armadilhas que a maioria das empresas nem sabe que está correndo.
Onde a IA já está gerando ganho real de eficiência.Quais processos podem — e devem — ser automatizados.E principalmente: onde está o limite entre ganho de produtividade e risco tributário.
Porque diferente de outras áreas, no fiscal não existe “testar e ver no que dá”.
Ou você usa do jeito certo… ou pode pagar caro depois.
Se você é empresário, financeiro ou lidera área fiscal, esse episódio é um mapa claro de como entrar na IA com segurança — e transformar obrigação em vantagem competitiva.
Assista agora nossa série documental sobre os Herois do Brasil:
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Foca no que você sabe fazer bem feito, mas não deixa de lado a IA, cara. A IA é um negócio que vai mudar de fato o jogo do tamanho do negócio que você quer fazer. Cara, o jogo da IA, quando ela entrou para dentro do business, ela começou a tratar esse dado de uma maneira autônoma. Cada nova dor do meu cliente, em sete dias, a gente bota para girar e bota para rodar e já está em produção.
Está começando mais um jogo da IA e nós estamos aqui hoje com o Luiz Bulf, SEO e fundador da Taxco. Com mais de 15 anos de experiência no mercado tributário, a empresa que tem mais de mil profissionais em mais de 250 escritórios no Brasil e também escritório, que eu fiquei sabendo, em Nova York, atuando com inteligência tributária.
recuperação de créditos e soluções contábeis baseadas em tecnologia. Estão investindo em inteligência artificial nesse mercado tributário. Eu sou o Rafael Milagre, agora lembrei de me apresentar, e estou aqui hoje com o meu sócio, Iago Martins, pra gente começar mais esse jogo de ar na prática. Esse cara é fera, mano. A gente podia ir lá no escritório dele em Nova York.
Cadê o Covid? Lá. E aí, maio? Maio? Ó, dia 15 de maio, a gente vai estar lá. A gente vai palestrar lá, deu, né? Nem te falei, eu acho. Nem te falei?
É, tu vai, pai. Tu vai. Tô com a roupa de... E dia 15 de maio é meu aniversário. Então a gente chapalece, a gente passa lá, passa na 5ª Avenida e eu vou dar uma boletada em ti já. Bora. Vamos ou não? Te dou um presente massa. Hã? Eu sei pedir, hein? Eu sei. E eu dou bons presentes. Caralho, mano. Eu dou bons presentes. Agora vai fazer o seguinte, ó. Falar de ar no mercado tributário, esse é o cara. É. Trouxe um homem aqui, ó. É, o homem tá com a gente.
Conta pra nós, irmão, como é que tá tocando a banda lá? O que que tá colocando com o IA? O que que tá inventando? Cara, abrem um pouquinho esse teu jogo da IA. Então, acho que a primeira pergunta que eu ia te fazer, cara, qual que é o jogo da IA que tu tá jogando hoje, que tu acredita pro teu segmento tributário? Cara, um mercado...
incrível, tu ajuda muito a empresa a recuperar, enfim, várias outras coisas que eu confesso que eu sou meio leigo e tenho muito a aprender contigo, mas qual que é o jogo que tu está jogando de empresário para empresário? Cara, o jogo nosso da IA em tex é hard, só posso dizer isso.
Somos early adopters, usuários sempre muito novos de tudo que existe. Começamos esse jogo com RPA lá atrás, 13 anos atrás. Os primeiros caras malucos que foram lá no Vale do Silício para trazer um RPA para o Brasil e botar para rodar. Cara, e depois que a EA veio, o jogo mudou. O nível de eficiência da nossa operação, cara, mais que dobrou. Nosso tamanho aumentou.
crescemos 55% só com processos de automação e criação de novas ferramentas que saíram dessa combinação de automação por RPA mais IA. Ah, cara, o jogo nosso é um jogo sério, é um jogo hard, como eu digo, é um jogo de verdade, e obrigado pelo convite para bater esse papo com vocês e vamos para Nova York em maio, hein? Vamos, vamos. Cara, conta assim, me interessou esse assunto, tá?
Tenta dar um pouquinho de visão. Como era antes e depois. Então, cara, quando eu não tinha isso ou quando eu estava... Pô, trabalha há 15 anos no mercado, né? 15 anos. Lá, quando tu começou, como era e como veio vindo o C&A e quando... Mas qual foi esse clique? Coisa que o Rafa, a gente fala bastante. Cara, em algum momento da vida, em vários meses da vida, é dado esse clique. É um meteoreca.
Cara, girou uma chavezinha na cabeça e cara, aqui eu entendi que tinha que virar. Então assim, como era antes, como era depois e o que tu vê ainda, e aí trazendo antes e depois e hoje. Como é hoje e como tu vê pra frente, pra fazer esses dois momentos. Era assim, estou assim. Estou assim, pretendo ficar desse outro jeito. Mercado tributário e contábil, geralmente de advogados, de contadores, cara, é um jogo muito da burocracia. Como é que era o business antes? Papel.
era tudo no papel. Era avaliação linha a linha numa planilha de Excel. Era fórmula de Excel. Então cruzávamos um Excel de um lado, com o arquivo de uma nota fiscal do outro, que é um XML. Isso absolutamente com ferramentas totalmente manuais. Desde cruzamento em Excel, até VBA e até automações simples. Cara, o jogo da IA, quando ela entrou para dentro do business, ela começou a tratar esse dado de uma maneira autônoma. E aí o jogo, cara, o jogo é outro. O jogo é outro.
Quando eu precisava ter alguém júnior quebrando um arquivo numa planilha Excel, cara, e a IA veio e quebrou isso de maneira automatizada e não quebrou uma planilha, não quebrou um arquivo. Cara, quebrou um milhão de arquivos ao mesmo tempo. Cara, o nível da escala aumentou absurdamente. A gente tem 9 mil clientes. Tratar 9 mil clientes na mão é uma coisa. Tratar com IA é outro jogo.
Boa. Uma coisa que eu defendo muito, Luiz, no jogo de inteligência social é a automação. Então, 2024 inteiro, automatizando processos repetitivos para as empresas, ganhando muita eficiência operacional. E eu imagino que no regime tributário, no sistema financeiro tributário de modo geral, tem muito processo repetitivo.
Ou seja, tem muita oportunidade de automação. Então, eu queria entender mais se você já automatizou alguns processos, se o empresário que está nos ouvindo hoje, se você consegue compartilhar um pouco dessa jornada de automação de processos para ter esse benefício de eficiência operacional dentro da operação. Olha só, milagre. A gente descobriu que com automação de nota fiscal, dava para cada empresa, em média, botar 2 milhões a mais de reais no caixa.
Como isso? A gente descobriu que basicamente a grande maioria das empresas no Brasil tem um estagiário para lançar a nota fiscal. Quando a gente pegou essa parada na mão, ele falou, porra, nota fiscal na mão, digitada, cara, vamos automatizar isso aqui. Erro humano, né? Chance de erro humano. Erro humano. Mas o Brasil é assim. Erro sistêmico. A galera faz na mão ainda. Faz na mão, ok.
Está 95% das empresas fazendo a mão. Fazendo a mão. O que a gente viu? Uma puta oportunidade de pegar aqueles arquivos eletrônicos e através de uma automação fazer o ingresso da nota de maneira automatizada. Zero erro, crédito tributário cheio.
Ou seja, deixaram de perder dinheiro em média 2 milhões de reais por empresa. E eficiência operacional. Não precisa ter alguém na portaria da empresa recebendo nota fiscal do caminhão. A nota fiscal vem por e-mail, o robô vai no e-mail, saca a nota fiscal do e-mail, traz para dentro do data center, no data center depura a nota, cruza com a informação da regra tributária, valida se está certo ou se está errado e devolve esse conteúdo lá para o RP da empresa para poder fazer o registro correto na contabilidade. Tudo automático? Tudo automático.
Zero, zero. Mas isso é um software de vocês, isso? Isso é ferramenta que a gente desenvolveu dentro de casa. Animal. E, obviamente, depois da IA entrar, com muito jogo de IA rodando, a gente passou a potencializar isso. Quer dizer, o que eu levava um ano para estruturar um código de uma solução, eu passei a fazer uma semana.
Bizarro, assim. Em uma semana, cada nova dor do meu cliente, em sete dias a gente bota para girar e bota para rodar e já está em produção. E você sabe qual ferramenta que o seu time usou? Ou se puder abrir isso com a gente, acho que é bem legal.
Basicamente, a gente tem scripts rodando em base de SQL. Então, tradicionalmente, bancos de dados MongoDB, baseado em Amazon Web Services, ou seja, AWS, em Nuvem, e essa operação toda com script e Python. Então, basicamente, começou lá atrás com os scripts normais, depois a gente evoluiu para Python ao longo da jornada. A diferença é codar.
Lá atrás, puta, dependia de um superprojeto. Cara, grana, erros. Imagina o seguinte, lá atrás eu dizia assim, eu quero isso, isso e isso. Aí voltava meu dev e entregava um protótipo. É isso aqui que eu cheguei. Cara, não era isso que eu pedi. Projeto era outro.
Hoje, qual é o jogo? Hoje eu desenho o que eu quero na IA, preparo o que eu quero, chamo o meu débito e diz, cara, faz igual isso aqui. Você não precisa perder tempo pensando. Eu já pensei por você, só faz para mim dentro da minha estrutura de sistema, da minha estrutura de código que a gente já tem e amplia a minha ferramenta aqui para a gente ser mais eficiente, com mais inteligência tributária. Então esse é um pouco o jogo que a gente está jogando.
Animal. Cara, outro ponto aqui. Vocês são quantos funcionários hoje? Hoje a gente está com 230 funcionários próprios. E 750 membros da nossa rede espalhados em 250 escritórios no Brasil. Distribuindo o serviço do Tex Group em todo o Brasil.
Me explica um pouco antes, assim, do tamanho de vocês, rede, modelo de negócio, me abre um pouquinho o modelo, rede, próprio, como é que isso roda hoje? Como é que funciona? Nós somos uma empresa de inteligência tributária e contábil que pluga em escritórios de todo o Brasil para fornecer para esses escritórios inteligência tributária. Inteligência tributária é o nosso grande jogo. A gente se tornou o maior do Brasil nisso.
plugando em grandes escritórios regionais. Então, a gente é uma espécie de XP do mercado tributário.
distribuímos o nosso serviço através de relacionamento local, pessoas que falam a língua do empresário, que estão próximas do empresário, e conseguimos chegar com o melhor serviço do Brasil, com a melhor tecnologia fiscal, plugada no melhor relacionamento. Então, esse é um pouco do jogo que a gente joga. E o Tec se destacou por quê? Porque atende empresas e sabe conversar sobre as dores dos seus clientes. A gente atende médias e grandes empresas, é a única hoje operadora de Tec, consultoria de Tec que está focada nisso e com a maior amplitude possível.
Eu concordo com empresas Big Ford Auditoria que tem no máximo 15 escritórios no Brasil. A gente está em 250 escritórios localmente lá, cara, falando a língua do empresário. Ou seja, é alguém que quer abrir uma franquia. Então, tu vende uma franquia para esse cara. Vendo uma licença de marca. E ele pluga a licença de marca com a minha plataforma, com os meus softwares, dentro do seu back office, do seu escritório.
Ou seja, é como se o Rafa tendo um relacionamento dele, ele é conhecido na cidade dele, e ele, cara, eu quero abrir um negócio, não sei como aqui, como é que eu monetizo isso? E ele, porra, tem um modelo aqui que eu consigo pagar, eu pego a tua metodologia, pego a tua ferramenta e consigo monetizar dentro do meu relacionamento. Consegue ganhar dinheiro no relacionamento de pessoa jurídica. Então, ele basicamente vira teu canal de distribuição. Exatamente. Ele vende e tu opera.
E hoje eu tenho 250 canais e eu sou operador desses 250 canais, entregando serviço em 9 mil clientes no Brasil. E como é que você está fazendo para colocar essa galera para usar IA? Quanto de estar treinando, educando, estar com o ritual já? Do que você está fazendo? Eu sou meio paranoico em adotar coisas de maneira rápida. Eu acho que boa parte do nosso crescimento, da nossa rampagem de mercado é ser rápido na implantação de coisas que os outros são lentos. Deu vender o Vivero de Aospre então, já que é.
rápido. O que tu acha? Lógico. Já preparo o boleto. Vou boletar. Olha aí, olha. Tem um vendedor na mesa. Não, não. Pô, falou aqui que é rápido. Toma um desão rápido. Vai, eu já. Aqui, ó. Ele tá só assim, ó. Eu já fico aqui, ó. Check. Check. Porra, mano. É o lead qualificado perfeito. Exatamente. Eu já fico aqui, ó. Eu ando me coçando já. O que eu fiz? Eu vi que o mercado se mexeu muito e eu venho estudando e haja algum tempo.
E aí eu falei, pô, isso aqui não pode ficar só comigo, esse conhecimento, esse know-how tem que se distribuir. Mas antes de distribuir eu testei. Cara, eu cheguei em casa um dia, isso era novembro do ano passado, abri uma garrafa de vinho e falei, vou criar alguma coisa com o IA.
E aí eu criei, eu levei três horas pra fazer. Fiz o código 100% no terminal. Então, realmente, codando no terminal, pedindo pra IA, bate foto do terminal, joga na IA, me orienta como faz, que eu não sei. Então, a gente tem que ser, quando a gente fala, eu tenho dito isso dentro da organização, quando fala de IA, a gente tem que se colocar como um estagiário. Que tem dúvida de tudo. Que faz perguntas. Estagiário curioso. Então, eu fui lá em novembro do ano passado, estagiário curioso. E eu falei, eu quero criar uma newsletter e eu vou fazer.
tributária, que faça a leitura dos principais veículos de mídia do Brasil, entre eles o Valor Econômico, o Globo, a Folha de São Paulo, o Estado de São Paulo, e que faça uma curadoria desse conteúdo, usando o IA, para entregar para o meu cliente, de maneira gratuita. Em três horas e meia eu coloquei de pé um Google Scripts.
codando através de chat GPT na época, em toda a orientação, fazendo via terminal, coloquei de pé. E hoje essa ferramenta está funcionando, entregando para o meu cliente, sete da manhã, a curadoria tributária com opinião baseada no que a gente pensa do Tex. Ou seja, tem um repositório de conteúdo de insights nossos, de base nossa. Entrega para o cliente todos os dias algo que o cliente precisaria ficar...
olhando em diversos jornais e sempre perdido. Então, minha marca é lembrada, eu tenho ativação do cliente, eu tenho nutrição do cliente, eu estou atualizando ele de uma maneira sintética, resumida e só do que interessa, para não ter distração de atenção. Cara, isso eu fiz em três horas e meia, em novembro do ano passado. Falei, porra, esse negócio deu certo, validou para mim. O que eu fiz depois? Agora eu vou levar para a empresa inteira. Em janeiro, eu fiz um all hands, chamei todo o time.
Eu coloco todo mundo no Zoom, 250 pessoas no Zoom, disse, galera, nós vamos fazer o seguinte, eu quero, eu crio um projeto aqui que se chama Taxco AI Labs. Então é um laboratório, um hackathon de IA para todo mundo botar a mão na massa junto. E aí eu vou abrir aqui para vocês um Typeform, vocês vão em três minutos preencher uma ideia do que vocês podem fazer com o IA na vida de vocês, na rotina profissional de vocês.
Lancei, até o final de março para me entregar, 31 de março é a data limite. Cara, eu recebi 245 propostas de pessoas, projetos de A, que são sensacionais, de diversas áreas, 40 da área comercial, 30 da área de marketing, 80 projetos operacionais da área técnica tributária, projetos do financeiro, projetos da área de gente.
Todo mundo se envolveu em pelo menos parar cinco minutos e pensar, cara, o que eu posso mudar na minha vida? O que eu posso automatizar? Não era para sair fazendo. Era para parar, refletir, catalogar e entender. Cara, isso aqui é bom, isso aqui funciona, isso aqui muda o jogo.
E 245 projetos surgiram, agora a gente está rolautando o que faz mais sentido em cada área. Cara, e valorizando, promovendo as pessoas que trouxeram. Cara, vem, você vai ser embaixador disso. Você vai ter um avanço de carreira no meio do ano, quando a gente tem processo de feedback. Então, tudo isso entrou no perfil do time, valorizando o time, valorizando as pessoas que estão vestindo a camisa junto. Porque não adianta só o fundador vestir a camisa, se o time não botar a mão na massa junto.
Então tem muito dessa lógica. Aí eu falei, cara, isso aqui precisa ser cultura. Isso aqui não é para ser uma ferramenta da TI. Cara, chamei o pessoal da TI e disse, TI, eu quero pista livre para a turma poder fazer. Quero infra. Me dê infra. Me dê condição do time fazer. Não é para que o time venha até você, você monte projeto, o projeto leva três meses para ter uma arquitetura, depois tem que orçar arquitetura, e quando vem, leva dois anos. Isso, cara, isso não é ia, isso aí é lá atrás.
é software comum é outra coisa outro jogo eu quero pista livre então infraestrutura é ter ido infraestrutura não é dando condições soluções para galera começar a trabalhar no isso é muito legal eu acho que eu vou vender para ter então eu acho que vou vender para ter dele e eu já eu já me dei de opinião não é ele não vou ligar lá para o seu tio dele fala mano ó cérebro a parte venda do cérebro tá ativado ali ó
Gravei um podcast aqui, o cara pediu pista livre. Tô te mandando o link... Tá gravado. Tô te mandando o link de pagamento aí da pista livre. Rafael Milagre, como é que você montaria... Como é que você montaria isso que o Luiz falou hoje? Se fosse toda uma loja de conteúdo pra produção de conteúdo pra mandar pra toda a base de clientes, que ferramentas você usaria? Como que você faria isso hoje? Qualquer empresário que tá...
ouvindo a gente aqui quiser criar isso, um blog automatizado, conteúdo automatizado no WhatsApp para toda a base, como que você faria, Gênes? Conta para nós. Cara, olha só, o primeiro ponto é a curadoria de conteúdo. Então, por exemplo, você quer fazer uma curadoria de conteúdo tributário, quais são os principais portais que falam desse assunto para fazer o scrapping? Para quem não sabe o que é esse termo técnico, é a gente conseguir varrer...
esses portais, essas notícias, esses players que geram conteúdo sobre o nicho dele, para a gente alimentar o que a gente chama de base de conhecimento, Knowledge Base da IA. E aí, com essa base de conhecimento bem alimentada de portais, e aí dá para colocar hoje já varrer alguns perfis de Twitter que falam desse assunto, dá hoje para você colocar, além de portal, além de Twitter, uma busca no Google, então você fazer um web search.
para pegar alguns conteúdos mais atualizados e até mesmo criar alguns feeds RSS. Ou seja, eu consigo monitorar de acordo com a palavra-chave, por exemplo, reforma tributária, e tudo que sair relacionado a esse assunto alimenta. Isso vai para um agente de A que faz uma curadoria e reescreve, por exemplo, com o tom de fala dele.
Então, o que ele pode fazer para falar com o tom de fala dele? Pegar, por exemplo, horas de conteúdo que o Luiz já produziu, transcrever, mandar para esse agente de A entender o tom, a gíria de gaúcho, tudo que ele tiver ali como característica própria, para que a IA consiga pegar essa curadoria, escrever como o Luiz escreveria e enviar para a base.
Além disso, a gente pode melhorar ainda mais. Por quê? Se você tiver uma base qualificada, você consegue mandar uma newsletter adaptada e personalizada para cada cliente. Por quê? Se você, por exemplo, vou dar um exemplo aqui. Vamos pegar esse exemplo aqui regional de vocês. Vamos supor que você é gremista ou colorado? Colorado. Estão dois colorados na mesa. Eu vou vender para ele.
Então filma. Pô, do cara Colorado também que nem eu. A porta é alta. A porta é alta. Se a gente tiver agora gremistas aqui desse lado, você consegue personalizar até nisso o nível de comunicação. Por quê? Porque tem ali uma newsletter só para Colorado, uma newsletter só para gremista. Claro que eu estou dando um exemplo aqui para a gente apenas entender a questão de segmentação, onde cada tipo de cliente que está na sua base recebe um tipo de conteúdo que ele vai gostar mais. Ou seja, ou seja, estou só... Olá.
Pra galera que tá vindo aqui, o meu papel é colocar o Lejana em algumas coisas. Ou seja, o Luiz tem quantos leads na tua base hoje? 300 mil. Tá. É pegar os 300 mil. Vamos supor que lá tu chega a ter mais dados desse lead. O que tu tem de dados dele hoje? Sei lá. Praticamente 10 respostas de perguntas de formulário.
Não é pegar um conteúdo e só mandar do conteúdo. Ou seja, se tem 300 mil, tu pode fazer 300 mil... Conteúdo diferente. Conteúdo, ou seja, hiperpersonalização em massa. Isso. Ou seja, a lógica que a galera fala que não se escala hiperpersonalização, agora tem como. Agora tem como. E aí, como que você faz isso? Abre o Lovable, por exemplo.
ou Cloud Code, mas vou pegar o lovel aqui de exemplo. Você abre o lovel, você coloca seu banco de dados ali no Superbase ou no lovel cloud, esses dados de resposta ali do seu cliente. Claro que tudo de maneira segura, autenticada, você vai evitar dados sensíveis e vai criar esse fluxo, esse match, que é, cara, pega essa corredoria de conteúdo do Scrapping, essa varredura.
Esse tom de voz do Luiz, mais os dados do cliente e formata. Integra com o Sender, que pode ser um Resend da vida ou até mesmo um SMTP. Pronto, você tem um software inteiro de envio de disparo personalizado para aplicar. Automático. Automático. Sensacional. Ou seja, se qualquer portal de conteúdo do planeta falar sobre reforma tributária, tributário...
A Taxi pode ser a primeira empresa, meia hora depois, uma hora depois, cinco minutos depois, a falar sobre aquele conteúdo na comunicação que o Luiz quer. Personalizado para toda a base dele. Além disso... Pegou ou não? Peguei, na hora. Eu vou ainda mais longe, tá? Genial, cara. Vou ainda mais longe.
Você pode agora colocar no tom de voz do Luiz como se fosse ele comentando com a sua opinião e mandar num canal que não precisa ser e-mail necessariamente. Pode ser uma API oficial do WhatsApp com um template que vai para a sua base de e-mail, você comentando aquele assunto de forma automática de acordo com o seu contexto e como você pensa.
Sensacional. Então, assim, se a gente ficar aqui... Escalamos o Luiz aqui para... Exato. 200 Luiz. Exato. E aí, agora eu vou te fazer uma pergunta, Luiz, porque você comentou uma coisa que eu concordo muito, que é a curiosidade. A curiosidade é uma coisa que move todo empreendedor que tem resultado, todo empreendedor que eu vejo que atinge grandes marcos na vida. Ele é boa parte movida a uma curiosidade e a esse ponto de inovar, de estar à frente, de implementar. E não só...
essa curiosidade de aprender, mas de executar, que depois foi o que você falou. Eu aprendi, eu fui lá, no outro dia, eu já estava no meu all-hand, aplicando e tudo mais. E tem muitas pessoas que ficam ainda em cima do muro. Tanto pessoas do time, que estão assim, putz, não sei se eu uso IA, mas se eu usar IA, ela faz meu trabalho, será que vai substituir? Como é que você tem lidado como líder, como empresário, que está dando top-down?
e a gente também defende isso, de ter uma comunicação top-down para o time, como é que você está lidando isso com a maneira que o seu time recebe? Como que você está comunicando a defesa da IA para o time? Cara, defesa da IA é uma defesa de carreira. Eu acho que cada um deveria defender a sua carreira e eu tenho uma opinião muito clara da IA. Para mim, IA é como mexer há 30 anos atrás, aprender a mexer em microcomputador há 30 anos atrás.
É como aprender a navegar no... Cara, mexer no Windows, tá? Como poder usar o pacote Word, o Office, o Excel, é básico, sabe? Então, eu tenho entendido muito isso, que eu, como líder, preciso cobrar o meu time e eu quero pessoas que queiram fazer, de fato queiram fazer. O que significa isso? Quero pessoas que valorizem a sua carreira.
Porque as pessoas que valorizam essa carreira são as pessoas que lá na frente vão ser sócias da empresa. Vão as pessoas que vão ser os futuros diretores, os futuros gerentes. Os caras que vão liderar o negócio para o amanhã. E eu não posso ver pessoas que não querem evoluir. Ou querem ficar para trás e não querem liderar o negócio. Então, cara, é muito simples, tá? Eu me preocupo muito com a carreira das pessoas. Elas também precisam se preocupar com a carreira delas.
Quando a gente fala de A. Todo mundo precisa se desenvolver e A. E eu tenho um caso concreto.
Eu pedi para 220 pessoas, 30 pessoas montarem um case de 3 minutos e tiveram 32 pessoas do time que sequer responderam. Oito chamadas, mensagem na TV interna da companhia, e-mail, WhatsApp, Google Talks, bastante comunicação, mas a galera não preencheu. A galera nem acessou lá para dar ideia. É 3 minutos. Não precisa muita força de vontade para...
Você externar. Então isso significa o que? Isso significa para mim, que eu gosto muito de estatística, um pouquinho do que vai se ver em muitas companhias no Brasil e no mundo. Então vai ter aquelas pessoas que vão dizer, cara, eu vou ser o primeiro. Eu tenho fome de curiosidade, vou lá, vou fazer, vou vencer. A minha carreira vai ser acelerada com isso. A minha vida vai ser acelerada com isso. O meu sucesso, o meu sonho eu vou realizar com isso. E vai ter gente que vai.
Ser negacionista. E dizer, cara, não, não vou. Não vou fazer. Por que eu vou fazer se isso aí vai tirar a tarefa repetitiva que hoje eu faço? E geralmente essas pessoas são as que ficam para trás. Esse é o jogo, cara. Não é uma culpa minha, tá? Isso é um problema de mercado. É uma questão de vida. É uma questão de querer evoluir como ser humano. Mas o que tu acredita assim na tua companhia? Isso já deu esse top down. Cara, e olha só, né? Curioso, né?
Todo mundo que já passou por aqui, todo mundo que a gente entrevistou aqui, todos, 100% das pessoas falaram, é top down. E é top down. 100% das pessoas falaram, é o dono dizendo, eu estou mandando usar. Mas dentro disso, o que eu quero dizer é como tu pensa, tá? É que não tem certo ou errado, é só entender a tua visão. O teu ponto é, para trabalhar contigo daqui para frente, vai ter, por exemplo, é obrigado.
a saber XYZ de A que nem... É tributário. Tu tem algum nível de obrigação caro. Tu tem que ter no mínimo, sei lá, saber mexer no Google Sheets nível 7. Tu tem que minimamente saber de ler em nível X. Sei lá, tu tem alguns pontos ali, porque assim, ou sabe ou não trabalha comigo.
Tu é o tipo de líder que vai ser obrigado a trabalhar contigo ou tu vê como diferencial, não é todo mundo, não é tão hard assim, ou sabe, ou dá um prazo. Cara, sabe qual é a missão da nossa empresa? Revolucionar o mercado tributário fazendo entregas fora da curva. A pergunta que eu faço é, dá para fazer entrega fora da curva, sem A, número 1, 2? Dá para revolucionar o mercado sem A hoje?
Com um papel, uma caneta, uma régua. Para quem é antigo da época de auditoria, com um papel de 14 colunas, riscava o salto. Dá para revolucionar o mercado sim? Não, cara. Então, assim, é mandatório. Trabalhar comigo é mandatório. Será mandatório. Será obra. Quem não quiser, está tudo certo.
Tem talvez centenas de opções do mercado que não precise querer aprender e há, mas para mim sim, para mim é obrigatório. Senão você não está cumprindo com o mais importante da companhia, que é a missão da companhia. O propósito nosso é revolucionar o mercado tributário.
Com entregas fora da curva. Não tem como fazer, cara. Entrega fora da curva. Em 2026, 2027, 2028. Não tem como revolucionar o mercado. Não tem como cumprir a missão. Ou seja, né? Tu pegou tua cultura. Não tem como ganhar a guerra. Saquei, saquei, saquei. Então quem quer estar na trincheira comigo, cara, tem que querer ganhar a minha guerra. A minha guerra é essa. Vamos ganhar juntos essa guerra? Revolucionar o mercado com entrega fora da curva? Vamos. Então tá bom. Então você vem junto. E eu vou te valorizar. Tá comigo.
Animal. E o que são as próximas iniciativas que está tendo o QIAO? Ou seja, no mundo que você está hoje, dentro do seu negócio, se você olhar o seu BP de ano e para frente, para onde você está olhando que no tributário, no seu mercado, são as próximas revoluções, o que vai ser automatizado, do que é a sua visão? Legal. O Tex, há três anos atrás...
Mexeu em todo o planejamento estratégico. Então a gente decidiu não ser só tributário, mas aprender com as dores dos nossos clientes e entregar muito mais. Então hoje eu entrego a plataforma financeira, eu entrego contabilidade, eu entrego serviços de assessoria em geral, serviços de governança, societários, uma série de outros serviços. Serviço barra tech? Barra tech. Sempre barra tech, sempre, obviamente, revolucionando o mercado com entregas fora da curva. Então a gente pega mercados que são tradicionais, esse é um dos mantras nossos,
e a gente busca revolucionar com coisas diferentes, com muita tecnologia, com entrega fora da curva. O que a gente fez? Colocou no planejamento estratégico, nós estamos rolautando etapa por etapa. Então, tem vários projetos surgindo, o ecossistema tem crescido muito, e obviamente usando tecnologia. Então, esse é o jogo que a gente está fazendo. No tributário, a gente passou a ampliar áreas.
Nós tínhamos 15 produtos até 2024, nós estamos hoje com quase 30 produtos. Áreas novas que foram criadas, tudo isso a partir de tecnologia, e quanto mais IA a gente implantar, mais áreas a gente vai disruptar e vai conseguir entrar.
Luiz, olha só. Tem um desafio que imagino que seja comum na sua área. E é uma dúvida que as pessoas trazem bastante pra mim, que é sobre alucinação na EA. E assim, eu acho que é o último lugar que as pessoas querem que a EA alucine é no financeiro, né?
Imagina falar assim, você tem tanto na conta. Aí você vai olhar, não é bem isso. Então assim, alucinação é o tema... Ela podia alucinar para mais de dinheiro. Aí podia ser. E aquilo se torna real ainda. Mas é um ponto. As pessoas têm esse medo, esse receio. E eu sou a prova que...
Eu olho de um jeito diferente os programas. Enquanto as pessoas falam assim, ah, mas eu não vou usar IA no meu financeiro, ou no meu tributário, ou nessas áreas mais sensíveis, porque alucina. Eu, Rafael, já tenho um modelo mental de pensar o seguinte, como eu uso IA nessa área e faço ela não alucinar?
É como eu... Para mim, vira desafiador. E eu, como autodidata, vou atrás de tentar fazer isso. E aí, eu queria ver a sua visão sobre esse ponto da IA alucinar. A gente está cada vez com modelos com mais janelas de contêxtil de tokens, cada vez a parte de alucinar está mais controlável. Mas eu queria saber, na sua opinião, como é que você tem lidado com esse desafio que já deve ter aparecido durante a sua trajetória. Cara, tributário tem um desafio que é a tal da linguagem natural.
Linguagem natural, quando combinada com interpretação legal, vira um caos. Então, do que linguagem natural? Linguagem natural é o seguinte, muitas legislações tributárias tributam determinados produtos pela descrição do produto e não por um código específico. Ou seja, eu não consigo ser binário.
Eu preciso fazer uma leitura, interpretação e gerar uma interpretação dessa linguagem natural. Vou dar um exemplo muito claro, que eu adoro esse exemplo, acho que é muito legal. Bolsa esportiva e Bolsa social em Minas Gerais tem o mesmo código de produto para fim de legislação, mas tem tributações diferentes. A Bolsa social não tem substituição tributária, a Bolsa esportiva tem.
O que muda a regra? Cara, muda tudo. Muda 22% de imposto sobre o produto, só por ser uma bolsa esportiva. E aí quando a gente fala em alucinação da EA ou leitura de linguagem natural, pode acontecer, se não orientada, estruturada, uma leitura desse conteúdo de uma maneira que a EA interprete que é uma bolsa e que tudo é bolsa.
Então a gente precisa, e aí só quem sabe do business é que consegue antecipar muitas dessas coisas. Eu acho que esse está o verdadeiro know-how de quem vai entregar muita coisa no futuro. Know-how, curadoria, competência técnica e, obviamente, escala dentro de IA para que as pessoas tenham segurança. Quem vai comprar uma IA tributária, que é segurança na parada, que é solidez, que é confiabilidade.
Talvez um operador comum não saiba que precise orientar a IA sobre a Bolsa Esportiva e a Bolsa Social, porque não conhece essa legislação, não saiba como o legislador pensa. Outros casos que acontecem também. A gente pegou um caso num cliente, um cliente muito famoso do setor de cosméticos, e tinha lá dentro do cadastro do cliente um produto chamado torta de castanha.
Cara, torta de castanha, porra, parece ser o quê? Um bolo, né? Um produto doce de confeitaria pra você fazer uma festa, cortar em fatia e comer. Torta de castanha. Alguém duvida que possa ser não, né? Claro. Faz sentido. Beleza. Só que esses caras têm uma planta lá no Pará. E lá no Pará, eles fazem o processamento do óleo de castanha pra poder fazer skin care. E a sobra...
do processamento da castanha, quando você faz a prensagem da castanha, sobra um produto chamado torta de castanha. Alguém na contabilidade da empresa cadastrou a torta de castanha como se fosse um bolo de padaria, como se fosse um doce, um produto de confeitaria.
E na verdade é o quê? É um resíduo industrial da planta. Tratamentos tributários completamente diferentes. 25% de alíquota nessa situação e uma perda de um crédito nessa companhia de 50 milhões de reais. Então assim, você precisa ter conhecimento por trás das soluções, das ferramentas. E eu não acredito em alucinação da AI, eu acredito em usuário superficial.
Eu acho que o usuário superficial pode causar problema. Eu acho que a pessoa tem que ser conhecedor do que faz. E aí, meu, desce na IA e vai e aplica. Esse é um ponto. Segundo ponto, no tributário e no financeiro, a gente tem que ter compliance. Então, eu sou super favorável. Põe IA em tudo e põe os seus melhores profissionais para revisar a IA.
É mais fácil revisar a IA do que fazer do zero. Então, deixa a IA fazer. E se precisar fazer uma revisão por compliance, por norma, por questão regulatória. Tem várias regulações de auditoria independente, globais e nacionais, que a pessoa precisa formalizar as revisões. Deixa a IA fazer, tratar e você trata como um revisor. Olha só. Quem alucina mais, Rafael? Com certeza, seres humanos.
Ou seja, quem é que alucina mais? Não há dúvida. Não há dúvida que seres humanos são um símbolo muito mais que já. Neto sabe a minha tese, né? São as pessoas alucinadas que alucinam aí. Aí.
É ou não é? Cara, nós temos um conselheiro na empresa e ele brinca muito. Cara, isso aqui é papo de conselho. Ele diz assim, cara, pessoas são os dois P's. Pessoas são iguais a problemas. Então, e na verdade, toda companhia que cresce, ela cresce alicerçada em gente.
Então, cuidar das pessoas faz parte do principal jogo da companhia. E as pessoas têm problemas. E os bons líderes tratam os problemas das pessoas. Para que elas possam se desenvolver e terem carreiras de sucesso. Perfeito. Então, cara, com certeza, quando a gente fala em alucinação, eu gosto de uma métrica que é bem simples. Eu preciso ter comigo no time pessoas que tenham alta energia e baixa complexidade.
Cara, quanto maior a energia da pessoa, curiosidade, foco de aprendizado, quanto menos complexa a pessoa for, mais simples, mais fácil de lidar, melhor. São as pessoas mais fluidas para... Easy going, né? Easy going, para a gente implantar qualquer coisa, especialmente a... Perfeito.
Me lembrou de um caso, você falando que aconteceu comigo. Olha só, eu fui casar no civil ano passado. E aí eu fui no cartório. Chegou no cartório, eu entreguei meu documento. E aí eu tô lá, 40 minutos, uma hora. E assim, tem que voltar pro escritório. Uma hora, e aquele negócio, você vê as pessoas andando pro lado e pro outro. Eu falo, meu Deus, o que que tá acontecendo? E aí a mulher chega pra mim e fala assim, Então, tem um problema.
Na sua documentação. Aí eu, problema na minha documentação? Eu te dei meus documentos todos aqui. Eu tô casando, eu tô aqui, minha esposa tá aqui. Falei, não, é porque o seu sobrenome tá errado. Falei, como assim mesmo, o sobrenome tá errado? Falei, não, porque o seu Gonçalves colocaram com dois S. E na minha história tem uma coisa engraçada, que minha mãe, quando eu fui nascer, ela inventou um estudo lá que se ela colocasse uma vogal a mais no meu segundo nome eu ia ter sorte. Eu nunca tirei, porque vai que dá azar.
Mas... É verdade, tá? É verdade a história. É Gonçalves com dois S. Dois S. É Gonçalves. Só que a... Que coisa feia, mano. Feia, mas vai que dá sorte. Puta que pariu, mano. Foi da sorte. Foi da sorte. Porra, não mexe. Pelo menos não foi no milagre. No milagre ficou oitaco. Não, mas eu poderia colocar no milagre com S a mais, mano. Aí tá fazendo milagres. Não, mas... Vai ter que ser mais milagre por vez, mano. Você não prestou atenção. Tinha que ser mais uma vogal.
Foda-se, mano. Mexe no milagre 1 é mais e 1 é mais e está tudo certo. Deixa eu chegar na história. Calma que a história está boa. Porra, não mexe com a mãe do cara. Minha mãe está chateada com o senhor. Está nada. Obrigado, Tia. Ele dá sorte mesmo. Então, aí eu falei assim. Pô, mas você não viu que a minha certidão de nascimento está com dois S? A minha identidade está com dois S? E você... Tipo, eu estou há duas horas aqui e ela tinha mandado o documento para não sei quem lá. Falou que estava errado.
Aí eu falei, pelo amor de Deus. Então assim, eu fiquei indignado, eu até postei um story na época, eu falei assim, gente, olha só, uma IA tinha resolvido isso em dois segundos, porque ela ia conferir a documentação, ia ter visto que meu nome é com dois S, de acordo com a documentação do meu registro.
E pronto, resolveu. Aí a moça lá decidiu implicar com o meu nome e o negócio não foi. E por que eu estou contando essa história toda? Porque eu imagino que no tributário tem vários processos como esse de conferir documentação que o MAIA poderia fazer. Total. E evitando erros gigantescos humanos e que...
Trazem esse problema de eficiência operacional e dentro não só da companhia, mas do governo, de cartórios...
O que você enxerga disso no seu setor? E mais do que isso, eu quero te provocar falando, cara, o que se no Brasil a gente trocasse por IA, a gente ia avançar demais? Cara, todo modelo tributário. Porque a sua resposta é boa de dar. Todo modelo tributário. Sabe quantos tributos nós temos no Brasil? Mais de 100.
120 obrigações acessórias. 120 tipos de declarações um contador tem que mandar pra Receita Federal ou pra Receita Estadual. 120 tipos. Tem gap overlap nesse negócio, assim, absurdo. Você manda a informação cinco vezes em cinco documentos diferentes. E aí, quer saber o pior? A Receita te multa se você trocar a informação de um deles. Mandei errado num. Nos outros quatro tá diferente, você tá multado. Aí te multa. Te multa. Então assim, aí dá pra mexer em tudo, cara.
100% da base tributária hoje brasileira. Mas qual que você acha que é o interesse dessas pessoas? E como que a gente muda? Você acha que dá para mudar isso? Cara, eu acho que dá. Eu acho que dá. A gente tem uma reforma tributária pela frente. A gente tem uma hiperautomação para poder a reforma tributária funcionar. Aliás, a reforma tributária só vai funcionar se o split payment funcionar. Que é um dos mecanismos da reforma tributária.
Sem ser técnico chato aqui. Mas é uma ferramenta que explita o dinheiro. Divide a grana do governo e do contribuinte.
lá no pagamento. Então, assim, camada de IA pode ter em tudo isso. Na hora de dividir o imposto, qual é o imposto do governo sobre a cesta básica? É zero, não tem nada. Qual é o imposto do governo sobre um bem de alto valor? É 28%. Então, saber os itens que vão ser comprados naquela nota fiscal, por exemplo, a IA pode resolver.
E pode tributar de uma maneira correta. Hoje a gente tem 36% do Brasil não paga imposto, tem gap tributário. É evasão, é sonegação. 36%. Do PIB brasileiro, 64% submete renda tributação. 36% não. São negócios informais. Permuta, escambo, troca em dinheiro. Permuta e de gosta. É, permuta é um negócio legal. Está dando a deixa.
Caralho. É interessante. Oi, a gente podia ter o governo, o ministro da EA. A gente demite o senhor do Brasil e coloca o ministro da EA. Cara, teve um país que eu acho que foi Estônia. Depois eu posso... Eu vou perguntar para a EA aqui. Eu já vou perguntar para a EA. Eu ia te perguntar por que veio o negócio do computador no podcast, mano. Porque tem uma EA já pegando tudo aqui e já me fazendo algumas perguntas para eu perguntar para ele.
Não é o jogo da IA, pô. Tem que usar IA pra fazer podcast. Ele tá me ouvindo. Exatamente. E tá induzindo as perguntas. Induzindo não, gerando, né? É, tá me dando ideia de perguntas que eu posso te fazer. Cara, mas dá pra desbloquear todo o modelo tributário. O modelo tributário é cheio de burocracia hoje. Cara, e uma camada de IA, eu acho que resolveria muito dos problemas e liberaria os empreendedores pra fazerem mais negócio de uma maneira mais fluida. Tipo, tem muita oportunidade aí. Tem muita oportunidade.
Porque é muita coisa abraçal, depende de gente, depende de regra. E tudo aí a... Basicamente sabe, entendeu? É só tirar barreira e deixar ela fazer. Quem trabalhar área financeira, área tributária e descer de fato, mergulhar na IA, vai ter oportunidade do governo de mexer. Vai ter oportunidade de fornecer para o público muita tecnologia, coisas que o público vai ser muito lento para implantar. Dá para até traquear.
A receita que vem do tributo pra gente entender pra onde tá indo. Também. Se tivesse interesse... Também. Acho que o mais difícil aí é alinhamento de interesse. Não é de IA. Alinhamento de interesse. Olha, não foi a Estônia. Foi a Albânia. Em setembro de 2025, a Albânia nomeou o primeiro ministro da IA. Viu? A Albânia tem o ministro da IA. Do mundo pra combater a corrupção no governo.
Olha só, olha só. Deixa eu perguntar mais aqui. Ministro da EA. Caceta. Ô Rafa, conta, né? O Luiz tá falando aqui lá do board dele lá que tem.
conta para nós aí o que que tu fez hoje é as pessoas monitorando aí a EA monitorando a gente nem tem é né a gente tem uma sócia nova né e isso aí ele chama eles é para gravar um podcast com a gente é uma baita baita ideia fala realmente hoje a gente tem uma Iris né que é uma EA que ela opera dentro da nossa organização dentro da nossa comunicação então ela tá integrada com todas as os bancos de dados que você aí né se mostrou
E ela fica cobrando o time 24 horas, prazo, checklist, executando tarefa, criando rotinas, fazendo rotinas. O CEO da Viver de A, quem que é?
Vai ser a Iris, mano. Pois é. Eu vou ser demitido, mano. Pois é. Você não tem medo da Iris? Eu tenho medo pra caralho, mano. Caralho. Mas a gente estava gravando no podcast agora de amanhã e aí fizeram a pergunta de cara, das pessoas que têm medo de ser substituídas, do que tu pensa? É porque eu falei, eu acho que quem tem medo de ser substituído tem mais é que se fuder mesmo.
É, ponto. Quem tem medo de ser substituído tem que ser substituído, velho. Porque, porra, velho, sabe? É tipo, para aprender hoje é hora bunda cadeira. Então, assim, dá o tempo que tu coloca de bunda na cadeira para fazer alguma coisa direito. Olha só, a IA aqui me mandou até para eu te perguntar. Luiz, olha só, estou lendo o que ela falou. Luiz, a Albânia colocou uma IA como ministra para cuidar de licitações públicas porque não confiavam nos humanos.
No Brasil, a gente tem uma das legislações tributárias mais complexas do mundo, com mudanças toda semana. Se um país já está usando o IA para substituir decisão humana em gasto público, o que impede a gente de usar IA para interpretar legislação tributária, auditar e garantir compliance sem erro? Nada. É fazer.
Eu tenho absolutamente a mesma visão. A IA pode gerar interpretação, fazer leitura de linguagem natural, entender o que o legislador colocou na norma, porque muitas vezes o que está escrito pelo legislador não é o que de fato se aplica, entender as regulações, as camadas legislativas por baixo.
e responder para o contribuinte. Imagina hoje, olha um caso concreto aqui, maluco. Se você tem... Vamos imaginar que é Viver de A, está tentando entender como é que tributa o serviço ou a tecnologia ou o software que é vendido lá na Viver de A. Aí não sabe, fica na dúvida. Aí vocês perguntam para o contador de vocês e ele tem dúvida também. Aí ele olha assim, vai dizer, o Milagre, o Iago, a gente vai fazer uma consulta para a Receita.
Aí ele pega e redige uma consulta para a Receita, vocês assinam a consulta, essa consulta leva um ano e meio para ser respondida.
Vai cair numa mesa, vai pra outra mesa, vai pra outra mesa. Um ano e meio, tá? Aí um ano e meio se reúnem três auditores da Receita Federal, avaliam a consulta e respondem a consulta. Eles dizem, não, isso aqui que vocês estão vendendo é tecnologia. Isso aqui não é educação. Não, isso aqui é educação, não é tecnologia. Você imagina o tempo que o contribuinte perde e a insegurança jurídica que existe nisso. Porque uma consulta vai pra um grupo de três pessoas, a outra vai pra outro grupo de três, que daqui a pouco existem duas empresas do mercado no mesmo ramo.
com orientações técnicas da própria Receita Federal diferentes. Cara, eu sou super fã da IA para jogar no setor público e terminar com essa burocracia. Tipo, contribuinte, eu quero saber como é que tributa a minha empresa, eu tenho esse serviço. E a IA do governo responde. E aquilo ali aplica-se, ponto. Olha o que a IA mandou, que você deu o gancho perfeito.
Ela fez a seguinte pergunta para você. Se a IA já decide licitação em governo, por que ela não pode também decidir o imposto? Exato. Tem convicção que sim. O contribuinte entra, descreve a operação, descreve o seu negócio, objeto social, como é formada a empresa, o tipo de contrato que faz, como vende a condição comercial, como recebe. E a IA diz quanto é imposto. E a IA diz, cara. Iago, nessa operação aqui é tantos por cento.
Bizarro. Esse é o Darf. Ele é muito mais fácil, né? Muito mais fácil. Não, e até para legislar, né? Até para legislar e definir o alíquota, o governo poderia usar a IA, porque eu tenho certeza que as alíquotas não são definidas de maneira totalmente eficiente, né? Não, não são. As alíquotas são definições políticas, né? Não vamos entrar nesse tema, porque a IA vai ser muito mais eficiente. Não, mas eu nem estou dizendo essa parte tão política de quanto é, mas eu estou falando, às vezes, de item para item, de...
A IAC pode fazer tudo isso. Eu lembro assim, eu passei nos últimos três anos muito em Brasília pela reforma tributária. Estruturando, acompanhando, como assessor técnico em vários temas. Cara, teve entidades que passaram cinco mil horas fazendo cálculos para estimar qual era o custo ou a precificação de determinados produtos com a reforma tributária para poder incluir algum artigo na lei ou tirar.
Não, dá para fazer com a IA isso em 3 minutos. Com todo respeito àqueles grupos setoriais de 50 técnicos fazendo cálculos. O IA vai perder a teta, né? Não tem. Sempre alguém... Sempre vai perder. O jogo é esse, cara. Cara, eu queria mudar um pouco do rumo aqui e voltar no outro ponto do teu modelo de negócio, tá?
Então, tem 250 escritórios na ponta. Isso aí. Entregando... Do que vende por mês hoje? Tu pode abrir um pouquinho os números para nós? Cara, a gente vai fazer 175 milhões no ano de 2016. 175 milhões. 9 mil clientes. 9 mil clientes. Tu entrega alguma coisa de educação para o teu cliente na ponta? Lá para o teu cliente lá na ponta do que tu entrega? Cara, eu entrego educação tributária.
Então, né? Formações, imersões. É coisas, temas técnicos que a gente desenvolve dentro de casa para o cliente. Mas é no modelo do quê? Tipo assim, de imersão, curso? Modelo de imersão, curso online, treinamento, plataforma e etc. E aí tu vende direto ou... Sempre a via dos teus 250 escritórios? Exatamente. Tu não faz a venda direta? Os meus canais, os meus escritórios é que levam os serviços. Todos os serviços da nossa holding para dentro dos clientes. Tu tem alguns serviços de A que tu tá levando para a ponta? Não.
Eu tenho uma ideia, velho. Já vem negócio aí. Opa! Eu tenho uma ideia, mano. E se a gente pegasse... Porque assim, dentro do Viver de A, então o que a gente tem dentro do Viver de A, a gente tem... Enfim, hoje tem 2 mil, já passou de 2 mil já. Clientes dentro da base, empresas dentro da base. 30%, 40% são até alunos aqui do G4. Enfim, então a gente está muito envolvido aqui, até porque são nossos sócios hoje, como tu sabe.
Então, basicamente, a gente tem algumas soluções tributárias lá dentro, a gente tem DRP lá dentro, pronto. Enfim, a gente tem N soluções lá, não só tributárias, mas também de marketing, de vendas, de RH. Então, a gente tem desde solução, desde formações, desde mentoria, desde comunidade. Então, a gente é basicamente a plataforma, hoje eu moro na América Latina, de fato colocar IA na ponta para aquele empresário.
E eu acho que tem um match muito legal entre a gente, porque no final do dia, do que eu e tu a gente quer? Fazer com o empresário na ponta, ganhe mais e gaste menos, ponto. É isso. No final do dia, a gente quer levar deficiência para ele. Ou seja, a gente ganha dinheiro se ele ganha dinheiro. É isso aí. Então, eu acho que A pode ser o M. Então, cara, o que tu acha de a gente achar de alguma coisa? A gente pega do viver de A.
Vira como se fosse um produto de vocês, ou com alguma linha, a gente explita do produto, como você já tem canal de distribuição, a gente tem também, mas é próprio, a gente coloca os teus 250 de escritórios para os teus 9 mil clientes lá na ponta, para ele ter mais um produto, para de fato conseguir ajudar, e a gente consegue escalar isso mais rápido. Cara, fantástico. Faz sentido? Fechou. Vamos fazer. Vamos fazer? Vamos. Tamo junto.
Viu, rapaz? Pega o guardanapo. Vamos colocar para girar para os 250 escritórios. Eu acho que a gente tem... Dá o guardanapo aí. Pega o guardanapo aí. Traz aí. Vamos assinar. Aqui é da moda antiga, irmão. Vale do silício. É da moda antiga aqui, irmão. Produção traz. É no guardanapo mesmo. Olha aí, produção traz o guardanapo. Que dia é hoje, mano?
hoje dia 15 aí ó 15 na caneta que funciona aqui cara tem muita caneta aí a produção aí a gente corta na minha caneta produção essa aí não tá funcionando a gente aí ó depois da meditada ó
voltei aqui hoje é dia 15 então a 15 do 4 que já tá em abril mano e 26 ó daqui o mês é meu aniversário lá em Nova York viu mano eu falei lá vai olha aqui olha aqui nessa volta lembrar
No escritório da Taxi. Aqui, ó. Taxi mais via. Tá? Parceria. Parceria. Distribuição. Missão. Tá aqui, ó. Assina aí, eu assino aqui. Aí, mano. Vamos ou não? Bora. Isso aqui vai ser grande, hein, gente? Vamos lá. Cara, imagina, né? Faz muito sentido, cara. Pô, tá o cara na ponta, né? Por que que faz sentido?
Deixa eu ficar lembrando. Ainda, sabe por que faz sentido? Uma que já está com o empresário na ponta. Ele tem relacionamento. É local, que é uma coisa que eu super acredito. Então, cara, é o consultor lá na ponta que sabe a vida do negócio. Então, pô, conhece todo o negócio, conhece a família do dono, tem relacionamento. Cara, e sabe o que esse jogo muda? Pô, já está entregando valor, entendeu? Esse jogo muda de você não ter que estar a 3 mil quilômetros à distância por telefone.
Claro, óbvio. Tentando mostrar para alguém como é que ele vai mexer na vida da empresa dele.
Todos os sócios techs hoje no Brasil São sócios que conhecem a vida dos nossos clientes Sabem as dores dos clientes, sabem os sonhos Sabem para onde os clientes estão indo A meta, o planejamento estratégico Então tá, tamo junto, fechou? Aí imagina o seguinte, cara, olha só Tá o cara lá na ponta Olha, olha, olha, olha na minha pira, tá? Tá o cara lá na ponta
Aí o cara tem toda a vida na empresa. Consegue ver todos os softwares que a empresa assina. Sim. Então assim, e aí o consultor consegue ver, cara, esse software aqui que tu tem, tem uma solução no verde ar que te reduz custo. Você desenvolve. Esse software aqui que tu tem, tem essa solução aqui no verde ar que te reduz custo. Então cara, só nesse teu custo aqui, que tu tá pagando 30, 40 mil no mês,
Vamos cancelar agora, a gente coloca a solução do Verdiar, que é plug and play, e tu zere isso aqui. Só isso aqui no teu ano, aqui dá 400, cara, né? 400 mil, dá meio milhão no teu ano só com essa assinatura aqui. Cara, e normalmente o cara local na ponta aqui no Brasil, ele às vezes tem sistema legado, que não tem API. Cara, hoje você pega pra fazer um software desse, o cara... E geralmente são os mais caros, tá? É as boletas mais caras.
Claro, pô. E aí que o cara tá preso, né? O cara tá preso no software, não consegue sair.
E ele acha que ele precisa contratar um time de tecnologia. Na hora que ele tem acesso à nossa plataforma e ao conhecimento, ele consegue falar, cara, eu com um bom vinho consigo construir isso aqui. Olha só, arroi na veia. Claro, pô. E a gente, e bom também, né? Porque, pô, a gente já tem produto, está com 70 soluções.
Esse trimestre agora a gente vai bater 300 soluções, nem te falei, 300 soluções, mas o negócio é uma por dia agora. Eu fico sabendo. É uma por dia e a gente pode fazer outra coisa, gravar algumas soluções. Nossa. A gente roda uma pesquisa nos seus 9 mil clientes, pega das dores deles, as dores que eles mandarem, a gente desenvolve uma solução e grava uma formação para eles. Faz uma cura do Olímpico, Bitex.
Tu me manda a lucradoria. Cara, para o meu mercado, o que funciona e o que gera valor é isso aqui. A gente tem mão para desenvolver. Mas sabe que tu não tem no caso, esse braço dentro de casa para fazer rápido. E vai rápido, gira e a gente não distribui. Está fechada essa JV. Então vai 200 milhões esse ano. Olha aí. Mas a meta é o que dou, mano.
Tá bom. Ela vai até minha, mano. Falando dele, pô. Não. Sim, não. Porra, tu vai fazer quanto? Cento e... Uns sete cinco. Uns sete cinco. Adicionar vinte e cinco. Agora tem que... Vai bater duzentos e a gente cento e vinte, pô. Aí, ó, né? Tem vinte milhões de dinheiro novo na mesa aí. Olha aí, ó. Sensacional. Olha, confirmou. Deus é bom, viu, mano? Aí, ó. Deus sempre dá sinal, mano.
Já vou trocar o celular aí, mês que vem, Nova York. Irmão, dá um recado final para a gente do que você vê no seu negócio. Zé, dá um recado, empreendedor que nos escuta, saber que a sua mente é empreendedora, construiu um negócio milionário, um negócio gigante, super sólido. Dá uma visão para a gente de A e o que você pensa que o empresário brasileiro tem que fazer hoje? Cara, o empresário brasileiro tem que focar em principalmente ter gente boa do lado.
Porque IA sozinha também não roda. Então precisa ter gente que conheça o business, que conheça os clientes, que entenda as dores. E é isso que eu faço. Eu gosto de ter gente melhor que eu, cara. Não pode ter ninguém... Não gosto de trabalhar com gente ruim, cara. Tem que ser gente boa. Gente, de fato, que tem vontade de aprender, vontade de crescer, vontade de desenvolver. Então o primeiro passo, pra mim, é cultura.
qualquer alicerce de companhia que vai crescer, cara, é cultura muito forte na veia. Porque se não tiver cultura, você embarriga crescimento. Você vai ter platô em algum momento da vida. É inevitável. Você pode até botar máquina comercial para vender, máquina de produção para produzir. Mas se não tiver uma cultura que possa replicar, a escala não vem. Então, eu sou muito fã disso, cara. Cultura forte é a geradora de escala direta. Pessoas boas.
alinhadas aos valores, ou seja, isso aqui é outro pilar cultural, e super motivadas para fazer acontecer. Então, um dos nossos pilares é trabalhar duro e sonhar grande. Sonhar grande é o cara que tem ambição, que quer ir para cima. E eu acho que IA é isso hoje. Quem tem, o que no teu negócio você pode fazer de melhor? O que você pode revolucionar no teu mercado? Luiz, eu sou dono de uma padaria. O que você pode fazer com IA na padaria?
que vai ter uma experiência melhor para o teu cliente, que vai te dar mais rentabilidade. Ah, eu tenho uma oficina mecânica. Cara, você pode fazer uma oficina mecânica, tudo dá. Tem muita gente dizendo, ah, tarefas manuais são aquelas que não vão ser substituídas por IA. Até ali, parênteses, atendimento.
Sucesso do cliente. Qualidade. NPS. E a vai digitar muito o ritmo. Marketing. Expansão de carteira. Vendas. Cara. O que são os SDRs. Através de A. Já construídos. Até pela própria viver de A. Não tem? SDR pronto, né?
É plugar e sair jogando, cara. Então, o jogo da IA, de fato, é aí parafraseando que o nome do podcast, o recado que eu dou é, empresário, cara, foca no que você sabe fazer bem feito.
Mas não deixa de lado a IA, cara. A IA é um negócio que vai mudar de fato o jogo do tamanho do negócio que você quer fazer. Do tamanho da margem que você quer ter. Tem gente que vai ser consumido por margem porque não acredita em IA. E aí vai ter um concorrente que vai colocar IA. Vai ter uma margem melhor. E vai tirar aquele outro concorrente do mercado. Então, cara, eu sou muito fã de pessoas que de fato têm uma missão.
que querem sonhar grande, que querem trabalhar duro, como tu falou, é botar a bunda na cadeira, é se esforçar, pensar, entender, aprender e executar. Execução, pra mim, é a chave do negócio. Eu sou muito executor. Tenho característica de executor, característica plena de executor. Então, qualquer coisa que eu pego, eu tenho que executar pra ver se funciona. Funciona, cara, vamos executar. Vamos botar pra rodar. É processo na cabeça, processo na veia e muita execução.
Senhoras e senhores. É isso, Luiz. Primeiro, parabéns, tá? Eu acho que essa... É o cara do tributário, hein, mano? O cara... 170 milhões. Acabei de colocar mais 20 no bolso dele. Agora é da IA do tributário. O cara vai fazer 200 milhões esse ano. É o cara do tributário que vai fazer 200 milhões esse ano. Agora com o IA também. Com produto de ar. Fechado. Caralho, mano. Tu viu?
Obrigado pelo convite. Que isso. Não preciso nem desejar sucesso, porque com essa ambição, essa mentalidade, já dá para ver que com certeza agora o sucesso vai vir em escala, Cunhar. Só para a gente finalizar, deixa suas redes sociais onde a galera continua te acompanhando para ver esse trabalho de ar no tributário, para ver a TaxiCo cada vez decolando mais, como é que as pessoas fazem para te encontrar.
Bacana, me segue lá no Instagram, tá? Então, LuizWolfWLFF, e podem procurar também o Tax Group, TG no Instagram, Tax Group, que vocês vão ter o melhor conteúdo tributário do Brasil, e a empresa líder que hoje comanda e puxa para frente. TG não é Tales Gomes. Não, TG de Tax Group.
Criado antes do próprio TG. Olha aí, rapaz. Então é isso. E como é que faz para te encontrar, Iago Martins? Arroba IagoMartinsBR no Instagram, no LinkedIn também. E agora no YouTube também. Estou lá postando o bastidor do Viverdiar. Então quem quer ver o bastidor do Viverdiar, eu de fato como CEO da companhia lá no bastidor, batendo o bumbo lá com a turma, fazendo acontecer. Nesse trim a gente vai entregar 40 milhões, Rafael.
40 milhões. Paguei 150 mil ontem de chuva de piques. Vou pagar 300 esse mês. Esse tri. Eu sou muito louco. Então olha só, como é que a meta está alta. Você que está assistindo aqui, aproveita para conhecer também o Verdear, para ajudar a gente a bater. A gente está precisando. Vai lá na descrição lá. Bora. De ajudar a gente a bater a meta. E se você quiser acompanhar também meus conteúdos, Rafael Milagre, um milagre só, aqui no Instagram. E chegamos ao fim. Eu vou falar com a tua mãe, mano.
Não, mas tá tranquilo, velho. Ela deu sorte, velho. Deu sorte. Quando ela colocar um S a mais, mano. Não, não. Ó, chegou ao fim mais um episódio do Jogo da IA, o podcast feito por humanos. Esse aqui não ficou bom. Senhoras e senhores, muito obrigado pela audiência. Valeu. Compartilha esse episódio e até a próxima. Tamo junto.
TAX.Co
IA na área fiscalViver de IA
Série documental sobre os Herois do Brasil